Por que Fazer Faculdade No Exterior? - Daqui pra Fora | Faculdade nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido

Por que Fazer Faculdade No Exterior?

A busca por vagas em universidades no exterior vem crescendo ano a ano no Brasil. Segundo dados publicados pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, em 2018 50,4 mil brasileiros procuraram por graduação no exterior, contra 36,6 mil em 2017, o que representa um aumento de 37,7%. 

A preocupação com o futuro e novas carreiras é certamente um dos fatores que mais impulsionam estes números. Mas fazer faculdade no exterior não é apenas frequentar as aulas. A experiência de estudar fora vai muito além e os benefícios aparecem bem antes de o aluno ir atrás do primeiro emprego.

Vantagens De Fazer Faculdade No Exterior

O ambiente internacional de uma universidade nos EUA, Canadá e Reino Unido é por si só uma experiência única e muito rica.

O networking multicultural e a rápida evolução da fluência no idioma são percebidos logo no início da experiência. Mas há outros aspectos, constantemente mencionados por pais e alunos, que passaram pela Daqui pra Fora nesses 18 anos de trabalho, que reforçam os benefícios de cursar uma faculdade no exterior.

Excelência Acadêmica

Não há dúvida que, academicamente, as melhores universidades do mundo estão, em sua maioria, no exterior. Segundo o ranking 2019 da Times Higher Education, 57 das 100 melhores universidades do mundo estão nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá.

O ranking, bastante prestigiado no meio acadêmico internacional, leva em conta vários aspectos, entre eles pesquisa, ensino, citações em publicações científicas e empregabilidade.

Entre as 10 melhores, 7 estão nos Estados Unidos e 3 no Reino Unido (entre elas, as duas primeiras colocadas). O Canadá tem 7 instituições entre as 50 primeiras do ranking. Entre as 300 melhores do mundo, 98 são americanas, 38 britânicas e 14 canadenses. A universidade brasileira mais bem colocada é a USP, entre as posições 250 e 300.

Oportunidades

A experiência em universidades no exterior traz inúmeras oportunidades dentro e fora da sala de aula.

A variedade de cursos é enorme e a estrutura do ensino favorece demais o aluno nesse sentido.

Primeiro, caso ele saia do Brasil ainda indeciso em relação à carreira que pretende seguir, não tem problema. Nos Estados Unidos, por exemplo, utiliza-se a metodologia de General Education, onde os dois primeiros anos são mais básicos. O estudante só precisa decidir realmente o foco da carreira quando vai para o junior year (terceiro ano).

Além disso, há a possibilidade de dupla graduação (muito comum), ou seja, o aluno pode optar por fazer duas faculdades ao mesmo tempo. E são tantas alternativas atraentes que é provável que a dificuldade passe a ser escolher só dois cursos.

Mas a vida de quem vai estudar fora não se resume a aulas e tarefas. Ao contrário, todas as universidades incentivam e valorizam uma série de atividades extracurriculares e a própria estrutura delas facilita uma vivência inesquecível fora da sala de aula.

Essas atividades são oferecidas em forma de “clubs”, e são tantas opções que ninguém fica de fora. Tem para todos os gostos e preferências. Cinema, política, fotografia teatro, artes plásticas, dança, religião, TV, rádio, esportes, música, videogame, idiomas, newspaper, voluntariado na comunidade, associações estudantis e muito mais.

E tanto para as aulas quanto para os clubs o que não falta é estrutura para que tudo aconteça em alto nível. Desde salas de aula confortáveis e tecnológicas até refeitórios, teatro, salas de projeção, laboratórios, bibliotecas, estúdios… tudo muito bem equipado, com material de ponta. Enfim, não falta nada para o aluno ter as melhores experiências dentro daquilo que ele escolher fazer.

Desenvolvimento pessoal

Tudo é novo para quem vai estudar fora e “adaptação” é a palavra-chave. Este já é o pontapé inicial no crescimento pessoal que a jornada em uma universidade no exterior proporciona.

Morar longe dos pais, organizar suas coisas e seus horários, ter disciplina, escolher os cursos e atividades, ter que cuidar de contas, de alimentação, de deslocamentos, da saúde, tomar decisões… é o caminho rumo à independência, à autonomia. E com elas vem a maturidade.

O cenário multicultural onde tudo isso acontece ainda ajuda a desenvolver a tolerância, a flexibilidade, as interações pessoais, itens cada vez mais valorizados tanto socialmente quanto no mundo corporativo. Fazer faculdade no exterior envolve muito autoconhecimento, crescimento e aprendizado.

Carreira Profissional

O conjunto de vantagens que a formação em uma universidade no exterior traz, desde a excelência acadêmica até a formação pessoal, é o que tem chamado a atenção de grandes empresas, nacionais e multinacionais. Muitas delas, como Ambev, Itaú, J.P.Morgan e Red Bull, já têm programas específicos para quem se formou no exterior.

Além disso, são enormes as possibilidades de estágio durante as férias de verão, a melhor maneira de o aluno aprender e colocar em prática o que está estudando na faculdade e, ao mesmo tempo, incrementar o currículo. Só aqui no Brasil, quem procurar por Summer Internship  no LinkedIn deve  encontrar mais de 300 vagas para alunos que foram estudar fora em grandes empresas ou startups, entre elas Nokia, City Group, Liv Up, Avenues, McKinsey & Company, HP, Disney e o próprio LinkedIn.

 

Bolsas De Estudo

Muitos alunos que aplicam para faculdades no exterior têm interesse em bolsas de estudos. A boa notícia é que as universidades dos Estados Unidos, por exemplo, são reconhecidamente as que mais oferecem esse tipo de incentivo aos alunos que pode variar de 5 % a 100%.

São basicamente três tipos de bolsas de estudos: por mérito acadêmico, por necessidade financeira e por talento artístico.

As bolsas por mérito acadêmico são oferecidas a alunos que têm médias (notas) superiores às dos que estão entrando sem bolsa. São levadas em consideração as notas do Ensino Médio (desde o 9º ano), as notas do SAT ou ACT e TOEFL (proficiência em inglês).

As bolsas por necessidade financeira também levam em consideração o desempenho acadêmico e para a ajuda financeira, a universidade analisa vários documentos, entre eles o imposto de renda da família.

As bolsas artísticas são dadas a quem vai estudar Artes (teatro, música, dança, artes plásticas) na faculdade. O processo inclui audições ou portfólio.

Para conquistar algum tipo de bolsa é essencial identificar as instituições que oferecem o benefício e aplicar de maneira estratégica para consegui-las.

 

Como Fazer Faculdade No Exterior

O processo seletivo para fazer faculdade no exterior, especialmente nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido , é bem diferente daquele que acontece no Brasil. Não é uma única prova que define quem entra ou não em uma faculdade lá fora. As instituições estrangeiras olham o aluno como um todo, desde suas notas até suas atividades extracurriculares.

Inicialmente, são levadas em consideração as notas do Ensino Médio (do 9º ano do Fundamental ao 3º do Médio), as notas das provas direcionadas ao próprio processo (SAT ou ACT e TOEFL ou IELTS) e ainda participação em atividades extracurriculares (artes, esporte, trabalho comunitário, atividades de liderança, etc).

Um dos itens mais importantes do processo é a Redação ou Essay. Com temas bem pessoais, a redação vai mostrar muito do que o aluno é para a universidade, desde como ele escreve até o que ele pensa e como ele age. Isso ajuda a própria universidade a definir se este aluno combina ou não com o perfil da instituição. 

Além disso, as universidades ainda pedem cartas de recomendação de pessoas que conhecem a fundo a personalidade e a trajetória do aluno, geralmente professores, coordenadores ou tutores.

Se você tem interesse sobre o processo de candidatura para faculdades no exterior e quer saber mais como uma consultoria educacional pode te ajudar nessa jornada, acompanhe nossos conteúdos recebendo-os por e-mail em nossa newsletter. 



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