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Bárbara Pereta

Transformando Sonhos em Realidade: A Jornada de Estudar, com Bárbara Pereta

Estudar no exterior é um sonho para muitos jovens brasileiros, e a Daqui Pra Fora tem sido uma ponte essencial para transformar esse sonho em realidade. Nesta entrevista, conversamos com Bárbara Pereta, uma aluna que compartilhou sua jornada desde o Brasil até a Universidade de Wisconsin – Madison, os desafios e conquistas de cada etapa do processo. A seguir, você encontrará as perguntas e respostas que revelam os desafios, conquistas e transformações vividas por essa estudante dedicada.

Como você conheceu a Daqui Pra Fora e o que te motivou a buscar nossa assessoria?

Conheci a Daqui Pra Fora pelas redes sociais e fiquei impressionada com os resultados incríveis que eles ajudaram os alunos a alcançar. O processo de application nos EUA é muito diferente do que estamos acostumados no Brasil. É mais extenso e complexo, cheio de detalhes e deadlines importantes. Ter o suporte da Daqui Pra Fora foi essencial para entender cada etapa, não perder prazos e, principalmente, para revisar os essays e cartas. Isso fez toda a diferença e me deu a segurança necessária para enfrentar o desafio.

Quais foram os principais desafios que você enfrentou ao decidir estudar no exterior e como a Daqui Pra Fora te ajudou a superá-los?

Meu maior desafio foi a insegurança quanto à integração cultural. Sempre ouvi falar que muitos alunos acabam ficando no grupo de brasileiros, sem aproveitar a oportunidade de se conectar com a cultura local. Eu tinha medo de não conseguir me integrar de verdade. A Daqui Pra Fora organizou o evento Daqui pra Frente, onde tivemos uma palestra incrível da psicóloga Andrea Sebben sobre intercâmbio cultural. Essa palestra foi transformadora. No começo, foi difícil, mas apliquei cada conceito que aprendi. Com isso, fiz amizades com americanos, fui praticamente adotada por uma família local, viajei e passei feriados incríveis com eles. Essa preparação também me ajudou no ambiente profissional, facilitando minha conexão com colegas de trabalho, líderes, fornecedores e clientes de maneira muito efetiva.

Como foi sua experiência estudando na Universidade de Wisconsin – Madison? Quais habilidades e conhecimentos você trouxe dessa vivência para sua carreira?

A experiência foi incrível e muito intensa. Aproveitei ao máximo tudo que a universidade oferecia. Além de Engenharia Química, fiz um minor em Administração, participei de organizações (SWE, Insight Wisconsin), atividades extracurriculares, estágios, pesquisa, aulas de verão e serviço voluntário. Também trabalhei como resident assistant, o que me deu habilidades de liderança e convivência. Aprendi muito sobre resiliência, gestão de tempo e a importância de sempre ir além. Meu sucesso hoje é reflexo direto de tudo que aprendi tecnicamente e das soft skills que desenvolvi durante a faculdade.

Pode compartilhar alguma experiência marcante que você viveu durante seus estudos na Universidade de Wisconsin – Madison?

Uma experiência marcante foi a pesquisa que fiz no laboratório de um professor que eu admirava muito, formado pelo MIT. Ele não estava recrutando alunos, mas eu queria muito trabalhar com ele. Tracei um plano: me destaquei ao máximo nas aulas dele, tirando as melhores notas e sempre participando. No final do semestre, fui até ele e pedi uma vaga no laboratório. Ele ficou tão impressionado que abriu uma vaga exclusiva para mim. Passei seis meses incríveis no laboratório, desenvolvendo a pesquisa, apresentando em simpósios e aprendendo muito. Essa experiência me ensinou sobre resiliência, coragem e a importância de perseguir nossos sonhos, mesmo quando parecem difíceis.

Como foi a transição de estudante para profissional no exterior?

Foi desafiadora, mas tranquila. O maior desafio foi lidar com a vida adulta – comprar carro, apartamento, organizar as contas e entender impostos (até hoje acho um desafio). Mas o que ajudou foi a rede de apoio que eu tinha, tanto em casa no Brasil quanto aqui nos Estados Unidos através das amizades que fiz. No âmbito profissional, ter aprendido tanto na faculdade sobre resiliência, proatividade e conexão com pessoas me ajudou a entregar resultados e ganhar confiança do time de forma acelerada!

Você foi reconhecida com o prêmio 30 Under 30 do Institute of Supply Management. Como essa conquista impactou sua carreira?

O prêmio 30 Under 30 é um reconhecimento internacional concedido a jovens profissionais excepcionais na área de supply chain, que demonstra paixão, inovação, e impacto significativo no setor. Ser uma das selecionadas nesse programa global foi uma honra enorme e marcou um ponto de virada na minha carreira. Esse reconhecimento foi fruto de uma série de iniciativas estratégicas e resultados que impactaram diretamente a minha trajetória:

Promoções rápidas e aumento de responsabilidades: Em apenas quatro anos, fui promovida quatro vezes, passando de Analista I para Manager de um time global.

Gestão financeira de alto impacto: Já gerenciei mais de 300 milhões de dólares ao longo desses 4 anos em categorias críticas para a operação global, incluindo matérias-primas essenciais para a continuidade dos negócios.

Projetos de sustentabilidade e inovação: Líder em iniciativas como o desenvolvimento de adesivos sustentáveis para a indústria de móveis, protegendo milhões de euros em negócios e abrindo novos mercados alinhados às demandas ambientais.

Certificações renomadas: Obtive certificações em Liderança Ágil pela Universidade de Stanford e em outras áreas como negociação, vendas, procurement e gestão de supply chain por organizações como o Adhesives and Sealants Council (ASC), Institute of Supply Management (ISM) e outros.

Participação no programa Cross-Regional Fertilization: Passei 2,5 meses viajando por diversos países da Europa, imersa nas operações de diferentes regiões. Esse programa foi essencial para aprender sobre processos operacionais variados e sobre como navegar diferenças culturais, algo que aplico diariamente na gestão de equipes globais e em negociações internacionais.

Reconhecimento interno e externo: Além do prêmio 30 Under 30, recebi múltiplos prêmios internos que destacam minha capacidade de entregar resultados excepcionais e de desenvolver equipes para alcançar o mesmo nível de excelência.

O impacto do prêmio foi significativo e multifacetado. Ele trouxe visibilidade global, solidificou minha posição como líder no setor e abriu portas para novas oportunidades. Por exemplo, após o prêmio, tive a chance de liderar negociações estratégicas entre grandes empresas, tomar decisões críticas para projetos multimilionários e representar minha organização em eventos internacionais. Hoje, como responsável global pela matéria-prima de maior volume da empresa, vejo o prêmio 30 Under 30 como uma validação de anos de dedicação e inovação. Ele não apenas destacou minha trajetória, mas também reforçou minha determinação em continuar impulsionando mudanças positivas no setor de supply chain, sempre com foco em sustentabilidade, ética e inovação.

Poderia falar sobre algum projeto específico que você liderou e que teve um grande impacto na H.B. Fuller?

Liderei um projeto para o desenvolvimento de uma solução de adesivo sustentável voltada para a indústria europeia de móveis. Minha responsabilidade foi desenvolver com fornecedores a cadeia de abastecimento de matérias-primas bio-baseadas, envolvendo fornecedores globais, certificações de órgãos globais, análise de sustentabilidade e negociações complexas. Esse projeto não só protegeu mais de 2 milhões de euros em negócios existentes, mas também abriu novas oportunidades de mercado, posicionando a H.B. Fuller, a empresa onde trabalho, como pioneira em adesivos sustentáveis.

Como você acredita que sua trajetória pode inspirar outros jovens que desejam estudar fora?

Minha trajetória mostra que acreditar nos seus sonhos e ir atrás deles faz toda a diferença, não importa quão pequeno ou grande esse sonho seja. Preciso ser justa e reconhecer que tive muitos privilégios desde sempre – uma rede de apoio muito forte, estudos de extrema qualidade desde pequena, entre outros. Esses fatores, apesar dos inúmeros desafios, fizeram uma grande diferença.

No geral, minha trajetória é a prova de que sonhos exigem coragem, resiliência e uma dose de ousadia. Desde muito jovem, eu sabia que queria ir além das fronteiras do Brasil, mas não tinha um caminho totalmente traçado – apenas a vontade de transformar meu futuro e fazer algo significativo. Minha história mostra que, com determinação e uma mentalidade de crescimento, é possível superar desafios e alcançar o que parecia impossível.

Estudar fora não é apenas sobre adquirir conhecimento técnico; é sobre transformação pessoal. Eu tive que aprender a me adaptar a novas culturas, vencer barreiras de idioma e de cultura, construir uma rede de apoio em um país desconhecido e ainda lidar com a pressão de me destacar academicamente. Cada obstáculo foi uma oportunidade de crescer. Mesmo diante de dificuldades, como a saudade de casa ou os desafios de me integrar a uma nova cultura, decidi não desistir. Pelo contrário, aproveitei essas experiências para desenvolver habilidades que hoje são pilares da minha carreira: resiliência, proatividade, empatia e a capacidade de me conectar com pessoas de diferentes origens. Aprendi também a me respeitar e a sentir o que deve ser sentido.

Olhando para trás, fico impressionada com o quanto conquistei. Passei por universidades de excelência, me formei em engenharia química com um minor em administração, participei de projetos de pesquisa desafiadores, conquistei prêmios importantes e me tornei líder global em uma área estratégica. Essas realizações não foram fruto de um talento extraordinário, mas de uma dedicação constante e da crença de que os limites podem ser superados.

A mensagem que quero deixar para as pessoas é que estudar fora não é um sonho inalcançável. É uma jornada que exige muitos sacrifícios, mas que transforma a forma como você enxerga o mundo e a si mesmo. Quando você se permite sonhar grande e dá passos consistentes para realizar esses sonhos, o impacto vai muito além de você. Você abre portas para oportunidades que podem transformar sua vida e, de quebra, inspira outras pessoas a seguirem pelo mesmo caminho.

Quais conselhos você daria para estudantes que estão considerando estudar fora e/ou seguir um caminho similar ao seu?

Prepare-se para mudar – e mudar muito. Estudar fora é mais do que uma oportunidade acadêmica; é uma transformação profunda, tanto pessoal quanto profissional. Você vai se desafiar, enfrentar situações que nunca imaginou e conhecer uma versão de si mesmo que talvez nunca viesse à tona se permanecesse na sua zona de conforto. Abrace o novo, mesmo quando for desconfortável, porque é justamente nesse desconforto que você mais cresce.

Além disso, vá com o coração aberto e a mente disposta a aprender com as diferenças. Conecte-se com pessoas de outras culturas, experimente o que parece estranho, faça perguntas e, acima de tudo, não tenha medo de errar. É no processo de se reinventar que você descobre sua verdadeira força. E lembre-se: o mundo é muito maior do que imaginamos, e estudar fora é a chance de entender isso de perto. Então, se você tem essa oportunidade, agarre-a com tudo – vai ser desafiador, mas valerá cada segundo. Sua vida e seu futuro vão mudar para sempre!

 

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