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Por que contratar uma assessoria para estudar no exterior?

21 de setembro de 2016/246 Comentários/em Daqui pra Fora, Depoimentos /por Daqui pra Fora

Uma das principais perguntas que recebemos, que já foi inclusive tema de matéria especial aqui no Blog, é sobre a importância de contratar uma assessoria para a admissão em uma universidade dos Estados Unidos.

Para exemplificar a relevância de nosso trabalho de consultoria, hoje entrevistamos um de nossos alunos recém embarcados.

César de Oliveira, ex-aluno da St. James International School, em Londrina, tinha o sonho de estudar nos Estados Unidos, mas achava não ser possível.

Contudo, após conhecer o trabalho da Daqui pra Fora, Cesinha, como é conhecido por nós, está feliz com a nova etapa de sua vida, como freshman da University of Texas – Arlington.

A importância de contratar uma assessoria para estudar no exterior

1) Como você conheceu a Daquiprafora?

César de Oliveira: Eu conheci a Daquiprafora através de minha escola no Ensino Médio, a St. James, em uma feira chamada Career Fair WINGS St. James.

Eu sempre tive vontade de cursar uma universidade fora do Brasil, mas nunca achei que fosse possível. Quando via pela televisão, sempre achava que estudar fora era um processo quase impossível para mim, fora do meu alcance.

Porém, quando visitei o estande da Daqui pra Fora na feira, me convenci que estudar fora não só era possível, mas era exatamente o que eu queria e iria investir. Iria abrir mão de tudo para estudar nos Estados Unidos!

2) Como foi o processo de escolha das universidades junto a Daqui pra Fora?

César de Oliveira: Inicialmente, o Marcelo Peterlini, meu coordenador acadêmico, havia me sugerido uma lista com seis universidades.

Confesso que nenhuma delas me agradou à primeira vista, porque, como tenho família morando nos Estados Unidos, eu e minha mãe queríamos uma faculdade que não fosse nem muito perto nem muito longe deles.

Junto ao Marcelo, elaboramos uma segunda lista, em que ele sugeriu a universidade que eu acabaria escolhendo: a University of Texas – Arlington, que ficava próximo de Dallas, com uma estrutura e localização dentro do que eu esperava.

3) Como foi a sua preparação para o TOEFL e o SAT?

César de Oliveira: Para o TOEFL, eu fazia aula particular durante três meses, uma vez por semana, durante duas horas. As aulas eram tão boas que, após eu fazer o TOEFL e passar, eu continuei frequentando as aulas por mais quatro meses.

Quanto ao SAT, eu estudava a seção de matemática com um amigo meu formado na área e a seção de inglês com meu professor do TOEFL usando o livro oficial do SAT.

Fiz muitos simulados durante a preparação, acordando aos sábados e realizando modelos de prova, simulando também intervalos e pausas.

4) O que o levou a escolher a University of Texas – Arlington?

César de Oliveira: Escolhi a Texas Arlington porque a faculdade está ranqueada entre os 80 melhores cursos de engenharia dos Estados Unidos, além de possuir a melhor equipe de carro de corrida dos Estados Unidos e a quinta melhor do mundo.

Tenho planos de cursar engenharia mecânica e trabalhar com carros de corrida. Já estou tentando entrar na UTA Racing no meu Freshman Year. Além da University of Texas, Arlington também possui o maior Six Flags (parque de diversões) dos Estados Unidos e também é a casa dos Rangers, time de beisebol, enchendo muito a cidade aos domingos.

5) Como está sendo o processo de adaptação nesse início de semestre? Você recebeu algum tipo de suporte da Daqui pra Fora após o embarque?

César de Oliveira: Ao chegar nos Estados Unidos, fiquei meio apreensivo, com medo do que viria pela frente. Bateu uma insegurança e a saudade inevitável do Brasil de da minha família.

Contudo, na Daquiprafora, os alunos contam com o suporte do Departamento de Apoio e Desenvolvimento (DAD), que acompanham os alunos durante os anos de faculdade.

Após conversar com o Rafael Bento e a Fernanda Luiz, fiquei bem mais tranquilo e me senti preparado para o que viria pela frente. A adaptação tem sido ótima, fiz vários novos amigos, em especial o RA do meu prédio, que tem a mesma idade que eu e me ajuda bastante.

Já tenho tudo o que preciso para meu quarto e conheci alguns dos brasileiros que estudam aqui, que também estão me ajudando bastante.

Uma das coisas legais aqui da Texas Arlington é que a faculdade possui poucos brasileiros, e isso facilita para conhecermos pessoas de outras culturas, além de sermos um atrativo a mais, pois todo mundo ama conhecer os brasileiros (risos)!

6) Como você avalia o papel da Daquiprafora durante todo o processo para estudar nos Estados Unidos?

César de Oliveira: A Daqui pra Fora foi fundamental para que eu realizasse meu sonho de estudar nos Estados Unidos. Tenho certeza que, se eu tivesse tentado fazer todo o processo sozinho, eu não teria conseguido.

As etapas do processo são muito complicadas e recebi orientações sempre pontuais. Tudo o que tive que fazer foi me preocupar em estudar para as provas.

Além do processo de embarque, fico muito tranquilo em saber que também posso contar com a Daqui pra Fora agora que estou aqui, e com certeza esse é um dos diferenciais que me deixa bastante satisfeito!

Se você tem o sonho de fazer faculdade no exterior e quer contar com a assistência especializada da Daqui pra Fora, preencha o formulário abaixo e comece uma conversa com nossos especialistas.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/09/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2016-09-21 00:00:002024-03-18 17:14:14Por que contratar uma assessoria para estudar no exterior?

“Pelo Olhar de Quem Fica” #3 – Exportando filhos e sonhos

14 de setembro de 2016/50 Comentários/em Daqui pra Fora, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

O processo para estudar nos Estados Unidos ou Canadá, em todos os casos, não é exclusividade somente do aluno. Desde o início da jornada, os pais participam, lado a lado, de todo o processo, que se inicia com preparação para as provas e escolha das universidades até o aguardado dia da formatura. Assim como para os filhos, a jornada é vivenciada de uma forma muito intimista pelos pais, que comemoram, sofrem e sentem cada nova experiência na vida de seu filho durante os quatro anos de faculdade.

O especial “Pelo Olhar de Quem Fica”, do Blog Daquiprafora, traz hoje uma matéria especial dedicada aos pais, escrita pela psicóloga Cecília Russo Troiano, colunista da revista Pais & Filhos. Cecília, que é mãe de Beatriz e Gabriel Troiano, ambos alunos Daquiprafora, conta um pouco sobre a experiência e apoio a decisão dos filhos de estudar no exterior. Para ela, essas novas experiências serão fundamentais para o processo de amadurecimento de seus filhos.

Boa leitura!

Exportando filhos e sonhos
Por Cecilia Russo Troiano

Desde pequenos queremos que nossos filhos sejam cidadãos do mundo. Nas famílias brasileiras (e diria latino-americanos) de classe média para cima, pais e mães não poupam esforços para que seus filhos aprendam línguas. Inglês no mínimo, melhor ainda se puderem também aprender uma terceira língua, espanhol, quem sabe. Investimos, quando possível, em viagens internacionais, mesmo que seja para ir ver o Mickey Mouse na terra do Tio Sam. Alguns deles fazem intercâmbio, vivendo nos Estados Unidos, Canadá ou Austrália, os destinos mais comuns para essa atividade. Confesso que com meus filhos não foi muito diferente.

Em nossas cabeças temos um sonho como pais: queremos que nossos filhos sejam cidadãos globais, preparados para suas vidas futuras, profissionais bem sucedidos, independentemente de onde resolvam morar. Queremos que nossos filhos lancem voos longos e prósperos, que conquistem tudo o que a vida pode lhes oferecer e mais um pouco.

Bom, se era isso que sonhávamos para nossos filhos, é isso o que em boa parte dos lares brasileiros mais abastados vem acontecendo. No meu caso, meus dois filhos moram fora do Brasil, onde estudam e trabalham. Vários amigos deles vivem o mesmo processo. O filho mais velho de meu marido tomou o mesmo rumo, onde se casou, pratica a medicina e já é cidadão onde escolheu viver. Em parte orgulhosos, em parte muito saudosos, enchemos o peito para falar sobre as aventuras e desventuras de nossos filhos longe de casa.

Como disse Frederic Nietzsche, “nossos filhos não são nossos. Eles são filhos da vida ansiando pela vida.” O que nossos filhos estão fazendo é seguir fielmente o que foi proferido por Nietzsche há dois séculos, estão vivendo a vida. Afinal, não era para isso que educamos, investimos e os preparando para serem do mundo? Pois bem, agora resta-nos torcer para que eles sejam felizes, onde quer que tenham escolhido viver e guardar a certeza de que fizemos nosso papel de prepará-los para essa jornada. Mesmo que a saudade aperte nossos corações. E muito.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/09/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2016-09-14 00:00:002020-12-09 18:24:39“Pelo Olhar de Quem Fica” #3 – Exportando filhos e sonhos

Por que ser RA da sua universidade? Saiba tudo!

25 de agosto de 2016/128 Comentários/em Dicas /por Daqui pra Fora

Um dos empregos mais vantajosos oferecidos aos alunos nas universidades americanas e canadenses é a oportunidade de ser RA (Resident Assistant ou Advisor).

A responsabilidade básica de um R.A. é supervisionar um dormitório ou andar, geralmente sob a orientação de um coordenador e/ou housing director.

O que faz um RA na universidade?

A principal função do RA é garantir que as regras estabelecidas para moradia naquele ambiente sejam cumpridas, garantindo a ordem e a boa qualidade de vida dos estudantes que ali vivem. Em caso de dúvidas ou problemas, serão primeiramente os RAs que os alunos irão procurar pedindo auxílio.

As atividades envolvendo o trabalho de um RA, em geral, são:

• Fazer rondas diárias nos corredores para verificar se estão seguros e limpos;
• Fazer eventualmente os health checks, que são as inspeções individuais de quarto, para verificar se estão limpos e dentro das normas da faculdade;
• Zelar pela ordem do ambiente, controlando barulhos, bagunça etc.
• Eventualmente, realizar rondas noturnas ou permanecer em plantão (on duty).

Dependendo da faculdade, os RAs também podem acumular outras funções relacionadas a vida estudantil, tais como organizar eventos em seu dormitório para a integração dos alunos; trabalhar em eventos públicos da faculdade; trabalhar na orientation week, entre outros.

Como o RA é remunerado?

O pagamento para os serviços de RA geralmente é feito através da exclusão do pagamento do housing e, dependendo da faculdade, até mesmo do meal plan. Ou seja, ao invés de pagar o dinheiro equivalente ao dormitório, o aluno tem o espaço por conta da faculdade e economiza a quantia, que geralmente fica em torno dos $8000 anuais!

Além das vantagens financeiras, ser RA pode ser uma ótima oportunidade profissional para os estudantes procurando por experiências no início da carreira.

“Até hoje utilizo minha experiência como RA em meu currículo. Foi um período incrível que me permitiu aprender muito sobre relações interpessoais com estudantes, conhecer e lidar com personalidades diferentes e novas culturas, e de ter sob minha responsabilidade diversos alunos. Além disso, em minha universidade, era função do RA desenvolver diversas atividades interativas com os estudantes de seu dormitório, o que me deu a oportunidade de desenvolver habilidades que utilizo até hoje em minha carreira” afirma a coordenadora acadêmica da Daqui pra Fora, Isabela Costa, que foi RA da Reinhardt University durante dois anos.

Como funciona a seleção do RA?

O processo seletivo para a vaga de RA basicamente consiste em uma entrevista na qual o housing director irá fazer perguntas para identificar sua personalidade e também para saber como você reagiria em situações cotidianas no trabalho de um RA.

Não existe um perfil específico para a vaga: depende muito mais do que o housing director considera ideal. Pessoas mais comunicativas geralmente são mais aceitas, por terem mais facilidade em dialogar com os estudantes, mas não é regra.

Além disso, também será pedido a você que indique alguma pessoa que possa confirmar suas referências e dizer um pouco mais sobre você (peça ao seu treinador ou algum professor próximo) e irão levar em conta o seu GPA.

Para aplicar para as vagas de RA de sua universidade, fique atento aos anúncios e e-mails do housing department de sua faculdade. Os processos seletivos geralmente ocorrem do meio para o fim do semestre, para que o início seja no próximo semestre. Mas pode haver vagas abertas fora desse período devido a desistência de algum RA.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2016-08-25 00:00:002024-01-05 17:15:23Por que ser RA da sua universidade? Saiba tudo!

O que você precisa saber sobre o visto americano H-1B?

23 de agosto de 2016/76 Comentários/em Carreira /por Daqui pra Fora

Se você está próximo a terminar seu período de OPT e pretende continuar morando nos EUA, você tem duas opções: aplicar para o visto de trabalho (H-1B visa) ou voltar para a faculdade em um programa de pós-graduação (masters degree), retornando assim para o visto de estudante (F1 visa).

Nesse post iremos focar no processo do H-1B Visa e contar tudo o que você precisa saber sobre essa permissão para ficar no país e trabalhar em período integral.

O que é o visto H-1B? 

O H-1B é um visto obrigatoriamente vinculado a um emprego. O requerente depende do interesse de uma empresa em patrociná-lo, ou seja, entrar com o processo de solicitação desse visto junto a USCIS (United States Citizenship and Immigration Services). Esse processo consiste em:

1. O envio da petição de trabalho feito pela empresa americana contratante via o preenchimento de formulários específicos (ETA-9035 e I-129 Forms – Labor Certification for H1B);

2. A partir da análise dessa petição, a USCIS classifica a petição em um desses dois grupos: Regular Quotas, para requerentes com nível superior completo, ou Masters Quotas, para aqueles que já possuem uma pós graduação (Masters Degree);

3. Se o numero de petições classificadas como Master ou Regular Quotas ultrapassar o numero limite concedido por ano para cada classe (Master 20.000 e Regular 65.000), essas petições passam por um processo de “loteria” onde todas as petições classificadas entram em um sorteio para definir quais serão selecionadas;

4. Após a seleçãoo das petições Masters e Regular Quotas, a USCIS envia essas petições para centros de serviços especializados que darão prosseguimento no processo. Nesse momento o requerente recebe o EAC number para acompanhar o processo;

5. As petições não-selecionadas são devolvidas para as empresas contratantes.

Embora pareça ser um processo relativamente simples, a avaliação da USCIS para a concessão do H-1B é bem restrita, para começar pelo tipo de trabalho que o requerente irá exercer.

Essa atividade requer um conhecimento teórico e prático especializado, algo que os avaliadores considerem agregar de forma diferenciada ao mercado americano naquele momento específico do país.

Agora que você entendeu como funciona o processo, segue algumas dicas para aumentar as chances de ter sua petição aprovada para o H-1B Visa.

Como conseguir o visto H-1B?

A primeira delas tem a ver com o tipo de empresa que estará te patrocinando. Empresas sem fins lucrativos (non-profits) e empresas ligadas a educação superior (higher education) estão isentas da loteria.

Isso significa que se o requerente estiver tentando o H-1B via alguma dessas empresas, ele não correrá o risco de ficar de fora da Quota simplesmente porque não foi sorteado.

Outro fator que aumenta as chances de conseguir o H-1B é ter concluído o mestrado. As primeiras 20.000 petições de requerentes que têm um mestrado no currículo também não passam pela loteria (Masters Quotas).

Apenas após completado esse número que o requerente com mestrado entra na loteria competindo com os Regular Quotas. Aqui é importante ressaltar algumas datas: dia 1º de abril é quando o processo abre e a USCIS recebe as petições por aproximadamente 10 dias.

Então o ideal é estar com a documentação toda pronta entre fevereiro e março para não perder tempo. Em 2016 a “loteria” aconteceu no dia 13 de abril. Depois da loteria a USCIS encerra o prazo para o recebimento das petições.

É importante ressaltar que se tornar um profissional diferenciado – e isso não está ligado exclusivamente a experiência de trabalho, mas principalmente a atitude, vontade de aprender, envolvimento, proatividade etc., fará com que as empresas façam de tudo para te manter com elas.

O que fazer se o visto H-1b for negado?

Atualmente temos dois exemplos de alunos com esse perfil que, mesmo tendo o visto H1B negado na primeira tentativa, as empresas acharam maneiras de conseguir manter esses profissionais.

São eles: Pedro Petribu (contratado pela Price Waterhouse Coopers – PWC) e Beatriz Troiano (contratada pelo Deutsche Bank), ambos sempre muito preocupados em serem alunos exemplares e se tornarem profissionais “fora da curva”.

Tanto o Pedro quanto a Beatriz não conseguiram o visto H1B na primeira tentativa, então suas empresas os transferiram para trabalhar em filiais fora dos EUA para que então se abrisse a possibilidade do visto L1.

Após pelo menos 12 meses trabalhando em uma empresa, o colaborador pode ser transferido para os EUA utilizando o visto L1, que tem validade de 5 anos.

As empresas então utilizam dessa estratégia para manter os colaboradores que elas não querem perder: alocam eles em suas filiais fora dos EUA (no caso do Pedro para Toronto e a Bia para Londres) e, após 1 ano, esse colaborador torna-se apto para o visto L1, podendo assim retornar aos EUA.

Durante os 5 anos subsequentes concedidos pelo L1 a empresa continua tentando o visto H1B para seu colaborador.

De uma maneira ou de outra a trajetória que você irá construir a partir do momento que pisar nos EUA pela primeira vez para cursar a faculdade será crucial para as oportunidades que irão surgir no futuro. Pense nisso e trabalhe duro para alcançar seus objetivos!

Se você precisa de orientação e assistência especializada para ir atrás do seu visto H-1B, pode contar com a Daqui pra Fora. Nossos especialistas estão à disposição.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2016-08-23 00:00:002024-02-20 14:54:30O que você precisa saber sobre o visto americano H-1B?

Veja como é possível trabalhar nos EUA enquanto estuda

22 de julho de 2016/191 Comentários/em Carreira /por Daqui pra Fora

Você está querendo trabalhar nos EUA com o visto de estudante? Esse é o objetivo de muitos alunos que começam uma faculdade em terras americanas e buscam um emprego para fazer uma grana extra.

Pode ser para começar a ganhar experiência no mercado de trabalho, complementar a renda dos pais para se manter estudando fora ou até mesmo para mergulhar ainda mais na cultura do país.

Independente do motivo, é importante saber como trabalhar de maneira legal enquanto estiver estudando nos Estados Unidos.

Leia esse artigo até o final e fique por dentro das possibilidades de trabalho para quem está estudando nos EUA.

Trabalho no Campus

Um estudante internacional pode trabalhar no máximo 20 horas semanais durante o semestre e até 40 horas semanais durante as férias e feriados (desde que permaneça matriculado para as aulas do semestre seguinte).

Essa é uma possibilidade muito requisitada pelos alunos internacionais e os interessados devem procurar o Career Office ou International Student Office para se informar sobre as vagas disponíveis no Campus e realizar as inscrições.

Durante o cadastro, o estudante será orientado no processo de obtenção do Social Security Number (SSN), documento semelhante ao CPF brasileiro e que não é obrigatório para os estrangeiros até o momento que eles adquirem um trabalho nos EUA.

A média de pagamento é de aproximadamente 8 a 10 dólares a hora que, dependendo da disponibilidade do aluno, pode somar uma quantia relevante por semestre!

Para os alunos que quiserem trabalhar fora do campus, existem 2 opções:

1) OPT – Optional Practical Training

Estudantes internacionais na graduação e pós-graduação podem trabalhar até 1 ano como “treinamento prático” na sua área de formação. Os alunos podem trabalhar antes da graduação (Pre-completion OPT) ou depois de se formarem (Post-completion OPT).

Veja algumas regras básicas para ambas as classes de OPT:

• O aluno deve estar no curso há mais de 9 meses;

• Deve manter o status de aluno em tempo integral (full time student);

• O trabalho deve estar diretamente ligado a sua área de formação (ou curso em andamento);

• O aluno tem a oportunidade de trabalhar até 12 meses para cada nível educacional (graduação, pós-graduação, mestrado). *Porém, se o aluno solicitar o Pre-completion OPT, a cada 2 meses trabalhados meio período, 1 mês será deduzido do Post-completion OPT após a formatura.

Regras para o Pre-completion OPT

• O aluno deverá trabalhar um máximo de 20 horas semanais (part-time) durante o semestre e até 40 horas semanais (full-time) durante as férias e feriados (desde que permaneça matriculado para as aulas do semestre seguinte);

• O aluno pode trabalhar full-time após terminar a grade curricular de aulas, enquanto trabalha na sua dissertação ou trabalho de conclusão de curso (quando aplicável);

• Não é necessário já ter um trabalho para aplicar para o Pre-completion OPT.

Regras para o Post-completion OPT

• Após a graduação, o aluno deverá trabalhar em tempo integral (full-time), ou seja, 40 horas semanais;

• O OPT deverá ser concluído em no máximo 14 meses após a formatura;

• Não é necessário já ter um trabalho para aplicar para o Post-completion OPT.

STEM OPT Students

STEM Extension é a extensão do OPT por mais 24 meses após o término dos 12 meses convencionais. Os estudantes elegíveis para essa extensão são aqueles formados em Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática (Science Technology, Engeneering e Mathematics – STEM). Veja a relação de cursos elegíveis ao STEM.

Somente empresas que são E-Verified podem conceder essa extensão. Veja a lista de empresas elegíveis a conceder essa extensão.

O prazo para aplicar para o STEM Extension é 3 meses antes do termino do período regular do OPT.

O passo-a-passo para a obtenção do OPT

Os estudantes internacionais não podem começar a trabalhar antes da aprovação da sua solicitação do OPT pela United States Citizenship and Immigration Services (USCIS).

Para as solicitações aprovadas pelo USCIS será enviado o Employment Authorization Document (EAD). Somente após o recebimento do EAD o aluno pode começar a trabalhar.

Passo 1: enviar a OPT application para o International Students Office da faculdade (com as datas especificas em que irá trabalhar). O aluno então receberá desse escritório o I-20 assinado contendo a aprovação para iniciar o processo de solicitação do OPT.

Passo 2: o aluno deverá enviar esse I-20, juntamente com o I-765 Form) e documentos pessoais especificados pela faculdade para o USCIS em um prazo de 30 dias após o I-20 ter sido assinado.

Passo 3: se aprovado, a USCIS enviará para o aluno o EAD.

O aluno deve aplicar para o Post-completion OPT aproximadamente 85 dias antes da data de graduação – não se pode aplicar antes disso. Após a graduação, o aluno tem 2 meses de “grace period”, ou seja, ele pode permanecer os EUA sem estudar e sem trabalhar.

Após esse “grace period”, o aluno deve encontrar um emprego em no máximo 90 dias, caso contrário, o EAD expira e o aluno é obrigada a deixar o país.

2) CPT – Curricular Practical Training

O CPT é uma opção para aqueles alunos que queiram realizar um estágio que conte créditos para a grade curricular do seu curso.

Pré-requisitos:

• Estar cursando a faculdade há mais de um ano;

• Já ter declarado o curso de intenção (major).

Diferenças entre o OPT e o CPT

No CPT o aluno deverá trabalhar em um lugar específico durante o período escolhido. Se o aluno trocar de emprego deverá também solicitar um novo CPT.

Já o OPT concede a liberdade de trabalhar para quantas empresas quiser em qualquer lugar dos EUA, inclusive ter mais de um emprego ao mesmo tempo.

Juntamente com o trabalho, o aluno que estiver utilizando o CPT deve também estar matriculado na aula e frequentá-la normalmente.

Se o aluno trabalhar integralmente (mais de 40 horas semanais) por mais de 12 meses, ele não terá direito ao OPT após a graduação.

Passo-a-passo para a obtenção do CPT

Para obter o CPT não é necessário o aval da imigração (USCIS) e nem a autorização para trabalhar (EAD). A aplicação acontece toda dentro da própria faculdade, via International Students Office. Uma vez que o aluno receber seu I-20 ele deverá solicitar também seu Social Security Number (SSN).

Em caso de dúvidas, preencha o formulário abaixo para contar com uma assistência especializada e conseguir trabalhar legalmente nos Estados Unidos.

Equipe Daquiprafora

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2016-07-22 00:00:002024-03-14 19:55:33Veja como é possível trabalhar nos EUA enquanto estuda
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