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Rankings e oportunidades de carreira

14 de novembro de 2024/em Carreira /por Daqui pra Fora

Em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, escolher a universidade e o curso ideal é uma tarefa desafiadora. Com a vasta gama de opções no exterior e no Brasil, os rankings universitários se tornaram uma ferramenta importante para candidatos que buscam avaliar instituições de ensino. Mas será que os rankings são o único fator determinante para o sucesso na carreira? Neste texto, vamos explorar como interpretar os rankings e o que mais considerar para fazer escolhas que realmente beneficiem sua trajetória profissional.

Entendendo os Rankings: Como Eles Funcionam?

Rankings universitários como QS World University Rankings, Times Higher Education (THE), e US News & World Report avaliam instituições de ensino com base em critérios variados, como:

  • Reputação acadêmica e empregabilidade: A percepção das universidades entre empregadores e acadêmicos é um dos principais fatores.
  • Recursos de pesquisa e inovação: Infraestrutura e produção de pesquisas científicas contam muito em alguns rankings, especialmente no THE.
  • Internacionalização e diversidade: A presença de estudantes e professores internacionais pode impactar a colocação.

Esses critérios ajudam a dar uma visão ampla sobre as universidades, mas é importante lembrar que cada ranking tem suas próprias prioridades e metodologias. Por exemplo, um estudante interessado em empreendedorismo pode buscar um ambiente mais prático e colaborativo, enquanto alguém focado em pesquisa pode se beneficiar de instituições com infraestrutura de ponta para inovação.

Além dos Rankings: Oportunidades de Carreira e Networking

Escolher uma universidade de renome pode abrir portas, mas não é a única forma de construir uma carreira bem-sucedida. Muitos fatores contribuem para as oportunidades de carreira, entre eles:

  • Rede de contatos e networking: Um dos aspectos mais valiosos de estudar em uma universidade é a oportunidade de criar uma rede de contatos. Participar de eventos acadêmicos, feiras de emprego e projetos colaborativos com empresas ajuda a fortalecer essas conexões.
  • Programas de estágio e parcerias empresariais: Universidades com programas de estágio robustos e parcerias estratégicas com empresas de renome proporcionam experiências práticas. Em alguns casos, esses programas resultam em propostas de emprego ainda antes da formatura.
  • Ambiente de aprendizado e habilidades transversais: Estudar em instituições que incentivam o desenvolvimento de soft skills, como comunicação e liderança, ou que estimulam o pensamento crítico, é fundamental para se destacar no mercado de trabalho.

Como Escolher a Universidade Certa para o Sucesso Profissional?

O peso dos rankings não deve ser descartado, mas a escolha da universidade deve considerar mais que a posição no ranking:

  1. Objetivos de carreira: Pergunte-se qual é o seu objetivo profissional. Áreas como tecnologia, engenharia, finanças e saúde têm demandas específicas e algumas universidades são mais reconhecidas em certas áreas.
  2. Localização e possibilidades de imigração: Países com políticas de imigração flexíveis, como o Canadá, oferecem vantagens para estudantes internacionais que desejam construir uma carreira localmente.
  3. Custos e retorno do investimento: Calcule o custo do curso versus o potencial de ganhos no país onde você pretende trabalhar. Universidades de renome, especialmente nos Estados Unidos e no Reino Unido, tendem a ter custos elevados, e nem sempre o retorno sobre o investimento é garantido.

Considerações Finais: A Importância da Flexibilidade e do Aprendizado Contínuo

É essencial lembrar que o mercado de trabalho está em constante mudança. Tecnologias avançadas, novas metodologias de trabalho e a globalização exigem profissionais que se adaptam rapidamente. A escolha de uma universidade deve ser apenas o começo de um caminho que envolve aprendizado contínuo e flexibilidade para aproveitar novas oportunidades. A construção de uma carreira de sucesso vai além do diploma ou da posição da universidade no ranking — ela exige determinação, visão e a capacidade de aprender e se reinventar constantemente.

Aproveite os rankings como uma ferramenta de avaliação, mas sempre se questione sobre o que realmente deseja construir em sua carreira e quais habilidades você quer desenvolver. Afinal, o sucesso profissional depende tanto da escolha da instituição quanto das experiências que você acumula e dos relacionamentos que constrói ao longo do caminho.

Agende um atendimento com um de nossos consultores.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Rankings-e-oportunidades-de-carreira.png 862 1300 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2024-11-14 08:59:242024-11-12 09:08:26Rankings e oportunidades de carreira

Benefícios de uma Graduação na Europa para sua Carreira

22 de outubro de 2024/em Carreira /por Daqui pra Fora

Optar por uma graduação na Europa pode ser um dos melhores investimentos que você fará para sua carreira. Além de ser um continente com universidades de prestígio internacional, a Europa oferece um ambiente acadêmico diversificado, oportunidades de networking global e uma formação voltada para a inovação. Confira alguns dos principais benefícios de estudar em uma universidade europeia e como isso pode impulsionar sua carreira.

Qualidade de Ensino e Reputação Internacional

A Europa é lar de algumas das melhores universidades do mundo, com destaque para instituições no Reino Unido, Alemanha, França, Suíça e Holanda. Universidades como Oxford, Cambridge, ETH Zurich e Sciences Po têm uma longa tradição de excelência acadêmica e são amplamente reconhecidas pelo mercado de trabalho global. Um diploma de uma dessas instituições é um diferencial importante no currículo, valorizando-o perante empregadores internacionais.

Ambiente Multicultural

Estudar na Europa significa estar imerso em um ambiente multicultural, convivendo com colegas e professores de diversas nacionalidades. Isso não apenas enriquece sua experiência de vida, mas também desenvolve habilidades essenciais em um mundo globalizado, como a capacidade de trabalhar com diferentes culturas, idiomas e pontos de vista. A exposição a essa diversidade é altamente valorizada por empresas que buscam profissionais com visão global e flexibilidade cultural.

Oportunidades de Estágio e Emprego

Muitos países europeus, como Alemanha, Holanda e França, oferecem programas que facilitam a transição do ambiente acadêmico para o mercado de trabalho. Estágios e parcerias entre universidades e empresas locais são comuns, o que permite ao estudante ganhar experiência prática durante o curso. Além disso, há uma alta demanda por profissionais qualificados em diversas áreas, o que aumenta as chances de conseguir uma colocação no mercado europeu logo após a graduação.

Educação Focada na Prática e na Inovação

As universidades europeias tendem a valorizar uma abordagem prática de ensino, combinando teoria com projetos e pesquisas aplicadas. Em muitas áreas, como tecnologia, ciências e engenharia, há um forte foco na inovação e no desenvolvimento de soluções para desafios globais. Essa experiência prática e orientada para resultados é altamente atrativa para empregadores, que buscam profissionais com habilidades práticas e visão empreendedora.

Acesso a Programas de Intercâmbio e Mobilidade

Outro benefício significativo de fazer uma graduação na Europa é a facilidade de participar de programas de intercâmbio. O programa Erasmus, por exemplo, permite que estudantes europeus e internacionais estudem em diferentes países da União Europeia durante sua graduação, expandindo sua rede de contatos e experiências. Essa mobilidade acadêmica não só enriquece o currículo, mas também expande horizontes profissionais, abrindo portas para oportunidades em diferentes países.

Desenvolvimento Pessoal e Independência

Estudar no exterior, especialmente na Europa, exige que os estudantes desenvolvam habilidades de independência, resolução de problemas e adaptabilidade. Esse crescimento pessoal é fundamental para o desenvolvimento de uma carreira sólida, pois o mercado de trabalho cada vez mais valoriza profissionais capazes de se adaptar a novas situações e lidar com desafios complexos de maneira autônoma.

Possibilidade de Visto de Trabalho Pós-Graduação

Muitos países europeus oferecem a possibilidade de estender o visto de estudante após a graduação para procurar emprego. Na Alemanha e na Holanda, por exemplo, os estudantes podem ficar até 18 meses buscando trabalho. Isso significa que, além de se formar em uma instituição de renome, o estudante tem a chance de iniciar sua carreira no próprio país em que se graduou, acumulando experiência profissional relevante.

Networking Global

Estudar na Europa oferece a oportunidade de construir uma rede global de contatos, seja com colegas de diferentes partes do mundo ou com professores e profissionais da indústria. Essas conexões podem ser decisivas para o sucesso de sua carreira, abrindo portas para oportunidades internacionais e para colaborações em projetos globais.

Custo-Benefício

Embora estudar no exterior possa parecer caro, muitos países europeus, como Alemanha, Noruega e Finlândia, oferecem educação de alta qualidade a custos significativamente mais baixos que nos Estados Unidos ou em alguns países da Ásia. Além disso, muitos desses países oferecem bolsas de estudo para estudantes internacionais, o que torna a experiência acessível para quem tem um orçamento mais limitado.

Conclusão

Optar por uma graduação na Europa pode ser um caminho transformador para sua carreira. Com acesso a universidades de prestígio, uma experiência multicultural, oportunidades de trabalho e uma rede global de contatos, o investimento em uma educação europeia oferece retornos que vão muito além do diploma. Seja qual for a sua área de interesse, estudar na Europa pode impulsionar sua trajetória profissional, dando a você as ferramentas e a experiência necessárias para se destacar em um mercado globalizado.

Agende um atendimento com um de nossos consultores.

 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Beneficios-de-uma-graduacao-na-Europa-para-sua-carreira.png 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2024-10-22 10:00:392024-10-21 15:59:09Benefícios de uma Graduação na Europa para sua Carreira

Como montar um plano de carreira internacional?

10 de setembro de 2024/em Carreira /por Daqui pra Fora

O mundo globalizado oferece inúmeras oportunidades para quem deseja expandir sua carreira além das fronteiras nacionais. No entanto, construir um plano de carreira internacional exige preparação estratégica, conhecimento cultural e flexibilidade para enfrentar os desafios de trabalhar em diferentes países. Neste artigo, exploramos os passos essenciais para você estruturar um plano de carreira internacional e garantir um futuro profissional de sucesso em um ambiente global.

Defina Seus Objetivos

O primeiro passo para qualquer plano de carreira é definir claramente onde você quer chegar. No contexto internacional, isso envolve pensar em qual setor, país ou região você pretende atuar, além de quais habilidades e experiências são necessárias para atingir esses objetivos. Considere questões como:

  • Quais países oferecem melhores oportunidades na sua área?
  • Existe demanda por profissionais com suas qualificações no exterior?
  • Qual cultura empresarial você se sente mais confortável em se integrar?

Ter essas respostas vai ajudar a direcionar seus esforços e estabelecer metas específicas e atingíveis.

Qualifique-se para o Mercado Global

Para trabalhar internacionalmente, é fundamental estar atualizado com as exigências do mercado global. Além das habilidades técnicas da sua profissão, é recomendável investir em capacitações que aumentem sua empregabilidade internacional. Aqui estão algumas sugestões:

  • Domínio de idiomas: Aprender ou aperfeiçoar línguas estrangeiras, especialmente o inglês, que é o idioma dominante nos negócios internacionais.
  • Certificações globais: Dependendo da sua área de atuação, buscar certificações reconhecidas internacionalmente pode ser um diferencial.
  • Educação internacional: Um diploma ou especialização em uma instituição de ensino estrangeira pode fortalecer seu currículo e facilitar a entrada no mercado de trabalho de outros países.

Desenvolva Competências Interculturais

Trabalhar em um ambiente internacional significa interagir com pessoas de diferentes culturas, com normas e expectativas que podem variar drasticamente. É essencial desenvolver habilidades de comunicação intercultural para evitar mal-entendidos e construir relações profissionais de sucesso. Algumas dicas para isso incluem:

  • Estudar os costumes e tradições dos países onde você deseja trabalhar.
  • Desenvolver uma mentalidade aberta e flexível para adaptar-se a novos ambientes.
  • Participar de atividades culturais e eventos que exponham você a outras culturas ainda em seu país de origem.

Construa um Networking Internacional

O networking é uma ferramenta poderosa para quem busca construir uma carreira internacional. Aproveite plataformas como LinkedIn, eventos globais, conferências e associações profissionais para conectar-se com profissionais e empresas de outros países. Além disso, considere se associar a câmaras de comércio internacionais e participar de grupos de expatriados, onde você pode aprender com a experiência de outros profissionais.

Pesquise as Regras de Imigração e Trabalho

Cada país tem suas próprias políticas de imigração e leis trabalhistas. Antes de se candidatar a oportunidades internacionais, é crucial entender os requisitos legais para trabalhar em um determinado país. Pesquise os tipos de visto disponíveis, regras de contratação para estrangeiros, e se a sua profissão está listada como uma área de escassez de mão de obra, o que pode facilitar o processo de obtenção de um visto de trabalho.

Prepare-se para a Adaptação Pessoal e Profissional

A mudança para um novo país envolve não apenas desafios profissionais, mas também pessoais. A adaptação a um novo estilo de vida, clima, fuso horário e sistema de saúde pode ser desgastante. Assim, é importante se preparar emocionalmente e financeiramente para essa transição. Considere a possibilidade de buscar aconselhamento ou apoio de pessoas que já passaram por essa experiência e esteja aberto a aprender com as mudanças.

Planeje a Longo Prazo

Por fim, é importante ter uma visão de longo prazo para sua carreira internacional. Avalie continuamente suas metas e ajuste seu plano conforme novas oportunidades e desafios surgirem. Ter um plano flexível, que permita mudanças de direção e novos aprendizados, é essencial para prosperar em um mercado global dinâmico.

Conclusão

Montar um plano de carreira internacional requer dedicação, estudo e preparação. Ao seguir os passos descritos neste artigo, você estará mais bem posicionado para aproveitar as oportunidades que o mercado global oferece. Lembre-se de que uma carreira internacional é também uma jornada de autodescoberta e crescimento pessoal, que pode abrir portas para experiências incríveis e horizontes mais amplos.

 

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As profissões mais promissoras nos EUA

26 de junho de 2022/em Carreira /por Daqui pra Fora

Conheça as carreiras com mais futuro nos Estados Unidos e veja as vantagens que fazer faculdade por lá oferecem na corrida por uma vaga no mercado.

Saber quais são as profissões mais promissoras dos EUA pode ajudar na hora de escolher qual curso fazer e qual carreira seguir no futuro. Mas nem sempre é fácil tomar essa decisão. 

Para quem vai estudar nos Estados Unidos, em busca de ensino de excelência e crescimento pessoal, vale a pena prestar atenção nas profissões que estão mais em alta por lá, principalmente porque a escolha da carreira em muitas universidades americanas não precisa ser feita antes de ingressar na faculdade. Ela pode ser feita no decorrer do curso.

As áreas da gestão, tecnologia e marketing estão em todas as conversas quando o assunto é profissões em alta nos EUA. A demanda por este tipo de trabalho sempre foi grande e só vem aumentando nos últimos tempos. 

Dentro e fora destas grandes áreas, hoje há profissões ou carreiras das quais nem se ouvia falar 20 ou mesmo 10 anos atrás. E nos Estados Unidos há uma imensa variedade de cursos que abastecem constantemente este novo mercado com novos profissionais.

Você conhece, por exemplo, o trabalho do arquiteto corporativo? Spoiler, ele não ajuda a construir os escritórios e as instalações de uma empresa.

A seguir você vai conhecer esta e outras profissões, emergentes ou não, e saber ainda quais terão os melhores mercados nos Estados Unidos num futuro próximo.

As profissões mais promissoras dos EUA

Algumas carreiras demonstram aos analistas que nos próximos anos serão cada vez mais essenciais no mercado americano. Uma das principais delas é a de especialista em marketing ou analista de mercado, essencial para qualquer tipo de negócio.

Estima-se que até 2026 serão abertas cerca de 130.000 vagas nos Estados Unidos nesta área, e que haja um crescimento de 23% de 2016 a 2026. Quem trabalha como analista de mercado nos EUA ganha em média U$ 5.200,00 por mês. 

A contabilidade, também presente e necessária em todos os tipos de empresas, prevê uma demanda de profissionais bastante grande também, com uma estimativa de 140.000 vagas nos próximos 4 anos. O salário médio mensal nesta área é de aproximadamente U$ 5.700,00. 

Outra área com espaço garantido no mercado é a de analista de gestão, bastante procurada por quem cursa business. É esperado que se abram 95.000 vagas até 2026 nos EUA para estes profissionais, que recebem um salário médio de U$ 6.700,00 por mês.

Também na área de business, o gerente de operações será bastante requisitado. Estima-se que se abrirão cerca de 200.000 vagas neste mesmo período para esta função, que tem um salário médio mensal de U$ 8.275,00 nos EUA.

Na área de tecnologia, cada vez mais importante, o engenheiro de software deve ser um dos mais procurados nos próximos anos. Mais de 250.000 vagas no mercado americano devem ser abertas até 2026 para engenheiros de software, que ganham em média U$ 8.340,00 por mês.

De olho na inovação

Entre algumas das mais bem pagas carreiras nos Estados Unidos há algumas profissões não tão comuns ou não tão difundidas por aqui. Uma delas é o arquiteto corporativo. Com uma média salarial de U$ 122 mil por ano, este profissional da área de tecnologia (não da arquitetura) é responsável por garantir que a empresa use a arquitetura ideal nos sistemas de tecnologia.

O objetivo é reduzir custos, aumentar a flexibilidade e regular os ambientes de tecnologia. Tudo no sentido de buscar os melhores resultados para a empresa e aumentar a vantagem competitiva por meio da TI.

Nos Estados Unidos, o advogado corporativo também é muito valorizado. Este advogado trabalha só para uma empresa, contratado por ela, e não para um escritório que atende várias empresas. O salário médio anual do advogado corporativo por lá é de U$ 117,5 mil.

Algumas novas áreas também têm excelente demanda, são bastante valorizadas nos Estados Unidos e consideradas fortes dentro de um futuro próximo. Entre elas estão inteligência artificial, nanotecnologia, biotecnologia e segurança cibernética.

Para trabalhar nessas áreas, o ideal é procurar nas universidades cursos que se relacionam direta ou indiretamente com elas. Para trabalhar com IA, por exemplo, o diploma de bacharel em ciência da computação ou engenharia da computação deve ser o caminho. Uma pós em inteligência artificial com certeza pode ajudar na inserção no mercado. 

Para atuar com nanotecnologia, os cursos de bioengenharia, engenharia química, engenharia elétrica ou ciência dos materiais são recomendados. Mais uma vez, uma pós na área é aconselhável.

Os cursos de ciências biológicas, ciências químicas, engenharia biomédica, microbiologia ou algum similar se alinham com a biotecnologia.

Para quem se interessa por segurança cibernética, há várias opções de cursos também. Entre eles estão ciência da computação, engenharia da computação e ciência da informação.

Vantagens de estudar nos Estados Unidos

Quando se fala em carreira ou profissão, uma das principais vantagens de fazer a faculdade nos Estados Unidos é não ter que escolher o curso que você vai fazer antes de ingressar. Na maioria das universidades o aluno pode definir o curso, seu major, até o final do segundo ano.

E ainda pode fazer double major ou um minor, saindo com dois diplomas. Mesmo quem decide logo no início tem bastante facilidade para trocar, caso queira, sem ter que recomeçar ou tentar ingressar novamente. Este processo por lá é geralmente muito simples.

Outra grande vantagem é que as faculdades oferecem grades curriculares bastante flexíveis, com muitas opções de disciplinas, e você pode montar seu curso focando nos seus principais interesses.

Então, se você está fazendo faculdade de business e quer focar em marketing ou em contabilidade, por exemplo, você pode direcionar suas disciplinas para estes campos específicos.

Além disso, quem estuda nas universidades americanas já larga na corrida para o mercado com uma grande vantagem, que é o desenvolvimento da soft skills.

Seja qual for a instituição, grande ou pequena, em grande metrópole ou no interior, todas têm a preocupação de, além de ensinar o conteúdo da melhor forma, desenvolver soft skills em seus alunos.

A prova disso é a imensa variedade de disciplinas que os alunos podem optar por fazer, especialmente nos dois primeiros anos de curso. Muitas delas focam no desenvolvimento de soft skills, como pensamento crítico, trabalho em equipe, oratória, solução de conflitos, resolução de problemas, tolerância, abertura para feedback e capacidade de ouvir.

Nas universidades americanas, não só as disciplinas eletivas ou básicas trabalham estes conceitos. Durante todo o curso estas habilidades são enfatizadas e bem trabalhadas.

Mas para quem é um estudante internacional, tudo isso se potencializa fora da sala de aula. Sem perceber, o aluno já trabalha todos estes conceitos no seu próprio dia a dia, ao ter que lidar com tantas novidades, diferenças e aprendendo a fazer coisas que não fazia antes. A participação nas inúmeras opções de atividades extracurriculares também reforça estas habilidades. 

Além disso, a multiculturalidade com a qual todos se deparam nas universidades americanas, convivendo diariamente com pessoas de backgrounds tão diferentes, gera um aprendizado gigantesco e traz muita flexibilidade e tolerância. E, claro, ajuda a construir uma networking internacional super potente.

Se você quer se preparar para estudar nos Estados Unidos e aproveitar uma dessas profissões promissoras, venha conversar com a gente e entender como podemos ajudar.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/06/As-10-Profissoes-mais-promissoras-nos-EUA.png 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2022-06-26 10:00:082024-01-16 18:27:11As profissões mais promissoras nos EUA

Soft Skills e o recrutamento das empresas

16 de outubro de 2020/em Carreira /por Daqui pra Fora

Você cursou uma das melhores faculdades, no Brasil ou no exterior, foi um estudante comprometido, sempre tirou ótimas notas, e agora chegou a hora de encarar as entrevistas de emprego. Nada de insegurança, afinal, você fez tudo certo, como manda a cartilha do bom universitário.

Mas será que está tudo certo mesmo? Boas notas em uma universidade conceituada é o que as empresas mais valorizam na hora de recrutar jovens colaboradores?

Conversamos sobre isso com Marcelo Nóbrega, Top RH influencer da América Latina no ambiente do LinkedIn, um dos mais respeitados profissionais de RH no Brasil, autor do livro “Você está contratado!”, um verdadeiro guia para alcançar o emprego dos sonhos.

Nesta conversa, Marcelo destacou o olhar do recrutador para as soft skills, ou habilidades comportamentais do candidato. Sendo assim, ele explicou a importância de adquirir essas habilidades durante a vida universitária e como o sistema de ensino e a estrutura das universidades americanas favorecem esse desenvolvimento.

Soft skills x habilidades técnicas

A parte técnica é a primeira função do curso universitário. A empresa também tem o lado técnico muito forte. Afinal, é por meio dele que ela consegue vender seus produtos e serviços. Uma vez dentro de uma empresa, você vai aprender muito mais do aspecto técnico com os profissionais com quem vai conviver lá. Então, as habilidades técnicas são importantes porque colocam o candidato no campo de jogo. Mas para ganhar a partida ele precisa do comportamental.

Me perguntam muito se eu olho as notas do candidato. Não, praticamente não me interessam. Se você fechou o curso, foi aprovado, você cumpriu com os requisitos básicos da parte técnica e isso é o que importa. Eu vou olhar outras coisas. Meu foco é o que você viveu naquela experiência de 4 anos durante a universidade. Isso vale tanto para um aluno que estudou no exterior quanto para alguém que estudou no Brasil.

No mundo corporativo hoje, versatilidade, flexibilidade e adaptabilidade são fundamentais. É o que eu procuro. E isso está diretamente relacionado às experiências vividas. Há inúmeras possibilidades de enriquecer essas experiências na universidade.

Pra mim, é fundamental o estudante buscar se tornar um profissional mais versátil, capaz de se adaptar à realidade que muda todos os dias no nosso ambiente de negócio atual. Tem muita novidade acontecendo.

A gente hoje lida no dia a dia com o mundo inteiro, pessoas que trabalham e vivem em países muito diferentes do nosso. Então, como a gente se prepara para essa mudança permanente? É se expondo às mudanças, buscando ambientes novos enquanto você está na universidade.

As vantagens das universidades americanas

O que eu valorizo na hora de selecionar é a riqueza de experiências do candidato, especialmente ao longo dos 4 anos do curso universitário.

Fez esporte, participou do grêmio estudantil, trabalhou voluntariamente em ações na universidade, atuou na comunidade, fez estágios, trabalhou? Eu vejo esse todo. E o ambiente universitário nos Estados Unidos dá mais espaço para essas coisas acontecerem.

A carga horária curricular na universidade americana é menor e isso possibilita que os alunos dediquem mais tempo a atividades fora da sala de aula, que podem ser projetos acadêmicos ou atividades como o grêmio, esporte, organizações estudantis, estágio, até empreender.

As universidades americanas têm inúmeros grupos de afinidades, também conhecidos como clubs. Há os de etnias, como os hispânicos, por exemplo, ou os de interesse, que pode ser futebol, xadrez, moda, cinema… tem grupo de debate, de política, de todos os tipos. E você pode criar um novo, o que mostra um diferencial de liderança.

Em qualquer um desses grupos, o aluno vai se expor a pessoas diferentes, com ideias e culturas diversas, vai conversar, vai aprender, vai entender a perspectiva de vida deles e ainda vai se aprofundar naquele tema.

Participar de equipes esportivas (na universidade ou na comunidade) também é interessante. Desenvolve habilidades importantes como disciplina, liderança, tolerância e trabalho em equipe.

Cursos no Brasil x nos EUA

Comparando os cursos, no Brasil eles são mais técnicos, mais aprofundados. Nos Estados Unidos ele é mais amplo e mais variado. Lá é possível abrir novas possibilidades inclusive dentro da sala de aula.

Em uma universidade americana, quem estuda engenharia, por exemplo, pode fazer cursos de arte, de literatura e muitos outros. Faça isso, se exponha, saia da sua zona de conforto! Isso vai abrir a sua cabeça, ajudar você a pensar de uma maneira diferente.

Independentemente do sistema de ensino, mudar de país para estudar já é um diferencial porque o aluno tem que resolver seus próprios problemas no dia a dia e naturalmente está inserido em outra cultura, convive com uma diversidade maior de pessoas, o que ajuda muito a torná-lo uma pessoa mais flexível e adaptável.

Mas dá para ir além de tudo isso e apresentar um diferencial ainda mais atraente: faça um intercâmbio (study abroad program) em um lugar onde a cultura seja realmente diferente de Estados Unidos e Brasil.

Fuja dos destinos mais tradicionais. Vá para a Ásia, para a África, para lugares onde você realmente desconheça os costumes, a língua, o alfabeto.

Quanto mais você se afastar da sua realidade, mais adaptações você vai ter que fazer, mais aprendizado vai haver e mais versátil você vai se tornar. Este tipo de experiência é cada vez mais valorizada.

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Carreira no exterior: como é fazer estágio nos EUA

18 de março de 2020/108 Comentários/em Carreira, Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Uma das principais vantagens de fazer faculdade nos Estados Unidos é ter a possibilidade concreta de fazer estágio em um dos principais mercados do mundo e, assim, impulsionar desde cedo a carreira profissional.

Estando inseridos em um ambiente de excelência acadêmica e expostos constantemente a ofertas de estágio, alunos das universidades americanas têm a oportunidade de viver a experiência profissional nos Estados Unidos em ótimas empresas ou mesmo no próprio campus.

As possibilidades variam de universidade para universidade. Algumas instituições não permitem estágio durante o ano letivo, outras restringem o número de horas, em função da demanda acadêmica, outras permitem apenas estágios no campus e há as que liberam 100%. Por isso, sempre é bom checar como é a política de estágios na sua universidade.

Independentemente da política da universidade, muita gente procura largar na frente e busca fazer estágio nas férias de verão, que são longas e permitem um bom tempo para o aprendizado. São os Summer Jobs, muito comum nas universidades no exterior.

Foi o que fez o Caio Oliveira. Hoje aluno do último semestre na Cornell University, com double major em Economia e Matemática, Caio buscou fazer estágio logo no primeiro ano de faculdade e conseguiu. Depois não parou mais.

Como é fazer estágio nos EUA?

A gente conversou com ele sobre essas experiências. Nessa entrevista, ele nos conta tudo sobre como foi estagiar nos Estados Unidos e fala ainda como esta experiência vem o ajudando no início da carreira.

Daqui pra Fora – Quando você decidiu procurar estágio e por quê?

Caio– Eu sempre quis adquirir experiência profissional e tentar aprender o máximo da área que eu quero seguir desde o começo, ao invés de apenas aproveitar as aulas. Então decidi ir atrás disso logo no primeiro ano.

DpF – Quantos estágios você fez? Onde foram?

Caio – O primeiro estágio não foi nos Estados Unidos, foi em São Paulo, na maior butique de M&A da América Latina. Lá eles dão advisory para clientes fazerem fusão e aquisição de empresas. Nos 3 meses que estive trabalhando lá aprendi muito, foi maravilhoso, mantenho contato com as pessoas de lá até hoje.

Os outros dois estágios que fiz foram nos Estados Unidos, sempre no verão, de maio a agosto. Ambos em Nova York, no mesmo banco, um dos mais importantes dos Estados Unidos.

Trabalhei na divisão de Investment Banking, que é  exatamente o que eu fazia na butique de fusões e aquisições. Mas como é um banco maior, eles também oferecem outros produtos, então trabalhei desde oferta de ações até emissão de dívida e M&A também.

Acabei fazendo de tudo um pouco, com mais foco na indústria de químicos, materiais de construção, mineração etc.

DpF – Como você conseguiu estagiar duas vezes no mesmo banco?

Caio– Lá eles te dão um estágio de 10 ou 12 semanas e no meio deste período eles te dão um feedback sobre como você está indo. No final do verão eles falam se querem que você volte ou não.

No primeiro estágio neste banco, eu estava no segundo ano da faculdade, e tive a sorte de ser chamado para outro estágio, no terceiro ano. Agora, no final do verão de 2019, eles me chamaram para trabalhar lá full time assim que eu me formar.

DpF – Como foi a experiência de trabalhar em outro país, especialmente nos Estados Unidos?

Caio– Foi bem desafiador, porque além de lidar com as questões específicas do trabalho, tem as questões do relacionamento com as pessoas e com uma cultura diferente.

O relacionamento que eu tenho com meus amigos americanos é bem diferente do que eu tenho com os profissionais americanos. Isso significa um aumento na dificuldade.

Foi bastante importante manter a cabeça aberta, observar bastante como as pessoas se comportam, olhar como elas se organizam, como as coisas são feitas, para copiar o que dá certo e evitar o que dá errado.

DpF – O que você mais aprendeu trabalhando nos Estados Unidos? Alguma coisa te surpreendeu?

Caio– O aprendizado foi grande, forte, forte como provavelmente seria em outros estágios também. Mas como lá soma-se essa barreira cultural, acho que teve bastante um componente de eu provar pra mim mesmo que, mesmo sendo estrangeiro eu consigo fazer o trabalho da mesma forma, com a mesma qualidade ou até melhor que um americano.

Acho que teve esse lado que eu sempre quis me provar e me surpreendeu um pouco que as pessoas conseguiram ver isso.

DpF – Como essas experiências te abriram portas e te ajudaram a crescer profissionalmente?

Caio– Estou indo para uma das melhores instituições na minha área profissional, e acredito que o melhor escritório de Nova York. Então isso tem um peso para futuras oportunidades.

Até porque o processo de estágio é bem seletivo, tanto dentro do estágio quanto para chegar lá. Por isso, acredito que isso seja importante para mim no futuro.

A própria experiência de trabalhar longe da família, de já criar meu círculo profissional em outro país, acho que isso tudo é importante porque é bem valorizado caso um dia eu volte para o Brasil.

DpF – Por que você recomenda para os brasileiros fazerem estágio durante o curso nos Estados Unidos?

Caio– Acho importante para aprenderem a lidar com pressão. Tem a própria pressão do trabalho em si e tem a pressão da parte cultural. É bom ainda para fazer um círculo profissional nos Estados Unidos.

É um dos países mais produtivos do mundo, então as pessoas que você vai conhecer são muito boas, assim como vários brasileiros que eu conheci aqui também o são. Mas com os brasileiros a gente já está acostumado, tem mais facilidade de conversar e de se relacionar.

Só o fato de experienciar uma coisa diferente já é muito bom. Numa entrevista, o candidato que já teve uma experiência de trabalho no exterior pode levar vantagem.

DpF – Como você conseguiu os seus estágios?

Caio– O primeiro estágio em São Paulo foi por intermédio da Daqui pra Fora. E foi muito importante. Essa experiência na butique M&A que tive no Brasil me ajudou bastante nos Estados Unidos.

É bem raro alunos de primeiro ano terem experiência em M&A. Quando apliquei para os programas dos bancos, isso chamou bastante atenção. Eu tinha boas notas e uma faculdade muito boa por trás, com os cursos que eles procuram.

Acho que eu tinha os ingredientes certos no meu currículo para ser chamado para as entrevistas. Sempre busquei construir esse perfil, que eu sei que eles olham.

DpF – Quais dicas você daria para quem quer procurar estágio nos Estados Unidos?

Caio– No processo de aplicar para estágio, é fundamental ter muita organização. Organizar o currículo, ir no career office da faculdade, eles ajudam com isso. Outra dica importante é sempre procurar fazer networking com os alunos antigos da escola, que já estão trabalhando em algum campo que você goste.

Isso pra mim foi muito importante. No meu caso, como Cornell é uma universidade que tem muito peso, os meus entrevistadores eram de lá, e isso fez o processo ser mais confortável. Além de ter organização, abra a cabeça para fazer coisas diferentes.

Mesmo que você esteja cursando ciência da computação, por exemplo, veja coisas em business, em marketing, em design. Porque no final das contas, tudo são experiências, é como você constrói a sua história, e é isso que isso conta na hora da entrevista.

Quer saber mais sobre esse assunto? Entenda como funciona o mercado de trabalho nos Estados Unidos.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Carreira-no-exterior-Como-é-fazer-estágio-nos-EUA.png 541 810 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-03-18 00:00:002024-02-19 14:47:57Carreira no exterior: como é fazer estágio nos EUA

Como ter sucesso em uma carreira de empreendedor 

31 de janeiro de 2020/113 Comentários/em Carreira, Depoimentos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Rafael Soares conta como foi fundar a Oven.

Fazer universidade no exterior proporciona experiências e aprendizados que com certeza vão além da excelência acadêmica. O ambiente internacional e multicultural aliado às muitas oportunidades de colocar em prática tudo que se aprende em sala de aula e fora dela tornam as universidades no exterior verdadeiras usinas de ideias e de possibilidades.

Quem termina uma faculdade no exterior traz de volta na bagagem, além das memórias e das amizades, muito conhecimento, inúmeras ferramentas, ideias, um forte networking, muita coragem, resiliência e vontade de fazer tudo dar certo. Dessa forma, as chances de construir uma carreira de sucesso como empreendedor ficam bem maiores.

Foi o que aconteceu com Rafael Luis Alonso Soares, ex-aluno Daqui pra Fora, de Curitiba (PR). Rafael estudou Business Administration na Carson-Newman University, no Tennessee, e de volta ao Brasil, fundou sua própria empresa, a Oven Pizza Customizada, que já conta com lojas em 9 Estados pelo Brasil.

Universidade no exterior e carreira de sucesso

Conversamos com o Rafael e ele nos falou sobre sua trajetória de sucesso como empreendedor, que teve início lá na faculdade, no Tennessee. Confira abaixo:

Daqui pra Fora – O que levou você a optar por fazer faculdade no exterior? O que você buscou lá fora?

Rafael Soares– Eu buscava uma oportunidade de conhecer e viver uma nova cultura e também me desenvolver melhor profissionalmente, já pensando no futuro.

DpF  – Você já pensava em fazer carreira como empreendedor antes de entrar na faculdade? Como surgiu a ideia?

Rafael – Sim, sempre sonhei em empreender, mas sabia que antes de empreender precisava aprender mais em alguma empresa. Por isso, logo depois de me formar trabalhei durante três anos em uma empresa americana. Depois desse período, o sangue empreendedor bateu mais forte, eu quis realizar meu sonho e seguir meu rumo como empreendedor.

 

DpF – Como você acredita que ter estudado no exterior contribuiu para o sucesso do seu negócio?

Rafael– A experiência de estudar nos Estados Unidos foi importante porque abriu minha visão para o mundo e me trouxe a oportunidade de estar no país líder em inovação. Isso nos faz apreender e ver as novidades de forma muito mais rápida e natural.

 

DpF – No dia a dia na universidade, quais atividades você acha que foram mais importantes na sua formação?

Rafael– As aulas eram boas e foram importantes, claro, mas acredito que a experiência de morar sozinho em outro país e de viver acompanhando o mercado local no dia a dia foram fundamentais. Na minha área isso faz uma enorme diferença.

 

DpF – Quando você fundou sua empresa?

Rafael– Eu comecei minha empresa em 2009, eu tinha 24 anos na época.

 

DpF – Como é a vida de empreendedor?

Rafael– É uma vida de sentimento duplo. Tem o prazer, a realização, as conquistas, mas nas dificuldades é preciso ter muito controle emocional, pois empreender também é assumir riscos. Não existe estabilidade, sossego,  nunca, ou seja, você nunca pode parar de inovar. Se parar, a concorrência te engole.

 

DpF – Como a universidade te preparou para essa vida de empreendedor?

Rafael– Me preparou de várias formas. Estudar nos Estados Unidos me fez aprender a me virar sozinho, me deu autonomia, confiança, me fez dominar uma nova língua, me fez aprender a me relacionar com pessoas do mundo inteiro, a ser resiliente e viver longe de amigos e familiares. Ainda teve o próprio conteúdo de Business, claro, que foi de altíssimo nível! Isso tudo somado te faz mais forte e pronto para a jornada empreendedora.

 

DpF – Que dicas você daria para quem gostaria de abrir o próprio negócio e está indo para a universidade no exterior?

Rafael– Lá fora, siga lendo e buscando tendências do mercado local, seja muito resiliente vivendo nas dificuldades e se dedique ao máximo em todas as aulas da sua matéria escolhida. Esse é o caminho.

 

Ficou interessado em fazer uma Faculdade de Business no exterior? Saiba mais sobre esse curso aqui.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Como-ter-sucesso-em-uma-carreira-de-empreendedor-.png 684 1024 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-01-31 00:00:002020-04-01 16:29:03Como ter sucesso em uma carreira de empreendedor 

Conheça 4 startups universitárias de sucesso

20 de janeiro de 2020/101 Comentários/em Carreira, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Fazer faculdade no exterior tem alguns diferenciais que dão um grande impulso no desenvolvimento pessoal e profissional do aluno. Você ganha autonomia e vive intensamente um ambiente multicultural, com excelência acadêmica e infraestrutura de ponta. Mas os benefícios vão além disso.

As universidades no exterior têm uma cultura muito forte voltada ao empreendedorismo. O ambiente dentro e fora da sala de aula, principalmente com as organizações estudantis, estimula constantemente os alunos a colocarem em prática o que aprendem e a buscarem soluções para problemas nas mais diferentes áreas.

A prova disso é que nesse ambiente bastante provocador surgiram algumas das mais bem sucedidas startups do mundo.

Startups universitárias

Confira a história de 4 startups que surgiram quando seus fundadores ainda estavam na universidade.

Dropbox

Em 2007, Arash Ferdowski e Drew Houston, alunos do MIT, em Boston, estavam cansados de lidar com a incapacidade dos emails de enviar e receber arquivos grandes.

Resolveram, então, criar uma solução e fundaram o Dropbox, um serviço de compartilhamento de arquivos, que permite aos usuários armazenar e enviar arquivos grandes.

A empresa cresceu rapidamente e se tornou a líder em compartilhamento de arquivos. O que começou como uma ideia simples cresceu de forma rápida e significativa e hoje milhões de pessoas usam o Dropbox em todo o mundo para enviar e compartilhar arquivos ou simplesmente para armazenar documentos com segurança.

Google

Larry Page, recém-formado em ciências da computação aos 22 anos pela Universidade de Michigan, foi conhecer o campus de Stanford, onde pretendia fazer seu doutorado. Lá, foi recebido e guiado no seu primeiro tour pelo campus por Sergey Brin, então com 21 anos e aluno da graduação em Stanford.

Os dois eram da mesma área e logo ficaram amigos. Juntos desenvolveram a ideia do mecanismo de busca mais poderoso e eficaz do mundo, enquanto faziam doutorado trabalhando juntos no Stanford Digital Library Project. Em 1998 a empresa Google foi oficialmente criada.

O sucesso do Google aconteceu em pouco tempo, assim que os usuários começaram a descobrir que os resultados da pesquisa eram extremamente rápidos e relevantes. Hoje é considerada uma das empresas mais valiosas do mundo, com inúmeros produtos, parcerias e aquisições.

Snapchat

A história começou com uma má decisão de enviar uma foto. Quando Robert Murphy, um irmão de fraternidade em Stanford, entrou no quarto de Evan Spiegel para conversar sobre uma foto que ele se arrependeu de ter enviado. Os dois discutiram como seria mais fácil se a foto desaparecesse magicamente quando o destinatário a visse.

Assim surgiu, em 2011, o Snapchat, rede social de compartilhamento de fotos e vídeos temporários. Inicialmente intitulado “Picaboo”, o aplicativo foi lançado para números de download não muito ambiciosos.

Tinha 127 usuários. Mais tarde, mudou para Snapchat e decolou. Em 2014, os usuários do aplicativo já estavam enviando 700 milhões de fotos e vídeos por dia, enquanto o conteúdo do Snapchat Stories era visualizado 500 milhões de vezes por dia.

WordPress

O WordPress também começa a partir da idéia de um cara comum. Matt Mullenwegg, um estudante da Universidade de Houston, procurando resolver um problema que ele tinha na época.

O ano era 2002. Matt precisou usar um antigo sistema de blog (b2) que não vinha sendo mais atualizado pelo seu criador. Ele queria compartilhar fotos de um evento com seus amigos. Mas não conseguiu e fez um post criticando o fato de o sistema não ter sido mais atualizado.

O post chamou a atenção de Mike Little, que sugeriu que eles começassem algo novo a partir dali, do b2. Uma amiga de Matt, Christine Tremoulet, sugeriu o nome WordPress e eles aceitaram.

A ideia revolucionou a forma de se criar websites, tornando a criação acessível a todos. Hoje, o WordPress é o CMS (Content Management System ou Sistema de Gerenciamento de Conteúdo) mais popular do mundo.

O lugar certo para quem tem espírito empreendedor

Os exemplos acima e vários outros mostram o quanto é importante estar e estudar no lugar certo, onde as mudanças acontecem. As universidades no exterior impõem desafios constantes aos seus alunos.

Professores altamente capacitados e estudantes do mundo todo trocam ideias, colocam em prática diariamente o conteúdo que aprendem em sala de aula e buscam soluções em todas as áreas.

Por isso, alunos com perfil empreendedor têm enormes chances de ter sucesso nessas universidades e, posteriormente, na carreira.

É o que aconteceu com vários brasileiros que tiveram a orientação da Daqui pra Fora e foram estudar no exterior. Eles usaram a experiência e todo aprendizado que obtiveram lá para criar suas próprias empresas.

Assim nasceram a Mundo Pet, a Oven Pizza Customizada, a Fortezza (análises financeiras) e a NeuraStream (sistema de recrutamento automatizado/digital).

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Conheça-4-startups-de-sucesso-que-surgiram-durante-a-universidade.jpg 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-01-20 00:00:002024-04-05 11:06:33Conheça 4 startups universitárias de sucesso

Engenharia da Computação: principais faculdades no exterior

14 de janeiro de 2020/95 Comentários/em Carreira, Cursos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

O mercado profissional das áreas relacionadas à tecnologia, como a Engenharia da Computação, está em franca ascensão ao redor do mundo. Ligados às constantes mudanças do mercado e à necessidade de profissionais especializados e capazes de inovar constantemente, empresas e países têm facilitado a entrada de estudantes ou graduados que desejam fazer suas carreiras no segmento.

Em pesquisa divulgada pela Computer World, a migração dos chamados experts digitais (profissionais das áreas de programação, desenvolvimento web, criação de aplicativos e softwares e inteligência artificial) acontece, em especial, para Estados Unidos, Canadá, Portugal, Alemanha e Austrália.

Se você pensa em estudar Engenharia da Computação e fazer parte da estatística dos experts digitais que se especializam e trabalham fora do país, este artigo é para você! Saiba mais sobre o curso e as melhores instituições de ensino da área.

Engenharia da Computação e os avanços tecnológicos

Para qualquer lado que olhemos, podemos enxergar o avanço tecnológico pelo qual nossa sociedade vem passando. E a tendência, segundo especialistas, é de que o cenário se digitalize e se automatize ainda mais.

O mercado atual tem objetivos muito claros, e a tecnologia vem se mostrando uma aliada extremamente assertiva na busca pelo cumprimento deles.

Experiência do usuário, usabilidade de aplicativos, programas e softwares e a autonomia para realizar tarefas são características que devem ser incorporadas em todo tipo de aparelho.

Essas são áreas que dependem intimamente do trabalho do engenheiro da computação, que, entre suas possíveis saídas profissionais, pode investir no estudo da tecnologia de última geração.

Conheça o curso de Engenharia da Computação

O portal Unigranrio divulgou, recentemente, uma lista publicada pelo Bureau Labor Statistics (BLS), dos Estados Unidos, apresentando as 10 profissões mais promissoras no país até 2026.

E adivinhe só? A profissão de desenvolvedor de software, uma das possibilidades para quem estuda Engenharia da Computação, ocupava o segundo lugar, perdendo apenas para a profissão de enfermeiro.

Inspirador, não é? Mas ainda tem mais! A seguir, explicamos detalhadamente sobre a profissão de engenheiro da computação e damos algumas dicas para encontrar a melhor universidade no exterior!

O que é Engenharia da Computação?

Engenharia da Computação é um ramo da engenharia que soma vertentes das áreas de Ciência da Computação e Engenharia Eletrônica para formar profissionais preparados para atuar com desenvolvimento de hardware.

Isso significa que um engenheiro da computação não fica focado exclusivamente nos sistemas operacionais, mas vai além, pensando principalmente nas formas de integrá-los aos sistemas, tornando-os automatizados e com melhor usabilidade.

Qual a estrutura geral do curso?

Sabemos que cada instituição trabalha com uma estrutura diferente para os cursos de engenharia. Há aquelas que iniciam com uma base comum (com disciplinas voltadas para o ensino de Matemática, Física, Química e Computação) e, ao longo do curso, vão se desmembrando em especialidades, e aquelas que já começam com grades específicas para cada vertente da área.

De uma forma geral, podemos dizer que o aluno de Engenharia da Computação vai adquirir conhecimentos sobre técnicas computacionais, automatização de processos, desenvolvimento de soluções digitais, processamento de dados e redes, processamento e armazenamento de informações e muito mais.

Algumas das matérias lecionadas no curso de Engenharia da Computação da Universidade de Stanford, por exemplo, são:

  • Estruturas de Dados e Algoritmos;
  • Introdução à Probabilidade para Cientistas da Computação;
  • Fundamentos de Matemática para Computação;
  • Princípios de Sistemas Computacionais;
  • Organização e Sistemas Computacionais.

Como trabalha um Engenheiro da Computação?

Um dos aspectos importantes a considerar antes de escolher a melhor graduação é o mercado de trabalho. Compreender as principais opções e definir a linha de atuação na qual deseja exercer a profissão pode tornar os estudos mais proveitosos e focados.

Para os profissionais de Engenharia da Computação, as opções são inúmeras. Por se tratar de uma área em crescimento, as oportunidades de trabalho não param de surgir.

Algumas das opções de áreas de atuação para quem faz faculdade de Engenharia da Computação são:

  • Planejamento e coordenação de atividades voltadas ao comércio de equipamentos e estruturas em informática;
  • Gerenciamento de redes e suporte técnico de computadores;
  • Desenvolvimento de projetos e implementação de sistemas digitais, robôs, sensores e demais itens voltados ao controle e automação das indústrias;
  • Criação e fabricação de hardwares;
  • Desenvolvimento de softwares e aplicativos;
  • Automação industrial e robótica;
  • Pesquisa científica e acadêmica.

É importante ressaltar que, caso haja a intenção de cursar a graduação no exterior e retornar para o Brasil, o exercício da profissão de Engenheiro da Computação só deve acontecer mediante emissão do registro no CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia – e para isso será necessário validar seu diploma aqui. Esse procedimento costuma ser simples.

Principais faculdades de Engenharia da Computação fora do país

Os Estados Unidos lideram os rankings das melhores faculdades de Engenharia do mundo. No ranking divulgado pela QS, referente ao ano de 2018, as duas primeiras posições foram ocupadas por instituições norte-americanas.

A grande vantagem dessas universidades é que elas oferecem um completo programa de bolsas de estudos e auxílios a seus estudantes, estimulando o bom desempenho acadêmico e o desenvolvimento de pesquisas relevantes para a sociedade.

Confira, a seguir, as 3 primeiras posições do ranking de melhores faculdades de Engenharia e Tecnologia do mundo:

  • Massachussets Institute of Technology (MIT) – Estados Unidos
  • Stanford University – Estados Unidos
  • University of Cambridge – Reino Unido

Descubra quando começar a se preparar

Se já decidiu e deseja fazer sua graduação fora do país, é preciso saber também quando começar a se preparar para fazer faculdade no exterior.

Com um planejamento bem-feito e com a orientação e o apoio de quem entende do assunto, a experiência de estudar Engenharia da Computação fora do país tem tudo para dar certo!

Agora que você já sabe tudo sobre o curso de Engenharia da Computação, que tal assinar nossa newsletter? Assim, você fica por dentro de todos os conteúdos da Daqui pra Fora!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Engenharia-da-Computação-as-principais-faculdades-no-exterior.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-01-14 11:31:002023-12-07 22:33:05Engenharia da Computação: principais faculdades no exterior

Mercado de Trabalho do Futuro e as Soft Skills

27 de dezembro de 2019/103 Comentários/em Carreira /por Daqui pra Fora

Os estudantes que chegam hoje às melhores universidades do mundo todo têm um perfil bem diferente daqueles de alguns anos atrás. Os novos universitários são jovens hiperconectados, que não sabem o que é a vida sem internet e andam literalmente ligados em tempo integral aos seus smartphones. Sim, é a Geração Z invadindo as universidades.

A hiperconectividade pode ser um obstáculo no caminho do desenvolvimento de habilidades importantes para o dia a dia no mercado de trabalho, as soft skills.

Saber desenvolvê-las é essencial para conseguir se destacar e consolidar uma carreira de sucesso no meio empresarial. Por isso, acompanhe a leitura até o final para ficar por dentro de tudo.

A Geração Z e o mercado de trabalho

Agilidade, rapidez e muita energia são algumas habilidades comportamentais comuns entre estes universitários. Por causa da enorme intimidade com a tecnologia, eles são aprendizes velozes e multicanais.

É uma geração que, com tanta conectividade, não gosta de trabalhar sozinha. E o mercado de trabalho, nas mais diferentes áreas de atuação, acompanha esta tendência.

Hoje, praticamente todas as funções em qualquer organização exigem trocas e engajamento com outras pessoas. Por isso, as empresas buscam mais do que nunca candidatos com boas habilidades interpessoais e inteligência emocional, além dos conhecimentos técnicos.

Portanto, saber se relacionar, ter empatia, saber se comunicar (falar e ouvir), tomar decisões, ser flexível, positivo, gostar e ter habilidade de trabalhar em equipe são algumas competências conhecidas como soft skills, que hoje são decisivas não só para o ingresso no mercado de trabalho, mas também para o sucesso na carreira profissional.

Claro que as hard skills (competências técnicas) também são importantes e tanto as universidades quanto os estudantes precisam manter forte atenção em relação a isso.

Mas nesse novo contexto, onde a força de trabalho é cada vez mais diversificada e a tecnologia muda tudo em tão pouco tempo, as soft skills têm sido determinantes para o sucesso profissional.

Algumas empresas no Brasil e no exterior, inclusive, oferecem treinamento no ambiente de trabalho para desenvolver ou aprimorar as soft skills em seus funcionários, mas valorizam muito quando os candidatos já chegam mais preparados.

Nos Estados Unidos, a maioria dos anúncios de emprego relacionam ao menos 5 soft skills como requerimentos desejáveis para uma determinada vaga. Chegar ao mercado de trabalho com estas competências trabalhadas e desenvolvidas é, portanto, estar um passo à frente, com certeza.

Sabe-se também que as soft skills são mais difíceis de serem aprendidas que as hard skills, ao menos em aulas e instituições com metodologias mais tradicionais.

Desenvolvendo soft skills nas universidades americanas

As universidades americanas têm um ambiente ideal para o desenvolvimento dessas competências. Nelas, as soft skills são muito valorizadas e trabalhadas, dentro e fora das salas de aula.

Os alunos são diariamente incentivados a colocar seu aprendizado em prática nas mais diferentes situações. São constantemente estimulados a sair da sua zona de conforto e superar desafios na prática.

Tarefas que envolvem trabalho em equipe, tomadas de decisão, discurso em público, pensamento crítico, atitude positiva e liderança são parte do dia a dia na metodologia de ensino das universidades americanas, seja nas disciplinas regulares ou nas eletivas.

Sabendo da importância das soft skills, é extremamente comum as universidades nos Estados Unidos oferecerem ainda aulas específicas de Comunicação e de Public Speaking (falar em público) ou similares para aqueles que querem reforçar estas competências.

Experiências fora das salas de aula, como voluntariado, participação nas organizações estudantis, estágios, trabalho no campus, envolvimento nos intramurals (competições esportivas internas), bem como a própria vida nos dormitórios, são vistas por especialistas como muito importantes no desenvolvimento das soft skills.

Essas vivências expõem os alunos a diferentes pessoas e culturas, preparam os jovens para um local de trabalho diversificado, onde eles vão precisar conviver e se comunicar com colegas de trabalho de diferentes características e origens.

Estar envolvido nessas atividades também ajuda a desenvolver a capacidade de gerenciar o tempo e concentração.

Os estudantes das universidades americanas têm ainda o privilégio de contar com uma excelência acadêmica indiscutível. Vale lembrar que entre as 300 melhores universidades do mundo, 98 estão nos Estados Unidos – sendo 7 entre as 10 melhores – segundo o conceituado ranking da Times Higher Education 2024.

Essa excelência aliada ao desenvolvimento de inúmeras competências comportamentais e emocionais é perfeita para quem quer chegar com força no mercado de trabalho.

Orientação para alcançar o objetivo de estudar no exterior

A Daqui pra Fora é uma consultoria educacional que já orientou mais de 3.000 estudantes brasileiros a serem aprovados em universidade no exterior, principalmente nos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra.

Uma equipe multidisciplinar, com especialistas em diferentes áreas, orienta individualmente o aluno durante todo o processo de candidatura, maximizando as chances de ele ser aceito em instituições no exterior escolhidas de acordo com o seu perfil.

Clique aqui e entenda como a Daqui pra Fora orienta os estudantes a atingirem o objetivo de fazer faculdade fora do Brasil.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Mercado-de-Trabalho-do-Futuro-e-as-Soft-Skills.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-27 00:00:002024-04-08 13:58:59Mercado de Trabalho do Futuro e as Soft Skills
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