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Diferenças das universidades do Brasil, Estados Unidos e Canadá

7 de novembro de 2017/63 Comentários/em Canadá, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Para a grande maioria dos brasileiros, o sistema de ensino superior dos Estados Unidos e Canadá ainda é uma grande incógnita. Obviamente, muita gente conhece universidades famosas como Harvard e Stanford, presentes em livros, filmes e seriados.

Contudo, há mais de 4500 instituições de ensino superior somente nos Estados Unidos, e o brasileiro pouco sabe o que uma universidade no exterior pode oferecer, quando comparada a uma universidade brasileira.

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Diferença das universidades no Brasil, Estados Unidos e Canadá

É inegável que o Brasil possui boas universidades, que oferecem um ensino de qualidade, tanto públicas quanto particulares.

Contudo, as universidades dos Estados Unidos e Canada estão em um contexto diferente das universidades brasileiras: a metodologia de ensino, o investimento, a valorização da educação, a estrutura das instituições e o nível das universidades estão em diferentes patamares.

Portanto, como entender quais são as principais diferenças entre uma universidade dos Estados Unidos e Canadá e uma universidade do Brasil?

A primeira delas está na qualidade do ensino. Se utilizarmos o prestigiado ranking Times Higher Education de 2023 como referência, das 50 melhores universidades do mundo, 29 estão localizadas nos Estados Unidos ou Canadá.

A universidade brasileira mais bem colocada no ranking é a USP, que foi rankeada entre o 251º e 300º lugar! Mesmo oferecendo uma educação de qualidade, as universidades do Brasil ainda estão muito abaixo das universidades dos Estados Unidos e Canadá.

Estrutura das universidades nos Estados Unidos e Canadá

A estrutura das universidades americanas e canadenses também é bem diferente das universidades brasileiras. Os Estados Unidos e Canadá possuem alguns dos mais belos e bem equipados campi do mundo, e há universidades que possuem um número superior a 40.000 estudantes somente da graduação.

Outro ponto interessante é a flexibilidade que o sistema educacional dos Estados Unidos oferece. Os americanos entendem que escolher o curso em que o estudante irá se formar e trabalhar durante praticamente toda a vida é algo que pode causar confusão e até mesmo frustração em um jovem de 17/18 anos.

Portanto, nos Estados Unidos, os alunos não precisam iniciar seus estudos na universidade com o curso já escolhido*, tendo até dois anos para tomar essa decisão.

Durante esses dois anos, grande parte de sua grade curricular será composta por aulas que os americanos consideram essenciais não importa a profissão a ser exercida no futuro, como por exemplo redação, oratória e matemática.

Além disso, os alunos podem optar por aulas que não necessariamente têm alguma relação entre si, podendo ter contato com diferentes tipos de conhecimento que podem ajudá-lo no desenvolvimento de novas habilidades ou na escolha de seu curso.

Vantagens das universidades nos Estados Unidos e Canadá

Entretanto, a principal diferença entre uma universidade dos Estados Unidos ou Canadá e uma universidade brasileira é a grande oportunidade de crescimento pessoal que um estudante irá ter ao estudar fora do Brasil.

O modelo educacional proposto pelos Estados Unidos e Canadá não enxerga na universidade um lugar em que os alunos receberão apenas conhecimento acadêmico. Tanto é que no processo seletivo, o candidato é avaliado levando em consideração diversos fatores, não somente suas notas nos testes.

Nas universidades dos Estados Unidos e Canadá, o grande aprendizado está no que o aluno aprende fora da sala de aula:

  • A possibilidade de participar e até mesmo administrar grupos temáticos dentro da universidade (os chamados clubs);
  • O inglês realmente fluente
  • A tolerância com diferentes culturas;
  • Conhecimento de mundo;
  • Independência;
  • Maturidade;
  • Vida no campus;
  • Rede de relacionamentos internacional;
  • Autoconfiança;
  • Resiliência.

Veja abaixo alguns exemplos de experiências e vantagens vivenciadas por estudantes de universidades dos Estados Unidos e Canadá:

Se você deseja saber mais sobre a oportunidade de fazer faculdade nos Estados Unidos ou Canadá, entre em contato conosco!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-8.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-11-07 00:00:002023-12-19 21:03:06Diferenças das universidades do Brasil, Estados Unidos e Canadá

Tão certo quanto o sol se levanta, um dia os filhos voam

6 de novembro de 2017/61 Comentários/em Depoimentos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

A vida de pai e mãe reserva alguns fatos inevitáveis.

Um deles é este: um dia, os filhos crescem, aprendem a bater asas, ensaiam pequenos voos rasantes, levam alguns tombos, tentam de novo, até que, finalmente, no rastro de uma corrente favorável sentem-se seguros para empreender voos mais longos, e voam como águias de olhar penetrante, símbolo de força, coragem, e visão.

Tão certo como o sol se levanta, um dia, os filhos voam.

E é bom que voem mesmo.

A liberdade recém conquistada simboliza um atestado de independência emocional e financeira, e a certeza de que pai e mãe desenvolveram um padrão de amor eficaz na educação: deram-lhes raízes e asas.

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Preparar um filho para seguir o curso individual sem perder as suas raízes, e sem lhe cortar as asas, é a grande missão que todo pai e toda mãe deve treinar desde as primeiras fases.

Esse aprendizado inicia quando o pequeno começa a engatinhar. No esforço de jogar o quadril para frente, a fim de buscar alguma recompensa, o bebê não pode ser ajudado, apenas observado.

O aprendizado continua quando ele, finalmente, se levanta, ainda hesitante, e ensaia os primeiros passos.

Correr em sua direção a cada tentativa frustrada, pode evitar alguns tombos, mas também impede o desenvolvimento mais rápido da aquisição motora. O tombo faz parte, e por mais que doa assistir à queda, é necessário oferecer apenas a mão que ampara, e não o colo que tolhe.

Caindo, é imperativo ajudá-lo a levantar-se, e encorajá-lo a tentar de novo.

Vale para toda a vida. Faz parte do processo.

Criando raízes e asas

Oferecer raízes e asas é um duro e necessário aprendizado, um desprendimento que pode trazer muitas preocupações e muitas negociações internas, sobretudo nesses tempos em que o mundo parece ser um lugar demasiadamente hostil.

A maioria de nós sabe disso, faz tudo certinho, sofre as agruras da espera, não dorme sem ouvir o portão da garagem, se angustia com alguma eventual demora, luta para não telefonar ao primeiro atraso, consulta o relógio a todo tempo, permite saídas noturnas que significam noites insones, aguenta firme as próprias angústias e medos, ora sem cessar, experimenta a impotência da entrega, possibilita que os limites sejam amplificados em círculos concêntricos cada vez maiores, e faz tudo isso porque reconhece que ainda que o filho seja o risco de um amor irremediável, um cristal que a qualquer momento pode se quebrar,- posto que mortal, – não há outro jeito: é isso ou isso!

São as regras do jogo: para o filho vencer, precisa jogar, e se ele ganhar, vivemos com ele, e se ele perder, morremos com ele.

Um filho morre e a paternidade não acaba. Do outro lado da vida o amor irremediável o acompanha.

Felizmente, nem tudo são tragédias.

Quando o jovem finalmente vence todos os perigos reais e imaginários, próprios da juventude, que estatisticamente é a mais perigosa das fases, vem a hora de “decolar ponto com” e ainda que voe em céus de brigadeiro, tempestades nos ameaçam, agora sob o formato da Síndrome do ninho vazio.

A síndrome do ninho vazio é um conjunto de sintomas que envolve sensação de perda, de frustração, de inutilidade, acompanhada de sentimentos de desvalia. O processo parece ser mais doloroso para a mãe do que para o pai, mas em certa medida os dois sofrem dessa síndrome. Apenas que um fala, e o outro cala.

E qual é a solução para amenizar a síndrome do ninho vazio?

A solução é viver a própria vida, e não a vida dos filhos. Desde o início, em todo o tempo, até a morte, para sempre, amém!

Cada pessoa deve se localizar dentro dos seus dias, dos seus interesses, das suas esperanças, ou das suas desesperanças, mesmo que isso signifique alguma dose de solidão necessária.

A individualidade é um bem muito precioso que precisa ser respeitado, e é também a única forma de perceber-se no universo como parte de um todo distinto de si, e ao mesmo tempo, um complemento de si.

O padrão de amor dependente, típico de pais e mães devotados, daqueles que passam a vida sem trancar a porta do quarto do casal, e sem permitir que os demais membros da família o façam, aniquilam a expressão pessoal, frustrando todos os envolvidos.

Relacionamentos interpessoais possessivos acabam evoluindo para o risco do “tudo junto e misturado,” tão nocivo para as constelações familiares.

Nunca é tarde para romper com esse padrão.

O sentimento de posse do filho

Há outra atitude muito inconveniente nestes tempos de amores compartilhados pelas redes sociais: exibir a posse do filho.

Parece que basta a “criança” mostrar que cresceu, que prosperou, que viajou, que se destacou, para a mamãe postar um recado subliminar que reforça a posse, no meio de amigos e colegas de trabalho.

Não recomendo! Pode não ser explicitado o desagrado, mas vai por mim: seu filho não gosta, ele ficará constrangido com um comentário melado do tipo “hashtag filhinho amor da minha vida”, enquanto pessoa pública que exerce um cargo empresarial, e uma carreira corporativa.

A exibição do amor devotado tem hora e lugar para se manifestar, sempre de maneira privada. Na arte de bem viver, o bom senso para amar, e o lugar adequado para expressar o amor, é a medida perfeita.

Na dúvida, siga esta máxima que, com todo o respeito, emprestei das Sagradas Escrituras: É necessário que seu filho(a) cresça e que você diminua.

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7 motivos para se afiliar a uma organização estudantil

2 de novembro de 2017/62 Comentários/em Dicas /por Daqui pra Fora

Recentemente, a Daqui pra Fora anunciou uma parceria institucional com a BRASA, uma associação de estudantes brasileiros que estão estudando no exterior. Entretanto, poucos alunos reconhecem de imediato os benefícios de participar de uma associação estudantil.

Uma organização estudantil pode ter um impacto positivo tanto durante sua formação acadêmica quanto na sua vida profissional após a formatura.

Reunimos neste artigo 7 motivos importantes para você se afiliar a uma associação estudantil e tirar proveito disso. Acompanhe a leitura até o final. 

7 motivos para se afiliar a uma associação estudantil

Aprenderá mais sobre você mesmo

Afiliar-se a uma organização estudantil irá lhe dar a oportunidade de aprender mais sobre você mesmo, seus objetivos, e suas qualidades.

Você poderá aprender de outros estudantes como lidar com determinadas situações que você ainda não tem conhecimento ou experiência, avaliando também quais são as atividades em que você tem aptidão.

Irá desenvolver soft skills

Já tivemos um post especial aqui no blog sobre soft skills e as organizações estudantis são excelentes oportunidades para você desenvolver habilidades como:

  • Comunicação;
  • Atitude;
  • Liderança;
  • Trabalho em equipe;
  • Ética de trabalho.

Terá oportunidades de criar networking

Dentro de uma associação estudantil, você terá a oportunidade de conhecer diversas novas pessoas, criar novos contatos e construir relacionamentos que podem ser benéficos para você no futuro, podendo gerar futuras oportunidades profissionais. Dentro da própria BRASA, por exemplo, existe uma seção focada em carreiras, dedicada aos seus membros.

Ganhará experiência profissional na prática

Muitos alunos chegam na universidade tendo tido pouca ou nenhuma experiência profissional. Afiliar-se a uma associação estudantil permite ao estudante ter experiências que serão os primeiros passos dentro da futura profissão que irá exercer.

Isso porque geralmente as organizações são muito bem estruturadas, com cargos e atividades relacionadas a determinada área. Você poderá colocar, na prática, os conhecimentos adquiridos em sala de aula, melhorando também o seu currículo.

Aprenderá como lidar com a diversidade

Uma das vantagens de se associar a uma organização estudantil é poder estar em contato com os mais diversos tipos de pessoas, de origens e personalidades diferentes.

Isso aumenta sua habilidade em lidar com a diversidade, o que pode ser fundamental para a sua carreira no futuro. Ao contrário de alguns anos atrás, atualmente as empresas procuram ter ambientes de trabalho diversificados.

Será divertido

Como em qualquer grupo com membros unidos por um mesmo propósito, são altas as chances de você conhecer gente bacana, fazer novos amigos e se divertir no processo!

Neste vídeo, você encontra importantes informações sobre os benefícios de se afiliar a uma associação estudantil: 

Quer mais informações sobre o que você pode fazer para aumentar suas chances de ter uma ótima experiência estudando no exterior? Preencha o formulário abaixo e converse com a gente. 

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