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Onde posso morar fazendo faculdade no exterior

30 de abril de 2022/em Sem categoria /por Daqui pra Fora

A escolha da moradia é uma parte importante da experiência de estudar em uma universidade no exterior. Entenda as opções e como elas funcionam. 

Tudo o que um estudante internacional vive em 4 anos pode ser resumido em duas palavras: “school life”. Mas estas duas palavras não são pouca coisa. Ao contrário, englobam inúmeros aspectos que fazem parte do dia a dia do aluno e que, juntos, determinam como vai ser esta jornada no exterior.

Em geral, todos estudam, fazem esporte, comem, participam de organizações estudantis, fazem amigos, trabalham e muito mais. Cada um constrói o seu dia a dia de acordo com suas preferências e interesses.

Mas no final do dia, literalmente, todo mundo vai para casa. E a escolha de onde morar tem uma grande influência no resultado de toda essa experiência. Por isso, é importante entender como funcionam as moradias e pensar bastante antes de fazer esta escolha.

Onde estudantes internacionais podem morar

Basicamente, alunos internacionais podem morar dentro do campus (nos dorms ou em apartments) ou fora dele, em apartamentos, alugados.

Vale lembrar que grande parte das universidades americanas exigem que os alunos de primeiro ano (freshman) morem nos residenciais dentro do campus. A partir do segundo ano eles podem escolher se continuam no campus ou se preferem morar fora.

Morar no campus ou fora dele são experiências com características distintas. A escolha, quando possível, deve ser feita baseada nas preferências, estilo de vida, personalidade e expectativas do aluno.

É, portanto, uma questão pessoal. Também é importante colocar na balança os prós e contras de cada uma dessas vivências, além das possibilidades financeiras.

Morar em dormitórios no campus

Estar 24 horas por dia na universidade traz inúmeras vantagens aos estudantes. A primeira delas diz respeito à praticidade. Morar nos dorms é estar perto de tudo.

Das salas de aula, das bibliotecas, laboratórios, ginásios, academias, restaurantes e, claro, dos outros estudantes. Você não precisa pensar em como fazer os trajetos, porque eles geralmente são muito curtos e extremamente acessíveis para quem já está no campus.

Esta praticidade é conveniente também no sentido de economizar dinheiro (com o transporte), tempo e energia.

Além disso, os dorms são excelentes, e muitas vezes cruciais, para conhecer pessoas. Circulam pelos prédios residenciais dezenas ou centenas de alunos diariamente, desde de manhã até de noite.

São alunos muitas vezes de cursos variados, vindos de lugares distintos e com histórias, experiências pessoais e até costumes bem diferentes. É quase como uma torre de Babel. E este convívio é um dos principais diferenciais de toda a jornada lá fora.

Não é à toa, portanto, que muitas universidades exigem que os calouros morem no campus. Para quem está chegando, morar na universidade é uma mão na roda. Além de ter tudo próximo, é a situação ideal para o aluno ir conhecendo cada cantinho da universidade. Permite ainda que ele entenda como ela funciona e, ao mesmo tempo, organize sua vida pessoal e acadêmica.

Estudos realizados por especialistas mostram que alunos que moram pelo menos um ano no campus são mais propensos a seguir na universidade até a formatura.

Estes mesmos estudos demonstram ainda que estes estudantes interagem mais com os professores, participam de mais atividades no campus e avaliam a experiência universitária de forma mais positiva.

Como é morar no dorm

A organização dos residenciais nas universidades varia de instituição para instituição. Mas em geral, os dorms configuram um quarto que o aluno divide com um ou dois roommates. Homens moram com homens e mulheres com mulheres.

Inicialmente a universidade é responsável por escolher quem será o seu roommate. Eles fazem isso baseado nas informações de questionários respondidos pelos alunos. Você não sabe, portanto, quem será seu roommate até chegar na universidade.

Pode ser uma pessoa da Argentina, da Índia, da França, de qualquer país, ou mesmo alguém que não é estrangeiro, que vem de outra cidade ou estado.

Os quartos já vêm mobiliados, com camas, armários e escrivaninhas. Você não tem que se preocupar com isso, o que é outra vantagem, especialmente para quem está chegando.

Os banheiros são compartilhados. Pode ser entre dois quartos ou por vários quartos do mesmo andar ou corredor. E a lavanderia é comunitária.

Há áreas de convivência, que variam muito de prédio para prédio e de universidade para universidade. Mas certamente no seu dorm você vai ter onde encontrar as pessoas para conversar, estudar, se divertir e até comer.

Existem alguns residenciais dentro das universidades que oferecem moradias em forma de apartamentos. Neles os alunos têm, além dos quartos (que podem ser individuais ou não), banheiro, sala e uma pequena cozinha. É uma outra forma de moradia compartilhada dentro do campus.

Tanto os dorms quanto os prédios com apartamentos dentro das universidades têm suas próprias regras de convivência. É muito importante respeitá-las.

Morar fora do campus

Há universidades no exterior que não oferecem moradia no campus para estudantes internacionais. Em outras, elas podem estar lotadas. Por isso, morar fora do campus pode ser uma escolha ou mesmo a única opção.

As universidades no exterior são rodeadas de inúmeras ofertas de moradias próximas ao campus. São apartamentos alugados e compartilhados por vários estudantes.

Quem decide estudar no Canadá, nos Estados Unidos ou no Reino Unido tem grande chance de morar nestes apartamentos.

Diferentemente dos dorms dentro do campus, nos apartamentos fora do campus os alunos escolhem com quem morar e precisam decidir como vão se organizar. Dividem aluguel e outras despesas, como luz e internet, por exemplo.

A experiência é outra. Além de organizar a casa, compras e as contas, quem mora fora da universidade precisa se planejar para os trajetos no dia a dia. Deve pensar no transporte (se não tiver carro) e no tempo que vai gastar para ir e voltar da faculdade.

Por outro lado, é possível que no apartamento o estudante tenha mais facilidade de vivenciar a cidade e conviver mais com a cultura local.

Pode ter também mais liberdade, independência e espaço, comparado com quem vive nos dorms, e também mais privacidade. Em geral, nos apartamentos os estudantes têm seu próprio quarto e até seu banheiro.

A escolha sobre a forma de moradia depende, portanto, de vários fatores e é muito particular. Comece pesquisando as regras da sua universidade e as opções que ela oferece.

Depois, pense nas suas preferências, nas suas expectativas, nas possibilidades financeiras da família e nos prós e contras de cada opção.

Lembre-se que esta escolha não é definitiva, já que sua vida lá fora muda conforme o tempo vai passando. Mas tenha sempre em mente a vontade de construir a melhor experiência possível para você.

Se precisar de assistência especializada durante esse importante período, a equipe da Daqui pra Fora está à disposição para ajudar com o que for preciso.

Preencha o formulário abaixo e vamos conversar sobre essa importante fase da sua vida.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Onde-posso-morar-como-aluno-internacional.png 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2022-04-30 10:00:132024-02-26 15:18:36Onde posso morar fazendo faculdade no exterior

Alunos internacionais podem trabalhar durante a faculdade?

23 de abril de 2022/em Sem categoria /por Daqui pra Fora

Trabalhar durante o curso no exterior alivia as despesas, traz experiência, potencializa o currículo e multiplica o networking. Veja como fazer isso.

Estudar no exterior é indiscutivelmente uma experiência engrandecedora. Viver fora do seu país, aprender uma nova cultura, conviver com pessoas do mundo inteiro e, claro, ter que se virar sozinho no dia a dia são vivências que trazem muito desenvolvimento e evolução.

Aliado a tudo isso, estudar em uma instituição de excelência acrescenta demais à formação de qualquer estudante. 

Será que é possível melhorar ainda mais esta experiência? Sim, aliar o estudo ao trabalho é uma forma de tornar a experiência lá fora ainda mais marcante, potente e transformadora. 

Por que trabalhar durante a faculdade no exterior?

Antes de mais nada, o trabalho pode ajudar o estudante internacional (e a família) com as despesas durante o curso no exterior. Seja com alimentação e moradia ou com passeios, livros e compras, o dinheiro “extra” pode ser muito bem vindo para aliviar o custo da jornada.

E, caso não precise no momento, o aluno pode começar a fazer seu planejamento financeiro já de olho na sua carreira ou mirar em qualquer outro objetivo.

De qualquer forma, trabalhar durante a faculdade no exterior é uma ótima maneira de potencializar a experiência. Além do lado financeiro, sem dúvida, ganha-se muito em aprendizado e, principalmente, em experiência dentro ou fora da área de estudo.

Vivenciar a cultura de uma empresa lá fora, aprender a lidar com pessoas diferentes, exercer uma função nova ou diferentes funções, tudo isso se transforma em um grande portfólio. E, claro, estes ganhos terão um importante reflexo no desenvolvimento pessoal e da carreira.

Outro aspecto positivo nessa experiência é o tamanho e a potência do networking que se constrói. A vivência no trabalho aumenta certamente o número de contatos e, principalmente, a qualidade e a diversidade deles.

Porém, é preciso entender e respeitar as regras ou leis que são destinadas ao estudante internacional quando o assunto é trabalho, seja onde for. A seguir você vai ver as possibilidades de trabalhar durante a faculdade nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá. 

Trabalhar nos Estados Unidos

Alunos internacionais podem trabalhar durante o curso nos Estados Unidos, porém há algumas restrições. Quem tem o visto F-1 (estudante) pode trabalhar no campus desde o início do curso.

As ofertas são principalmente nas bibliotecas, no refeitório e nos centros estudantis. É permitido trabalhar até 20 horas semanais (meio período) durante o período de aulas. Nas férias e feriados pode ser período integral.

Fora do campus, é permitido trabalhar a partir do segundo ano da faculdade, com autorizações específicas, que são elas:

O OPT (Optional Practical Training) é uma autorização bastante procurada por estudantes internacionais. Obtendo o OPT, o aluno pode trabalhar temporariamente por até 12 meses (período integral).

Este período pode ser cumprido durante o curso (Pre-Completion) ou após a conclusão dele (Post-Completion). No Pre-Completion, durante o curso o aluno pode trabalhar até 20 horas semanais e até 40 horas semanais durante as férias.

Depois de concluir o curso, Post-Completion, são 40 horas semanais. O trabalho precisa estar diretamente relacionado à área de estudo do aluno. 

Estudantes que concluíram cursos nas áreas de ciências, matemática, engenharia e tecnologia (STEM) podem aplicar para estender o OPT para mais 24 meses, após o término dos 12 meses convencionais.

O CPT (Curricular Practical Training) é outra autorização que permite que estudantes internacionais trabalhem durante o curso, sendo que essa autorização deve estar ligada a uma aula que tenha um requerimento de estágio.

Assim como pelo OPT, o trabalho, seja por emprego, estágio ou educação cooperativa, também precisa estar diretamente ligado ao campo de estudo do aluno. 

Uma das diferenças entre o CPT e o OPT é que com o CPT o período de 12 meses de trabalho deve ser concluído antes do término do curso. Além disso, o aluno precisa ter uma oferta de trabalho para aplicar para o CPT, enquanto para o OPT ele pode aplicar mesmo sem ter uma oferta oficial de trabalho.

Trabalhar no Canadá

No Canadá, o visto de estudante permite que os alunos internacionais trabalhem enquanto fazem faculdade. Inclusive fora do campus. A permissão vale desde o início do curso superior.

Fora do campus é permitido trabalhar para todo tipo de empresa. No campus, há várias opções de trabalho. O aluno pode ser assistente de pesquisa, pode trabalhar em organização estudantil ou mesmo para alguma empresa privada instalada no campus, como uma academia ou restaurante, por exemplo. O aluno pode, inclusive, trabalhar para ele mesmo se tiver um negócio localizado fisicamente no campus.  

Enquanto faz o curso, o estudante tem permissão para trabalhar no Canadá até 20 horas semanais (meio período) fora do campus. No campus não há limite de horas. 

Depois de formado, o aluno pode solicitar o Post Graduation Work Permit (PGWP), um visto de trabalho em tempo integral que tem duração de 1 a 3 anos. Ele deve ser solicitado até 90 dias após a conclusão do curso, quando o visto de estudante ainda está válido.  

Alguns programas de estudo incluem experiência de trabalho como parte de seu currículo, e o aluno pode solicitar uma autorização de trabalho cooperativo ou estágio seguindo algumas regras específicas que precisam ser avaliadas, são os chamados Co-Ops.

O Co-OP é um programa de cooperação entre universidade e empresas. Apesar de não serem exigidos para o estudante se graduar, é uma excelente oportunidade para que jovens universitários tenham experiências práticas no mercado de trabalho.

Esse programa geralmente é realizado no segundo ou terceiro ano da universidade e dura cerca de 4 meses. Após aceito é necessário pedir o visto de co-op student, que te legaliza a trabalhar 40 horas semanais.

É um programa muito interessante e dependendo da área a remuneração média pode chegar a 35 dólares canadenses por hora.

Trabalhar no Reino Unido

Nas universidades do Reino Unido, alunos internacionais (com visto Tier 4, de estudante) podem trabalhar meio período (até 20 horas semanais) durante o período de aulas. Nas férias é permitido trabalhar período integral. 

Especialmente nas grandes cidades, não é difícil conseguir trabalho meio período. Mas é preciso prestar atenção em alguns detalhes. 

Trabalhar para si mesmo ou como freelancer, por exemplo, não é permitido. Os contratos são temporários, não podem ser permanentes.

Os alunos internacionais não podem trabalhar como autônomos ou montar um negócio. O visto de estudante também não permite que o aluno internacional trabalhe como atleta profissional ou artista.

Vale a pena, também, verificar se a sua universidade tem regras específicas para o trabalho de estudantes internacionais. Algumas instituições podem não permitir que alunos internacionais trabalhem fora do campus. Se for este o caso, provavelmente não será um problema, pois há várias possibilidades de trabalho no campus. 

Depois que termina o curso, o aluno é considerado em férias por até 4 meses ou até quando expirar o visto (vale o período mais curto). Se, depois disso, quiser um trabalho permanente, será preciso mudar o status do visto.

Se você tem o sonho de fazer faculdade em algum desses países, o time de especialistas da Daqui pra Fora pode ajudar com toda a assistência necessária. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Alunos-internacionais-podem-trabalhar-enquanto-fazem-faculdade-no-exterior.png 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2022-04-23 10:00:252024-02-29 14:54:48Alunos internacionais podem trabalhar durante a faculdade?

As melhores faculdades de cinema do mundo

15 de abril de 2022/em Sem categoria /por Daqui pra Fora

Estudar cinema no exterior é estar no epicentro do mercado, com os melhores professores e a melhor estrutura. Confira algumas excelentes opções.

Para quem busca uma carreira de sucesso, o ideal é estudar onde está o que há de melhor e mais respeitado na sua área de interesse. São lugares onde os professores têm forte ligação com o mercado de trabalho, onde a indústria local é referência e a estrutura da faculdade é de ponta e inovadora. Por isso, se você pensa em fazer faculdade de cinema, vale a pena ligar o radar para as universidades no exterior.

Antes de começar a pesquisar, é bom saber que na maioria das faculdades lá fora o curso é denominado Film ou Film Studies. Mas, em diversas universidades ele aparece com outros nomes, como:

  • Film Production;
  • Motion Picture Arts Production;
  • Cinematic Arts.

Seja qual for o nome do curso, nele você vai aprender tudo que envolve produção de cinema e televisão. 

Como é o curso de cinema no exterior?

As matérias abordam desde história do cinema e crítica cinematográfica até como desenvolver habilidades e técnicas para ter sucesso nessa indústria. O diploma habilita o estudante a trabalhar com direção, roteiro, edição, animação, produção, direção de fotografia, direção de arte publicitária, entre outras carreiras.

Algumas das melhores faculdades do mundo na área de cinema estão nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, onde o mercado é extremamente desenvolvido e valorizado.

Nelas, os professores, além de terem forte formação acadêmica, geralmente têm fortes laços com a potente indústria local. Além disso, as faculdades estão preparadas e munidas dos melhores laboratórios, salas de edição, softwares e equipamentos para capacitar ao máximo os alunos para o mercado. 

Nestes grandes centros, os estudantes aprendem na prática, dentro e fora da universidade. Isso ajuda a construir um forte portfólio, item fundamental no início da carreira.

A proximidade com os grandes estúdios e o forte networking internacional que os alunos constroem proporcionam importantes oportunidades de estágio e, consequentemente, mais tarde, melhores possibilidades de trabalho. 

Neste vídeo, você verá importantes informações sobre a criação de portfólio e a participação em audição para o curso de cinema:

Onde estudar cinema no exterior

Estados Unidos

University of Southern California – USC School of Cinematic Arts – Los Angeles

A USC School of Cinematic Arts é a mais rica escola de cinema do mundo e considerada a melhor por muitos especialistas.

Recebe doações milionárias de mais de 10.000 de seus ex-alunos, entre eles o diretor George Lucas (Star Wars) e Ron Howard (Uma Mente Brilhante), além do produtor de Avatar, Jon Landau.

Parte desse reconhecimento se deve às instalações incomparáveis, à ênfase em técnicas cinematográficas e à estreita ligação com Hollywood.  

Academicamente, USC oferece uma oportunidade de aprendizado completamente interdisciplinar, abrangendo todas as áreas da produção cinematográfica.

Tem foco em desenvolver criatividade e empreendedorismo para cinema, televisão ou mídia interativa. O objetivo é preparar os alunos para serem líderes e pioneiros nessa indústria.

A proposta interdisciplinar permite que os alunos, independentemente da área de especialização, possam escolher matérias em qualquer um dos 7 programas da escola, sem limitações.

A ideia é que eles se formem de maneira integral como media makers. Os programas são:

  • Animação e Artes Digitais;
  • Estudos de Cinema e Mídia;
  • Produção de Cinema e TV;
  • Mídia e Jogos Interativos;
  • Produção;
  • Escrita para Tela e TV;
  • Business de Cinema.

USC é uma universidade top 30 nos Estados Unidos, segundo o ranking US News. Localizada em Los Angeles, com 19.600 alunos na graduação, USC é a segunda universidade mais popular do país entre estudantes internacionais.   

New York University – Tisch School of the Arts 

A Tisch School of the Arts é a escola de artes da NYU. Ela abriga o Film Program da universidade. Tisch é uma das escolas de cinema mais famosas e prestigiadas no mundo.

Na Tisch os alunos aprendem fazendo e podem ter o privilégio de ouvir ex-alunos como James Franco em uma classe com 12 pessoas falando sobre como transformar poesia em filme, por exemplo.  

A metodologia do Film Program da Tisch School inclui uma abordagem internacional e interdisciplinar. Com isso, seus ex-alunos seguem para as mais diversas carreiras.

Eles migram para departamentos de cinema em museus, para o jornalismo e vão também, claro, para a própria indústria do cinema, onde trabalham como roteiristas, diretores, editores ou produtores.  

Entre os ex-alunos de cinema da NYU, estão os premiados diretores Oliver Stone, de Platoon e Nascido em 4 de Julho, e Martin Scorsese, de Touro Indomável, Os Infiltrados e O Lobo de Wall Street. 

Considerada uma das 30 melhores universidades americanas (de acordo com o US News), com cerca de 27.400 estudantes na graduação, a NYU tem como um dos seus trunfos a localização.

No sul de Manhattan, os alunos viram a esquina e estão expostos ao que há de melhor no planeta quando o assunto é arte. 

Quase metade dos alunos do instituto vêm de fora dos Estados Unidos, o que proporciona um ambiente diverso e multicultural, além de possibilitar a construção de uma excelente networking.

  

California Institute of the Arts – CalArts – Los Angeles

Fundado em 1961 pelos irmãos Roy e Walt Disney, CalArts transformou a formação de profissionais ligados às artes nos Estados Unidos. Uma das mais refinadas escolas na região de Los Angeles, CalArts é hoje um verdadeiro laboratório para artes criativas, o que lhe dá um caráter de escola de arte experimental.

Os ex-alunos de CalArts são uma prova de que a escola forma talentos visionários quando o assunto é criatividade. O diretor Tim Burton, de Batman, Edward Mãos de Tesoura, A Fantástica Fábrica de Chocolate e Alice no País das Maravilhas, é um dos melhores exemplos do viés artístico único de CalArts.

John Lasseter, diretor e produtor, responsável por filmes como Carros, Vida de Inseto, Monstros e Frozen, entre outros, também é ex-aluno de CalArts.

A escola de filme e vídeo é uma das 6 que compõem a faculdade. Todas juntas oferecem mais de 70 programas de graduação, que abrangem artes visuais, cênicas, de mídia e literárias. 

Para quem se interessa por animação ou quer se aprofundar nessa área, vale a pena conhecer melhor CalArts. O DNA dos fundadores continua muito presente e faz de CalArts uma meca no assunto. 

Reino Unido

University of Westminster – Londres

Uma das mais tradicionais universidades da Inglaterra, a University of Westminster oferece o curso de Film Studies, reconhecido como um dos melhores do mundo. 

O curso forma filmmakers pensadores, que têm algo a dizer para o mundo e sobre o mundo. A escola opera a partir de um estúdio, dois estúdios de som, uma oficina de construção de cenários e amplas instalações de ponta de pós-produção.

O ambiente mistura teoria e prática, aliado a muita criatividade. Os alunos estudam história do cinema, crítica e estética, entre outros focos, sempre acompanhados da prática.

Trabalham cooperando de forma criativa, enquanto desenvolvem em áreas de produção como escrita, design de produção, edição e som, entre outras.

As produções dos alunos de Westminster são frequentemente exibidas em festivais e já foram premiadas no Reino Unido e em outros países. 

Estudaram cinema em Westminster o cineasta e diretor de fotografia Seamus McGarvey (Anna Karenina e We Need to Talk About Kevin) e o roteirista e produtor Neal Purvis (Skyfall e Casino Royal).

Canadá

University of Toronto

Considerada a número 1 do Canadá e a 18a melhor universidade do mundo pelo ranking da Times Higher Education, a University of Toronto oferece o curso de cinema há mais de 40 anos. 

Apesar de ser um dos maiores programas da área no Canadá, o ambiente em sala de aula do curso de cinema permanece intimista. A maioria das classes são pequenas, para que haja uma relação mais próxima entre professores e alunos. Nas classes maiores, os alunos dispõem de tutorias individuais. 

A vida dos estudantes de cinema na University of Toronto é bastante movimentada pela Cinema Studies Undergraduate Students’ Union (uma espécie de grêmio estudantil dos alunos do curso de cinema).

Além disso, uma enorme variedade de eventos acontece o ano todo no Innis Town Hall, fantástico auditório da própria faculdade, e por toda a cidade de Toronto.

Com inúmeros festivais de cinema e a prestigiada programação da TIFF cinemateca, Toronto é uma cidade extremamente atraente para quem quer viver e aprender sobre cinema.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/04/CONHECA-ALGUMAS-DAS-MELHORES-FACULDADES-DE-CINEMA-NO-EXTERIOR.png 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2022-04-15 11:00:302023-12-15 21:40:30As melhores faculdades de cinema do mundo

Entenda como funciona o Undecided Major

7 de abril de 2022/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Nas universidades americanas o aluno pode aplicar sem ter definido o curso que quer fazer. Ele tem os dois primeiros anos da faculdade para decidir.

O final do Ensino Médio não costuma ser um período muito tranquilo para a maioria dos estudantes. É quando acaba a vida escolar e pela frente está a vida universitária, totalmente nova. O momento envolve stress com notas e, ao mesmo tempo,  muitas importantes tomadas de decisões. 

As perguntas não param e geram um enorme nível de ansiedade. “Onde vou estudar” (no Brasil ou fora), “em quais universidades vou aplicar ou fazer vestibular” e, principalmente, “qual curso vou fazer” são algumas delas.

Quase ninguém cresce já decidido sobre o que vai fazer depois da escola ou qual carreira vai querer seguir. Portanto, nenhuma dessas perguntas tem resposta simples e rápida. 

Quem decide fazer faculdade nos Estados Unidos pode eliminar um pouco desse stress, pois não precisa ter pressa para responder a principal pergunta: que curso (major) vou fazer.

Na maioria das universidades americanas os candidatos podem aplicar sem definir um curso específico antes de entrar. Neste caso, o aluno aplica com Undecided Major. 

No Canadá, muitas universidades também oferecem esta flexibilidade, porém a oferta não é tão grande como nos Estados Unidos. 

O que é Undecided Major

Quando você aplica com “undecided major” ou “undeclared major”, significa que você está aplicando para ser aceito como um estudante da universidade e não de um curso específico dela. 

Parece óbvio que para quem ainda não tem certeza de que curso quer fazer, escolher aplicar com undecided major é a melhor opção. Sim, e é. E o mais interessante é que você terá até o final do segundo ano da faculdade para decidir o seu major.

Ou seja, durante todo este período poderá explorar diversas disciplinas e diferentes áreas de estudo para, enfim, poder tomar uma decisão mais madura e com muito mais conhecimento. 

Portanto, se você ainda está na dúvida entre administração, psicologia ou engenharia, por exemplo, pode fazer matérias ligadas a cada uma delas nos primeiros anos e só depois fazer sua escolha.

Pode, inclusive, fazer disciplinas que não estão relacionadas diretamente às áreas que você cogita estudar e, quem sabe, descobrir outra paixão ou uma nova habilidade. 

Uma vez admitido com undecided major, você vai dispor de vários recursos dentro da universidade para seguir o melhor caminho até tomar sua decisão. As universidades americanas disponibilizam profissionais e têm departamentos específicos para aconselhamento sobre cursos e carreiras.

Também organizam vários eventos anualmente relacionados ao tema. Além disso, vale a pena se engajar em clubs e grupos de estudo, sempre buscando explorar suas áreas de interesse.   

O processo de declarar o major entre o primeiro e o segundo ano varia de universidade para universidade. Mas os alunos podem contar com a ajuda do academic advisor, um orientador que vai mostrar os passos que devem ser seguidos nesse processo. Ele também pode auxiliar na montagem da sua grade curricular.  

Neste vídeo, você verá informações importantes sobre o undecided major:

Quando não aplicar com Undecided Major

Se você sabe realmente o que quer cursar e que carreira quer seguir, você pode escolher já declarar o major na sua application. Neste caso, o ideal é que sua application mostre sua ligação com a área, especialmente nas atividades extracurriculares e nas suas essays. Notas boas na escola em matérias relacionadas ao campo de estudo escolhido também podem ajudar.

Uma outra situação em que pode não valer a pena aplicar com undecided major é se sua área de interesse (ou uma delas) exigir que você seja admitido nela desde o primeiro ano.

Em geral isso acontece se o curso tiver matérias obrigatórias desde o início. Caso uma forte opção sua tenha esta configuração, você terá bem mais dificuldade de conseguir seguir no curso mais tarde. 

Outro caso em que se deve pensar melhor em declarar undecided major é  se, nas suas pesquisas, você perceber que no curso de seu interesse há matérias que são muito disputadas ou que não são oferecidas com muita frequência. Nesses casos, decidir antes facilita para garantir vaga automática nessas matérias.

Como fazer a mudança de major

Nas universidades americanas (e em algumas canadenses também) a mudança de major durante a faculdade é muito comum. Assim como em qualquer lugar do mundo, o aluno pode descobrir no meio do curso que aquilo que havia escolhido não era exatamente o que imaginava. Mesmo tendo feito bastante pesquisa anteriormente. 

Nos Estados Unidos a exposição a uma variedade interminável de disciplinas e áreas de estudo, o convívio com diferentes culturas e com um novo estilo de vida são fatores que podem fazer com que os alunos resolvam mudar de ideia no meio do caminho. E as universidades estão preparadas para isso. O processo, além de comum, é bastante simples. 

Saber que existe essa possibilidade de mudança e que ela não é complicada de ser realizada alivia bastante a pressão e o stress sobre o aluno. 

Escolher por “Undecided Major” pode atrapalhar a application?

Aplicar com undecided major não quer dizer, necessariamente, que o candidato não tenha interesse em nada. Demonstra, na verdade, que ele se interessa por várias coisas e quer poder escolher melhor o que vai estudar.

Para a maioria dos especialistas em college admissions, escolher aplicar com undecided major não é um problema. Ao contrário. Eles afirmam que os profissionais que trabalham diretamente com as admissões sabem que escolher uma carreira é uma decisão difícil, especialmente para jovens no Ensino Médio. As universidades não esperam que um estudante tenha seu campo de estudo completamente definido aos 17 ou 18 anos.

Na verdade, optar por undecided major pode ser até positivo porque pode ser um sinal de honestidade, valor que os avaliadores apreciam bastante.

Por isso, é importante que os seus essays (as redações) estejam de acordo com esta opção. Ou seja, nas suas redações não deve constar que você pretendia ser médico desde criança, por exemplo.  

Além disso, a escolha pelo undecided major pode ser vista com bons olhos também por avaliadores que acreditam que um candidato indeciso é uma pessoa aberta a buscar novos conhecimentos antes de se comprometer com uma área de estudo.

De qualquer forma, com major definido ou não, é fundamental construir uma candidatura forte, que potencialize ao máximo suas chances de ser aceito em um leque cada vez maior de universidades.

Se você já sabe qual curso pretende fazer ou se vai optar por undecided major, a Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência necessária até a sua aprovação.

Preencha o formulário abaixo e vamos começar a conversar sobre o seu processo.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Entenda-como-funciona-o-Undecided-Major​.png 862 1300 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2022-04-07 10:00:342024-01-26 21:28:50Entenda como funciona o Undecided Major

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