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Cinco dicas para a convivência com o companheiro de quarto

30 de agosto de 2017/121 Comentários/em Dicas /por Daqui pra Fora

Cinco dicas para ajudar na convivência com seu companheiro de quarto, Por Bryan Burnsed do US News

Um dos fatores mais importantes para se adaptar bem em uma universidade no exterior é a harmonia com seu roommate (companheiro de quarto).

Experientes profissionais das universidades dizem que os calouros assim que chegam costumam se preocupar em dar conta de tarefas ou em serem convidados para as melhores festas, mas, na verdade, evitar conflitos com seu roommate é um dos pontos mais importantes para a felicidade do aluno nos seus primeiros meses no campus.

A importância de se dar bem com o roommate

Muitas universidades vão longe tentando ajudar estudantes a encontrar um roommate com quem eles terão sintonia.

A St. Catherine University, em St. Paul, Minnesota, por exemplo, usa um software de análise que funciona como um “buscador de roommate”, que une alunos com preferências e interesses semelhantes.

Outras escolas, como a Franklin W. Olin College of Engineering, em Needham, Massachssets, faz perguntas simples (Você é uma pessoa diurna ou noturna? O quanto você é organizado? Você estuda escutando música?) para tentar formar boas conexões.

Porém, no final das contas, não importa quantos interesses ou hábitos você e seu roommate compartilham. Se você não estiver disposto a dar os passos necessários para se comunicar, certamente vão surgir conflitos quando o nível de estresse subir um pouco.

Você não precisa ser o melhor amigo do seu roommate, mas siga as cinco dicas que os profissionais de moradias universitárias dão para, pelo menos, tornar a relação entre roommates cordial e livre de brigas ou conflitos.

1 – Ligue, não clique!

via GIPHY

Uma vez que você achou ou lhe designaram um roommate através do serviço especializado da sua unievrsidade, tudo bem você procurar por ele no Facebook, mas não o julgue baseado apenas no que você encontrou na Internet ou deixe que esse seja todo o seu contato pré-universidade, dizem os experts.

Telefone para ele simplesmente para se apresentar ou para combinar quem vai trazer a TV ou o frigobar. “Seja mais que um amigo-eletrônico”, diz Donna McGalliard, coordenadora de moradia da Wake Forest University.

“Não confie apenas no Facebook, mensagens de texto, Twitter etc. para conhecer alguém. As pessoas são mais que as fotos que elas postam nas redes sociais.

2 – Não deixe os problemas acumularem

Independentemente do quanto você convive bem com alguém, se você passa a maior parte do tempo fechado num pequeno quarto com essa pessoa, as diferenças entre vocês podem começar a mexer com seus nervos.

Se ele tem um hábito que o incomoda, ou existe algum problema mais sério, tenha logo uma conversa honesta, dizem os especialistas, ou arrisque um longo discurso perto do final do semestre.

“O primeiro a saber sobre um conflito entre roommates deve ser o roommate”, diz David Tuttle, vice-presidente interino de negócios estudantis da Trinity University. “Os alunos valorizam demais as questões e discutem exageradamente quando as coisas se acumulam.”

3 – Vocês não precisam ser melhores amigos

via GIPHY

Há poucos sortudos que criam ligações para toda vida com seus roommates já no primeiro ano da faculdade. Mas, de acordo com especialistas das universidades, essa não é a regra.

A única expectativa que se deve ter nesse momento em relação ao seu roommate é que ele respeite você e o espaço em que vocês vivem. Qualquer coisa além disso é lucro.

“A maioria dos calouros se sentem pressionados a serem os melhores amigos dos seus roommates”, explica Debra Waller-Frederik, diretora de moradia na Mount Saint Mary College, em Newburgh, New York.

“Isso não é necessário nem realista. Eles apenas precisam viver juntos. Se no final, em maio, eles forem grandes amigos, melhor.”

4 – Entre em acordo com harmonia

via GIPHY

Muitos calouros cresceram acostumados com um quarto exclusivo em suas casas. Mas, isso não acontece com quem vai viver no campus, então prepare-se para fazer acordos.

É o que aconselham os especialistas em moradia das universidades. O dar e receber entre você e seu roommate vai acalmar as tensões que podem surgir num quarto compartilhado.

“O segredo é dividir e fazer ajustes que funcionem e com os quais todos se sintam confortáveis”, diz Rick Moreci, diretor do serviço de moradia da DePaul University, em Chicago, Illinois.

Esses acordos não implicam em sacrifícios, e sim em trabalhar juntos para determinar combinados que busquem o bem-estar de todos.”

5 – Estabeleça regras

Embora possa parecer estranho no começo, uma conversa franca com seu roommate nos primeiros dias para estabelecer algumas regras será de grande utilidade no longo prazo. Seja sobre a limpeza do quarto, ouvir música, ou receber amigos, fazer seu roommate saber o que pode deixá-lo desconfortável é muito importante.

“Roommates devem discutir se meninos podem passar a noite, se meninas podem passar a noite”, acredita Matthew Doyly, coordenador de moradias da Hope College, em Holland, Michigan.

“Principalmente se for alguma coisa contra as regras do campus, assegurem-se de ter uma conversa.”

Tem o sonho de fazer faculdade no exterior e poder compartilhar o quarto com um roommate? A Daqui pra Fora pode oferecer a assistência especializada que você precisa.

Preencha o formulário abaixo e converse com um dos nossos especialistas para entender como podemos ajudar.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-08-30 00:00:002024-03-18 16:06:53Cinco dicas para a convivência com o companheiro de quarto

A importância das atividades extracurriculares para a candidatura!

25 de agosto de 2017/168 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

O processo seletivo para as universidades no exterior, principalmente para as faculdades nos Estados Unidos, possuem algumas diferenças na avaliação dos candidatos interessados em estudar naquela instituição.

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As universidades americanas levam em consideração diversos fatores ao analisar a candidatura de um aluno, não somente a nota em uma prova ou no ensino médio por exemplo. Veja mais sobre esses fatores clicando aqui!

Um desses fatores são as atividades extracurriculares que o aluno se envolveu durante a sua trajetória escolar. Você sabe o que é uma atividade extracurricular?

Qualquer atividade com a qual o aluno se envolva fora do currículo obrigatório de seu colégio é considerada uma atividade extracurricular. Ou seja, tudo que o aluno faz por conta própria, colocando tempo e energia, sem nenhuma outra motivação que não seja “paixão pelo que faz”, é considerado atividade curricular!

Não existe propriamente uma regra para definir quais atividades extracurriculares serão mais adequadas para o estudante. Cada faculdade irá olhar para suas atividades extracurriculares de uma forma diferente, determinando o peso que elas terão em sua candidatura. Para universidades mais competitivas, as atividades extracurriculares terão um peso maior. Além disso, ao olhar suas atividades extracurriculares, o curso/área que o aluno pretende estudar também será levado em consideração. Por exemplo, para um candidato que pretende estudar algum curso relacionado a ciências exatas, olimpíadas científicas são um bom exemplo de atividade extracurricular que as universidades podem achar interessante. O mais importante é ser pró-ativo e estar realizando ações legais fora da sala de aula!

Entender o seu perfil como aluno e saber quais atividades extracurriculares serão mais relevantes na sua candidatura pode ser fundamental para a sua aprovação em sua universidade dos sonhos. A Daquiprafora é uma consultoria especializada em estudantes brasileiros que querem faculdade fora há mais de 16 anos. Através de nosso programa de preparação antecipada, o Early Guidance, nossos estudantes recebem uma mentoria profissional para deixá-los melhores preparados para o processo seletivo de universidades estrangeiras, ajudando-os a melhorar seu perfil para o momento de sua candidatura. Veja mais sobre nossos programas clicando aqui!

Veja casos de sucesso do programa de preparação antecipada: Pietro Leite, do Early Guidance para Harvard!

Veja abaixo alguns exemplos de atividades extracurriculares. Quais dessas se encaixam mais com seu perfil?

[pdf-embedder url=”http://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Infográfico-Atividades-Extracurriculares.pdf” title=”Infográfico – Atividades Extracurriculares”]

Podemos ajudar você a entender quais serão as melhores opções de faculdade para você de acordo com seu perfil, e quais serão as melhores bolsas de estudo que você poderá conseguir!

ENTRE EM CONTATO COM A DAQUIPRAFORA E FIQUE MAIS PRÓXIMO DO SONHO DE FAZER FACULDADE FORA DO BRASIL!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-08-25 00:00:002020-12-09 14:44:55A importância das atividades extracurriculares para a candidatura!

Bolsas de estudo para faculdade nos Estados Unidos – tudo o que você precisa saber!

22 de agosto de 2017/109 Comentários/em Bolsas de Estudo, Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Fazer faculdade no exterior é o sonho de muitos estudantes brasileiros. Em países como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, os estudantes terão a chance de estudar em algumas das principais universidades do mundo, que contam com estrutura e educação em nível de excelência!

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Nos Estados Unidos principalmente, grande parte das universidades oferecem bolsas de estudo, que cobrem parcial ou integralmente os custos da universidade, geralmente incluindo o custo dos estudos, alimentação e também da moradia. Por esse motivo, as universidades dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido estão entre os principais destinos escolhidos pelos estudantes, que almejam ter a chance de estudar nas mais famosas e prestigiadas universidades do mundo e ainda poder receber ajuda financeira para isso.

Para entender como conseguir uma bolsa de estudo, primeiramente é preciso entender quais são geralmente os tipos de bolsas que são oferecidas pelas faculdades. Existem três tipos de bolsas de estudo: as bolsas acadêmicas (divididas em duas categorias – bolsas por mérito e bolsas por necessidade financeira), as bolsas esportivas e as bolsas artísticas.

Se você deseja ou necessita ter bolsas de estudo para fazer faculdade no exterior, é importante entender algumas variáveis que são relacionadas a elas antes de escolher para quais faculdades deseja aplicar, tais como:

  • Se a universidade possui ou não bolsa de estudos;
  • Saber o quanto de bolsa que a universidade oferece. Uma universidade pode fornecer bolsa, mas se ela for muito pequena, não irá ser útil ao seu objetivo de estudar fora;
  • Saber quais os critérios utilizados pela faculdade para oferecer bolsas aos estudantes;

A Daquiprafora é uma consultoria especializada em estudantes brasileiros que querem faculdade fora. Podemos ajudar você a entender quais serão as melhores opções de faculdade para você de acordo com seu perfil, e quais serão as melhores bolsas de estudo que você poderá conseguir!

Veja no infográfico abaixo como são classificadas as bolsas de estudo:

[pdf-embedder url=”http://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Daquiprafora-Infografico-Bolsas-de-Estudo.pdf” title=”Daquiprafora – Infografico – Bolsas de Estudo”]

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-2.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-08-22 00:00:002020-12-09 14:49:29Bolsas de estudo para faculdade nos Estados Unidos - tudo o que você precisa saber!

10 dicas para administrar melhor o seu tempo para estudos

16 de agosto de 2017/105 Comentários/em Dicas /por Daqui pra Fora

Um dos grandes desafios enfrentados pelos estudantes nos Estados Unidos e Canadá é a administração do tempo.

O sistema de ensino americano exige que o aluno estude muito mais fora da sala de aula, realizando atividades, trabalhos, lições de casa, leituras e pesquisas o tempo todo para cada aula, em cada disciplina.

Isso faz com que o estudante fique focado dentro do conteúdo o tempo todo, otimizando o processo de aprendizado.

Entretanto, conciliar o seu tempo de modo a conseguir dar conta de todas essas tarefas, além de atividades extracurriculares, clubes, esportes e vida social, pode não ser uma tarefa fácil.

Por isso, preparamos uma lista com algumas dicas para você administrar melhor o seu tempo durante as horas de estudo.

Como administrar melhor o tempo de estudos

1) Anote conceitos e observações importantes dadas em sala de aula. Escrever e revisar são etapas importantes do processo de aprendizado e memorização;

2) Deixe o seu local de estudos sempre organizado, para não perder tempo procurando livros ou materiais úteis para o estudo;

3) Faça uma lista de tudo o que você precisa fazer durante, para não esquecer de nada;

4) Crie horários e mantenha-se empenhado em cumprir suas atividades dentro do que foi programado. Não se esqueça de também ter pausas para descansar um pouco;

5) Intercale matérias cujos conteúdos são mais fáceis com conteúdos mais difíceis, assim você renderá melhor;

6) Use os intervalos para se alimentar adequadamente;

7) Não deixe tudo para a última hora. Diminuir o tempo hábil para a realização do trabalho certamente irá lhe prejudicar com relação à qualidade do estudo;

8) Evite a procrastinação;

9) Procure seus professores com antecedência para tirar dúvidas, mesmo que seja por e-mail;

10) Receba suas boas notas após o planejamento e dedicação e use essa alegria como motivação para manter seu GPA sempre alto.

Se você quer acompanhar outros conteúdos relevantes e úteis como esse para ajudar nos seus estudos, assine agora a nossa newsletter.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-3.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-08-16 00:00:002024-04-16 16:28:4610 dicas para administrar melhor o seu tempo para estudos

Luísa Luciano: estágio na ONU e mestrado em Georgetown

8 de agosto de 2017/96 Comentários/em Carreira, Cursos, Depoimentos /por Daqui pra Fora

Durante o processo de admissão em uma universidade americana ou canadense, a Daqui pra Fora sempre orienta seus alunos para que aproveitem ao máximo sua experiência acadêmica. No post de hoje, trazemos uma matéria especial sobre nossa aluna Luísa Luciano.

Formada em Ciências Políticas pela Indiana University–Purdue University Fort Wayne (IPFW), Luísa é um exemplo perfeito de como alinhar os estudos com ótimos projetos extracurriculares, que lhe renderam uma experiência de estágio na ONU e uma oportunidade de mestrado em Georgetown University.

 

DpF: Como foi sua experiência durante os anos de faculdade? Quais foram suas principais dificuldades, desafios, frustrações, descobertas, sucessos etc.? O que você fez para superar os momentos de dificuldade, saudades, duvidas etc.?

Minha experiência na faculdade foi ótima. Eu dei muita sorte e, logo nos primeiros dias, fiz muitas amizades e pude desenvolver uma relação boa com os meus professores.

Eu participei de muitos eventos e atividades na faculdade, e assim consegui conhecer melhor outros alunos e aprender sobre a vida no campus. Saudade do Brasil eu sempre tenho, mesmo morando longe há cinco anos, e durante a faculdade não foi diferente.

Mas acho que o melhor jeito de lidar com isso é se manter ocupado e aproveitar 100% as experiências que o novo ambiente tem a te oferecer. Não tem nada pior do que ficar trancado no quarto o dia inteiro e não aproveitar a experiência da faculdade.

DpF: Durante os anos de faculdade, você se engajou em atividades extracurriculares? Caso positivo, quais? Como essas atividades te ajudaram no crescimento pessoal/profissional? E com relação à formação de um networking nos EUA?

Durante a faculdade eu participei de varias atividades extracurriculares, mas a mais importante e divertida foi o grupo de Modelo da ONU. Eu fui a presidente por três anos e durante o ano acadêmico o grupo treinava para participar em uma conferencia em Chicago, com varias escolas dos EUA, cada uma representando um país da ONU diferente.

As conferências eram uma oportunidade muito boa para conhecer outros alunos com os mesmos interesses e também professores de outras universidades e foi lá onde eu conheci uma representante da Georgetown University, que me contou sobre mestrado em Resolução de Conflitos que faço hoje nessa instituição.

Saiba mais sobre a Georgetown University neste vídeo:

DpF: Como foi o processo de conseguir um estágio na ONU? Por onde você começou os contatos? Foi via OPT? Como foi o processo de entrevista e como você se preparou?

 Um dos meus professores, que sabia do meu interesse pela ONU por acompanhar meu trabalho no grupo da faculdade, me falou da possibilidade de um estagio de verão em Nova York.

Através dele eu consegui um contato e pude mandar meu currículo e ser entrevistada. Tive varias reuniões com meus professores que me ajudaram com tudo, desde preparar meu currículo até treinar para a entrevista.

Meu departamento da faculdade também me ajudou com uma bolsa para cobrir os meus gastos durante o estágio.

 

DpF: O que te fez querer o Mestrado? Conseguiu bolsa? Como foi o processo de admissão?

Quando eu comecei a faculdade, fazer mestrado não era parte dos meus planos. Mas depois de aprender mais e achar uma área que eu gosto, eu percebi que é muito difícil ir mais longe sem o mestrado.

Por exemplo, se eu quiser trabalhar na ONU algum dia, é essencial que eu tenha feito pós-graduação. Então novamente eu conversei com os meus professores e eles me explicaram o processo de admissão e como me preparar.

Tive que fazer uma prova chamada GRE, que é como um SAT para entrar no mestrado. Também tive que mandar cartas de recomendação, minhas notas, redações que escrevi durante a faculdade e meu currículo.

Foi um processo difícil mas que valeu a pena. Entrei nas três faculdades que apliquei: University of Denver, American University, e Georgetown University. No final, escolhi Georgetown em Washington, DC.

As duas outras faculdades me ofereceram bolsa, mas Georgetown não. Apesar de ser caro, é uma das melhores universidades do país e vejo como um investimento na minha carreira. Não foi fácil recusar uma bolsa, mas esse é o tipo de decisão que alguém tem que tomar no processo de admissão do mestrado.

DpF: Quais são seus planos para após o Mestrado?

Depois do mestrado planejo ficar nos Estados Unidos e gostaria de trabalhar para alguma organização que tenha projetos envolvidos em assistência a refugiados e resolução de conflitos internacionais.

 

DpF: Você teria alguma dica ou sugestão que acha importante passar para os alunos que estão na faculdade ou pensando em fazer faculdade nos EUA?

Acho que qualquer pessoa lendo minhas respostas pode imediatamente reparar o quão importante meus professores foram durante a minha carreira acadêmica.

Então a primeira coisa que algum aluno novo nos EUA deve fazer é desenvolver uma relação boa com seus professores. Eles são as pessoas que tem contatos, que vão te explicar como entrar em um mestrado e que vão escrever suas cartas de recomendação.

E no meu caso, eles se tornaram como uma segunda família. Mesmo não estando mais na faculdade, ainda converso com os meus professores e planejo manter essa relação para o resto da vida.

Se você sonha em ter uma experiência parecida, a Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência especializada que você precisa. Preencha o formulário abaixo e comece uma conversa com um dos nossos especialistas.

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Estágio nas férias de verão – experiência que faz a diferença

1 de agosto de 2017/106 Comentários/em Carreira /por Daqui pra Fora

Conheça as histórias de oito estudantes brasileiros que aproveitaram as férias de verão de suas faculdades nos EUA para ganhar experiência profissional e enriquecer o currículo com estágios em empresas no Brasil

Graduar em uma boa universidade, com boas notas e algumas recomendações são elementos que certamente ajudam na hora de conquistar a vaga desejada no mercado de trabalho. Mas apenas estudar e ter um bom currículo acadêmico pode não ser suficiente, principalmente se as aspirações forem altas.

Por isso, muitos estudantes que fazem graduação no exterior aproveitam as férias de verão, que são longas, para fazer estágio em empresas brasileiras.

Sabendo o quanto uma oportunidade como essa pode contribuir para a carreira de um estudante, a Daqui pra Fora facilita esse processo, fazendo contato com empresas e encaminhando os alunos para as entrevistas, através do programa Summer Talents.

“É bom estagiar nas férias de verão, pois já começamos a ver como é o mercado, como é a rotina de um trabalho. Além disso, quando eu me formar já vou ter alguns estágios no currículo e um network maior do que a maioria dos recém-formados”, diz Marina Rodrigues, que cursa o 3º semestre de Comunicação na University of North Florida, em Jacksonville.

Marina estagiou recentemente na área de Serviços ao Empreendedor da Endeavor, uma organização que ajuda a desenvolver a economia de países emergentes por meio do apoio ao empreendedorismo de alto impacto.

Espaço para aprender e contribuir

“Fiquei meu primeiro verão inteiro no Brasil sem fazer nada, entediado, meus amigos e familiares só tinham um mês de férias. Decidi, então, que dali em diante eu sempre iria achar algo para fazer nesse período. Por isso, resolvi estagiar no verão, para adquirir experiência e aprender aquilo que não se ensina em sala de aula”, conta Daniel Gildin, aluno do quinto semestre de Engenharia Mecânica na University of Michigan, que estagiou na Ambev, na área de Logística.

O estágio de dois meses ultrapassou as expectativas de Daniel. “Estagiei na área de Logística da Ambev e minha função, nos primeiros 20 dias, foi acompanhar algumas reuniões com meu gestor e começar a entender melhor a cultura da companhia e o papel da logística no andamento da Ambev. Depois, fui enviado a seis fábricas da Ambev pelo Brasil para analisar o processo de carregamento de produto acabado nas fábricas e com essa análise, achar pontos falhos no processo e pensar em melhorias”, explica o estudante.

Daniel conta que além de aprender aspectos específicos da logística em uma companhia, aprendeu como deve se comportar em uma reunião e em um ambiente de trabalho, assim como a própria cultura da empresa.

“Meu estágio não teve relação direta com meu curso. Mesmo assim, levarei dele vários aspectos como: trabalho em equipe, postura em ambiente de trabalho, em reuniões e algumas técnicas de análise de problemas e ações a serem tomadas”.

Mas o tempo na empresa não serviu apenas para aprender, ele também contribuiu. “O projeto que eu toquei me levou a encontrar algumas soluções para que o carregamento de cada caminhão fosse mais rápido e efetivo. Algumas dessas soluções/melhorias já estão sendo implementadas ou estão no processo de autorização”, conta, orgulhoso.

Estágio que vale por um MBA no varejo

Henrique Freitas também estagiou na Ambev, na área de Novos Negócios, na divisão Nosso Bar, uma rede de franquias popular. Ele está no terceiro semestre de Engenharia Financeira na Princeton University, uma das principais universidades do mundo.

“Decidi fazer estágio pois uma experiência de trabalho bem escolhida pode fazer mais que abrir portas numa empresa, ajuda a definir com o que de fato quero trabalhar”, falou. E valeu a pena: “Meu projeto foi elaborar um modelo estratégico e operacional da expansão da rede. Basicamente é um manual auto-implementável (não precisamos deslocar pessoas para novas regiões para fazer a expansão). Meu chefe disse que tirei um MBA de varejo desta experiência. Concordo plenamente, aprendi muito sobre o business de franquia. Acho que, em geral, aprendi a trabalhar com a intensidade da Ambev e como avaliar meu trabalho frequentemente com metas e resultados”, disse Henrique.

Henrique já havia feito outros estágios e, segundo ele, a experiência é fundamental. “Ajuda a definir melhor o foco, tanto para outros estágios e programas nas férias, quanto para as aulas que vou querer fazer na faculdade”, concluiu.

Aprendizado em áreas diversas

Carol Yumi é mais uma brasileira “estrangeira” que passou as férias de verão estagiando na Ambev. “O estágio foi maravilhoso. Funcionou como um mini-trainee com duração de 3 meses. Passei o tempo aprendendo sobre os processos, indicadores, funcionamento e posições dentro do departamento de vendas do auto-serviço”, conta Carol.

“Aprendi e desenvolvi habilidades de marketing, administração, finanças, relacionamento, networking, postura corporativa e comprometimento. Tudo isso em um nível intenso e muito além do que se aprende em sala de aula. Coloquei em prática todos os conceitos aprendidos na universidade, o que me deu muito mais vontade de continuar aprendendo, pois percebo um real uso para isso”, disse a aluna do 3º ano de International Business e Economia da University of South Carolina.

“Foi um aprendizado incrível, poderia até contar como 3 ou 4 matérias do meu curso! Ter essa experiência me coloca um passo à frente dos outros alunos com quem eu irei competir no mercado de trabalho no futuro”, avalia Carol.

Maturidade e visão de mercado

Ênio Borges já havia estagiado no segundo ano da faculdade em uma startup nos EUA e agora aproveitou a chance para fazer o último estágio antes de se formar em Arts in Business e General Business na St. Thomas University, em Miami.

Ele estagiou no setor de Marketing e Relações Institucionais da Endeavor, como assistente no Programa Locaweb Startup, uma parceria com a Locaweb para acelerar startups.

Foi tão bem recebido que ele se sentiu parte do time. “Fui tratado como membro da equipe desde o primeiro dia, inclusive com responsabilidades acima da minha expectativa, o que foi muito bom. Um exemplo disso foi o meu papel no desenvolvimento do hotsite de divulgação do programa, no qual eu era responsável por coordenar todo o desenvolvimento e cronograma junto aos programadores”, conta.

Segundo Ênio, a experiência foi determinante na sua trajetória. ”Foi muito motivador trabalhar em um ambiente como o da Endeavor, onde as pessoas estão sempre muito próximas e a troca de informação entre profissionais é intensa. Percebi também a importância da inovação no mercado de trabalho e como pessoas competentes são o principal componente de uma empresa de sucesso. Um mês na Endeavor me fez repensar minha visão de mercado de trabalho.”

E ele ainda ensina o que aprendeu: “Ao ver como empreendedores de sucesso chegaram lá, percebe-se que muito mais do que procurar emprego, o importante é trazer novas ideias e soluções pro mercado.”

Melhorando a tomada de decisões

O aprendizado em um estágio varia muito, de acordo com a experiência de cada um. Na própria Endeavor, Luiz Akio Mariano, aluno do sétimo semestre de Ciências Contábeis da Mount Olive College, na Carolina do Norte, aproveitou sua passagem na área de Relações Institucionais da empresa para aprimorar sua capacidade de tomar decisões.

“Como na Endeavor o clima é mais descontraído, não há bem um boss atrás dizendo o que você deve fazer. Isso me fez desenvolver minhas tomadas de decisões, não só dentro como fora da corporação”, conta Luiz.

”Percebi que amadureci bastante nesse período e isso já está me favorecendo no meu curso e vai me favorecer, com certeza, na minha carreira”, completou.

Desenvolvendo a autonomia

Aline Mariano, que estuda Administração Internacional e Economia na Ohio Dominican University, teve uma percepção parecida do clima na Endeavor durante as cinco semanas em que estagiou na área de Serviços e Empreendedores da Endeavor.

“A falta de um chefe que diga o que fazer e quando fazer fez com que eu tivesse que aprender a me organizar bem para não perder o foco. Afinal, apesar da autonomia que tínhamos, há prazos para tudo e era preciso cumpri-los”, disse Aline.

Para quem é atleta, as férias são o momento ideal para enriquecer o currículo com um estágio. Por isso, Edward Timponi, aluno do quinto semestre de Business na University of Texas at Tyler, aproveitou esse período este ano para ganhar experiência profissional.

“Sou tenista universitário e fica complicado conciliar um estágio com o esporte. O jeito mais fácil de compensar isso é estagiar durante as férias”, explica.

Foi selecionado pela Ambev e trabalhou na área de planejamento e controle de insumos que faz parte do setor de logística. “É diferente escutar em sala de aula como é uma empresa e vê-la na vida real, o estágio é um bom jeito de conectar o lado acadêmico com o do mercado de trabalho”, conclui.

*Daniel Gildin hoje é Analista de M&a na IGC Partners

*Carol Yumi é Business Architect na Nubank

*Henrique Freitas é Associate Director – Head of Global Budget and Business Planning na Kraft Heinz

*Ênio Borges é Fundador do Três Colinas – Cozinha Contemporânea

*Luiz Akio Mariano é Contador da Enterprise Holdings

*Aline Mariano é Branch Manager na Enterprise Rent-A-Car

*Edward Timponi é Financial Manager na GE

Quer ter a experiência de fazer faculdade no exterior e poder fazer estágios de verão? Conte com a nossa assistência especializada durante todo o processo e viva esse momento inesquecível para você.

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Storage: o local para guardar os seus pertences nas férias

1 de agosto de 2017/39 Comentários/em Dicas, Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Ao chegar perto do fim do primeiro ano de faculdade, muitos alunos começam a receber notificações da universidade sobre os procedimentos de fim de semestre.

Um deles é a questão do dormitório: ao fim das aulas, o estudante deverá desocupar totalmente o dormitório, retirando todos os seus pertences e deixando-o como o encontrou.

Ao contrário das férias de dezembro, não é permitido deixar suas coisas no quarto antes de deixar a faculdade para as férias de verão, sob pena de multa.

A principal razão é que é bem provável que você não vá morar no mesmo quarto no próximo ano. Há diversos fatores que são levados em consideração: a partir do Sophomore Year, há mais opções de dormitório disponíveis, você deseja trocar de roommate ou ir morar off-campus.

Mesmo se resolver continuar no mesmo dormitório, não se esqueça o quarto ficará inabitado por um período de quase quatro meses.

O que é e para que serve o storage

O que a grande maioria dos estudantes faz é alugar um storage. Storage nada mais é do que um espaço usado para você deixar suas coisas por um determinado período de tempo, em que só você terá o acesso.

Dessa forma, você guarda todos os seus pertences, não importa o tamanho (como frigobar, televisão, roupas, livros etc), e os retira assim que voltar para a universidade para o início do próximo ano.

Como praticamente todo mundo precisa de um lugar para guardar as coisas, procurar por um storage com antecedência pode ser uma boa alternativa para evitar dores de cabeça.

As vagas nos storages costumam esgotar com bastante rapidez, e, quanto mais cedo você resolver reservar um, mais provável será que você consiga um espaço mais perto do campus.

Além disso, dependendo do tamanho do storage, você poderá alugar um em conjunto com seus amigos, economizando no valor.

Fique atento nos painéis de divulgação da sua faculdade e faça uma busca pelos storages da região. Assim, você garante que seus pertences estarão bem guardados quando você retornar para a faculdade para o início de mais um semestre.

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Próximos eventos

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