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Como funciona o Early Decision e Early Action nos EUA

31 de outubro de 2024/em Estados Unidos /por Daqui pra Fora

O processo de candidatura para universidades nos Estados Unidos oferece diferentes tipos de prazos e decisões que podem impactar a trajetória de um estudante em busca de admissão. Entre essas opções estão o Early Decision (ED) e o Early Action (EA). Ambos são formas de aplicar antes dos prazos regulares, mas funcionam de maneiras distintas e têm consequências diferentes. Vamos explorar como cada um funciona e para quem são mais indicados.

Early Decision (ED)

O Early Decision é uma opção para estudantes que têm uma única universidade como sua prioridade absoluta. Ou seja, se o estudante for aceito, ele é obrigado a se matricular, comprometendo-se a não se candidatar a outras instituições. Esse é um processo vinculante, e geralmente os prazos de candidatura são entre novembro e dezembro, com os resultados saindo em dezembro ou janeiro.

Vantagens do Early Decision:

  • Compromisso: Mostra um alto nível de interesse pela universidade, o que pode aumentar as chances de admissão.
  • Decisão antecipada: O aluno recebe a resposta antes da maioria dos candidatos e, se aceito, pode encerrar o processo mais cedo.
  • Concorrência menor: O pool de candidatos é menor, o que pode ser vantajoso dependendo do perfil acadêmico do aluno.

Desvantagens do Early Decision:

  • Compromisso obrigatório: Se aceito, o estudante deve desistir de outras candidaturas e se matricular na instituição, independentemente de questões financeiras, uma vez que bolsas ou ajudas financeiras podem não ser tão claras no momento da decisão.
  • Pouca flexibilidade: Não é possível comparar pacotes de ajuda financeira de outras universidades.

Early Action (EA)

O Early Action, por outro lado, é uma opção não vinculante, ou seja, o estudante pode se candidatar a diversas universidades e, se aceito, não é obrigado a se matricular. Assim como o ED, os prazos para EA geralmente são em novembro, e as respostas costumam sair no final de dezembro ou início de janeiro.

Vantagens do Early Action:

  • Liberdade de escolha: Mesmo após ser aceito, o estudante tem até a primavera (normalmente maio) para decidir se quer ou não se matricular.
  • Possibilidade de múltiplas candidaturas: Diferente do ED, os estudantes podem aplicar a várias universidades por meio do EA e também podem submeter candidaturas pelo Regular Decision (prazo comum).
  • Respostas antecipadas: O aluno recebe as decisões antes, podendo planejar melhor as próximas etapas do processo de candidatura.

Desvantagens do Early Action:

  • Concorrência acirrada: Embora o pool de candidatos também seja menor do que no prazo regular, as universidades tendem a receber candidaturas de alunos altamente qualificados.
  • Menos flexibilidade financeira: Assim como no ED, os pacotes de ajuda financeira podem não estar disponíveis de forma definitiva no momento da decisão, o que pode dificultar o planejamento econômico.

Qual opção é a melhor para você?

Escolher entre Early Decision e Early Action depende do perfil e das metas do estudante. O ED é ideal para quem tem uma universidade dos sonhos e está disposto a se comprometer completamente. Já o EA oferece a oportunidade de aplicar cedo sem abrir mão da flexibilidade, sendo uma boa escolha para quem quer mais tempo para decidir onde vai estudar ou quem deseja comparar ofertas financeiras.

Vale ressaltar que algumas universidades podem permitir que o aluno aplique para outras instituições usando o Early Action enquanto aplica para uma no Early Decision, mas isso depende das regras específicas de cada instituição.

Conclusão

Tanto o Early Decision quanto o Early Action oferecem benefícios para os estudantes que desejam organizar melhor suas candidaturas e receber decisões mais cedo. Entretanto, é essencial que o aluno entenda as implicações de cada tipo de candidatura e reflita sobre seu nível de compromisso com a universidade, além de considerar as condições financeiras. Avaliar cuidadosamente essas opções pode ser o primeiro passo para uma jornada acadêmica bem-sucedida nos Estados Unidos.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Como-funciona-o-Early-Decision-e-Early-Action-nos-EUA.png 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2024-10-31 10:00:232024-10-28 11:18:29Como funciona o Early Decision e Early Action nos EUA

Como preparar um currículo acadêmico para universidades no exterior

29 de outubro de 2024/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Elaborar um currículo acadêmico sólido é uma etapa fundamental para quem deseja se candidatar a universidades no exterior. O documento deve destacar suas realizações educacionais, experiências extracurriculares e habilidades relevantes de forma clara, objetiva e atrativa. Separamos algumas dicas práticas pra você poder criar um currículo que se alinhe às expectativas das universidades internacionais, aumentando suas chances de ser aceito.

Estruture o currículo de maneira organizada

Um currículo bem estruturado deve incluir seções claras que facilitam a leitura e destacam as informações mais relevantes. Aqui estão algumas seções recomendadas:

  • Informações pessoais: Inclua nome completo, e-mail profissional e telefone. Evite incluir informações como foto, CPF ou estado civil, a menos que solicitado pela instituição.
  • Objetivo acadêmico: Descreva brevemente seu objetivo educacional e como você pretende contribuir para a universidade escolhida. Destaque sua área de interesse e ambições profissionais.
  • Formação acadêmica: Liste suas escolas ou universidades, começando da mais recente. Inclua o nome da instituição, o período de estudo e a média final (GPA), se relevante.
  • Experiências extracurriculares: As universidades estrangeiras valorizam o envolvimento além da sala de aula. Esportes, atividades voluntárias, liderança em clubes e associações, e projetos sociais são exemplos importantes.
  • Experiência profissional: Se você já trabalhou, estágios ou experiências de trabalho voluntário podem ser mencionados, com ênfase no que aprendeu e nas habilidades desenvolvidas.
  • Prêmios e conquistas: Inclua prêmios acadêmicos, competições, honrarias e certificações. Isso reforça seu diferencial perante outros candidatos.
  • Habilidades e proficiências: Inclua idiomas que você fala, destacando certificações como IELTS ou TOEFL, habilidades técnicas e outros conhecimentos que possam ser relevantes, como programação, uso de softwares, entre outros.

Customize o currículo para cada universidade

Embora seja tentador enviar o mesmo currículo para todas as universidades, é importante personalizar o documento para se alinhar às exigências e valores de cada instituição. Pesquise os cursos e departamentos para os quais está se candidatando e destaque experiências e habilidades que se relacionem diretamente com o que a universidade busca.

Use uma linguagem clara e objetiva

Um currículo acadêmico deve ser direto. Evite jargões ou termos muito técnicos, a menos que sejam inerentes ao curso desejado. Prefira frases curtas e listas com marcadores para facilitar a leitura rápida.

Destaque seu impacto

Ao descrever suas experiências, não se limite a dizer o que fez; foque nos resultados alcançados e no impacto gerado. Por exemplo, se você foi presidente de um clube, mencione como aumentou a participação dos membros ou organizou eventos que impactaram a comunidade acadêmica.

Seja conciso, mas completo

O currículo acadêmico ideal para universidades internacionais deve ter, no máximo, duas páginas. Cada experiência e realização mencionada deve ser relevante e contribuir para sua candidatura. Evite informações desnecessárias ou irrelevantes ao curso pretendido.

Revise e peça feedback

Antes de enviar o currículo, revise-o várias vezes para garantir que não há erros gramaticais ou de formatação. Se possível, peça para mentores, professores ou especialistas em college counseling revisarem o documento e oferecerem sugestões de melhoria.

Conclusão

Preparar um currículo acadêmico para universidades no exterior exige cuidado e atenção aos detalhes. Certifique-se de que ele esteja organizado, personalizado para cada instituição e destaque suas melhores qualidades. Um currículo bem-feito pode ser o diferencial que as universidades buscam em candidatos internacionais, mostrando não apenas seu desempenho acadêmico, mas também suas competências e sua capacidade de impactar o mundo ao seu redor.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Como-preparar-um-curriculo-academico-para-universidades-no-exterior.png 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2024-10-29 10:00:522024-10-28 11:12:15Como preparar um currículo acadêmico para universidades no exterior

Diferenças entre os processos seletivos nos EUA, Canadá, Reino Unido e Europa

24 de outubro de 2024/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Escolher onde cursar o ensino superior é uma das decisões mais importantes na vida acadêmica de um estudante, e cada país possui processos de candidatura únicos, que podem ser desafiadores para quem deseja estudar no exterior. Vamos explorar as principais diferenças entre os sistemas de candidatura nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Europa, destacando os requisitos e peculiaridades de cada um para que você esteja bem preparado ao iniciar seu processo de aplicação.

Estados Unidos: O Processo Holístico

O sistema de candidatura dos Estados Unidos é conhecido por sua abordagem holística, o que significa que as universidades analisam não apenas o desempenho acadêmico do estudante, mas também suas atividades extracurriculares, redações, cartas de recomendação e pontuação em testes padronizados (como o SAT ou ACT). Esse processo dá uma visão ampla do candidato, considerando tanto suas habilidades acadêmicas quanto seu envolvimento comunitário e características pessoais.

  • Plataformas de Candidatura: A maioria das universidades utiliza a plataforma Common Application ou a Coalition Application, facilitando a inscrição para várias instituições ao mesmo tempo.
  • Requisitos: Transcrições acadêmicas, testes padronizados (SAT, ACT), redações pessoais, atividades extracurriculares e cartas de recomendação.
  • Calendário: O ciclo de candidatura normalmente começa em agosto, com prazos finais entre novembro e janeiro. Decisões de aceitação são enviadas a partir de março, e as aulas começam em setembro.

Canadá: Simplicidade e Clareza

O processo de candidatura para universidades canadenses é mais direto em comparação com o dos EUA, focando principalmente no desempenho acadêmico e, em alguns casos, na apresentação de um personal statement ou redação. O Canadá não exige testes padronizados como SAT ou ACT na maioria das universidades, exceto em casos específicos.

  • Plataformas de Candidatura: A maioria das províncias tem seu próprio sistema de candidatura online. No caso de Ontário, por exemplo, os estudantes utilizam o OUAC (Ontario Universities’ Application Centre).
  • Requisitos: Transcrições acadêmicas, carta de motivação (em algumas universidades) e comprovação de proficiência em inglês (como o TOEFL ou IELTS).
  • Calendário: As candidaturas geralmente começam no outono, com prazos que variam de janeiro a março, dependendo da instituição. As respostas são enviadas entre março e maio.

Reino Unido: Foco na Especialização

O sistema de candidatura no Reino Unido é bem estruturado e especializado, exigindo que o aluno escolha seu curso (ou “degree”) no momento da candidatura. Isso significa que o processo valoriza o conhecimento e o interesse profundo do estudante em uma área específica. Diferentemente dos EUA, as atividades extracurriculares e redações gerais não são tão relevantes – o foco está em sua aptidão acadêmica para o curso escolhido.

  • Plataforma de Candidatura: Todas as candidaturas são feitas através da plataforma centralizada UCAS (Universities and Colleges Admissions Service).
  • Requisitos: Transcrições acadêmicas, um personal statement focado no curso desejado e, em alguns casos, uma entrevista (principalmente para cursos altamente seletivos). Algumas universidades, como Oxford e Cambridge, exigem testes específicos.
  • Calendário: O processo de candidatura começa em setembro e o prazo final geralmente é em janeiro. No entanto, cursos de Medicina e as universidades de Oxford e Cambridge têm prazos antecipados em outubro. As decisões são enviadas entre março e maio.

Europa: Variedade de Processos

A Europa apresenta uma grande variedade de sistemas de candidatura, com diferenças significativas entre países e, às vezes, até mesmo entre universidades dentro de um mesmo país. A principal característica dos processos europeus é o foco no desempenho acadêmico e na escolha antecipada do curso. Em muitos casos, os estudantes precisam atender a requisitos específicos relacionados ao campo de estudo que desejam cursar.

  • Plataformas de Candidatura: Cada país possui seu próprio sistema. Na Alemanha, por exemplo, utiliza-se o Uni-Assist, enquanto na Holanda, é comum usar o sistema Studielink.
  • Requisitos: Em geral, as universidades europeias exigem transcrições acadêmicas, comprovantes de conclusão do ensino médio, cartas de motivação e, em alguns casos, provas de admissão específicas. Provas de proficiência em inglês (ou no idioma local) também podem ser necessárias.
  • Calendário: As candidaturas geralmente ocorrem entre outubro e abril, variando conforme o país e a instituição. As respostas também variam, com algumas universidades informando os resultados entre maio e junho, enquanto outras enviam respostas no fim do ano acadêmico.

Principais Diferenças entre os Sistemas

  • Flexibilidade x Especialização: Nos EUA e Canadá, os estudantes podem ingressar na universidade sem escolher imediatamente um curso específico, permitindo maior flexibilidade para explorar diferentes áreas. No Reino Unido e na Europa, o estudante deve escolher seu curso já no momento da candidatura, o que demanda uma especialização antecipada.
  • Atividades Extracurriculares: Nos Estados Unidos, o processo valoriza atividades extracurriculares, enquanto no Canadá e no Reino Unido o foco está mais no histórico acadêmico e na motivação específica para o curso.
  • Testes Padronizados: Nos EUA, o SAT ou ACT é um componente importante. No Canadá, esses testes geralmente não são exigidos. Já no Reino Unido e na Europa, dependendo do curso, podem ser requeridos exames adicionais específicos.
  • Plataformas de Candidatura: Nos EUA e no Reino Unido, existem plataformas centralizadas para o envio das candidaturas, enquanto na Europa e no Canadá, o processo varia entre universidades ou províncias.

Conclusão

Cada sistema de candidatura tem suas particularidades e é fundamental estar atento às exigências e prazos para garantir uma aplicação de sucesso. Independentemente do país escolhido, planejar com antecedência, organizar documentos e cumprir os requisitos dentro do prazo são passos essenciais para garantir que sua candidatura seja considerada. Se você está em dúvida sobre qual país escolher, considere seu perfil acadêmico e suas preferências quanto ao estilo de ensino para tomar a melhor decisão para sua trajetória acadêmica e profissional.

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Benefícios de uma Graduação na Europa para sua Carreira

22 de outubro de 2024/em Carreira /por Daqui pra Fora

Optar por uma graduação na Europa pode ser um dos melhores investimentos que você fará para sua carreira. Além de ser um continente com universidades de prestígio internacional, a Europa oferece um ambiente acadêmico diversificado, oportunidades de networking global e uma formação voltada para a inovação. Confira alguns dos principais benefícios de estudar em uma universidade europeia e como isso pode impulsionar sua carreira.

Qualidade de Ensino e Reputação Internacional

A Europa é lar de algumas das melhores universidades do mundo, com destaque para instituições no Reino Unido, Alemanha, França, Suíça e Holanda. Universidades como Oxford, Cambridge, ETH Zurich e Sciences Po têm uma longa tradição de excelência acadêmica e são amplamente reconhecidas pelo mercado de trabalho global. Um diploma de uma dessas instituições é um diferencial importante no currículo, valorizando-o perante empregadores internacionais.

Ambiente Multicultural

Estudar na Europa significa estar imerso em um ambiente multicultural, convivendo com colegas e professores de diversas nacionalidades. Isso não apenas enriquece sua experiência de vida, mas também desenvolve habilidades essenciais em um mundo globalizado, como a capacidade de trabalhar com diferentes culturas, idiomas e pontos de vista. A exposição a essa diversidade é altamente valorizada por empresas que buscam profissionais com visão global e flexibilidade cultural.

Oportunidades de Estágio e Emprego

Muitos países europeus, como Alemanha, Holanda e França, oferecem programas que facilitam a transição do ambiente acadêmico para o mercado de trabalho. Estágios e parcerias entre universidades e empresas locais são comuns, o que permite ao estudante ganhar experiência prática durante o curso. Além disso, há uma alta demanda por profissionais qualificados em diversas áreas, o que aumenta as chances de conseguir uma colocação no mercado europeu logo após a graduação.

Educação Focada na Prática e na Inovação

As universidades europeias tendem a valorizar uma abordagem prática de ensino, combinando teoria com projetos e pesquisas aplicadas. Em muitas áreas, como tecnologia, ciências e engenharia, há um forte foco na inovação e no desenvolvimento de soluções para desafios globais. Essa experiência prática e orientada para resultados é altamente atrativa para empregadores, que buscam profissionais com habilidades práticas e visão empreendedora.

Acesso a Programas de Intercâmbio e Mobilidade

Outro benefício significativo de fazer uma graduação na Europa é a facilidade de participar de programas de intercâmbio. O programa Erasmus, por exemplo, permite que estudantes europeus e internacionais estudem em diferentes países da União Europeia durante sua graduação, expandindo sua rede de contatos e experiências. Essa mobilidade acadêmica não só enriquece o currículo, mas também expande horizontes profissionais, abrindo portas para oportunidades em diferentes países.

Desenvolvimento Pessoal e Independência

Estudar no exterior, especialmente na Europa, exige que os estudantes desenvolvam habilidades de independência, resolução de problemas e adaptabilidade. Esse crescimento pessoal é fundamental para o desenvolvimento de uma carreira sólida, pois o mercado de trabalho cada vez mais valoriza profissionais capazes de se adaptar a novas situações e lidar com desafios complexos de maneira autônoma.

Possibilidade de Visto de Trabalho Pós-Graduação

Muitos países europeus oferecem a possibilidade de estender o visto de estudante após a graduação para procurar emprego. Na Alemanha e na Holanda, por exemplo, os estudantes podem ficar até 18 meses buscando trabalho. Isso significa que, além de se formar em uma instituição de renome, o estudante tem a chance de iniciar sua carreira no próprio país em que se graduou, acumulando experiência profissional relevante.

Networking Global

Estudar na Europa oferece a oportunidade de construir uma rede global de contatos, seja com colegas de diferentes partes do mundo ou com professores e profissionais da indústria. Essas conexões podem ser decisivas para o sucesso de sua carreira, abrindo portas para oportunidades internacionais e para colaborações em projetos globais.

Custo-Benefício

Embora estudar no exterior possa parecer caro, muitos países europeus, como Alemanha, Noruega e Finlândia, oferecem educação de alta qualidade a custos significativamente mais baixos que nos Estados Unidos ou em alguns países da Ásia. Além disso, muitos desses países oferecem bolsas de estudo para estudantes internacionais, o que torna a experiência acessível para quem tem um orçamento mais limitado.

Conclusão

Optar por uma graduação na Europa pode ser um caminho transformador para sua carreira. Com acesso a universidades de prestígio, uma experiência multicultural, oportunidades de trabalho e uma rede global de contatos, o investimento em uma educação europeia oferece retornos que vão muito além do diploma. Seja qual for a sua área de interesse, estudar na Europa pode impulsionar sua trajetória profissional, dando a você as ferramentas e a experiência necessárias para se destacar em um mercado globalizado.

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Visto de estudante e trabalho durante a faculdade na Europa

17 de outubro de 2024/em Dicas /por Daqui pra Fora

Muitos estudantes internacionais sonham em estudar na Europa não apenas pela alta qualidade das universidades, mas também pela oportunidade de trabalhar durante a faculdade e obter uma experiência profissional valiosa. Para aqueles que desejam conciliar os estudos com o trabalho, entender as regras de visto e as permissões de trabalho é essencial para garantir uma experiência tranquila e segura. Este artigo explora os principais aspectos relacionados ao visto de estudante e ao trabalho durante a graduação em diversos países europeus.

Como funciona o visto de estudante na Europa?

As regras de visto variam de acordo com o país, mas, em geral, os estudantes que não pertencem à União Europeia (UE) ou ao Espaço Econômico Europeu (EEE) precisam de um visto de estudante para estudar na Europa. O processo de obtenção do visto geralmente envolve a apresentação de uma carta de aceitação de uma universidade europeia, comprovante de recursos financeiros para se sustentar durante a estadia e seguro de saúde.

É importante observar que os países europeus têm regras diferentes para a permanência de estudantes internacionais após a faculdade, o que pode ser uma vantagem para aqueles que desejam buscar oportunidades de trabalho após o término do curso. A seguir, veremos as regras específicas de alguns países populares para estudantes internacionais.

Trabalho durante a faculdade em diferentes países europeus

Alemanha

Na Alemanha, os estudantes internacionais com visto de estudante podem trabalhar até 120 dias inteiros ou 240 meios dias por ano. Durante as férias, é possível trabalhar em tempo integral. A Alemanha é conhecida por suas oportunidades para estudantes em áreas como engenharia, tecnologia e negócios, e muitos alunos encontram empregos em suas áreas de estudo ainda durante a faculdade. Após a conclusão do curso, os graduados podem solicitar uma extensão do visto por até 18 meses para buscar um emprego.

Países Baixos

Os estudantes internacionais nos Países Baixos podem trabalhar até 16 horas por semana durante o período letivo e em período integral durante as férias de verão (junho a agosto). Para isso, é necessário obter uma autorização de trabalho, que é geralmente solicitada pelo empregador. O país é um destino atraente para estudantes em áreas de tecnologia, ciências e artes, e oferece diversas oportunidades de estágio e trabalho. Além disso, após a graduação, os estudantes podem solicitar um visto de busca de emprego por um ano.

França

Na França, os estudantes internacionais com visto de estudante têm o direito de trabalhar até 964 horas por ano (cerca de 20 horas por semana) durante o período letivo e em tempo integral nas férias. Os estudantes não precisam de autorização de trabalho, e o tempo de trabalho pode ser uma ótima forma de complementar a renda enquanto estudam. Após a formatura, os graduados em áreas específicas, como ciências e tecnologia, podem solicitar uma autorização temporária para buscar emprego por até um ano.

Irlanda

A Irlanda é uma das opções mais flexíveis para os estudantes internacionais que desejam trabalhar durante os estudos. Com um visto de estudante, é permitido trabalhar até 20 horas por semana durante o período letivo e 40 horas por semana nas férias. Para aqueles que se formam em cursos superiores (nível 8 ou superior), existe a possibilidade de solicitar o “Graduate Visa” (Stamp 1G), que permite buscar emprego no país por até dois anos após a conclusão dos estudos.

Espanha

Na Espanha, os estudantes internacionais podem trabalhar até 20 horas por semana durante os estudos, mas é necessário obter uma autorização de trabalho, que é solicitada pelo empregador e deve ser compatível com o horário das aulas. Após a graduação, os estudantes podem solicitar uma autorização de residência para buscar emprego ou iniciar um projeto empresarial. Este visto é válido por até 12 meses.

Itália

Os estudantes internacionais na Itália podem trabalhar até 20 horas por semana durante o período letivo e em tempo integral durante as férias. A legislação italiana permite que os estudantes combinem o trabalho com os estudos, e após a conclusão do curso, os graduados podem solicitar uma extensão do visto por até 12 meses para buscar emprego no país.

Vantagens de trabalhar durante os estudos

Trabalhar durante a faculdade na Europa pode oferecer muitos benefícios, como a possibilidade de adquirir experiência prática na área de estudo, melhorar o domínio do idioma local e desenvolver uma rede de contatos profissionais. Além disso, o trabalho pode ajudar a cobrir parte das despesas e reduzir a dependência financeira.

Aspectos legais e limitações

Apesar das vantagens, é essencial que os estudantes conheçam as regras específicas de trabalho para estudantes internacionais em cada país e sigam as regulamentações. Trabalhar sem a devida permissão ou ultrapassar o limite de horas estabelecido pode levar a penalidades, incluindo a perda do visto de estudante.

Conclusão

A Europa oferece muitas oportunidades para estudantes internacionais que desejam estudar e trabalhar durante a faculdade. As regras variam de um país para outro, mas a maioria dos destinos europeus permite que os estudantes trabalhem por um certo número de horas por semana, oferecendo uma maneira prática de ganhar experiência profissional e complementar a renda. Ao planejar estudar na Europa, é importante verificar as regulamentações específicas do país de destino para garantir que todos os requisitos sejam cumpridos, permitindo uma experiência acadêmica e profissional enriquecedora.

 

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Estudar em inglês na Europa: opções além do Reino Unido

15 de outubro de 2024/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Quando se pensa em estudar em inglês na Europa, o Reino Unido costuma ser a primeira opção que vem à mente. Porém, há diversas oportunidades de qualidade fora do Reino Unido, onde estudantes internacionais podem cursar programas acadêmicos totalmente em inglês. Essa é uma excelente alternativa para quem busca uma experiência internacional única, combinando ensino de qualidade com uma vivência cultural diversificada e, muitas vezes, com custos mais acessíveis. A seguir, exploramos algumas das melhores opções para quem deseja estudar em inglês em outros países europeus.

Holanda

Os Países Baixos têm se tornado um dos destinos mais populares para estudantes internacionais que desejam estudar em inglês. Com mais de 2.000 cursos disponíveis em diversas áreas de conhecimento, o país oferece uma educação de alta qualidade e é conhecido por seu ambiente acolhedor e cosmopolita. As universidades neerlandesas, como a Universidade de Amsterdã e a Universidade de Utrecht, estão entre as mais bem classificadas do continente. Além disso, o custo de vida é geralmente menor do que em cidades britânicas como Londres, e as taxas de matrícula podem ser mais acessíveis.

Irlanda

Embora não faça parte do Reino Unido, a Irlanda é um destino de língua inglesa na Europa com uma forte tradição acadêmica. Dublin e outras cidades irlandesas abrigam instituições renomadas, como a Trinity College Dublin e a University College Dublin, que oferecem uma ampla gama de programas em inglês. A Irlanda também possui um mercado de trabalho vibrante para estudantes internacionais, especialmente em setores como tecnologia e farmacêutica, com oportunidades de estágio e trabalho após a formatura. O país se destaca ainda pela hospitalidade do povo irlandês e pela rica herança cultural.

Alemanha

Conhecida pela excelência acadêmica, a Alemanha tem se esforçado para atrair estudantes internacionais oferecendo um número crescente de programas de graduação e pós-graduação em inglês. Universidades como a Ludwig Maximilian University of Munich e a Freie Universität Berlin disponibilizam cursos em áreas como engenharia, ciências sociais e administração. Além disso, muitas universidades públicas não cobram taxas de matrícula, o que torna o custo de estudar na Alemanha extremamente competitivo. O país também oferece diversas opções de bolsas de estudo para estrangeiros.

Países Nórdicos

A Suécia, a Dinamarca, a Noruega e a Finlândia são destinos que merecem destaque. Esses países têm algumas das melhores universidades do mundo e oferecem programas acadêmicos em inglês, especialmente em áreas como ciências da computação, engenharia e negócios. As instituições nórdicas, como a Universidade de Lund na Suécia e a Universidade de Oslo na Noruega, são conhecidas pelo alto padrão educacional e pela integração da pesquisa com o ensino. Apesar do custo de vida elevado, muitos países nórdicos oferecem bolsas de estudo e programas de auxílio para estudantes internacionais.

França

Embora o francês seja o idioma principal, a França tem se adaptado às necessidades dos estudantes internacionais ao oferecer mais de 1.600 programas de ensino superior em inglês. As universidades e escolas de negócios francesas, como a HEC Paris e a Université PSL, têm uma forte reputação internacional e oferecem cursos em inglês, especialmente em negócios, artes e ciências sociais. O sistema de ensino superior francês é conhecido por ser acessível, com taxas de matrícula relativamente baixas em universidades públicas.

Itália

Outro destino surpreendente é a Itália, onde muitas universidades, como a Universidade de Bolonha e a Universidade Bocconi, estão expandindo suas ofertas de cursos em inglês, especialmente em áreas como economia, arquitetura e design. Estudar na Itália proporciona uma experiência rica em história, arte e cultura, com o benefício adicional de programas acadêmicos de qualidade e, em muitos casos, custos de vida mais baixos em comparação com outros países europeus.

Conclusão

Estudar em inglês na Europa é uma opção viável e vantajosa para estudantes que buscam uma experiência educacional internacional além do Reino Unido. Países como os Países Baixos, Irlanda, Alemanha, os nórdicos, França e Itália oferecem programas acadêmicos de alta qualidade em inglês, aliando educação de excelência a uma experiência cultural única. Além disso, muitos desses países possuem políticas favoráveis para estudantes internacionais, como bolsas de estudo e oportunidades de trabalho. Portanto, ao planejar a sua jornada acadêmica na Europa, vale a pena explorar essas alternativas e escolher o destino que melhor se alinha aos seus objetivos e preferências.

 

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Os destinos mais populares para estudantes internacionais na Europa

10 de outubro de 2024/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

A Europa é um dos destinos mais procurados por estudantes internacionais, atraindo milhares de jovens todos os anos devido à sua qualidade acadêmica, diversidade cultural e oportunidades de crescimento pessoal e profissional. Dentro do continente, alguns países se destacam como os favoritos entre estudantes que buscam uma experiência única e enriquecedora durante a graduação ou pós-graduação. Vamos conhecer os destinos mais populares para quem deseja estudar na Europa.

Reino Unido

O Reino Unido é, sem dúvida, um dos destinos mais prestigiados para estudantes internacionais. Lar de universidades renomadas como Oxford, Cambridge e o Imperial College London, o país oferece uma educação de excelência reconhecida globalmente. Além disso, Londres é uma das cidades mais vibrantes e multiculturais do mundo, atraindo estudantes que desejam viver em uma metrópole repleta de oportunidades. A diversidade de cursos em inglês e as possibilidades de emprego pós-estudo também são grandes atrativos para os estudantes.

Alemanha

A Alemanha tem se tornado um dos principais destinos para estudantes internacionais, especialmente devido às suas universidades públicas que, em sua maioria, não cobram taxas de matrícula, mesmo para estrangeiros. Cidades como Berlim, Munique e Heidelberg são conhecidas por abrigar instituições de alto nível, com destaque para áreas como engenharia, tecnologia, ciências e negócios. A Alemanha também oferece programas em inglês, especialmente em nível de mestrado, o que facilita a inserção de estudantes que não falam alemão. Além disso, o país possui um mercado de trabalho robusto, oferecendo diversas oportunidades para quem deseja ficar na Europa após os estudos.

França

A França é outro destino muito popular entre estudantes internacionais, especialmente aqueles interessados em arte, moda, gastronomia e ciências humanas. Paris, Lyon e Bordeaux são cidades famosas por suas universidades e escolas de negócios de renome internacional, como a Sorbonne e a HEC Paris. Além disso, o país oferece uma ampla variedade de cursos em inglês, além de opções para quem deseja aprender francês durante sua estadia. O custo acessível de educação e o estilo de vida francês, que combina tradição e modernidade, são grandes atrativos.

Holanda

A Holanda é um dos destinos mais acolhedores da Europa para estudantes internacionais. O país é conhecido por suas universidades de alta qualidade, com forte presença em rankings internacionais, como a Universidade de Amsterdã, Universidade de Leiden e a Universidade de Tecnologia de Delft. Um dos grandes diferenciais da Holanda é a oferta de programas de graduação e pós-graduação totalmente em inglês, o que atrai estudantes de todo o mundo. O país também é conhecido por sua alta qualidade de vida, segurança e pela facilidade de transporte entre suas cidades.

Espanha

A Espanha é um destino cada vez mais procurado por estudantes internacionais, principalmente devido ao seu clima agradável, qualidade de vida e custo acessível. Cidades como Madri, Barcelona e Valência são centros acadêmicos que oferecem uma grande variedade de cursos em espanhol e em inglês. A Espanha também é conhecida por suas universidades renomadas, como a Universidade de Barcelona e a Universidade Complutense de Madri. Além disso, a rica herança cultural e a vida social vibrante são grandes atrativos para quem deseja vivenciar uma experiência estudantil imersiva.

Suécia

A Suécia é conhecida por seu sistema educacional inovador e voltado para a pesquisa, sendo um destino popular para estudantes de áreas como ciências, tecnologia, engenharia e design. Universidades como a Universidade de Uppsala e o Instituto Karolinska são referências mundiais. Outro atrativo é o foco no aprendizado prático, com uma forte ênfase em projetos de pesquisa e inovação. O país também oferece muitos cursos em inglês e é conhecido por sua alta qualidade de vida, sustentabilidade e compromisso com a igualdade de gênero.

Irlanda

A Irlanda tem ganhado popularidade nos últimos anos, principalmente devido à sua oferta de cursos em inglês e à proximidade cultural com o Reino Unido. A cidade de Dublin, em particular, abriga universidades de destaque como o Trinity College Dublin e a University College Dublin. O país também é conhecido por ser sede de muitas empresas multinacionais de tecnologia, como Google e Facebook, o que aumenta as oportunidades de emprego para estudantes internacionais após a conclusão dos estudos.

Itália

Itália é um dos países mais procurados por estudantes interessados em artes, arquitetura, moda, design e história. Cidades como Roma, Milão e Florença oferecem uma riqueza cultural única, além de abrigarem universidades de renome, como a Universidade de Bolonha e o Politecnico di Milano. Além de sua herança cultural, a Itália também oferece programas em inglês, e o custo de vida e de educação tende a ser mais acessível em comparação com outros países da Europa Ocidental.

Conclusão

A Europa oferece uma gama diversificada de oportunidades acadêmicas e culturais para estudantes internacionais. Cada país tem seus próprios atrativos, seja a excelência acadêmica, a imersão cultural ou as oportunidades de carreira. Ao escolher o destino ideal, é importante considerar não apenas a reputação da universidade, mas também o estilo de vida e as oportunidades que o país oferece para enriquecer a experiência educacional e pessoal.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Os-destinos-mais-populares-para-estudantes-internacionais-na-Europa.png 862 1300 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2024-10-10 09:00:442024-10-08 09:56:17Os destinos mais populares para estudantes internacionais na Europa

Por que escolher a Europa para a graduação?

8 de outubro de 2024/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Escolher a Europa como destino para realizar a graduação é uma decisão que traz uma série de vantagens que vão além da excelência acadêmica. A diversidade cultural, a estrutura das universidades, as oportunidades de mobilidade e o custo de vida são apenas alguns dos fatores que fazem do continente europeu uma opção atraente para estudantes internacionais.

Excelência acadêmica reconhecida mundialmente

As universidades europeias estão entre as mais prestigiadas do mundo, com muitas delas ocupando posições de destaque em rankings globais. Países como Alemanha, Reino Unido, França, Holanda, e Suíça abrigam instituições que são referência em inovação, pesquisa e qualidade de ensino. Além disso, o ambiente acadêmico europeu é multicultural, promovendo uma troca constante de ideias e perspectivas, o que enriquece ainda mais a formação dos estudantes.

Diversidade cultural e social

Estudar na Europa oferece a oportunidade de viver em um dos continentes mais diversos culturalmente. Cada país tem sua própria história, costumes e tradições, o que permite ao estudante não só expandir seus horizontes acadêmicos, mas também adquirir uma bagagem cultural única. A proximidade geográfica entre os países facilita viagens curtas e econômicas, permitindo explorar diferentes culturas durante o período da graduação.

Programas em inglês

Uma das grandes vantagens da Europa é a oferta de cursos de graduação em inglês, mesmo em países onde essa não é a língua oficial. Países como Holanda, Alemanha e Suécia são conhecidos por oferecerem programas de alta qualidade em inglês, atraindo estudantes de diversas partes do mundo que não falam o idioma local, mas desejam viver a experiência europeia.

Custo acessível e qualidade de vida

Em comparação com países como os Estados Unidos, as taxas de matrícula em muitas universidades europeias são significativamente mais baixas, especialmente em países como Alemanha e Noruega, onde a educação é quase ou totalmente gratuita para estudantes internacionais. Além disso, o custo de vida em várias cidades europeias é mais acessível, permitindo que os estudantes tenham uma boa qualidade de vida sem comprometer o orçamento.

Mobilidade e intercâmbio

A Europa também oferece excelentes oportunidades de mobilidade acadêmica. Programas como o Erasmus+, por exemplo, permitem que os estudantes realizem intercâmbios em diferentes países do continente, enriquecendo ainda mais sua experiência acadêmica e pessoal. Essa facilidade de deslocamento entre países é uma das características mais marcantes do continente e um grande atrativo para quem deseja expandir suas fronteiras.

Oportunidades de emprego e networking

Muitos países europeus oferecem aos estudantes internacionais a possibilidade de trabalhar durante e após os estudos, o que pode ser uma excelente oportunidade para ganhar experiência profissional em empresas renomadas e construir uma rede de contatos. Além disso, a Europa é o lar de muitas das maiores empresas globais, o que facilita a conexão com o mercado de trabalho em áreas como tecnologia, negócios, ciências e artes.

Conclusão

Optar pela Europa para realizar a graduação é escolher uma formação acadêmica de excelência, em um ambiente rico em diversidade cultural, com custos acessíveis e diversas oportunidades de crescimento pessoal e profissional. Seja pelo prestígio de suas universidades, pela chance de viver uma experiência multicultural, ou pelas oportunidades de mobilidade, a Europa se destaca como um destino ideal para quem deseja expandir seus horizontes.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Por-que-escolher-a-Europa-para-a-graduacao.png 862 1300 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2024-10-08 09:49:162024-10-08 09:49:16Por que escolher a Europa para a graduação?

Intercâmbio durante a graduação

3 de outubro de 2024/em Acadêmico /por Daqui pra Fora

O intercâmbio durante a graduação é uma experiência que vai além do aprendizado acadêmico. Ele abre portas para o desenvolvimento pessoal e profissional, permitindo que o estudante amplie sua visão de mundo e adquira habilidades valiosas. Vamos explorar as principais vantagens dessa vivência internacional:

Desenvolvimento Pessoal

Viver em outro país, longe da zona de conforto, força o estudante a lidar com novos desafios. O intercambista aprende a ser mais independente e resiliente, desenvolvendo habilidades como a resolução de problemas e a adaptabilidade. Além disso, a convivência com culturas diferentes estimula o autoconhecimento e o amadurecimento pessoal, aspectos fundamentais para o futuro profissional.

Valorização no Mercado de Trabalho

Um intercâmbio pode fazer toda a diferença no currículo. Empresas valorizam candidatos com experiência internacional, pois reconhecem que esses profissionais geralmente possuem uma maior capacidade de adaptação, iniciativa e visão global. A fluência em outro idioma também é um grande diferencial competitivo no mercado de trabalho, especialmente em áreas que exigem interação com clientes e parceiros internacionais.

Imersão em Outro Idioma

Nada se compara à imersão total em um idioma estrangeiro. Durante o intercâmbio, o estudante tem a oportunidade de praticar a língua diariamente, tanto em situações formais quanto informais. Essa prática contínua acelera o aprendizado e melhora significativamente a fluência, o que pode ser crucial para oportunidades profissionais futuras, especialmente em multinacionais ou no mercado globalizado.

Networking Global

O intercâmbio permite que o estudante construa uma rede de contatos internacional. Colegas de classe, professores e até mesmo profissionais com quem o intercambista interage durante a experiência podem se tornar contatos importantes para sua carreira. Além disso, essa rede global abre portas para oportunidades de trabalho e colaboração em projetos internacionais no futuro.

Conhecimento Acadêmico e Multicultural

Estudar em uma instituição estrangeira permite ao estudante acessar diferentes perspectivas e metodologias de ensino. Essa troca de conhecimentos e práticas acadêmicas enriquece a formação do aluno, oferecendo novas maneiras de abordar problemas e explorar soluções. Além disso, o contato com diferentes culturas dentro do ambiente universitário estimula o pensamento crítico e a compreensão intercultural.

Oportunidades de Estágio e Emprego Internacional

Muitos programas de intercâmbio oferecem a possibilidade de estágio durante a experiência. Essa é uma chance única de vivenciar o mercado de trabalho em outro país, entender suas dinâmicas e, possivelmente, construir uma carreira internacional. Além disso, muitos estudantes encontram oportunidades de emprego no país de intercâmbio após o término da graduação.

Crescimento Pessoal e Profissional

O intercâmbio oferece uma oportunidade singular de crescimento, tanto pessoal quanto profissional. Ao enfrentar novos desafios, o estudante desenvolve competências essenciais para o sucesso no mercado de trabalho atual, como a capacidade de lidar com adversidades, a mentalidade aberta para inovações e a habilidade de trabalhar em ambientes multiculturais.

Aumento da Confiança e Autossuficiência

Durante o intercâmbio, o estudante precisa tomar decisões por conta própria e lidar com situações inesperadas, como problemas com moradia, transporte e até mesmo questões acadêmicas. Isso aumenta a autoconfiança e o senso de responsabilidade, habilidades essenciais em qualquer trajetória profissional.

Conclusão

Fazer intercâmbio durante a graduação é uma oportunidade única que proporciona uma combinação de aprendizado acadêmico, crescimento pessoal e desenvolvimento de habilidades profissionais. Além disso, abre portas para um mundo de possibilidades, tanto na vida profissional quanto na pessoal. Se você está considerando essa opção, é hora de começar a planejar sua jornada internacional!

Essa vivência não é apenas um investimento na sua carreira, mas uma experiência transformadora que vai moldar quem você é e quem você se tornará.

 

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Intercambio-durante-a-graduacao.png 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2024-10-03 10:00:462024-09-30 15:20:44Intercâmbio durante a graduação

As futuras tendências para estudar no exterior

1 de outubro de 2024/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar no exterior sempre foi um sonho para muitos estudantes, oferecendo a oportunidade de crescimento acadêmico, pessoal e cultural. Nos próximos anos, algumas tendências emergentes prometem transformar a forma como os estudantes planejam suas jornadas internacionais. Se você está considerando estudar fora do país, essas mudanças podem influenciar suas escolhas. Confira algumas das principais tendências para o futuro.

Expansão do Ensino Híbrido e Online

A pandemia de Covid-19 acelerou o desenvolvimento de programas híbridos e online. O que antes era uma solução temporária, agora se consolida como uma modalidade permanente em muitas instituições. Universidades renomadas estão oferecendo programas que permitem aos alunos iniciar seus estudos de forma remota e depois completar presencialmente. Isso reduz custos e permite maior flexibilidade, o que será cada vez mais comum nos próximos anos.

Sustentabilidade e Intercâmbios com Foco em Impacto Social

Com a crescente preocupação global com as mudanças climáticas e questões de justiça social, os programas de estudo no exterior estão incorporando essas temáticas em suas ofertas. Cada vez mais, os estudantes buscarão programas que ofereçam oportunidades de contribuir para projetos sustentáveis ou de impacto social em comunidades ao redor do mundo. O conceito de “turismo educacional responsável” está em ascensão, incentivando os estudantes a fazer escolhas que tenham um impacto positivo nas regiões que visitam.

Facilitação do Processo de Visto e Imigração

Governos de países como Canadá, Austrália e Reino Unido estão ajustando suas políticas de imigração para atrair talentos internacionais. Programas como o visto de trabalho pós-estudo e acordos de imigração simplificada são tendências que devem se expandir. Isso permite que estudantes permaneçam no país após a formatura e, eventualmente, se estabeleçam como residentes permanentes. Essa tendência atrai não só estudantes em busca de educação, mas também aqueles que visam carreiras internacionais.

Universidades Ampliando Bolsas e Suporte Financeiro

Com a maior competitividade entre universidades, especialmente nos Estados Unidos e na Europa, espera-se um aumento nas ofertas de bolsas de estudo para atrair os melhores talentos globais. Além de bolsas, haverá mais programas de apoio financeiro, como parcerias com bancos e empresas, oferecendo financiamento a longo prazo e mais acessível para estudantes internacionais. O foco será permitir que mais estudantes, independentemente de suas condições financeiras, tenham a oportunidade de estudar no exterior.

Foco em Áreas de Tecnologia e Inovação

A demanda por profissionais nas áreas de tecnologia, inteligência artificial, ciência de dados e sustentabilidade está em alta, e isso se reflete nas universidades. Programas de graduação e pós-graduação nessas áreas serão os mais procurados pelos estudantes internacionais. As instituições estão cada vez mais adaptando seus currículos para acompanhar a evolução tecnológica, e muitos países estão oferecendo incentivos para atrair estudantes especializados nessas áreas.

Diversificação dos Destinos

Tradicionalmente, os Estados Unidos, o Reino Unido, o Canadá e a Austrália sempre foram os destinos mais procurados. No entanto, nos próximos anos, outros países estão ganhando popularidade, como Alemanha, Holanda, Coreia do Sul e países escandinavos, que oferecem alta qualidade de ensino a um custo menor. Além disso, o fortalecimento de programas de ensino em inglês em países onde essa não é a língua oficial permitirá que mais estudantes explorem destinos menos convencionais.

Valorização de Soft Skills e Experiências Práticas

Além do conhecimento acadêmico, as universidades e empregadores estão valorizando cada vez mais as “soft skills” — habilidades interpessoais, como comunicação, trabalho em equipe e resolução de problemas. Programas de estudo que oferecem oportunidades de estágios, trabalho voluntário e projetos colaborativos serão cada vez mais procurados. A experiência prática se tornará um diferencial competitivo no mercado de trabalho global.

Personalização do Currículo Acadêmico

Com a crescente demanda por uma educação mais personalizada, universidades estão criando programas que permitem aos alunos maior liberdade para customizar seus currículos. O estudante pode escolher disciplinas e projetos que reflitam melhor seus interesses e aspirações profissionais, permitindo uma experiência de aprendizado mais alinhada com o que realmente querem alcançar.

Conclusão

O futuro dos estudos no exterior promete ser dinâmico e cheio de oportunidades, com mudanças que tornam essa experiência mais acessível, sustentável e personalizada. Para os futuros estudantes, estar atento a essas tendências pode fazer toda a diferença na hora de planejar a jornada acadêmica internacional. O importante é se preparar com antecedência e explorar todas as possibilidades que o mundo tem a oferecer.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2024/09/As-futuras-tendencias-para-estudar-no-exterior.png 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2024-10-01 10:00:002025-11-26 17:47:59As futuras tendências para estudar no exterior

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