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Como a Páscoa é comemorada fora do Brasil?

21 de abril de 2019/66 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Apesar de no Brasil a Páscoa ser caracterizada por muitos ovos de chocolate, em outros países como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido o costume é um pouco diferente.

Entender essas diferenças culturais antes de começar a faculdade no exterior é essencial para entender como cada um desses grandes momentos é celebrado em cada país.

Assim como também será importante vivenciar essas comemorações diferentes para adquirir bagagem cultural e conhecimento sobre outros costumes.

Acompanhe a leitura até o final para entender como a Páscoa funciona ao redor do mundo.  

Como é a Páscoa nos Estados Unidos?

Você sabia que o doce mais comum nos Estados Unidos para essa época é o marshmallow e não o chocolate? Os ovos utilizados na famosa “Easter Egg Hunt” são de verdade, cozidos e decorados ou de plástico.

Com esses ovos, a Casa Branca promove anualmente a “Egg Rolling Race”, brincadeira tradicional entre as crianças que consiste em uma corrida onde se devem rolar os ovos pela grama com uma colher.

Além da caça aos ovos, nos Estados Unidos a data é celebrada com desfiles, missas e peru assado para o almoço com família e amigos. Apesar de não ser feriado nacional, fique atento, pois alguns estabelecimentos não abrem no domingo de Páscoa.

 Como é a Páscoa no Reino Unido?

Além da Sexta-Feira Santa, no Reino Unido também se comemora a “Easter Monday”, prolongando o feriado até a segunda-feira após a Páscoa.

A “Easter Egg Hunt” também é famosa no Reino Unido. Promovida por prefeituras, chega a parar as cidades para a celebração. Além deste, ocorrem muitos outros eventos beneficentes pela região nessa data.

Se ao passar a Páscoa por lá você cruzar com pessoas fantasiadas de coelhos pela rua, não estranhe, faz parte do costume para a comemoração.

 Como é a Páscoa no Canadá?

A caça ao ovo também é a principal atração entre as crianças canadenses que saem pela cidade com suas cestas à procura de ovos nos mais diversos cantos das cidades.

Assim como no Reino Unido, no Canadá se celebra a “Good Friday” e a “Easter Monday”, feriado conhecido como “Long Weekend”.

As famílias aproveitam para se reunir, viajar e celebrar. Por isso é comum que o comércio não abra, principalmente no domingo.

Também é no Canadá, mais especificamente na cidade de Vegreville Pysanka, que fica a segunda maior escultura de ovo de Páscoa do mundo. Com 9 metros de altura, o monumento foi construído em 1975 com decoração ao estilo dos ovos Ucranianos.

E você, já passou a Páscoa em um país com um costume diferente do Brasil? A Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência necessária para que você vá fazer faculdade no exterior e celebrar uma Páscoa diferente.

Basta preencher o formulário abaixo para começarmos uma conversa para entender como podemos lhe ajudar.

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Estudar em Harvard: sim, é possível!

17 de abril de 2019/57 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Aluno dedicado na escola e motivado a estudar nos Estados Unidos pelos programas de TV e notícias que acompanhava, Pedro, aluno DpF, nem sonhava estudar em uma das maiores universidades do mundo: Harvard.

Admitido para Engenharia Biomédica em Harvard e em mais 5 universidades americanas, Pedro decidiu estudar fora do país após muitas pesquisas e com base em alguns dados:

“As melhores instituições de ensino e pesquisa do mundo estão no exterior e concentradas nos EUA. Se eu quisesse ter a melhor formação possível, teria que ir para lá. Além disso, o mercado americano de engenharia não é saturado, os EUA precisam de engenheiros para suprir as necessidades nacionais. Também sempre tive vontade de conhecer o mundo, mas não como turista, e sabia que isso não aconteceria se ficasse em um lugar só.”

Ainda assim, ele não acreditava ser possível estudar em Harvard e quase não se candidatou para a universidade.

“Meu sonho desde criança era o MIT, parecia que a maiores cabeças do mundo estavam lá. Mas também havia uma ‘expectativa’ em relação a Harvard, por ser a universidade de maior nome no mundo. Meus amigos brincavam que eu iria para Harvard, mas eu nunca dava muita bola. Na realidade, esta foi a última universidade que eu escolhi para aplicar, por incentivo do Felipe Fonseca. Parece ironia do destino, mas eu não poderia estar mais feliz. Hoje, acho que meu perfil realmente se encaixa melhor em Harvard.”

Apesar de não querer criar muita expectativa após o envio da candidatura, Pedro estava confiante, principalmente após os primeiros resultados que recebeu, de cinco respostas, todas tinham sido positivas.

Depois, no entanto, vieram 10 rejeições seguidas. “Quando abri o site de Harvard, já esperava ser rejeitado novamente e quando vi que havia sido aceito, não acreditei. Foi uma das melhores surpresas da minha vida. Depois que assimilei que havia mesmo passado, não consegui parar quieto por umas duas horas. Após essa notícia, só consegui dormir naquele dia às 6h da manhã.”

O resultado não poderia ser outro quando olhamos sua dedicação durante o colégio. Pedro não se acomodava e nem deixava de estudar o necessário, o que lhe garantiu notas altas, ponto que é muito levado em consideração pelas universidades na candidatura.

“No final do ensino médio meu coeficiente foi de 95%”- . Mas no meio da rotina de estudos também havia espaço para tempo livre, no qual ele se dedicava às atividades extracurriculares, como olimpíadas acadêmicas, dava aulas particulares, fazia viagens de cunho acadêmico e também ia para academia, praticava jiu-jitsu, karatê e muay thai.

Com a aproximação da 3ª série do Ensino Médio, e o acompanhamento da Daqui pra Fora, Pedro se dedicou às provas americanas e realizou seu estágio/voluntariado.

“A DPF me ajudou demais nesse processo. Principalmente na questão de cronograma e na parte burocrática, em um primeiro momento. Confesso que eu ficaria completamente perdido. Eu iniciei o ano já buscando fazer as provas o mais cedo possível, para tirar essa responsabilidade das minhas costas. Estudei por conta própria para algumas coisas e com um tutor para outras. Não me matava de estudar, mantinha meu tempo de lazer, mas garantia que estava aprendendo o suficiente. Depois que eu terminei as provas, o Felipe me indicou fazer algum estágio ou algo do tipo para provar minha aptidão em engenharia biomédica. Corri atrás e fiz, o que realmente enriqueceu e deu coesão para o meu currículo. Foi corrido e estressante, mas muito menos do que seria sem a Daqui pra Fora”.

Pedro embarca para essa nova etapa da jornada em agosto e está animado em poder extrair da experiência tudo o que conseguir: “o caminho que vou traçar lá dentro só o tempo dirá, mas tenho certeza que vou ter o total amparo para que seja o melhor possível para mim”.

Quando questionado sobre se há algum receio, Pedro menciona a distância da família e a preocupação com um clima diferente do Brasil –“já fiquei longe da minha família quando era mais novo, mas nunca por longos períodos. E o frio de Boston com o qual não estou acostumado. Mas acredito que consigo contornar tudo isso e ter uma experiência excepcional”.

Para quem ainda está pensando sobre a possibilidade de estudar no exterior ou já sonha com Harvard e outras grandes universidades, Pedro deixa uma dica:

“Não é porque uma faculdade possui nome ou excelência acadêmica que é a melhor escolha para você. Cada universidade tem um perfil individual e se não bater com o perfil do estudante, a chance de admissão diminui, e se for aceito sem ter certeza do que quer, a chance da experiência não ser boa é grande. E se as coisas não forem como o planejado, sempre é possível reavaliar e partir para o plano B. Muito sucesso para quem irá buscar esse caminho!”

Que sejam anos incríveis para sua formação, Pedro.

Parabéns de toda a equipe DpF pela conquista, temos certeza de seu sucesso!!!

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