Daqui pra Fora
  • Início
  • Nossos Alunos
  • Programas
  • Materiais
  • Eventos online
  • Blog
  • A Daqui pra Fora
  • Teste suas chances
  • Agenda uma consulta
  • Menu

University of Melbourne: a melhor universidade da Austrália

27 de março de 2021/em Austrália /por Daqui pra Fora

Saiba como é estudar na University of Melbourne, melhor universidade da Austrália, país com excelência acadêmica e uma das melhores qualidades de vida do mundo.

Considerada a melhor universidade da Austrália e a 37a do mundo, segundo o ranking da Times Higher Education (THE), a University of Melbourne tem atraído há décadas estudantes do mundo inteiro. Eles buscam unir excelência acadêmica, ótima qualidade de vida e muita diversidade cultural em um só lugar.

E é exatamente o que encontram em Melbourne e em outros pontos do país. Com o bônus de se deparar com belas paisagens por onde quer que forem.

Conheça a University of Melbourne

Segunda universidade mais antiga da Austrália e a mais antiga do Estado de Victoria, a University of Melbourne tem seu campus principal no subúrbio de Parkville, a 3 km do Central Business Disctrict de Melbourne. Há outros campus menores espalhados pelo Estado de Victoria.

Academicamente, a universidade é dividida em 10 faculdades, entre elas:

  • Arquitetura;
  • Business and Economics;
  • Educação;
  • Engenharia;
  • Fine Arts;
  • Direito;
  • Veterinária;
  • Agronomia.

Cada faculdade oferece vários cursos e 14 deles estão entre os 20 melhores do mundo em suas respectivas áreas, segundo o QS World University Rankings. A University of Melbourne é considerada ainda a 7a do mundo no QS Graduate Employability, o que a coloca entre as com melhor empregabilidade no mundo.

Com mais de 100 centros de pesquisa e institutos, a universidade dispõe ainda de um enorme sistema de biblioteca espalhado pelos campus. E conta ainda com vários museus e galerias para quem se interessa pelos mais diversos assuntos, como história médica, zoologia e arte contemporânea.

O modelo de ensino da University of Melboune é flexível e amplo. Eles acreditam que depois de formados, poucos permanecem no mesmo campo de trabalho. Por isso, priorizam que o aluno construa habilidades que permitam que ele se adapte com sucesso a qualquer mudança que vier lá na frente, já como profissional.

Mas a experiência de estudar na University of Melbourne não se restringe à excelência nas salas de aula, museus, bibliotecas e centros de estudos. Quase metade dos 50.094 estudantes (incluindo graduação e pós) são internacionais. O dia a dia acontece num verdadeiro caldeirão cultural, onde todos podem se misturar em inúmeras atividades.

Há mais de 200 clubs e societies (associações estudantis) para os mais variados gostos e interesses. De xadrez a Yoga e moda, muitos deles ainda podem estar relacionados a cursos ou disciplinas específicas.

Austrália: qualidade de vida e oportunidades

Estudar na University of Melbourne e na Austrália tem vantagens que vão além da rica experiência vivida dentro do campus. A primeira delas e que chama mais atenção especialmente dos brasileiros é a qualidade de vida nas principais cidades do país, incluindo, claro, Melbourne.

Melbourne já foi eleita várias vezes a melhor cidade do mundo para se viver. Diferentemente de Sydney, mais indicada para turismo, Melbourne foi de 2011 a 2017 a líder do ranking como “best livable cities in the world“.

E de lá para cá, continua sempre muito bem colocada. Os critérios que são levados em conta neste ranking incluem infraestrutura, educação, segurança, sistema de saúde e meio ambiente.

O clima em Melbourne é mais ameno que em outras regiões do país, mas esse acaba sendo um detalhe quando se enxerga tudo que a cidade oferece. O lugar é reconhecido como bike friendly e tem um sistema de transporte público eficiente e de muita qualidade. A cidade tem praias lindas e recebe eventos esportivos e culturais o ano todo, alguns voltados justamente para a população de fora do país.

Melbourne, na verdade, não foge muito ao que todo estudante encontra na Austrália em geral. As principais cidades oferecem ótima qualidade de vida e acolhem muito bem os estrangeiros. Por isso, as principais universidades australianas costumam estar entre as que mais recebem estrangeiros no mundo. Segundo o governo australiano, são cerca de 700 mil alunos internacionais espalhados pelo país.

Mas além disso, estudantes internacionais podem trabalhar meio período durante a faculdade na Austrália. Este é um fator que atrai muita gente, tanto pela possibilidade de ganhar experiência profissional como pela oportunidade de ter uma renda. E depois de formado, a chance de se inserir no mercado de trabalho e permanecer no país é muito boa.

Processo seletivo e custos

Como para qualquer universidade fora do Brasil, o primeiro passo para ir em busca de uma vaga é conhecer o caminho, ou seja, como funciona o processo seletivo.

Na Austrália, dois itens são fundamentais para ser aceito em uma universidade. Um é o histórico escolar do Ensino Médio, pelo qual as universidades avaliam o nível acadêmico dos candidatos.

O outro é o exame de proficiência em inglês (TOEFL ou IELTS), teste que as instituições utilizam para se certificarem de que o aluno conseguirá acompanhar as aulas.

Na Austrália, assim como no Reino Unido, o Ensino Médio tem um ano a mais. Assim, os alunos que vão para lá logo após terminarem o colégio geralmente precisam fazer o Foundation Year. O Foundation é uma espécie de básico, preparatório para a universidade, que costuma ajudar os alunos internacionais na adaptação.

Mas é possível não fazer o Foundation, mesmo nas principais universidades do país, como a University of Melbourne. Um bom resultado no SAT e ter diploma do IB (International Baccalaureate) são dois itens que podem fazer o aluno “pular” o Foundation.

O outro elemento que pode fazer o candidato não passar pelo Foundation Year é o personal statement. É uma redação de caráter pessoal, onde o aluno fala de si, de suas preferências, experiências, e mostra seu perfil para a universidade

Como se vê, não é um processo seletivo complicado, mas como todos, requer planejamento e uma boa preparação.

Mais um fator que ajuda a atrair estudantes do mundo todo para a Austrália é o custo. As tuitions (anuidades) vão de AUD $25 mil a AUD $45 mil. No caso da University of Melbourne, a melhor do país e uma das melhores do mundo, gira em torno de AUD $40 mil (ou perto de US $32 mil). O custo-benefício, portanto, é excelente.

Se você tem interesse em fazer faculdade na Austrália e quer uma equipe especializada para oferecer assistência durante todo o processo de application, preencha o formulário abaixo e vamos começar uma conversa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2021/03/University-of-Melbourne-na-Austrália.jpg 814 1200 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2021-03-27 10:30:462024-02-14 14:33:40University of Melbourne: a melhor universidade da Austrália

Como é estudar Artes na New York University

20 de março de 2021/em Cursos /por Daqui pra Fora

Saiba como buscar uma vaga e como é a vida de quem estuda arte na New York University, uma das mais prestigiadas e concorridas do mundo na área.

Para quem gosta de cinema, teatro, TV, música ou dança, viver em Nova York é mais ou menos como estar no Olimpo. Agora, imagine poder estudar aquilo que você ama neste verdadeiro epicentro mundial das artes e em uma das melhores universidades do mundo.

A New York University é uma das universidades mais procuradas por estudantes americanos e do mundo todo que buscam formação nas diversas áreas das artes.  Considerada a 26a  melhor universidade do planeta, de acordo com o ranking da Times Higher Education, a NYU tem mais de 25% dos cerca de 51 mil alunos vindos de fora dos Estados Unidos.

O campus principal fica no coração de Greenwich Village, um dos bairros mais agitados e importantes, culturalmente falando, da ilha de Manhattan, próximo ao Washington Square Park.

Tisch, a escola de artes da New York University

É nesse ambiente inspirador que fica a Tisch School of Arts, prestigiada escola de artes da NYU. Por lá passaram estrelas da música, da TV e do cinema como Lady Gaga, Adam Sandler, Angelina Jolie, Morgan Freeman, Kristen Bell e Spike Lee. Ex- alunos da Tisch já conquistaram um total de 30 Oscars.

São mais de 35 mil ex-alunos espalhados pelo mundo. Atores, produtores, cenógrafos, figurinistas, coreógrafos, roteiristas, músicos, já receberam incontáveis prêmios de reconhecimento pelo trabalho, como Globo de Ouro, Emmy, Grammy,Tony Award, entre outros.

A Tisch abriga três institutos importantes:

  • Institute of Performing Arts;
  • Maurice Kanbar Institute of Film & Television;
  • Institute of Emerging Media.

A excelência está comprovadamente presente em cada um dos cursos da graduação.

O aluno pode escolher entre teatro, dança, cinema, música, fotografia, televisão, mídias interativas, mídias colaborativas, design para filmes e palco, game design e estudo da performance.

A proximidade com os mais diversos teatros (Broadway e off-Broadway), estúdios, salas de cinema e galerias traz, além de um aprendizado quase orgânico, importantes oportunidades de aprendizado e, inclusive, de estágio.

A excelência no ensino, a localização privilegiada, a potentíssima networking que oferece são alguns dos fatores que atraem a enorme procura por uma vaga na Tisch School of Arts da New York University. Por isso, a seleção é rigorosa, mas uma boa preparação, com organização, planejamento e foco tornam este objetivo totalmente possível.

A prova disso é a trajetória da Giovanna Dalla Vacchia, ex-aluna Daqui pra Fora, que hoje cursa Teatro (Drama) na New York University. Giovanna já teve aula com uma professora que ensinou para Marlon Brando e foi coach de Meryl Streep, por exemplo. A seguir você vai conhecer um pouco do que ela fez antes de ir e como está sendo a sua experiência na universidade.

Preparação e processo seletivo

Giovanna estudou na Escola Americana de Campinas e, aconselhada pela mãe para tentar driblar a timidez, fez parte do club de Drama (teatro) desde os 8 anos. O tempo foi passando e aos 15 ela decidiu que essa era a carreira que gostaria de seguir.

Apesar de a escola dela ter suporte para quem aplica no exterior, Giovanna buscou a orientação da DpF que, entre outros aspectos, auxiliou na seleção das universidades. “É fundamental ter as sugestões, mas você tem que se colocar diante daquilo que é sugerido. O plano era eu aplicar para 12 faculdades e eu acabei optando por 6 ou 8”.

Na NYU Giovanna optou pelo Early Decision, o tipo de application com resultado antecipado, em que o candidato se compromete a estudar lá caso seja aceito. E foi o que aconteceu.

Antes de começar o senior year no colégio, Giovanna foi para Nova York conhecer a NYU. Isso ajudou muito na sua escolha. No tour que fez pela universidade, ela conheceu as instalações e principalmente os métodos de ensino aplicados.

“Quando eu fiz o tour eu me vi estudando lá. Lembro que falei para minha mãe: ‘mãe, é aqui!'”. Outro fator que ajudou na decisão foi a possibilidade de fazer um semestre de intercâmbio em outro país, especificamente na Inglaterra.

Além de todo o processo do Common Application, a NYU pede uma redação específica com o tema “Por que você quer a NYU?. A dica da Giovanna é “nunca escreva que é porque você quer morar em Nova York. “Na visão deles, isso significa que você pode querer qualquer universidade em Nova York”.

Para quem não pode fazer o tour antes, Giovanna aconselha: “Vá no site, veja tudo que chama sua atenção na NYU e passe para eles também o que você pode trazer para essa faculdade”.

Como aplicar para Artes na New York University?

Os candidatos que aplicam para a Tisch School of Arts na New York University passam por outras etapas específicas, que avaliam a história e o potencial de cada um na sua área específica. Portfolio, vídeo, entrevista e audições podem fazer parte do processo, dependendo da área de interesse.

Neste vídeo, damos dicas imperdíveis de como criar um portfólio completo e convincente: 

Para o curso de Teatro, especificamente, Giovanna explica que o candidato faz 2 monólogos contemporâneos contrastantes, comédia e drama, interpretando personagens da sua idade. “Eu gravei os monólogos e fiz upload no site, em audição”, lembra. Depois ela passou por uma entrevista, onde apresentou novamente (ao vivo) o seu monólogo via Zoom e respondeu às perguntas do professor.

“Nesta etapa na NYU eles focam muito mais no seu potencial do que naquilo que você está mostrando naquele momento. E usam o conteúdo das suas respostas para, se aprovado, eles te colocarem no estúdio certo, onde você se encaixa, onde eles sabem que você será desafiado e poderá brilhar”, conta Giovanna.

“A Daqui pra Fora me ajudou demais na gravação dos meus monólogos, dando dicas sobre a gravação, entrando em contato com o fotógrafo, me dando opções de estúdio e com quem gravar”.

Ainda para o Teatro, o candidato deve enviar um creative resumé (uma espécie de currículo com os papéis que você já fez) e uma foto headshot. No caso da Giovanna, o fotógrafo que fez o filme fez também esta foto, que ela usa até hoje como identificação na faculdade.

Para quem está aplicando para cursos que demandam audição, algumas orientações específicas na hora de produzir o vídeo são muito importantes. “Sem esse suporte, inclusive no momento da gravação, eu não teria conseguido. Fez toda a diferença no meu processo de seleção, me deu muita tranquilidade. Na verdade, para mim e para minha mãe, que sempre esteve ao meu lado. Sou muito grata por isso”, diz.

Como funciona o currículo na Tisch

Apesar de os dois primeiros anos em muitas universidades nos Estados Unidos serem mais abertos, com uma grade curricular bem flexível, a experiência da Giovanna na Tisch não foi bem assim. Três vezes por semana, desde o início do curso ela tinha estúdio, durante o dia todo, manhã e tarde. “O foco é na técnica, na voz, de movimento, que são a base, o que eles acham mais importante, ela explica.

Além do estúdio, no primeiro ano o schedulle é praticamente fechado. Mas há vários requirements exigidos durante todo o curso que o aluno escolhe as disciplinas da sua preferência, como de Ciências, Liberal Arts e Humanas. O aluno pode fazer as disciplinas de Psicologia, História da Arte, Antropologia, Sociologia, entre dezenas de opções.

“Na NYU eles incentivam o aluno a explorar os campos que você gosta. É aberto, mas no teatro eles partem do princípio que é isso que você quer fazer. Há uma abertura, mas você pode direcionar para o seu campo específico. Posso fazer um minor, por exemplo, em Business Teatral, que está diretamente ligado ao meu curso e vai me ensinar a manejar minha carreira”, conta Giovanna.

Mas caso o estudante perceba que não é isto que realmente quer, ele pode trocar de major e ir para outra área dentro da própria Tisch.

Vida além da sala de aula

A convivência com alunos de toda a universidade, de diferentes cursos, é intensa desde o primeiro ano. Os dorms no primeiro ano são garantidos para todos, especialmente para os alunos internacionais. São 4 alunos no mesmo quarto e você não escolhe com quem vai ficar.

“A ideia é que o aluno conheça e conviva com pessoas diferentes, de outros cursos e com interesses diferentes”, explica. Giovanna. “As minhas roommates eram de Psicologia, Social Work e Educação Musical, foi muito bom”.

A NYU tem ainda centenas de clubs (organizações estudantis), uma Brasa (club de brasileiros), e todo aluno, se tiver tempo, pode se envolver em praticamente qualquer um deles.

Na New York University, como o campus se mistura com as ruas, os alunos vivem muito a cidade. A interação é um pouco diferente da que acontece nos campos tradicionais, mas também acontece e é intensa.

Além disso, estar em Nova York, para alguém dessa área é viver em um mundo de oportunidades. “A cidade respira arte, ela está em todos os cantos, e a gente tem acesso a tudo isso. Pra mim, é o mais tocante de estar aqui”, conta.

Se interessou pela Tisch e pela vida acadêmica na NYU? Então conheça nossos programas e saiba como podemos ajudar você a realizar esse sonho.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Como-é-estudar-Arte-na-New-York-University.jpg 1000 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2021-03-20 10:30:202023-11-28 09:40:11Como é estudar Artes na New York University

Duolingo Test: veja como funciona o teste

5 de março de 2021/em Sem categoria /por Daqui pra Fora

O mais novo teste de proficiência em inglês, o Duolingo, vem crescendo e ganhando espaço nas universidades. Saiba tudo sobre ele e veja se vale a pena fazer. 

Para fazer faculdade em qualquer lugar do mundo onde o curso é ministrado em inglês, estudantes brasileiros precisam fazer uma prova de proficiência na língua, como é o caso do Duolingo Test.

As universidades usam este instrumento para se certificar que o candidato tem capacidade de acompanhar as aulas e de interagir com professores e colegas dentro e fora das salas de aula.

Há alguns testes muito conhecidos de proficiência em inglês, como o TOEFL, amplamente aceito em todo o mundo, e o IELTS, mais tradicional no Reino Unido, mas também bastante aceito em inúmeras instituições ao redor do planeta.

O Duolingo English Test (DET) é um teste de proficiência em inglês criado recentemente pelo aplicativo Duolingo. O mesmo aplicativo que desde 2013 é amplamente utilizado gratuitamente mundo afora para aprendizado de idiomas lançou este teste de proficiência e conhecimento.

Mesmo sendo muito recente, o Duolingo vem crescendo, principalmente após o início da pandemia e é cada vez mais aceito por universidades no mundo todo.

Como funciona o Duolingo English Test

Diferentemente do TOEFL e do IELTS, que passaram a ter testes que podem ser feitos em casa após o início da pandemia, o DET já nasceu online e feito de casa, ainda antes da chegada do Coronavírus. E ele tem uma estrutura bem diferente da dos seus “concorrentes” mais tradicionais.

Primeiro, é um teste mais simples. Você não vai se deparar com aquelas seções fixas mais convencionais Writing, Listening, Reading e Speaking.

As perguntas do Duolingo são transversais e avaliam ao mesmo tempo várias habilidades: Literacy (habilidade de ler e escrever), Comprehension (ler e escutar), Conversation (ouvir e falar) e Production (falar e escrever).

Elas seguem o modelo do próprio aplicativo. Pode ser uma pergunta onde você lê o enunciado e deve responder falando, ou ouvir e ter que responder por escrito, ler e falar, escutar e escrever, ou ainda descrever uma imagem.

Outra diferença é que o teste é adaptativo, ou seja, o nível do teste vai se adaptando ao conhecimento que o aluno apresenta durante a própria prova.

Quanto melhor o seu desempenho, mais difíceis as questões vão ficando. A ideia é que a prova atinja o nível do candidato e que, assim, ele possa ser avaliado de forma mais precisa.

A duração também não é igual a dos outros testes de proficiência, que levam cerca de 3 horas. O DET não chega a 1 hora. São basicamente 45 minutos divididos em três partes.

Estrutura e pontuação do Duolingo

A primeira parte da prova, o Quick Setup, dura 10 minutos e não é avaliada, ou seja, não tem nota. É apenas uma introdução às regras e procedimentos do teste.

Em seguida, por 25 minutos, o candidato responde às questões adaptativas. Nesta parte está o grande volume do teste, onde todas as habilidades são avaliadas.

A ordem das questões é aleatória. Apenas as duas últimas perguntas são padrão: em uma delas o aluno deve escrever um pequeno texto com 50 a 100 palavras e na outra ele deve responder falando por 30 a 90 segundos.

A terceira parte é a Video Interview & Writing Sample. Nela o candidato responde a duas questões abertas e dissertativas. Nas duas, o candidato escolhe um entre dois temas propostos (diferentes para cada questão).

Na primeira ele deve falar por 3 a 5 minutos sobre o tema que escolheu. E na segunda, deve escrever por 3 a 5 minutos a respeito do outro tema escolhido. Em cada uma, o aluno tem 30 segundos para planejar sua resposta.

Para esta etapa não é atribuída nota, porém as respostas são enviadas para as universidades onde o aluno estiver aplicando.

Pontuação e regras

A escala de pontuação do Duolingo English Test vai de 10 a 160 pontos e o score aumenta de 5 em 5 pontos. Os resultados incluem a pontuação geral e a pontuação por habilidade.

A pontuação geral não é uma média exata do resultado de cada habilidade. As 5 pontuações (a das 4 habilidades e a geral) são calculadas independentemente e correspondem a combinações ponderadas das questões, de acordo com a importância de cada uma delas.

De acordo com o resultado, o aluno entra em uma determinada faixa de pontuação. Elas vão de 10 a 55 pontos, de 60 a 85, 90 a 115, 120 a 160.

Na faixa mais baixa (10 – 55 pontos), por exemplo, o aluno é classificado como “capaz de entender palavras e expressões básicas e se expressar em contextos familiares”. Na mais alta (120 – 160), o aluno é “capaz de usar o idioma de forma eficaz e flexível para a maioria dos propósitos sociais, acadêmicos e profissionais.

Como o teste pode ser feito em casa, regras rígidas de segurança precisam ser seguidas.

O candidato precisa estar sozinho, em ambiente silencioso e bem iluminado. Precisa estar com os ouvidos à mostra (não cobertos pelo cabelo), não pode usar óculos escuros nem fone de ouvido. Também não pode ter material para fazer anotações.

Algumas exigências podem parecer irrelevantes, mas dão credibilidade ao exame junto às universidades.

O computador deve ter câmera, alto-falante, microfone e conexão de internet estável. O aluno precisa ter em mãos passaporte ou outro documento oficial com foto. O teste é gravado do início ao fim.

O resultado sai em 48 horas. E o aluno pode refazer o teste quantas vezes quiser, desde que não o faça mais de 2 vezes no período de 30 dias. O valor do teste é U$ 49,00.

Onde o Duolingo é aceito

O Duolingo cresceu e vem sendo cada vez mais aceito pelas universidades em diversos países. Já faz parte do processo seletivo de mais de 1.500 instituições, incluindo 1.028 nos Estados Unidos, 167 no Canadá, 28 na Austrália e 2 na Holanda.

Nos Estados Unidos, algumas das mais importantes universidades, como Yale, Columbia, Duke e UCLA, já aceitam o Duolingo. No Canadá, a University of British Columbia e a University of Toronto, algumas das mais prestigiadas do país e do mundo, também aceitam.

No caso do Reino Unido, o IELTS é exigido para se obter o visto, então ele é mais recomendado.

Apesar de o DET estar sendo cada vez mais difundido, muitas universidades ainda não o aceitam. Por isso, é fundamental checar nas universidades onde você pretende aplicar se o Duolingo é suficiente para você ser admitido.

Quer mais informações sobre o DET e demais testes de proficiência em inglês? Fale com um dos nossos especialistas. Basta preencher o formulário abaixo.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Duolingo.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2021-03-05 16:02:582023-12-18 22:05:50Duolingo Test: veja como funciona o teste

Próximos eventos

  • Como selecionar as universidades mais adequadas para o seu perfil?16 de setembro de 2020 - 14:24

    Construa uma lista estratégica além de rankings e que reflita o seu verdadeiro potencial.

  • Formação internacional: planejamento, preparação e bolsas de estudo1 de setembro de 2020 - 15:41

    Entenda como funciona a consultoria e o planejamento estratégico para estudar no exterior.

Ver todos

Rua Tabapuã, 82. 4º andar
Itaim Bibi – São Paulo

(11) 3049-0400
contato@daquiprafora.com.br
Política de privacidade

 

Assine nossa newsletter

 

Scroll to top