A vida de pai e mãe reserva alguns fatos inevitáveis.
Um deles é este: um dia, os filhos crescem, aprendem a bater asas, ensaiam pequenos voos rasantes, levam alguns tombos, tentam de novo, até que, finalmente, no rastro de uma corrente favorável sentem-se seguros para empreender voos mais longos, e voam como águias de olhar penetrante, símbolo de força, coragem, e visão.
Tão certo como o sol se levanta, um dia, os filhos voam.
E é bom que voem mesmo.
A liberdade recém conquistada simboliza um atestado de independência emocional e financeira, e a certeza de que pai e mãe desenvolveram um padrão de amor eficaz na educação: deram-lhes raízes e asas.
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Preparar um filho para seguir o curso individual sem perder as suas raízes, e sem lhe cortar as asas, é a grande missão que todo pai e toda mãe deve treinar desde as primeiras fases.
Esse aprendizado inicia quando o pequeno começa a engatinhar. No esforço de jogar o quadril para frente, a fim de buscar alguma recompensa, o bebê não pode ser ajudado, apenas observado.
O aprendizado continua quando ele, finalmente, se levanta, ainda hesitante, e ensaia os primeiros passos.
Correr em sua direção a cada tentativa frustrada, pode evitar alguns tombos, mas também impede o desenvolvimento mais rápido da aquisição motora. O tombo faz parte, e por mais que doa assistir à queda, é necessário oferecer apenas a mão que ampara, e não o colo que tolhe.
Caindo, é imperativo ajudá-lo a levantar-se, e encorajá-lo a tentar de novo.
Vale para toda a vida. Faz parte do processo.
Criando raízes e asas
Oferecer raízes e asas é um duro e necessário aprendizado, um desprendimento que pode trazer muitas preocupações e muitas negociações internas, sobretudo nesses tempos em que o mundo parece ser um lugar demasiadamente hostil.
A maioria de nós sabe disso, faz tudo certinho, sofre as agruras da espera, não dorme sem ouvir o portão da garagem, se angustia com alguma eventual demora, luta para não telefonar ao primeiro atraso, consulta o relógio a todo tempo, permite saídas noturnas que significam noites insones, aguenta firme as próprias angústias e medos, ora sem cessar, experimenta a impotência da entrega, possibilita que os limites sejam amplificados em círculos concêntricos cada vez maiores, e faz tudo isso porque reconhece que ainda que o filho seja o risco de um amor irremediável, um cristal que a qualquer momento pode se quebrar,- posto que mortal, – não há outro jeito: é isso ou isso!
São as regras do jogo: para o filho vencer, precisa jogar, e se ele ganhar, vivemos com ele, e se ele perder, morremos com ele.
Um filho morre e a paternidade não acaba. Do outro lado da vida o amor irremediável o acompanha.
Felizmente, nem tudo são tragédias.
Quando o jovem finalmente vence todos os perigos reais e imaginários, próprios da juventude, que estatisticamente é a mais perigosa das fases, vem a hora de “decolar ponto com” e ainda que voe em céus de brigadeiro, tempestades nos ameaçam, agora sob o formato da Síndrome do ninho vazio.
A síndrome do ninho vazio é um conjunto de sintomas que envolve sensação de perda, de frustração, de inutilidade, acompanhada de sentimentos de desvalia. O processo parece ser mais doloroso para a mãe do que para o pai, mas em certa medida os dois sofrem dessa síndrome. Apenas que um fala, e o outro cala.
E qual é a solução para amenizar a síndrome do ninho vazio?
A solução é viver a própria vida, e não a vida dos filhos. Desde o início, em todo o tempo, até a morte, para sempre, amém!
Cada pessoa deve se localizar dentro dos seus dias, dos seus interesses, das suas esperanças, ou das suas desesperanças, mesmo que isso signifique alguma dose de solidão necessária.
A individualidade é um bem muito precioso que precisa ser respeitado, e é também a única forma de perceber-se no universo como parte de um todo distinto de si, e ao mesmo tempo, um complemento de si.
O padrão de amor dependente, típico de pais e mães devotados, daqueles que passam a vida sem trancar a porta do quarto do casal, e sem permitir que os demais membros da família o façam, aniquilam a expressão pessoal, frustrando todos os envolvidos.
Relacionamentos interpessoais possessivos acabam evoluindo para o risco do “tudo junto e misturado,” tão nocivo para as constelações familiares.
Nunca é tarde para romper com esse padrão.
O sentimento de posse do filho
Há outra atitude muito inconveniente nestes tempos de amores compartilhados pelas redes sociais: exibir a posse do filho.
Parece que basta a “criança” mostrar que cresceu, que prosperou, que viajou, que se destacou, para a mamãe postar um recado subliminar que reforça a posse, no meio de amigos e colegas de trabalho.
Não recomendo! Pode não ser explicitado o desagrado, mas vai por mim: seu filho não gosta, ele ficará constrangido com um comentário melado do tipo “hashtag filhinho amor da minha vida”, enquanto pessoa pública que exerce um cargo empresarial, e uma carreira corporativa.
A exibição do amor devotado tem hora e lugar para se manifestar, sempre de maneira privada. Na arte de bem viver, o bom senso para amar, e o lugar adequado para expressar o amor, é a medida perfeita.
Na dúvida, siga esta máxima que, com todo o respeito, emprestei das Sagradas Escrituras: É necessário que seu filho(a) cresça e que você diminua.
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Mercado de trabalho: o diferencial atual
/114 Comentários/em Carreira /por Daqui pra ForaHá algum tempo postamos em nosso blog a matéria Desenvolvendo as Soft Skills.
Gostaríamos de complementar esse nosso post com uma matéria que saiu na revista Exame, intitulada Dá para melhorar?.
Nessa matéria, profissionais e empresas consagradas na área de recursos humanos reforçam a importância das habilidades comportamentais, também conhecidas como soft skills, na formação de um profissional.
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Como se desenvolver para o mercado de trabalho
A Daqui pra Fora é uma empresa que acredita na graduação no exterior não somente porque as melhores universidades do mundo estão lá fora, mas, principalmente, porque os jovens são constantemente expostos a situações que os fazem desenvolver justamente esse lado social e emocional.
A falta dessas habilidades está sendo o principal motivo para a eliminação de candidatos no processo seletivo das empresas, independente do “nome” ou “ranking” da universidade em que o candidato se formou.
Nem mesmo o fato de falar inglês fluente está sendo hoje garantia de contratação. No entanto, se o candidato demostrar capacidade de raciocínio lógico, análise e resolução de problemas, visão sistêmica, junto com fatores comportamentais (sendo resiliência e capacidade de argumentação os principais aliados atualmente), a probabilidade dele ser contratado torna-se muito maior.
Contudo, mesmo com as pesquisas comprovando cada dia mais a crescente valorização das soft skills pelo mercado de trabalho, estudos demonstram que aproximadamente 70% dos jovens ainda acreditam que serão bem sucedidos no trabalho independente das suas competências sociais e emocionais, e que se formar em uma universidade consagrada lhes garantirá um diferencial automático.
Porém, a maioria das grades curriculares de faculdades brasileiras e estrangeiras focam quase que exclusivamente em atributos técnicos, ficando a cargo do estudante buscar maneiras de se desenvolver emocional e socialmente.
Por isso, a nossa equipe está sempre enfatizando o envolvimento em atividades extracurriculares não só na preparação para admissão em faculdades estrangeiras, como também para a preparação para o ingresso no mercado de trabalho.
Equipe de Apoio e Desenvolvimento (DAD).
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MIT – 50 things
/43 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaSe você pretende entrar em uma universidade americana ou canadense em breve, se já está atualmente na faculdade ou se você já é formado, ceda alguns minutos de seu tempo para ler esse texto.
Escrito para os calouros da MIT (Massachusetts Institute of Technology), esse texto revela 50 fatos que todo aluno irá vivenciar, em menor ou maior grau, em sua nova jornada estudando no exterior. Não tem como se identificar com cada um dos itens, que servem como um verdadeiro guia para aqueles que irão viver os próximos quatro melhores anos de suas vidas.
Boa leitura!
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50 Things (texto adaptado por Rafael Bento)
Caros novos alunos,
Como vocês em breve iniciarão suas experiências na faculdade, pensei em repassar a vocês algumas coisas que, em retrospecto, acredito serem muito importantes para sua experiência nos próximos quatro anos. Eu espero que algumas delas sejam úteis.
Seja você mesmo. Crie. Inspire, e seja inspirado. Cresça. Ria. Aprenda. Ame.
Seja bem-vindo a alguns dos melhores anos de sua vida.
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10 curiosidades sobre Harvard, a universidade mais famosa do mundo!
/305 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaA universidade de Harvard é uma das mais prestigiadas e famosas instituições de ensino superior de todo o mundo!
Fundada em 1636 pela Assembleia Estadual de Massachusetts e logo depois nomeada em homenagem a John Harvard, seu primeiro benfeitor, Harvard é a mais antiga instituição de ensino superior dos Estados Unidos. A universidade é uma das mais concorridas de todo o mundo atualmente: em 2016, somente 5,4% dos estudantes que se candidataram para Harvard foram aprovados.
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Harvard é uma figura emblemática, sinônimo de história, tradição e excelência acadêmica. Por consequência, é presença constante em livros, no cinema e na televisão e, principalmente, no imaginário popular.
Preparamos um infográfico com 10 curiosidades imperdíveis sobre a universidade mais famosa do mundo! Conheça mais sobre Harvard abaixo!
[pdf-embedder url=”http://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Fun-Facts-Harvard-3.pdf” title=”Fun Facts Harvard (3)”]
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Revalidação de Diploma nos Estados Unidos
/65 Comentários/em Carreira /por Daqui pra ForaMuitos alunos que pensam em fazer uma faculdade nos Estados Unidos, Canadá ou Reino Unido ou atualmente estão estudando lá tem dúvidas de como revalidar seu diploma ao retornar para o Brasil.
A revalidação de diploma é um processo que avalia o seu diploma obtido no exterior, para saber se ele possui a equivalência necessária com o mesmo curso oferecido no Brasil. A partir da aprovação no processo de revalidação ou reconhecimento, o diploma poderá ser declarado equivalente aos concedidos no Brasil e terá validade nacional.
Para isso, o recém formado deverá procurar uma universidade pública (federal, estadual ou municipal) e dar entrada no procedimento. Será necessário que no mínimo 70% da grade de aulas que o aluno fez nos Estados Unidos seja equivalente às aulas da instituição brasileira escolhida pelo aluno. Em caso do aluno não ter o mínimo de 70% de equivalência, será pedido que o mesmo curse algumas matérias em alguma instituição brasileira, para que essa porcentagem seja atingida.
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Veja abaixo como funciona o processo de revalidação de diploma:
Algumas áreas, como administração e marketing, são mais flexíveis com relação a validação de diploma (principalmente empresas multinacionais), mas áreas como educação física e engenharia, o diplomado não poderá exercer sua profissão no Brasil enquanto não tiver seu diploma revalidado.
Felizmente, novas políticas passaram a entrar em vigor desde agosto de 2016, agilizando o processo de revalidação. O prazo para a validação e o reconhecimento dos diplomas será de, no máximo, 180 dias. Antes, havia casos de o trâmite se estender por até três anos.
Para mais informações sobre o processo de revalidação de diploma, o MEC criou um portal especial sobre o assunto. Clique aqui para acessar.
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Diferenças das universidades do Brasil, Estados Unidos e Canadá
/63 Comentários/em Canadá, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaPara a grande maioria dos brasileiros, o sistema de ensino superior dos Estados Unidos e Canadá ainda é uma grande incógnita. Obviamente, muita gente conhece universidades famosas como Harvard e Stanford, presentes em livros, filmes e seriados.
Contudo, há mais de 4500 instituições de ensino superior somente nos Estados Unidos, e o brasileiro pouco sabe o que uma universidade no exterior pode oferecer, quando comparada a uma universidade brasileira.
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Diferença das universidades no Brasil, Estados Unidos e Canadá
É inegável que o Brasil possui boas universidades, que oferecem um ensino de qualidade, tanto públicas quanto particulares.
Contudo, as universidades dos Estados Unidos e Canada estão em um contexto diferente das universidades brasileiras: a metodologia de ensino, o investimento, a valorização da educação, a estrutura das instituições e o nível das universidades estão em diferentes patamares.
Portanto, como entender quais são as principais diferenças entre uma universidade dos Estados Unidos e Canadá e uma universidade do Brasil?
A primeira delas está na qualidade do ensino. Se utilizarmos o prestigiado ranking Times Higher Education de 2023 como referência, das 50 melhores universidades do mundo, 29 estão localizadas nos Estados Unidos ou Canadá.
A universidade brasileira mais bem colocada no ranking é a USP, que foi rankeada entre o 251º e 300º lugar! Mesmo oferecendo uma educação de qualidade, as universidades do Brasil ainda estão muito abaixo das universidades dos Estados Unidos e Canadá.
Estrutura das universidades nos Estados Unidos e Canadá
A estrutura das universidades americanas e canadenses também é bem diferente das universidades brasileiras. Os Estados Unidos e Canadá possuem alguns dos mais belos e bem equipados campi do mundo, e há universidades que possuem um número superior a 40.000 estudantes somente da graduação.
Outro ponto interessante é a flexibilidade que o sistema educacional dos Estados Unidos oferece. Os americanos entendem que escolher o curso em que o estudante irá se formar e trabalhar durante praticamente toda a vida é algo que pode causar confusão e até mesmo frustração em um jovem de 17/18 anos.
Portanto, nos Estados Unidos, os alunos não precisam iniciar seus estudos na universidade com o curso já escolhido*, tendo até dois anos para tomar essa decisão.
Durante esses dois anos, grande parte de sua grade curricular será composta por aulas que os americanos consideram essenciais não importa a profissão a ser exercida no futuro, como por exemplo redação, oratória e matemática.
Além disso, os alunos podem optar por aulas que não necessariamente têm alguma relação entre si, podendo ter contato com diferentes tipos de conhecimento que podem ajudá-lo no desenvolvimento de novas habilidades ou na escolha de seu curso.
Vantagens das universidades nos Estados Unidos e Canadá
Entretanto, a principal diferença entre uma universidade dos Estados Unidos ou Canadá e uma universidade brasileira é a grande oportunidade de crescimento pessoal que um estudante irá ter ao estudar fora do Brasil.
O modelo educacional proposto pelos Estados Unidos e Canadá não enxerga na universidade um lugar em que os alunos receberão apenas conhecimento acadêmico. Tanto é que no processo seletivo, o candidato é avaliado levando em consideração diversos fatores, não somente suas notas nos testes.
Nas universidades dos Estados Unidos e Canadá, o grande aprendizado está no que o aluno aprende fora da sala de aula:
Veja abaixo alguns exemplos de experiências e vantagens vivenciadas por estudantes de universidades dos Estados Unidos e Canadá:
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Tão certo quanto o sol se levanta, um dia os filhos voam
/61 Comentários/em Depoimentos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaA vida de pai e mãe reserva alguns fatos inevitáveis.
Um deles é este: um dia, os filhos crescem, aprendem a bater asas, ensaiam pequenos voos rasantes, levam alguns tombos, tentam de novo, até que, finalmente, no rastro de uma corrente favorável sentem-se seguros para empreender voos mais longos, e voam como águias de olhar penetrante, símbolo de força, coragem, e visão.
Tão certo como o sol se levanta, um dia, os filhos voam.
E é bom que voem mesmo.
A liberdade recém conquistada simboliza um atestado de independência emocional e financeira, e a certeza de que pai e mãe desenvolveram um padrão de amor eficaz na educação: deram-lhes raízes e asas.
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Preparar um filho para seguir o curso individual sem perder as suas raízes, e sem lhe cortar as asas, é a grande missão que todo pai e toda mãe deve treinar desde as primeiras fases.
Esse aprendizado inicia quando o pequeno começa a engatinhar. No esforço de jogar o quadril para frente, a fim de buscar alguma recompensa, o bebê não pode ser ajudado, apenas observado.
O aprendizado continua quando ele, finalmente, se levanta, ainda hesitante, e ensaia os primeiros passos.
Correr em sua direção a cada tentativa frustrada, pode evitar alguns tombos, mas também impede o desenvolvimento mais rápido da aquisição motora. O tombo faz parte, e por mais que doa assistir à queda, é necessário oferecer apenas a mão que ampara, e não o colo que tolhe.
Caindo, é imperativo ajudá-lo a levantar-se, e encorajá-lo a tentar de novo.
Vale para toda a vida. Faz parte do processo.
Criando raízes e asas
Oferecer raízes e asas é um duro e necessário aprendizado, um desprendimento que pode trazer muitas preocupações e muitas negociações internas, sobretudo nesses tempos em que o mundo parece ser um lugar demasiadamente hostil.
A maioria de nós sabe disso, faz tudo certinho, sofre as agruras da espera, não dorme sem ouvir o portão da garagem, se angustia com alguma eventual demora, luta para não telefonar ao primeiro atraso, consulta o relógio a todo tempo, permite saídas noturnas que significam noites insones, aguenta firme as próprias angústias e medos, ora sem cessar, experimenta a impotência da entrega, possibilita que os limites sejam amplificados em círculos concêntricos cada vez maiores, e faz tudo isso porque reconhece que ainda que o filho seja o risco de um amor irremediável, um cristal que a qualquer momento pode se quebrar,- posto que mortal, – não há outro jeito: é isso ou isso!
São as regras do jogo: para o filho vencer, precisa jogar, e se ele ganhar, vivemos com ele, e se ele perder, morremos com ele.
Um filho morre e a paternidade não acaba. Do outro lado da vida o amor irremediável o acompanha.
Felizmente, nem tudo são tragédias.
Quando o jovem finalmente vence todos os perigos reais e imaginários, próprios da juventude, que estatisticamente é a mais perigosa das fases, vem a hora de “decolar ponto com” e ainda que voe em céus de brigadeiro, tempestades nos ameaçam, agora sob o formato da Síndrome do ninho vazio.
A síndrome do ninho vazio é um conjunto de sintomas que envolve sensação de perda, de frustração, de inutilidade, acompanhada de sentimentos de desvalia. O processo parece ser mais doloroso para a mãe do que para o pai, mas em certa medida os dois sofrem dessa síndrome. Apenas que um fala, e o outro cala.
E qual é a solução para amenizar a síndrome do ninho vazio?
A solução é viver a própria vida, e não a vida dos filhos. Desde o início, em todo o tempo, até a morte, para sempre, amém!
Cada pessoa deve se localizar dentro dos seus dias, dos seus interesses, das suas esperanças, ou das suas desesperanças, mesmo que isso signifique alguma dose de solidão necessária.
A individualidade é um bem muito precioso que precisa ser respeitado, e é também a única forma de perceber-se no universo como parte de um todo distinto de si, e ao mesmo tempo, um complemento de si.
O padrão de amor dependente, típico de pais e mães devotados, daqueles que passam a vida sem trancar a porta do quarto do casal, e sem permitir que os demais membros da família o façam, aniquilam a expressão pessoal, frustrando todos os envolvidos.
Relacionamentos interpessoais possessivos acabam evoluindo para o risco do “tudo junto e misturado,” tão nocivo para as constelações familiares.
Nunca é tarde para romper com esse padrão.
O sentimento de posse do filho
Há outra atitude muito inconveniente nestes tempos de amores compartilhados pelas redes sociais: exibir a posse do filho.
Parece que basta a “criança” mostrar que cresceu, que prosperou, que viajou, que se destacou, para a mamãe postar um recado subliminar que reforça a posse, no meio de amigos e colegas de trabalho.
Não recomendo! Pode não ser explicitado o desagrado, mas vai por mim: seu filho não gosta, ele ficará constrangido com um comentário melado do tipo “hashtag filhinho amor da minha vida”, enquanto pessoa pública que exerce um cargo empresarial, e uma carreira corporativa.
A exibição do amor devotado tem hora e lugar para se manifestar, sempre de maneira privada. Na arte de bem viver, o bom senso para amar, e o lugar adequado para expressar o amor, é a medida perfeita.
Na dúvida, siga esta máxima que, com todo o respeito, emprestei das Sagradas Escrituras: É necessário que seu filho(a) cresça e que você diminua.
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7 motivos para se afiliar a uma organização estudantil
/62 Comentários/em Dicas /por Daqui pra ForaRecentemente, a Daqui pra Fora anunciou uma parceria institucional com a BRASA, uma associação de estudantes brasileiros que estão estudando no exterior. Entretanto, poucos alunos reconhecem de imediato os benefícios de participar de uma associação estudantil.
Uma organização estudantil pode ter um impacto positivo tanto durante sua formação acadêmica quanto na sua vida profissional após a formatura.
Reunimos neste artigo 7 motivos importantes para você se afiliar a uma associação estudantil e tirar proveito disso. Acompanhe a leitura até o final.
7 motivos para se afiliar a uma associação estudantil
Aprenderá mais sobre você mesmo
Afiliar-se a uma organização estudantil irá lhe dar a oportunidade de aprender mais sobre você mesmo, seus objetivos, e suas qualidades.
Você poderá aprender de outros estudantes como lidar com determinadas situações que você ainda não tem conhecimento ou experiência, avaliando também quais são as atividades em que você tem aptidão.
Irá desenvolver soft skills
Já tivemos um post especial aqui no blog sobre soft skills e as organizações estudantis são excelentes oportunidades para você desenvolver habilidades como:
Terá oportunidades de criar networking
Dentro de uma associação estudantil, você terá a oportunidade de conhecer diversas novas pessoas, criar novos contatos e construir relacionamentos que podem ser benéficos para você no futuro, podendo gerar futuras oportunidades profissionais. Dentro da própria BRASA, por exemplo, existe uma seção focada em carreiras, dedicada aos seus membros.
Ganhará experiência profissional na prática
Muitos alunos chegam na universidade tendo tido pouca ou nenhuma experiência profissional. Afiliar-se a uma associação estudantil permite ao estudante ter experiências que serão os primeiros passos dentro da futura profissão que irá exercer.
Isso porque geralmente as organizações são muito bem estruturadas, com cargos e atividades relacionadas a determinada área. Você poderá colocar, na prática, os conhecimentos adquiridos em sala de aula, melhorando também o seu currículo.
Aprenderá como lidar com a diversidade
Uma das vantagens de se associar a uma organização estudantil é poder estar em contato com os mais diversos tipos de pessoas, de origens e personalidades diferentes.
Isso aumenta sua habilidade em lidar com a diversidade, o que pode ser fundamental para a sua carreira no futuro. Ao contrário de alguns anos atrás, atualmente as empresas procuram ter ambientes de trabalho diversificados.
Será divertido
Como em qualquer grupo com membros unidos por um mesmo propósito, são altas as chances de você conhecer gente bacana, fazer novos amigos e se divertir no processo!
Neste vídeo, você encontra importantes informações sobre os benefícios de se afiliar a uma associação estudantil:
Quer mais informações sobre o que você pode fazer para aumentar suas chances de ter uma ótima experiência estudando no exterior? Preencha o formulário abaixo e converse com a gente.
Trocando o OU pelo E
/90 Comentários/em Carreira, Dicas /por Daqui pra ForaDurante praticamente toda a vida acadêmica, muitos estudantes são condicionados a se fazerem a seguinte pergunta:
“O que devo escolher para minha vida profissional: X ou Y?”
Esse questionamento, principalmente, se deve ao fato de que grande parte dos estudantes crescem em um ambiente que tenta colocar todos em uma grande e única caixa, como se o mundo fosse um lugar de opções muito limitadas. Essa pergunta é tão comum que, inclusive, muitos estudantes a carregam para as suas carreiras, resumindo suas vidas profissionais em profissões e cargos.
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Ao escolher o “ou”, esse aluno sempre estará limitando suas escolhas entre algumas possibilidades, quando, na verdade, o mundo hoje nos permite escolher entre milhares de opções.
Uma das vantagens em ser um estudante de uma universidade americana ou canadense é justamente a imensa quantidade de opções que esses ambientes oferecem para o desenvolvimento profissional e pessoal.
A primeira delas é, naturalmente, a opção de cursar os dois primeiros anos com aulas consideradas essenciais para qualquer carreira. Durante esses dois anos, não é necessário definir qual será o seu curso de formação. Ou seja, você terá a chance de desenvolver diversas habilidades que, juntamente com as futuras aulas do curso desejado, tornarão você um profissional mais completo e dinâmico.
Uma outra vantagem é que, nos Estados Unidos e Canadá, muito da sua rotina acadêmica será realizada fora da sala de aula. Serão exigidos diversos trabalhos escolares, lições de casa e artigos, que o levarão a ter de pensar ativamente, tornando o aprendizado mais produtivo e eficiente.
Além da rotina envolvendo a vida acadêmica, toda universidade possui uma lista enorme de atividades extracurriculares, que são uma excelente oportunidade para aprender e desenvolver habilidades. Os alunos podem ter contato com diversos clubs e eventos mesmo se seu campo de estudo não estiver relacionado com eles.
A vida acadêmica americana e canadense permite que os alunos evitem os “ou” e acrescentem os “e” em sua vida profissional. Ao se formar em uma dessas instituições, os alunos saem como uma série de habilidades e atividades exercidas que apenas enriquecem e completam a sua formação como profissional de qualquer área. Claro que a iniciativa de se envolver em tudo o que a universidade oferece irá sempre depender de cada aluno, mas a única certeza é que todos esses estudantes estarão em um ambiente que, definitivamente, não será uma grande e limitada caixa.
Texto adaptado do artigo: https://medium.com/@ToddBrison/a-piece-of-advice-college-students-are-unlikely-to-hear-4afbbf5be6f4#.5uo4l8cm5
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Pedro Hawk e a transferência para os Estados Unidos
/114 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Transferência para o Exterior /por Daqui pra ForaFazer faculdade nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido é um grande passo na vida de um estudante. Não somente o aluno terá acesso as melhores instituições de ensino do mundo, com a melhor infraestrutura, mas também terá uma grande oportunidade de desenvolvimento pessoal e profissional em um ambiente que dá totais condições para que isso aconteça.
Para se ter uma ideia, de acordo com o ranking Times Higher Education de 2024, das 50 melhores universidades do mundo, 36 estão localizadas nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. A universidade brasileira mais bem colocada no ranking é a USP, que foi rankeada entre o 251º e 300º lugar!
Transferir o curso para uma faculdade no exterior pode parecer algo de outro mundo. Contudo, com a ajuda de especialistas, pode ser algo muito mais fácil do que se imagina, que possibilitará ao estudante ter acesso a um novo patamar acadêmico e, principalmente, de experiências pessoais e profissionais.
O depoimento abaixo é um bom exemplo de um aluno que entendeu o quão vantajoso e benéfico estudar em uma universidade dos Estados Unidos.
Conheça a história de Pedro Hawk, que já estava no 4º período de Engenharia Mecânica na UFRJ quando decidiu que iria transferir o seu curso para uma universidade americana.
Sua mãe, Gisele Machado, nos descreveu cada etapa do processo, desde o interesse em estudar fora até a concretização da transferência para a Iowa State University.
O Pedro não desejou estudar fora do Brasil até o 4º período de engenharia mecânica, quando colegas de faculdade compartilharam suas experiências e despertaram seu interesse.
A Daquiprafora entrou nas nossas vidas quando meu filho se lembrou de uma apresentação realizada no Colégio Santo Inácio em 2013, ano em que cursou o 3º ano do ensino médio.
Nosso primeiro contato foi com a Letícia no início de 2016, que nos explicou detalhadamente cada etapa do processo.
Transferência para os Estados Unidos
Pedro já tinha o TOEFL válido quando contatamos a Daqui pra Fora. Também não teve dificuldades nas provas de inglês e matemática do SAT e ACT, acredito que por ser aluno do 5º período de engenharia à época e ter uma boa base de inglês. No entanto, vencidas as provas, começaram as etapas mais complexas.
Contar com a orientação e a experiência da equipe qualificada da Daqui pra Fora foi determinante para o cumprimento de todas as demandas e prazos com tranquilidade, além de garantir ao Pedro mais tempo livre para os estudos nos três semestres de faculdade que cursou nesse período.
No momento da contratação, dispensamos o apoio da empresa na seleção das universidades, pois meu filho já havia feito suas escolhas. Um grande erro, que quase nos custou a aprovação do Pedro.
A importância do GPA
Apesar do Pedro ter tido um GPA 4, nota máxima na análise das suas notas da escola, ele não pode utilizá-lo no processo de transferência.
Nossa inexperiência nos fez acreditar que o CR 7.6 na UFRJ associado a um currículo de 7 períodos de engenharia sem reprovação garantiriam um GPA suficiente para a aprovação do meu filho.
No entanto, nem todas as matérias da faculdade puderam ser consideradas e o GPA mínimo não foi alcançado.
A Larissa, que conduziu o processo, percebeu o risco iminente do meu filho não ser aprovado em nenhuma transferência e imediatamente sugeriu que ele alterasse uma das candidaturas de engenharia para ciências da computação e, posteriormente, transferisse para engenharia.
Dessa forma, graças a eficiência da Daqui pra Fora, representada pela Larissa, no início de agosto de 2017 meu filho iniciou os estudos em Iowa State University.
O peso da entrevista no processo seletivo
Não posso deixar de relatar que na entrevista inicial para seleção de matérias, o conselheiro de ciências da computação da Iowa State University soube do ocorrido e encaminhou o Pedro para uma entrevista com o conselheiro de engenharia mecânica.
Conclusão: desde agosto ele cursa matérias de engenharia mecânica com uma autorização especial e no próximo semestre vai transferir oficialmente, já que tem notas superiores às exigidas para a transferência.
Pedro está adorando as aulas e a estrutura da universidade, está super adaptado à nova rotina, cheio de amigos e vivendo novas experiências. Está participando de clubs, competições esportivas, feiras de estágios, recentemente viajou com os amigos e foi convidado para passar o feriado de ação de graças com a família de uma amiga americana.
A semana da orientação
Nossa família, eu, meu marido, Pedro e Carolina, nossa caçula, decidimos viajar juntos para participar da semana de orientação para novos alunos e familiares.
Hoje, vejo que foi a melhor escolha que fizemos. Nos tranquilizou estar com ele nos primeiros dias, conhecer o local, a estrutura da universidade e ainda evitar a tão temida despedida no aeroporto.
Enfim, recomendo fortemente que todos os pais acompanhem seus filhos, se for possível. Assim, ele está feliz, adaptado e nós aqui no Brasil felizes por ele. Além disso, graças à tecnologia, a distância parece menor.
Reitero que a ajuda da Daqui pra Fora foi fundamental, tanto nas dicas da nova rotina, do aluno e da família que fica, obtidas no evento Daqui pra Frente, quanto nas dicas acadêmicas durante todo o processo.
Logo, não poderia estar mais feliz em ver meu filho realizando um sonho e agradecida por tudo que vocês fizeram para torná-lo realidade.
Muito obrigada a toda equipe Daqui pra Fora!
Gisele Serra Sepeda Machado
Se você tem o sonho de ver seu filho fazendo faculdade no exterior, entre em contato com o nosso time de especialistas para entendermos como poderemos ajudar.
Basta preencher o formulário abaixo para começarmos uma conversa.
Midterms: 7 dicas para se dar bem!
/33 Comentários/em Dicas /por Daqui pra ForaOs midterms representam, para a maioria dos estudantes universitários, um ponto chave durante o semestre. Os alunos têm a chance de saber exatamente como estão indo em cada matéria e o que pode ser feito para melhorar, manter ou recuperar as notas.
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A semana dos midterms pode ser muito estressante para os universitários, já que, dependendo das aulas, você poderá ter diversas provas no mesmo dia. Pensando nisso, elaboramos uma lista de 7 dicas simples que lhe ajudarão a se dar muito bem nos midterms
1- Comece a estudar agora!
Para que deixar tudo para a última hora? Se organize para que, ao chegar nos midterms, você não acumule trabalhos e horas de estudo, o que certamente irá influenciar negativamente em seu desempenho.
2- Escolha um bom lugar para estudar
Escolha um lugar em que permita que você consiga se concentrar adequadamente. Por mais acolhedor que seja o seu quarto, talvez ele não seja o local ideal, já que a televisão, o videogame, seu/sua roommate ou o Netflix podem surgir como distrações. Escolha um local silencioso e calmo em que você consiga se dedicar 100% durante essa semana importante!
3- Desconecte das redes sociais
Sejamos sinceros: é uma tarefa quase impossível ficar sem checar o Facebook, Twitter, Instagram e WhatsApp. Porém, ao diminuir a frequência com que fica conectado em suas redes sociais, você elimina pequenas distrações que atrapalham a sua concentração.
4- Corte o Junk Food!
Não é porque você estará muito ocupado estudando que deve descuidar da alimentação. Ter refeições saudáveis não só farão bem para o seu corpo, mas também lhe ajudarão a estar mais bem disposto para encarar as horas de estudo.
5- Procure seus professores
Nunca cansamos de falar: procure seus professores durante as office hours! Eles poderão esclarecer com mais calma as suas dúvidas, e, quem sabe, até lhe dar dicas preciosas sobre os conteúdos das provas!
6- Faça pausas
Estudar horas seguidas a fio pode não ser um bom negócio. Para você literalmente não ter um burnout, tire breaks de 10-15 minutos para relaxar um pouco os neurônios!
7- Durma
Do que adianta estudar por horas e horas e acabar não absorvendo o conteúdo por falta de sono? Dormir é um estágio importante do processo de aprendizagem, porque, sem dormir direito, você não será capaz de absorver e pensar claramente. Inclua o seu sono em sua programação e acorde com energia para arrasar nos midterms!
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