Relações Internacionais é certamente um dos cursos que teve maior aumento de interesse por parte dos alunos atualmente. As razões são várias.
Algumas podem até parecer óbvias, pois basta observar o mapa político e econômico mundial, desenhado depois da globalização, para entender por que estudantes do mundo inteiro buscam cada vez mais esse curso nas universidades.
Contudo, justamente em razão dessa grande busca pelo curso, é fundamental procurar estudar nas melhores faculdades de relações internacionais do mundo para se destacar no mercado de trabalho.
Já que em função dessas mudanças geopolíticas e econômicas, os cursos tiveram que se atualizar e sofreram alterações significativas, principalmente na última década.
Se você tem vontade de estudar Relações Internacionais no exterior e quer conhecer mais sobre o tema, acompanhe este post, pois vamos apresentar todos os detalhes!
Como é o curso de Relações Internacionais no exterior?
Ao longo do tempo, diversas alterações ocorreram no curso de Relações Internacionais. Uma das principais mudanças foi no foco, que antigamente era voltado principalmente para formar diplomatas.
O foco hoje também é de formar empresários prontos para exercer lideranças no mercado mundial — em muitas delas, inclusive, esse é o objetivo principal. Os conteúdos na faculdade estão muito ligados à Economia, Direito, Ciências Políticas e História.
Quando falamos em se relacionar com o resto do mundo, nada melhor do que começar saindo da sua casa, da sua cidade ou do seu país. Esse já é um grande passo para se desenvolver em relações internacionais.
Na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, por exemplo, 6% dos 26 mil alunos (cerca de 1.560) são de fora do país. Para um brasileiro, esse número é ainda maior, já que todos os americanos também são estrangeiros para nós.
Portanto, um aluno brasileiro que faz a graduação nos EUA (onde há os mais bem-conceituados cursos de Relações Internacionais do mundo) vai conviver praticamente 100% do tempo com estrangeiros.
E isso representa uma “aula” com valor inestimável que o brasileiro tem diariamente por lá, principalmente em um curso como esse.
O contato com os alunos internacionais é certamente muito mais intenso numa universidade fora do Brasil não só pelo número maior de estrangeiros que há por lá, mas também porque grande parte dos estudantes (estrangeiros ou não) mora no campus.
Assim, é impossível ficar distante do contato internacional. Diversas universidades americanas, canadenses e britânicas costumam receber alunos de mais de 100 países diferentes.
Além disso, durante o curso, os alunos de Relações Internacionais nos EUA e Canadá fazem intercâmbios de, em geral, um semestre em outros países, estudando e trabalhando.
Nos EUA, a proporção de alunos que viaja para fora durante a graduação é bem maior, porque em muitos dos cursos esse intercâmbio é obrigatório.
A Babson University, de Massachusetts, por exemplo, só garante vaga nos dormitórios por 7 semestres para o estudante de RI — assim, um dos semestres precisa obrigatoriamente ser feito no exterior.
Essa experiência, além de contar positivamente no currículo, certamente oferece contribuições que vão fazer a diferença na hora de conseguir um emprego ou um cargo nessa área.
Quais são as melhores faculdades de Relações Internacionais do mundo?
Como vimos, existem diversas vantagens em realizar o curso de Relações Internacionais no exterior — como o profundo contato com outras culturas e pessoas de outras nacionalidades, itens fundamentais para o estudante da área.
Contudo, também é importante escolher uma das melhores faculdades de Relações Internacionais para aproveitar todos os seus benefícios.
Nos Estados Unidos, a Universidade de Richmond, no estado da Virginia, é a que tem o melhor curso de graduação voltado para interessados em Negócios Internacionais do país, de acordo com o ranking divulgado pela Bloomberg Businessweek.
Já de acordo com uma publicação da revista Foreign Policy, que considera os líderes nos níveis de graduação, mestrado e PhD, as universidades que foram mais bem avaliadas são as famosas Harvard, Stanford, Columbia e Yale — todas localizadas nos Estados Unidos e pertencentes à Ivy League — grupo de instituições de elite que se tornou sinônimo de excelência acadêmica.
A Brown University, localizada em Rhode Island, nos Estados Unidos, é mais uma instituição que tem excelência no ramo e faz parte da Ivy League.
Com um campus que conta com 230 prédios, a universidade adota um método chamado “open curriculum”, que se destaca por oferecer liberdade aos estudantes para adaptarem a sua própria grade curricular.
Além disso, a instituição ainda oferece inúmeras oportunidades de estágios e em pesquisas para os alunos da graduação.
Na Inglaterra, a London School of Economics (LSE), uma universidade pública britânica fundada em 1895 e localizada em Londres, é uma instituição de excelência especializada em Relações Internacionais — a escola está entre as dez melhores do mundo!
No entanto, se a sua vontade for estudar no Canadá, saiba que o país também conta com excelentes instituições que ministram o curso, como a famosa Universidade de Toronto, que está sempre bem posicionada nos principais rankings mundiais.
É válido ressaltar que para ingressar em qualquer uma dessas instituições é preciso passar por um processo seletivo, que costuma contar com a apresentação de documentos gerais, como histórico escolar, cartas de recomendação e certificado de proficiência em inglês (em exames como o TOEFL).
Além disso, a redação é fundamental para o ingresso em universidades estrangeiras, pois é por meio dela que as instituições decidem se o perfil do aluno combina com a identidade da escola, além de servir como critério de desempate entre candidatos que cumprem as exigências acadêmicas necessárias.
Neste vídeo, você encontra importantes informações sobre as vantagens de fazer a graduação no exterior:
Agora que você já conhece as melhores faculdades de relações internacionais do mundo e as vantagens de realizar o curso no exterior, prepare-se com antecedência — para entender o processo, os critérios avaliados e prestar todos os exames necessários — e siga as nossas dicas para construir uma carreira de sucesso!
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-1.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-07-20 00:00:002023-12-12 22:21:09Relações Internacionais no exterior: veja como é a experiência
Muitos alunos que pensam em fazer uma faculdade nos Estados Unidos, Canadá ou Reino Unido ou atualmente estão estudando lá têm dúvidas de como revalidar seu diploma ao retornar para o Brasil.
Essa é uma dúvida que já faz parte da vida do estudante que decide ir estudar fora e tem a vontade de voltar para o Brasil ao concluir o curso.
Por isso, é importante saber como esse processo funciona na hora de escolher a graduação e a instituição de destino no exterior. Dependendo da escolha, o processo pode ser mais simples.
Saiba tudo sobre a revalidação do seu diploma internacional e prepare-se para a sua viagem!
O que é revalidação do diploma internacional
A revalidação de diploma é um processo que avalia o seu diploma obtido no exterior, para saber se ele possui a equivalência necessária com o mesmo curso oferecido no Brasil.
A partir da aprovação no processo de revalidação ou reconhecimento, o diploma poderá ser declarado equivalente aos concedidos no Brasil e terá validade nacional.
Como fazer a revalidação do diploma internacional
Para isso, o recém-formado deverá procurar uma universidade pública (federal, estadual ou municipal) e dar entrada no procedimento. Será necessário que no mínimo 70% da grade de aulas que o aluno fez na faculdade internacional seja equivalente às aulas da instituição brasileira escolhida pelo aluno.
Em caso do aluno não ter o mínimo de 70% de equivalência, será pedido que o mesmo curse algumas matérias em alguma instituição brasileira, para que essa porcentagem seja atingida.
Algumas áreas, como administração e marketing, são mais flexíveis com relação a validação de diploma (principalmente empresas multinacionais), mas áreas como medicina, educação física e engenharia, o diplomado não poderá exercer sua profissão no Brasil enquanto não tiver seu diploma revalidado.
Veja informações importantes sobre a revalidação do diploma internacional no Brasil:
Qual o prazo para a revalidação do diploma internacional?
Felizmente, novas políticas passaram a entrar em vigor desde agosto de 2016, agilizando o processo de revalidação. O prazo para a validação e o reconhecimento dos diplomas será de, no máximo, 180 dias. Antes, havia casos de o trâmite se estender por até três anos.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-2.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-07-18 00:00:002024-03-04 11:15:04A revalidação do diploma internacional no Brasil
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/07/University-of-South-Carolina.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-07-17 00:00:002020-12-09 15:22:38#Depoimentos - Carol Yumi - University of South Carolina
As universidades dos Estados Unidos e Canadá possuem diversas associações de estudantes, nas mais variadas áreas, como política, economia, relações internacionais, dança e teatro. Se você gosta de praticar esportes e aliar suas atividades físicas sem comprometer seus estudos, ao estudar num desses dois países, você terá a chance de integrar um Club Team.
A prática de esportes com participação em campeonatos relevantes é muito comum nas universidades dos Estados Unidos e também Canadá. O campeonato de basquete universitário e também o de futebol americano universitário é acompanhado por milhões de pessoas.
Mas existe uma maneira de praticar esportes durante a faculdade com uma demanda de tempo menor. Siga a leitura até o final para entender como funcionam os Club Teams.
O que é um Club Team?
Club Team nada mais é do que uma associação esportiva formada por estudantes, mas que não compete em uma das ligas oficiais dos Estados Unidos, NCAA e NAIA. É estimado que cerca de 2 milhões de estudantes integram algum tipo de associação estudantil esportiva.
Os Club Team oferecem aos estudantes a oportunidade de praticar um esporte competitivamente, mas com uma quantidade de tempo geralmente menor comparada a um time da NAIA e NCAA.
Por exemplo, num time da NCAA, você provavelmente teria que treinar todos os dias , comparecer a todos os compromissos com o time e seria cobrado pelos seus resultados.
Em um Club Team, além de você não depender de seu desempenho por não ter bolsa esportiva, você poderá faltar em alguns treinos em caso de estar muito sobrecarregado na faculdade, e alinhá-los com sua rotina acadêmica.
Os Club Teams competem em torneios específicos para eles, tanto regionais como nacionais, e, dependendo do nível, contra equipes que disputam a NCAA e NAIA em amistosos.
Essas associações esportivas geralmente são organizadas inteiramente pelos estudantes. Dependendo da universidade, os Club Teams possuem times e atletas tão fortes quanto times que disputam as ligas oficiais, sendo necessário participar de uma seletiva para poder integrar o time.
Veja abaixo alguns exemplos de jogos entre club teams:
Partida de futebol entre California Polytechnic State University e Arizona State University
Torneio de vôlei da UC Davis
Partida de futebol entre University of Cincinnati e Ball State University
Os Club Teams são uma excelente alternativa para que você pratique seu esporte favorito, mas ainda sim ter tempo hábil para se dedicar aos estudos e a outras atividades extracurriculares importantes para a sua formação.
Tem vontade de fazer faculdade no exterior e fazer parte de um Club Team? Vem falar com a gente e saiba como podemos ajudar você a realizar esse sonho.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-3.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-07-13 00:00:002024-01-17 21:32:00Esporte nas universidades - conheça os Club Teams!
Veja nosso consultor Felipe Rosário, um dos maiores especialistas em faculdade no exterior do Brasil, falar sobre as universidades no Reino Unido. Para saber mais sobre universidade no exterior, não deixe de nos contatar!
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-4.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-07-12 00:00:002020-12-09 15:29:59Conheça o processo de admissão para universidades no Reino Unido! - #VoceLaFora
Uma das dúvidas mais frequentes dos estudantes que pretendem aplicar para universidades nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido é quanto ao número de instituições que eles devem se candidatar.
O senso comum diz que quanto mais aplicações o estudante enviar, mais chances terá de aprovação. Porém, é preciso pensar as aplicações de forma estratégica, para não correr o risco de enviar apenas para instituições altamente competitivas.
Por isso, pegue as dicas que separamos e prepare-se para fazer uma candidatura vencedora.
Para quantas universidades devo aplicar?
É muito comum um estudante se candidatar para no mínimo cinco universidades, já que escolher somente as “universidades dos sonhos”, que geralmente são muito competitivas, acaba tornando a candidatura do aluno e suas consequentes aprovações muito arriscada.
Stanford aprovou 5% de 44,073 aplicantes. Por mais brilhante que esse aluno seja, é um grande risco escolher somente essas duas universidades quando a aprovação para instituições desse nível é tão incerta, com concorrência de estudantes tão brilhantes quanto ele, vindos de todos os cantos do mundo.
Portanto, qual seria o número ideal de candidaturas a serem realizadas? O número de universidades recomendadas para o estudante aplicar seria entre 6 e 16 instituições.
Após essa análise, ele deverá ter em mãos um conjunto de universidades, que serão divididas em três graus de dificuldade: faculdades competitivas (com menor chance de aprovação), faculdades alvo (com chance média de aprovação) e faculdades seguras (com altas chances de aprovação).
Portanto, ao escolher um número entre 6 e 16 universidades, o estudante terá a possibilidade de se dedicar adequadamente ao processo de candidatura de cada uma delas (o que não ocorreria se o aluno se candidatasse para mais de 20 instituições, por exemplo), de modo que estaria consequentemente aumentando suas chances de admissão por estar trabalhando com um número maior, porém coerente, de universidades.
Se ao aplicar para cinco universidades, o estudante teria de escolher uma ou duas universidades competitivas, ao optar por aplicar para um grupo de 6 a 16 universidades, ele poderá escolher aumentar esse número para até seis faculdades (ou até mais, dependendo de sua decisão).
Além disso, as opções de universidades “alvo” e “seguras” também aumentam, dando ao estudante maiores possibilidades de aprovação e, consequentemente, de poder de escolha.
Empresas de consultoria, como a Daqui pra Fora, são determinantes para ajudar o aluno a montar a melhor lista de universidades possível de acordo com seu perfil.
Temos mais de 16 anos de experiência e profissionais especialistas em cada fase do processo. Caso deseje saber um pouco mais sobre nosso trabalho, preencha o formulário abaixo para conversar com um dos nossos especialistas.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-5.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-07-11 00:00:002024-03-22 20:46:35Para quantas universidades eu devo aplicar?
Muitos pais têm dúvidas sobre a decisão de ter um filho cursando uma faculdade no exterior. São vários os motivos para estar tranquilo quanto a essa ser uma decisão acertada! Além das instituições em países como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido contarem com uma infraestrutura e educação de primeira linha, há ainda o crescimento pessoal desse jovem durante os quatro anos de faculdade, que terá papel fundamental no desenvolvimento de habilidades interpessoais que serão importantes em sua futura trajetória, tanto profissional como pessoal.
Leia abaixo o relato de Eliane Buzzetto, mãe do Leonardo, que está indo para seu último ano na University of Minnesota – Twins Cities. Eliane analisa como foi o desenvolvimento de seu filho através dos anos e o impacto positivo na decisão dele de ir estudar nos Estados Unidos!
Graduação no Exterior – Um Treinamento para a Vida! Por Eliane Buzzetto
É muito comum para nós, pais e filhos, que estamos envolvidos com o assunto “graduação no exterior”, concentrarmos nossa atenção na qualidade da experiência acadêmica que será adquirida pelo estudante. Uma das poucas certezas que temos hoje, num mundo onde as relações de trabalho e os tipos de profissões evoluem constantemente, é o valor de uma boa formação acadêmica. Estudar numa universidade de ponta é um passo importante na construção de uma carreira sólida.
No entanto, minha experiência como mãe de um aluno universitário nos EUA, tem me mostrado que, para além da sua inquestionável desenvoltura acadêmica, meu filho adquiriu habilidades comportamentais que lhe serão úteis para o resto da vida. Acredito que as lições que ele tem aprendido fora da sala de aula sejam tão ou mais relevantes do que o seu conhecimento acadêmico.
A partir do momento em que o estudante chega aos EUA para seu Freshman Year, ele se torna protagonista da sua própria vida! A distância do ambiente familiar lhe proporciona o espaço necessário para tomar suas próprias decisões e conviver com os resultados delas! No primeiro ano de curso o aluno já precisa exercitar a tomada de decisões no seu dia a dia, desde as coisas mais simples como: O que vou comer esta semana? Quando devo lavar roupa, fazer compras, etc.? Até as mais complexas como: Para quais matérias devo me matricular? Quanto tempo de estudo eu precisarei dedicar a cada uma delas? Fiquei doente, o que eu devo fazer agora? Enfim, serão muitos os erros e os acertos neste período, mas acima de tudo, será muito aprendizado! A necessidade de desenvolvimento das habilidades sociais também é muito importante no primeiro ano. É o momento em que o jovem precisa sair da sua zona de conforto emocional para buscar novas conexões de amizade, adaptar-se ao novo ambiente, dividir dormitório, administrar conflitos, conquistar seu espaço e respeitar o espaço do outro. As universidades americanas também estimulam o aluno a participar de grupos, clubs e fraternidades de interesse. Toda esta estrutura ajuda a desenvolver a capacidade de liderança, a criatividade, e a comunicação interpessoal do jovem.
Passado o primeiro Summer Break ( Férias de Verão ), chega o momento de iniciar o SophomoreYear! Para muitos estudantes, o segundo ano da graduação é um momento de perspectivas mais realistas em relação ao curso, organização das tarefas diárias, etc. Também é o momento em que muitos decidem sair dos dormitórios universitários e alugar um apartamento ou casa com um grupo de amigos. Decisão superimportante que vai trazer grande aprendizado! Provavelmente será o primeiro contrato de locação que eles vão assinar na vida! Ler o contrato detalhadamente, visitar o imóvel, estudar sua localização, pesquisar preços e condições, buscar um fiador ou, preparar-se para fazer um depósito caução, enfim, são inúmeros os detalhes envolvidos neste processo! Percebi que para meu filho, ter de se envolver com todos estes detalhes foi cansativo e muitas vezes frustrante, mas foi também um aprendizado incrível! Foi bacana ver a satisfação dele quando o negócio foi fechado.
Outro grande aprendizado que normalmente ocorre no segundo ano da graduação no exterior é o primeiro trabalho remunerado! Na maioria das universidades norte-americanas existe a possibilidade do aluno internacional trabalhar, por no máximo 20 horas semanais, dentro do próprio campus! São oportunidades incríveis que o aluno tem para incrementar seu currículo com experiências de trabalho e ainda obter uma renda adicional (normalmente são pagos valores entre 8 a 10 dólares a hora). No caso do meu filho, ele teve oportunidade de trabalhar como secretário para a Diretoria de Admissões para Alunos Internacionais e, como auxiliar de pesquisa num laboratório de pesquisas em tratamento de água. Estas experiências foram marcantes para ele. O fato de trabalhar no campus desenvolve muitas competências no jovem estudante. Aprender a importância das relações entre trabalho e remuneração, ter a noção exata do que é urgente, priorizar tarefas, exercitar a formalidade na comunicação oral e escrita e finalmente, mas não menos importante, fazer sua declaração de rendimentos ao fisco americano como qualquer outro trabalhador!
Chegado o Junior Year (Terceiro Ano) a coisa fica ainda mais séria! É o momento em que o aluno lida, diariamente, com as matérias profissionalizantes do curso. Manter as notas elevadas (GPA) torna-se um desafio! Nesse momento o aluno terá uma noção exata da profissão que escolheu! Também é o momento de trabalhar num estágio profissional (Internship), realizado preferencialmente durante os três meses de férias de verão. A maioria das universidades realiza feiras para recrutamento de estagiários, as chamadas Career Fairs, nas quais estudantes e empresas são colocados em contato. Não preciso dizer que a concorrência por boas vagas é enorme, que é preciso muito mais do que boas notas para se destacar no processo de recrutamento, etc. Foi difícil acompanhar a frustração do meu filho nessa etapa. Foram muitas entrevistas, muitos currículos (resume) enviados, muitas cartas de apresentação (cover letters) e, muitos “nãos” recebidos! Finalmente ele foi escolhido para três oportunidades de estágio e acabou optando por uma vaga como estagiário de Engenharia Química num polo industrial químico em Houston, TX, a cerca de 2.000 km de distância de Minneapolis, onde ele estuda!
Esta experiência de estagiar em outro estado resultou num aprendizado tão valioso para vida do meu filho quanto o diploma que ele vai receber no final do curso! Ele precisou tratar os detalhes do trabalho e do deslocamento com seus empregadores, precisou sublocar o seu apartamento em Minneapolis, fazer a locação de um novo apartamento em Houston, providenciar a mudança para os três meses de estágio, comprar um carro em Houston para poder deslocar-se até o polo industrial, contratar seguro para o automóvel, fazer as contas fecharem no final do mês com seu salário de estagiário…, enfim, foram muitas emoções! Mas com que orgulho, eu pude observar meu filho de 21 anos lidando com todos estes assuntos com uma desenvoltura e uma maturidade incríveis! Sinto que tanto ele como nós, seus pais, estamos prontos e confiantes para enfrentar o Senior Year (Quarto e último ano da graduação)!
Nós nos orgulhamos do compromisso com que abraçamos este projeto familiar de enviar um filho para fazer graduação no exterior. Tudo o que ele está aprendendo dentro e fora da sala de aula está sendo muito útil. Confiamos nas suas competências técnicas, nas suas habilidades pessoais, éticas e comportamentais como instrumentos para uma vida pessoal e profissional bem-sucedida!
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-6.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-07-06 00:00:002020-12-09 15:53:13Graduação no Exterior - Um Treinamento para a Vida!
Veja as dicas da Fernanda Luiz, coordenadora do Departamento de Apoio e Desenvolvimento, sobre estágios de verão para alunos internacionais que estão no primeiro e segundo ano da faculdade no exterior.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-7.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-07-06 00:00:002020-12-09 16:02:33Estágios no 1º e 2º ano de faculdade - #FicaADica
Agosto é considerado o mês da application para quem deseja estudar no exterior, principalmente nos Estados Unidos e Canadá. A partir desse mês, o aluno irá iniciar o preenchimento de suas candidaturas nas universidades escolhidas e enviar os resultados de seus testes e a documentação exigida.
Se você deseja aplicar para universidades nos Estados Unidos, é bem provável que você irá usar o Common Application, também conhecido como Common App, para realizar a sua inscrição.
O que é o Common App?
Popularmente conhecido como Common App, esse sistema online permite ao estudante se inscrever para cerca de 20 universidades realizando apenas uma application.
Mais de 700 universidades usam esse sistema hoje nos Estados Unidos, e algumas do Canadá. O que antes significava uma grande quantidade de tempo e horas dedicadas para cada application, agora é realizado de forma muito mais simples e dinâmica pelo Common App.
Como funciona o Common App?
A Common App disponibiliza um tutorial muito didático sobre como usar o website para realizar a sua candidatura nas universidades através desse sistema.
Contudo, preparamos uma lista com 7 dicas e fatos sobre o Common App que você precisa conhecer:
2) Existem universidades que só aceitam applications pelo Common App! Pesquise se as suas estão entre elas.
3) Apesar de ser um sistema único de application, cada universidade pode ter particularidades em sua inscrição. Fique atento e preencha tudo o que for pedido.
4) Os históricos escolares e as cartas de recomendação geralmente são enviados pelos counselors cadastrados pelos alunos. Fique atento para que seus counselors enviem tudo antes da data limite!
5) Confira se a universidade escolhida também exige que sejam enviadas as cópias físicas dos históricos escolares originais.
7) Confira todas as informações inseridas no Common App diversas vezes. Tenha certeza de que não há erros de gramática ou digitação antes de finalizá-la.
Todos os alunos Daqui pra Fora recebem assessoria especializada sobre as candidaturas usando o Common App e em todas as etapas do processo para ingressar em universidades no exterior!
Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-8.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-07-04 00:00:002024-02-29 15:41:16Veja 7 dicas de como usar o Common App
Aprovado em Cornell University, uma das Ivy Leagues, Caio costuma avaliar o trabalho da Daquiprafora como uma parceria. “Em vez de falar que eu passei em Cornell, eu gosto de falar que nós passamos”.
Confira o depoimento completo de Caio no vídeo abaixo:
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-9.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-07-04 00:00:002020-12-09 16:08:46#Depoimentos - Caio Oliveira, aprovado em Cornell University
Relações Internacionais no exterior: veja como é a experiência
/199 Comentários/em Cursos /por Daqui pra ForaRelações Internacionais é certamente um dos cursos que teve maior aumento de interesse por parte dos alunos atualmente. As razões são várias.
Algumas podem até parecer óbvias, pois basta observar o mapa político e econômico mundial, desenhado depois da globalização, para entender por que estudantes do mundo inteiro buscam cada vez mais esse curso nas universidades.
Contudo, justamente em razão dessa grande busca pelo curso, é fundamental procurar estudar nas melhores faculdades de relações internacionais do mundo para se destacar no mercado de trabalho.
Já que em função dessas mudanças geopolíticas e econômicas, os cursos tiveram que se atualizar e sofreram alterações significativas, principalmente na última década.
Se você tem vontade de estudar Relações Internacionais no exterior e quer conhecer mais sobre o tema, acompanhe este post, pois vamos apresentar todos os detalhes!
Como é o curso de Relações Internacionais no exterior?
Ao longo do tempo, diversas alterações ocorreram no curso de Relações Internacionais. Uma das principais mudanças foi no foco, que antigamente era voltado principalmente para formar diplomatas.
O foco hoje também é de formar empresários prontos para exercer lideranças no mercado mundial — em muitas delas, inclusive, esse é o objetivo principal. Os conteúdos na faculdade estão muito ligados à Economia, Direito, Ciências Políticas e História.
Quando falamos em se relacionar com o resto do mundo, nada melhor do que começar saindo da sua casa, da sua cidade ou do seu país. Esse já é um grande passo para se desenvolver em relações internacionais.
Na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, por exemplo, 6% dos 26 mil alunos (cerca de 1.560) são de fora do país. Para um brasileiro, esse número é ainda maior, já que todos os americanos também são estrangeiros para nós.
Portanto, um aluno brasileiro que faz a graduação nos EUA (onde há os mais bem-conceituados cursos de Relações Internacionais do mundo) vai conviver praticamente 100% do tempo com estrangeiros.
E isso representa uma “aula” com valor inestimável que o brasileiro tem diariamente por lá, principalmente em um curso como esse.
O contato com os alunos internacionais é certamente muito mais intenso numa universidade fora do Brasil não só pelo número maior de estrangeiros que há por lá, mas também porque grande parte dos estudantes (estrangeiros ou não) mora no campus.
Portanto, comem, dormem, lavam roupa, frequentam eventos culturais e esportivos e desenvolvem várias outras atividades todos os dias.
Assim, é impossível ficar distante do contato internacional. Diversas universidades americanas, canadenses e britânicas costumam receber alunos de mais de 100 países diferentes.
Além disso, durante o curso, os alunos de Relações Internacionais nos EUA e Canadá fazem intercâmbios de, em geral, um semestre em outros países, estudando e trabalhando.
Nos EUA, a proporção de alunos que viaja para fora durante a graduação é bem maior, porque em muitos dos cursos esse intercâmbio é obrigatório.
A Babson University, de Massachusetts, por exemplo, só garante vaga nos dormitórios por 7 semestres para o estudante de RI — assim, um dos semestres precisa obrigatoriamente ser feito no exterior.
Essa experiência, além de contar positivamente no currículo, certamente oferece contribuições que vão fazer a diferença na hora de conseguir um emprego ou um cargo nessa área.
Quais são as melhores faculdades de Relações Internacionais do mundo?
Como vimos, existem diversas vantagens em realizar o curso de Relações Internacionais no exterior — como o profundo contato com outras culturas e pessoas de outras nacionalidades, itens fundamentais para o estudante da área.
Contudo, também é importante escolher uma das melhores faculdades de Relações Internacionais para aproveitar todos os seus benefícios.
Nos Estados Unidos, a Universidade de Richmond, no estado da Virginia, é a que tem o melhor curso de graduação voltado para interessados em Negócios Internacionais do país, de acordo com o ranking divulgado pela Bloomberg Businessweek.
Já de acordo com uma publicação da revista Foreign Policy, que considera os líderes nos níveis de graduação, mestrado e PhD, as universidades que foram mais bem avaliadas são as famosas Harvard, Stanford, Columbia e Yale — todas localizadas nos Estados Unidos e pertencentes à Ivy League — grupo de instituições de elite que se tornou sinônimo de excelência acadêmica.
A Brown University, localizada em Rhode Island, nos Estados Unidos, é mais uma instituição que tem excelência no ramo e faz parte da Ivy League.
Com um campus que conta com 230 prédios, a universidade adota um método chamado “open curriculum”, que se destaca por oferecer liberdade aos estudantes para adaptarem a sua própria grade curricular.
Além disso, a instituição ainda oferece inúmeras oportunidades de estágios e em pesquisas para os alunos da graduação.
Na Inglaterra, a London School of Economics (LSE), uma universidade pública britânica fundada em 1895 e localizada em Londres, é uma instituição de excelência especializada em Relações Internacionais — a escola está entre as dez melhores do mundo!
No entanto, se a sua vontade for estudar no Canadá, saiba que o país também conta com excelentes instituições que ministram o curso, como a famosa Universidade de Toronto, que está sempre bem posicionada nos principais rankings mundiais.
É válido ressaltar que para ingressar em qualquer uma dessas instituições é preciso passar por um processo seletivo, que costuma contar com a apresentação de documentos gerais, como histórico escolar, cartas de recomendação e certificado de proficiência em inglês (em exames como o TOEFL).
Além disso, a redação é fundamental para o ingresso em universidades estrangeiras, pois é por meio dela que as instituições decidem se o perfil do aluno combina com a identidade da escola, além de servir como critério de desempate entre candidatos que cumprem as exigências acadêmicas necessárias.
Neste vídeo, você encontra importantes informações sobre as vantagens de fazer a graduação no exterior:
Agora que você já conhece as melhores faculdades de relações internacionais do mundo e as vantagens de realizar o curso no exterior, prepare-se com antecedência — para entender o processo, os critérios avaliados e prestar todos os exames necessários — e siga as nossas dicas para construir uma carreira de sucesso!
Se cursar Relações Internacionais no exterior é um sonho seu, continue a visita no blog e leia agora mesmo o nosso texto “Entenda a importância da redação em universidades estrangeiras”.
A revalidação do diploma internacional no Brasil
/108 Comentários/em Carreira /por Daqui pra ForaMuitos alunos que pensam em fazer uma faculdade nos Estados Unidos, Canadá ou Reino Unido ou atualmente estão estudando lá têm dúvidas de como revalidar seu diploma ao retornar para o Brasil.
Essa é uma dúvida que já faz parte da vida do estudante que decide ir estudar fora e tem a vontade de voltar para o Brasil ao concluir o curso.
Por isso, é importante saber como esse processo funciona na hora de escolher a graduação e a instituição de destino no exterior. Dependendo da escolha, o processo pode ser mais simples.
Saiba tudo sobre a revalidação do seu diploma internacional e prepare-se para a sua viagem!
O que é revalidação do diploma internacional
A revalidação de diploma é um processo que avalia o seu diploma obtido no exterior, para saber se ele possui a equivalência necessária com o mesmo curso oferecido no Brasil.
A partir da aprovação no processo de revalidação ou reconhecimento, o diploma poderá ser declarado equivalente aos concedidos no Brasil e terá validade nacional.
Como fazer a revalidação do diploma internacional
Para isso, o recém-formado deverá procurar uma universidade pública (federal, estadual ou municipal) e dar entrada no procedimento. Será necessário que no mínimo 70% da grade de aulas que o aluno fez na faculdade internacional seja equivalente às aulas da instituição brasileira escolhida pelo aluno.
Em caso do aluno não ter o mínimo de 70% de equivalência, será pedido que o mesmo curse algumas matérias em alguma instituição brasileira, para que essa porcentagem seja atingida.
Algumas áreas, como administração e marketing, são mais flexíveis com relação a validação de diploma (principalmente empresas multinacionais), mas áreas como medicina, educação física e engenharia, o diplomado não poderá exercer sua profissão no Brasil enquanto não tiver seu diploma revalidado.
Veja informações importantes sobre a revalidação do diploma internacional no Brasil:
Qual o prazo para a revalidação do diploma internacional?
Felizmente, novas políticas passaram a entrar em vigor desde agosto de 2016, agilizando o processo de revalidação. O prazo para a validação e o reconhecimento dos diplomas será de, no máximo, 180 dias. Antes, havia casos de o trâmite se estender por até três anos.
Para mais informações sobre o processo de revalidação de diploma, o MEC criou um portal especial sobre o assunto.
#Depoimentos – Carol Yumi – University of South Carolina
/41 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos /por Daqui pra ForaNossa aluna Carol Yumi compartilha um pouco da experiência vivida no processo seletivo que a levou para a University of South Carolina.
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Esporte nas universidades – conheça os Club Teams!
/130 Comentários/em Canadá, Dicas, Estados Unidos /por Daqui pra ForaAs universidades dos Estados Unidos e Canadá possuem diversas associações de estudantes, nas mais variadas áreas, como política, economia, relações internacionais, dança e teatro. Se você gosta de praticar esportes e aliar suas atividades físicas sem comprometer seus estudos, ao estudar num desses dois países, você terá a chance de integrar um Club Team.
A prática de esportes com participação em campeonatos relevantes é muito comum nas universidades dos Estados Unidos e também Canadá. O campeonato de basquete universitário e também o de futebol americano universitário é acompanhado por milhões de pessoas.
Mas existe uma maneira de praticar esportes durante a faculdade com uma demanda de tempo menor. Siga a leitura até o final para entender como funcionam os Club Teams.
O que é um Club Team?
Club Team nada mais é do que uma associação esportiva formada por estudantes, mas que não compete em uma das ligas oficiais dos Estados Unidos, NCAA e NAIA. É estimado que cerca de 2 milhões de estudantes integram algum tipo de associação estudantil esportiva.
Os Club Team oferecem aos estudantes a oportunidade de praticar um esporte competitivamente, mas com uma quantidade de tempo geralmente menor comparada a um time da NAIA e NCAA.
Por exemplo, num time da NCAA, você provavelmente teria que treinar todos os dias , comparecer a todos os compromissos com o time e seria cobrado pelos seus resultados.
Em um Club Team, além de você não depender de seu desempenho por não ter bolsa esportiva, você poderá faltar em alguns treinos em caso de estar muito sobrecarregado na faculdade, e alinhá-los com sua rotina acadêmica.
Os Club Teams competem em torneios específicos para eles, tanto regionais como nacionais, e, dependendo do nível, contra equipes que disputam a NCAA e NAIA em amistosos.
Essas associações esportivas geralmente são organizadas inteiramente pelos estudantes. Dependendo da universidade, os Club Teams possuem times e atletas tão fortes quanto times que disputam as ligas oficiais, sendo necessário participar de uma seletiva para poder integrar o time.
Veja abaixo alguns exemplos de jogos entre club teams:
Partida de futebol entre California Polytechnic State University e Arizona State University
Torneio de vôlei da UC Davis
Partida de futebol entre University of Cincinnati e Ball State University
Os Club Teams são uma excelente alternativa para que você pratique seu esporte favorito, mas ainda sim ter tempo hábil para se dedicar aos estudos e a outras atividades extracurriculares importantes para a sua formação.
Tem vontade de fazer faculdade no exterior e fazer parte de um Club Team? Vem falar com a gente e saiba como podemos ajudar você a realizar esse sonho.
Conheça o processo de admissão para universidades no Reino Unido! – #VoceLaFora
/62 Comentários/em Processo Seletivo, Reino Unido /por Daqui pra ForaVeja nosso consultor Felipe Rosário, um dos maiores especialistas em faculdade no exterior do Brasil, falar sobre as universidades no Reino Unido. Para saber mais sobre universidade no exterior, não deixe de nos contatar!
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Para quantas universidades eu devo aplicar?
/182 Comentários/em Canadá, Daqui pra Fora, Estados Unidos, Holanda, Processo Seletivo, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaUma das dúvidas mais frequentes dos estudantes que pretendem aplicar para universidades nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido é quanto ao número de instituições que eles devem se candidatar.
O senso comum diz que quanto mais aplicações o estudante enviar, mais chances terá de aprovação. Porém, é preciso pensar as aplicações de forma estratégica, para não correr o risco de enviar apenas para instituições altamente competitivas.
Por isso, pegue as dicas que separamos e prepare-se para fazer uma candidatura vencedora.
Para quantas universidades devo aplicar?
É muito comum um estudante se candidatar para no mínimo cinco universidades, já que escolher somente as “universidades dos sonhos”, que geralmente são muito competitivas, acaba tornando a candidatura do aluno e suas consequentes aprovações muito arriscada.
Vamos supor que um aluno decida aplicar somente para Harvard e Stanford, duas das mais competitivas universidades do mundo. Harvard admitiu cerca de 6% de pouco mais de 39000 alunos que se inscreveram para ela em 2016/2017.
Stanford aprovou 5% de 44,073 aplicantes. Por mais brilhante que esse aluno seja, é um grande risco escolher somente essas duas universidades quando a aprovação para instituições desse nível é tão incerta, com concorrência de estudantes tão brilhantes quanto ele, vindos de todos os cantos do mundo.
Portanto, qual seria o número ideal de candidaturas a serem realizadas? O número de universidades recomendadas para o estudante aplicar seria entre 6 e 16 instituições.
Como escolher as universidades para aplicar?
Ao escolher as universidades que irá se candidatar, o estudante deve analisar os fatores avaliados por aquelas instituições, comparando-os com uma análise racional de seu perfil.
Após essa análise, ele deverá ter em mãos um conjunto de universidades, que serão divididas em três graus de dificuldade: faculdades competitivas (com menor chance de aprovação), faculdades alvo (com chance média de aprovação) e faculdades seguras (com altas chances de aprovação).
Portanto, ao escolher um número entre 6 e 16 universidades, o estudante terá a possibilidade de se dedicar adequadamente ao processo de candidatura de cada uma delas (o que não ocorreria se o aluno se candidatasse para mais de 20 instituições, por exemplo), de modo que estaria consequentemente aumentando suas chances de admissão por estar trabalhando com um número maior, porém coerente, de universidades.
Se ao aplicar para cinco universidades, o estudante teria de escolher uma ou duas universidades competitivas, ao optar por aplicar para um grupo de 6 a 16 universidades, ele poderá escolher aumentar esse número para até seis faculdades (ou até mais, dependendo de sua decisão).
Além disso, as opções de universidades “alvo” e “seguras” também aumentam, dando ao estudante maiores possibilidades de aprovação e, consequentemente, de poder de escolha.
Empresas de consultoria, como a Daqui pra Fora, são determinantes para ajudar o aluno a montar a melhor lista de universidades possível de acordo com seu perfil.
Temos mais de 16 anos de experiência e profissionais especialistas em cada fase do processo. Caso deseje saber um pouco mais sobre nosso trabalho, preencha o formulário abaixo para conversar com um dos nossos especialistas.
Graduação no Exterior – Um Treinamento para a Vida!
/102 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaMuitos pais têm dúvidas sobre a decisão de ter um filho cursando uma faculdade no exterior. São vários os motivos para estar tranquilo quanto a essa ser uma decisão acertada! Além das instituições em países como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido contarem com uma infraestrutura e educação de primeira linha, há ainda o crescimento pessoal desse jovem durante os quatro anos de faculdade, que terá papel fundamental no desenvolvimento de habilidades interpessoais que serão importantes em sua futura trajetória, tanto profissional como pessoal.
Leia abaixo o relato de Eliane Buzzetto, mãe do Leonardo, que está indo para seu último ano na University of Minnesota – Twins Cities. Eliane analisa como foi o desenvolvimento de seu filho através dos anos e o impacto positivo na decisão dele de ir estudar nos Estados Unidos!
Graduação no Exterior – Um Treinamento para a Vida! Por Eliane Buzzetto
É muito comum para nós, pais e filhos, que estamos envolvidos com o assunto “graduação no exterior”, concentrarmos nossa atenção na qualidade da experiência acadêmica que será adquirida pelo estudante. Uma das poucas certezas que temos hoje, num mundo onde as relações de trabalho e os tipos de profissões evoluem constantemente, é o valor de uma boa formação acadêmica. Estudar numa universidade de ponta é um passo importante na construção de uma carreira sólida.
No entanto, minha experiência como mãe de um aluno universitário nos EUA, tem me mostrado que, para além da sua inquestionável desenvoltura acadêmica, meu filho adquiriu habilidades comportamentais que lhe serão úteis para o resto da vida. Acredito que as lições que ele tem aprendido fora da sala de aula sejam tão ou mais relevantes do que o seu conhecimento acadêmico.
A partir do momento em que o estudante chega aos EUA para seu Freshman Year, ele se torna protagonista da sua própria vida! A distância do ambiente familiar lhe proporciona o espaço necessário para tomar suas próprias decisões e conviver com os resultados delas! No primeiro ano de curso o aluno já precisa exercitar a tomada de decisões no seu dia a dia, desde as coisas mais simples como: O que vou comer esta semana? Quando devo lavar roupa, fazer compras, etc.? Até as mais complexas como: Para quais matérias devo me matricular? Quanto tempo de estudo eu precisarei dedicar a cada uma delas? Fiquei doente, o que eu devo fazer agora? Enfim, serão muitos os erros e os acertos neste período, mas acima de tudo, será muito aprendizado! A necessidade de desenvolvimento das habilidades sociais também é muito importante no primeiro ano. É o momento em que o jovem precisa sair da sua zona de conforto emocional para buscar novas conexões de amizade, adaptar-se ao novo ambiente, dividir dormitório, administrar conflitos, conquistar seu espaço e respeitar o espaço do outro. As universidades americanas também estimulam o aluno a participar de grupos, clubs e fraternidades de interesse. Toda esta estrutura ajuda a desenvolver a capacidade de liderança, a criatividade, e a comunicação interpessoal do jovem.
Passado o primeiro Summer Break ( Férias de Verão ), chega o momento de iniciar o Sophomore Year! Para muitos estudantes, o segundo ano da graduação é um momento de perspectivas mais realistas em relação ao curso, organização das tarefas diárias, etc. Também é o momento em que muitos decidem sair dos dormitórios universitários e alugar um apartamento ou casa com um grupo de amigos. Decisão superimportante que vai trazer grande aprendizado! Provavelmente será o primeiro contrato de locação que eles vão assinar na vida! Ler o contrato detalhadamente, visitar o imóvel, estudar sua localização, pesquisar preços e condições, buscar um fiador ou, preparar-se para fazer um depósito caução, enfim, são inúmeros os detalhes envolvidos neste processo! Percebi que para meu filho, ter de se envolver com todos estes detalhes foi cansativo e muitas vezes frustrante, mas foi também um aprendizado incrível! Foi bacana ver a satisfação dele quando o negócio foi fechado.
Outro grande aprendizado que normalmente ocorre no segundo ano da graduação no exterior é o primeiro trabalho remunerado! Na maioria das universidades norte-americanas existe a possibilidade do aluno internacional trabalhar, por no máximo 20 horas semanais, dentro do próprio campus! São oportunidades incríveis que o aluno tem para incrementar seu currículo com experiências de trabalho e ainda obter uma renda adicional (normalmente são pagos valores entre 8 a 10 dólares a hora). No caso do meu filho, ele teve oportunidade de trabalhar como secretário para a Diretoria de Admissões para Alunos Internacionais e, como auxiliar de pesquisa num laboratório de pesquisas em tratamento de água. Estas experiências foram marcantes para ele. O fato de trabalhar no campus desenvolve muitas competências no jovem estudante. Aprender a importância das relações entre trabalho e remuneração, ter a noção exata do que é urgente, priorizar tarefas, exercitar a formalidade na comunicação oral e escrita e finalmente, mas não menos importante, fazer sua declaração de rendimentos ao fisco americano como qualquer outro trabalhador!
Chegado o Junior Year (Terceiro Ano) a coisa fica ainda mais séria! É o momento em que o aluno lida, diariamente, com as matérias profissionalizantes do curso. Manter as notas elevadas (GPA) torna-se um desafio! Nesse momento o aluno terá uma noção exata da profissão que escolheu! Também é o momento de trabalhar num estágio profissional (Internship), realizado preferencialmente durante os três meses de férias de verão. A maioria das universidades realiza feiras para recrutamento de estagiários, as chamadas Career Fairs, nas quais estudantes e empresas são colocados em contato. Não preciso dizer que a concorrência por boas vagas é enorme, que é preciso muito mais do que boas notas para se destacar no processo de recrutamento, etc. Foi difícil acompanhar a frustração do meu filho nessa etapa. Foram muitas entrevistas, muitos currículos (resume) enviados, muitas cartas de apresentação (cover letters) e, muitos “nãos” recebidos! Finalmente ele foi escolhido para três oportunidades de estágio e acabou optando por uma vaga como estagiário de Engenharia Química num polo industrial químico em Houston, TX, a cerca de 2.000 km de distância de Minneapolis, onde ele estuda!
Esta experiência de estagiar em outro estado resultou num aprendizado tão valioso para vida do meu filho quanto o diploma que ele vai receber no final do curso! Ele precisou tratar os detalhes do trabalho e do deslocamento com seus empregadores, precisou sublocar o seu apartamento em Minneapolis, fazer a locação de um novo apartamento em Houston, providenciar a mudança para os três meses de estágio, comprar um carro em Houston para poder deslocar-se até o polo industrial, contratar seguro para o automóvel, fazer as contas fecharem no final do mês com seu salário de estagiário…, enfim, foram muitas emoções! Mas com que orgulho, eu pude observar meu filho de 21 anos lidando com todos estes assuntos com uma desenvoltura e uma maturidade incríveis! Sinto que tanto ele como nós, seus pais, estamos prontos e confiantes para enfrentar o Senior Year (Quarto e último ano da graduação)!
Nós nos orgulhamos do compromisso com que abraçamos este projeto familiar de enviar um filho para fazer graduação no exterior. Tudo o que ele está aprendendo dentro e fora da sala de aula está sendo muito útil. Confiamos nas suas competências técnicas, nas suas habilidades pessoais, éticas e comportamentais como instrumentos para uma vida pessoal e profissional bem-sucedida!
Estágios no 1º e 2º ano de faculdade – #FicaADica
/175 Comentários/em Canadá, Carreira, Estados Unidos, Reino Unido /por Daqui pra ForaVeja as dicas da Fernanda Luiz, coordenadora do Departamento de Apoio e Desenvolvimento, sobre estágios de verão para alunos internacionais que estão no primeiro e segundo ano da faculdade no exterior.
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Veja 7 dicas de como usar o Common App
/871 Comentários/em Estados Unidos, Processo Seletivo /por Daqui pra ForaAgosto é considerado o mês da application para quem deseja estudar no exterior, principalmente nos Estados Unidos e Canadá. A partir desse mês, o aluno irá iniciar o preenchimento de suas candidaturas nas universidades escolhidas e enviar os resultados de seus testes e a documentação exigida.
Se você deseja aplicar para universidades nos Estados Unidos, é bem provável que você irá usar o Common Application, também conhecido como Common App, para realizar a sua inscrição.
O que é o Common App?
Popularmente conhecido como Common App, esse sistema online permite ao estudante se inscrever para cerca de 20 universidades realizando apenas uma application.
Mais de 700 universidades usam esse sistema hoje nos Estados Unidos, e algumas do Canadá. O que antes significava uma grande quantidade de tempo e horas dedicadas para cada application, agora é realizado de forma muito mais simples e dinâmica pelo Common App.
Como funciona o Common App?
A Common App disponibiliza um tutorial muito didático sobre como usar o website para realizar a sua candidatura nas universidades através desse sistema.
Contudo, preparamos uma lista com 7 dicas e fatos sobre o Common App que você precisa conhecer:
1) Nem todas as universidade estão no Common App! Confira a lista das universidades que aceitam esse método!
2) Existem universidades que só aceitam applications pelo Common App! Pesquise se as suas estão entre elas.
3) Apesar de ser um sistema único de application, cada universidade pode ter particularidades em sua inscrição. Fique atento e preencha tudo o que for pedido.
4) Os históricos escolares e as cartas de recomendação geralmente são enviados pelos counselors cadastrados pelos alunos. Fique atento para que seus counselors enviem tudo antes da data limite!
5) Confira se a universidade escolhida também exige que sejam enviadas as cópias físicas dos históricos escolares originais.
6) Além da redação padrão exigida pelo sistema, haverá universidades que pedirão redações extras, com temas pré-definidos. Fique atento!
7) Confira todas as informações inseridas no Common App diversas vezes. Tenha certeza de que não há erros de gramática ou digitação antes de finalizá-la.
Todos os alunos Daqui pra Fora recebem assessoria especializada sobre as candidaturas usando o Common App e em todas as etapas do processo para ingressar em universidades no exterior!
Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
#Depoimentos – Caio Oliveira, aprovado em Cornell University
/219 Comentários/em Depoimentos /por Daqui pra ForaAprovado em Cornell University, uma das Ivy Leagues, Caio costuma avaliar o trabalho da Daquiprafora como uma parceria. “Em vez de falar que eu passei em Cornell, eu gosto de falar que nós passamos”.
Confira o depoimento completo de Caio no vídeo abaixo:
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