Conheça as melhores faculdades em inglês na Holanda

Conheça as 5 melhores universidades para estudar em inglês na Holanda e saiba quais são as vantagens para quem tem dupla cidadania europeia. 

Considerada um dos principais polos em excelência na educação, a Holanda vem atraindo cada vez mais estudantes para suas faculdades. Das 20 universidades existentes no país, 7 estão classificadas entre as 100 melhores do mundo, segundo o ranking Times Higher Education, e 13 estão entre as 250 mais bem colocadas.

A Holanda é o país da Europa continental que mais oferece cursos superiores em inglês. O país também atrai estudantes pela excelente qualidade de vida em suas cidades. Além da educação, a Holanda se destaca por ser um lugar seguro para se viver, com ótima mobilidade urbana, cheio de opções de lazer, com muita história e cultura. Tem ainda um povo receptivo e conhecido por ser “mente aberta”.  

A seguir, você vai conhecer as 5 melhores universidades para fazer graduação em inglês na Holanda, os cursos que elas oferecem, e depois vai saber quais as principais vantagens nessa jornada para quem tem a dupla cidadania europeia. 

As 5 melhores universidades da Holanda e seus cursos em inglês

Wageningen University & Research 

A Wageningen University and Research é a universidade número 1 da Holanda e a 53a melhor do mundo, de acordo com o ranking Times Higher Education. Wageningen nasceu em 1876 como uma faculdade agrícola e hoje é a única instituição na Holanda que se concentra no estudo de alimentos saudáveis e meio ambiente. Como resultado desse trabalho, é considerada uma das melhores do mundo na área de Life Sciences.

Localizada na cidade de Wageningen, às margens do Rio Reno, a cerca de 1 hora de Amsterdam, a universidade tem como missão “explorar o potencial da natureza para melhorar a qualidade de vida das pessoas”. Todos os 20 cursos de bacharelado compartilham este tema. Como não poderia deixar de ser, Wageningen se tornou neutra em carbono em 2015.

A universidade oferece 6 programas em inglês, tem cerca de 14.000 estudantes, sendo 27% internacionais.

A experiência da universidade na área de alimentos e do meio ambiente faz com que ela tenha uma grande demanda de pesquisa nestas áreas, vinda tanto do governo holandês quanto de empresas e ONGs.

Assim, importantes projetos nascem na Wageningen University and Research. Os temas variam desde buscar inovação em energia sustentável até encontrar maneiras de fabricar plástico a partir de algas marinhas.

Cursos em inglês em Wageningen:

  • Animal Science;
  • Environmental Sciences;
  • Food Technology;
  • International Land & Water Management;
  • Soil, Water Atmosphere;
  • Tourism.

University of Amsterdam (UvA)

Localizada no coração de uma das mais vibrantes capitais europeias, a University of Amsterdam é a segunda melhor universidade do país. Considerada a 65a do mundo e top 20 na Europa, pelo ranking THE, UvA é uma das principais referências em pesquisa na Europa

Fundada em 1632, é a terceira mais antiga universidade da Holanda e a maior em número de alunos. Cerca de 10.000 dos 41.000 alunos da UvA são estrangeiros, vindos de mais de 100 países.

UvA é a segunda universidade com mais cursos de graduação em inglês no país, com 20 opções, todos muito bem conceituados. O curso de Mídia & Informação é classificado como um dos 3 melhores da Europa. Incluindo a pós-graduação, são mais de 200 cursos em inglês em UvA. 

Cursos oferecidos em inglês na graduação da University of Amsterdam:

  • Archaeology;
  • Actuarial Science;
  • Ancient Studies;
  • Business Administration;
  • Business Analytics;
  • Communication Science;
  • Cultural Anthropology & Development Sociology;
  • Econometrics;
  • Economics & Business Economics;
  • English Language and Culture;
  • European Studies;
  • Linguistics;
  • Literary and Cultural Analysis;
  • Media & Culture;
  • Media & Information;
  • Political Science;
  • Politics,
  • Psychology, Law and Economics;
  • Psychology;
  • Sign Language Linguistics;
  • Sociology.

Utrecht University

A Utrecht University é reconhecida internacionalmente pela excelência acadêmica e por sua proposta inovadora em ensino. É considerada uma das líderes em pesquisa na Europa. Fundada em 1636, Utrecht ocupa hoje a 69a posição no ranking da THE e é considerada a 3a melhor universidade da Holanda. 

No coração da Holanda, a 45 minutos de Amsterdam, Utrecht é uma cidade charmosa que mistura arquitetura antiga e moderna, respira inovação e sustentabilidade, onde todos falam inglês e andam de bicicleta.

Fundada em 1636, a universidade tem hoje 30.374 alunos, quase 5.000 deles internacionais, de 118 países. Composta por 7 faculdades, Utrecht abrange uma enorme variedade de áreas de estudos.

Oferece 11 cursos de graduação em inglês:

  • Celtic Language & Culture;
  • Pharmaceutical Sciences;
  • Economics & Business Economics;
  • English Language & Culture;
  • Global Sustainability Science;
  • History;
  • Linguistics;
  • Literary Studies;
  • Media & Culture;
  • Philosophy, Politics, & Economics;
  • University College (Liberal Arts and Science program).

Leiden University 

A Leiden University é a mais antiga universidade da Holanda, fundada há quase 450 anos. A cidade cresceu e se desenvolveu em volta da universidade, que hoje conta com dois campus, um em Leiden e outro em Haia, distantes aproximadamente 20 minutos um do outro e a 45 minutos de Amsterdã.

Reconhecida como uma instituição de excelência, inovadora e inclusiva, a Leiden University é hoje a 71a no ranking mundial da THE. A universidade é composta por 7 faculdades e tem 26.900 alunos de 120 países. Leiden se define como um lugar de acolhimento onde qualquer pergunta pode ser feita e respondida com liberdade.

O ensino em Leiden estimula o aprendizado individual e em pequenos grupos. As classes são pequenas e programadas para que o professor possa dar atenção individualizada e que as necessidades de cada aluno sejam atendidas. 

Leiden University oferece 17 cursos em inglês na graduação:

  • Archaeology;
  • Arts, Media & Society;
  • Cultural Anthropology & Development Society;
  • Dutch Studies;
  • English Language & Culture;
  • Heritage and Society;
  • International Relations and Organizations;
  • International Studies;
  • Liberal Arts & Sciences:
  • Global Challenges;
  • Linguistics;
  • Philosophy:
  • Global and Comparative Perspectives;
  • Political Science;
  • Psychology;
  • Security Studies;
  • South and Southeast Asian Studies;
  • Urban Studies;
  • World Archaeology. 

Erasmus University Rotterdam 

Fundada em 1912, como Netherlands School of Commerce, a Erasmus University Rotterdam passou a ter este nome em 1973. Em 2022, ainda relativamente jovem,  já ocupa o 72o lugar no ranking das melhores universidades do mundo da THE e é considerada uma das principais instituições de ensino e pesquisa da Europa.

Localizada em Rotterdam, a segunda maior cidade da Holanda, Erasmus conta com 31.149 alunos, 23% deles internacionais. É formada por 7 faculdades, 2 institutos e uma University College.

Seus cursos têm bastante foco em empreendedorismo, com destaque para a área de economia e negócios, e é conhecida por sua mentalidade “make it happen”.  

Erasmus oferece 12 cursos de inglês na graduação:

  • Philosophy;
  • Double major Economics & Philosophy of Economics;
  • Double major in Econometrics & Economics;
  • Double degree in Arts Arts & Culture Studies;
  • Communication & Media;
  • Econometrics & Operations Research;
  • Economics & Business Economics;
  • History;
  • Psychology;
  • International Business;
  • Liberal Arts & Science. 

As vantagens de ter a dupla cidadania europeia

Quem tem dupla cidadania europeia tem mais motivos para colocar a Holanda no radar quando pensar em fazer faculdade no exterior. Estes alunos têm algumas vantagens ou facilidades em relação aos estrangeiros, que vão desde a candidatura até o momento após a formatura. 

A primeira e maior vantagem é o custo da jornada. A anuidade da faculdade, que geralmente representa a maior despesa, é significativamente menor na Holanda para quem tem a cidadania europeia. Ao invés de pagar de 6.000 a 15.000 euros, o valor da tuition para quem tem a cidadania diminui para aproximadamente 2.500 euros. 

Outra vantagem pode estar no próprio processo seletivo. Algumas universidades podem disponibilizar mais vagas para estudantes com cidadania europeia. O processo seletivo é o mesmo para estrangeiros e cidadãos e alunos que estudam em escolas brasileiras na grande maioria dos casos precisam fazer o foundation year (ano preparatório).

Durante o curso, alunos internacionais podem trabalhar até 20 horas por semana (meio período). Quem tem dupla cidadania não precisa respeitar este limite. 

E por fim, após a conclusão do curso, quem é cidadão europeu não terá impedimento nem burocracia para permanecer no país ou em outra região da Comunidade Europeia.

Como geralmente as oportunidades de trabalho são boas, muita gente prefere ficar e este passa a ser, portanto, um dos principais benefícios da dupla cidadania. 

Tem interesse em fazer faculdade na Holanda? Então avalie as suas chances de estudar em uma universidade holandesa, fazendo a nossa análise de perfil aqui.

Conheça a University of Amsterdam

Em uma das cidades mais vibrantes e diversas da Europa, a University of Amsterdam oferece ensino de excelência e inovador a alunos do mundo inteiro. 

A Holanda tem sido cada vez mais procurada por estudantes internacionais. O país tem 7 universidades entre as 100 melhores do mundo, de acordo com a Times Higher Education, entre elas, a University of Amsterdam.

É o país europeu que mais oferece cursos superiores em inglês. São mais de 2.000 opções de cursos espalhados em cerca de 77 instituições de alta qualidade.

Conhecida pela diversidade e por seu ambiente tolerante e descontraído, a Holanda acolhe muito bem os estrangeiros em geral. Esta característica, aliada a um ensino de excelência e inovador, faz com que o país seja considerado um dos melhores lugares da Europa para fazer faculdade como estudante internacional. Cerca de 10% dos universitários na Holanda são estrangeiros.

Por que morar em Amsterdã?

Além de ter o 3o melhor ensino superior do mundo, o país aparece frequentemente nas principais listas dos melhores lugares do planeta para se viver. Segundo o US News é hoje o 7o melhor país em qualidade de vida.

A Holanda abriga lindas paisagens, muita história, cultura e excelente qualidade de vida. Por todo o país, todos os serviços funcionam muito bem. As cidades, grandes ou pequenas, são muito limpas, organizadas e sustentáveis. Transporte, saúde e educação são sistemas extremamente eficientes.

Outra vantagem de fazer faculdade na Holanda é a facilidade de viajar para outros países da Europa e conhecer novos lugares e culturas. O custo-benefício é mais um atrativo. Dificilmente se encontram em outros países universidades com a qualidade das holandesas pelo mesmo custo.

Além disso, na Holanda os estudantes podem trabalhar 16 horas por semana e, depois de formado, podem obter visto de trabalho e continuar no país.

A capital Amsterdã

A capital, Amsterdã, é o principal foco dos estudantes na Holanda justamente por ser o coração do país. Com inúmeras opções em de cultura e lazer, Amsterdã ferve dia e noite e acolhe pessoas com todos os tipos de origens, gostos e características.

Limpa, organizada, segura, recortada por mais de 150 canais e com linda arquitetura, a cidade tem a maior cultura per capita do planeta. É a casa de alguns dos principais museus da Europa, como o Rijskmuseum e o Van Gogh Museum, e de alguns museus excêntricos, como o da Tortura e do Sexo.

Amsterdam tem ainda a Rembrandt House, a Casa de Anne Frank, inúmeros restaurantes, bares, galerias, teatros, casas de shows e parques.

Inglês é a língua não-oficial da cidade. É muito fácil encontrar livrarias, canais de TV, menus em restaurantes e diferentes atividades culturais em inglês.

Amsterdam tem um excelente sistema de transporte, com ônibus, metrô, trem e tram (um tipo de bonde), mas a bicicleta é o mais utilizado. Cerca de 63% das pessoas que moram na cidade se locomovem de bike.

Há 1 carro para cada 3,3 bicicletas em Amsterdam. Na estação central, há 267.000 lugares para estacionar bicicletas.

A University of Amsterdam, uma das duas universidades holandesas mais bem colocadas nos rankings internacionais, fica no centro dessa cidade cheia de vida e atrações.

Conhecendo a University of Amsterdam (UvA)

Fundada em 1632, a University of Amsterdam é uma das universidades holandesas mais bem colocada nos rankings internacionais e com mais opções de cursos em inglês.

São mais de 200 opções. Cerca de 7.000 dos 34.000 alunos são estrangeiros vindos de mais de 100 países. A universidade tem ainda 3.000 pesquisadores e 6.000 professores e funcionários.

Considerada uma das principais referências em pesquisa na Europa, UvA é a terceira universidade mais antiga do país e a maior em número de alunos.

É a 61a colocada no ranking mundial da Times Higher Education de 2024 e a número 1 no Europe Teaching Ranking da mesma THE. No QS World Ranking, UvA ocupa a 55a colocação.

O ensino na University of Amsterdam, como em toda a Holanda, é baseado na solução de problemas (Problem Based Learning – PBL) e dá bastante autonomia aos estudantes.

A estrutura acadêmica da universidade é dividida em 7 faculdades, com um total de mais de 200 cursos. Economia e negócios, artes e humanidades, direito, medicina, ciências físicas, biológicas, ciências sociais e comportamentais estão entre algumas das áreas estudadas e pesquisadas.

Todos os cursos são muito bem conceituados. O curso de Mídia e Informação, por exemplo, é considerado um dos 3 melhores da Europa. O de Odontologia é o 3o do mundo, segundo o QS Ranking.

O campus e as instalações da University of Amsterdam

UvA é dividida em 4 campus. O principal, localizado no centro intelectual da cidade, abriga a biblioteca central e os prédios da Faculdade de Humanidades. O segundo campus fica no Science Park, na região leste de Amsterdam. Lá estão os principais institutos de pesquisa, a Faculdade de Ciências, a University College e mais de 120 empresas.

No UMC Campus fica a Faculdade de Medicina, o hospital de pesquisa e o Academic Medical Center. O Roeterseiland Campus recebe as faculdades de Economia e Negócios, Ciências Sociais e Comportamentais e a escola de Direito.

UvA tem instalações esportivas para mais de 80 atividades, de aikidô a levantamento de peso, que funcionam 7 dias por semana. O CREA, organização cultural estudantil, oferece cursos e workshops em música, artes visuais, dança, teatro, fotografia, entre outras. Também organiza shows, apresentações e debates sobre ciência, arte e sociedade.

O processo seletivo

O processo seletivo para as universidades na Holanda, incluindo a University of Amsterdam, é parecido com o do Reino Unido. São exigidos o histórico escolar do Ensino Médio e uma prova de proficiência em inglês (TOEFL ou IELTS).

A candidatura é feita para um curso específico e, portanto, o aluno vai concorrer com outros candidatos que buscam o mesmo curso. Para alguns cursos pode ser exigida uma prova específica ou uma redação. A concorrência varia de acordo com o curso escolhido. Na UvA, os mais concorridos são Medicina e Direito.

Depois de aceitos na universidade, os alunos que não possuem diploma de Ensino Médio europeu fazem o Foundation. O Foundation é um ano básico, onde o aluno é apresentado ao sistema europeu de ensino e preparado para os 3 anos de faculdade que virão.

Se o seu sonho é estudar na Universidade de Amsterdã, venha conversar com a gente e entender como podemos ajudar você a realizar esse sonho.

Tudo o que você precisa saber para estudar na Holanda

Confira tudo que é preciso saber para fazer faculdade na Holanda, país com 7 universidades entre as 100 melhores do mundo e o 3o melhor sistema educacional do planeta.

A Holanda é um país cada vez mais procurado por estudantes estrangeiros do mundo inteiro. Hoje cerca de 90 mil jovens de 162 países estudam em universidades holandesas. Eles são atraídos não só pela excelência acadêmica, mas também pela excelente qualidade de vida e pela característica multicultural do país, famoso por ser receptivo e com uma sociedade “mente aberta”.

Há tempos a Holanda figura entre os países com melhor qualidade de vida do mundo. Hoje é o sétimo no ranking do US News, que leva em conta moradia, saúde, educação, transporte, segurança, liberdade individual e meio ambiente, entre outros fatores.

Por que morar na Holanda?

A Holanda tem ainda a 5a economia da região. Algumas das maiores multinacionais do mundo, como Philips, Heineken, KLM, Shell e Unilever, são holandesas.

Além disso, a proximidade com grandes centros comerciais e financeiros, como o Reino Unido, a Alemanha e a França, faz com que o país seja interessante tanto para quem está de olho no mercado de trabalho quanto para quem quer explorar novos lugares e culturas, viajando pelo continente.

Além de tantos atrativos, a qualidade do ensino superior holandês e o custo-benefício dessa jornada têm um apelo especial. São 7 universidades entre as 100 melhores do mundo, segundo o ranking da Times Higher Education, que coloca a Holanda como o terceiro melhor sistema educacional do planeta.

Apesar de a língua oficial do país ser o holandês, cerca de 95% da população fala inglês fluente e muitos ainda dominam uma terceira língua, como francês ou alemão. É, portanto, uma excelente oportunidade para aprender mais um idioma.

Seja nas grandes cidades, como Amsterdam e Rotterdam, ou nas pequenas, como Delft ou Leinden, a experiência de fazer faculdade na Holanda certamente oferece excelência acadêmica, vida multicultural e a construção de uma potente networking.

Neste vídeo, o estudante Lucas Cordeiro conta um pouco da experiência de estudar na Holanda:

As principais vantagens de estudar na Holanda

Excelência acadêmica

Com 7 universidades entre as top 100 e reconhecido internacionalmente como um dos principais polos acadêmicos do mundo, a Holanda oferece no seu ensino superior uma metodologia diferenciada, o PBL (Problem Based Learning).

Baseado na solução de problemas, centrado no aluno, interativo, com técnicas modernas e inovadoras, o PBL é apontado como um dos principais fatores responsáveis pela excelência no ensino holandês.

Além disso, as classes nas universidades holandesas são pequenas, o que comprovadamente favorece o aprendizado e aproxima os alunos dos seus professores.

Neste contexto, os alunos podem optar por dois tipos de universidades onde recebem o diploma de bacharel: as de pesquisa e as de ciências aplicadas.

As de pesquisa são mais voltadas para quem se interessa por elas e deseja seguir carreira acadêmica. Enquanto as de ciências aplicadas (a maioria) são mais profissionalizantes, direcionadas às práticas de mercado.

Nos dois casos há inúmeras opções de cursos em inglês, já que a Holanda é o país da Europa Continental que mais oferece cursos em inglês em nível superior. São mais de 1500. Vale lembrar que, apesar da enorme oferta, é sempre bom se certificar se o curso pelo qual o aluno optou é oferecido em inglês na instituição escolhida.

Custo-benefício

O valor empregado para estudar em uma universidade holandesa é inferior se comparado ao custo de outras universidades em países onde se fala inglês, como Estados Unidos e Reino Unido, levando-se em conta, inclusive, o custo de vida nestes países.

Além disso, dificilmente o aluno vai encontrar em qualquer lugar do mundo um investimento equivalente por um ensino top 100 ou top 200.

Para quem tem cidadania europeia, este investimento é muito menor. Ao invés de pagar de 6.000 a 15.000 euros por ano, o estudante com cidadania europeia paga uma anuidade próxima a 2.000 euros.

Outro fator que ajuda a melhorar a relação custo-benefício na Holanda é o fato de o estudante poder trabalhar 16 horas por semana durante o período de aulas ou ainda full time nas férias.

O ambiente multicultural, a participação em associações estudantis, a possibilidade de viagens, de trabalho e de estágio possibilitam ainda, sem dúvida, a criação de uma potente networking que o aluno vai levar para toda sua vida pessoal e profissional.

 

Possibilidade de residência após a faculdade

Já familiarizados com a cultura e o estilo de vida locais, vivendo em um país com excelente qualidade de vida e inúmeras oportunidades, muitos estudantes terminam o curso e querem permanecer na Holanda. A boa notícia é que é possível.

Depois de adquirir o diploma na Holanda, estudantes que não pertencem à União Europeia podem se candidatar à autorização de trabalho “zoekjaar” (ano de busca). Conseguindo uma vaga, o empregador vai solicitar uma licença de imigração altamente qualificada em nome do estrangeiro, sem que ele precise deixar o país.

Ainda há a possibilidade de pedir autorização de trabalho caso a pessoa pretenda abrir seu próprio negócio por lá.

O Processo Seletivo

O processo seletivo na Holanda é semelhante ao do Reino Unido. Tanto as universidades de pesquisa quanto as de Ciências Aplicadas avaliam o histórico escolar do Ensino Médio do candidato e a prova de proficiência em inglês (TOEFL ou IELTS).

Na Holanda, o candidato aplica direcionado a um curso específico, assim como no Brasil. Vai, portanto, concorrer com outros interessados no mesmo curso.

Alguns cursos são mais concorridos que outros e para estes casos as universidades podem exigir alguns elementos a mais na application.

Entre estas exigências podem estar uma redação (motivation letter ou personal statement), onde o aluno geralmente fala sobre o que o leva a querer estudar aquele curso naquela instituição; cartas de recomendação (de professores ou coordenadores da escola); e um currículum vitae.

Nos cursos onde a concorrência é muito alta, a universidade pode exigir ainda o SAT ou o ACT, ou mesmo uma prova específica elaborada pela própria universidade.

As notas exigidas no TOEFL e no ACT ou SAT (se necessário) variam de acordo com cada universidade e com cada curso.

Studielink e Numerus Fixus

O primeiro passo para se candidatar, portanto, é checar no site da universidade escolhida todas as informações sobre o processo de application da instituição e se certificar de todos os requerimentos que ela exige.

Para a maioria dos programas, o aluno deve se registrar no Studielink, plataforma oficial para se candidatar a uma universidade na Holanda. Funciona como o Common App (dos Estados Unidos) ou o UCAS (do Reino Unido).

Mas atenção: é imprescindível se certificar se o curso e a universidade escolhidos requerem o registro no Studielink. Algumas instituições e cursos usam processos diferentes.

Nas áreas de estudo mais procuradas, onde há uma demanda excessiva, o processo seletivo passa por um sistema de loteria centralizado e ponderado chamado Numerus Fixus, controlado pelo governo holandês.

Neste caso, por ser um sistema ponderado, os estudantes com histórico escolar forte têm mais chances de sucesso. A maioria dos cursos em inglês na Holanda passam pelo Numerus Fixus, especialmente Psicologia, International Business, Fisioterapia, Medicina e Economia, que costumam ser os mais concorridos. De novo, é fundamental checar com a instituição se o curso escolhido passa pelo Numerus Fixus.

A application para Numerus Fixus deve ser submetida até o dia 15 de janeiro e as respostas chegam em 15 de abril. Esta resposta indica a colocação do aluno no ranking dos candidatos.

Se aceito, o candidato tem duas semanas para responder se aceita a oferta de vaga. Caso não tenha sido aceito, ele ainda tem chances dependendo de alguma desistência e da sua colocação no ranking. É como uma lista de espera.

Para outros programas, fora do Numerus Fixus, o deadline para a application é geralmente 1o de maio. Mas sempre vale a pena checar a data com a universidade escolhida.

O ano letivo na Holanda começa em agosto.

Entrada direta, sem passar pelo Foundation

O sistema de ensino na Holanda tem o modelo semelhante ao do Reino Unido, onde o Ensino Médio tem 4 anos. Isso faz com que, ao ingressarem no ensino superior, alunos internacionais precisem fazer o que eles chamam de um ano de Foundation.

O Foundation corresponde a um ano básico, que introduz o estudante ao sistema europeu de ensino e o prepara para os próximos 3 anos de faculdade.

Alunos que fizeram o Ensino Médio em escolas que acompanham o sistema europeu não precisam fazer o Foundation. Quem termina o Ensino Médio com diploma de IB (International Baccalaureate) também pode passar direto pelo Foundation.

Em algumas instituições, provas como SAT, ACT e APs também podem ser suficientes para dispensar o Foundation. Quem já fez um ano de faculdade também pode passar direto.

Em todos os casos, é importante consultar a universidade para saber sobre a necessidade ou não de cumprir o Foundation year.

Quanto custa estudar na Holanda

O custo anual de um estudante na Holanda pode variar bastante em função de vários fatores. Ter ou não a cidadania europeia é um dos principais deles. Isso porque a tuition (anuidade da faculdade) diminui muito para os alunos que são cidadãos europeus.

A diferença pode ser de milhares de euros. Para os alunos brasileiros, a tuition pode variar de 6.000 a 15.000 euros por ano. Já para quem tem passaporte europeu ela cai para próximo de 2.000 euros anuais.

Porém, essa regra não se aplica ao Foundation Year, onde todos pagam o mesmo valor, que gira entre 12.000 e 18.000 euros, dependendo da instituição e do curso.

De qualquer forma, o investimento não é maior do que aplicado em universidades também muito bem conceituadas na América do Norte ou no Reino Unido, por exemplo. Ao contrário. E o diploma certamente vai abrir portas no mundo todo.

Além da anuidade da faculdade, há outros aspectos que devem ser levados em conta quando falamos em manter um estudante na Holanda, que são os gastos que ele vai ter no seu dia a dia por lá. Com moradia e alimentação, a família pode estimar um valor de 800 a 1.100 euros mensais.

Vale a pena pensar em reservar um pouco também para algumas necessidades e vontades do aluno, como roupas, lazer e transporte. A Holanda é um lugar cheio de atrativos e fica próximo de outros países igualmente atraentes e de fácil acesso. Os valores nesse caso são muito particulares, dependem do estilo de vida e das possibilidades de cada família.

Dicas para esta jornada

Quem já pensa em aplicar para universidades nos EUA, Canadá ou Reino Unido pode, portanto, conhecer o que a Holanda oferece. O caminho tem muitos pontos em comum.

Planejamento, foco, dedicação e uma boa orientação são ingredientes fundamentais para qualquer processo seletivo. Mas também é muito importante amadurecer suas escolhas. Como? Mantendo as portas abertas, pesquisando, conhecendo, decidindo o quanto antes se realmente deseja estudar fora e se está disposto a se preparar para isso.

Este conhecimento, junto com uma boa preparação, vai dar ao aluno a possibilidade de ter as várias opções no final do Ensino Médio. E ele certamente vai estar pronto para tomar a melhor decisão sobre o que fazer após os vestibulares.

Se precisar de ajuda ao longo desse processo, a Daqui pra Fora pode ajudar com toda a assistência necessária para que a experiência seja agradável. Vamos conversar?

TOEFL: saiba o que é e como funciona esse teste

Entenda como funciona o TOEFL, prova de proficiência em inglês para alunos internacionais que é exigida por universidades de diversos países como EUA, Canadá, Austrália e Holanda.

Para ser admitido em uma universidade americana, o estudante brasileiro precisa mostrar que o seu nível de inglês é suficiente para acompanhar as aulas. O mesmo acontece em qualquer universidade no mundo onde a língua adotada é o inglês.

A principal ferramenta utilizada pelas universidades nos Estados Unidos para medir o nível de proficiência dos candidatos é o TOEFL (Test of English as Foreign Language – Teste de Inglês como língua Estrangeira).

Confira as dicas da nossa especialista, Letícia Cunha, que trabalha na Daqui pra Fora há mais 10 anos com jovens que pretendem cursar uma graduação no exterior:

Como funciona o TOEFL?

O TOEFL (Test of English as a Foreign Language) e o IELTS (International English Language Testing) são provas de proficiência em inglês obrigatórias para admissão de estudantes que não têm o inglês como língua nativa.

O exame é aplicado para admissão nas universidades e pode ser feito online ou presencialmente. É administrado todos os meses no Brasil em centros autorizados nas principais cidades do país.

A prova dura até 4 horas e é dividida em 4 seções: Compreensão de Texto (Reading), Compreensão de Voz (Listening), Oralidade (Speaking) e Escrita (Writing). Cada seção vale 30 pontos, sendo, portanto, 120 pontos a pontuação máxima.

Entendendo o contexto do TOEFL

Diferentemente do que acontece aqui no Brasil, as universidades americanas adotam um método holístico para selecionar quem serão os aprovados em seus processos seletivos. Nele, vários aspectos da trajetória acadêmica e da vida pessoal do candidato são avaliados.

A application, ou candidatura, que o aluno envia às universidades é composta, portanto, por diferentes etapas. Todas elas são importantes. São solicitados, basicamente, o histórico escolar, cartas de recomendação, atividades extracurriculares, uma redação de caráter pessoal, além do SAT ou o ACT (prova padronizada). O TOEFL é mais um elemento fundamental da application.

Por dentro da estrutura da prova

Existem várias modalidades diferentes de TOEFL, prova administrada pela ETS (Educational Testing Service). Entre elas, a prova desenvolvida para o ingresso no ensino superior é o TOEFL IBT (Internet Based Test). Ele é adotado em todo território americano e por inúmeras outras instituições em diversos países.

O TOEFL IBT é a ferramenta que permite à universidade avaliar se o aluno domina o inglês a ponto de estar apto a acompanhar o curso.

O exame é dividido em 4 sessões que focam diretamente nas habilidades que o estudante vai precisar utilizar durante toda sua vida acadêmica. As sessões são Reading, Writing, Listening e Speaking.

Na sessão de Reading o aluno deve mostrar sua capacidade de interpretar o conteúdo lido. São apresentados 3 ou 4 trechos, cada um com aproximadamente 700 palavras e 10 questões.

A sessão Listening mede quanto o candidato consegue entender conversas e palestras. Os áudios contêm a linguagem utilizada nos campus das universidades. São 3 ou 4 áudios do tipo palestra (lecture), que duram de 3 a 5 minutos, com 6 perguntas para cada um. As conversas (2 ou 3 áudios) têm 3 minutos e 5 perguntas cada uma.

Na parte de Speaking, o candidato deve mostrar que sabe se expressar oralmente dentro de um contexto acadêmico. São 4 tarefas. O aluno tem de 15 a 30 segundos para se preparar para cada uma delas e 45 a 60 segundos para responder.

Em Writing, o exame avalia a habilidade do aluno em escrever em nível acadêmico. Espera-se nesta sessão que ele consiga expressar suas ideias de forma clara e organizada.

Outra modalidade do TOEFL voltada para os jovens é o ITP (Institutional Testing Program). Porém esta prova é mais direcionada para avaliação final de cursos de idiomas e para cursos de curta duração, não para graduação.

Sobre a nota do TOEFL IBT

Cada sessão do TOEFL IBT vale 30 pontos. Portanto, o aluno pode ter uma nota final de até 120 pontos.

Você pode estar se perguntando: mas qual a nota mínima que eu preciso atingir para ser aprovado? A resposta é: este número não existe. Cada universidade tem o seu critério de exigência em relação ao TOEFL e estabelece sua própria nota de corte.

Algumas universidades exigem 70 ou 80 pontos e as mais competitivas podem exigir acima de 100 (dos 120 possíveis). Portanto, uma nota mais alta abre um leque maior de opções para aplicar. Quando estiver pesquisando as universidades do seu interesse, vale a pena aproveitar para checar o mínimo que cada uma requer no TOEFL.

Algumas universidades podem exigir uma nota mínima em alguma sessão específica, especialmente em Reading e Writing. Por isso, quando pesquisar a nota de corte no site da universidade, verifique também se há alguma exigência nesse sentido, para não ser surpreendido.

Sua nota no TOEFL IBT fica disponível por 2 anos. Você pode fazer a prova quantas vezes quiser em busca do seu melhor desempenho.

Colocando o TOEFL em prática

O TOEFL é oferecido no Brasil em diversas datas ao longo do ano. Para se inscrever, basta acessar o site oficial da prova, o site da ETS . Lá você encontrará as datas e locais disponíveis. Mesmo sendo um exame online, ele é feito em centros de aplicação. Há muitos espalhados pelo Brasil. O preço da inscrição é U$ 215,00.

Para buscar o seu melhor desempenho no TOEFL, o ideal é fazer ao menos um simulado da prova. Esta experiência é fundamental para entender como funciona cada sessão da prova e para se familiarizar com o formato e com o conteúdo dela.

Ainda é uma ótima oportunidade para treinar a administração do tempo. Você pode fazer quantos simulados quiser.

Se você tem interesse em fazer um simulado para se familiarizar com o teste e avaliar o seu desempenho, entre em contato com o nosso time que podemos ajudar você nessa importante etapa.

As 7 melhores universidades da Holanda

A procura por vagas em universidades na Holanda vem crescendo nos últimos anos e razões para isso não faltam. Com 7 instituições entre as 100 melhores do mundo no ranking da Times of Higher Education, é considerada uma das nações líderes mundiais em educação.

Da mesma forma, a Holanda é um país multicultural e concentra o maior número de cursos de graduação em inglês oferecidos na Europa continental.

Por que estudar na Holanda?

A excelência acadêmica das universidades holandesas está inegavelmente relacionada, entre outros fatores, ao sistema de ensino, baseado na solução de problemas (Problem Based Learning – PBL). Em outras palavras, os estudantes têm mais autonomia para buscar e construir conhecimento.

Além disso, na Holanda as classes geralmente são pequenas, o que facilita o aprendizado, proporcionando mais engajamento dos alunos e maior aproximação com os professores.

Um dos principais aspectos que devem ser considerados quando se fala em estudar em universidades da Holanda é o excelente custo-benefício. Em outras palavras, dificilmente um aluno vai encontrar em outro país uma universidade com o nível de excelência das holandesas e o mesmo custo. Sobretudo, para estudantes com passaporte europeu o valor é ainda menor.

Na Holanda, o candidato define a área que vai estudar quando aplica. Por isso, apesar de haver um grande número de cursos em inglês, é importante pesquisar antes se é o caso do o curso pretendido.

O processo seletivo é parecido com o do Reino Unido. De maneira idêntica, o candidato envia seu histórico escolar e faz a prova de proficiência em inglês. Dependendo do curso, pode haver uma prova específica ou até entrevista e, dessa forma, a concorrência varia de acordo com o curso e a instituição.

A variedade de cursos em inglês e a excelente localização atraem muitos alunos europeus e dos outros continentes para a Holanda, que é considerado um dos países mais inovadores e sustentáveis da Europa. Estudar na Holanda é, portanto, uma ótima oportunidade de construir um potente networking.

Neste vídeo, Lucas Cordeiro compartilha um pouco da sua experiência sobre o processo de estudar em uma universidade da Holanda:

Conheça as melhores universidades da Holanda

Wageningen University and Research 

A Wageningen University and Research, 59a no ranking mundial da Times Higher Education – THE, nasceu em 1876 como uma faculdade agrícola e hoje é a única instituição na Holanda que se concentra no estudo de alimentos saudáveis e meio ambiente. Como resultado, é considerada uma das melhores do mundo na área de Life Sciences.

Localizada na cidade de Wageningen, às margens do Rio Reno, a cerca de 1 hora de Amsterdã. Ao passo que a universidade tem como missão “explorar o potencial da natureza para melhorar a qualidade de vida das pessoas”, todos os 20 cursos de bacharelado compartilham este tema. Assim sendo, a universidade possui 6 programas em inglês e cerca de 27% dos seus alunos são internacionais.

A experiência da universidade na área de alimentos e do meio ambiente faz com que ela tenha uma grande demanda de pesquisa nestas áreas, vinda tanto do governo holandês quanto de empresas e ONGs.

Assim, importantes projetos nascem na Wageningen University and Research, cujos temas variam desde buscar inovação em energia sustentável até encontrar maneiras de fabricar plástico a partir de algas marinhas.

Como não poderia deixar de ser, a universidade havia estabelecido a meta de se tornar neutra em carbono e atingiu este objetivo já em 2015.

University of Amsterdam – UvA 

Localizada no coração de uma das mais vibrantes capitais europeias, a University of Amsterdam, 62a no ranking mundial THE, é uma das universidades com mais cursos de graduação em inglês em toda a Europa, com mais de 200 opções. Só para ilustrar, mais de 7.000 dos aproximadamente 34.000 alunos são estrangeiros vindos de mais de 100 países.

Considerada uma das principais referências em pesquisa na Europa, a UvA é a terceira mais antiga universidade do país e a maior em número de alunos.

Oferece cursos nas áreas de economia e negócios, artes e humanidades, direito, medicina, ciências físicas, biológicas e ciências sociais e comportamentais. Todos muito bem conceituados. O curso de mídia e informação, por exemplo, é considerado um dos 3 melhores da Europa.

Delft University of Technology 

Fundada no final do século XIX pelo rei Willem II como Royal Academy  para treinar engenheiros e funcionários públicos, a Delft University of Technology, 67a colocada no ranking mundial THE, garantiu status de universidade em 1986 e hoje é a mais antiga e maior das universidades de tecnologia da Holanda.

Uma das mais importantes da Europa na área de tecnologia e considerada pelo QS University Rankings uma das 15 melhores do mundo na área de engenharia, a universidade se define como uma instituição criativa, que olha para o futuro, com uma visão internacional, onde é valorizado o trabalho por meio de solução de problemas em equipe.

O campus moderno fica em Delft, cidade universitária a 56 km de Amsterdã, rodeada por canais e com o centro histórico remetendo à era medieval.

Cerca de 20% dos 16.000 estudantes da universidade são estrangeiros. Os 14 programas de bacharelado, dividido nas 8 faculdades, permitem aos alunos fazerem estágio e participarem de projetos de pesquisa, que facilitam a entrada no mercado de trabalho. Por exemplo, alguns projetos desenvolvidos pelos estudantes envolvem carro movido a energia solar, robô que voa e sandálias feitas de pneus de carros reciclados.

Leiden University 

A Leiden University, 67a no ranking mundial THE, é a mais antiga universidade da Holanda, fundada há quase 450 nos. A cidade cresceu e se desenvolveu em volta da universidade, que hoje conta com dois campus, um em Leiden e outro em Haia, distantes aproximadamente 20 minutos um do outro e a 45 minutos de Amsterdã.

Reconhecida como uma instituição de excelência, inovadora e inclusiva, a Leiden University é composta por 7 faculdades que englobam as áreas de artes, ciências e ciências sociais, com cursos nas áreas de economia, negócios, direito, ciências da computação, psicologia, comunicação, arquitetura e biologia, entre outros.

Com 28.100 alunos de 120 países, a universidade se define como um lugar de acolhimento onde qualquer pergunta pode ser feita e respondida com liberdade.

O ensino estimula o aprendizado individual e em pequenos grupos. As classes são pequenas e programadas para que o professor possa dar atenção individualizada e que as necessidades de cada aluno sejam atendidas. A universidade oferece 12 cursos em inglês na graduação.

Leiden University é a casa de 16 laureados com o Prêmio Nobel e 21 vencedores do Spinoza Price, mais importante prêmio da Ciência na Holanda. Albert Einstein esteve em Leiden como professor visitante.

Erasmus University Rotterdam 

A Erasmus University, 69a no ranking mundial THE, está entre as principais instituições de ensino superior e pesquisa da Europa, com destaque nas áreas de economia e negócios e em medicina e ciências da saúde.

Localizada em Rotterdam, a segunda maior cidade da Holanda, distante aproximadamente 1 hora da capital, a universidade conta com quase 30.000 alunos, 23% deles internacionais. Não apenas isso, mas a cidade é sede de muitas empresas multinacionais, o que aumenta a possibilidade de os alunos fazerem estágios e iniciarem no mercado de trabalho.

University of Groningen 

Fundada em 1614, a University of Groningen, 73a no ranking mundial THE, construiu excelente reputação internacional em seus mais de 400 anos e recentemente aparece com muita frequência entre as 100 melhores universidades da Holanda e do mundo. Cerca de 20% dos seus 30.000 estudantes são internacionais, vindos de mais de 120 países.

A universidade conta com 27 centros de pesquisa e institutos. As 9 faculdades oferecem 50 cursos de graduação, 36 deles em inglês. Está entre as principais da Europa nas áreas de ecologia, ciências materiais, astronomia e química. Recentemente, em 2016, um dos seus professores, Ben Faringa, ganhou o Prêmio Nobel de Química.

Surpreendentemente, Groningen é a cidade com a população mais jovem da Holanda e mais de um quarto dos seus moradores são estudantes. A pouco mais de 2 horas da capital Amsterdã, a cidade é considerada segura, eco-friendly e, também, um dos lugares mais felizes da Europa.

Utrecht University 

A Utrecht University, 75a no ranking mundial THE, é reconhecida internacionalmente pela excelência acadêmica e por sua proposta inovadora em ensino, e, por isso, está entre as melhores universidades da Holanda.

A universidade oferece 50 programas de graduação, como ciências sociais, economia, direito, comunicação, ciências naturais, entre outras, divididos em 3 campi. Além disso, os cerca de 1.500 estudantes internacionais da Utrecht University vêm de 118 países.

No coração da Holanda, a 45 minutos de Amsterdam, Utrecht é uma cidade charmosa que mistura arquitetura antiga e moderna, respira inovação e sustentabilidade, onde todos falam inglês e andam de bicicleta.

Ficou interessado em estudar na Holanda? Assine a nossa newsletter para saber mais sobre as universidades no exterior e como se preparar para estudar fora.

Por que fazer faculdade na Holanda?

A Holanda tem um dos sistemas de ensino superior mais bem conceituados no mundo acadêmico. Não é à toa que tem sido um dos destinos mais procurados por estudantes do mundo todo.

Além da excelência acadêmica, o país conta uma boa qualidade de vida, segurança e inúmeras opções de faculdades em inglês. E o povo holandês ainda é conhecido por ser hospitaleiro com os estrangeiros.

Entenda os motivos que levam muitos estudantes do mundo todo a estudar na Holanda. Confira!

Ensino de excelência na Holanda

Onze das 200 melhores universidades do mundo estão na Holanda, segundo o ranking da Times Higher Education, sendo que 7 delas estão entre as 100 melhores, o que coloca o país em terceiro lugar neste ranking.

As mais bem colocadas são Wageningen University (59a), University of Amsterdam (62a) e Delft University of Technology e Leiden University (empatadas na 67a posição).

A metodologia de ensino PBL (Problem Based Learning), baseada na solução de problemas, é apontada como um dos principais responsáveis pelo bom conceito do ensino superior holandês, considerado de excelência.

Além disso, as turmas em toda as universidades são pequenas, o que facilita o engajamento, aproxima professores e alunos e permite um melhor atendimento às necessidades de cada estudante.

Por que fazer faculdade na Holanda?

Além da excelência acadêmica, o custo-benefício de fazer faculdade na Holanda é extremamente atraente.

É muito difícil estudar em qualquer outro país em uma universidade top 200 do mundo com o valor que se investe para estudar na Holanda. Se o aluno tiver cidadania europeia o custo é ainda mais baixo, quase um terço.

Outro ponto positivo é que o aluno pode trabalhar enquanto estuda (16 horas por semana durante o ano letivo ou full time nas férias). E quando acaba o curso, ele pode continuar no país se aplicar para o Post Study Work Visa. Depois de 5 anos morando lá também pode solicitar residência.

A oferta de cursos em inglês na Holanda é muito grande. É o país da Europa continental que mais oferece curso superior em inglês. Por isso, há uma enorme variedade de cursos para escolher.

Mas sempre é bom o aluno se certificar antes de aplicar se o curso que ele quer é oferecido em inglês na instituição escolhida.

Além da grande oferta de cursos em inglês, a localização, próximo a França, Inglaterra, Alemanha, Rússia, Espanha e outros países, atrai muitos alunos estrangeiros para as faculdades holandesas.

Cerca de 10% dos estudantes das universidades são estrangeiros, propiciando um ambiente multicultural, totalmente alinhado à diversidade do país.

Essa localização privilegiada dá ao aluno ainda a oportunidade de viajar e conhecer lugares e culturas diferentes na Europa.

Apesar de o holandês ser o idioma oficial do país, a maioria da população fala inglês fluente e geralmente domina pelo menos mais uma língua, como francês ou alemão. É, portanto, uma excelente oportunidade de aprender um terceiro idioma.

E claro, convivendo no dia a dia com tanta gente do mundo inteiro em instituições de excelência, é impossível não construir um networking superpotente.

Processo seletivo e sistema de ensino

O processo seletivo para fazer faculdade na Holanda se parece muito com o do Reino Unido.

Basicamente, os alunos enviam o histórico escolar do Ensino Médio e fazem prova de proficiência em inglês (TOEFL ou IELTS). Na Holanda o candidato aplica para um curso específico. Isso significa que ele vai concorrer apenas com candidatos que pretendem fazer aquele mesmo curso que ele.

International Business, Ciências da Computação, Business Administration, Engenharia, Economia, Comunicação e Psicologia são alguns dos cursos oferecidos. Há inúmeros outros. A concorrência varia de acordo com o curso e com a instituição.

Em alguns casos, pode ser exigida uma prova específica, cujo conteúdo é ligado ao curso escolhido. E ainda, também dependendo do caso, o aluno pode ter que escrever uma redação, passar por entrevista ou enviar portfólio.

Uma vez aceitos, estudantes  internacionais que não têm diploma europeu no Ensino Médio fazem quatro anos de curso, sendo que o primeiro é o Foundation. É um ano básico, que introduz o aluno ao sistema europeu de ensino e prepara para os próximos 3 anos de faculdade.

Há dois tipos de universidades na Holanda, as de pesquisa e as de ciências aplicadas. As primeiras são mais centradas em pesquisas acadêmicas e as de ciências aplicadas têm um caráter mais profissionalizante, onde o conhecimento é mais aplicado na prática. Em todas, o aluno adquire o diploma de bacharel.

Fazer faculdade na Holanda é, portanto, uma excelente opção para quem busca desenvolvimento pessoal e profissional, baseada em excelência acadêmica, networking potente e grande experiência multicultural, tudo com excelente custo-benefício.

Se interessou e quer saber mais sobre como fazer faculdade na Holanda? Preencha o formulário abaixo e converse com nossos especialistas. Eles estão à disposição para ajudar.

Meu filho tem chance de fazer faculdade no exterior?

É muito comum pais e alunos que querem fazer faculdade fora hesitarem ou até desistirem da ideia antes mesmo de tentar por acharem que não serão aceitos. É comum pensar que, só os melhores, aqueles que se destacam nas notas no colégio, têm chance de estudar no exterior. Afinal, as melhores faculdades do mundo estão lá.

Mas, diferentemente do que muitos pensam, para entrar nas melhores faculdades do mundo não precisa ter sido o melhor da turma e nem mesmo estar entre os melhores.

A oferta de excelentes universidades no exterior é muito grande e há lugar para alunos de diferentes perfis em instituições de alto nível.

De acordo com o conceituado ranking das melhores universidades do mundo da Times Higher Education (THE), há pelo menos 300 universidades melhores que a brasileira mais bem ranqueada, a USP. E dezenas de outras no mesmo nível dela.

Assim, alunos considerados medianos aqui no Brasil são aceitos em muitas excelentes universidades no exterior.

Onde são aceitos alunos com média 6 ou 7?

Estudantes com média entre 6 e 7 costumam ser aceitos em ótimas instituições, como a Indiana University, por exemplo, 134a  no ranking THE.

Muito respeitada nos EUA e no mundo, IU é uma universidade com 33 mil estudantes na graduação, mais de 200 centros de pesquisa e institutos, alguns deles reconhecidos entre os melhores do mundo, e um orçamento anual de US$ 3,5 bilhões. IU é a 18a universidade com mais estudantes internacionais nos Estados Unidos.

Arizona State University, 155a no ranking THE, é outra universidade onde alunos com médias entre 6 e 7 aqui no Brasil são aceitos. Com mais de 1/5 de alunos internacionais, ASU foi considerada há 3 anos a instituição de ensino superior mais inovadora dos Estados Unidos.

Tem atualmente no seu staff dois professores vencedores do Prêmio Nobel e seis vencedores do Prêmio Pulitzer na sua história.

Onde são aceitos alunos com média 7 ou 8?

Alunos com médias entre 7 e 8 são aceitos, por exemplo, na Boston University, 61a do mundo no ranking da Times Higher Education. BU é uma das maiores universidades da região de Boston, um dos principais polos estudantis dos Estados Unidos e do mundo.

Oferece 250 cursos em 17 diferentes faculdades e tem 17 mil alunos na graduação em dois campus nos Estados Unidos, além de vários importantes programas internacionais em diferentes países.

Na University of Manchester, no Reino Unido, também são aceitos estudantes do mundo todo com médias entre 7 e 8 no colégio. Manchester é a região com maior concentração de estudantes na Europa. A University of Manchester é considerada a 55a melhor do mundo segundo o ranking da THE.

Dividida em 4 faculdades, tem o maior campus do Reino Unido. Sua biblioteca tem mais de 4 milhões de livros impressos, mais de 41 mil jornais eletrônicos e 500 mil e-books. Entre seus alunos e professores, atuais e antigos, encontram-se 25 vencedores do Prêmio Nobel.

Onde são aceitos alunos com média 8 ou 9?

Alunos com médias entre 8 e 9 costumam ser aceitos em universidades ainda mais bem ranqueadas, como a UCLA e a University of Toronto, 17ae 18ano ranking THE, respectivamente.

Na UCLA, em Los Angeles, um corpo docente reconhecido internacionalmente é responsável por 230 cursos (entre graduação e pós-graduação) e mais de 5.000 disciplinas. É um dos principais centros de pesquisa e de performances na área de artes nos Estados Unidos e no mundo.

UCLA oferece ainda para os alunos mais 1.100 organizações (extracurriculares), onde os alunos podem se desenvolver nas suas áreas de interesse. E para quem quer mais experiência internacional, há 275 programas em 39 países.

Com muito prestígio internacional, a University of Toronto, no Canadá, tem 60 mil alunos (entre graduação e pós) de mais de 150 países. É um lugar cosmopolita e multicultural, assim como a cidade que a abriga.

Tem parceria  com diversos institutos de educação e indústrias no mundo todo. Com enorme reputação em inovação e pesquisa, foi o berço da descoberta da insulina e da pesquisa com células tronco.

Onde são aceitos alunos com média 9 ou 10?

Estudantes com notas entre 9 e 10 têm mais chances de serem aceitos nas universidades melhor ranqueadas do mundo, como a University of Oxford na Inglaterra, a número 1 do ranking em 2024, ou Harvard, nos Estados Unidos, 4a colocada no mesmo ranking.

Localizada nas imediações da cidade medieval, a University of Oxford tem 44 faculdades, mais de 100 bibliotecas, para seus 22 mil alunos, mais da metade na graduação e 40% deles estrangeiros.

A network de ex-alunos de Oxford inclui 250 mil pessoas, entre elas líderes como Bill Clinton, Indira Ghandi e 26 primeiros-ministros do Reino Unido. Além disso, estão ligados à universidade 11 vencedores do Prêmio Nobel de Química, 5 de Física e 16 de Medicina.

Harvard é a mais antiga instituição de ensino superior dos Estados Unidos e uma das mais prestigiadas e concorridas do mundo.

Estudaram em Harvard 157 premiados com o Nobel (número maior que qualquer outra instituição), 48 vencedores do Pulitzer (Jornalismo e Literatura), 14 contemplados pelo Turing (Computação) e 18 ganhadores da medalha Fields (Destaque em Matemática).

Também saíram de Harvard 8 presidentes dos Estados Unidos, entre eles George W. Bush e Barack Obama. Dos 371 mil estudantes que formam a network de ex-alunos de Harvard, 59 mil são estrangeiros, de mais de 200 países.

Encontre a universidade certa para o perfil de seu filho

Como vimos, as notas dos últimos 4 anos do colégio, que compõem a média (ou GPA) são importantes para a admissão nas universidades no exterior. Mas não são o único aspecto levado em conta pelas universidades lá fora.

O processo seletivo é holístico e abrange ainda outros fatores, como provas padronizadas, atividades extracurriculares, redações e cartas de recomendação.

Por isso, excelentes universidades no exterior recebem alunos com diversos perfis, tanto acadêmico quanto pessoal.

Quer saber mais sobre como seu filho pode se preparar para estudar em uma universidade no exterior? Assine nossa newsletter para ter todas as informações.

 

Meu filho quer fazer faculdade no exterior, e agora?

A decisão de fazer faculdade no exterior é um marco importante não só na vida do aluno, mas de toda a família. É um momento novo para todos, que implica, entre outras coisas, em separação, e muitas dúvidas podem aparecer, tanto para quem vai sair de casa quanto para quem fica, os pais.

Por isso, é importante planejar bem esse momento importante para que ele seja o melhor possível para todos os envolvidos.

Pensando nisso, juntamos informações relevantes que podem ajudar seu filho e toda a sua família a lidar com essa fase da vida de maneira mais tranquila. Confira!

Como evitar os receios que surgem na jornada de estudar fora?

Para os pais, existe o medo da distância, de ter muita saudade, de o filho não conseguir se virar sozinho. Pode ter ainda a preocupação se ele vai estar bem instalado, confortável, seguro, afinal você não poderá checar isso tudo daqui.

E aí, muitas vezes aparece aquela vontade de resolver tudo por eles. E ainda pode haver o receio de não conseguir dar conta financeiramente do projeto. Dúvidas nessa hora não faltam, não é mesmo?

Mas para superar todas as inseguranças e poder dar o apoio de que seu filho precisa nessa jornada, o primeiro passo é estar bem informado. Quanto mais conhecimento tiver de tudo pelo que seu filho vai passar, desde o início da jornada, mais segurança você terá para dar o suporte necessário.

Vale a pena, então, pesquisar junto com o aluno sobre os locais onde ele pretende fazer a faculdade, como é a cidade, o clima e os costumes do local. E sobre a própria universidade, é muito bom ter informações sobre o ambiente acadêmico, a estrutura e a grade curricular.

Como apoiar meu filho a fazer faculdade no exterior?

Conversar com seu filho, vivenciar, participar da construção desse projeto, certamente ajuda a deixar os pais mais tranquilos. Quando os pais e toda a família se envolvem na concretização desta jornada, ela passa a ser uma conquista de todos.

Dessa forma, todos dividem o sucesso e assim o medo da distância e da saudade diminui bastante. Mas também é importante lembrar que quem deve liderar esse projeto é o próprio estudante e os pais devem ficar ao seu lado, incentivando o desenvolvimento da autonomia, soft skill muito importante para o sucesso dessa jornada.

Este envolvimento deve começar desde a preparação para o processo seletivo, que lá fora é holístico e muito diferente de como ele acontece no Brasil. As universidades no exterior avaliam o aluno como um todo, incluindo aspectos acadêmicos e pessoais. É importante os pais conhecerem as etapas desse processo e estarem junto com o aluno em todas elas.

O apoio passa por dar suporte na construção de um currículo forte, de identificar as oportunidades de atividades extracurriculares e tudo mais que envolve o desenvolvimento de uma boa candidatura.

Por isso, cabe aos pais incentivar os estudos desde cedo. O aluno não precisa ser o melhor da classe, mas ter boas notas e envolvimento em atividades extracurriculares durante toda a vida acadêmica certamente são fatores que ajudarão o estudante a construir uma candidatura forte para uma faculdade no exterior.

Como lidar com o stress da jornada?

Também faz parte estar ao lado do filho nos momentos de stress e cansaço, que são comuns e muitas vezes aparecem em forma de irritação . É bom parar para pensar se não está havendo muita pressão por parte da família sobre o estudante. Isso nunca é bom. Ao contrário, só atrapalha.

Por isso, durante toda a jornada, o ideal é sempre manter o diálogo, estar com a cabeça aberta para ouvir os objetivos, os receios, as preferências e as escolhas deles, tanto no que diz respeito à carreira que se pensa em seguir quanto em relação à universidade que quer cursar. Isso com certeza vai dar mais confiança ao aluno.

Alguns pais, até mesmo de maneira inconsciente, acabam colocando muitas expectativas em relação a conquistar uma vaga em universidades de renome, mas que muitas vezes não estão alinhadas com o perfil do estudante e não o farão feliz durante os próximos quatros anos.

Por isso, a seleção de para quais instituições aplicar é delicada e deve ser muito conversada em casa, sempre levando em consideração o que o aluno busca, pois lembre-se que eles são os protagonistas nessa história.

Para os pais, que ficam, uma forma de diminuir a ansiedade durante a preparação ou mesmo após a viagem e o início das aulas, é encarar esse momento como uma oportunidade inigualável de desenvolvimento para seus filhos.

Incentivar a autonomia pode ser doloroso no começo. Mas todos os pais que resistiram a resolver todos os problemas à distância pelos filhos e acreditaram em suas capacidades de solucionar as questões do dia a dia relataram como a experiência foi transformadora no amadurecimento desses jovens.

Focar nos benefícios para eles e em como essa pode ser uma experiência de vida única faz todo o esforço valer muito a pena.

O segredo para ter sucesso na jornada de estudar no exterior

A jornada para realização deste sonho pode parecer longa e complexa. Por isso, buscar todas essas informações na internet, muitas vezes pode ser confuso e difícil de encontrar sua veracidade.

O ideal é buscar orientação profissional de quem já trabalha com isso há muito tempo. A consultoria educacional da Daqui pra Fora conta com profissionais experientes que os guiarão por todo o caminho a ser percorrido, desde a preparação, seleção das universidades, na hora da candidatura e mesmo durante os anos na faculdade fora do país, de forma individual e personalizada.

Quer saber mais sobre este tema? Assine nossa Newsletter e fique por dentro de tudo o que envolve a jornada de estudar fora.

5 motivos para estudar no exterior com a Daqui pra Fora

Estudar fora é uma decisão de vida, e não só uma decisão de carreira, não é mesmo? Ela envolve aspectos racionais e emocionais que muitas vezes é difícil de compreender.

E preparar-se para chegar lá não é diferente. É uma jornada, e não um tiro curto.

Por isso, para a Daqui pra Fora, consultoria educacional que desde 2001 prepara estudantes brasileiros para terem sucesso nos processos seletivos de universidades no exterior, cada cuidado conta.

Todos estes anos orientando jovens e famílias se reflete em um profundo conhecimento sobre a jornada de preparação, os processos internos que visam garantir o sucesso do projeto e um grande entendimento sobre as emoções que fazem parte dessa etapa tão importante na vida dos estudantes.

A Daqui pra Fora ainda os acompanha durante suas trajetórias universitárias, oferecendo suporte e criando oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.

Como garantir o sucesso desse projeto?

Tomar a decisão de fazer faculdade no exterior é um grande passo e por isso é melhor contar com profissionais experientes nessa jornada para maximizar suas chances de sucesso.

Quer saber quais são os 5 diferenciais da Daqui pra Fora que serão essenciais nessa trajetória?

Solução completa

A Daqui pra Fora prepara o aluno em todas as etapas do processo seletivo, desde o 9º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio. Nossos profissionais atuam com metodologia e têm muita experiência em todos os assuntos que são importantes para que essa jornada seja bem sucedida.

Também entendemos as emoções e os sentimentos que fazem parte desse momento tão importante para o aluno e para a família, por que a maioria de nós também passou por essa experiência de vida.

Brasileiro para Brasileiro

A Daqui pra Fora é uma empresa originalmente brasileira, formada por um time que entende profundamente o processo de seleção das universidades no exterior e sabe como os alunos brasileiros devem se preparar para ter sucesso.

Temos certeza que para esse projeto dar certo e fluir bem, é fundamental planejar a preparação pela perspectiva da família, que é brasileira ou está no Brasil, e tem pouco ou nenhum conhecimento sobre o assunto.

Não basta conhecer o processo, é preciso entender sobre a jornada de preparação do aluno e sua família.

Experiência

Em quase duas décadas, preparamos mais de 3.000 alunos brasileiros com perfis, objetivos e rotinas diferentes. Isso nos permitiu passar pelas mais diversas experiências e nos ensinou a lidar com cada uma delas, sempre ao lado da família e do aluno.

São milhares de casos de sucesso e uma enorme bagagem que nos tornam muito capacitados a orientar com segurança os jovens e suas famílias em um projeto tão importante como este.

Base de Dados DpF

Junto com nossos alunos, já enviamos mais de 50 mil applications. Com isso, pudemos construir uma base de dados muito valiosa que contribui de várias formas para o sucesso da jornada.

Primeiro, na escolha das universidades ideais para cada estudante de acordo com o seu perfil. Depois, na avaliação da probabilidade de admissão do candidato em cada instituição.

Essa base de dados ainda nos permite comparar o perfil do aluno que está se preparando com os de outros que já se candidataram para as mesmas universidades e ver, por exemplo, possibilidades de bolsas de estudo.

Equipe multidisciplinar

Nosso time conta com profissionais especialistas em cada uma das etapas dessa jornada. Eles oferecem orientação personalizada em todos os itens exigidos pelas bancas de admissão das universidades.

Acreditamos que nesse projeto é importante que o aluno receba orientações de especialistas com grande conhecimento e experiência naquela área de preparação e que elas se complementem, para que o resultado seja o melhor possível.

Desde que começamos nossa história, foram mais de 10.000 aprovações em universidades Top 100 do mundo (segundo o ranking da Times Higher Education), admissões em todas as Ivy League e mais de R$ 500 milhões conquistados em bolsas de estudos.

Na Daqui pra Fora, sabemos que cada aluno é um aluno. Que cada família é uma família. Que cuidar envolve o balanço entre acolher e exigir.

Porque se o sonho é grande e a jornada é longa e complexa, aqui nenhum cuidado pode ficar de fora.

Se você tem o sonho de fazer faculdade no exterior e quer contar com a assistência dos nossos especialistas, preencha o formulário abaixo para iniciar uma conversa.

Quanto custa fazer faculdade no exterior?

Cada vez mais estudantes têm o objetivo de fazer faculdade no exterior. E como todo objetivo, um bom planejamento pode ser a chave para que ele seja atingido.

Para quem quer estudar no exterior, além de se preparar para construir uma candidatura forte, esse planejamento deve envolver também os custos com a jornada.

Para fazer este planejamento financeiro, o primeiro passo é ter uma ideia dos valores que envolvem cada etapa do processo, desde o início da  application (candidatura) até a manutenção do aluno quando já estiver cursando a faculdade.

Colocando tudo no papel (ou numa planilha) e levando em conta a realidade da família, fica mais fácil organizar e, assim, enxergar que o objetivo é perfeitamente viável.

Antes de ir estudar no exterior

Os primeiros custos estão relacionados a taxas que devem ser pagas para fazer a application. Desde tradução juramentada de documentos (em média R$ 500,00 cada), até a própria application (aproximadamente U$ 100 cada uma), passando pela obtenção de visto (aproximadamente R$ 1.200,00) e passagens aéreas, depois da aprovação. Ainda há taxas menores com envio de documentos.

Como o processo seletivo inclui algumas provas, pode-se considerar também o custo delas. O TOEFL (exame de proficiência em inglês) custa U$ 215 e o SAT (prova padronizada como o Enem), U$ 95.

Estes valores podem ser atualizados a qualquer momento. Vale a pena sempre checar nos sites oficiais quando estiver fazendo o seu planejamento.

Os custos das universidades

As universidades no exterior cobram taxas anuais, ou seja, o aluno paga por ano para estudar. Mas essa taxa pode ser, muitas vezes, paga de forma parcelada.

Os valores da anuidade, que é o que mais pesa em todo o orçamento, variam muito de instituição para instituição.

Nos Estados Unidos, este custo anual pode variar de U$ 20 mil a U$ 70 mil, ou seja, pensando em moeda brasileira hoje, de R$ 6,6 mil a R$ 23 mil por mês, aproximadamente.

No Canadá, a anuidade fica entre CAD$ 25 mil e CAD$ 55 mil, o que equivale a cerca de R$ 6,2 mil a R$ 13,7 mil por mês.

No Reino Unido, a taxa anual fica entre £25 mil e £50 mil, ou seja, aproximadamente entre R$ 10,4 mil a R$ 20,8 mil por mês.

Estes números incluem as aulas, moradia e alimentação.

Seguro-saúde internacional

Vale a pena contabilizar ainda o seguro-saúde internacional, exigido pelas universidades. Nos Estados Unidos e no Canadá, o valor varia de acordo com o tipo de cobertura, em geral entre U$1.000 e U$2.000. Quanto maior a cobertura, mais caro.

A maioria das universidades no exterior tem parcerias com seguradoras e costumam indicar a melhor empresa local para seus estudantes.

Bolsa de estudos

Muitas universidades no exterior oferecem a possibilidade de bolsas de estudos também para estrangeiros. Há basicamente três tipos de bolsa disponíveis: por mérito acadêmico (de acordo com desempenho no processo e histórico escolar), por necessidade financeira (além de um excelente histórico escolar, o aluno precisa comprovar a renda familiar) e bolsa por talentos específicos (oferecidas em faculdades ligadas a Artes).

Mas este benefício é bastante concorrido e para conseguir ser contemplado com uma bolsa é muito importante ter uma boa estratégia, escolhendo as universidades certas e construindo uma application forte.

Custo de vida lá fora

Além do custo com a universidade, não podem ficar de fora do planejamento algumas despesas do dia a dia que o aluno vai ter durante o curso.

Afinal, a vida no exterior não fica restrita aos estudos. Mesmo que a parte acadêmica seja cheia de atividades e tenha muitas exigências, há muito o que conhecer e muitas experiências para se viver lá fora.

Devem-se considerar, portanto, despesas com transporte fora do campus e lazer. Em geral, os estudantes saem do campus para se divertir em bares, restaurantes, cinema, e muitas vezes viajam, especialmente nos feriados. Os valores variam muito de lugar para lugar, ainda que no mesmo país, e do estilo de vida de cada um.

Por isso, vale a pena colocar este tipo de despesa no orçamento, mas cada família pode estipular a extensão desse valor na sua “planilha”.

Considerando todos os possíveis gastos, o próximo passo é se organizar e planejar a jornada. A Daqui pra Fora  pode ajudar a colocar este projeto em prática e se manter no orçamento da família, já que conta com profissionais especializados em orientar os estudantes em cada etapa, desde o planejamento da candidatura até o apoio após a admissão.

Saiba mais como funciona a consultoria educacional da Daqui pra Fora.