Uma das principais perguntas que recebemos, que já foi inclusive tema de matéria especial aqui no Blog, é sobre a importância de contratar uma assessoria para a admissão em uma universidade dos Estados Unidos.
Para exemplificar a relevância de nosso trabalho de consultoria, hoje entrevistamos um de nossos alunos recém embarcados.
César de Oliveira, ex-aluno da St. James International School, em Londrina, tinha o sonho de estudar nos Estados Unidos, mas achava não ser possível.
Contudo, após conhecer o trabalho da Daqui pra Fora, Cesinha, como é conhecido por nós, está feliz com a nova etapa de sua vida, como freshman da University of Texas – Arlington.
A importância de contratar uma assessoria para estudar no exterior
1) Como você conheceu a Daquiprafora?
César de Oliveira: Eu conheci a Daquiprafora através de minha escola no Ensino Médio, a St. James, em uma feira chamada Career Fair WINGS St. James.
Eu sempre tive vontade de cursar uma universidade fora do Brasil, mas nunca achei que fosse possível. Quando via pela televisão, sempre achava que estudar fora era um processo quase impossível para mim, fora do meu alcance.
Porém, quando visitei o estande da Daqui pra Fora na feira, me convenci que estudar fora não só era possível, mas era exatamente o que eu queria e iria investir. Iria abrir mão de tudo para estudar nos Estados Unidos!
2) Como foi o processo de escolha das universidades junto a Daqui pra Fora?
César de Oliveira: Inicialmente, o Marcelo Peterlini, meu coordenador acadêmico, havia me sugerido uma lista com seis universidades.
Confesso que nenhuma delas me agradou à primeira vista, porque, como tenho família morando nos Estados Unidos, eu e minha mãe queríamos uma faculdade que não fosse nem muito perto nem muito longe deles.
Junto ao Marcelo, elaboramos uma segunda lista, em que ele sugeriu a universidade que eu acabaria escolhendo: a University of Texas – Arlington, que ficava próximo de Dallas, com uma estrutura e localização dentro do que eu esperava.
3) Como foi a sua preparação para o TOEFL e o SAT?
César de Oliveira: Para o TOEFL, eu fazia aula particular durante três meses, uma vez por semana, durante duas horas. As aulas eram tão boas que, após eu fazer o TOEFL e passar, eu continuei frequentando as aulas por mais quatro meses.
Quanto ao SAT, eu estudava a seção de matemática com um amigo meu formado na área e a seção de inglês com meu professor do TOEFL usando o livro oficial do SAT.
Fiz muitos simulados durante a preparação, acordando aos sábados e realizando modelos de prova, simulando também intervalos e pausas.
4) O que o levou a escolher a University of Texas – Arlington?
César de Oliveira: Escolhi a Texas Arlington porque a faculdade está ranqueada entre os 80 melhores cursos de engenharia dos Estados Unidos, além de possuir a melhor equipe de carro de corrida dos Estados Unidos e a quinta melhor do mundo.
Tenho planos de cursar engenharia mecânica e trabalhar com carros de corrida. Já estou tentando entrar na UTA Racing no meu Freshman Year. Além da University of Texas, Arlington também possui o maior Six Flags (parque de diversões) dos Estados Unidos e também é a casa dos Rangers, time de beisebol, enchendo muito a cidade aos domingos.
5) Como está sendo o processo de adaptação nesse início de semestre? Você recebeu algum tipo de suporte da Daqui pra Fora após o embarque?
César de Oliveira: Ao chegar nos Estados Unidos, fiquei meio apreensivo, com medo do que viria pela frente. Bateu uma insegurança e a saudade inevitável do Brasil de da minha família.
Contudo, na Daquiprafora, os alunos contam com o suporte do Departamento de Apoio e Desenvolvimento (DAD), que acompanham os alunos durante os anos de faculdade.
Após conversar com o Rafael Bento e a Fernanda Luiz, fiquei bem mais tranquilo e me senti preparado para o que viria pela frente. A adaptação tem sido ótima, fiz vários novos amigos, em especial o RA do meu prédio, que tem a mesma idade que eu e me ajuda bastante.
Já tenho tudo o que preciso para meu quarto e conheci alguns dos brasileiros que estudam aqui, que também estão me ajudando bastante.
Uma das coisas legais aqui da Texas Arlington é que a faculdade possui poucos brasileiros, e isso facilita para conhecermos pessoas de outras culturas, além de sermos um atrativo a mais, pois todo mundo ama conhecer os brasileiros (risos)!
6) Como você avalia o papel da Daquiprafora durante todo o processo para estudar nos Estados Unidos?
César de Oliveira: A Daqui pra Fora foi fundamental para que eu realizasse meu sonho de estudar nos Estados Unidos. Tenho certeza que, se eu tivesse tentado fazer todo o processo sozinho, eu não teria conseguido.
As etapas do processo são muito complicadas e recebi orientações sempre pontuais. Tudo o que tive que fazer foi me preocupar em estudar para as provas.
Além do processo de embarque, fico muito tranquilo em saber que também posso contar com a Daqui pra Fora agora que estou aqui, e com certeza esse é um dos diferenciais que me deixa bastante satisfeito!
Se você tem o sonho de fazer faculdade no exterior e quer contar com a assistência especializada da Daqui pra Fora, preencha o formulário abaixo e comece uma conversa com nossos especialistas.
É possível estudar nos Estados Unidos e fazer parte do curso em outro país?
/124 Comentários/em Cursos, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaUma das vantagens de fazer uma faculdade nos Estados Unidos ou Canadá é ter a oportunidade de realizar estágios ou complementos do curso em outros países: o chamado Study Abroad.
Quase todas as universidades americanas ou canadenses possuem um programa de estudos no exterior, nas mais variadas áreas. Essas instituições consideram muito importante para o aluno ter a oportunidade de conhecer outras culturas, instituições e métodos de ensino, engrandecendo ainda mais sua experiência acadêmica.
Geralmente, esses programas ocorrem no verão do hemisfério norte (de maio a agosto), fora do ano letivo, podendo ser considerados como aulas do currículo obrigatório, atividades complementares ou até mesmo estágios. Veja abaixo os países que mais recebem estudantes de universidades americanas:
O aluno da Daquiprafora Gabriel Vivan, que cursa o último ano de Engenharia Aeronáutica na Western Michigan University, é um exemplo perfeito de como uma experiência internacional fora do campus da universidade pode ser enriquecedora!
Como parte de um programa de sua universidade para completar seu minor em International Business, Gabriel recebeu uma bolsa de estudos para estudar na Hogeschool Utrecht, na Holanda, que lhe garantiu inclusive moradia.
“É impossível descrever minha experiência em palavras. Foram os melhores seis meses da minha vida sem dúvida alguma! Eu conheci pessoas de todas as partes do mundo, viajei por 22 países, tanto sozinho quanto em grupo, conheci bastante sobre a vida na Holanda e na Europa, e o mais importante, aprendi muito e mudei muito minhas perspectivas sobre diversas culturas” afirmou Gabriel.
Há cursos, como os de Relações Internacionais, em que ter uma experiência em um país estrangeiro pode ser fundamental para o sucesso profissional, já que expande o conhecimento do aluno sobre outras culturas para além da sala de aula. Além disso, o Study Abroad pode tornar o currículo do aluno muito mais atrativo para o mercado de trabalho após a formatura, já que, alinhado a outras atividades que o aluno exerce na universidade, irá contribuir para tornar esse estudante um profissional mais completo.
“Agora que estou de volta à minha universidade, quero compartilhar minha experiência com meus colegas americanos e internacionais por aqui. Voltarei aos meus trabalhos por aqui com a orientação a alunos internacionais, aos esportes que pratico, e vou começar a ter aulas práticas no meu major, uma delas é no aeroporto! Em breve, também ingressarei na fraternidade de engenharia daqui, bastante famosa pelos EUA, a Tau Beta Pi” descreve Gabriel, que está iniciando seu último ano de faculdade, mas ainda permanecerá na Western Michigan University por mais dois anos, para a conclusão do minor em International Business.
Se você já é estudante em uma universidade americana ou canadense, procure o Study Abroad Office de sua faculdade para obter mais informações de quais programas eles oferecem e quais podem ser úteis para seu major.
Se você possui interesse em cursar uma universidade nos Estados Unidos ou Canadá, a Daquiprafora pode lhe ajudar em todo esse processo. Para mais informações, ligue para (11) 3049-0400, envie um e-mail para contato@daquiprafora.com.br, ou preencha nosso formulário clicando aqui.
Fullerton College – Leonardo Paredes – #ProntoFilmei
/80 Comentários/em Depoimentos /por Daqui pra ForaNesse vídeo, nosso aluno Leonardo Paredes nos leva para conhecer a sua universidade – Fullerton College, na Califórnia!
Para acessar nosso canal no YouTube, clique aqui!
ACT: Uma das alternativa para o “vestibular americano”
/119 Comentários/em Canadá, Estados Unidos, Holanda, Processo Seletivo, Reino Unido /por Daqui pra ForaAssim como o SAT, o ACT também é um exame padronizado usado para avaliar um estudante com pretensão de estudar em uma universidade americana. A prova é composta por 215 questões de múltipla escolha, levando aproximadamente 3 horas e 25 minutos para ser concluída e resultando em uma nota que vai de 1 a 36 pontos. O exame é dividido em quatro seções que analisam o conhecimento do estudante em matemática, inglês, interpretação de texto e ciências, além de uma redação opcional (apenas algumas faculdades exigem a redação).
O ACT é realizado da seguinte forma:
Caso opte por realizar a redação, terá de realizar um texto em 40 minutos.
O aluno poderá realizar o ACT até seis vezes no ano e, assim como o SAT, nem sempre a prova estará disponível em todos os locais seis vezes ao ano. Os locais em que o ACT poderá ser realizado são os seguintes:
Os resultados do ACT estão disponíveis cerca de 10 dias após a realização da prova, geralmente duas terças feiras após o dia do teste.
Para saber mais informações sobre o ACT e o processo seletivo das universidades dos Estados Unidos, envie um e-mail para daquiprafora@daquiprafora.com.br
Conheça as Liberal Arts Schools e veja com funcionam
/63 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaA educação superior dos Estados Unidos é baseada, de forma geral, em um sistema de Liberal Arts Education. Isso significa que, na grande maioria das universidades, os estudantes cumprem um currículo bastante diversificado nos dois primeiros anos do seu curso.
E devem escolher matérias de muitos outros departamentos e nas mais diversas áreas para cumprir certos requisitos, como nutrição, história da arte, biologia e astronomia. Após os dois primeiros anos de estudo, o currículo começa a ficar mais focado e os estudantes selecionam as aulas mais específicas dos seus respectivos cursos e departamentos, como por exemplo Ciências Políticas ou Administração.
O que são Liberal Arts Schools
A ideia por trás de uma Liberal Arts Education é formar estudantes que tenham habilidades diversas para melhor lidar com as situações do mundo real após a formatura, como comunicação e resolução de problemas, e conhecimentos básicos em áreas essenciais como política, economia e ciências.
Os Liberal Arts Colleges, por sua vez, são universidades que também se baseiam em um sistema de liberal arts education, mas tem algumas particularidades quando comparados às grandes universidades “comuns”.
Essas faculdades têm seu foco quase que exclusivamente no ensino da graduação, o que dá aos alunos mais oportunidades de pesquisa dentro da universidade, já que não existem alunos de mestrado e doutorado para ocupar essas posições.
Os Liberal Arts Schools também são instituições de ensino menores, que variam de poucas centenas a 2 ou 3 mil alunos, onde os alunos têm mais contato com professores e colegas.
Podem receber uma atenção mais particular em salas de aula menores, com menos de 20 alunos, onde os professores conhecem todos os alunos pelo nome e há muito mais participação dos alunos nas aulas.
Como é o currículo das Liberal Arts Schools
O currículo dessas instituições geralmente tem uma “área de concentração”, que é o major do aluno, mas o foco é muito maior em formar indivíduos well-rounded, ou seja, com habilidades variadas, e tem muita interdisciplinaridade.
Por exemplo, em muitos Liberal Arts Schools, é comum que os alunos criem seus próprios majors, que podem aliar interesses tão variados como Economia e Dança, e tenham acesso à um currículo único, escolhido por eles mesmos com a aprovação do coordenador acadêmico.
Os Liberal Arts Schools são indicados para alunos criativos, que gostam de explorar diferentes áreas e têm interesses muito variados, com um foco em obter habilidades variadas que serão usadas em qualquer situação de trabalho ou de vida, como comunicação, trabalho em grupo, pensamento crítico e resolução de problemas.
É um tipo de educação que vem sendo cada vez mais valorizada e reconhecida no mercado de trabalho moderno, onde as profissões estão cada vez menos definidas, novas profissões são criadas todos os dias, e a evolução da tecnologia e o processo de globalização cada vez mais exigem que os profissionais sejam flexíveis e com forte senso crítico, de criatividade e de adaptação.
Se você quer acompanhar mais conteúdos como esse, que irão ajudar na sua preparação para a faculdade no exterior, assine agora a nossa newsletter.
A importância de desenvolver as suas Soft Skills
/222 Comentários/em Carreira, Dicas /por Daqui pra ForaNossas habilidades no mercado de trabalho são divididas em duas categorias: Soft Skills e Hard Skills. É importante ter clareza sobre esses conceitos nos dias de hoje para saber onde focar as suas energias.
Tanto o mundo acadêmico quanto o mundo profissional precisam de pessoas que tenham Soft Skills bem desenvolvidas para conseguir conviver em sociedade de maneira harmoniosa e realizar bem o seu trabalho.
Qual a diferença entre Soft Skills e Hard Skills
As Hard Skills são as habilidades técnicas ou funcionais, que estão diretamente ligadas a teorias, práticas e conceitos adquiridos em sala de aula.
Já as Soft Skills aplicam-se mais as habilidades pessoais e éticas de trabalho como, por exemplo, ter uma comunicação interpessoal eficaz (verbal e não verbal), saber trabalhar em equipe, saber liderar de acordo com o tipo de pessoas envolvidas e ter resiliência.
Atualmente, muitos estudantes e recém-formados acreditam que as Hard Skills são as habilidades mais importantes e exigidas pelas empresas e, como consequência, direcionam muito do seu tempo em desenvolver apenas essas habilidades.
A importância das Soft Skills
No entanto, está cada vez mais evidente que um candidato que não tem suas Soft Skills bem desenvolvidas está perdendo cada vez mais espaço no mercado de trabalho, pelo simples fato dessas habilidades serem vitais para a capacidade de uma empresa funcionar com eficiência.
Nos Estados Unidos e Canadá, o sistema universitário oferece inúmeras oportunidades para que seus alunos desenvolvam suas Soft Skills desde o primeiro semestre de faculdade.
Aliás, nos dois primeiros anos, a ênfase do sistema é muito mais voltada para desenvolver essas habilidades do que as Hard Skills, através das aulas teóricas. Os alunos são expostos a matérias de diversas áreas, as chamadas General Education, e têm a oportunidade de conhecer pessoas com perfis diferentes e assuntos dos mais diversos.
Paralelamente a isso, os campus das universidades estão recheados de organizações estudantis, fraternidades, sororidades e clubes que proporcionam o ambiente perfeito para que os estudantes possam desenvolver suas Soft Skills durante todo o período de faculdade.
Portanto, aproveite as oportunidades que sua faculdade oferece e desenvolva novas habilidades para se tornar uma pessoa diferenciada, tanto na vida pessoal quanto na vida profissional!
Estudando “fora da caixa”: as possibilidades de um estudante nos Estados Unidos e Canadá
/58 Comentários/em Dicas /por Daqui pra ForaDurante praticamente toda a vida acadêmica, muitos estudantes são condicionados a se fazerem a seguinte pergunta:
“O que devo escolher para minha vida profissional: X ou Y?”
Esse questionamento, principalmente, se deve ao fato de que grande parte dos estudantes crescem em um ambiente que tenta colocar todos em uma grande e única caixa, como se o mundo fosse um lugar de opções muito limitadas. Essa pergunta é tão comum que, inclusive, muitos estudantes a carregam para as suas carreiras, resumindo suas vidas profissionais em profissões e cargos.
Ao escolher o “ou”, esse aluno sempre estará limitando suas escolhas entre algumas possibilidades, quando, na verdade, o mundo hoje nos permite escolher entre milhares de opções.
Uma das vantagens em ser um estudante de uma universidade americana ou canadense é justamente a imensa quantidade de opções que esses ambientes oferecem para o desenvolvimento profissional e pessoal.
A primeira delas é, naturalmente, a opção de cursar os dois primeiros anos com aulas consideradas essenciais para qualquer carreira. Durante esses dois anos, não é necessário definir qual será o seu curso de formação. Ou seja, você terá a chance de desenvolver diversas habilidades que, juntamente com as futuras aulas do curso desejado, tornarão você um profissional mais completo e dinâmico.
Uma outra vantagem é que, nos Estados Unidos e Canadá, muito da sua rotina acadêmica será realizada fora da sala de aula. Serão exigidos diversos trabalhos escolares, lições de casa e artigos, que o levarão a ter de pensar ativamente, tornando o aprendizado mais produtivo e eficiente.
Além da rotina envolvendo a vida acadêmica, toda universidade possui uma lista enorme de atividades extracurriculares, que são uma excelente oportunidade para aprender e desenvolver habilidades. Os alunos podem ter contato com diversos clubs e eventos mesmo se seu campo de estudo não estiver relacionado com eles.
A vida acadêmica americana e canadense permite que os alunos evitem os “ou” e acrescentem os “e” em sua vida profissional. Ao se formar em uma dessas instituições, os alunos saem como uma série de habilidades e atividades exercidas que apenas enriquecem e completam a sua formação como profissional de qualquer área. Claro que a iniciativa de se envolver em tudo o que a universidade oferece irá sempre depender de cada aluno, mas a única certeza é que todos esses estudantes estarão em um ambiente que, definitivamente, não será uma grande e limitada caixa.
Texto adaptado do artigo: https://medium.com/@ToddBrison/a-piece-of-advice-college-students-are-unlikely-to-hear-4afbbf5be6f4#.5uo4l8cm5
Preparando-se para o futuro: a transição para a carreira profissional
/105 Comentários/em Carreira /por Daqui pra ForaGeralmente, a partir do segundo ano de faculdade, os estudantes que estão em instituições americanas ou canadenses começam gradualmente a redirecionar um pouco do seu foco para sua vida profissional.
É nesse ponto que, na cultura acadêmica americana, os alunos começam a tomar iniciativas para se aproximar do mercado de trabalho, seja através da busca de estágios, workshops e atividades extracurriculares.
O aluno não terá mais somente a responsabilidade de estudar, tirar boas notas e obter bons resultados esportivos se for atleta, mas também preparar sua própria transição para a vida após a formatura.
Faculdade no exterior é garantia de emprego?
É muito comum os estudantes acreditarem que, somente pelo fato de terem se formado no exterior, choverão oportunidades das mais variadas empresas querendo contratá-los, com um primeiro salário generoso.
Essa expectativa vem da crença de que um aluno que estudou nos Estados Unidos ou Canadá já é incomparavelmente diferenciado aos olhos da maioria das empresas, principalmente as brasileiras.
Porém, não podemos esquecer que o Brasil também tem instituições de ensino de qualidade e que, cada vez mais, alunos que estudam em universidades brasileiras também constroem oportunidades para viver experiências fora do país.
Ainda assim, sabemos que o sistema educacional americano é um dos melhores do mundo: permite que o aluno se dedique em tempo integral aos estudos, oferece atividades extracurriculares das mais diversas no campus e faz com que o jovem de fato aprenda um inglês fluente (para não mencionar as habilidades sociais desenvolvidas pelo simples fato de se morar no exterior por quatro anos).
A expectativa de sucesso instantâneo, de fato, não é errada. Alunos que estudaram nos Estados Unidos e Canadá estarão cercados de uma estrutura que os permitirão se tornar profissionais mais completos, não só pela estrutura, mas também por serem países que valorizam muito a meritocracia, o que é um grande motivador para estar sempre buscando ser o melhor.
Para aqueles que tiverem interesse e valorizarem os bons resultados, as possibilidades de crescimento são inúmeras e, consequentemente, as oportunidades aparecem.
Como tirar proveito da vida universitária
Contudo, no atual mercado de trabalho, tanto nacional quanto internacional, é muito importante estar ciente de que, mais importante do que ter um diploma estrangeiro, é saber aproveitar as oportunidades e conhecimentos colhidos ao longo desses quatro anos.
Envolver-se em atividades extracurriculares, estar atento às vagas de estágio e trabalho no campus, desenvolver habilidades profissionais e também sociais, aprender a ressaltar suas qualidades em seu currículo, se preparar para falar bem uma entrevista e saber mais como funciona os processos seletivos, são algumas iniciativas que todo aluno deve ter, independentemente de onde tenha se formado.
Se você, aluno Daquiprafora, possui alguma dúvida ou precisa de alguma orientação sobre esse tema, contate-nos através do e-mail dad@daquiprafora.com.br ou WhatsApp (11) 99341-3577.
A Comunicação entre Pais e Filhos
/179 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaUm dos tópicos abordados no segundo encontro da Daquiprafora Pais, #2 – Retorno ao Brasil, foi a comunicação entre pais e filhos após o embarque.
Esse é um assunto sempre polêmico e que divide opiniões: alguns pais preferem manter uma comunicação diária com os filhos; outros são mais flexíveis e deixam os filhos tomarem as próprias decisões.
Qual seria, portanto, o modelo de comunicação ideal entre o filho expatriado e a família que ficou no Brasil?
Para responder essa pergunta, é necessário que cada família, primeiramente, reflita sobre objetivos de ter um filho estudando no exterior.
Sabemos que os alunos quando iniciam a faculdade serão totalmente diferentes daqueles que estarão recebendo seu diploma em seu último ano de faculdade. Serão quatro anos de novas experiências, aprendizados, alegrias, saudades e também dificuldades. Todo aluno passará por momentos de cobranças e privações, seja pela pressão de conseguir uma boa nota, seja pela saudade do Brasil. É impossível estar satisfeito 100% do tempo, independentemente do local onde você estiver.
Um dos diferenciais dos alunos que estudam nos Estados Unidos ou Canadá é justamente a necessidade de resolver os problemas sozinhos, em um ambiente que oferece total condição para que consigam crescer em todos os sentidos. Estar em uma universidade americana ou canadense significa estar totalmente integrado em um ambiente em que você pode se dedicar 100% a tudo o que envolve a sua vida acadêmica (e também esportiva). Haverá obstáculos a serem superados, mas o aluno terá uma total estrutura para lidar com eles.
Além disso, é importante para os pais entenderem que os obstáculos irão aparecer para seus filhos, seja lá onde eles estiverem, e que todos eles estarão sujeitos a cometerem erros. É impossível blindar os filhos de todos os males do mundo, assim como é muito difícil impedir que os mesmos cometam erros quando certas decisões cabem inteiramente a eles.
Isso não significa, portanto, que os pais devem deixar os filhos totalmente desamparados. É aí que entra a questão chave do equilíbrio da comunicação de cada família. Cada família deve entender o seu próprio e melhor modelo de comunicação, que funciona para quem está lá e para quem ficou. Com as ferramentas tecnológicas de hoje em dia, a comunicação é muito facilitada através de WhatsApp, Skype, FaceTime, Facebook, entre outros. Achar um modelo ideal de comunicação, para que ambos os lados possam dividir experiências e se mostrarem presentes, se torna uma tarefa muito mais fácil. Com o tempo, cada família encontrará naturalmente a melhor maneira de se comunicar. E, tenham sempre uma certeza: os filhos sempre saberão onde encontrar os pais em momentos reais de necessidade.
Dicas para lidar com a saudade fazendo faculdade no exterior
/116 Comentários/em Dicas /por Daqui pra ForaPraticamente todos os estudantes que estejam atualmente nos Estados Unidos ou Canadá tiveram que, em algum momento, lidar com a saudade de casa. Ela sempre está presente, em maior ou menor grau, na vida dos estudantes que estão há milhares de quilômetros de seus lares.
A matéria de hoje, escrita por uma estudante para o site da University of Texas – Austin, dá dicas de como lidar com um dilema tão comum na vida de quem deixa o seu país para se aventurar no exterior.
Como você lerá na matéria, o lado bom da saudade é que ela é temporária, e a leitura abaixo lhe mostrará caminhos para superá-la.
O texto foi adaptado por Rafael Bento. Boa leitura!
Lidando com a Saudade, de Brittany Balcomb
Eu me sinto muito sortuda nesse período inicial em que estou no exterior por ainda não ter que lidar com uma grande saudade de casa. Eu acredito que seja devido a algumas poucas coisas, mas principalmente porque eu tenho estado tão incrivelmente ocupada que não tenho tido muito tempo para deixar minha mente pensar muito sobre isso.
Contudo, mesmo não sentindo por enquanto, eu sei que a saudade de casa é completamente normal e muitos estudantes a sentem de diferentes maneiras.
Quando trabalhos escolares, provas e atividades extracurriculares se colocam como obstáculos em seu caminho, torna-se fácil desejar estar de volta em casa, abraçando nosso urso de pelúcia favorito.
Mas o lado bom de sentir saudades é que ela não é permanente e há várias maneiras de superá-la e se sentir positivo novamente.
Primeiramente, é importante entender que essa situação é completamente normal. Em minha opinião, é meio impossível ser feliz 100% do tempo. Então aceite que é totalmente normal sentir saudades quando as coisas não vão tão bem.
Permita-se sentir suas próprias emoções e coloque tudo para fora, então você conseguirá tomar um novo rumo para se sentir feliz novamente.
O que fazer para amenizar a saudade
Um ótimo jeito de reduzir a saudade é fazendo alguma atividade física. Exercícios físicos cientificamente liberam endorfina, que o torna mais feliz. Então por que não dedicar uma hora de seu dia correndo, ou malhando na academia?
Certamente será melhor do que ficar sentado em seu dormitório comendo miojo, e você irá se sentir mais saudável e feliz, então não há desvantagens.
É muito importante também se manter ocupado. Ter uma agenda ocupada permite que você fique motivado e focado no que é importante, seja aulas, trabalho, ou sua vida social.
Quando nós não temos nada para fazer, a inércia permite que nós só pensemos em todas as coisas e pessoas que nós sentimos falta em casa. Então se você sentir que a inércia está chegando, é hora de você fazer algo!
Precisa de ideias? Se você é um estudante universitário, você terá um milhão de oportunidades de se envolver com diversas coisas, então não as desperdice.
Você poderia se juntar a alguma organização estudantil, explorar a cidade, ou mesmo ter um novo hobby que você nunca pensou em ter.
Quem sabe, você poderá se surpreender e descobrir seu amor em escrever poesias? Hey, tentar não machuca ninguém.
Uma outra forma de diminuir a saudade é planejar uma viagem. Mesmo se for somente um fim de semana longe de seus amigos, uma grande viagem pelo país ou um feriado, planejar uma viagem fará você ficar muito animado.
Viajar é uma das melhores partes quando você vai morar no exterior e você terá a oportunidade de experimentar diversas novas culturas e estilos de vida.
Meu lema ao estudar no exterior é “você somente viverá isso uma vez”, e, mesmo nem sempre seguindo-o, ele me faz sempre sentir a necessidade de sair e me divertir.
Então faça o mesmo, diga sim para tudo e não negligencie oportunidades que estejam no seu caminho. A melhor parte disso será quando você retornar para casa, podendo olhar para as memórias incríveis que você tem dos lugares que visitou.
Então aqui estão minhas dicas para lidar com a saudade. Eu realmente espero que elas lhe ajudem em sua experiência longe de casa. Todos lidamos com saudade de diferentes maneiras, mas apenas lembre-se que é temporário e você irá superá-la.
Fonte: UT-Austin
Por que contratar uma assessoria para estudar no exterior?
/246 Comentários/em Daqui pra Fora, Depoimentos /por Daqui pra ForaUma das principais perguntas que recebemos, que já foi inclusive tema de matéria especial aqui no Blog, é sobre a importância de contratar uma assessoria para a admissão em uma universidade dos Estados Unidos.
Para exemplificar a relevância de nosso trabalho de consultoria, hoje entrevistamos um de nossos alunos recém embarcados.
César de Oliveira, ex-aluno da St. James International School, em Londrina, tinha o sonho de estudar nos Estados Unidos, mas achava não ser possível.
Contudo, após conhecer o trabalho da Daqui pra Fora, Cesinha, como é conhecido por nós, está feliz com a nova etapa de sua vida, como freshman da University of Texas – Arlington.
A importância de contratar uma assessoria para estudar no exterior
1) Como você conheceu a Daquiprafora?
César de Oliveira: Eu conheci a Daquiprafora através de minha escola no Ensino Médio, a St. James, em uma feira chamada Career Fair WINGS St. James.
Eu sempre tive vontade de cursar uma universidade fora do Brasil, mas nunca achei que fosse possível. Quando via pela televisão, sempre achava que estudar fora era um processo quase impossível para mim, fora do meu alcance.
Porém, quando visitei o estande da Daqui pra Fora na feira, me convenci que estudar fora não só era possível, mas era exatamente o que eu queria e iria investir. Iria abrir mão de tudo para estudar nos Estados Unidos!
2) Como foi o processo de escolha das universidades junto a Daqui pra Fora?
César de Oliveira: Inicialmente, o Marcelo Peterlini, meu coordenador acadêmico, havia me sugerido uma lista com seis universidades.
Confesso que nenhuma delas me agradou à primeira vista, porque, como tenho família morando nos Estados Unidos, eu e minha mãe queríamos uma faculdade que não fosse nem muito perto nem muito longe deles.
Junto ao Marcelo, elaboramos uma segunda lista, em que ele sugeriu a universidade que eu acabaria escolhendo: a University of Texas – Arlington, que ficava próximo de Dallas, com uma estrutura e localização dentro do que eu esperava.
3) Como foi a sua preparação para o TOEFL e o SAT?
César de Oliveira: Para o TOEFL, eu fazia aula particular durante três meses, uma vez por semana, durante duas horas. As aulas eram tão boas que, após eu fazer o TOEFL e passar, eu continuei frequentando as aulas por mais quatro meses.
Quanto ao SAT, eu estudava a seção de matemática com um amigo meu formado na área e a seção de inglês com meu professor do TOEFL usando o livro oficial do SAT.
Fiz muitos simulados durante a preparação, acordando aos sábados e realizando modelos de prova, simulando também intervalos e pausas.
4) O que o levou a escolher a University of Texas – Arlington?
César de Oliveira: Escolhi a Texas Arlington porque a faculdade está ranqueada entre os 80 melhores cursos de engenharia dos Estados Unidos, além de possuir a melhor equipe de carro de corrida dos Estados Unidos e a quinta melhor do mundo.
Tenho planos de cursar engenharia mecânica e trabalhar com carros de corrida. Já estou tentando entrar na UTA Racing no meu Freshman Year. Além da University of Texas, Arlington também possui o maior Six Flags (parque de diversões) dos Estados Unidos e também é a casa dos Rangers, time de beisebol, enchendo muito a cidade aos domingos.
5) Como está sendo o processo de adaptação nesse início de semestre? Você recebeu algum tipo de suporte da Daqui pra Fora após o embarque?
César de Oliveira: Ao chegar nos Estados Unidos, fiquei meio apreensivo, com medo do que viria pela frente. Bateu uma insegurança e a saudade inevitável do Brasil de da minha família.
Contudo, na Daquiprafora, os alunos contam com o suporte do Departamento de Apoio e Desenvolvimento (DAD), que acompanham os alunos durante os anos de faculdade.
Após conversar com o Rafael Bento e a Fernanda Luiz, fiquei bem mais tranquilo e me senti preparado para o que viria pela frente. A adaptação tem sido ótima, fiz vários novos amigos, em especial o RA do meu prédio, que tem a mesma idade que eu e me ajuda bastante.
Já tenho tudo o que preciso para meu quarto e conheci alguns dos brasileiros que estudam aqui, que também estão me ajudando bastante.
Uma das coisas legais aqui da Texas Arlington é que a faculdade possui poucos brasileiros, e isso facilita para conhecermos pessoas de outras culturas, além de sermos um atrativo a mais, pois todo mundo ama conhecer os brasileiros (risos)!
6) Como você avalia o papel da Daquiprafora durante todo o processo para estudar nos Estados Unidos?
César de Oliveira: A Daqui pra Fora foi fundamental para que eu realizasse meu sonho de estudar nos Estados Unidos. Tenho certeza que, se eu tivesse tentado fazer todo o processo sozinho, eu não teria conseguido.
As etapas do processo são muito complicadas e recebi orientações sempre pontuais. Tudo o que tive que fazer foi me preocupar em estudar para as provas.
Além do processo de embarque, fico muito tranquilo em saber que também posso contar com a Daqui pra Fora agora que estou aqui, e com certeza esse é um dos diferenciais que me deixa bastante satisfeito!
Se você tem o sonho de fazer faculdade no exterior e quer contar com a assistência especializada da Daqui pra Fora, preencha o formulário abaixo e comece uma conversa com nossos especialistas.