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Como é a preparação para ser aprovado em Wharton – UPenn, a melhor escola de Business dos Estados Unidos

6 de março de 2018/107 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Com 18 anos de experiência, a Daqui pra Fora se orgulha muito de ter feito parte da trajetória de mais de 3.000 estudantes rumo a uma universidade nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.

Durante esse tempo, acompanhamos diversos alunos desde o início de suas jornadas, através do Programa de Preparação, nossa mentoria especializada que prepara o estudante desde o final do ensino fundamental e durante o ensino médio, para que ele possa maximizar suas chances de ser aceito em universidades estrangeiras altamente competitivas. Quanto mais cedo o estudante se prepara, e melhor é feita essa preparação, maiores serão suas chances de ter um perfil mais competitivo para encarar as candidaturas de universidades como Harvard, Stanford, Princeton e UPenn.

Nosso aluno André Abudi é um belíssimo exemplo de como a preparação antecipada é determinante na conquista de bons resultados. André foi aprovado na Wharton School, escola de business da University of Pennsylvania, umas das universidades que compõem a prestigiada Ivy League. Wharton é simplesmente a melhor e mais antiga escola de business dos Estados Unidos.

André dividiu conosco como foi a preparação que o levou a ser aprovado em uma das melhores universidades do mundo. Muito obrigado pelo apoio e confiança em nosso trabalho André! Estamos muito orgulhosos em ter feito parte de um importante pedaço de sua trajetória, desejamos para você e sua família todo o sucesso possível!

Daqui pra Fora: Quando surgiu a ideia de se preparar para as universidades no exterior?

André: Eu sempre quis ter uma educação de qualidade somada a um esporte de alto nível. Quando criança, sonhava em jogar basquete profissionalmente, mas nunca deixei minha educação em segundo plano. Por isso a vontade de estudar fora: lá eu teria acesso a melhor educação e ao melhor basquete do mundo. Mais para a frente, o basquete virou somente um passatempo, mas continuei com a ideia de tentar universidades no exterior pela diferença na qualidade do ensino.

 

Daqui pra Fora: Como foi a sua preparação durante o ensino médio para o ano da candidatura?

André: O Programa de Preparação foi fundamental. O processo de application é muito exigente, você precisa fazer muitas coisas: redações, provas, atividades extracurriculares, manter boas notas no ensino médio, etc. Por isso, só de você se preparar para uma prova no 2º ano do ensino médio ou fazer uma atividade extracurricular no 1º ano já ajuda muito. Começar o quanto antes é imprescindível e faz uma diferença enorme no final do processo.

 

Daqui pra Fora: Como foi a sua preparação especificamente para o TOEFL e o ACT?

André: Para o TOEFL eu fiz quatro simulados completos uma semana antes da prova e alguns exercícios a mais. Para o ACT, a Daqui pra Fora indica professores muito qualificados que ajudam muito no processo. Aí, fora as aulas, o segredo é fazer o máximo de simulados que você conseguir. Essas provas são muito treino e repetição.

 

Daqui pra Fora: Foi difícil conciliar o Ensino Médio, em especial o 3º ano, com o processo de candidatura? 

André: Um dos fatores avaliados pelas universidades são as notas no ensino médio e seu ranking entre os alunos de sua sala. Por isso, não dá para relaxar e focar somente no processo de candidatura, tem que manter boas notas na escola também. Porém, você vai saber em que aulas dar mais atenção, para que provas estudar mais e em que aulas focar menos para fazer algo do application. É só ter disciplina.

 

Daqui pra Fora: Como foi o processo de seleção das universidades?

André: Os Estados Unidos possuem muitas universidades, então escolher apenas algumas para você é um processo difícil. Por isso, nessa etapa, a ajuda da Daqui pra Fora é muito valiosa. Eles conhecem muito bem as universidades e que perfil de aluno cada uma busca. Também conhecem os alunos, o que eles esperam de sua experiência nos Estados Unidos e em que universidades têm mais ou menos chances de passarem. A partir disso, ajudam os alunos a montar sua lista de universidades, que será dividida entre universidades seguras, alvo e competitivas.

 

Daqui pra Fora: Quais fatores você considera essenciais na sua preparação, que o levou a ser aceito na Wharton School, da University of Pennsylvania?

André: A Daqui pra Fora me apresentou um menino com quem hoje ainda mantenho contato e me ajudou muito no processo. Ele uma vez me disse que notas não são tudo. ACT, TOEFL, SAT Subject e SAT são importantes, mas muitas outras coisas são levadas em consideração. E, hoje, no final do meu processo, eu vi que ele está certo. Não acho que tenha algo que me levou a ser aceito, mas sim uma junção de coisas. Para mim, é aí que a Daqui pra Fora faz a maior diferença: eles sabem o que você deve fazer para se tornar um candidato mais forte e mais preparado para ser aceito nessas faculdades. Sem a DpF o processo teria sido muito mais complicado. Eles dão os atalhos para você conseguir ser o aluno mais preparado possível e estar em posição para conseguir atingir seus objetivos.

Quer começar a se preparar para essa incrível jornada? Converse com nossos especialistas e saiba mais sobre como funciona nosso Programa de Preparação: contato@daquiprafora.com.br

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/03/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-03-06 00:00:002020-12-09 19:13:07Como é a preparação para ser aprovado em Wharton - UPenn, a melhor escola de Business dos Estados Unidos

Como Henrique de Freitas foi aprovado em Princeton

16 de janeiro de 2018/47 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Existe algum segredo para entrar em uma universidade como Harvard e Princeton?

Essas universidades estão entre as melhores e mais seletivas de todo mundo e são o sonho de estudantes dos quatro cantos do planeta.

Em 2017, a Universidade de Princeton, por exemplo, recebeu um total de 31,056 candidaturas e admitiu 1990 estudantes, com uma taxa de aceitação de apenas 6,4%! O que é necessário ter ou fazer para ser um aluno aprovado em uma das melhores universidades do mundo?

Como entrar nas melhores universidades do mundo?

Para nosso aluno Henrique de Freitas, que foi aceito em Princeton, Yale, Stanford, Duke e Harvard, a preparação antecipada e a constante motivação para conquistar seu objetivo final foram a chave do seu sucesso durante o processo de candidatura. Henrique acabou optando por Princeton, universidade em que se formou em 2015.

A Daqui pra Fora tem um programa de preparação antecipada, o Early Guidance, que tem como objetivo orientar e acompanhar o aluno para que ele desenvolva habilidades e atividades que o deixem melhor preparado para o processo seletivo de universidades estrangeiras.

O foco será em melhorar o seu perfil como candidato. As sessões são individuais e realizadas por orientadores que concluíram seus estudos no exterior.

Como Henrique de Freitas conseguiu suas aprovações?

Confira abaixo o depoimento de Henrique de Freitas, ex-aluno do Colégio Porto Seguro, de São Paulo, dado para a Daqui pra Fora em 2010:

“Quando alcançamos o sucesso como consequência de esforço, pode-se dizer que estamos “colhendo o que foi semeado”. No caso das mais competitivas universidades dos Estados Unidos, digamos que apenas seis meses normalmente não bastam para que cresça uma árvore cheia de frutos…

Apesar de o processo dos applications ser mais pontual, nos anos antecedentes é essencial que, como me dizia o próprio Felipe Fonseca da Daqui pra Fora, “se posicione em posição para competir”.

Em meu caso, tive a sorte de já ter estabelecido a meta de estudar em uma das melhores universidades norte-americanas aos 12 anos. Desse modo, pude fortalecer meu perfil antes de chegar ao ensino médio.

No entanto, em retrospectiva, não diria que vários cursos de férias ou notas consistentes no colégio foram meus trunfos principais – estes vieram como consequência.

As características individuais de um candidato são mais determinantes que linhas em um currículo, principalmente para alunos mais novos, que ainda dispõem de mais tempo para explorar seus interesses.

A importância da motivação para agir

Assim, a senha secreta para entrar em uma universidade competitiva: motivação. Motivação significa fazer tudo com o que se comprometer não com sentimento de obrigação, mas com paixão.

Significa encarar o desconhecido com mente aberta, sempre disposto a mudar de opinião ou tomar um novo rumo. Motivação é ter autoconfiança para trocar algumas horas de sono por leituras construtivas, estudar algo por interesse, tomar certos riscos ao invés de seguir o caminho simples.

É o que te leva a mirar no topo e persistir na escalada até alcançar seu objetivo, mesmo que a incerteza atrapalhe de vez em quando.

Principalmente nesses momentos em que não sabemos para onde ir, a motivação não precisa vir sempre de você mesmo. Não consigo enfatizar o suficiente o quão importante foi o apoio de meus pais e família, amigos e professores ao longo do caminho.

A certeza não faz parte da motivação. Jeff Bezos, fundador, ex-CEO da Amazon.com e ex-aluno de Princeton, disse “se você sabe que vai dar certo, não é inovação”.

O que te faz buscar a inovação é o mesmo que dá as forças para superar barreiras: motivação. Erros e dúvidas fazem parte do processo de alcançar algo grandioso.

Não se arrependa, aprenda. Estamos todos inseridos em um projeto muito maior que entrar na melhor faculdade, mantenha a humildade de ser um aprendiz.

Não olhe seus anos de colégio como preparação para preencher applications. Dando o máximo de si, em absolutamente qualquer atividade que seja, o conteúdo virá naturalmente.

Não fique só estudando, explore. Estudar lembra provas, explorar é algo feito por que aquilo te deixa curioso. Eis a beleza do processo seletivo americano: do it your way, it’s fine for us!

Não há pré-requisitos indispensáveis, mas também não há caminho garantido. É uma batalha, realmente, muito além do que se encontra dentro do sistema de ensino do nosso país, pois seu perfil não se resume a número de inscrição e de pontos – todo aspecto de um candidato como pessoa é levado em conta.

Por ser uma meta ainda incomum no Brasil, com preparação incessante e trabalhosa, ter como meta a experiência universitária dos Estados Unidos requer muita motivação. Tendo isso, resta pensar bastante sobre como encarar os próximos anos de preparação. Pode ter certeza que o primeiro passo já será bem dado.”

Henrique de Freitas é de São Paulo, e concluiu o ensino médio no Colégio Visconde de Porto Seguro.. Estudou Financial Engineering em Princeton.

Henrique também foi admitido em Yale, Stanford, Duke e Harvard. Atualmente, Henrique é investidor anjo em São Francisco, nos Estados Unidos. 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/01/Princeton.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-01-16 00:00:002024-03-19 21:48:01Como Henrique de Freitas foi aprovado em Princeton

Portas abertas – prepare-se para os vestibulares do Brasil e do exterior!

1 de dezembro de 2017/111 Comentários/em Canadá, Estados Unidos, Holanda, Processo Seletivo, Reino Unido /por Daqui pra Fora

O ensino médio é um período de mudanças para todos os estudantes: além de lidarem com um conteúdo escolar mais avançado, geralmente é durante esses anos que os alunos começam a pensar no que realmente vão ser quando “crescerem”. Nesse processo, os estudantes começam a adquirir conhecimento sobre quais profissões mais se encaixam com seu perfil, e consequentemente qual o caminho educacional que ele seguirá após o ensino médio, seus próximos passos rumo a universidade.

Nessa fase, fazer faculdade no exterior pode parecer algo distante para os estudantes, já que muitos não tem noção sobre o que precisa ser feito para entrar em uma universidade dos Estados Unidos ou Canadá, por exemplo. Por essas universidades estarem entre as melhores universidades do mundo, muitos alunos também acham que será muito difícil conseguir ser aceito em instituições americanas ou canadenses – ideia completamente errada, já que fazer faculdade fora é muito mais simples do que parece!

Tomar decisões tão importantes quando se tem entre 14 e 16 anos de idade pode não ser uma tarefa fácil. Entretanto, o importante nesse período não é tomar a decisão de ir ou não estudar fora. A decisão a ser tomada é a de se preparar muito bem para deixar a porta aberta para as universidades dos Estados Unidos e Canadá.

Preparar-se paralelamente para os vestibulares do Brasil, ao mesmo tempo que se prepara para o processo de candidatura para universidades dos Estados Unidos e Canadá, irá permitir que o estudante tenha mais segurança em escolher seu caminho. O estudante pode não ter decidido se irá estudar fora ou não, mas terá todo o ensino médio para se preparar e assim, ter boas opções de universidade.

As universidades dos Estados Unidos, por exemplo, levam em consideração alguns fatores ao avaliar seus candidatos. Alguns desses fatores, como as notas do ensino médio, atividades extracurriculares e cartas de recomendação de professores e coordenadores, serão resultado de esforços do estudante durante todo o ensino médio. Se o estudante deixar passar a oportunidade de se preparar adequadamente, talvez não encontre no futuro possibilidades melhores de universidades, em instituições mais bem ranqueadas e competitivas.

As palavras-chave para garantir boas escolhas no futuro é planejamento e orientação. Com uma boa consultoria no ensino médio, é possível conciliar os estudos para vestibulares no Brasil, que abordam conteúdos de quase todas as matérias, com uma preparação específica para processo de candidatura americana, realizada por especialistas em universidades dos Estados Unidos e Canadá. E é através do programa Early Guidance que a Daquiprafora realiza essa consultoria!

Veja abaixo como é feita essa preparação:[pdf-embedder url=”http://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Cópia-de-Early-Guidance.pdf” title=”Cópia de Early Guidance”]

 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-5.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-12-01 00:00:002020-12-08 17:45:29Portas abertas - prepare-se para os vestibulares do Brasil e do exterior!

A importância das atividades extracurriculares na faculdade

27 de outubro de 2017/99 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Um dos diferenciais que nós da Daqui pra Fora sempre frisamos para nossos alunos é a importância das atividades extracurriculares, não somente durante a preparação para o processo de admissão, mas também após a entrada na universidade.

Engajar-se em atividades extracurriculares depois de já estar na faculdade pode ser positivo para aumentar o networking, desenvolver novas habilidades e também abrir portas profissionais.

Saber tirar proveito de todas as opções oferecidas pelas instituições é essencial para que o estudante consiga alcançar o máximo potencial no seu período universitário. Entenda mais sobre essa importante ação durante a leitura.

Quais atividades extracurriculares fazer na faculdade

As atividades extracurriculares são todas aquelas que o aluno realiza fora da sala de aula. Participar de clubes dentro da universidade, como o International Club ou a associação de alunos, realizar trabalhos comunitários, entrar para algum club team, participar de projetos independentes ou study abroad (estudos em um país fora da universidade) são ótimos exemplos de atividades extracurriculares que geralmente os alunos se engajam.

Encorajamos nossos alunos a ocuparem o máximo de seu tempo livre possível em atividades produtivas tanto para seu crescimento profissional quanto para pessoal.

Um ótimo exemplo é o aluno Pedro Oporto, calouro na Worcester Polytechnic Institute. Logo em seu primeiro semestre, Pedro entrou para o time de remo da universidade (sem nunca ter praticado o esporte), além de ter entrado para o clube de engenharia, para o clube da ONU e para a fraternidade TKE.

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“Uma das melhores vantagens de estudar nos Estados Unidos é poder estar em um ambiente que oferece totais condições para você crescer tanto academicamente como na questão pessoal. Eu não somente tenho muito tempo para aprender os conteúdos do meu curso, mas estou a todo tempo aprendendo coisas novas nos grupos e atividades que participo e isso tem sido o melhor da experiência para mim!” afirmou Pedro.

Para você que está cursando uma faculdade nos Estados Unidos ou Canadá, procure saber quais atividades extracurriculares mais se encaixam dentro de seu perfil.

Tenha a certeza que elas serão de enorme importância para você tanto na sua vida universitária quanto na sua vida profissional, já que diversas empresas usam as atividades extracurriculares para avaliar a proatividade e engajamento do aluno.

Quer saber mais sobre vida universitária no exterior? Envie e-mail para daquiprafora@daquiprafora.com.br que tiraremos todas as suas dúvidas!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-3.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-10-27 00:00:002024-04-12 15:53:39A importância das atividades extracurriculares na faculdade

9 dicas para fazer uma redação campeã!

24 de outubro de 2017/114 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

As universidades dos Estados Unidos levam em consideração diversos fatores para avaliar seus candidatos. São eles:

– Notas do Ensino Médio (incluindo também o nono ano);

– Notas no SAT ou ACT, os exames para admissão padronizados (equivalentes ao nosso ENEM);

– Nota do TOEFL, o exame de proficiência em inglês;

– Atividades extracurriculares que o aluno se envolveu durante o ensino médio;

– Cartas de recomendação;

– Redação;

– Entrevista com representante da faculdade (apenas em algumas universidades);

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A redação é um dos fatores mais importantes na candidatura de um aluno! É através dela que as universidades decidem se o perfil do aluno combina com a identidade da instituição, além de “desempatar” candidatos que já cumprem as exigências acadêmicas necessárias. Assim, através da redação ou personal statement, o aluno poderá se diferenciar dos outros candidatos, mostrando possuir “algo a mais” para os examinadores.

A melhor redação será aquela que permite que o examinador da universidade reconheça as aptidões de escrita do candidato e também as habilidades críticas de avaliar suas experiencias pessoais a partir do seu aprendizado dentro e fora da escola.

Os americanos possuem uma frase que define muito bem como a redação deve ser estruturada: “Don’t tell. Show!”.

O que torna a sua redação marcante e memorável é a história narrada nela. O assunto da história não precisa necessariamente ser algo impressionante, mas o modo como o assunto é apresentado, sim. A narração serve para mostrar sua personalidade de uma forma diferente e original.

Assim, se você deve escrever sobre uma pessoa que marcou sua vida, em vez de dizer que a pessoa foi importante, você deve demonstrar através da narrativa o impacto dessa pessoa sobre você. Isso evita que sua redação seja muito óbvia e sem graça e por isso, quanto mais detalhes, melhor.

Algumas universidades podem ter menos de 10 minutos para ler cada redação, então é essencial que o primeiro parágrafo seja impactante, para que o examinador mantenha o interesse em ler o restante dela. Separamos abaixo 9 dicas para você escrever uma redação campeã!

[pdf-embedder url=”http://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Redações-1.pdf” title=”Redações (1)”]

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-5.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-10-24 00:00:002020-12-08 19:39:209 dicas para fazer uma redação campeã!

O que você precisa saber sobre o ACT

12 de outubro de 2017/89 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Para fazer faculdade nos Estados Unidos, é necessário, entre alguns fatores, realizar um dos exames padronizados exigidos pelas universidades.

Essas provas seriam equivalentes ao nosso ENEM e são exigidas pela maioria das universidades. São elas o SAT (Scholastic Aptitude Test ou Scholastic Assessment Test) e o ACT (American College Testing), tema da matéria de hoje.

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O que é o ACT

O ACT é um exame padronizado composto por 215 questões de múltipla escolha, divididas em quatro seções que analisam o conhecimento em matemática, inglês, interpretação de texto e ciências, além de uma redação opcional (apenas algumas faculdades exigem a redação).

Confira abaixo como as questões são divididas entre as seções:

 

Seção # de questões Tempo Tempo por Questão
Inglês 75 45 min 36 segundos
Matemática 60 60 min 1 min
Interpretação de Texto (Leitura) 40 35 min 52.5 segundos
Ciências 40 35 min 52.5 segundos
Redação (opcional) 1 redação 40 minutos 40 minutos
Total (sem a redação) 215 2 hr 55 min (sem os intervalos) —
Total (com a redação) 216 3 hr 35 min (sem os intervalos) —

SAT ou ACT: qual prova devo escolher?

As universidades que exigem os exames padronizados obrigatórios aceitam tanto o SAT como o ACT. Muitos estudantes têm dúvidas sobre qual dos testes seria a melhor opção baseando-se no perfil acadêmico.

As questões do ACT são mais diretas e fáceis de entender, com um número bem menor de questões com duplo sentido e de “pegadinhas”. Ou seja, a prova é mais prática.

O SAT permite que você tenha mais tempo para refletir sobre as perguntas, enquanto no ACT o tempo médio para cada pergunta é mais curto.

No ACT há as questões de ciências. Se seu curso for relacionado a ciências, ou você tiver mais facilidade com a matéria, o ACT pode ser uma opção melhor.

O ACT contém questões mais avançadas de matemática, ao passo que o SAT possui questões mais simples, porém não será possível usar calculadora para responder parte delas.

É preciso avaliar com cuidado as características de cada uma delas e, se possível, fazer simulados antes de escolher qual dos dois testes fazer para incluir na sua application.

Se você tem o sonho de fazer faculdade no exterior e quer uma assistência personalizada e especializada no assunto, a Daqui pra Fora pode ajudar.

Basta preencher o formulário abaixo para começar uma conversa com um dos nossos especialistas. Nossa equipe está à disposição.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-10.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-10-12 00:00:002024-02-21 08:59:28O que você precisa saber sobre o ACT

O que você precisa saber sobre o SAT

5 de outubro de 2017/125 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Se você tem interesse em fazer faculdade nos Estados Unidos ou Canadá, é quase certo que você terá de fazer o exame padronizado SAT (Scholastic Aptitude Test ou Scholastic Assessment Test).

O SAT funciona como um ENEM americano, ou seja, é um exame padronizado para avaliação dos estudantes para a admissão em uma universidade. A grande maioria das universidades consideram o SAT ou o ACT como exames obrigatórios.

O que é o SAT?

O SAT é uma prova dividida em três seções: Interpretação de Texto/Escrita; Matemática e Redação (opcional). As seções de Interpretação de Texto/Escrita e Matemática valem de 200 a 800 pontos cada e a redação é avaliada de uma forma diferente, em uma escala de 2 a 8. Você pode entender como seus resultados serão avaliados lendo o guia oficial da prova.

O aluno terá um tempo total de 3 horas para realizar a prova e poderá realizar o SAT quantas vezes achar necessário. Para saber quais as cidades e datas disponíveis do exame no Brasil, clique aqui.

Neste vídeo, você encontra importantes informações sobre o SAT e as universidades que o aceitam:

Como as universidades usam a nota do exame?

Cada uma das universidades que utilizam o SAT como um dos critérios de avaliação irá definir qual é o resultado médio dos alunos que desejam estudar naquela instituição.

Quanto mais competitiva for a universidade, mais alta terá de ser a nota a ser alcançada pelo aluno. Há universidades que irão considerar somente os melhores resultados do aluno em cada um dos testes que ele fez – o chamado Superscore – ou seja, analisando todos os exames realizados pelo alunos e somando os maiores resultados que ele obteve, de cada uma das seções.

Existe ainda uma versão que avalia os alunos em áreas específicas – o SAT Subject. Algumas universidades poderão exigir que o aluno realize também provas do SAT Subject, dependendo do curso e/ou competitividade da instituição. O SAT Subject é  dividido em até 20 áreas:

1- Matemática Nível 1

2- Matemática Nível 2

3- Biologia

4- Química

5- Física

6- Inglês

7- História dos EUA

8- História Mundial

9- Espanhol

10- Espanhol com áudio

11- Francês

12- Francês com áudio

13- Chinês com áudio

14- Italiano

15- Alemão

16- Alemão com áudio

17- Hebreu Moderno

18- Latim

19- Japonês com áudio

20- Coreano com áudio

Geralmente, os resultados das provas estão disponíveis em até 3 semanas após a realização do teste. Para mais informações, utilize sempre o site do College Board como referência!

Se quiser entrar em contato com o nosso time de especialistas para saber mais informações sobre o SAT ou graduações nas melhores universidades do exterior, basta preencher o formulário abaixo.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-12.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-10-05 00:00:002023-12-18 21:50:08O que você precisa saber sobre o SAT

As vantagens de se preparar no 9° ano, 1° e 2° anos do Ensino Médio

2 de outubro de 2017/33 Comentários/em Canadá, Daqui pra Fora, Dicas, Estados Unidos, Holanda, Processo Seletivo, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

O processo seletivo para fazer faculdade nos Estados Unidos é bem diferente do vestibular brasileiro!

As universidades americanas levam em consideração 7 fatores ao analisar a candidatura de um aluno:

– Notas do Ensino Médio (incluindo também o nono ano);

– Notas no SAT ou ACT, os exames para admissão padronizados (equivalentes ao nosso ENEM);

– Nota do TOEFL, o exame de proficiência em inglês;

– Atividades extracurriculares que o aluno se envolveu durante o ensino médio;

– Cartas de recomendação;

– Redações;

– Entrevista com representante da faculdade (apenas em algumas universidades);

As universidades dos Estados Unidos avaliam todos esses fatores porque elas querem ter uma visão muito mais completa de quem o estudante é, sua história de vida, seus interesses e suas motivações.

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Como é possível perceber, alguns desses fatores precisam ter atenção especial desde o início do ensino médio: por exemplo, o aluno não terá a possibilidade de “voltar no tempo” e mudar as suas notas do primeiro e segundo ano do ensino médio (a candidatura geralmente é feita no 3º ano) e também pode perder a chance de se envolver em atividades extracurriculares que engrandeçam mais seu perfil acadêmico.

Além disso, o estudante pode também cometer o erro de escolher faculdades que não tenham nada a ver com seu perfil, ou aplicar para universidades que ele não terá chances reais de admissão, correndo o risco de comprometer anos de esforço por não realizar um planejamento adequado e realista.

Portanto, os estudantes que iniciam sua preparação no nono, primeiro ou segundo anos de ensino médio possuem um período maior para planejar sua candidatura com calma e antecedência, usar bem o tempo e obter bastante informação.

Os alunos que iniciam sua preparação no nono, primeiro e segundo anos do ensino médio possuem as seguintes vantagens:

– Poderão saber mais sobre o processo de candidatura antecipadamente, suas etapas e o que fazer em cada uma delas;

– Poderão ter uma visão mais madura sobre si próprios, seus objetivos e motivações;

– Poderão se envolver em muitas atividades extracurriculares que irão melhorar sua candidatura;

– Irão planejar melhor seu tempo livre, principalmente no período de férias;

– Poderão identificar quais universidades estão mais de acordo com seu perfil;

Há muita coisa a ser feita! Como se trata de um planejamento de médio a longo prazo, a presença de um mentor durante o ensino médio pode ser fundamental!

Ter um especialista para orientar o aluno em cada uma das etapas não só permite que o estudante saiba tudo o que é necessário fazer com antecedência e excelência, mas também permite que ele tenha uma preparação específica e de acordo com o seu perfil e seus objetivos, principalmente para os fatores mais subjetivos, recebendo orientação profissional de alguém que entende do assunto e já passou por todas essas fases.

DO EARLY GUIDANCE PARA HARVARD: VEJA CASOS DE SUCESSO DA PREPARAÇÃO ANTECIPADA 

Recomendamos fortemente aos estudantes que pretendem se candidatar ter algum tipo de mentoria durante o ensino médio. Na Daquiprafora, temos um programa específico de preparação antecipada, o Early Guidance, em que o estudante recebe orientação especializada que pode ser iniciada a partir do nono ano. Todos os nossos mentores são alunos ou ex-alunos de universidades do exterior. Veja mais abaixo:

[pdf-embedder url=”http://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Cópia-de-Early-Guidance.pdf” title=”Cópia de Early Guidance”]

 

Veja abaixo algumas faculdades onde os alunos que fizeram o Early Guidance da Daquiprafora foram aprovados:

 

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-10-02 00:00:002020-12-09 14:21:20As vantagens de se preparar no 9° ano, 1° e 2° anos do Ensino Médio

O que você precisa saber sobre o TOEFL

26 de setembro de 2017/125 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

As universidades do Estados Unidos e Canadá levam em consideração diversos fatores ao avaliar seus candidatos. Um desses fatores é a habilidade do estudante em falar, entender, ler e escrever em inglês.

Para isso, elas usam testes específicos para avaliar o conhecimento do candidato sobre a língua inglesa, que será usada durante a faculdade no exterior.

Conhecer bem essa língua é importante para conseguir acompanhar as aulas e interagir com professores e demais alunos. Para isso, muitas universidades utilizam o TOEFL. Saiba mais sobre esse teste.

O que é o TOEFL?

O TOEFL é o exame que avalia a proficiência em inglês de um candidato. Será através desse exame que a universidade saberá qual é o nível de inglês do aluno e se ele está apto para estudar na instituição tendo o mesmo nível de entendimento dos demais estudantes, de acordo com o que a instituição considera como ideal.

O TOEFL é requisito obrigatório para todo candidato cuja língua não seja inglesa, em praticamente todas as universidades americanas. Cada universidade irá definir qual é o mínimo a ser alcançado no TOEFL para que um estudante possa estudar lá.

Essa nota é determinante na candidatura do aluno: nenhum aluno será admitido tendo a nota do TOEFL abaixo do mínimo estipulado pela faculdade, não importando o quão bom ele possa ter sido nos demais fatores avaliados.

Neste vídeo você encontra informações importantes sobre o formato do TOEFL:

O TOEFL é realizado através do computador, em um centro autorizado dentro do seu próprio país de origem. Clique aqui para ver as cidades brasileiras que oferecem o TOEFL.

O teste é dividido em quatro seções, com um tempo pré-determinado para a realização de cada uma:

  • Reading: 35 minutos para a realização;
  • Listening: 36 minutos para a realização;
  • Speaking: 16 minutos para a realização;
  • Writing: 29 minutos para a realização.

Após a sua nota estar disponível, você terá de enviar os resultados diretamente do site do TOEFL para as universidades que você irá se candidatar.

Os resultados do TOEFL ficam disponíveis por dois anos. Após esse período, o seu resultado não estará mais disponível para o acesso e envio.

Quer receber mais informações sobre o exame e dicas essenciais de como se preparar para ele? Fale com o nosso time de especialistas e veja como podemos ajudar. Preencha o formulário abaixo para começarmos a conversa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-09-26 00:00:002024-03-21 21:55:23O que você precisa saber sobre o TOEFL

A importância das atividades extracurriculares para a candidatura!

25 de agosto de 2017/168 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

O processo seletivo para as universidades no exterior, principalmente para as faculdades nos Estados Unidos, possuem algumas diferenças na avaliação dos candidatos interessados em estudar naquela instituição.

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As universidades americanas levam em consideração diversos fatores ao analisar a candidatura de um aluno, não somente a nota em uma prova ou no ensino médio por exemplo. Veja mais sobre esses fatores clicando aqui!

Um desses fatores são as atividades extracurriculares que o aluno se envolveu durante a sua trajetória escolar. Você sabe o que é uma atividade extracurricular?

Qualquer atividade com a qual o aluno se envolva fora do currículo obrigatório de seu colégio é considerada uma atividade extracurricular. Ou seja, tudo que o aluno faz por conta própria, colocando tempo e energia, sem nenhuma outra motivação que não seja “paixão pelo que faz”, é considerado atividade curricular!

Não existe propriamente uma regra para definir quais atividades extracurriculares serão mais adequadas para o estudante. Cada faculdade irá olhar para suas atividades extracurriculares de uma forma diferente, determinando o peso que elas terão em sua candidatura. Para universidades mais competitivas, as atividades extracurriculares terão um peso maior. Além disso, ao olhar suas atividades extracurriculares, o curso/área que o aluno pretende estudar também será levado em consideração. Por exemplo, para um candidato que pretende estudar algum curso relacionado a ciências exatas, olimpíadas científicas são um bom exemplo de atividade extracurricular que as universidades podem achar interessante. O mais importante é ser pró-ativo e estar realizando ações legais fora da sala de aula!

Entender o seu perfil como aluno e saber quais atividades extracurriculares serão mais relevantes na sua candidatura pode ser fundamental para a sua aprovação em sua universidade dos sonhos. A Daquiprafora é uma consultoria especializada em estudantes brasileiros que querem faculdade fora há mais de 16 anos. Através de nosso programa de preparação antecipada, o Early Guidance, nossos estudantes recebem uma mentoria profissional para deixá-los melhores preparados para o processo seletivo de universidades estrangeiras, ajudando-os a melhorar seu perfil para o momento de sua candidatura. Veja mais sobre nossos programas clicando aqui!

Veja casos de sucesso do programa de preparação antecipada: Pietro Leite, do Early Guidance para Harvard!

Veja abaixo alguns exemplos de atividades extracurriculares. Quais dessas se encaixam mais com seu perfil?

[pdf-embedder url=”http://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Infográfico-Atividades-Extracurriculares.pdf” title=”Infográfico – Atividades Extracurriculares”]

Podemos ajudar você a entender quais serão as melhores opções de faculdade para você de acordo com seu perfil, e quais serão as melhores bolsas de estudo que você poderá conseguir!

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-08-25 00:00:002020-12-09 14:44:55A importância das atividades extracurriculares para a candidatura!
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