Veja 7 dicas de como usar o Common App

Agosto é considerado o mês da application para quem deseja estudar no exterior, principalmente nos Estados Unidos e Canadá. A partir desse mês, o aluno irá iniciar o preenchimento de suas candidaturas nas universidades escolhidas e enviar os resultados de seus testes e a documentação exigida.

Se você deseja aplicar para universidades nos Estados Unidos, é bem provável que você irá usar o Common Application, também conhecido como Common App, para realizar a sua inscrição.

O que é  o Common App?

Popularmente conhecido como Common App, esse sistema online permite ao estudante se inscrever para cerca de 20 universidades realizando apenas uma application.

Mais de 700 universidades usam esse sistema hoje nos Estados Unidos, e algumas do Canadá. O que antes significava uma grande quantidade de tempo e horas dedicadas para cada application, agora é realizado de forma muito mais simples e dinâmica pelo Common App.

Como funciona o Common App?

A Common App disponibiliza um tutorial muito didático sobre como usar o website para realizar a sua candidatura nas universidades através desse sistema.

Contudo, preparamos uma lista com 7 dicas e fatos sobre o Common App que você precisa conhecer:

1) Nem todas as universidade estão no Common App! Confira a lista das universidades que aceitam esse método!

2) Existem universidades que só aceitam applications pelo Common App! Pesquise se as suas estão entre elas.

3) Apesar de ser um sistema único de application, cada universidade pode ter particularidades em sua inscrição. Fique atento e preencha tudo o que for pedido.

4) Os históricos escolares e as cartas de recomendação geralmente são enviados pelos counselors cadastrados pelos alunos. Fique atento para que seus counselors enviem tudo antes da data limite!

5) Confira se a universidade escolhida também exige que sejam enviadas as cópias físicas dos históricos escolares originais.

6) Além da redação padrão exigida pelo sistema, haverá universidades que pedirão redações extras, com temas pré-definidos. Fique atento!

7) Confira todas as informações inseridas no Common App diversas vezes. Tenha certeza de que não há erros de gramática ou digitação antes de finalizá-la.

Todos os alunos Daqui pra Fora recebem assessoria especializada sobre as candidaturas usando o  Common App e em todas as etapas do processo para ingressar em universidades no exterior!

Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.

 

Depoimento Raul Dagir – saiba como foi a trajetória de nosso aluno até a aprovação em Stanford University!

A Stanford University é uma das melhores universidades do mundo!

Ter a oportunidade de ser aluno de Stanford é um privilégio, tanto que a nadadora Katie Ledecky, famosa por ganhar cinco medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, resolveu dar uma pausa na carreira para poder se dedicar à chance de estudar nessa prestigiada universidade. Stanford foi o lar de outros inúmeros estudantes célebres, como o co-fundador do Google, Sergey Brin, o ex-presidente americano John F. Kennedy, o co-fundador da Netflix, Reed Hastings e a atriz hollywoodiana Reese Witherspoon.

Nosso aluno Raul Dagir viverá o sonho de estudar em Stanford muito em breve! Ele foi aceito pela instituição e iniciará seus estudos em Agosto de 2017. Veja abaixo o depoimento de Raul sobre o processo de candidatura realizado em conjunto com a Daquiprafora e saiba como ele conseguiu chegar lá!

 

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Atividades extracurriculares na universidade – a vida de Iagos Lucca na Walsh University

Um dos diferenciais das universidades americanas e canadenses é a possibilidade de se envolver em diversas atividades extracurriculares oferecidas no campus, que proporcionam ao aluno a chance de desenvolver habilidades técnicas e interpessoais, e ganhar novos conhecimentos.

Mais do que o nome da universidade ou o ranking em que ela está, envolver-se em tudo o que uma faculdade nos Estados Unidos ou Canadá pode oferecer pode ser o diferencial para se tornar futuramente um profissional mais completo, com habilidades interpessoais mais bem desenvolvidas, além do conhecimento acadêmico e prático aprendido nas aulas.

O depoimento abaixo, de nosso aluno Iagos Lucca, da Walsh University, ilustra bem todas as possibilidades que uma universidade americana pode oferecer, que resultaram em uma excelente oportunidade de desenvolvimento do aluno. Boa leitura!

Minha vida na Walsh University – por Iagos Lucca

Eu nem sei por onde começar pra ser bem honesto. O que era pra ser uma educação diferenciada tornou-se uma oportunidade de dream immensely big!

Bem resumidamente para começar, esses dois anos viraram minha vida de cabeça pra baixo e me mostrou que minha vida deve ser vivida de cabeça pra baixo mesmo.

As lições que aprendi durante minha jornada aqui são inúmeras e poderia escrever horas sobre como cada experiência moldou a pessoa que sou hoje. Tentarei focar nas que tiveram maior impacto.

Os Estados Unidos é como muitos dizem uma terra de oportunidades. Seguidamente recebo e-mails da Daqui pra Fora enfatizando a importância de se engajar em atividades na faculdade.

E é justamente nessas atividades que as oportunidades começam a aparecer. Depois que entrei no grupo de investimentos da Walsh, realmente descobri o que gostaria de fazer como profissional.

Há dois anos, entrei como membro e colaborador de pesquisa. Hoje, sou capitão do grupo e tenho total liberdade para investir $20,000 no mercado de ações.

Essa liberdade de vez em quando me tira o sono, mas vejo isso como uma oportunidade imensa de crescer; na verdade, estar fora da zona de conforto é a melhor maneira que existe pra crescer, em minha opinião.

Proximidade de referências do mercado

Não só isso, eu tenho contato constante com mentores e profissionais que já trabalham no setor financeiro, tem muita experiência sobre o assunto e que estão abrindo algumas portas pra mim.

Fruto dessa participação no grupo foi o convite para participar de uma análise financeira em dezembro. É uma competição muito reconhecida aqui, é algo que certamente me ensinará muitas coisas sobre finanças e investimentos, sem contar a relevância no meu currículo.

Além disso, esse ano me tornei Resident Assistant na Walsh, uma posição de bastante influência e responsabilidade. Descobri muito sobre mim e o desejo que tenho para contribuir na comunidade que vivo e com pessoas que me rodeiam.

Me transformei numa pessoa extremamente sociável e com paixão por interação. Comecei a valorizar pequenos detalhes que tornam a vida cheia de valor.

Tenho dias muito felizes em meio aos meus residentes e outros monitores com mentalidade similar à minha. Tenho também aprendido muito sobre diversidade e o valor que cada ser humano tem fazendo parte da RES Life.

Então estou bem feliz com essa decisão e tenho certeza que isso abrirá portas para mim no futuro. Sei que o próximo passo após me formar é ir para uma pós-graduação e estou ciente que a experiência como RA aumenta muito minhas chances de conseguir uma universidade boa, ter custos bem reduzidos através de bolsas trabalhando como Graduate Assistant ou Graduate Hall Director.

Ainda faço parte do time de tênis, o que tem sido uma oportunidade incrível para aprender como controlar emoções e ser resiliente. Me tornei um ser humano mais completo com a pratica do esporte e sou grato por conviver com outros atletas que tem tanto a compartilhar.

O empreendedorismo na universidade

Além disso, estou muito feliz em dizer que meu nome ficará guardado na história da Walsh como estudante fundador do Centro de Inovação e Empreendedorismo.

Sempre achei que faltava um espaço para mentes empreendedoras na minha universidade, então numa colaboração com 3 outros estudantes, apresentamos um projeto para o presidente da faculdade e fomos aprovados para seguir com a construção da Sala de Inovação.

Conseguimos recursos necessários para criar um ambiente altamente tecnológico e propício para interação entre estudantes.

É algo muito significante saber que esforços vindos de mim contribuíram para a construção de algo tão essencial no mundo dos negócios, algo que deveria ser mais reforçado no Brasil (mas isso é outra conversa que levaria algumas horas).

Finalmente, faço parte de 2 comitês de estudantes, um chamado Mentoring Program Advisory Board e Dean’s Students Advisory Board. Tudo isso é fruto da interação e contato com professores durante os anos que estive aqui e também a competência que tenho em cada matéria que estudo.

Vejo que nesses dois anos de Walsh fui capaz de construir não só um currículo muito completo, mas também uma mentalidade e sonhos que me trazem muita alegria.

Obviamente tenho algumas dificuldades e tristezas no caminho, mas isso faz parte do aprendizado. Meu maior objetivo no momento é ser contratado para um estágio para o próximo verão (2016) e percebo que isso está sendo realmente complicado.

Não consegui um estágio nas últimas férias, o que foi uma grande frustração, mas não deixarei isso se repetir.*

Enfim, gostaria de ta Daqui pra Fora por se preocupar e por pedir notícias. Achei importante tirar um tempinho dentre tantas atividades e estudos para atualizar vocês nas news.

Estou contente com o que atingi, mas isso não me satisfaz ainda. Grandes conquistas estão por vir. Wait, and you’ll see.

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*Atualização: Iagos Lucca já está formado e atualmente trabalha como Financial/Legal Analyst pela empresa Patriot Software, nos Estados Unidos.

7 fatores avaliados para entrar em uma universidade americana

Muitos jovens que resolvem buscar informações sobre como ingressar nas universidades norte-americanas às vezes chegam com a pergunta: “Que nota preciso tirar para entrar em Harvard?”.  Infelizmente – ou felizmente –, o processo de seleção nos Estados Unidos é um pouco mais elaborado.

Enquanto no Brasil o único critério de seleção de quase todas as universidades é a nota do vestibular, lá o candidato precisa cumprir alguns requisitos, que geralmente são avaliados em conjunto. E esse método de avaliação vale para todos, inclusive para candidatos estrangeiros.

Requisitos Objetivos

As notas do ensino médio do aluno (incluindo também o nono ano) são o primeiro requisito objetivo considerado no processo de admissão para universidades americanas. Elas serão convertidas para o sistema americano, chamado GPA (Grade Average Point), uma escala que vai de 0 a 4.

O segundo requisito objetivo são as notas nos exames avaliatórios padronizados, que são o SAT ou o ACT. Os dois exames têm a mesma função do Enem no processo seletivo das universidades americanas: medir o conhecimento do estudante em áreas específicas.

O SAT é um exame que é composto por três seções: leitura/interpretação de texto; matemática e uma redação. As seções de leitura/interpretação de texto e matemática valem 800 pontos e a redação (opcional) é avaliada de uma forma diferente, com uma escala de 2 a 8.

Segundo o brasileiro Jáder Morais, que cursa o segundo ano na University of Pennsylvania, o SAT é bastante desafiador.

“A parte mais desafiadora do SAT é a adaptação à estratégia de prova. Muitas vezes, temos menos de um minuto para responder questões, o que é bastante diferente do estilo de prova no Brasil, em que temos vários minutos para pensar em soluções. Precisei fazê-la três vezes para atingir o meu objetivo”, afirma.

O ACT é uma prova composta por 215 questões de múltipla escolha, abrangendo as áreas
de matemática, inglês, interpretação de texto e ciências, além de uma redação opcional (apenas algumas faculdades exigem a redação). A nota da prova vai de 1 a 36 pontos. Assim como o SAT, o ACT também tem um tempo pré-determinado para a realização de cada seção.

Para alunos internacionais cuja língua não seja inglesa, o TOEFL, exame de proficiência em inglês, é outro requisito objetivo necessário no processo de admissão. O TOEFL tem quatro seções (reading, listening, writing e speaking) e cada uma vale 30 pontos.

Requisitos Subjetivos

Em seguida, começam as etapas mais subjetivas. Uma delas é uma carta de recomendação escrita por professores e coordenadores do candidato. O objetivo da universidade com isso é tentar perceber que tipo de aluno o candidato é na comunidade acadêmica.

Verificar se ele tem características de líder ou se é prestativo com os demais, por exemplo. Universidades norte-americanas costumam gostar de alunos mais participativos, pois consideram que enriquecem o ambiente acadêmico.

“Quem escreveu minha carta foi meu professor de geografia, meu professor de inglês e o coordenador do meu colégio”, conta Jáder.

“Nela constavam momentos marcantes de minha vida acadêmica aliados com alguns valores chave que a universidade onde estudo procura em alunos: liderança, responsabilidade, inteligência emocional, solidariedade e grandes sonhos”, destaca.

Outra etapa do processo de seleção leva em consideração as atividades extracurriculares do candidato. Isso porque as universidades nos Estados Unidos não desejam o tipo de aluno que só frequenta aulas.

Querem aquele que já faça algo desde antes, seja praticar esportes, fazer trabalho voluntário, manter um blog ou até mesmo dançar.

“Sempre pratiquei esportes e tive envolvimento com música. Mas, para mim, o mais importante, foi ter buscado fazer isso num nível alto, com muita paixão e dedicação”, explica Henrique. “Acredito que minhas atividades voluntárias, ajudando crianças pobres e com câncer, foram fundamentais para a minha aceitação”, diz Jáder.

Desempate

Em um processo de seleção com alunos geniais, de notas maravilhosas, cartas de recomendação excelentes, e envolvidos em atividades as mais diversas, o que vai desempatar? A redação.

A etapa da redação é a oportunidade que o candidato tem para fazer uma propaganda de si mesmo à universidade. É por meio dela que ele irá escrever sobre obstáculos que superou. Contar a respeito de pessoas que o influenciaram e de eventos importantes na sua vida.

Tudo de uma maneira “vendedora”, com o intuito de mostrar como esse candidato é único. Conta Henrique: “A redação deve ser pessoal e sincera. É a sua melhor oportunidade de mostrar porque você é ‘gente boa’. A minha focou naquelas coisas que me motivam, e em histórias que ajudaram a definir quem sou”.

Por fim, há uma etapa de entrevista, que acontece normalmente nas faculdades mais concorridas. Trata-se de uma oportunidade de ver se os alunos são realmente aquilo que estão no papel.

Normalmente, quem entrevista os candidatos são ex-alunos das universidades, que o fazem de forma voluntária. No Brasil isso costuma ocorrer via Skype. Quando há alguns ex-alunos brasileiros, a entrevista pode acontecer pessoalmente.

É mais fácil, então?

Alguns acham o processo americano confuso, outros acham mais justo. É bem mais confuso não saber o que o aluno precisa fazer para entrar em universidade X.

Não existe nota mínima, não existem pré-requisitos além dos básicos (nível de inglês, diploma do Ensino Médio), não tem receita ou fórmula secreta.

O processo é completamente baseado em histórico: qual o perfil do brasileiro que entrou em tal universidade? Que nota que os alunos que entraram no passado tiraram? Em que colégio estudaram? Quais foram as atividades extracurriculares?

E mesmo se um aluno tiver um perfil muito parecido com o de um que entrou, isso não garante que no próximo ano, esse perfil de aluno seja aceito.

Mas também pode ser considerado mais justo já que os alunos, sob os olhos dos coordenadores de admissão, não são só um número. Os alunos são avaliados como pessoas. As notas nos testes e as médias no colégio só contam parte da história.

Como saber se além de ser extremamente estudioso, esse garoto também é um excelente atleta? A lista de premiações pode ilustrar isso. Como saber como é difícil conseguir tirar nota alta no colégio? O coordenador pode falar do rigor acadêmico do colégio.

Como saber que esse aluno é extremamente motivado por mudanças sociais? A redação do aluno pode contar a história de quem o influenciou a se envolver nas causas sociais. Aqui no Brasil, o resultado de todos os anos de esforço é medido através do vestibular, um evento que acontece uma vez ao ano na vida do aluno.

Alunos que se esforçam academicamente durante sua vida escolar podem não passar no teste. Alunos que resolvem levar os estudos a sério, somente a partir do 3º ano, podem passar no vestibular se esforçando apenas alguns meses das suas vidas.

Mentoria

Sabendo da complexidade do processo seletivo das universidades americanas, como se preparar adequadamente para aumentar suas chances?

Muitos alunos ao redor do mundo sentem a necessidade de contarem com a ajuda de uma mentoria, já que ter alguém com experiência no assunto para guiar o aluno durante cada passo pode ser determinante.

Pietro Leite, aluno aprovado em Harvard em 2017, contou com a consultoria da Daqui pra Fora desde o primeiro ano do ensino médio, através do programa Early Guidance.

A experiência de quem entende do assunto pode ser determinante para ajudar o aluno a e definir a melhor universidade possível, de acordo com seu perfil como estudante.

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ACT: Uma das alternativa para o “vestibular americano”

Assim como o SAT, o ACT também é um exame padronizado usado para avaliar um estudante com pretensão de estudar em uma universidade americana. A prova é composta por 215 questões de múltipla escolha, levando aproximadamente 3 horas e 25 minutos para ser concluída e resultando em uma nota que vai de 1 a 36 pontos. O exame é dividido em quatro seções que analisam o conhecimento do estudante em matemática, inglês, interpretação de texto e ciências, além de uma redação opcional (apenas algumas faculdades exigem a redação).

O ACT é realizado da seguinte forma:

Seção Número de Questões   Tempo
Inglês 75 45 min
Matemática 60 60 min
Pausa 10 min
Interpretação de Texto 4 textos e 40 questões 35 min
Ciências 7 textos e 40 questões 35 min

 

Caso opte por realizar a redação, terá de realizar um texto em 40 minutos.

O aluno poderá realizar o ACT até seis vezes no ano e, assim como o SAT, nem sempre a prova estará disponível em todos os locais seis vezes ao ano. Os locais em que o ACT poderá ser realizado são os seguintes:

  • Belém
  • Brasília
  • Campinas
  • Curitiba
  • Goiânia
  • Londrina
  • Manaus
  • Porto Alegre
  • Recife
  • Rio de Janeiro
  • Salvador
  • São Paulo

Os resultados do ACT estão disponíveis cerca de 10 dias após a realização da prova, geralmente duas terças feiras após o dia do teste.

Para saber mais informações sobre o ACT e o processo seletivo das universidades dos Estados Unidos, envie um e-mail para daquiprafora@daquiprafora.com.br