Daqui pra Fora
  • Início
  • Nossos Alunos
  • Programas
  • Materiais
  • Eventos online
  • Blog
  • A Daqui pra Fora
  • Teste suas chances
  • Agenda uma consulta
  • Menu

Quando começar a se preparar para fazer faculdade no exterior?

14 de outubro de 2019/119 Comentários/em Processo Seletivo, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Para estudar no exterior, é necessário saber que o processo seletivo não é composto apenas de uma prova, mas é holístico e envolve aspectos acadêmicos e pessoais do candidato. As instituições levam em conta tudo que o aluno faz do 9º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio, dentro e fora da sala de aula.

Por isso, para fazer faculdade no exterior é fundamental construir uma candidatura forte. É preciso pensar nas diferentes exigências das universidades, trabalhar cada uma delas desde cedo para na hora H, a hora de finalmente aplicar, o aluno poder apresentar às universidades a melhor versão de si mesmo.

A Importância da Preparação

Como são avaliados os quatro últimos anos do colégio, a preparação para entrar em uma faculdade no exterior não pode se resumir a estudar para ir bem em uma prova, como acontece no vestibular.

Além de levar em conta o desempenho acadêmico nesse período, as universidades no exterior se preocupam bastante com o perfil do aluno. Querem saber como ele é, do que ele gosta e o que ele faz fora da sala de aula para identificar se combinam com elas.

Então, para poder apresentar uma boa candidatura, o ideal é o aluno começar a se preparar cedo e cuidar de todos os aspectos (notas escolares, preparação para as provas padronizadas, redações, atividades extracurriculares, cartas de recomendação, portfólio) da forma mais eficiente possível.

Essa preparação pode começar no 9º ano, mas nada impede que ela aconteça depois disso, até mesmo dois anos antes de começar a faculdade.

Como é o Programa de Preparação da Daqui pra Fora

O Programa de Preparação da Daqui pra Fora trabalha na construção do currículo do candidato.

Durante todo o processo o aluno é orientado individualmente por um mentor. Esse profissional acompanha de perto todos os passos do candidato e dá a direção correta para que ele não perca tempo, nem energia, durante a jornada.

Entenda como funciona o nosso Programa de Preparação:

1. Planejamento

Nessa fase, o mentor avalia as características do candidato, define estratégias, metas, prioridades e traça um plano de ação.

A preparação para o processo seletivo das universidades no exterior é trabalhosa e exige que o aluno “equilibre vários pratos ao mesmo tempo”: o dos estudos para a escola, o das atividades extracurriculares, o das redações, o da preparação para as provas padronizadas… Por isso, um bom planejamento é fundamental.

O mentor é responsável por manter a rota traçada. Em sessões individuais, ele ajuda o aluno a checar sua agenda semanal e ver o que está funcionando e o que não está. Assim, é possível reprogramar as ações para que ele consiga usar o tempo da forma mais eficiente.

Como parte do planejamento, o mentor ainda indica leituras semanais e mensais, de acordo com o perfil do aluno, que vão ajudar lá na frente nas provas e nas redações.

2. Atividades Extracurriculares

Parte importante do processo seletivo, as atividades extracurriculares ajudam a universidade a conhecer melhor o candidato e ver o quanto ele pode contribuir para o ambiente daquela instituição.

Nas sessões individuais com o aluno, o mentor descobre seus interesses, suas preferências, os problemas que gosta de resolver, e baseado nisso, faz o aluno refletir sobre atividades em que ele possa se engajar e que vão enriquecer sua candidatura.

São atividades diversas, que podem estar ligadas a artes, esporte, pesquisa, experiência profissional, voluntariado ou outras áreas. O aluno traz suas sugestões e depois de definidas as atividades, o mentor o ajuda a se organizar para colocar em prática cada uma delas.

3. Performance Acadêmica

Como essa é a primeira etapa de avaliações das universidades, o mentor acompanha de perto, durante toda a preparação, a performance do aluno na escola e define um plano de melhoria de notas, estabelecendo prazos e ajudando o candidato na sua organização, caso seja necessário.

 4. Planejamento para Provas

O processo seletivo para estudar no exterior inclui provas padronizadas, como o SAT e o ACT, que medem o conhecimento acadêmico, e o TOEFL, que avalia a proficiência no inglês.

Para que o aluno tenha uma boa performance nesses exames, o mentor orienta quando é melhor ele começar a se preparar e também se ele deve ou não fazer isso com a ajuda de um tutor. O mentor ainda estabelece um cronograma de provas e auxilia o aluno a definir quais provas ele deve fazer.

5. A Experiência Universitária

Todos os nossos mentores são formados em excelentes universidades no exterior. Durante as sessões individuais, eles passam para os alunos aspectos importantes dessa experiência.

Falam sobre a vida social e cultural do campus, sobre modelos de ensino e sobre a infraestrutura que as universidades oferecem em diferentes áreas. Mostram que, assim como há diferentes perfis de alunos, o mesmo acontece com as universidades. Cada uma tem características próprias. As diferenças podem estar no tamanho, na localização, nos cursos, no foco, e até no perfil dos professores e dos alunos.

Tudo isso ajuda o aluno a direcionar a candidatura e diminui a possibilidade de surpresas no ingresso.

Quando a Preparação Deve Começar

Quem pensa desde cedo em fazer faculdade fora pode começar o Programa de Preparação no 9º ano do Ensino Fundamental. Quanto antes o aluno iniciar a preparação, melhor. Ele terá mais tempo para trabalhar, se desenvolver e fazer tudo que é preciso para cumprir os requisitos exigidos pelas universidades.

Mas não é necessário começar no 9º ano. Muita gente só decide que quer estudar no exterior mais para frente.

Quem inicia o programa na 1ª ou na 2ª série do Ensino Médio tem o mesmo acompanhamento personalizado. O tempo é um pouco mais curto, mas é suficiente para que todas as orientações sejam dadas e todas as fases da Preparação sejam completadas com sucesso.

Para quem inicia na 3ª série ou já concluiu o Ensino Médio, o Programa de Candidatura é o mais indicado.

Os benefícios de ter o suporte da consultoria educacional Daqui pra Fora na preparação para estudar no exterior

Um processo seletivo holístico e trabalhoso, como é o das universidades americanas, precisa ser bem planejado. Muitos aspectos são levados em conta e não é simples saber onde focar os esforços .

A Consultoria Educacional conhece a fundo todas as etapas desse processo. Acompanha e orienta todos os passos do aluno. Passa todas as informações necessárias, ajuda o candidato a se organizar com prazos e a estabelecer prioridades.

Quer saber mais sobre o nosso Programa de Preparação? Assista ao depoimento de nosso aluno Pietro, que fez o programa e hoje estuda em Harvard.

Para tirar suas dúvidas, entre em contato conosco!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-14 00:00:002020-12-07 15:39:03Quando começar a se preparar para fazer faculdade no exterior?

Como fazer uma carta de motivação para a faculdade?

10 de outubro de 2019/64 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

As pessoas que desejam estudar no exterior, especialmente em locais como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, precisam escrever uma carta de motivação, também conhecida como Essay, ou ainda Personal Statement, durante o processo seletivo explicando por que está se candidatando àquela determinada instituição de ensino.

Ocorre que, muitas vezes, o candidato, por falta de costume, não sabe como redigir sua carta, uma vez que no Brasil essa prática não é muito comum, e o documento exige que o estudante pense em itens desafiadores, como suas expectativas para o futuro e seu plano de carreira.

E ainda existe o desafio de escrever uma carta de motivação ou carta de apresentação que não apresente erros ortográficos e esteja escrita de maneira objetiva.

Por isso, separamos algumas dicas para escrever uma carta de motivação: vamos apresentar todos os detalhes!

O que é a carta de motivação?

A maior parte dos processos seletivos para universidades fora do Brasil exige a apresentação de uma carta de motivação, que deve ser escrita pelo próprio estudante e entregue para a universidade que ele deseja ingressar.

As cartas de motivação, um dos itens mais personalizados da candidatura, podem ser solicitadas tanto para o ingresso em uma graduação como em uma pós-graduação e é uma oportunidade que o estudante tem de apresentar aos avaliadores quem ele é e sua personalidade.

Ou seja, itens que vão além do histórico escolar, de suas notas e de seu currículo e como seu perfil combina com a instituição.

Quando o aluno deseja solicitar uma bolsa de estudos, a carta de motivação é ainda mais importante, pois é por meio dela que ele deve provar porque merece, entre os demais candidatos, receber o desconto. Assim, trata-se de uma oportunidade que o estudante tem para provar que é a pessoa certa para aquela vaga.

Como escrever uma carta de motivação?

A primeira coisa que o estudante deve saber é que, apesar de ser possível encontrar modelos de cartas de motivação, é preciso que ele escreva uma carta personalizada e de acordo com as suas vontades e interesses, pois de nada adianta copiar a carta de outra pessoa que conta com uma história diferente da sua.

No entanto, há algumas dicas sobre como a carta deve ser escrita. Confira a seguir.

Pesquise sobre a instituição de ensino

Para escrever uma boa carta, é preciso, inicialmente, pesquisar quais são os requisitos e a filosofia da universidade e suas expectativas com relação aos candidatos e projetos.

Com isso, é possível saber o que a instituição espera de seus estudantes. Isso permite que o candidato seja mais específico na sua carta de motivação.

Em geral, esses itens podem ser encontrados com facilidade nos sites das instituições de ensino, que costumam apresentar informações claras sobre a grade de matérias, os professores do curso e até mesmo acerca dos pré-requisitos e expectativas com relação aos candidatos.

Compartilhe experiências coerentes

Uma boa carta de motivação deve ser objetiva e concisa, não pode conter erros de ortografia, digitação ou abreviações, deve informar de maneira direta os contatos do candidato e, principalmente, precisa justificar os motivos pelos quais escolheu se candidatar àquela universidade.

Além disso, é preciso apresentar importantes informações sobre o próprio candidato, como:

  • Conhecimentos;
  • Habilidades;
  • Experiências;
  • Atitudes;
  • Idiomas que domina.

O estudante deve sempre se lembrar de que a carta de motivação é um artigo pessoal, portanto, não é preciso ter medo de se colocar no texto, pois o intuito é justamente apresentar-se à instituição. Assim, é relevante falar sobre quem você é, quais são seus valores e do que você gosta, por exemplo.

Contudo, é válido ressaltar que não é preciso contar todos os detalhes da sua vida, afinal, o objetivo é que a carta seja direta, objetiva e realista. É preciso ser autêntico, honesto e narrar apenas as experiências que são coerentes com a vaga — como as motivações que levaram à escolha daquele curso.

Explique por que escolheu a vaga

É importante deixar claro para a universidade quais foram os motivos que fizeram você escolher pelo curso que está pleiteando, de forma honesta e original, para não ficar parecendo cópia de alguma outra carta.

Para isso, destaque os pontos que lhe chamaram atenção no programa da universidade, como os seus objetivos profissionais se encaixam no que é ensinado e como você pode contribuir para o avanço da pesquisa na universidade.

Evite usar jargões e frases prontas que denotam pouca profundidade de reflexão sobre o tema e podem fazer você perder pontos importantes na avaliação da banca examinadora.

Revise o seu texto e conte com ajuda

Antes de enviar sua carta, revise o texto quantas vezes for necessário e peça ajuda para outras pessoas sempre que possível.

Dependendo da universidade em que o estudante pretende estudar, a carta de motivação deve ser feita em inglês e, nesses casos, é preciso evitar o uso de tradutores online, por exemplo, pois o texto não pode conter erros ortográficos ou gramaticais.

Nesse momento, também é importante verificar se a carta não está semelhante a um currículo, pois, como dissemos, o objetivo é apresentar informações pessoais acerca do candidato que tenham relação com a vaga almejada e não pode ser frio.

Além disso, as cartas devem ser específicas para cada instituição de ensino. Dessa maneira, os candidatos que pretendem se candidatar a mais de uma universidade não devem utilizar o mesmo documento para diferentes instituições.

Por fim, não tenha medo de procurar por uma mentoriae pedir dicas de pessoas que já passaram pelo mesmo processo, inclusive para a revisão do texto.

Afinal, é muito importante utilizar todos os recursos que aumentam as chances de sua candidatura ter sucesso e, ao apresentá-lo para outras pessoas, é possível observar o impacto que o texto tem sobre o leitor, o que permite a identificação de possíveis melhorias.

Como vimos, a carta de motivação deve conter aspectos da vida pessoal do estudante que vão além do seu currículo — afinal, essa informação é possível encontrar em seu histórico escolar —, a fim de demonstrar para a instituição de ensino que você é o candidato adequado para ocupar a vaga disponível.

Se você se interessou sobre o tema e deseja estudar fora do Brasil, continue a visita no nosso blog e veja como os pais podem se planejar para arcar com os custos de uma faculdade no exterior!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-2.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-10 00:00:002023-12-13 21:01:14Como fazer uma carta de motivação para a faculdade?

Como as universidades do Canadá selecionam estudantes

4 de setembro de 2019/110 Comentários/em Canadá, Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Quando pensamos em conciliar qualidade de ensino e qualidade de vida, o Canadá é um dos primeiros países a serem considerados. Algumas das melhores universidades do mundo, segundo o Ranking Times Higher Education, ficam no Canadá, como a University of Toronto, University of British Columbia ou ainda a McGill University.

Quer saber mais sobre as universidades canadenses e como é processo seletivo para entrar em uma delas? Continue a leitura.

Por que fazer faculdade no Canadá? 

A qualidade do ensino canadense é mundialmente conhecida. Além disso, as universidades do Canadá têm muitos alunos estrangeiros em suas turmas, por isso, se preocupam com a igualdade de acesso. Isso torna o ambiente mais receptivo aos estudantes internacionais, e não apenas nas salas de aula.

Os estudantes que pretendem ficar no país após a graduação conseguem a permissão de maneira mais fácil que em outros países. Em até 90 dias após a conclusão dos estudos, basta o estudante solicitar o Post Graduation Work Permit (PGWP).

Essa é uma permissão de trabalho que pode te dar permanência entre um e três anos no Canadá, dependendo da duração total da sua graduação.

Outro atrativo são os custos que, em geral, são mais baixos se comparados à outras opções no exterior, como por exemplo, universidades nos Estados Unidos. O país ainda é um dos mais seguros para se viver e em algumas regiões é possível praticar não só o inglês, mas também o francês.

Como fazer então para estudar no Canadá? Conheça as etapas do processo seletivo.

Como funciona o processo seletivo das universidades no Canadá? 

É muito comum que cada universidade canadense defina seus próprios critérios de avaliação, por isso não há um processo padrão para todas. A seguir você vai encontrar todas as etapas que podem aparecer em uma candidatura para estudar nas instituições do país, mas é sempre importante consultar o que a instituição, para onde você deseja se candidatar, solicita.

Notas Escolares

As universidades canadenses avaliarão as suas notas durante os últimos 4 anos na escola – o histórico escolar – a fim de verificar seu grau de dedicação com os estudos, ou seja, quanto maior for suas notas, maior a chance de você ser aprovado nessa primeira etapa.

Existe um sistema para converter as notas em uma média final que sirva de referência, o GPA (Grade Point Average). Essa é uma das principais diferenças do sistema brasileiro, já que por aqui os alunos deixam para focar nos estudos apenas quando se preparam para o vestibular.

Nota do TOEFL

Você precisará realizar também o TOEFL (Test of English as a Foreign Language), que é o exame que comprova sua proficiência em ler, escrever, entender e falar inglês. Isso mostrar às universidades que você está apto para frequentar as aulas e acompanhar o conteúdo no idioma.

Cada instituição define uma nota mínima exigida para que o candidato possa concorrer à vaga no curso desejado, e esse costuma ser um pré-requisito para quase todas as universidades no Canadá. As faculdades mais competitivas pedem notas acima de 80 ou 90 pontos e o aluno não pode tirar menos que 20 pontos em nenhuma das quatro partes da prova.

Nota do Enem e do SAT/ACT

Além das notas escolares, a maioria das universidades canadenses aceitam a nota do ENEM como um dos critérios de avaliação do processo.

Ou seja, ao prestar o Exame Nacional do Ensino Médio no Brasil, você pode aproveitar essa nota e utilizá-la para sua candidatura no Canadá. A nota utilizada no application deve ser a nota do ano anterior à candidatura.

Algumas universidades também podem exigir que o estudante realize um dos exames padronizados — chamados de SAT ou ACT.  Não são todas as universidades do Canadá que exigem as notas desses testes, mas é bom conhecê-los, pois são como um “vestibular”, utilizados na avaliação da admissão. E se suas notas forem boas, pode ser um diferencial positivo.

O SAT é composto por três partes, sendo elas: redação, matemática e leitura/interpretação de textos. Também há uma outra versão, o SAT Subjects, que testa conhecimentos específicos do candidato em áreas como línguas, história, física e química, sendo essa uma exigência de determinadas faculdades ou cursos.

O ACT nada mais é do que um teste semelhante ao SAT, mas que apresenta questões de múltipla escolha de áreas como matemática, inglês, ciências e interpretação de textos. Algumas universidades também exigem uma redação dos candidatos feita dentro deste exame.

As notas de todos esses exames podem te ajudar também a conseguir uma bolsa de estudos, dependendo de seu desempenho.

Outras Etapas

Embora menos comum, é possível que algumas universidades ainda solicitem como avaliação o envio de algumas redações, cartas de recomendação e queiram avaliar suas atividades extracurriculares. Se sua universidade dos sonhos tem esses pré-requisitos, entenda como eles serão analisados.

Redações

A redação normalmente é solicitada somente pelas universidades mais fortes do país. São utilizadas para conhecer mais sobre quem é o estudante e auxiliar a universidade a selecionar candidatos academicamente parecidos.

Afinal, elas buscam alunos com perfil semelhante ao delas. Por isso, essa é a oportunidade de demonstrar sua personalidade, realizações e, especialmente, os projetos que participou e que ajudaram no seu desenvolvimento como pessoa.

Cartas de Recomendação

As cartas de recomendação também servem para a instituição conhecer um pouco mais sobre o perfil do aluno e suas experiências acadêmicas. Elas devem ser feitas por professores e coordenadores do colégio do estudante.

Atividades Extracurriculares

Atividades extracurriculares são todas as atividades que você faz fora de sala de aula que auxiliam no desenvolvimento pessoal, demonstrem liderança e engajamento com a comunidade ao seu redor.

Alguns exemplos de atividades são trabalhos voluntários, participar de olimpíadas acadêmicas, organizar eventos beneficentes, entre outras possibilidades que façam sentido para o perfil do aluno.

Portfólio

Quando os cursos são voltados para artes, moda, design, fotografia, cinema entre outros do segmento artístico, a maioria das faculdades exige que o estudante envie um portfólio com os seus melhores trabalhos. Essa é uma maneira de avaliar se os requisitos técnicos demandados pelo curso são atendidos ou não.

Quer saber mais?

Uma de nossas alunas, Ana Letícia, contou como está sendo a jornada dela em Mount Royal, confira o depoimento dela.

Se animou em fazer uma faculdade no exterior? Assine nossa newsletter e continue acompanhando conteúdos sobre o tema para aumentar suas chances de aprovação.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-09-04 00:00:002024-01-08 11:28:58Como as universidades do Canadá selecionam estudantes

TOEFL ITP e TOEFL IBT: qual a diferença entre elas?

30 de agosto de 2019/92 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

As faculdades dos Estados Unidos exigem que aplicantes estrangeiros atestem seu nível na língua por meio de exames de proficiência, como o TOEFL, para que o estudante possa iniciar os estudos em uma instituição americana. Normalmente, os resultados da avaliação são requisitados pelo departamento de admissão, assim como históricos escolares, diplomas e, eventualmente, redações sobre temas específicos.

Neste artigo, vamos focar em duas das principais modalidades desse exame: o TOEFL ITP E TOEFL IBT. Apontaremos suas principais características e a forma como a pontuação é computada. Ao fim, você vai enxergar com clareza a diferença entre as duas certificações. Confira!

Como funciona o TOEFL?

Para começar, vamos entender o significado de TOEFL. Trata-se de um acrônimo para Test of English as a Foreign Language, que pode ser traduzido como Teste de Inglês como Segunda Língua. Como o nome deixa claro, o exame é utilizado para avaliar o nível de inglês em pessoas cuja língua nativa é outra.

Em relação à pontuação, não existe o conceito de passar ou reprovar. Cada instituição de ensino estabelece uma nota mínima a ser alcançada para que a aplicação do estudante seja considerada. Portanto, é importante conhecer os requisitos das universidades para as quais deseja aplicar.

Muitas vezes, a pontuação exigida varia dentro da mesma universidade. É comum que cursos de curta duração sejam mais brandos nesse quesito, enquanto currículos de pós-graduação tendem a ser mais exigentes. O TOEFL conta com cinco categorias, sendo duas delas — Primary e Junior — destinadas ao público infantil.

As outras três são o TOEFL PBT, TOEFL ITP e TOEFL IBT. O primeiro é uma versão em papel do exame, aplicada apenas em países com restrições no acesso à internet. As outras duas, portanto, são as mais relevantes e serão o tema do restante deste artigo. Continue a leitura.

O que é o TOEFL IBT?

A sigla IBT significa Internet Based Test, ou seja, indica que esse exame é realizado de forma online. Trata-se da versão mais completa da prova, abordando as quatro habilidades consideradas essenciais para o ingresso em uma faculdade americana: compreensão de texto, compreensão de voz, escrita e oralidade.

Essa modalidade é solicitada pela maioria das instituições dos Estados Unidos, principalmente aquelas que oferecem cursos de maior duração. Embora seja feito pela internet, o participante não tem a opção de realizá-lo em casa. É necessário, portanto, marcar um horário em uma das unidades que oferecem o TOEFL.

Com duração de 4 horas, o exame é dividido em quatro seções. A primeira é nomeada reading e tem um tempo limite de 60 a 80 minutos. São apresentados ao candidato uma série de artigos acadêmicos e perguntas relacionadas a eles.

Depois vem o listening, com tempo limite de 60 a 90 minutos. Nessa parte, o aplicante escuta palestras, discussões e conversas para, ao fim, responder perguntas relacionadas aos conteúdos apresentados. Ao fim dessa seção há um intervalo de 10 minutos.

Depois de recarregar as energias, vem a parte de speaking, em que o prestador do exame deve responder, utilizando o headset disponibilizado, a algumas questões apresentadas. Vinte minutos depois inicia-se o writing, que cobra o sustento de uma opinião por meio de linguagem escrita.

Cada uma das seções da prova valem exatos 30 pontos, sendo 120 a pontuação máxima do exame.

O que é o TOEFL ITP?

Diferentemente da modalidade apresentada no tópico anterior, o TOEFL ITP é realizado de forma completamente offline, sem o uso de computador. Portanto, a prova é feita com o uso de lápis e papel. Outra diferença em relação ao TOEFL IBT é o formato: são apenas três seções.

O exame é dividido entre compreensão auditiva, compreensão de texto e estrutura da língua. Por ser menos extensa, a prova é realizada no período de duas horas, sem necessidade de intervalo. Devido a sua característica menos complexa, o exame é geralmente requisitado para a realização de cursos de menor duração.

No que diz respeito ao formato, o teste inicia na seção Listening Comprehension. São 50 questões de múltipla escolha que devem ser respondidas de acordo com o conteúdo de um áudio. A atenção nessa etapa é fundamental, já que não é possível parar ou repetir a reprodução.

A etapa seguinte é a Structure and Written Expression e apresenta 40 questões. Parte delas desafia o aplicante a identificar erros gramaticais, enquanto a outra pede o preenchimento de espaços vazios em sentenças. Por fim, vem Reading Comprehension.

Essa seção consiste em 5 textos com 10 perguntas cada. Os assuntos abordados em cada texto variam, mas as respostas podem sempre ser encontradas a partir de uma leitura atenta e detalhista.

Qual tipo de certificação escolher?

Antes de definir qual modalidade do exame melhor se aplica para a sua situação, é imprescindível pedir uma recomendação para a escola em questão. Geralmente, programas de estudo que lidam com um nível mais avançado exigem a realização do TOEFL IBT.

Por outro lado o TOEFL ITP é muito requisitado por instituições que oferecem cursos em um grau hierárquico menor que a graduação. Portanto, se o objetivo é estudar inglês no exterior ou participar de aulas de um conteúdo específico, essa pode ser a melhor opção.

Em todos os casos, é importante conhecer todos os pré-requisitos da instituição acadêmica. Isso porque, como já mencionamos, a equipe de admissão é responsável por estabelecer a nota mínima para o ingresso do aluno.

As certificações TOEFL ITP e TOEFL IBP são aceitas em diversas escolas, cursos e universidades nos Estados Unidos. Por meio do resultado desses exames, o aluno pode provar seu nível de inglês, informação que é utilizada tanto no processo de aplicação, quanto no nivelamento das disciplinas.

E então, ficaram claras as diferenças entre TOEFL ITP E TOEFL IBT? Para ficar por dentro de mais conteúdos como este, siga nossas redes sociais. Estamos presentes no Facebook e no Instagram!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-08-30 00:00:002024-01-15 10:55:44TOEFL ITP e TOEFL IBT: qual a diferença entre elas?

A importância da redação em universidades estrangeiras

6 de dezembro de 2018/59 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

O processo seletivo para universidades no exterior é bem diferente do brasileiro e é constituído por várias etapas. Um dos critérios muito importante utilizado nas avaliações é a produção de redações ou, como é chamada em inglês, um essay.

Esse essay pode ter temas variados para cada universidade, que serão definidos pela banca de avaliadores e, em geral, tem uma estrutura bem diferente da redações solicitadas nos vestibulares brasileiros.

Algumas redações pedem para que o candidato simplesmente explique o motivo pelo qual escolheu aquela universidade, outras podem pedir a narrativa de um momento marcante em sua vida, outras, uma ideia inovadora do estudante.

O certo é que a redação tem um papel muito importante na application para que a universidade conheça o aluno.

Entenda melhor toda essa importância da redação para universidades estrangeiras.

A importância da redação em universidades estrangeiras

As universidades no exterior costumam selecionar seus alunos com base na semelhança do perfil do estudante com o da instituição. E é na redação que o aluno tem a oportunidade de mostrar quem é.

As redações serão utilizadas principalmente para avaliar candidatos academicamente parecidos. Por isso, um texto bem escrito pode ser o diferencial para que a banca de admissão decida que você merece a vaga, mesmo que suas notas não sejam as melhores. Justamente por esse motivo, a preparação para o essay é fundamental.

Para fazer uma redação de sucesso, você deve dominar a linguagem escrita do inglês, que pode ser muito diferente da conversação. Dominar normas de gramática, entender regras verbais e trabalhar em um bom desenvolvimento de texto são apenas algumas das coisas que você pode aprimorar durante o período de preparação.

Dicas para escrever a redação ideal

Como já vimos, o essay deve receber muitíssima atenção de alguém que quer ingressar em uma universidade fora do Brasil. O texto ideal deve mostrar ao avaliador que você domina a escrita na língua inglesa e é capaz de desenvolver bem um pensamento crítico.

Pensando no seu sucesso, separamos algumas dicas para a produção de uma redação nota 10. Confira!

Escreva, reescreva e escreva de novo

Nada fica perfeito na primeira tentativa. Sabendo do peso que sua redação tem nas suas chances de ser aceito na universidade, você vai querer entregar o melhor trabalho possível. Para isso, não adianta se iludir e achar que vai produzir uma redação perfeita logo na primeira tentativa.

Comece pelo rascunho. Jogue ideias no papel sem compromisso ou altas expectativas. Desse emaranhado de ideias, você vai moldando a ideia principal do seu texto, e aí sim pode partir para a execução.

Trabalhe uma introdução forte

As primeiras palavras da redação são essenciais para atrair a atenção do seu avaliador. As primeiras linhas do texto devem ser dedicadas a transmitir de forma clara a ideia do seu essay. Uma introdução que provoque um efeito wow no leitor garante uma avaliação mais generosa.

É importante lembrar que a redação deve ser estruturada com introdução, desenvolvimento e conclusão. Essa última deve trazer informações coerentes com o apresentado na introdução.

Seja sincero e autêntico

Muitas das redações exigidas por universidades estrangeiras pedem para que o candidato escreva sobre algum aspecto de si mesmo ou de sua experiência de vida. Com isso, resista à tentação de exagerar em informações ou forçar narrativas para melhorar sua imagem.

Os responsáveis por avaliar seu essay são profissionais altamente treinados para tal tarefa. Por isso, toda sua nota pode ser prejudicada se o corretor considerar que a sua narrativa foge do compromisso com a verdade ou está enfeitada demais. Mantenha a autenticidade, seja sincero sobre a sua história e, aí, é só desenvolver uma redação bem estruturada.

Procure por feedbacks

Os feedbacks são elementos essenciais para você saber se está no caminho certo ou se precisa melhorar alguns pontos específicos, como fluidez do texto, organização ou gramática. Receber um feedback sobre o seu texto pode fazer a diferença e facilitar a sua escrita.

Se você tem acesso a um curso de inglês ou professores da língua, procure saber se alguém pode ler e avaliar seu texto antes de seu envio. 

Vamos começar a praticar?

Entender a importância da redação em universidades estrangeiras é fundamental para que você dê o primeiro passo nessa grande mudança na sua vida. Ingressar em uma universidade no exterior não é nada impossível, mas requer planejamento e organização. 

Vale lembrar que o processo de candidatura para essas instituições pode durar mais de um ano, o que dá tempo suficiente para você organizar todos os seus documentos, fazer seus planos e trabalhar para conseguir boas notas e uma redação que sirva como um bom diferencial.

Se você sonha em estudar no exterior e quer saber mais sobre o que essa incrível experiência pode oferecer, preencha o formulário abaixo e vamos conversar sobre as suas opções.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-5.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-12-06 00:00:002024-03-01 14:24:49A importância da redação em universidades estrangeiras

Dicas do processo seletivo das universidades do Canadá

26 de novembro de 2018/101 Comentários/em Bolsas de Estudo, Canadá, Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Estudar em uma faculdade no Canadá faz toda a diferença para o currículo. Além de viver experiências incríveis, o estudante ainda consegue destaque profissional por fazer um curso em um dos países com a melhor qualidade de vida do mundo. Isso talvez você já saiba, mas sabia que é possível usar o Enem em universidades do Canadá?

Sim, é verdade! Porém, antes de começar a preparar as suas malas, existem algumas informações que você precisa saber. Continue a leitura do artigo e confira quais são!

1. O Enem é aceito em algumas universidades canadenses

Fazer o Enem é uma das principais formas de ter acesso ao ensino superior no Brasil. O exame é considerado o segundo maior do mundo, perdendo apenas para o da China. Por este e outros fatores, é reconhecido internacionalmente, inclusive no Canadá.

Porém, é válido ressaltar que não são todas as instituições que aceitam o Enem. Algumas das mais conhecidas que utilizam a nota do exame em seus processos seletivos são Universidade de Toronto e a University of British Columbia (UBC).

2. É possível ganhar bolsas de estudo

É possível conseguir bolsas de estudos no Canadá. No entanto, para conquistá-las, é preciso cumprir pré-requisitos como a apresentação do Certificado do Ensino Médio, o resultado do Enem, do vestibular ou do SAT (teste de aptidão escolar dos EUA), média final de aceitação e requisitos específicos que o curso demandar.

Alguns cursos pedem que o candidato apresente um portfólio. Há também a probabilidade de uma análise curricular para comprovação e notas em matérias específicas das áreas de exatas, ciências ou humanas.

3. Um dos requisitos é a comprovação da proficiência em inglês

Além de apresentar o Enem, comprovar a competência em língua inglesa também será necessária. Para isso, é preciso apresentar os resultados do TOEFL, IELTS ou algum outro exame de proficiência em inglês.

A necessidade deste requisito é justamente porque as aulas vão ser ministradas em inglês, e você precisará comprovar que consegue acompanhá-las.

4. Na UBC existem dois tipos de bolsas de estudo

Na University of British Columbia são oferecidas duas categorias de bolsa, a IMES e a OIS. No International Major Entrance Scholarship (IMES), a bolsa pode ser renovada durante os quatro anos da graduação.

Os pré-requisitos incluem ter um visto de estudante (não pode ser de outro tipo), ter um histórico escolar muito bom e participar de atividades extracurriculares.

Já no Outstanding International Student Award (OIS), a bolsa funciona como uma recompensa de mérito. São candidatos alunos considerados excepcionais, escolhidos com base nas notas e no perfil do candidato.

Ao aplicar para entrar na universidade, automaticamente o aluno já está concorrendo aos dois tipos de bolsas. Em alguns casos, é possível receber o prêmio do OIS e as parcelas do IMES.

A instituição disponibiliza um blog para orientar a quem tem interesse em aplicar, vale a pena conferir!

5. O ano letivo inicia em períodos diferentes

Ao contrário do Brasil em que todas as universidades começam o ano letivo em fevereiro ou março, no Canadá o ano letivo geralmente começa em setembro. Com exceção de cursos populares que podem ter datas adicionais em janeiro ou em maio.

É recomendado verificar a data de início e fim das inscrições, bem como o início do ano letivo.

6. É preciso se preparar

Por mais que o estudante esteja ansioso para começar a estudar no Canadá, dependendo do domínio da língua inglesa e dos requisitos dos cursos, será necessário preparar-se por mais tempo.

Se o curso exige um portfólio, por exemplo, pode ser vantajoso passar alguns meses trabalhando nele antes de apresentá-lo. Quem ainda não fez o exame de proficiência também precisa dispor de tempo para conseguir o certificado.

Todos esses aspectos são importantes e precisam ser lembrados por quem vai se candidatar para uma universidades do Canadá. Embora não seja nada impossível, requer planejamento e pesquisa, já que as informações variam muito de uma instituição para outra e de um curso para outro.

Se você ainda está se planejando e decidindo se vai ou não fazer uma faculdade no exterior, este e-book sobre as vantagens de fazer faculdade no exterior vai te ajudar a decidir. Faça o download e confira!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-geral-blog-03.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-11-26 00:00:002024-01-16 16:08:15Dicas do processo seletivo das universidades do Canadá

Vestibular do Brasil e do exterior ao mesmo tempo. É possível?

19 de novembro de 2018/102 Comentários/em Processo Seletivo, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Ingressar em uma boa universidade é o desejo de muitos. No entanto, a preparação para o processo seletivo de cada universidade ou até mesmo para cursos diferentes pode variar.

Essas divergências fazem com que muitos estudantes fiquem sem saber o que fazer, principalmente quando falamos sobre o vestibular no Brasil e no exterior.

Felizmente, é perfeitamente possível se preparar simultaneamente para as duas situações e ficar fera o suficiente para enfrentar qualquer obstáculo que aparecer em seu caminho.

Não sabe como? Tem dúvidas sobre como se preparar simultaneamente para esses testes? Acompanhe este texto e confira algumas dicas práticas para tornar esse processo muito mais simples. Boa leitura!

Quais são as diferenças entre o vestibular no Brasil e no exterior?

Você já deve conhecer bem o processo de ingresso no ensino superior no Brasil. Atualmente, ele é feito ou por meio do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) ou por vestibulares específicos para universidades (como é o caso da Fuvest, que seleciona estudantes para a Universidade de São Paulo).

Já no caso das universidades do exterior, o processo seletivo é, na maioria das vezes, um processo holístico que envolve a análise de alguns critérios.

Os norte-americanos também têm o seu equivalente ao ENEM, conhecido como ACT ou SAT; e além do exame padronizado, geralmente as instituições avaliam os seguintes critérios:

  • Notas escolares, do 9º ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio;
  • Exame de proficiência em língua inglesa, como o TOEFL e IELTS;
  • Avaliação de atividades extracurriculares;
  • Redações;
  • Cartas de recomendação;
  • Entrevistas com membros das instituições.

É perfeitamente possível para um estudante realizar uma preparação tanto para os vestibulares brasileiros quanto estrangeiros.

Isso irá possibilitar que o estudante tenha um leque maior de possibilidades no momento em que tiver de escolher em qual universidade irá estudar. Por isso, uma ajuda especializada pode fazer toda a diferença.

Como se preparar para os processos seletivos simultaneamente?

Estudar fora do país pode parecer uma realidade impossível para boa parte dos estudantes do ensino médio. No entanto, é necessário saber que isso pode ser feito, especialmente com o planejamento adequado.

Conte com ajuda especializada

Para isso, a melhor dica é sempre contar com o auxílio de profissionais especializados no assunto. Eles serão os responsáveis por guiar seus passos e garantir que todos os processos sejam vencidos com mais tranquilidade.

Consultorias especializadas podem auxiliá-lo em seu planejamento de estudo, além de condicioná-lo a compreender as disciplinas exclusivas para os testes internacionais. Outro ponto importantíssimo é o aconselhamento a fatores cruciais como a realização de atividades extracurriculares.

Se preparar para o vestibular no Brasil e no exterior ao mesmo tempo não é impossível. Para isso, basta um planejamento de estudos bem feito e muita disciplina para dar conta de todos os conteúdos. Além disso, um tempo para o lazer e para descansar é fundamental para o sucesso nos estudos!

Agora que você já sabe como estudar simultaneamente para vestibulares tão diferentes, que tal permanecer sempre por dentro das nossas novidades?

Assine a nossa newsletter e receba todas as novas publicações de nosso blog diretamente na caixa de entrada do seu e-mail!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-3.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-11-19 00:00:002024-03-21 21:38:37Vestibular do Brasil e do exterior ao mesmo tempo. É possível?

Processo seletivo: como entrar em uma faculdade americana?

9 de outubro de 2018/48 Comentários/em Estados Unidos, Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Ingressar em uma boa instituição de ensino superior é o sonho de muitos, certo? No entanto, o que fazer quando o maior desejo de todos é estudar em uma universidade dos Estados Unidos? Pode parecer improvável, mas realizar esse feito é perfeitamente possível a partir da atenção com alguns pontos cruciais do processo seletivo.

As universidades norte-americanas funcionam de maneira muito diferente das instituições localizadas no Brasil. Enquanto por aqui o ingresso é mais direto e feito por meio de vestibulares, como é o caso do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), lá, há uma série de outros passos que envolvem o processo.

Mas, afinal, quais são esses passos? Como posso fazer para entrar em uma universidade nos Estados Unidos?

A seguir, conversaremos sobre esse assunto e responderemos às perguntas mais comuns sobre o tema, com o objetivo de deixá-lo bem informado e preparado para o processo de candidatura. Vamos lá?

Quais são os principais passos do processo seletivo?

Agora que estamos por dentro de como funciona uma consultoria especializada em momentos como esse, que tal conhecermos os principais passos envolvidos no processo seletivo para uma universidade dos Estados Unidos? Acompanhe

Fazer um bom ensino médio

A análise do histórico escolar é um dos primeiros fatores observados pelas universidades norte-americanas. Diferentemente do que ocorre no Brasil, por lá, as suas notas obtidas durante a escola importam para os avaliadores.

Na maioria das vezes, eles levam em consideração as notas do 9º ano do Ensino Fundamental e dos 3 anos do ensino médio. Bons resultados mostram que você leva os estudos a sério e que tem potencial para ser um ótimo estudante em sua nova universidade.

Prestar os exames SAT ou ACT

O SAT ou ACT é, de certa forma, o vestibular dos Estados Unidos. Esses testes funcionam como o Enem ou outras provas de avaliação que temos no Brasil.

A avaliação efetuada é padronizada, mas cada universidade atribuirá um peso e uma importância diferente a essa etapa. No entanto, é indispensável se dedicar e estudar bastante para obter uma boa nota —critério objetivo e levado muito a sério pela maioria das instituições.

Realizar os testes TOEFL ou IELTS

Os testes TOEFL e IELTS são feitos para medir a proficiência e fluência das pessoas na língua inglesa. Eles são, portanto, requisitos obrigatórios para a candidatura em universidades no exterior.

Fazer um deles e obter a nota mínima exigida pela universidade fará com que a instituição saiba que você está apto a acompanhar as aulas e se relacionar com os seus colegas, seja no ambiente acadêmico, seja nas inúmeras atividades extracurriculares oferecidas nesses locais. Cada universidade vai definir qual é a nota mínima a ser obtida na prova.

Se engajar em atividades extracurriculares

As atividades extracurriculares são aquelas feitas fora do ambiente escolar. Elas mostram para os avaliadores das universidades quem você é e quais são as suas preferências fora da escola, provando também que você é um indivíduo engajado e interessado.

Qualquer atividade pode ser incluída em uma aplicação, desde aulas de artes — música, teatro ou dança, por exemplo —, experiências profissionais e participação em esportes ou olimpíadas científicas e até voluntariados (envolvendo pessoas, animais ou qualquer outra causa relevante).

Ter boas redações / personal statements

Uma das principais etapas do processo seletivo é a preparação de alguns textos, sempre com temas bem pessoais e com o objetivo de mostrar à instituição um pouco mais sobre você.

Também chamados de essays, esses textos têm um dos maiores pesos de toda a seleção, sendo fundamentais para definir se aquela faculdade combina com o seu estilo.

Vale a pena lembrar que é importante ser muito sincero, já que não há um perfil padrão procurado. Os avaliadores querem conhecê-lo de verdade!

Contar com boas cartas de recomendação

Complementares aos essays, as cartas de recomendação são feitas por pessoas que conhecem a fundo a sua personalidade. São necessárias, na maior parte das vezes, 3 cartas: duas de professores e uma de algum coordenador de sua escola.

É preciso que suas referências sejam muito sinceras e descrevam exatamente quem você é. Não há, novamente, um perfil específico procurado, mas a honestidade fará com que você encontre uma universidade que é a sua cara e que será o seu novo lar.

Participar da entrevista de seleção ou enviar portfólio

A entrevista de seleção é exigida apenas por algumas universidades — geralmente, as mais competitivas. Ela é feita em inglês por um representante da instituição (como um aluno ou ex-aluno) e, assim como a redação, tem como objetivo permitir que os avaliadores o conheçam melhor.

Para ir bem nessa etapa, é essencial conhecer bem o perfil da universidade, contar com os conselhos de um bom orientador e, o mais importante de tudo, ser você mesmo. Agir com naturalidade e confiança garantirá uma ótima impressão e lhe deixará muito mais próximo de seu sonho.

Para os cursos de arte — como moda, desenho ou cinema —, será requerido ao aluno o envio de um portfólio com os seus melhores trabalhos. Dessa forma, a universidade consegue avaliar se o estudante tem as técnicas e o talento necessários para exercer aquela determinada formação.

E aí, viu o que é preciso fazer para iniciar o processo seletivo das universidades dos Estados Unidos? Com essas dicas, fica muito mais fácil se preparar para o que está por vir!

Lembre-se de que um bom planejamento é crucial para evitar problemas e deve ser iniciado o quanto antes, ok?

Ficou com alguma dúvida? Então, nada de fechar o seu navegador antes de solucioná-la. Basta preencher o formulário abaixo para começarmos uma conversa. A nossa equipe está sempre à disposição!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-7.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-10-09 00:00:002024-02-15 11:04:00Processo seletivo: como entrar em uma faculdade americana?

Atividades Extracurriculares: o que são e quais fazer?

20 de setembro de 2018/101 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Além de notas escolares, teste de proficiência em inglês, redações e cartas de recomendação, outro importante critério utilizado pelas universidades no exterior durante o processo de candidatura de seus novos alunos são as atividades extracurriculares, por isso é importante entendê-las.

Vale ressaltar que um cuidado importante é não achar que é preciso fazer muitas atividades extracurriculares para conseguir a aprovação.

O essencial é participar ativamente de atividades que façam sentido para o seu perfil e para a área de formação desejada.

Veja a seguir o que são atividades extracurriculares e quais podem ser feitas para tornar a sua application ainda mais forte.

O que são atividades extracurriculares?

Tudo o que o estudante faz fora de sala de aula pode ser considerado uma atividade extracurricular, o importante é alinhar essas atividades ao perfil do aluno e ao curso que ele pretende fazer na universidade para dar mais significado a elas.

As atividades demostram o quão engajado o estudante é fora do ambiente escolar e o quanto ele poderá se desenvolver no ambiente acadêmico oferecido pela universidade.

Quanto mais competitivas forem as universidades, mais exigentes elas serão em relação às atividades extracurriculares, já que o nível acadêmico dos candidatos que aplicarem será muito próximo e esse pode ser um fator de diferenciação. 

Ainda não começou suas atividades e não sabe no que focar? Conheça os 4 tipos mais comuns de extracurricular activities que são aceitos e ajudam a fortalecer a sua candidatura.

No webinar abaixo, você encontra informações relevantes sobre as atividades extracurriculares:

1. Olimpíadas científicas

As olimpíadas de conhecimento ou científicas são competições que têm o propósito de premiar aqueles estudantes que competitivamente apresentam projetos e habilidades melhores nas áreas de física, química e biologia, por exemplo. Essa competição pode acontecer durante o ensino fundamental ou ensino médio.

As olimpíadas científicas são avaliadas a nível nacional e internacional. Nesse último caso, as universidades norte-americanas dão bastante atenção.

Isso porque para elas é importante admitir estudantes que foram valorizados internacionalmente com iniciativas do meio científico, demonstrando talento excepcional em diversas áreas do conhecimento.

2. Ações na comunidade

Essa é mais uma das atividades extracurriculares. Trata-se de participar de atividades realizadas junto a grupos da sociedade em que você vive.

Isso significa que você pode se envolver no planejamento de eventos da comunidade ao seu redor, como jantares beneficentes, ou apoiar a condução de trabalhos voluntários.

Isso demonstra que você é uma pessoa que exerce a cidadania e tem proatividade a fim de ajudar a sua comunidade. Com essa postura, você ganha pontos na sua candidatura para estudar nos Estados Unidos.

3. Clubs

Nos EUA, os clubs são muito comuns. Não se trata de lugares para praticar esporte ou lazer. Na verdade, são grupos de estudos que reúnem pessoas com os mesmos interesses.

Essa é mais uma das extracurricular activities que contam muito na hora de se candidatar a uma vaga em uma universidade americana.

Então, participe de grupos de estudo de idiomas, de robótica, química ou até mesmo faça parte de um coral. O importante é se integrar a um grupo que tem a ver tanto com o seu perfil pessoal quanto acadêmico.

4. Governança

Você gostaria de fazer parte de comissões escolares, conselhos ou grêmios estudantis, mas não consegue entender qual é a vantagem de fazer parte disso?

Saiba que essas são atividades extracurriculares valorizadas para uma candidatura em instituições de ensino nos EUA.

É muito importante apresentar esse tipo de capacidade de governança, uma vez que as instituições prezam por estudantes participativos e presentes em questões políticas.

O que fazer agora?

Esses foram apenas alguns exemplos de atividades extracurriculares, agora é importante que o aluno entenda o que faz sentido para seu perfil e com o que mais se identifica.

Vale lembrar que o essencial não é apenas qual atividade você fez, mas como a realizou. Fazer algo que tenha significado para você e que possa te levar a posições de liderança serão valorizadas pelas universidades.

Afinal, as instituições de ensino buscam alunos com perfis parecidos com os delas e ser genuíno nessa etapa da candidatura te ajudará a ser aceito nas universidades que de fato combinam com você e elevará as possibilidades de sucesso dessa jornada.

Quanto antes você se preparar e começar a pensar nas atividades extracurriculares, mais força terá sua candidatura. Que tal começar agora?

Quer receber mais dicas para se dar bem em uma candidatura de universidade no exterior? Então assine a nossa newsletter!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/09/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-2.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-09-20 00:00:002024-04-09 14:55:39Atividades Extracurriculares: o que são e quais fazer?

Dicas sobre o processo seletivo de faculdades nos Estados Unidos

26 de abril de 2018/61 Comentários/em Estados Unidos, Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Fazer faculdade nos Estados Unidos é um sonho para muitos estudantes. As universidades americanas estão reconhecidamente entre as melhores do mundo, e a estrutura de ensino permite que o aluno não só receba a melhor educação possível, mas também tenha acesso a diversos tipos de oportunidades dentro do campus.

Isso permite ao estudante uma grande possibilidade de crescimento pessoal, que resultará em um profissional mais completo e preparado para o mercado de trabalho atual.

Baixe nosso e-book e veja por que fazer faculdade no exterior. 

Como é o processo seletivo de faculdades nos Estados Unidos

O processo de candidatura para ingressar em uma universidade dos Estados Unidos é bem diferente do brasileiro. No Brasil, basicamente, o estudante será avaliado através do vestibular.

Nos Estados Unidos, além dos exames padrão (SAT ou ACT), as universidades americanas também levam em consideração outros seis fatores:

  • As notas do ensino médio (incluindo também o nono ano);
  • A nota no exame de proficiência em inglês, o TOEFL;
  • Redações (também chamadas de personal statement);
  • Atividades extracurriculares;
  • Cartas de recomendação de professores, coordenadores etc;
  • Entrevistas com representantes das universidades.

Analisando todos esses fatores, o processo de candidatura americano parece muito complicado, mas com a assessoria adequada, ele pode ser muito mais simples do que parece!

E o resultado é incomparável: de acordo com o prestigiado ranking Times Higher Education, das 100 melhores universidades do mundo, 43 estão nos Estados Unidos.

A universidade brasileira mais bem colocada no ranking é a USP, que ocupa uma posição entre 250-300º.

Portanto, se você tem intenção de fazer faculdade nos Estados Unidos, trazemos para você quatro pontos que você precisa saber sobre a preparação e planejamento para fazer faculdade na Terra do Tio Sam!

Analise adequadamente o seu perfil

Antes de iniciar o processo de candidatura, é muito importante ter uma noção crítica do perfil do estudante, ou seja, analisar o seu desempenho em cada um dos requisitos avaliados pelas universidades americanas.

Dessa forma, o aluno consegue realizar um planejamento mais adequado e realista do que irá precisar fazer durante a preparação e candidatura.

Conheça as universidades e seus critérios de admissão

Analisar adequadamente o perfil está diretamente ligado a conhecer todos os requisitos necessários para entrar nas universidades desejadas.

Entender o perfil das universidades e quais são as suas exigências permite ao estudante que escolha de forma racional quais universidades irá se candidatar.

Portanto, se informar bastante sobre o assunto ou contar com uma assessoria especializada pode ser determinante para que o estudante crie uma lista realista de universidades para se candidatar.

Entenda como funcionam as bolsas de estudo

Definir quanto a família do estudante poderá investir é muito importante para evitar frustrações. Se o aluno depender exclusivamente de bolsa de estudos para financiar seus estudos, é importante que saiba quais são os tipos de bolsa, os critérios para estar apto para aplicar e os prazos para inscrição.

Ser admitido em uma universidade não significa necessariamente que o estudante irá ganhar uma bolsa de estudos.

Identifique as melhores opções de universidade para você

Mirar universidades muito competitivas e famosas como Harvard e Stanford sem ter chances reais de admissão, ou escolher universidades por conta de amizade ou localização nem sempre pode ser a melhor escolha para o estudante.

Existem diversos fatores que o estudante deve levar em consideração, como nível acadêmico do aluno e da universidade, possibilidade de bolsas, custo da universidade, tipo da universidade, clima, cursos oferecidos etc.

Portanto, toda ajuda aqui é fundamental, principalmente para montar uma boa lista de universidades.

Se você quer receber mais conteúdos relevantes como esse, assine agora a nossa newsletter.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-04-26 00:00:002024-04-10 16:02:29Dicas sobre o processo seletivo de faculdades nos Estados Unidos
Página 4 de 6«‹23456›»

Próximos eventos

  • Faculdade na Itália (LUISS University)16 de setembro de 2020 - 14:24

    A jornada de aprovação e adaptação em uma das principais universidades europeias.

  • Por dentro da ciência da aprendizagem1 de setembro de 2020 - 15:41

    Neurociência aplicada à performance e ao bem-estar acadêmico. É preciso estudar muito para conseguir realizar o sonho de estudar no exterior.

Ver todos

Rua Tabapuã, 82. 4º andar
Itaim Bibi – São Paulo

(11) 3049-0400
contato@daquiprafora.com.br
Política de privacidade

 

Assine nossa newsletter

 

Scroll to top