Daqui pra Fora
  • Início
  • Nossos Alunos
  • Programas
  • Materiais
  • Eventos online
  • Blog
  • A Daqui pra Fora
  • Teste suas chances
  • Agenda uma consulta
  • Menu

Conheça a University of Wisconsin-Madison

31 de julho de 2022/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Top 15 entre as universidades públicas dos EUA, UW-Madison oferece excelência em pesquisa e ensino, estrutura de ponta, além de inúmeras opções fora das salas de aula. 

Nos Estados Unidos há inúmeras universidades renomadas internacionalmente. O país, conhecido pela qualidade no ensino e pesquisa, geralmente é o que tem mais representantes nas melhores posições dos principais rankings mundiais, seja no top 10, top 20 ou top 100. Entre tantas instituições de excelência, algumas não são tão conhecidas pelos brasileiros. A University of Wisconsin-Madison é uma delas. 

Considerada a 58a melhor universidade do mundo pelo prestigiado ranking Times Higher Education, Wisconsin-Madison é a 8a instituição que mais investe em pesquisa no mundo. É reconhecida também como uma das 15 melhores universidades públicas dos Estados Unidos, segundo o US News. 

Wisconsin-Madison por dentro

Fundada em 1848 pelo governador do Estado, a University of Wisconsin-Madison é formada hoje por 13 faculdades, que oferecem um total de 136 cursos de graduação, 148 de mestrado e 120 de doutorado.

A universidade tem cerca de 47.000 alunos, vindos dos 50 estados americanos e de 120 países. Aproximadamente 15% dos estudantes são internacionais. As aulas em UW-Madison têm em média 32 alunos por sala. 

Seu campus, com quase 4 km2, é um dos mais bonitos dos Estados Unidos. Fica entre dois lagos, o Mendota e o Monona, e tem a maioria dos seus prédios desenhados por apenas dois arquitetos. A estrutura é enorme.

Inclui 23 restaurantes, 21 residence halls, 23 bibliotecas, museus, jardins botânicos, instalações esportivas de ponta e inúmeros laboratórios e centros de pesquisas, que geram para a universidade, anualmente, cerca de 160 milhões de dólares em prêmios.

Destes centros de pesquisa surgiram importantes descobertas para a ciência, como a das vitaminas A e B e da enzima transcriptase reversa. Em UW-Madison foi feita também a primeira síntese de células-tronco embrionárias humanas.

Entre professores e ex-alunos, Wisconsin-Madison acumula 26 prêmios Nobel e 33 Pulitzer. Tradicionalmente, a pesquisa é estimulada em UW-Madison desde o início da graduação.

Alguns dos cursos mais procurados em UW-Madison são ciência da computação, economia, psicologia, ciências políticas e biologia. As áreas mais bem ranqueadas de UW-Madison são agricultura, comunicação e mídia, educação, estudos do meio ambiente e psicologia.

A universidade tem um conceituado centro de empreendedorismo, o Weinert Center for Entrepreneurship, que recebe alunos de graduação e pós, de todos os cursos, não só da área de Business.

O programa do Weinert Center é considerado um dos principais do país pelo Princeton Review, pelo Financial Times e pela United States Association for Small Business and Entrepreneurship (USASBE).

A vida dentro e fora do campus

Quando o candidato faz a lista de universidades para aplicar, ele deve levar em consideração diversos fatores. Um deles é o clima do lugar onde vai morar. Se você curte o frio ou ao menos não se incomoda com ele, Wisconsin-Madison pode ser uma ótima opção.

O inverno é bem rigoroso por lá, mas a cidade e a universidade são muito bem preparadas para ele e não faltam opções de lazer o ano inteiro, dentro e fora do campus. 

No campus, seja quais forem os seus interesses, você vai encontrar grupos com quem se juntar. Existem mais de 1.000 clubs ou organizações estudantis dos mais variados interesses. Se você curte esporte, por exemplo, há dezenas de opções, de frisbee e basquete a xadrez e hiking.

Se quiser falar, aprender ou debater sobre economia, política, tecnologia, sustentabilidade, enfim, qualquer assunto, basta procurar a sua tribo (ou as suas tribos). Você pode se juntar a quantos grupos quiser.

A própria moradia em Wisconsin-Madison já é uma experiência especial. Há vários tipos de housing por lá. Você pode escolher morar nos residence halls regulares ou morar com pessoas que tenham os mesmos interesses com você.

Wisconsin-Madison oferece as Learning Communities, que abrigam alunos, professores e funcionários que dividem as mesmas curiosidades e afinidades no que diz respeito a áreas de estudo. Há ainda as Affinity Communities, que reúne alunos com os mesmos interesses fora da área acadêmica. 

A vida cultural no campus também é bastante movimentada. Vale a pena ficar de olho no calendário do teatro e das exposições do Chazen Museum of Art ou ir às sextas-feiras no Fórum do Departamento de Dança. Durante o ano todo ainda tem, entre outros eventos, shows de bandas perto do lago e sessões de cinema no Memorial Union Terrace. 

Quando quiser sair do campus, você vai encontrar uma cidade cheia de possibilidades de lazer. Madison, capital do Estado de Wisconsin, tem muitos bares, ótimos restaurantes, parques, zoológico, jardim botânico, cinema e teatros e museus. Além disso, há durante todo o ano inúmeros festivais programados e já tradicionais no calendário da cidade. 

Conhecida como “city of four lakes”, há atividades outdoor para fazer em qualquer um dos lagos que rodeiam a cidade (Mendota, Monona, Waubesa e Kegonsa.  Isso no verão ou nos dias mais quentes.

No inverno, que é bem frio por lá, há muitos lugares para patinar no gelo e esquiar na neve ou ainda fazer piquenique em volta da fogueira, programa tão tradicional na cultura americana.

Sabemos que preparar uma college list exige muita pesquisa, atenção ao fit pessoal, financeiro com o da instituição, ainda mais quando falamos de uma possível candidatura a uma universidade top 15.

A Daqui Pra Fora ajuda você em sua preparação para um perfil acadêmico e extracurricular forte, além de todo processo burocrático das applications.

Converse conosco para ver como você pode se preparar e melhorar suas chances para entrar em universidades como esta!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/07/CONHECA-A-UNIVERSITY-OF-WISCONSIN-MADISON​.jpg 789 1200 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2022-07-31 10:00:122024-02-14 10:43:39Conheça a University of Wisconsin-Madison

Conheça a University of Waterloo​

23 de julho de 2022/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Veja o que oferece uma das 10 melhores universidades do Canadá, reconhecida como a número 1 do país em pesquisa e focada em inovação e empreendedorismo.

O Canadá é um dos destinos mais procurados por estudantes do mundo inteiro. Suas universidades estão entre as mais bem colocadas nos principais rankings internacionais e várias cidades também aparecem entre as melhores em qualidade de vida. 

Uma das mais bem conceituadas universidades do país é a University of Waterloo. Considerada uma das 10 melhores universidades do Canadá, de acordo com o ranking Times Higher Education, a Waterloo é reconhecida mundialmente pela excelência em pesquisa e pelo foco em inovação e empreendedorismo. 

Neste artigo, você verá as principais informações sobre uma das principais universidades do Canadá. Siga a leitura até o final para ficar por dentro de tudo.

Estrutura da University of Waterloo

Mais de 22% dos 41.000 alunos de Waterloo são internacionais, vindos de 84 países, de todos os continentes. Waterloo tem 6 faculdades distribuídas em um campus com mais de 100 prédios:

  • Artes;
  • Engenharia;
  • Meio ambiente;
  • Saúde;
  • Matemática;
  • Ciências.

Neles estão espalhados mais de 30 centros de pesquisa, 13 bibliotecas, mais de 700 laboratórios, 29 restaurantes, 16 coffeeshops, 2 museus, 1 teatro com 1.187 lugares e 1 observatório, além de vários parques e inúmeras instalações esportivas.

Fundada em 1956, a Waterloo desenvolveu desde o início sólidos programas em diversas áreas. As que mais se destacam são ciências da computação, engenharia e business.

Hoje a universidade tem importantes parcerias com empresas e outras universidades, como o MIT, nos Estados Unidos. Waterloo oferece mais de 100 cursos de graduação e 190 de pós.

Excelência e experiência juntos

A University of Waterloo é considerada a número 1 no Canadá em experiential learning, método de ensino em que o aluno aprende fazendo e refletindo sobre a experiência que viveu. Seus alunos são considerados os mais criativos e inspiradores do país.

Em Waterloo, o estudante pode personalizar o curso de acordo com as suas principais áreas de interesse, inclusive no decorrer da graduação. Mesmo os cursos mais tradicionais podem ser personalizados.  

Mais de 120 cursos de Waterloo oferecem o Co-op, um programa em que os estudantes podem trabalhar em empresas e explorar diferentes funções em várias profissões. Neste programa, o aluno geralmente alterna entre 4 meses estudando na universidade e 4 meses trabalhando full-time em uma empresa.

Além de proporcionar uma experiência única, este trabalho é remunerado e pode ajudar bastante nas despesas do aluno ou da própria família.

O aluno vive no Co-op uma situação verdadeira de application para um trabalho, o que já é uma excelente experiência para depois de formado. Quando aceito, ele vivencia a realidade e aprende da melhor forma, na prática.

Participando deste programa, você pode se formar com até 24 meses de experiência de trabalho efetivo e pago. Ainda vai incrementar o currículo e construir uma networking mais potente. 

Waterloo é a líder no Canadá em parcerias com empresas, com 7.100 empresas parceiras, o que a coloca entre as melhores em empregabilidade em toda a América do Norte.

Cerca de 96% dos alunos que participaram do programa Co-op na turma que se formou em 2020 estavam empregados em até 6 meses após a graduação nas suas respectivas áreas de estudo.

Pesquisa, inovação e empreendedorismo 

A University of Waterloo sempre investiu muito em pesquisa e há mais de uma década é a número 1 nesta área no Canadá. É a casa de uma das três únicas mulheres vencedoras de um prêmio Nobel de Física, a professora de física e astronomia Donna Strickland. A universidade também é conhecida por ser responsável pela primeira imagem do buraco negro.

Quando o assunto é inovação, Waterloo também está no topo no Canadá. Lá, empreendedorismo, inovação e ciência estão sempre atrelados. É de Waterloo a incubadora de startups mais produtiva do país, a Velocity. 

A Conrad School of Entrepreneurship and Business é a responsável por dar suporte a todos os estudantes, em todas as faculdades e cursos da universidade, quando o assunto é empreendedorismo.

A escola oferece, inclusive, um diploma (minor) na área. A Conrad disponibiliza ainda o programa E Co-op, onde os alunos ganham créditos ao trabalharem no seu próprio negócio. 

Vida dentro e fora do campus

A University of Waterloo fica na província de Ontário, a 110 km de Toronto. Com duas universidades e uma faculdade, quase metade da população da cidade de Waterloo, que tem aproximadamente 113.000 habitantes, é composta por universitários.

O lugar é, portanto, um excelente foco para fazer boas conexões e, claro, se divertir também. São mais de 400 restaurantes, cafés, pubs, shopping, bares, cinema e parques por toda a cidade. 

Dentro do campus, os estudantes podem participar de até 250 clubs ou organizações estudantis. Há desde os mais tradicionais, como clubs de xadrez, de leitura, debate, dança de salão ou de bandas, até alguns mais peculiares, como o Campus Crusade for Cheese, por exemplo, que reúne alunos, professores, funcionários e ex-alunos apaixonados por queijos.

O campus abriga 10 residenciais estudantis, com um total de 6.681 quartos ou apartamentos. A prioridade nas moradias é para os calouros (freshmen). 

As instalações esportivas são inúmeras e todas de ponta, entre elas estão ginásios, piscinas e 3 campos de futebol. A universidade disponibiliza cerca de 250 programas esportivos, que incluem atividades aquáticas, no gelo, com raquete, dança, artes marciais, e promove torneios internos em várias modalidades. As academias oferecem 2.500 aulas de esportes e fitness, como yoga, bike e pilates.

Mais de 1.200 festivais e eventos acontecem no campus e na cidade durante o ano. Ou seja, não faltam opções para preencher bem o tempo nos momentos de folga para quem estuda na Waterloo.

Processo seletivo

O processo seletivo para a University of Waterloo é semelhante ao da maioria das universidades americanas. O candidato deve enviar seu histórico escolar, as atividades extracurriculares e cartas de recomendação, além da nota da prova de proficiência em inglês. Waterloo exige o mínimo de 90 no TOEFL IBT e 6,5 no IELTS.

A universidade dá a opção de o candidato preencher o AIF (Admission Information Form), semelhante ao Essay Prompt. Ele permite que o aluno acrescente informações que possam diferenciá-lo dos demais candidatos. É o instrumento que a universidade tem para conhecer melhor o aluno além de suas notas.

Para saber mais como se preparar para se tornar um candidato competitivo para a University of Waterloo ou mesmo outras universidades canadenses, agende uma consulta gratuita com um dos nossos especialistas para entender melhor como os programas da Daqui Pra Fora podem te ajudar!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Conheca-a-University-of-Waterloo​.jpg 775 1300 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2022-07-23 10:00:542024-01-03 10:23:21Conheça a University of Waterloo​

O intercâmbio pode me abrir portas?

15 de julho de 2022/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Fazer um intercâmbio durante o Ensino Médio pode ajudar de várias maneiras a fortalecer sua candidatura para uma universidade no exterior.

O importante é traçar bem os objetivos e fazer um bom planejamento, para poder escolher a melhor experiência. Afinal, a oferta é enorme. Existem vários tipos de intercâmbio, em inúmeros lugares e com as mais variadas vivências. 

Porém, algumas experiências podem trazer mais benefícios que outras quando o assunto é application. A seguir, você vai entender melhor como fazer um bom planejamento para a sua viagem e aproveitar ao máximo o intercâmbio a favor da sua candidatura.

O que não pode faltar em um bom planejamento

O primeiro passo para conseguir elaborar um bom planejamento é prestar atenção para que a viagem não interfira no andamento do Ensino Médio. Por isso, as férias do meio do ano letivo são o período ideal para viver esta experiência.

Outros aspectos importantes são definir com antecedência seu objetivo e não deixar para planejar em cima da hora. Quanto mais cedo, melhor.

Sobre o destino, pense em ir para um lugar onde vá falar e, portanto, aprimorar a língua que vai usar na faculdade. Se pretende ir para os Estados Unidos, Reino Unido, Canadá ou Holanda, por exemplo, escolha um país onde se fala inglês.

Esta imersão certamente vai ajudar não só na prova de proficiência no idioma, como também nas redações que muitas vezes são exigidas no processo seletivo, especialmente nos Estados Unidos.

A experiência pode ser ainda mais produtiva se você fizer o intercâmbio no país onde pretende estudar. Assim, além de já entender e, de certa forma, se inserir na cultura local, pode aproveitar para conhecer algumas universidades.

Se conseguir visitar instituições que te interessam diretamente, melhor ainda. Porém, mesmo que não sejam as suas preferidas, essa vivência já traz importantes parâmetros para o momento de escolher onde aplicar.

Nessas visitas, você vai conhecer universidades grandes, pequenas, mais antigas ou mais modernas, em cidades maiores ou menores, e poderá perceber onde se sente melhor. Além, claro, de ver de perto suas estruturas e tudo que elas podem oferecer.

É importante pensar também nas atividades que poderá fazer durante a viagem. No seu planejamento, procure por experiências que tenham a ver com o seu perfil.

Por exemplo, se você se preocupa com o meio ambiente, tem projetos na escola voltados para isso, vale a pena buscar atividades ligadas ao tema.

Ou se gosta de engenharia aeroespacial, procure algum programa que traga atividades ligadas ao assunto, como visita à NASA ou outra empresa da área.

Há opções voltadas para gastronomia, dança, fotografia, esportes… Enfim, uma boa pesquisa vai encaminhar você ao lugar mais apropriado para os seus objetivos.

Outra opção e que é bastante interessante é a do intercâmbio com trabalho voluntário. Ele pode ser um importante item na sua candidatura, mas lembre-se, desde que esta atividade tenha a ver com o seu perfil.

Neste caso, é possível aliar o trabalho voluntário à sua área de interesse, como gastronomia, esportes ou fotografia, por exemplo, e potencializar ainda mais o valor desta experiência.

Outras vantagens do intercâmbio

O intercâmbio fortalece sua candidatura de várias formas: melhora o inglês, facilita visitas a universidades e incrementa as atividades extracurriculares, inclusive com trabalho voluntário.

Mas a experiência traz outros importantes benefícios que ajudam não só no application como na própria vida pessoal do candidato.

Primeiro, a viagem, por si só, proporciona uma excelente oportunidade de autoconhecimento, o que certamente vai ajudar nas escolhas importantes que precisam ser feitas durante o processo.

Além disso, já traz um bom parâmetro de como é para você lidar com a distância de casa e com a inserção em uma nova cultura, mesmo que por um tempo menor. 

A experiência no intercâmbio também proporciona autonomia, já que você tem que se virar sozinho em várias situações que já vêm prontas quando está em casa.

São desde coisas do dia a dia, como lavar roupa e fazer compras, ou alguns problemas dentro ou fora de casa que precisam ser resolvidos. Tudo isso já é um aperitivo para a futura vida de estudante internacional em uma universidade no exterior.  

Outro aspecto que pode ser aproveitado no intercâmbio é criar uma networking com pessoas que têm o mesmo interesse que você. Além das trocas feitas, esse contato pode trazer frutos lá na frente, na vida pessoal, acadêmica ou profissional. 

No programa de preparação da Daqui pra Fora além de orientar os estudantes no desenvolvimento de atividades extracurriculares um dos módulos do programa é orientar os alunos na candidatura para programas de férias que estejam diretamente relacionados ao perfil e interesse do estudante, fortalecendo assim sua candidatura.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/07/O-intercambio-pode-me-abrir-portas-scaled.jpg 731 1300 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2022-07-15 13:45:312024-03-04 21:50:07O intercâmbio pode me abrir portas?

Summer Internships: o que são e onde posso fazer?

8 de julho de 2022/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Veja como funcionam os estágios de verão e entenda a importância deles para sua carreira. Saiba ainda como buscar e onde ter essa experiência.

Fazer faculdade no exterior é, sem dúvida, um passo importante na construção de uma formação de excelência e, consequentemente, de uma sólida carreira profissional. Porém, para garantir este caminho de sucesso, sempre é bom acrescentar ingredientes que possam fazer ainda mais diferença no resultado final. Um deles é aprender diretamente na fonte, fazendo summer internships ou estágio em empresas ligadas à sua área de estudo. 

Para quem estuda fora, especialmente no hemisfério norte, o ideal é aproveitar as férias de verão de lá, que são bastante longas, para investir nesta empreitada. As aulas e o ano letivo terminam geralmente em maio ou junho e só voltam em agosto ou setembro.

Os alunos têm, portanto, 3 meses para usufruir deste tempo da melhor maneira possível fazendo os Summer Internships, ou estágios de verão. 

Os summer internships podem ser feitos no país onde você estuda ou mesmo no Brasil. Podem ser remunerados ou não e meio período ou tempo integral. A seguir você vai ter tudo o que precisa saber sobre estes estágios, conhecendo as vantagens de fazer, como e onde buscar. 

Por que fazer um Summer Internship?

Maiores chances no mercado

Ter um bom histórico na faculdade e um diploma conceituado são fatores que com certeza ajudam na busca por um emprego após a faculdade. Porém, cada vez mais as empresas buscam um diferencial na sua seleção.

É possível até fazer uma analogia com o processo seletivo para as universidades. Boas notas são importantes, mas muitos candidatos têm um histórico acadêmico excelente e parecido. Lembra? Nesse caso, as universidades precisam olhar além da escola. Miram as atividades extracurriculares, por exemplo.

Na busca por um lugar no mercado de trabalho, é mais ou menos assim que acontece. Muita gente com boas notas e bons diplomas estão na mesma busca. O estágio representa uma experiência anterior que pode fazer a diferença nessa competição por uma vaga.

Hoje é fundamental para as empresas que o candidato tenha “hands-on knowledge”, ou conhecimento prático, daquilo que ele estudou. Portanto, é muito importante ter este item no currículo. E vale a pena garimpar bem para conseguir a melhor experiência possível.

Dê preferência a experiências onde você desenvolva e utilize habilidades que poderá transferir para a sua futura carreira, independentemente do tamanho da empresa onde vai estagiar. 

Vida real e networking

No summer internship você vai estar exposto à vida real. Conhecer como funciona o dia a dia de uma empresa estando inserido nele é a melhor forma de entender a trajetória da carreira que você almeja seguir.

No estágio de férias você vai literalmente vivenciar o ambiente corporativo, não importa o tamanho da empresa. Vai lidar com colegas, com feedback, com hierarquia, com direitos e deveres, com pressão de prazos, entre outros componentes do dia a dia profissional.

Ainda vai ter o privilégio de poder conhecer novas pessoas e fazer importantes conexões, potencializando ainda mais seu networking, ao mesmo tempo em que vive a famosa curva de aprendizado.

Quanto mais gente você conhece com os mesmos interesses que você, mais chances de você crescer profissionalmente. Você vai ver como outras pessoas trabalham, como elas lidam com as dificuldades e quais estratégias elas usam para entregar as tarefas ou projetos.

Poderá reinventar este conhecimento e utilizá-lo de acordo com as suas próprias características e circunstâncias no próprio estágio e, com certeza, lá na frente também.

Autoconhecimento

Independentemente da área em que você vai fazer o estágio de verão, quanto mais você explorá-la, mais vai descobrir sobre ela. E nestas descobertas, você pode reconhecer habilidades que não sabia que tinha e também afinidades que não esperava ter.

E o melhor é que vai desenvolvê-las, o que é muito importante. Pode também, claro, confirmar um potencial que já imaginava que tinha capacidade de oferecer. Ou seja, você vai poder reconhecer melhor seus pontos fortes e aqueles em que precisa trabalhar mais.

Soft skills

O dia a dia no estágio certamente vai ajudar a desenvolver aquelas soft skills tão importantes para o mercado de trabalho. São habilidades como colaboração, tolerância, comunicação, liderança, resolução de problemas e conflitos, por exemplo, que você já tinha começado a desenvolver na própria faculdade. Elas, no mínimo, serão essenciais no seu próximo processo seletivo para uma vaga efetiva.

Efetivação

Vale lembrar que o summer internship pode ser um degrau importantíssimo para uma possível efetivação em um full time job na empresa. Claro que esta não é a situação mais comum, mas ser efetivado após a formatura ou mesmo lembrado pela empresa algum tempo depois do estágio são cenários não tão raros como parecem.

Deixar uma imagem positiva, alinhada com os valores e conceitos da empresa, além, claro, de demonstrar conhecimento e competência, pode, sim, propiciar uma futura efetivação em um trabalho full time.

Como buscar o Summer Internship?

As universidades no exterior costumam ter um departamento que apoia os alunos na busca por estágios. Podem ter diferentes nomes, como Internship and Career Resources ou Career and Internship Center, por exemplo. Procure este departamento na sua universidade. É sempre bom estar em contato com eles. Este apoio é fundamental.

Além disso, a BRASA (Brazilian Student Association), organização estudantil presente em grande parte das instituições norte-americanas, costuma realizar conferências patrocinadas por empresas que fornecem summer jobs. Lá os alunos podem conversar com recrutadores e já fazer pré-entrevistas.  

A Daqui pra Fora tem o Departamento de Apoio e Desenvolvimento (DAD) que pode orientar o estudante nessa busca.

A primeira recomendação para quem pretende fazer um summer internship é começar a busca cedo. Procure por instituições do seu interesse e fique atento aos cronogramas das applications.

A maioria das vagas no exterior costumam ser abertas em janeiro. Portanto, em novembro ou até antes, já é interessante começar a pesquisar e preparar a candidatura.

Então, em meio às suas obrigações com a faculdade, encontre um tempo para fazer esta pesquisa e enviar suas applications dentro do prazo. 

Depois de enviadas as candidaturas, fique atento às respostas para dar sequência às fases do processo.

Onde fazer Summer Internship?

Os estágios de verão podem acontecer no país onde você estuda ou mesmo no Brasil. Muitas empresas por aqui sabem da disponibilidade dos brasileiros que fazem faculdade no exterior durante o verão no hemisfério norte e oferecem programas específicos para este tipo de estágio.

Entre elas estão: Hurb, Stone, Nubank, Ambev, Americanas, Spotify, Itaú, BTG Pactual, ClickBus, Trybe, Santander, Safra, Visagio, Amazon e McKinsey.

Nos Estados Unidos, algumas das melhores empresas para fazer summer internship são Google, Dell, GE, L’Oreal, Facebook, Under Armour e Bank of America. Há vagas nas mais diversas áreas, de marketing ou tecnologia a engenharia e finanças.  

Mas você sempre pode procurar em outras instituições que estejam diretamente alinhadas com a sua área de estudo, como empresas de cinema, TV, artes, esportes, gastronomia etc.

Se você tem vontade de fazer faculdade no exterior e ter a oportunidade de participar de um summer internship, a Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência que você necessita. Preencha o formulário abaixo e venha conversar com a gente.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Summer-Internships-O-que-sao-e-onde-posso-fazer​.png 862 1300 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2022-07-08 15:57:162024-01-17 11:53:01Summer Internships: o que são e onde posso fazer?

Dupla cidadania pode ajudar na faculdade no exterior

1 de julho de 2022/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Entenda como a dupla cidadania pode ser um importante aliado para quem pretende fazer faculdade no exterior.

O caminho para uma universidade no exterior tem sido cada vez mais explorado por estudantes brasileiros. Ele envolve muito planejamento e preparação para que o aluno atinja seu objetivo e para que, estando lá, a jornada seja a melhor possível.

Para os brasileiros que têm dupla cidadania, existem algumas vantagens que podem ajudar a tornar toda essa trajetória ainda mais positiva.

As vantagens vão desde a admissão até os custos da universidade. A seguir você vai entender melhor como todo o processo funciona para quem tem dupla cidadania e ver como aproveitar os benefícios que ela oferece.

Dupla cidadania europeia

A Europa abriga algumas das melhores e mais tradicionais instituições de ensino superior do mundo. Mas não são apenas suas universidades excelentes que atraem estudantes de todos os continentes para lá.

Eles buscam também qualidade de vida, riqueza cultural e, por que não, oportunidades em alguns dos maiores centros políticos e financeiros do mundo.

Quem tem dupla cidadania europeia, ou seja, quem tem passaporte europeu, tem algumas facilidades em relação a quem não tem. São vantagens burocráticas, financeiras e práticas, inclusive. Elas valem para os países que fazem parte do Mercado Comum Europeu.

Primeiro, este aluno não vai precisar do visto de estudante, o que significa um trâmite burocrático a menos em todo o processo. 

Depois, e talvez o mais interessante, é o fato de os valores das anuidades caírem vertiginosamente para quem é cidadão europeu. Isso por causa do financiamento estatal destinado aos estudantes locais. 

Na Holanda, por exemplo, país com maior número de cursos em inglês na Europa continental e considerado um dos melhores do mundo em qualidade de ensino, ao invés de pagar de 6.000 a 15.000 euros por ano, o estudante com cidadania europeia paga uma anuidade próxima a 2.500 euros.

Porém, os benefícios no custo da faculdade variam de país para país e também, muitas vezes, dentro do próprio país, de região para região ou mesmo de instituição para instituição. Por isso, é sempre recomendável pesquisar as regras do país e da própria universidade.

Outra vantagem para quem tem passaporte europeu é poder trabalhar mais que o aluno que tem visto de estudante. Geralmente, os alunos internacionais podem trabalhar entre 16 e 20 horas por semana (meio período) durante o curso e o cidadão europeu pode trabalhar período integral. 

O processo seletivo também muda para candidatos internacionais e locais (europeus). A primeira vantagem é que o número de vagas destinado aos estudantes europeus é maior que o oferecido aos internacionais. 

Em relação ao sistema de avaliação para o ingresso, ele varia de acordo com o país e, em muitos casos, varia de universidade para universidade dentro do próprio país, podendo ser mais simples para quem tem a cidadania europeia. 

E, por fim, quem desejar permanecer no país ou em outra região da Comunidade Europeia após a conclusão do curso não terá dificuldade. O mercado na Europa absorve muitos estudantes e quem tem cidadania não enfrenta burocracia para continuar morando e trabalhando por lá.

Estados Unidos e Canadá

No Canadá, a tuition nas universidades é em média 3 vezes mais cara para estudantes internacionais. Portanto, quem tem a cidadania canadense pode pagar ⅓ da anuidade. Se tiver cidadania francesa, essa redução também se aplica na província de Quebec. 

Nos Estados Unidos, as anuidades das universidades públicas são mais baixas para quem é cidadão e residente do Estado onde vai estudar (in-state tuition).

No caso de o estudante internacional possuir o green card (diferente da cidadania), a redução no valor da tuition vai depender de alguns fatores, como, por exemplo, há quanto tempo ele reside naquele Estado e há quanto tempo os pais pagam impostos.

Isso vale também para quem tem a cidadania. Dependendo do Estado e das condições, este estudante pode passar a pagar o in-state tuition e não mais o out-of state tuition, que é o valor pago por estudantes internacionais. Cada Estado tem a sua própria regulamentação quanto a isso.

Tanto para os EUA quanto para o Canadá, há vantagens significativas para quem tem cidadania (ou green card no caso dos EUA) quando o assunto é trabalho.

As limitações (de horas, de tempo de serviço, de ocupação ou de localização, por exemplo) impostas aos alunos estrangeiros não se aplicam. Isso vale para antes e depois da formatura. 

Além disso, é garantido a possibilidade de ficar no país após a formatura não dependendo do visto de trabalho. 

Se você tem dupla cidadania e precisa de ajuda para escolher a melhor opção e faculdade no exterior, vem conversar com a gente. A Daqui pra Fora oferece toda a assistência necessária até a sua aprovação!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/07/COMO-A-DUPLA-CIDADANIA-PODE-ME-AJUDAR-scaled.jpg 865 1300 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2022-07-01 15:40:392024-01-26 14:45:55Dupla cidadania pode ajudar na faculdade no exterior

Próximos eventos

  • Como selecionar as universidades mais adequadas para o seu perfil?16 de setembro de 2020 - 14:24

    Construa uma lista estratégica além de rankings e que reflita o seu verdadeiro potencial.

  • Formação internacional: planejamento, preparação e bolsas de estudo1 de setembro de 2020 - 15:41

    Entenda como funciona a consultoria e o planejamento estratégico para estudar no exterior.

Ver todos

Rua Tabapuã, 82. 4º andar
Itaim Bibi – São Paulo

(11) 3049-0400
contato@daquiprafora.com.br
Política de privacidade

 

Assine nossa newsletter

 

Scroll to top