Fazer faculdade nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido é um grande passo na vida de um estudante. Não somente o aluno terá acesso as melhores instituições de ensino do mundo, com a melhor infraestrutura, mas também terá uma grande oportunidade de desenvolvimento pessoal e profissional em um ambiente que dá totais condições para que isso aconteça.
Para se ter uma ideia, de acordo com o ranking Times Higher Education de 2024, das 50 melhores universidades do mundo, 36 estão localizadas nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. A universidade brasileira mais bem colocada no ranking é a USP, que foi rankeada entre o 251º e 300º lugar!
Transferir o curso para uma faculdade no exterior pode parecer algo de outro mundo. Contudo, com a ajuda de especialistas, pode ser algo muito mais fácil do que se imagina, que possibilitará ao estudante ter acesso a um novo patamar acadêmico e, principalmente, de experiências pessoais e profissionais.
O depoimento abaixo é um bom exemplo de um aluno que entendeu o quão vantajoso e benéfico estudar em uma universidade dos Estados Unidos.
Conheça a história de Pedro Hawk, que já estava no 4º período de Engenharia Mecânica na UFRJ quando decidiu que iria transferir o seu curso para uma universidade americana.
Sua mãe, Gisele Machado, nos descreveu cada etapa do processo, desde o interesse em estudar fora até a concretização da transferência para a Iowa State University.
O Pedro não desejou estudar fora do Brasil até o 4º período de engenharia mecânica, quando colegas de faculdade compartilharam suas experiências e despertaram seu interesse.
A Daquiprafora entrou nas nossas vidas quando meu filho se lembrou de uma apresentação realizada no Colégio Santo Inácio em 2013, ano em que cursou o 3º ano do ensino médio.
Nosso primeiro contato foi com a Letícia no início de 2016, que nos explicou detalhadamente cada etapa do processo.
Transferência para os Estados Unidos
Pedro já tinha o TOEFL válido quando contatamos a Daqui pra Fora. Também não teve dificuldades nas provas de inglês e matemática do SAT e ACT, acredito que por ser aluno do 5º período de engenharia à época e ter uma boa base de inglês. No entanto, vencidas as provas, começaram as etapas mais complexas.
Contar com a orientação e a experiência da equipe qualificada da Daqui pra Fora foi determinante para o cumprimento de todas as demandas e prazos com tranquilidade, além de garantir ao Pedro mais tempo livre para os estudos nos três semestres de faculdade que cursou nesse período.
No momento da contratação, dispensamos o apoio da empresa na seleção das universidades, pois meu filho já havia feito suas escolhas. Um grande erro, que quase nos custou a aprovação do Pedro.
A importância do GPA
Apesar do Pedro ter tido um GPA 4, nota máxima na análise das suas notas da escola, ele não pode utilizá-lo no processo de transferência.
Nossa inexperiência nos fez acreditar que o CR 7.6 na UFRJ associado a um currículo de 7 períodos de engenharia sem reprovação garantiriam um GPA suficiente para a aprovação do meu filho.
No entanto, nem todas as matérias da faculdade puderam ser consideradas e o GPA mínimo não foi alcançado.
A Larissa, que conduziu o processo, percebeu o risco iminente do meu filho não ser aprovado em nenhuma transferência e imediatamente sugeriu que ele alterasse uma das candidaturas de engenharia para ciências da computação e, posteriormente, transferisse para engenharia.
Dessa forma, graças a eficiência da Daqui pra Fora, representada pela Larissa, no início de agosto de 2017 meu filho iniciou os estudos em Iowa State University.
O peso da entrevista no processo seletivo
Não posso deixar de relatar que na entrevista inicial para seleção de matérias, o conselheiro de ciências da computação da Iowa State University soube do ocorrido e encaminhou o Pedro para uma entrevista com o conselheiro de engenharia mecânica.
Conclusão: desde agosto ele cursa matérias de engenharia mecânica com uma autorização especial e no próximo semestre vai transferir oficialmente, já que tem notas superiores às exigidas para a transferência.
Pedro está adorando as aulas e a estrutura da universidade, está super adaptado à nova rotina, cheio de amigos e vivendo novas experiências. Está participando de clubs, competições esportivas, feiras de estágios, recentemente viajou com os amigos e foi convidado para passar o feriado de ação de graças com a família de uma amiga americana.
A semana da orientação
Nossa família, eu, meu marido, Pedro e Carolina, nossa caçula, decidimos viajar juntos para participar da semana de orientação para novos alunos e familiares.
Hoje, vejo que foi a melhor escolha que fizemos. Nos tranquilizou estar com ele nos primeiros dias, conhecer o local, a estrutura da universidade e ainda evitar a tão temida despedida no aeroporto.
Enfim, recomendo fortemente que todos os pais acompanhem seus filhos, se for possível. Assim, ele está feliz, adaptado e nós aqui no Brasil felizes por ele. Além disso, graças à tecnologia, a distância parece menor.
Reitero que a ajuda da Daqui pra Fora foi fundamental, tanto nas dicas da nova rotina, do aluno e da família que fica, obtidas no evento Daqui pra Frente, quanto nas dicas acadêmicas durante todo o processo.
Logo, não poderia estar mais feliz em ver meu filho realizando um sonho e agradecida por tudo que vocês fizeram para torná-lo realidade.
Muito obrigada a toda equipe Daqui pra Fora!
Gisele Serra Sepeda Machado
Se você tem o sonho de ver seu filho fazendo faculdade no exterior, entre em contato com o nosso time de especialistas para entendermos como poderemos ajudar.
Basta preencher o formulário abaixo para começarmos uma conversa.
7 motivos para se afiliar a uma organização estudantil
/62 Comentários/em Dicas /por Daqui pra ForaRecentemente, a Daqui pra Fora anunciou uma parceria institucional com a BRASA, uma associação de estudantes brasileiros que estão estudando no exterior. Entretanto, poucos alunos reconhecem de imediato os benefícios de participar de uma associação estudantil.
Uma organização estudantil pode ter um impacto positivo tanto durante sua formação acadêmica quanto na sua vida profissional após a formatura.
Reunimos neste artigo 7 motivos importantes para você se afiliar a uma associação estudantil e tirar proveito disso. Acompanhe a leitura até o final.
7 motivos para se afiliar a uma associação estudantil
Aprenderá mais sobre você mesmo
Afiliar-se a uma organização estudantil irá lhe dar a oportunidade de aprender mais sobre você mesmo, seus objetivos, e suas qualidades.
Você poderá aprender de outros estudantes como lidar com determinadas situações que você ainda não tem conhecimento ou experiência, avaliando também quais são as atividades em que você tem aptidão.
Irá desenvolver soft skills
Já tivemos um post especial aqui no blog sobre soft skills e as organizações estudantis são excelentes oportunidades para você desenvolver habilidades como:
Terá oportunidades de criar networking
Dentro de uma associação estudantil, você terá a oportunidade de conhecer diversas novas pessoas, criar novos contatos e construir relacionamentos que podem ser benéficos para você no futuro, podendo gerar futuras oportunidades profissionais. Dentro da própria BRASA, por exemplo, existe uma seção focada em carreiras, dedicada aos seus membros.
Ganhará experiência profissional na prática
Muitos alunos chegam na universidade tendo tido pouca ou nenhuma experiência profissional. Afiliar-se a uma associação estudantil permite ao estudante ter experiências que serão os primeiros passos dentro da futura profissão que irá exercer.
Isso porque geralmente as organizações são muito bem estruturadas, com cargos e atividades relacionadas a determinada área. Você poderá colocar, na prática, os conhecimentos adquiridos em sala de aula, melhorando também o seu currículo.
Aprenderá como lidar com a diversidade
Uma das vantagens de se associar a uma organização estudantil é poder estar em contato com os mais diversos tipos de pessoas, de origens e personalidades diferentes.
Isso aumenta sua habilidade em lidar com a diversidade, o que pode ser fundamental para a sua carreira no futuro. Ao contrário de alguns anos atrás, atualmente as empresas procuram ter ambientes de trabalho diversificados.
Será divertido
Como em qualquer grupo com membros unidos por um mesmo propósito, são altas as chances de você conhecer gente bacana, fazer novos amigos e se divertir no processo!
Neste vídeo, você encontra importantes informações sobre os benefícios de se afiliar a uma associação estudantil:
Quer mais informações sobre o que você pode fazer para aumentar suas chances de ter uma ótima experiência estudando no exterior? Preencha o formulário abaixo e converse com a gente.
Pedro Hawk e a transferência para os Estados Unidos
/114 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Transferência para o Exterior /por Daqui pra ForaFazer faculdade nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido é um grande passo na vida de um estudante. Não somente o aluno terá acesso as melhores instituições de ensino do mundo, com a melhor infraestrutura, mas também terá uma grande oportunidade de desenvolvimento pessoal e profissional em um ambiente que dá totais condições para que isso aconteça.
Para se ter uma ideia, de acordo com o ranking Times Higher Education de 2024, das 50 melhores universidades do mundo, 36 estão localizadas nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. A universidade brasileira mais bem colocada no ranking é a USP, que foi rankeada entre o 251º e 300º lugar!
Transferir o curso para uma faculdade no exterior pode parecer algo de outro mundo. Contudo, com a ajuda de especialistas, pode ser algo muito mais fácil do que se imagina, que possibilitará ao estudante ter acesso a um novo patamar acadêmico e, principalmente, de experiências pessoais e profissionais.
O depoimento abaixo é um bom exemplo de um aluno que entendeu o quão vantajoso e benéfico estudar em uma universidade dos Estados Unidos.
Conheça a história de Pedro Hawk, que já estava no 4º período de Engenharia Mecânica na UFRJ quando decidiu que iria transferir o seu curso para uma universidade americana.
Sua mãe, Gisele Machado, nos descreveu cada etapa do processo, desde o interesse em estudar fora até a concretização da transferência para a Iowa State University.
O Pedro não desejou estudar fora do Brasil até o 4º período de engenharia mecânica, quando colegas de faculdade compartilharam suas experiências e despertaram seu interesse.
A Daquiprafora entrou nas nossas vidas quando meu filho se lembrou de uma apresentação realizada no Colégio Santo Inácio em 2013, ano em que cursou o 3º ano do ensino médio.
Nosso primeiro contato foi com a Letícia no início de 2016, que nos explicou detalhadamente cada etapa do processo.
Transferência para os Estados Unidos
Pedro já tinha o TOEFL válido quando contatamos a Daqui pra Fora. Também não teve dificuldades nas provas de inglês e matemática do SAT e ACT, acredito que por ser aluno do 5º período de engenharia à época e ter uma boa base de inglês. No entanto, vencidas as provas, começaram as etapas mais complexas.
Contar com a orientação e a experiência da equipe qualificada da Daqui pra Fora foi determinante para o cumprimento de todas as demandas e prazos com tranquilidade, além de garantir ao Pedro mais tempo livre para os estudos nos três semestres de faculdade que cursou nesse período.
No momento da contratação, dispensamos o apoio da empresa na seleção das universidades, pois meu filho já havia feito suas escolhas. Um grande erro, que quase nos custou a aprovação do Pedro.
A importância do GPA
Apesar do Pedro ter tido um GPA 4, nota máxima na análise das suas notas da escola, ele não pode utilizá-lo no processo de transferência.
Nossa inexperiência nos fez acreditar que o CR 7.6 na UFRJ associado a um currículo de 7 períodos de engenharia sem reprovação garantiriam um GPA suficiente para a aprovação do meu filho.
No entanto, nem todas as matérias da faculdade puderam ser consideradas e o GPA mínimo não foi alcançado.
A Larissa, que conduziu o processo, percebeu o risco iminente do meu filho não ser aprovado em nenhuma transferência e imediatamente sugeriu que ele alterasse uma das candidaturas de engenharia para ciências da computação e, posteriormente, transferisse para engenharia.
Dessa forma, graças a eficiência da Daqui pra Fora, representada pela Larissa, no início de agosto de 2017 meu filho iniciou os estudos em Iowa State University.
O peso da entrevista no processo seletivo
Não posso deixar de relatar que na entrevista inicial para seleção de matérias, o conselheiro de ciências da computação da Iowa State University soube do ocorrido e encaminhou o Pedro para uma entrevista com o conselheiro de engenharia mecânica.
Conclusão: desde agosto ele cursa matérias de engenharia mecânica com uma autorização especial e no próximo semestre vai transferir oficialmente, já que tem notas superiores às exigidas para a transferência.
Pedro está adorando as aulas e a estrutura da universidade, está super adaptado à nova rotina, cheio de amigos e vivendo novas experiências. Está participando de clubs, competições esportivas, feiras de estágios, recentemente viajou com os amigos e foi convidado para passar o feriado de ação de graças com a família de uma amiga americana.
A semana da orientação
Nossa família, eu, meu marido, Pedro e Carolina, nossa caçula, decidimos viajar juntos para participar da semana de orientação para novos alunos e familiares.
Hoje, vejo que foi a melhor escolha que fizemos. Nos tranquilizou estar com ele nos primeiros dias, conhecer o local, a estrutura da universidade e ainda evitar a tão temida despedida no aeroporto.
Enfim, recomendo fortemente que todos os pais acompanhem seus filhos, se for possível. Assim, ele está feliz, adaptado e nós aqui no Brasil felizes por ele. Além disso, graças à tecnologia, a distância parece menor.
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Trocando o OU pelo E
/90 Comentários/em Carreira, Dicas /por Daqui pra ForaDurante praticamente toda a vida acadêmica, muitos estudantes são condicionados a se fazerem a seguinte pergunta:
“O que devo escolher para minha vida profissional: X ou Y?”
Esse questionamento, principalmente, se deve ao fato de que grande parte dos estudantes crescem em um ambiente que tenta colocar todos em uma grande e única caixa, como se o mundo fosse um lugar de opções muito limitadas. Essa pergunta é tão comum que, inclusive, muitos estudantes a carregam para as suas carreiras, resumindo suas vidas profissionais em profissões e cargos.
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Ao escolher o “ou”, esse aluno sempre estará limitando suas escolhas entre algumas possibilidades, quando, na verdade, o mundo hoje nos permite escolher entre milhares de opções.
Uma das vantagens em ser um estudante de uma universidade americana ou canadense é justamente a imensa quantidade de opções que esses ambientes oferecem para o desenvolvimento profissional e pessoal.
A primeira delas é, naturalmente, a opção de cursar os dois primeiros anos com aulas consideradas essenciais para qualquer carreira. Durante esses dois anos, não é necessário definir qual será o seu curso de formação. Ou seja, você terá a chance de desenvolver diversas habilidades que, juntamente com as futuras aulas do curso desejado, tornarão você um profissional mais completo e dinâmico.
Uma outra vantagem é que, nos Estados Unidos e Canadá, muito da sua rotina acadêmica será realizada fora da sala de aula. Serão exigidos diversos trabalhos escolares, lições de casa e artigos, que o levarão a ter de pensar ativamente, tornando o aprendizado mais produtivo e eficiente.
Além da rotina envolvendo a vida acadêmica, toda universidade possui uma lista enorme de atividades extracurriculares, que são uma excelente oportunidade para aprender e desenvolver habilidades. Os alunos podem ter contato com diversos clubs e eventos mesmo se seu campo de estudo não estiver relacionado com eles.
A vida acadêmica americana e canadense permite que os alunos evitem os “ou” e acrescentem os “e” em sua vida profissional. Ao se formar em uma dessas instituições, os alunos saem como uma série de habilidades e atividades exercidas que apenas enriquecem e completam a sua formação como profissional de qualquer área. Claro que a iniciativa de se envolver em tudo o que a universidade oferece irá sempre depender de cada aluno, mas a única certeza é que todos esses estudantes estarão em um ambiente que, definitivamente, não será uma grande e limitada caixa.
Texto adaptado do artigo: https://medium.com/@ToddBrison/a-piece-of-advice-college-students-are-unlikely-to-hear-4afbbf5be6f4#.5uo4l8cm5
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Midterms: 7 dicas para se dar bem!
/33 Comentários/em Dicas /por Daqui pra ForaOs midterms representam, para a maioria dos estudantes universitários, um ponto chave durante o semestre. Os alunos têm a chance de saber exatamente como estão indo em cada matéria e o que pode ser feito para melhorar, manter ou recuperar as notas.
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A semana dos midterms pode ser muito estressante para os universitários, já que, dependendo das aulas, você poderá ter diversas provas no mesmo dia. Pensando nisso, elaboramos uma lista de 7 dicas simples que lhe ajudarão a se dar muito bem nos midterms
1- Comece a estudar agora!
Para que deixar tudo para a última hora? Se organize para que, ao chegar nos midterms, você não acumule trabalhos e horas de estudo, o que certamente irá influenciar negativamente em seu desempenho.
2- Escolha um bom lugar para estudar
Escolha um lugar em que permita que você consiga se concentrar adequadamente. Por mais acolhedor que seja o seu quarto, talvez ele não seja o local ideal, já que a televisão, o videogame, seu/sua roommate ou o Netflix podem surgir como distrações. Escolha um local silencioso e calmo em que você consiga se dedicar 100% durante essa semana importante!
3- Desconecte das redes sociais
Sejamos sinceros: é uma tarefa quase impossível ficar sem checar o Facebook, Twitter, Instagram e WhatsApp. Porém, ao diminuir a frequência com que fica conectado em suas redes sociais, você elimina pequenas distrações que atrapalham a sua concentração.
4- Corte o Junk Food!
Não é porque você estará muito ocupado estudando que deve descuidar da alimentação. Ter refeições saudáveis não só farão bem para o seu corpo, mas também lhe ajudarão a estar mais bem disposto para encarar as horas de estudo.
5- Procure seus professores
Nunca cansamos de falar: procure seus professores durante as office hours! Eles poderão esclarecer com mais calma as suas dúvidas, e, quem sabe, até lhe dar dicas preciosas sobre os conteúdos das provas!
6- Faça pausas
Estudar horas seguidas a fio pode não ser um bom negócio. Para você literalmente não ter um burnout, tire breaks de 10-15 minutos para relaxar um pouco os neurônios!
7- Durma
Do que adianta estudar por horas e horas e acabar não absorvendo o conteúdo por falta de sono? Dormir é um estágio importante do processo de aprendizagem, porque, sem dormir direito, você não será capaz de absorver e pensar claramente. Inclua o seu sono em sua programação e acorde com energia para arrasar nos midterms!
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A importância das atividades extracurriculares na faculdade
/99 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaUm dos diferenciais que nós da Daqui pra Fora sempre frisamos para nossos alunos é a importância das atividades extracurriculares, não somente durante a preparação para o processo de admissão, mas também após a entrada na universidade.
Engajar-se em atividades extracurriculares depois de já estar na faculdade pode ser positivo para aumentar o networking, desenvolver novas habilidades e também abrir portas profissionais.
Saber tirar proveito de todas as opções oferecidas pelas instituições é essencial para que o estudante consiga alcançar o máximo potencial no seu período universitário. Entenda mais sobre essa importante ação durante a leitura.
Quais atividades extracurriculares fazer na faculdade
As atividades extracurriculares são todas aquelas que o aluno realiza fora da sala de aula. Participar de clubes dentro da universidade, como o International Club ou a associação de alunos, realizar trabalhos comunitários, entrar para algum club team, participar de projetos independentes ou study abroad (estudos em um país fora da universidade) são ótimos exemplos de atividades extracurriculares que geralmente os alunos se engajam.
Encorajamos nossos alunos a ocuparem o máximo de seu tempo livre possível em atividades produtivas tanto para seu crescimento profissional quanto para pessoal.
Um ótimo exemplo é o aluno Pedro Oporto, calouro na Worcester Polytechnic Institute. Logo em seu primeiro semestre, Pedro entrou para o time de remo da universidade (sem nunca ter praticado o esporte), além de ter entrado para o clube de engenharia, para o clube da ONU e para a fraternidade TKE.
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“Uma das melhores vantagens de estudar nos Estados Unidos é poder estar em um ambiente que oferece totais condições para você crescer tanto academicamente como na questão pessoal. Eu não somente tenho muito tempo para aprender os conteúdos do meu curso, mas estou a todo tempo aprendendo coisas novas nos grupos e atividades que participo e isso tem sido o melhor da experiência para mim!” afirmou Pedro.
Para você que está cursando uma faculdade nos Estados Unidos ou Canadá, procure saber quais atividades extracurriculares mais se encaixam dentro de seu perfil.
Tenha a certeza que elas serão de enorme importância para você tanto na sua vida universitária quanto na sua vida profissional, já que diversas empresas usam as atividades extracurriculares para avaliar a proatividade e engajamento do aluno.
Quer saber mais sobre vida universitária no exterior? Envie e-mail para daquiprafora@daquiprafora.com.br que tiraremos todas as suas dúvidas!
10 celebridades que se formaram em universidades dos Estados Unidos!
/110 Comentários/em Carreira, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEles são bonitos, talentosos e também muito inteligentes!
Você sabia que Emma Watson, a Hermione da saga Harry Potter, estudou em uma das mais prestigiadas universidades dos Estados Unidos?
VEJA 5 FAMOSOS BRASILEIROS QUE FIZERAM FACULDADE NOS ESTADOS UNIDOS
E que o ator Matt Damon, famoso por interpretar o agente secreto Jason Bourne, é formado em Harvard?
Confira em nossa matéria especial 10 celebridades do cinema, televisão e música que possuem diplomas de renomadas universidades americanas!
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Plágio em universidades americanas é inadmissível
/114 Comentários/em Estados Unidos /por Daqui pra ForaUm dos diferenciais do sistema educacional nos Estados Unidos e Canadá é a valorização da independência e da dedicação ao estudar. Para eles, além das aulas presenciais, em que os professores ensinam propriamente o conteúdo, é extremamente importante e valorizado o modo como o aluno se comporta e se empenha fora da sala de aula.
A exigência é que o aluno permaneça sempre conectado ao conteúdo que é mostrado em classe. Portanto, um estudante de universidade americana ou canadense terá sempre uma alta carga de deveres de casa, trabalhos, projetos e artigos, pois todo o método educacional lá é feito para que o aluno se desenvolva ao máximo.
Sendo assim, não é surpresa que as universidades americanas e canadenses têm tolerância zero em relação ao plágio. E estamos realmente falando sério nesse sentido!
Como universidades americanas e canadenses lidam com o plágio
Toda universidade americana ou canadense possui uma política muito clara com relação ao plágio, para todas as matérias, em todos os anos, sempre dita já no primeiro dia de aula.
Ser pego plagiando qualquer coisa significa uma punição muito grave, que varia de faculdade para faculdade, mas que geralmente resulta em uma nota F (ou zero) naquela matéria, e a possibilidade de expulsão da faculdade em caso de reincidência. Em algumas faculdades, a expulsão pode ser até imediata!
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No Brasil, tanto no ensino médio quanto na faculdade, é muito comum os alunos construírem textos retirando as partes mais interessantes de diversas fontes, montando um só trabalho que reúne diversos fragmentos.
Não é toda escola ou faculdade que possui uma política tão rígida com relação a plágios, o que leva os alunos a serem menos sensíveis com relação a execução de um trabalho.
Claro que há exceções, principalmente em universidades, mas em geral, o sistema brasileiro de ensino é bem mais flexível com relação a isso.
Nos Estados Unidos e Canadá, essa possibilidade não existe! Os trabalhos devem ser escritos inteiramente pelo aluno, tendo máxima atenção ao usar uma referência ou a citar qualquer fonte externa.
Como funciona a fiscalização do plágio?
As faculdades geralmente exigem que os trabalhos sejam publicados em ferramentas antiplágio, como o site Turnitin.com. Após publicado, seu trabalho receberá uma porcentagem de plágio, que é a quantidade de textos ou frases que já foram escritas de forma idêntica na internet ou de livros.
Esses sistemas são muito eficientes, pois informam com precisão de onde foi retirada aquela determinada parte do texto. Geralmente os professores exigem uma porcentagem máxima que cada atividade pode atingir (nunca maior que 15%) e, se seu trabalho ultrapassar essa porcentagem, você receberá automaticamente zero, e responderá pelo plágio.
Além do plágio, ser pego colando é algo que também pode acarretar em advertência e expulsão da faculdade, além da reprovação certa na atividade em que for pego.
Ao contrário do Brasil, colar e plagiar, no geral, são ações reprovadas pelos próprios alunos, que geralmente não colaboram e até denunciam os estudantes que fazem isso.
O sistema americano e canadense é muito rígido nessas questões porque a meritocracia é extremamente valorizada por lá. Os alunos que possuem notas altas são muito bem vistos dentro das instituições, e os professores costumam, inclusive, indicá-los para diversas oportunidades profissionais.
Ou seja, esses alunos realmente trabalharam duro para isso, estudaram e se dedicaram bastante para estarem entre os melhores. Nos Estados Unidos e Canadá, é inadmissível um aluno receber mérito pelo trabalho de outros, sendo que o foco na universidade, além do desenvolvimento acadêmico, é também o desenvolvimento pessoal e profissional.
Portanto, se você é um aluno que está atualmente nos Estados Unidos ou possui planos de estudar lá, lembre-se: faça valer cada segundo da sua experiência e se dedique aos estudos!
Você não irá querer estar na pele de um aluno que é pego plagiando ou colando.
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9 dicas para fazer uma redação campeã!
/114 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaAs universidades dos Estados Unidos levam em consideração diversos fatores para avaliar seus candidatos. São eles:
– Notas do Ensino Médio (incluindo também o nono ano);
– Notas no SAT ou ACT, os exames para admissão padronizados (equivalentes ao nosso ENEM);
– Nota do TOEFL, o exame de proficiência em inglês;
– Atividades extracurriculares que o aluno se envolveu durante o ensino médio;
– Cartas de recomendação;
– Redação;
– Entrevista com representante da faculdade (apenas em algumas universidades);
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A redação é um dos fatores mais importantes na candidatura de um aluno! É através dela que as universidades decidem se o perfil do aluno combina com a identidade da instituição, além de “desempatar” candidatos que já cumprem as exigências acadêmicas necessárias. Assim, através da redação ou personal statement, o aluno poderá se diferenciar dos outros candidatos, mostrando possuir “algo a mais” para os examinadores.
A melhor redação será aquela que permite que o examinador da universidade reconheça as aptidões de escrita do candidato e também as habilidades críticas de avaliar suas experiencias pessoais a partir do seu aprendizado dentro e fora da escola.
Os americanos possuem uma frase que define muito bem como a redação deve ser estruturada: “Don’t tell. Show!”.
O que torna a sua redação marcante e memorável é a história narrada nela. O assunto da história não precisa necessariamente ser algo impressionante, mas o modo como o assunto é apresentado, sim. A narração serve para mostrar sua personalidade de uma forma diferente e original.
Assim, se você deve escrever sobre uma pessoa que marcou sua vida, em vez de dizer que a pessoa foi importante, você deve demonstrar através da narrativa o impacto dessa pessoa sobre você. Isso evita que sua redação seja muito óbvia e sem graça e por isso, quanto mais detalhes, melhor.
Algumas universidades podem ter menos de 10 minutos para ler cada redação, então é essencial que o primeiro parágrafo seja impactante, para que o examinador mantenha o interesse em ler o restante dela. Separamos abaixo 9 dicas para você escrever uma redação campeã!
[pdf-embedder url=”http://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Redações-1.pdf” title=”Redações (1)”]
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Exames finais: 10 aplicativos para usar nos estudos
/69 Comentários/em Dicas /por Daqui pra ForaChegou a época de focar totalmente nos exames finais. Para estudantes de universidades nos Estados Unidos e Canadá, as provas de final de semestre possuem grande impacto em seus respectivos GPA.
É hora de ter foco total. Portanto, nada melhor do que contar com toda a ajuda possível, inclusive de um dos principais acessórios de qualquer estudante hoje em dia: o smartfone!
Preparamos uma lista com 10 aplicativos de exames que podem ser muito úteis para que você obtenha bons resultados. Não perca tempo e nem deixe tudo para a última hora! It’s time to ace your final exames!
Cite this for me
Esse aplicativo de exame ajuda você a preparar suas bibliografias corretamente, escaneando o código de barras dos livros, artigos etc, para criar as referências automaticamente para você. Inclusive, você poderá escolher o formato: APA, MLA ou Chicago Style.
Duolingo
Você terá alguma prova de inglês ou outra língua? O Duolingo é um aplicativo grátis para que você pratique com atividades em até 23 línguas diferentes.
Quizlet
O Quizlet é um aplicativo bem conhecido pelos estudantes universitários, em que você organiza seus estudos através de cartões simples, os famosos flashcards. É uma ótima maneira de aprender todo o conteúdo.
Tinycards
O Tinycards é um aplicativo que funciona como o Quizlet: você poderá criar flashcards para memorizar os conteúdos que desejar.
iTunes U
O Itunes U possui conteúdo em forma de mais de um milhão de artigos, vídeos e livros para que você utilize como material para estudar para seus exames.
É uma ótima forma de usar outras referências para estudar ou para produzir trabalhos, além dos livros obrigatórios.
Evernote
Evernote é um aplicativo utilizado para criar pequenas notas sobre os conteúdos mencionados em sala de aula. Ele também organiza listas de tarefas para que você mantenha a organização ao estudar.
My Study Life
Esse aplicativo lhe ajuda a organizar sua vida acadêmica, criando uma agenda para que você não perca seus compromissos, dias de estudo ou datas de exame.
Complete Student Pack
Precisa estudar para ciências exatas? O Complete Student Pack possui mais de 210 tópicos e 1500 fórmulas em Matemática, Física, e Química para você praticar.
Notability
O Notability é um aplicativo pago em que você consegue organizar diversas formas de estudo em um só lugar. Com ele, você consegue criar e organizar conteúdos através de fotos, vídeos, áudios, notas, gráficos, diagramas e outras formas de design.
Grafio Lite 3
O Grafio é um aplicativo que permite que você crie diagramas com os mais variados tamanhos, formas, camadas, fontes etc.
Boa sorte nos exames e bom fim de semestre!
Quer receber toda a assistência especializada da Daqui pra Fora e realizar o sonho de estudar fora? Preencha o formulário abaixo e vamos começar uma conversa.
O que você precisa saber sobre os Midterms
/71 Comentários/em Dicas /por Daqui pra ForaGeralmente, durante o mês de outubro, as faculdades americanas e canadenses realizam os famosos e muitas vezes estressantes midterms. Contudo, há alunos (principalmente os freshmen) que não têm completa noção da importância dessa semana para seu GPA, assim como há pais que não sabem do que se trata.
É importante saber o que é esse importante período do ano para poder se preparar para ele e torná-lo menos desesperador para os mais desavisados. Quer saber tudo sobre os midterms? Siga a leitura até o final e fique por dentro.
O que são os midterms?
Os midterms nada mais são do que os exames do meio do semestre. Durante essa semana, o aluno será testado em todas as disciplinas, seja através de provas ou trabalhos com grade peso na nota final.
Ou seja, ao contrário do início do semestre, os testes irão ocorrer durante um mesmo período, o que faz com que o aluno tenha que se dedicar bastante em todas as suas disciplinas.
A primeira grande diferença dos midterms para as provas que o aluno teve até então é que, dependendo da grade do estudante, há a possibilidade de várias provas acontecerem no mesmo dia.
Ou seja, ter uma semana de provas não necessariamente significa que o aluno irá fazer uma em cada dia: tudo dependerá de sua grade horária. Isso pode representar um grande estresse para o aluno, que precisará se preparar muito bem para lidar com seu calendário de provas.
Quando acontecem os midterms?
Toda instituição de ensino estipula previamente qual semana será a midterm week e, geralmente, os professores indicam no syllabus quando serão as datas de suas provas específicas.
Ou seja, o aluno saberá com antecedência quando será a semana de provas do meio do semestre. Ter atenção a essas datas e se preparar adequadamente pode evitar uma grande dor de cabeça no futuro.
Após os midterms, o aluno receberá da faculdade a primeira prévia oficial de como estão suas notas até o momento, ou seja, de como está seu GPA naquele semestre.
Qual a importância desses exames?
Os midterms são a principal referência que os alunos poderão usar para saber em quais disciplinas ele está indo bem e em quais ele precisará se esforçar mais.
Além disso, o aluno terá total noção de quais serão as possíveis notas que ele poderá ter ao concluir aquelas disciplinas. Se você está com “D” em uma determina disciplina, será quase impossível você transformá-lo em “A”. Portanto, sua maior possibilidade agora será “B”.
Como os midterms afetam estudantes com bolsa por esporte?
Se você for atleta, seu treinador ficará atento a suas notas nos midterms, e geralmente o seu desempenho terá consequências. As ligas possuem uma nota mínima estabelecida para poder competir (geralmente variando de 2.0 a 2.3 em um total de 4) e, se você estiver abaixo dessa nota, ficará de fora, colocando sua bolsa em risco.
Não importa se você é o melhor atleta do time: notas muito baixas não serão bem vistas pelos treinadores, e os alunos terão que se dedicar muito mais para não correr o risco de não jogarem. Não adianta ser o melhor e não poder jogar por nota.
Seja um aluno acadêmico ou esportivo, levar os exames de midterm a sério é a melhor solução para evitar surpresas e estresse no futuro. Há professores que colocam os midterms (assim como os final exams) com um peso maior que as demais provas, o que poderá ajudar ou atrapalhar, dependendo do desempenho.
Preparar-se antecipadamente, alimentar-se bem e manter boas noites de sono são ótimas dicas para ser não ser surpreendido no futuro. Lembre-se: seu GPA será para sempre seu RG acadêmico.
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