Na Daqui pra Fora, dizemos que fazer uma graduação no exterior é um projeto familiar. A partir do momento em que o aluno decide que irá fazer faculdade fora do Brasil, sua rotina mudará durante todas as etapas desse processo daquele momento em diante – assim como a da família!
Para os alunos, estudar fora é uma grande oportunidade de desenvolvimento profissional e pessoal, principalmente por ter a chance de estudar nas melhores universidades do mundo e poder conviver com diferentes situações, rotinas e culturas.
Para quem fica, é enxergar novas possibilidades para os filhos e para a família ao lidar com cada etapa que o filho irá passar, permitindo-lhes crescer.
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Adaptação para pais e filhos
Na Daqui pra Fora, procuramos dar atenção não somente às necessidades dos alunos, mas também procuramos entender como os pais estão lidando com essas mudanças.
O “Início da Jornada”, nosso evento de começo de preparação para o processo de candidatura, possui atividades especiais focadas para os pais, para entender suas percepções e necessidades.
Uma das nossas iniciativas favoritas, o Daqui pra Fora Pais é uma associação em que colocamos em contato todos os pais e mães de alunos que estão prestes a iniciar os estudos no exterior ou que já estão lá – promovendo inclusive eventos presenciais no estilo bate-papo para compartilhar opiniões, dúvidas e conquistas em momentos chave para as famílias.
O depoimento abaixo representa muito bem a essência do trabalho da Daqui pra Fora com as famílias. Lisiane Brustoloni, mãe da Victória, aluna na University of South Florida, avaliou cada etapa do processo desde a ideia de fazer faculdade fora do Brasil, e o papel da Daqui pra Fora em cada uma delas.
Ficamos muito orgulhosos em receber esse tipo de retorno das famílias, tendo feito parte desse momento único na vida de cada um de nossos alunos.
O início do projeto de estudar no exterior
Apesar da vontade por parte da Victoria de estudar fora sempre ter existido, foi após ela ter nos convencido a assistir a palestra do Pedro Lunardelli, em 2015, no Colégio Marista Rosário, e um encontro posterior a essa reunião com o próprio Pedro, que a ideia passou a ter contornos reais.
Até então, não imaginávamos como era a preparação e nem ao menos se havia essa possibilidade. Podemos dizer que esse momento foi um divisor de águas. A partir dali, embarcamos no sonho.
Mesmo com a normal dificuldade do último ano no colégio, o processo de preparação para candidatura foi tranquilo, porque a Daqui pra Fora esteve presente em todas as etapas, diminuindo em muito a nossa preocupação, ansiedade e dúvidas.
A preparação para os exames
A preparação para o TOEFL já vem de uma vida, porque a Victoria fez inglês desde pequena. Para o exame em especial, ela fez quatro aulas com uma professora particular e alcançou um score de 110/120 já na sua primeira tentativa.
Já o SAT ela contou com o auxílio da Daqui pra Fora para a compreensão da prova, realização de simulados e indicação de um guia para estudos. As datas de ambos os exames (TOEFL e SAT) eram controladas pela coordenadora de admissão da Daqui pra Fora, bem como as inscrições.
Ao todo, a Victoria realizou três exames do SAT até atingir uma boa nota que a ajudasse a ter mais chances de admissão e à obtenção de uma bolsa acadêmica.
Tudo isso, seguido sempre pela orientação da Daqui pra Fora, pois nós não teríamos a menor ideia e nem parâmetro para avaliar um bom ou mal desempenho.
A escolha da faculdade
O processo de escolha e candidatura para uma universidade é bastante complexo visto a quantidade de ótimas opções que existem nos Estados Unidos e, para alunos internacionais, mesmo após a aceitação, existe uma série de etapas a serem seguidas:
- Documentações;
- Visto;
- Vacinas;
- Escolha de dormitório;
- Pagamento de taxas.
Costumo falar isso a todos que perguntam sobre o processo de aplicação: o papel da Daqui pra Fora é indispensável em todas as etapas, do início ao fim. Não é algo fácil de entender e acompanhar para quem não tem experiência porque é completamente diferente do nosso vestibular.
São muitos prazos a cumprir, algo que para quem não está familiarizado fica extremamente estressante. Em nenhum momento ficamos preocupados com datas, tudo era nos avisado em tempo hábil.
Dentre todas as universidades que a Daqui pra Fora selecionou para nossa apreciação e escolha, optamos, após duas listas extensas, por aquelas que, além de estarem dentro do nosso orçamento, avaliamos como melhores em termos de localização e nível de excelência na área por ela escolhida.
Tivemos a felicidade de contar com todo o apoio da coordenadora acadêmica Sam no momento, assim como já contamos com a Katie e a Alana em etapas anteriores. Todas sempre disponíveis e receptivas as nossas dúvidas.
Como ela acabou sendo aceita por todas as seis em que aplicou, e todas eram ótimas, pedimos mais uma vez auxilio para a Daqui pra Fora para tomar a decisão final.
Através do consultor Pedro Lunardelli, que nos colocou em contato com uma aluna também aqui de Porto Alegre que já está indo para o seu segundo ano na University of South Florida, tomamos a decisão final e a matriculamos nessa universidade que era desde o início a preferida dela. Ela escolheu o curso de Relações Internacionais.
Compartilhando a experiência
No dia 1° de julho, estivemos presentes no Daqui pra Frente, um megaevento de orientação pré-embarque realizado em São Paulo, o que demonstra que mesmo depois de escolhida a universidade, a Daqui pra Fora continua a dar suporte aos alunos aprovados.
Além do Daqui pra Frente, a Daqui pra Fora também promoveu palestras em sua sede em São Paulo e tivemos a oportunidade de assisti-las online (por morarmos em Porto Alegre) sobre planejamento financeiro e também com representantes de algumas universidades.
A Victoria estava contando os dias para o embarque! O semestre se iniciou no dia 20 de agosto, porém a universidade ofereceu uma Orientation Week (semana de orientação) para pais e alunos calouros.
Essa semana foi muito tranquilizadora para nossos corações de pais, pois temos a certeza que ela ficará bem instalada.
A família inteira está vivendo um momento mágico, estamos prontos para viver um sonho. Mesmo a Victoria sendo filha única, temos a certeza como pais de que estamos fazendo a coisa certa ao incentivá-la a fazer uma graduação no exterior.
Contratar a Daqui pra Fora para o processo há dois anos foi, sem dúvidas, a mais acertada decisão para a concretização desse sonho.
A sensação que temos é que todos amam o que fazem na Daqui pra Fora e o fazem com todo o empenho e dedicação possíveis, nos dando segurança num momento de tamanha importância. Só nos cabe dizer muito obrigada e sigam sempre por este caminho!
Cássio, Lisiane e Victoria Brustoloni
Summer Talents: o estágio de Mateus Fonai na Aterpa
/100 Comentários/em Carreira, Depoimentos /por Daqui pra ForaA Daqui pra Fora é uma consultoria educacional que assessora estudantes para os processos seletivos de universidades dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido e os acompanha durante suas trajetórias universitárias, oferecendo suporte e criando oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.
É através de seu Departamento de Apoio e Desenvolvimento, o DAD, que a Daqui pra Fora acompanha e orienta seus alunos durante os quatro anos de faculdade, facilitando, nesse meio tempo, a transição do aluno para o mercado de trabalho.
Como funciona o Summer Talents?
Um dos nossos programas, focado no desenvolvimento profissional de nossos alunos, é o Summer Talents. O objetivo do Summer Talents é ajudar nossos alunos a fazerem estágios no período de férias de verão da faculdade nos EUA, Canadá e Inglaterra.
Os alunos costumam ficar no Brasil entre começo de maio e final de agosto e então é uma ótima oportunidade para eles fazerem estágio e ganharem experiência.
Nosso aluno Mateus Fonai, estudante de engenharia mecânica da Lake Superior State University, foi um dos alunos que fizeram estágio com a ajuda do Summer Talents esse ano.
Mateus estagiou no Grupo Aterpa durante dois meses, período que ele classificou como “uma experiência única”!
Veja abaixo o depoimento completo de Mateus sobre sua experiência:
1. Como foi o trabalho? Houve um projeto com começo, meio e fim, ou foram trabalhos pontuais?
Desde o primeiro dia de estágio, quando estávamos conhecendo toda a estrutura da empresa na sede principal que fica em Belo Horizonte, nos foi informado que na última semana teríamos que apresentar um trabalho retratando os aspectos que poderiam ser melhorados, na nossa opinião, em relação a produtividade e redução dos custos nas duas obras em que iriamos visitar: a da Vale em São Luis – MA e a da SABESP em Igaratá-SP.
Logo, o desafio para nós começou desde o primeiro dia, o que foi muito importante, uma vez que não poderíamos ficar parados em nenhum momento, visto que tínhamos um projeto muito importante para ser entregue e estavam todos esperando um feedback positivo.
Basicamente eles queriam uma opinião de alguém que está fora do pais e que não está presente no dia a dia da empresa. Por isso, na minha opinião, esse não foi um estagio comum como a maioria dos outros estágios, em que você somente é contratado para aprender com a empresa.
Pelo contrário, nesse estágio a empresa queria aprender com a gente também, e isso nos motivou a todo momento estar pesquisando e observando tudo que acontecia nas obras. Na primeira semana, conhecemos praticamente todos os funcionários que trabalham na sede, da recepção ao presidente.
Tivemos reuniões em todos os setores da empresa pra entendermos como tudo funciona. Em seguida, fomos para a obra em São Luis, da Vale, que é basicamente a duplicação da estrada de ferro de Carajás que tem cerca de 950 km, uma obra de muita importância no Brasil.
Ficamos por lá três semanas, tentando absorver ao máximo tanto os aspectos positivos quanto os negativos, porque querendo ou não, tínhamos que ter um olhar crítico para encontrarmos algo a ser melhorado e ser apresentado para todo o staff da empresa.
Depois do Maranhão, ficamos mais três semanas em Igaratá-SP que atualmente é a maior obra do Brasil. Tal obra se baseia na interligação das represas Jaguari (Bacia do Paraíba do Sul) e Atibainha (Bacia do Sistema Cantareira), para o abastecimento de água tanto de São Paulo quando do Rio de Janeiro.
Para finalizar, retornamos na última semana a Belo Horizonte para finalizarmos o nosso projeto e finalmente apresenta-lo aos diretores e vice presidente da empresa.
2. Você sentiu uma evolução, seja ela comportamental ou técnica, durante o programa?
Sem dúvida nenhuma, durante e após o estágio tive uma evolução incrível, tanto comportamental quanto técnica. Isso porque, durante o estágio, você acaba aprendendo como se comportar em um ambiente de trabalho.
Como as obras estavam a todo o vapor, todos estavam dando 100% de si, por isso foi possível visualizar como uma grande empresa realmente funciona. Isso me agregou uma experiência inexplicável que vou levar por toda minha vida profissional e em todos os lugares que eu passar.
Posso dizer que depois desse estágio estou realmente mais preparado para qualquer coisa que vier, e creio que não terei um “baque” muito grande ao chegar no ambiente de trabalho. Tenho certeza que em nenhum lugar do mundo eu teria a oportunidade de ter tanto aprendizado em um curto período de tempo como foi nesse estágio.
Foram visitadas duas obras extremamente grandes, que passam um conhecimento único e muito avançado em todos os aspectos, comportamentais, teóricos e técnicos.
3. Houve um projeto de conclusão? Como foi o resultado final?
Houve um projeto de conclusão, como já foi citado. O resultado final foi bastante positivo, creio que tanto para empresa quanto para nós estagiários. Devido a esse trabalho final, foi possível aprender sobre pontos negativos que podem dificultar o desenvolvimento da empresa.
Se tal tarefa não tivesse sido proposta, muita coisa teria passado batido por mim, uma vez que estaria com um olhar completamente diferente. Além disso, aprendemos bastante sobre maquinários de alta tecnologia que poderiam ser utilizados e mais aproveitados pela empresa nas obras.
Agradecimento ao Summer Talents
Tive a oportunidade de vivenciar uma experiência única nas férias de verão ao estagiar no Grupo Aterpa! Foram 2 meses de grande aprendizado, conhecendo a empresa em Belo Horizonte e suas obras no Maranhão e em São Paulo.
Sem dúvidas, ver de perto toda a estrutura da empresa e o trabalho realizado por todos os funcionários, me motivou a continuar me dedicando cada vez mais no meu curso de Engenharia Mecânica na Lake Superior State University.
E isso tudo não teria sido possível sem a ajuda da Daqui pra Fora, que desde o início vem me ajudando a realizar meu sonho. Um muito obrigado ao Grupo Aterpa e a Daqui pra Fora por me proporcionarem esse verão inesquecível.
Quer ter uma experiência parecida com essa do Mateus? Fazer faculdade no exterior e estagiar em uma grande empresa no Brasil? A Daqui pra Fora pode ajudar. Converse com um dos nossos especialistas preenchendo o formulário abaixo.
As 10 universidades com a melhor vida estudantil
/112 Comentários/em Canadá, Dicas, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaUma das vantagens de fazer faculdade nos Estados Unidos e Canadá são as inúmeras atividades que o estudante poderá estar envolvido dentro do campus.
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As universidades dos Estados Unidos e Canadá promovem uma enorme e diversa quantidade de oportunidades para que o estudante interaja dentro do campus, através de eventos, clubes, festas, encontros e todo tipo de atividade visando o bem estar do aluno dentro e fora da sala de aula.
Além disso, a qualidade do campus e o que ele oferece aos alunos é um grande diferencial: as universidades geralmente contam com uma estrutura de primeira, com academia, áreas livres arborizadas, dormitórios, bibliotecas, áreas de lazer e muito mais!
Universidades com a melhor vida estudantil
Quanto melhor é o ambiente promovido pela universidade, quanto mais interações ela promove entre os estudantes e quanto mais eles se sentem à vontade dentro do campus, mais bem avaliado é o seu student life.
Por isso existem tantas faculdades nos Estados Unidos que investem tanto na interação dos alunos, para que seja incentivado o espírito universitário nessas instituições.
O website Niche fez uma lista das universidades com a melhor vida estudantil dos Estados Unidos. Essa eleição foi baseada nos depoimentos dos próprios alunos da instituição e em estatísticas do Departamento de Educação dos Estados Unidos.
Veja abaixo em nossa galeria quem são as primeiras colocadas:
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Conheça o study abroad e veja quais são seus benefícios
/113 Comentários/em Dicas, Estados Unidos /por Daqui pra ForaUma das vantagens de fazer uma faculdade nos Estados Unidos ou Canadá é ter a oportunidade de realizar aulas, parte do curso, estágios ou complementos do curso em outros países: o chamado study abroad.
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Quase todas as universidades americanas ou canadenses têm um programa de estudos no exterior, nas mais variadas áreas.
Essas instituições consideram muito importante para o aluno ter a oportunidade de conhecer outras culturas, instituições e métodos de ensino, engrandecendo ainda mais sua experiência acadêmica.
Como funciona o Study Abroad?
Geralmente, esses programas ocorrem no verão do hemisfério norte (de maio a agosto), fora do ano letivo, sendo considerados como uma aula, atividade complementar ou até mesmo um estágio.
O aluno da Daqui pra Fora Gabriel Vivan, que cursa o último ano de Engenharia Aeronáutica na Western Michigan University, é um exemplo perfeito de como uma experiência internacional fora do campus da universidade pode ser inesquecivelmente enriquecedora.
Como parte de um programa de sua universidade para completar sua especialização em International Business, Gabriel recebeu uma bolsa de estudos para estudar na Hogeschool Utrecht, na Holanda, que lhe garantiu inclusive moradia.
“É impossível descrever minha experiência em palavras. Foram os melhores seis meses da minha vida sem dúvida alguma! Eu conheci pessoas de todas as partes do mundo, viajei por 22 países, tanto sozinho quanto em grupo, conheci bastante sobre a vida na Holanda e na Europa, e o mais importante, aprendi muito e mudei muito minhas perspectivas sobre diversas culturas” afirmou Gabriel.
Benefícios do programa Study Abroad
Há cursos de graduação, como os de International Business, em que ter uma experiência em um país estrangeiro pode ser fundamental para o sucesso profissional, já que expande o conhecimento do aluno sobre outras culturas para além da sala de aula.
Além disso, o study abroad pode tornar o currículo do aluno muito mais atrativo para o mercado de trabalho após a formatura, já que, alinhado a outras atividades que o aluno exerce na universidade, irá contribuir para tornar esse estudante um profissional mais completo.
“Agora que estou de volta à minha universidade, quero compartilhar minha experiência com meus colegas americanos e internacionais por aqui. Voltarei aos meus trabalhos por aqui com a orientação a alunos internacionais, aos esportes que pratico, e vou começar a ter aulas práticas no meu major, uma delas é no aeroporto! Em breve, também serei iniciado na fraternidade de engenharia daqui, bastante famosa pelos EUA, a Tau Beta Pi” descreve Gabriel, que está iniciando seu senior year, mas ainda permanecerá na Western Michigan University por mais dois anos, para a conclusão de sua especialização em International Business.
Se você já é estudante em uma universidade americana ou canadense, procure o Study Abroad Office de sua faculdade para obter mais informações de quais programas eles oferecem e quais podem ser úteis para o seu major.
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O que você precisa saber sobre o ACT
/89 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaPara fazer faculdade nos Estados Unidos, é necessário, entre alguns fatores, realizar um dos exames padronizados exigidos pelas universidades.
Essas provas seriam equivalentes ao nosso ENEM e são exigidas pela maioria das universidades. São elas o SAT (Scholastic Aptitude Test ou Scholastic Assessment Test) e o ACT (American College Testing), tema da matéria de hoje.
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O que é o ACT
O ACT é um exame padronizado composto por 215 questões de múltipla escolha, divididas em quatro seções que analisam o conhecimento em matemática, inglês, interpretação de texto e ciências, além de uma redação opcional (apenas algumas faculdades exigem a redação).
Confira abaixo como as questões são divididas entre as seções:
SAT ou ACT: qual prova devo escolher?
As universidades que exigem os exames padronizados obrigatórios aceitam tanto o SAT como o ACT. Muitos estudantes têm dúvidas sobre qual dos testes seria a melhor opção baseando-se no perfil acadêmico.
As questões do ACT são mais diretas e fáceis de entender, com um número bem menor de questões com duplo sentido e de “pegadinhas”. Ou seja, a prova é mais prática.
O SAT permite que você tenha mais tempo para refletir sobre as perguntas, enquanto no ACT o tempo médio para cada pergunta é mais curto.
No ACT há as questões de ciências. Se seu curso for relacionado a ciências, ou você tiver mais facilidade com a matéria, o ACT pode ser uma opção melhor.
O ACT contém questões mais avançadas de matemática, ao passo que o SAT possui questões mais simples, porém não será possível usar calculadora para responder parte delas.
É preciso avaliar com cuidado as características de cada uma delas e, se possível, fazer simulados antes de escolher qual dos dois testes fazer para incluir na sua application.
Se você tem o sonho de fazer faculdade no exterior e quer uma assistência personalizada e especializada no assunto, a Daqui pra Fora pode ajudar.
Basta preencher o formulário abaixo para começar uma conversa com um dos nossos especialistas. Nossa equipe está à disposição.
Summer Talents – o programa da Daqui pra Fora que ajuda os seus alunos a conseguirem estágios de verão
/34 Comentários/em Carreira, Depoimentos /por Daqui pra ForaA Daquiprafora é uma consultoria educacional que assessora estudantes para os processos seletivos de universidades dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido e os acompanha durante suas trajetórias universitárias, oferecendo suporte e criando oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.
É através de seu Departamento de Apoio e Desenvolvimento, o DAD, que a Daquiprafora acompanha e orienta seus alunos durante os quatro anos de faculdade, facilitando, nesse meio tempo, a transição do aluno para o mercado de trabalho.
Um dos nossos programas, focado no desenvolvimento profissional de nossos alunos, é o Summer Talents. O objetivo do Summer Talents é ajudar nossos alunos a fazerem estágios no período de férias de verão da faculdade nos EUA e Canadá e Inglaterra. Os alunos costumam ficar no Brasil entre começo de maio e final de agosto e então é uma ótima oportunidade para eles fazerem estágio e ganharem experiência.
Paralelamente, para as empresas, também é uma ótima oportunidade de ter esses jovens trabalhando em alguns projetos durante esse período e de conhecer o potencial dos alunos para pensar em futuras contratações.
[pdf-embedder url=”http://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Empresas-Summer-Talents-1.pdf” title=”Empresas – Summer Talents (1)”]
O depoimento abaixo é de um dos estudantes que participaram do Summer Talents nesse ano. Gabriel Sellmer, aluno de terceiro ano da Nebraska Wesleyan University, que realizou estágio de junho a agosto no Instituto Tênis. Gabriel contou como foi a sua rotina como estagiário, as habilidades que aprendeu e desenvolveu no período e avaliou a sua evolução como profissional. Confira abaixo!
1. Como foi o trabalho? Houve um projeto com começo, meio e fim, ou foram trabalhos pontuais?
Durante os dois meses que trabalhei no Instituto a grande maioria dos meus projetos e trabalhos foram focados nas áreas de finanças e processos pois estão diretamente relacionados com meu Major e Minors. Fiquei responsável pela atualização das planilhas de custo de atletas do IT, alguns custos internos da equipe no CT e o projeto que ocupou a maior parte da minha experiência de summer foi a criação de um mapa de processos internos do Instituto Tênis, o qual incluía cerca de 20 processos de diversos setores, incluindo gestão comercial, gestão financeira, gestão operacional, governança corporativa e gestão de atletas.
2. Você sentiu uma evolução, seja ela comportamental ou técnica, durante o programa?
A oportunidade de passar as férias de verão trabalhando junto a equipe que comanda o Instituto Tênis foi sem dúvida uma grande experiência. É fundamental para qualquer estudante universitário que busca uma carreira de sucesso no mercado profissional que ele (a) tenha o máximo de ‘hands on experience’ durante o período que está na faculdade. O fato de estar num ambiente de trabalho dinâmico, assumir responsabilidades dentro de uma empresa e encarar situações do mundo real faz com que possamos por em prática toda a teoria aprendida na universidade. A experiência adquirida durante um programa de summer é de extremo valor, pois somente assim é possível ter uma ideia do quão se está preparado para iniciar sua carreira profissional.
Pessoalmente notei um crescimento e desenvolvimentos profissional muito grande durante os dois meses de estágio. O fato do meu tempo na empresa ser limitado me motivou a fazer e buscar sempre mais, absorvendo todo o conhecimento e conteúdo que podia durante o período que estava trabalhando no Instituto. Antes dessa experiência, eu não havia trabalhado em nenhuma outra empresa, então não tinha a menor ideia do que estava por vir. Uma das coisas mais importantes que eu aprendi durante esse tempo foi a necessidade de me adaptar ao novo, e estar constantemente fora da minha zona de conforto, o que me trouxe muitos benefícios e me fez desenvolver uma autoconfiança muito grande naquilo que sou capaz de fazer. Outro aspecto muito positivo de qualquer job é a oportunidade de conhecer e interagir com novas pessoas e ampliar seu círculo de amizades e principalmente network. No instituto tive a oportunidade de trabalhar ao lado de pessoas que me passaram grandes ensinamentos e me proporcionaram momentos que jamais imaginei na minha vida. Eu considero isso de imenso valor, pois amadureci, me desenvolvi profissionalmente, tive a oportunidade de trabalhar no meio do esporte que amo e ao final da experiência tive a sensação de dever cumprido.
O Instituto Tênis tem a missão de democratizar o tênis no nosso país e torna-lo mais acessível para qualquer jovem que tem o sonho de ser um atleta profissional. O tênis sempre teve grande importância na minha vida, comecei a jogar com 7 anos por vontade própria, meus pais sempre me incentivaram e proporcionaram tudo que precisei para seguir meu caminho. Através do tênis estou tendo a oportunidade de estudar numa universidade americana e buscar uma boa carreira profissional. Ao fazer parte da equipe do Instituto Tênis durante dois meses colaborando com esse fantástico projeto é algo muito gratificante, contribuir na formação de uma nova geração de tenistas e fazer com que o tênis proporcione grandes momentos na vida deles assim como me proporcionou, é algo de valor incalculável.
3. Houve um projeto de conclusão? Como foi o resultado final?
Como mencionei anteriormente eu tive a oportunidade de trabalhar em diversos projetos dentro do Instituto, porém o projeto que eu atribuo maior valor foi ter desenvolvido o mapa de processos internos do IT. O que faz esse projeto ter um valor especial para mim foi o tempo que dediquei trabalhando nele, o fato de ser algo que eu comecei do zero, tive participação de pessoas de todos os setores do Instituto Tênis me ajudando para que ele se tornasse realidade. Ao final tive a oportunidade de apresenta-lo para a equipe, ouvir o feedback deles e deixa-lo como fruto da minha experiência de summer job no IT.
4. Faltou algum detalhe que gostaria de dividir conosco? Dê seus comentários gerais.
Entre diversas oportunidade que tive no IT, uma das que mais aproveitei foi ter participado em eventos com a empresa. Durante o meu primeiro mês de estágio eu tive a oportunidade de participar de um evento chamado Google Grants no escritório da Google em São Paulo, que contou com a participação de diversas instituições e ONGs. Também tive a oportunidade nesse evento de conhecer dois representantes da empresa parceira do Instituto que é responsável por todo o desenvolvimento e gerenciamento de mídia sociais entre outras plataformas do Instituto Tênis. Umas das reuniões que participei enquanto estava na IT foi com uma startup chamada Fits, que estava interessada em fechar uma parceria com o Instituto, e foi bem bacana para mim participar da reunião, fazer parte daquele momento representando o IT e sentir como são tais experiências na vida real.
Um pouco antes do final do summer também participei de um evento da Fundação Lemann com a Daquiprafora, que reuniu diversos alunos da Daquiprafora, importantes ex-alunos que participaram do programa de bolsas da Fundação Lemann, representantes de grandes empresas, contou com a presença do próprio Jorge Paulo Lemann, o técnico da seleção Brasileira de vôlei José Roberto Guimarães e o tenista André Sá.
Trabalhar no centro de treinamento em Barueri também foi uma ótima experiência, pois o ambiente é excelente, a estrutura do local é fantástica, tive a oportunidade de interagir com atletas e técnicos do Instituto, conhecer um técnico Americano que estava visitando o CT e trabalha na USTA como diretor de desenvolvimento de atletas, além de assistir alguns treinos da seleção de voleibol feminina antes do embarque para o Grand Prix na China o qual elas vieram a ser campeãs.
Ao final do summer também ganhei um uniforme de jogo do IT, o que foi muito bacana pois não estava esperando o ‘presente’.
5. Em relação a Daquiprafora, quais foram os prontos positivos e negativos do programa de Summer Talents?
O principal ponto positivo de programa summer talents é proporcionar aos alunos a experiência de estar dentro e entender o funcionamento de uma empresa. Como todos os estudantes estão fora do país é muito difícil manter contato com empresas e instituições nacionais que podem oferecer oportunidades de estágio ou emprego. O programa de summer é fundamental para aproximar essa conexão e abrir portas aos alunos, além de incentivar as empresas nacionais a darem oportunidades aos mesmos, pois a cultura brasileira não compreende e valoriza a ideia de ter um jovem talento na empresa durante um curto período de tempo como nas férias de verão.
Agradecimento
Ao final dessa grande experiência que tive durante o meu summer eu só tenho a agradecer o Instituto Tênis e a Daquiprafora pela oportunidade que foi sem dúvida fantástica e me deu uma nova perspectiva sobre a minha futura carreira profissional. O que aprendi durante os dois meses de estágio e a sensação de dever cumprido ao final do programa é muito positiva e gratificante.
O que você precisa saber sobre o SAT
/125 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaSe você tem interesse em fazer faculdade nos Estados Unidos ou Canadá, é quase certo que você terá de fazer o exame padronizado SAT (Scholastic Aptitude Test ou Scholastic Assessment Test).
O SAT funciona como um ENEM americano, ou seja, é um exame padronizado para avaliação dos estudantes para a admissão em uma universidade. A grande maioria das universidades consideram o SAT ou o ACT como exames obrigatórios.
O que é o SAT?
O SAT é uma prova dividida em três seções: Interpretação de Texto/Escrita; Matemática e Redação (opcional). As seções de Interpretação de Texto/Escrita e Matemática valem de 200 a 800 pontos cada e a redação é avaliada de uma forma diferente, em uma escala de 2 a 8. Você pode entender como seus resultados serão avaliados lendo o guia oficial da prova.
O aluno terá um tempo total de 3 horas para realizar a prova e poderá realizar o SAT quantas vezes achar necessário. Para saber quais as cidades e datas disponíveis do exame no Brasil, clique aqui.
Neste vídeo, você encontra importantes informações sobre o SAT e as universidades que o aceitam:
Como as universidades usam a nota do exame?
Cada uma das universidades que utilizam o SAT como um dos critérios de avaliação irá definir qual é o resultado médio dos alunos que desejam estudar naquela instituição.
Quanto mais competitiva for a universidade, mais alta terá de ser a nota a ser alcançada pelo aluno. Há universidades que irão considerar somente os melhores resultados do aluno em cada um dos testes que ele fez – o chamado Superscore – ou seja, analisando todos os exames realizados pelo alunos e somando os maiores resultados que ele obteve, de cada uma das seções.
Existe ainda uma versão que avalia os alunos em áreas específicas – o SAT Subject. Algumas universidades poderão exigir que o aluno realize também provas do SAT Subject, dependendo do curso e/ou competitividade da instituição. O SAT Subject é dividido em até 20 áreas:
1- Matemática Nível 1
2- Matemática Nível 2
3- Biologia
4- Química
5- Física
6- Inglês
7- História dos EUA
8- História Mundial
9- Espanhol
10- Espanhol com áudio
11- Francês
12- Francês com áudio
13- Chinês com áudio
14- Italiano
15- Alemão
16- Alemão com áudio
17- Hebreu Moderno
18- Latim
19- Japonês com áudio
20- Coreano com áudio
Geralmente, os resultados das provas estão disponíveis em até 3 semanas após a realização do teste. Para mais informações, utilize sempre o site do College Board como referência!
Se quiser entrar em contato com o nosso time de especialistas para saber mais informações sobre o SAT ou graduações nas melhores universidades do exterior, basta preencher o formulário abaixo.
“O Olhar de Quem Fica” – Confira o depoimento de Lisiane Brustoloni sobre a jornada de sua filha Victoria rumo a uma universidade nos Estados Unidos
/109 Comentários/em Depoimentos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaNa Daqui pra Fora, dizemos que fazer uma graduação no exterior é um projeto familiar. A partir do momento em que o aluno decide que irá fazer faculdade fora do Brasil, sua rotina mudará durante todas as etapas desse processo daquele momento em diante – assim como a da família!
Para os alunos, estudar fora é uma grande oportunidade de desenvolvimento profissional e pessoal, principalmente por ter a chance de estudar nas melhores universidades do mundo e poder conviver com diferentes situações, rotinas e culturas.
Para quem fica, é enxergar novas possibilidades para os filhos e para a família ao lidar com cada etapa que o filho irá passar, permitindo-lhes crescer.
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Adaptação para pais e filhos
Na Daqui pra Fora, procuramos dar atenção não somente às necessidades dos alunos, mas também procuramos entender como os pais estão lidando com essas mudanças.
O “Início da Jornada”, nosso evento de começo de preparação para o processo de candidatura, possui atividades especiais focadas para os pais, para entender suas percepções e necessidades.
Uma das nossas iniciativas favoritas, o Daqui pra Fora Pais é uma associação em que colocamos em contato todos os pais e mães de alunos que estão prestes a iniciar os estudos no exterior ou que já estão lá – promovendo inclusive eventos presenciais no estilo bate-papo para compartilhar opiniões, dúvidas e conquistas em momentos chave para as famílias.
O depoimento abaixo representa muito bem a essência do trabalho da Daqui pra Fora com as famílias. Lisiane Brustoloni, mãe da Victória, aluna na University of South Florida, avaliou cada etapa do processo desde a ideia de fazer faculdade fora do Brasil, e o papel da Daqui pra Fora em cada uma delas.
Ficamos muito orgulhosos em receber esse tipo de retorno das famílias, tendo feito parte desse momento único na vida de cada um de nossos alunos.
O início do projeto de estudar no exterior
Apesar da vontade por parte da Victoria de estudar fora sempre ter existido, foi após ela ter nos convencido a assistir a palestra do Pedro Lunardelli, em 2015, no Colégio Marista Rosário, e um encontro posterior a essa reunião com o próprio Pedro, que a ideia passou a ter contornos reais.
Até então, não imaginávamos como era a preparação e nem ao menos se havia essa possibilidade. Podemos dizer que esse momento foi um divisor de águas. A partir dali, embarcamos no sonho.
Mesmo com a normal dificuldade do último ano no colégio, o processo de preparação para candidatura foi tranquilo, porque a Daqui pra Fora esteve presente em todas as etapas, diminuindo em muito a nossa preocupação, ansiedade e dúvidas.
A preparação para os exames
A preparação para o TOEFL já vem de uma vida, porque a Victoria fez inglês desde pequena. Para o exame em especial, ela fez quatro aulas com uma professora particular e alcançou um score de 110/120 já na sua primeira tentativa.
Já o SAT ela contou com o auxílio da Daqui pra Fora para a compreensão da prova, realização de simulados e indicação de um guia para estudos. As datas de ambos os exames (TOEFL e SAT) eram controladas pela coordenadora de admissão da Daqui pra Fora, bem como as inscrições.
Ao todo, a Victoria realizou três exames do SAT até atingir uma boa nota que a ajudasse a ter mais chances de admissão e à obtenção de uma bolsa acadêmica.
Tudo isso, seguido sempre pela orientação da Daqui pra Fora, pois nós não teríamos a menor ideia e nem parâmetro para avaliar um bom ou mal desempenho.
A escolha da faculdade
O processo de escolha e candidatura para uma universidade é bastante complexo visto a quantidade de ótimas opções que existem nos Estados Unidos e, para alunos internacionais, mesmo após a aceitação, existe uma série de etapas a serem seguidas:
Costumo falar isso a todos que perguntam sobre o processo de aplicação: o papel da Daqui pra Fora é indispensável em todas as etapas, do início ao fim. Não é algo fácil de entender e acompanhar para quem não tem experiência porque é completamente diferente do nosso vestibular.
São muitos prazos a cumprir, algo que para quem não está familiarizado fica extremamente estressante. Em nenhum momento ficamos preocupados com datas, tudo era nos avisado em tempo hábil.
Dentre todas as universidades que a Daqui pra Fora selecionou para nossa apreciação e escolha, optamos, após duas listas extensas, por aquelas que, além de estarem dentro do nosso orçamento, avaliamos como melhores em termos de localização e nível de excelência na área por ela escolhida.
Tivemos a felicidade de contar com todo o apoio da coordenadora acadêmica Sam no momento, assim como já contamos com a Katie e a Alana em etapas anteriores. Todas sempre disponíveis e receptivas as nossas dúvidas.
Como ela acabou sendo aceita por todas as seis em que aplicou, e todas eram ótimas, pedimos mais uma vez auxilio para a Daqui pra Fora para tomar a decisão final.
Através do consultor Pedro Lunardelli, que nos colocou em contato com uma aluna também aqui de Porto Alegre que já está indo para o seu segundo ano na University of South Florida, tomamos a decisão final e a matriculamos nessa universidade que era desde o início a preferida dela. Ela escolheu o curso de Relações Internacionais.
Compartilhando a experiência
No dia 1° de julho, estivemos presentes no Daqui pra Frente, um megaevento de orientação pré-embarque realizado em São Paulo, o que demonstra que mesmo depois de escolhida a universidade, a Daqui pra Fora continua a dar suporte aos alunos aprovados.
Além do Daqui pra Frente, a Daqui pra Fora também promoveu palestras em sua sede em São Paulo e tivemos a oportunidade de assisti-las online (por morarmos em Porto Alegre) sobre planejamento financeiro e também com representantes de algumas universidades.
A Victoria estava contando os dias para o embarque! O semestre se iniciou no dia 20 de agosto, porém a universidade ofereceu uma Orientation Week (semana de orientação) para pais e alunos calouros.
Essa semana foi muito tranquilizadora para nossos corações de pais, pois temos a certeza que ela ficará bem instalada.
A família inteira está vivendo um momento mágico, estamos prontos para viver um sonho. Mesmo a Victoria sendo filha única, temos a certeza como pais de que estamos fazendo a coisa certa ao incentivá-la a fazer uma graduação no exterior.
Contratar a Daqui pra Fora para o processo há dois anos foi, sem dúvidas, a mais acertada decisão para a concretização desse sonho.
A sensação que temos é que todos amam o que fazem na Daqui pra Fora e o fazem com todo o empenho e dedicação possíveis, nos dando segurança num momento de tamanha importância. Só nos cabe dizer muito obrigada e sigam sempre por este caminho!
Cássio, Lisiane e Victoria Brustoloni
As vantagens de se preparar no 9° ano, 1° e 2° anos do Ensino Médio
/33 Comentários/em Canadá, Daqui pra Fora, Dicas, Estados Unidos, Holanda, Processo Seletivo, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaO processo seletivo para fazer faculdade nos Estados Unidos é bem diferente do vestibular brasileiro!
As universidades americanas levam em consideração 7 fatores ao analisar a candidatura de um aluno:
– Notas do Ensino Médio (incluindo também o nono ano);
– Notas no SAT ou ACT, os exames para admissão padronizados (equivalentes ao nosso ENEM);
– Nota do TOEFL, o exame de proficiência em inglês;
– Atividades extracurriculares que o aluno se envolveu durante o ensino médio;
– Cartas de recomendação;
– Redações;
– Entrevista com representante da faculdade (apenas em algumas universidades);
As universidades dos Estados Unidos avaliam todos esses fatores porque elas querem ter uma visão muito mais completa de quem o estudante é, sua história de vida, seus interesses e suas motivações.
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Como é possível perceber, alguns desses fatores precisam ter atenção especial desde o início do ensino médio: por exemplo, o aluno não terá a possibilidade de “voltar no tempo” e mudar as suas notas do primeiro e segundo ano do ensino médio (a candidatura geralmente é feita no 3º ano) e também pode perder a chance de se envolver em atividades extracurriculares que engrandeçam mais seu perfil acadêmico.
Além disso, o estudante pode também cometer o erro de escolher faculdades que não tenham nada a ver com seu perfil, ou aplicar para universidades que ele não terá chances reais de admissão, correndo o risco de comprometer anos de esforço por não realizar um planejamento adequado e realista.
Portanto, os estudantes que iniciam sua preparação no nono, primeiro ou segundo anos de ensino médio possuem um período maior para planejar sua candidatura com calma e antecedência, usar bem o tempo e obter bastante informação.
Os alunos que iniciam sua preparação no nono, primeiro e segundo anos do ensino médio possuem as seguintes vantagens:
– Poderão saber mais sobre o processo de candidatura antecipadamente, suas etapas e o que fazer em cada uma delas;
– Poderão ter uma visão mais madura sobre si próprios, seus objetivos e motivações;
– Poderão se envolver em muitas atividades extracurriculares que irão melhorar sua candidatura;
– Irão planejar melhor seu tempo livre, principalmente no período de férias;
– Poderão identificar quais universidades estão mais de acordo com seu perfil;
Há muita coisa a ser feita! Como se trata de um planejamento de médio a longo prazo, a presença de um mentor durante o ensino médio pode ser fundamental!
Ter um especialista para orientar o aluno em cada uma das etapas não só permite que o estudante saiba tudo o que é necessário fazer com antecedência e excelência, mas também permite que ele tenha uma preparação específica e de acordo com o seu perfil e seus objetivos, principalmente para os fatores mais subjetivos, recebendo orientação profissional de alguém que entende do assunto e já passou por todas essas fases.
DO EARLY GUIDANCE PARA HARVARD: VEJA CASOS DE SUCESSO DA PREPARAÇÃO ANTECIPADA
Recomendamos fortemente aos estudantes que pretendem se candidatar ter algum tipo de mentoria durante o ensino médio. Na Daquiprafora, temos um programa específico de preparação antecipada, o Early Guidance, em que o estudante recebe orientação especializada que pode ser iniciada a partir do nono ano. Todos os nossos mentores são alunos ou ex-alunos de universidades do exterior. Veja mais abaixo:
[pdf-embedder url=”http://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Cópia-de-Early-Guidance.pdf” title=”Cópia de Early Guidance”]
Veja abaixo algumas faculdades onde os alunos que fizeram o Early Guidance da Daquiprafora foram aprovados:
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O que você precisa saber sobre o TOEFL
/125 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaAs universidades do Estados Unidos e Canadá levam em consideração diversos fatores ao avaliar seus candidatos. Um desses fatores é a habilidade do estudante em falar, entender, ler e escrever em inglês.
Para isso, elas usam testes específicos para avaliar o conhecimento do candidato sobre a língua inglesa, que será usada durante a faculdade no exterior.
Conhecer bem essa língua é importante para conseguir acompanhar as aulas e interagir com professores e demais alunos. Para isso, muitas universidades utilizam o TOEFL. Saiba mais sobre esse teste.
O que é o TOEFL?
O TOEFL é o exame que avalia a proficiência em inglês de um candidato. Será através desse exame que a universidade saberá qual é o nível de inglês do aluno e se ele está apto para estudar na instituição tendo o mesmo nível de entendimento dos demais estudantes, de acordo com o que a instituição considera como ideal.
O TOEFL é requisito obrigatório para todo candidato cuja língua não seja inglesa, em praticamente todas as universidades americanas. Cada universidade irá definir qual é o mínimo a ser alcançado no TOEFL para que um estudante possa estudar lá.
Essa nota é determinante na candidatura do aluno: nenhum aluno será admitido tendo a nota do TOEFL abaixo do mínimo estipulado pela faculdade, não importando o quão bom ele possa ter sido nos demais fatores avaliados.
Neste vídeo você encontra informações importantes sobre o formato do TOEFL:
O TOEFL é realizado através do computador, em um centro autorizado dentro do seu próprio país de origem. Clique aqui para ver as cidades brasileiras que oferecem o TOEFL.
O teste é dividido em quatro seções, com um tempo pré-determinado para a realização de cada uma:
Após a sua nota estar disponível, você terá de enviar os resultados diretamente do site do TOEFL para as universidades que você irá se candidatar.
Os resultados do TOEFL ficam disponíveis por dois anos. Após esse período, o seu resultado não estará mais disponível para o acesso e envio.
Quer receber mais informações sobre o exame e dicas essenciais de como se preparar para ele? Fale com o nosso time de especialistas e veja como podemos ajudar. Preencha o formulário abaixo para começarmos a conversa.
10 universidades com o maior espírito universitário
/58 Comentários/em Canadá, Dicas, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaAs universidades nos Estados Unidos são conhecidas pelo amor ao esporte e aos eventos universitários em geral.
Os eventos universitários, principalmente os esportivos, mobilizam todo o campus e é tradição para os estudantes comparecerem em todos eles tornando-os, por si só, uma grande festa.
Esse orgulho que os estudantes, ex-alunos, professores, funcionários e até moradores próximos possuem, de estarem relacionados de alguma forma àquela instituição, é chamado de school pride ou school spirit, que significa honrar e exibir todo o amor e orgulho por estudar, trabalhar ou simplesmente se identificar com aquela universidade.
Em universidades tradicionalmente esportivas, há jogos de futebol americano que costumam lotar estádios com capacidade para 80 mil pessoas, todas vestindo as cores e empunhando bandeiras para torcer pela sua faculdade do coração!
Baseado em uma pesquisa do Princeton e em um artigo da Business Insider, trazemos para você uma lista das 10 universidades com o maior espírito universitário.
Qual delas você acha que é a primeira colocada? Descubra abaixo: