A Daquiprafora é uma consultoria educacional que assessora estudantes para os processos seletivos de universidades dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido e os acompanha durante suas trajetórias universitárias, oferecendo suporte e criando oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.
É através de seu Departamento de Apoio e Desenvolvimento, o DAD, que a Daquiprafora acompanha e orienta seus alunos durante os quatro anos de faculdade, facilitando, nesse meio tempo, a transição do aluno para o mercado de trabalho.
Um dos nossos programas, focado no desenvolvimento profissional de nossos alunos, é o Summer Talents. O objetivo do Summer Talents é ajudar nossos alunos a fazerem estágios no período de férias de verão da faculdade nos EUA e Canadá e Inglaterra. Os alunos costumam ficar no Brasil entre começo de maio e final de agosto e então é uma ótima oportunidade para eles fazerem estágio e ganharem experiência.
Paralelamente, para as empresas, também é uma ótima oportunidade de ter esses jovens trabalhando em alguns projetos durante esse período e de conhecer o potencial dos alunos para pensar em futuras contratações.
O depoimento abaixo é de um dos estudantes que participaram do Summer Talents nesse ano. Gabriel Sellmer, aluno de terceiro ano da Nebraska Wesleyan University, que realizou estágio de junho a agosto no Instituto Tênis. Gabriel contou como foi a sua rotina como estagiário, as habilidades que aprendeu e desenvolveu no período e avaliou a sua evolução como profissional. Confira abaixo!
1. Como foi o trabalho? Houve um projeto com começo, meio e fim, ou foram trabalhos pontuais?
Durante os dois meses que trabalhei no Instituto a grande maioria dos meus projetos e trabalhos foram focados nas áreas de finanças e processos pois estão diretamente relacionados com meu Major e Minors. Fiquei responsável pela atualização das planilhas de custo de atletas do IT, alguns custos internos da equipe no CT e o projeto que ocupou a maior parte da minha experiência de summer foi a criação de um mapa de processos internos do Instituto Tênis, o qual incluía cerca de 20 processos de diversos setores, incluindo gestão comercial, gestão financeira, gestão operacional, governança corporativa e gestão de atletas.
2. Você sentiu uma evolução, seja ela comportamental ou técnica, durante o programa?
A oportunidade de passar as férias de verão trabalhando junto a equipe que comanda o Instituto Tênis foi sem dúvida uma grande experiência. É fundamental para qualquer estudante universitário que busca uma carreira de sucesso no mercado profissional que ele (a) tenha o máximo de ‘hands on experience’ durante o período que está na faculdade. O fato de estar num ambiente de trabalho dinâmico, assumir responsabilidades dentro de uma empresa e encarar situações do mundo real faz com que possamos por em prática toda a teoria aprendida na universidade. A experiência adquirida durante um programa de summer é de extremo valor, pois somente assim é possível ter uma ideia do quão se está preparado para iniciar sua carreira profissional.
Pessoalmente notei um crescimento e desenvolvimentos profissional muito grande durante os dois meses de estágio. O fato do meu tempo na empresa ser limitado me motivou a fazer e buscar sempre mais, absorvendo todo o conhecimento e conteúdo que podia durante o período que estava trabalhando no Instituto. Antes dessa experiência, eu não havia trabalhado em nenhuma outra empresa, então não tinha a menor ideia do que estava por vir. Uma das coisas mais importantes que eu aprendi durante esse tempo foi a necessidade de me adaptar ao novo, e estar constantemente fora da minha zona de conforto, o que me trouxe muitos benefícios e me fez desenvolver uma autoconfiança muito grande naquilo que sou capaz de fazer. Outro aspecto muito positivo de qualquer job é a oportunidade de conhecer e interagir com novas pessoas e ampliar seu círculo de amizades e principalmente network. No instituto tive a oportunidade de trabalhar ao lado de pessoas que me passaram grandes ensinamentos e me proporcionaram momentos que jamais imaginei na minha vida. Eu considero isso de imenso valor, pois amadureci, me desenvolvi profissionalmente, tive a oportunidade de trabalhar no meio do esporte que amo e ao final da experiência tive a sensação de dever cumprido.
O Instituto Tênis tem a missão de democratizar o tênis no nosso país e torna-lo mais acessível para qualquer jovem que tem o sonho de ser um atleta profissional. O tênis sempre teve grande importância na minha vida, comecei a jogar com 7 anos por vontade própria, meus pais sempre me incentivaram e proporcionaram tudo que precisei para seguir meu caminho. Através do tênis estou tendo a oportunidade de estudar numa universidade americana e buscar uma boa carreira profissional. Ao fazer parte da equipe do Instituto Tênis durante dois meses colaborando com esse fantástico projeto é algo muito gratificante, contribuir na formação de uma nova geração de tenistas e fazer com que o tênis proporcione grandes momentos na vida deles assim como me proporcionou, é algo de valor incalculável.
3. Houve um projeto de conclusão? Como foi o resultado final?
Como mencionei anteriormente eu tive a oportunidade de trabalhar em diversos projetos dentro do Instituto, porém o projeto que eu atribuo maior valor foi ter desenvolvido o mapa de processos internos do IT. O que faz esse projeto ter um valor especial para mim foi o tempo que dediquei trabalhando nele, o fato de ser algo que eu comecei do zero, tive participação de pessoas de todos os setores do Instituto Tênis me ajudando para que ele se tornasse realidade. Ao final tive a oportunidade de apresenta-lo para a equipe, ouvir o feedback deles e deixa-lo como fruto da minha experiência de summer job no IT.
4. Faltou algum detalhe que gostaria de dividir conosco? Dê seus comentários gerais.
Entre diversas oportunidade que tive no IT, uma das que mais aproveitei foi ter participado em eventos com a empresa. Durante o meu primeiro mês de estágio eu tive a oportunidade de participar de um evento chamado Google Grants no escritório da Google em São Paulo, que contou com a participação de diversas instituições e ONGs. Também tive a oportunidade nesse evento de conhecer dois representantes da empresa parceira do Instituto que é responsável por todo o desenvolvimento e gerenciamento de mídia sociais entre outras plataformas do Instituto Tênis. Umas das reuniões que participei enquanto estava na IT foi com uma startup chamada Fits, que estava interessada em fechar uma parceria com o Instituto, e foi bem bacana para mim participar da reunião, fazer parte daquele momento representando o IT e sentir como são tais experiências na vida real.
Um pouco antes do final do summer também participei de um evento da Fundação Lemann com a Daquiprafora, que reuniu diversos alunos da Daquiprafora, importantes ex-alunos que participaram do programa de bolsas da Fundação Lemann, representantes de grandes empresas, contou com a presença do próprio Jorge Paulo Lemann, o técnico da seleção Brasileira de vôlei José Roberto Guimarães e o tenista André Sá.
Trabalhar no centro de treinamento em Barueri também foi uma ótima experiência, pois o ambiente é excelente, a estrutura do local é fantástica, tive a oportunidade de interagir com atletas e técnicos do Instituto, conhecer um técnico Americano que estava visitando o CT e trabalha na USTA como diretor de desenvolvimento de atletas, além de assistir alguns treinos da seleção de voleibol feminina antes do embarque para o Grand Prix na China o qual elas vieram a ser campeãs.
Ao final do summer também ganhei um uniforme de jogo do IT, o que foi muito bacana pois não estava esperando o ‘presente’.
5. Em relação a Daquiprafora, quais foram os prontos positivos e negativos do programa de Summer Talents?
O principal ponto positivo de programa summer talents é proporcionar aos alunos a experiência de estar dentro e entender o funcionamento de uma empresa. Como todos os estudantes estão fora do país é muito difícil manter contato com empresas e instituições nacionais que podem oferecer oportunidades de estágio ou emprego. O programa de summer é fundamental para aproximar essa conexão e abrir portas aos alunos, além de incentivar as empresas nacionais a darem oportunidades aos mesmos, pois a cultura brasileira não compreende e valoriza a ideia de ter um jovem talento na empresa durante um curto período de tempo como nas férias de verão.
Agradecimento
Ao final dessa grande experiência que tive durante o meu summer eu só tenho a agradecer o Instituto Tênis e a Daquiprafora pela oportunidade que foi sem dúvida fantástica e me deu uma nova perspectiva sobre a minha futura carreira profissional. O que aprendi durante os dois meses de estágio e a sensação de dever cumprido ao final do programa é muito positiva e gratificante.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-11.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-10-10 00:00:002020-12-08 20:37:20Summer Talents - o programa da Daqui pra Fora que ajuda os seus alunos a conseguirem estágios de verão
Se você tem interesse em fazer faculdade nos Estados Unidos ou Canadá, é quase certo que você terá de fazer o exame padronizado SAT (Scholastic Aptitude Test ou Scholastic Assessment Test).
O SAT funciona como um ENEM americano, ou seja, é um exame padronizado para avaliação dos estudantes para a admissão em uma universidade. A grande maioria das universidades consideram o SAT ou o ACT como exames obrigatórios.
O que é o SAT?
O SAT é uma prova dividida em três seções: Interpretação de Texto/Escrita; Matemática e Redação (opcional). As seções de Interpretação de Texto/Escrita e Matemática valem de 200 a 800 pontos cada e a redação é avaliada de uma forma diferente, em uma escala de 2 a 8. Você pode entender como seus resultados serão avaliados lendo o guia oficial da prova.
O aluno terá um tempo total de 3 horas para realizar a prova e poderá realizar o SAT quantas vezes achar necessário. Para saber quais as cidades e datas disponíveis do exame no Brasil, clique aqui.
Neste vídeo, você encontra importantes informações sobre o SAT e as universidades que o aceitam:
Como as universidades usam a nota do exame?
Cada uma das universidades que utilizam o SAT como um dos critérios de avaliação irá definir qual é o resultado médio dos alunos que desejam estudar naquela instituição.
Quanto mais competitiva for a universidade, mais alta terá de ser a nota a ser alcançada pelo aluno. Há universidades que irão considerar somente os melhores resultados do aluno em cada um dos testes que ele fez – o chamado Superscore – ou seja, analisando todos os exames realizados pelo alunos e somando os maiores resultados que ele obteve, de cada uma das seções.
Existe ainda uma versão que avalia os alunos em áreas específicas – o SAT Subject. Algumas universidades poderão exigir que o aluno realize também provas do SAT Subject, dependendo do curso e/ou competitividade da instituição. O SAT Subject é dividido em até 20 áreas:
1- Matemática Nível 1
2- Matemática Nível 2
3- Biologia
4- Química
5- Física
6- Inglês
7- História dos EUA
8- História Mundial
9- Espanhol
10- Espanhol com áudio
11- Francês
12- Francês com áudio
13- Chinês com áudio
14- Italiano
15- Alemão
16- Alemão com áudio
17- Hebreu Moderno
18- Latim
19- Japonês com áudio
20- Coreano com áudio
Geralmente, os resultados das provas estão disponíveis em até 3 semanas após a realização do teste. Para mais informações, utilize sempre o site do College Board como referência!
Se quiser entrar em contato com o nosso time de especialistas para saber mais informações sobre o SAT ou graduações nas melhores universidades do exterior, basta preencher o formulário abaixo.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-12.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-10-05 00:00:002023-12-18 21:50:08O que você precisa saber sobre o SAT
Na Daqui pra Fora, dizemos que fazer uma graduação no exterior é um projeto familiar. A partir do momento em que o aluno decide que irá fazer faculdade fora do Brasil, sua rotina mudará durante todas as etapas desse processo daquele momento em diante – assim como a da família!
Para os alunos, estudar fora é uma grande oportunidade de desenvolvimento profissional e pessoal, principalmente por ter a chance de estudar nas melhores universidades do mundo e poder conviver com diferentes situações, rotinas e culturas.
Para quem fica, é enxergar novas possibilidades para os filhos e para a família ao lidar com cada etapa que o filho irá passar, permitindo-lhes crescer.
Na Daqui pra Fora, procuramos dar atenção não somente às necessidades dos alunos, mas também procuramos entender como os pais estão lidando com essas mudanças.
O “Início da Jornada”, nosso evento de começo de preparação para o processo de candidatura, possui atividades especiais focadas para os pais, para entender suas percepções e necessidades.
Uma das nossas iniciativas favoritas, o Daqui pra Fora Pais é uma associação em que colocamos em contato todos os pais e mães de alunos que estão prestes a iniciar os estudos no exterior ou que já estão lá – promovendo inclusive eventos presenciais no estilo bate-papo para compartilhar opiniões, dúvidas e conquistas em momentos chave para as famílias.
O depoimento abaixo representa muito bem a essência do trabalho da Daqui pra Fora com as famílias. Lisiane Brustoloni, mãe da Victória, aluna na University of South Florida, avaliou cada etapa do processo desde a ideia de fazer faculdade fora do Brasil, e o papel da Daqui pra Fora em cada uma delas.
Ficamos muito orgulhosos em receber esse tipo de retorno das famílias, tendo feito parte desse momento único na vida de cada um de nossos alunos.
O início do projeto de estudar no exterior
Apesar da vontade por parte da Victoria de estudar fora sempre ter existido, foi após ela ter nos convencido a assistir a palestra do Pedro Lunardelli, em 2015, no Colégio Marista Rosário, e um encontro posterior a essa reunião com o próprio Pedro, que a ideia passou a ter contornos reais.
Até então, não imaginávamos como era a preparação e nem ao menos se havia essa possibilidade. Podemos dizer que esse momento foi um divisor de águas. A partir dali, embarcamos no sonho.
Mesmo com a normal dificuldade do último ano no colégio, o processo de preparação para candidatura foi tranquilo, porque a Daqui pra Fora esteve presente em todas as etapas, diminuindo em muito a nossa preocupação, ansiedade e dúvidas.
A preparação para os exames
A preparação para o TOEFL já vem de uma vida, porque a Victoria fez inglês desde pequena. Para o exame em especial, ela fez quatro aulas com uma professora particular e alcançou um score de 110/120 já na sua primeira tentativa.
Já o SAT ela contou com o auxílio da Daqui pra Fora para a compreensão da prova, realização de simulados e indicação de um guia para estudos. As datas de ambos os exames (TOEFL e SAT) eram controladas pela coordenadora de admissão da Daqui pra Fora, bem como as inscrições.
Ao todo, a Victoria realizou três exames do SAT até atingir uma boa nota que a ajudasse a ter mais chances de admissão e à obtenção de uma bolsa acadêmica.
Tudo isso, seguido sempre pela orientação da Daqui pra Fora, pois nós não teríamos a menor ideia e nem parâmetro para avaliar um bom ou mal desempenho.
A escolha da faculdade
O processo de escolha e candidatura para uma universidade é bastante complexo visto a quantidade de ótimas opções que existem nos Estados Unidos e, para alunos internacionais, mesmo após a aceitação, existe uma série de etapas a serem seguidas:
Documentações;
Visto;
Vacinas;
Escolha de dormitório;
Pagamento de taxas.
Costumo falar isso a todos que perguntam sobre o processo de aplicação: o papel da Daqui pra Fora é indispensável em todas as etapas, do início ao fim. Não é algo fácil de entender e acompanhar para quem não tem experiência porque é completamente diferente do nosso vestibular.
São muitos prazos a cumprir, algo que para quem não está familiarizado fica extremamente estressante. Em nenhum momento ficamos preocupados com datas, tudo era nos avisado em tempo hábil.
Dentre todas as universidades que a Daqui pra Fora selecionou para nossa apreciação e escolha, optamos, após duas listas extensas, por aquelas que, além de estarem dentro do nosso orçamento, avaliamos como melhores em termos de localização e nível de excelência na área por ela escolhida.
Tivemos a felicidade de contar com todo o apoio da coordenadora acadêmica Sam no momento, assim como já contamos com a Katie e a Alana em etapas anteriores. Todas sempre disponíveis e receptivas as nossas dúvidas.
Como ela acabou sendo aceita por todas as seis em que aplicou, e todas eram ótimas, pedimos mais uma vez auxilio para a Daqui pra Fora para tomar a decisão final.
Através do consultor Pedro Lunardelli, que nos colocou em contato com uma aluna também aqui de Porto Alegre que já está indo para o seu segundo ano na University of South Florida, tomamos a decisão final e a matriculamos nessa universidade que era desde o início a preferida dela. Ela escolheu o curso de Relações Internacionais.
Compartilhando a experiência
No dia 1° de julho, estivemos presentes no Daqui pra Frente, um megaevento de orientação pré-embarque realizado em São Paulo, o que demonstra que mesmo depois de escolhida a universidade, a Daqui pra Fora continua a dar suporte aos alunos aprovados.
Além do Daqui pra Frente, a Daqui pra Fora também promoveu palestras em sua sede em São Paulo e tivemos a oportunidade de assisti-las online (por morarmos em Porto Alegre) sobre planejamento financeiro e também com representantes de algumas universidades.
A Victoria estava contando os dias para o embarque! O semestre se iniciou no dia 20 de agosto, porém a universidade ofereceu uma Orientation Week (semana de orientação) para pais e alunos calouros.
Essa semana foi muito tranquilizadora para nossos corações de pais, pois temos a certeza que ela ficará bem instalada.
A família inteira está vivendo um momento mágico, estamos prontos para viver um sonho. Mesmo a Victoria sendo filha única, temos a certeza como pais de que estamos fazendo a coisa certa ao incentivá-la a fazer uma graduação no exterior.
Contratar a Daqui pra Fora para o processo há dois anos foi, sem dúvidas, a mais acertada decisão para a concretização desse sonho.
A sensação que temos é que todos amam o que fazem na Daqui pra Fora e o fazem com todo o empenho e dedicação possíveis, nos dando segurança num momento de tamanha importância. Só nos cabe dizer muito obrigada e sigam sempre por este caminho!
Cássio, Lisiane e Victoria Brustoloni
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-13.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-10-03 00:00:002024-04-03 21:18:14"O Olhar de Quem Fica" - Confira o depoimento de Lisiane Brustoloni sobre a jornada de sua filha Victoria rumo a uma universidade nos Estados Unidos
Como é possível perceber, alguns desses fatores precisam ter atenção especial desde o início do ensino médio: por exemplo, o aluno não terá a possibilidade de “voltar no tempo” e mudar as suas notas do primeiro e segundo ano do ensino médio (a candidatura geralmente é feita no 3º ano) e também pode perder a chance de se envolver em atividades extracurriculares que engrandeçam mais seu perfil acadêmico.
Além disso, o estudante pode também cometer o erro de escolher faculdades que não tenham nada a ver com seu perfil, ou aplicar para universidades que ele não terá chances reais de admissão, correndo o risco de comprometer anos de esforço por não realizar um planejamento adequado e realista.
Portanto, os estudantes que iniciam sua preparação no nono, primeiro ou segundo anos de ensino médio possuem um período maior para planejar sua candidatura com calma e antecedência, usar bem o tempo e obter bastante informação.
Os alunos que iniciam sua preparação no nono, primeiro e segundo anos do ensino médio possuem as seguintes vantagens:
– Poderão saber mais sobre o processo de candidatura antecipadamente, suas etapas e o que fazer em cada uma delas;
– Poderão ter uma visão mais madura sobre si próprios, seus objetivos e motivações;
– Poderão se envolver em muitas atividades extracurriculares que irão melhorar sua candidatura;
– Irão planejar melhor seu tempo livre, principalmente no período de férias;
– Poderão identificar quais universidades estão mais de acordo com seu perfil;
Há muita coisa a ser feita! Como se trata de um planejamento de médio a longo prazo, a presença de um mentor durante o ensino médio pode ser fundamental!
Ter um especialista para orientar o aluno em cada uma das etapas não só permite que o estudante saiba tudo o que é necessário fazer com antecedência e excelência, mas também permite que ele tenha uma preparação específica e de acordo com o seu perfil e seus objetivos, principalmente para os fatores mais subjetivos, recebendo orientação profissional de alguém que entende do assunto e já passou por todas essas fases.
Recomendamos fortemente aos estudantes que pretendem se candidatar ter algum tipo de mentoria durante o ensino médio. Na Daquiprafora, temos um programa específico de preparação antecipada, o Early Guidance, em que o estudante recebe orientação especializada que pode ser iniciada a partir do nono ano. Todos os nossos mentores são alunos ou ex-alunos de universidades do exterior. Veja mais abaixo:
[pdf-embedder url=”http://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Cópia-de-Early-Guidance.pdf” title=”Cópia de Early Guidance”]
Veja abaixo algumas faculdades onde os alunos que fizeram o Early Guidance da Daquiprafora foram aprovados:
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-10-02 00:00:002020-12-09 14:21:20As vantagens de se preparar no 9° ano, 1° e 2° anos do Ensino Médio
Para isso, elas usam testes específicos para avaliar o conhecimento do candidato sobre a língua inglesa, que será usada durante a faculdade no exterior.
Conhecer bem essa língua é importante para conseguir acompanhar as aulas e interagir com professores e demais alunos. Para isso, muitas universidades utilizam o TOEFL. Saiba mais sobre esse teste.
O que é o TOEFL?
O TOEFL é o exame que avalia a proficiência em inglês de um candidato. Será através desse exame que a universidade saberá qual é o nível de inglês do aluno e se ele está apto para estudar na instituição tendo o mesmo nível de entendimento dos demais estudantes, de acordo com o que a instituição considera como ideal.
O TOEFL é requisito obrigatório para todo candidato cuja língua não seja inglesa, em praticamente todas as universidades americanas. Cada universidade irá definir qual é o mínimo a ser alcançado no TOEFL para que um estudante possa estudar lá.
Essa nota é determinante na candidatura do aluno: nenhum aluno será admitido tendo a nota do TOEFL abaixo do mínimo estipulado pela faculdade, não importando o quão bom ele possa ter sido nos demais fatores avaliados.
Neste vídeo você encontra informações importantes sobre o formato do TOEFL:
O teste é dividido em quatro seções, com um tempo pré-determinado para a realização de cada uma:
Reading: 35 minutos para a realização;
Listening: 36 minutos para a realização;
Speaking: 16 minutos para a realização;
Writing: 29 minutos para a realização.
Após a sua nota estar disponível, você terá de enviar os resultados diretamente do site do TOEFL para as universidades que você irá se candidatar.
Os resultados do TOEFL ficam disponíveis por dois anos. Após esse período, o seu resultado não estará mais disponível para o acesso e envio.
Quer receber mais informações sobre o exame e dicas essenciais de como se preparar para ele? Fale com o nosso time de especialistas e veja como podemos ajudar. Preencha o formulário abaixo para começarmos a conversa.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-09-26 00:00:002024-03-21 21:55:23O que você precisa saber sobre o TOEFL
As universidades nos Estados Unidos são conhecidas pelo amor ao esporte e aos eventos universitários em geral.
Os eventos universitários, principalmente os esportivos, mobilizam todo o campus e é tradição para os estudantes comparecerem em todos eles tornando-os, por si só, uma grande festa.
Esse orgulho que os estudantes, ex-alunos, professores, funcionários e até moradores próximos possuem, de estarem relacionados de alguma forma àquela instituição, é chamado de school pride ou school spirit, que significa honrar e exibir todo o amor e orgulho por estudar, trabalhar ou simplesmente se identificar com aquela universidade.
Em universidades tradicionalmente esportivas, há jogos de futebol americano que costumam lotar estádios com capacidade para 80 mil pessoas, todas vestindo as cores e empunhando bandeiras para torcer pela sua faculdade do coração!
Qual delas você acha que é a primeira colocada? Descubra abaixo:
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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-geral-blog-02.png6671000Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-09-22 00:00:002024-04-11 08:47:5310 universidades com o maior espírito universitário
Para quem deseja iniciar seu processo de candidatura para fazer faculdade nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, é fundamental realizar um planejamento, já que é preciso definir o que terá de ser feito, quando fazer e como fazer.
Esse planejamento será como um guia para o estudante durante todo o processo, fazendo com que ele se mantenha na direção correta.
Uma das principais etapas do processo de candidatura é a seleção de universidades.
É preciso ser muito racional nessa etapa. O estudante precisa conhecer a si próprio e ser realista com seu perfil acadêmico para saber quais serão suas melhores opções de universidades e suas reais chances de admissão nessas instituições.
Por exemplo, o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama não se sentiu confortável em seu primeiro ano na Occidental College, em Los Angeles. Procurando um ambiente mais urbano e diverso, decidiu se transferir para Columbia University, em New York City, onde se adaptou melhor e concluiu sua graduação.
Como definir as opções de universidades
Veja no infográfico abaixo quais são os principais fatores a serem considerados ao montar sua lista de universidades:
Podemos ajudar você a entender quais serão as melhores opções de faculdade para você de acordo com seu perfil, e quais serão as melhores bolsas de estudo que você poderá conseguir.
Se você quiser receber mais conteúdos relevantes para ajudar no seu processo de fazer faculdade no exterior, assine agora a nossa newsletter.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-1.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-09-19 00:00:002024-04-11 09:09:28Como escolher as melhores opções de universidades
Antigamente, muita gente tinha receio de se aventurar em cursos pouco convencionais, só que o mundo mudou e essas profissões “diferentes” se tornaram promissoras e, portanto, super concorridas. A faculdade de cinema é um grande exemplo disso, já que a procura pelo curso vem crescendo no mundo todo.
Para se dar bem nessa área, nada melhor que fazer a formação no principal produtor de Cinema mainstream do mundo, os Estados Unidos. As universidades americanas oferecem a melhor estrutura que o aluno pode ter no ramo, além da proximidade com estúdios e profissionais do conceituadíssimo mercado de lá.
Foi lá que se formaram alguns dos mais conhecidos diretores de cinema do mundo — American Film Institute, em Los Angeles, teve como aluno Terrence Malick e Darren Aronofsky, por exemplo.
A University of Southern California tem entre seus ilustres ex-alunos os diretores George Lucas, de Star Wars, Ron Howard, de Uma Mente Brilhante, e o produtor Jon Landau, de Avatar.
Steven Spielberg estudou na California State University – Long Beach e Kathryn Bigelow estudou na Columbia University School of Arts.
Se você deseja saber como é cursar uma faculdade de cinema nos Estados Unidos, acompanhe o post!
Por que estudar faculdade de cinema nos Estados Unidos?
Além da possibilidade de estudar em instituições que formaram grandes diretores de cinema, as faculdades americanas também proporcionam diversas vantagens aos seus alunos, como contam alguns estudantes da Daqui pra Fora!
Muita prática
“Eu conhecia um menino que conseguiu uma bolsa de estudos e estava em Minnesota. Os pais dele conversaram com os meus pais e decidimos que era hora de tentar uma bolsa também”, conta Raquel Bordin, estudante na Grand Valley State University, em Michigan. Ela tomou a decisão de estudar fora após ter iniciado o curso no Brasil.
“Eu tentei fazer Cinema no Brasil. Fiz faculdade por meio ano em Curitiba, mas não estava satisfeita com a frequência e com o nível das aulas. Nos EUA, as universidades oferecem um ensino mais abrangente, além de permitirem que você escolha suas próprias aulas, professores e monte seu horário, isso é ótimo”, compara Raquel.
E ela não se arrepende da decisão. “Os recursos fazem toda a diferença por aqui. Minha faculdade é equipada com 21 laboratórios com uma enorme variedade de softwares (Final Cut, After Effects, Flash, Photoshop…), que aprendemos a usar para fazer os trabalhos do curso. O prédio do departamento de Comunicações tem um andar com várias salas exclusivas para edição. Nesse mesmo prédio qualquer aluno de Cinema pode reservar, sem custo algum, equipamentos de filmagem”, diz Raquel.
“Aqui os alunos são cercados de oportunidades para aplicar o conteúdo das aulas. A minha universidade tem mais de 300 organizações estudantis, e uma delas é um canal de televisão, Grand Valley Television. Vários alunos de Cinema se organizam para filmar episódios de séries, documentários e programas de notícias, que são transmitidos no canal da faculdade. Além disso, os professores costumam mandar e-mails com oportunidades de estágio, convites para trabalhar em projetos e palestras que podem ser úteis para os alunos”, atesta Raquel.
“Eu acredito que aqui nos EUA, as universidades se preocupam muito com o futuro dos alunos. Há orientadores para auxiliar os estudantes com o planejamento das aulas, oportunidades de estágio, intercâmbios em universidades estrangeiras, possíveis bolsas de estudo etc. Sinto que estou aprendendo muito e sei que são aprendizados que abrirão muitas portas no futuro, como o domínio dos softwares que os profissionais do ramo usam, por exemplo. Mas a vantagem mais importante é poder usar os equipamentos e filmar, aprendendo na prática. O ensino aqui é abrangente o suficiente para preparar o aluno para diferentes áreas de atuação e isso faz toda a diferença”, avalia Raquel.
Neste vídeo, você encontra importantes informações sobre portfólio para cinema:
Acesso ao mercado de trabalho
Para conseguir uma boa vaga no mercado de trabalho nessa área, é preciso sair da faculdade com um portfólio bem completo. Por isso, fazer a formação nos EUA é um grande negócio.
Lá os estudantes têm acesso a materiais e equipamentos que permitem que ponham a mão na massa, além de estar perto dos grandes estúdios de cinema, o que abre possibilidades para excelentes estágios.
“Uma das maiores vantagens de estudar Cinema nos Estados Unidos é que você está bem próximo do mercado mais importante da indústria cinematográfica mundial. Ou seja, seus professores, seus colegas de classe e toda a rede de relacionamento (networking) será muito relevante para sua experiência e para indicações futuras”, conta Leandro Caires, formado em Cinema na Emerson College, na cidade de Boston.
Leandro diz que o portfólio é realmente o que mais importa ao final do curso. “O portfólio é fundamental nesta área. Nesse mercado, as pessoas querem ver seus projetos, seus vídeos, fotografias, curta-metragens, os prêmios concorridos e os vencidos”, explica.
“O importante é correr atrás de experiências (estágios e trainee) antes de se formar. Você precisa ter experiência administrativa e prática. Durante a faculdade eu estagiei em diversas produtoras locais, ganhei um estágio no Festival de Cannes (França), concorri e ganhei alguns prêmios da indústria para universitários, e finalizei os créditos da faculdade por meio de um estágio nos estúdios de Warner Bros na Califórnia, que foi algo do qual corri atrás. Liguei para eles em busca de uma oportunidade e consegui. Tem que ser assim”, aconselha.
Depois da experiência na Warner, Leandro já produziu 3 filmes no Brasil, abriu sua própria produtora (Social Filmes), trabalhou na distribuidora nacional Imagem Filmes e hoje é consultor no departamento de conteúdo da Vivo.
Além de todas as oportunidades que o estudante de Cinema tem enquanto faz o curso nos EUA, depois de formado ele é possível receber um visto, o OPT (Optional Practical Training), que dá direito a trabalhar durante um ano por lá. É mais uma excelente chance de adquirir experiência internacional no melhor lugar do mundo para profissionais dessa área.
Para quem pensa em voltar para o Brasil depois de formado, o segredo é começar cedo a fazer contatos. “Se a sua intenção é voltar para o mercado brasileiro, então nas férias procure estágios nas produtoras, nas emissoras e nas distribuidoras que existem no Brasil”, recomenda Leandro, que fez exatamente isso: trabalhou em um filme brasileiro e fez um curso de especialização nas férias.
Diversidade cultural
Outra vantagem do curso nos Estados Unidos é o ambiente multicultural. A Grand Valley State, onde Raquel estuda, é um bom exemplo disso:
“A minha faculdade se preocupa bastante com diversidade, por isso adora acomodar estrangeiros. É um contato ótimo. Eventos internacionais não faltam! Há mais de 300 alunos do mundo inteiro aqui. Alguns estudam só por um semestre ou um ano, mas vários são como eu e estão aqui por 4 anos. Contando comigo são 5 brasileiros na minha universidade. Acho que toda diversidade tem uma contribuição positiva por abrir nossa mente para novas perspectivas.”
Carlos Rocha, dono da Kinomaxx, principal empresa de comercialização de publicidade em cinemas no Brasil, acha fundamental a formação nos EUA: “A infraestrutura lá fora é excelente. O jovem formado fora é muito bem visto, pois já passou por experiências que ainda nem chegaram no Brasil. Eles têm “visão de futuro”.
Como é a graduação em cinema nos EUA?
Todos sabem que os Estados Unidos têm uma das melhores indústrias cinematográficas do mundo, que produz obras que fazem sucesso em todos os continentes.
É claro que existem filmes fantásticos produzidos, filmados e lançados por outros países, no entanto, é inevitável não pensar em boas obras sem se lembrar de Hollywood.
Apesar de algumas pessoas pensarem que não é preciso frequentar uma faculdade de cinema para entender sobre o assunto, isto não é verdade, pois o ambiente escolar voltado para o tema é capaz de abrir os olhos do aluno para as possibilidades do ramo, assim como pode encorajá-lo em diversos aspectos, coisas que o autoaprendizado não é capaz de fazer.
Nesse sentido, é válido ressaltar que diversos cineastas de sucesso, como Aronofsky, Scorsese, Coppola, Lynch e Bigelow, iniciaram a sua carreira em uma escola de cinema.
Contudo, frequentar uma faculdade de cinema não é apenas para quem deseja necessariamente se tornar diretor de cinema, pois também há estudos voltados para roteiristas ou cinematógrafos, por exemplo.
Assim, fazer uma faculdade de cinema nos Estados Unidos é capaz de preparar com excelência o aluno para as carreiras de produção cinematográfica, artes visuais, cinematografia e fotografia.
As instituições do país costumam ensinar técnicas de filmagem, produção, iluminação, edição, entre outras.
Além disso, ainda é possível realizar trabalhos independentes como parte prática da graduação. Dessa maneira, ao concluí-la, o aluno já estará pronto para assumir cargos em empresas cinematográficas, agências de publicidade, estúdios de jornalismo e até mesmo para iniciar o seu próprio negócio.
As faculdades americanas também costumam ter um grande e moderno aparato tecnológico, com diversas instalações e equipamentos de última geração — é fundamental verificar o material que a universidade fornece para os alunos usarem durante a graduação em cinema, uma vez que ter essa vivência prática faz toda a diferença.
Outro fator que deve ser considerado é que nos Estados Unidosmuitas universidades oferecem um módulo obrigatório de estágio ou emprego remunerado no setor.
Neste momento em que os estudantes têm a oportunidade de trabalhar em estúdios de cinema de verdade, o que, além da experiência, ainda proporciona uma rede de contatos dentro da área.
Dessa maneira, frequentar uma faculdade de Cinema nos Estados Unidos ainda oferece a oportunidade de conhecer, estudar e trabalhar com diversos cineastas talentosos, o que pode proporcionar relevantes vantagens com relação à colaboração e apoio por toda a carreira.
Por fim, as durações dos cursos americanos variam conforme a modalidade escolhida. As graduações em cinema, por exemplo, são realizadas em um período de 4 anos. Já um mestrado na área tem duração de 2 anos.
Como vimos, os Estados Unidos abriga as melhores faculdades de cinema do mundo, bem como produz os filmes com mais reconhecimento no ramo — itens que proporcionam grandes chances de empregabilidade e sucesso na carreira.
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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-2.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-09-14 00:00:002023-12-27 09:54:13Como é fazer faculdade de cinema nos Estados Unidos?
A Daquiprafora é uma consultoria educacional que assessora estudantes para os processos seletivos de universidades dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido e os acompanha durante suas trajetórias universitárias, oferecendo suporte e criando oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.
Estamos aqui porque queremos oferecer aos jovens oportunidades de desenvolvimento acadêmico, esportivo, cultural e profissional para que eles se tornem pessoas melhores.
Na Daquiprafora, baseamos nosso trabalho em cinco pilares:
• Nós Sonhamos: Trabalhamos com sonhos e cuidamos de cada detalhe para entregar realização.
• Nós Transformamos: Uma excelente educação é, sem dúvida, um processo transformador.
• Nós Cuidamos: Cuidamos de cada parte do processo, de cada data e de cada documento com muita dedicação. Aqui, você está em boas mãos.
• Nós Lutamos: Se houver uma chance, nós vamos fazer acontecer!
• Nós Vamos Junto: São tantos os contatos, e a gente se envolve, de verdade, com cada história, com cada sonho realizado, que os nossos clientes viram nossos amigos.
É com muito orgulho que apresentamos nossos resultados da turma de agosto de 2017 de nosso programa acadêmico:
Podemos ajudar você a entender quais serão as melhores opções de faculdade para você de acordo com seu perfil, e quais serão as melhores bolsas de estudo que você poderá conseguir!
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-geral-blog-02.png6671000Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-09-07 00:00:002020-03-30 01:25:37Nossos números - veja os resultados da turma de Agosto/2017 do Programa Acadêmico da Daquiprafora
Cinco dicas para ajudar na convivência com seu companheiro de quarto, Por Bryan Burnsed do US News
Um dos fatores mais importantes para se adaptar bem em uma universidade no exterior é a harmonia com seu roommate (companheiro de quarto).
Experientes profissionais das universidades dizem que os calouros assim que chegam costumam se preocupar em dar conta de tarefas ou em serem convidados para as melhores festas, mas, na verdade, evitar conflitos com seu roommate é um dos pontos mais importantes para a felicidade do aluno nos seus primeiros meses no campus.
A importância de se dar bem com o roommate
Muitas universidades vão longe tentando ajudar estudantes a encontrar um roommate com quem eles terão sintonia.
A St. Catherine University, em St. Paul, Minnesota, por exemplo, usa um software de análise que funciona como um “buscador de roommate”, que une alunos com preferências e interesses semelhantes.
Outras escolas, como a Franklin W. Olin College of Engineering, em Needham, Massachssets, faz perguntas simples (Você é uma pessoa diurna ou noturna? O quanto você é organizado? Você estuda escutando música?) para tentar formar boas conexões.
Porém, no final das contas, não importa quantos interesses ou hábitos você e seu roommate compartilham. Se você não estiver disposto a dar os passos necessários para se comunicar, certamente vão surgir conflitos quando o nível de estresse subir um pouco.
Você não precisa ser o melhor amigo do seu roommate, mas siga as cinco dicas que os profissionais de moradias universitárias dão para, pelo menos, tornar a relação entre roommates cordial e livre de brigas ou conflitos.
Uma vez que você achou ou lhe designaram um roommate através do serviço especializado da sua unievrsidade, tudo bem você procurar por ele no Facebook, mas não o julgue baseado apenas no que você encontrou na Internet ou deixe que esse seja todo o seu contato pré-universidade, dizem os experts.
Telefone para ele simplesmente para se apresentar ou para combinar quem vai trazer a TV ou o frigobar. “Seja mais que um amigo-eletrônico”, diz Donna McGalliard, coordenadora de moradia da Wake Forest University.
“Não confie apenas no Facebook, mensagens de texto, Twitter etc. para conhecer alguém. As pessoas são mais que as fotos que elas postam nas redes sociais.
2 – Não deixe os problemas acumularem
Independentemente do quanto você convive bem com alguém, se você passa a maior parte do tempo fechado num pequeno quarto com essa pessoa, as diferenças entre vocês podem começar a mexer com seus nervos.
Se ele tem um hábito que o incomoda, ou existe algum problema mais sério, tenha logo uma conversa honesta, dizem os especialistas, ou arrisque um longo discurso perto do final do semestre.
“O primeiro a saber sobre um conflito entre roommates deve ser o roommate”, diz David Tuttle, vice-presidente interino de negócios estudantis da Trinity University. “Os alunos valorizam demais as questões e discutem exageradamente quando as coisas se acumulam.”
Há poucos sortudos que criam ligações para toda vida com seus roommates já no primeiro ano da faculdade. Mas, de acordo com especialistas das universidades, essa não é a regra.
A única expectativa que se deve ter nesse momento em relação ao seu roommate é que ele respeite você e o espaço em que vocês vivem. Qualquer coisa além disso é lucro.
“A maioria dos calouros se sentem pressionados a serem os melhores amigos dos seus roommates”, explica Debra Waller-Frederik, diretora de moradia na Mount Saint Mary College, em Newburgh, New York.
“Isso não é necessário nem realista. Eles apenas precisam viver juntos. Se no final, em maio, eles forem grandes amigos, melhor.”
Muitos calouros cresceram acostumados com um quarto exclusivo em suas casas. Mas, isso não acontece com quem vai viver no campus, então prepare-se para fazer acordos.
É o que aconselham os especialistas em moradia das universidades. O dar e receber entre você e seu roommate vai acalmar as tensões que podem surgir num quarto compartilhado.
“O segredo é dividir e fazer ajustes que funcionem e com os quais todos se sintam confortáveis”, diz Rick Moreci, diretor do serviço de moradia da DePaul University, em Chicago, Illinois.
Esses acordos não implicam em sacrifícios, e sim em trabalhar juntos para determinar combinados que busquem o bem-estar de todos.”
5 – Estabeleça regras
Embora possa parecer estranho no começo, uma conversa franca com seu roommate nos primeiros dias para estabelecer algumas regras será de grande utilidade no longo prazo. Seja sobre a limpeza do quarto, ouvir música, ou receber amigos, fazer seu roommate saber o que pode deixá-lo desconfortável é muito importante.
“Roommates devem discutir se meninos podem passar a noite, se meninas podem passar a noite”, acredita Matthew Doyly, coordenador de moradias da Hope College, em Holland, Michigan.
“Principalmente se for alguma coisa contra as regras do campus, assegurem-se de ter uma conversa.”
Tem o sonho de fazer faculdade no exterior e poder compartilhar o quarto com um roommate? A Daqui pra Fora pode oferecer a assistência especializada que você precisa.
Preencha o formulário abaixo e converse com um dos nossos especialistas para entender como podemos ajudar.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2017-08-30 00:00:002024-03-18 16:06:53Cinco dicas para a convivência com o companheiro de quarto
Summer Talents – o programa da Daqui pra Fora que ajuda os seus alunos a conseguirem estágios de verão
/34 Comentários/em Carreira, Depoimentos /por Daqui pra ForaA Daquiprafora é uma consultoria educacional que assessora estudantes para os processos seletivos de universidades dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido e os acompanha durante suas trajetórias universitárias, oferecendo suporte e criando oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.
É através de seu Departamento de Apoio e Desenvolvimento, o DAD, que a Daquiprafora acompanha e orienta seus alunos durante os quatro anos de faculdade, facilitando, nesse meio tempo, a transição do aluno para o mercado de trabalho.
Um dos nossos programas, focado no desenvolvimento profissional de nossos alunos, é o Summer Talents. O objetivo do Summer Talents é ajudar nossos alunos a fazerem estágios no período de férias de verão da faculdade nos EUA e Canadá e Inglaterra. Os alunos costumam ficar no Brasil entre começo de maio e final de agosto e então é uma ótima oportunidade para eles fazerem estágio e ganharem experiência.
Paralelamente, para as empresas, também é uma ótima oportunidade de ter esses jovens trabalhando em alguns projetos durante esse período e de conhecer o potencial dos alunos para pensar em futuras contratações.
[pdf-embedder url=”http://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Empresas-Summer-Talents-1.pdf” title=”Empresas – Summer Talents (1)”]
O depoimento abaixo é de um dos estudantes que participaram do Summer Talents nesse ano. Gabriel Sellmer, aluno de terceiro ano da Nebraska Wesleyan University, que realizou estágio de junho a agosto no Instituto Tênis. Gabriel contou como foi a sua rotina como estagiário, as habilidades que aprendeu e desenvolveu no período e avaliou a sua evolução como profissional. Confira abaixo!
1. Como foi o trabalho? Houve um projeto com começo, meio e fim, ou foram trabalhos pontuais?
Durante os dois meses que trabalhei no Instituto a grande maioria dos meus projetos e trabalhos foram focados nas áreas de finanças e processos pois estão diretamente relacionados com meu Major e Minors. Fiquei responsável pela atualização das planilhas de custo de atletas do IT, alguns custos internos da equipe no CT e o projeto que ocupou a maior parte da minha experiência de summer foi a criação de um mapa de processos internos do Instituto Tênis, o qual incluía cerca de 20 processos de diversos setores, incluindo gestão comercial, gestão financeira, gestão operacional, governança corporativa e gestão de atletas.
2. Você sentiu uma evolução, seja ela comportamental ou técnica, durante o programa?
A oportunidade de passar as férias de verão trabalhando junto a equipe que comanda o Instituto Tênis foi sem dúvida uma grande experiência. É fundamental para qualquer estudante universitário que busca uma carreira de sucesso no mercado profissional que ele (a) tenha o máximo de ‘hands on experience’ durante o período que está na faculdade. O fato de estar num ambiente de trabalho dinâmico, assumir responsabilidades dentro de uma empresa e encarar situações do mundo real faz com que possamos por em prática toda a teoria aprendida na universidade. A experiência adquirida durante um programa de summer é de extremo valor, pois somente assim é possível ter uma ideia do quão se está preparado para iniciar sua carreira profissional.
Pessoalmente notei um crescimento e desenvolvimentos profissional muito grande durante os dois meses de estágio. O fato do meu tempo na empresa ser limitado me motivou a fazer e buscar sempre mais, absorvendo todo o conhecimento e conteúdo que podia durante o período que estava trabalhando no Instituto. Antes dessa experiência, eu não havia trabalhado em nenhuma outra empresa, então não tinha a menor ideia do que estava por vir. Uma das coisas mais importantes que eu aprendi durante esse tempo foi a necessidade de me adaptar ao novo, e estar constantemente fora da minha zona de conforto, o que me trouxe muitos benefícios e me fez desenvolver uma autoconfiança muito grande naquilo que sou capaz de fazer. Outro aspecto muito positivo de qualquer job é a oportunidade de conhecer e interagir com novas pessoas e ampliar seu círculo de amizades e principalmente network. No instituto tive a oportunidade de trabalhar ao lado de pessoas que me passaram grandes ensinamentos e me proporcionaram momentos que jamais imaginei na minha vida. Eu considero isso de imenso valor, pois amadureci, me desenvolvi profissionalmente, tive a oportunidade de trabalhar no meio do esporte que amo e ao final da experiência tive a sensação de dever cumprido.
O Instituto Tênis tem a missão de democratizar o tênis no nosso país e torna-lo mais acessível para qualquer jovem que tem o sonho de ser um atleta profissional. O tênis sempre teve grande importância na minha vida, comecei a jogar com 7 anos por vontade própria, meus pais sempre me incentivaram e proporcionaram tudo que precisei para seguir meu caminho. Através do tênis estou tendo a oportunidade de estudar numa universidade americana e buscar uma boa carreira profissional. Ao fazer parte da equipe do Instituto Tênis durante dois meses colaborando com esse fantástico projeto é algo muito gratificante, contribuir na formação de uma nova geração de tenistas e fazer com que o tênis proporcione grandes momentos na vida deles assim como me proporcionou, é algo de valor incalculável.
3. Houve um projeto de conclusão? Como foi o resultado final?
Como mencionei anteriormente eu tive a oportunidade de trabalhar em diversos projetos dentro do Instituto, porém o projeto que eu atribuo maior valor foi ter desenvolvido o mapa de processos internos do IT. O que faz esse projeto ter um valor especial para mim foi o tempo que dediquei trabalhando nele, o fato de ser algo que eu comecei do zero, tive participação de pessoas de todos os setores do Instituto Tênis me ajudando para que ele se tornasse realidade. Ao final tive a oportunidade de apresenta-lo para a equipe, ouvir o feedback deles e deixa-lo como fruto da minha experiência de summer job no IT.
4. Faltou algum detalhe que gostaria de dividir conosco? Dê seus comentários gerais.
Entre diversas oportunidade que tive no IT, uma das que mais aproveitei foi ter participado em eventos com a empresa. Durante o meu primeiro mês de estágio eu tive a oportunidade de participar de um evento chamado Google Grants no escritório da Google em São Paulo, que contou com a participação de diversas instituições e ONGs. Também tive a oportunidade nesse evento de conhecer dois representantes da empresa parceira do Instituto que é responsável por todo o desenvolvimento e gerenciamento de mídia sociais entre outras plataformas do Instituto Tênis. Umas das reuniões que participei enquanto estava na IT foi com uma startup chamada Fits, que estava interessada em fechar uma parceria com o Instituto, e foi bem bacana para mim participar da reunião, fazer parte daquele momento representando o IT e sentir como são tais experiências na vida real.
Um pouco antes do final do summer também participei de um evento da Fundação Lemann com a Daquiprafora, que reuniu diversos alunos da Daquiprafora, importantes ex-alunos que participaram do programa de bolsas da Fundação Lemann, representantes de grandes empresas, contou com a presença do próprio Jorge Paulo Lemann, o técnico da seleção Brasileira de vôlei José Roberto Guimarães e o tenista André Sá.
Trabalhar no centro de treinamento em Barueri também foi uma ótima experiência, pois o ambiente é excelente, a estrutura do local é fantástica, tive a oportunidade de interagir com atletas e técnicos do Instituto, conhecer um técnico Americano que estava visitando o CT e trabalha na USTA como diretor de desenvolvimento de atletas, além de assistir alguns treinos da seleção de voleibol feminina antes do embarque para o Grand Prix na China o qual elas vieram a ser campeãs.
Ao final do summer também ganhei um uniforme de jogo do IT, o que foi muito bacana pois não estava esperando o ‘presente’.
5. Em relação a Daquiprafora, quais foram os prontos positivos e negativos do programa de Summer Talents?
O principal ponto positivo de programa summer talents é proporcionar aos alunos a experiência de estar dentro e entender o funcionamento de uma empresa. Como todos os estudantes estão fora do país é muito difícil manter contato com empresas e instituições nacionais que podem oferecer oportunidades de estágio ou emprego. O programa de summer é fundamental para aproximar essa conexão e abrir portas aos alunos, além de incentivar as empresas nacionais a darem oportunidades aos mesmos, pois a cultura brasileira não compreende e valoriza a ideia de ter um jovem talento na empresa durante um curto período de tempo como nas férias de verão.
Agradecimento
Ao final dessa grande experiência que tive durante o meu summer eu só tenho a agradecer o Instituto Tênis e a Daquiprafora pela oportunidade que foi sem dúvida fantástica e me deu uma nova perspectiva sobre a minha futura carreira profissional. O que aprendi durante os dois meses de estágio e a sensação de dever cumprido ao final do programa é muito positiva e gratificante.
O que você precisa saber sobre o SAT
/125 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaSe você tem interesse em fazer faculdade nos Estados Unidos ou Canadá, é quase certo que você terá de fazer o exame padronizado SAT (Scholastic Aptitude Test ou Scholastic Assessment Test).
O SAT funciona como um ENEM americano, ou seja, é um exame padronizado para avaliação dos estudantes para a admissão em uma universidade. A grande maioria das universidades consideram o SAT ou o ACT como exames obrigatórios.
O que é o SAT?
O SAT é uma prova dividida em três seções: Interpretação de Texto/Escrita; Matemática e Redação (opcional). As seções de Interpretação de Texto/Escrita e Matemática valem de 200 a 800 pontos cada e a redação é avaliada de uma forma diferente, em uma escala de 2 a 8. Você pode entender como seus resultados serão avaliados lendo o guia oficial da prova.
O aluno terá um tempo total de 3 horas para realizar a prova e poderá realizar o SAT quantas vezes achar necessário. Para saber quais as cidades e datas disponíveis do exame no Brasil, clique aqui.
Neste vídeo, você encontra importantes informações sobre o SAT e as universidades que o aceitam:
Como as universidades usam a nota do exame?
Cada uma das universidades que utilizam o SAT como um dos critérios de avaliação irá definir qual é o resultado médio dos alunos que desejam estudar naquela instituição.
Quanto mais competitiva for a universidade, mais alta terá de ser a nota a ser alcançada pelo aluno. Há universidades que irão considerar somente os melhores resultados do aluno em cada um dos testes que ele fez – o chamado Superscore – ou seja, analisando todos os exames realizados pelo alunos e somando os maiores resultados que ele obteve, de cada uma das seções.
Existe ainda uma versão que avalia os alunos em áreas específicas – o SAT Subject. Algumas universidades poderão exigir que o aluno realize também provas do SAT Subject, dependendo do curso e/ou competitividade da instituição. O SAT Subject é dividido em até 20 áreas:
1- Matemática Nível 1
2- Matemática Nível 2
3- Biologia
4- Química
5- Física
6- Inglês
7- História dos EUA
8- História Mundial
9- Espanhol
10- Espanhol com áudio
11- Francês
12- Francês com áudio
13- Chinês com áudio
14- Italiano
15- Alemão
16- Alemão com áudio
17- Hebreu Moderno
18- Latim
19- Japonês com áudio
20- Coreano com áudio
Geralmente, os resultados das provas estão disponíveis em até 3 semanas após a realização do teste. Para mais informações, utilize sempre o site do College Board como referência!
Se quiser entrar em contato com o nosso time de especialistas para saber mais informações sobre o SAT ou graduações nas melhores universidades do exterior, basta preencher o formulário abaixo.
“O Olhar de Quem Fica” – Confira o depoimento de Lisiane Brustoloni sobre a jornada de sua filha Victoria rumo a uma universidade nos Estados Unidos
/109 Comentários/em Depoimentos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaNa Daqui pra Fora, dizemos que fazer uma graduação no exterior é um projeto familiar. A partir do momento em que o aluno decide que irá fazer faculdade fora do Brasil, sua rotina mudará durante todas as etapas desse processo daquele momento em diante – assim como a da família!
Para os alunos, estudar fora é uma grande oportunidade de desenvolvimento profissional e pessoal, principalmente por ter a chance de estudar nas melhores universidades do mundo e poder conviver com diferentes situações, rotinas e culturas.
Para quem fica, é enxergar novas possibilidades para os filhos e para a família ao lidar com cada etapa que o filho irá passar, permitindo-lhes crescer.
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Adaptação para pais e filhos
Na Daqui pra Fora, procuramos dar atenção não somente às necessidades dos alunos, mas também procuramos entender como os pais estão lidando com essas mudanças.
O “Início da Jornada”, nosso evento de começo de preparação para o processo de candidatura, possui atividades especiais focadas para os pais, para entender suas percepções e necessidades.
Uma das nossas iniciativas favoritas, o Daqui pra Fora Pais é uma associação em que colocamos em contato todos os pais e mães de alunos que estão prestes a iniciar os estudos no exterior ou que já estão lá – promovendo inclusive eventos presenciais no estilo bate-papo para compartilhar opiniões, dúvidas e conquistas em momentos chave para as famílias.
O depoimento abaixo representa muito bem a essência do trabalho da Daqui pra Fora com as famílias. Lisiane Brustoloni, mãe da Victória, aluna na University of South Florida, avaliou cada etapa do processo desde a ideia de fazer faculdade fora do Brasil, e o papel da Daqui pra Fora em cada uma delas.
Ficamos muito orgulhosos em receber esse tipo de retorno das famílias, tendo feito parte desse momento único na vida de cada um de nossos alunos.
O início do projeto de estudar no exterior
Apesar da vontade por parte da Victoria de estudar fora sempre ter existido, foi após ela ter nos convencido a assistir a palestra do Pedro Lunardelli, em 2015, no Colégio Marista Rosário, e um encontro posterior a essa reunião com o próprio Pedro, que a ideia passou a ter contornos reais.
Até então, não imaginávamos como era a preparação e nem ao menos se havia essa possibilidade. Podemos dizer que esse momento foi um divisor de águas. A partir dali, embarcamos no sonho.
Mesmo com a normal dificuldade do último ano no colégio, o processo de preparação para candidatura foi tranquilo, porque a Daqui pra Fora esteve presente em todas as etapas, diminuindo em muito a nossa preocupação, ansiedade e dúvidas.
A preparação para os exames
A preparação para o TOEFL já vem de uma vida, porque a Victoria fez inglês desde pequena. Para o exame em especial, ela fez quatro aulas com uma professora particular e alcançou um score de 110/120 já na sua primeira tentativa.
Já o SAT ela contou com o auxílio da Daqui pra Fora para a compreensão da prova, realização de simulados e indicação de um guia para estudos. As datas de ambos os exames (TOEFL e SAT) eram controladas pela coordenadora de admissão da Daqui pra Fora, bem como as inscrições.
Ao todo, a Victoria realizou três exames do SAT até atingir uma boa nota que a ajudasse a ter mais chances de admissão e à obtenção de uma bolsa acadêmica.
Tudo isso, seguido sempre pela orientação da Daqui pra Fora, pois nós não teríamos a menor ideia e nem parâmetro para avaliar um bom ou mal desempenho.
A escolha da faculdade
O processo de escolha e candidatura para uma universidade é bastante complexo visto a quantidade de ótimas opções que existem nos Estados Unidos e, para alunos internacionais, mesmo após a aceitação, existe uma série de etapas a serem seguidas:
Costumo falar isso a todos que perguntam sobre o processo de aplicação: o papel da Daqui pra Fora é indispensável em todas as etapas, do início ao fim. Não é algo fácil de entender e acompanhar para quem não tem experiência porque é completamente diferente do nosso vestibular.
São muitos prazos a cumprir, algo que para quem não está familiarizado fica extremamente estressante. Em nenhum momento ficamos preocupados com datas, tudo era nos avisado em tempo hábil.
Dentre todas as universidades que a Daqui pra Fora selecionou para nossa apreciação e escolha, optamos, após duas listas extensas, por aquelas que, além de estarem dentro do nosso orçamento, avaliamos como melhores em termos de localização e nível de excelência na área por ela escolhida.
Tivemos a felicidade de contar com todo o apoio da coordenadora acadêmica Sam no momento, assim como já contamos com a Katie e a Alana em etapas anteriores. Todas sempre disponíveis e receptivas as nossas dúvidas.
Como ela acabou sendo aceita por todas as seis em que aplicou, e todas eram ótimas, pedimos mais uma vez auxilio para a Daqui pra Fora para tomar a decisão final.
Através do consultor Pedro Lunardelli, que nos colocou em contato com uma aluna também aqui de Porto Alegre que já está indo para o seu segundo ano na University of South Florida, tomamos a decisão final e a matriculamos nessa universidade que era desde o início a preferida dela. Ela escolheu o curso de Relações Internacionais.
Compartilhando a experiência
No dia 1° de julho, estivemos presentes no Daqui pra Frente, um megaevento de orientação pré-embarque realizado em São Paulo, o que demonstra que mesmo depois de escolhida a universidade, a Daqui pra Fora continua a dar suporte aos alunos aprovados.
Além do Daqui pra Frente, a Daqui pra Fora também promoveu palestras em sua sede em São Paulo e tivemos a oportunidade de assisti-las online (por morarmos em Porto Alegre) sobre planejamento financeiro e também com representantes de algumas universidades.
A Victoria estava contando os dias para o embarque! O semestre se iniciou no dia 20 de agosto, porém a universidade ofereceu uma Orientation Week (semana de orientação) para pais e alunos calouros.
Essa semana foi muito tranquilizadora para nossos corações de pais, pois temos a certeza que ela ficará bem instalada.
A família inteira está vivendo um momento mágico, estamos prontos para viver um sonho. Mesmo a Victoria sendo filha única, temos a certeza como pais de que estamos fazendo a coisa certa ao incentivá-la a fazer uma graduação no exterior.
Contratar a Daqui pra Fora para o processo há dois anos foi, sem dúvidas, a mais acertada decisão para a concretização desse sonho.
A sensação que temos é que todos amam o que fazem na Daqui pra Fora e o fazem com todo o empenho e dedicação possíveis, nos dando segurança num momento de tamanha importância. Só nos cabe dizer muito obrigada e sigam sempre por este caminho!
Cássio, Lisiane e Victoria Brustoloni
As vantagens de se preparar no 9° ano, 1° e 2° anos do Ensino Médio
/33 Comentários/em Canadá, Daqui pra Fora, Dicas, Estados Unidos, Holanda, Processo Seletivo, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaO processo seletivo para fazer faculdade nos Estados Unidos é bem diferente do vestibular brasileiro!
As universidades americanas levam em consideração 7 fatores ao analisar a candidatura de um aluno:
– Notas do Ensino Médio (incluindo também o nono ano);
– Notas no SAT ou ACT, os exames para admissão padronizados (equivalentes ao nosso ENEM);
– Nota do TOEFL, o exame de proficiência em inglês;
– Atividades extracurriculares que o aluno se envolveu durante o ensino médio;
– Cartas de recomendação;
– Redações;
– Entrevista com representante da faculdade (apenas em algumas universidades);
As universidades dos Estados Unidos avaliam todos esses fatores porque elas querem ter uma visão muito mais completa de quem o estudante é, sua história de vida, seus interesses e suas motivações.
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Como é possível perceber, alguns desses fatores precisam ter atenção especial desde o início do ensino médio: por exemplo, o aluno não terá a possibilidade de “voltar no tempo” e mudar as suas notas do primeiro e segundo ano do ensino médio (a candidatura geralmente é feita no 3º ano) e também pode perder a chance de se envolver em atividades extracurriculares que engrandeçam mais seu perfil acadêmico.
Além disso, o estudante pode também cometer o erro de escolher faculdades que não tenham nada a ver com seu perfil, ou aplicar para universidades que ele não terá chances reais de admissão, correndo o risco de comprometer anos de esforço por não realizar um planejamento adequado e realista.
Portanto, os estudantes que iniciam sua preparação no nono, primeiro ou segundo anos de ensino médio possuem um período maior para planejar sua candidatura com calma e antecedência, usar bem o tempo e obter bastante informação.
Os alunos que iniciam sua preparação no nono, primeiro e segundo anos do ensino médio possuem as seguintes vantagens:
– Poderão saber mais sobre o processo de candidatura antecipadamente, suas etapas e o que fazer em cada uma delas;
– Poderão ter uma visão mais madura sobre si próprios, seus objetivos e motivações;
– Poderão se envolver em muitas atividades extracurriculares que irão melhorar sua candidatura;
– Irão planejar melhor seu tempo livre, principalmente no período de férias;
– Poderão identificar quais universidades estão mais de acordo com seu perfil;
Há muita coisa a ser feita! Como se trata de um planejamento de médio a longo prazo, a presença de um mentor durante o ensino médio pode ser fundamental!
Ter um especialista para orientar o aluno em cada uma das etapas não só permite que o estudante saiba tudo o que é necessário fazer com antecedência e excelência, mas também permite que ele tenha uma preparação específica e de acordo com o seu perfil e seus objetivos, principalmente para os fatores mais subjetivos, recebendo orientação profissional de alguém que entende do assunto e já passou por todas essas fases.
DO EARLY GUIDANCE PARA HARVARD: VEJA CASOS DE SUCESSO DA PREPARAÇÃO ANTECIPADA
Recomendamos fortemente aos estudantes que pretendem se candidatar ter algum tipo de mentoria durante o ensino médio. Na Daquiprafora, temos um programa específico de preparação antecipada, o Early Guidance, em que o estudante recebe orientação especializada que pode ser iniciada a partir do nono ano. Todos os nossos mentores são alunos ou ex-alunos de universidades do exterior. Veja mais abaixo:
[pdf-embedder url=”http://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Cópia-de-Early-Guidance.pdf” title=”Cópia de Early Guidance”]
Veja abaixo algumas faculdades onde os alunos que fizeram o Early Guidance da Daquiprafora foram aprovados:
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O que você precisa saber sobre o TOEFL
/125 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaAs universidades do Estados Unidos e Canadá levam em consideração diversos fatores ao avaliar seus candidatos. Um desses fatores é a habilidade do estudante em falar, entender, ler e escrever em inglês.
Para isso, elas usam testes específicos para avaliar o conhecimento do candidato sobre a língua inglesa, que será usada durante a faculdade no exterior.
Conhecer bem essa língua é importante para conseguir acompanhar as aulas e interagir com professores e demais alunos. Para isso, muitas universidades utilizam o TOEFL. Saiba mais sobre esse teste.
O que é o TOEFL?
O TOEFL é o exame que avalia a proficiência em inglês de um candidato. Será através desse exame que a universidade saberá qual é o nível de inglês do aluno e se ele está apto para estudar na instituição tendo o mesmo nível de entendimento dos demais estudantes, de acordo com o que a instituição considera como ideal.
O TOEFL é requisito obrigatório para todo candidato cuja língua não seja inglesa, em praticamente todas as universidades americanas. Cada universidade irá definir qual é o mínimo a ser alcançado no TOEFL para que um estudante possa estudar lá.
Essa nota é determinante na candidatura do aluno: nenhum aluno será admitido tendo a nota do TOEFL abaixo do mínimo estipulado pela faculdade, não importando o quão bom ele possa ter sido nos demais fatores avaliados.
Neste vídeo você encontra informações importantes sobre o formato do TOEFL:
O TOEFL é realizado através do computador, em um centro autorizado dentro do seu próprio país de origem. Clique aqui para ver as cidades brasileiras que oferecem o TOEFL.
O teste é dividido em quatro seções, com um tempo pré-determinado para a realização de cada uma:
Após a sua nota estar disponível, você terá de enviar os resultados diretamente do site do TOEFL para as universidades que você irá se candidatar.
Os resultados do TOEFL ficam disponíveis por dois anos. Após esse período, o seu resultado não estará mais disponível para o acesso e envio.
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10 universidades com o maior espírito universitário
/58 Comentários/em Canadá, Dicas, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaAs universidades nos Estados Unidos são conhecidas pelo amor ao esporte e aos eventos universitários em geral.
Os eventos universitários, principalmente os esportivos, mobilizam todo o campus e é tradição para os estudantes comparecerem em todos eles tornando-os, por si só, uma grande festa.
Esse orgulho que os estudantes, ex-alunos, professores, funcionários e até moradores próximos possuem, de estarem relacionados de alguma forma àquela instituição, é chamado de school pride ou school spirit, que significa honrar e exibir todo o amor e orgulho por estudar, trabalhar ou simplesmente se identificar com aquela universidade.
Em universidades tradicionalmente esportivas, há jogos de futebol americano que costumam lotar estádios com capacidade para 80 mil pessoas, todas vestindo as cores e empunhando bandeiras para torcer pela sua faculdade do coração!
Baseado em uma pesquisa do Princeton e em um artigo da Business Insider, trazemos para você uma lista das 10 universidades com o maior espírito universitário.
Qual delas você acha que é a primeira colocada? Descubra abaixo:
Como escolher as melhores opções de universidades
/56 Comentários/em Canadá, Dicas, Estados Unidos, Holanda, Planejamento Financeiro, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaPara quem deseja iniciar seu processo de candidatura para fazer faculdade nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, é fundamental realizar um planejamento, já que é preciso definir o que terá de ser feito, quando fazer e como fazer.
Esse planejamento será como um guia para o estudante durante todo o processo, fazendo com que ele se mantenha na direção correta.
Uma das principais etapas do processo de candidatura é a seleção de universidades.
É preciso ser muito racional nessa etapa. O estudante precisa conhecer a si próprio e ser realista com seu perfil acadêmico para saber quais serão suas melhores opções de universidades e suas reais chances de admissão nessas instituições.
Por exemplo, o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama não se sentiu confortável em seu primeiro ano na Occidental College, em Los Angeles. Procurando um ambiente mais urbano e diverso, decidiu se transferir para Columbia University, em New York City, onde se adaptou melhor e concluiu sua graduação.
Como definir as opções de universidades
Veja no infográfico abaixo quais são os principais fatores a serem considerados ao montar sua lista de universidades:
Podemos ajudar você a entender quais serão as melhores opções de faculdade para você de acordo com seu perfil, e quais serão as melhores bolsas de estudo que você poderá conseguir.
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Como é fazer faculdade de cinema nos Estados Unidos?
/3.066 Comentários/em Cursos, Estados Unidos /por Daqui pra ForaAntigamente, muita gente tinha receio de se aventurar em cursos pouco convencionais, só que o mundo mudou e essas profissões “diferentes” se tornaram promissoras e, portanto, super concorridas. A faculdade de cinema é um grande exemplo disso, já que a procura pelo curso vem crescendo no mundo todo.
Para se dar bem nessa área, nada melhor que fazer a formação no principal produtor de Cinema mainstream do mundo, os Estados Unidos. As universidades americanas oferecem a melhor estrutura que o aluno pode ter no ramo, além da proximidade com estúdios e profissionais do conceituadíssimo mercado de lá.
Foi lá que se formaram alguns dos mais conhecidos diretores de cinema do mundo — American Film Institute, em Los Angeles, teve como aluno Terrence Malick e Darren Aronofsky, por exemplo.
A University of Southern California tem entre seus ilustres ex-alunos os diretores George Lucas, de Star Wars, Ron Howard, de Uma Mente Brilhante, e o produtor Jon Landau, de Avatar.
Steven Spielberg estudou na California State University – Long Beach e Kathryn Bigelow estudou na Columbia University School of Arts.
Se você deseja saber como é cursar uma faculdade de cinema nos Estados Unidos, acompanhe o post!
Por que estudar faculdade de cinema nos Estados Unidos?
Além da possibilidade de estudar em instituições que formaram grandes diretores de cinema, as faculdades americanas também proporcionam diversas vantagens aos seus alunos, como contam alguns estudantes da Daqui pra Fora!
Muita prática
“Eu conhecia um menino que conseguiu uma bolsa de estudos e estava em Minnesota. Os pais dele conversaram com os meus pais e decidimos que era hora de tentar uma bolsa também”, conta Raquel Bordin, estudante na Grand Valley State University, em Michigan. Ela tomou a decisão de estudar fora após ter iniciado o curso no Brasil.
“Eu tentei fazer Cinema no Brasil. Fiz faculdade por meio ano em Curitiba, mas não estava satisfeita com a frequência e com o nível das aulas. Nos EUA, as universidades oferecem um ensino mais abrangente, além de permitirem que você escolha suas próprias aulas, professores e monte seu horário, isso é ótimo”, compara Raquel.
E ela não se arrepende da decisão. “Os recursos fazem toda a diferença por aqui. Minha faculdade é equipada com 21 laboratórios com uma enorme variedade de softwares (Final Cut, After Effects, Flash, Photoshop…), que aprendemos a usar para fazer os trabalhos do curso. O prédio do departamento de Comunicações tem um andar com várias salas exclusivas para edição. Nesse mesmo prédio qualquer aluno de Cinema pode reservar, sem custo algum, equipamentos de filmagem”, diz Raquel.
“Aqui os alunos são cercados de oportunidades para aplicar o conteúdo das aulas. A minha universidade tem mais de 300 organizações estudantis, e uma delas é um canal de televisão, Grand Valley Television. Vários alunos de Cinema se organizam para filmar episódios de séries, documentários e programas de notícias, que são transmitidos no canal da faculdade. Além disso, os professores costumam mandar e-mails com oportunidades de estágio, convites para trabalhar em projetos e palestras que podem ser úteis para os alunos”, atesta Raquel.
“Eu acredito que aqui nos EUA, as universidades se preocupam muito com o futuro dos alunos. Há orientadores para auxiliar os estudantes com o planejamento das aulas, oportunidades de estágio, intercâmbios em universidades estrangeiras, possíveis bolsas de estudo etc. Sinto que estou aprendendo muito e sei que são aprendizados que abrirão muitas portas no futuro, como o domínio dos softwares que os profissionais do ramo usam, por exemplo. Mas a vantagem mais importante é poder usar os equipamentos e filmar, aprendendo na prática. O ensino aqui é abrangente o suficiente para preparar o aluno para diferentes áreas de atuação e isso faz toda a diferença”, avalia Raquel.
Neste vídeo, você encontra importantes informações sobre portfólio para cinema:
Acesso ao mercado de trabalho
Para conseguir uma boa vaga no mercado de trabalho nessa área, é preciso sair da faculdade com um portfólio bem completo. Por isso, fazer a formação nos EUA é um grande negócio.
Lá os estudantes têm acesso a materiais e equipamentos que permitem que ponham a mão na massa, além de estar perto dos grandes estúdios de cinema, o que abre possibilidades para excelentes estágios.
“Uma das maiores vantagens de estudar Cinema nos Estados Unidos é que você está bem próximo do mercado mais importante da indústria cinematográfica mundial. Ou seja, seus professores, seus colegas de classe e toda a rede de relacionamento (networking) será muito relevante para sua experiência e para indicações futuras”, conta Leandro Caires, formado em Cinema na Emerson College, na cidade de Boston.
Leandro diz que o portfólio é realmente o que mais importa ao final do curso. “O portfólio é fundamental nesta área. Nesse mercado, as pessoas querem ver seus projetos, seus vídeos, fotografias, curta-metragens, os prêmios concorridos e os vencidos”, explica.
“O importante é correr atrás de experiências (estágios e trainee) antes de se formar. Você precisa ter experiência administrativa e prática. Durante a faculdade eu estagiei em diversas produtoras locais, ganhei um estágio no Festival de Cannes (França), concorri e ganhei alguns prêmios da indústria para universitários, e finalizei os créditos da faculdade por meio de um estágio nos estúdios de Warner Bros na Califórnia, que foi algo do qual corri atrás. Liguei para eles em busca de uma oportunidade e consegui. Tem que ser assim”, aconselha.
Depois da experiência na Warner, Leandro já produziu 3 filmes no Brasil, abriu sua própria produtora (Social Filmes), trabalhou na distribuidora nacional Imagem Filmes e hoje é consultor no departamento de conteúdo da Vivo.
Além de todas as oportunidades que o estudante de Cinema tem enquanto faz o curso nos EUA, depois de formado ele é possível receber um visto, o OPT (Optional Practical Training), que dá direito a trabalhar durante um ano por lá. É mais uma excelente chance de adquirir experiência internacional no melhor lugar do mundo para profissionais dessa área.
Para quem pensa em voltar para o Brasil depois de formado, o segredo é começar cedo a fazer contatos. “Se a sua intenção é voltar para o mercado brasileiro, então nas férias procure estágios nas produtoras, nas emissoras e nas distribuidoras que existem no Brasil”, recomenda Leandro, que fez exatamente isso: trabalhou em um filme brasileiro e fez um curso de especialização nas férias.
Diversidade cultural
Outra vantagem do curso nos Estados Unidos é o ambiente multicultural. A Grand Valley State, onde Raquel estuda, é um bom exemplo disso:
“A minha faculdade se preocupa bastante com diversidade, por isso adora acomodar estrangeiros. É um contato ótimo. Eventos internacionais não faltam! Há mais de 300 alunos do mundo inteiro aqui. Alguns estudam só por um semestre ou um ano, mas vários são como eu e estão aqui por 4 anos. Contando comigo são 5 brasileiros na minha universidade. Acho que toda diversidade tem uma contribuição positiva por abrir nossa mente para novas perspectivas.”
Carlos Rocha, dono da Kinomaxx, principal empresa de comercialização de publicidade em cinemas no Brasil, acha fundamental a formação nos EUA: “A infraestrutura lá fora é excelente. O jovem formado fora é muito bem visto, pois já passou por experiências que ainda nem chegaram no Brasil. Eles têm “visão de futuro”.
Como é a graduação em cinema nos EUA?
Todos sabem que os Estados Unidos têm uma das melhores indústrias cinematográficas do mundo, que produz obras que fazem sucesso em todos os continentes.
É claro que existem filmes fantásticos produzidos, filmados e lançados por outros países, no entanto, é inevitável não pensar em boas obras sem se lembrar de Hollywood.
Apesar de algumas pessoas pensarem que não é preciso frequentar uma faculdade de cinema para entender sobre o assunto, isto não é verdade, pois o ambiente escolar voltado para o tema é capaz de abrir os olhos do aluno para as possibilidades do ramo, assim como pode encorajá-lo em diversos aspectos, coisas que o autoaprendizado não é capaz de fazer.
Nesse sentido, é válido ressaltar que diversos cineastas de sucesso, como Aronofsky, Scorsese, Coppola, Lynch e Bigelow, iniciaram a sua carreira em uma escola de cinema.
Contudo, frequentar uma faculdade de cinema não é apenas para quem deseja necessariamente se tornar diretor de cinema, pois também há estudos voltados para roteiristas ou cinematógrafos, por exemplo.
Assim, fazer uma faculdade de cinema nos Estados Unidos é capaz de preparar com excelência o aluno para as carreiras de produção cinematográfica, artes visuais, cinematografia e fotografia.
As instituições do país costumam ensinar técnicas de filmagem, produção, iluminação, edição, entre outras.
Além disso, ainda é possível realizar trabalhos independentes como parte prática da graduação. Dessa maneira, ao concluí-la, o aluno já estará pronto para assumir cargos em empresas cinematográficas, agências de publicidade, estúdios de jornalismo e até mesmo para iniciar o seu próprio negócio.
As faculdades americanas também costumam ter um grande e moderno aparato tecnológico, com diversas instalações e equipamentos de última geração — é fundamental verificar o material que a universidade fornece para os alunos usarem durante a graduação em cinema, uma vez que ter essa vivência prática faz toda a diferença.
Outro fator que deve ser considerado é que nos Estados Unidos muitas universidades oferecem um módulo obrigatório de estágio ou emprego remunerado no setor.
Neste momento em que os estudantes têm a oportunidade de trabalhar em estúdios de cinema de verdade, o que, além da experiência, ainda proporciona uma rede de contatos dentro da área.
Dessa maneira, frequentar uma faculdade de Cinema nos Estados Unidos ainda oferece a oportunidade de conhecer, estudar e trabalhar com diversos cineastas talentosos, o que pode proporcionar relevantes vantagens com relação à colaboração e apoio por toda a carreira.
Por fim, as durações dos cursos americanos variam conforme a modalidade escolhida. As graduações em cinema, por exemplo, são realizadas em um período de 4 anos. Já um mestrado na área tem duração de 2 anos.
Como vimos, os Estados Unidos abriga as melhores faculdades de cinema do mundo, bem como produz os filmes com mais reconhecimento no ramo — itens que proporcionam grandes chances de empregabilidade e sucesso na carreira.
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Nossos números – veja os resultados da turma de Agosto/2017 do Programa Acadêmico da Daquiprafora
/142 Comentários/em Daqui pra Fora, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaA Daquiprafora é uma consultoria educacional que assessora estudantes para os processos seletivos de universidades dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido e os acompanha durante suas trajetórias universitárias, oferecendo suporte e criando oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.
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Estamos aqui porque queremos oferecer aos jovens oportunidades de desenvolvimento acadêmico, esportivo, cultural e profissional para que eles se tornem pessoas melhores.
Na Daquiprafora, baseamos nosso trabalho em cinco pilares:
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Cinco dicas para a convivência com o companheiro de quarto
/121 Comentários/em Dicas /por Daqui pra ForaCinco dicas para ajudar na convivência com seu companheiro de quarto, Por Bryan Burnsed do US News
Um dos fatores mais importantes para se adaptar bem em uma universidade no exterior é a harmonia com seu roommate (companheiro de quarto).
Experientes profissionais das universidades dizem que os calouros assim que chegam costumam se preocupar em dar conta de tarefas ou em serem convidados para as melhores festas, mas, na verdade, evitar conflitos com seu roommate é um dos pontos mais importantes para a felicidade do aluno nos seus primeiros meses no campus.
A importância de se dar bem com o roommate
Muitas universidades vão longe tentando ajudar estudantes a encontrar um roommate com quem eles terão sintonia.
A St. Catherine University, em St. Paul, Minnesota, por exemplo, usa um software de análise que funciona como um “buscador de roommate”, que une alunos com preferências e interesses semelhantes.
Outras escolas, como a Franklin W. Olin College of Engineering, em Needham, Massachssets, faz perguntas simples (Você é uma pessoa diurna ou noturna? O quanto você é organizado? Você estuda escutando música?) para tentar formar boas conexões.
Porém, no final das contas, não importa quantos interesses ou hábitos você e seu roommate compartilham. Se você não estiver disposto a dar os passos necessários para se comunicar, certamente vão surgir conflitos quando o nível de estresse subir um pouco.
Você não precisa ser o melhor amigo do seu roommate, mas siga as cinco dicas que os profissionais de moradias universitárias dão para, pelo menos, tornar a relação entre roommates cordial e livre de brigas ou conflitos.
1 – Ligue, não clique!
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Uma vez que você achou ou lhe designaram um roommate através do serviço especializado da sua unievrsidade, tudo bem você procurar por ele no Facebook, mas não o julgue baseado apenas no que você encontrou na Internet ou deixe que esse seja todo o seu contato pré-universidade, dizem os experts.
Telefone para ele simplesmente para se apresentar ou para combinar quem vai trazer a TV ou o frigobar. “Seja mais que um amigo-eletrônico”, diz Donna McGalliard, coordenadora de moradia da Wake Forest University.
“Não confie apenas no Facebook, mensagens de texto, Twitter etc. para conhecer alguém. As pessoas são mais que as fotos que elas postam nas redes sociais.
2 – Não deixe os problemas acumularem
Independentemente do quanto você convive bem com alguém, se você passa a maior parte do tempo fechado num pequeno quarto com essa pessoa, as diferenças entre vocês podem começar a mexer com seus nervos.
Se ele tem um hábito que o incomoda, ou existe algum problema mais sério, tenha logo uma conversa honesta, dizem os especialistas, ou arrisque um longo discurso perto do final do semestre.
“O primeiro a saber sobre um conflito entre roommates deve ser o roommate”, diz David Tuttle, vice-presidente interino de negócios estudantis da Trinity University. “Os alunos valorizam demais as questões e discutem exageradamente quando as coisas se acumulam.”
3 – Vocês não precisam ser melhores amigos
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Há poucos sortudos que criam ligações para toda vida com seus roommates já no primeiro ano da faculdade. Mas, de acordo com especialistas das universidades, essa não é a regra.
A única expectativa que se deve ter nesse momento em relação ao seu roommate é que ele respeite você e o espaço em que vocês vivem. Qualquer coisa além disso é lucro.
“A maioria dos calouros se sentem pressionados a serem os melhores amigos dos seus roommates”, explica Debra Waller-Frederik, diretora de moradia na Mount Saint Mary College, em Newburgh, New York.
“Isso não é necessário nem realista. Eles apenas precisam viver juntos. Se no final, em maio, eles forem grandes amigos, melhor.”
4 – Entre em acordo com harmonia
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Muitos calouros cresceram acostumados com um quarto exclusivo em suas casas. Mas, isso não acontece com quem vai viver no campus, então prepare-se para fazer acordos.
É o que aconselham os especialistas em moradia das universidades. O dar e receber entre você e seu roommate vai acalmar as tensões que podem surgir num quarto compartilhado.
“O segredo é dividir e fazer ajustes que funcionem e com os quais todos se sintam confortáveis”, diz Rick Moreci, diretor do serviço de moradia da DePaul University, em Chicago, Illinois.
Esses acordos não implicam em sacrifícios, e sim em trabalhar juntos para determinar combinados que busquem o bem-estar de todos.”
5 – Estabeleça regras
Embora possa parecer estranho no começo, uma conversa franca com seu roommate nos primeiros dias para estabelecer algumas regras será de grande utilidade no longo prazo. Seja sobre a limpeza do quarto, ouvir música, ou receber amigos, fazer seu roommate saber o que pode deixá-lo desconfortável é muito importante.
“Roommates devem discutir se meninos podem passar a noite, se meninas podem passar a noite”, acredita Matthew Doyly, coordenador de moradias da Hope College, em Holland, Michigan.
“Principalmente se for alguma coisa contra as regras do campus, assegurem-se de ter uma conversa.”
Tem o sonho de fazer faculdade no exterior e poder compartilhar o quarto com um roommate? A Daqui pra Fora pode oferecer a assistência especializada que você precisa.
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