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Brasileiros que fizeram faculdade nos Estados Unidos

27 de novembro de 2020/em Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Fazer faculdade nos Estados Unidos tem sido o caminho cada vez mais escolhido por jovens brasileiros ao final do Ensino Médio. Afinal, a experiência de morar sozinho, de viver em outro país, a vivência nos campus sempre muito multiculturais, a possibilidade de criar uma networking internacional super potente e, claro, a excelência do ensino são fatores que motivam os estudantes a saírem do Brasil.

Vários exemplos confirmam que a experiência realmente ajuda a impulsionar a carreira, nas mais diversas áreas, de Business a política ou jornalismo. Então, fizemos uma lista de alguns profissionais brasileiros que hoje são inspiração para muitos que querem percorrer o mesmo caminho.

Siga a leitura até o final e saiba quem são eles.

Quem são os brasileiros que estudaram nos Estados Unidos e onde se formaram

Tiago Leifert (jornalista e apresentador de TV) – University of Miami

Todo mundo conhece o Tiago Leifert da televisão, talvez desde os tempos em que ele apresentava os programas esportivos da Rede Globo.

Entretanto, pouca gente sabe que Tiago fez faculdade nos Estados Unidos, na University of Miami, onde se formou em Psicologia e Jornalismo, com ênfase em Telejornalismo. Sendo assim, depois da faculdade, ainda teve a oportunidade de ser trainee na rede de TV NBC.

“Fazer faculdade fora foi a melhor decisão que tomei na vida”, declarou algum tempo atrás. E para quem pensa que ele só se beneficiou do que aprendeu no Jornalismo, não é bem assim. Tiago garante que  a Psicologia foi sua grande aliada enquanto trabalhou no entretenimento.

Segundo ele, foi muito importante para entender rápido a personalidade dos participantes dos reality shows que comandava. E, igualmente, essa percepção também o ajudava na hora de fazer perguntas aos seus entrevistados quando trabalhava como repórter.

Fazer dois cursos ao mesmo tempo, double major, é um dos privilégios de quem faz faculdade nos Estados Unidos; e Tiago soube se beneficiar muito bem disso.

A University of Miami (UM) é uma das 50 melhores universidades dos Estados Unidos, de acordo com o ranking US News. Seu principal campus fica na linda Coral Gables, a 10 km do aeroporto internacional e a 15 minutos do centro de Miami.

Mais de 15.000 alunos, entre eles quase 2.000 internacionais, se dividem em 12 escolas  e mais de 100 cursos de graduação e pós-graduação. Além disso, eles ainda podem participar de 30 fraternidades ou sororidades e de mais de 290 clubs e organizações estudantis. Sobretudo, a localização privilegiada torna os estágios bem mais acessíveis para os estudantes de UM.

David Neeleman (empresário) – University of Utah

David Neeleman é empresário, fundador da Azul Linhas Aéreas, da Jet Blue (EUA) e da West Jet (Canadá). Semelhantemente, tem também participação na TAP Air Portugal, na Aigle Azur (França) e em outras empresas,

Neeleman nasceu em São Paulo, em 1959, e cresceu nos Estados Unidos. Primeiramente, estudou Contabilidade na University of Utah. Aos 19 anos, voltou ao Brasil como missionário mórmon e refez suas ligações com o país. Desta ligação surgiu o interesse pela fundação da Azul, muito tempo depois.

A University of Utah é uma das 100 melhores dos Estados Unidos e a 10a melhor em Empreendedorismo do país, segundo o US News. Localizada em Salt Lake City, onde os pais de David moravam, U of U é uma grande universidade, com aproximadamente 25 mil estudantes na graduação, perto de 15% deles internacionais.

U of U possui 17 faculdades, com cerca de 100 departamentos e 160 cursos de graduação. Assim, os alunos podem participar de mais de 550 clubs e organizações estudantis, nas mais diversas áreas de interesse, como artes, cultura, engenharia, negócios, saúde, religião, esporte, entre outras.

 

Tabata Amaral (cientista política e deputada federal) e Jorge Paulo Lemann (empresário) – Harvard University

Tabata Amaral completou recentemente 30 anos e vem da periferia de São Paulo. Estudou em escola pública até ganhar uma bolsa de estudos em um colégio particular, como resultado do seu bom desempenho em Olimpíadas de Matemática.

Em seguida, lá ela vislumbrou a possibilidade concreta de fazer faculdade fora do país. Então, aplicou para bolsas de estudos e foi aceita em 6 das principais universidades do país e do mundo. Logo após, Tabata optou por estudar Astrofísica e Ciências Políticas em Harvard University.

Formada, voltou para o Brasil, onde fundou o Movimento Mapa Educação, e em 2018 foi eleita deputada federal. Sua principal pauta no Congresso e fora dele é a Educação.

O empresário Jorge Paulo Lemann percorreu um caminho diferente até Harvard . Depois de terminar o Ensino Médio na Escola Americana do Rio de Janeiro, em 1959, ele foi para Harvard, onde se formou em Economia. Foi também jogador profissional de tênis.

Após a faculdade, JP Lemann fez estágio em um banco na Suíça e voltou ao Brasil, onde trabalhou em diversas empresas do mercado financeiro. Se tornou banqueiro, depois empresário e hoje, aos 81 anos, é bilionário, dono da smaior fortuna do país.

Além de ser proprietário de grandes empresas como a AB Inbev, maior cervejaria do mundo, JP Lemann também investe em Educação, por meio da Fundação Estudar e da Fundação Lemann, e no Esporte, com a Fundação Tênis.

Em épocas e com trajetórias distintas, Tabata Amaral e JP Lemann viveram a experiência de estudar e se formar em Harvard. Sempre entre as universidades mais bem conceituadas do mundo, Harvard ocupa hoje o 4o lugar no ranking 2021 da Times Higher Education.

Fundada em 1636, a mais antiga universidade americana fica em Cambridge, próximo a Boston, Massachusetts, e é composta por 13 escolas e institutos que se destacam nos principais rankings nas suas respectivas áreas.

Entre eles estão a Business School, onde Lemann estudou, a Graduate Education School, a faculdade de Direito, de Medicina, de Engenharia e o J.F. Kennedy School of Government, onde Tabata se formou. Por Harvard já passaram 45 laureados pelo prêmio Nobel, mais de 30 chefes de Estado e 48 vencedores do Prêmio Pulitzer.

Quer ser mais um brasileiro estudando em grandes universidades do exterior? A Daqui pra Fora pode ajudar oferecendo toda a assistência necessária para a realização desse sonho.

Preencha o formulário abaixo e vamos começar uma conversa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/11/BLOG-3.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-11-27 15:54:502024-01-25 20:29:54Brasileiros que fizeram faculdade nos Estados Unidos

Para quais universidades eu devo aplicar?

20 de novembro de 2020/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Quem planeja fazer faculdade no exterior passa por um processo seletivo holístico, bem diferente dos que acontecem no Brasil. As universidades querem conhecer o aluno como um todo, e selecionam aqueles que têm o perfil mais alinhado com o da própria instituição.

Cabe ao aluno então procurar para quais universidades ele deve aplicar, pensando no perfil da sua candidatura e o “fit” com as instituições escolhidas.

Como funciona a candidatura para faculdades no exterior

Na candidatura para faculdades no exterior, tudo que você fez, dentro e fora das salas de aula, conta na hora da seleção.

Suas notas são importantes, da escola e das provas padronizadas, atividades extracurriculares também, bem como as impressões que o aluno causa aos seus professores no colégio, já que eles vão escrever cartas de recomendação para as universidades.

Além disso, sua personalidade vai ser revelada nas redações e assim, as bancas de admissão vão poder conhecer você ainda melhor.

Todos estes aspectos precisam ser levados em conta e trabalhados pelo candidato de forma intensa e organizada durante a elaboração da sua application.

Mas podem não ser suficientes se o aluno não souber direcionar corretamente sua candidatura e mirar nas universidades que realmente atendam suas expectativas e também suas possibilidades.

Como selecionar as universidades

Aplicar para universidades que estejam alinhadas com os seus objetivos e com o seu perfil é um dos fatores decisivos para o sucesso dessa jornada.

É importante direcionar a candidatura para universidades que se encaixem dentro das suas possibilidades, tanto em termos acadêmicos como financeiros.

E, claro, que elas também combinem com a sua personalidade, com os seus gostos e preferências pessoais.

Portanto, não basta pesquisar as melhores universidades para o curso que você quer fazer no país X e aplicar. Não vale a pena se basear apenas em rankings, porque o que funciona para uns não é necessariamente bom para outros.

É preciso procurar as universidades que aceitam alunos com as suas notas (na escola e nas provas padronizadas), saber quanto sua família dispõe para manter este projeto, e também, dentro disso, buscar estilos de universidade que tenham a ver com você.

Afinal, depois de vencida a primeira etapa, que é ser aceito, a jornada tem mais 4 anos e eles devem ser os melhores possíveis. Então, na hora de escolher onde aplicar é importante focar em universidades onde você terá mais chances de se sentir bem e, consequentemente, de ter sucesso e ser feliz.

O que levar em consideração ao escolher uma universidade

Nesse momento, de selecionar as universidades, vários aspectos devem ser ponderados. Entre eles, se você prefere viver em lugares quentes ou frios; se quer morar em cidade grande ou pequena; se gosta de escolas maiores ou menores; se prefere universidades mais voltadas para pesquisa ou para o mercado; e muitos outros.

Criar uma lista de universidades para aplicar é quase como montar um quebra-cabeça, onde as peças relacionadas às suas preferências pessoais se juntam às que dizem respeito ao lado acadêmico e financeiro da sua application.

Por isso, durante o processo, o candidato faz muita pesquisa (sobre as universidades, sobre as cidades) e acaba passando também por um interessante processo de autoconhecimento.

É fundamental saber também as possibilidades de bolsas de estudos que cada universidade oferece e quais são suas chances de obtê-las.

Porque mesmo que o seu perfil acadêmico e pessoal combine com o da universidade, não vale a pena enviar candidatura para uma instituição que sua família não consegue pagar, especialmente se esta universidade não disponibiliza a bolsa de estudos que você precisa ou se o que ela oferece não atinge o valor que você necessita.

Orientação especializada

Montar esta lista é indispensável. Porém, não é muito simples. Exige muita pesquisa e muito conhecimento.

A Daqui pra Fora orienta estudantes brasileiros nesse processo desde 2001 e conhece a fundo as características e exigências das universidades.

A experiência com mais de 3.000 alunos, 25 mil applications e admissões em mais de 400 universidades proporcionou a criação de um banco de dados exclusivo com números detalhados a respeito das exigências de cada universidade e das bolsas de estudos que elas oferecem.

Para maximizar as chances de aprovação, a lista desenvolvida com a orientação dos profissionais da Daqui pra Fora reúne universidades com diferentes níveis de competitividade e, portanto, de possibilidades de admissão.

Os alunos da Daqui pra Fora enviam, em média, 13,5 applications no ano. A lista geralmente contém 2 ou 3 universidades competitivas (com cerca de 25% de chances de aceitação) e as demais (seguras e alvo) variam de acordo com o perfil de cada um.

Nas universidades consideradas seguras o candidato tem de 60% a 90% de chances de ser aceito e naquelas que são alvo, de 25% a 60%.

Além de aumentar as chances de admissão, esta lista personalizada, composta por universidades com perfis diferentes de competitividade, também ajuda a ampliar as possibilidades de obter bolsa de estudos.

Na turma de 2020, por exemplo, 71% dos alunos da Daqui pra Fora receberam o benefício, que totalizou o valor de R$ 86 milhões.

Em média, a porcentagem de bolsa recebida por esse grupo de alunos foi de 46% do valor anual da tuition. A maioria dos que conseguiram bolsa (68%), obteve de US$ 20 mil a US$ 50 mil. 28% receberam até US$ 10 mil e 4% acima de US$ 50 mil.

Vale lembrar que este valor pode aumentar durante o curso, dependendo do desempenho do aluno na universidade.

Se você quer essa assistência especializada para fazer a sua application, a Daqui pra Fora pode ajudar. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/11/BLOG-2.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-11-20 15:36:002024-03-06 15:05:55Para quais universidades eu devo aplicar?

As 5 melhores faculdades de empreendedorismo dos EUA

13 de novembro de 2020/em Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Tem sido cada vez mais comum estudantes do mundo todo olharem para além do bom emprego em uma grande empresa. A ideia de ter seu próprio negócio vem incentivando jovens de diversas áreas a procurarem conhecimento e ferramentas para começarem suas carreiras. Um ponto de partida para isso é conhecer as melhores faculdades de empreendedorismo dos Estados Unidos.

Cursar Empreendedorismo é uma ideia que tem atraído cada vez mais a atenção de estudantes mundo afora, principalmente nos Estados Unidos. Seja qual for a área de interesse:

  • Arquitetura;
  • Educação Física;
  • Engenharia;
  • Gastronomia;
  • Comunicação;
  • Economia;
  • Design.

Neste curso, o aluno aprende tudo o que um empreendedor precisa para começar um negócio do zero. Por exemplo: identificar objetivos, desenvolver técnicas de marketing, criar estratégias de sucesso e muito mais. São conteúdos mais específicos, que vão além do que se aprende em um curso de Business.

Segundo o ranking Princeton Review, entre as 50 melhores faculdades de Empreendedorismo do mundo, 49 estão em universidades americanas. Vamos conhecer o Top 5 dos Estados Unidos nessa área.

As melhores faculdades de Empreendedorismo nos EUA (segundo o ranking US News)

Babson College 

Localizada em Wellesley, bem próximo a Boston, Massachussetts, Babson College é uma universidade pequena, com menos de 4.000 estudantes, privada, focada em Business, que há décadas se destaca em todos os principais rankings na área de empreendedorismo. Cerca de 30% dos seus alunos de graduação são internacionais, vindos de 77 países.

Desde quando foi criada, em 1919, Babson sempre buscou se diferenciar das outras escolas de negócios dos Estados Unidos. Sendo assim, se orgulha de ter sido a primeira a acreditar que é possível ensinar e aprender a empreender.

Hoje é conhecida mundialmente por sua excelência nessa área e por preparar os alunos não apenas para ter sucesso nos negócios, mas também para usar o seu negócio para transformar o mundo.

Babson oferece 120 oportunidades de estudos em 41 países. De fato, metade dos alunos optam por fazer um semestre fora dos Estados Unidos.

O lindo campus, de 1.400 m2, comporta excelente biblioteca, cafeteria, vários dormitórios (onde moram 76% dos estudantes), inúmeras instalações esportivas, centro de artes, um enorme parque e os alunos ainda podem participar de dezenas de clubs, vários deles voltados para assuntos ligados a Business.

Massachusetts Institute of Technology – MIT 

Uma das principais universidades do mundo (2a colocada no ranking mundial 2023 da Times Higher Education), o MIT é a segunda melhor entre as faculdades de empreendedorismo dos Estados Unidos.

Localizado em Cambridge, Massachusetts, o MIT já formou mais de 120 mil alunos. Entre seus ex-alunos e professores, estão 86 ganhadores do prêmio Nobel, em diversas áreas. Assim sendo, é tradicionalmente um dos lugares mais almejados por jovens que gostam de inovação e tecnologia.

O MIT admite estudantes do mundo todo pelo sistema need-blind (onde as necessidades financeiras dos estudantes admitidos são atendidas), o que, segundo a própria universidade define, ajuda a proporcionar um ambiente diverso, multicultural e organicamente colaborativo.

A metodologia que prioriza “aprender fazendo” se aplica também na área de Empreendedorismo. Igualmente, vários departamentos, laboratórios e centros de pesquisa da universidade estão voltados para empreendedorismo e inovação.

O MIT tem mais de 35 clubs e iniciativas que envolvem diretamente empreendedorismo e inovação, entre elas o $110K Entrepreneurship Competition e o MIT Cleaning Energy Price.

Fora da sala de aula, os 4.531 alunos da graduação ainda têm a oportunidade de participar de cerca de 450 clubs e mais de 50 grupos de música, teatro, artes visuais, dança e escrita. Além disso, em uma curta caminhada chegam a Boston, onde podem curtir os restaurantes e toda a vida cultural da cidade.

 

University of California – Berkeley 

A University of California – Berkeley fica na Baía de São Francisco e é a 4a melhor universidade do mundo, segundo o ranking 2023 da Times Higher Education e, também, a terceira melhor faculdade de Empreendedorismo nos Estados Unidos, de acordo com o US News.

UC Berkeley é referência em projetos de inovação social e economia. Ao mesmo tempo, tem 14 escolas e faculdades e oferece mais de 300 cursos diferentes.

Os 31.780 alunos de graduação podem integrar mais de 1.000 organizações estudantis, que englobam assuntos que vão desde política e economia até xadrez e asa delta, além de dezenas de sororidades e fraternidades.

Muito respeitada internacionalmente pela excelência no ensino e na pesquisa, Berkeley tem 19 professores laureados com o Prêmio Nobel, a maioria deles em Física, Química e Economia.

 

Indiana University – Bloomington 

IU Bloomington completa este ano 200 anos e se orgulha de ter um dos campus mais bonitos dos Estados Unidos. Segundo o US News, possui o 4º lugar entre as melhores faculdades de Empreendedorismo do país.

Mais de 200 cursos de graduação são oferecidos e, fora das aulas, os 33.084 alunos podem participar de mais de 750 clubs e organizações estudantis. Além disso, também existem eventos culturais ou profissionais que acontecem durante o ano todo.

IU tem cerca de 8.100 estudantes internacionais, professores de 120 países, e oferece a todos os seus estudantes mais de 380 programas fora dos Estados Unidos. Como resultado, a universidade possui uma vice-presidência exclusiva para Diversidade, Equidade e Assuntos Multiculturais.

A instituição hoje tem aproximadamente 690.000 ex-alunos vivendo no mundo todo. Muitos assumiram papéis de liderança em seus campos de trabalho. Entre eles estão Jimmy Wales, co-fundador da Wikipedia, e Mark Cuban, dono do Dallas Mavericks, (NBA).

 

University of Pennsylvania 

Fundada em 1740 por Benjamin Franklin, UPenn é tradicionalmente reconhecida como uma das principais universidades do mundo. É a 15a colocada no ranking mundial 2023 da Times Higher Education e é, segundo o US News, a 5ª melhor dentre as faculdades de Empreendedorismo dos Estados Unidos.

Localizada na Philadelphia, UPenn tem 12 faculdades distribuídas em um campus de 113 hectares que comporta cerca de 200 prédios. Em UPenn foi criado o primeiro grêmio estudantil dos Estados Unidos e, posteriormente, a primeira escola de negócios, a renomada Wharton School.

Do total de 20.300 alunos estudando na UPenn, cerca de 20% são internacionais. A universidade ainda conta com 4.700 professores, o que faz com que haja a proporção de um professor para cada 6 estudantes.

Os 10.009 alunos da graduação estão divididos em mais de 90 cursos. Dessa forma, fora do período de aulas, cerca de 1/4 deles integram 47 fraternidades ou sororidades.

A universidade oferece 677 clubs, com atividades multiculturais nas mais diversas áreas, como política, artes, esporte e economia, para os alunos colocarem o conhecimento em prática.

Se você quiser mais informações sobre as faculdades de empreendedorismo ao redor do mundo, basta entrar em contato com a gente no formulário abaixo.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/11/BLOG-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-11-13 16:16:172023-12-18 13:57:35As 5 melhores faculdades de empreendedorismo dos EUA

Melhores universidades dos EUA para estudar Ciência da Computação

9 de novembro de 2020/em Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Um dos cursos que mais teve aumento de procura nas universidades nos últimos anos é o de Ciência da Computação. E não é à toa. De fato, já se foi o tempo em que trabalhar nesta área se limitava a programar computadores.

Em outras palavras, hoje praticamente tudo o que vivemos tem o toque de um profissional de Ciência da Computação.

Deles dependem a sofisticada extração de dados na área da saúde, a criação de ferramentas de educação de ponta, o desenvolvimento de veículos sem motorista, avanços na segurança, inteligência artificial, algoritmos, enfim, nosso presente e futuro estão nas mãos destes profissionais.

Quem pensa em estudar Ciência da Computação no exterior tem as melhores opções, especialmente nos Estados Unidos. De acordo com o ranking da Times Higher Education (2021), 22 dos 50 melhores cursos de Computer Science do mundo estão nos Estados Unidos, e algumas são as universidades mais competitivas do país. Assim sendo, 6 das top 10 universidades estão por lá.

As 6 melhores faculdades dos Estados Unidos em Ciência da Computação

Stanford University

Considerada a 4a melhor universidade do mundo pelo ranking 2021 da THE, Stanford tem o 2º melhor curso em Ciência da Computação e o 1º nos Estados Unidos, de acordo com o mesmo ranking.

Localizada no coração do Vale do Silício, Stanford tem um dos maiores campus dos Estados Unidos, com 18 institutos de pesquisa interdisciplinares e 7 faculdades. Da mesma forma, cerca de 23% dos seus 16.300 alunos são internacionais, vindos de mais de 90 países, incluindo o Brasil.

O Departamento de Ciência da Computação de Stanford fica no Gates Computer Science Building. Assim sendo, o prédio construído em 1996 ganhou o nome em homenagem a Bill Gates, que doou 6 milhões dos 38 milhões de dólares investidos na obra.

Brian Acton, co-fundador do WhatsApp, é graduado em Computer Science em Stanford. Reed Hastings, co-fundador, co-CEO e chairman da Netflix, também se formou em Ciência da Computação em Stanford.

Sergey Brin fez seu PhD em Computer Science lá, onde conheceu Larry Page, que fazia seu masters, e juntos criaram o Google.

Massachusetts Institute of Technology (MIT)

Reconhecido como a 5a melhor universidade do mundo e 4a melhor em Ciência da Computação pela THE, o MIT é uma das principais referências acadêmicas do mundo em tecnologia, inovação e empreendedorismo.

Localizado em Cambridge, região metropolitana de Boston, seu campus recebe diariamente cerca de 1.000 professores e 11.000 alunos, 35% deles estrangeiros.

Algumas das principais descobertas da ciência que se deram no MIT incluem, entre outras, a primeira síntese química da penicilina e a invenção da memória de núcleo magnético, que permitiu o desenvolvimento de computadores digitais.

O MIT estima que cerca de 30.000 empresas ativas nos Estados Unidos foram lançadas por seus ex-alunos, que, por consequência, criaram 4,6 milhões de empregos e geram US$ 1,9 trilhão de receita anual.

Drew Houston e Arash Ferdowsi, fundadores do Dropbox, e Salman Khan, criador da Khan Academy, se formaram em Computer Science no MIT.

Carnegie Mellon University (CMU)

Carnegie Mellon tem a sexta melhor faculdade de Ciência da Computação do mundo e a terceira melhor dos Estados Unidos. É a 28a colocada entre as melhores universidades do mundo, sempre de acordo com o ranking da THE. Seus cerca de 13.000 alunos e mais de 1.400 professores vieram de aproximadamente 114 países.

Localizada em Pittsburgh, na Pensilvânia, onde fica o moderno Gates Center of Computer Science, CMU tem também desde 2002 um campus no Vale do Silício, dedicado a formar líderes globais em inovação tecnológica e a desenvolver pesquisas inovadoras para contribuir com empresas high-tech locais, nacionais e internacionais.

Diferentemente de várias outras instituições, os alunos da School of Computer Science da CMU geralmente trabalham na área de pesquisa (meio período ou summer jobs) durante a própria graduação.


Harvard University

Terceira melhor universidade do mundo, segundo o ranking 2021 da THE, a mais antiga universidade dos Estados Unidos tem não apenas o 4º melhor curso de Ciência da Computação do país, mas também o 8º do mundo.

Mais de 45 laureados com o Prêmio Nobel e 48 vencedores do Pulitzer têm conexões com Harvard. É no seu campus, em Cambridge, Massachusetts, que fica a maior biblioteca acadêmica do planeta, com mais de 20 milhões de volumes, 400 milhões de itens manuscritos, 10 milhões de fotografias, 124 milhões de páginas da web arquivadas e 5,4 terabytes de arquivos e manuscritos digitais.

Um quarto dos quase 23.000 estudantes de Harvard  são internacionais. Atualmente, entre os seus 323.000 ex-alunos hoje, 52.000 são internacionais, de 201 nacionalidades diferentes.

O curso de Ciência da Computação em Harvard faz parte da Harvard School of Engeneering. Nele, alunos e pesquisadores se envolvem em várias iniciativas interdisciplinares em diferentes setores da universidade.

Alguns exemplos são o Centro de Pesquisa em Computação e Sociedade, Instituto de Ciência Computacional Aplicada e o Berknan Klein Center of Internet and Society.


Princeton University

Princeton é a 9a colocada no ranking mundial 2021 da THE e também tem o 9º melhor curso de Ciência da Computação. Reconhecida há séculos como uma das maiores instituições de pesquisa do mundo, Princeton é uma das universidades com mais conexões com laureados com o Nobel. Em outras palavras, são mais de 40.

A universidade também é famosa pela beleza do seu campus e arquitetura dos seus 180 prédios, que recebem anualmente a visita de aproximadamente 800.000 pessoas. Sobretudo, Princeton tem moradia para todos os estudantes de graduação, durante os 4 anos, e 98% dos estudantes moram nos dorms.

Cerca de 23% dos alunos de Princeton são internacionais e a universidade tem um total de menos de 10.000 alunos, entre graduação e pós.

Na faculdade de Ciência da Computação são desenvolvidas pesquisas nas áreas de Segurança & Privacidade, Biologia Computacional, Arquitetura, Interação Homem-Computador, Política, Economia, entre outras.

Assim sendo, uma das pesquisas em curso atualmente aborda a redução de vieses em inteligência artificial.

Jeff Bezoz, fundador e CEO da Amazon, graduou em Princeton nas áreas de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação.


California Institute of Technology (Caltech)

Quarta colocada no ranking mundial da Times Higher Education, Caltech tem não somente o 10º melhor curso de Ciência da Computação do mundo, mas também o 6º melhor dos Estados Unidos.

Localizada em Pasadena, 11 km de Los Angeles, Caltech é mundialmente conhecida pela excelência em pesquisa e ensino em ciências e engenharia. Portanto, nos seus laboratórios de altíssima tecnologia, pesquisadores buscam respostas para perguntas complexas, produção novos conhecimentos, inovação e transformação do futuro.

Caltech tem aproximadamente 2.000 estudantes, entre graduação e pós, uma boa parte, 33%, estrangeiros. Focados em tecnologia e referências mundiais na área, como resultado, Caltech rivaliza em vários aspectos com o MIT.

Focada em tecnologia, Caltech inegavelmente recebe alguns dos principais nomes da ciência no mundo para seminários, palestras e congressos.

Outras universidades que se destacam

De acordo com o ranking mundial da Times Higher Education, há 1 universidade suíça entre as Top 10 em Ciência da Computação (ETH Zurich – 3º lugar) e 3 do Reino Unido: University of Oxford (1º), University of Cambridge (5º) e Imperial College London (7º).

Nos Estados Unidos, também se destacam UCLA (12º), Cornell (14º), Georgia Institute of Technology (16º), Columbia University (21º), University of  Michigan Ann Arbor (22º) e University of Texas at Austin (25º).

No Canadá, as melhores universidades em Computer Science são University of Toronto (23º) e University of Montreal (31º).

Quer estudar Ciência da Computação no exterior? Conheça nossos programas e veja como podemos encurtar esse caminho para você.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/11/BLOG.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-11-09 13:45:382023-12-11 18:28:47Melhores universidades dos EUA para estudar Ciência da Computação

A força do empreendedorismo nas universidades americanas

23 de outubro de 2020/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Bem como a excelência acadêmica, outro grande diferencial que um estudante brasileiro que faz faculdade no exterior carrega para a vida profissional e pessoal é a vivência que tem durante o período universitário.

A variedade de experiências oferecidas por uma universidade americana é gigantesca. Vai desde a rica convivência diária com colegas e professores do mundo inteiro até a oportunidade de começar a sua própria empresa justamente no mercado mais fervoroso do mundo.

Nas universidades americanas pode-se aprender fora das salas de aula tanto quanto dentro delas. Ou ainda mais. São incontáveis as opções que o aluno tem fora do horário curricular para colocar em prática tudo que aprende em sala e buscar soluções para os mais diferentes problemas ou desafios.

Grupos de pesquisa e laboratórios nas mais diversas áreas, debates, feiras, seminários, espaços coletivos para estudos e palestras, sempre aliados a uma estrutura de ponta, estimulam e facilitam o aprendizado, a criatividade e a troca de conhecimento diariamente em todos os espaços do campus.

É este contexto que faz com que o empreendedorismo esteja sempre pulsando no ambiente acadêmico americano. Portanto, não é à toa que as universidades americanas sejam, há algum tempo, o berço de algumas das principais empresas do mundo.

Grandes empresas nascidas nos campus

Um bom exemplo de como o empreendedorismo está presente há muito tempo na vida acadêmica americana é a Time Magazine. A primeira revista semanal dos Estados Unidos foi criada em 1923 por Briton Hadden e Henry Luce, então dois estudantes da Universidade de Yale.

Hadden e Luce eram os responsáveis pela edição da Yale Daily News, revista produzida pelos alunos da universidade. Como resultado, hoje a Time Magazine ainda é uma das maiores e mais importantes revistas em circulação no mundo.

De lá para cá, muitas outras gigantes surgiram dentro dos muros das universidades americanas.

No final do século passado, em 1996, o principal mecanismo de busca na internet, o Google, nasceu nos dormitórios da Universidade de Stanford, em 1996, criação de dois alunos, Larry Page e Sergei Brin. Hoje a empresa vale mais de US$ 207 bilhões.

Ademais, outra empresa criada nos dormitórios de uma universidade americana, no caso Harvard, é o Facebook. A história é conhecida, já foi contada inclusive em filme.

Mark Zukerberg e alguns amigos queriam conectar os estudantes da universidade por meio de uma comunidade online. A comunidade cresceu e passou a integrar alunos de outras escolas Ivy League e, em seguida, todas as universidades americanas e canadenses. Hoje é um império que vale mais de US$ 70 bilhões.

O WordPress também começou a partir da idéia de um estudante, Matt Mullenwegg, da Universidade de Houston. Em 2002, ele precisou usar um antigo sistema de blog (b2) para compartilhar fotos de um evento com seus amigos, mas não conseguiu. Fez então um post criticando o fato de o sistema não ter sido mais atualizado (o blog não estava mais em uso).

O post chamou a atenção de Mike Little, que sugeriu que eles começassem algo novo a partir do b2. Posteriormente, a ideia revolucionou a forma de se criar websites e hoje o WordPress é o Sistema de Gerenciamento de Conteúdo mais popular do mundo.

O exemplo da University of Utah

Existem aproximadamente 250 programas de aceleração de startups oferecidos por universidades nos Estados Unidos. Um bom modelo para ilustrar como funciona o estímulo à criatividade e ao empreendedorismo em uma universidade americana é o da University of Utah, em Salt Lake City. De fato, ela é top 10 no ranking US News de universidades com melhores programas de empreendedorismo no país.

Na University of Utah funciona o Lassonde Entrepreneur Institute, um enorme hub de empreendedorismo e inovação para estudantes. O instituto fundado por Pierre Lassonde, ex-aluno da universidade, faz parte da David Eccles School of Business (faculdade de Negócios da University of Utah) e tem como missão “criar experiências transformadoras por meio do empreendedorismo”.

O instituto tem há alguns anos sede própria, o Lassonde Studios, um moderníssimo prédio de 5 andares distribuídos em 15.000 m2, construído exclusivamente para os alunos viverem, criarem e inovarem.

O primeiro, andar, o principal, foi construído e equipado para os estudantes participarem de eventos, trabalharem em suas ideias de startups e, por fim, criarem novos produtos, sempre de forma colaborativa.

Os outros 4 andares do Lassonde Studios são residenciais, e possuem enormes espaços coletivos para trabalho, estudo, além de cozinha e sala de jantar.

O instituto oferece workshops, eventos de networking, competições de business plan, apoio a startups, programas de inovação, seminários, entre outros programas. Além disso, ele é aberto a alunos de qualquer área de estudo da universidade.

Centenas de startups já nasceram no Lassonde Institute. Uma delas é a Parq. William Pepper, aluno do terceiro ano da David Eccles Business School, é um dos criadores dessa plataforma que se propõe a ser uma solução para os problemas de estacionamento em Salt Lake. A ideia surgiu da enorme dificuldade que o estudante tinha de estacionar seu carro na cidade.

Percebendo que havia muitas residências com calçadas vazias que poderiam ser alugadas pelos “motoristas”, Wiliam teve a ideia de criar o aplicativo. Assim, o Parq permite que pessoas e empresas monetizem suas vagas de estacionamento e propõe que em 3 cliques o usuário encontre o local mais perto/rápido e barato para estacionar.

A startup participou e se destacou em várias competições promovidas pelo Lassonde Institute nos últimos meses e o aplicativo já está disponíveis para moradores da área de Salt Lake.

Outros membros da equipe da Parq são Juno Kim, desenvolvedor e ex-aluno de Ciência da Computação da universidade; Brandon Howard, artista 3-D e aluno de cinema da Utah University; e Chris Le, consultor e empreendedor em série, com várias startups financiadas.

Tem vontade de estudar nos Estados Unidos e ainda quer empreender? A Daqui pra Fora pode dar toda a assistência necessária para ajudar na realização desse sonho. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Starting-a-business-straight-after-college.jpg 580 870 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-10-23 13:27:472024-01-22 17:36:06A força do empreendedorismo nas universidades americanas

Soft Skills e o recrutamento das empresas

16 de outubro de 2020/em Carreira /por Daqui pra Fora

Você cursou uma das melhores faculdades, no Brasil ou no exterior, foi um estudante comprometido, sempre tirou ótimas notas, e agora chegou a hora de encarar as entrevistas de emprego. Nada de insegurança, afinal, você fez tudo certo, como manda a cartilha do bom universitário.

Mas será que está tudo certo mesmo? Boas notas em uma universidade conceituada é o que as empresas mais valorizam na hora de recrutar jovens colaboradores?

Conversamos sobre isso com Marcelo Nóbrega, Top RH influencer da América Latina no ambiente do LinkedIn, um dos mais respeitados profissionais de RH no Brasil, autor do livro “Você está contratado!”, um verdadeiro guia para alcançar o emprego dos sonhos.

Nesta conversa, Marcelo destacou o olhar do recrutador para as soft skills, ou habilidades comportamentais do candidato. Sendo assim, ele explicou a importância de adquirir essas habilidades durante a vida universitária e como o sistema de ensino e a estrutura das universidades americanas favorecem esse desenvolvimento.

Soft skills x habilidades técnicas

A parte técnica é a primeira função do curso universitário. A empresa também tem o lado técnico muito forte. Afinal, é por meio dele que ela consegue vender seus produtos e serviços. Uma vez dentro de uma empresa, você vai aprender muito mais do aspecto técnico com os profissionais com quem vai conviver lá. Então, as habilidades técnicas são importantes porque colocam o candidato no campo de jogo. Mas para ganhar a partida ele precisa do comportamental.

Me perguntam muito se eu olho as notas do candidato. Não, praticamente não me interessam. Se você fechou o curso, foi aprovado, você cumpriu com os requisitos básicos da parte técnica e isso é o que importa. Eu vou olhar outras coisas. Meu foco é o que você viveu naquela experiência de 4 anos durante a universidade. Isso vale tanto para um aluno que estudou no exterior quanto para alguém que estudou no Brasil.

No mundo corporativo hoje, versatilidade, flexibilidade e adaptabilidade são fundamentais. É o que eu procuro. E isso está diretamente relacionado às experiências vividas. Há inúmeras possibilidades de enriquecer essas experiências na universidade.

Pra mim, é fundamental o estudante buscar se tornar um profissional mais versátil, capaz de se adaptar à realidade que muda todos os dias no nosso ambiente de negócio atual. Tem muita novidade acontecendo.

A gente hoje lida no dia a dia com o mundo inteiro, pessoas que trabalham e vivem em países muito diferentes do nosso. Então, como a gente se prepara para essa mudança permanente? É se expondo às mudanças, buscando ambientes novos enquanto você está na universidade.

As vantagens das universidades americanas

O que eu valorizo na hora de selecionar é a riqueza de experiências do candidato, especialmente ao longo dos 4 anos do curso universitário.

Fez esporte, participou do grêmio estudantil, trabalhou voluntariamente em ações na universidade, atuou na comunidade, fez estágios, trabalhou? Eu vejo esse todo. E o ambiente universitário nos Estados Unidos dá mais espaço para essas coisas acontecerem.

A carga horária curricular na universidade americana é menor e isso possibilita que os alunos dediquem mais tempo a atividades fora da sala de aula, que podem ser projetos acadêmicos ou atividades como o grêmio, esporte, organizações estudantis, estágio, até empreender.

As universidades americanas têm inúmeros grupos de afinidades, também conhecidos como clubs. Há os de etnias, como os hispânicos, por exemplo, ou os de interesse, que pode ser futebol, xadrez, moda, cinema… tem grupo de debate, de política, de todos os tipos. E você pode criar um novo, o que mostra um diferencial de liderança.

Em qualquer um desses grupos, o aluno vai se expor a pessoas diferentes, com ideias e culturas diversas, vai conversar, vai aprender, vai entender a perspectiva de vida deles e ainda vai se aprofundar naquele tema.

Participar de equipes esportivas (na universidade ou na comunidade) também é interessante. Desenvolve habilidades importantes como disciplina, liderança, tolerância e trabalho em equipe.

Cursos no Brasil x nos EUA

Comparando os cursos, no Brasil eles são mais técnicos, mais aprofundados. Nos Estados Unidos ele é mais amplo e mais variado. Lá é possível abrir novas possibilidades inclusive dentro da sala de aula.

Em uma universidade americana, quem estuda engenharia, por exemplo, pode fazer cursos de arte, de literatura e muitos outros. Faça isso, se exponha, saia da sua zona de conforto! Isso vai abrir a sua cabeça, ajudar você a pensar de uma maneira diferente.

Independentemente do sistema de ensino, mudar de país para estudar já é um diferencial porque o aluno tem que resolver seus próprios problemas no dia a dia e naturalmente está inserido em outra cultura, convive com uma diversidade maior de pessoas, o que ajuda muito a torná-lo uma pessoa mais flexível e adaptável.

Mas dá para ir além de tudo isso e apresentar um diferencial ainda mais atraente: faça um intercâmbio (study abroad program) em um lugar onde a cultura seja realmente diferente de Estados Unidos e Brasil.

Fuja dos destinos mais tradicionais. Vá para a Ásia, para a África, para lugares onde você realmente desconheça os costumes, a língua, o alfabeto.

Quanto mais você se afastar da sua realidade, mais adaptações você vai ter que fazer, mais aprendizado vai haver e mais versátil você vai se tornar. Este tipo de experiência é cada vez mais valorizada.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/10/BLOG-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-10-16 18:31:582024-04-12 16:41:32Soft Skills e o recrutamento das empresas

SAT ou ACT

9 de outubro de 2020/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

O processo seletivo para as universidades americanas busca avaliar o aluno como um todo. Apesar de ser necessária a realização do SAT e/ou ACT, não é baseado na nota de uma única prova.

As universidades usam várias ferramentas para conhecer o aluno, como estudante e como pessoa, a fim de saber se o candidato tem o perfil alinhado com o da instituição.

Uma das ferramentas que compõem a avaliação do perfil acadêmico dos candidatos são os testes padronizados, que corresponderiam ao ENEM no Brasil.

Igualmente, é uma forma de padronizar a avaliação do desempenho dos estudantes, que vêm dos mais diferentes backgrounds e também do mundo inteiro.

Além disso, as universidades ainda consideram o histórico escolar dos alunos, entre outros critérios, para definir o perfil acadêmico de cada um.

Nos Estados Unidos e em outros países, os testes padronizados mais aceitos são o SAT e o ACT. Os dois exames avaliam escrita, interpretação de texto, raciocínio crítico e lógico, matemática, e no caso do ACT, também ciências.

A nota do SAT e do ACT é um dos componentes da application. Portanto, não determina sozinha se o candidato vai ou não ser aceito em uma universidade nos Estados Unidos.

Mas ela ajuda a indicar o perfil de universidade em que o aluno pode ser aceito. As instituições mais concorridas exigem notas mais altas nestes exames. Por isso, é importante saber escolher a prova certa para você.

As diferenças entre SAT e ACT

O SAT é mais antigo e portanto um pouco mais conhecido pelos alunos brasileiros, mas praticamente todas as instituições aceitam os dois testes, sem preferências. As duas provas são reconhecidas igualmente pelas universidades. Cabe ao aluno escolher qual prefere fazer.

SAT e ACT são aplicados no Brasil várias vezes no ano e em diversas capitais. O aluno pode fazer o teste mais de uma vez e a nota que será levada em consideração pelas universidades sempre será a mais alta.

A opção é, portanto, pessoal e depende do perfil de cada aluno. Por isso, vale a pena saber um pouco mais sobre cada uma das provas.

SAT (Scholastic Aptitude Test)

O SAT é dividido em 3 partes que avaliam 3 competências: Matemática, Interpretação de Texto (leitura e escrita) e Redação (essay). A redação no SAT é opcional.

As duas primeiras seções valem de 200 a 800 pontos. O resultado final, portanto, varia entre 400 e 1600 pontos. A redação é avaliada separadamente, em uma escala de 2 a 8 pontos.

O candidato tem 3 horas para fazer a prova, que tem 154 questões (100 minutos para Interpretação de Texto e 80 minutos para Matemática). Quem optar por fazer a redação, tem 50 minutos para terminar.

A inscrição para o SAT é feita na página do College Board, instituição responsável pelo teste. Lá estão disponíveis também as datas e locais das provas no Brasil.

ACT (American College Testing)

O ACT é composto por 4 seções: Matemática, Inglês, Interpretação de Texto (leitura) e Ciências, divididas em 215 questões de múltipla escolha. A redação também é opcional no ACT.

O aluno tem 45 minutos para fazer a seção de inglês, 60 para Matemática, 35 para Interpretação de Texto e mais 35 minutos para Ciências, um total de 175 minutos. Quem optar por fazer a redação tem mais 40 minutos.

Cada uma das 4 sessões vale de 1 a 36 pontos. E a partir do resultado de cada uma delas é feita a nota final (que pode ir de 1 a 36 também). A nota da redação (para quem optou por fazer) é calculada de forma diferente (vale de 2 a 12 pontos).

A inscrição é feita no próprio site da prova, onde há também todas as informações sobre as provas.

No vídeo abaixo, você encontra mais informações sobre os dois testes:

A preparação para as provas

Ter um ótimo nível de inglês e boas notas no colégio não são garantia de sucesso no SAT e no ACT. Estas provas têm características muito específicas, bem diferentes daquelas que os estudantes brasileiros estão acostumados a fazer.

Por isso, fazer simulados é fundamental. Mas para atingir o seu melhor desempenho você deve focar a preparação naquilo que os testes realmente exigem, para não perder tempo na hora da prova e correr o risco de não conseguir terminar. Controlar o tempo nestes exames é um dos principais desafios.

Para isso, é preciso ir além: você deve saber o que estudar, como estudar e ainda quando fazer os simulados.

Também é fundamental saber definir qual é a melhor prova para você, aquela em que você tem mais facilidade e, portanto, mais chances de obter um resultado melhor.

Ainda é importante estabelecer objetivos e metas de acordo com cada universidade onde vai aplicar. Dessa forma, as chances de sucesso serão muito maiores.

A orientação de uma consultoria especializada pode fazer toda a diferença nessa jornada. Desde 2001, a Daqui pra Fora já orientou mais de 3.000 estudantes brasileiros na preparação para as provas e em todo o processo de candidatura para universidades no exterior.

Nossa preparação foi desenvolvida pensando em alunos brasileiros e como aprendemos os conteúdos na escola, isso maximiza o potencial dos alunos onde cobrimos todo o conteúdo, técnicas e estratégias da resolução dos exercícios.

Se quiser saber mais sobre o nosso trabalho, preencha o formulário abaixo e converse com um dos nossos especialistas.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/10/BLOG.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-10-09 14:25:582024-03-14 21:18:50SAT ou ACT

Bolsas de estudo no exterior: conheça os diferentes tipos

2 de outubro de 2020/em Bolsas de Estudo /por Daqui pra Fora

Fazer faculdade no exterior vem se tornando um objetivo cada vez mais comum entre estudantes brasileiros. Há alguns anos a procura por vagas em universidades estrangeiras vem crescendo, visto que os benefícios são muito maiores que os desafios. Igualmente, a procura por bolsas de estudo para essas universidades também vem crescendo.

Dentro de um cenário complicado, com o real bastante desvalorizado em relação às principais moedas internacionais, as bolsas de estudo ganham importância e podem ser um fator decisivo para muitos candidatos garantirem seu lugar em uma universidade no exterior.

Bolsas de estudo nos Estados Unidos

As universidades americanas são as que mais oferecem bolsas de estudos no mundo, inclusive para estudantes internacionais. Nos Estados Unidos existem vários tipos de bolsas de estudos e, portanto, alguns caminhos para obtê-las.

É importante conhecer cada uma, entender como elas funcionam, e ver a possibilidade de solicitar alguma delas.

Vale lembrar que todas as bolsas de estudo são baseadas em méritos. O aluno precisa apresentar algum diferencial, seja na área acadêmica, artística ou esportiva, para ter chance de conquistar esse benefício.

Bolsa por mérito acadêmico

É concedida para alunos com desempenho acadêmico elevado, acima da média dos outros candidatos que estão sendo admitidos sem bolsa.

Para analisar este desempenho, o primeiro aspecto avaliado é o histórico escolar do candidato. Este histórico determina o GPA (Grade Point Average), que é a média ponderada das notas dos últimos 4 anos do colégio, considerando a carga horária de cada disciplina.

Além do histórico escolar, as notas das provas padronizadas (SAT ou ACT) e a nota do exame de proficiência em inglês (TOEFL) também entram na avaliação. Muitas universidades utilizam uma combinação das notas na escola com as notas nos testes.

Este conjunto de requisitos mostra para a universidade o potencial acadêmico do estudante. O valor das bolsas varia de acordo com o nível do candidato e as disponibilidades da instituição.

Bolsa por necessidade financeira

É oferecida por um número menor de universidades, geralmente as mais competitivas. Estas universidades procuram os melhores alunos para preencher essas vagas, esperando que a excelência acadêmica e a estrutura de ponta que serão oferecidos sejam aproveitados da melhor maneira possível.

A concorrência é grande e, portanto, a seleção exige dos candidatos méritos acadêmicos altíssimos. Como as universidades que oferecem este tipo de bolsa são muito competitivas, todos os alunos admitidos têm alto nível acadêmico, então as bolsas são oferecidas para quem precisa mais.

Além do perfil do candidato como estudante, a universidade quer conhecer também o seu histórico financeiro. Para isso, requisita outros documentos, como imposto de renda da família, carta do banco, extrato bancário e o preenchimento de alguns formulários.

Esse conjunto de informações acadêmicas e financeiras vai levar a universidade a decidir por conceder ou não a bolsa ao candidato. O valor do benefício também depende do resultado da avaliação e das disponibilidades da instituição.

Um número ainda menor de universidades, classificadas como “need blind”, não levam em conta as condições financeiras e as necessidades do candidato ao avaliar sua application.

Elas garantem que o aluno não deixará de ser admitido por questões financeiras. Fazem parte desse seleto grupo algumas das instituições mais prestigiadas e concorridas do país, como MIT, Harvard, Princeton, Yale e Amherst College.

Bolsa artística

São bolsas oferecidas para estudantes que vão fazer cursos ligados a artes. Para conseguir o benefício, o aluno precisa demonstrar talento especial na sua área de estudo específica.

Candidatos para cursos de audiovisual (cinema), arquitetura e moda, por exemplo, enviam portfólios que reúnem seus melhores trabalhos. Se o interesse for por música, atuação ou dança, ele deve participar de uma ou mais audições, que podem ser presenciais ou online.

Bolsa esportiva

As universidades americanas oferecem bolsas esportivas com o objetivo de fortalecer suas equipes nas diferentes modalidades. Por isso, elas se destinam a atletas experientes e de alto nível.

Os treinadores avaliam o desempenho e o talento dos candidatos internacionais geralmente por meio de vídeos enviados pelos próprios estudantes e eles determinam quem terá direito à bolsa de estudo.

Acerte no alvo

Apesar de os Estados Unidos terem a maior oferta de bolsas de estudos no mundo, nem toda universidade oferece este benefício. Por isso, é fundamental conhecer os programas de bolsa das universidades, principalmente daquelas que possuem o perfil do aluno, e identificar quais se aplicam à necessidade de cada família.

Um acompanhamento especializado pode fazer toda a diferença nesse momento. Desde 2001, a Daqui pra Fora já orientou mais de 3 mil estudantes que conquistaram um valor total superior a R$ 500 milhões em bolsas de estudos no exterior, principalmente nos Estados Unidos.

É o resultado do trabalho de uma equipe de profissionais experientes, que acompanha de forma personalizada cada aluno em todo o processo de candidatura, incluindo a requisição de bolsa.

Este trabalho envolve orientação no preenchimento dos complexos formulários e garante que o aluno mire no alvo certo, ou seja, em universidades alinhadas com o seu perfil, o que com certeza, maximiza as chances de sucesso.

Preencha o formulário abaixo, converse com um dos nossos especialistas e veja como o time da Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência que você precisa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/10/3640.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-10-02 17:27:272024-03-27 14:02:50Bolsas de estudo no exterior: conheça os diferentes tipos

Invista em você nas férias de verão

25 de setembro de 2020/em Acadêmico /por Daqui pra Fora

Quem faz faculdade no exterior com certeza tem vivo na memória o caminho que percorreu para chegar até lá. Lembra, portanto, que para ser admitido na universidade não era apenas ter boas notas na escola ou ir bem em uma prova específica.

A seleção é feita levando em conta tudo que o candidato fez como aluno e como pessoa, dentro e fora da sala de aula, nos últimos 4 anos do colégio. Sendo assim, por que os alunos devem planejar suas férias de verão quando já estão na universidade?

Porque o raciocínio é mais ou menos o mesmo quando ele olha para frente agora que está na faculdade. Na hora de buscar um lugar no mercado de trabalho, a universidade onde ele estudou e o que fez no período em que esteve por lá serão aspectos importantes, sem dúvida, para determinar se a vaga será sua ou não.

Mas sempre é bom investir no extracurricular para aprimorar a formação e poder apresentar algum diferencial no momento da seleção e o melhor período para este investimento são as férias de verão.

Com 3 a 4 meses de duração, elas oferecem tempo suficiente para o aluno se envolver em diversas atividades, além de curtir algum tempo livre, claro.

Como aproveitar as férias de verão

O summer break, como são conhecidas as férias de verão no hemisfério norte, começa em maio e vai até agosto, quando tem início o novo ano letivo. Portanto, o ideal é se programar com antecedência para poder aproveitar este período da melhor maneira possível.

Opções não faltam. Com um bom planejamento, uma variedade imensa de atividades podem ser desenvolvidas neste longo break, geralmente aquelas com as quais é difícil se comprometer durante o período de aulas.

Trabalhar, ler, relaxar, aprender, empreender, viajar, enfim, vale a pena otimizar este tempo buscando algum tipo de crescimento pessoal, acadêmico ou profissional.

Veja informações importantes sobre como aproveitar as férias de verão no vídeo abaixo:

Estágio de verão

Ideal para alunos que estão mirando o mercado de trabalho. Conhecer um ambiente corporativo, aprender na prática e fazer contatos na sua área são ganhos indiscutíveis para quem consegue uma vaga como estagiário neste período.

Além disso, você pode tentar o estágio de verão no Brasil, se vier passar as férias com a família, ou no exterior. De qualquer forma, para conseguir, é preciso planejar com antecedência e se empenhar bastante na busca.

Cursos

Tempo não vai faltar neste break para você aprender. Assim, você pode querer se aprofundar em algum tema ligado à sua carreira ou conhecer mais sobre algum assunto do seu interesse pessoal.

Há cursos disponíveis em todos os lugares, online, e em todas as áreas, basta pesquisar e escolher os que mais satisfaçam suas curiosidades ou necessidades.

As próprias universidades oferecem summer classes relevantes e de altíssimo nível, nas mais diversas áreas. Uma opção bacana também é aprender um novo idioma.

Trabalho voluntário

Este pode ser um bom momento para se engajar em uma causa, se você ainda não fizer parte de nenhum movimento. Seja na área social, ambiental, cultural, da saúde, doar seu tempo para ajudar pessoas ou comunidades é sempre uma experiência muito rica.

Além de contribuir e fazer a diferença na vida das pessoas, você certamente vai aprender muito, vai conhecer pessoas interessantes e ganhar novas habilidades. Assim como os cursos e o estágio, o trabalho voluntário no summer break pode acontecer no Brasil ou, então, no exterior.

Criar seu próprio projeto

Desenvolver seu próprio projeto mostra que você tem iniciativa, criatividade e gosta de arriscar. Pode ser um filme, podcast, blog, um site, um aplicativo, quem sabe criar um clube do livro ou dar aulas de inglês para crianças?

Talvez você possa até começar a empreender. Certamente no seu próprio projeto você vai poder aplicar seus conhecimentos, testar novas possibilidades e ainda aprender bastante.

Conhecer novas culturas

Viajar para países menos visitados e com culturas que você conhece muito pouco ou quase nada é uma atividade extremamente rica e que vem sendo cada vez mais valorizada.

Viver em um ambiente novo, com regras e costumes diferentes, ajuda a desenvolver a tolerância, a flexibilidade, o improviso e traz muito conhecimento e amadurecimento.

Há muitas outras atividades que exigem menos planejamento e que também podem enriquecer bastante o seu tempo durante o summer break. Criar uma lista de livros, desenvolver um hobby (fotografia, dança, jardinagem, tocar um instrumento, aprender um esporte), visitar museus e centros culturais na sua cidade ou próximo a ela são algumas delas.

Pense nos seus interesses, possibilidades e necessidades e programe-se para aproveitar suas próximas férias de verão, sempre lembrando que, além de relaxar e se divertir, ela é uma ótima oportunidade para investir em você. Os benefícios deste investimento, você vai ver, virão das formas mais variadas e duram para a vida toda.

Se você tem o sonho de fazer faculdade no exterior e quer a ajuda especializada do time da Daqui pra Fora, preencha o formulário abaixo para começarmos uma conversa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/09/15796.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-09-25 18:33:142024-03-28 10:43:26Invista em você nas férias de verão

Common App: o que é e como funciona

12 de setembro de 2020/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Quem decide fazer faculdade no exterior descobre em pouquíssimo tempo que o processo seletivo em outros países é bem diferente daquele que existe no Brasil. O aluno precisa construir uma candidatura que vai mostrar quem ele é, como aluno e como pessoa, para as universidades onde pretende estudar, e a plataforma do Common App serve como um facilitador desse processo.

São exigidos vários documentos, notas, redações, enfim, uma série de requisitos que serão, em conjunto, analisados pelas bancas de admissão das universidades e as ajudarão a compor o perfil do aluno.

É uma jornada complexa, mas existe uma ferramenta online que pode ser um interessante aliado dos estudantes na hora de enviar a candidatura para as universidades. Siga a leitura até o final para conhecer melhor essa ferramenta.

O que é o Common App?

O Common App, como é mais conhecido, é uma plataforma online por onde alunos do mundo inteiro enviam suas candidaturas para universidades nos Estados Unidos e em outros 18 países.

O sistema, usado anualmente por mais de 3 milhões de alunos, professores e orientadores, foi criado para facilitar o processo de candidatura dos estudantes.

Por meio do Common App, o aluno preenche o cadastro uma única vez e todas as universidades que utilizam a plataforma têm acesso aos seus dados e documentos. Dessa forma, o candidato tem seu trabalho otimizado e economiza tempo.

Como funciona o Common App?

Depois de se registrar na plataforma, o aluno preenche o cadastro com seus dados pessoais, fornece diferentes informações e, junto com representantes da escola nomeados por ele, anexa e envia diversos documentos, aqueles que geralmente são exigidos pelas instituições.

Os documentos solicitados são:

  • Histórico Escolar com as notas dos últimos 4 anos do colégio;
  • Certificado de conclusão do Ensino Médio (com tradução juramentada);
  • Notas das provas padronizadas e de proficiência em inglês (SAT ou ACT e TOEFL);
  • Cartas de recomendação escritas por professores ou coordenadores da escola (em inglês);
  • Pernonal Statement (redação ou essay, que corresponde a uma carta pessoal de motivação).

Pelo Common App o aluno pode enviar candidatura para até 20 universidades. Portanto, é importante checar a lista de instituições cadastradas no sistema para ver se todas que o interessam estão entre elas.

Afinal, há universidades que não aceitam candidaturas pelo Common App e outras que só aceitam via plataforma. Vale a pena, portanto, pesquisar separadamente sobre o sistema de admissão de cada instituição que seja do seu interesse.

Além disso, também é preciso ficar atento porque nem todas as instituições que compõem o Common App fazem exatamente as mesmas exigências. Sendo assim, algumas universidades pedem requisitos extras. Podem ser informações e documentos adicionais ou, o mais comum, outra redação, com tema mais específico.

O registro no Common App é gratuito. O aluno pode pagar as applications fees diretamente pela plataforma, assim como outros documentos extras que podem ser solicitados ao longo do processo.

O sistema está liberado desde o dia 1o de agosto, mas muitos alunos aplicando para este ciclo têm dúvidas e não começaram o preenchimento.

Quanto antes o aluno e os representantes da escola acessarem a plataforma, mais tempo e mais tranquilidade terão para completar todos os requisitos, respeitando o deadline de cada universidade.

Igualmente, é muito importante prestar atenção nos prazos de cada instituição e se certificar de que os representantes da escola também respeitem essas datas limite.

Plataforma crescendo

O sistema vem crescendo bastante nos últimos anos e hoje mais de 900 universidades adotam o Common App para selecionar os candidatos. São mais de 800 instituições só nos Estados Unidos, entre elas algumas das principais e mais importantes do mundo, como Stanford, Harvard, Duke, Brown, UPenn e Columbia.

Entre os anos de 2020 e 2021, mais 40 universidades americanas aderiram ao sistema. É o caso de Texas Tech, Virginia Tech, Clemson e University of South Florida, entre outras.

Depois dos Estados Unidos, o Reino Unido e o Canadá são os países onde mais universidades aceitam candidaturas via Common App.

O Common App é uma ferramenta que facilita a vida do estudante no seu processo de candidatura. Se quiser saber mais sobre esta plataforma, entre em contato com nossos especialistas e descubra como podemos ajudar.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Dia24-Post.png 892 899 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-09-12 13:00:502024-01-03 18:22:33Common App: o que é e como funciona
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