Conheça as histórias de oito estudantes brasileiros que aproveitaram as férias de verão de suas faculdades nos EUA para ganhar experiência profissional e enriquecer o currículo com estágios em empresas no Brasil
Graduar em uma boa universidade, com boas notas e algumas recomendações são elementos que certamente ajudam na hora de conquistar a vaga desejada no mercado de trabalho. Mas apenas estudar e ter um bom currículo acadêmico pode não ser suficiente, principalmente se as aspirações forem altas.
Por isso, muitos estudantes que fazem graduação no exterior aproveitam as férias de verão, que são longas, para fazer estágio em empresas brasileiras.
Sabendo o quanto uma oportunidade como essa pode contribuir para a carreira de um estudante, a Daqui pra Fora facilita esse processo, fazendo contato com empresas e encaminhando os alunos para as entrevistas, através do programa Summer Talents.
“É bom estagiar nas férias de verão, pois já começamos a ver como é o mercado, como é a rotina de um trabalho. Além disso, quando eu me formar já vou ter alguns estágios no currículo e um network maior do que a maioria dos recém-formados”, diz Marina Rodrigues, que cursa o 3º semestre de Comunicação na University of North Florida, em Jacksonville.
Marina estagiou recentemente na área de Serviços ao Empreendedor da Endeavor, uma organização que ajuda a desenvolver a economia de países emergentes por meio do apoio ao empreendedorismo de alto impacto.
Espaço para aprender e contribuir
“Fiquei meu primeiro verão inteiro no Brasil sem fazer nada, entediado, meus amigos e familiares só tinham um mês de férias. Decidi, então, que dali em diante eu sempre iria achar algo para fazer nesse período. Por isso, resolvi estagiar no verão, para adquirir experiência e aprender aquilo que não se ensina em sala de aula”, conta Daniel Gildin, aluno do quinto semestre de Engenharia Mecânica na University of Michigan, que estagiou na Ambev, na área de Logística.
O estágio de dois meses ultrapassou as expectativas de Daniel. “Estagiei na área de Logística da Ambev e minha função, nos primeiros 20 dias, foi acompanhar algumas reuniões com meu gestor e começar a entender melhor a cultura da companhia e o papel da logística no andamento da Ambev. Depois, fui enviado a seis fábricas da Ambev pelo Brasil para analisar o processo de carregamento de produto acabado nas fábricas e com essa análise, achar pontos falhos no processo e pensar em melhorias”, explica o estudante.
Daniel conta que além de aprender aspectos específicos da logística em uma companhia, aprendeu como deve se comportar em uma reunião e em um ambiente de trabalho, assim como a própria cultura da empresa.
“Meu estágio não teve relação direta com meu curso. Mesmo assim, levarei dele vários aspectos como: trabalho em equipe, postura em ambiente de trabalho, em reuniões e algumas técnicas de análise de problemas e ações a serem tomadas”.
Mas o tempo na empresa não serviu apenas para aprender, ele também contribuiu. “O projeto que eu toquei me levou a encontrar algumas soluções para que o carregamento de cada caminhão fosse mais rápido e efetivo. Algumas dessas soluções/melhorias já estão sendo implementadas ou estão no processo de autorização”, conta, orgulhoso.
Estágio que vale por um MBA no varejo
Henrique Freitas também estagiou na Ambev, na área de Novos Negócios, na divisão Nosso Bar, uma rede de franquias popular. Ele está no terceiro semestre de Engenharia Financeira na Princeton University, uma das principais universidades do mundo.
“Decidi fazer estágio pois uma experiência de trabalho bem escolhida pode fazer mais que abrir portas numa empresa, ajuda a definir com o que de fato quero trabalhar”, falou. E valeu a pena: “Meu projeto foi elaborar um modelo estratégico e operacional da expansão da rede. Basicamente é um manual auto-implementável (não precisamos deslocar pessoas para novas regiões para fazer a expansão). Meu chefe disse que tirei um MBA de varejo desta experiência. Concordo plenamente, aprendi muito sobre o business de franquia. Acho que, em geral, aprendi a trabalhar com a intensidade da Ambev e como avaliar meu trabalho frequentemente com metas e resultados”, disse Henrique.
Henrique já havia feito outros estágios e, segundo ele, a experiência é fundamental. “Ajuda a definir melhor o foco, tanto para outros estágios e programas nas férias, quanto para as aulas que vou querer fazer na faculdade”, concluiu.
Aprendizado em áreas diversas
Carol Yumi é mais uma brasileira “estrangeira” que passou as férias de verão estagiando na Ambev. “O estágio foi maravilhoso. Funcionou como um mini-trainee com duração de 3 meses. Passei o tempo aprendendo sobre os processos, indicadores, funcionamento e posições dentro do departamento de vendas do auto-serviço”, conta Carol.
“Aprendi e desenvolvi habilidades de marketing, administração, finanças, relacionamento, networking, postura corporativa e comprometimento. Tudo isso em um nível intenso e muito além do que se aprende em sala de aula. Coloquei em prática todos os conceitos aprendidos na universidade, o que me deu muito mais vontade de continuar aprendendo, pois percebo um real uso para isso”, disse a aluna do 3º ano de International Business e Economia da University of South Carolina.
“Foi um aprendizado incrível, poderia até contar como 3 ou 4 matérias do meu curso! Ter essa experiência me coloca um passo à frente dos outros alunos com quem eu irei competir no mercado de trabalho no futuro”, avalia Carol.
Maturidade e visão de mercado
Ênio Borges já havia estagiado no segundo ano da faculdade em uma startup nos EUA e agora aproveitou a chance para fazer o último estágio antes de se formar em Arts in Business e General Business na St. Thomas University, em Miami.
Ele estagiou no setor de Marketing e Relações Institucionais da Endeavor, como assistente no Programa Locaweb Startup, uma parceria com a Locaweb para acelerar startups.
Foi tão bem recebido que ele se sentiu parte do time. “Fui tratado como membro da equipe desde o primeiro dia, inclusive com responsabilidades acima da minha expectativa, o que foi muito bom. Um exemplo disso foi o meu papel no desenvolvimento do hotsite de divulgação do programa, no qual eu era responsável por coordenar todo o desenvolvimento e cronograma junto aos programadores”, conta.
Segundo Ênio, a experiência foi determinante na sua trajetória. ”Foi muito motivador trabalhar em um ambiente como o da Endeavor, onde as pessoas estão sempre muito próximas e a troca de informação entre profissionais é intensa. Percebi também a importância da inovação no mercado de trabalho e como pessoas competentes são o principal componente de uma empresa de sucesso. Um mês na Endeavor me fez repensar minha visão de mercado de trabalho.”
E ele ainda ensina o que aprendeu: “Ao ver como empreendedores de sucesso chegaram lá, percebe-se que muito mais do que procurar emprego, o importante é trazer novas ideias e soluções pro mercado.”
Melhorando a tomada de decisões
O aprendizado em um estágio varia muito, de acordo com a experiência de cada um. Na própria Endeavor, Luiz Akio Mariano, aluno do sétimo semestre de Ciências Contábeis da Mount Olive College, na Carolina do Norte, aproveitou sua passagem na área de Relações Institucionais da empresa para aprimorar sua capacidade de tomar decisões.
“Como na Endeavor o clima é mais descontraído, não há bem um boss atrás dizendo o que você deve fazer. Isso me fez desenvolver minhas tomadas de decisões, não só dentro como fora da corporação”, conta Luiz.
”Percebi que amadureci bastante nesse período e isso já está me favorecendo no meu curso e vai me favorecer, com certeza, na minha carreira”, completou.
Desenvolvendo a autonomia
Aline Mariano, que estuda Administração Internacional e Economia na Ohio Dominican University, teve uma percepção parecida do clima na Endeavor durante as cinco semanas em que estagiou na área de Serviços e Empreendedores da Endeavor.
“A falta de um chefe que diga o que fazer e quando fazer fez com que eu tivesse que aprender a me organizar bem para não perder o foco. Afinal, apesar da autonomia que tínhamos, há prazos para tudo e era preciso cumpri-los”, disse Aline.
Para quem é atleta, as férias são o momento ideal para enriquecer o currículo com um estágio. Por isso, Edward Timponi, aluno do quinto semestre de Business na University of Texas at Tyler, aproveitou esse período este ano para ganhar experiência profissional.
“Sou tenista universitário e fica complicado conciliar um estágio com o esporte. O jeito mais fácil de compensar isso é estagiar durante as férias”, explica.
Foi selecionado pela Ambev e trabalhou na área de planejamento e controle de insumos que faz parte do setor de logística. “É diferente escutar em sala de aula como é uma empresa e vê-la na vida real, o estágio é um bom jeito de conectar o lado acadêmico com o do mercado de trabalho”, conclui.
*Daniel Gildin hoje é Analista de M&a na IGC Partners
*Carol Yumi é Business Architect na Nubank
*Henrique Freitas é Associate Director – Head of Global Budget and Business Planning na Kraft Heinz
*Ênio Borges é Fundador do Três Colinas – Cozinha Contemporânea
*Luiz Akio Mariano é Contador da Enterprise Holdings
*Aline Mariano é Branch Manager na Enterprise Rent-A-Car
*Edward Timponi é Financial Manager na GE
Quer ter a experiência de fazer faculdade no exterior e poder fazer estágios de verão? Conte com a nossa assistência especializada durante todo o processo e viva esse momento inesquecível para você.
A importância das atividades extracurriculares para a candidatura!
/168 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaO processo seletivo para as universidades no exterior, principalmente para as faculdades nos Estados Unidos, possuem algumas diferenças na avaliação dos candidatos interessados em estudar naquela instituição.
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As universidades americanas levam em consideração diversos fatores ao analisar a candidatura de um aluno, não somente a nota em uma prova ou no ensino médio por exemplo. Veja mais sobre esses fatores clicando aqui!
Um desses fatores são as atividades extracurriculares que o aluno se envolveu durante a sua trajetória escolar. Você sabe o que é uma atividade extracurricular?
Qualquer atividade com a qual o aluno se envolva fora do currículo obrigatório de seu colégio é considerada uma atividade extracurricular. Ou seja, tudo que o aluno faz por conta própria, colocando tempo e energia, sem nenhuma outra motivação que não seja “paixão pelo que faz”, é considerado atividade curricular!
Não existe propriamente uma regra para definir quais atividades extracurriculares serão mais adequadas para o estudante. Cada faculdade irá olhar para suas atividades extracurriculares de uma forma diferente, determinando o peso que elas terão em sua candidatura. Para universidades mais competitivas, as atividades extracurriculares terão um peso maior. Além disso, ao olhar suas atividades extracurriculares, o curso/área que o aluno pretende estudar também será levado em consideração. Por exemplo, para um candidato que pretende estudar algum curso relacionado a ciências exatas, olimpíadas científicas são um bom exemplo de atividade extracurricular que as universidades podem achar interessante. O mais importante é ser pró-ativo e estar realizando ações legais fora da sala de aula!
Entender o seu perfil como aluno e saber quais atividades extracurriculares serão mais relevantes na sua candidatura pode ser fundamental para a sua aprovação em sua universidade dos sonhos. A Daquiprafora é uma consultoria especializada em estudantes brasileiros que querem faculdade fora há mais de 16 anos. Através de nosso programa de preparação antecipada, o Early Guidance, nossos estudantes recebem uma mentoria profissional para deixá-los melhores preparados para o processo seletivo de universidades estrangeiras, ajudando-os a melhorar seu perfil para o momento de sua candidatura. Veja mais sobre nossos programas clicando aqui!
Veja casos de sucesso do programa de preparação antecipada: Pietro Leite, do Early Guidance para Harvard!
Veja abaixo alguns exemplos de atividades extracurriculares. Quais dessas se encaixam mais com seu perfil?
[pdf-embedder url=”http://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Infográfico-Atividades-Extracurriculares.pdf” title=”Infográfico – Atividades Extracurriculares”]
Podemos ajudar você a entender quais serão as melhores opções de faculdade para você de acordo com seu perfil, e quais serão as melhores bolsas de estudo que você poderá conseguir!
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Bolsas de estudo para faculdade nos Estados Unidos – tudo o que você precisa saber!
/109 Comentários/em Bolsas de Estudo, Estados Unidos /por Daqui pra ForaFazer faculdade no exterior é o sonho de muitos estudantes brasileiros. Em países como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, os estudantes terão a chance de estudar em algumas das principais universidades do mundo, que contam com estrutura e educação em nível de excelência!
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Nos Estados Unidos principalmente, grande parte das universidades oferecem bolsas de estudo, que cobrem parcial ou integralmente os custos da universidade, geralmente incluindo o custo dos estudos, alimentação e também da moradia. Por esse motivo, as universidades dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido estão entre os principais destinos escolhidos pelos estudantes, que almejam ter a chance de estudar nas mais famosas e prestigiadas universidades do mundo e ainda poder receber ajuda financeira para isso.
Para entender como conseguir uma bolsa de estudo, primeiramente é preciso entender quais são geralmente os tipos de bolsas que são oferecidas pelas faculdades. Existem três tipos de bolsas de estudo: as bolsas acadêmicas (divididas em duas categorias – bolsas por mérito e bolsas por necessidade financeira), as bolsas esportivas e as bolsas artísticas.
Se você deseja ou necessita ter bolsas de estudo para fazer faculdade no exterior, é importante entender algumas variáveis que são relacionadas a elas antes de escolher para quais faculdades deseja aplicar, tais como:
A Daquiprafora é uma consultoria especializada em estudantes brasileiros que querem faculdade fora. Podemos ajudar você a entender quais serão as melhores opções de faculdade para você de acordo com seu perfil, e quais serão as melhores bolsas de estudo que você poderá conseguir!
Veja no infográfico abaixo como são classificadas as bolsas de estudo:
[pdf-embedder url=”http://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Daquiprafora-Infografico-Bolsas-de-Estudo.pdf” title=”Daquiprafora – Infografico – Bolsas de Estudo”]
10 dicas para administrar melhor o seu tempo para estudos
/105 Comentários/em Dicas /por Daqui pra ForaUm dos grandes desafios enfrentados pelos estudantes nos Estados Unidos e Canadá é a administração do tempo.
O sistema de ensino americano exige que o aluno estude muito mais fora da sala de aula, realizando atividades, trabalhos, lições de casa, leituras e pesquisas o tempo todo para cada aula, em cada disciplina.
Isso faz com que o estudante fique focado dentro do conteúdo o tempo todo, otimizando o processo de aprendizado.
Entretanto, conciliar o seu tempo de modo a conseguir dar conta de todas essas tarefas, além de atividades extracurriculares, clubes, esportes e vida social, pode não ser uma tarefa fácil.
Por isso, preparamos uma lista com algumas dicas para você administrar melhor o seu tempo durante as horas de estudo.
Como administrar melhor o tempo de estudos
1) Anote conceitos e observações importantes dadas em sala de aula. Escrever e revisar são etapas importantes do processo de aprendizado e memorização;
2) Deixe o seu local de estudos sempre organizado, para não perder tempo procurando livros ou materiais úteis para o estudo;
3) Faça uma lista de tudo o que você precisa fazer durante, para não esquecer de nada;
4) Crie horários e mantenha-se empenhado em cumprir suas atividades dentro do que foi programado. Não se esqueça de também ter pausas para descansar um pouco;
5) Intercale matérias cujos conteúdos são mais fáceis com conteúdos mais difíceis, assim você renderá melhor;
6) Use os intervalos para se alimentar adequadamente;
7) Não deixe tudo para a última hora. Diminuir o tempo hábil para a realização do trabalho certamente irá lhe prejudicar com relação à qualidade do estudo;
8) Evite a procrastinação;
9) Procure seus professores com antecedência para tirar dúvidas, mesmo que seja por e-mail;
10) Receba suas boas notas após o planejamento e dedicação e use essa alegria como motivação para manter seu GPA sempre alto.
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Luísa Luciano: estágio na ONU e mestrado em Georgetown
/96 Comentários/em Carreira, Cursos, Depoimentos /por Daqui pra ForaDurante o processo de admissão em uma universidade americana ou canadense, a Daqui pra Fora sempre orienta seus alunos para que aproveitem ao máximo sua experiência acadêmica. No post de hoje, trazemos uma matéria especial sobre nossa aluna Luísa Luciano.
Formada em Ciências Políticas pela Indiana University–Purdue University Fort Wayne (IPFW), Luísa é um exemplo perfeito de como alinhar os estudos com ótimos projetos extracurriculares, que lhe renderam uma experiência de estágio na ONU e uma oportunidade de mestrado em Georgetown University.
DpF: Como foi sua experiência durante os anos de faculdade? Quais foram suas principais dificuldades, desafios, frustrações, descobertas, sucessos etc.? O que você fez para superar os momentos de dificuldade, saudades, duvidas etc.?
Minha experiência na faculdade foi ótima. Eu dei muita sorte e, logo nos primeiros dias, fiz muitas amizades e pude desenvolver uma relação boa com os meus professores.
Eu participei de muitos eventos e atividades na faculdade, e assim consegui conhecer melhor outros alunos e aprender sobre a vida no campus. Saudade do Brasil eu sempre tenho, mesmo morando longe há cinco anos, e durante a faculdade não foi diferente.
Mas acho que o melhor jeito de lidar com isso é se manter ocupado e aproveitar 100% as experiências que o novo ambiente tem a te oferecer. Não tem nada pior do que ficar trancado no quarto o dia inteiro e não aproveitar a experiência da faculdade.
DpF: Durante os anos de faculdade, você se engajou em atividades extracurriculares? Caso positivo, quais? Como essas atividades te ajudaram no crescimento pessoal/profissional? E com relação à formação de um networking nos EUA?
Durante a faculdade eu participei de varias atividades extracurriculares, mas a mais importante e divertida foi o grupo de Modelo da ONU. Eu fui a presidente por três anos e durante o ano acadêmico o grupo treinava para participar em uma conferencia em Chicago, com varias escolas dos EUA, cada uma representando um país da ONU diferente.
As conferências eram uma oportunidade muito boa para conhecer outros alunos com os mesmos interesses e também professores de outras universidades e foi lá onde eu conheci uma representante da Georgetown University, que me contou sobre mestrado em Resolução de Conflitos que faço hoje nessa instituição.
Saiba mais sobre a Georgetown University neste vídeo:
DpF: Como foi o processo de conseguir um estágio na ONU? Por onde você começou os contatos? Foi via OPT? Como foi o processo de entrevista e como você se preparou?
Um dos meus professores, que sabia do meu interesse pela ONU por acompanhar meu trabalho no grupo da faculdade, me falou da possibilidade de um estagio de verão em Nova York.
Através dele eu consegui um contato e pude mandar meu currículo e ser entrevistada. Tive varias reuniões com meus professores que me ajudaram com tudo, desde preparar meu currículo até treinar para a entrevista.
Meu departamento da faculdade também me ajudou com uma bolsa para cobrir os meus gastos durante o estágio.
DpF: O que te fez querer o Mestrado? Conseguiu bolsa? Como foi o processo de admissão?
Quando eu comecei a faculdade, fazer mestrado não era parte dos meus planos. Mas depois de aprender mais e achar uma área que eu gosto, eu percebi que é muito difícil ir mais longe sem o mestrado.
Por exemplo, se eu quiser trabalhar na ONU algum dia, é essencial que eu tenha feito pós-graduação. Então novamente eu conversei com os meus professores e eles me explicaram o processo de admissão e como me preparar.
Tive que fazer uma prova chamada GRE, que é como um SAT para entrar no mestrado. Também tive que mandar cartas de recomendação, minhas notas, redações que escrevi durante a faculdade e meu currículo.
Foi um processo difícil mas que valeu a pena. Entrei nas três faculdades que apliquei: University of Denver, American University, e Georgetown University. No final, escolhi Georgetown em Washington, DC.
As duas outras faculdades me ofereceram bolsa, mas Georgetown não. Apesar de ser caro, é uma das melhores universidades do país e vejo como um investimento na minha carreira. Não foi fácil recusar uma bolsa, mas esse é o tipo de decisão que alguém tem que tomar no processo de admissão do mestrado.
DpF: Quais são seus planos para após o Mestrado?
Depois do mestrado planejo ficar nos Estados Unidos e gostaria de trabalhar para alguma organização que tenha projetos envolvidos em assistência a refugiados e resolução de conflitos internacionais.
DpF: Você teria alguma dica ou sugestão que acha importante passar para os alunos que estão na faculdade ou pensando em fazer faculdade nos EUA?
Acho que qualquer pessoa lendo minhas respostas pode imediatamente reparar o quão importante meus professores foram durante a minha carreira acadêmica.
Então a primeira coisa que algum aluno novo nos EUA deve fazer é desenvolver uma relação boa com seus professores. Eles são as pessoas que tem contatos, que vão te explicar como entrar em um mestrado e que vão escrever suas cartas de recomendação.
E no meu caso, eles se tornaram como uma segunda família. Mesmo não estando mais na faculdade, ainda converso com os meus professores e planejo manter essa relação para o resto da vida.
Se você sonha em ter uma experiência parecida, a Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência especializada que você precisa. Preencha o formulário abaixo e comece uma conversa com um dos nossos especialistas.
Storage: o local para guardar os seus pertences nas férias
/39 Comentários/em Dicas, Estados Unidos /por Daqui pra ForaAo chegar perto do fim do primeiro ano de faculdade, muitos alunos começam a receber notificações da universidade sobre os procedimentos de fim de semestre.
Um deles é a questão do dormitório: ao fim das aulas, o estudante deverá desocupar totalmente o dormitório, retirando todos os seus pertences e deixando-o como o encontrou.
Ao contrário das férias de dezembro, não é permitido deixar suas coisas no quarto antes de deixar a faculdade para as férias de verão, sob pena de multa.
A principal razão é que é bem provável que você não vá morar no mesmo quarto no próximo ano. Há diversos fatores que são levados em consideração: a partir do Sophomore Year, há mais opções de dormitório disponíveis, você deseja trocar de roommate ou ir morar off-campus.
Mesmo se resolver continuar no mesmo dormitório, não se esqueça o quarto ficará inabitado por um período de quase quatro meses.
O que é e para que serve o storage
O que a grande maioria dos estudantes faz é alugar um storage. Storage nada mais é do que um espaço usado para você deixar suas coisas por um determinado período de tempo, em que só você terá o acesso.
Dessa forma, você guarda todos os seus pertences, não importa o tamanho (como frigobar, televisão, roupas, livros etc), e os retira assim que voltar para a universidade para o início do próximo ano.
Como praticamente todo mundo precisa de um lugar para guardar as coisas, procurar por um storage com antecedência pode ser uma boa alternativa para evitar dores de cabeça.
As vagas nos storages costumam esgotar com bastante rapidez, e, quanto mais cedo você resolver reservar um, mais provável será que você consiga um espaço mais perto do campus.
Além disso, dependendo do tamanho do storage, você poderá alugar um em conjunto com seus amigos, economizando no valor.
Fique atento nos painéis de divulgação da sua faculdade e faça uma busca pelos storages da região. Assim, você garante que seus pertences estarão bem guardados quando você retornar para a faculdade para o início de mais um semestre.
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Estágio nas férias de verão – experiência que faz a diferença
/106 Comentários/em Carreira /por Daqui pra ForaConheça as histórias de oito estudantes brasileiros que aproveitaram as férias de verão de suas faculdades nos EUA para ganhar experiência profissional e enriquecer o currículo com estágios em empresas no Brasil
Graduar em uma boa universidade, com boas notas e algumas recomendações são elementos que certamente ajudam na hora de conquistar a vaga desejada no mercado de trabalho. Mas apenas estudar e ter um bom currículo acadêmico pode não ser suficiente, principalmente se as aspirações forem altas.
Por isso, muitos estudantes que fazem graduação no exterior aproveitam as férias de verão, que são longas, para fazer estágio em empresas brasileiras.
Sabendo o quanto uma oportunidade como essa pode contribuir para a carreira de um estudante, a Daqui pra Fora facilita esse processo, fazendo contato com empresas e encaminhando os alunos para as entrevistas, através do programa Summer Talents.
“É bom estagiar nas férias de verão, pois já começamos a ver como é o mercado, como é a rotina de um trabalho. Além disso, quando eu me formar já vou ter alguns estágios no currículo e um network maior do que a maioria dos recém-formados”, diz Marina Rodrigues, que cursa o 3º semestre de Comunicação na University of North Florida, em Jacksonville.
Marina estagiou recentemente na área de Serviços ao Empreendedor da Endeavor, uma organização que ajuda a desenvolver a economia de países emergentes por meio do apoio ao empreendedorismo de alto impacto.
Espaço para aprender e contribuir
“Fiquei meu primeiro verão inteiro no Brasil sem fazer nada, entediado, meus amigos e familiares só tinham um mês de férias. Decidi, então, que dali em diante eu sempre iria achar algo para fazer nesse período. Por isso, resolvi estagiar no verão, para adquirir experiência e aprender aquilo que não se ensina em sala de aula”, conta Daniel Gildin, aluno do quinto semestre de Engenharia Mecânica na University of Michigan, que estagiou na Ambev, na área de Logística.
O estágio de dois meses ultrapassou as expectativas de Daniel. “Estagiei na área de Logística da Ambev e minha função, nos primeiros 20 dias, foi acompanhar algumas reuniões com meu gestor e começar a entender melhor a cultura da companhia e o papel da logística no andamento da Ambev. Depois, fui enviado a seis fábricas da Ambev pelo Brasil para analisar o processo de carregamento de produto acabado nas fábricas e com essa análise, achar pontos falhos no processo e pensar em melhorias”, explica o estudante.
Daniel conta que além de aprender aspectos específicos da logística em uma companhia, aprendeu como deve se comportar em uma reunião e em um ambiente de trabalho, assim como a própria cultura da empresa.
“Meu estágio não teve relação direta com meu curso. Mesmo assim, levarei dele vários aspectos como: trabalho em equipe, postura em ambiente de trabalho, em reuniões e algumas técnicas de análise de problemas e ações a serem tomadas”.
Mas o tempo na empresa não serviu apenas para aprender, ele também contribuiu. “O projeto que eu toquei me levou a encontrar algumas soluções para que o carregamento de cada caminhão fosse mais rápido e efetivo. Algumas dessas soluções/melhorias já estão sendo implementadas ou estão no processo de autorização”, conta, orgulhoso.
Estágio que vale por um MBA no varejo
Henrique Freitas também estagiou na Ambev, na área de Novos Negócios, na divisão Nosso Bar, uma rede de franquias popular. Ele está no terceiro semestre de Engenharia Financeira na Princeton University, uma das principais universidades do mundo.
“Decidi fazer estágio pois uma experiência de trabalho bem escolhida pode fazer mais que abrir portas numa empresa, ajuda a definir com o que de fato quero trabalhar”, falou. E valeu a pena: “Meu projeto foi elaborar um modelo estratégico e operacional da expansão da rede. Basicamente é um manual auto-implementável (não precisamos deslocar pessoas para novas regiões para fazer a expansão). Meu chefe disse que tirei um MBA de varejo desta experiência. Concordo plenamente, aprendi muito sobre o business de franquia. Acho que, em geral, aprendi a trabalhar com a intensidade da Ambev e como avaliar meu trabalho frequentemente com metas e resultados”, disse Henrique.
Henrique já havia feito outros estágios e, segundo ele, a experiência é fundamental. “Ajuda a definir melhor o foco, tanto para outros estágios e programas nas férias, quanto para as aulas que vou querer fazer na faculdade”, concluiu.
Aprendizado em áreas diversas
Carol Yumi é mais uma brasileira “estrangeira” que passou as férias de verão estagiando na Ambev. “O estágio foi maravilhoso. Funcionou como um mini-trainee com duração de 3 meses. Passei o tempo aprendendo sobre os processos, indicadores, funcionamento e posições dentro do departamento de vendas do auto-serviço”, conta Carol.
“Aprendi e desenvolvi habilidades de marketing, administração, finanças, relacionamento, networking, postura corporativa e comprometimento. Tudo isso em um nível intenso e muito além do que se aprende em sala de aula. Coloquei em prática todos os conceitos aprendidos na universidade, o que me deu muito mais vontade de continuar aprendendo, pois percebo um real uso para isso”, disse a aluna do 3º ano de International Business e Economia da University of South Carolina.
“Foi um aprendizado incrível, poderia até contar como 3 ou 4 matérias do meu curso! Ter essa experiência me coloca um passo à frente dos outros alunos com quem eu irei competir no mercado de trabalho no futuro”, avalia Carol.
Maturidade e visão de mercado
Ênio Borges já havia estagiado no segundo ano da faculdade em uma startup nos EUA e agora aproveitou a chance para fazer o último estágio antes de se formar em Arts in Business e General Business na St. Thomas University, em Miami.
Ele estagiou no setor de Marketing e Relações Institucionais da Endeavor, como assistente no Programa Locaweb Startup, uma parceria com a Locaweb para acelerar startups.
Foi tão bem recebido que ele se sentiu parte do time. “Fui tratado como membro da equipe desde o primeiro dia, inclusive com responsabilidades acima da minha expectativa, o que foi muito bom. Um exemplo disso foi o meu papel no desenvolvimento do hotsite de divulgação do programa, no qual eu era responsável por coordenar todo o desenvolvimento e cronograma junto aos programadores”, conta.
Segundo Ênio, a experiência foi determinante na sua trajetória. ”Foi muito motivador trabalhar em um ambiente como o da Endeavor, onde as pessoas estão sempre muito próximas e a troca de informação entre profissionais é intensa. Percebi também a importância da inovação no mercado de trabalho e como pessoas competentes são o principal componente de uma empresa de sucesso. Um mês na Endeavor me fez repensar minha visão de mercado de trabalho.”
E ele ainda ensina o que aprendeu: “Ao ver como empreendedores de sucesso chegaram lá, percebe-se que muito mais do que procurar emprego, o importante é trazer novas ideias e soluções pro mercado.”
Melhorando a tomada de decisões
O aprendizado em um estágio varia muito, de acordo com a experiência de cada um. Na própria Endeavor, Luiz Akio Mariano, aluno do sétimo semestre de Ciências Contábeis da Mount Olive College, na Carolina do Norte, aproveitou sua passagem na área de Relações Institucionais da empresa para aprimorar sua capacidade de tomar decisões.
“Como na Endeavor o clima é mais descontraído, não há bem um boss atrás dizendo o que você deve fazer. Isso me fez desenvolver minhas tomadas de decisões, não só dentro como fora da corporação”, conta Luiz.
”Percebi que amadureci bastante nesse período e isso já está me favorecendo no meu curso e vai me favorecer, com certeza, na minha carreira”, completou.
Desenvolvendo a autonomia
Aline Mariano, que estuda Administração Internacional e Economia na Ohio Dominican University, teve uma percepção parecida do clima na Endeavor durante as cinco semanas em que estagiou na área de Serviços e Empreendedores da Endeavor.
“A falta de um chefe que diga o que fazer e quando fazer fez com que eu tivesse que aprender a me organizar bem para não perder o foco. Afinal, apesar da autonomia que tínhamos, há prazos para tudo e era preciso cumpri-los”, disse Aline.
Para quem é atleta, as férias são o momento ideal para enriquecer o currículo com um estágio. Por isso, Edward Timponi, aluno do quinto semestre de Business na University of Texas at Tyler, aproveitou esse período este ano para ganhar experiência profissional.
“Sou tenista universitário e fica complicado conciliar um estágio com o esporte. O jeito mais fácil de compensar isso é estagiar durante as férias”, explica.
Foi selecionado pela Ambev e trabalhou na área de planejamento e controle de insumos que faz parte do setor de logística. “É diferente escutar em sala de aula como é uma empresa e vê-la na vida real, o estágio é um bom jeito de conectar o lado acadêmico com o do mercado de trabalho”, conclui.
*Daniel Gildin hoje é Analista de M&a na IGC Partners
*Carol Yumi é Business Architect na Nubank
*Henrique Freitas é Associate Director – Head of Global Budget and Business Planning na Kraft Heinz
*Ênio Borges é Fundador do Três Colinas – Cozinha Contemporânea
*Luiz Akio Mariano é Contador da Enterprise Holdings
*Aline Mariano é Branch Manager na Enterprise Rent-A-Car
*Edward Timponi é Financial Manager na GE
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Organização de documentos e bagagem para faculdade no exterior
/128 Comentários/em Dicas /por Daqui pra ForaQueridos pais de Freshman Daqui pra Fora!
Está chegando a hora tão aguardada! A hora do embarque dos nossos calouros!
Vocês trilharam, com sucesso, junto com seus filhos, esse caminho rumo à graduação no exterior! Parabéns!
You made it!!
Agora é o momento de acertar os últimos detalhes.
Muitos pais têm me contatado solicitando orientações para este período. Com o intuito de levar informações a todos, resumi neste post algumas dicas de bagagem e documentação para facilitar o primeiro embarque!
Espero que gostem!
Documentos
Providencie um porta documentos, grande, onde ficarão armazenados os seguintes itens:
Todas estas informações precisam estar ao alcance das mãos pois podem ser exigidas pelos oficiais de imigração.
Sugiro também, como precaução em caso de extravio ou roubo, ter cópia autenticada e cópia digital de todos os seus documentos acima citados.
No porta documentos, sugiro que o aluno também guarde seus tickets comprovantes de despacho de bagagem. Se as malas forem extraviadas, o aluno precisará destas informações para reclamar sua bagagem junto da companhia aérea.
Bagagem
Recomendo embarcar com, no máximo, duas malas para serem despachadas, uma mala de mão e uma mochila ou bolsa pequena. Malas com quatro rodinhas são as preferidas por facilitarem o traslado.
Todas as malas devem estar etiquetadas com nome do estudante, e-mail, telefone de contato etc., e com cadeados. Extravios de malas são comuns no mundo inteiro…
Nunca é demais lembrar que líquidos (acima de 100ml) e objetos cortantes não são permitidos na sua mala de mão.
Lembrem-se também que o espaço nos dormitórios estudantis é reduzido. Provavelmente o aluno terá que guardar suas malas embaixo da sua cama. Então… nada de malas enormes.
Antes de preparar as malas, entrem em contato com a companhia aérea e confirmem o número e o peso das malas que podem ser despachadas. As regras mudam conforme a companhia aérea e conforme o país de origem do bilhete.
Compre uma pequena balança portátil de mão, para checar, antes de sair de casa, o peso das bagagens prontas. É muito desagradável perceber somente na hora de fazer o check-in que sua bagagem está fora dos padrões exigidos.
Você poderá ser obrigado a pagar pelo excesso de bagagem ou, ter que abrir as malas e retirar pertences.
Não esqueçam de checar também o peso e as dimensões da mala de mão e conferir se está de acordo com as regras da companhia aérea!
As malas devem conter roupas e calçados para o dia-a-dia que priorizem o conforto. Calculem que a primeira lavagem de roupas no dormitório deverá acontecer lá pela segunda semana de estadia.
Na hora de fazer as malas é melhor pecar pela falta do que pelo excesso. Conforme o aluno vai se adaptando ao novo ambiente ele pode sentir a necessidade de comprar novas peças de vestuário adequadas às suas necessidades.
Sugiro deixar para comprar no destino final, itens como:
Se o aluno for para um país com inverno rigoroso, deixem para comprar roupa pesada de frio e calçados de neve lá mesmo. Os preços e a qualidade são mais convenientes.
Além do vestuário para o dia-a-dia, sugiro levar um traje social (vestido ou tailleur para as jovens e, terno, camisa, gravata e sapatos para os rapazes).
Os alunos podem ser convidados para alguma ocasião mais formal ou para participarem de feiras de carreira (career fairs) onde o dress code é considerado.
Levar um roupão de banho e chinelos tipo havaianas. O aluno precisará destes itens em caso de precisar usar os chuveiros comunitários dos dormitórios.
Lembrar de levar os seus aparelhos eletrônicos usuais (laptop, celular, fones, caixas de som etc.) com os devidos carregadores, pilhas, cabos, extensões e adaptadores de tomada.
Guarda-chuva pequeno e/ ou capa de chuva (mais cedo ou mais tarde… vai ser útil!)Preparar um kit de primeiros socorros e de medicamentos que o aluno está acostumado a usar.
Manter os medicamentos na sua embalagem original, em lugar apropriado e atentar para as suas datas de validade antes do uso.
Um kit básico de costura é um item fundamental. O estudante não vai precisar deixar de usar aquela sua camisa favorita só por que caiu um botão!.
Chegando lá
Hora de comprar roupa de cama, travesseiros, cobertor, roupa de banho, um abajur para sua mesa de estudos, lâmpada, cesto de lixo, copos, talheres e pratos para pequenos lanches no quarto, organizadores suspensos de armários e organizadores de gavetas também são muito úteis e, por último mas não menos importante, o famoso cesto de roupa suja.
Outros itens adicionais que podem ser adquiridos lá (e que podem facilitar a vida do estudante) são:
Ufa! Acho que é isso, pessoal.
Desejo uma ótima viagem a todos os nossos estudantes e um excelente Freshman Year!
Abraços!
Eliane Buzzetto
5 famosos brasileiros que estudaram ou estudam em uma universidade nos EUA!
/61 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaOs Estados Unidos é um dos principais destinos dos alunos interessados em fazer uma faculdade no exterior, principalmente pela estrutura e nível acadêmico das universidades. É lá que 15 das 20 melhores universidades do mundo estão localizadas.
Você sabia que o famoso apresentador de TV, Tiago Leifert, fez faculdade em Miami? Veja abaixo cinco famosos que estudam ou estudaram em uma universidade nos Estados Unidos:
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Relações Internacionais no exterior: veja como é a experiência
/199 Comentários/em Cursos /por Daqui pra ForaRelações Internacionais é certamente um dos cursos que teve maior aumento de interesse por parte dos alunos atualmente. As razões são várias.
Algumas podem até parecer óbvias, pois basta observar o mapa político e econômico mundial, desenhado depois da globalização, para entender por que estudantes do mundo inteiro buscam cada vez mais esse curso nas universidades.
Contudo, justamente em razão dessa grande busca pelo curso, é fundamental procurar estudar nas melhores faculdades de relações internacionais do mundo para se destacar no mercado de trabalho.
Já que em função dessas mudanças geopolíticas e econômicas, os cursos tiveram que se atualizar e sofreram alterações significativas, principalmente na última década.
Se você tem vontade de estudar Relações Internacionais no exterior e quer conhecer mais sobre o tema, acompanhe este post, pois vamos apresentar todos os detalhes!
Como é o curso de Relações Internacionais no exterior?
Ao longo do tempo, diversas alterações ocorreram no curso de Relações Internacionais. Uma das principais mudanças foi no foco, que antigamente era voltado principalmente para formar diplomatas.
O foco hoje também é de formar empresários prontos para exercer lideranças no mercado mundial — em muitas delas, inclusive, esse é o objetivo principal. Os conteúdos na faculdade estão muito ligados à Economia, Direito, Ciências Políticas e História.
Quando falamos em se relacionar com o resto do mundo, nada melhor do que começar saindo da sua casa, da sua cidade ou do seu país. Esse já é um grande passo para se desenvolver em relações internacionais.
Na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, por exemplo, 6% dos 26 mil alunos (cerca de 1.560) são de fora do país. Para um brasileiro, esse número é ainda maior, já que todos os americanos também são estrangeiros para nós.
Portanto, um aluno brasileiro que faz a graduação nos EUA (onde há os mais bem-conceituados cursos de Relações Internacionais do mundo) vai conviver praticamente 100% do tempo com estrangeiros.
E isso representa uma “aula” com valor inestimável que o brasileiro tem diariamente por lá, principalmente em um curso como esse.
O contato com os alunos internacionais é certamente muito mais intenso numa universidade fora do Brasil não só pelo número maior de estrangeiros que há por lá, mas também porque grande parte dos estudantes (estrangeiros ou não) mora no campus.
Portanto, comem, dormem, lavam roupa, frequentam eventos culturais e esportivos e desenvolvem várias outras atividades todos os dias.
Assim, é impossível ficar distante do contato internacional. Diversas universidades americanas, canadenses e britânicas costumam receber alunos de mais de 100 países diferentes.
Além disso, durante o curso, os alunos de Relações Internacionais nos EUA e Canadá fazem intercâmbios de, em geral, um semestre em outros países, estudando e trabalhando.
Nos EUA, a proporção de alunos que viaja para fora durante a graduação é bem maior, porque em muitos dos cursos esse intercâmbio é obrigatório.
A Babson University, de Massachusetts, por exemplo, só garante vaga nos dormitórios por 7 semestres para o estudante de RI — assim, um dos semestres precisa obrigatoriamente ser feito no exterior.
Essa experiência, além de contar positivamente no currículo, certamente oferece contribuições que vão fazer a diferença na hora de conseguir um emprego ou um cargo nessa área.
Quais são as melhores faculdades de Relações Internacionais do mundo?
Como vimos, existem diversas vantagens em realizar o curso de Relações Internacionais no exterior — como o profundo contato com outras culturas e pessoas de outras nacionalidades, itens fundamentais para o estudante da área.
Contudo, também é importante escolher uma das melhores faculdades de Relações Internacionais para aproveitar todos os seus benefícios.
Nos Estados Unidos, a Universidade de Richmond, no estado da Virginia, é a que tem o melhor curso de graduação voltado para interessados em Negócios Internacionais do país, de acordo com o ranking divulgado pela Bloomberg Businessweek.
Já de acordo com uma publicação da revista Foreign Policy, que considera os líderes nos níveis de graduação, mestrado e PhD, as universidades que foram mais bem avaliadas são as famosas Harvard, Stanford, Columbia e Yale — todas localizadas nos Estados Unidos e pertencentes à Ivy League — grupo de instituições de elite que se tornou sinônimo de excelência acadêmica.
A Brown University, localizada em Rhode Island, nos Estados Unidos, é mais uma instituição que tem excelência no ramo e faz parte da Ivy League.
Com um campus que conta com 230 prédios, a universidade adota um método chamado “open curriculum”, que se destaca por oferecer liberdade aos estudantes para adaptarem a sua própria grade curricular.
Além disso, a instituição ainda oferece inúmeras oportunidades de estágios e em pesquisas para os alunos da graduação.
Na Inglaterra, a London School of Economics (LSE), uma universidade pública britânica fundada em 1895 e localizada em Londres, é uma instituição de excelência especializada em Relações Internacionais — a escola está entre as dez melhores do mundo!
No entanto, se a sua vontade for estudar no Canadá, saiba que o país também conta com excelentes instituições que ministram o curso, como a famosa Universidade de Toronto, que está sempre bem posicionada nos principais rankings mundiais.
É válido ressaltar que para ingressar em qualquer uma dessas instituições é preciso passar por um processo seletivo, que costuma contar com a apresentação de documentos gerais, como histórico escolar, cartas de recomendação e certificado de proficiência em inglês (em exames como o TOEFL).
Além disso, a redação é fundamental para o ingresso em universidades estrangeiras, pois é por meio dela que as instituições decidem se o perfil do aluno combina com a identidade da escola, além de servir como critério de desempate entre candidatos que cumprem as exigências acadêmicas necessárias.
Neste vídeo, você encontra importantes informações sobre as vantagens de fazer a graduação no exterior:
Agora que você já conhece as melhores faculdades de relações internacionais do mundo e as vantagens de realizar o curso no exterior, prepare-se com antecedência — para entender o processo, os critérios avaliados e prestar todos os exames necessários — e siga as nossas dicas para construir uma carreira de sucesso!
Se cursar Relações Internacionais no exterior é um sonho seu, continue a visita no blog e leia agora mesmo o nosso texto “Entenda a importância da redação em universidades estrangeiras”.
A revalidação do diploma internacional no Brasil
/108 Comentários/em Carreira /por Daqui pra ForaMuitos alunos que pensam em fazer uma faculdade nos Estados Unidos, Canadá ou Reino Unido ou atualmente estão estudando lá têm dúvidas de como revalidar seu diploma ao retornar para o Brasil.
Essa é uma dúvida que já faz parte da vida do estudante que decide ir estudar fora e tem a vontade de voltar para o Brasil ao concluir o curso.
Por isso, é importante saber como esse processo funciona na hora de escolher a graduação e a instituição de destino no exterior. Dependendo da escolha, o processo pode ser mais simples.
Saiba tudo sobre a revalidação do seu diploma internacional e prepare-se para a sua viagem!
O que é revalidação do diploma internacional
A revalidação de diploma é um processo que avalia o seu diploma obtido no exterior, para saber se ele possui a equivalência necessária com o mesmo curso oferecido no Brasil.
A partir da aprovação no processo de revalidação ou reconhecimento, o diploma poderá ser declarado equivalente aos concedidos no Brasil e terá validade nacional.
Como fazer a revalidação do diploma internacional
Para isso, o recém-formado deverá procurar uma universidade pública (federal, estadual ou municipal) e dar entrada no procedimento. Será necessário que no mínimo 70% da grade de aulas que o aluno fez na faculdade internacional seja equivalente às aulas da instituição brasileira escolhida pelo aluno.
Em caso do aluno não ter o mínimo de 70% de equivalência, será pedido que o mesmo curse algumas matérias em alguma instituição brasileira, para que essa porcentagem seja atingida.
Algumas áreas, como administração e marketing, são mais flexíveis com relação a validação de diploma (principalmente empresas multinacionais), mas áreas como medicina, educação física e engenharia, o diplomado não poderá exercer sua profissão no Brasil enquanto não tiver seu diploma revalidado.
Veja informações importantes sobre a revalidação do diploma internacional no Brasil:
Qual o prazo para a revalidação do diploma internacional?
Felizmente, novas políticas passaram a entrar em vigor desde agosto de 2016, agilizando o processo de revalidação. O prazo para a validação e o reconhecimento dos diplomas será de, no máximo, 180 dias. Antes, havia casos de o trâmite se estender por até três anos.
Para mais informações sobre o processo de revalidação de diploma, o MEC criou um portal especial sobre o assunto.