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Como ficam as famílias de filhos estudando no exterior

5 de dezembro de 2017/115 Comentários/em Depoimentos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

A Daqui pra Fora é uma consultoria educacional e de desenvolvimento que prepara estudantes para o processo seletivo de universidades nos Estados Unidos e Canadá.

Entendemos que o projeto de fazer faculdade fora é familiar -para nós, a partir do momento em que o aluno decide que irá fazer faculdade fora do Brasil, sua rotina mudará durante todas as etapas desse processo daquele momento em diante – assim como a da família!

Para os alunos, estudar fora é uma grande oportunidade de desenvolvimento profissional e pessoal, principalmente por poder ter a chance de estudar nas melhores universidades do mundo e poder conviver com diferentes situações, rotinas e culturas.

Para quem fica, é enxergar novas possibilidades para os filhos e para a família ao lidar com cada etapa que o filho irá passar, permitindo-lhes crescer.

Na Daqui pra Fora, procuramos dar atenção não somente às necessidades dos alunos, mas também procuramos entender como os pais estão lidando com essas mudanças.

O “Início da Jornada”, nosso evento de começo de preparação para o processo de candidatura, possui atividades especiais focadas para os pais, para entender suas percepções e necessidades.

Uma das nossas iniciativas favoritas, o Daqui pra Fora Pais é uma associação em que colocamos em contato todos os pais e mães de alunos que estão prestes a iniciar os estudos no exterior ou que já estão lá – promovendo inclusive eventos presenciais no estilo bate-papo para dividir opiniões, dúvidas e conquistas em momentos chave para as famílias.

A essência de nosso trabalho está na satisfação de nossos clientes, como é o caso de Juliana de Alexandria. Mãe da Luíza, aluna da Temple University, Juliana nos contou como foi a preparação de sua filha pra alcançar o sonho de fazer faculdade fora do Brasil, e quais caminhos Luíza teve de percorrer para chegar lá!

Confira abaixo o depoimento de Juliana de Alexandria sobre a preparação e o processo de candidatura de Luíza. Obrigado pelo carinho e pelas palavras Juliana!

A experiência da família

A Luíza conheceu a Daqui pra Fora em um evento no colégio dela, o Lourenço Castanho, chamado “Jornada das Profissões”, cujo um dos estandes era dedicado a estudos no exterior. Por ter estudado em escola bilíngue desde os 2 anos de idade, a Luíza sempre teve o desejo de estudar fora do Brasil.

Como achávamos que intercâmbio para aprender inglês não seria necessário, a Luíza entendeu que a melhor opção seria se preparar durante o ensino médio no Brasil para fazer faculdade no exterior.

Antes de conhecer a Daqui pra Fora, nós achávamos que fazer faculdade nos Estados Unidos era meio que um sonho impossível, achávamos que iria ser dificílimo.

Após conversar com o Felipe Rosário, a Luíza ficou sabendo um pouco mais sobre essa possibilidade, sobre não ter essa dificuldade toda que todos pensam, e me convenceu a agendar uma conversa para discutir a possibilidade.

Após o Felipe nos explicar detalhadamente o que teria de ser feito, decidimos iniciar o trabalho quando ela completasse 16 anos, através do programa de preparação antecipada Early Guidance.

A preparação da Luíza para o SAT foi feita inicialmente com o FK Partners e posteriormente com a professora Karine Dombi. Como era fluente, Luíza fez apenas duas aulas de preparação para o TOEFL.

Ela realizou três vezes o SAT e uma vez o TOEFL, e a preparação para esses exames foi fundamental para que ela alcançasse a nota necessária para ser aprovada nas universidades que pretendia.

O processo de escolha da faculdade

O processo de escolha das universidades se iniciou desde o Early Guidance, em que tentamos montar uma estratégia de preparação para algumas universidades que tinham o perfil mais próximo com o que a Luiza gostaria.

Quando a Luiza chegou no terceiro ano, o processo de escolha das faculdades se iniciou propriamente. Tivemos várias reuniões e montamos algumas listas de faculdades, até Luiza definir quais seriam as universidades perfeitas para ela.

Tivemos apoio total da Daqui pra Fora nessa fase, em que nos foram informados todos os detalhes sobre cada universidade, as chances de admissão da Luiza, iniciando o processo de candidatura.

Quando a coordenadora acadêmica montou a última lista, tivemos o primeiro contato a Temple University, que até então não conhecíamos. A Luíza foi pesquisar mais sobre a universidade e sentiu uma grande conexão com ela, então foi muito fácil para ela decidir para qual universidade iria depois de terem saído os resultados de admissão.

O papel da Daqui pra Fora foi fundamental para que Luíza conseguisse ser aprovada na Temple University. Nós não conseguiríamos ter feito todo o processo de candidatura sozinhas. Eram muitos detalhes, muitos documentos.

A Luíza foi muito bem preparada no Early Guidance para que tivesse um ótimo perfil e toda a documentação necessária pronta para iniciar o seu application.

Recebemos um acompanhamento excelente nas redações, feito pelo Ryan, e a Daqui pra Fora organizava tudo conosco com muita antecedência.

Para o aluno, é um pouco estressante ter de lidar com o ensino médio e pensar em todos esses detalhes do processo de candidatura, e nós pais carregamos um pouco desse estresse. Eu não imagino que tudo isso teria se tornado possível sem o apoio da Daqui pra Fora!

Além de todo o acompanhamento feito durante o processo de candidatura, eu ainda me sinto muito tranquila em poder contar com o acompanhamento do Departamento de Apoio e Desenvolvimento (DAD): a consultoria não se resumia só em mandar o aluno para lá e pronto, e sim, ter pessoas que estão disponíveis para ajudar a Luíza e a mim durante o período de faculdade.

Somos muito gratas a Daqui pra Fora e esperamos que outras famílias possam compartilhar da satisfação que tivemos com a consultoria para fazer faculdade no exterior!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-4.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-12-05 00:00:002024-04-01 18:02:47Como ficam as famílias de filhos estudando no exterior

Mercado de trabalho: o diferencial atual

15 de novembro de 2017/114 Comentários/em Carreira /por Daqui pra Fora

Há algum tempo postamos em nosso blog a matéria Desenvolvendo as Soft Skills.

Gostaríamos de complementar esse nosso post com uma matéria que saiu na revista Exame, intitulada Dá para melhorar?.

Nessa matéria, profissionais e empresas consagradas na área de recursos humanos reforçam a importância das habilidades comportamentais, também conhecidas como soft skills, na formação de um profissional.

Baixe nosso e-book e descubra as vantagens de fazer faculdade no exterior

Como se desenvolver para o mercado de trabalho

A Daqui pra Fora é uma empresa que acredita na graduação no exterior não somente porque as melhores universidades do mundo estão lá fora, mas, principalmente, porque os jovens são constantemente expostos a situações que os fazem desenvolver justamente esse lado social e emocional.

A falta dessas habilidades está sendo o principal motivo para a eliminação de candidatos no processo seletivo das empresas, independente do “nome” ou “ranking” da universidade em que o candidato se formou.

Nem mesmo o fato de falar inglês fluente está sendo hoje garantia de contratação. No entanto, se o candidato demostrar capacidade de raciocínio lógico, análise e resolução de problemas, visão sistêmica, junto com fatores comportamentais (sendo resiliência e capacidade de argumentação os principais aliados atualmente), a probabilidade dele ser contratado torna-se muito maior.

Contudo, mesmo com as pesquisas comprovando cada dia mais a crescente valorização das soft skills pelo mercado de trabalho, estudos demonstram que aproximadamente 70% dos jovens ainda acreditam que serão bem sucedidos no trabalho independente das suas competências sociais e emocionais, e que se formar em uma universidade consagrada lhes garantirá um diferencial automático.

Porém, a maioria das grades curriculares de faculdades brasileiras e estrangeiras focam quase que exclusivamente em atributos técnicos, ficando a cargo do estudante buscar maneiras de se desenvolver emocional e socialmente.

Por isso, a nossa equipe está sempre enfatizando o envolvimento em atividades extracurriculares não só na preparação para admissão em faculdades estrangeiras, como também para a preparação para o ingresso no mercado de trabalho.

Equipe de Apoio e Desenvolvimento (DAD).

Se você deseja saber mais sobre a oportunidade de fazer faculdade nos Estados Unidos ou Canadá, preencha agora o formulário abaixo e converse com o nosso time de especialistas.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-5.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-11-15 00:00:002024-04-16 13:48:43Mercado de trabalho: o diferencial atual

Pedro Hawk e a transferência para os Estados Unidos

31 de outubro de 2017/114 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Transferência para o Exterior /por Daqui pra Fora

Fazer faculdade nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido é um grande passo na vida de um estudante. Não somente o aluno terá acesso as melhores instituições de ensino do mundo, com a melhor infraestrutura, mas também terá uma grande oportunidade de desenvolvimento pessoal e profissional em um ambiente que dá totais condições para que isso aconteça.

Para se ter uma ideia, de acordo com o ranking Times Higher Education de 2024, das 50 melhores universidades do mundo, 36 estão localizadas nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. A universidade brasileira mais bem colocada no ranking é a USP, que foi rankeada entre o 251º e 300º lugar!

Transferir o curso para uma faculdade no exterior pode parecer algo de outro mundo. Contudo, com a ajuda de especialistas, pode ser algo muito mais fácil do que se imagina, que possibilitará ao estudante ter acesso a um novo patamar acadêmico e, principalmente, de experiências pessoais e profissionais.

O depoimento abaixo é um bom exemplo de um aluno que entendeu o quão vantajoso e benéfico estudar em uma universidade dos Estados Unidos.

Conheça a história de Pedro Hawk, que já estava no 4º período de Engenharia Mecânica na UFRJ quando decidiu que iria transferir o seu curso para uma universidade americana.

Sua mãe, Gisele Machado, nos descreveu cada etapa do processo, desde o interesse em estudar fora até a concretização da transferência para a Iowa State University.

O Pedro não desejou estudar fora do Brasil até o 4º período de engenharia mecânica, quando colegas de faculdade compartilharam suas experiências e despertaram seu interesse.

A Daquiprafora entrou nas nossas vidas quando meu filho se lembrou de uma apresentação realizada no Colégio Santo Inácio em 2013, ano em que cursou o 3º ano do ensino médio.

Nosso primeiro contato foi com a Letícia no início de 2016, que nos explicou detalhadamente cada etapa do processo.

Transferência para os Estados Unidos

Pedro já tinha o TOEFL válido quando contatamos a Daqui pra Fora. Também não teve dificuldades nas provas de inglês e matemática do SAT e ACT, acredito que por ser aluno do 5º período de engenharia à época e ter uma boa base de inglês. No entanto, vencidas as provas, começaram as etapas mais complexas.

Contar com a orientação e a experiência da equipe qualificada da Daqui pra Fora foi determinante para o cumprimento de todas as demandas e prazos com tranquilidade, além de garantir ao Pedro mais tempo livre para os estudos nos três semestres de faculdade que cursou nesse período.

No momento da contratação, dispensamos o apoio da empresa na seleção das universidades, pois meu filho já havia feito suas escolhas. Um grande erro, que quase nos custou a aprovação do Pedro.

A importância do GPA

Apesar do Pedro ter tido um GPA 4, nota máxima na análise das suas notas da escola, ele não pode utilizá-lo no processo de transferência.

Nossa inexperiência nos fez acreditar que o CR 7.6 na UFRJ associado a um currículo de 7 períodos de engenharia sem reprovação garantiriam um GPA suficiente para a aprovação do meu filho.

No entanto, nem todas as matérias da faculdade puderam ser consideradas e o GPA mínimo não foi alcançado.

A Larissa, que conduziu o processo, percebeu o risco iminente do meu filho não ser aprovado em nenhuma transferência e imediatamente sugeriu que ele alterasse uma das candidaturas de engenharia para ciências da computação e, posteriormente, transferisse para engenharia.

Dessa forma, graças a eficiência da Daqui pra Fora, representada pela Larissa, no início de agosto de 2017 meu filho iniciou os estudos em Iowa State University.

O peso da entrevista no processo seletivo

Não posso deixar de relatar que na entrevista inicial para seleção de matérias, o conselheiro de ciências da computação da Iowa State University soube do ocorrido e encaminhou o Pedro para uma entrevista com o conselheiro de engenharia mecânica.

Conclusão: desde agosto ele cursa matérias de engenharia mecânica com uma autorização especial e no próximo semestre vai transferir oficialmente, já que tem notas superiores às exigidas para a transferência.

Pedro está adorando as aulas e a estrutura da universidade, está super adaptado à nova rotina, cheio de amigos e vivendo novas experiências. Está participando de clubs, competições esportivas, feiras de estágios, recentemente viajou com os amigos e foi convidado para passar o feriado de ação de graças com a família de uma amiga americana.

A semana da orientação

Nossa família, eu, meu marido, Pedro e Carolina, nossa caçula, decidimos viajar juntos para participar da semana de orientação para novos alunos e familiares.

Hoje, vejo que foi a melhor escolha que fizemos. Nos tranquilizou estar com ele nos primeiros dias, conhecer o local, a estrutura da universidade e ainda evitar a tão temida despedida no aeroporto.

Enfim, recomendo fortemente que todos os pais acompanhem seus filhos, se for possível. Assim, ele está feliz, adaptado e nós aqui no Brasil felizes por ele. Além disso, graças à tecnologia, a distância parece menor.

Reitero que a ajuda da Daqui pra Fora foi fundamental, tanto nas dicas da nova rotina, do aluno e da família que fica, obtidas no evento Daqui pra Frente, quanto nas dicas acadêmicas durante todo o processo.

Logo, não poderia estar mais feliz em ver meu filho realizando um sonho e agradecida por tudo que vocês fizeram para torná-lo realidade.

Muito obrigada a toda equipe Daqui pra Fora!

Gisele Serra Sepeda Machado

Se você tem o sonho de ver seu filho fazendo faculdade no exterior, entre em contato com o nosso time de especialistas para entendermos como poderemos ajudar.

Basta preencher o formulário abaixo para começarmos uma conversa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-10-31 00:00:002024-03-26 13:46:40Pedro Hawk e a transferência para os Estados Unidos

A importância das atividades extracurriculares na faculdade

27 de outubro de 2017/99 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Um dos diferenciais que nós da Daqui pra Fora sempre frisamos para nossos alunos é a importância das atividades extracurriculares, não somente durante a preparação para o processo de admissão, mas também após a entrada na universidade.

Engajar-se em atividades extracurriculares depois de já estar na faculdade pode ser positivo para aumentar o networking, desenvolver novas habilidades e também abrir portas profissionais.

Saber tirar proveito de todas as opções oferecidas pelas instituições é essencial para que o estudante consiga alcançar o máximo potencial no seu período universitário. Entenda mais sobre essa importante ação durante a leitura.

Quais atividades extracurriculares fazer na faculdade

As atividades extracurriculares são todas aquelas que o aluno realiza fora da sala de aula. Participar de clubes dentro da universidade, como o International Club ou a associação de alunos, realizar trabalhos comunitários, entrar para algum club team, participar de projetos independentes ou study abroad (estudos em um país fora da universidade) são ótimos exemplos de atividades extracurriculares que geralmente os alunos se engajam.

Encorajamos nossos alunos a ocuparem o máximo de seu tempo livre possível em atividades produtivas tanto para seu crescimento profissional quanto para pessoal.

Um ótimo exemplo é o aluno Pedro Oporto, calouro na Worcester Polytechnic Institute. Logo em seu primeiro semestre, Pedro entrou para o time de remo da universidade (sem nunca ter praticado o esporte), além de ter entrado para o clube de engenharia, para o clube da ONU e para a fraternidade TKE.

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“Uma das melhores vantagens de estudar nos Estados Unidos é poder estar em um ambiente que oferece totais condições para você crescer tanto academicamente como na questão pessoal. Eu não somente tenho muito tempo para aprender os conteúdos do meu curso, mas estou a todo tempo aprendendo coisas novas nos grupos e atividades que participo e isso tem sido o melhor da experiência para mim!” afirmou Pedro.

Para você que está cursando uma faculdade nos Estados Unidos ou Canadá, procure saber quais atividades extracurriculares mais se encaixam dentro de seu perfil.

Tenha a certeza que elas serão de enorme importância para você tanto na sua vida universitária quanto na sua vida profissional, já que diversas empresas usam as atividades extracurriculares para avaliar a proatividade e engajamento do aluno.

Quer saber mais sobre vida universitária no exterior? Envie e-mail para daquiprafora@daquiprafora.com.br que tiraremos todas as suas dúvidas!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-3.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-10-27 00:00:002024-04-12 15:53:39A importância das atividades extracurriculares na faculdade

As 10 universidades com a melhor vida estudantil

19 de outubro de 2017/112 Comentários/em Canadá, Dicas, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Uma das vantagens de fazer faculdade nos Estados Unidos e Canadá são as inúmeras atividades que o estudante poderá estar envolvido dentro do campus.

Baixe nosso e-book e descubra por que fazer faculdade no exterior. 

As universidades dos Estados Unidos e Canadá promovem uma enorme e diversa quantidade de oportunidades para que o estudante interaja dentro do campus, através de eventos, clubes, festas, encontros e todo tipo de atividade visando o bem estar do aluno dentro e fora da sala de aula.

Além disso, a qualidade do campus e o que ele oferece aos alunos é um grande diferencial: as universidades geralmente contam com uma estrutura de primeira, com academia, áreas livres arborizadas, dormitórios, bibliotecas, áreas de lazer e muito mais!

Universidades com a melhor vida estudantil

Quanto melhor é o ambiente promovido pela universidade, quanto mais interações ela promove entre os estudantes e quanto mais eles se sentem à vontade dentro do campus, mais bem avaliado é o seu student life.

Por isso existem tantas faculdades nos Estados Unidos que investem tanto na interação dos alunos, para que seja incentivado o espírito universitário nessas instituições.

O website Niche fez uma lista das universidades com a melhor vida estudantil dos Estados Unidos. Essa eleição foi baseada nos depoimentos dos próprios alunos da instituição e em estatísticas do Departamento de Educação dos Estados Unidos.

Veja abaixo em nossa galeria quem são as primeiras colocadas:

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-geral-blog-01.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-10-19 00:00:002024-04-12 16:04:43As 10 universidades com a melhor vida estudantil

Conheça o study abroad e veja quais são seus benefícios

17 de outubro de 2017/113 Comentários/em Dicas, Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Uma das vantagens de fazer uma faculdade nos Estados Unidos ou Canadá é ter a oportunidade de realizar aulas, parte do curso, estágios ou complementos do curso em outros países: o chamado study abroad.

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Quase todas as universidades americanas ou canadenses têm um programa de estudos no exterior, nas mais variadas áreas.

Essas instituições consideram muito importante para o aluno ter a oportunidade de conhecer outras culturas, instituições e métodos de ensino, engrandecendo ainda mais sua experiência acadêmica.

Como funciona o Study Abroad? 

Geralmente, esses programas ocorrem no verão do hemisfério norte (de maio a agosto), fora do ano letivo, sendo considerados como uma aula, atividade complementar ou até mesmo um estágio.

O aluno da Daqui pra Fora Gabriel Vivan, que cursa o último ano de Engenharia Aeronáutica na Western Michigan University, é um exemplo perfeito de como uma experiência internacional fora do campus da universidade pode ser inesquecivelmente enriquecedora.

Como parte de um programa de sua universidade para completar sua especialização em International Business, Gabriel recebeu uma bolsa de estudos para estudar na Hogeschool Utrecht, na Holanda, que lhe garantiu inclusive moradia.

“É impossível descrever minha experiência em palavras. Foram os melhores seis meses da minha vida sem dúvida alguma! Eu conheci pessoas de todas as partes do mundo, viajei por 22 países, tanto sozinho quanto em grupo, conheci bastante sobre a vida na Holanda e na Europa, e o mais importante, aprendi muito e mudei muito minhas perspectivas sobre diversas culturas” afirmou Gabriel.

Benefícios do programa Study Abroad

Há cursos de graduação, como os de International Business, em que ter uma experiência em um país estrangeiro pode ser fundamental para o sucesso profissional, já que expande o conhecimento do aluno sobre outras culturas para além da sala de aula.

Além disso, o study abroad pode tornar o currículo do aluno muito mais atrativo para o mercado de trabalho após a formatura, já que, alinhado a outras atividades que o aluno exerce na universidade, irá contribuir para tornar esse estudante um profissional mais completo.

“Agora que estou de volta à minha universidade, quero compartilhar minha experiência com meus colegas americanos e internacionais por aqui. Voltarei aos meus trabalhos por aqui com a orientação a alunos internacionais, aos esportes que pratico, e vou começar a ter aulas práticas no meu major, uma delas é no aeroporto! Em breve, também serei iniciado na fraternidade de engenharia daqui, bastante famosa pelos EUA, a Tau Beta Pi” descreve Gabriel, que está iniciando seu senior year, mas ainda permanecerá na Western Michigan University por mais dois anos, para a conclusão de sua especialização em International Business.

Se você já é estudante em uma universidade americana ou canadense, procure o Study Abroad Office de sua faculdade para obter mais informações de quais programas eles oferecem e quais podem ser úteis para o seu major.

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“O Olhar de Quem Fica” – Confira o depoimento de Lisiane Brustoloni sobre a jornada de sua filha Victoria rumo a uma universidade nos Estados Unidos

3 de outubro de 2017/109 Comentários/em Depoimentos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Na Daqui pra Fora, dizemos que fazer uma graduação no exterior é um projeto familiar. A partir do momento em que o aluno decide que irá fazer faculdade fora do Brasil, sua rotina mudará durante todas as etapas desse processo daquele momento em diante – assim como a da família!

Para os alunos, estudar fora é uma grande oportunidade de desenvolvimento profissional e pessoal, principalmente por ter a chance de estudar nas melhores universidades do mundo e poder conviver com diferentes situações, rotinas e culturas.

Para quem fica, é enxergar novas possibilidades para os filhos e para a família ao lidar com cada etapa que o filho irá passar, permitindo-lhes crescer.

BAIXE NOSSO E-BOOK E DESCUBRA POR QUE FAZER FACULDADE NO EXTERIOR!

Adaptação para pais e filhos

Na Daqui pra Fora, procuramos dar atenção não somente às necessidades dos alunos, mas também procuramos entender como os pais estão lidando com essas mudanças.

O “Início da Jornada”, nosso evento de começo de preparação para o processo de candidatura, possui atividades especiais focadas para os pais, para entender suas percepções e necessidades.

Uma das nossas iniciativas favoritas, o Daqui pra Fora Pais é uma associação em que colocamos em contato todos os pais e mães de alunos que estão prestes a iniciar os estudos no exterior ou que já estão lá – promovendo inclusive eventos presenciais no estilo bate-papo para compartilhar opiniões, dúvidas e conquistas em momentos chave para as famílias.

O depoimento abaixo representa muito bem a essência do trabalho da Daqui pra Fora com as famílias. Lisiane Brustoloni, mãe da Victória, aluna na University of South Florida, avaliou cada etapa do processo desde a ideia de fazer faculdade fora do Brasil, e o papel da Daqui pra Fora em cada uma delas.

Ficamos muito orgulhosos em receber esse tipo de retorno das famílias, tendo feito parte desse momento único na vida de cada um de nossos alunos.

O início do projeto de estudar no exterior

Apesar da vontade por parte da Victoria de estudar fora sempre ter existido, foi após ela ter nos convencido a assistir a palestra do Pedro Lunardelli, em 2015, no Colégio Marista Rosário, e um encontro posterior a essa reunião com o próprio Pedro, que a ideia passou a ter contornos reais.

Até então, não imaginávamos como era a preparação e nem ao menos se havia essa possibilidade. Podemos dizer que esse momento foi um divisor de águas. A partir dali, embarcamos no sonho.

Mesmo com a normal dificuldade do último ano no colégio, o processo de preparação para candidatura foi tranquilo, porque a Daqui pra Fora esteve presente em todas as etapas, diminuindo em muito a nossa preocupação, ansiedade e dúvidas.

A preparação para os exames

A preparação para o TOEFL já vem de uma vida, porque a Victoria fez inglês desde pequena. Para o exame em especial, ela fez quatro aulas com uma professora particular e alcançou um score de 110/120 já na sua primeira tentativa.

Já o SAT ela contou com o auxílio da Daqui pra Fora para a compreensão da prova, realização de simulados e indicação de um guia para estudos. As datas de ambos os exames (TOEFL e SAT) eram controladas pela coordenadora de admissão da Daqui pra Fora, bem como as inscrições.

Ao todo, a Victoria realizou três exames do SAT até atingir uma boa nota que a ajudasse a ter mais chances de admissão e à obtenção de uma bolsa acadêmica.

Tudo isso, seguido sempre pela orientação da Daqui pra Fora, pois nós não teríamos a menor ideia e nem parâmetro para avaliar um bom ou mal desempenho.

A escolha da faculdade

O processo de escolha e candidatura para uma universidade é bastante complexo visto a quantidade de ótimas opções que existem nos Estados Unidos e, para alunos internacionais, mesmo após a aceitação, existe uma série de etapas a serem seguidas:

  • Documentações;
  • Visto;
  • Vacinas;
  • Escolha de dormitório;
  • Pagamento de taxas.

Costumo falar isso a todos que perguntam sobre o processo de aplicação: o papel da Daqui pra Fora é indispensável em todas as etapas, do início ao fim. Não é algo fácil de entender e acompanhar para quem não tem experiência porque é completamente diferente do nosso vestibular.

São muitos prazos a cumprir, algo que para quem não está familiarizado fica extremamente estressante. Em nenhum momento ficamos preocupados com datas, tudo era nos avisado em tempo hábil.

Dentre todas as universidades que a Daqui pra Fora selecionou para nossa apreciação e escolha, optamos, após duas listas extensas, por aquelas que, além de estarem dentro do nosso orçamento, avaliamos como melhores em termos de localização e nível de excelência na área por ela escolhida.

Tivemos a felicidade de contar com todo o apoio da coordenadora acadêmica Sam no momento, assim como já contamos com a Katie e a Alana em etapas anteriores. Todas sempre disponíveis e receptivas as nossas dúvidas.

Como ela acabou sendo aceita por todas as seis em que aplicou, e todas eram ótimas, pedimos mais uma vez auxilio para a Daqui pra Fora para tomar a decisão final.

Através do consultor Pedro Lunardelli, que nos colocou em contato com uma aluna também aqui de Porto Alegre que já está indo para o seu segundo ano na University of South Florida, tomamos a decisão final e a matriculamos nessa universidade que era desde o início a preferida dela. Ela escolheu o curso de Relações Internacionais.

Compartilhando a experiência

No dia 1° de julho, estivemos presentes no Daqui pra Frente, um megaevento de orientação pré-embarque realizado em São Paulo, o que demonstra que mesmo depois de escolhida a universidade, a Daqui pra Fora continua a dar suporte aos alunos aprovados.

Além do Daqui pra Frente, a Daqui pra Fora também promoveu palestras em sua sede em São Paulo e tivemos a oportunidade de assisti-las online (por morarmos em Porto Alegre) sobre planejamento financeiro e também com representantes de algumas universidades.

A Victoria estava contando os dias para o embarque! O semestre se iniciou no dia 20 de agosto, porém a universidade ofereceu uma Orientation Week (semana de orientação) para pais e alunos calouros.

Essa semana foi muito tranquilizadora para nossos corações de pais, pois temos a certeza que ela ficará bem instalada.

A família inteira está vivendo um momento mágico, estamos prontos para viver um sonho. Mesmo a Victoria sendo filha única, temos a certeza como pais de que estamos fazendo a coisa certa ao incentivá-la a fazer uma graduação no exterior.

Contratar a Daqui pra Fora para o processo há dois anos foi, sem dúvidas, a mais acertada decisão para a concretização desse sonho.

A sensação que temos é que todos amam o que fazem na Daqui pra Fora e o fazem com todo o empenho e dedicação possíveis, nos dando segurança num momento de tamanha importância. Só nos cabe dizer muito obrigada e sigam sempre por este caminho!

Cássio, Lisiane e Victoria Brustoloni

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-13.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-10-03 00:00:002024-04-03 21:18:14"O Olhar de Quem Fica" - Confira o depoimento de Lisiane Brustoloni sobre a jornada de sua filha Victoria rumo a uma universidade nos Estados Unidos

10 universidades com o maior espírito universitário

22 de setembro de 2017/58 Comentários/em Canadá, Dicas, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

As universidades nos Estados Unidos são conhecidas pelo amor ao esporte e aos eventos universitários em geral.

Os eventos universitários, principalmente os esportivos, mobilizam todo o campus e é tradição para os estudantes comparecerem em todos eles tornando-os,  por si só, uma grande festa.

Esse orgulho que os estudantes, ex-alunos, professores, funcionários e até moradores próximos possuem, de estarem relacionados de alguma forma àquela instituição, é chamado de school pride ou school spirit, que significa honrar e exibir todo o amor e orgulho por estudar, trabalhar ou simplesmente se identificar com aquela universidade.

Em universidades tradicionalmente esportivas, há jogos de futebol americano que costumam lotar estádios com capacidade para 80 mil pessoas, todas vestindo as cores e empunhando bandeiras para torcer pela sua faculdade do coração!

Baseado em uma pesquisa do Princeton e em um artigo da Business Insider, trazemos para você uma lista das 10 universidades com o maior espírito universitário.

Qual delas você acha que é a primeira colocada? Descubra abaixo:

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-geral-blog-02.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-09-22 00:00:002024-04-11 08:47:5310 universidades com o maior espírito universitário

Luísa Luciano: estágio na ONU e mestrado em Georgetown

8 de agosto de 2017/96 Comentários/em Carreira, Cursos, Depoimentos /por Daqui pra Fora

Durante o processo de admissão em uma universidade americana ou canadense, a Daqui pra Fora sempre orienta seus alunos para que aproveitem ao máximo sua experiência acadêmica. No post de hoje, trazemos uma matéria especial sobre nossa aluna Luísa Luciano.

Formada em Ciências Políticas pela Indiana University–Purdue University Fort Wayne (IPFW), Luísa é um exemplo perfeito de como alinhar os estudos com ótimos projetos extracurriculares, que lhe renderam uma experiência de estágio na ONU e uma oportunidade de mestrado em Georgetown University.

 

DpF: Como foi sua experiência durante os anos de faculdade? Quais foram suas principais dificuldades, desafios, frustrações, descobertas, sucessos etc.? O que você fez para superar os momentos de dificuldade, saudades, duvidas etc.?

Minha experiência na faculdade foi ótima. Eu dei muita sorte e, logo nos primeiros dias, fiz muitas amizades e pude desenvolver uma relação boa com os meus professores.

Eu participei de muitos eventos e atividades na faculdade, e assim consegui conhecer melhor outros alunos e aprender sobre a vida no campus. Saudade do Brasil eu sempre tenho, mesmo morando longe há cinco anos, e durante a faculdade não foi diferente.

Mas acho que o melhor jeito de lidar com isso é se manter ocupado e aproveitar 100% as experiências que o novo ambiente tem a te oferecer. Não tem nada pior do que ficar trancado no quarto o dia inteiro e não aproveitar a experiência da faculdade.

DpF: Durante os anos de faculdade, você se engajou em atividades extracurriculares? Caso positivo, quais? Como essas atividades te ajudaram no crescimento pessoal/profissional? E com relação à formação de um networking nos EUA?

Durante a faculdade eu participei de varias atividades extracurriculares, mas a mais importante e divertida foi o grupo de Modelo da ONU. Eu fui a presidente por três anos e durante o ano acadêmico o grupo treinava para participar em uma conferencia em Chicago, com varias escolas dos EUA, cada uma representando um país da ONU diferente.

As conferências eram uma oportunidade muito boa para conhecer outros alunos com os mesmos interesses e também professores de outras universidades e foi lá onde eu conheci uma representante da Georgetown University, que me contou sobre mestrado em Resolução de Conflitos que faço hoje nessa instituição.

Saiba mais sobre a Georgetown University neste vídeo:

DpF: Como foi o processo de conseguir um estágio na ONU? Por onde você começou os contatos? Foi via OPT? Como foi o processo de entrevista e como você se preparou?

 Um dos meus professores, que sabia do meu interesse pela ONU por acompanhar meu trabalho no grupo da faculdade, me falou da possibilidade de um estagio de verão em Nova York.

Através dele eu consegui um contato e pude mandar meu currículo e ser entrevistada. Tive varias reuniões com meus professores que me ajudaram com tudo, desde preparar meu currículo até treinar para a entrevista.

Meu departamento da faculdade também me ajudou com uma bolsa para cobrir os meus gastos durante o estágio.

 

DpF: O que te fez querer o Mestrado? Conseguiu bolsa? Como foi o processo de admissão?

Quando eu comecei a faculdade, fazer mestrado não era parte dos meus planos. Mas depois de aprender mais e achar uma área que eu gosto, eu percebi que é muito difícil ir mais longe sem o mestrado.

Por exemplo, se eu quiser trabalhar na ONU algum dia, é essencial que eu tenha feito pós-graduação. Então novamente eu conversei com os meus professores e eles me explicaram o processo de admissão e como me preparar.

Tive que fazer uma prova chamada GRE, que é como um SAT para entrar no mestrado. Também tive que mandar cartas de recomendação, minhas notas, redações que escrevi durante a faculdade e meu currículo.

Foi um processo difícil mas que valeu a pena. Entrei nas três faculdades que apliquei: University of Denver, American University, e Georgetown University. No final, escolhi Georgetown em Washington, DC.

As duas outras faculdades me ofereceram bolsa, mas Georgetown não. Apesar de ser caro, é uma das melhores universidades do país e vejo como um investimento na minha carreira. Não foi fácil recusar uma bolsa, mas esse é o tipo de decisão que alguém tem que tomar no processo de admissão do mestrado.

DpF: Quais são seus planos para após o Mestrado?

Depois do mestrado planejo ficar nos Estados Unidos e gostaria de trabalhar para alguma organização que tenha projetos envolvidos em assistência a refugiados e resolução de conflitos internacionais.

 

DpF: Você teria alguma dica ou sugestão que acha importante passar para os alunos que estão na faculdade ou pensando em fazer faculdade nos EUA?

Acho que qualquer pessoa lendo minhas respostas pode imediatamente reparar o quão importante meus professores foram durante a minha carreira acadêmica.

Então a primeira coisa que algum aluno novo nos EUA deve fazer é desenvolver uma relação boa com seus professores. Eles são as pessoas que tem contatos, que vão te explicar como entrar em um mestrado e que vão escrever suas cartas de recomendação.

E no meu caso, eles se tornaram como uma segunda família. Mesmo não estando mais na faculdade, ainda converso com os meus professores e planejo manter essa relação para o resto da vida.

Se você sonha em ter uma experiência parecida, a Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência especializada que você precisa. Preencha o formulário abaixo e comece uma conversa com um dos nossos especialistas.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-4.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-08-08 00:00:002024-03-15 15:15:03Luísa Luciano: estágio na ONU e mestrado em Georgetown

Organização de documentos e bagagem para faculdade no exterior

26 de julho de 2017/128 Comentários/em Dicas /por Daqui pra Fora

Queridos pais de Freshman Daqui pra Fora!

Está chegando a hora tão aguardada! A hora do embarque dos nossos calouros!
Vocês trilharam, com sucesso, junto com seus filhos, esse caminho rumo à graduação no exterior! Parabéns!
You made it!!

Agora é o momento de acertar os últimos detalhes.

Muitos pais têm me contatado solicitando orientações para este período. Com o intuito de levar informações a todos, resumi neste post algumas dicas de bagagem e documentação para facilitar o primeiro embarque!

Espero que gostem!

Documentos 

Providencie um porta documentos, grande, onde ficarão armazenados os seguintes itens:

  • Tickets aéreos;
  • Passaporte válido, com visto de estudante;
  • Carteira de identidade;
  • Autorização dos pais para viagem de menor desacompanhado (caso tenha menos do que 18 anos);
  • Documento I-20 original;
  • Cartões de crédito internacional ou tipo Card Travel Money (sempre é recomendável também ter um pouco de dinheiro em moeda local do Brasil e do exterior  para o caso de atrasos ou perda de conexões de voos);
  • Nome, endereço completo e telefones da faculdade onde o aluno vai estudar;
  • Nome e telefone de alguma pessoa de contato do Departamento de Admissões da Universidade;
  • Endereço completo do dormitório da faculdade ou do hotel onde o aluno ficará hospedado logo após a chegada aos EUA.

Todas estas informações precisam estar ao alcance das mãos pois podem ser exigidas pelos oficiais de imigração.

Sugiro também, como precaução em caso de extravio ou roubo, ter cópia autenticada e cópia digital de todos os seus documentos acima citados.

No porta documentos, sugiro que o aluno também guarde seus tickets comprovantes de despacho de bagagem. Se as malas forem extraviadas, o aluno precisará destas informações para reclamar sua bagagem junto da companhia aérea.

Bagagem

Recomendo embarcar com, no máximo, duas malas para serem despachadas, uma mala de mão e uma mochila ou bolsa pequena. Malas com quatro rodinhas são as preferidas por facilitarem o traslado.

Todas as malas devem estar etiquetadas com nome do estudante, e-mail, telefone de contato etc., e com cadeados. Extravios de malas são comuns no mundo inteiro…

Nunca é demais lembrar que líquidos (acima de 100ml) e objetos cortantes não são permitidos na sua mala de mão.

Lembrem-se também que o espaço nos dormitórios estudantis é reduzido. Provavelmente o aluno terá que guardar suas malas embaixo da sua cama. Então… nada de malas enormes.

Antes de preparar as malas, entrem em contato com a companhia aérea e confirmem o número e o peso das malas que podem ser despachadas. As regras mudam conforme a companhia aérea e conforme o país de origem do bilhete.

Compre uma pequena balança portátil de mão, para checar, antes de sair de casa, o peso das bagagens prontas. É muito desagradável perceber somente na hora de fazer o check-in que sua bagagem está fora dos padrões exigidos.

Você poderá ser obrigado a pagar pelo excesso de bagagem ou, ter que abrir as malas e retirar pertences.

Não esqueçam de checar também o peso e as dimensões da mala de mão e conferir se está de acordo com as regras da companhia aérea!

As malas devem conter roupas e calçados para o dia-a-dia que priorizem o conforto. Calculem que a primeira lavagem de roupas no dormitório deverá acontecer lá pela segunda semana de estadia.

Na hora de fazer as malas é melhor pecar pela falta do que pelo excesso. Conforme o aluno vai se adaptando ao novo ambiente ele pode sentir a necessidade de comprar novas peças de vestuário adequadas às suas necessidades.

Sugiro deixar para comprar no destino final, itens como:

  • Roupa de cama;
  • Travesseiros;
  • Cobertor;
  • Toalhas.

Se o aluno for para um país com inverno rigoroso, deixem para comprar roupa pesada de frio e calçados de neve lá mesmo. Os preços e a qualidade são mais convenientes.

Além do vestuário para o dia-a-dia, sugiro levar um traje social (vestido ou tailleur para as jovens e, terno, camisa, gravata e sapatos para os rapazes).

Os alunos podem ser convidados para alguma ocasião mais formal ou para participarem de feiras de carreira (career fairs) onde o dress code é considerado.

Levar um roupão de banho e chinelos tipo havaianas. O aluno precisará destes itens em caso de precisar usar os chuveiros comunitários dos dormitórios.

Lembrar de levar os seus aparelhos eletrônicos usuais (laptop, celular, fones, caixas de som etc.) com os devidos carregadores, pilhas, cabos, extensões e adaptadores de tomada.

Guarda-chuva pequeno e/ ou capa de chuva (mais cedo ou mais tarde… vai ser útil!)Preparar um kit de primeiros socorros e de medicamentos que o aluno está acostumado a usar.

Manter os medicamentos na sua embalagem original, em lugar apropriado e atentar para as suas datas de validade antes do uso.

Um kit básico de costura é um item fundamental. O estudante não vai precisar deixar de usar aquela sua camisa favorita só por que caiu um botão!.

Chegando lá

Hora de comprar roupa de cama, travesseiros, cobertor, roupa de banho, um abajur para sua mesa de estudos, lâmpada, cesto de lixo, copos, talheres e pratos para pequenos lanches no quarto, organizadores suspensos de armários e organizadores de gavetas também são muito úteis e, por último mas não menos importante, o famoso cesto de roupa suja.

Outros itens adicionais que podem ser adquiridos lá (e que podem facilitar a vida do estudante) são:

  • Impressora pequena;
  • TV de tela plana;
  • Pequeno frigobar;
  • Máquina para fazer café.

Ufa! Acho que é isso, pessoal.

Desejo uma ótima viagem a todos os nossos estudantes e um excelente Freshman Year!

Abraços!

Eliane Buzzetto

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