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Vale a pena estudar em Boston? Descubra agora!

26 de setembro de 2019/102 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Cidade mais populosa do estado americano de Massachusetts, Boston é um dos destinos mais procurados por brasileiros que decidem ir para os Estados Unidos. A receptividade da cidade aos estrangeiros não é de hoje. Sua fundação, em 1630, foi realizada por recém-chegados imigrantes ingleses.

De lá para cá, a cidade recebeu uma enorme quantidade de pessoas vindas de todo o mundo, o que acelerou seu desenvolvimento. Hoje, Boston é conhecida pelo estilo de vida ativo, diversas atrações culturais e, principalmente, pela excelência das universidades localizadas na cidade e nos seus arredores.

E aí, será que vale a pena estudar em Boston? Neste texto, você vai conhecer mais sobre a vida na capital de Massachusetts e sobre as melhores universidades localizadas por lá. Além disso, vamos falar sobre como tal experiência pode significar uma verdadeira vantagem profissional. Confira!

Como é a vida em Boston?

Viver em uma cidade como Boston é uma experiência rara para qualquer pessoa. Isso porque sua arquitetura, que interage diretamente com cenários naturais, cria um ambiente único. O contraste das águas do Rio Charles, sempre repletas de veleiros, com a estrutura espelhada dos prédios que o cercam é uma visão para não ser esquecida.

Essa união entre natureza e civilização, aliás, é o que dá o tom à vida em Boston. Repleta de parques e jardins urbanos, a cidade oferece aos cidadãos opções de entretenimento que contemplam todos os gostos. Naturalmente, as atrações podem mudar conforme a estação do ano. O clima na cidade não é dos mais quentes, podendo atingir níveis abaixo de zero durante o inverno.

Independentemente da época do ano, porém, uma coisa não muda na cidade: a paixão por eventos esportivos. A maratona de Boston, por exemplo, é uma referência mundial de corridas em longa distância. Apenas um ano mais nova que os primeiros jogos olímpicos, o evento acontece, sem interrupções, desde o ano de 1897.

O artigo “A Maratona de Boston: Uma Tradição Centenária”, publicado no site oficial da maratona, destaca “como o evento se tornou uma parte integrante da identidade de Boston ao longo dos anos, atraindo não apenas atletas, mas também turistas e espectadores de todo o mundo”. 

Além do clima, arquitetura e eventos esportivos, Boston é conhecida por ser um dos maiores polos intelectuais e estudantis da América. Uma ponte separa a cidade de Cambridge, onde fica localizada a Universidade de Harvard. No próximo tópico, falaremos sobre as melhores instituições de ensino da região. Continue a leitura.

Conheça as melhores universidades para estudar em Boston

Já pensou em estudar nas melhores universidades do planeta? Se sim, Boston pode ser uma boa opção para você. Além das instituições que ficam em sua área metropolitana, outras que ficam em seus arredores contam com transporte e acesso facilitado. A seguir, falaremos das principais.

Boston University

Com mais de 3.900 membros acadêmicos e aproximadamente 33.000 estudantes, a Boston University fica localizada no coração da cidade. A universidade é reconhecida por investir na vida estudantil, proporcionando aos alunos diversas atrações esportivas e culturais: são mais de 500 shows e concertos recebidos no campus a cada ano.

No quesito excelência acadêmica a BU, como é conhecida, também se destaca. A instituição é considerada uma das líderes globais em pesquisas, o que atrai investimentos pesados que possibilitam a constante melhoria da estrutura. A universidade, que abrange 250 campos de estudo, conta com 17 escolas e 23 livrarias.

Entre os intelectuais graduados na Boston University estão sete vencedores do Prêmio Nobel. O mais notório foi o ativista pelos direitos humanos Martin Luther King que, antes de se tornar famoso pela luta contra o preconceito racial, obteve um PhD em teologia na instituição.

Harvard University

Lembra que falamos que uma ponte separa Boston de Cambridge, casa da Universidade de Harvard? Pois é, são apenas 15 minutos a bordo de um transporte para ir do centro da cidade até a sede da instituição, que é considerada pelo Times Higher Education Ranking a quarta melhor universidade do mundo.

A mais antiga universidade dos Estados Unidos é quase um mundo à parte. Em seu extenso campus, estão localizados nada menos que dois teatros e cinco museus, além da maior biblioteca acadêmica do mundo, que reúne mais de vinte milhões de volumes.

Com mais de 3.700 cursos oferecidos em 50 campos de estudos diferentes, não é surpresa constatar o sucesso alcançado por antigos alunos de Harvard. A universidade, membro da famosa Ivy League, produziu mais de 45 vencedores do Prêmio Nobel, diversos ganhadores do prêmio Pulitzer e mais de 30 chefes de Estado, incluindo o ex-presidente americano George W. Bush.

Massachusetts Institute of Technology

Classificada como a terceira melhor universidade do mundo no ranking Times Higher Education, o Massachusetts Institute of Technology é localizado à beira do Rio Charles. Focada em pesquisas, a instituição conta com 32 departamentos acadêmicos, distribuídos em cinco áreas: arquitetura, engenharia, humanas, artes e ciência.

Fundada em 1861, o MIT, como é conhecido, adotou um slogan que reflete bem sua visão e seus valores: “Mens et Manus”. Traduzido do latim, o termo significa “mentes e mãos”, refletindo a abordagem científica da universidade, que dá extremo valor não apenas à teoria, mas também à aplicação da prática.

Entre os diversos edifícios dentro dos domínios do MIT estão 18 instalações estudantis, que servem para acomodar alguns dos mais de 11.000 estudantes vindos de todas as partes do planeta. Entre aqueles que já se formaram, estão 85 vencedores do Prêmio Nobel. Além disso, a instituição estima que seus antigos alunos sejam responsáveis por 30.000 companhias e 4,6 milhões de empregos.

Partiu Boston?

Estudar em Boston representa uma oportunidade única para aprimorar seu inglês, conhecer outra cultura e, acima de tudo, ganhar uma vantagem considerável no mercado de trabalho.

Além de contar com um dos polos intelectuais mais famosos do mundo, a cidade é repleta de empresas e pessoas que podem servir como impulso para sua carreira profissional.

E aí, ficou com vontade de saber como é possível estudar em Boston? Preencha o formulário abaixo para começar uma conversa com o nosso time de especialistas!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-geral-blog-02.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-09-26 00:00:002024-03-14 20:14:04Vale a pena estudar em Boston? Descubra agora!

Guia completo para estudar nos Estados Unidos

13 de setembro de 2019/71 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar nos Estados Unidos representa não apenas a chance de conhecer novas pessoas e culturas, mas também a oportunidade de garantir um dos ensinos mais qualificados do planeta. Afinal, o país conta com universidades frequentemente listadas entre as melhores do mundo, como as que integram o seleto grupo da Ivy League.

Além da qualidade de ensino, as faculdades americanas oferecem uma experiência universitária rica, possibilitando a expansão de horizontes, desenvolvimento pessoal e o acesso ao mercado de trabalho.

Naturalmente, frequentar uma dessas instituições requer algum investimento, tanto de tempo quanto de dinheiro. Contudo, com foco, planejamento e ajuda dos pais, trata-se de um projeto totalmente realizável.

Se você considera a ideia de estudar nos Estados Unidos, este artigo é para você. Nele, vamos passar dicas valiosas para possibilitar essa jornada, desde os documentos necessários até os gastos envolvidos. Falaremos ainda sobre a escolha da universidade, funcionamento do processo seletivo e mais. Continue a leitura!

Entenda se você está pronto para estudar nos Estados Unidos

Adquirir fluência em uma nova língua, visitar lugares incríveis, fazer novas amizades, estudar em campus que são referências no mundo inteiro… os motivos para investir em uma faculdade nos Estados Unidos são muitos. Não adianta, porém, se precipitar e iniciar o processo sem estar devidamente preparado.

Ao tomar medidas inteligentes para o planejamento desse grande passo, você evita ser surpreendido com as peculiaridades do processo. Por isso, antes de qualquer coisa, é essencial entender se você está realmente preparado para se tornar um estudante internacional nos EUA.

É natural que, ao pensar profundamente sobre o assunto, preocupações venham a surgir. Viver fora do país representa tomar para si uma parcela maior de responsabilidade, já que grande parte da experiência se dará com a distância de pais, amigos e familiares.

Contudo, não é preciso se assustar. A forma como o ano letivo é organizado nos Estados Unidos possibilita diversas oportunidades para visitas.

Além das férias de meio e fim de ano, períodos como o Spring Break e o Thanksgiving costumam ser reservados pelos estudantes americanos para visitar os parentes e matar a saudade de casa.

Fora isso, tecnologias como o Skype e as chamadas de vídeo do WhatsApp diminuem bastante os efeitos da distância.

Vale lembrar também que as faculdades americanas contam com um processo seletivo holístico que, embora não envolva a realização de um vestibular, exige o cumprimento de diversas etapas.

Além de preparar os documentos de forma certeira para obter o visto de estudante, você vai precisar de um planejamento financeiro organizado e seguir os passos do processo de aplicação.

Ao final desse texto, você terá maior conhecimento sobre o processo e entenderá como ele pode ser realizado. No fim das contas, as vantagens envolvidas nessa empreitada se sobressaem aos desafios existentes.

Como escolher a cidade dos Estados Unidos para estudar

A escolha da sua região de moradia nos Estados Unidos durante seus estudos é um ponto fundamental. O país conta com mais de 4.000 instituições que oferecem curso superior, o que faz com que as opções do aluno sejam praticamente inacabáveis.

Além disso, por se tratar de um dos maiores territórios nacionais do planeta, cada região conta com particularidades que as diferenciam de outras.

Sendo assim, a escolha da cidade é determinante para a experiência. É possível, por exemplo, morar em uma cidade em que a neve é algo comum e o tempo frio predomina.

Ao mesmo tempo, estados como a Flórida e a Califórnia se destacam por seu clima mais quente que, por lembrar temperaturas do nosso país, acabam atraindo muitos brasileiros.

Como sabemos, o clima não deve ser o único parâmetro considerado para a definição da melhor região para você. Algo que deve ser levado em conta são as atrações de entretenimento disponíveis para os estudantes.

Afinal, além do estudo qualificado, a experiência de estudar nos Estados Unidos abre espaço para turismo, diversão e atividades culturais.

Portanto, se você é um fã de cinema, cidades como Los Angeles, San Francisco e Nova York podem ser mais atrativas para o seu perfil.

Da mesma forma, alguém que é fã de esportes americanos pode procurar por regiões que contem com times e ligas competitivas. Jogos de campeonatos como a MLS, NBA ou NFL são uma atração que movimentam toda a cidade.

Mais um ponto que pode entrar nessa conta é a proximidade com comunidades brasileiras. Por meio de uma rápida pesquisa, você pode levantar informações sobre os locais com maior concentração de brasileiros.

Morar em uma dessas regiões pode facilitar a adaptação de alguns, já que permite o contato com pessoas em situações semelhantes e facilita a identificação cultural.

Por outro lado, algumas pessoas podem preferir cidades que não contam com tantos imigrantes. O motivo para isso é potencializar o contato com a língua inglesa e imergir de forma mais completa na cultura americana. Na maioria dos casos, esses locais são situados mais para o meio do mapa dos EUA.

É melhor morar em cidade grande ou pequena?

Uma discussão muito comum até mesmo entre estudantes americanos é a diferença entre as experiências em cidades grandes e pequenas.

Isso acontece porque a maior parte das grandes faculdades dos Estados Unidos está localizada em regiões consideradas pequenas, atraindo diversos estudantes de todas as áreas do país.

Dessa forma, as comunidades acabam se desenvolvendo em torno da universidade, criando um ambiente intensamente acadêmico e estudantil.

Além do ambiente escolar, uma grande vantagem de cidades de menor porte é o custo de vida, que costuma ser bastante reduzido.

Além disso, por contarem com as pesquisas realizadas na faculdade, essas cidades costumam oferecer uma enorme qualidade para seus moradores.

A escolha de buscar uma cidade grande também é justificável. Com maior facilidade para o uso de transportes públicos e mais opções de entretenimento, as metrópoles proporcionam um cotidiano mais agitado, além de estarem mais próximas das grandes empresas. Um meio-termo para essas duas opções são as áreas situadas ao redor dos centros urbanos.

Como escolher a universidade para estudar nos Estados Unidos

Bem como na escolha da região, o tamanho também tem um papel importante na maioria das ponderações sobre qual universidade escolher.

É verdade que a maioria dos universitários internacionais se matriculam em instituições de maior porte, já que essas costumam contar com um investimento mais robusto por parte do governo estadunidense e a vida no campus pode ser mais chamativa.

Porém, é importante não descartar por completo as faculdades de menor porte. Com menos estudantes, os professores que lecionam nesses estabelecimentos conseguem dar maior atenção a cada um de seus alunos.

Isso é essencial não apenas para o processo acadêmico, mas também para a preparação para a fase que vem depois da obtenção do diploma.

Quando falamos em estudantes estrangeiros, essa característica se torna ainda mais relevante. Com a barreira natural imposta pela língua e pela diferença cultural, contar com maior atenção por parte de professores e staff pode ser um diferencial na adaptação do aluno.

Contudo, não existe uma regra quando o assunto é a escolha da faculdade. É importante que você e seus familiares busquem conhecer os serviços oferecidos pela instituição.

Algumas delas, inclusive, oferecem bolsas para pessoas vindas de certas partes do mundo. Analise, também, a estrutura da faculdade e a modernidade dos métodos e equipamentos utilizados pelo corpo docente.

Por fim, é essencial verificar se a opção escolhida é devidamente credenciada nos Estados Unidos. No país, não existe um órgão específico que seja responsável pela definição dos padrões acadêmicos das escolas.

Em vez disso, elas se juntam e formam associações que determinam o requisito mínimo para um estabelecimento ser credenciado.

Confira 4 dicas para calcular o custo de vida ao estudar nos Estados Unidos

Agora que você tem uma noção maior sobre os fatores que influenciam a escolha da cidade e da universidade, vamos focar no lado financeiro do projeto.

Naturalmente, as definições citadas anteriormente serão essenciais para você calcular o custo de estudar nos EUA, uma vez que isso varia de acordo com a localidade e até a personalidade de cada um.

Neste tópico, vamos abordar 4 fatores que devem ser considerados para você estimar quanto será necessário para levar uma vida tranquila no seu período acadêmico. Confira!

1. Moradia

Se não o maior, a moradia costuma representar um dos maiores gastos que precisam ser feitos por um estudante internacional. É verdade que muitas universidades oferecem quartos nos dormitórios dos campus, mas, ainda assim, exigem um investimento considerável. A boa notícia, porém, é que esse é um gasto que pode ser dividido com outras pessoas.

O custo do aluguel de um apartamento, como já mencionado, varia de cidade para cidade. Em centros mais populosos, como San Francisco, esse valor costuma ser mais elevado, já que a procura por apartamentos é maior do que a oferta.

No entanto, em áreas mais espaçosas, como o estado do Kansas, é viável encontrar diversas boas opções de aluguel por um preço menor.

Para elucidar essa questão, basta uma rápida busca no Craiglist, site que funciona como um classificado de imóveis nos Estados Unidos. Na capital do Kansas, a média de preço para um apartamento de 80 metros quadrados e um quarto é de $950. Um imóvel com o mesmo tamanho em San Francisco não sai por menos de $2200 por mês.

Sendo assim, observamos que a localidade da universidade escolhida é determinante para o custo da moradia. Naturalmente, grandes centros urbanos apresentam opções mais custosas, embora possam compensar com as características da vida na cidade.

2. Contas a pagar

Uma vez definida a moradia, é importante dar atenção às contas que são naturais em qualquer residência. Para gastos relacionados à eletricidade, ao processamento do lixo, ao gás e ao uso da água, você deve estar preparado para desembolsar algo entre $100 e $150. Esse valor não é absoluto, mas sua variação de região para região não costuma ser muito grande.

Além desses gastos básicos, é crucial assinar um serviço de internet. Uma conexão rápida e eficiente é muito importante não apenas para a comunicação do aluno com as pessoas queridas que ficaram no Brasil, mas também para fins de pesquisa e estudo.

Por sorte, a intensa competição entre os provedores de internet nos Estados Unidos garante diversas opções qualificadas e preços justos. Nesse quesito, as marcas Comcast, AT&T e Cox Communications se destacam, sendo as mais populares entre o público americano.

Dito isso, basta verificar a disponibilidade dos serviços em sua região e escolher o melhor para você. Embora o valor varie, ele costuma ficar entre $65 e $100.

Outro custo que deve ser levado em conta é o pagamento de um seguro de saúde, obrigatório no país, pois os Estados Unidos não contam com um serviço de atendimento médico público, fazendo com que a assinatura do seguro seja essencial para garantir tratamento em caso de necessidade.

O valor desse tipo de serviço fica entre $150 e $300 mensais, mas opções mais acessíveis podem ser oferecidas para estudantes internacionais.

3. Transporte

Se a sua universidade não fica a uma distância curta do seu alojamento, é essencial incluir o transporte na estimativa dos gastos. Os preços para viagens unitárias em ônibus circulares não passam de $2.75 e é possível, ainda, comprar um passe mensal, que permite um número ilimitado de viagens por um custo que varia de local para local. A média, contudo, costuma ser de $100.

4. Extras

É extremamente recomendado reservar uma quantia para gastos extras, que podem incluir desde atividades de entretenimento até o serviço de lavagem de roupas.

Com o mercado extremamente movimentado, a estadia nos Estados Unidos representa uma chance de adquirir roupas, dispositivos e acessórios da moda.

Além disso, as vastas opções de museus, cinemas e parques indicam que algum dinheiro deve ser reservado para que a experiência possa ser completa. O setor de restaurantes também é bastante chamativo, o que demanda certo planejamento para conciliar os gastos com uma alimentação saudável.

Como fazer o planejamento financeiro para estudar nos Estados Unidos

Mesmo que a família esteja preparada para realizar o investimento de enviar o aluno para estudar nos Estados Unidos, um planejamento financeiro bem-estruturado é necessário para garantir a segurança e estabilidade da jornada. Para começar, a primeira atitude deve ser buscar uma relação com os gastos previstos junto à instituição de ensino.

Sendo assim, durante o processo de aplicação, seja franco com os profissionais do departamento de admissão e peça uma estimativa dos gastos. Isso pode ser observado em uma das seções do I-20, documento geralmente enviado pela instituição para viabilizar a retirada do visto.

Com essas informações em mente, é possível se programar para o pagamento das tuition-fees, que são as taxas administrativas das faculdades.

Em muitos casos, é possível elaborar um plano de pagamento, o qual permite que a taxa seja paga de forma parcelada. Uma dica para facilitar esse planejamento financeiro é sempre buscar possibilidades de bolsas de estudo.

As escolas americanas distribuem diversos tipos de incentivos, alguns destinados a estudantes com bons resultados acadêmicos ou necessidade financeira, entre outros. Ao obter uma dessas bolsas, você abate uma parte do valor da tuition-fee, facilitando o investimento.

Fique por dentro da cultura local antes de estudar nos Estados Unidos

Um dos desafios que fazem a experiência ainda mais interessante está nos contrastes culturais entre Brasil e Estados Unidos. Sendo assim, esteja preparado para diferenças sutis no modo de vida e até mesmo de relacionamento do povo americano.

Algo que você vai notar de primeira é o tamanho das refeições, que costumam ser mais robustas que as brasileiras. Sendo assim, acostume-se com porções maiores de refrigerante e petiscos em restaurantes.

Além disso, muitos estabelecimentos contam com a política de refil, permitindo que você repita quantas vezes quiser uma porção de acompanhamento ou bebida.

A forma como a tecnologia é utilizada por lá também é um pouco diferente. Um dos grandes polos de inovação do mundo, o país proporciona a seus moradores acesso mais fácil a novidades tecnológicas.

Por isso, a digitalização dos processos é algo muito mais comum por lá, dispensando o uso de papel para atividades corriqueiras, como a apresentação de ingressos para um evento.

No modo como lidam com outras pessoas, os americanos costumam ser mais reservados em um primeiro momento. Então, não se surpreenda se o aperto de mão for mais frequente do que abraços e beijos na bochecha na hora dos cumprimentos, pelo menos até que a relação se torne menos formal.

Essa formalidade nas relações se reflete no vocabulário utilizado para conversas. Em vez de utilizar o primeiro nome, é comum, em um ambiente mais profissional, que as pessoas se refiram umas às outras com um pronome de tratamento acompanhado pelo sobrenome.

Além disso, professores costumam ser tratados com títulos mais formais, como “Sir” para homens ou “Miss” para mulheres.

Informe-se sobre o processo seletivo das universidades nos Estados Unidos

O processo seletivo para iniciar os estudos em uma faculdade americana é diferente do que conhecemos no Brasil. Para começar, o sistema de vestibular não impera por lá, embora o resultado em determinados exames possa ser fundamental para uma aplicação de sucesso. Os requisitos mínimos, porém, dependem da universidade.

O processo é holístico e avalia o candidato como um todo. Uma das primeiras etapas de avaliação são as notas escolares, especialmente as dos quatro últimos anos do colégio.

Na maioria dos casos, eles solicitam também uma redação escrita à mão e uma carta de recomendação de diretores ou professores. O objetivo é conhecer melhor o aplicante e identificar se o perfil é compatível com o da universidade.

O estudante terá que prestar também provas como o SAT ou o ACT, exames internacionais que poderiam ser chamados de “ENEM americano”. Os testes têm uma dinâmica específica e muito diferente das provas brasileiras, por isso é importante se preparar adequadamente para realizar um deles.

Além disso, é preciso prestar o TOEFL, um exame que mede o seu nível na língua inglesa. Cada instituição define uma nota que precisa ser alcançada pelo aluno para que ele seja considerado apto.

É necessário também ter boas atividades extracurriculares, feitas durante esses quatros últimos anos, que são muito analisadas pelas equipes de admissão.

Por fim, em alguns casos, pode ser que um representante da instituição realize uma entrevista com o aplicante a fim de definir os últimos detalhes da aplicação. Se tudo correr bem, a faculdade vai enviar os documentos e orientações necessárias para a retirada do visto de estudante.

Verifique qual é a documentação necessária para estudar nos Estados Unidos

Durante o processo de aplicação em uma universidade, a equipe de admissão vai solicitar o envio de alguns documentos a fim de verificar a aptidão do candidato para ingressar na instituição. Assim, esteja preparado para enviar o histórico escolar e o diploma de conclusão, caso seja aplicável.

Com tudo resolvido com a universidade após a admissão, é preciso se preparar para a retirada do visto de estudante. Para isso, é crucial que você esteja em posse de um passaporte válido. Para essa etapa, tenha todos os seus documentos disponíveis e atualizados. A lista de documentos requeridos é a seguinte:

  • I-20 enviado pela universidade;
  • Passaporte;
  • Fotos 2X2;
  • Recibos das taxas MRV e SEVIS;
  • Formulário DS-160 preenchido.

Além dos citados, o consulado pode exigir transcrições de diplomas obtidos anteriormente, resultados de testes padronizados e comprovantes financeiros de que você é capaz de se sustentar nos EUA.

Descubra a importância de uma consultoria ao estudar nos Estados Unidos

Estudar nos Estados Unidos só é possível caso o processo descrito ao longo desse texto seja realizado com eficiência. Sendo assim, é essencial contar com uma agência de consultoria especializada nesse tipo de operação.

Uma empresa com experiência no mercado conhece cada detalhe do procedimento e, por isso, costuma indicar os caminhos mais seguros, além de proporcionar que o aluno foque sua energia onde realmente importa.

Além de assessorar o planejamento de cada etapa, uma consultoria de confiança prepara o aluno para que ele mostre às universidades todo o seu potencial, facilita a comunicação com as instituições e apresenta dicas para você tomar as decisões mais inteligentes.

Estudar nos Estado Unidos representa um crescimento não apenas profissional, mas também pessoal. Além da excelência acadêmica, a vivência em outra cultura é fundamental para preparar o jovem para o futuro.

Embora se trate de um procedimento complexo, o objetivo pode ser atingido com um bom planejamento e o acompanhamento adequado.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/09/portrait-pretty-teen-girl-holding-usa-flag-isolated-gray-4th-july-celebration.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-09-13 00:00:002024-03-08 20:18:06Guia completo para estudar nos Estados Unidos

Entenda quanto custa estudar em uma faculdade nos EUA

18 de julho de 2019/51 Comentários/em Bolsas de Estudo, Estados Unidos /por Daqui pra Fora

O caminho para entrar e se estabelecer no mercado de trabalho envolve muitos fatores. Além do estudo de qualidade, contar com habilidades extracurriculares é essencial para obter um diferencial na busca por um emprego. Exemplo disso é o domínio de outras línguas e de conhecimentos gerais ou culturais.

Portanto, cada vez mais famílias optam pela educação nos Estados Unidos para incentivar o desenvolvimento dos jovens. Trata-se de uma excelente oportunidade para frequentar as melhores universidades do planeta, conhecer novas culturas e, de quebra, aprender a falar inglês de forma fluente.

Naturalmente, tal processo requer um investimento financeiro. Saiba quais são os principais gastos envolvidos e entenda quanto custa estudar nos EUA.

Realização de testes

Uma vez tomada a decisão de enviar seu filho para estudar nos EUA, uma das primeiras etapas é a realização dos testes requeridos pela instituição pretendida. Sendo assim, você pode considerar o custo de cursos especializados, que varia de local para local. Mas existem também os gastos que são fixos, como as taxas de inscrição.

Então, é preciso compreender exatamente quais exames são exigidos e se planejar para realizar a inscrição com antecedência. Afinal, alguns deles só ocorrem periodicamente e contam com um número limitado de participantes.

Um dos principais exames prestados por estudantes internacionais antes de ingressar nos EUA é o TOEFL — um teste de proficiência na língua inglesa. No Brasil, o valor de inscrição é, em média, de USD 215 com possíveis variações.

Além dele, algumas instituições podem pedir a realização do SAT ou ACT, exames que abordam temas mais amplos, semelhante a um Enem. Nesse caso, a taxa varia entre USD 95 e USD 170.

Documentação

Outro item que deve constar no seu planejamento financeiro é a documentação exigida tanto pela faculdade quanto pelo governo americano. A primeira pedirá cópias do certificado de conclusão do ensino médio, diploma e histórico escolar para fins acadêmicos, além do pagamento de uma taxa de aplicação. 

Tudo isso pode ser resolvido com a instituição de ensino frequentada pelo aluno, que também é responsável pela definição dos preços. Já entre os documentos requeridos pelo governo, incluem-se o passaporte e o visto de estudante, entre outros. Esses dois itens são essenciais para garantir a entrada do passageiro nos Estados Unidos.

Portanto, caso a pessoa ainda não conte com um passaporte, será necessário o investimento de R$257,25 para viabilizar um. Já o visto se divide em duas cobranças: primeiramente, é preciso pagar a taxa de solicitação, prevista em USD 160,00; depois, vem a taxa SEVIS, no valor de USD 200,00.

Tuition Fees

Essas são as taxas administrativas que precisam ser pagas para garantir o acesso do aluno à universidade. O conceito é parecido com o das mensalidades no Brasil, exceto por um ponto: as tuition fees são cobradas de forma anual. Contudo, muitas instituições se mostram flexíveis e aceitam a divisão do valor em parcelas mensais.

O montante necessário nesse sentido depende, mais uma vez, da universidade e do curso escolhido. Ainda assim, é possível fazer uma estimativa. De acordo com um estudo do Value Penguin, o valor médio para universidades públicas em 2018 foi de USD 25,620 anuais.

É importante ressaltar que essa quantia pode ser significativamente diminuída com a obtenção de bolsas de diversas naturezas. Em algumas faculdades, existem bolsas oferecidas para estudantes internacionais que apresentem uma boa nota geral no ensino médio.

Além disso, é possível obter descontos pela boa performance acadêmica ou participação em algum grupo de estudo.

Material escolar

O material escolar inclui — além de itens pessoais como mochilas, cadernos e canetas — tudo o que será utilizado para o aprendizado e desenvolvimento do estudante. Naturalmente, isso varia de acordo com a instituição e o curso escolhido, o que faz com que o valor a ser investido dependa de muitos fatores.

Ainda assim, não se preocupe. Durante o processo de aplicação, a escola poderá informar com antecedência o tipo de material exigido. Em cursos de exatas, por exemplo, é comum o uso de papel milimetrado e calculadoras. De qualquer forma, o principal gasto certamente será com os livros acadêmicos.

Tais obras são imprescindíveis para a formação do aluno e, por isso, é crucial que sejam adquiridas. Muitas pessoas gostam de manter esses materiais mesmo quando acabam os estudos, graças ao enorme nível de conhecimento que proporcionam. Outras, porém, preferem economizar. Nesse caso, temos uma dica valiosa.

Nos EUA, existe a opção de aluguel de livros acadêmicos. Por um valor muito menor, o aluno tem acesso à obra durante todo o período letivo, mas precisa devolvê-la sem danos assim que o semestre acaba.

É possível encontrar o serviço na bookstore de algumas instituições ou até mesmo na internet, em empresas como a Amazon.

Custo de vida

Reservar uma quantia para garantir a qualidade de vida do estudante no exterior é fundamental. Embora muitas instituições ofereçam refeições no campus, algumas pessoas preferem cozinhar a própria comida ou se alimentar em outros restaurantes. Portanto, é importante considerar o dinheiro que será gasto com essa finalidade.

Sabemos, porém, que a alimentação não é o único custo de vida. É preciso se atentar aos preços de transporte, moradia e até conforto. Para estudantes morando fora do campus, é essencial contar com serviços como internet, televisão e telefone (além da conta de celular, é claro).

Por fim, vale reservar um montante para ser gasto com entretenimento. Afinal, estudar nos EUA é uma excelente oportunidade para conhecer parques, museus, cinemas, shoppings e demais atrativos.

Passagens aéreas

Com a documentação resolvida, resta um investimento para garantir o início da jornada: a compra das passagens. Trata-se de um gasto que varia de acordo com a cidade de partida e chegada e por isso é necessário uma pesquisa específica sobre seu destino.

É importante pesquisar pelas passagens aéreas em mais de uma empresa, a fim de encontrar o melhor custo-benefício. Geralmente, quanto mais cedo os bilhetes são adquiridos, menor é o valor do investimento.

Agora que você já sabe os tipos de custos envolvidos para estudar nos EUA, tem um maior embasamento para planejar esse grande investimento no futuro do seu(a) filho(a). 

Para tanto, é importante contar com um apoio especializado. A Daqui pra Fora é uma consultoria educacional que prepara e acompanha o estudante ao longo de todo o processo, desde a realização dos testes até o fim da trajetória universitária.

E aí, nosso conteúdo ajudou a esclarecer suas dúvidas sobre os custos relacionados à educação nos EUA? Que tal conhecer mais sobre os programas oferecidos pela Daqui pra Fora? Nossa equipe especializada está pronta para lhe oferecer toda a assistência necessária.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-07-18 00:00:002024-03-27 14:30:44Entenda quanto custa estudar em uma faculdade nos EUA

Como estudar fora contribuiu com a minha formação como mulher

8 de março de 2019/103 Comentários/em Carreira, Depoimentos /por Daqui pra Fora

Letícia decidiu ir estudar fora do Brasil quando tinha 17 anos. Determinada a alcançar seu objetivo,  se dedicou aos estudos e à natação, uma de suas paixões.  Hoje consultora da Daqui pra Fora, Letícia reflete o quanto essa fase foi importante para sua formação como profissional e como mulher.

Estudar fora me tornou uma mulher e profissional mais preparada

Aos 17 anos, decidi que estudaria nos Estados Unidos e continuaria minha carreira como nadadora, a qual eu já havia iniciado aqui no Brasil.

O objetivo era terminar o ensino médio lá e depois seguir na carreira universitária, tentar uma bolsa através da natação e me formar em uma faculdade internacional.

E assim foi, estudei e nadei primeiro na cidade de Mission Viejo, na California, em um time de natação chamado Mission Viejo Nadadores. Equipe muito renomada dos EUA e onde alguns atletas olímpicos treinaram.

Nunca treinei tanto na minha vida! Durante o ensino médio por lá fui recrutada por algumas universidades e acabei escolhendo a University of Nevada, Reno.

Logo de cara me identifiquei com a equipe, com os treinadores e a atmosfera da universidade. O mais importante naquele momento de escolha da faculdade era me “sentir em casa”.

E não podia ter feito escolha melhor, fui super acolhida, além de receber um imenso suporte emocional. Depois de muitos aprendizados, alguns momentos de questionamentos, muita saudade de casa, da família, dos irmãos e dos amigos, continuei no meu objetivo e nadei os 4 anos pela universidade, onde fui inclusive recordista. Consegui até, de alguma forma, deixar o meu legado por lá! Que alegria!

Hoje, olhando retroativamente tudo que passei nesta importante fase da minha vida, vejo o quanto foi transformador para a minha visão de mundo e a minha construção como mulher.

Em 2019 completei 10 anos de trabalho na Daqui pra Fora, proporcionando aos jovens a mesma oportunidade que tive anos atrás.

Sinto um privilégio enorme em poder trabalhar com algo que acredito, que vivi e que me possibilita acompanhar a transformação de cada jovem nesta jornada.

Sou de uma nova geração de mulheres que acredita e, principalmente, vivencia seu empoderamento. Esta onda só está crescendo! Nossa união nunca foi tão forte. E fazer parte da equipe Daqui pra Fora é ter orgulho de vivenciar e trabalhar nesta nova geração que valoriza, abraça e empodera suas mulheres.

Letícia Cunha

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-03-08 00:00:002024-04-05 09:29:41Como estudar fora contribuiu com a minha formação como mulher

Atividades Extracurriculares: o que são e quais fazer?

20 de setembro de 2018/101 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Além de notas escolares, teste de proficiência em inglês, redações e cartas de recomendação, outro importante critério utilizado pelas universidades no exterior durante o processo de candidatura de seus novos alunos são as atividades extracurriculares, por isso é importante entendê-las.

Vale ressaltar que um cuidado importante é não achar que é preciso fazer muitas atividades extracurriculares para conseguir a aprovação.

O essencial é participar ativamente de atividades que façam sentido para o seu perfil e para a área de formação desejada.

Veja a seguir o que são atividades extracurriculares e quais podem ser feitas para tornar a sua application ainda mais forte.

O que são atividades extracurriculares?

Tudo o que o estudante faz fora de sala de aula pode ser considerado uma atividade extracurricular, o importante é alinhar essas atividades ao perfil do aluno e ao curso que ele pretende fazer na universidade para dar mais significado a elas.

As atividades demostram o quão engajado o estudante é fora do ambiente escolar e o quanto ele poderá se desenvolver no ambiente acadêmico oferecido pela universidade.

Quanto mais competitivas forem as universidades, mais exigentes elas serão em relação às atividades extracurriculares, já que o nível acadêmico dos candidatos que aplicarem será muito próximo e esse pode ser um fator de diferenciação. 

Ainda não começou suas atividades e não sabe no que focar? Conheça os 4 tipos mais comuns de extracurricular activities que são aceitos e ajudam a fortalecer a sua candidatura.

No webinar abaixo, você encontra informações relevantes sobre as atividades extracurriculares:

1. Olimpíadas científicas

As olimpíadas de conhecimento ou científicas são competições que têm o propósito de premiar aqueles estudantes que competitivamente apresentam projetos e habilidades melhores nas áreas de física, química e biologia, por exemplo. Essa competição pode acontecer durante o ensino fundamental ou ensino médio.

As olimpíadas científicas são avaliadas a nível nacional e internacional. Nesse último caso, as universidades norte-americanas dão bastante atenção.

Isso porque para elas é importante admitir estudantes que foram valorizados internacionalmente com iniciativas do meio científico, demonstrando talento excepcional em diversas áreas do conhecimento.

2. Ações na comunidade

Essa é mais uma das atividades extracurriculares. Trata-se de participar de atividades realizadas junto a grupos da sociedade em que você vive.

Isso significa que você pode se envolver no planejamento de eventos da comunidade ao seu redor, como jantares beneficentes, ou apoiar a condução de trabalhos voluntários.

Isso demonstra que você é uma pessoa que exerce a cidadania e tem proatividade a fim de ajudar a sua comunidade. Com essa postura, você ganha pontos na sua candidatura para estudar nos Estados Unidos.

3. Clubs

Nos EUA, os clubs são muito comuns. Não se trata de lugares para praticar esporte ou lazer. Na verdade, são grupos de estudos que reúnem pessoas com os mesmos interesses.

Essa é mais uma das extracurricular activities que contam muito na hora de se candidatar a uma vaga em uma universidade americana.

Então, participe de grupos de estudo de idiomas, de robótica, química ou até mesmo faça parte de um coral. O importante é se integrar a um grupo que tem a ver tanto com o seu perfil pessoal quanto acadêmico.

4. Governança

Você gostaria de fazer parte de comissões escolares, conselhos ou grêmios estudantis, mas não consegue entender qual é a vantagem de fazer parte disso?

Saiba que essas são atividades extracurriculares valorizadas para uma candidatura em instituições de ensino nos EUA.

É muito importante apresentar esse tipo de capacidade de governança, uma vez que as instituições prezam por estudantes participativos e presentes em questões políticas.

O que fazer agora?

Esses foram apenas alguns exemplos de atividades extracurriculares, agora é importante que o aluno entenda o que faz sentido para seu perfil e com o que mais se identifica.

Vale lembrar que o essencial não é apenas qual atividade você fez, mas como a realizou. Fazer algo que tenha significado para você e que possa te levar a posições de liderança serão valorizadas pelas universidades.

Afinal, as instituições de ensino buscam alunos com perfis parecidos com os delas e ser genuíno nessa etapa da candidatura te ajudará a ser aceito nas universidades que de fato combinam com você e elevará as possibilidades de sucesso dessa jornada.

Quanto antes você se preparar e começar a pensar nas atividades extracurriculares, mais força terá sua candidatura. Que tal começar agora?

Quer receber mais dicas para se dar bem em uma candidatura de universidade no exterior? Então assine a nossa newsletter!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/09/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-2.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-09-20 00:00:002024-04-09 14:55:39Atividades Extracurriculares: o que são e quais fazer?

Dicas sobre o processo seletivo de faculdades nos Estados Unidos

26 de abril de 2018/61 Comentários/em Estados Unidos, Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Fazer faculdade nos Estados Unidos é um sonho para muitos estudantes. As universidades americanas estão reconhecidamente entre as melhores do mundo, e a estrutura de ensino permite que o aluno não só receba a melhor educação possível, mas também tenha acesso a diversos tipos de oportunidades dentro do campus.

Isso permite ao estudante uma grande possibilidade de crescimento pessoal, que resultará em um profissional mais completo e preparado para o mercado de trabalho atual.

Baixe nosso e-book e veja por que fazer faculdade no exterior. 

Como é o processo seletivo de faculdades nos Estados Unidos

O processo de candidatura para ingressar em uma universidade dos Estados Unidos é bem diferente do brasileiro. No Brasil, basicamente, o estudante será avaliado através do vestibular.

Nos Estados Unidos, além dos exames padrão (SAT ou ACT), as universidades americanas também levam em consideração outros seis fatores:

  • As notas do ensino médio (incluindo também o nono ano);
  • A nota no exame de proficiência em inglês, o TOEFL;
  • Redações (também chamadas de personal statement);
  • Atividades extracurriculares;
  • Cartas de recomendação de professores, coordenadores etc;
  • Entrevistas com representantes das universidades.

Analisando todos esses fatores, o processo de candidatura americano parece muito complicado, mas com a assessoria adequada, ele pode ser muito mais simples do que parece!

E o resultado é incomparável: de acordo com o prestigiado ranking Times Higher Education, das 100 melhores universidades do mundo, 43 estão nos Estados Unidos.

A universidade brasileira mais bem colocada no ranking é a USP, que ocupa uma posição entre 250-300º.

Portanto, se você tem intenção de fazer faculdade nos Estados Unidos, trazemos para você quatro pontos que você precisa saber sobre a preparação e planejamento para fazer faculdade na Terra do Tio Sam!

Analise adequadamente o seu perfil

Antes de iniciar o processo de candidatura, é muito importante ter uma noção crítica do perfil do estudante, ou seja, analisar o seu desempenho em cada um dos requisitos avaliados pelas universidades americanas.

Dessa forma, o aluno consegue realizar um planejamento mais adequado e realista do que irá precisar fazer durante a preparação e candidatura.

Conheça as universidades e seus critérios de admissão

Analisar adequadamente o perfil está diretamente ligado a conhecer todos os requisitos necessários para entrar nas universidades desejadas.

Entender o perfil das universidades e quais são as suas exigências permite ao estudante que escolha de forma racional quais universidades irá se candidatar.

Portanto, se informar bastante sobre o assunto ou contar com uma assessoria especializada pode ser determinante para que o estudante crie uma lista realista de universidades para se candidatar.

Entenda como funcionam as bolsas de estudo

Definir quanto a família do estudante poderá investir é muito importante para evitar frustrações. Se o aluno depender exclusivamente de bolsa de estudos para financiar seus estudos, é importante que saiba quais são os tipos de bolsa, os critérios para estar apto para aplicar e os prazos para inscrição.

Ser admitido em uma universidade não significa necessariamente que o estudante irá ganhar uma bolsa de estudos.

Identifique as melhores opções de universidade para você

Mirar universidades muito competitivas e famosas como Harvard e Stanford sem ter chances reais de admissão, ou escolher universidades por conta de amizade ou localização nem sempre pode ser a melhor escolha para o estudante.

Existem diversos fatores que o estudante deve levar em consideração, como nível acadêmico do aluno e da universidade, possibilidade de bolsas, custo da universidade, tipo da universidade, clima, cursos oferecidos etc.

Portanto, toda ajuda aqui é fundamental, principalmente para montar uma boa lista de universidades.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-04-26 00:00:002024-04-10 16:02:29Dicas sobre o processo seletivo de faculdades nos Estados Unidos

5 dicas indispensáveis sobre bolsas em universidades dos Estados Unidos

30 de janeiro de 2018/54 Comentários/em Bolsas de Estudo, Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Um dos pontos de maior interesse para quem deseja fazer faculdade no exterior é relacionado a possibilidade de ganhar uma bolsa de estudos. Os Estados Unidos são reconhecidamente um dos países que mais dão bolsas de estudo a seus estudantes, e há muitos alunos que contam com algum tipo de incentivo por parte da instituição para custear os seus estudos.

Entretanto, por mais incentivadoras que as universidades americanas sejam, conseguir uma bolsa de estudos não é algo tão simples.

Por isso, preparamos essa matéria especial com 5 tópicos muito importantes que você precisa saber sobre as bolsas de estudo em universidades dos Estados Unidos.

1. Entender quais são os tipos de bolsas de estudo

Existem diversos tipos de bolsas de estudo dadas pelas universidades. Conhecer esses tipos é muito importante para saber quais bolsas o estudante estaria qualificado para receber:

– Bolsas acadêmicas;

– Bolsas esportivas;

– Bolsas por necessidade financeira;

– Bolsas artísticas.

No vídeo abaixo você encontra informações importantes sobre as bolsas de estudo:

 

2. Saber quais são os requisitos necessários

Em geral, para conseguir uma bolsa de estudo, é necessário obedecer alguns requisitos estabelecidos pela universidade. Bolsas acadêmicas, por exemplo, geralmente exigem notas altas nos testes padronizados e no ensino médio; bolsas esportivas e artísticas exigem talento real naquela atividade.

É preciso ser muito criterioso com esses requisitos, pois a concorrência pelas bolsas é muito alta Não obedecer a eles ou estar abaixo da média pode ter impacto em quem tem pretensões de ter uma bolsa de estudos.

 

3. Verificar se as bolsas de estudo são válidas para estudantes internacionais

Além de analisar os requisitos obrigatórios, uma questão muito importante sobre as bolsas de estudo é saber se elas são válidas para estudantes internacionais. Muitas bolsas são disponibilizadas somente para americanos, ou somente uma quantidade de bolsas está disponível para estudantes internacionais.

 

4. A necessidade de bolsa de estudo pode ter impacto na sua admissão

As universidades dos Estados Unidos possuem formas diferentes de avaliar a necessidade de bolsas de estudo de seus alunos.

Isso significa que se o estudante precisa de bolsa de estudos para viabilizar seus estudos, isso pode ter impacto na admissão do aluno na universidade, uma vez que as instituições estabelecem pesos diferentes para a necessidade de bolsa no processo de admissão.

Veja abaixo como as universidades levam em consideração a necessidade financeira do aluno no processo de admissão

Need-blind

Essas universidades não irão levar em consideração a necessidade financeira do aluno ao avaliá-lo durante o processo de admissão. Ou seja, ele não deixará de ser aceito pelo fato de precisar de bolsa de estudos. A partir dessa aceitação, as universidades “need-blind” se dividem em duas categorias:

Full-need meet

Após o estudante ser aceito, essas universidades irão cobrir todas as suas necessidades financeiras. O aluno terá de apresentar a documentação financeira adequada para que a universidade faça uma avaliação e estipule o quanto de ajuda financeira ela dará ao estudante, cobrindo todas as necessidades para que ele possa ser matriculado lá.

Nos Estados Unidos, existem somente 5 universidades que não irão considerar a necessidade financeira de alunos internacionais e, ao aceita-los, irão cobri-la:

  • Harvard;
  • Yale;
  • Princeton;
  • MIT;
  • Amherst.

Not Full-need meet

Essas universidades não levam em consideração a necessidade financeira do aluno no processo de admissão, mas isso não significa que, ao ser aprovado, ela dará uma bolsa de estudos que a cubra.

Esse tipo de avaliação pode causar confusão em muitos estudantes, que pensam que, ao não ter suas necessidades financeiras consideradas durante o processo de application, irão ganhar a bolsa que precisam da universidade. Cuidado!

Need aware

Essas universidades irão levar em consideração a necessidade financeira do estudante durante o processo de application. Baseado nisso, essas universidades se dividem em duas categorias.

Full-need meet

As universidades que utilizam esse critério de avaliação irão levar em consideração sua necessidade financeira durante o processo de application. No entanto, se elas admitirem o estudante, estarão garantindo que irão cobrir todas as suas necessidades financeiras.

Existe um número maior de universidades nessa categoria, o que pode tornar a candidatura para essas universidades um pouco mais segura se comparadas às need-blind (full-need meet).

Not Full-need meet

Essas universidades irão levar em consideração a necessidade financeira do estudante ao aceita-lo e não dão garantias de que irão dar uma bolsa de estudos em caso dele ser aceito

5. Existe uma grande diferença entre “dar certo” e “dar muito certo”

A presença de um mentor ou uma consultoria especializada pode ser fundamental para alunos que possuem pretensões de obter bolsas de estudo.

É possível conseguir uma bolsa de estudos seguindo as orientações disponibilizadas pela universidade e pela internet? Sim. A questão é que especialistas no assunto podem ajudá-lo a conseguir algo que, por possuir mais conhecimento e experiência, o aluno sozinho não conseguiria.

Uma consultoria como a Daqui pra Fora, com mais de 17 anos de experiência e mais de 2500 alunos que utilizaram nossos serviços, possui a expertise necessária para analisar o perfil do aluno e conseguir as melhores opções de universidade –  e bolsas de estudo – possíveis de acordo com o perfil do aluno.

Se você quer estudar no exterior e precisa de bolsa de estudo, entre em contato com o nosso time de especialistas e veja como podemos ajudar.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/01/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-01-30 00:00:002024-04-03 21:35:495 dicas indispensáveis sobre bolsas em universidades dos Estados Unidos

A vida de Carol Guenther na North Carolina State University!

18 de janeiro de 2018/93 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos /por Daqui pra Fora

As vantagens de fazer faculdade nos Estados Unidos e Canadá vão muito além da excelência acadêmica!

As universidades americanas e canadenses propiciam aos alunos um ambiente em que eles possam não somente receber uma educação avaliada entre as melhores do mundo.

Eles também amadurecem como seres humanos e desenvolvem habilidades pessoais e éticas, como a comunicação interpessoal eficaz (verbal e não verbal), saber trabalhar em equipe, saber liderar de acordo com o tipo de pessoas envolvidas e ter resiliência.

É quase uma unanimidade entre os alunos que fizeram faculdade no exterior que os quatro anos na universidade foram uma das mais inesquecíveis experiências de suas vidas, tanto do ponto de vista acadêmico, quanto de desenvolvimento pessoal.

Hoje, trazemos o depoimento de uma estudante que viveu tudo isso. Carolina Guenther, que iniciou seus estudos na North Carolina State University em agosto de 2017, contou para gente como foi seu primeiro semestre e um pouco de tudo o que ela viveu nesses primeiros seis meses.

Muito obrigado por dividir esses momentos conosco, Carol! Temos certeza de que, assim como você, centenas de outros estudantes terão a oportunidade de viver momentos tão inesquecíveis como esse!

O início da vida universitária

 

Se eu fosse resumir meu semestre em uma palavra, com certeza seria: busy. Mas ando ocupada de um jeito maravilhoso!

Nem dá para acreditar como o tempo passou rápido desde quando comecei a pensar em estudar fora. Realmente coisas boas passam rápido demais, e por isso temos de aproveitar todas as oportunidades que temos para fazer cada dia ser memorável.

Ainda me lembro logo quando eu cheguei, estava perdidinha no campus, andando com mapa para lá e para cá. Para falar a verdade, era bem fácil identificar quem era freshman ou não, bastava ver quem tinha um mapa sempre junto!

Semana de boas-vindas, Packpalooza (um evento que temos todo ano aqui na North Carolina State University), primeira semana de aulas…sempre tem aquele friozinho na barriga de animação para ver como tudo funciona.

E apesar de depois de um tempinho você se adaptar a sua nova rotina, acaba sendo sempre surpreendido só mesmo por estar vivendo algo diferente.

Os primeiros desafios

Aí chegam as primeiras provas, projetos, encontros e você começa a sentir como tudo muda novamente, achando um jeitinho para encaixar todas as tarefas e arrumar um tempinho livre para você mesmo entre as aulas. A melhor recompensa depois de todo o esforço é saber que você conseguiu alcançar uma boa nota!

Na universidade, você sempre encontra algo acontecendo… tem os clubs, hall meetings, viagens, festas, noite de filmes etc. Algo bem diferente que eu experimentei foi me juntar a uma irmandade (sorority)!

O processo de recrutamento foi bem corrido, quatro dias seguidos, o dia inteiro visitando as casas (m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a-s), batendo papo com as meninas para conhecer melhor sobre cada uma das irmandades, o que elas fazem e apoiam.

Mas apesar dos dias cansativos, foi uma experiência muito legal! Cansativa, mas muito legal! E, vou confessar, a irmandade que eu estou era a minha favorita desde o primeiro dia! <3

Além de tudo isso, conforme você vai vivenciando e comparecendo nos eventos do campus, você começa a sentir aquele school spirit que dá orgulho. WE’RE THE RED AND WHITE FROM NC STATE! Hahaha

Conhecendo a nova cultura

Confesso que nos primeiros jogos de futebol americano, eu só me divertia nas festas e não nos jogos porque eu não entendia o que estava acontecendo! Mas, no último jogo da temporada, eu finalmente entendi o que acontecia por conta própria.

E o resultado final foi que ganhamos contra a universidade rival e vizinha daqui! Também me divirto muito também nos jogos de basquete, porque esses eu entendo desde sempre, mas nunca tinha ido em um jogo de basquete pessoalmente.

E então a metade do semestre chega, e você já tem seus grupos de amigos tanto americanos e brasileiros: tem aqueles que você estuda junto, que você vai em festa, outros que você simplesmente só fica junto sem fazer nada. Realmente é muito difícil você ficar sozinho.

O inglês como nova lingua

Uma das coisas engraçadas é que depois de um tempo você começa a se confundir no inglês e português, fala inglês com seus pais e responde em português os seus amigos americanos.

O mais engraçado é quando você esquece a palavra em português e usa o Google Translate do inglês para português para lembrar, ou quando você mistura as duas línguas quando está escrevendo (sei que isso está acontecendo aqui nesse relato!) e também quando você cria novas palavras em português como stoppar, enrollar, carvar (essa última vem do “carving” pumpkins em inglês haha).

Tivemos o break do semestre, seguido pelo Halloween, e os americanos são loucos por ele! As casas são decoradas com luzes verdes, roxas, laranjas, abóboras e mais abóboras, as portas dos dormitórios são decoradas, pessoas fantasiadas para lá e para cá nas aulas.

Primeiros projetos

E depois de longas semanas, basicamente o semestre, chegou o dia do Freshman Engineering Design Project, algo que todos os freshmen em Engenharia tem aqui na NC State. Tem várias opções de projetos que você pode escolher para participar.

O meu grupo, por exemplo, era responsável por desenvolver um jogo educacional de computador. Para ser sincera, o nosso jogo não era um dos mais high-tech digamos, mas ainda assim ganhamos Honorable Mention.

E chega o Feriado de Ação de Graças! Passei o feriado com a minha colega de quarto, ela mora a 1h30 daqui, então é pertinho. No dia do thanksgiving, fomos para a casa de praia da avó dela, uma comilança que só vendo.

Tantas coisas aconteceram nesse semestre que não teriam nunca acontecido se eu não viesse para cá. Para lembrar de tudo, só mesmo sentando, revendo seu rolo de câmera no celular e tentando associar o que você fez em cada mês, semana…

Grandes aprendizados

Foi um semestre de aprendizados. Viver por conta própria e ser responsável por ir fazer as compras e manter seu lado do quarto limpo, descobrir a melhor hora para usar a lavanderia, saber que eu consigo me arrumar em 3 minutos e chegar na aula a tempo, sair para uma caminhada no campus ou jogar vôlei de praia na madrugada, ir a um jogo de futebol americano ou basquete, esculpir sua primeira abóbora, road trips de última hora… encontrar pessoas vestidas de hot dog pelo campus como se nada estivesse acontecendo, sua professora te oferecer uma carona, festas a fantasia, sorvetes à meia noite…

O que eu posso te dizer que realmente fica na memória vai muito além do que aprendemos na sala de aula, que também é muito importante. O que marca mesmo são todas as outras demais experiências que você vivencia.

Conheci tantas pessoas maravilhosas que realmente fazem dos meus dias os melhores, professores que não somente querem que você saiba como fazer o conteúdo. Esta experiência está sendo uma das melhores da minha vida, e por mais que esteja triste que o primeiro semestre tenha terminado, estou muito animada por tudo o que ainda está por vir!

Muito obrigada, Daqui pra Fora!

Quer realizar o sonho de estudar no exterior e acumular muitas experiências assim? Então preencha o formulário abaixo e vamos conversar para entendermos como podemos ajudar nesse objetivo.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/01/NC-State-University.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-01-18 00:00:002024-03-04 10:34:45A vida de Carol Guenther na North Carolina State University!

Como Henrique de Freitas foi aprovado em Princeton

16 de janeiro de 2018/47 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Existe algum segredo para entrar em uma universidade como Harvard e Princeton?

Essas universidades estão entre as melhores e mais seletivas de todo mundo e são o sonho de estudantes dos quatro cantos do planeta.

Em 2017, a Universidade de Princeton, por exemplo, recebeu um total de 31,056 candidaturas e admitiu 1990 estudantes, com uma taxa de aceitação de apenas 6,4%! O que é necessário ter ou fazer para ser um aluno aprovado em uma das melhores universidades do mundo?

Como entrar nas melhores universidades do mundo?

Para nosso aluno Henrique de Freitas, que foi aceito em Princeton, Yale, Stanford, Duke e Harvard, a preparação antecipada e a constante motivação para conquistar seu objetivo final foram a chave do seu sucesso durante o processo de candidatura. Henrique acabou optando por Princeton, universidade em que se formou em 2015.

A Daqui pra Fora tem um programa de preparação antecipada, o Early Guidance, que tem como objetivo orientar e acompanhar o aluno para que ele desenvolva habilidades e atividades que o deixem melhor preparado para o processo seletivo de universidades estrangeiras.

O foco será em melhorar o seu perfil como candidato. As sessões são individuais e realizadas por orientadores que concluíram seus estudos no exterior.

Como Henrique de Freitas conseguiu suas aprovações?

Confira abaixo o depoimento de Henrique de Freitas, ex-aluno do Colégio Porto Seguro, de São Paulo, dado para a Daqui pra Fora em 2010:

“Quando alcançamos o sucesso como consequência de esforço, pode-se dizer que estamos “colhendo o que foi semeado”. No caso das mais competitivas universidades dos Estados Unidos, digamos que apenas seis meses normalmente não bastam para que cresça uma árvore cheia de frutos…

Apesar de o processo dos applications ser mais pontual, nos anos antecedentes é essencial que, como me dizia o próprio Felipe Fonseca da Daqui pra Fora, “se posicione em posição para competir”.

Em meu caso, tive a sorte de já ter estabelecido a meta de estudar em uma das melhores universidades norte-americanas aos 12 anos. Desse modo, pude fortalecer meu perfil antes de chegar ao ensino médio.

No entanto, em retrospectiva, não diria que vários cursos de férias ou notas consistentes no colégio foram meus trunfos principais – estes vieram como consequência.

As características individuais de um candidato são mais determinantes que linhas em um currículo, principalmente para alunos mais novos, que ainda dispõem de mais tempo para explorar seus interesses.

A importância da motivação para agir

Assim, a senha secreta para entrar em uma universidade competitiva: motivação. Motivação significa fazer tudo com o que se comprometer não com sentimento de obrigação, mas com paixão.

Significa encarar o desconhecido com mente aberta, sempre disposto a mudar de opinião ou tomar um novo rumo. Motivação é ter autoconfiança para trocar algumas horas de sono por leituras construtivas, estudar algo por interesse, tomar certos riscos ao invés de seguir o caminho simples.

É o que te leva a mirar no topo e persistir na escalada até alcançar seu objetivo, mesmo que a incerteza atrapalhe de vez em quando.

Principalmente nesses momentos em que não sabemos para onde ir, a motivação não precisa vir sempre de você mesmo. Não consigo enfatizar o suficiente o quão importante foi o apoio de meus pais e família, amigos e professores ao longo do caminho.

A certeza não faz parte da motivação. Jeff Bezos, fundador, ex-CEO da Amazon.com e ex-aluno de Princeton, disse “se você sabe que vai dar certo, não é inovação”.

O que te faz buscar a inovação é o mesmo que dá as forças para superar barreiras: motivação. Erros e dúvidas fazem parte do processo de alcançar algo grandioso.

Não se arrependa, aprenda. Estamos todos inseridos em um projeto muito maior que entrar na melhor faculdade, mantenha a humildade de ser um aprendiz.

Não olhe seus anos de colégio como preparação para preencher applications. Dando o máximo de si, em absolutamente qualquer atividade que seja, o conteúdo virá naturalmente.

Não fique só estudando, explore. Estudar lembra provas, explorar é algo feito por que aquilo te deixa curioso. Eis a beleza do processo seletivo americano: do it your way, it’s fine for us!

Não há pré-requisitos indispensáveis, mas também não há caminho garantido. É uma batalha, realmente, muito além do que se encontra dentro do sistema de ensino do nosso país, pois seu perfil não se resume a número de inscrição e de pontos – todo aspecto de um candidato como pessoa é levado em conta.

Por ser uma meta ainda incomum no Brasil, com preparação incessante e trabalhosa, ter como meta a experiência universitária dos Estados Unidos requer muita motivação. Tendo isso, resta pensar bastante sobre como encarar os próximos anos de preparação. Pode ter certeza que o primeiro passo já será bem dado.”

Henrique de Freitas é de São Paulo, e concluiu o ensino médio no Colégio Visconde de Porto Seguro.. Estudou Financial Engineering em Princeton.

Henrique também foi admitido em Yale, Stanford, Duke e Harvard. Atualmente, Henrique é investidor anjo em São Francisco, nos Estados Unidos. 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/01/Princeton.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-01-16 00:00:002024-03-19 21:48:01Como Henrique de Freitas foi aprovado em Princeton

Descubra quais universidades têm mais a ver com seu perfil

12 de dezembro de 2017/103 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Quando os estudantes brasileiros têm o primeiro contato com o mundo das universidades dos Estados Unidos, eles não têm muita noção da infinidade de possibilidades que existem.

Universidades como Harvard e Stanford, por serem mundialmente famosas, são escolhidas como as universidades dos sonhos, mas a maioria dos alunos não tem ideia de qual é o perfil de maioria das instituições, e principalmente, se elas combinam com seu próprio perfil.

Por exemplo, um aluno que gosta de um ambiente urbano e movimentado provavelmente se daria muito melhor na New York University do que na Dartmouth College.

Se um aluno não gosta de frio, estudar na Flórida ou Califórnia seja uma melhor opção do que Minnesota ou Washington. Identificar quais são suas preferências pessoais e alinhá-las com o perfil das universidades é o primeiro passo para definir quais serão as instituições que mais irão combinar com seu perfil.

Descubra universidades para o seu perfil

Para ter uma noção de quais universidades mais se encaixariam com o perfil do aluno, a Forbes criou um teste rápido de 8 perguntas, que ajudam a identificar quais seriam as melhores instituições para esse estudante baseado em suas respostas.

Ao final do teste, o participante pode refinar algumas variáveis, definindo fatores como preço, tamanho da universidade, região, competitividade etc.

Clique na imagem abaixo e descubra quais são as melhores opções de universidade baseado em seu perfil:

Teste de perfil de universidade

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