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Participe da Feira de Universidades Daqui pra Fora de 2024

21 de março de 2024/em Sem categoria, Universidade no Exterior /por costanza.guerriero

Você tem o sonho de estudar em uma universidade no exterior, mas não ainda não sabe em qual universidade? Se sim, a Feira de Universidades Daqui pra Fora é ideal para você! O evento ocorrerá durante o mês de Abril e será uma oportunidade=de explorar o mundo universitário internacional através dos olhos de quem vive essa realidade diariamente

O que é a Feira de Universidades?

A Feira de Universidades Daqui pra Fora é um evento de estudante para estudante, onde você terá a chance de conhecer mais sobre as universidades no exterior diretamente de quem está vivenciando essa jornada. É uma oportunidade única para descobrir informações valiosas sobre diversos aspectos das universidades internacionais.

Os estudantes compartilharam suas experiências sobre temas importantes relacionados às universidades onde estão matriculados. Alguns dos tópicos que serão abordados incluem:

  • Como é a minha Universidade
  • Experiência Universitária
  • Preparação Acadêmica
  • Esclarecimento de dúvidas

Programação

A feira ocorrerá durante o mês de Abril, dos dias 8 à 24. Cada dia será reservado para um  dos doze alunos que irão apresentar suas respectivas universidades. Desse modo você pode escolher de qual evento deseja participar.

Emory University | 08/04 – 19h às 20h

 University of Pennsylvania | 09/04 – 19h às 20h

 Harvard University | 10/04 – 19h às 20h

 Pennsylvania State University | 11/04 – 19h às 20h

 Georgia Institute of Technology | 15/04 – 19h às 20h

 Bocconi University | 16/04 – 19h às 20h

 University of Notre Dame | 17/04 – 19h às 20h

 IE University | 18/04 – 18h às 19h

 Indiana University | 22/04 – 19h às 20h

 Saint Louis University | 23/04 – 19h às 20h

 Northwestern University | 24/04 – 19h às 20h

 University of Toronto | 25/04 – 19h às 20h

Para se inscrever basta clicar no link: Feira de Universidades .

 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/09/SITE-3.png 599 1578 costanza.guerriero https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png costanza.guerriero2024-03-21 14:34:072024-03-21 16:34:39Participe da Feira de Universidades Daqui pra Fora de 2024

SAT ou ACT

9 de outubro de 2020/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

O processo seletivo para as universidades americanas busca avaliar o aluno como um todo. Apesar de ser necessária a realização do SAT e/ou ACT, não é baseado na nota de uma única prova.

As universidades usam várias ferramentas para conhecer o aluno, como estudante e como pessoa, a fim de saber se o candidato tem o perfil alinhado com o da instituição.

Uma das ferramentas que compõem a avaliação do perfil acadêmico dos candidatos são os testes padronizados, que corresponderiam ao ENEM no Brasil.

Igualmente, é uma forma de padronizar a avaliação do desempenho dos estudantes, que vêm dos mais diferentes backgrounds e também do mundo inteiro.

Além disso, as universidades ainda consideram o histórico escolar dos alunos, entre outros critérios, para definir o perfil acadêmico de cada um.

Nos Estados Unidos e em outros países, os testes padronizados mais aceitos são o SAT e o ACT. Os dois exames avaliam escrita, interpretação de texto, raciocínio crítico e lógico, matemática, e no caso do ACT, também ciências.

A nota do SAT e do ACT é um dos componentes da application. Portanto, não determina sozinha se o candidato vai ou não ser aceito em uma universidade nos Estados Unidos.

Mas ela ajuda a indicar o perfil de universidade em que o aluno pode ser aceito. As instituições mais concorridas exigem notas mais altas nestes exames. Por isso, é importante saber escolher a prova certa para você.

As diferenças entre SAT e ACT

O SAT é mais antigo e portanto um pouco mais conhecido pelos alunos brasileiros, mas praticamente todas as instituições aceitam os dois testes, sem preferências. As duas provas são reconhecidas igualmente pelas universidades. Cabe ao aluno escolher qual prefere fazer.

SAT e ACT são aplicados no Brasil várias vezes no ano e em diversas capitais. O aluno pode fazer o teste mais de uma vez e a nota que será levada em consideração pelas universidades sempre será a mais alta.

A opção é, portanto, pessoal e depende do perfil de cada aluno. Por isso, vale a pena saber um pouco mais sobre cada uma das provas.

SAT (Scholastic Aptitude Test)

O SAT é dividido em 3 partes que avaliam 3 competências: Matemática, Interpretação de Texto (leitura e escrita) e Redação (essay). A redação no SAT é opcional.

As duas primeiras seções valem de 200 a 800 pontos. O resultado final, portanto, varia entre 400 e 1600 pontos. A redação é avaliada separadamente, em uma escala de 2 a 8 pontos.

O candidato tem 3 horas para fazer a prova, que tem 154 questões (100 minutos para Interpretação de Texto e 80 minutos para Matemática). Quem optar por fazer a redação, tem 50 minutos para terminar.

A inscrição para o SAT é feita na página do College Board, instituição responsável pelo teste. Lá estão disponíveis também as datas e locais das provas no Brasil.

ACT (American College Testing)

O ACT é composto por 4 seções: Matemática, Inglês, Interpretação de Texto (leitura) e Ciências, divididas em 215 questões de múltipla escolha. A redação também é opcional no ACT.

O aluno tem 45 minutos para fazer a seção de inglês, 60 para Matemática, 35 para Interpretação de Texto e mais 35 minutos para Ciências, um total de 175 minutos. Quem optar por fazer a redação tem mais 40 minutos.

Cada uma das 4 sessões vale de 1 a 36 pontos. E a partir do resultado de cada uma delas é feita a nota final (que pode ir de 1 a 36 também). A nota da redação (para quem optou por fazer) é calculada de forma diferente (vale de 2 a 12 pontos).

A inscrição é feita no próprio site da prova, onde há também todas as informações sobre as provas.

No vídeo abaixo, você encontra mais informações sobre os dois testes:

A preparação para as provas

Ter um ótimo nível de inglês e boas notas no colégio não são garantia de sucesso no SAT e no ACT. Estas provas têm características muito específicas, bem diferentes daquelas que os estudantes brasileiros estão acostumados a fazer.

Por isso, fazer simulados é fundamental. Mas para atingir o seu melhor desempenho você deve focar a preparação naquilo que os testes realmente exigem, para não perder tempo na hora da prova e correr o risco de não conseguir terminar. Controlar o tempo nestes exames é um dos principais desafios.

Para isso, é preciso ir além: você deve saber o que estudar, como estudar e ainda quando fazer os simulados.

Também é fundamental saber definir qual é a melhor prova para você, aquela em que você tem mais facilidade e, portanto, mais chances de obter um resultado melhor.

Ainda é importante estabelecer objetivos e metas de acordo com cada universidade onde vai aplicar. Dessa forma, as chances de sucesso serão muito maiores.

A orientação de uma consultoria especializada pode fazer toda a diferença nessa jornada. Desde 2001, a Daqui pra Fora já orientou mais de 3.000 estudantes brasileiros na preparação para as provas e em todo o processo de candidatura para universidades no exterior.

Nossa preparação foi desenvolvida pensando em alunos brasileiros e como aprendemos os conteúdos na escola, isso maximiza o potencial dos alunos onde cobrimos todo o conteúdo, técnicas e estratégias da resolução dos exercícios.

Se quiser saber mais sobre o nosso trabalho, preencha o formulário abaixo e converse com um dos nossos especialistas.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/10/BLOG.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-10-09 14:25:582024-03-14 21:18:50SAT ou ACT

Bolsas de estudo no exterior: conheça os diferentes tipos

2 de outubro de 2020/em Bolsas de Estudo /por Daqui pra Fora

Fazer faculdade no exterior vem se tornando um objetivo cada vez mais comum entre estudantes brasileiros. Há alguns anos a procura por vagas em universidades estrangeiras vem crescendo, visto que os benefícios são muito maiores que os desafios. Igualmente, a procura por bolsas de estudo para essas universidades também vem crescendo.

Dentro de um cenário complicado, com o real bastante desvalorizado em relação às principais moedas internacionais, as bolsas de estudo ganham importância e podem ser um fator decisivo para muitos candidatos garantirem seu lugar em uma universidade no exterior.

Bolsas de estudo nos Estados Unidos

As universidades americanas são as que mais oferecem bolsas de estudos no mundo, inclusive para estudantes internacionais. Nos Estados Unidos existem vários tipos de bolsas de estudos e, portanto, alguns caminhos para obtê-las.

É importante conhecer cada uma, entender como elas funcionam, e ver a possibilidade de solicitar alguma delas.

Vale lembrar que todas as bolsas de estudo são baseadas em méritos. O aluno precisa apresentar algum diferencial, seja na área acadêmica, artística ou esportiva, para ter chance de conquistar esse benefício.

Bolsa por mérito acadêmico

É concedida para alunos com desempenho acadêmico elevado, acima da média dos outros candidatos que estão sendo admitidos sem bolsa.

Para analisar este desempenho, o primeiro aspecto avaliado é o histórico escolar do candidato. Este histórico determina o GPA (Grade Point Average), que é a média ponderada das notas dos últimos 4 anos do colégio, considerando a carga horária de cada disciplina.

Além do histórico escolar, as notas das provas padronizadas (SAT ou ACT) e a nota do exame de proficiência em inglês (TOEFL) também entram na avaliação. Muitas universidades utilizam uma combinação das notas na escola com as notas nos testes.

Este conjunto de requisitos mostra para a universidade o potencial acadêmico do estudante. O valor das bolsas varia de acordo com o nível do candidato e as disponibilidades da instituição.

Bolsa por necessidade financeira

É oferecida por um número menor de universidades, geralmente as mais competitivas. Estas universidades procuram os melhores alunos para preencher essas vagas, esperando que a excelência acadêmica e a estrutura de ponta que serão oferecidos sejam aproveitados da melhor maneira possível.

A concorrência é grande e, portanto, a seleção exige dos candidatos méritos acadêmicos altíssimos. Como as universidades que oferecem este tipo de bolsa são muito competitivas, todos os alunos admitidos têm alto nível acadêmico, então as bolsas são oferecidas para quem precisa mais.

Além do perfil do candidato como estudante, a universidade quer conhecer também o seu histórico financeiro. Para isso, requisita outros documentos, como imposto de renda da família, carta do banco, extrato bancário e o preenchimento de alguns formulários.

Esse conjunto de informações acadêmicas e financeiras vai levar a universidade a decidir por conceder ou não a bolsa ao candidato. O valor do benefício também depende do resultado da avaliação e das disponibilidades da instituição.

Um número ainda menor de universidades, classificadas como “need blind”, não levam em conta as condições financeiras e as necessidades do candidato ao avaliar sua application.

Elas garantem que o aluno não deixará de ser admitido por questões financeiras. Fazem parte desse seleto grupo algumas das instituições mais prestigiadas e concorridas do país, como MIT, Harvard, Princeton, Yale e Amherst College.

Bolsa artística

São bolsas oferecidas para estudantes que vão fazer cursos ligados a artes. Para conseguir o benefício, o aluno precisa demonstrar talento especial na sua área de estudo específica.

Candidatos para cursos de audiovisual (cinema), arquitetura e moda, por exemplo, enviam portfólios que reúnem seus melhores trabalhos. Se o interesse for por música, atuação ou dança, ele deve participar de uma ou mais audições, que podem ser presenciais ou online.

Bolsa esportiva

As universidades americanas oferecem bolsas esportivas com o objetivo de fortalecer suas equipes nas diferentes modalidades. Por isso, elas se destinam a atletas experientes e de alto nível.

Os treinadores avaliam o desempenho e o talento dos candidatos internacionais geralmente por meio de vídeos enviados pelos próprios estudantes e eles determinam quem terá direito à bolsa de estudo.

Acerte no alvo

Apesar de os Estados Unidos terem a maior oferta de bolsas de estudos no mundo, nem toda universidade oferece este benefício. Por isso, é fundamental conhecer os programas de bolsa das universidades, principalmente daquelas que possuem o perfil do aluno, e identificar quais se aplicam à necessidade de cada família.

Um acompanhamento especializado pode fazer toda a diferença nesse momento. Desde 2001, a Daqui pra Fora já orientou mais de 3 mil estudantes que conquistaram um valor total superior a R$ 500 milhões em bolsas de estudos no exterior, principalmente nos Estados Unidos.

É o resultado do trabalho de uma equipe de profissionais experientes, que acompanha de forma personalizada cada aluno em todo o processo de candidatura, incluindo a requisição de bolsa.

Este trabalho envolve orientação no preenchimento dos complexos formulários e garante que o aluno mire no alvo certo, ou seja, em universidades alinhadas com o seu perfil, o que com certeza, maximiza as chances de sucesso.

Preencha o formulário abaixo, converse com um dos nossos especialistas e veja como o time da Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência que você precisa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/10/3640.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-10-02 17:27:272024-03-27 14:02:50Bolsas de estudo no exterior: conheça os diferentes tipos

Como a faculdade no exterior pode contribuir para a carreira do meu filho?

14 de agosto de 2020/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Enviar o filho ou a filha para fazer faculdade no exterior não é uma decisão simples. Assim, muitas perguntas vêm à tona na hora de pesar os prós e os contras, entre elas, por exemplo, se vale a pena o investimento e como essa experiência vai contribuir para a carreira profissional dele ou dela.

“Proporcionar uma faculdade no exterior ao filho é um investimento para a vida toda dele. Além disso, o que ele vai viver lá fora é um aprendizado para os próximos 70 anos. O ideal é pensar que o custo é amortizável pelo resto da vida dele.” Esta afirmação é de Marcelo Nóbrega, um dos profissionais mais respeitados na área de RH no Brasil, considerado Top RH influencer da América Latina no ambiente do LinkedIn e autor do livro “Você está contratado!”, uma espécie de guia para conquistar o emprego dos sonhos.

Conselheiro, mentor e palestrante, Marcelo trabalha recrutando profissionais em todos os níveis da hierarquia no mundo corporativo. Ele conversou com exclusividade com a Daqui pra Fora sobre o que pensa a respeito da importância de fazer faculdade no exterior.

A experiência universitária

Segundo Marcelo, a experiência universitária em qualquer lugar do mundo acontece em um momento de amadurecimento do jovem e é fundamental procurar viver este período da melhor maneira possível, tentando explorar ao máximo tudo que ele pode oferecer. Não se trata apenas do que acontece em sala de aula.

Segundo ele, quem sai do Brasil leva vantagem nesse sentido devido à comprovada excelência acadêmica das universidades no exterior e nível de complexidade da experiência.

Ele explica que estudar fora significa encarar aeroportos, alfândega, e não ter os pais perto para resolver os problemas. Além de aprender a cozinhar, fazer a lavanderia, arrumar o quarto, ir ao supermercado, enfim, a riqueza de experiências é infinita.

“Dentro da universidade, em qualquer lugar do mundo, a vivência envolve os professores, os colegas, o conteúdo programático, o campus, a cidade e as experiências fora das salas de aula, que incluem grupos de afinidade, as opções de atividades extracurriculares, o acesso aos professores e networking”, diz Marcelo.

Além disso, lá fora o aluno precisa dominar outro idioma, conhece gente do mundo inteiro dentro e fora da sala de aula, os professores também são de vários lugares e o ensino é bem mais abrangente.

“Um aluno de engenharia ou economia, por exemplo, estuda literatura comparada, teatro, música, lê os grandes clássicos. É uma formação com mais amplitude, com  mais conhecimento, mais repertório e isso traz mais agilidade de pensamento”, afirma.

Segundo Marcelo, mudar de escola, de cidade, de país, conviver com pessoas que pensam de forma diferente cria no indivíduo apetite de risco e o torna mais tolerante.

De acordo com ele, essa diversidade de experiências traz maior capacidade de adaptação e flexibilidade. “A gente sabe que esse jovem consegue trabalhar em qualquer setor de atividade”, explica.

“Quando estou contratando alguém, em primeiro lugar eu quero ver se ele resolve meu problema. Nesse momento são importante as soft skills e o aspecto técnico. Depois, eu vejo o potencial que ele tem de crescimento. E o passado dele me ajuda demais a identificar isso, vendo o quão diversas foram as experiências dele ao longo da vida”, afirma Marcelo.

Curso e carreira depois de fazer faculdade no exterior

A escolha do curso também é uma preocupação constante tanto para o estudante quanto para os pais. Quem vai estudar nos Estados Unidos, por exemplo, não precisa decidir que curso vai fazer no momento em que aplica para a universidade.

Esta definição só acontece no segundo ano, o que é bom, porque o jovem já é um pouco mais maduro e se conhece um pouco melhor.

Mas Marcelo Nóbrega gosta de lembrar que aquela carreira vertical não existe mais. Hoje o jovem faz um curso e pode ter várias carreiras. “Ele precisa ter adaptabilidade e com isso ter o poder de fazer escolhas ao longo da vida”, completa. Ou seja, o que ele estuda não é necessariamente o que ele vai fazer o restante da vida.

Além de todas as mudanças e diversidade de experiências que o aluno vive, o fato de o currículo nos Estados Unidos ser bem mais amplo e flexível também colabora para aumentar a capacidade de, lá na frente, mudar o rumo da carreira quando quiser ou for necessário.

“É muito importante aprender a aprender, ser curioso, ter flexibilidade. Porque no momento em que tudo muda, e sabemos que as coisas mudam cada vez mais e mais depressa, ele vai ser capaz de mudar junto. Ou melhor ainda, ele pode ser o agente da mudança”, finaliza.

Se você quer ver seu filho estudando em uma faculdade no exterior e precisa de mais informações sobre o processo, venha conversar com o nosso time de especialistas. Basta preencher o formulário abaixo.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/08/BLOG.jpg 900 900 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-08-14 14:57:452024-04-04 14:12:33Como a faculdade no exterior pode contribuir para a carreira do meu filho?

O que são universidades “test optional”

10 de agosto de 2020/64 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Com o fato de praticamente todas as universidades dos EUA adotarem uma política “test optional” em 2020, o que significa que elas não exigirão que os alunos mandem resultados dos testes (SAT, ACT, SAT Subjects) como parte dos requerimentos para admissão, inúmeras dúvidas e algumas “lendas urbanas” têm surgido.

Para esclarecer as dúvidas que têm surgido sobre o tema e explicar para estudantes o que isso tudo realmente significa, seguem abaixo alguns pontos que gostaríamos de compartilhar para que todos tenham um melhor entendimento sobre como estas políticas podem impactar o planejamento do projeto de estudar nos EUA e as estratégias de preparação e realização dos testes.

Test optional é algo novo? Todas as universidades vão se tornar test optional?

Quando lemos “milhares de universidades são test optional”, isso não é novidade e não quer dizer que agora muitas delas passaram a ser somente agora.

Já há muito tempo, muitas universidades (especialmente as menos seletivas) não exigem que alunos mandem notas dos testes nas suas candidaturas, principalmente os alunos internacionais.

Nos EUA há aproximadamente 2.500 universidades e é seguro dizer que pelo menos 1.000 ou talvez 1.500 delas não usem os testes para candidatos internacionais. Mas quando analisamos as 50 ou 80 universidades mais seletivas, a grande maioria delas requer os testes e dá uma grande importância a eles.

Por que algumas universidades são test optional para alunos domésticos, mas não para alunos internacionais?

O que vale para alunos que estudam em escolas nos EUA pode ser muito diferente do que o que vale para alunos internacionais. De um modo geral os admission officers (avaliadores) conhecem mais a fundo as escolas das regiões americanas que estão sob sua análise, desta forma eles acabam não precisando tanto de uma métrica padronizada para comparar alunos de diferentes escolas.

Mas quando consideramos que alunos de centenas de países e milhares de escolas diferentes estão se candidatando, é claro que é mais difícil os admission officers conhecerem a fundo todas as escolas de todos os países.

Em muitas universidades os admission officers viajam para os países pelos quais são responsáveis, visitam algumas escolas para conhecerem seus respectivos currículos, mas não é possível garantir que eles conhecerão todas as escolas do Brasil, por exemplo.

Quando um representante de uma universidade vem ao Brasil para visitar escolas, eles vão ficar entre 3 e 5 dias no máximo, passando por 3 ou 4 cidades.

E em cada cidade conseguirão visitar e conhecer 3 ou 4 escolas apenas, o que mostra que, mesmo que eles tenham a oportunidade de vir ao Brasil, no final das contas conhecerão bem poucas escolas.

As universidades são test optional para todos os alunos internacionais?

Algumas universidades são test optional para estudantes estrangeiros desde que o candidato faça um currículo que a universidade já conheça e saiba o nível de rigor. Estes são os casos na University of Chicago, New York University e University of Notre Dame, por exemplo.

Para estudantes estrangeiros elas são test optional apenas se o aluno tiver o currículo IB (International Baccalaureate) ou algum outro currículo internacional padronizado que permita uma avaliação precisa do candidato.

Isso não quer dizer que se o candidato não tenha IB ele será mal avaliado ou terá menos chances. O que isso quer dizer é que a universidade precisará de uma outra forma de avaliação padronizada que ela conheça muito bem e possa comparar alunos de diferentes escolas e países usando uma mesma métrica. Daí a importância dos testes padronizados.

Como funciona o test optional? 

Ser test optional não significa que as universidades não vão olhar seus resultados. Quando você inclui os resultados dos testes em sua application, eles passam a ser uma parte importante na avaliação.

E como nas universidades mais seletivas a maioria dos alunos manda seus resultados, estas informações permitem que os avaliadores façam uma análise mais completa dos candidatos.

Se o admission officer tem dois candidatos igualmente fortes e está na dúvida sobre qual deve aceitar, ter os resultados dos testes de um deles pode deixá-lo mais seguro em relação a aceitar este candidato versus o outro.

O que as universidades mais seletivas dizem é que os resultados dos testes, combinados com a análise do histórico escolar do aluno, são indicadores que permitem fazer uma avaliação bem precisa sobre a capacidade do estudante ser bem sucedido em um currículo universitário rigoroso.

Apesar dos testes não serem perfeitos, eles fornecem informações consistentes e mensuráveis sobre o potencial acadêmico do aluno, principalmente quando a universidade está avaliando candidatos de centenas de países diferentes.

Fazer os testes aumenta as chances de admissão nas universidades mais seletivas?

Nas universidades mais seletivas a taxa de admissão já é baixíssima se o candidato tem uma application excelente e “completa”. Imagine então como as chances diminuiriam caso uma não tivesse um fator que permite que o admission officer faça uma avaliação mais completa e aprofundada. É um risco muito grande para se correr.

Por mais que as universidades estejam adotando uma política test optional este ano, ouvimos de alguns admission officers com quem temos relação de confiança que eles vão levar as notas em consideração e que elas os ajudam a fazer uma avaliação mais completa.

Nenhum aluno será penalizado por não mandar os resultados dos testes. Mas não há qualquer garantia de que as suas chances serão as mesmas que as de candidatos que têm notas boas no SAT ou ACT combinadas com uma boa redação.

Para ter chances de ganhar uma bolsa por mérito é necessário fazer os testes?

Em muitas universidades as bolsas por mérito acadêmico são oferecidas através de uma análise das notas do aluno na escola e nos testes. Portanto, ao não mandar as notas dos testes o candidato pode limitar suas chances de receber uma bolsa por mérito acadêmico.

Mesmo que a universidade não exija testes para fins de avaliação para admissão, ela pode (e muito provavelmente irá) usá-los para a concessão de bolsas.

Me falaram que eu não deveria enviar minha nota…

Ao ler artigos, posts ou ouvir comentários, principalmente de outros alunos ou pessoas que não são especialistas e têm muita experiência no tema, sempre cheque conosco para ouvir a nossa opinião antes de tomar uma decisão.

Por trás dos fatos é necessário fazer uma análise ampla e aprofundada para apenas então tomar uma decisão sobre a melhor estratégia a ser adotada.

E esta estratégia sempre será diferente de acordo com o perfil do aluno(a): sua escola, notas, curso de interesse, necessidade de bolsa e outros fatores. O que pode ser interessante para o seu amigo(a) não necessariamente será o ideal para você.

O que a Daqui pra Fora recomenda fazer?

Nossa recomendação é que os alunos se preparem adequadamente, se empenhem muito e façam os testes buscando as melhores notas que conseguirem. Principalmente se estudarem em escolas com currículo brasileiro e que os admission officers talvez não conheçam e não saibam o nível de exigência acadêmica.

Ter boas notas nos testes nunca atrapalhará. Se suas notas estiverem na faixa de notas dos alunos admitidos na universidade é válido mandar os resultados pois eles fortalecerão sua application.

Mas caso as notas estejam abaixo das médias dos alunos admitidos, se for uma universidade test optional, o melhor é não mandar. Porém, sabendo que a application pode se tornar menos competitiva.

No final as estratégias sempre dependerão de uma série de fatores a serem analisados para cada um ter a melhor estratégia para o seu projeto.

O ano do test optional talvez seja o ano onde os testes serão mais importantes

Por mais antagônico que seja, pode ser que 2020 seja o ano onde as notas dos testes façam a maior diferença no processo seletivo.

Por conta da pandemia, muitas escolas tiveram que mudar seu sistema de avaliação, adotando um modelo de “pass / fail”, ou arredondando as notas para cima, ou tendo provas com consulta, ou sabe-se lá qual tipo de avaliação foi adotado.

Aqui na Daqui pra Fora, inclusive, temos visto uma grande quantidade de alunos tirando notas muito mais altas em 2020 do que nos anos anteriores. Será que todos os alunos melhoraram tanto assim o seu desempenho de uma no para o outro?

Por conta das incertezas sobre como os alunos estão sendo avaliados este ano, faz sentido pensar que talvez as universidades não se sintam seguras em considerar as notas de 2020 e deem mais peso às notas dos anos anteriores.

Ou até aos testes padronizados que elas conhecem bem e permitam comparar alunos de diferentes países, escolas e currículos.

Se você quiser assistência especializada da Daqui pra Fora, basta preencher o formulário abaixo e começar uma conversa com a gente.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Universidades-“test-optional”-–-O-que-isso-significa-e-como-impacta-o-seu-planejamento.jpg.png 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-08-10 14:00:272024-03-27 15:13:29O que são universidades “test optional”

E agora, qual faculdade devo fazer?

31 de julho de 2020/em Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Dúvidas não faltam para os alunos do Ensino Médio na hora de definir o que vão estudar na faculdade. Qual faculdade devo fazer? Quais carreiras estão em alta? Quais “dão” mais dinheiro?

As respostas a essas perguntas que inevitavelmente aparecem nesse momento variam, mas uma coisa é certa: a definição final é sempre difícil e muito pessoal.

Quem opta por fazer faculdade nos Estados Unidos tem mais flexibilidade nesse momento porque vai tomar esta decisão tão importante um pouco mais para frente, com mais experiência, conhecimento e maturidade.

Processo de escolha da faculdade

Diferentemente do que no Brasil, quando aplica para uma universidade americana, o candidato concorre a uma vaga na instituição e não em uma carreira específica. Ele só precisa definir qual curso vai querer fazer no final do segundo ano.

Quando ingressa na universidade americana, o estudante não recebe um currículo pronto. Como é estabelecido pela faculdade nos Estados Unidos, o aluno constrói a sua própria grade curricular desde o início.

Nos dois primeiros anos ele faz algumas matérias consideradas básicas, como:

  • Redação;
  • Inglês;
  • História;
  • Ciências;
  • Artes;
  • Matemática.

E pode escolher outras disciplinas mais relacionadas aos seus interesses pessoais. A flexibilidade é enorme e o aluno pode experimentar inúmeras aulas e assuntos diferentes.

Dessa forma, alunos de engenharia ou medicina, por exemplo, desenvolvem obrigatoriamente redação, discurso oral, e podem explorar diversas áreas, desde filosofia, psicologia, negócios, até política do meio ambiente e muito mais.

Liberdade de escolha na hora de montar a grade de estudos

O aluno escolhe as matérias que quer fazer, horário das aulas e até os professores com quem quer estudar. Sempre contando com o apoio de um conselheiro da universidade, que vai guiar o aluno de acordo com seu perfil e objetivos.

O leque de opções depende de cada universidade, mas geralmente é muito grande e pode conter disciplinas convencionais ou matérias menos comuns como Introdução aos Vinhos, por exemplo, que é oferecida na Cornell University, 20a melhor universidade do mundo, segundo o ranking da Times Higher Education.

Quem estuda, por exemplo, na Santa Clara University, na Califórnia, e se interessa por Física, pode se inscrever na disciplina Physics of Star Trek. O curso aborda entre outros assuntos da ciência o teletransporte e é recomendada para quem pensa na possibilidade de um dia trabalhar na NASA.

Em UPenn, uma das principais universidades dos Estados Unidos e 16a do mundo segundo a THE, os interessados em inglês e literatura podem escolher a disciplina Wasting Time on Internet, que estuda se é possível selecionar conteúdo literário significativo em posts das redes sociais.

Com tantas possibilidades para explorar diferentes áreas antes de definir o curso que vai fazer, o estudante acaba tendo tempo para se conhecer melhor, para ver com o que realmente tem mais afinidade e vai poder tomar a decisão com muito mais tranquilidade, conhecimento de si próprio e do mundo.

A definição da carreira sendo feita em um momento de mais maturidade e autoconhecimento certamente traz mais assertividade e precisão. As chances de acerto são bem maiores e a probabilidade de insatisfação com o curso passa a ser mínima.

Neste webinar você encontra mais informações sobre os benefícios de fazer faculdade no exterior:

Faculdade nos Estados Unidos e Double major – Dupla Graduação

Outra vantagem de fazer faculdade nos Estados Unidos é que quando, no final do segundo ano, o aluno decide o curso que quer fazer, ele está definindo o seu major.

Porém, se depois de explorar diferentes áreas ele se interessar por mais de uma e quiser graduar em dois cursos diferentes, ele pode. É o double major ou dupla graduação.

Neste caso, o aluno faz os dois cursos ao mesmo tempo e um não precisa estar necessariamente relacionado com o outro. Quem opta pelo double major pode ter um dia a dia um pouco mais puxado, já que tem que cumprir os créditos para as duas áreas, mas esta opção é possível e não é nada incomum.

Alguém que faz jornalismo, por exemplo, e quer trabalhar como correspondente internacional, tem a oportunidade de fazer também o curso de Relações Internacionais. As possibilidades depois de formado inegavelmente aumentam.

Para quem quer empreender este modelo também é muito vantajoso. Quem quer fazer arquitetura ou engenharia pode se formar também em Business e no futuro vai estar totalmente preparado para abrir e cuidar do seu próprio escritório ou empresa.

No sistema curricular americano o aluno tem, portanto, mais tempo e conhecimento para se desenvolver e escolher com tranquilidade e maturidade a carreira (ou as carreiras) que vai seguir.

Quer saber mais sobre as possibilidades de ensino superior nos EUA? Fale com nossos especialistas e assine agora a nossa newsletter.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/07/BLOG-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-07-31 13:28:292024-04-10 15:33:54E agora, qual faculdade devo fazer?

Onde estudaram os CEOs das maiores empresas do mundo?

5 de abril de 2020/47 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Os rankings que divulgam as principais universidades do mundo confirmam que as melhores instituições de ensino superior do planeta se concentram nos Estados Unidos, no Reino Unido e no Canadá. Este é, com certeza, um dos fatores que tem levado muitos estudantes no Brasil a buscar fazer faculdade no exterior.

Pelo ranking mais recente da Times Higher Education (THE), 57 das 100 melhores estão nestes três países. Entre as 10 primeiras, 7 estão nos EUA e 3 no Reino Unido (entre elas, a primeira primeira do ranking). O Canadá tem 7 instituições entre as 50 melhores do mundo.

A universidade brasileira mais bem colocada no ranking, ocupa uma posição entre o 250º e o 300º lugar. Isso mostra que no exterior, além das instituições de renome internacional, existem inúmeras universidades de excelência, que muitas vezes não são tão conhecidas especialmente por quem não é do meio acadêmico. Mas elas, com certeza, também oferecem o mais alto nível de ensino e pesquisa e formam profissionais de ponta em diversas áreas.

Onde se formaram os principais CEOs dos Estados Unidos?

As empresas mais bem colocadas hoje na Fortune 500 (lista que compila as maiores empresas dos Estados Unidos segundo suas receitas), contam com líderes vindos de universidades com posições bem distintas no ranking da Times Higher Education.

Doug Mc Millan, por exemplo, CEO do Wallmart, empresa número 1 no ranking da Fortune 500, se formou em business administration na University of Arkansas, que figura entre o 601º e o 800º lugar no ranking THE.

A University of Arkansas, na cidade de Fayetteville, é uma universidade pública com 26 mil alunos vindos dos 50 estados norte-americanos e de outros 120 países. Seu campus abriga 130 prédios, sendo que 11 deles estão incluídos no registro nacional de lugares históricos.

A universidade oferece anualmente mais de US$ 85 bilhões em ajuda financeira e bolsas de estudos. E gasta por volta de US$ 133 milhões em pesquisa. Bill e Hillary Clinton foram professores de Direito lá no início de suas carreiras.

Darren Woods, CEO da Exxon Mobil, empresa segunda colocada no ranking Fortune 500, se graduou na Texas A&M University, no curso de Engenharia Elétrica. Texas A&M ocupa o 178º lugar no ranking da THE e tem outros 5 ex-alunos atualmente comandando empresas que compõem a Fortune 500.

Com 54 mil alunos distribuídos em 133 cursos de graduação, Texas A&M é a segunda maior universidade pública e tem um dos maiores campus dos Estados Unidos onde abriga 10 faculdades e 18 institutos de pesquisa.

Warren Buffet, CEO da Berkshire Hathaway (4a ranqueada na Fortune 500), estudou business administration na University of Nebraska (que está entre as posições 401 e 500 do ranking THE).

Tim Cook, CEO da Apple (4a colocada na Fortune 500) fez engenharia industrial na Auburn University, no Estado do Alabama, que figura entre a 601a e 800a colocação no ranking THE.

Muito renomada na área de Ciências Aplicadas, Auburn University abriga 13 faculdades que oferecem mais de 140 cursos. Tem hoje quase 26 mil alunos na graduação.

O UnitedHealth Group, 5º colocado na Fortune 500, é comandado por David Wichman, que se  graduou no curso de accounting (Contabilidade) na Illinois State University . ISU é uma universidade pública com cerca de 18 mil alunos na graduação e mais de 350 organizações estudantis.

As universidades que mais formaram os CEOs da Fortune 500

A universidade americana que tem mais CEOs nas empresas que compõem hoje a Fortune 500 é a University of Wisconsin, que aparece em 51º lugar do ranking da Times Higher Education. São 14 ex-alunos de UW liderando empresas que se encontram entre as 500 principais dos Estados Unidos.

Localizada em Madison, capital do Estado de Wisconsin, a UW conta com 40 mil estudantes de todos os estados americanos e de 124 países. Seus professores e ex-alunos já receberam mais de 12 prêmios Nobel e 33 Pulitzer.

Harvard, 7a colocada no ranking 2020 da THE, vem em segundo lugar com 12 CEOs liderando empresas ranqueadas na Fortune 500.

Além de UW e Harvard, também se destacam: Cornell University (19o no ranking THE, com 10 CEOs na lista), University of Michigan (21a do ranking, com 8 CEOs) e Stanford (4ado ranking, com 7).

Com 5 CEOs na Fortune 500, aparecem State University of New York (entre o 351º e 400º lugar no ranking THE) e Lehigh University (entre o 601º  e o 800º lugar), ao lado de Princeton (6a colocada) e Michigan State (84a).

Gostou de saber como as universidades no exterior formam grandes executivos que comandam as principais empresas do mundo? Compartilhe então esse post nas suas redes sociais.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Blog-Dia-7.jpg 1416 2123 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-04-05 00:00:002024-03-08 20:51:15Onde estudaram os CEOs das maiores empresas do mundo?

Veja onde mulheres influentes do mundo estudaram

5 de março de 2020/57 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Em toda a história, o mundo foi influenciado por estudiosos, políticos, filósofos, cientistas, acadêmicos das mais diferentes áreas, que mudaram os rumos da humanidade.

Muitas mulheres também participaram dessas mudanças e cada vez mais elas vêm deixando suas marcas, ocupando espaços e fazendo a diferença nos mais diversos segmentos.

Neste século, as mulheres são cada vez mais protagonistas em pesquisas científicas, lideram grandes empresas e equipes, têm cargos públicos de destaque, ganham prêmios nas artes, na ciência, no esporte e defendem causas importantes em todo o mundo.

A formação acadêmica é com certeza um ponto crucial na trajetória de todas elas. Nas universidades elas deram início às suas pesquisas, conheceram pessoas importantes, descobriram novos caminhos e, principalmente, realizaram sonhos.

Mulheres e universidades no exterior que inspiram

Conheça a trajetória de 5 mulheres que já impactaram milhares ou até milhões de vidas e saiba um pouco mais sobre as universidades que elas cursaram e que as ajudaram a chegar onde estão.

São histórias que, com certeza, inspiram muita gente, especialmente quem pensa em estudar no exterior, onde estão as melhores universidades do mundo.

Malala / University of Oxford (Reino Unido)

A paquistanesa Malala Yousafzai é a mais jovem ganhadora do prêmio Nobel da Paz (foi premiada aos 17 anos). Desde os 11 anos lutou pelo direito das meninas à educação em seu país.

Aos 15 anos foi baleada por militantes extremistas do Taliban, regime contra o qual lutava, e sobreviveu.  O atentado gerou reações no mundo todo e Malala, depois de ganhar inúmeros prêmios, é hoje o maior símbolo da luta pela Educação no mundo.

Ela conseguiu prosseguir nos estudos e cursa “Filosofia, Política e Economia” na Lady Margareth Hall, que faz parte da Oxford University, na Inglaterra.

A Oxford University é uma das mais tradicionais instituições do Reino Unido e do mundo. Hoje é número 1 no conceituado ranking das melhores universidades do mundo, da Times Higher Education.

Lá, Malala faz parte do clube de cricket, da Oxford Union e da Oxford Pakistan Society. Ela ainda é guia da universidade para encorajar jovens estudantes, especialmente os que fazem parte de grupos minoritários, a aplicarem para Lady Margareth Hall.

Michelle Obama / Princeton e Harvard (EUA)

A ex-primeira dama dos Estados Unidos, casada com Barack Obama, é advogada e escritora. Michelle nasceu e cresceu em Chicago. Depois de se destacar no High School, estudou Sociologia em Princeton (Nova Jersey) e Direito em Harvard (Massachussetts).

São duas das principais universidades dos Estados Unidos e do mundo, sexta e quarta colocadas, respectivamente, no ranking da Times Higher Education, ambas membros da prestigiada Ivy League.

Depois de formada, Michelle Obama trabalhou em grandes escritórios de advocacia e em um deles conheceu o futuro marido. Sempre teve participação intensa como primeira dama e, com pautas raciais, feministas e voltadas para educação, se tornou inspiração para pessoas no mundo inteiro, especialmente mulheres negras.

Lançou recentemente sua biografia, “Minha História”, que já vendeu mais de 10 milhões de cópias. Em 2019 foi considerada a mulher mais admirada do mundo, segundo o instituto de pesquisa online YouGov.

Katie Bouman / MIT (EUA)

Lembra quando em 2019 foi publicada a primeira foto real de um buraco negro, um dos mais importantes feitos da astronomia nos últimos tempos?

Pois é. A responsável por criar o algoritmo capaz de contabilizar o volume de dados obtidos por 8 telescópios ao redor do mundo e formar a imagem que foi apresentada é uma mulher: Katie Bouman.

Bouman organizou todos os dados coletados usando um sistema que criou para este projeto, quando ainda era aluna de graduação no MIT, em Boston, terceira colocada entre as melhores universidades do mundo no ranking da Times Higher Education.

Respeitadíssima em seu segmento, Katie é PhD em Engenharia Elétrica e Ciência da Computação no Instituto e hoje é professora assistente no Caltech dentro do departamento de Ciência da Computação do MIT.

Alexandria Ocasio-Cortez / Boston University (EUA)

Alexandria Ocasio-Cortez, conhecida popularmente como AOC, se tornou em 2018, aos 29 anos, a mais jovem mulher congressista dos Estados Unidos. Venceu surpreendentemente candidatos tradicionais nas primárias do Partido Democrático no seu distrito, o Bronx, em Nova York.

Ocasio-Cortez, de descendência porto-riquenha, estudou Relações Internacionais e Economia na Boston University, uma das maiores universidades da região de Boston e considerada uma das principais instituições de pesquisa do mundo.

Durante a faculdade, ela foi estagiária no escritório do senador americano Ted Kennedy, na seção sobre assuntos externos e questões de imigração

Uma das mais populares congressistas norte-americanas, com milhões de seguidores nas redes sociais, AOC vem conseguindo colocar propostas tidas como bem à esquerda do espectro ideológico americano no centro do debate.

Melinda Gates / Duke University

Apesar de ser conhecida como a esposa de Bill Gates, Melinda traçou seu próprio caminho de sucesso. Foi o grande destaque da sua turma de graduação do curso de Ciências da Computação e de Economia na Duke University, uma das 20 melhores instituições no ranking da Times Higher Education, onde fez o bacharelado e a especialização em 5 anos.

Seu excelente desempenho na universidade abriu as portas para que começasse a trabalhar na Microsoft, onde acabou conhecendo o futuro marido.

Hoje Melinda é uma mulher poderosa, que se empenha em resolver os problemas do mundo por meio da Fundação Bill e Melinda Gates. Ainda participa do Grupo de Bildeberg e é dona de um assento na diretoria do Washington Post.

Histórias inspiradoras, não? Você também pode fazer a diferença.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Onde-estudaram-influentes-mulheres-do-mundo.png 663 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-03-05 00:00:002024-04-02 15:47:09Veja onde mulheres influentes do mundo estudaram

Caio Oliveira conta sobre suas atividades fora do campus

21 de fevereiro de 2020/124 Comentários/em Depoimentos, Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Quem pensa em estudar no exterior sabe que vai enfrentar grandes desafios, especialmente pela excelência acadêmica que vai encontrar por lá. E não está errado. Mas as novidades estão por toda parte e contribuem para o desenvolvimento pessoal e, um pouco mais à frente, profissional do aluno.

Por mais que os estudos exijam muito, há vida além da sala de aula e dos muros da universidade no exterior. E as experiências são extremamente ricas.

Experiências Fora da Sala de Aula

Caio Oliveira está no último semestre na Cornell University, onde faz double major em Economia e Matemática. A universidade é fortíssima e ele é um aluno extremamente dedicado aos estudos.

Nessa entrevista ele nos conta como é a vida fora da sala de aula e como ela contribuiu para o seu crescimento pessoal e profissional  desde que chegou aos Estados Unidos.

Daqui pra Fora – Você chegou na universidade sem conhecer ninguém. Como foi a integração?

Caio– Desde o começo, as faculdades lá fazem um esforço para que no freshman year (primeiro ano) todo mundo se conheça, desenvolvem várias atividades de integração. Eles sabem que vem pessoas de vários países, sabem como pode ser desafiador esse processo.

Então, os alunos têm sim o apoio da universidade no começo. O importante é manter a mentalidade de querer fazer amigos e saber que todos lá querem também.

Afinal, estão todos no mesmo barco. Eu, pessoalmente, fiz amigos no meu dormitório, em diferentes aulas, no refeitório… foi um processo natural.

DpF– O que você acha que mais aprende e ensina para esses amigos? Afinal, são todos bem diferentes…

Caio– Meus amigos são até de áreas diferentes da minha. Então a gente troca bastante figurinha em termos de aprendizado mesmo, parte acadêmica. Mas pessoas de outros lugares do mundo, que pensam diferentes, têm famílias diferentes, religiões diferentes.

Então, você consegue conversar sobre tudo e sempre tem uma outra perspectiva. Eu tenho amigos que são muito ativos intelectualmente, leem livros, escutam podcasts, vão a museus… Não é muito o meu perfil, sou mais focado no acadêmico mesmo. Mas foi muito bom ter essa influência, me fez fazer coisas que eu não fazia.

Sobre o que eu ensinei para eles acho que está relacionado com o trabalho duro. Eles sempre viram desde o começo que eu ralava muito, gostava de ir até o meu limite para expandir esses limites. Acho que isso influenciou eles positivamente.

DpF – O que vocês costumam fazer quando saem do campus?

Caio– Cornell é bem ao norte do Estado de Nova York, um lugar frio. A gente fica na cidade, Ithaca, que é dividida em college town, onde os estudantes mais velhos moram e tem restaurantes, bares, etc., e o centro da cidade, onde moram os locais.

A vida universitária acontece em college town, os restaurantes, bares e cafés ficam cheios de estudantes. É onde você conversa, conhece gente e pode até estudar também.

A gente também viaja, geralmente para Nova York ou Boston, que são cidades que ficam a algumas horas de carro. Fora isso, o pessoal assiste bastante os jogos do time de ice hóquei da faculdade, que é o mais popular no campus, mas eu não costumo ir.

DpF – Que tipo de atividade você passou a fazer aí, que nunca fazia quando vivia em São Paulo?

Caio– Primeiro, cozinhar e lavar roupa. São coisas que tive que aprender a fazer. Depois, conheci lugares novos, vários, que eu certamente não teria ido se não estivesse estudando lá.

Essa parte de gestão de moradia é importante. Uma outra coisa importante que fiz na faculdade é ir a eventos corporativos. As empresas vão o tempo todo no campus. São muitas. Tem feira de carreira, sempre tem muitas oportunidades, e eu sempre me inscrevi em todas.

DpF – Sobre as viagens que você mencionou anteriormente, como elas acontecem e para onde você foi?

Caio– Fui para vários lugares nos Estados Unidos. Eu conheci Kansas, diferentes cidades de Nova York, conheci Boston, New Hampshire… Estive em várias faculdades ao redor também.

A gente viaja nos breaks, Fall Break, Spring Break. Sempre com os amigos da faculdade. Todas as comemorações, como Thanksgiving, por exemplo, sempre passei na casa dos meus amigos americanos, que sempre foram muito legais em me convidar. A experiência de conviver com a família americana também foi bem importante.

DpF – Como você acha que todas essas experiências contribuíram para o seu amadurecimento?

Caio– Me ajudaram bastante a abrir minha cabeça, a entender que isso existe, é parte do mundo, é o que acontece no país mais influente do mundo.

Em termos de aprendizado profissional, foi importante para eu entender como as pessoas se comportam lá, porque é muito diferente do jeito que as coisas são no Brasil.

No Brasil há uma informalidade, as pessoas são mais próximas desde o início, enquanto nos Estados Unidos a etiqueta profissional é bem mais enfatizada desde cedo.

O networking é bem forte lá também e isso deve contribuir muito na minha carreira. E tem ainda a questão da autonomia, de ter aprendido a me virar sozinho. É um amadurecimento natural. Na verdade, tudo contribuiu bastante e vale muito a pena.

Veja mais informações sobre a experiência de Caio Oliveira na Cornell University nesse depoimento:

Que tal entender um pouco mais sobre como um estudante pode entrar em uma universidade no exterior e ter essas e outras experiências únicas de vida? Veja como a Daqui pra Fora pode pode ajudar a chegar lá.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Além-da-faculdade-Caio-Oliveira-conta-sobre-suas-atividades-fora-do-campus.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-21 00:00:002024-03-26 17:51:58Caio Oliveira conta sobre suas atividades fora do campus

Como conseguir bolsas de estudos nos EUA?

22 de outubro de 2019/64 Comentários/em Bolsas de Estudo, Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Você já se perguntou como conseguir bolsa de estudos nos EUA? A fase do vestibular é um momento decisivo na vida de muitos jovens e é comum que surjam dúvidas como essa.

Se você tem interesse em saber mais sobre o processo seletivo em universidades norte-americanas, mas não sabe nem por onde começar, está no lugar certo.

O vestibular nos EUA é muito diferente do que acontece no Brasil e é preciso se cercar de informações antes mesmo de iniciar o processo.

Pensando nisso, preparamos este texto em que explicamos como acontecem as candidaturas, quais as possibilidades de bolsas e o que fazer para aumentar suas chances de aprovação. Continue com a gente e confira!

Como funciona o processo seletivo em uma universidade americana?

O vestibular como conhecemos não existe nos Estados Unidos. Por lá, o ingresso em uma universidade não depende apenas do resultado de uma única prova. São diversos os fatores que podem ser avaliados em uma candidatura, entre eles:

  • Histórico escolar dos quatro últimos anos do colégio;
  • Personal statement ou essays, as redações;
  • Nota no SAT ou ACT;
  • Atividades extracurriculares;
  • Cartas de recomendação.

Além dessas exigências, os brasileiros que desejam aplicar a uma vaga também devem comprovar a fluência em inglês. Comumente, isso é feito por meio de testes de proficiência como TOEFL ou IELTS. Cada universidade determina a pontuação mínima aceita para que o aluno seja considerado aprovado no idioma.

Como o processo é particular de cada universidade, é preciso acompanhar os prazos da candidatura junto à própria organização. Mas lembre-se de que todas as outras exigências também devem ser cumpridas dentro desse cronograma.

O SAT é oferecido apenas seis vezes por ano no Brasil, em organizações habilitadas; o TOEFL, por sua vez, chega a ser realizado duas ou três vezes por mês em cidades como São Paulo.

Como descobrir qual a universidade ideal para você?

O processo seletivo para entrar em uma universidade americana exige uma dose de autoconhecimento por parte do aluno, principalmente na hora de escrever a redação.

Nela, é preciso explicar por que você deseja ingressar naquela instituição, o que você já fez de atividades, cursos e disciplinas que se relacionem com o bacharelado pretendido.

Além disso, é comum que as universidades tenham diferentes etapas ou exigências em seus processos seletivos. O Common App é um sistema de candidaturas online e integrado, mas nem todas as instituições aceitam inscrições por lá; enquanto algumas exigem apenas cartas de recomendação de professores, outras pedem também a de coordenadores.

Assim, é importante dedicar um tempo à pesquisa não só da melhor instituição, mas da melhor universidade para o que você quer e ficar completamente por dentro do que é exigido durante a seleção. Isso ajuda a encontrar aquela com a qual você realmente se identifica, o que aumenta suas chances de aprovação.

Quais as taxas envolvidas?

Em média, você deve gastar cerca de R$ 4.000,00 apenas para pleitear uma vaga em uma universidade americana — se você deseja se inscrever em mais de uma, certamente esse valor aumenta.

Muitos candidatos optam por contratar uma consultoria especializada nesse momento, para garantir melhores chances de aprovação e o consequente aproveitamento desse investimento.

Com relação ao tuition, as taxas cobradas pelas universidades depois da aprovação, os valores variam bastante de acordo com o tipo de instituição. Nos EUA, elas podem ser técnicas, comunitárias, públicas ou particulares.

Diferentemente do que acontece no Brasil, todas são pagas. Os valores costumam variar entre US$ 15.000 e US$ 30.000 por ano, sendo as particulares mais caras e as comunitárias as mais em conta.

Em Harvard, por exemplo, o valor anual ultrapassa US$ 47.000, sem incluir a hospedagem nos dormitórios ou os livros utilizados em sala de aula. O valor é realmente elevado.

Porém, assim como diversas outras instituições, a universidade mais famosa do mundo oferece auxílio a seus alunos, além de uma seleção need-blind — o que significa que os recursos financeiros familiares não são considerados durante o processo seletivo.

Quais as principais bolsas disponíveis?

Se você quer saber como conseguir bolsa de estudos nos EUA, deve ter em mente que a maioria das universidades tem programas de auxílio financeiro parcial ou integral.

Os três tipos de bolsas mais comumente oferecidos pelas universidades são:

  • Mérito acadêmico: oferecida aos alunos que se destacam academicamente e estão acima da média da turma.
  • Necessidade financeira: oferecida a quem se destaca academicamente, mas que não tem condições de arcar com todos os custos da universidade em questão.
  • Talentos específicos: oferecida para alunos que desejam fazer cursos relacionados à Artes e que se destacam em seu segmento.

Tenha em mente que a aprovação na universidade e a obtenção de bolsas de estudo são processos completamente separados e ambos devem ser feitos de maneira estratégica.

Como aumentar as chances de aprovação?

Como falamos, muitos estudantes optam por contar com o auxílio profissional na hora de se inscrever em uma universidades nos Estados Unidos. A candidatura envolve diferentes processos (SAT, TOEFL etc.), especialmente quando também é preciso solicitar, ainda, o auxílio financeiro.

Esse tipo de apoio pode ser decisivo em questões mais burocráticas e, além disso, profissionais experientes podem ajudar também na hora da escolha da universidade mais adequada.

Geralmente, a universidade determina o perfil de aluno que procura e o ideal é usar essas informações de maneira estratégica na candidatura.

O mesmo acontece na busca pelo financial-aid. Como falamos, algumas modalidades de bolsa exigem a comprovação de renda familiar e esses profissionais também podem se responsabilizar por esses trâmites.

Está mais tranquilo agora que você já sabe como conseguir bolsa de estudos nos EUA? Como vimos, esse não é um processo impossível, mas que envolve muita pesquisa, atenção e cumprimento de outras etapas anteriores.

A criação de um cronograma com datas e prazos pode ser interessante para que você se organize nesse momento tão decisivo.

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