Daqui pra Fora
  • Início
  • Nossos Alunos
  • Programas
  • Materiais
  • Eventos online
  • Blog
  • A Daqui pra Fora
  • Teste suas chances
  • Agenda uma consulta
  • Menu

Posts

Para quantas universidades eu devo aplicar?

11 de julho de 2017/182 Comentários/em Canadá, Daqui pra Fora, Estados Unidos, Holanda, Processo Seletivo, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Uma das dúvidas mais frequentes dos estudantes que pretendem aplicar para universidades nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido é quanto ao número de instituições que eles devem se candidatar.

O senso comum diz que quanto mais aplicações o estudante enviar, mais chances terá de aprovação. Porém, é preciso pensar as aplicações de forma estratégica, para não correr o risco de enviar apenas para instituições altamente competitivas.

Por isso, pegue as dicas que separamos e prepare-se para fazer uma candidatura vencedora.

Para quantas universidades devo aplicar?

É muito comum um estudante se candidatar para no mínimo cinco universidades, já que escolher somente as “universidades dos sonhos”, que geralmente são muito competitivas, acaba tornando a candidatura do aluno e suas consequentes aprovações muito arriscada.

Vamos supor que um aluno decida aplicar somente para Harvard e Stanford, duas das mais competitivas universidades do mundo. Harvard admitiu cerca de 6% de pouco mais de 39000 alunos que se inscreveram para ela em 2016/2017.

Stanford aprovou 5% de 44,073 aplicantes. Por mais brilhante que esse aluno seja, é um grande risco escolher somente essas duas universidades quando a aprovação para instituições desse nível é tão incerta, com concorrência de estudantes tão brilhantes quanto ele, vindos de todos os cantos do mundo.

Portanto, qual seria o número ideal de candidaturas a serem realizadas? O número de universidades recomendadas para o estudante aplicar seria entre 6 e 16 instituições.

Como escolher as universidades para aplicar?

Ao escolher as universidades que irá se candidatar, o estudante deve analisar os fatores avaliados por aquelas instituições, comparando-os com uma análise racional de seu perfil.

Após essa análise, ele deverá ter em mãos um conjunto de universidades, que serão divididas em três graus de dificuldade: faculdades competitivas (com menor chance de aprovação), faculdades alvo (com chance média de aprovação) e faculdades seguras (com altas chances de aprovação).

Portanto, ao escolher um número entre 6 e 16 universidades, o estudante terá a possibilidade de se dedicar adequadamente ao processo de candidatura de cada uma delas (o que não ocorreria se o aluno se candidatasse para mais de 20 instituições, por exemplo), de modo que estaria consequentemente aumentando suas chances de admissão por estar trabalhando com um número maior, porém coerente, de universidades.

Se ao aplicar para cinco universidades, o estudante teria de escolher uma ou duas universidades competitivas, ao optar por aplicar para um grupo de 6 a 16 universidades, ele poderá escolher aumentar esse número para até seis faculdades (ou até mais, dependendo de sua decisão).

Além disso, as opções de universidades “alvo” e “seguras” também aumentam, dando ao estudante maiores possibilidades de aprovação e, consequentemente, de poder de escolha.

Empresas de consultoria, como a Daqui pra Fora, são determinantes para ajudar o aluno a montar a melhor lista de universidades possível de acordo com seu perfil.

Temos mais de 16 anos de experiência e profissionais especialistas em cada fase do processo. Caso deseje saber um pouco mais sobre nosso trabalho, preencha o formulário abaixo para conversar com um dos nossos especialistas.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-5.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-07-11 00:00:002024-03-22 20:46:35Para quantas universidades eu devo aplicar?

Veja 7 dicas de como usar o Common App

4 de julho de 2017/871 Comentários/em Estados Unidos, Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Agosto é considerado o mês da application para quem deseja estudar no exterior, principalmente nos Estados Unidos e Canadá. A partir desse mês, o aluno irá iniciar o preenchimento de suas candidaturas nas universidades escolhidas e enviar os resultados de seus testes e a documentação exigida.

Se você deseja aplicar para universidades nos Estados Unidos, é bem provável que você irá usar o Common Application, também conhecido como Common App, para realizar a sua inscrição.

O que é  o Common App?

Popularmente conhecido como Common App, esse sistema online permite ao estudante se inscrever para cerca de 20 universidades realizando apenas uma application.

Mais de 700 universidades usam esse sistema hoje nos Estados Unidos, e algumas do Canadá. O que antes significava uma grande quantidade de tempo e horas dedicadas para cada application, agora é realizado de forma muito mais simples e dinâmica pelo Common App.

Como funciona o Common App?

A Common App disponibiliza um tutorial muito didático sobre como usar o website para realizar a sua candidatura nas universidades através desse sistema.

Contudo, preparamos uma lista com 7 dicas e fatos sobre o Common App que você precisa conhecer:

1) Nem todas as universidade estão no Common App! Confira a lista das universidades que aceitam esse método!

2) Existem universidades que só aceitam applications pelo Common App! Pesquise se as suas estão entre elas.

3) Apesar de ser um sistema único de application, cada universidade pode ter particularidades em sua inscrição. Fique atento e preencha tudo o que for pedido.

4) Os históricos escolares e as cartas de recomendação geralmente são enviados pelos counselors cadastrados pelos alunos. Fique atento para que seus counselors enviem tudo antes da data limite!

5) Confira se a universidade escolhida também exige que sejam enviadas as cópias físicas dos históricos escolares originais.

6) Além da redação padrão exigida pelo sistema, haverá universidades que pedirão redações extras, com temas pré-definidos. Fique atento!

7) Confira todas as informações inseridas no Common App diversas vezes. Tenha certeza de que não há erros de gramática ou digitação antes de finalizá-la.

Todos os alunos Daqui pra Fora recebem assessoria especializada sobre as candidaturas usando o  Common App e em todas as etapas do processo para ingressar em universidades no exterior!

Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.

 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-8.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-07-04 00:00:002024-02-29 15:41:16Veja 7 dicas de como usar o Common App

O caminho para uma pós-graduação na Columbia University

22 de junho de 2017/59 Comentários/em Depoimentos /por Daqui pra Fora

Após a formatura em uma universidade nos Estados Unidos, muitos alunos optam por permanecer nos país e trabalhar durante um ano, através do OPT; mas há também quem opte por continuar os estudos e iniciar uma pós-graduação.

Leia abaixo o relato de nosso aluno Bruno Bohn. Formado pela University of Minnesota – Twins Cities, ele optou por continuar seus estudos e iniciar a pós-graduação em uma boa universidade.

Ele foi aceito na prestigiada Columbia University, a mesma universidade em que o ex-presidente americano Barack Obama estudou! Boa leitura!

Pós-Graduação na Columbia University

Cá estou, diploma em mãos e memórias incríveis de quatro anos que se passaram rápido demais. Antes mesmo de começar meus estudos, eu sabia que meu undegrad não seria a última parada – como muitos no campo das ciências, eu contemplava um mestrado ou doutorado, mas sem ter ideia alguma sobre os desafios e benefícios desses diplomas. Como qualquer bom estudante, optei por procrastrinar; não pensar muito sobre o futuro, e focar apenas no presente.

O presente durou pouco, acabando quando um professor (que viria a ser meu mentor na iniciação científica) perguntou-me sobre meu planos para o futuro. Senti um frio na espinha e com um pouco de vergonha tive que responder, “não sei”. Neste momento percebi que era hora de tomar uma decisão sobre que caminho trilhar.

Como estudante de microbiologia, contemplei um doutorado nesta área, a rota mais óbvia. Também considerei cursar medicina, farmácia, odontologia, ou até mesmo direito (cursos de pós graduação nos EUA).

Quanto mais eu pensava sobre o futuro, mais nervoso eu ficava sobre o presente – me sentia paralisado diante de tantas opções que determinariam minha vida profissional.

Como foi a escolha da Pós-Graduação

Diante de tanta angústia, resolvi recorrer aos profissionais. Talvez a melhor decisão que tomei foi conversar com Rebecca, do centro de carreiras do meu colégio, que sugeriu que eu perguntasse aos meus professores sobre as experiências deles, “afinal eles provavelmente tiveram as mesmas dúvidas e angústias em algum momento”.

Tal o fiz – marquei reuniões com vários de meus professores e tive a oportunidade de ouvir sobre áreas de estudo que eu nem sabia existir. Dr Jones, por exemplo, se formou em bioquímica e logo em seguida cursou veterinária.

Após alguns anos trabalhando como médica veterinária, leu um livro sobre história das ciências e percebeu que estava no campo errado. Ela voltou a estudar e cursou um doutorado em história das ciências, e hoje não só é professora, mas também chefe do departamento em minha (agora ex) faculdade.

Após ouvir sobre meus interesses, Dr Jones convidou-me a acompanhá-la a uma palestra de um professor de epidemiologia da escola de saúde pública. Ao final da palestra, eu estava encantado com este campo do qual eu pouco conhecia.

Passei dias lendo artigos e publicações de epidemiologistas, e quanto mais eu lia mais eu tinha certeza de que havia encontrado o meu lugar.

Em saúde pública eu encontrei um equilíbrio entre ciências aplicadas (que eu vinha cursando durante meu undergrad) e a área da saúde, em um campo em que minha perspectiva como imigrante serviriam como grande benefícios.

Como foi a escolha da Universidade

Deste momento em diante (maio de meu terceiro ano), com auxílio de professores e conselheiros, comecei a investigar programas e faculdades que me interessariam.

Ao longo dos próximos seis meses, participei de eventos de recrutamento, conversei com representantes e professores, e me encontrei com estudantes do campo de saúde pública.

Finalmente cheguei em uma lista de faculdades para as quais eu aplicaria, em programas de MPH (Masters in Public Health), MS (Masters of Science), e MHS (Masters of Health Sciences).

Também me preparei para o GRE, o equivalente ao SAT para mestrados e doutorados, e comecei a trabalhar no meu personal statement.

Escrever o personal statement foi a parte mais díficil de minha aplicação – foram milhares de rascunhos, compartilhados com professores, amigos, e corretores, que resultaram em um curto texto que ilustra da melhor maneira possível como meu interesse no campo e minhas experiências (acadêmicas ou não) me preparam para um mestrado em epidemiologia.

Aplicações enviadas dia primeiro de Dezembro, mas o nervosismo continuou. Dois meses depois recebi a primeira resposta – um sim do departamento de saúde pública de minha atual faculdade, University of Minnesota.

Nas semanas que se seguiram recebi mais decisões – majoritariamente positivas, para a minha alegria. Quando achei que podia relaxar, me deparei com outro problema: como escolher dentre tantos programas incríveis.

Planejei visitas a UCLA e Johns Hopkins, mas após visitar Columbia University e ter a oportunidade de conversar com professores e alunos, pude afirmar com clareza que ingressaria neste programa.

Como Brasileiro, me senti em casa logo de cara, encontrando na Columbia e em New York City uma comunidade multicultural que abraça pessoas de quaisquer origens. Como um futuro profissional, estou animado com as perspectivas de estágios e empregos que uma das maiores cidades do mundo vai me proporcionar.

Agora estou aqui, com um diploma na mão e pronto para batalhar por outro, começando um novo capítulo, não só na minha formação acadêmica, mas que será uma aventura em uma área nova com infinitas possibilidades.

Se você tem o sonho de fazer faculdade no exterior e viver experiências parecidas com essa do Bruno, entre em contato com o nosso time de especialistas pelo formulário abaixo e descubra como podemos ajudar.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-2.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-06-22 00:00:002024-04-02 15:15:48O caminho para uma pós-graduação na Columbia University

Organizações estudantis – #FicaADica

22 de junho de 2017/120 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Você já ouviu falar nas fraternidades e irmandades das universidades americanas?

Elas são um exemplo de organização estudantil que o estudante poderá participar ao estudar no exterior, principalmente Canadá e Estados Unidos.

Organização estudantil nos Estados Unidos

Nesse vídeo, Fernanda Luiz fala um pouco sobre elas e sobre a importância de se engajar em muitas associações estudantis durante a vida universitária:

SIGA O CANAL DA DAQUI PRA FORA NO YOUTUBE!

 

Se você quer receber novos conteúdos cheios de informações relevantes para estudar no exterior, assine agora a nossa newsletter.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-3.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-06-22 00:00:002024-04-08 16:54:14Organizações estudantis - #FicaADica

15 situações que todos os alunos internacionais passam em uma universidade no exterior

15 de junho de 2017/122 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

A vida universitária no exterior pode ser bem peculiar. As situações que os estudantes vivem no início da vida na universidade se repetem anualmente.

Por isso, é importante conhecer quais são essas situações para já ir se preparando quando o seu momento chegar.

Veja abaixo alguns desafios enfrentados pelos estudantes brasileiros no exterior.

Situações vividas em uma universidade no exterior

1. Sempre se sentir inseguro em relação à língua nas primeiras semanas.

2. Já ter começado a beber legalmente no Brasil, e nos Estados Unidos, voltar a ser menor de idade.

3. Achar algum amigo para passar o Thanksgiving, feriado de ação de graças, na casa dele, já que no Brasil esse feriado não é tradicional.

4. E caso não ache, ficar no campus sozinho e vendo seus amigos americanos postando fotos do feriado.

5. Converter dólares para reais e se sentir muito pobre.

6. Pronunciar ou soletrar palavras de um jeito muito diferente do que os americanos.

7. Descobrir qual documento usar enquanto estiver andando na rua.

8. Ficar impressionado com o tamanho das porções de comida.

9. E, em um mês, já conseguir comer uma porção inteira e ainda pedir sobremesa.

10. Ficar chocado em saber que sua visão de outros países foi construída totalmente sob influência de estereótipos de filmes e séries.

11. Quando você usa uma gíria do seu país natal e todos te olham como se você estivesse maluco.

12. Ter medo de que qualquer infração seja punida com uma deportação.

13. Muitos, MUITOS documentos – I-20, I-94, OPT.

14. Falar que é do Brasil, e lidar com os pré-julgamentos sobre seu país.

15. E saber que, apesar dessas dificuldades, você não quer que os anos no exterior acabem tão cedo.

Se quiser acompanhar mais conteúdos relevantes e descontraídos, assine agora a nossa newsletter.

 

Adaptado de: Buzzfeed

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-geral-blog-03.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-06-15 00:00:002024-04-16 12:35:5415 situações que todos os alunos internacionais passam em uma universidade no exterior

Conheça o sistema de ensino das universidades americanas

30 de maio de 2017/153 Comentários/em Dicas, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Você sabia que nas universidades dos Estados Unidos, você poderá definir o seu curso em até dois anos após o início da faculdade? E que há aulas que as faculdades consideram essenciais não importa qual curso você escolher?

Conhecer essas características e diferenças das universidades americanas para a graduação no Brasil é importante para entender com antecedência onde você está indo estudar.

Por isso, separamos algumas informações importantes para mostrar como funciona o sistema de ensino das universidades dos Estados Unidos. Confira!

Sistema de ensino em universidades dos Estados Unidos

Os dois primeiros anos em uma universidade nos Estados Unidos são dedicados ao general education, ou seja, são aulas que os americanos consideram essencial para o estudante não importa o curso que ele escolheu.

Durante esse período, todos os alunos têm aulas como:

  • Redação;
  • Matemática;
  • Oratória;
  • Ciências;
  • História.

Essas aulas são chamadas de lower level classes. As aulas obrigatórias podem variar de acordo com o que a universidade oferece e/ou considera essencial, mas, no geral, as universidades exigem que todos os alunos completem essa grade obrigatória.

Por causa do general education, o aluno poderá definir o seu curso em até dois anos após o início da faculdade!*

Após terminar o seu segundo ano de faculdade e definir o seu curso, o aluno começará a ter aulas mais focadas em sua área, as chamadas upper level classes.

Em seu terceiro ano, o aluno terá as aulas base do curso/área escolhidos; em seu quarto e último ano, irá se aprofundar em seu curso e terá aulas mais focadas em sua especialização.

Se você quiser saber mais sobre as universidades americanas, preencha o formulário abaixo para conversar com um dos nossos especialistas.

*Existem alguns cursos, de algumas universidades, em que a instituição exige que o aluno defina o curso antes de iniciar os estudos

 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/05/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-05-30 00:00:002024-04-04 13:51:45Conheça o sistema de ensino das universidades americanas

Raquel Santos e a Graduação com bolsa esportiva de tênis

26 de maio de 2017/58 Comentários/em Carreira, Depoimentos /por Daqui pra Fora

O mês de maio é tradicionalmente o mês de formatura no calendário universitário dos Estados Unidos e Canadá. Após quatro anos de experiências, momentos e aprendizados inesquecíveis, chegou a hora dos estudantes universitários darem adeus a essa parte importante da vida e abrir as portas para uma nova etapa.

A Daqui pra Fora sente-se muito honrada de ter feito parte da jornada de cada um de nossos estudantes. Nos orgulha muito poder ter a chance de participar do desenvolvimento deles em cada uma das etapas: na preparação e ingresso na universidade, durante os quatro anos de graduação e após a formatura.

Nossa aluna Raquel Santos, recém formada na Goldey-Beacom College, nos Estados Unidos, contou um pouco de sua experiência de quatro anos como atleta de tênis e estudante universitária.

My College Graduation – por Raquel Santos

Minha experiência na Goldey-Beacom College foi incrível, os últimos 4 anos foram de muito aprendizado, crescimento e mudança! Posso dizer sem dúvida alguma que foram os melhores 4 anos da minha vida, que passaram muito rápido.

A formatura não pareceu real até eu ser chamada no palco para receber meu diploma. De verdade foi só aí que eu percebi o que estava acontecendo, eu consegui! Eu me formei! Foi emocionante!

Eu acho que a maior emoção pra mim foi além dessa conquista gigante ter a minha família ao meu lado nesse dia tão especial. Por questões financeiras não pude ir ao Brasil por um ano, e ver meus pais depois de tanto tempo nessa data tão especial foi emocionante.

Eu vim pros EUA com uma bolsa esportiva de tênis. E no meu terceiro ano, eu tive que passar por uma séria cirurgia no joelho (ACL) que me deixou pra fora do esporte o ano inteiro.

Com isso, eu tive a oportunidade de ser red shirt (terá mais um ano de elegibilidade no college), e poderei competir pelo time por mais um ano. Então para o próximo ano meu plano é cursar meu MBA em TI enquanto jogo meu último ano de tênis, e depois de formar planejo em fazer meu OPT.

A Daqui pra Fora deseja a todos os formandos de 2017 uma excelente formatura e um ótimo início de um novo ciclo! Se você também tem o sonho de cursar uma faculdade no exterior, venha fazer parte de nossa família!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/05/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-05-26 00:00:002024-03-11 16:20:43Raquel Santos e a Graduação com bolsa esportiva de tênis

Conheça o Early Guidance e saiba como pode ser útil

25 de maio de 2017/1.950 Comentários/em Canadá, Daqui pra Fora, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Para fazer algo bem feito, o melhor é fazer com calma e antecedência, usar bem o tempo e ter bastante informação. Por isso, a Daqui pra Fora criou o Early Guidance, um programa direcionado a estudantes do nono ano, 1º e 2º anos do Ensino Médio, que torna o caminho para as universidades no exterior seguro, preciso e muito bem preparado.

O programa é composto por diversas sessões, que têm como objetivo orientar e acompanhar o aluno para que ele desenvolva habilidades e atividades que o deixem melhor preparado para o processo seletivo de universidades estrangeiras e para os desafios gerais enfrentados após a conclusão do Ensino Médio. As sessões são individuais e realizadas por orientadores que concluíram seus estudos no exterior.

Durante todo o programa, é feito um acompanhamento da evolução do estudante e o trabalho é focado nas principais necessidades identificadas em cada um.

Os temas abordados nas sessões estão direta ou indiretamente ligados ao processo de admissão das universidades americanas. Veja alguns temas abordados:

  • Autoconhecimento, automotivação e apoio;
  • Cursos e universidades estrangeiras;
  • Atividades Extracurriculares;
  • Profissões e carreiras;
  • Provas Internacionais e Planejamento;
  • Processo seletivo, modelos de ensino e realidade dos candidatos.

Como funciona o Early Guidance

Tão importante quanto esses assuntos, são também a mentoria e orientações para as redações, que ajudam o aluno a se conhecer e entender melhor a si próprio e também o que é fundamental para ter sucesso em um processo como esse.

No Early Guidance, os jovens estudantes ainda conhecem programas de férias e de visita guiada oferecidos pelas universidades no exterior, e têm a possibilidade de decidir se vão participar dessas viagens, que ajudam a escolher qual tipo de universidade tem mais a ver com seu próprio perfil.

Como um dos principais fatores que as universidades estrangeira levam em conta na hora de decidir se aceitam ou não um estudante são as cartas de recomendação, o Early Guidance aproveita que os alunos do programa ainda estão nos primeiros anos do Ensino Médio e dá importantes dicas de como se comportar e agir para que seus professores e coordenadores tenham excelentes comentários para escrever em suas cartas de recomendação.

Ou seja, não só o aluno irá ser preparado sobre os passos do processo seletivo em si, mas também receberá uma mentoria comportamental que gerará resultados que melhoram seu perfil como candidato.

Neste vídeo, você encontra informações importantes sobre o Early Guidance:

O que os alunos dizem sobre o Early Guidance

Júlia Radamés, uma das alunas que integram o programa, destaca a importância do trabalho personalizado.

“Acredito que a análise individual é fundamental, já que as pessoas têm valores e interesses diferentes. O processo é longo e essa análise permite que o orientador te conheça cada vez mais. O perfil de cada aluno é uma das partes mais decisivas na escolha de uma universidade. Além disso, o fato de que todos os orientadores têm experiência pessoal, ou seja, já estudaram em universidades americanas, ajuda muito”.

“Tenho aprendido ferramentas cruciais para entrar e me adaptar à faculdade no futuro, em especial a organização do tempo e dos horários e a prática de atividades extracurriculares, fatores que aprendi serem essenciais aos estudantes americanos. Como resultado do programa, fui aceita em dois cursos de verão esse ano (um de Harvard e outro da University of Chicago), provando mais uma vez a eficiência do Early Guidance”, conta Júlia.

Para Ana Victoria de Oliveira Vasconcellos, o Early Guidance vem aumentando a certeza que ela tinha de que estudar nos EUA seria o caminho certo a seguir.

“Desde que me entendo por gente tenho o sonho de estudar fora. Especificamente nos Estados Unidos, pois sempre tive a impressão de que lá tudo era melhor. E eu estava certa. Desde que comecei a ter as reuniões do Early Guidance venho me surpreendendo cada dia mais com o sistema universitário americano”.

“Em cada reunião, além de compararmos o “lá” com o “aqui”, também aprendo coisas novas. Por exemplo, você sabia que só precisa escolher seu curso após 2 anos de faculdade? Ou que lá você tem uma carga horária menor que a daqui? Ou até mesmo que você pode fazer seu curso e sua especialização, tudo junto?”

“E que os professores se preocupam com você e que realmente querem ver o seu sucesso? E que você ainda mora e pratica esportes na faculdade, e ganha bolsa? Aposto que não pois é uma realidade totalmente diferente da nossa”.

“Então, o que eu realmente tenho a dizer do Early Guidance é que ele só me fez ter mais certeza do que eu quero. Mais certeza de que meu futuro me aguarda lá!”, diz Ana Victoria.

Do Early Guidance para Harvard

Pietro Leite é um exemplo perfeito de como a preparação correta desde o início do ensino médio, alinhada a uma boa mentoria e ao empenho do aluno, pode levar o estudante a conquistar a vaga em sua universidade dos sonhos.

“Em cada sessão, o Early Guidance me esclareceu sobre como ocorre o processo de candidatura, o funcionamento das universidades nos EUA, como elas diferem das brasileiras etc.

Além disso, fora das sessões, a equipe me oferece um suporte enorme para a parte mais burocrática dos processos seletivos. Por exemplo, no final de fevereiro, decidi que queria fazer um programa de férias nos EUA, mas já estava muito em cima da hora.

Eu nunca havia me candidatado para qualquer programa no exterior e quase desisti. No entanto, graças à Daqui pra Fora, consegui preencher e mandar toda a papelada, e acabei sendo aceito no programa de verão de Harvard.

Enfim, a equipe é extremamente diligente e responsável, tiraram todas as minhas dúvidas e nunca me deixaram na mão. Com certeza, é um investimento que vale a pena”, atesta Pietro.

A aceitação no programa de verão de Harvard era apenas o início do trabalho de orientação do Early Guidance da Daqui pra Fora. Anos mais tarde, graças a esse trabalho em conjunto, Pietro Leite foi aceito em Harvard para iniciar sua graduação em agosto de 2017.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/05/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-2.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-05-25 00:00:002024-04-15 15:20:11Conheça o Early Guidance e saiba como pode ser útil

A experiência de Debora Abib em uma Junior College

25 de maio de 2017/54 Comentários/em Depoimentos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Hoje temos um post especial. Nossa aluna Deborah Abib escreveu para o blog contando sobre sua experiência estudando em uma Junior College – a Santa Monica College.

Leia o relato dela sobre esse tipo de universidade e conheça as vantagens de começar seus estudos em uma instituição semelhante.

Como é estudar em uma Junior College

Desde pequena, sempre sonhei em estudar fora. Desejava ir para uma universidade nos EUA, conhecer pessoas do mundo inteiro, ir a jogos de futebol americano e, aprender com “os melhores”.

Em janeiro de 2015, embarquei para Los Angeles com minha família e duas malas cheias. Finalmente, estava realizando um grande sonho da minha vida. Iria estudar em Santa Monica College (SMC) e depois de dois anos, transferir para a UCLA. Mas antes disso, muita coisa aconteceu…

Em 2014, quando estava aplicando para as faculdades americanas, minha nota geral do Ensino Médio era boa (uma média de 3.71 de 4 – nos EUA, as notas são medidas pela GPA, que é uma média entre as notas que vai de 0 a 4).

A importância da língua inglesa

Além disso, meu inglês não era um empecilho pois falava a língua muito bem. Meus resultados do SAT (o “ENEM americano”), por outro lado, não eram suficientes para entrar na sonhada UCLA.

No início, não conseguia me conformar com a ideia de que mesmo que aplicasse para lá, minhas chances de admissão eram mínimas. Devido as minhas notas e bom nível inglês, poderia ter entrado em ótimas instituições de ensino. Porém, com 17 anos, não tinha olhos para outra faculdade que não fosse a UCLA.

Tudo mudou quando, durante um café da tarde, a amiga da minha mãe me contou que a afilhada dela havia feito uma Junior College por dois anos e transferido com sucesso para a UCLA.

Antes disso, nunca havia ouvido falar sobre esse sistema e mil dúvidas surgiram na minha cabeça: O que eram os Junior Colleges? Por que poderia entrar em uma faculdade competitiva com mais facilidade depois desses dois anos? Fiquei entusiasmada pois havia, sim, um jeito de realizar meu sonho de ser uma “bruin”!*

O que é uma Junior College

O sistema das Junior Colleges consiste, basicamente, em fazer os dois primeiros anos de graduação em faculdades menores, transferir para outra maior e terminar o curso.

No sistema educacional americano, todos os alunos que ingressam nas universidades são obrigados a fazer aulas de educação geral por dois anos. Sendo assim, as Junior Colleges oferecem os cursos de matérias gerais por um preço mais acessível.

Os valores das aulas em uma JC chegam a ser 1/3 do preço da mesma aula em uma grande universidade. Isso foi ótimo para a minha família pois na época que comecei, o dólar disparou para R$ 4,20.

Além disso, outro ponto positivo de começar em uma Junior College é que o aluno não precisa fazer uma nova prova do SAT quando chegar a hora de transferir de uma JC para outras faculdades. O histórico escolar do ensino médio é “apagado” e o que passa a valer são as notas tiradas na JC.

Desse modo, entrar em algumas universidades mais competitivas acaba sendo mais fácil por esse sistema.  Decidi, assim, aplicar para o Santa Monica College e correr atrás dos meus sonhos.

Adaptação a Junior College

Na SMC, tive muito suporte de meus professores e conselheiros para me adaptar ao estilo acadêmico americano e realizar minha transferência. Lá, participei de aulas incríveis como a de conversação em francês, orientação de carreira, introdução à filme e ballet.

Fora essas, aprofundei ainda mais o inglês (principalmente a escrita), a matemática e a economia. Antes de ir para os EUA, tinha um certo preconceito com aulas diferentes do currículo brasileiro. Notei, porém, que os cursos que frequentei só aumentaram minha visão de mundo.

Aprendi a pedir ajuda quando tinha dúvidas, perguntar mais, trabalhar em grupo, expressar o que eu penso e conciliar estudos e vida social.

Conheci gente de todos os cantos do mundo, especialmente chineses! Eles me ensinaram inúmeras coisas interessantes sobre a cultura asiática, como por exemplo: o que comer, como celebrar o ano novo chinês, como praguejar etc.

Ao conviver com culturas diferentes, passei a entender melhor as pessoas e a lidar melhor com elas. Participei também de uma “Honor Society” chamanda Phi Theta Kappa.

A PTK é um clube da JC composto por alunos com bom desempenho acadêmico que almejam ajudar a comunidade, participar de convenções de networking, seminários de liderança, e ter oportunidades de bolsa de estudos. Com essa experiência, compreendi ainda mais sobre como servir uma pequena parcela da sociedade pode gerar um grande impacto.

Amadurecimento pessoal e profissional

O tempo que passei na Junior College foi importante para o meu amadurecimento pessoal e profissional. Tive contato com diversas instituições de ensino e acabei me apaixonando por uma certa universidade: a USC.

Antes de embarcar para a terra do tio Sam, nunca tinha ouvido falar da University of Southern California. Em uma aula de Orientação Acadêmica, minha conselheira estava ensinando a sala sobre o processo de transferência e, me conhecendo bem, ela insistiu que eu procurasse saber mais sobre a escola de Business da USC.

Depois da aula, fiz inúmeras pesquisas e percebi que a USC era mais parecida comigo do que a UCLA. Além de estar entre as top 25 universidades do país, o curso de Business da USC é reconhecido por ser mais prático e focado no mundo dos negócios. Tudo o que eu queria!

Quando estava quase completando 30 créditos na SMC – créditos são uma forma de medir quantas horas/aula você teve durante um período, no sistema de ensino americano – decidi começar minha aplicação de transferência.

Seguindo as orientações da minha conselheira, preparei meus documentos, notas, redações, cartas de recomendação, e enviei o pacote para a USC. No decorrer do processo, recebi bastante suporte da JC e da minha conselheira.

Elas me tranquilizaram e me encaminharam muito bem. Em julho de 2016, recebi um lindo presente de aniversário. Abri o envelope vermelho e lá estava minha resposta final: fui aceita!

Por fim, minha experiência na Santa Monica College foi muito positiva. Pude amadurecer alguns valores, fazer várias amizades, expandir minha visão de mundo e tornar-me mais independente. Além disso, encontrei a faculdade certa e o caminho para a minha carreira.

Se você quiser realizar o seu sonho de fazer faculdade no exterior, venha conversar com o nosso time de especialista para ajudarmos no processo. Basta preencher o formulário abaixo para começarmos uma conversa.

*1 (o mascote da UCLA é um urso chamado Bruin, por isso, os alunos da universidade recebem esse “apelido”)

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/05/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-3.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-05-25 00:00:002024-04-01 17:10:42A experiência de Debora Abib em uma Junior College

7 fatores avaliados para entrar em uma universidade americana

25 de maio de 2017/61 Comentários/em Estados Unidos, Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Muitos jovens que resolvem buscar informações sobre como ingressar nas universidades norte-americanas às vezes chegam com a pergunta: “Que nota preciso tirar para entrar em Harvard?”.  Infelizmente – ou felizmente –, o processo de seleção nos Estados Unidos é um pouco mais elaborado.

Enquanto no Brasil o único critério de seleção de quase todas as universidades é a nota do vestibular, lá o candidato precisa cumprir alguns requisitos, que geralmente são avaliados em conjunto. E esse método de avaliação vale para todos, inclusive para candidatos estrangeiros.

Requisitos Objetivos

As notas do ensino médio do aluno (incluindo também o nono ano) são o primeiro requisito objetivo considerado no processo de admissão para universidades americanas. Elas serão convertidas para o sistema americano, chamado GPA (Grade Average Point), uma escala que vai de 0 a 4.

O segundo requisito objetivo são as notas nos exames avaliatórios padronizados, que são o SAT ou o ACT. Os dois exames têm a mesma função do Enem no processo seletivo das universidades americanas: medir o conhecimento do estudante em áreas específicas.

O SAT é um exame que é composto por três seções: leitura/interpretação de texto; matemática e uma redação. As seções de leitura/interpretação de texto e matemática valem 800 pontos e a redação (opcional) é avaliada de uma forma diferente, com uma escala de 2 a 8.

Segundo o brasileiro Jáder Morais, que cursa o segundo ano na University of Pennsylvania, o SAT é bastante desafiador.

“A parte mais desafiadora do SAT é a adaptação à estratégia de prova. Muitas vezes, temos menos de um minuto para responder questões, o que é bastante diferente do estilo de prova no Brasil, em que temos vários minutos para pensar em soluções. Precisei fazê-la três vezes para atingir o meu objetivo”, afirma.

O ACT é uma prova composta por 215 questões de múltipla escolha, abrangendo as áreas
de matemática, inglês, interpretação de texto e ciências, além de uma redação opcional (apenas algumas faculdades exigem a redação). A nota da prova vai de 1 a 36 pontos. Assim como o SAT, o ACT também tem um tempo pré-determinado para a realização de cada seção.

Para alunos internacionais cuja língua não seja inglesa, o TOEFL, exame de proficiência em inglês, é outro requisito objetivo necessário no processo de admissão. O TOEFL tem quatro seções (reading, listening, writing e speaking) e cada uma vale 30 pontos.

Requisitos Subjetivos

Em seguida, começam as etapas mais subjetivas. Uma delas é uma carta de recomendação escrita por professores e coordenadores do candidato. O objetivo da universidade com isso é tentar perceber que tipo de aluno o candidato é na comunidade acadêmica.

Verificar se ele tem características de líder ou se é prestativo com os demais, por exemplo. Universidades norte-americanas costumam gostar de alunos mais participativos, pois consideram que enriquecem o ambiente acadêmico.

“Quem escreveu minha carta foi meu professor de geografia, meu professor de inglês e o coordenador do meu colégio”, conta Jáder.

“Nela constavam momentos marcantes de minha vida acadêmica aliados com alguns valores chave que a universidade onde estudo procura em alunos: liderança, responsabilidade, inteligência emocional, solidariedade e grandes sonhos”, destaca.

Outra etapa do processo de seleção leva em consideração as atividades extracurriculares do candidato. Isso porque as universidades nos Estados Unidos não desejam o tipo de aluno que só frequenta aulas.

Querem aquele que já faça algo desde antes, seja praticar esportes, fazer trabalho voluntário, manter um blog ou até mesmo dançar.

“Sempre pratiquei esportes e tive envolvimento com música. Mas, para mim, o mais importante, foi ter buscado fazer isso num nível alto, com muita paixão e dedicação”, explica Henrique. “Acredito que minhas atividades voluntárias, ajudando crianças pobres e com câncer, foram fundamentais para a minha aceitação”, diz Jáder.

Desempate

Em um processo de seleção com alunos geniais, de notas maravilhosas, cartas de recomendação excelentes, e envolvidos em atividades as mais diversas, o que vai desempatar? A redação.

A etapa da redação é a oportunidade que o candidato tem para fazer uma propaganda de si mesmo à universidade. É por meio dela que ele irá escrever sobre obstáculos que superou. Contar a respeito de pessoas que o influenciaram e de eventos importantes na sua vida.

Tudo de uma maneira “vendedora”, com o intuito de mostrar como esse candidato é único. Conta Henrique: “A redação deve ser pessoal e sincera. É a sua melhor oportunidade de mostrar porque você é ‘gente boa’. A minha focou naquelas coisas que me motivam, e em histórias que ajudaram a definir quem sou”.

Por fim, há uma etapa de entrevista, que acontece normalmente nas faculdades mais concorridas. Trata-se de uma oportunidade de ver se os alunos são realmente aquilo que estão no papel.

Normalmente, quem entrevista os candidatos são ex-alunos das universidades, que o fazem de forma voluntária. No Brasil isso costuma ocorrer via Skype. Quando há alguns ex-alunos brasileiros, a entrevista pode acontecer pessoalmente.

É mais fácil, então?

Alguns acham o processo americano confuso, outros acham mais justo. É bem mais confuso não saber o que o aluno precisa fazer para entrar em universidade X.

Não existe nota mínima, não existem pré-requisitos além dos básicos (nível de inglês, diploma do Ensino Médio), não tem receita ou fórmula secreta.

O processo é completamente baseado em histórico: qual o perfil do brasileiro que entrou em tal universidade? Que nota que os alunos que entraram no passado tiraram? Em que colégio estudaram? Quais foram as atividades extracurriculares?

E mesmo se um aluno tiver um perfil muito parecido com o de um que entrou, isso não garante que no próximo ano, esse perfil de aluno seja aceito.

Mas também pode ser considerado mais justo já que os alunos, sob os olhos dos coordenadores de admissão, não são só um número. Os alunos são avaliados como pessoas. As notas nos testes e as médias no colégio só contam parte da história.

Como saber se além de ser extremamente estudioso, esse garoto também é um excelente atleta? A lista de premiações pode ilustrar isso. Como saber como é difícil conseguir tirar nota alta no colégio? O coordenador pode falar do rigor acadêmico do colégio.

Como saber que esse aluno é extremamente motivado por mudanças sociais? A redação do aluno pode contar a história de quem o influenciou a se envolver nas causas sociais. Aqui no Brasil, o resultado de todos os anos de esforço é medido através do vestibular, um evento que acontece uma vez ao ano na vida do aluno.

Alunos que se esforçam academicamente durante sua vida escolar podem não passar no teste. Alunos que resolvem levar os estudos a sério, somente a partir do 3º ano, podem passar no vestibular se esforçando apenas alguns meses das suas vidas.

Mentoria

Sabendo da complexidade do processo seletivo das universidades americanas, como se preparar adequadamente para aumentar suas chances?

Muitos alunos ao redor do mundo sentem a necessidade de contarem com a ajuda de uma mentoria, já que ter alguém com experiência no assunto para guiar o aluno durante cada passo pode ser determinante.

Pietro Leite, aluno aprovado em Harvard em 2017, contou com a consultoria da Daqui pra Fora desde o primeiro ano do ensino médio, através do programa Early Guidance.

A experiência de quem entende do assunto pode ser determinante para ajudar o aluno a e definir a melhor universidade possível, de acordo com seu perfil como estudante.

Quer receber mais conteúdos relevantes como esse? Então assine agora a nossa newsletter.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/05/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-5.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-05-25 00:00:002024-04-08 17:41:487 fatores avaliados para entrar em uma universidade americana
Página 4 de 512345

Próximos eventos

  • Por dentro da ciência da aprendizagem16 de setembro de 2020 - 14:24

    Como a cidadania impacta processos seletivos e oportunidades acadêmicas.

  • Faculdades na Europa: com ou sem a cidadania europeia1 de setembro de 2020 - 15:41

    Como a cidadania impacta processos seletivos e oportunidades acadêmicas.

Ver todos

Rua Tabapuã, 82. 4º andar
Itaim Bibi – São Paulo

(11) 3049-0400
contato@daquiprafora.com.br
Política de privacidade

 

Assine nossa newsletter

 

Scroll to top