Se hoje podemos desfrutar de tecnologias avançadas e uma compreensão maior sobre o ambiente que nos cerca, devemos agradecer aos grandes pensadores da humanidade. Nomes como Isaac Newton, Charles Darwin e, mais recentemente, Stephen Hawking desenvolveram teorias que mudaram para sempre nosso entendimento sobre o mundo.
E sabe o que os cientistas citados têm em comum? Os três, em algum momento de suas vidas, frequentaram a Universidade de Cambridge, uma das principais da Inglaterra.
A instituição, que é a segunda universidade mais antiga entre as que usam a língua inglesa, é considerada uma das mais importantes do planeta, muito por conta de sua histórica contribuição para diversas áreas de conhecimento.
Quer conhecer melhor a história e tradição da Universidade de Cambridge? Neste texto, além de abordar esses pontos, vamos falar sobre a vida no campus da universidade, explicar como é o processo de admissão e, ainda, listar alguns dos seus ex-alunos mais notáveis. Continue a leitura!
Qual é a história da Universidade Cambridge?
No final do século XII, as instituições de ensino superior ainda não eram reconhecidas como essenciais para o desenvolvimento do país. Na Europa, os estudos eram, basicamente, comandados por monges enviados pela igreja para lecionar em diferentes áreas. Uma delas era Cambridge.
A tradição de ensino que já existia na região foi um dos fatores que atraíram acadêmicos saídos da Universidade de Oxford, que passava por problemas legais.
Em 1209, pegando emprestado o nome da cidade, eles formaram a Universidade de Cambridge. Contudo, apenas 22 anos depois o rei da Inglaterra concedeu à instituição o monopólio do ensino na região.
O que começou com um pequeno grupo de educadores buscando um lugar para conduzir seus estudos e pesquisas se desenvolveu em uma das universidades mais importantes da história.
Mais de 810 anos depois de sua fundação, a Universidade de Cambridge conta com 18.000 estudantes e é um nome certo no topo dos principais rankings que avaliam organizações de ensino.
Principais cursos oferecidos na Universidade de Cambridge
A Universidade de Cambridge é dividida em 31 colégios independentes, que são supervisionados pela administração central. Entre eles, são oferecidos 30 cursos de graduação com mais de 60 opções diferentes de especialização.
Entre os seus departamentos mais prestigiados, está o de anatomia, considerado o mais qualificado do mundo pelo QS World Rankings.
No mesmo ranking, Cambridge aparece entre as 10 melhores universidades em nada menos que 39 cursos. Áreas como linguagens, ciências naturais, engenharia e matemática atraem estudantes do mundo todo: o corpo estudantil conta com integrantes originários de mais de 50 países.
A instituição tem o compromisso de sempre estender e modernizar os campos de estudo. Para isso, conta com 6 cadeiras universitárias que servem como base para o desenvolvimento dos currículos de estudo. São elas:
- Artes e humanas;
- Ciências biológicas;
- Medicina clínica;
- Humanas e ciências sociais;
- Ciências físicas;
- Tecnologia.
Quem são os ex-alunos notáveis da Universidade Cambridge?
Com tantos séculos de história, seria preciso mais que um post em um blog para listar, de forma justa, os principais alumni ligados à instituição. São diversos profissionais e pesquisadores que revolucionaram suas áreas de estudo e contribuíram de forma única para vários setores da sociedade.
Para se ter uma ideia, são 120 vencedores do Prêmio Nobel, 11 ganhadores da Medalha Fields e 14 primeiros-ministros da Inglaterra. Saiba mais sobre alguns deles.
Isaac Newton
Filósofo, físico, matemático e teólogo, Sir Isaac Newton conduziu grande parte de seus experimentos no solo da Universidade de Cambridge. Lá, ele foi aluno, professor e até membro do Parlamento inglês, representando os interesses da universidade.
Newton é um dos nomes mais importantes da história da ciência, sendo o responsável por desenvolver a lei da gravidade e as três leis de movimento, que ficaram conhecidas como Leis de Newton.
Charles Darwin
Frustrado com a relutância de Charles Darwin em concluir a faculdade de medicina, seu pai o enviou para Cambridge com o objetivo de torná-lo um homem do clero. Não foi o que aconteceu. Lá, Darwin descobriu a paixão pelo estudo da natureza, o que o levou a estruturar a teoria da evolução.
Ian McKellen
Não apenas cientistas se formaram em Cambridge. A universidade lançou ao mundo talentos nas áreas mais diversas, incluindo arte. Um dos exemplos bem-sucedidos é Ian McKellen, famoso por personagens como o Magneto, de “X-Men”, e Gandalf, de “Senhor dos Anéis”.
Alan Turing
Você já assistiu a “O Jogo da Imitação”? O filme conta a história de Alan Turing, um matemático formado na Universidade de Cambridge que teve contribuição decisiva na Segunda Guerra Mundial.
Seu trabalho era tão à frente de seu tempo que, até hoje, os conhecimentos de Turing são utilizados na ciência da computação, especialmente no que diz respeito à inteligência artificial.
Como entrar em Cambridge sendo brasileiro?
Como você deve imaginar, ingressar na Universidade de Cambridge é uma missão que inclui vasta concorrência. Porém, trata-se de algo completamente possível, especialmente se você se preparar bem. O mais importante é checar a data-limite para início da aplicação, que costuma variar de ano para ano.
No website da universidade, você pode preencher a aplicação e responder a alguns questionários extras. Com isso feito, é preciso enviar alguns documentos específicos, como o histórico escolar do ensino médio, o diploma e o certificado de conclusão. O processo seletivo também exige uma redação, cujo tema varia de acordo com o curso.
Em seguida, você poderá ser convidado para agendar uma entrevista, que nem sempre é solicitada. Entre todos os aplicantes, cerca de 75% chegam a essa etapa.
Com todos os passos realizados, é só esperar uma decisão oficial da instituição, o que acontece antes do fim de janeiro.
Como é a vida no campus da Universidade de Cambridge?
A vida do estudante na Universidade de Cambridge é uma das experiências mais ricas que se pode ter. O campus é formado por edifícios com séculos de história — entre eles, mais de 100 bibliotecas, sendo que a principal delas conta com mais de 8 milhões de volumes disponíveis para a população universitária.
Além disso, o espaço abriga museus, galerias de arte e até um jardim botânico. Os dormitórios são bem próximos ao Centro da cidade, o que facilita a locomoção dos alunos, que, aliás, representam 20% dos habitantes de Cambridge.
Existe, ainda, um espaço comum que serve como ponto de encontro para os estudantes, que têm acesso a comida, bebida, jogos, TVs e muito mais. Fora do campus, é possível visitar bares, restaurantes, lojas e múltiplos estabelecimentos voltados ao entretenimento, arte e cultura.
Os séculos de excelência que caracterizam a Universidade de Cambridge representam uma experiência única para seus estudantes. Além do contato com pessoas de todos os lugares do mundo, a instituição proporciona uma educação qualificada e é muito bem-vista pelo mercado de trabalho. Não é à toa que ocupa a quinta posição no ranking Times Higher Education.
Tem o sonho de estudar em Cambridge e gostaria de uma assistência especializada? A Daqui pra Fora pode te ajudar. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
Universidade no Exterior: como escolher para quais se candidatar
/116 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaUma das grandes vantagens de fazer faculdade no exterior é a enorme rede de opções de universidades que existe lá fora, principalmente nos Estados Unidos, no Canadá e no Reino Unido. Sem dúvida, o número de instituições de alto nível é um dos principais atrativos para os estudantes. Das 100 melhores universidades do mundo, segundo o reconhecido ranking Times Higher Education, 56% delas ficam distribuídas nesses três países.
Justamente por haver tantas alternativas, é fundamental saber exatamente para onde se candidatar, escolher as universidades que realmente estejam alinhadas com o seu perfil. Há vários aspectos que precisam ser levados em conta para acertar, tanto no que diz respeito às chances de ser aceito, como em se sentir bem e no lugar certo durante o curso.
Com centenas de opções à frente, criar de uma boa lista de universidades para aplicar não é uma tarefa fácil, mas é, sem dúvida, um dos principais pontos na estratégia de candidatura para as universidades no exterior. Afinal, se o alvo não for correto e preciso, o esforço pode ser desperdiçado.
O que levar em conta na hora de escolher onde aplicar
É muito importante focar a candidatura em instituições que se encaixem no seu perfil, buscando destinos que estejam alinhados com o seu jeito de ser, de estudar, de se relacionar e que também estejam ao alcance do investimento previsto pela família.
Para isso, vale a pena refletir sobre alguns aspectos e definir, entre eles, quais são suas prioridades.
· O país onde quer estudar
· A localização da universidade
· O tamanho da cidade
· O tamanho da universidade
· A qualidade e estilo acadêmico
· Os cursos oferecidos
· O grau de internacionalização da instituição
· Seu estilo de vida
· Atividades sociais locais
Pensar sobre cada um destes pontos e estabelecer quais deles são mais importantes ou menos importantes para você permite eliminar algumas possibilidades e focar em outras.
A definição das universidades vai direcionar a candidatura
Elaborar uma boa lista de universidades é o primeiro passo na elaboração da candidatura, que envolve várias etapas. Ela vai ajudar a definir toda a estratégia a ser utilizada. E uma boa estratégia com certeza aumenta as chances de aprovação.
A partir dessa definição, por exemplo, o aluno vai direcionar como escrever seus personal statements, vai se engajar em atividades extracurriculares que sejam mais relevantes para aquelas universidades e vai escolher os professores mais adequados para escrever as cartas de recomendação (de acordo com o perfil acadêmico da instituição e do curso).
Orientação para elaborar a lista das universidades
Selecionar as universidades e elaborar uma lista para onde aplicar exige muitas horas de dedicação pesquisando nos sites de cada universidade. Além de serem inúmeras opções, a quantidade de informação nos sites é muito grande.
Os critérios de avaliação ainda podem mudar de universidade para universidade. Além disso, é importante saber que cada país dá importância diferente a cada etapa do processo e muitas vezes solicitam documentos diferentes.
Por isso, contar com uma equipe de especialistas nesse momento pode fazer toda diferença.
A Daqui pra Fora tem equipes especializadas em identificar o perfil do aluno e cria, junto com ele, uma lista de, em média, 126 ou mais opções de universidades que se alinham com os interesses e com as possibilidades de investimento de cada um.
São profissionais que estão sempre em contato com as faculdades, que conhecem a fundo cada uma delas e seus requisitos e que podem te orientar para otimizar sua pesquisa, dando dicas sobre quais informações buscar e onde encontrá-las.
Conhecendo o perfil do candidato (baseado inicialmente em desempenho acadêmico, resultado dos testes, orçamento da família, atividades extracurriculares e necessidade de bolsa de estudos), a equipe de especialistas da Daqui pra Fora elabora uma primeira lista de opções para cada aluno. A partir daí, o aluno entra com suas preferências pessoais (aquelas mencionadas acima).
A lista sempre contém opções mais competitivas e outras mais seguras, mas todas as opções apresentam chances reais de aprovação.
Esta lista ainda é revisada várias vezes pelo candidato e pela família, até que se chegue à versão final, condizente com a estratégia de application.
A orientação especializada é muito importante, já que os profissionais têm muita experiência na identificação de perfis dos candidatos e também conhecem a fundo as características das universidades. Além de trazer um resultado mais preciso, esse tipo de assessoria agiliza o processo e evita o enorme trabalho do aluno de ter que ficar procurando site por site as informações das universidades.
Para saber mais sobre como funciona este serviço tão importante no processo de application, entre em contato conosco pelo nosso WhastsApp.
Engenharia da Computação: principais faculdades no exterior
/95 Comentários/em Carreira, Cursos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaO mercado profissional das áreas relacionadas à tecnologia, como a Engenharia da Computação, está em franca ascensão ao redor do mundo. Ligados às constantes mudanças do mercado e à necessidade de profissionais especializados e capazes de inovar constantemente, empresas e países têm facilitado a entrada de estudantes ou graduados que desejam fazer suas carreiras no segmento.
Em pesquisa divulgada pela Computer World, a migração dos chamados experts digitais (profissionais das áreas de programação, desenvolvimento web, criação de aplicativos e softwares e inteligência artificial) acontece, em especial, para Estados Unidos, Canadá, Portugal, Alemanha e Austrália.
Se você pensa em estudar Engenharia da Computação e fazer parte da estatística dos experts digitais que se especializam e trabalham fora do país, este artigo é para você! Saiba mais sobre o curso e as melhores instituições de ensino da área.
Engenharia da Computação e os avanços tecnológicos
Para qualquer lado que olhemos, podemos enxergar o avanço tecnológico pelo qual nossa sociedade vem passando. E a tendência, segundo especialistas, é de que o cenário se digitalize e se automatize ainda mais.
O mercado atual tem objetivos muito claros, e a tecnologia vem se mostrando uma aliada extremamente assertiva na busca pelo cumprimento deles.
Experiência do usuário, usabilidade de aplicativos, programas e softwares e a autonomia para realizar tarefas são características que devem ser incorporadas em todo tipo de aparelho.
Essas são áreas que dependem intimamente do trabalho do engenheiro da computação, que, entre suas possíveis saídas profissionais, pode investir no estudo da tecnologia de última geração.
Conheça o curso de Engenharia da Computação
O portal Unigranrio divulgou, recentemente, uma lista publicada pelo Bureau Labor Statistics (BLS), dos Estados Unidos, apresentando as 10 profissões mais promissoras no país até 2026.
E adivinhe só? A profissão de desenvolvedor de software, uma das possibilidades para quem estuda Engenharia da Computação, ocupava o segundo lugar, perdendo apenas para a profissão de enfermeiro.
Inspirador, não é? Mas ainda tem mais! A seguir, explicamos detalhadamente sobre a profissão de engenheiro da computação e damos algumas dicas para encontrar a melhor universidade no exterior!
O que é Engenharia da Computação?
Engenharia da Computação é um ramo da engenharia que soma vertentes das áreas de Ciência da Computação e Engenharia Eletrônica para formar profissionais preparados para atuar com desenvolvimento de hardware.
Isso significa que um engenheiro da computação não fica focado exclusivamente nos sistemas operacionais, mas vai além, pensando principalmente nas formas de integrá-los aos sistemas, tornando-os automatizados e com melhor usabilidade.
Qual a estrutura geral do curso?
Sabemos que cada instituição trabalha com uma estrutura diferente para os cursos de engenharia. Há aquelas que iniciam com uma base comum (com disciplinas voltadas para o ensino de Matemática, Física, Química e Computação) e, ao longo do curso, vão se desmembrando em especialidades, e aquelas que já começam com grades específicas para cada vertente da área.
De uma forma geral, podemos dizer que o aluno de Engenharia da Computação vai adquirir conhecimentos sobre técnicas computacionais, automatização de processos, desenvolvimento de soluções digitais, processamento de dados e redes, processamento e armazenamento de informações e muito mais.
Algumas das matérias lecionadas no curso de Engenharia da Computação da Universidade de Stanford, por exemplo, são:
Como trabalha um Engenheiro da Computação?
Um dos aspectos importantes a considerar antes de escolher a melhor graduação é o mercado de trabalho. Compreender as principais opções e definir a linha de atuação na qual deseja exercer a profissão pode tornar os estudos mais proveitosos e focados.
Para os profissionais de Engenharia da Computação, as opções são inúmeras. Por se tratar de uma área em crescimento, as oportunidades de trabalho não param de surgir.
Algumas das opções de áreas de atuação para quem faz faculdade de Engenharia da Computação são:
É importante ressaltar que, caso haja a intenção de cursar a graduação no exterior e retornar para o Brasil, o exercício da profissão de Engenheiro da Computação só deve acontecer mediante emissão do registro no CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia – e para isso será necessário validar seu diploma aqui. Esse procedimento costuma ser simples.
Principais faculdades de Engenharia da Computação fora do país
Os Estados Unidos lideram os rankings das melhores faculdades de Engenharia do mundo. No ranking divulgado pela QS, referente ao ano de 2018, as duas primeiras posições foram ocupadas por instituições norte-americanas.
A grande vantagem dessas universidades é que elas oferecem um completo programa de bolsas de estudos e auxílios a seus estudantes, estimulando o bom desempenho acadêmico e o desenvolvimento de pesquisas relevantes para a sociedade.
Confira, a seguir, as 3 primeiras posições do ranking de melhores faculdades de Engenharia e Tecnologia do mundo:
Descubra quando começar a se preparar
Se já decidiu e deseja fazer sua graduação fora do país, é preciso saber também quando começar a se preparar para fazer faculdade no exterior.
Com um planejamento bem-feito e com a orientação e o apoio de quem entende do assunto, a experiência de estudar Engenharia da Computação fora do país tem tudo para dar certo!
Agora que você já sabe tudo sobre o curso de Engenharia da Computação, que tal assinar nossa newsletter? Assim, você fica por dentro de todos os conteúdos da Daqui pra Fora!
Engenharia da Computação: as principais faculdades no exterior
/61 Comentários/em Cursos /por Daqui pra ForaO mercado profissional das áreas relacionadas à tecnologia, como a Engenharia da Computação, está em franca ascensão ao redor do mundo. Ligados às constantes mudanças do mercado e à necessidade de profissionais especializados e capazes de inovar constantemente, empresas e países têm facilitado a entrada de estudantes ou graduados que desejam fazer suas carreiras no segmento.
Em pesquisa divulgada pela Computer World, a migração dos chamados experts digitais (profissionais das áreas de programação, desenvolvimento web, criação de aplicativos e softwares e inteligência artificial) acontece, em especial, para Estados Unidos, Canadá, Portugal, Alemanha e Austrália.
Se você pensa em estudar Engenharia da Computação e fazer parte da estatística dos experts digitais que se especializam e trabalham fora do país, este artigo é para você! Saiba mais, a seguir, sobre o curso e as melhores instituições de ensino da área.
Engenharia da Computação e os avanços tecnológicos
Para qualquer lado que olhemos, podemos enxergar o avanço tecnológico pelo qual nossa sociedade vem passando. E a tendência, segundo especialistas, é de que o cenário se digitalize e se automatize ainda mais.
O mercado atual tem objetivos muito claros, e a tecnologia vem se mostrando uma aliada extremamente assertiva na busca pelo cumprimento deles. Experiência do usuário, usabilidade de aplicativos, programas e softwares e a autonomia para realizar tarefas são características que devem ser incorporadas em todo tipo de aparelho e que dependem intimamente do trabalho do engenheiro da computação, que, entre suas possíveis saídas profissionais, pode investir no estudo da tecnologia de última geração.
Conheça o curso de Engenharia da Computação
O portal Unigranrio divulgou, recentemente, uma lista publicada pelo Bureau Labor Statistics (BLS), dos Estados Unidos, apresentando as 10 profissões mais promissoras no país até 2026.
E adivinhe só? A profissão de desenvolvedor de software, uma das possibilidades para quem estuda Engenharia da Computação, ocupava o segundo lugar.
Inspirador, não é? Mas ainda tem mais! A seguir, explicamos detalhadamente sobre a profissão de engenheiro da computação e damos algumas dicas para encontrar a melhor universidade no exterior!
O que é Engenharia da Computação?
Engenharia da Computação é um ramo da engenharia que soma vertentes das áreas de Ciência da Computação e Engenharia Eletrônica para formar profissionais preparados para atuar com desenvolvimento de hardware. Isso significa que um engenheiro da computação não fica focado exclusivamente nos sistemas operacionais, mas vai além, pensando principalmente nas formas de integrá-los aos sistemas, tornando-os automatizados e com melhor usabilidade.
Qual a estrutura geral do curso?
Sabemos que cada instituição trabalha com uma estrutura diferente para os cursos de engenharia. Há aquelas que iniciam com uma base comum (com disciplinas voltadas para o ensino de Matemática, Física, Química e Computação) e, ao longo do curso, vão se desmembrando em especialidades, e aquelas que já começam com grades específicas para cada vertente da área.
De uma forma geral, podemos dizer que o aluno de Engenharia da Computação vai adquirir conhecimentos sobre técnicas computacionais, automatização de processos, desenvolvimento de soluções digitais, processamento de dados e redes, processamento e armazenamento de informações e muito mais.
Algumas das matérias lecionadas no curso de Engenharia da Computação da Universidade de Stanford, por exemplo, são:
• Estruturas de Dados e Algoritmos;
• Introdução à Probabilidade para Cientistas da Computação;
• Fundamentos de Matemática para Computação;
• Princípios de Sistemas Computacionais;
• Organização e Sistemas Computacionais
Como trabalha um Engenheiro da Computação?
Um dos aspectos importantes a considerar antes de escolher a melhor graduação é o mercado de trabalho. Compreender as principais opções e definir a linha de atuação na qual deseja exercer a profissão pode tornar os estudos mais proveitosos e focados.
Para os profissionais de Engenharia da Computação, as opções são inúmeras. Por se tratar de uma área em crescimento, as oportunidades de trabalho não param de surgir.
Algumas das opções de áreas de atuação para quem faz faculdade de Engenharia da Computação são:
• planejamento e coordenação de atividades voltadas ao comércio de equipamentos e estruturas em informática;
• gerenciamento de redes e suporte técnico de computadores;
• desenvolvimento de projetos e implementação de sistemas digitais, robôs, sensores e demais itens voltados ao controle e automação das indústrias;
• criação e fabricação de hardwares;
• desenvolvimento de softwares e aplicativos;
• automação industrial e robótica;
• pesquisa científica e acadêmica.
É importante ressaltar que, caso haja a intenção de cursar a graduação no exterior e retornar para o Brasil, o exercício da profissão de Engenheiro da Computação só deve acontecer mediante emissão do registro no CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia e para isso será necessário validar seu diploma aqui, um procedimento que costuma ser simples.
Quais as principais faculdades de Engenharia da Computação fora do país?
Os Estados Unidos lideram os rankings das melhores faculdades de Engenharia do mundo. No ranking divulgado pela THE, referente ao ano de 2019 as duas primeiras posições foram ocupadas por instituições norte-americanas. A grande vantagem dessas universidades é que elas oferecem um completo programa de bolsas de estudos e auxílios a seus estudantes, estimulando o bom desempenho acadêmico e o desenvolvimento de pesquisas relevantes para a sociedade.
Confira, a seguir, as 3 primeiras posições do ranking para EUA e Reino Unido, de melhores faculdades de Engenharia e Tecnologia do mundo:
• University of Oxford – Reino Unido
• Stanford University – Estados Unidos
• Massachussets Institute of Technology (MIT) – Estados Unidos
Descubra quando começar a se preparar
Se já está decidido e deseja fazer sua graduação fora do país, é preciso saber também quando começar a se preparar para fazer faculdade no exterior. Com um planejamento bem-feito e com a orientação e o apoio de quem entende do assunto, a experiência de estudar Engenharia da Computação fora do país tem tudo para dar certo!
Agora que você já sabe tudo sobre o curso de Engenharia da Computação, que tal assinar nossa newsletter? Assim, você fica por dentro de todos os conteúdos da Daqui pra Fora!
Como validar seu diploma do exterior no Brasil
/114 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaFazer faculdade fora, voltar e exercer a profissão no Brasil é o plano de muitos estudantes quando pensam no futuro. Mas dúvidas sobre a validação do diploma do exterior no Brasil são comuns e podem fazer muita gente desistir do plano sem necessidade. Hoje este é um processo comum, feito por milhares de pessoas anualmente no Brasil.
Se você também tem dúvidas sobre a validação de diploma do exterior, entenda a seguir como funciona a validação do diploma e veja que é bem mais simples do que você imaginava.
Por que é preciso validar seu diploma da faculdade no exterior?
A revalidação de diploma é um processo criado em 1996 pelo governo brasileiro que autentica diplomas adquiridos em universidades no exterior. Em 2016, este processo se tornou mais ágil com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Atualmente, em até seis meses o diploma é revalidado.
Para que o diploma seja validado, o curso feito no exterior precisa ser do mesmo nível ou área equivalente ao disponibilizado pela instituição brasileira, respeitando os acordos internacionais de reciprocidade ou equiparação.
A partir da revalidação, o diploma pode ser declarado equivalente aos concedidos no Brasil e passa a ter validade nacional, possibilitando a entrada no mercado de trabalho de forma legal e regularizada.
O Brasil não tem nenhum acordo de validação ou reconhecimento automático de diplomas de nível superior com nenhum país. Portanto, as regras são as mesmas para todos os países do mundo.
Como validar seu diploma no Brasil
A validação de diploma de graduação precisa ser feita por uma universidade pública brasileira (federal ou estadual). Para dar início ao processo, o recém-formado precisa selecionar a instituição e buscar informação sobre toda a documentação necessária. Em seguida, reúne essa documentação e envia para análise.
A instituição tem 30 dias para analisar se a documentação está adequada. Em caso positivo, dá origem a um protocolo e segue o processo. O trâmite normal deve ser cumprido em 180 dias.
Na universidade pública que o aluno escolheu, o currículo será avaliado para que se verifique a compatibilidade com a grade brasileira. Com 70% de compatibilidade, o diploma é validado.
Essa compatibilidade não está relacionada ao número de horas ou créditos das disciplinas. É fundamental que o histórico informe se foram abordados pelo menos 70% do conteúdo exigido pela universidade brasileira.
É possível que a instituição solicite o cumprimento de algumas matérias adicionais para finalizar o processo. Por isso, uma dica importante para quem vai adquirir um diploma no exterior e pensa em trabalhar no Brasil é cursar mais matérias que estejam diretamente relacionadas à carreira escolhida.
Para o julgamento da equivalência, é constituída uma Comissão Especial, composta por professores que tenham qualificação compatível com a área do conhecimento a ser analisada.
Se houver dúvida em relação à similaridade do curso, essa Comissão pode determinar a realização de exames e provas complementares.
Lembre-se de que nem todos as áreas exigem revalidação de diploma. As empresas não exigem revalidação para quem pretende trabalhar em áreas de negócios, como Administração, Economia, Marketing, RH etc.
Onde validar meu diploma do exterior?
Quando agilizou o processo de validação de diploma, o governo criou o Portal Carolina Bori, uma plataforma que reúne todas as informações sobre o processo, incluindo a lista de universidades disponíveis para revalidação de cada carreira.
O recém-formado entra com seus dados e vê quais universidades estão com vagas e processos abertos para a revalidação de diploma na sua área. Antes da criação desse portal, era preciso pesquisar de universidade em universidade qual tinha disponibilidade.
O portal unifica todos os pedidos de revalidação de diploma no Brasil. Toda a comunicação entre o requerente (o diplomado) e a universidade é feita via plataforma Carolina Bori, desde a documentação necessária até a divulgação do resultado final.
Agora que você já sabe que existe a possibilidade de revalidar o diploma e que o processo não é um bicho de 7 cabeças (ao contrário), pode ir sossegado fazer sua faculdade no exterior.
Saiba mais como se preparar para as provas do processo seletivo em nosso artigo específico sobre cada teste exigido pelas instituições no exterior.
Como fazer faculdade de Arquitetura no exterior?
/54 Comentários/em Cursos /por Daqui pra ForaA arquitetura mescla conceitos e conhecimentos tanto da área de exatas como da área de humanas e pode ser um bom caminho para estudantes criativos e ao mesmo tempo estratégicos — afinal, o planejamento faz parte da rotina desse profissional. Mas como fazer faculdade de Arquitetura no exterior?
Novas possibilidades de atuação têm surgido, especialmente por conta do advento de novas tecnologias e do crescimento do debate sobre mobilidade urbana. São os arquitetos os principais responsáveis por criar e guiar as melhores saídas ao deslocamento das pessoas em contextos urbanos de forma que seja interessante à cidade e também à própria população.
Escolher um curso de graduação é algo decisivo. Além de decidir sobre o curso, é preciso considerar onde estudar — e passar os próximos quatro ou cinco anos da sua vida. Muitos estudantes consideram a saída do país em prol de uma capacitação mais elevada em universidades no exterior.
Continue com a gente e saiba mais sobre o curso de arquitetura e as possibilidades que ele oferece ao ser feito no exterior!
Por que estudar arquitetura?
Se você busca formas de estimular a sua criatividade, gosta de ver os resultados do seu trabalho de forma tangível e deseja que ele tenha impacto na vida das pessoas, a arquitetura pode ser uma boa escolha.
Comumente, o estudante que opta por esse curso de graduação se interessa por desenho, planejamento, organização espacial, arte e história.
A arquitetura é a disciplina que projeta ambientes internos e externos — o que vai de uma sala de estar a uma cidade inteira. Organização e comprometimento com prazos são outras características bastante exigidas desse profissional, que frequentemente atua em conjunto com engenheiros e designers.
Como é o trabalho de um arquiteto?
O arquiteto encontra oportunidades tanto no mercado privado como no setor público. Esse profissional pode ser requisitado para supervisionar obras, reformas, além de planejar construções de ambientes internos e externos desde o início.
Isso significa considerar todos os aspectos possíveis para que aquele seja um ambiente confortável, agradável, funcional e não agressivo ao meio ambiente.
Vamos usar a construção de uma casa como exemplo: o arquiteto será o responsável por identificar como aproveitar a iluminação natural, quais materiais utilizar na obra, como usar a área disponível e onde incluir pontos elétricos e hidráulicos.
E não acaba por aí, já que ele pode ser acionado para acompanhar o desenvolvimento do projeto e garantir que tudo saia dentro dos conformes.
Atualmente, esse profissional também tem sido muito requisitado em assuntos referentes à mobilidade urbana. O debate sobre o tema tem crescido, o que aumenta a procura por profissionais habilitados a entender as implicações e a pensar melhorias ao deslocamento em contextos urbanos.
Por que estudar arquitetura no exterior?
Se você procura por uma boa capacitação, já deve ter considerado a possibilidade de fazer uma graduação no exterior, não é mesmo? Além das vantagens culturais que a experiência traz, o peso de ter uma instituição internacional no currículo conta bastante no retorno ao Brasil.
Mas não é só isso: é preciso considerar também os benefícios específicos de se fazer um curso de arquitetura no exterior. Como falamos, uma das principais disciplinas do graduando é história da arquitetura.
Ao ter essa matéria fora do país — especialmente na Europa —, você fica muito mais próximo de grandes e clássicas construções da era medieval, industrial, moderna e até mesmo contemporânea.
Onde estudar arquitetura no exterior?
Para estudar arquitetura no exterior, é preciso ser aprovado em um processo seletivo, o qual varia de acordo com o país de destino escolhido e com a universidade.
No exterior, o histórico escolar e atividades extracurriculares realizadas durante os Ensinos Fundamental e Médio são conferidos, assim como a nota do SAT (ou processo semelhante) e da proficiência.
As melhores universidades para cursar arquitetura no exterior são também aquelas que se destacam em outras áreas. A seguir, listamos algumas boas opções para quem quer uma vaga nos Estados Unidos, no Reino Unido e no Canadá. Confira!
Estados Unidos
Reino Unido
Canadá
O curso de arquitetura prepara o estudante para atuar no planejamento de ambientes diversos, além de permitir a atuação na organização e no planejamento administrativo de cidades.
Optar pela graduação no exterior é uma escolha que aumenta o leque de oportunidades desse profissional depois de formado, que pode voltar ao Brasil mais requisitado ou dar sequência a uma carreira internacional.
Tem alguma outra dúvida sobre o curso de arquitetura ou sobre como se preparar para uma graduação no exterior? Deixe seu comentário abaixo. Estamos aqui para ajudá-lo!
Faculdade de Marketing no exterior? Veja 5 dicas incríveis!
/25 Comentários/em Cursos /por Daqui pra ForaO Marketing é a área que estuda mercados, identifica necessidades e traça estratégias de comunicação a consumidores e clientes em potencial. Ele é comumente dividido em quatro grandes segmentos, conhecidos como os 4 P’s: preço, praça (ou ponto de venda), produto e promoção.
Para ter sucesso, esse profissional precisa conhecer não somente o seu público, mas também os canais utilizados por eles — os quais estão em constante transformação, especialmente desde a popularização da internet e do marketing digital.
Com o mercado extremamente competitivo que temos hoje, esse profissional é cada vez mais requisitado em empresas de todos os portes. Quer conhecer mais sobre essa graduação e as possibilidades que ela oferece? Então continue com a gente, acompanhe este texto até o fim e confira 5 valiosas informações sobre o curso.
1. Principais disciplinas
A graduação em marketing forma o profissional em nível de bacharel. No geral, ela dura quatro anos e pode ser cursada em um único período. Trata-se de um curso de humanas, portanto as disciplinas estão bem relacionadas a essa área do conhecimento.
Ainda assim, algumas faculdades podem trabalhar noções básicas de Logística, Economia e Matemática. Nos primeiros anos, os estudantes se deparam com disciplinas mais gerais, entre elas:
Ao longo do curso, matérias mais específicas são trabalhadas, como:
2. Perfil do estudante (e do profissional)
O marketing passou por grandes modificações nos últimos anos. A maioria delas esteve diretamente associada ao avanço do acesso à tecnologia por parte dos consumidores — e consequentemente das empresas e de suas estratégias de comunicação.
Assim, temos aqui duas primeiras (e grandes) características necessárias a um estudante de marketing que deseja ter um futuro promissor: familiaridade com as novas tecnologias e capacidade de adaptação a esses novos meios.
Esse profissional deve entender a necessidade de atualização constante, visto que tanto as tecnologias quanto os consumidores continuarão se transformando dia após dia.
Além disso, esse profissional costuma mesclar características criativas e estratégicas, uma vez que essas duas “metodologias” são necessárias para uma boa atuação em marketing. O bom relacionamento e a empatia ao lidar com outras pessoas são soft skills muito importantes a quem quer ingressar na área.
Não necessariamente você terá um contato direto com os consumidores, mas pelo menos de forma indireta precisará conhecer suas dores e atender às suas necessidades.
3. Áreas de atuação
O objetivo principal do marketing é o estímulo ao consumo de determinadas marcas ou produtos. Assim, a área oferece diversas possibilidades de atuação a quem quer uma chance no mercado das grandes organizações — mas empresas de pequeno e médio porte também contratam esse profissional.
No geral, o bacharel em marketing atua em conjunto com o time de vendas, realizando pesquisas sobre consumo e desenhando estratégias para amplificação do trabalho da marca. Entre outras funções, podemos destacar:
Outra possibilidade, ainda, é a realização de trabalho autônomo. Atualmente, muitos profissionais de marketing têm sido procurados para oferecer consultorias. Isso pode acontecer em situações específicas — como em caso de crise de marca — ou a partir da especialização desse profissional em determinada área — como Inbound Marketing, Marketing Digital, Marketing de Influência etc.
4. Marketing no exterior
Para quem procura uma capacitação de qualidade, é importante destacar que existem cursos inovadores de graduação em marketing no exterior. Os alunos têm acesso a laboratórios, ferramentas e metodologias de pesquisa de ponta.
Para ser aprovado em uma instituição de ensino internacional, as principais exigências são a realização das provas SAT ou ACT, assim como a de uma proficiência no idioma — comumente o inglês.
Para quem considera estudar nos Estados Unidos, o custo da graduação na área pode variar entre 70 e 200 mil dólares; na Europa, o valor fica em torno de 60 mil dólares; enquanto no Canadá a estimativa de gastos gira em torno de 10 mil dólares por semestre.
5. Graduações de marketing no exterior
Quer conhecer algumas das universidades com as melhores graduações em marketing no exterior? Em sites como o Bachelor Studies e o Hot Courses, é possível descobrir boas opções e fazer pesquisas filtradas de acordo com seus interesses. Continue com a gente e confira boas opções nos Estados Unidos, no Canadá e na Inglaterra.
Estados Unidos
Canadá
Inglaterra
Gostou de saber mais sobre a área do marketing e as opções de graduação no exterior e de atuação para o profissional formado? A gente espera que sim.
É importante acompanhar as novidades e ficar por dentro sobre o mercado que você almeja desde já. Dessa forma, você já chega à graduação munido de informações e tem mais chances de conquistar um futuro profissional bem sucedido.
E não se esqueça: a cada dia essa área é mais e mais influenciada pelas novas mídias e tecnologias. Por conta disso, uma formação de qualidade pode fazer toda a diferença na hora da contratação ao disputar uma vaga, então tenha atenção a essa escolha!
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Como é a Universidade de Cambridge? Saiba aqui!
/140 Comentários/em Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaSe hoje podemos desfrutar de tecnologias avançadas e uma compreensão maior sobre o ambiente que nos cerca, devemos agradecer aos grandes pensadores da humanidade. Nomes como Isaac Newton, Charles Darwin e, mais recentemente, Stephen Hawking desenvolveram teorias que mudaram para sempre nosso entendimento sobre o mundo.
E sabe o que os cientistas citados têm em comum? Os três, em algum momento de suas vidas, frequentaram a Universidade de Cambridge, uma das principais da Inglaterra.
A instituição, que é a segunda universidade mais antiga entre as que usam a língua inglesa, é considerada uma das mais importantes do planeta, muito por conta de sua histórica contribuição para diversas áreas de conhecimento.
Quer conhecer melhor a história e tradição da Universidade de Cambridge? Neste texto, além de abordar esses pontos, vamos falar sobre a vida no campus da universidade, explicar como é o processo de admissão e, ainda, listar alguns dos seus ex-alunos mais notáveis. Continue a leitura!
Qual é a história da Universidade Cambridge?
No final do século XII, as instituições de ensino superior ainda não eram reconhecidas como essenciais para o desenvolvimento do país. Na Europa, os estudos eram, basicamente, comandados por monges enviados pela igreja para lecionar em diferentes áreas. Uma delas era Cambridge.
A tradição de ensino que já existia na região foi um dos fatores que atraíram acadêmicos saídos da Universidade de Oxford, que passava por problemas legais.
Em 1209, pegando emprestado o nome da cidade, eles formaram a Universidade de Cambridge. Contudo, apenas 22 anos depois o rei da Inglaterra concedeu à instituição o monopólio do ensino na região.
O que começou com um pequeno grupo de educadores buscando um lugar para conduzir seus estudos e pesquisas se desenvolveu em uma das universidades mais importantes da história.
Mais de 810 anos depois de sua fundação, a Universidade de Cambridge conta com 18.000 estudantes e é um nome certo no topo dos principais rankings que avaliam organizações de ensino.
Principais cursos oferecidos na Universidade de Cambridge
A Universidade de Cambridge é dividida em 31 colégios independentes, que são supervisionados pela administração central. Entre eles, são oferecidos 30 cursos de graduação com mais de 60 opções diferentes de especialização.
Entre os seus departamentos mais prestigiados, está o de anatomia, considerado o mais qualificado do mundo pelo QS World Rankings.
No mesmo ranking, Cambridge aparece entre as 10 melhores universidades em nada menos que 39 cursos. Áreas como linguagens, ciências naturais, engenharia e matemática atraem estudantes do mundo todo: o corpo estudantil conta com integrantes originários de mais de 50 países.
A instituição tem o compromisso de sempre estender e modernizar os campos de estudo. Para isso, conta com 6 cadeiras universitárias que servem como base para o desenvolvimento dos currículos de estudo. São elas:
Quem são os ex-alunos notáveis da Universidade Cambridge?
Com tantos séculos de história, seria preciso mais que um post em um blog para listar, de forma justa, os principais alumni ligados à instituição. São diversos profissionais e pesquisadores que revolucionaram suas áreas de estudo e contribuíram de forma única para vários setores da sociedade.
Para se ter uma ideia, são 120 vencedores do Prêmio Nobel, 11 ganhadores da Medalha Fields e 14 primeiros-ministros da Inglaterra. Saiba mais sobre alguns deles.
Isaac Newton
Filósofo, físico, matemático e teólogo, Sir Isaac Newton conduziu grande parte de seus experimentos no solo da Universidade de Cambridge. Lá, ele foi aluno, professor e até membro do Parlamento inglês, representando os interesses da universidade.
Newton é um dos nomes mais importantes da história da ciência, sendo o responsável por desenvolver a lei da gravidade e as três leis de movimento, que ficaram conhecidas como Leis de Newton.
Charles Darwin
Frustrado com a relutância de Charles Darwin em concluir a faculdade de medicina, seu pai o enviou para Cambridge com o objetivo de torná-lo um homem do clero. Não foi o que aconteceu. Lá, Darwin descobriu a paixão pelo estudo da natureza, o que o levou a estruturar a teoria da evolução.
Ian McKellen
Não apenas cientistas se formaram em Cambridge. A universidade lançou ao mundo talentos nas áreas mais diversas, incluindo arte. Um dos exemplos bem-sucedidos é Ian McKellen, famoso por personagens como o Magneto, de “X-Men”, e Gandalf, de “Senhor dos Anéis”.
Alan Turing
Você já assistiu a “O Jogo da Imitação”? O filme conta a história de Alan Turing, um matemático formado na Universidade de Cambridge que teve contribuição decisiva na Segunda Guerra Mundial.
Seu trabalho era tão à frente de seu tempo que, até hoje, os conhecimentos de Turing são utilizados na ciência da computação, especialmente no que diz respeito à inteligência artificial.
Como entrar em Cambridge sendo brasileiro?
Como você deve imaginar, ingressar na Universidade de Cambridge é uma missão que inclui vasta concorrência. Porém, trata-se de algo completamente possível, especialmente se você se preparar bem. O mais importante é checar a data-limite para início da aplicação, que costuma variar de ano para ano.
No website da universidade, você pode preencher a aplicação e responder a alguns questionários extras. Com isso feito, é preciso enviar alguns documentos específicos, como o histórico escolar do ensino médio, o diploma e o certificado de conclusão. O processo seletivo também exige uma redação, cujo tema varia de acordo com o curso.
Em seguida, você poderá ser convidado para agendar uma entrevista, que nem sempre é solicitada. Entre todos os aplicantes, cerca de 75% chegam a essa etapa.
Com todos os passos realizados, é só esperar uma decisão oficial da instituição, o que acontece antes do fim de janeiro.
Como é a vida no campus da Universidade de Cambridge?
A vida do estudante na Universidade de Cambridge é uma das experiências mais ricas que se pode ter. O campus é formado por edifícios com séculos de história — entre eles, mais de 100 bibliotecas, sendo que a principal delas conta com mais de 8 milhões de volumes disponíveis para a população universitária.
Além disso, o espaço abriga museus, galerias de arte e até um jardim botânico. Os dormitórios são bem próximos ao Centro da cidade, o que facilita a locomoção dos alunos, que, aliás, representam 20% dos habitantes de Cambridge.
Existe, ainda, um espaço comum que serve como ponto de encontro para os estudantes, que têm acesso a comida, bebida, jogos, TVs e muito mais. Fora do campus, é possível visitar bares, restaurantes, lojas e múltiplos estabelecimentos voltados ao entretenimento, arte e cultura.
Os séculos de excelência que caracterizam a Universidade de Cambridge representam uma experiência única para seus estudantes. Além do contato com pessoas de todos os lugares do mundo, a instituição proporciona uma educação qualificada e é muito bem-vista pelo mercado de trabalho. Não é à toa que ocupa a quinta posição no ranking Times Higher Education.
Tem o sonho de estudar em Cambridge e gostaria de uma assistência especializada? A Daqui pra Fora pode te ajudar. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
Veja por que estudar Psicologia no exterior
/86 Comentários/em Cursos /por Daqui pra ForaEstudar em outro país é um sonho crescente para os brasileiros. Em busca de instituições renomadas e de oportunidades de crescimento profissional e pessoal, muitos jovens optam por iniciar a vida acadêmica no exterior. Os cursos de Psicologia, por exemplo, podem ser encontrados em universidades tradicionais e muito reconhecidas em todo o mundo.
A pesquisa Selo Belta 2018 revelou que o desejo de fazer uma graduação é o quarto principal motivador da saída dos jovens do Brasil. Isso acontece porque as universidades do exterior têm investido mais em estrutura e condições especiais para internacionalizar seu corpo estudantil.
Se você é estudante e está pensando em cursar Psicologia no exterior, este artigo é para você. Continue lendo para saber tudo sobre o curso e as instituições que o oferecem!
Como funciona a graduação em Psicologia?
O nome “psicologia” vem da junção das palavras gregas psique (traduzida como mente ou alma) e logos (que significa estudo). Podemos afirmar, portanto, que o estudo da mente humana e seu comportamento é o foco da Psicologia em qualquer frente de trabalho.
O que faz um psicólogo
As opções para quem se gradua em Psicologia são muito vastas. Além de exercer a psicologia clínica, o profissional da área pode integrar equipes multidisciplinares em instituições de saúde, escolas, universidades ou empresas. É possível, ainda, auxiliar equipes esportivas ou atuar na área jurídica ou em locais de vulnerabilidade social.
Um profissional formado em Psicologia também pode trabalhar na área científica, tanto produzindo conteúdo acadêmico quanto atuando de forma prática com interpretação de dados, criação de produtos, entre outros.
Perfil do estudante
É comum nos questionarmos sobre o perfil adequado para cada profissão, não é mesmo? Entretanto, o que as instituições especializadas vêm afirmando é que não existe um conjunto de características que define se uma pessoa pode ou não cursar determinada graduação.
A estrutura dos cursos universitários oferece tudo o que é necessário para capacitar o estudante a exercer a profissão. E isso inclui muitos aspectos que acabam por encaixar o perfil à área na qual ele se identifica e se conecta.
Como mostramos, a Psicologia é uma ciência ampla, que permite trabalhos relevantes em diversas áreas de atuação, sendo, portanto, possível encontrar mercado para todo tipo de perfil: introvertido, extrovertido, teórico, prático etc. O pilar essencial é gostar de entender a mente humana e seus comportamentos.
Áreas de estudo
O estudante que decide fazer faculdade no exterior tem acesso a um leque de áreas de estudo muito amplo. Entre as matérias cursadas, estão alguns dos campos profissionais (como psicologia criminal, educacional, organizacional e clínica).
Além das possíveis saídas profissionais, o curso de Psicologia no exterior oferece, também, interface com uma ampla gama de áreas de estudo, como finanças, biologia, antropologia, anatomia, marketing, esporte e estudos midiáticos.
Quais as melhores instituições para estudar Psicologia fora do País?
O curso de Psicologia e a profissão são extremamente reconhecidos e valorizados fora do país. Stanford, nos Estados Unidos, por exemplo, é a primeira da lista para cursos do segmento, de acordo com o ranking Times Higher Education 2020.
A qualidade do ensino, o nível de proficiência dos professores e até mesmo as condições estruturais e de equipamentos fornecidos aos acadêmicos são continuamente acompanhados e auditados, assegurando que a formação do psicólogo seja satisfatória.
A melhor forma de dar o primeiro passo na escolha da instituição ideal para iniciar a graduação é consultar rankings internacionais. Portais especializados no assunto, como Times Higher Education, divulgam listas atualizadas com as universidades em cada área de estudo.
Em 2019, as instituições de ensino dos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá lideraram o ranking de Melhores Universidades para cursar Psicologia. Além desses países, Holanda e Austrália também figuraram com instituições de renome na área. Abaixo, algumas das unidades acadêmicas citadas na lista:
Como fazer faculdade de Psicologia no exterior?
Em países do exterior, o processo seletivo para admissão em uma universidade não acontece como no Brasil, onde a pontuação obtida após as provas do vestibular define a entrada ou não no curso desejado.
Especialmente nas instituições americanas, canadenses e europeias, as seleções são conhecidas por terem processos holísticos, ou seja, aqueles nos quais são observados aspectos generalistas sobre a vida do aluno, desde seu desempenho escolar até seus hobbies e atividades extracurriculares.
Reunimos nesse vídeo alguns motivos para ajudar na decisão de cursar a graduação no exterior:
De maneira resumida, podemos esquematizar os fatores avaliados para entrar em uma universidade dos Estados Unidos, Canadá ou Europa da seguinte forma:
Estudar Psicologia fora do Brasil pode ser uma experiência engrandecedora para conhecer outras culturas, formas de pensar, costumes diferentes dos nossos, além de representar o primeiro passo de uma vida acadêmica e profissional bastante promissora.
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E se você quer mais informações sobre os programas disponíveis para cursar a sua graduação no exterior, veja mais informações e prepare-se para realizar o seu sonho.
Curso de Moda: o que é preciso entender sobre ele?
/114 Comentários/em Cursos /por Daqui pra ForaO mercado da moda é um dos mais rentáveis do mundo. Como um fenômeno global, não há um país sequer que passe ileso pelas tendências e influências dos grandes designers e outros profissionais da área.
Fazer as malas para estudar moda fora do Brasil é uma maneira incrível de se destacar, ampliar seu networking e fica a par de produtos e conceitos únicos.
Desse modo, se você gostaria de trabalhar na área e já pensou em fazer um curso de moda fora do país, este post vai servir para tirar muitas dúvidas. Confira!
Veja os motivos para estudar moda
A moda se faz presente em todo lugar. Muito além de comprar roupas, trata-se de uma forma de expressão pessoal e artística. Dessa forma, mesmo quem afirma veementemente que não gosta e não consome moda a absorve todos os dias, ainda que indiretamente.
Ela está nas campanhas de publicidade, na televisão, na forma como você se mostra ao mundo e nas roupas que escolhe todas as manhãs. Até mesmo nossas escolhas alimentares podem ser influenciadas pela indústria da moda!
Com isso, se você estuda e entende como isso funciona, passa a fazer parte de um nicho extremamente seleto, rentável e aberto à inovação. A indústria da moda está sempre à espera de novos profissionais cheios de criatividade.
Como funciona o curso de moda
Antes de começar a aprofundar o tema, é importante mencionar que o curso de moda vai muito além de aprender a desenhar roupas. Por isso, os cursos podem se apresentar no mercado com diferentes nomenclaturas e focos variados.
Os mais comuns são:
Isso pode indicar que o foco do curso é em alguma área do conhecimento específica, como a modelagem, o desenho ou até mesmo os empreendimentos ligados à área.
Por isso, vale a pena dar uma olhada na grade curricular do curso para ter certeza se ele oferece as matérias que você realmente pretende cursar.
Em geral, o mais comum e completo é o curso de Design de Moda. Ele costuma abranger uma grande variedade de matérias e possibilita que você se especialize na sua área favorita posteriormente.
Que tipo de formação que o curso oferece
Existem vários modelos de cursos de moda. No Brasil, a grande maioria oferece a formação técnica, com média de duração de dois anos a dois anos e meio.
Já os modelos universitários garantem o título de bacharel, com duração média de quatro anos. Além de mais completos e com abordagem abrangente, permitem que você se especialize mais adiante, seja com alguns cursos de extensão, seja com uma pós-graduação, por exemplo.
A escolha do modelo vai depender do seu objetivo. Normalmente, as formações técnicas são interessantes para uma determinada área, como:
Assim, elas acabam limitando você a um determinado nicho.
Já a formação universitária garante que você tenha uma compreensão muito maior de como o sistema funciona. Com isso, além de trabalhar nas áreas criativas, você terá um embasamento maior para abrir seu próprio negócio ou até mesmo trabalhar em revistas e indústrias do ramo.
Você pode trabalhar com consultorias, coordenação de projetos, fotografia, design e criação de conteúdo audiovisual, por exemplo. A partir daí, à medida que for descobrindo seu nicho, basta investir em cursos complementares para se habilitar em mais funções.
Por que estudar moda no exterior
Por mais que o Brasil ofereça muitos cursos interessantes, a moda acompanha as tendências mundiais. Dessa forma, é lá fora que tudo acontece primeiro! Portanto, investir em uma faculdade no exterior é uma boa maneira de garantir conhecimento diferenciado e exclusivo, muito antes da maioria das pessoas.
No entanto, antes que você se deixe levar para o primeiro curso que encontrar, é importante ressaltar que o local onde vai estudar também é muito relevante. Entre os maiores polos para estudar moda, podemos citar os Estados Unidos, o Reino Unido e o Canadá. Nesses locais, você encontra excelentes universidades de moda.
São apenas alguns exemplos de formações universitárias que vão mudar sua vida para sempre!
Qual é o perfil do profissional da moda?
Antes de começar a planejar seus estudos, é interessante observar se você realmente tem o perfil para ter êxito em um curso de moda. Afinal, as características do profissional dessa área são bem diferenciadas.
Em primeiro lugar, é essencial que você nutra interesse em atualizar-se constantemente nas tendências e nas novidades do mercado. E isso não quer dizer apenas no que se refere às roupas e acessórios.
É essencial saber um pouco de tudo: das estratégias de marketing até os novos tecidos, de técnicas de corte e costura àquilo que acontece no mundo e que pode influenciar nos costumes e comportamentos — já que, com a globalização, tudo está interligado e muda mais rapidamente.
É conveniente ainda ter bastante foco, saber se relacionar bem com as pessoas, trabalhar com prazos e ter uma boa gestão do tempo. Atuar na indústria da moda também consiste em saber gerenciar os processos burocráticos e projetos sistemáticos, como uma linha de produção ou a organização de um desfile.
Ao contrário do que muitos pensam, você não precisa saber desenhar para cursar moda. Basta que seja uma pessoa criativa, atualizada e aberta para o novo.
Conheça algumas das áreas abordadas no curso de moda
Seja no Brasil ou no exterior, um curso universitário de moda dura em média quatro anos, e é uma formação que envolve muita prática e trabalhos a serem realizados. Conheça, a seguir, algumas das áreas que serão exploradas no decorrer da sua formação.
Administração de produtos
Aqui você aprenderá sobre plano de negócios, marketing, planejamento de coleções e especificidades do mercado.
Manifestações artísticas e culturais
Nesse nicho, você terá acesso à evolução cultural da indústria da moda, aprendendo sobre a história da indumentária, do design, bem como teorias da comunicação, da confecção e a evolução da indústria têxtil.
Comunicação visual
É onde você vai aprender sobre ilustração, produção de moda, elaboração audiovisual e fotografias.
Criação
É uma parte mais prática, que envolve o desenvolvimento de estampas, desenhos, design de roupas, modelagem e laboratórios.
Diante desse cenário promissor, estudar moda fora do país é uma boa ideia para se destacar e garantir seu espaço no mercado. Afinal, é lá fora que tudo acontece primeiro, e você precisa se atualizar e ficar por dentro de todas as inovações de um mercado que se reinventa periodicamente.
A Daqui pra Fora, consultoria educacional, inclusive, pode ser incrível para ajudar a acertar qual instituição será a melhor para você investir em um curso de moda.
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Mercado de Trabalho do Futuro e as Soft Skills
/103 Comentários/em Carreira /por Daqui pra ForaOs estudantes que chegam hoje às melhores universidades do mundo todo têm um perfil bem diferente daqueles de alguns anos atrás. Os novos universitários são jovens hiperconectados, que não sabem o que é a vida sem internet e andam literalmente ligados em tempo integral aos seus smartphones. Sim, é a Geração Z invadindo as universidades.
A hiperconectividade pode ser um obstáculo no caminho do desenvolvimento de habilidades importantes para o dia a dia no mercado de trabalho, as soft skills.
Saber desenvolvê-las é essencial para conseguir se destacar e consolidar uma carreira de sucesso no meio empresarial. Por isso, acompanhe a leitura até o final para ficar por dentro de tudo.
A Geração Z e o mercado de trabalho
Agilidade, rapidez e muita energia são algumas habilidades comportamentais comuns entre estes universitários. Por causa da enorme intimidade com a tecnologia, eles são aprendizes velozes e multicanais.
É uma geração que, com tanta conectividade, não gosta de trabalhar sozinha. E o mercado de trabalho, nas mais diferentes áreas de atuação, acompanha esta tendência.
Hoje, praticamente todas as funções em qualquer organização exigem trocas e engajamento com outras pessoas. Por isso, as empresas buscam mais do que nunca candidatos com boas habilidades interpessoais e inteligência emocional, além dos conhecimentos técnicos.
Portanto, saber se relacionar, ter empatia, saber se comunicar (falar e ouvir), tomar decisões, ser flexível, positivo, gostar e ter habilidade de trabalhar em equipe são algumas competências conhecidas como soft skills, que hoje são decisivas não só para o ingresso no mercado de trabalho, mas também para o sucesso na carreira profissional.
Claro que as hard skills (competências técnicas) também são importantes e tanto as universidades quanto os estudantes precisam manter forte atenção em relação a isso.
Mas nesse novo contexto, onde a força de trabalho é cada vez mais diversificada e a tecnologia muda tudo em tão pouco tempo, as soft skills têm sido determinantes para o sucesso profissional.
Algumas empresas no Brasil e no exterior, inclusive, oferecem treinamento no ambiente de trabalho para desenvolver ou aprimorar as soft skills em seus funcionários, mas valorizam muito quando os candidatos já chegam mais preparados.
Nos Estados Unidos, a maioria dos anúncios de emprego relacionam ao menos 5 soft skills como requerimentos desejáveis para uma determinada vaga. Chegar ao mercado de trabalho com estas competências trabalhadas e desenvolvidas é, portanto, estar um passo à frente, com certeza.
Sabe-se também que as soft skills são mais difíceis de serem aprendidas que as hard skills, ao menos em aulas e instituições com metodologias mais tradicionais.
Desenvolvendo soft skills nas universidades americanas
As universidades americanas têm um ambiente ideal para o desenvolvimento dessas competências. Nelas, as soft skills são muito valorizadas e trabalhadas, dentro e fora das salas de aula.
Os alunos são diariamente incentivados a colocar seu aprendizado em prática nas mais diferentes situações. São constantemente estimulados a sair da sua zona de conforto e superar desafios na prática.
Tarefas que envolvem trabalho em equipe, tomadas de decisão, discurso em público, pensamento crítico, atitude positiva e liderança são parte do dia a dia na metodologia de ensino das universidades americanas, seja nas disciplinas regulares ou nas eletivas.
Sabendo da importância das soft skills, é extremamente comum as universidades nos Estados Unidos oferecerem ainda aulas específicas de Comunicação e de Public Speaking (falar em público) ou similares para aqueles que querem reforçar estas competências.
Experiências fora das salas de aula, como voluntariado, participação nas organizações estudantis, estágios, trabalho no campus, envolvimento nos intramurals (competições esportivas internas), bem como a própria vida nos dormitórios, são vistas por especialistas como muito importantes no desenvolvimento das soft skills.
Essas vivências expõem os alunos a diferentes pessoas e culturas, preparam os jovens para um local de trabalho diversificado, onde eles vão precisar conviver e se comunicar com colegas de trabalho de diferentes características e origens.
Estar envolvido nessas atividades também ajuda a desenvolver a capacidade de gerenciar o tempo e concentração.
Os estudantes das universidades americanas têm ainda o privilégio de contar com uma excelência acadêmica indiscutível. Vale lembrar que entre as 300 melhores universidades do mundo, 98 estão nos Estados Unidos – sendo 7 entre as 10 melhores – segundo o conceituado ranking da Times Higher Education 2024.
Essa excelência aliada ao desenvolvimento de inúmeras competências comportamentais e emocionais é perfeita para quem quer chegar com força no mercado de trabalho.
Orientação para alcançar o objetivo de estudar no exterior
A Daqui pra Fora é uma consultoria educacional que já orientou mais de 3.000 estudantes brasileiros a serem aprovados em universidade no exterior, principalmente nos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra.
Uma equipe multidisciplinar, com especialistas em diferentes áreas, orienta individualmente o aluno durante todo o processo de candidatura, maximizando as chances de ele ser aceito em instituições no exterior escolhidas de acordo com o seu perfil.
Clique aqui e entenda como a Daqui pra Fora orienta os estudantes a atingirem o objetivo de fazer faculdade fora do Brasil.