Conheça as carreiras com mais futuro nos Estados Unidos e veja as vantagens que fazer faculdade por lá oferecem na corrida por uma vaga no mercado.
Saber quais são as profissões mais promissoras dos EUA pode ajudar na hora de escolher qual curso fazer e qual carreira seguir no futuro. Mas nem sempre é fácil tomar essa decisão.
Para quem vai estudar nos Estados Unidos, em busca de ensino de excelência e crescimento pessoal, vale a pena prestar atenção nas profissões que estão mais em alta por lá, principalmente porque a escolha da carreira em muitas universidades americanas não precisa ser feita antes de ingressar na faculdade. Ela pode ser feita no decorrer do curso.
As áreas da gestão, tecnologia e marketing estão em todas as conversas quando o assunto é profissões em alta nos EUA. A demanda por este tipo de trabalho sempre foi grande e só vem aumentando nos últimos tempos.
Dentro e fora destas grandes áreas, hoje há profissões ou carreiras das quais nem se ouvia falar 20 ou mesmo 10 anos atrás. E nos Estados Unidos há uma imensa variedade de cursos que abastecem constantemente este novo mercado com novos profissionais.
Você conhece, por exemplo, o trabalho do arquiteto corporativo? Spoiler, ele não ajuda a construir os escritórios e as instalações de uma empresa.
A seguir você vai conhecer esta e outras profissões, emergentes ou não, e saber ainda quais terão os melhores mercados nos Estados Unidos num futuro próximo.
As profissões mais promissoras dos EUA
Algumas carreiras demonstram aos analistas que nos próximos anos serão cada vez mais essenciais no mercado americano. Uma das principais delas é a de especialista em marketing ou analista de mercado, essencial para qualquer tipo de negócio.
Estima-se que até 2026 serão abertas cerca de 130.000 vagas nos Estados Unidos nesta área, e que haja um crescimento de 23% de 2016 a 2026. Quem trabalha como analista de mercado nos EUA ganha em média U$ 5.200,00 por mês.
A contabilidade, também presente e necessária em todos os tipos de empresas, prevê uma demanda de profissionais bastante grande também, com uma estimativa de 140.000 vagas nos próximos 4 anos. O salário médio mensal nesta área é de aproximadamente U$ 5.700,00.
Outra área com espaço garantido no mercado é a de analista de gestão, bastante procurada por quem cursa business. É esperado que se abram 95.000 vagas até 2026 nos EUA para estes profissionais, que recebem um salário médio de U$ 6.700,00 por mês.
Também na área de business, o gerente de operações será bastante requisitado. Estima-se que se abrirão cerca de 200.000 vagas neste mesmo período para esta função, que tem um salário médio mensal de U$ 8.275,00 nos EUA.
Na área de tecnologia, cada vez mais importante, o engenheiro de software deve ser um dos mais procurados nos próximos anos. Mais de 250.000 vagas no mercado americano devem ser abertas até 2026 para engenheiros de software, que ganham em média U$ 8.340,00 por mês.
De olho na inovação
Entre algumas das mais bem pagas carreiras nos Estados Unidos há algumas profissões não tão comuns ou não tão difundidas por aqui. Uma delas é o arquiteto corporativo. Com uma média salarial de U$ 122 mil por ano, este profissional da área de tecnologia (não da arquitetura) é responsável por garantir que a empresa use a arquitetura ideal nos sistemas de tecnologia.
O objetivo é reduzir custos, aumentar a flexibilidade e regular os ambientes de tecnologia. Tudo no sentido de buscar os melhores resultados para a empresa e aumentar a vantagem competitiva por meio da TI.
Nos Estados Unidos, o advogado corporativo também é muito valorizado. Este advogado trabalha só para uma empresa, contratado por ela, e não para um escritório que atende várias empresas. O salário médio anual do advogado corporativo por lá é de U$ 117,5 mil.
Algumas novas áreas também têm excelente demanda, são bastante valorizadas nos Estados Unidos e consideradas fortes dentro de um futuro próximo. Entre elas estão inteligência artificial, nanotecnologia, biotecnologia e segurança cibernética.
Para trabalhar nessas áreas, o ideal é procurar nas universidades cursos que se relacionam direta ou indiretamente com elas. Para trabalhar com IA, por exemplo, o diploma de bacharel em ciência da computação ou engenharia da computação deve ser o caminho. Uma pós em inteligência artificial com certeza pode ajudar na inserção no mercado.
Para atuar com nanotecnologia, os cursos de bioengenharia, engenharia química, engenharia elétrica ou ciência dos materiais são recomendados. Mais uma vez, uma pós na área é aconselhável.
Os cursos de ciências biológicas, ciências químicas, engenharia biomédica, microbiologia ou algum similar se alinham com a biotecnologia.
Para quem se interessa por segurança cibernética, há várias opções de cursos também. Entre eles estão ciência da computação, engenharia da computação e ciência da informação.
Vantagens de estudar nos Estados Unidos
Quando se fala em carreira ou profissão, uma das principais vantagens de fazer a faculdade nos Estados Unidos é não ter que escolher o curso que você vai fazer antes de ingressar. Na maioria das universidades o aluno pode definir o curso, seu major, até o final do segundo ano.
E ainda pode fazer double major ou um minor, saindo com dois diplomas. Mesmo quem decide logo no início tem bastante facilidade para trocar, caso queira, sem ter que recomeçar ou tentar ingressar novamente. Este processo por lá é geralmente muito simples.
Outra grande vantagem é que as faculdades oferecem grades curriculares bastante flexíveis, com muitas opções de disciplinas, e você pode montar seu curso focando nos seus principais interesses.
Então, se você está fazendo faculdade de business e quer focar em marketing ou em contabilidade, por exemplo, você pode direcionar suas disciplinas para estes campos específicos.
Além disso, quem estuda nas universidades americanas já larga na corrida para o mercado com uma grande vantagem, que é o desenvolvimento da soft skills.
Seja qual for a instituição, grande ou pequena, em grande metrópole ou no interior, todas têm a preocupação de, além de ensinar o conteúdo da melhor forma, desenvolver soft skills em seus alunos.
A prova disso é a imensa variedade de disciplinas que os alunos podem optar por fazer, especialmente nos dois primeiros anos de curso. Muitas delas focam no desenvolvimento de soft skills, como pensamento crítico, trabalho em equipe, oratória, solução de conflitos, resolução de problemas, tolerância, abertura para feedback e capacidade de ouvir.
Nas universidades americanas, não só as disciplinas eletivas ou básicas trabalham estes conceitos. Durante todo o curso estas habilidades são enfatizadas e bem trabalhadas.
Mas para quem é um estudante internacional, tudo isso se potencializa fora da sala de aula. Sem perceber, o aluno já trabalha todos estes conceitos no seu próprio dia a dia, ao ter que lidar com tantas novidades, diferenças e aprendendo a fazer coisas que não fazia antes. A participação nas inúmeras opções de atividades extracurriculares também reforça estas habilidades.
Além disso, a multiculturalidade com a qual todos se deparam nas universidades americanas, convivendo diariamente com pessoas de backgrounds tão diferentes, gera um aprendizado gigantesco e traz muita flexibilidade e tolerância. E, claro, ajuda a construir uma networking internacional super potente.
Se você quer se preparar para estudar nos Estados Unidos e aproveitar uma dessas profissões promissoras, venha conversar com a gente e entender como podemos ajudar.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/06/As-10-Profissoes-mais-promissoras-nos-EUA.png9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-06-26 10:00:082024-01-16 18:27:11As profissões mais promissoras nos EUA
Conheça a melhor faculdade de Business e Empreendedorismo dos Estados Unidos e entenda por que ela não pode ficar fora do seu radar.
Quem pensa em estudar Business ou Business Administration geralmente planeja conquistar uma excelente vaga em uma grande empresa, ser um importante executivo e ter sucesso na carreira.
Porém, cada vez mais, além dessa possibilidade, os alunos pensam também na opção de empreender e se tornar dono de um negócio impactante, importante e vitorioso.
Por que estudar Business na Babson College?
Quando o assunto é Business e Empreendedorismo, estudar nos Estados Unidos é, sem dúvida, uma excelente opção. E, com certeza, Babson College deve estar no radar de quem busca uma excelente formação nesta área.
Além de ser uma universidade top 50 no país, Babson é considerada a número 1 em empreendedorismo nos Estados Unidos, tanto na graduação como no MBA.
Há mais de 20 anos, Babson aparece na liderança no ensino de empreendedorismo em diferentes rankings nacionais e internacionais.
Sua faculdade de Business é extremamente bem conceituada dentro e fora do país. É ainda a melhor colocada no ranking Payscale de “potencial de salário” entre as escolas de Business dos Estados Unidos.
Neste vídeo, o estudante Maurício Silvério dá dicas importantes sobre o processo de bolsa da Babson College:
Por dentro da Babson College
Babson nasceu em 1919 como um instituto ligado à área de negócios, em que os professores eram em sua maioria empresários, que ensinavam basicamente a partir de treinamentos e atividades práticas.
Localizada nos arredores de Boston, Massachusetts, Babson fortaleceu ainda mais sua veia de negócios e empreendedorismo e hoje sua escola de negócios, a Olin, mesmo pequena e com menos de 3.000 alunos, está em todas as conversas quando o assunto é estudar Business.
Babson College é formada por 11 departamentos. Entre eles, estão:
Contabilidade;
Economia;
Empreendedorismo;
Finanças;
Administração;
Marketing;
Negócios internacionais.
Há, em todos os cursos, uma forte ênfase em empreendedorismo e mercado internacional. Babson College tem parcerias com universidades, governos e organizações não governamentais em vários países com o objetivo de promover o empreendedorismo global.
Estrutura do campus
Com o apoio de doadores e parcerias com várias organizações dentro do próprio campus, seus 9 centros de estudos e institutos foram desenhados para proporcionar aos estudantes uma experiência real onde eles possam colocar em prática tudo que aprendem nas salas de aula.
Os centros de estudos e institutos também estimulam, incentivam e compartilham pesquisas de ponta. Entre eles estão o centro de estudos para empreendedorismo, o centro de estudos para liderança e empreendedorismo da mulher, o instituto para empreendedorismo familiar, o instituto para inovação social e o centro de estudos para investimentos e finanças.
Babson conta com mais de 100 organizações estudantis que refletem a diversidade dos alunos em termos de background e interesses. Vários eventos e atividades são criados e organizados pelos próprios estudantes todos os anos.
A universidade tem hoje 2.668 alunos, vindos de 40 estados americanos e mais de 90 países. Cerca de 80% dos alunos da graduação moram nos 18 residenciais espalhados dentro do campus.
O campus, de 1.400 m2, tem inúmeras instalações esportivas, bibliotecas, restaurantes, parques, centro de artes, todos com equipamentos e materiais de ponta.
O ensino em Babson
Os números para o sucesso dos estudantes de Babson se justificam pelo ensino e estrutura da universidade. Misturando conhecimento e prática, o ensino em Babson foca no empreendedorismo não apenas no sentido de fazer dinheiro.
Além de bons empreendedores e empresários preparados para o mundo moderno dos negócios, Babson busca formar líderes que possam impactar o mundo no sentido de melhorá-lo, sempre de forma sustentável.
Os dois primeiros anos em Babson são básicos, com disciplinas que servirão de sustentação para todo o conhecimento específico que o aluno vai escolher obter depois.
Nesta formação inicial, o aluno vai desenvolver pensamento crítico, liderança e habilidades de comunicação, entre outras soft skills, que são essenciais para o mundo dos negócios.
Logo que ingressam em Babson, no primeiro ano, todos passam pela disciplina Foundations of Management and Entrepreneurship (FME), onde recebem um profundo entendimento do que torna um negócio um sucesso.
Neste curso experimental, os alunos trabalham em times e se dividem em funções específicas para as quais se candidatam.
Cada time gera ideias, analisa a viabilidade delas, cria um plano de lançamento, gerencia o empreendimento e acompanha as vendas e operações.
Com a experiência na disciplina FME, portanto, os alunos não só aprendem a iniciar um negócio, mas se preparam para ocupar papéis de liderança no ambiente competitivo de negócios.
No terceiro ano, o aluno escolhe em que área quer se especializar, dentro dos diferentes departamentos que a universidade oferece.
Todas as aulas em Babson são ministradas por professores (nenhuma por assistentes) e as classes são pequenas (em média 14 estudantes para um professor).
Durante o curso 100% dos alunos passam pela experiência de interagir com diferentes líderes empresariais.
Networking e pós faculdade
Babson oferece uma potente networking formada por mais de 43.000 alunos espalhados por mais de 130 países. Estes ex-alunos se tornaram líderes e empreendedores nas mais diferentes indústrias.
Na classe de 2020, por exemplo, 26% dos alunos foram para a área de finanças e 20% para a indústria de tecnologia.
Praticamente 100% (99,5%) dos alunos de Babson estão empregados ou fazendo pós até 6 meses depois de formados, de acordo com pesquisa de 2021 da National Association of Colleges and Employees, e recebem um salário médio anual de U $62.525,00.
Ex-alunos de Babson estão hoje em empresas como Amazon, KPMG, Google, Bank of America, Dunkin’, L’oreal, Fidelity Investments e BNP Paribas.
Entre os que criaram seus próprios negócios está um dos fundadores da The Home Depot, Arthur M. Blank, formado em 1963, que dá nome à escola de empreendedorismo de Babson.
Mais recentemente, Jamie Siminoff, da turma de 2010, criou em 2013 a Ring, hoje a principal empresa de produtos de segurança para residências nos Estados Unidos.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Conheca-a-melhor-faculdade-de-Business-e-Empreendedorismo-dos-Estados-Unidos.png5371027Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-06-15 10:00:552023-12-15 10:44:52Babson College, a universidade do empreendedorismo
Entenda por que fazer faculdade de comunicação no exterior é um diferencial importante e saiba onde estão os melhores cursos.
Estudar no exterior por si só acrescenta inúmeras habilidades e competências no desenvolvimento do aluno, tanto no aspecto pessoal como no profissional.
Autonomia, tolerância e networking se juntam à excelência acadêmica e estrutural das universidades, ajudando a formar um ser humano e um profissional diferenciado.
Para quem escolhe estudar comunicação no exterior, este contexto se potencializa. Lá fora, o curso certamente oferece uma perspectiva mais diversa, internacional, que pode ser vivida diariamente dentro e fora das salas de aula.
A diversidade do campus traz o desafio praticamente diário de questionar seus conceitos e experimentar novas culturas. Além disso, em outro país, você vai se comunicar com pessoas de diferentes backgrounds, que falam outros idiomas, se comunicam de formas diferentes, e isso já é, de início, um aprendizado.
Para quem lida com comunicação, o exercício das habilidades específicas da área é frequente, faz parte do dia a dia. Argumentar, ouvir, falar e escrever em outra língua ou até em outras línguas será algo tão comum, que em pouco tempo você não vai nem se dar conta de que isso está acontecendo. Para quem lida com comunicação este é um diferencial importantíssimo.
Além disso, a estrutura dos laboratórios, os equipamentos, os softwares e toda a tecnologia disponível são todos de ponta. E tudo é utilizado constantemente pelos alunos, que aprendem muito na prática e ganham experiência e currículo ainda durante a faculdade.
O que você aprende no curso de comunicação
O major em comunicação abrange diversas áreas, como jornalismo, marketing, relações públicas, publicidade, rádio e TV, mídia e cinema.
Com o diploma, você poderá trabalhar em inúmeros tipos de empresas e organizações governamentais e não-governamentais, das mais diversas áreas, utilizando o conhecimento e a expertise adquiridos na área de comunicação para diferentes finalidades.
Em geral, os dois primeiros anos do curso são compostos por matérias básicas ou pré-requisitos, que variam de universidade para universidade.
Durante o curso, você vai aprender, entre outras coisas, a planejar, organizar e executar projetos e eventos. Também aprende a avaliar as necessidades e preferências do público, seja ele leitor, espectador ou ouvinte.
Aprende a pesquisar e analisar informações e a comunicar de forma clara e convincente, seja qual for a mídia utilizada.
Os alunos desenvolvem ainda habilidades importantes para qualquer área de atuação, como comunicação interpessoal, pensamento crítico e tomadas de decisão, comunicação oral e escrita, pesquisa, análise e resolução de problemas.
Neste vídeo, você vê informações importantes que podem ajudar na hora de escolher uma faculdade de comunicação:
As melhores universidades para estudar comunicação (QS World Ranking 2022)
University of Amsterdam (UvA)- #1
Segunda melhor universidade da Holanda e 65a do mundo, de acordo com o ranking Times Higher Education (THE), a University of Amsterdam é a número 1 do mundo quando o major é Communications & Media.
Localizada no centro da capital do país, em uma das mais vibrantes cidades europeias, UvA é a universidade com mais cursos em inglês da Europa. E o de comunicação é um deles. UvA tem cerca de 41.000 alunos, mais de 7.000 deles estrangeiros.
O curso de Communication Science da UvA tem como tema central o papel da comunicação na sociedade. Os alunos estudam o uso e efeitos da comunicação e de várias formas de mídia, do rádio e televisão ao jornal e à internet.
Algumas questões levantadas são “qual o papel da mídia e da comunicação na participação política e na cidadania?” ou “Como o entretenimento influencia a vida dos jovens”.
O curso tem 3 anos. O primeiro contém disciplinas introdutórias, onde os alunos aprendem teoria da comunicação e são apresentados a várias ferramentas de pesquisa. Os outros dois anos aprofundam o conhecimento na área, com disciplinas eletivas, matérias específicas e estágio em pesquisa.
University of Southern California (USC) – #2
Localizada no centro de Los Angeles, USC é considerada a 5a melhor universidade da Califórnia e está entre as 20 melhores do país, segundo o US News. Em comunicação, que é um dos seus cursos mais procurados, USC é a número 2 do mundo, de acordo com o QS World Ranking.
Apesar de ter um dos maiores campus do país, USC é reconhecida pelo ambiente acolhedor, com forte espírito comunitário. A maioria das salas de aula têm menos de 20 alunos, o que aproxima alunos e professores.
Com uma atmosfera bastante multicultural, USC tem enorme potencial para pesquisa e mais de 1.000 organizações estudantis, algumas delas voltadas para a área de mídia e comunicação.
O curso de comunicação oferece estrutura teórica e compreensão crítica de como as mensagens, tanto as interpessoais como as de mídia de massa, são criadas, distribuídas, recebidas e entendidas.
Há 42 disciplinas eletivas específicas em comunicação que permitem que o aluno personalize seu programa. O curso de comunicação na USC tem hoje mais de 1.000 alunos.
Com um grupo de professores diferenciado, os alunos estudam, pesquisam, participam de projetos e atividades enquanto desenvolvem senso crítico em relação às estruturas em diferentes áreas, como educação, gestão, tecnologia, política, esporte e economia.
A riqueza e diversidade cultural de Los Angeles potencializa este aprendizado e facilita a entrada no mercado de trabalho. Dos alunos formados em 2020 no curso de Comunicação de USC, 99% estavam empregados ao final do ano seguinte à formatura, em empresas de ponta como:
Amazon Studios;
DreamWork Animations;
National Football League;
U.S. House of Representatives.
The London School of Economics and Political Science (LSE) – #3
LSE foi fundada em 1895 e se tornou um dos maiores pólos de ensino e pesquisa em ciências sociais no mundo. Com o tempo, se tornou uma das universidades mais internacionais do mundo.
Cerca de 70% dos seus 11.000 alunos e quase metade dos seus funcionários são de fora do Reino Unido, vindos de 140 países, o que faz com que mais de 100 idiomas sejam falados em seus corredores e salas de aula diariamente.
O Departamento de Mídia e Comunicações da LSE é um centro líder mundial em educação e pesquisa nesta área. O curso de comunicação, em nível de pós-graduação, é considerado o melhor curso do Reino Unido e o terceiro do mundo. LSE oferece 40 cursos de graduação, porém comunicação não está entre eles.
University of Texas at Austin (UT) – #4
Quando foi fundada, em 1883, a University of Texas at Austin era a casa de 221 alunos e 8 professores. Hoje é uma das mais renomadas instituições de ensino superior dos Estados Unidos e do mundo (top 50 no ranking THE) e recebe mais de 51.000 estudantes e 3.000 professores diariamente.
Seu campus, em Austin, abriga 17 bibliotecas, 7 museus e 18 escolas e faculdades muito bem ranqueadas. Entre elas está a faculdade de comunicação, a Moody College at Communications.
Considerada a 2a melhor do país e a 4a do mundo, Moody é uma das maiores faculdades de comunicação dos Estados Unidos. Oferece 7 programas diferentes na graduação, 11 na pós, e ainda tem 11 centros e institutos de pesquisa.
O complexo de comunicações de UT é composto por 4 prédios com instalações e equipamentos de ponta. Moody recebe diariamente 4.696 alunos, entre graduação e pós, e tem mais de 52.000 ex-alunos espalhados pelo mundo.
Com a supervisão de um corpo docente conceituado e diverso, os estudantes podem ser vistos diariamente filmando, lançando campanhas publicitárias, gravando e publicando no jornal estudantil Daily Texas, a maior e mais premiada publicação estudantil dos Estados Unidos.
Gostou do programa dessas faculdades e quer saber mais sobre como você pode estudar em uma delas? Fique por dentro dos nossos programas e veja como podemos ajudar nesse processo.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/06/AS-MELHORES-UNIVERSIDADES-PARA-ESTUDAR-COMUNICACAO-NO-EXTERIOR-scaled.jpg8671300Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-06-08 10:00:032023-12-09 21:51:28Conheça as 4 melhores faculdades de comunicação do mundo
Excelência acadêmica e qualidade de vida atraem estudantes do mundo inteiro para o Canadá e boa parte decide permanecer no país após a faculdade.
O Canadá tem sido um dos países mais procurados por estudantes internacionais nos últimos anos. No ano letivo anterior à pandemia, 2019-2020, cerca de 388.000 estudantes chegaram do exterior às universidades canadenses. Hoje cerca de 17% dos universitários no Canadá vieram de fora do país.
Quem decide fazer faculdade no Canadá é naturalmente atraído pela excelência acadêmica das suas universidades. Com qualidade de ensino e pesquisa reconhecidas mundialmente, o Canadá tem 5 universidades entre as 100 melhores do mundo, segundo o ranking da Times Higher Education:
University of Toronto;
University of British Columbia;
McGill University;
McMaster University;
University of Montreal.
Qualidade de vida e emprego no Canadá
Mas não é apenas a força acadêmica e a estrutura das universidades que atrai milhares de estudantes para o Canadá todos os anos. Quem busca qualidade de vida encontra no Canadá o que há de melhor em todo o mundo.
O país está constantemente entre os melhores neste quesito nos principais rankings internacionais, que levam em conta segurança, saúde, educação, meio ambiente e mercado de trabalho, entre outros fatores.
No ranking US News, o Canadá aparece como o número 1 em qualidade de vida em 2021. Além disso, o país tem 3 cidades entre as 20 mais indicadas para estudantes no mundo todo: Montreal, Quebec e Vancouver.
Fora das universidades, a vida dos estudantes no Canadá é cheia de opções de lazer. Além das atrações locais, nas próprias cidades, o país oferece viagens incríveis.
Há florestas, lagos e montanhas para serem explorados, com belezas naturais incríveis. Nos meses mais quentes, não faltam espaços para atividades ao ar livre e esportes outdoor. No frio, o Canadá é ideal para quem gosta dos esportes de inverno.
O Canadá ainda é um país conhecido por ser “mente aberta” e receber muito bem os estrangeiros. É o número 1 na pesquisa HSBC Expat Explorer que avaliou a tolerância da população.
Por isso, uma das grandes vantagens de viver lá é se deparar com uma enorme diversidade cultural no dia a dia. Deve ser por isso também que o país está entre os mais alegres do mundo. É o 5o mais feliz do planeta, de acordo com a pesquisa da CEOWorld Magazine.
Em qualquer lugar do mundo, a maior preocupação dos alunos quando a formatura se aproxima é em relação às possibilidades de trabalho. No Canadá, os estudantes universitários, tanto os locais como os estrangeiros, se formam com um ótimo potencial de ganhos e de empregabilidade. Somente na última década, o Canadá criou 1,6 milhão de empregos para graduados.
Por tudo isso, é grande o interesse dos estudantes em continuar morando no Canadá após a formatura. E, diferentemente da maioria dos países, não é complicado viver e trabalhar por lá depois da faculdade.
O governo tem vários programas que incentivam a permanência e até a imigração. Este é, portanto, um grande diferencial do Canadá em relação aos Estados Unidos e muitos países europeus.
Como continuar morando no Canadá depois de formado?
O primeiro passo parapermanecer no Canadá é solicitar o PGWP (Post-Graduation Work Permit). Este documento permite que o jovem trabalhe em qualquer área após obter o diploma.
O tempo de validade da permissão está relacionado à duração do curso. Para cursos com mais de 2 anos de duração, como os de graduação, geralmente são concedidos de 2 a 3 anos de permissão de permanência para trabalho.
A aplicação para o PGWP deve ser feita enquanto o Study Permit (o visto de estudante) ainda for válido e no máximo 6 meses após a conclusão do curso.
Podem aplicar alunos que estudaram em faculdades públicas ou privadas que fazem parte da lista do governo canadense classificadas como DLI (Designated Learning Institutions). Não é necessário ter proposta de trabalho de uma empresa para solicitar o PGWP.
Com o PGWP, além de poder permanecer no país, o jovem passa a poder trabalhar em tempo integral. Lembrando que durante a faculdade, os estudantes podem trabalhar meio período no Canadá.
O PGWP é uma permissão de trabalho aberta. Isto significa que você pode trabalhar em qualquer profissão em qualquer lugar do Canadá e trocar de trabalho quando quiser.
Porém, vale lembrar que todas as informações relacionadas a este assunto podem mudar a qualquer momento. Por isso, é sempre bom checar nos sites do governo canadense ou com empresas especializadas os detalhes para cada caso a fim de garantir informações detalhadas e atualizadas.
E depois do PGWP?
O PGWP não é extensível, ou seja, quando a validade expira ele não é renovável. Mas há várias formas de continuar no Canadá de forma temporária ou mesmo permanente e o PGWP pode ajudar bastante neste processo.
O governo canadense tem um sistema chamado Express Entry, que é o programa de imigração mais popular do país. Ele consiste num sistema de pontos que leva em conta alguns aspectos, como idade, nível de educação e tempo de trabalho no Canadá. Portanto, o período trabalhado com o PGWP é importante, já que vai contar valiosos pontos neste processo.
Os PNPs (Provincial Nominee Programs), programas oferecidos pelas províncias a graduados estrangeiros que queiram permanecer morando nelas, operam utilizando o Express Entry.
Outro programa que pode ser utilizado por quem quer obter residência permanente é o Atlantic Immigration Program (AIP). Ele é voltado para recém-formados em instituições da região do Atlântico (leste).
A vantagem do AIP é que não exige um mínimo de experiência de trabalho anterior, o que permite que quem tem PGWP possa aplicar mesmo antes de começar a trabalhar ou com pouco tempo de experiência.
Há outros tipos de programas voltados para imigração ou permanência temporária no Canadá, que variam de acordo com o lugar, a região e a formação ou o tipo de ocupação.
Mais uma vez, é importante checar nos sites do governo e com empresas especializadas para obter informações atualizadas sobre cada um deles.
Se você tem o sonho de estudar e trabalhar no Canadá, a equipe especializada da Daqui pra Fora oferece toda a assistência necessária nesse processo.
Preencha o formulário abaixo para começar a conversar com o nosso time de especialistas.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Quais-as-possibilidades-de-imigrar-depois-de-se-formar-no-Canada.png6801026Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-06-02 10:32:012024-03-20 21:20:42Como imigrar para o Canadá depois da formatura?
Mas há inúmeros outros bons motivos para ser um estudante internacional na Califórnia. E eles vão além da excelência acadêmica e de toda estrutura que suas universidades oferecem.
Por que estudar na Califórnia?
Um dos grandes atrativos da Califórnia é a indústria local e sua ligação com as universidades. Conhecida como um tech hub, com o centro no Vale do Silício, a Califórnia oferece excelentes oportunidades de estudo, pesquisa e trabalho em STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática).
Os estudantes têm, portanto, facilidade para conseguir estágios em algumas das maiores e mais inovadoras empresas de tecnologia dos Estados Unidos e do mundo, como Apple e Google.
Mas nem só de tecnologia vive a Califórnia. Lá se formam alguns dos melhores músicos e artistas do país. Oportunidades de estágio em grandes estúdios de cinema e TV também são mais acessíveis para os estudantes da Califórnia. O estado ainda contribui intensamente com a indústria aeroespacial, agrícola e de biotecnologia.
A Califórnia é o estado número 1 do país em green job e green economy. Suas faculdades estão, consequentemente, entre as mais “verdes” dos Estados Unidos e oferecem excelentes cursos para quem pretende trabalhar em carreiras ligadas a questões do meio ambiente.
Fora dos campus, a Califórnia oferece inúmeros atrativos nas cidades, praias e montanhas. Na costa de São Francisco a San Diego estão alguns dos pontos mais bonitos do oeste do país.
Quem gosta de aventura e esportes outdoor vai se sentir no paraíso. Trilhas, esqui, snowboard e surfe são algumas das atividades super acessíveis nas praias e parques em todo o estado.
A Califórnia é também um famoso hub cultural. Suas grandes cidades, Los Angeles, San Diego e São Francisco, recebem importantes eventos, feiras, shows e competições esportivas o ano inteiro.
Localizada na Bay Area, região de São Francisco, no coração do Vale do Silício, Stanford é considerada a 4a melhor universidade do mundo pelo ranking da Times Higher Education (THE). Segundo o US News, é a 6a melhor do país e a número 1 no Estado da Califórnia.
Stanford promove pesquisas de enorme impacto global, estimula a interação professor-aluno, a interdisciplinaridade e, claro, a excelência acadêmica. É muito conhecida pelo espírito empreendedor e pela proximidade com as indústrias do Vale do Silício.
Com 33 km2, o campus principal de Stanford é um dos maiores dos Estados Unidos. A universidade é composta por 7 escolas. Três delas oferecem cursos de graduação:
Engineering;
Humanities & Sciences;
Earth, Energy and Environmental Sciences.
Stanford tem ainda 18 institutos interdisciplinares, que permitem aos alunos combinarem diferentes áreas de estudos e criarem seus próprios programas.
Fundada em 1885, Stanford tem hoje um total de mais de 17.000 estudantes, cerca de 7.000 deles na graduação, e 2.240 professores.
Os alunos de Stanford estão entre os mais bem pagos do país quando se formam. De acordo com a PayScale, o salário (anual) no início da carreira dos formados em Stanford é, em média, de U$ 83.500, e no meio da carreira, quase dobra. Vai para U$ 161,400, em média.
Empresas fundadas por ex-alunos de Stanford geram uma receita anual de mais de 2,7 bilhões de dólares, o que corresponderia à 10a maior economia do mundo. Entre elas estão Nike, HP, Instagram, PayPal e Snapchat.
Praticamente todos os estudantes que entram em Stanford, 99%, permanecem para o segundo ano, o que indica um altíssimo grau de satisfação. Fora das aulas, eles têm à disposição mais de 650 organizações estudantis, que vão de esportes a assuntos acadêmicos, arte ou religião.
California Institute of Technology – Caltech – #2
Caltech fica em Pasadena, ao norte de Los Angeles. Número 2 do mundo no ranking 2022 da THE, Caltech é considerada pelo US News a 2a melhor universidade da Califórnia. Tem um ambiente multicultural e diverso. Cerca de 34% dos seus 2.300 alunos são internacionais.
Caltech tem 6 divisões acadêmicas, focadas principalmente em ciências e engenharia. O volume e a qualidade das pesquisas desenvolvidas em Caltech são mundialmente reconhecidos e têm o suporte de instalações de ponta.
Entre elas estão o Jet Propulsion Laboratory, o Seismological Laboratory e a International Observatory Network.
O ambiente acadêmico concentrado e intenso de Caltech garante todos os anos milhões de dólares em bolsas de pesquisa, produz incontáveis patentes e forma inúmeros CEOs de empresas de tecnologia.
Além disso, ex-alunos de Caltech já receberam 39 prêmios Nobel e 6 Turing Awards (concedido para as maiores contribuições na área da computação).
Caltech possui 11 residências estudantis. Apenas os calouros (freshman) precisam morar no campus, porém mais de 80% dos alunos preferem continuar vivendo na universidade nos outros anos também.
A vida estudantil é bastante centrada nos residenciais, que misturam tradição e inovação. Os dorms são conhecidos como “self-governing living spaces“.
Cada casa tem sua própria personalidade e os alunos se inscrevem naquelas com as quais mais se identificam.
Estudaram em Caltech Gordon Moore, engenheiro fundador e diretor da Intel; o famoso químico Linus Pauling (criador do Diagrama de Pauling que estudamos na escola); e Adam D’Angelo, co-fundador e CEO do Quora.
University of California Los Angeles – UCLA – #3
Considerada a 3a melhor universidade da Califórnia pelo ranking US News, UCLA faz parte do University of California College System, que engloba outras 9 instituições públicas do estado.
Seu campus, no bairro de Westwood, Los Angeles, recebe diariamente cerca de 31.500 estudantes, 85% deles na graduação.
A universidade é composta por 12 escolas altamente ranqueadas, entre elas:
School of Theater, FIlm and Television (TFT);
School of Dentistry;
School of Education & Information Studies (3a melhor do país na área).
Top 20 no ranking mundial da Times Higher Education, UCLA oferece 230 majors, 125 deles de graduação, e 90 minors, espalhados em 109 departamentos. Mais de 24 programas acadêmicos de UCLA estão entre os 20 melhores do país nas suas respectivas áreas.
O grupo de professores de UCLA é reconhecido como um dos melhores dos Estados Unidos. O incentivo à pesquisa é forte desde o primeiro ano e mais da metade dos alunos se formam com experiência em pesquisa em disciplinas de humanidades, ciências sociais e STEM.
UCLA também é conhecida pela forte cultura de startups, com vários clubs e programas de aceleração que auxiliam alunos a idealizar e executar suas próprias empresas.
A universidade ainda incentiva os alunos a estudarem fora. Mais de 2.400 estudantes participam anualmente dos 275 programas oferecidos em 39 países.
Apesar de ser uma instituição de grande porte, a UCLA mantém um espírito de comunidade que oferece aos alunos um enorme senso de pertencimento. Há mais de 1.000 organizações estudantis à disposição dos alunos, que atendem todo tipo de interesse: esportes, política, artes, meio ambiente, religião, xadrez, economia e muito mais.
University of California Berkeley – #4
Também conhecida apenas como Cal, a University of California Berkeley fica localizada na Baía de San Francisco. É a casa de cerca de 28.000 alunos de graduação e cerca de 10.000 de pós, sendo 23% deles internacionais.
Fundada em 1868, Berkeley foi a primeira universidade a integrar o University of California System e é a segunda mais antiga instituição de ensino superior da Califórnia.
Considerada a 8a melhor universidade do mundo pela THE e a 4a melhor da Califórnia pelo US News, Berkeley possui 14 escolas. Entre elas estão as conceituadas Haas School of Business, a College of Engineering, a School of Public Health e a College of Chemistry. Seus professores já receberam 39 prêmios Nobel, a maioria em física, química e economia.
Reconhecida como uma das universidades com menos discriminação no mundo, Berkeley é um tradicional centro de ativismo político. Nos anos 1960 e 1970 foi palco de importantes protestos contra a Guerra do Vietnã, por exemplo.
A vida dos estudantes fora das salas de aula, laboratórios e bibliotecas em Berkeley passa bem longe da monotonia. Acontecem eventos o ano inteiro, há esportes para assistir ou praticar, mais de 1.000 clubs e organizações estudantis para participar, além das inúmeras atrações da própria cidade de São Francisco.
Neste vídeo, você encontra importantes informações sobre a Universidade de Berkeley:
University of Southern California – USC – #5
Fundada em 1880 com 53 alunos e 10 professores, a USC é hoje uma das mais renomadas instituições de ensino e pesquisa do mundo e emprega o maior número de funcionários do setor privado da Califórnia.
Cerca de 4.700 professores se dividem em 21 escolas e unidades na universidade, lecionando para um total de 44.000 alunos, cerca de 20.000 na graduação.
Considerada pelo US News a 5a melhor universidade da Califórnia, a USC está entre as 20 melhores do país e é a 63a melhor do mundo, segundo a THE.
Seu campus principal fica no centro de Los Angeles. Há ainda três hospitais-escola além de faculdades de medicina e farmácia no norte da cidade.
A USC oferece as vantagens de uma grande universidade, como o enorme potencial para pesquisa, ambiente multicultural, mais de 1.000 organizações estudantis e instalações de ponta em todas as áreas.
Mas também tem características de escolas menores, como classes pequenas que propiciam mais contato entre alunos e professores. Aproximadamente 63% das salas de aula têm menos de 20 alunos.
Os cursos mais procurados na USC são Business Administration, Comunicação e Jornalismo, Políticas Públicas e Cinema. A USC School of Cinematic and Arts é a mais antiga escola de cinema dos Estados Unidos e uma das mais prestigiadas do mundo. Estudaram lá os atores John Wayne, Clint Eastwood e o cineasta George Lucas, entre outros.
Os mais de 4.000 professores e pesquisadores da USC já receberam 5 prêmios Nobel e dezenas já foram condecorados com outros prêmios, como:
MacArthur Genius Award;
Guggenheim Award;
National Medal of Art.
A USC é a única universidade do mundo a ter um medalhista de ouro em todas as Olimpíadas desde 1912. E também a única a ter um ex-aluno nomeado ao Oscar, desde o início da premiação da academia, em 1929.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/05/As-melhores-universidades-para-estudar-na-California-e1652796434338.png6861229Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-05-17 11:04:412023-12-13 11:35:36Melhores universidades para estudar na Califórnia
A escolha da moradia é uma parte importante da experiência de estudar em uma universidade no exterior. Entenda as opções e como elas funcionam.
Tudo o que um estudante internacional vive em 4 anos pode ser resumido em duas palavras: “school life”. Mas estas duas palavras não são pouca coisa. Ao contrário, englobam inúmeros aspectos que fazem parte do dia a dia do aluno e que, juntos, determinam como vai ser esta jornada no exterior.
Em geral, todos estudam, fazem esporte, comem, participam de organizações estudantis, fazem amigos, trabalham e muito mais. Cada um constrói o seu dia a dia de acordo com suas preferências e interesses.
Mas no final do dia, literalmente, todo mundo vai para casa. E a escolha de onde morar tem uma grande influência no resultado de toda essa experiência. Por isso, é importante entender como funcionam as moradias e pensar bastante antes de fazer esta escolha.
Onde estudantes internacionais podem morar
Basicamente, alunos internacionais podem morar dentro do campus (nos dorms ou em apartments) ou fora dele, em apartamentos, alugados.
Vale lembrar que grande parte das universidades americanas exigem que os alunos de primeiro ano (freshman) morem nos residenciais dentro do campus. A partir do segundo ano eles podem escolher se continuam no campus ou se preferem morar fora.
Morar no campus ou fora dele são experiências com características distintas. A escolha, quando possível, deve ser feita baseada nas preferências, estilo de vida, personalidade e expectativas do aluno.
É, portanto, uma questão pessoal. Também é importante colocar na balança os prós e contras de cada uma dessas vivências, além das possibilidades financeiras.
Morar em dormitórios no campus
Estar 24 horas por dia na universidade traz inúmeras vantagens aos estudantes. A primeira delas diz respeito à praticidade. Morar nos dorms é estar perto de tudo.
Das salas de aula, das bibliotecas, laboratórios, ginásios, academias, restaurantes e, claro, dos outros estudantes. Você não precisa pensar em como fazer os trajetos, porque eles geralmente são muito curtos e extremamente acessíveis para quem já está no campus.
Esta praticidade é conveniente também no sentido de economizar dinheiro (com o transporte), tempo e energia.
Além disso, os dorms são excelentes, e muitas vezes cruciais, para conhecer pessoas. Circulam pelos prédios residenciais dezenas ou centenas de alunos diariamente, desde de manhã até de noite.
São alunos muitas vezes de cursos variados, vindos de lugares distintos e com histórias, experiências pessoais e até costumes bem diferentes. É quase como uma torre de Babel. E este convívio é um dos principais diferenciais de toda a jornada lá fora.
Não é à toa, portanto, que muitas universidades exigem que os calouros morem no campus. Para quem está chegando, morar na universidade é uma mão na roda. Além de ter tudo próximo, é a situação ideal para o aluno ir conhecendo cada cantinho da universidade. Permite ainda que ele entenda como ela funciona e, ao mesmo tempo, organize sua vida pessoal e acadêmica.
Estudos realizados por especialistas mostram que alunos que moram pelo menos um ano no campus são mais propensos a seguir na universidade até a formatura.
Estes mesmos estudos demonstram ainda que estes estudantes interagem mais com os professores, participam de mais atividades no campus e avaliam a experiência universitária de forma mais positiva.
Como é morar no dorm
A organização dos residenciais nas universidades varia de instituição para instituição. Mas em geral, os dorms configuram um quarto que o aluno divide com um ou dois roommates. Homens moram com homens e mulheres com mulheres.
Inicialmente a universidade é responsável por escolher quem será o seu roommate. Eles fazem isso baseado nas informações de questionários respondidos pelos alunos. Você não sabe, portanto, quem será seu roommate até chegar na universidade.
Pode ser uma pessoa da Argentina, da Índia, da França, de qualquer país, ou mesmo alguém que não é estrangeiro, que vem de outra cidade ou estado.
Os quartos já vêm mobiliados, com camas, armários e escrivaninhas. Você não tem que se preocupar com isso, o que é outra vantagem, especialmente para quem está chegando.
Os banheiros são compartilhados. Pode ser entre dois quartos ou por vários quartos do mesmo andar ou corredor. E a lavanderia é comunitária.
Há áreas de convivência, que variam muito de prédio para prédio e de universidade para universidade. Mas certamente no seu dorm você vai ter onde encontrar as pessoas para conversar, estudar, se divertir e até comer.
Existem alguns residenciais dentro das universidades que oferecem moradias em forma de apartamentos. Neles os alunos têm, além dos quartos (que podem ser individuais ou não), banheiro, sala e uma pequena cozinha. É uma outra forma de moradia compartilhada dentro do campus.
Tanto os dorms quanto os prédios com apartamentos dentro das universidades têm suas próprias regras de convivência. É muito importante respeitá-las.
Morar fora do campus
Há universidades no exterior que não oferecem moradia no campus para estudantes internacionais. Em outras, elas podem estar lotadas. Por isso, morar fora do campus pode ser uma escolha ou mesmo a única opção.
As universidades no exterior são rodeadas de inúmeras ofertas de moradias próximas ao campus. São apartamentos alugados e compartilhados por vários estudantes.
Quem decide estudar no Canadá, nos Estados Unidos ou no Reino Unido tem grande chance de morar nestes apartamentos.
Diferentemente dos dorms dentro do campus, nos apartamentos fora do campus os alunos escolhem com quem morar e precisam decidir como vão se organizar. Dividem aluguel e outras despesas, como luz e internet, por exemplo.
A experiência é outra. Além de organizar a casa, compras e as contas, quem mora fora da universidade precisa se planejar para os trajetos no dia a dia. Deve pensar no transporte (se não tiver carro) e no tempo que vai gastar para ir e voltar da faculdade.
Por outro lado, é possível que no apartamento o estudante tenha mais facilidade de vivenciar a cidade e conviver mais com a cultura local.
Pode ter também mais liberdade, independência e espaço, comparado com quem vive nos dorms, e também mais privacidade. Em geral, nos apartamentos os estudantes têm seu próprio quarto e até seu banheiro.
A escolha sobre a forma de moradia depende, portanto, de vários fatores e é muito particular. Comece pesquisando as regras da sua universidade e as opções que ela oferece.
Depois, pense nas suas preferências, nas suas expectativas, nas possibilidades financeiras da família e nos prós e contras de cada opção.
Lembre-se que esta escolha não é definitiva, já que sua vida lá fora muda conforme o tempo vai passando. Mas tenha sempre em mente a vontade de construir a melhor experiência possível para você.
Se precisar de assistência especializada durante esse importante período, a equipe da Daqui pra Fora está à disposição para ajudar com o que for preciso.
Preencha o formulário abaixo e vamos conversar sobre essa importante fase da sua vida.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Onde-posso-morar-como-aluno-internacional.png9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-04-30 10:00:132024-02-26 15:18:36Onde posso morar fazendo faculdade no exterior
Trabalhar durante o curso no exterior alivia as despesas, traz experiência, potencializa o currículo e multiplica o networking. Veja como fazer isso.
Estudar no exterior é indiscutivelmente uma experiência engrandecedora. Viver fora do seu país, aprender uma nova cultura, conviver com pessoas do mundo inteiro e, claro, ter que se virar sozinho no dia a dia são vivências que trazem muito desenvolvimento e evolução.
Será que é possível melhorar ainda mais esta experiência? Sim, aliar o estudo ao trabalho é uma forma de tornar a experiência lá fora ainda mais marcante, potente e transformadora.
Por que trabalhar durante a faculdade no exterior?
Antes de mais nada, o trabalho pode ajudar o estudante internacional (e a família) com as despesas durante o curso no exterior. Seja com alimentação e moradia ou com passeios, livros e compras, o dinheiro “extra” pode ser muito bem vindo para aliviar o custo da jornada.
E, caso não precise no momento, o aluno pode começar a fazer seu planejamento financeiro já de olho na sua carreira ou mirar em qualquer outro objetivo.
De qualquer forma, trabalhar durante a faculdade no exterior é uma ótima maneira de potencializar a experiência. Além do lado financeiro, sem dúvida, ganha-se muito em aprendizado e, principalmente, em experiência dentro ou fora da área de estudo.
Vivenciar a cultura de uma empresa lá fora, aprender a lidar com pessoas diferentes, exercer uma função nova ou diferentes funções, tudo isso se transforma em um grande portfólio. E, claro, estes ganhos terão um importante reflexo no desenvolvimento pessoal e da carreira.
Outro aspecto positivo nessa experiência é o tamanho e a potência do networking que se constrói. A vivência no trabalho aumenta certamente o número de contatos e, principalmente, a qualidade e a diversidade deles.
Porém, é preciso entender e respeitar as regras ou leis que são destinadas ao estudante internacional quando o assunto é trabalho, seja onde for. A seguir você vai ver as possibilidades de trabalhar durante a faculdade nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá.
Trabalhar nos Estados Unidos
Alunos internacionais podem trabalhar durante o curso nos Estados Unidos, porém há algumas restrições. Quem tem o visto F-1 (estudante) pode trabalhar no campus desde o início do curso.
As ofertas são principalmente nas bibliotecas, no refeitório e nos centros estudantis. É permitido trabalhar até 20 horas semanais (meio período) durante o período de aulas. Nas férias e feriados pode ser período integral.
Fora do campus, é permitido trabalhar a partir do segundo ano da faculdade, com autorizações específicas, que são elas:
O OPT (Optional Practical Training) é uma autorização bastante procurada por estudantes internacionais. Obtendo o OPT, o aluno pode trabalhar temporariamente por até 12 meses (período integral).
Este período pode ser cumprido durante o curso (Pre-Completion) ou após a conclusão dele (Post-Completion). No Pre-Completion, durante o curso o aluno pode trabalhar até 20 horas semanais e até 40 horas semanais durante as férias.
Depois de concluir o curso, Post-Completion, são 40 horas semanais. O trabalho precisa estar diretamente relacionado à área de estudo do aluno.
Estudantes que concluíram cursos nas áreas de ciências, matemática, engenharia e tecnologia (STEM) podem aplicar para estender o OPT para mais 24 meses, após o término dos 12 meses convencionais.
O CPT (Curricular Practical Training) é outra autorização que permite que estudantes internacionais trabalhem durante o curso, sendo que essa autorização deve estar ligada a uma aula que tenha um requerimento de estágio.
Assim como pelo OPT, o trabalho, seja por emprego, estágio ou educação cooperativa, também precisa estar diretamente ligado ao campo de estudo do aluno.
Uma das diferenças entre o CPT e o OPT é que com o CPT o período de 12 meses de trabalho deve ser concluído antes do término do curso. Além disso, o aluno precisa ter uma oferta de trabalho para aplicar para o CPT, enquanto para o OPT ele pode aplicar mesmo sem ter uma oferta oficial de trabalho.
Trabalhar no Canadá
No Canadá, o visto de estudante permite que os alunos internacionais trabalhem enquanto fazem faculdade. Inclusive fora do campus. A permissão vale desde o início do curso superior.
Fora do campus é permitido trabalhar para todo tipo de empresa. No campus, há várias opções de trabalho. O aluno pode ser assistente de pesquisa, pode trabalhar em organização estudantil ou mesmo para alguma empresa privada instalada no campus, como uma academia ou restaurante, por exemplo. O aluno pode, inclusive, trabalhar para ele mesmo se tiver um negócio localizado fisicamente no campus.
Enquanto faz o curso, o estudante tem permissão paratrabalhar no Canadá até 20 horas semanais (meio período) fora do campus. No campus não há limite de horas.
Depois de formado, o aluno pode solicitar o Post Graduation Work Permit (PGWP), um visto de trabalho em tempo integral que tem duração de 1 a 3 anos. Ele deve ser solicitado até 90 dias após a conclusão do curso, quando o visto de estudante ainda está válido.
Alguns programas de estudo incluem experiência de trabalho como parte de seu currículo, e o aluno pode solicitar uma autorização de trabalho cooperativo ou estágio seguindo algumas regras específicas que precisam ser avaliadas, são os chamados Co-Ops.
O Co-OP é um programa de cooperação entre universidade e empresas. Apesar de não serem exigidos para o estudante se graduar, é uma excelente oportunidade para que jovens universitários tenham experiências práticas no mercado de trabalho.
Esse programa geralmente é realizado no segundo ou terceiro ano da universidade e dura cerca de 4 meses. Após aceito é necessário pedir o visto de co-op student, que te legaliza a trabalhar 40 horas semanais.
É um programa muito interessante e dependendo da área a remuneração média pode chegar a 35 dólares canadenses por hora.
Trabalhar no Reino Unido
Nas universidades do Reino Unido, alunos internacionais (com visto Tier 4, de estudante) podem trabalhar meio período (até 20 horas semanais) durante o período de aulas. Nas férias é permitido trabalhar período integral.
Especialmente nas grandes cidades, não é difícil conseguir trabalho meio período. Mas é preciso prestar atenção em alguns detalhes.
Trabalhar para si mesmo ou como freelancer, por exemplo, não é permitido. Os contratos são temporários, não podem ser permanentes.
Os alunos internacionais não podem trabalhar como autônomos ou montar um negócio. O visto de estudante também não permite que o aluno internacional trabalhe como atleta profissional ou artista.
Vale a pena, também, verificar se a sua universidade tem regras específicas para o trabalho de estudantes internacionais. Algumas instituições podem não permitir que alunos internacionais trabalhem fora do campus. Se for este o caso, provavelmente não será um problema, pois há várias possibilidades de trabalho no campus.
Depois que termina o curso, o aluno é considerado em férias por até 4 meses ou até quando expirar o visto (vale o período mais curto). Se, depois disso, quiser um trabalho permanente, será preciso mudar o status do visto.
Se você tem o sonho de fazer faculdade em algum desses países, o time de especialistas da Daqui pra Fora pode ajudar com toda a assistência necessária. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Alunos-internacionais-podem-trabalhar-enquanto-fazem-faculdade-no-exterior.png9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-04-23 10:00:252024-02-29 14:54:48Alunos internacionais podem trabalhar durante a faculdade?
Estudar cinema no exterior é estar no epicentro do mercado, com os melhores professores e a melhor estrutura. Confira algumas excelentes opções.
Para quem busca uma carreira de sucesso, o ideal é estudar onde está o que há de melhor e mais respeitado na sua área de interesse. São lugares onde os professores têm forte ligação com o mercado de trabalho, onde a indústria local é referência e a estrutura da faculdade é de ponta e inovadora. Por isso, se você pensa em fazer faculdade de cinema, vale a pena ligar o radar para as universidades no exterior.
Antes de começar a pesquisar, é bom saber que na maioria das faculdades lá fora o curso é denominado Film ou Film Studies. Mas, em diversas universidades ele aparece com outros nomes, como:
Film Production;
Motion Picture Arts Production;
Cinematic Arts.
Seja qual for o nome do curso, nele você vai aprender tudo que envolve produção de cinema e televisão.
Como é o curso de cinema no exterior?
As matérias abordam desde história do cinema e crítica cinematográfica até como desenvolver habilidades e técnicas para ter sucesso nessa indústria. O diploma habilita o estudante a trabalhar com direção, roteiro, edição, animação, produção, direção de fotografia, direção de arte publicitária, entre outras carreiras.
Algumas das melhores faculdades do mundo na área de cinema estão nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, onde o mercado é extremamente desenvolvido e valorizado.
Nelas, os professores, além de terem forte formação acadêmica, geralmente têm fortes laços com a potente indústria local. Além disso, as faculdades estão preparadas e munidas dos melhores laboratórios, salas de edição, softwares e equipamentos para capacitar ao máximo os alunos para o mercado.
Nestes grandes centros, os estudantes aprendem na prática, dentro e fora da universidade. Isso ajuda a construir um forte portfólio, item fundamental no início da carreira.
A proximidade com os grandes estúdios e o forte networking internacional que os alunos constroem proporcionam importantes oportunidades de estágio e, consequentemente, mais tarde, melhores possibilidades de trabalho.
Neste vídeo, você verá importantes informações sobre a criação de portfólio e a participação em audição para o curso de cinema:
Onde estudar cinema no exterior
Estados Unidos
University of Southern California – USC School of Cinematic Arts – Los Angeles
A USC School of Cinematic Arts é a mais rica escola de cinema do mundo e considerada a melhor por muitos especialistas.
Recebe doações milionárias de mais de 10.000 de seus ex-alunos, entre eles o diretor George Lucas (Star Wars) e Ron Howard (Uma Mente Brilhante), além do produtor de Avatar, Jon Landau.
Parte desse reconhecimento se deve às instalações incomparáveis, à ênfase em técnicas cinematográficas e à estreita ligação com Hollywood.
Academicamente, USC oferece uma oportunidade de aprendizado completamente interdisciplinar, abrangendo todas as áreas da produção cinematográfica.
Tem foco em desenvolver criatividade e empreendedorismo para cinema, televisão ou mídia interativa. O objetivo é preparar os alunos para serem líderes e pioneiros nessa indústria.
A proposta interdisciplinar permite que os alunos, independentemente da área de especialização, possam escolher matérias em qualquer um dos 7 programas da escola, sem limitações.
A ideia é que eles se formem de maneira integral como media makers. Os programas são:
Animação e Artes Digitais;
Estudos de Cinema e Mídia;
Produção de Cinema e TV;
Mídia e Jogos Interativos;
Produção;
Escrita para Tela e TV;
Business de Cinema.
USC é uma universidade top 30 nos Estados Unidos, segundo o ranking US News. Localizada em Los Angeles, com 19.600 alunos na graduação, USC é a segunda universidade mais popular do país entre estudantes internacionais.
New York University – Tisch School of the Arts
A Tisch School of the Arts é a escola de artes da NYU. Ela abriga o Film Program da universidade. Tisch é uma das escolas de cinema mais famosas e prestigiadas no mundo.
Na Tisch os alunos aprendem fazendo e podem ter o privilégio de ouvir ex-alunos como James Franco em uma classe com 12 pessoas falando sobre como transformar poesia em filme, por exemplo.
A metodologia do Film Program da Tisch School inclui uma abordagem internacional e interdisciplinar. Com isso, seus ex-alunos seguem para as mais diversas carreiras.
Eles migram para departamentos de cinema em museus, para o jornalismo e vão também, claro, para a própria indústria do cinema, onde trabalham como roteiristas, diretores, editores ou produtores.
Entre os ex-alunos de cinema da NYU, estão os premiados diretores Oliver Stone, de Platoon e Nascido em 4 de Julho, e Martin Scorsese, de Touro Indomável, Os Infiltrados e O Lobo de Wall Street.
Considerada uma das 30 melhores universidades americanas (de acordo com o US News), com cerca de 27.400 estudantes na graduação, a NYU tem como um dos seus trunfos a localização.
No sul de Manhattan, os alunos viram a esquina e estão expostos ao que há de melhor no planeta quando o assunto é arte.
Quase metade dos alunos do instituto vêm de fora dos Estados Unidos, o que proporciona um ambiente diverso e multicultural, além de possibilitar a construção de uma excelente networking.
California Institute of the Arts – CalArts – Los Angeles
Fundado em 1961 pelos irmãos Roy e Walt Disney, CalArts transformou a formação de profissionais ligados às artes nos Estados Unidos. Uma das mais refinadas escolas na região de Los Angeles, CalArts é hoje um verdadeiro laboratório para artes criativas, o que lhe dá um caráter de escola de arte experimental.
Os ex-alunos de CalArts são uma prova de que a escola forma talentos visionários quando o assunto é criatividade. O diretor Tim Burton, de Batman, Edward Mãos de Tesoura, A Fantástica Fábrica de Chocolate e Alice no País das Maravilhas, é um dos melhores exemplos do viés artístico único de CalArts.
John Lasseter, diretor e produtor, responsável por filmes como Carros, Vida de Inseto, Monstros e Frozen, entre outros, também é ex-aluno de CalArts.
A escola de filme e vídeo é uma das 6 que compõem a faculdade. Todas juntas oferecem mais de 70 programas de graduação, que abrangem artes visuais, cênicas, de mídia e literárias.
Para quem se interessa por animação ou quer se aprofundar nessa área, vale a pena conhecer melhor CalArts. O DNA dos fundadores continua muito presente e faz de CalArts uma meca no assunto.
Reino Unido
University of Westminster – Londres
Uma das mais tradicionais universidades da Inglaterra, a University of Westminster oferece o curso de Film Studies, reconhecido como um dos melhores do mundo.
O curso forma filmmakers pensadores, que têm algo a dizer para o mundo e sobre o mundo. A escola opera a partir de um estúdio, dois estúdios de som, uma oficina de construção de cenários e amplas instalações de ponta de pós-produção.
O ambiente mistura teoria e prática, aliado a muita criatividade. Os alunos estudam história do cinema, crítica e estética, entre outros focos, sempre acompanhados da prática.
Trabalham cooperando de forma criativa, enquanto desenvolvem em áreas de produção como escrita, design de produção, edição e som, entre outras.
As produções dos alunos de Westminster são frequentemente exibidas em festivais e já foram premiadas no Reino Unido e em outros países.
Estudaram cinema em Westminster o cineasta e diretor de fotografia Seamus McGarvey (Anna Karenina e We Need to Talk About Kevin) e o roteirista e produtor Neal Purvis (Skyfall e Casino Royal).
Canadá
University of Toronto
Considerada a número 1 do Canadá e a 18a melhor universidade do mundo pelo ranking da Times Higher Education, a University of Toronto oferece o curso de cinema há mais de 40 anos.
Apesar de ser um dos maiores programas da área no Canadá, o ambiente em sala de aula do curso de cinema permanece intimista. A maioria das classes são pequenas, para que haja uma relação mais próxima entre professores e alunos. Nas classes maiores, os alunos dispõem de tutorias individuais.
A vida dos estudantes de cinema na University of Toronto é bastante movimentada pela Cinema Studies Undergraduate Students’ Union (uma espécie de grêmio estudantil dos alunos do curso de cinema).
Além disso, uma enorme variedade de eventos acontece o ano todo no Innis Town Hall, fantástico auditório da própria faculdade, e por toda a cidade de Toronto.
Com inúmeros festivais de cinema e a prestigiada programação da TIFF cinemateca, Toronto é uma cidade extremamente atraente para quem quer viver e aprender sobre cinema.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/04/CONHECA-ALGUMAS-DAS-MELHORES-FACULDADES-DE-CINEMA-NO-EXTERIOR.png9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-04-15 11:00:302023-12-15 21:40:30As melhores faculdades de cinema do mundo
Nas universidades americanas o aluno pode aplicar sem ter definido o curso que quer fazer. Ele tem os dois primeiros anos da faculdade para decidir.
O final do Ensino Médio não costuma ser um período muito tranquilo para a maioria dos estudantes. É quando acaba a vida escolar e pela frente está a vida universitária, totalmente nova. O momento envolve stress com notas e, ao mesmo tempo, muitas importantes tomadas de decisões.
As perguntas não param e geram um enorme nível de ansiedade. “Onde vou estudar” (no Brasil ou fora), “em quais universidades vou aplicar ou fazer vestibular” e, principalmente, “qual curso vou fazer” são algumas delas.
Quase ninguém cresce já decidido sobre o que vai fazer depois da escola ou qual carreira vai querer seguir. Portanto, nenhuma dessas perguntas tem resposta simples e rápida.
Quem decide fazer faculdade nos Estados Unidos pode eliminar um pouco desse stress, pois não precisa ter pressa para responder a principal pergunta: que curso (major) vou fazer.
Na maioria das universidades americanas os candidatos podem aplicar sem definir um curso específico antes de entrar. Neste caso, o aluno aplica com Undecided Major.
No Canadá, muitas universidades também oferecem esta flexibilidade, porém a oferta não é tão grande como nos Estados Unidos.
O que é Undecided Major
Quando você aplica com “undecided major” ou “undeclared major”, significa que você está aplicando para ser aceito como um estudante da universidade e não de um curso específico dela.
Parece óbvio que para quem ainda não tem certeza de que curso quer fazer, escolher aplicar com undecided major é a melhor opção. Sim, e é. E o mais interessante é que você terá até o final do segundo ano da faculdade para decidir o seu major.
Ou seja, durante todo este período poderá explorar diversas disciplinas e diferentes áreas de estudo para, enfim, poder tomar uma decisão mais madura e com muito mais conhecimento.
Portanto, se você ainda está na dúvida entre administração, psicologia ou engenharia, por exemplo, pode fazer matérias ligadas a cada uma delas nos primeiros anos e só depois fazer sua escolha.
Pode, inclusive, fazer disciplinas que não estão relacionadas diretamente às áreas que você cogita estudar e, quem sabe, descobrir outra paixão ou uma nova habilidade.
Uma vez admitido com undecided major, você vai dispor de vários recursos dentro da universidade para seguir o melhor caminho até tomar sua decisão. As universidades americanas disponibilizam profissionais e têm departamentos específicos para aconselhamento sobre cursos e carreiras.
Também organizam vários eventos anualmente relacionados ao tema. Além disso, vale a pena se engajar em clubs e grupos de estudo, sempre buscando explorar suas áreas de interesse.
O processo de declarar o major entre o primeiro e o segundo ano varia de universidade para universidade. Mas os alunos podem contar com a ajuda do academic advisor, um orientador que vai mostrar os passos que devem ser seguidos nesse processo. Ele também pode auxiliar na montagem da sua grade curricular.
Neste vídeo, você verá informações importantes sobre o undecided major:
Quando não aplicar com Undecided Major
Se você sabe realmente o que quer cursar e que carreira quer seguir, você pode escolher já declarar o major na sua application. Neste caso, o ideal é que sua application mostre sua ligação com a área, especialmente nas atividades extracurriculares e nas suas essays. Notas boas na escola em matérias relacionadas ao campo de estudo escolhido também podem ajudar.
Uma outra situação em que pode não valer a pena aplicar com undecided major é se sua área de interesse (ou uma delas) exigir que você seja admitido nela desde o primeiro ano.
Em geral isso acontece se o curso tiver matérias obrigatórias desde o início. Caso uma forte opção sua tenha esta configuração, você terá bem mais dificuldade de conseguir seguir no curso mais tarde.
Outro caso em que se deve pensar melhor em declarar undecided major é se, nas suas pesquisas, você perceber que no curso de seu interesse há matérias que são muito disputadas ou que não são oferecidas com muita frequência. Nesses casos, decidir antes facilita para garantir vaga automática nessas matérias.
Como fazer a mudança de major
Nas universidades americanas (e em algumas canadenses também) a mudança de major durante a faculdade é muito comum. Assim como em qualquer lugar do mundo, o aluno pode descobrir no meio do curso que aquilo que havia escolhido não era exatamente o que imaginava. Mesmo tendo feito bastante pesquisa anteriormente.
Nos Estados Unidos a exposição a uma variedade interminável de disciplinas e áreas de estudo, o convívio com diferentes culturas e com um novo estilo de vida são fatores que podem fazer com que os alunos resolvam mudar de ideia no meio do caminho. E as universidades estão preparadas para isso. O processo, além de comum, é bastante simples.
Saber que existe essa possibilidade de mudança e que ela não é complicada de ser realizada alivia bastante a pressão e o stress sobre o aluno.
Escolher por “Undecided Major” pode atrapalhar a application?
Aplicar com undecided major não quer dizer, necessariamente, que o candidato não tenha interesse em nada. Demonstra, na verdade, que ele se interessa por várias coisas e quer poder escolher melhor o que vai estudar.
Para a maioria dos especialistas em college admissions, escolher aplicar com undecided major não é um problema. Ao contrário. Eles afirmam que os profissionais que trabalham diretamente com as admissões sabem que escolher uma carreira é uma decisão difícil, especialmente para jovens no Ensino Médio. As universidades não esperam que um estudante tenha seu campo de estudo completamente definido aos 17 ou 18 anos.
Na verdade, optar por undecided major pode ser até positivo porque pode ser um sinal de honestidade, valor que os avaliadores apreciam bastante.
Por isso, é importante que os seus essays (as redações) estejam de acordo com esta opção. Ou seja, nas suas redações não deve constar que você pretendia ser médico desde criança, por exemplo.
Além disso, a escolha pelo undecided major pode ser vista com bons olhos também por avaliadores que acreditam que um candidato indeciso é uma pessoa aberta a buscar novos conhecimentos antes de se comprometer com uma área de estudo.
De qualquer forma, com major definido ou não, é fundamental construir uma candidatura forte, que potencialize ao máximo suas chances de ser aceito em um leque cada vez maior de universidades.
Se você já sabe qual curso pretende fazer ou se vai optar por undecided major, a Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência necessária até a sua aprovação.
Preencha o formulário abaixo e vamos começar a conversar sobre o seu processo.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Entenda-como-funciona-o-Undecided-Major.png8621300Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-04-07 10:00:342024-01-26 21:28:50Entenda como funciona o Undecided Major
Nos Estados Unidos, várias excelentes universidades oferecem neurociência na graduação. Conheça algumas delas e saiba mais sobre o curso.
Uma das áreas de conhecimento mais bem conceituadas e procuradas nos últimos tempos no mundo acadêmico é a neurociência. Seus estudos são muito abrangentes e impactam diretamente importantes campos, como a medicina, a psicologia e a educação, entre outros.
O objetivo dessa ciência que estuda profundamente o sistema nervoso é, de uma forma geral, melhorar as funções do cérebro e sua eficiência.
Para ter uma ideia da influência da neurociência no nosso dia a dia, basta ver em quais aspectos da vida ela interfere diretamente. Na medicina, os estudos colaboram, por exemplo, com controle de doenças, lesões cerebrais, reabilitação motora e impacto das drogas.
Na psicologia, ela desvenda o que há por trás das emoções. E na aprendizagem, as pesquisas da neurociência buscam entender, entre outras coisas, por que as pessoas aprendem de forma diferente e como funciona a memória.
São questões cada vez mais urgentes na vida das pessoas e que despertam muita curiosidade. Trata-se, portanto, de um campo muito fértil, com enorme espaço para pesquisa e extremamente importante para a humanidade.
No Brasil, para ser um neurocientista o estudante precisa cursar uma faculdade correlata, como psicologia, biologia ou medicina, e depois se especializar em neurociência em uma pós-graduação.
Nos Estados Unidos, além da especialização na pós, várias universidades oferecem cursos de graduação na área, com excelente qualidade acadêmica.
Onde estudar neurociência nos Estados Unidos
Michigan State University (MSU) – East Lansing
Considerada uma das Top 100 universidades do mundo pelo ranking Times Higher Education, Michigan State é hoje uma das maiores universidades dos Estados Unidos. Tem mais de 46.000 estudantes, a maioria na pós-graduação.
Do total de alunos, quase 7.000 são internacionais. A universidade conta com 2.853 professores, 687 deles de outros países, e tem mais de 580.000 ex-alunos espalhados pelo mundo.
Michigan State oferece mais de 200 programas de graduação. O curso de neurociência faz parte da College of Natural Science, uma das 17 faculdades de Michigan State. Ele é voltado para estudantes que querem seguir carreira na área, seja em pesquisa, no ensino ou na área da saúde.
Também é indicado para quem pretende seguir carreira acadêmica, com mestrado e doutorado, neste campo ou em outro correlato. Durante o curso, os alunos podem concentrar seus estudos em neurociência celular e do desenvolvimento, neurociência comportamental e de sistemas ou neurociência cognitiva.
O rol de disciplinas é bastante denso e ao mesmo tempo amplo, abrangendo diversas áreas, como microbiologia, cálculo, farmacologia, genética, física e psicologia. Uma grande parte dos estudos é feita em laboratórios de ponta, como o de neurociências comportamental e o de biologia celular e molecular.
Neste vídeo, mostramos como é a preparação para a candidatura a uma das vagas em universidades no exterior:
Georgia Institute of Technology (Georgia Tech/GT) – Atlanta
Georgia Tech é uma das principais universidades americanas e a 45a melhor do mundo, de acordo com o ranking THE. Localizada em Atlanta, GT tem quase 28.000 alunos, entre graduação e pós, quase 7.000 deles, internacionais. Mais de 30% dos seus 1.084 professores são estrangeiros.
Georgia Tech tem 6 colleges e 28 escolas. Neurociência está na College of Science. Lá o aluno encontra programas flexíveis, muito incentivo à pesquisa com alguns dos melhores pesquisadores do mundo na área, e ainda oportunidades internacionais. O curso é interdisciplinar e abrange todas as áreas da neurociência (celular, comportamental e sistemas).
Além das matérias obrigatórias do curso de neurociências, os alunos podem escolher disciplinas dentro de uma grande lista de eletivas. São 18 créditos de eletivas de especialização na própria neurociência e outros 15 mais abrangentes.
Eles podem qualificar o aluno para um minor em biologia, química, saúde e ciências médicas, matemática, psicologia, entre outros. Com isso, depois de formado, o estudante passa a ter mais opções profissionais, além de seguir como neurocientista.
The University of Tennessee (UTK) – Knoxville
Localizada em uma das maiores cidades do Estado, Knoxville, The University of Tennessee tem 24.250 alunos na graduação que se dividem em 11 faculdades. O curso de graduação em neurociência faz parte da College of Art & Science e, assim como a própria área de estudo, tem um caráter bastante interdisciplinar.
O programa inclui professores de outras faculdades, como engenharia, psicologia, veterinária, enfermagem, fonoaudiologia e pós-graduação em medicina. Apoiado principalmente nos currículos de biologia, psicologia e engenharia, o major em neurociência da UTK enfatiza o treinamento prático em pesquisa.
Além das aulas básicas, os alunos ainda podem se especializar em tópicos específicos e construir seu próprio currículo direcionado à carreira que querem seguir.
University of Kentucky (UK) – Lexington
Maior universidade do Estado de Kentucky, UK foi fundada em 1865 e conta hoje com 16 faculdades. Oferece 90 cursos de graduação (com mais de 22.000 alunos), 100 de mestrado e 66 de doutorado.
Fora das salas de aula, os alunos da University of Kentucky dispõem de 350 clubs e associações de estudantes. O campus conta com instalações de ponta, além de muitas opções de lazer e esportes.
O curso de bacharelado em neurociência em UK faz parte da College of Arts & Science. Nele os alunos ficam amplamente expostos aos aspectos básicos e aplicados na sala de aula e em muitos laboratórios. São guiados, principalmente, por professores e pesquisadores da própria faculdade e da faculdade de medicina.
As matérias abrangem, entre outras áreas, psicologia, cálculo, estatística, química, bioquímica, física e até comunicação. Elas cobrem as áreas de neurociência celular/molecular, neurofisiologia, neuroanatomia e neurociência integrada, incluindo comportamento.
Wartburg College – Waverly
Wartburg é uma Liberal Arts College localizada em Waverly, no estado de Iowa. Não é uma universidade grande, tem cerca de 1.660 alunos. Ainda assim, é bastante diversa, já que os estudantes vêm de 40 estados americanos e 60 países diferentes.
As salas de aula são pequenas, com média de 18 alunos. O contato com os professores é bastante próximo. Além disso, o espírito de comunidade é grande no campus.
Wartburg é uma das instituições que mais oferecem ajuda financeira a alunos internacionais nos Estados Unidos. Entre todos os seus estudantes, cerca de 94% recebem algum tipo de auxílio financeiro.
Wartburg oferece mais de 60 áreas de estudos em Libreal Arts. Há muitas opções de majors e minors. Um dos majors é neurociência. Neste curso os alunos são expostos principalmente à intersecção de biologia e psicologia e são encorajados a explorar outras áreas de interesse. Nesta graduação, são disponibilizados cursos avançados de pesquisa e muitas matérias eletivas.
Se interessou pelo assunto e quer mais informações sobre graduação em neurociências no exterior? Conheça nossos programas e fique por dentro do assunto.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Cursar-faculdade-de-neurociencia-no-exterior.png9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-03-23 10:00:452023-11-29 22:02:14Cursar faculdade de neurociência no exterior
As profissões mais promissoras nos EUA
/em Carreira /por Daqui pra ForaConheça as carreiras com mais futuro nos Estados Unidos e veja as vantagens que fazer faculdade por lá oferecem na corrida por uma vaga no mercado.
Saber quais são as profissões mais promissoras dos EUA pode ajudar na hora de escolher qual curso fazer e qual carreira seguir no futuro. Mas nem sempre é fácil tomar essa decisão.
Para quem vai estudar nos Estados Unidos, em busca de ensino de excelência e crescimento pessoal, vale a pena prestar atenção nas profissões que estão mais em alta por lá, principalmente porque a escolha da carreira em muitas universidades americanas não precisa ser feita antes de ingressar na faculdade. Ela pode ser feita no decorrer do curso.
As áreas da gestão, tecnologia e marketing estão em todas as conversas quando o assunto é profissões em alta nos EUA. A demanda por este tipo de trabalho sempre foi grande e só vem aumentando nos últimos tempos.
Dentro e fora destas grandes áreas, hoje há profissões ou carreiras das quais nem se ouvia falar 20 ou mesmo 10 anos atrás. E nos Estados Unidos há uma imensa variedade de cursos que abastecem constantemente este novo mercado com novos profissionais.
Você conhece, por exemplo, o trabalho do arquiteto corporativo? Spoiler, ele não ajuda a construir os escritórios e as instalações de uma empresa.
A seguir você vai conhecer esta e outras profissões, emergentes ou não, e saber ainda quais terão os melhores mercados nos Estados Unidos num futuro próximo.
As profissões mais promissoras dos EUA
Algumas carreiras demonstram aos analistas que nos próximos anos serão cada vez mais essenciais no mercado americano. Uma das principais delas é a de especialista em marketing ou analista de mercado, essencial para qualquer tipo de negócio.
Estima-se que até 2026 serão abertas cerca de 130.000 vagas nos Estados Unidos nesta área, e que haja um crescimento de 23% de 2016 a 2026. Quem trabalha como analista de mercado nos EUA ganha em média U$ 5.200,00 por mês.
A contabilidade, também presente e necessária em todos os tipos de empresas, prevê uma demanda de profissionais bastante grande também, com uma estimativa de 140.000 vagas nos próximos 4 anos. O salário médio mensal nesta área é de aproximadamente U$ 5.700,00.
Outra área com espaço garantido no mercado é a de analista de gestão, bastante procurada por quem cursa business. É esperado que se abram 95.000 vagas até 2026 nos EUA para estes profissionais, que recebem um salário médio de U$ 6.700,00 por mês.
Também na área de business, o gerente de operações será bastante requisitado. Estima-se que se abrirão cerca de 200.000 vagas neste mesmo período para esta função, que tem um salário médio mensal de U$ 8.275,00 nos EUA.
Na área de tecnologia, cada vez mais importante, o engenheiro de software deve ser um dos mais procurados nos próximos anos. Mais de 250.000 vagas no mercado americano devem ser abertas até 2026 para engenheiros de software, que ganham em média U$ 8.340,00 por mês.
De olho na inovação
Entre algumas das mais bem pagas carreiras nos Estados Unidos há algumas profissões não tão comuns ou não tão difundidas por aqui. Uma delas é o arquiteto corporativo. Com uma média salarial de U$ 122 mil por ano, este profissional da área de tecnologia (não da arquitetura) é responsável por garantir que a empresa use a arquitetura ideal nos sistemas de tecnologia.
O objetivo é reduzir custos, aumentar a flexibilidade e regular os ambientes de tecnologia. Tudo no sentido de buscar os melhores resultados para a empresa e aumentar a vantagem competitiva por meio da TI.
Nos Estados Unidos, o advogado corporativo também é muito valorizado. Este advogado trabalha só para uma empresa, contratado por ela, e não para um escritório que atende várias empresas. O salário médio anual do advogado corporativo por lá é de U$ 117,5 mil.
Algumas novas áreas também têm excelente demanda, são bastante valorizadas nos Estados Unidos e consideradas fortes dentro de um futuro próximo. Entre elas estão inteligência artificial, nanotecnologia, biotecnologia e segurança cibernética.
Para trabalhar nessas áreas, o ideal é procurar nas universidades cursos que se relacionam direta ou indiretamente com elas. Para trabalhar com IA, por exemplo, o diploma de bacharel em ciência da computação ou engenharia da computação deve ser o caminho. Uma pós em inteligência artificial com certeza pode ajudar na inserção no mercado.
Para atuar com nanotecnologia, os cursos de bioengenharia, engenharia química, engenharia elétrica ou ciência dos materiais são recomendados. Mais uma vez, uma pós na área é aconselhável.
Os cursos de ciências biológicas, ciências químicas, engenharia biomédica, microbiologia ou algum similar se alinham com a biotecnologia.
Para quem se interessa por segurança cibernética, há várias opções de cursos também. Entre eles estão ciência da computação, engenharia da computação e ciência da informação.
Vantagens de estudar nos Estados Unidos
Quando se fala em carreira ou profissão, uma das principais vantagens de fazer a faculdade nos Estados Unidos é não ter que escolher o curso que você vai fazer antes de ingressar. Na maioria das universidades o aluno pode definir o curso, seu major, até o final do segundo ano.
E ainda pode fazer double major ou um minor, saindo com dois diplomas. Mesmo quem decide logo no início tem bastante facilidade para trocar, caso queira, sem ter que recomeçar ou tentar ingressar novamente. Este processo por lá é geralmente muito simples.
Outra grande vantagem é que as faculdades oferecem grades curriculares bastante flexíveis, com muitas opções de disciplinas, e você pode montar seu curso focando nos seus principais interesses.
Então, se você está fazendo faculdade de business e quer focar em marketing ou em contabilidade, por exemplo, você pode direcionar suas disciplinas para estes campos específicos.
Além disso, quem estuda nas universidades americanas já larga na corrida para o mercado com uma grande vantagem, que é o desenvolvimento da soft skills.
Seja qual for a instituição, grande ou pequena, em grande metrópole ou no interior, todas têm a preocupação de, além de ensinar o conteúdo da melhor forma, desenvolver soft skills em seus alunos.
A prova disso é a imensa variedade de disciplinas que os alunos podem optar por fazer, especialmente nos dois primeiros anos de curso. Muitas delas focam no desenvolvimento de soft skills, como pensamento crítico, trabalho em equipe, oratória, solução de conflitos, resolução de problemas, tolerância, abertura para feedback e capacidade de ouvir.
Nas universidades americanas, não só as disciplinas eletivas ou básicas trabalham estes conceitos. Durante todo o curso estas habilidades são enfatizadas e bem trabalhadas.
Mas para quem é um estudante internacional, tudo isso se potencializa fora da sala de aula. Sem perceber, o aluno já trabalha todos estes conceitos no seu próprio dia a dia, ao ter que lidar com tantas novidades, diferenças e aprendendo a fazer coisas que não fazia antes. A participação nas inúmeras opções de atividades extracurriculares também reforça estas habilidades.
Além disso, a multiculturalidade com a qual todos se deparam nas universidades americanas, convivendo diariamente com pessoas de backgrounds tão diferentes, gera um aprendizado gigantesco e traz muita flexibilidade e tolerância. E, claro, ajuda a construir uma networking internacional super potente.
Se você quer se preparar para estudar nos Estados Unidos e aproveitar uma dessas profissões promissoras, venha conversar com a gente e entender como podemos ajudar.
Babson College, a universidade do empreendedorismo
/em Estados Unidos /por Daqui pra ForaConheça a melhor faculdade de Business e Empreendedorismo dos Estados Unidos e entenda por que ela não pode ficar fora do seu radar.
Quem pensa em estudar Business ou Business Administration geralmente planeja conquistar uma excelente vaga em uma grande empresa, ser um importante executivo e ter sucesso na carreira.
Porém, cada vez mais, além dessa possibilidade, os alunos pensam também na opção de empreender e se tornar dono de um negócio impactante, importante e vitorioso.
Por que estudar Business na Babson College?
Quando o assunto é Business e Empreendedorismo, estudar nos Estados Unidos é, sem dúvida, uma excelente opção. E, com certeza, Babson College deve estar no radar de quem busca uma excelente formação nesta área.
Além de ser uma universidade top 50 no país, Babson é considerada a número 1 em empreendedorismo nos Estados Unidos, tanto na graduação como no MBA.
Há mais de 20 anos, Babson aparece na liderança no ensino de empreendedorismo em diferentes rankings nacionais e internacionais.
Sua faculdade de Business é extremamente bem conceituada dentro e fora do país. É ainda a melhor colocada no ranking Payscale de “potencial de salário” entre as escolas de Business dos Estados Unidos.
Neste vídeo, o estudante Maurício Silvério dá dicas importantes sobre o processo de bolsa da Babson College:
Por dentro da Babson College
Babson nasceu em 1919 como um instituto ligado à área de negócios, em que os professores eram em sua maioria empresários, que ensinavam basicamente a partir de treinamentos e atividades práticas.
Localizada nos arredores de Boston, Massachusetts, Babson fortaleceu ainda mais sua veia de negócios e empreendedorismo e hoje sua escola de negócios, a Olin, mesmo pequena e com menos de 3.000 alunos, está em todas as conversas quando o assunto é estudar Business.
Babson College é formada por 11 departamentos. Entre eles, estão:
Há, em todos os cursos, uma forte ênfase em empreendedorismo e mercado internacional. Babson College tem parcerias com universidades, governos e organizações não governamentais em vários países com o objetivo de promover o empreendedorismo global.
Estrutura do campus
Com o apoio de doadores e parcerias com várias organizações dentro do próprio campus, seus 9 centros de estudos e institutos foram desenhados para proporcionar aos estudantes uma experiência real onde eles possam colocar em prática tudo que aprendem nas salas de aula.
Os centros de estudos e institutos também estimulam, incentivam e compartilham pesquisas de ponta. Entre eles estão o centro de estudos para empreendedorismo, o centro de estudos para liderança e empreendedorismo da mulher, o instituto para empreendedorismo familiar, o instituto para inovação social e o centro de estudos para investimentos e finanças.
Babson conta com mais de 100 organizações estudantis que refletem a diversidade dos alunos em termos de background e interesses. Vários eventos e atividades são criados e organizados pelos próprios estudantes todos os anos.
A universidade tem hoje 2.668 alunos, vindos de 40 estados americanos e mais de 90 países. Cerca de 80% dos alunos da graduação moram nos 18 residenciais espalhados dentro do campus.
O campus, de 1.400 m2, tem inúmeras instalações esportivas, bibliotecas, restaurantes, parques, centro de artes, todos com equipamentos e materiais de ponta.
O ensino em Babson
Os números para o sucesso dos estudantes de Babson se justificam pelo ensino e estrutura da universidade. Misturando conhecimento e prática, o ensino em Babson foca no empreendedorismo não apenas no sentido de fazer dinheiro.
Além de bons empreendedores e empresários preparados para o mundo moderno dos negócios, Babson busca formar líderes que possam impactar o mundo no sentido de melhorá-lo, sempre de forma sustentável.
Os dois primeiros anos em Babson são básicos, com disciplinas que servirão de sustentação para todo o conhecimento específico que o aluno vai escolher obter depois.
Nesta formação inicial, o aluno vai desenvolver pensamento crítico, liderança e habilidades de comunicação, entre outras soft skills, que são essenciais para o mundo dos negócios.
Logo que ingressam em Babson, no primeiro ano, todos passam pela disciplina Foundations of Management and Entrepreneurship (FME), onde recebem um profundo entendimento do que torna um negócio um sucesso.
Neste curso experimental, os alunos trabalham em times e se dividem em funções específicas para as quais se candidatam.
Cada time gera ideias, analisa a viabilidade delas, cria um plano de lançamento, gerencia o empreendimento e acompanha as vendas e operações.
Com a experiência na disciplina FME, portanto, os alunos não só aprendem a iniciar um negócio, mas se preparam para ocupar papéis de liderança no ambiente competitivo de negócios.
No terceiro ano, o aluno escolhe em que área quer se especializar, dentro dos diferentes departamentos que a universidade oferece.
Todas as aulas em Babson são ministradas por professores (nenhuma por assistentes) e as classes são pequenas (em média 14 estudantes para um professor).
Durante o curso 100% dos alunos passam pela experiência de interagir com diferentes líderes empresariais.
Networking e pós faculdade
Babson oferece uma potente networking formada por mais de 43.000 alunos espalhados por mais de 130 países. Estes ex-alunos se tornaram líderes e empreendedores nas mais diferentes indústrias.
Na classe de 2020, por exemplo, 26% dos alunos foram para a área de finanças e 20% para a indústria de tecnologia.
Praticamente 100% (99,5%) dos alunos de Babson estão empregados ou fazendo pós até 6 meses depois de formados, de acordo com pesquisa de 2021 da National Association of Colleges and Employees, e recebem um salário médio anual de U $62.525,00.
Ex-alunos de Babson estão hoje em empresas como Amazon, KPMG, Google, Bank of America, Dunkin’, L’oreal, Fidelity Investments e BNP Paribas.
Entre os que criaram seus próprios negócios está um dos fundadores da The Home Depot, Arthur M. Blank, formado em 1963, que dá nome à escola de empreendedorismo de Babson.
Mais recentemente, Jamie Siminoff, da turma de 2010, criou em 2013 a Ring, hoje a principal empresa de produtos de segurança para residências nos Estados Unidos.
Conheça as 4 melhores faculdades de comunicação do mundo
/em Cursos /por Daqui pra ForaEntenda por que fazer faculdade de comunicação no exterior é um diferencial importante e saiba onde estão os melhores cursos.
Estudar no exterior por si só acrescenta inúmeras habilidades e competências no desenvolvimento do aluno, tanto no aspecto pessoal como no profissional.
Autonomia, tolerância e networking se juntam à excelência acadêmica e estrutural das universidades, ajudando a formar um ser humano e um profissional diferenciado.
Para quem escolhe estudar comunicação no exterior, este contexto se potencializa. Lá fora, o curso certamente oferece uma perspectiva mais diversa, internacional, que pode ser vivida diariamente dentro e fora das salas de aula.
A diversidade do campus traz o desafio praticamente diário de questionar seus conceitos e experimentar novas culturas. Além disso, em outro país, você vai se comunicar com pessoas de diferentes backgrounds, que falam outros idiomas, se comunicam de formas diferentes, e isso já é, de início, um aprendizado.
Para quem lida com comunicação, o exercício das habilidades específicas da área é frequente, faz parte do dia a dia. Argumentar, ouvir, falar e escrever em outra língua ou até em outras línguas será algo tão comum, que em pouco tempo você não vai nem se dar conta de que isso está acontecendo. Para quem lida com comunicação este é um diferencial importantíssimo.
Além disso, a estrutura dos laboratórios, os equipamentos, os softwares e toda a tecnologia disponível são todos de ponta. E tudo é utilizado constantemente pelos alunos, que aprendem muito na prática e ganham experiência e currículo ainda durante a faculdade.
O que você aprende no curso de comunicação
O major em comunicação abrange diversas áreas, como jornalismo, marketing, relações públicas, publicidade, rádio e TV, mídia e cinema.
Com o diploma, você poderá trabalhar em inúmeros tipos de empresas e organizações governamentais e não-governamentais, das mais diversas áreas, utilizando o conhecimento e a expertise adquiridos na área de comunicação para diferentes finalidades.
Em geral, os dois primeiros anos do curso são compostos por matérias básicas ou pré-requisitos, que variam de universidade para universidade.
Durante o curso, você vai aprender, entre outras coisas, a planejar, organizar e executar projetos e eventos. Também aprende a avaliar as necessidades e preferências do público, seja ele leitor, espectador ou ouvinte.
Aprende a pesquisar e analisar informações e a comunicar de forma clara e convincente, seja qual for a mídia utilizada.
Os alunos desenvolvem ainda habilidades importantes para qualquer área de atuação, como comunicação interpessoal, pensamento crítico e tomadas de decisão, comunicação oral e escrita, pesquisa, análise e resolução de problemas.
Neste vídeo, você vê informações importantes que podem ajudar na hora de escolher uma faculdade de comunicação:
As melhores universidades para estudar comunicação (QS World Ranking 2022)
University of Amsterdam (UvA)- #1
Segunda melhor universidade da Holanda e 65a do mundo, de acordo com o ranking Times Higher Education (THE), a University of Amsterdam é a número 1 do mundo quando o major é Communications & Media.
Localizada no centro da capital do país, em uma das mais vibrantes cidades europeias, UvA é a universidade com mais cursos em inglês da Europa. E o de comunicação é um deles. UvA tem cerca de 41.000 alunos, mais de 7.000 deles estrangeiros.
O curso de Communication Science da UvA tem como tema central o papel da comunicação na sociedade. Os alunos estudam o uso e efeitos da comunicação e de várias formas de mídia, do rádio e televisão ao jornal e à internet.
Algumas questões levantadas são “qual o papel da mídia e da comunicação na participação política e na cidadania?” ou “Como o entretenimento influencia a vida dos jovens”.
O curso tem 3 anos. O primeiro contém disciplinas introdutórias, onde os alunos aprendem teoria da comunicação e são apresentados a várias ferramentas de pesquisa. Os outros dois anos aprofundam o conhecimento na área, com disciplinas eletivas, matérias específicas e estágio em pesquisa.
University of Southern California (USC) – #2
Localizada no centro de Los Angeles, USC é considerada a 5a melhor universidade da Califórnia e está entre as 20 melhores do país, segundo o US News. Em comunicação, que é um dos seus cursos mais procurados, USC é a número 2 do mundo, de acordo com o QS World Ranking.
Apesar de ter um dos maiores campus do país, USC é reconhecida pelo ambiente acolhedor, com forte espírito comunitário. A maioria das salas de aula têm menos de 20 alunos, o que aproxima alunos e professores.
Com uma atmosfera bastante multicultural, USC tem enorme potencial para pesquisa e mais de 1.000 organizações estudantis, algumas delas voltadas para a área de mídia e comunicação.
O curso de comunicação oferece estrutura teórica e compreensão crítica de como as mensagens, tanto as interpessoais como as de mídia de massa, são criadas, distribuídas, recebidas e entendidas.
Há 42 disciplinas eletivas específicas em comunicação que permitem que o aluno personalize seu programa. O curso de comunicação na USC tem hoje mais de 1.000 alunos.
Com um grupo de professores diferenciado, os alunos estudam, pesquisam, participam de projetos e atividades enquanto desenvolvem senso crítico em relação às estruturas em diferentes áreas, como educação, gestão, tecnologia, política, esporte e economia.
A riqueza e diversidade cultural de Los Angeles potencializa este aprendizado e facilita a entrada no mercado de trabalho. Dos alunos formados em 2020 no curso de Comunicação de USC, 99% estavam empregados ao final do ano seguinte à formatura, em empresas de ponta como:
The London School of Economics and Political Science (LSE) – #3
LSE foi fundada em 1895 e se tornou um dos maiores pólos de ensino e pesquisa em ciências sociais no mundo. Com o tempo, se tornou uma das universidades mais internacionais do mundo.
Cerca de 70% dos seus 11.000 alunos e quase metade dos seus funcionários são de fora do Reino Unido, vindos de 140 países, o que faz com que mais de 100 idiomas sejam falados em seus corredores e salas de aula diariamente.
O Departamento de Mídia e Comunicações da LSE é um centro líder mundial em educação e pesquisa nesta área. O curso de comunicação, em nível de pós-graduação, é considerado o melhor curso do Reino Unido e o terceiro do mundo. LSE oferece 40 cursos de graduação, porém comunicação não está entre eles.
University of Texas at Austin (UT) – #4
Quando foi fundada, em 1883, a University of Texas at Austin era a casa de 221 alunos e 8 professores. Hoje é uma das mais renomadas instituições de ensino superior dos Estados Unidos e do mundo (top 50 no ranking THE) e recebe mais de 51.000 estudantes e 3.000 professores diariamente.
Seu campus, em Austin, abriga 17 bibliotecas, 7 museus e 18 escolas e faculdades muito bem ranqueadas. Entre elas está a faculdade de comunicação, a Moody College at Communications.
Considerada a 2a melhor do país e a 4a do mundo, Moody é uma das maiores faculdades de comunicação dos Estados Unidos. Oferece 7 programas diferentes na graduação, 11 na pós, e ainda tem 11 centros e institutos de pesquisa.
O complexo de comunicações de UT é composto por 4 prédios com instalações e equipamentos de ponta. Moody recebe diariamente 4.696 alunos, entre graduação e pós, e tem mais de 52.000 ex-alunos espalhados pelo mundo.
Com a supervisão de um corpo docente conceituado e diverso, os estudantes podem ser vistos diariamente filmando, lançando campanhas publicitárias, gravando e publicando no jornal estudantil Daily Texas, a maior e mais premiada publicação estudantil dos Estados Unidos.
Gostou do programa dessas faculdades e quer saber mais sobre como você pode estudar em uma delas? Fique por dentro dos nossos programas e veja como podemos ajudar nesse processo.
Como imigrar para o Canadá depois da formatura?
/em Canadá /por Daqui pra ForaExcelência acadêmica e qualidade de vida atraem estudantes do mundo inteiro para o Canadá e boa parte decide permanecer no país após a faculdade.
O Canadá tem sido um dos países mais procurados por estudantes internacionais nos últimos anos. No ano letivo anterior à pandemia, 2019-2020, cerca de 388.000 estudantes chegaram do exterior às universidades canadenses. Hoje cerca de 17% dos universitários no Canadá vieram de fora do país.
Quem decide fazer faculdade no Canadá é naturalmente atraído pela excelência acadêmica das suas universidades. Com qualidade de ensino e pesquisa reconhecidas mundialmente, o Canadá tem 5 universidades entre as 100 melhores do mundo, segundo o ranking da Times Higher Education:
Qualidade de vida e emprego no Canadá
Mas não é apenas a força acadêmica e a estrutura das universidades que atrai milhares de estudantes para o Canadá todos os anos. Quem busca qualidade de vida encontra no Canadá o que há de melhor em todo o mundo.
O país está constantemente entre os melhores neste quesito nos principais rankings internacionais, que levam em conta segurança, saúde, educação, meio ambiente e mercado de trabalho, entre outros fatores.
No ranking US News, o Canadá aparece como o número 1 em qualidade de vida em 2021. Além disso, o país tem 3 cidades entre as 20 mais indicadas para estudantes no mundo todo: Montreal, Quebec e Vancouver.
Fora das universidades, a vida dos estudantes no Canadá é cheia de opções de lazer. Além das atrações locais, nas próprias cidades, o país oferece viagens incríveis.
Há florestas, lagos e montanhas para serem explorados, com belezas naturais incríveis. Nos meses mais quentes, não faltam espaços para atividades ao ar livre e esportes outdoor. No frio, o Canadá é ideal para quem gosta dos esportes de inverno.
O Canadá ainda é um país conhecido por ser “mente aberta” e receber muito bem os estrangeiros. É o número 1 na pesquisa HSBC Expat Explorer que avaliou a tolerância da população.
Por isso, uma das grandes vantagens de viver lá é se deparar com uma enorme diversidade cultural no dia a dia. Deve ser por isso também que o país está entre os mais alegres do mundo. É o 5o mais feliz do planeta, de acordo com a pesquisa da CEOWorld Magazine.
Em qualquer lugar do mundo, a maior preocupação dos alunos quando a formatura se aproxima é em relação às possibilidades de trabalho. No Canadá, os estudantes universitários, tanto os locais como os estrangeiros, se formam com um ótimo potencial de ganhos e de empregabilidade. Somente na última década, o Canadá criou 1,6 milhão de empregos para graduados.
Por tudo isso, é grande o interesse dos estudantes em continuar morando no Canadá após a formatura. E, diferentemente da maioria dos países, não é complicado viver e trabalhar por lá depois da faculdade.
O governo tem vários programas que incentivam a permanência e até a imigração. Este é, portanto, um grande diferencial do Canadá em relação aos Estados Unidos e muitos países europeus.
Como continuar morando no Canadá depois de formado?
O primeiro passo para permanecer no Canadá é solicitar o PGWP (Post-Graduation Work Permit). Este documento permite que o jovem trabalhe em qualquer área após obter o diploma.
O tempo de validade da permissão está relacionado à duração do curso. Para cursos com mais de 2 anos de duração, como os de graduação, geralmente são concedidos de 2 a 3 anos de permissão de permanência para trabalho.
A aplicação para o PGWP deve ser feita enquanto o Study Permit (o visto de estudante) ainda for válido e no máximo 6 meses após a conclusão do curso.
Podem aplicar alunos que estudaram em faculdades públicas ou privadas que fazem parte da lista do governo canadense classificadas como DLI (Designated Learning Institutions). Não é necessário ter proposta de trabalho de uma empresa para solicitar o PGWP.
Com o PGWP, além de poder permanecer no país, o jovem passa a poder trabalhar em tempo integral. Lembrando que durante a faculdade, os estudantes podem trabalhar meio período no Canadá.
O PGWP é uma permissão de trabalho aberta. Isto significa que você pode trabalhar em qualquer profissão em qualquer lugar do Canadá e trocar de trabalho quando quiser.
Porém, vale lembrar que todas as informações relacionadas a este assunto podem mudar a qualquer momento. Por isso, é sempre bom checar nos sites do governo canadense ou com empresas especializadas os detalhes para cada caso a fim de garantir informações detalhadas e atualizadas.
E depois do PGWP?
O PGWP não é extensível, ou seja, quando a validade expira ele não é renovável. Mas há várias formas de continuar no Canadá de forma temporária ou mesmo permanente e o PGWP pode ajudar bastante neste processo.
O governo canadense tem um sistema chamado Express Entry, que é o programa de imigração mais popular do país. Ele consiste num sistema de pontos que leva em conta alguns aspectos, como idade, nível de educação e tempo de trabalho no Canadá. Portanto, o período trabalhado com o PGWP é importante, já que vai contar valiosos pontos neste processo.
Os PNPs (Provincial Nominee Programs), programas oferecidos pelas províncias a graduados estrangeiros que queiram permanecer morando nelas, operam utilizando o Express Entry.
Outro programa que pode ser utilizado por quem quer obter residência permanente é o Atlantic Immigration Program (AIP). Ele é voltado para recém-formados em instituições da região do Atlântico (leste).
A vantagem do AIP é que não exige um mínimo de experiência de trabalho anterior, o que permite que quem tem PGWP possa aplicar mesmo antes de começar a trabalhar ou com pouco tempo de experiência.
Há outros tipos de programas voltados para imigração ou permanência temporária no Canadá, que variam de acordo com o lugar, a região e a formação ou o tipo de ocupação.
Mais uma vez, é importante checar nos sites do governo e com empresas especializadas para obter informações atualizadas sobre cada um deles.
Se você tem o sonho de estudar e trabalhar no Canadá, a equipe especializada da Daqui pra Fora oferece toda a assistência necessária nesse processo.
Preencha o formulário abaixo para começar a conversar com o nosso time de especialistas.
Melhores universidades para estudar na Califórnia
/em Sem categoria /por Daqui pra ForaConheça algumas das melhores universidades da Califórnia e entenda por que este é o estado americano que mais recebe estudantes internacionais.
A Califórnia é o estado americano com o maior número de estudantes internacionais, cerca de 160.000. E razões não faltam para isso. Segundo estado americano com maior número de universidades, a Califórnia abriga algumas das mais prestigiadas instituições de ensino superior do país e do mundo.
Mas há inúmeros outros bons motivos para ser um estudante internacional na Califórnia. E eles vão além da excelência acadêmica e de toda estrutura que suas universidades oferecem.
Por que estudar na Califórnia?
Um dos grandes atrativos da Califórnia é a indústria local e sua ligação com as universidades. Conhecida como um tech hub, com o centro no Vale do Silício, a Califórnia oferece excelentes oportunidades de estudo, pesquisa e trabalho em STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática).
Os estudantes têm, portanto, facilidade para conseguir estágios em algumas das maiores e mais inovadoras empresas de tecnologia dos Estados Unidos e do mundo, como Apple e Google.
Mas nem só de tecnologia vive a Califórnia. Lá se formam alguns dos melhores músicos e artistas do país. Oportunidades de estágio em grandes estúdios de cinema e TV também são mais acessíveis para os estudantes da Califórnia. O estado ainda contribui intensamente com a indústria aeroespacial, agrícola e de biotecnologia.
A Califórnia é o estado número 1 do país em green job e green economy. Suas faculdades estão, consequentemente, entre as mais “verdes” dos Estados Unidos e oferecem excelentes cursos para quem pretende trabalhar em carreiras ligadas a questões do meio ambiente.
Fora dos campus, a Califórnia oferece inúmeros atrativos nas cidades, praias e montanhas. Na costa de São Francisco a San Diego estão alguns dos pontos mais bonitos do oeste do país.
Quem gosta de aventura e esportes outdoor vai se sentir no paraíso. Trilhas, esqui, snowboard e surfe são algumas das atividades super acessíveis nas praias e parques em todo o estado.
A Califórnia é também um famoso hub cultural. Suas grandes cidades, Los Angeles, San Diego e São Francisco, recebem importantes eventos, feiras, shows e competições esportivas o ano inteiro.
A seguir você vai conhecer melhor as universidades mais bem ranqueadas da Califórnia, segundo o US News.
As melhores universidades da Califórnia
Stanford University – #1
Localizada na Bay Area, região de São Francisco, no coração do Vale do Silício, Stanford é considerada a 4a melhor universidade do mundo pelo ranking da Times Higher Education (THE). Segundo o US News, é a 6a melhor do país e a número 1 no Estado da Califórnia.
Stanford promove pesquisas de enorme impacto global, estimula a interação professor-aluno, a interdisciplinaridade e, claro, a excelência acadêmica. É muito conhecida pelo espírito empreendedor e pela proximidade com as indústrias do Vale do Silício.
Com 33 km2, o campus principal de Stanford é um dos maiores dos Estados Unidos. A universidade é composta por 7 escolas. Três delas oferecem cursos de graduação:
Stanford tem ainda 18 institutos interdisciplinares, que permitem aos alunos combinarem diferentes áreas de estudos e criarem seus próprios programas.
Fundada em 1885, Stanford tem hoje um total de mais de 17.000 estudantes, cerca de 7.000 deles na graduação, e 2.240 professores.
Os alunos de Stanford estão entre os mais bem pagos do país quando se formam. De acordo com a PayScale, o salário (anual) no início da carreira dos formados em Stanford é, em média, de U$ 83.500, e no meio da carreira, quase dobra. Vai para U$ 161,400, em média.
Empresas fundadas por ex-alunos de Stanford geram uma receita anual de mais de 2,7 bilhões de dólares, o que corresponderia à 10a maior economia do mundo. Entre elas estão Nike, HP, Instagram, PayPal e Snapchat.
Praticamente todos os estudantes que entram em Stanford, 99%, permanecem para o segundo ano, o que indica um altíssimo grau de satisfação. Fora das aulas, eles têm à disposição mais de 650 organizações estudantis, que vão de esportes a assuntos acadêmicos, arte ou religião.
California Institute of Technology – Caltech – #2
Caltech fica em Pasadena, ao norte de Los Angeles. Número 2 do mundo no ranking 2022 da THE, Caltech é considerada pelo US News a 2a melhor universidade da Califórnia. Tem um ambiente multicultural e diverso. Cerca de 34% dos seus 2.300 alunos são internacionais.
Caltech tem 6 divisões acadêmicas, focadas principalmente em ciências e engenharia. O volume e a qualidade das pesquisas desenvolvidas em Caltech são mundialmente reconhecidos e têm o suporte de instalações de ponta.
Entre elas estão o Jet Propulsion Laboratory, o Seismological Laboratory e a International Observatory Network.
O ambiente acadêmico concentrado e intenso de Caltech garante todos os anos milhões de dólares em bolsas de pesquisa, produz incontáveis patentes e forma inúmeros CEOs de empresas de tecnologia.
Além disso, ex-alunos de Caltech já receberam 39 prêmios Nobel e 6 Turing Awards (concedido para as maiores contribuições na área da computação).
Caltech possui 11 residências estudantis. Apenas os calouros (freshman) precisam morar no campus, porém mais de 80% dos alunos preferem continuar vivendo na universidade nos outros anos também.
A vida estudantil é bastante centrada nos residenciais, que misturam tradição e inovação. Os dorms são conhecidos como “self-governing living spaces“.
Cada casa tem sua própria personalidade e os alunos se inscrevem naquelas com as quais mais se identificam.
Estudaram em Caltech Gordon Moore, engenheiro fundador e diretor da Intel; o famoso químico Linus Pauling (criador do Diagrama de Pauling que estudamos na escola); e Adam D’Angelo, co-fundador e CEO do Quora.
University of California Los Angeles – UCLA – #3
Considerada a 3a melhor universidade da Califórnia pelo ranking US News, UCLA faz parte do University of California College System, que engloba outras 9 instituições públicas do estado.
Seu campus, no bairro de Westwood, Los Angeles, recebe diariamente cerca de 31.500 estudantes, 85% deles na graduação.
A universidade é composta por 12 escolas altamente ranqueadas, entre elas:
Top 20 no ranking mundial da Times Higher Education, UCLA oferece 230 majors, 125 deles de graduação, e 90 minors, espalhados em 109 departamentos. Mais de 24 programas acadêmicos de UCLA estão entre os 20 melhores do país nas suas respectivas áreas.
O grupo de professores de UCLA é reconhecido como um dos melhores dos Estados Unidos. O incentivo à pesquisa é forte desde o primeiro ano e mais da metade dos alunos se formam com experiência em pesquisa em disciplinas de humanidades, ciências sociais e STEM.
UCLA também é conhecida pela forte cultura de startups, com vários clubs e programas de aceleração que auxiliam alunos a idealizar e executar suas próprias empresas.
A universidade ainda incentiva os alunos a estudarem fora. Mais de 2.400 estudantes participam anualmente dos 275 programas oferecidos em 39 países.
Apesar de ser uma instituição de grande porte, a UCLA mantém um espírito de comunidade que oferece aos alunos um enorme senso de pertencimento. Há mais de 1.000 organizações estudantis à disposição dos alunos, que atendem todo tipo de interesse: esportes, política, artes, meio ambiente, religião, xadrez, economia e muito mais.
University of California Berkeley – #4
Também conhecida apenas como Cal, a University of California Berkeley fica localizada na Baía de San Francisco. É a casa de cerca de 28.000 alunos de graduação e cerca de 10.000 de pós, sendo 23% deles internacionais.
Fundada em 1868, Berkeley foi a primeira universidade a integrar o University of California System e é a segunda mais antiga instituição de ensino superior da Califórnia.
Considerada a 8a melhor universidade do mundo pela THE e a 4a melhor da Califórnia pelo US News, Berkeley possui 14 escolas. Entre elas estão as conceituadas Haas School of Business, a College of Engineering, a School of Public Health e a College of Chemistry. Seus professores já receberam 39 prêmios Nobel, a maioria em física, química e economia.
Reconhecida como uma das universidades com menos discriminação no mundo, Berkeley é um tradicional centro de ativismo político. Nos anos 1960 e 1970 foi palco de importantes protestos contra a Guerra do Vietnã, por exemplo.
A vida dos estudantes fora das salas de aula, laboratórios e bibliotecas em Berkeley passa bem longe da monotonia. Acontecem eventos o ano inteiro, há esportes para assistir ou praticar, mais de 1.000 clubs e organizações estudantis para participar, além das inúmeras atrações da própria cidade de São Francisco.
Neste vídeo, você encontra importantes informações sobre a Universidade de Berkeley:
University of Southern California – USC – #5
Fundada em 1880 com 53 alunos e 10 professores, a USC é hoje uma das mais renomadas instituições de ensino e pesquisa do mundo e emprega o maior número de funcionários do setor privado da Califórnia.
Cerca de 4.700 professores se dividem em 21 escolas e unidades na universidade, lecionando para um total de 44.000 alunos, cerca de 20.000 na graduação.
Considerada pelo US News a 5a melhor universidade da Califórnia, a USC está entre as 20 melhores do país e é a 63a melhor do mundo, segundo a THE.
Seu campus principal fica no centro de Los Angeles. Há ainda três hospitais-escola além de faculdades de medicina e farmácia no norte da cidade.
A USC oferece as vantagens de uma grande universidade, como o enorme potencial para pesquisa, ambiente multicultural, mais de 1.000 organizações estudantis e instalações de ponta em todas as áreas.
Mas também tem características de escolas menores, como classes pequenas que propiciam mais contato entre alunos e professores. Aproximadamente 63% das salas de aula têm menos de 20 alunos.
Os cursos mais procurados na USC são Business Administration, Comunicação e Jornalismo, Políticas Públicas e Cinema. A USC School of Cinematic and Arts é a mais antiga escola de cinema dos Estados Unidos e uma das mais prestigiadas do mundo. Estudaram lá os atores John Wayne, Clint Eastwood e o cineasta George Lucas, entre outros.
Os mais de 4.000 professores e pesquisadores da USC já receberam 5 prêmios Nobel e dezenas já foram condecorados com outros prêmios, como:
A USC é a única universidade do mundo a ter um medalhista de ouro em todas as Olimpíadas desde 1912. E também a única a ter um ex-aluno nomeado ao Oscar, desde o início da premiação da academia, em 1929.
Se você sonha em estudar na Califórnia e quer receber mais informações sobre o processo, marque um papo com um dos nossos especialistas e tire todas as suas dúvidas.
Onde posso morar fazendo faculdade no exterior
/em Sem categoria /por Daqui pra ForaA escolha da moradia é uma parte importante da experiência de estudar em uma universidade no exterior. Entenda as opções e como elas funcionam.
Tudo o que um estudante internacional vive em 4 anos pode ser resumido em duas palavras: “school life”. Mas estas duas palavras não são pouca coisa. Ao contrário, englobam inúmeros aspectos que fazem parte do dia a dia do aluno e que, juntos, determinam como vai ser esta jornada no exterior.
Em geral, todos estudam, fazem esporte, comem, participam de organizações estudantis, fazem amigos, trabalham e muito mais. Cada um constrói o seu dia a dia de acordo com suas preferências e interesses.
Mas no final do dia, literalmente, todo mundo vai para casa. E a escolha de onde morar tem uma grande influência no resultado de toda essa experiência. Por isso, é importante entender como funcionam as moradias e pensar bastante antes de fazer esta escolha.
Onde estudantes internacionais podem morar
Basicamente, alunos internacionais podem morar dentro do campus (nos dorms ou em apartments) ou fora dele, em apartamentos, alugados.
Vale lembrar que grande parte das universidades americanas exigem que os alunos de primeiro ano (freshman) morem nos residenciais dentro do campus. A partir do segundo ano eles podem escolher se continuam no campus ou se preferem morar fora.
Morar no campus ou fora dele são experiências com características distintas. A escolha, quando possível, deve ser feita baseada nas preferências, estilo de vida, personalidade e expectativas do aluno.
É, portanto, uma questão pessoal. Também é importante colocar na balança os prós e contras de cada uma dessas vivências, além das possibilidades financeiras.
Morar em dormitórios no campus
Estar 24 horas por dia na universidade traz inúmeras vantagens aos estudantes. A primeira delas diz respeito à praticidade. Morar nos dorms é estar perto de tudo.
Das salas de aula, das bibliotecas, laboratórios, ginásios, academias, restaurantes e, claro, dos outros estudantes. Você não precisa pensar em como fazer os trajetos, porque eles geralmente são muito curtos e extremamente acessíveis para quem já está no campus.
Esta praticidade é conveniente também no sentido de economizar dinheiro (com o transporte), tempo e energia.
Além disso, os dorms são excelentes, e muitas vezes cruciais, para conhecer pessoas. Circulam pelos prédios residenciais dezenas ou centenas de alunos diariamente, desde de manhã até de noite.
São alunos muitas vezes de cursos variados, vindos de lugares distintos e com histórias, experiências pessoais e até costumes bem diferentes. É quase como uma torre de Babel. E este convívio é um dos principais diferenciais de toda a jornada lá fora.
Não é à toa, portanto, que muitas universidades exigem que os calouros morem no campus. Para quem está chegando, morar na universidade é uma mão na roda. Além de ter tudo próximo, é a situação ideal para o aluno ir conhecendo cada cantinho da universidade. Permite ainda que ele entenda como ela funciona e, ao mesmo tempo, organize sua vida pessoal e acadêmica.
Estudos realizados por especialistas mostram que alunos que moram pelo menos um ano no campus são mais propensos a seguir na universidade até a formatura.
Estes mesmos estudos demonstram ainda que estes estudantes interagem mais com os professores, participam de mais atividades no campus e avaliam a experiência universitária de forma mais positiva.
Como é morar no dorm
A organização dos residenciais nas universidades varia de instituição para instituição. Mas em geral, os dorms configuram um quarto que o aluno divide com um ou dois roommates. Homens moram com homens e mulheres com mulheres.
Inicialmente a universidade é responsável por escolher quem será o seu roommate. Eles fazem isso baseado nas informações de questionários respondidos pelos alunos. Você não sabe, portanto, quem será seu roommate até chegar na universidade.
Pode ser uma pessoa da Argentina, da Índia, da França, de qualquer país, ou mesmo alguém que não é estrangeiro, que vem de outra cidade ou estado.
Os quartos já vêm mobiliados, com camas, armários e escrivaninhas. Você não tem que se preocupar com isso, o que é outra vantagem, especialmente para quem está chegando.
Os banheiros são compartilhados. Pode ser entre dois quartos ou por vários quartos do mesmo andar ou corredor. E a lavanderia é comunitária.
Há áreas de convivência, que variam muito de prédio para prédio e de universidade para universidade. Mas certamente no seu dorm você vai ter onde encontrar as pessoas para conversar, estudar, se divertir e até comer.
Existem alguns residenciais dentro das universidades que oferecem moradias em forma de apartamentos. Neles os alunos têm, além dos quartos (que podem ser individuais ou não), banheiro, sala e uma pequena cozinha. É uma outra forma de moradia compartilhada dentro do campus.
Tanto os dorms quanto os prédios com apartamentos dentro das universidades têm suas próprias regras de convivência. É muito importante respeitá-las.
Morar fora do campus
Há universidades no exterior que não oferecem moradia no campus para estudantes internacionais. Em outras, elas podem estar lotadas. Por isso, morar fora do campus pode ser uma escolha ou mesmo a única opção.
As universidades no exterior são rodeadas de inúmeras ofertas de moradias próximas ao campus. São apartamentos alugados e compartilhados por vários estudantes.
Quem decide estudar no Canadá, nos Estados Unidos ou no Reino Unido tem grande chance de morar nestes apartamentos.
Diferentemente dos dorms dentro do campus, nos apartamentos fora do campus os alunos escolhem com quem morar e precisam decidir como vão se organizar. Dividem aluguel e outras despesas, como luz e internet, por exemplo.
A experiência é outra. Além de organizar a casa, compras e as contas, quem mora fora da universidade precisa se planejar para os trajetos no dia a dia. Deve pensar no transporte (se não tiver carro) e no tempo que vai gastar para ir e voltar da faculdade.
Por outro lado, é possível que no apartamento o estudante tenha mais facilidade de vivenciar a cidade e conviver mais com a cultura local.
Pode ter também mais liberdade, independência e espaço, comparado com quem vive nos dorms, e também mais privacidade. Em geral, nos apartamentos os estudantes têm seu próprio quarto e até seu banheiro.
A escolha sobre a forma de moradia depende, portanto, de vários fatores e é muito particular. Comece pesquisando as regras da sua universidade e as opções que ela oferece.
Depois, pense nas suas preferências, nas suas expectativas, nas possibilidades financeiras da família e nos prós e contras de cada opção.
Lembre-se que esta escolha não é definitiva, já que sua vida lá fora muda conforme o tempo vai passando. Mas tenha sempre em mente a vontade de construir a melhor experiência possível para você.
Se precisar de assistência especializada durante esse importante período, a equipe da Daqui pra Fora está à disposição para ajudar com o que for preciso.
Preencha o formulário abaixo e vamos conversar sobre essa importante fase da sua vida.
Alunos internacionais podem trabalhar durante a faculdade?
/em Sem categoria /por Daqui pra ForaTrabalhar durante o curso no exterior alivia as despesas, traz experiência, potencializa o currículo e multiplica o networking. Veja como fazer isso.
Estudar no exterior é indiscutivelmente uma experiência engrandecedora. Viver fora do seu país, aprender uma nova cultura, conviver com pessoas do mundo inteiro e, claro, ter que se virar sozinho no dia a dia são vivências que trazem muito desenvolvimento e evolução.
Aliado a tudo isso, estudar em uma instituição de excelência acrescenta demais à formação de qualquer estudante.
Será que é possível melhorar ainda mais esta experiência? Sim, aliar o estudo ao trabalho é uma forma de tornar a experiência lá fora ainda mais marcante, potente e transformadora.
Por que trabalhar durante a faculdade no exterior?
Antes de mais nada, o trabalho pode ajudar o estudante internacional (e a família) com as despesas durante o curso no exterior. Seja com alimentação e moradia ou com passeios, livros e compras, o dinheiro “extra” pode ser muito bem vindo para aliviar o custo da jornada.
E, caso não precise no momento, o aluno pode começar a fazer seu planejamento financeiro já de olho na sua carreira ou mirar em qualquer outro objetivo.
De qualquer forma, trabalhar durante a faculdade no exterior é uma ótima maneira de potencializar a experiência. Além do lado financeiro, sem dúvida, ganha-se muito em aprendizado e, principalmente, em experiência dentro ou fora da área de estudo.
Vivenciar a cultura de uma empresa lá fora, aprender a lidar com pessoas diferentes, exercer uma função nova ou diferentes funções, tudo isso se transforma em um grande portfólio. E, claro, estes ganhos terão um importante reflexo no desenvolvimento pessoal e da carreira.
Outro aspecto positivo nessa experiência é o tamanho e a potência do networking que se constrói. A vivência no trabalho aumenta certamente o número de contatos e, principalmente, a qualidade e a diversidade deles.
Porém, é preciso entender e respeitar as regras ou leis que são destinadas ao estudante internacional quando o assunto é trabalho, seja onde for. A seguir você vai ver as possibilidades de trabalhar durante a faculdade nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá.
Trabalhar nos Estados Unidos
Alunos internacionais podem trabalhar durante o curso nos Estados Unidos, porém há algumas restrições. Quem tem o visto F-1 (estudante) pode trabalhar no campus desde o início do curso.
As ofertas são principalmente nas bibliotecas, no refeitório e nos centros estudantis. É permitido trabalhar até 20 horas semanais (meio período) durante o período de aulas. Nas férias e feriados pode ser período integral.
Fora do campus, é permitido trabalhar a partir do segundo ano da faculdade, com autorizações específicas, que são elas:
O OPT (Optional Practical Training) é uma autorização bastante procurada por estudantes internacionais. Obtendo o OPT, o aluno pode trabalhar temporariamente por até 12 meses (período integral).
Este período pode ser cumprido durante o curso (Pre-Completion) ou após a conclusão dele (Post-Completion). No Pre-Completion, durante o curso o aluno pode trabalhar até 20 horas semanais e até 40 horas semanais durante as férias.
Depois de concluir o curso, Post-Completion, são 40 horas semanais. O trabalho precisa estar diretamente relacionado à área de estudo do aluno.
Estudantes que concluíram cursos nas áreas de ciências, matemática, engenharia e tecnologia (STEM) podem aplicar para estender o OPT para mais 24 meses, após o término dos 12 meses convencionais.
O CPT (Curricular Practical Training) é outra autorização que permite que estudantes internacionais trabalhem durante o curso, sendo que essa autorização deve estar ligada a uma aula que tenha um requerimento de estágio.
Assim como pelo OPT, o trabalho, seja por emprego, estágio ou educação cooperativa, também precisa estar diretamente ligado ao campo de estudo do aluno.
Uma das diferenças entre o CPT e o OPT é que com o CPT o período de 12 meses de trabalho deve ser concluído antes do término do curso. Além disso, o aluno precisa ter uma oferta de trabalho para aplicar para o CPT, enquanto para o OPT ele pode aplicar mesmo sem ter uma oferta oficial de trabalho.
Trabalhar no Canadá
No Canadá, o visto de estudante permite que os alunos internacionais trabalhem enquanto fazem faculdade. Inclusive fora do campus. A permissão vale desde o início do curso superior.
Fora do campus é permitido trabalhar para todo tipo de empresa. No campus, há várias opções de trabalho. O aluno pode ser assistente de pesquisa, pode trabalhar em organização estudantil ou mesmo para alguma empresa privada instalada no campus, como uma academia ou restaurante, por exemplo. O aluno pode, inclusive, trabalhar para ele mesmo se tiver um negócio localizado fisicamente no campus.
Enquanto faz o curso, o estudante tem permissão para trabalhar no Canadá até 20 horas semanais (meio período) fora do campus. No campus não há limite de horas.
Depois de formado, o aluno pode solicitar o Post Graduation Work Permit (PGWP), um visto de trabalho em tempo integral que tem duração de 1 a 3 anos. Ele deve ser solicitado até 90 dias após a conclusão do curso, quando o visto de estudante ainda está válido.
Alguns programas de estudo incluem experiência de trabalho como parte de seu currículo, e o aluno pode solicitar uma autorização de trabalho cooperativo ou estágio seguindo algumas regras específicas que precisam ser avaliadas, são os chamados Co-Ops.
O Co-OP é um programa de cooperação entre universidade e empresas. Apesar de não serem exigidos para o estudante se graduar, é uma excelente oportunidade para que jovens universitários tenham experiências práticas no mercado de trabalho.
Esse programa geralmente é realizado no segundo ou terceiro ano da universidade e dura cerca de 4 meses. Após aceito é necessário pedir o visto de co-op student, que te legaliza a trabalhar 40 horas semanais.
É um programa muito interessante e dependendo da área a remuneração média pode chegar a 35 dólares canadenses por hora.
Trabalhar no Reino Unido
Nas universidades do Reino Unido, alunos internacionais (com visto Tier 4, de estudante) podem trabalhar meio período (até 20 horas semanais) durante o período de aulas. Nas férias é permitido trabalhar período integral.
Especialmente nas grandes cidades, não é difícil conseguir trabalho meio período. Mas é preciso prestar atenção em alguns detalhes.
Trabalhar para si mesmo ou como freelancer, por exemplo, não é permitido. Os contratos são temporários, não podem ser permanentes.
Os alunos internacionais não podem trabalhar como autônomos ou montar um negócio. O visto de estudante também não permite que o aluno internacional trabalhe como atleta profissional ou artista.
Vale a pena, também, verificar se a sua universidade tem regras específicas para o trabalho de estudantes internacionais. Algumas instituições podem não permitir que alunos internacionais trabalhem fora do campus. Se for este o caso, provavelmente não será um problema, pois há várias possibilidades de trabalho no campus.
Depois que termina o curso, o aluno é considerado em férias por até 4 meses ou até quando expirar o visto (vale o período mais curto). Se, depois disso, quiser um trabalho permanente, será preciso mudar o status do visto.
Se você tem o sonho de fazer faculdade em algum desses países, o time de especialistas da Daqui pra Fora pode ajudar com toda a assistência necessária. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
As melhores faculdades de cinema do mundo
/em Sem categoria /por Daqui pra ForaEstudar cinema no exterior é estar no epicentro do mercado, com os melhores professores e a melhor estrutura. Confira algumas excelentes opções.
Para quem busca uma carreira de sucesso, o ideal é estudar onde está o que há de melhor e mais respeitado na sua área de interesse. São lugares onde os professores têm forte ligação com o mercado de trabalho, onde a indústria local é referência e a estrutura da faculdade é de ponta e inovadora. Por isso, se você pensa em fazer faculdade de cinema, vale a pena ligar o radar para as universidades no exterior.
Antes de começar a pesquisar, é bom saber que na maioria das faculdades lá fora o curso é denominado Film ou Film Studies. Mas, em diversas universidades ele aparece com outros nomes, como:
Seja qual for o nome do curso, nele você vai aprender tudo que envolve produção de cinema e televisão.
Como é o curso de cinema no exterior?
As matérias abordam desde história do cinema e crítica cinematográfica até como desenvolver habilidades e técnicas para ter sucesso nessa indústria. O diploma habilita o estudante a trabalhar com direção, roteiro, edição, animação, produção, direção de fotografia, direção de arte publicitária, entre outras carreiras.
Algumas das melhores faculdades do mundo na área de cinema estão nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, onde o mercado é extremamente desenvolvido e valorizado.
Nelas, os professores, além de terem forte formação acadêmica, geralmente têm fortes laços com a potente indústria local. Além disso, as faculdades estão preparadas e munidas dos melhores laboratórios, salas de edição, softwares e equipamentos para capacitar ao máximo os alunos para o mercado.
Nestes grandes centros, os estudantes aprendem na prática, dentro e fora da universidade. Isso ajuda a construir um forte portfólio, item fundamental no início da carreira.
A proximidade com os grandes estúdios e o forte networking internacional que os alunos constroem proporcionam importantes oportunidades de estágio e, consequentemente, mais tarde, melhores possibilidades de trabalho.
Neste vídeo, você verá importantes informações sobre a criação de portfólio e a participação em audição para o curso de cinema:
Onde estudar cinema no exterior
Estados Unidos
University of Southern California – USC School of Cinematic Arts – Los Angeles
A USC School of Cinematic Arts é a mais rica escola de cinema do mundo e considerada a melhor por muitos especialistas.
Recebe doações milionárias de mais de 10.000 de seus ex-alunos, entre eles o diretor George Lucas (Star Wars) e Ron Howard (Uma Mente Brilhante), além do produtor de Avatar, Jon Landau.
Parte desse reconhecimento se deve às instalações incomparáveis, à ênfase em técnicas cinematográficas e à estreita ligação com Hollywood.
Academicamente, USC oferece uma oportunidade de aprendizado completamente interdisciplinar, abrangendo todas as áreas da produção cinematográfica.
Tem foco em desenvolver criatividade e empreendedorismo para cinema, televisão ou mídia interativa. O objetivo é preparar os alunos para serem líderes e pioneiros nessa indústria.
A proposta interdisciplinar permite que os alunos, independentemente da área de especialização, possam escolher matérias em qualquer um dos 7 programas da escola, sem limitações.
A ideia é que eles se formem de maneira integral como media makers. Os programas são:
USC é uma universidade top 30 nos Estados Unidos, segundo o ranking US News. Localizada em Los Angeles, com 19.600 alunos na graduação, USC é a segunda universidade mais popular do país entre estudantes internacionais.
New York University – Tisch School of the Arts
A Tisch School of the Arts é a escola de artes da NYU. Ela abriga o Film Program da universidade. Tisch é uma das escolas de cinema mais famosas e prestigiadas no mundo.
Na Tisch os alunos aprendem fazendo e podem ter o privilégio de ouvir ex-alunos como James Franco em uma classe com 12 pessoas falando sobre como transformar poesia em filme, por exemplo.
A metodologia do Film Program da Tisch School inclui uma abordagem internacional e interdisciplinar. Com isso, seus ex-alunos seguem para as mais diversas carreiras.
Eles migram para departamentos de cinema em museus, para o jornalismo e vão também, claro, para a própria indústria do cinema, onde trabalham como roteiristas, diretores, editores ou produtores.
Entre os ex-alunos de cinema da NYU, estão os premiados diretores Oliver Stone, de Platoon e Nascido em 4 de Julho, e Martin Scorsese, de Touro Indomável, Os Infiltrados e O Lobo de Wall Street.
Considerada uma das 30 melhores universidades americanas (de acordo com o US News), com cerca de 27.400 estudantes na graduação, a NYU tem como um dos seus trunfos a localização.
No sul de Manhattan, os alunos viram a esquina e estão expostos ao que há de melhor no planeta quando o assunto é arte.
Quase metade dos alunos do instituto vêm de fora dos Estados Unidos, o que proporciona um ambiente diverso e multicultural, além de possibilitar a construção de uma excelente networking.
California Institute of the Arts – CalArts – Los Angeles
Fundado em 1961 pelos irmãos Roy e Walt Disney, CalArts transformou a formação de profissionais ligados às artes nos Estados Unidos. Uma das mais refinadas escolas na região de Los Angeles, CalArts é hoje um verdadeiro laboratório para artes criativas, o que lhe dá um caráter de escola de arte experimental.
Os ex-alunos de CalArts são uma prova de que a escola forma talentos visionários quando o assunto é criatividade. O diretor Tim Burton, de Batman, Edward Mãos de Tesoura, A Fantástica Fábrica de Chocolate e Alice no País das Maravilhas, é um dos melhores exemplos do viés artístico único de CalArts.
John Lasseter, diretor e produtor, responsável por filmes como Carros, Vida de Inseto, Monstros e Frozen, entre outros, também é ex-aluno de CalArts.
A escola de filme e vídeo é uma das 6 que compõem a faculdade. Todas juntas oferecem mais de 70 programas de graduação, que abrangem artes visuais, cênicas, de mídia e literárias.
Para quem se interessa por animação ou quer se aprofundar nessa área, vale a pena conhecer melhor CalArts. O DNA dos fundadores continua muito presente e faz de CalArts uma meca no assunto.
Reino Unido
University of Westminster – Londres
Uma das mais tradicionais universidades da Inglaterra, a University of Westminster oferece o curso de Film Studies, reconhecido como um dos melhores do mundo.
O curso forma filmmakers pensadores, que têm algo a dizer para o mundo e sobre o mundo. A escola opera a partir de um estúdio, dois estúdios de som, uma oficina de construção de cenários e amplas instalações de ponta de pós-produção.
O ambiente mistura teoria e prática, aliado a muita criatividade. Os alunos estudam história do cinema, crítica e estética, entre outros focos, sempre acompanhados da prática.
Trabalham cooperando de forma criativa, enquanto desenvolvem em áreas de produção como escrita, design de produção, edição e som, entre outras.
As produções dos alunos de Westminster são frequentemente exibidas em festivais e já foram premiadas no Reino Unido e em outros países.
Estudaram cinema em Westminster o cineasta e diretor de fotografia Seamus McGarvey (Anna Karenina e We Need to Talk About Kevin) e o roteirista e produtor Neal Purvis (Skyfall e Casino Royal).
Canadá
University of Toronto
Considerada a número 1 do Canadá e a 18a melhor universidade do mundo pelo ranking da Times Higher Education, a University of Toronto oferece o curso de cinema há mais de 40 anos.
Apesar de ser um dos maiores programas da área no Canadá, o ambiente em sala de aula do curso de cinema permanece intimista. A maioria das classes são pequenas, para que haja uma relação mais próxima entre professores e alunos. Nas classes maiores, os alunos dispõem de tutorias individuais.
A vida dos estudantes de cinema na University of Toronto é bastante movimentada pela Cinema Studies Undergraduate Students’ Union (uma espécie de grêmio estudantil dos alunos do curso de cinema).
Além disso, uma enorme variedade de eventos acontece o ano todo no Innis Town Hall, fantástico auditório da própria faculdade, e por toda a cidade de Toronto.
Com inúmeros festivais de cinema e a prestigiada programação da TIFF cinemateca, Toronto é uma cidade extremamente atraente para quem quer viver e aprender sobre cinema.
Entenda como funciona o Undecided Major
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaNas universidades americanas o aluno pode aplicar sem ter definido o curso que quer fazer. Ele tem os dois primeiros anos da faculdade para decidir.
O final do Ensino Médio não costuma ser um período muito tranquilo para a maioria dos estudantes. É quando acaba a vida escolar e pela frente está a vida universitária, totalmente nova. O momento envolve stress com notas e, ao mesmo tempo, muitas importantes tomadas de decisões.
As perguntas não param e geram um enorme nível de ansiedade. “Onde vou estudar” (no Brasil ou fora), “em quais universidades vou aplicar ou fazer vestibular” e, principalmente, “qual curso vou fazer” são algumas delas.
Quase ninguém cresce já decidido sobre o que vai fazer depois da escola ou qual carreira vai querer seguir. Portanto, nenhuma dessas perguntas tem resposta simples e rápida.
Quem decide fazer faculdade nos Estados Unidos pode eliminar um pouco desse stress, pois não precisa ter pressa para responder a principal pergunta: que curso (major) vou fazer.
Na maioria das universidades americanas os candidatos podem aplicar sem definir um curso específico antes de entrar. Neste caso, o aluno aplica com Undecided Major.
No Canadá, muitas universidades também oferecem esta flexibilidade, porém a oferta não é tão grande como nos Estados Unidos.
O que é Undecided Major
Quando você aplica com “undecided major” ou “undeclared major”, significa que você está aplicando para ser aceito como um estudante da universidade e não de um curso específico dela.
Parece óbvio que para quem ainda não tem certeza de que curso quer fazer, escolher aplicar com undecided major é a melhor opção. Sim, e é. E o mais interessante é que você terá até o final do segundo ano da faculdade para decidir o seu major.
Ou seja, durante todo este período poderá explorar diversas disciplinas e diferentes áreas de estudo para, enfim, poder tomar uma decisão mais madura e com muito mais conhecimento.
Portanto, se você ainda está na dúvida entre administração, psicologia ou engenharia, por exemplo, pode fazer matérias ligadas a cada uma delas nos primeiros anos e só depois fazer sua escolha.
Pode, inclusive, fazer disciplinas que não estão relacionadas diretamente às áreas que você cogita estudar e, quem sabe, descobrir outra paixão ou uma nova habilidade.
Uma vez admitido com undecided major, você vai dispor de vários recursos dentro da universidade para seguir o melhor caminho até tomar sua decisão. As universidades americanas disponibilizam profissionais e têm departamentos específicos para aconselhamento sobre cursos e carreiras.
Também organizam vários eventos anualmente relacionados ao tema. Além disso, vale a pena se engajar em clubs e grupos de estudo, sempre buscando explorar suas áreas de interesse.
O processo de declarar o major entre o primeiro e o segundo ano varia de universidade para universidade. Mas os alunos podem contar com a ajuda do academic advisor, um orientador que vai mostrar os passos que devem ser seguidos nesse processo. Ele também pode auxiliar na montagem da sua grade curricular.
Neste vídeo, você verá informações importantes sobre o undecided major:
Quando não aplicar com Undecided Major
Se você sabe realmente o que quer cursar e que carreira quer seguir, você pode escolher já declarar o major na sua application. Neste caso, o ideal é que sua application mostre sua ligação com a área, especialmente nas atividades extracurriculares e nas suas essays. Notas boas na escola em matérias relacionadas ao campo de estudo escolhido também podem ajudar.
Uma outra situação em que pode não valer a pena aplicar com undecided major é se sua área de interesse (ou uma delas) exigir que você seja admitido nela desde o primeiro ano.
Em geral isso acontece se o curso tiver matérias obrigatórias desde o início. Caso uma forte opção sua tenha esta configuração, você terá bem mais dificuldade de conseguir seguir no curso mais tarde.
Outro caso em que se deve pensar melhor em declarar undecided major é se, nas suas pesquisas, você perceber que no curso de seu interesse há matérias que são muito disputadas ou que não são oferecidas com muita frequência. Nesses casos, decidir antes facilita para garantir vaga automática nessas matérias.
Como fazer a mudança de major
Nas universidades americanas (e em algumas canadenses também) a mudança de major durante a faculdade é muito comum. Assim como em qualquer lugar do mundo, o aluno pode descobrir no meio do curso que aquilo que havia escolhido não era exatamente o que imaginava. Mesmo tendo feito bastante pesquisa anteriormente.
Nos Estados Unidos a exposição a uma variedade interminável de disciplinas e áreas de estudo, o convívio com diferentes culturas e com um novo estilo de vida são fatores que podem fazer com que os alunos resolvam mudar de ideia no meio do caminho. E as universidades estão preparadas para isso. O processo, além de comum, é bastante simples.
Saber que existe essa possibilidade de mudança e que ela não é complicada de ser realizada alivia bastante a pressão e o stress sobre o aluno.
Escolher por “Undecided Major” pode atrapalhar a application?
Aplicar com undecided major não quer dizer, necessariamente, que o candidato não tenha interesse em nada. Demonstra, na verdade, que ele se interessa por várias coisas e quer poder escolher melhor o que vai estudar.
Para a maioria dos especialistas em college admissions, escolher aplicar com undecided major não é um problema. Ao contrário. Eles afirmam que os profissionais que trabalham diretamente com as admissões sabem que escolher uma carreira é uma decisão difícil, especialmente para jovens no Ensino Médio. As universidades não esperam que um estudante tenha seu campo de estudo completamente definido aos 17 ou 18 anos.
Na verdade, optar por undecided major pode ser até positivo porque pode ser um sinal de honestidade, valor que os avaliadores apreciam bastante.
Por isso, é importante que os seus essays (as redações) estejam de acordo com esta opção. Ou seja, nas suas redações não deve constar que você pretendia ser médico desde criança, por exemplo.
Além disso, a escolha pelo undecided major pode ser vista com bons olhos também por avaliadores que acreditam que um candidato indeciso é uma pessoa aberta a buscar novos conhecimentos antes de se comprometer com uma área de estudo.
De qualquer forma, com major definido ou não, é fundamental construir uma candidatura forte, que potencialize ao máximo suas chances de ser aceito em um leque cada vez maior de universidades.
Se você já sabe qual curso pretende fazer ou se vai optar por undecided major, a Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência necessária até a sua aprovação.
Preencha o formulário abaixo e vamos começar a conversar sobre o seu processo.
Cursar faculdade de neurociência no exterior
/em Cursos /por Daqui pra ForaNos Estados Unidos, várias excelentes universidades oferecem neurociência na graduação. Conheça algumas delas e saiba mais sobre o curso.
Uma das áreas de conhecimento mais bem conceituadas e procuradas nos últimos tempos no mundo acadêmico é a neurociência. Seus estudos são muito abrangentes e impactam diretamente importantes campos, como a medicina, a psicologia e a educação, entre outros.
Acompanhe a leitura até o final para entender melhor qual é o papel da neurociência e também conhecer as melhores universidades ao redor do mundo que oferecem essa importante graduação.
Qual é a função da neurociência?
O objetivo dessa ciência que estuda profundamente o sistema nervoso é, de uma forma geral, melhorar as funções do cérebro e sua eficiência.
Para ter uma ideia da influência da neurociência no nosso dia a dia, basta ver em quais aspectos da vida ela interfere diretamente. Na medicina, os estudos colaboram, por exemplo, com controle de doenças, lesões cerebrais, reabilitação motora e impacto das drogas.
Na psicologia, ela desvenda o que há por trás das emoções. E na aprendizagem, as pesquisas da neurociência buscam entender, entre outras coisas, por que as pessoas aprendem de forma diferente e como funciona a memória.
São questões cada vez mais urgentes na vida das pessoas e que despertam muita curiosidade. Trata-se, portanto, de um campo muito fértil, com enorme espaço para pesquisa e extremamente importante para a humanidade.
No Brasil, para ser um neurocientista o estudante precisa cursar uma faculdade correlata, como psicologia, biologia ou medicina, e depois se especializar em neurociência em uma pós-graduação.
Nos Estados Unidos, além da especialização na pós, várias universidades oferecem cursos de graduação na área, com excelente qualidade acadêmica.
Onde estudar neurociência nos Estados Unidos
Michigan State University (MSU) – East Lansing
Considerada uma das Top 100 universidades do mundo pelo ranking Times Higher Education, Michigan State é hoje uma das maiores universidades dos Estados Unidos. Tem mais de 46.000 estudantes, a maioria na pós-graduação.
Do total de alunos, quase 7.000 são internacionais. A universidade conta com 2.853 professores, 687 deles de outros países, e tem mais de 580.000 ex-alunos espalhados pelo mundo.
Michigan State oferece mais de 200 programas de graduação. O curso de neurociência faz parte da College of Natural Science, uma das 17 faculdades de Michigan State. Ele é voltado para estudantes que querem seguir carreira na área, seja em pesquisa, no ensino ou na área da saúde.
Também é indicado para quem pretende seguir carreira acadêmica, com mestrado e doutorado, neste campo ou em outro correlato. Durante o curso, os alunos podem concentrar seus estudos em neurociência celular e do desenvolvimento, neurociência comportamental e de sistemas ou neurociência cognitiva.
O rol de disciplinas é bastante denso e ao mesmo tempo amplo, abrangendo diversas áreas, como microbiologia, cálculo, farmacologia, genética, física e psicologia. Uma grande parte dos estudos é feita em laboratórios de ponta, como o de neurociências comportamental e o de biologia celular e molecular.
Neste vídeo, mostramos como é a preparação para a candidatura a uma das vagas em universidades no exterior:
Georgia Institute of Technology (Georgia Tech/GT) – Atlanta
Georgia Tech é uma das principais universidades americanas e a 45a melhor do mundo, de acordo com o ranking THE. Localizada em Atlanta, GT tem quase 28.000 alunos, entre graduação e pós, quase 7.000 deles, internacionais. Mais de 30% dos seus 1.084 professores são estrangeiros.
Georgia Tech tem 6 colleges e 28 escolas. Neurociência está na College of Science. Lá o aluno encontra programas flexíveis, muito incentivo à pesquisa com alguns dos melhores pesquisadores do mundo na área, e ainda oportunidades internacionais. O curso é interdisciplinar e abrange todas as áreas da neurociência (celular, comportamental e sistemas).
Além das matérias obrigatórias do curso de neurociências, os alunos podem escolher disciplinas dentro de uma grande lista de eletivas. São 18 créditos de eletivas de especialização na própria neurociência e outros 15 mais abrangentes.
Eles podem qualificar o aluno para um minor em biologia, química, saúde e ciências médicas, matemática, psicologia, entre outros. Com isso, depois de formado, o estudante passa a ter mais opções profissionais, além de seguir como neurocientista.
The University of Tennessee (UTK) – Knoxville
Localizada em uma das maiores cidades do Estado, Knoxville, The University of Tennessee tem 24.250 alunos na graduação que se dividem em 11 faculdades. O curso de graduação em neurociência faz parte da College of Art & Science e, assim como a própria área de estudo, tem um caráter bastante interdisciplinar.
O programa inclui professores de outras faculdades, como engenharia, psicologia, veterinária, enfermagem, fonoaudiologia e pós-graduação em medicina. Apoiado principalmente nos currículos de biologia, psicologia e engenharia, o major em neurociência da UTK enfatiza o treinamento prático em pesquisa.
Além das aulas básicas, os alunos ainda podem se especializar em tópicos específicos e construir seu próprio currículo direcionado à carreira que querem seguir.
University of Kentucky (UK) – Lexington
Maior universidade do Estado de Kentucky, UK foi fundada em 1865 e conta hoje com 16 faculdades. Oferece 90 cursos de graduação (com mais de 22.000 alunos), 100 de mestrado e 66 de doutorado.
Fora das salas de aula, os alunos da University of Kentucky dispõem de 350 clubs e associações de estudantes. O campus conta com instalações de ponta, além de muitas opções de lazer e esportes.
O curso de bacharelado em neurociência em UK faz parte da College of Arts & Science. Nele os alunos ficam amplamente expostos aos aspectos básicos e aplicados na sala de aula e em muitos laboratórios. São guiados, principalmente, por professores e pesquisadores da própria faculdade e da faculdade de medicina.
As matérias abrangem, entre outras áreas, psicologia, cálculo, estatística, química, bioquímica, física e até comunicação. Elas cobrem as áreas de neurociência celular/molecular, neurofisiologia, neuroanatomia e neurociência integrada, incluindo comportamento.
Wartburg College – Waverly
Wartburg é uma Liberal Arts College localizada em Waverly, no estado de Iowa. Não é uma universidade grande, tem cerca de 1.660 alunos. Ainda assim, é bastante diversa, já que os estudantes vêm de 40 estados americanos e 60 países diferentes.
As salas de aula são pequenas, com média de 18 alunos. O contato com os professores é bastante próximo. Além disso, o espírito de comunidade é grande no campus.
Wartburg é uma das instituições que mais oferecem ajuda financeira a alunos internacionais nos Estados Unidos. Entre todos os seus estudantes, cerca de 94% recebem algum tipo de auxílio financeiro.
Wartburg oferece mais de 60 áreas de estudos em Libreal Arts. Há muitas opções de majors e minors. Um dos majors é neurociência. Neste curso os alunos são expostos principalmente à intersecção de biologia e psicologia e são encorajados a explorar outras áreas de interesse. Nesta graduação, são disponibilizados cursos avançados de pesquisa e muitas matérias eletivas.
Se interessou pelo assunto e quer mais informações sobre graduação em neurociências no exterior? Conheça nossos programas e fique por dentro do assunto.