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Organizações estudantis – #FicaADica

22 de junho de 2017/120 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Você já ouviu falar nas fraternidades e irmandades das universidades americanas?

Elas são um exemplo de organização estudantil que o estudante poderá participar ao estudar no exterior, principalmente Canadá e Estados Unidos.

Organização estudantil nos Estados Unidos

Nesse vídeo, Fernanda Luiz fala um pouco sobre elas e sobre a importância de se engajar em muitas associações estudantis durante a vida universitária:

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#Depoimentos – Emílio Costa fala sobre o processo de admissão de seu filho Arthur para a UCLA

19 de junho de 2017/96 Comentários/em Depoimentos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Na Daquiprafora, acreditamos que a admissão em universidades nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido não é um processo somente restrito ao aluno. Desde o início, há também um envolvimento grande dos pais, o que torna esse trabalho um projeto familiar.

No depoimento abaixo trazemos um pouco da experiência do Emílio Costa, pai de um de nossos alunos, o Arthur Costa, aprovado em UCLA no ano de 2016. Ele conta como foi o trabalho da Daquiprafora com o seu filho e o que o levou a ser aprovado em uma das melhores universidades do mundo!

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15 situações que todos os alunos internacionais passam em uma universidade no exterior

15 de junho de 2017/122 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

A vida universitária no exterior pode ser bem peculiar. As situações que os estudantes vivem no início da vida na universidade se repetem anualmente.

Por isso, é importante conhecer quais são essas situações para já ir se preparando quando o seu momento chegar.

Veja abaixo alguns desafios enfrentados pelos estudantes brasileiros no exterior.

Situações vividas em uma universidade no exterior

1. Sempre se sentir inseguro em relação à língua nas primeiras semanas.

2. Já ter começado a beber legalmente no Brasil, e nos Estados Unidos, voltar a ser menor de idade.

3. Achar algum amigo para passar o Thanksgiving, feriado de ação de graças, na casa dele, já que no Brasil esse feriado não é tradicional.

4. E caso não ache, ficar no campus sozinho e vendo seus amigos americanos postando fotos do feriado.

5. Converter dólares para reais e se sentir muito pobre.

6. Pronunciar ou soletrar palavras de um jeito muito diferente do que os americanos.

7. Descobrir qual documento usar enquanto estiver andando na rua.

8. Ficar impressionado com o tamanho das porções de comida.

9. E, em um mês, já conseguir comer uma porção inteira e ainda pedir sobremesa.

10. Ficar chocado em saber que sua visão de outros países foi construída totalmente sob influência de estereótipos de filmes e séries.

11. Quando você usa uma gíria do seu país natal e todos te olham como se você estivesse maluco.

12. Ter medo de que qualquer infração seja punida com uma deportação.

13. Muitos, MUITOS documentos – I-20, I-94, OPT.

14. Falar que é do Brasil, e lidar com os pré-julgamentos sobre seu país.

15. E saber que, apesar dessas dificuldades, você não quer que os anos no exterior acabem tão cedo.

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Adaptado de: Buzzfeed

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50 dicas sobre a vida universitária no exterior!

13 de junho de 2017/199 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar no exterior tem diversas vantagens, não só pelo nível acadêmico das universidades de países como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, mas também pela infinidade de experiências que o estudante irá vivenciar durante seus anos de formação.

Escrito para os calouros do MIT (Massachusetts Institute of Technology, nos Estados Unidos), essa lista revela 50 fatos que certamente a maioria dos alunos, em menor ou maior grau, irá encontrar em sua nova jornada estudando no exterior.

Se você tem o sonho de fazer uma faculdade nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, ou irá iniciar seus estudos em breve, esse texto é uma leitura obrigatória para você!

Boa leitura!

50 Things (texto adaptado de 50 Things)

Caros novos alunos,

Como vocês em breve iniciarão suas experiências na faculdade, pensei em repassar a vocês algumas coisas que, em retrospecto, acredito serem muito importantes para sua experiência nos próximos quatro anos. Eu espero que algumas delas sejam úteis.

1. Seus amigos irão mudar muito durante os próximos quatro anos. Deixe-os mudar.

2. Ligue para alguém que você ama e que não esteja na faculdade algumas vezes na semana, mesmo se for por alguns minutos.

3. Na faculdade mais do que antes, suas músicas irão estar relacionadas a suas futuras memórias. A cada mês ou dois, faça uma playlist, crie uma pasta no computador, faça o que achar necessário – apenas registre uma cópia dessas músicas. Daqui a 10 anos, elas serão mais efetivas do que um diário para trazer de volta seus melhores momentos.

4. Tire cochilos durante a tarde e elimine qualquer preocupação da cabeça.

5. Ajuste sua rotina de acordo com os períodos em que você é mais produtivo e criativo. Se você é mais noturno e trabalha de madrugada, abrace isso. Esse pode ser o único momento da sua vida em que você terá liberdade para tal.

6. Se você é do tipo que realiza seus melhores trabalhos na noite anterior ao prazo de entrega, não deixe as pessoas dizerem que você “deveria ser mais organizado”. Diferentes estilos funcionam para diferentes pessoas. Particularmente, eu trabalho melhor sobre pressão – então eu sempre procrastino… e sempre acabo me dando muito bem (o que irrita meus amigos que não tem o mesmo hábito). Use sua liberdade (que pode acabar resultando em não ter notas tão boas no primeiro semestre) e veja o que funciona melhor para você.

7. Pelo menos algumas vezes em seu período de faculdade, faça alguma coisa engraçada e irresponsável enquanto você deveria estar estudando. Uma noite antes da minha prova final de psicologia, no meu primeiro ano, meu companheiro de quarto conseguiu ingressos na primeira fila para um show que seria em um local a duas horas de distância. Eu não fui tão bem na minha prova, mas nunca mais tive de pensar nela desde 1993. Mas lembro da experiência de ir naquele show (com o cara que agora é padrinho do meu filho) pelo menos uma vez por mês desde então.

8. Torne-se amigo de seus professores favoritos. Reconheça que eles também podem aprender com você – na verdade, isso é parte do motivo de eles terem escolhido ser professores.

9. Reserve uma hora por dia para estar sozinho (dormir não conta).

10. Tenha encontros. Não sinta a necessidade de encarar cada encontro como um relacionamento.

11. Não fique com ninguém que já tenha tido algum relacionamento com seu roommate.

12. Quando amigos de seus pais visitarem você, não os exclua. Você ganhará comida grátis, e os ajudará a se sentir mais descolados, andando com jovens na faculdade.

13. No primeiro mês de faculdade, envie uma carta escrita à mão para a pessoa que tornou sua ida a faculdade possível, e descreva suas experiências até agora. Isso significará muito para essa pessoa, e significará muito para você daqui dez anos, quando essa pessoa mostrar essa carta a você.

14. Abrace as diferenças entre você e seus colegas de classe. Sempre pergunte a você mesmo: “o que posso aprender vindo dessa pessoa?”. Muito do que você irá aprender virá de seus colegas do que de qualquer aula.

15. Pessoas que ficam totalmente acordadas a noite toda são totalmente superestimadas.

16. Para aqueles que ingressam na universidade estando em um relacionamento a distância com alguém do ensino médio: ao contrário do que muitos irão te dizer, o relacionamento pode sim dar certo. O segredo é não deixar o relacionamento interferir em sua experiência na faculdade. Se você não quiser ficar com mais ninguém, não tem problema. O que será um problema, entretanto, é você perder diversas experiências na faculdade porque fica horas no telefone com seu/sua namorado/namorada.

17. Resolver coisas entre amigos é muito melhor pessoalmente do que via e-mail (WhatsApp e Messenger não contam como pessoalmente). Frequentemente, as expressões faciais irão revelar mais do que palavras.

18. Assuma riscos.

19. Não fique assustado com os banheiros coletivos. O seu medo irá durar aproximadamente dois segundos.

20. Quarta-feira é no meio da semana. Portanto, na quarta à noite falta menos da metade para a semana acabar. Você deveria celebrar isso apropriadamente (e isso irá tornar suas quintas e sextas-feiras muito mais divertidas).

21. Deixe os fracassos serem bem vindos em sua vida. É assim que crescemos. O que importa não é você falhar, mas como você se recupera.

22. Escola algumas aulas que não possuem nada a ver com seu major, puramente por diversão.

23. É importante pensar no futuro, mas é mais importante estar presente no agora. Você não irá conseguir colher os frutos da faculdade se você pensar nisso como uma pedra estática em seu caminho.

24. Quando você está vivendo em um campus com 400 coisas acontecendo a cada segundo a cada dia, ver televisão é uma grande perda de tempo e um grande desperdício de dinheiro. Se você for assistir TV, assista com seus amigos para pelo menos poder chamar de uma “valiosa experiência social”.

25. Não tenha medo de se apaixonar. Quando isso acontecer, não deixe que o amor tome conta de você. Celebre o amor, mas não o deixe resumir sua experiência na faculdade.

26. Muito do tempo que que você dedicava para ler livros por prazer irá desaparecer. Crie uma lista de livros que você teria lido se tivesse tempo, e você poderá começar a lê-los após a formatura.

27. Algumas coisas que parecem ser o fim do mundo realmente se tornarão divertidas após algum tempo. Sabendo disso, esqueça a timidez e pule para a parte boa.

28. De vez em quando, haverá momentos especialmente inesquecíveis que irão fazer você sentir que algo realmente mudou quem você é. Abrace esses momentos, mesmo se eles forem dolorosos.

29. Não importa quais são suas visões políticas ou religiosas, seja mente aberta. Você será testado durante os próximos quatro anos de uma maneira que você não consegue imaginar, de todas as possíveis formas. Você não conseguirá aprender se você for mente fechada.

30. Se você precisar de um trabalho, procure um que você realmente irá gostar. Só porque é um trabalho, não significa necessariamente que tenha de ser algo ruim.

31. Nem sempre lidere. É bom ser liderado algumas vezes.

32. Tire muitas fotografias. Um dos meus maiores arrependimentos é que eu não tirei muitas fotografias na faculdade. Minha desculpa era o custo para fotografar e revelar. Com as câmeras digitais e smartphones, não há mais problemas quanto a isso.

33. Sua saúde e segurança é mais importante do que qualquer coisa.

34. Peça ajuda. Frequentemente.

35. Você estará entre os piores alunos da sala em algum momento. Mais da metade de sua turma estará entre os piores da sala nos próximos quatro anos. Acostume-se.

36. Em dez anos, poucos de vocês estarão tão bonitos quanto agora, então mostre o quanto você é bonito antes que seja tarde.

37. A longo prazo, a instituição onde você estudou não irá importar mais do que as oportunidades que você irá receber. O nome de sua universidade não significará muito se for a única coisa a estar em seu currículo. Você terá acesso a uma variedade de oportunidades que muitas pessoas não terão – não as desperdice.

38. Não tente fazer tudo. Equilíbrio = bem estar.

39. Faça da perspectiva uma prioridade. Se você é próximo o bastante de alguma coisa que o impeça de ter uma boa perspectiva, peça a seus amigos para ajudá-lo.

40. Se permita comer mal algumas vezes. Serão as últimas vezes na sua vida que você poderá fazer isso sem se sentir culpado.

41. Se comporte de forma estúpida pelo menos uma vez, de preferência mais de uma vez. Te ajudará a construir caráter.

42. Lave sua roupa de cama mais do que uma vez por ano. Confie em mim nessa.

43. Se você está em um relacionamento e nenhum de seus amigos quer estar junto de você quando você está com seu/sua parceiro (a), preste atenção. Eles geralmente têm uma percepção melhor do que a sua.

44. Não tenha medo de fazer estranhas combinações de ingredientes de pizzas que seus amigos estrangeiros amam. Algumas das mais estranhas na verdade são muito boas. Expanda seus horizontes.

45. Explore seu campus completamente. Mas não seja pego.

46. A vida é muito curta para permanecer em um curso que você não está gostando. Troque, mesmo que isso complique as coisas.

47. Tatuagens são permanentes. Tenha muita certeza.

48. Não faça piada dos colegiais visitando o campus. Eles eram você há mais ou menos duas horas atrás.

49. Aproveite cada segundo dos próximos quatro anos. Será impossível descrever o quão rápido eles passarão.

50. Esse será o único período de sua vida em que sua única responsabilidade será aprender. Tente lembrar de quão sortudo você é, todos os dias.

Seja você mesmo. Crie. Inspire, e seja inspirado. Cresça. Ria. Aprenda. Ame.

Seja bem-vindo a alguns dos melhores anos de sua vida.

Autor: Ben Jones

Fonte: MIT

 

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Depoimento Raul Dagir – saiba como foi a trajetória de nosso aluno até a aprovação em Stanford University!

12 de junho de 2017/44 Comentários/em Dicas, Estados Unidos, Processo Seletivo, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

A Stanford University é uma das melhores universidades do mundo!

Ter a oportunidade de ser aluno de Stanford é um privilégio, tanto que a nadadora Katie Ledecky, famosa por ganhar cinco medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, resolveu dar uma pausa na carreira para poder se dedicar à chance de estudar nessa prestigiada universidade. Stanford foi o lar de outros inúmeros estudantes célebres, como o co-fundador do Google, Sergey Brin, o ex-presidente americano John F. Kennedy, o co-fundador da Netflix, Reed Hastings e a atriz hollywoodiana Reese Witherspoon.

Nosso aluno Raul Dagir viverá o sonho de estudar em Stanford muito em breve! Ele foi aceito pela instituição e iniciará seus estudos em Agosto de 2017. Veja abaixo o depoimento de Raul sobre o processo de candidatura realizado em conjunto com a Daquiprafora e saiba como ele conseguiu chegar lá!

 

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12 curiosidades sobre as universidades do Canadá

6 de junho de 2017/62 Comentários/em Canadá, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

As universidades do Canadá estão, sem dúvidas, entre as melhores instituições de todo o mundo. Assim como os Estados Unidos, esse destino é muito procurado por estudantes que têm o interesse de fazer uma faculdade no exterior e receber, assim, uma educação de excelência.

O Canadá também tem algumas das melhores universidades do mundo, de acordo com o ranking da Times Higher Education 2024: a University of Toronto é a 21ª colocada entre as melhores instituições do planeta, enquanto a University of British Columbia é a 41ª e a McGill University ocupa a 49ª colocação.

Afinal, quais são as características do ensino nesse país? As coisas funcionam por lá de modo muito diferente do que no Brasil? Conheça, abaixo, algumas das principais curiosidades sobre o processo seletivo e sobre a vida estudantil nas universidades do Canadá!

Quais são as principais universidades do Canadá?

O Canadá é um país de grande extensão territorial e com um forte desenvolvimento na educação. Por conta disso, é uma nação que dispõe de dezenas de universidades de renome, que frequentemente figuram os rankings de melhores instituições em escala global, como já mencionamos.

A seguir, confira algumas das melhores faculdades desse incrível país:

  • Universidade de Toronto;
  • Universidade de British Columbia;
  • Universidade McGill;
  • Universidade de Montreal;
  • Universidade de Alberta;
  • Universidade de Calgary;
  • Universidade Queen’s.

Além dessas, há várias outras instituições renomadas espalhadas pelo país. Opções não faltam para os estudantes que almejam viver em terras canadenses!

Quais cursos e áreas de formação estão em alta no país?

O Canadá é um país altamente inserido no mercado global. Ele participa de diversas transações econômicas e está sempre em cena quando se fala sobre modernização e tecnologia. Por lá, passam muitas das melhores mentes do planeta, que se formam nas universidades situadas em terras canadenses.

Por conta disso, há vagas para todos os gostos e tipos de pessoa. A tecnologia está em alta no país ultimamente e, por isso, cursos voltados para a Engenharia e a Computação em geral são muito procurados no Canadá.

Outro campo que está sempre em desenvolvimento é a ciência. Por conta disso, muitos cursos das áreas biológicas são muito requisitados e de altíssima qualidade. Entre eles, podemos citar graduações como Enfermagem e Medicina Veterinária.

Outros pontos de interesse são as áreas de Economia e Finanças, além de Mídia, Jornalismo e Recursos Humanos. Há, portanto, oportunidades para todos os perfis de estudantes!

Como é o processo seletivo para estudar em uma instituição canadense?

O processo seletivo para estudar no Canadá, assim como nos Estados Unidos, é bastante complexo. Por isso, o recomendado é que o estudante comece a se preparar para esse passo com, pelo menos, 12 meses de antecedência, para que tudo saia como o planejado e pendências urgentes não sejam um problema.

A documentação, por exemplo, requer um histórico escolar e o resultado dos testes de proficiência. A carta financeira é pedida apenas após a admissão na universidade, mas também já deve ser preparada o quanto antes. O visto também é um ponto fundamental do processo.

Além disso há, algumas vezes, uma entrevista com a instituição de ensino. Ela é feita completamente em inglês e é necessário que o estudante se prepare bastante com base na faculdade escolhida para a graduação.

O ideal é sempre contar com ajuda especializada para lidar com todo esse processo. Assim, todos os trâmites burocráticos podem ser superados sem maiores problemas e nenhum ponto importante será deixado de lado.

Afinal, quais são as principais curiosidades sobre as faculdades do Canadá?

Agora, chegou o momento de descobrirmos 12 curiosidades imperdíveis sobre as faculdades canadenses que, de certa forma, sintetizam tudo o que conversamos no post de hoje! Confira:

1. As suas notas do ensino médio serão o principal atributo avaliado pelas universidades do Canadá;

2. Geralmente, redação, cartas de recomendação e atividades extracurriculares não são necessárias, exceto quando o aluno aplica para algum tipo de bolsa de estudos;

3. O SAT/ACT nem sempre é pedido. Geralmente, as universidades canadenses aceitam o ENEM;

4. Com o TOEFL, as universidades do Canadá são mais rígidas: geralmente exigem nota mínima de 85, e muitas instituições exigem de 90 a 100;

5. É comum que o aluno possa escolher primeiramente um campo de estudo para depois decidir um curso de formação;

6. Você poderá enviar a documentação financeira somente após ser admitido na faculdade – ela não é necessária durante a application;

7. Os preços de universidades variam de acordo com o curso, mas geralmente os mais procurados são Business e Engenharia;

8. Comparando com as universidades americanas, universidades canadenses oferecem bolsas menores;

9. Há também a presença dos Community Colleges no Canadá. Após um ou dois anos, o estudante conseguirá transferir para faculdades de quatro anos conveniadas a esses colleges, que geralmente são do mesmo distrito;

10. Algumas faculdades têm bastante tradição esportiva, com equipes competitivas e os clubes (associações esportivas de estudantes);

11. Assim como nos Estados Unidos, há Greek Life (fraternidades e irmandades) nas maiores universidades;

12. As universidades do Canadá geralmente oferecem poucas vagas dentro do campus: é comum que os alunos morem fora do campus. Contudo, alunos estrangeiros têm prioridade no housing no primeiro ano.

Como podemos observar, as universidades do Canadá têm muitas diferenças em relação às instituições brasileiras e até mesmo às de seu vizinho, os Estados Unidos. Por isso, conhecê-las é fundamental para uma preparação realmente eficiente para ingressar nesse tipo de faculdade!

Para se informar ainda mais sobre este assunto, confira o nosso artigo sobre como é o o dia a dia e a vida de um estudante em uma universidade do Canadá!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-8.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-06-06 00:00:002024-02-26 11:15:2712 curiosidades sobre as universidades do Canadá

Conheça o sistema de ensino das universidades americanas

30 de maio de 2017/153 Comentários/em Dicas, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Você sabia que nas universidades dos Estados Unidos, você poderá definir o seu curso em até dois anos após o início da faculdade? E que há aulas que as faculdades consideram essenciais não importa qual curso você escolher?

Conhecer essas características e diferenças das universidades americanas para a graduação no Brasil é importante para entender com antecedência onde você está indo estudar.

Por isso, separamos algumas informações importantes para mostrar como funciona o sistema de ensino das universidades dos Estados Unidos. Confira!

Sistema de ensino em universidades dos Estados Unidos

Os dois primeiros anos em uma universidade nos Estados Unidos são dedicados ao general education, ou seja, são aulas que os americanos consideram essencial para o estudante não importa o curso que ele escolheu.

Durante esse período, todos os alunos têm aulas como:

  • Redação;
  • Matemática;
  • Oratória;
  • Ciências;
  • História.

Essas aulas são chamadas de lower level classes. As aulas obrigatórias podem variar de acordo com o que a universidade oferece e/ou considera essencial, mas, no geral, as universidades exigem que todos os alunos completem essa grade obrigatória.

Por causa do general education, o aluno poderá definir o seu curso em até dois anos após o início da faculdade!*

Após terminar o seu segundo ano de faculdade e definir o seu curso, o aluno começará a ter aulas mais focadas em sua área, as chamadas upper level classes.

Em seu terceiro ano, o aluno terá as aulas base do curso/área escolhidos; em seu quarto e último ano, irá se aprofundar em seu curso e terá aulas mais focadas em sua especialização.

Se você quiser saber mais sobre as universidades americanas, preencha o formulário abaixo para conversar com um dos nossos especialistas.

*Existem alguns cursos, de algumas universidades, em que a instituição exige que o aluno defina o curso antes de iniciar os estudos

 

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Qual é a importância dos rankings na escolha das universidades?

25 de maio de 2017/100 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Quando você pensa em Harvard, o que vem a cabeça? A maioria das pessoas pensa em excelência. Harvard está no topo dos rankings há anos, porém isso não quer dizer que é a melhor universidade para todos. Aqueles que querem fazer engenharia, por exemplo, se dariam melhor numa faculdade mais renomada pelo seu curso de engenharia como MIT.

Há vários tipos de rankings, cada um levando itens diferentes em consideração. Há rankings que levam em consideração a universidade como um todo, outros que são separados por área de estudo, e outros que são separados por nível de graduação. Dentro disso, cada ranking usa seu próprio método de análise. Por exemplo, a Times Higher Education World Reputation Ranking é criado via uma série de questionários enviados a pessoas envolvidas no ramo acadêmico no mundo inteiro.

Já a QS World University Rankings usa outro método; este ranking leva os seguintes fatores em consideração:

  • Reputação acadêmica (40%),
  • Reputação do empregador (10%)
  • Proporção de alunos e professores (20%)
  • Pesquisa dos professores (20%)
  • Proporção de professores internacionais (5%)
  • Proporção de alunos internacionais (5%).

Já a USNews leva outros fatores em consideração:

  • Ranking dos alunos no colegial
  • Performance pós formados
  • 16 indicadores de excelência acadêmica
  • Nível de retenção de aluno
  • Recursos para professores
  • Seletividade de alunos
  • Recursos financeiros
  • Doações de ex-alunos

Estes são três exemplos dos vários rankings que poderão ser encontrados. É claro que a maioria dos rankings tem um overlap das melhores faculdades. Porém, se o aluno aplicante considerar os rankings muito importantes, ele deverá também levar em consideração não só o ranking geral ou da reputação da faculdade, mas também o ranking da área específica que ele pretende estudar. Por exemplo, a University of Minnesota está em 69º lugar no ranking da USNews mas está em 5º lugar para engenharia química.


Só as “Top Ten” São Boas?

Cada ranking mede algo diferente. Uma faculdade que está entre as dez melhores do mundo na maioria dos rankings não significa que será a melhor para você. Isso não quer dizer que você não deve aplicar para alguma “top university”, porém isso também não quer dizer que as outras universidades são ruins. Por exemplo, apesar de Syracuse estar em 62º lugar no ranking to USNews, seu curso de arquitetura está em 3º. É importante também que o candidato seja realista; se o perfil dele não combinar com nenhuma universidade que esteja no topo dos rankings, seria melhor se ele escolhesse universidades que são mais do perfil dele independente das posições destas nos rankings.

Ademais rankings não são perpétuos; uma universidade que esteja em primeiro lugar pode cair para terceiro lugar no ano que vem, do mesmo jeito que uma que esteja em 50º lugar possa subir no ranking no futuro. Mesmo assim, uma diferença entre uma universidade que esteja entre as top 10 e outra que esteja entre as top 20 é mínima. Por exemplo, no ranking da USNews  o nível de doações de ex-alunos pode fazer a diferença para uma universidade estar entre as top 10 ou top 20. Rankings também não devem ser a única coisa levada em consideração. O local da universidade, os tipos de cursos oferecidos e o perfil da universidade são outras coisas que também devem ser consideradas na escolha de faculdade.

Por outro lado, se o candidato tiver um perfil adequado a alguma “top university” e for ambicioso, vale apena ele aplicar para uma ou duas destas. Independente do curso que o candidato fizer, essas universidades carregam um nome famoso que provavelmente irá ajudá-lo no futuro.  Independente das universidades que forem escolhidas, o aluno deverá ter os seus rankings considerando os aspectos que são importantes para ele.


Resumindo

  • Diferentes rankings indiciam e medem coisas diferentes;
  • Rankings devem ser levados em consideração, mas não é a única coisa que deve definir a sua escolha de faculdade;
  • É também importante levar em consideração o perfil do candidato e seus interesses acadêmicos;
  • Universidades que não estão no topo dos rankings não são necessariamente ruins;
  • Rankings não são perpétuos;
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/05/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-4.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-05-25 00:00:002020-12-09 17:21:42Qual é a importância dos rankings na escolha das universidades?

A experiência de Debora Abib em uma Junior College

25 de maio de 2017/54 Comentários/em Depoimentos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Hoje temos um post especial. Nossa aluna Deborah Abib escreveu para o blog contando sobre sua experiência estudando em uma Junior College – a Santa Monica College.

Leia o relato dela sobre esse tipo de universidade e conheça as vantagens de começar seus estudos em uma instituição semelhante.

Como é estudar em uma Junior College

Desde pequena, sempre sonhei em estudar fora. Desejava ir para uma universidade nos EUA, conhecer pessoas do mundo inteiro, ir a jogos de futebol americano e, aprender com “os melhores”.

Em janeiro de 2015, embarquei para Los Angeles com minha família e duas malas cheias. Finalmente, estava realizando um grande sonho da minha vida. Iria estudar em Santa Monica College (SMC) e depois de dois anos, transferir para a UCLA. Mas antes disso, muita coisa aconteceu…

Em 2014, quando estava aplicando para as faculdades americanas, minha nota geral do Ensino Médio era boa (uma média de 3.71 de 4 – nos EUA, as notas são medidas pela GPA, que é uma média entre as notas que vai de 0 a 4).

A importância da língua inglesa

Além disso, meu inglês não era um empecilho pois falava a língua muito bem. Meus resultados do SAT (o “ENEM americano”), por outro lado, não eram suficientes para entrar na sonhada UCLA.

No início, não conseguia me conformar com a ideia de que mesmo que aplicasse para lá, minhas chances de admissão eram mínimas. Devido as minhas notas e bom nível inglês, poderia ter entrado em ótimas instituições de ensino. Porém, com 17 anos, não tinha olhos para outra faculdade que não fosse a UCLA.

Tudo mudou quando, durante um café da tarde, a amiga da minha mãe me contou que a afilhada dela havia feito uma Junior College por dois anos e transferido com sucesso para a UCLA.

Antes disso, nunca havia ouvido falar sobre esse sistema e mil dúvidas surgiram na minha cabeça: O que eram os Junior Colleges? Por que poderia entrar em uma faculdade competitiva com mais facilidade depois desses dois anos? Fiquei entusiasmada pois havia, sim, um jeito de realizar meu sonho de ser uma “bruin”!*

O que é uma Junior College

O sistema das Junior Colleges consiste, basicamente, em fazer os dois primeiros anos de graduação em faculdades menores, transferir para outra maior e terminar o curso.

No sistema educacional americano, todos os alunos que ingressam nas universidades são obrigados a fazer aulas de educação geral por dois anos. Sendo assim, as Junior Colleges oferecem os cursos de matérias gerais por um preço mais acessível.

Os valores das aulas em uma JC chegam a ser 1/3 do preço da mesma aula em uma grande universidade. Isso foi ótimo para a minha família pois na época que comecei, o dólar disparou para R$ 4,20.

Além disso, outro ponto positivo de começar em uma Junior College é que o aluno não precisa fazer uma nova prova do SAT quando chegar a hora de transferir de uma JC para outras faculdades. O histórico escolar do ensino médio é “apagado” e o que passa a valer são as notas tiradas na JC.

Desse modo, entrar em algumas universidades mais competitivas acaba sendo mais fácil por esse sistema.  Decidi, assim, aplicar para o Santa Monica College e correr atrás dos meus sonhos.

Adaptação a Junior College

Na SMC, tive muito suporte de meus professores e conselheiros para me adaptar ao estilo acadêmico americano e realizar minha transferência. Lá, participei de aulas incríveis como a de conversação em francês, orientação de carreira, introdução à filme e ballet.

Fora essas, aprofundei ainda mais o inglês (principalmente a escrita), a matemática e a economia. Antes de ir para os EUA, tinha um certo preconceito com aulas diferentes do currículo brasileiro. Notei, porém, que os cursos que frequentei só aumentaram minha visão de mundo.

Aprendi a pedir ajuda quando tinha dúvidas, perguntar mais, trabalhar em grupo, expressar o que eu penso e conciliar estudos e vida social.

Conheci gente de todos os cantos do mundo, especialmente chineses! Eles me ensinaram inúmeras coisas interessantes sobre a cultura asiática, como por exemplo: o que comer, como celebrar o ano novo chinês, como praguejar etc.

Ao conviver com culturas diferentes, passei a entender melhor as pessoas e a lidar melhor com elas. Participei também de uma “Honor Society” chamanda Phi Theta Kappa.

A PTK é um clube da JC composto por alunos com bom desempenho acadêmico que almejam ajudar a comunidade, participar de convenções de networking, seminários de liderança, e ter oportunidades de bolsa de estudos. Com essa experiência, compreendi ainda mais sobre como servir uma pequena parcela da sociedade pode gerar um grande impacto.

Amadurecimento pessoal e profissional

O tempo que passei na Junior College foi importante para o meu amadurecimento pessoal e profissional. Tive contato com diversas instituições de ensino e acabei me apaixonando por uma certa universidade: a USC.

Antes de embarcar para a terra do tio Sam, nunca tinha ouvido falar da University of Southern California. Em uma aula de Orientação Acadêmica, minha conselheira estava ensinando a sala sobre o processo de transferência e, me conhecendo bem, ela insistiu que eu procurasse saber mais sobre a escola de Business da USC.

Depois da aula, fiz inúmeras pesquisas e percebi que a USC era mais parecida comigo do que a UCLA. Além de estar entre as top 25 universidades do país, o curso de Business da USC é reconhecido por ser mais prático e focado no mundo dos negócios. Tudo o que eu queria!

Quando estava quase completando 30 créditos na SMC – créditos são uma forma de medir quantas horas/aula você teve durante um período, no sistema de ensino americano – decidi começar minha aplicação de transferência.

Seguindo as orientações da minha conselheira, preparei meus documentos, notas, redações, cartas de recomendação, e enviei o pacote para a USC. No decorrer do processo, recebi bastante suporte da JC e da minha conselheira.

Elas me tranquilizaram e me encaminharam muito bem. Em julho de 2016, recebi um lindo presente de aniversário. Abri o envelope vermelho e lá estava minha resposta final: fui aceita!

Por fim, minha experiência na Santa Monica College foi muito positiva. Pude amadurecer alguns valores, fazer várias amizades, expandir minha visão de mundo e tornar-me mais independente. Além disso, encontrei a faculdade certa e o caminho para a minha carreira.

Se você quiser realizar o seu sonho de fazer faculdade no exterior, venha conversar com o nosso time de especialista para ajudarmos no processo. Basta preencher o formulário abaixo para começarmos uma conversa.

*1 (o mascote da UCLA é um urso chamado Bruin, por isso, os alunos da universidade recebem esse “apelido”)

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/05/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-3.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-05-25 00:00:002024-04-01 17:10:42A experiência de Debora Abib em uma Junior College

Conheça o Early Guidance e saiba como pode ser útil

25 de maio de 2017/1.950 Comentários/em Canadá, Daqui pra Fora, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Para fazer algo bem feito, o melhor é fazer com calma e antecedência, usar bem o tempo e ter bastante informação. Por isso, a Daqui pra Fora criou o Early Guidance, um programa direcionado a estudantes do nono ano, 1º e 2º anos do Ensino Médio, que torna o caminho para as universidades no exterior seguro, preciso e muito bem preparado.

O programa é composto por diversas sessões, que têm como objetivo orientar e acompanhar o aluno para que ele desenvolva habilidades e atividades que o deixem melhor preparado para o processo seletivo de universidades estrangeiras e para os desafios gerais enfrentados após a conclusão do Ensino Médio. As sessões são individuais e realizadas por orientadores que concluíram seus estudos no exterior.

Durante todo o programa, é feito um acompanhamento da evolução do estudante e o trabalho é focado nas principais necessidades identificadas em cada um.

Os temas abordados nas sessões estão direta ou indiretamente ligados ao processo de admissão das universidades americanas. Veja alguns temas abordados:

  • Autoconhecimento, automotivação e apoio;
  • Cursos e universidades estrangeiras;
  • Atividades Extracurriculares;
  • Profissões e carreiras;
  • Provas Internacionais e Planejamento;
  • Processo seletivo, modelos de ensino e realidade dos candidatos.

Como funciona o Early Guidance

Tão importante quanto esses assuntos, são também a mentoria e orientações para as redações, que ajudam o aluno a se conhecer e entender melhor a si próprio e também o que é fundamental para ter sucesso em um processo como esse.

No Early Guidance, os jovens estudantes ainda conhecem programas de férias e de visita guiada oferecidos pelas universidades no exterior, e têm a possibilidade de decidir se vão participar dessas viagens, que ajudam a escolher qual tipo de universidade tem mais a ver com seu próprio perfil.

Como um dos principais fatores que as universidades estrangeira levam em conta na hora de decidir se aceitam ou não um estudante são as cartas de recomendação, o Early Guidance aproveita que os alunos do programa ainda estão nos primeiros anos do Ensino Médio e dá importantes dicas de como se comportar e agir para que seus professores e coordenadores tenham excelentes comentários para escrever em suas cartas de recomendação.

Ou seja, não só o aluno irá ser preparado sobre os passos do processo seletivo em si, mas também receberá uma mentoria comportamental que gerará resultados que melhoram seu perfil como candidato.

Neste vídeo, você encontra informações importantes sobre o Early Guidance:

O que os alunos dizem sobre o Early Guidance

Júlia Radamés, uma das alunas que integram o programa, destaca a importância do trabalho personalizado.

“Acredito que a análise individual é fundamental, já que as pessoas têm valores e interesses diferentes. O processo é longo e essa análise permite que o orientador te conheça cada vez mais. O perfil de cada aluno é uma das partes mais decisivas na escolha de uma universidade. Além disso, o fato de que todos os orientadores têm experiência pessoal, ou seja, já estudaram em universidades americanas, ajuda muito”.

“Tenho aprendido ferramentas cruciais para entrar e me adaptar à faculdade no futuro, em especial a organização do tempo e dos horários e a prática de atividades extracurriculares, fatores que aprendi serem essenciais aos estudantes americanos. Como resultado do programa, fui aceita em dois cursos de verão esse ano (um de Harvard e outro da University of Chicago), provando mais uma vez a eficiência do Early Guidance”, conta Júlia.

Para Ana Victoria de Oliveira Vasconcellos, o Early Guidance vem aumentando a certeza que ela tinha de que estudar nos EUA seria o caminho certo a seguir.

“Desde que me entendo por gente tenho o sonho de estudar fora. Especificamente nos Estados Unidos, pois sempre tive a impressão de que lá tudo era melhor. E eu estava certa. Desde que comecei a ter as reuniões do Early Guidance venho me surpreendendo cada dia mais com o sistema universitário americano”.

“Em cada reunião, além de compararmos o “lá” com o “aqui”, também aprendo coisas novas. Por exemplo, você sabia que só precisa escolher seu curso após 2 anos de faculdade? Ou que lá você tem uma carga horária menor que a daqui? Ou até mesmo que você pode fazer seu curso e sua especialização, tudo junto?”

“E que os professores se preocupam com você e que realmente querem ver o seu sucesso? E que você ainda mora e pratica esportes na faculdade, e ganha bolsa? Aposto que não pois é uma realidade totalmente diferente da nossa”.

“Então, o que eu realmente tenho a dizer do Early Guidance é que ele só me fez ter mais certeza do que eu quero. Mais certeza de que meu futuro me aguarda lá!”, diz Ana Victoria.

Do Early Guidance para Harvard

Pietro Leite é um exemplo perfeito de como a preparação correta desde o início do ensino médio, alinhada a uma boa mentoria e ao empenho do aluno, pode levar o estudante a conquistar a vaga em sua universidade dos sonhos.

“Em cada sessão, o Early Guidance me esclareceu sobre como ocorre o processo de candidatura, o funcionamento das universidades nos EUA, como elas diferem das brasileiras etc.

Além disso, fora das sessões, a equipe me oferece um suporte enorme para a parte mais burocrática dos processos seletivos. Por exemplo, no final de fevereiro, decidi que queria fazer um programa de férias nos EUA, mas já estava muito em cima da hora.

Eu nunca havia me candidatado para qualquer programa no exterior e quase desisti. No entanto, graças à Daqui pra Fora, consegui preencher e mandar toda a papelada, e acabei sendo aceito no programa de verão de Harvard.

Enfim, a equipe é extremamente diligente e responsável, tiraram todas as minhas dúvidas e nunca me deixaram na mão. Com certeza, é um investimento que vale a pena”, atesta Pietro.

A aceitação no programa de verão de Harvard era apenas o início do trabalho de orientação do Early Guidance da Daqui pra Fora. Anos mais tarde, graças a esse trabalho em conjunto, Pietro Leite foi aceito em Harvard para iniciar sua graduação em agosto de 2017.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/05/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-Recuperado-2.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-05-25 00:00:002024-04-15 15:20:11Conheça o Early Guidance e saiba como pode ser útil
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