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Veja por que estudar Psicologia no exterior

30 de dezembro de 2019/86 Comentários/em Cursos /por Daqui pra Fora

Estudar em outro país é um sonho crescente para os brasileiros. Em busca de instituições renomadas e de oportunidades de crescimento profissional e pessoal, muitos jovens optam por iniciar a vida acadêmica no exterior. Os cursos de Psicologia, por exemplo, podem ser encontrados em universidades tradicionais e muito reconhecidas em todo o mundo.

A pesquisa Selo Belta 2018 revelou que o desejo de fazer uma graduação é o quarto principal motivador da saída dos jovens do Brasil. Isso acontece porque as universidades do exterior têm investido mais em estrutura e condições especiais para internacionalizar seu corpo estudantil.

Se você é estudante e está pensando em cursar Psicologia no exterior, este artigo é para você. Continue lendo para saber tudo sobre o curso e as instituições que o oferecem!

Como funciona a graduação em Psicologia?

O nome “psicologia” vem da junção das palavras gregas psique (traduzida como mente ou alma) e logos (que significa estudo). Podemos afirmar, portanto, que o estudo da mente humana e seu comportamento é o foco da Psicologia em qualquer frente de trabalho.

O que faz um psicólogo

As opções para quem se gradua em Psicologia são muito vastas. Além de exercer a psicologia clínica, o profissional da área pode integrar equipes multidisciplinares em instituições de saúde, escolas, universidades ou empresas. É possível, ainda, auxiliar equipes esportivas ou atuar na área jurídica ou em locais de vulnerabilidade social.

Um profissional formado em Psicologia também pode trabalhar na área científica, tanto produzindo conteúdo acadêmico quanto atuando de forma prática com interpretação de dados, criação de produtos, entre outros.

Perfil do estudante

É comum nos questionarmos sobre o perfil adequado para cada profissão, não é mesmo? Entretanto, o que as instituições especializadas vêm afirmando é que não existe um conjunto de características que define se uma pessoa pode ou não cursar determinada graduação.

A estrutura dos cursos universitários oferece tudo o que é necessário para capacitar o estudante a exercer a profissão. E isso inclui muitos aspectos que acabam por encaixar o perfil à área na qual ele se identifica e se conecta.

Como mostramos, a Psicologia é uma ciência ampla, que permite trabalhos relevantes em diversas áreas de atuação, sendo, portanto, possível encontrar mercado para todo tipo de perfil: introvertido, extrovertido, teórico, prático etc. O pilar essencial é gostar de entender a mente humana e seus comportamentos.

Áreas de estudo

O estudante que decide fazer faculdade no exterior tem acesso a um leque de áreas de estudo muito amplo. Entre as matérias cursadas, estão alguns dos campos profissionais (como psicologia criminal, educacional, organizacional e clínica).

Além das possíveis saídas profissionais, o curso de Psicologia no exterior oferece, também, interface com uma ampla gama de áreas de estudo, como finanças, biologia, antropologia, anatomia, marketing, esporte e estudos midiáticos.

Quais as melhores instituições para estudar Psicologia fora do País?

O curso de Psicologia e a profissão são extremamente reconhecidos e valorizados fora do país. Stanford, nos Estados Unidos, por exemplo, é a primeira da lista para cursos do segmento, de acordo com o ranking Times Higher Education 2020.

A qualidade do ensino, o nível de proficiência dos professores e até mesmo as condições estruturais e de equipamentos fornecidos aos acadêmicos são continuamente acompanhados e auditados, assegurando que a formação do psicólogo seja satisfatória.

A melhor forma de dar o primeiro passo na escolha da instituição ideal para iniciar a graduação é consultar rankings internacionais. Portais especializados no assunto, como Times Higher Education, divulgam listas atualizadas com as universidades em cada área de estudo.

Em 2019, as instituições de ensino dos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá lideraram o ranking de Melhores Universidades para cursar Psicologia. Além desses países, Holanda e Austrália também figuraram com instituições de renome na área. Abaixo, algumas das unidades acadêmicas citadas na lista:

  • Stanford University (EUA);
  • Princeton University (EUA);
  • University of Pennsylvania (EUA);
  • UCL (Reino Unido);
  • University of Chicago (EUA);
  • Harvard (EUA);
  • Yale (EUA);
  • University of Michigan-Ann Arbor (EUA);
  • UCLA — University of California — Los Angeles (EUA);
  • University of British Columbia (Canadá).

Como fazer faculdade de Psicologia no exterior?

Em países do exterior, o processo seletivo para admissão em uma universidade não acontece como no Brasil, onde a pontuação obtida após as provas do vestibular define a entrada ou não no curso desejado.

Especialmente nas instituições americanas, canadenses e europeias, as seleções são conhecidas por terem processos holísticos, ou seja, aqueles nos quais são observados aspectos generalistas sobre a vida do aluno, desde seu desempenho escolar até seus hobbies e atividades extracurriculares.

Reunimos nesse vídeo alguns motivos para ajudar na decisão de cursar a graduação no exterior:

De maneira resumida, podemos esquematizar os fatores avaliados para entrar em uma universidade dos Estados Unidos, Canadá ou Europa da seguinte forma:

  • Formulários de Aplicação: na primeira etapa, o candidato fornece algumas informações técnicas sobre sua vida acadêmica: instituições de ensino anteriores, notas e posicionamento em rankings acadêmicos;
  • Testes de aptidão (como SAT e ACT): comprovam o conhecimento das disciplinas lecionadas no período escolar e geram, para as instituições, uma nota nivelada entre todos os estudantes;
  • Avaliação de proficiência no idioma da instituição (TOEFL ou IELTS): os exames, específicos para a comprovação de proficiência no idioma inglês, atestam que o estudante é capaz de frequentar classes em que o conteúdo é ministrado em um idioma diferente do nativo;
  • Essay, ou redação: o Essay é considerado o coração de uma aplicação. Aqui, os avaliadores esperam ver histórias interessantes, que explorem sentimentos e demonstrem verdadeiras habilidades dos futuros estudantes;
  • Avaliação do histórico escolar e cartas de recomendação: durante o processo seletivo, os avaliadores observam o desempenho escolar do estudante dos últimos quatro anos e a opinião dos educadores e coordenadores das instituições pelas quais passou;
  • Entrevista: a última etapa não acontece de forma fixa em todas as instituições. Algumas delas, entretanto, convocam os alunos que se destacaram nas etapas anteriores para uma conversa em inglês a fim de reforçar cada um dos aspectos mencionados nas fases anteriores.

Estudar Psicologia fora do Brasil pode ser uma experiência engrandecedora para conhecer outras culturas, formas de pensar, costumes diferentes dos nossos, além de representar o primeiro passo de uma vida acadêmica e profissional bastante promissora.

Se você gostou desse artigo, que tal compartilhá-lo em suas redes sociais para que mais pessoas descubram sobre o assunto?

E se você quer mais informações sobre os programas disponíveis para cursar a sua graduação no exterior, veja mais informações e prepare-se para realizar o seu sonho.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Psicologia-por-que-cursar-em-uma-faculdade-no-exterior.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-30 00:00:002023-11-24 21:20:44Veja por que estudar Psicologia no exterior

Curso de Moda: o que é preciso entender sobre ele?

28 de dezembro de 2019/114 Comentários/em Cursos /por Daqui pra Fora

O mercado da moda é um dos mais rentáveis do mundo. Como um fenômeno global, não há um país sequer que passe ileso pelas tendências e influências dos grandes designers e outros profissionais da área.

Fazer as malas para estudar moda fora do Brasil é uma maneira incrível de se destacar, ampliar seu networking e fica a par de produtos e conceitos únicos.

Desse modo, se você gostaria de trabalhar na área e já pensou em fazer um curso de moda fora do país, este post vai servir para tirar muitas dúvidas. Confira!

Veja os motivos para estudar moda

A moda se faz presente em todo lugar. Muito além de comprar roupas, trata-se de uma forma de expressão pessoal e artística. Dessa forma, mesmo quem afirma veementemente que não gosta e não consome moda a absorve todos os dias, ainda que indiretamente.

Ela está nas campanhas de publicidade, na televisão, na forma como você se mostra ao mundo e nas roupas que escolhe todas as manhãs. Até mesmo nossas escolhas alimentares podem ser influenciadas pela indústria da moda!

Com isso, se você estuda e entende como isso funciona, passa a fazer parte de um nicho extremamente seleto, rentável e aberto à inovação. A indústria da moda está sempre à espera de novos profissionais cheios de criatividade.

Como funciona o curso de moda

Antes de começar a aprofundar o tema, é importante mencionar que o curso de moda vai muito além de aprender a desenhar roupas. Por isso, os cursos podem se apresentar no mercado com diferentes nomenclaturas e focos variados.

Os mais comuns são:

  • Estilismo e Design de Moda;
  • Negócios de Moda;
  • Indústria Têxtil e Moda;
  • Moda e Design;
  • Design de Moda.

Isso pode indicar que o foco do curso é em alguma área do conhecimento específica, como a modelagem, o desenho ou até mesmo os empreendimentos ligados à área.

Por isso, vale a pena dar uma olhada na grade curricular do curso para ter certeza se ele oferece as matérias que você realmente pretende cursar.

Em geral, o mais comum e completo é o curso de Design de Moda. Ele costuma abranger uma grande variedade de matérias e possibilita que você se especialize na sua área favorita posteriormente.

Que tipo de formação que o curso oferece

Existem vários modelos de cursos de moda. No Brasil, a grande maioria oferece a formação técnica, com média de duração de dois anos a dois anos e meio.

Já os modelos universitários garantem o título de bacharel, com duração média de quatro anos. Além de mais completos e com abordagem abrangente, permitem que você se especialize mais adiante, seja com alguns cursos de extensão, seja com uma pós-graduação, por exemplo.

A escolha do modelo vai depender do seu objetivo. Normalmente, as formações técnicas são interessantes para uma determinada área, como:

  • Desenvolvimento de tecidos;
  • Modelagem;
  • Costura industrial;
  • Desenho e empreendimentos ligados ao setor.

Assim, elas acabam limitando você a um determinado nicho.

Já a formação universitária garante que você tenha uma compreensão muito maior de como o sistema funciona. Com isso, além de trabalhar nas áreas criativas, você terá um embasamento maior para abrir seu próprio negócio ou até mesmo trabalhar em revistas e indústrias do ramo.

Você pode trabalhar com consultorias, coordenação de projetos, fotografia, design e criação de conteúdo audiovisual, por exemplo. A partir daí, à medida que for descobrindo seu nicho, basta investir em cursos complementares para se habilitar em mais funções.

Por que estudar moda no exterior

Por mais que o Brasil ofereça muitos cursos interessantes, a moda acompanha as tendências mundiais. Dessa forma, é lá fora que tudo acontece primeiro! Portanto, investir em uma faculdade no exterior é uma boa maneira de garantir conhecimento diferenciado e exclusivo, muito antes da maioria das pessoas.

No entanto, antes que você se deixe levar para o primeiro curso que encontrar, é importante ressaltar que o local onde vai estudar também é muito relevante. Entre os maiores polos para estudar moda, podemos citar os Estados Unidos, o Reino Unido e o Canadá. Nesses locais, você encontra excelentes universidades de moda.

  • FIDM (Fashion Institute of Design and Merchandising) na Califórnia;
  • Parsons School of Design;
  • Pratt Institute ou FIT (Fashion Institute of Technology), em Nova York;
  • University of Westminster, no Reino Unido;
  • Kingston University, em Londres;
  • Fanshawe College, no Canadá.

São apenas alguns exemplos de formações universitárias que vão mudar sua vida para sempre!

Qual é o perfil do profissional da moda?

Antes de começar a planejar seus estudos, é interessante observar se você realmente tem o perfil para ter êxito em um curso de moda. Afinal, as características do profissional dessa área são bem diferenciadas.

Em primeiro lugar, é essencial que você nutra interesse em atualizar-se constantemente nas tendências e nas novidades do mercado. E isso não quer dizer apenas no que se refere às roupas e acessórios.

É essencial saber um pouco de tudo: das estratégias de marketing até os novos tecidos, de técnicas de corte e costura àquilo que acontece no mundo e que pode influenciar nos costumes e comportamentos — já que, com a globalização, tudo está interligado e muda mais rapidamente.

É conveniente ainda ter bastante foco, saber se relacionar bem com as pessoas, trabalhar com prazos e ter uma boa gestão do tempo. Atuar na indústria da moda também consiste em saber gerenciar os processos burocráticos e projetos sistemáticos, como uma linha de produção ou a organização de um desfile.

Ao contrário do que muitos pensam, você não precisa saber desenhar para cursar moda. Basta que seja uma pessoa criativa, atualizada e aberta para o novo.

Conheça algumas das áreas abordadas no curso de moda

Seja no Brasil ou no exterior, um curso universitário de moda dura em média quatro anos, e é uma formação que envolve muita prática e trabalhos a serem realizados. Conheça, a seguir, algumas das áreas que serão exploradas no decorrer da sua formação.

Administração de produtos

Aqui você aprenderá sobre plano de negócios, marketing, planejamento de coleções e especificidades do mercado.

Manifestações artísticas e culturais

Nesse nicho, você terá acesso à evolução cultural da indústria da moda, aprendendo sobre a história da indumentária, do design, bem como teorias da comunicação, da confecção e a evolução da indústria têxtil.

Comunicação visual

É onde você vai aprender sobre ilustração, produção de moda, elaboração audiovisual e fotografias.

Criação

É uma parte mais prática, que envolve o desenvolvimento de estampas, desenhos, design de roupas, modelagem e laboratórios.

Diante desse cenário promissor, estudar moda fora do país é uma boa ideia para se destacar e garantir seu espaço no mercado. Afinal, é lá fora que tudo acontece primeiro, e você precisa se atualizar e ficar por dentro de todas as inovações de um mercado que se reinventa periodicamente.

A Daqui pra Fora, consultoria educacional, inclusive, pode ser incrível para ajudar a acertar qual instituição será a melhor para você investir em um curso de moda.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Curso-de-Moda-o-que-é-preciso-entender-sobre-ele.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-28 00:00:002024-03-13 21:53:21Curso de Moda: o que é preciso entender sobre ele?

Mercado de Trabalho do Futuro e as Soft Skills

27 de dezembro de 2019/103 Comentários/em Carreira /por Daqui pra Fora

Os estudantes que chegam hoje às melhores universidades do mundo todo têm um perfil bem diferente daqueles de alguns anos atrás. Os novos universitários são jovens hiperconectados, que não sabem o que é a vida sem internet e andam literalmente ligados em tempo integral aos seus smartphones. Sim, é a Geração Z invadindo as universidades.

A hiperconectividade pode ser um obstáculo no caminho do desenvolvimento de habilidades importantes para o dia a dia no mercado de trabalho, as soft skills.

Saber desenvolvê-las é essencial para conseguir se destacar e consolidar uma carreira de sucesso no meio empresarial. Por isso, acompanhe a leitura até o final para ficar por dentro de tudo.

A Geração Z e o mercado de trabalho

Agilidade, rapidez e muita energia são algumas habilidades comportamentais comuns entre estes universitários. Por causa da enorme intimidade com a tecnologia, eles são aprendizes velozes e multicanais.

É uma geração que, com tanta conectividade, não gosta de trabalhar sozinha. E o mercado de trabalho, nas mais diferentes áreas de atuação, acompanha esta tendência.

Hoje, praticamente todas as funções em qualquer organização exigem trocas e engajamento com outras pessoas. Por isso, as empresas buscam mais do que nunca candidatos com boas habilidades interpessoais e inteligência emocional, além dos conhecimentos técnicos.

Portanto, saber se relacionar, ter empatia, saber se comunicar (falar e ouvir), tomar decisões, ser flexível, positivo, gostar e ter habilidade de trabalhar em equipe são algumas competências conhecidas como soft skills, que hoje são decisivas não só para o ingresso no mercado de trabalho, mas também para o sucesso na carreira profissional.

Claro que as hard skills (competências técnicas) também são importantes e tanto as universidades quanto os estudantes precisam manter forte atenção em relação a isso.

Mas nesse novo contexto, onde a força de trabalho é cada vez mais diversificada e a tecnologia muda tudo em tão pouco tempo, as soft skills têm sido determinantes para o sucesso profissional.

Algumas empresas no Brasil e no exterior, inclusive, oferecem treinamento no ambiente de trabalho para desenvolver ou aprimorar as soft skills em seus funcionários, mas valorizam muito quando os candidatos já chegam mais preparados.

Nos Estados Unidos, a maioria dos anúncios de emprego relacionam ao menos 5 soft skills como requerimentos desejáveis para uma determinada vaga. Chegar ao mercado de trabalho com estas competências trabalhadas e desenvolvidas é, portanto, estar um passo à frente, com certeza.

Sabe-se também que as soft skills são mais difíceis de serem aprendidas que as hard skills, ao menos em aulas e instituições com metodologias mais tradicionais.

Desenvolvendo soft skills nas universidades americanas

As universidades americanas têm um ambiente ideal para o desenvolvimento dessas competências. Nelas, as soft skills são muito valorizadas e trabalhadas, dentro e fora das salas de aula.

Os alunos são diariamente incentivados a colocar seu aprendizado em prática nas mais diferentes situações. São constantemente estimulados a sair da sua zona de conforto e superar desafios na prática.

Tarefas que envolvem trabalho em equipe, tomadas de decisão, discurso em público, pensamento crítico, atitude positiva e liderança são parte do dia a dia na metodologia de ensino das universidades americanas, seja nas disciplinas regulares ou nas eletivas.

Sabendo da importância das soft skills, é extremamente comum as universidades nos Estados Unidos oferecerem ainda aulas específicas de Comunicação e de Public Speaking (falar em público) ou similares para aqueles que querem reforçar estas competências.

Experiências fora das salas de aula, como voluntariado, participação nas organizações estudantis, estágios, trabalho no campus, envolvimento nos intramurals (competições esportivas internas), bem como a própria vida nos dormitórios, são vistas por especialistas como muito importantes no desenvolvimento das soft skills.

Essas vivências expõem os alunos a diferentes pessoas e culturas, preparam os jovens para um local de trabalho diversificado, onde eles vão precisar conviver e se comunicar com colegas de trabalho de diferentes características e origens.

Estar envolvido nessas atividades também ajuda a desenvolver a capacidade de gerenciar o tempo e concentração.

Os estudantes das universidades americanas têm ainda o privilégio de contar com uma excelência acadêmica indiscutível. Vale lembrar que entre as 300 melhores universidades do mundo, 98 estão nos Estados Unidos – sendo 7 entre as 10 melhores – segundo o conceituado ranking da Times Higher Education 2024.

Essa excelência aliada ao desenvolvimento de inúmeras competências comportamentais e emocionais é perfeita para quem quer chegar com força no mercado de trabalho.

Orientação para alcançar o objetivo de estudar no exterior

A Daqui pra Fora é uma consultoria educacional que já orientou mais de 3.000 estudantes brasileiros a serem aprovados em universidade no exterior, principalmente nos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra.

Uma equipe multidisciplinar, com especialistas em diferentes áreas, orienta individualmente o aluno durante todo o processo de candidatura, maximizando as chances de ele ser aceito em instituições no exterior escolhidas de acordo com o seu perfil.

Clique aqui e entenda como a Daqui pra Fora orienta os estudantes a atingirem o objetivo de fazer faculdade fora do Brasil.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Mercado-de-Trabalho-do-Futuro-e-as-Soft-Skills.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-27 00:00:002024-04-08 13:58:59Mercado de Trabalho do Futuro e as Soft Skills

Design de Games: saiba mais sobre essa carreira!

26 de dezembro de 2019/119 Comentários/em Cursos /por Daqui pra Fora

O mercado de games está em plena ascensão. No mundo, o cenário também é atraente. O faturamento mundial é de 150 bilhões de dólares — e a expectativa é obter um crescimento constante. Por isso, a área de Design de Games está tão em alta.

Essa faculdade permite que você atue na elaboração de novos jogos e aproveite todo o potencial desse mercado. Como é relevante em qualquer parte do mundo, é a sua chance de conseguir uma carreira sólida e cheia de características positivas.

Tem interesse nesse tema? Então, continue a leitura e confira as informações que nosso time separou sobre o curso de Design de Games!

Como é a faculdade de Design de Games?

A faculdade de Design de Games traz todos os conceitos teóricos e práticos sobre a elaboração de games para diversas finalidades. O game designer não cuida apenas da parte estética, mas de todos os detalhes que ajudam a criar uma experiência completa.

Se decidir seguir na área, você vai trabalhar várias habilidades. Além de pensar no cenário e nos personagens, terá que considerar tudo o que envolve a história:

  • Roteiro;
  • Mecânica dos movimentos;
  • Telas;
  • Botões;
  • Animação dos personagens.

Ou seja, o designer é quem dá vida a uma ideia e a transforma em uma experiência interessante, que prende a atenção e garante os resultados desejados.

Qual o tipo de formação e a duração do curso?

O curso de Design de Games tem se tornado profissional e já é ministrado em várias universidades no exterior. Se antes era comum encontrar certificações de poucas horas, agora é preciso se dedicar ainda mais. Atualmente, há a formação como bacharel, que costuma durar 4 anos.

Ao longo dos meses e períodos, você aprende desde os temas básicos até os mais complexos e que garantem uma formação robusta. Quer ver? Logo no começo, são abordados os fundamentos dos jogos digitais, dos desenhos e como construir personagens. Não podemos nos esquecer de outros aspectos, como narrativa e até sons.

Nos meses seguintes, aparecem disciplinas ligadas à programação, ao 3D e à animação. Ao longo das matérias, também é comum poder colocar tudo isso na prática por meio de atividades, trabalhos e laboratórios. Assim, fica fácil ver como tudo funciona e o que você ainda precisa aprender.

Como é trabalhar como designer de games?

Um dos maiores atrativos do Design de Games é que a possibilidade é ilimitada. São vários ramos e temas específicos, então não faltam alternativas para colocar seus conhecimentos em prática.

Logo de saída, temos os jogos 2D e 3D. Ambos são interessantes e têm bastante procura, então há várias oportunidades na carreira nesse segmento.

O profissional pode ainda atuar no desenvolvimento de aplicativos e jogos para dispositivos móveis (como o celular), para computadores ou consoles, ou para tudo isso, o que exige conhecimento extra e traz outras possibilidades.

Em relação aos temas, há jogos de esportes, ação, aventura, terror, mistério, comportamentos, ficção científica e muito mais. Viu quantos caminhos há a seguir nessa área?

Com o avanço dos games, eles já não são apenas ferramentas de diversão. Com a ideia de gamification ou gamificação, até as escolas entram nessa onda. O mercado de aprendizado baseado em games vai valer mais de 24 bilhões de dólares em 2024, com crescimento de 33% em 5 anos.

Essa modalidade, inclusive, é válida para as empresas. Com a ajuda das ferramentas certas, é possível treinar e motivar os colaboradores ou engajar os consumidores. Então, um designer da área nunca encara tédio e aproveita possibilidades variadas para crescer na carreira.

Onde fazer faculdade de Design de Games no exterior?

Em relação ao tamanho do mercado de games em cada país, Estados Unidos, Reino Unido e Canadá ocupam lugares entre as 10 primeiras posições. O Brasil ainda está em 13º lugar, embora esteja crescendo ao longo do tempo.

Apesar de nosso país já ter ótimas opções, as instituições do exterior têm maior variedade de formações em Design de Games. Por isso, decidir fazer um curso fora do país pode ser a melhor alternativa para diferenciar o currículo.

Mas, afinal, onde vale a pena estudar? Veja as opções que a nossa equipe separou e confira quais são as melhores oportunidades!

Estados Unidos

É claro que o país dono do pódio, em relação ao tamanho do mercado, não poderia ficar de fora. Nos Estados Unidos, muitas instituições oferecem cursos que já formaram grandes profissionais — inclusive, alguns que foram parar no cobiçado Vale do Silício, por exemplo.

A grande vantagem é que você estará em um destino que tem desenvolvido as principais novidades e ditado as regras desse mercado. É uma oportunidade e tanto de ter um aprendizado completo!

Reino Unido

Em 6º lugar na classificação de maiores mercados, o Reino Unido traz toda a efervescência cultural para o mundo dos games. Estudar por lá significa ter a chance de manter contato com outros estudantes de todas as partes do mundo.

Mais que um caldeirão de culturas e influências, o local também é um dos corações financeiros da Europa. Como muitas empresas têm suas operações na terra da rainha, não vão faltar oportunidades de aprender o que há de melhor.

Canadá

Um pouquinho acima da terra do Tio Sam, o Canadá ocupa a 8ª posição no ranking de países. Esse destino conta com instituições em algumas das províncias mais famosas e com excelentes avaliações.

Como o mercado canadense tem crescido rapidamente, você terá a chance de praticar bastante e aprender com alguns dos melhores profissionais do mundo. Dependendo de onde escolher estudar, ainda vai poder aprimorar o seu francês.

O que é preciso para ser Design de Games?

Ter paixão pelos jogos é importante, mas não é a única característica desejável para quem atua na área. Também é essencial caprichar em outras habilidades para aproveitar ao máximo o curso.

É fundamental ser criativo para trazer novas possibilidades e ideias para os games além das que já existem. Um bom game designer de jogos ainda é um criador e um solucionador de problemas. Ao mesmo tempo que desenvolve desafios e roteiros, também ajuda a transportar as ideias para o universo digital.

Comprometimento, produtividade e proatividade são outras características essenciais. Demorar muito até lançar um jogo pode significar que o título não vai despertar interesse nem ter sucesso. É fundamental pensar e agir rápido, sem deixar a qualidade de lado.

O curso de Design de Games traz ótimas possibilidades para quem deseja mergulhar nesse universo digital. Mas para ter as melhores oportunidades profissionais, ter uma formação sólida é essencial. Nesse ponto, as instituições do exterior podem ser as alternativas ideais.

Se quiser muitas outras dicas para a sua carreira, siga nossa página no Instagram e fique sempre por dentro!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Design-de-Games-saiba-mais-sobre-essa-carreira.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-26 00:00:002024-01-19 15:57:53Design de Games: saiba mais sobre essa carreira!

Cursos universitários muito procurados no mundo

21 de dezembro de 2019/621 Comentários/em Cursos /por Daqui pra Fora

O sonho de estudar em uma universidade estrangeira pode estar mais perto do que você imagina. Cursar uma graduação no exterior é um grande passo na sua carreira, mas como saber quais são os cursos universitários mais procurados no mundo?

É muito comum surgirem dúvidas sobre qual universidade se candidatar ou qual o melhor curso. Por isso, conhecer melhor quais são os cursos universitários mais procurados no mundo é uma maneira de saber qual  a profissão que mais se encaixa no seu perfil e nos seus objetivos profissionais.

Que tal começar a entender mais sobre o tema? Neste artigo, vamos mostrar quais são as graduações mais procuradas no mundo por estudantes da Daqui pra Fora. Acompanhe!

Quais são os países mais procurados para fazer faculdade no exterior?

Os países mais procurados pelos estudantes estrangeiros são Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Considerados como grandes potências econômicas, essas nações prezam por um ensino de qualidade e completo.

Os alunos são avaliados constantemente durante todo o curso. Isso sem mencionar que eles são destaque quando o assunto é inovação e a possibilidade de criar um excelente networking, além de serem considerados pioneiros na criação de novas profissões.

Além disso, o idioma é um fator que contribui diretamente para que eles estejam no ranking dos países mais procurados. De fato, o inglês é uma língua global e que é muito exigida quando se trata da sua carreira profissional.

Portanto, ter a fluência no idioma se torna ainda mais imprescindível para dominar o conteúdo ensinado dentro da sala de aula.

Inclusive, a fluência costuma ser um requisito essencial para se ter a candidatura aprovada no processo seletivo. A comprovação é necessária mediante a apresentação de certificados específicos, como o TOEFL, IELTS ou Cambridge.

Estados Unidos

O país é o principal destino dos estudantes brasileiros que estão em busca de uma graduação. As cidades mais procuradas são Nova Iorque, Miami, Boston, Los Angeles e São Francisco.

Canadá

O Canadá tem um estilo de vida bem parecido com os Estados Unidos. O ponto positivo é que ele apresenta menos burocracias e os valores costumam ser mais econômicos.

A diferença é que o país tem como língua oficial o francês e o inglês. É super possível aprender os dois idiomas. Os destinos mais procurados são Toronto, Vancouver, Montreal e Quebec.

Reino Unido

O Reino Unido contém as instituições de ensino mais tradicionais de todo o mundo, como a Universidade de Oxford e Cambridge, entre outras. As cidades mais procuradas são Londres, Liverpool, Manchester, Sheffield, Southampton e Birmingham.

Quais são os cursos universitários muito procurados no mundo?

Conheça os principais cursos de graduação que mais costumam ser procurados pelos nossos alunos que querem estudar fora do Brasil.

Business

Os cursos de Administração de Empresas (Business) são ministrados nas School of Business ou School of Business Administration. Eles são considerados departamentos acadêmicos que estão integrados às universidades.

O curso abrange um estudo sobre todos os aspectos de produtividade das empresas, desde o planejamento e organização das atividades e recursos financeiros e humanos.

O objetivo é desenvolver um aprendizado amplo pensando sempre em maximizar os lucros e buscar soluções para problemas administrativos.

O conteúdo programático também aborda assuntos de natureza empresarial. Durante o curso, você vai se deparar com as seguintes disciplinas:

  • Gerência de operações;
  • Administração financeira;
  • Contabilidade;
  • Economia;
  • Matemática financeira;
  • Negócios internacionais
  • Logística
  • Marketing;
  • Gestão de recursos humanos;
  • Gerenciamento responsável.

Engenharia da Computação

O profissional que trabalha diretamente com a tecnologia tem espaço garantido no mercado mundial. Essa é uma das carreiras mais promissoras do momento!

De fato, inúmeras empresas têm vagas abertas para engenheiros de computação que sabem trabalhar, principalmente nos seguintes campos:

  • Desenvolvimento e produção de hardware e softwares;
  • Controle e automação de ferramentas;
  • Suporte técnico em equipamento.

Durante o curso, o estudante vai encontrar disciplinas, como: Matemática, Física, Mecânica, Eletrônica Básica e Digital, Organização do Hardware de Sistemas Computacionais, Matemática para Computação, Software de Sistemas Computacionais, Tecnologia de Programação, Inteligência Artificial etc.

Empreendedorismo

Os cursos de Empreendedorismo são ideais para profissionais que têm o desejo de gerenciar um negócio ou fazer parte do quadro societário de grandes empresas.

Eles são focados especialmente no desenvolvimento de capacidades que envolvem a criação de um projeto — técnico, científico ou empresarial.

Confira algumas disciplinas que são estudadas nesse curso: Fundamentos de Marketing, Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Equipes, Empreendedorismo, Modelos de Negócios e Inovação, Design e Inovação em Produtos e Serviços, Negócios Digitais, Princípios de Desenvolvimento Sustentável e Gestão de Projetos e Riscos.

Marketing

O Marketing, especialmente o digital, tem ganhando grande importância no mercado, impulsionado principalmente pelo crescimento do ambiente online e das mídias sociais.

Esse profissional se tornou muito requisitado por marcas que desejam ser mais reconhecidas no mercado e ampliar a reputação.

O curso tem a duração média de 4 anos. As universidades norte-americanas de Harvard, MIT e Stanford são referencias mundiais no ensino dessa área. No Reino Unido, Cambridge e Oxford se destacam. Por sua vez, a universidade de Winnipeg é a mais procurada no Canadá.

As disciplinas estudadas no curso incluem: Consultoria Empresarial, Estratégias de Comunicação, Planejamento de Mídia , Gestão de Vendas e de Projetos em Marketing, Logística Empresarial, Marketing Internacional, Planejamento de Vendas e Pós-venda, Processos Gerenciais, Promoção, Publicidade e Propaganda, Segmentação e Posicionamento e Técnicas de Negociação

Design de Games

O curso tem uma duração média de 4 anos. O conteúdo ministrado nas salas de aula ensina os profissionais a realizar projetos e desenvolver jogos eletrônicos — desde a criação das regras do jogo, roteiros, cenários, linguagem multimídia, animação dos personagens, modelagem, até a implementação dos testes finais.

O profissional que trabalha nesse ramo é responsável por implementar programas e sistemas de computador em games em várias plataformas, além de criar e testar novos gráficos e redes.

As principais disciplinas oferecidas são:

  • Desenho;
  • Linguagem visual;
  • Sonorização;
  • Computação gráfica;
  • Empreendedorismo;
  • Gestão do design;
  • Marketing de jogos.

Também existem muitas aulas práticas que servem para que o estudante crie e desenvolva os projetos.

Esses são apenas alguns exemplos dos cursos universitários mais procurados no mundo por estudantes que buscam os serviços de consultoria da Daqui Pra Fora.

O diferencial de estudar uma graduação fora do Brasil em um desses cursos está na alta valorização, na capacidade de criar um bom networking e construir uma carreira sólida e promissora no mercado de trabalho.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Quais-são-os-cursos-universitários-muito-procurados-no-exterior.jpg 737 1024 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-21 00:00:002023-12-18 09:55:10Cursos universitários muito procurados no mundo

O que são as cartas de recomendação?

20 de dezembro de 2019/113 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

O processo seletivo para universidades no exterior, especialmente as americanas, é composto por várias etapas e diferentes requisitos. Por ser holístico, não são apenas notas de provas que determinam quem é aceito ou não numa faculdade nos Estados Unidos.

Entre os requisitos do processo, há as redações, onde o aluno fala sobre ele mesmo e sobre seu interesse em ir para aquela instituição específica, e também as cartas de recomendação, solicitação comum não só nos Estados Unidos, mas também em vários outros países.

O que é uma carta de recomendação e para que serve?

A carta de recomendação para universidade no exterior é um importante instrumento no processo seletivo, pois traz à banca de admissões informações sobre  o potencial acadêmico do candidato. Ela é diferente da carta de motivação.

É a única ferramenta do processo feita por outras pessoas e é por meio da carta de recomendação que a instituição vai saber como você é visto, dentro e fora da sala de aula, pelos os profissionais da escola onde você estudou..

É a oportunidade que a instituição tem de conhecer o aluno além do histórico escolar, dos testes e das redações, pelo ponto de vista de quem trabalhou com ele durante o Ensino Médio.

Quem deve escrever as cartas de recomendação?

As cartas de recomendação devem ser escritas por professores e coordenadores da escola onde o aluno fez o Ensino Médio. Devem ser duas cartas de professores e uma de um coordenador pedagógico, orientador ou ainda diretor da escola.

A escolha dos professores que vão escrever as cartas é muito importante e deve ser feita de maneira estratégica a depender de para qual área do conhecimento o aluno irá aplicar.

Além disso, eles precisam conhecer o candidato muito bem, não só como aluno, mas também como pessoa, e trazer exemplos concretos que ilustrem da forma mais clara possível as qualidades enunciadas na carta.

Não basta usar apenas adjetivos para descrever o candidato, a carta deve conter exemplos do dia a dia do aluno vivenciado com esses profissionais.

Antes de escolher quem vai escrever suas cartas de recomendação, é importante prestar atenção nas requisições de cada universidade onde você está aplicando. Algumas delas têm exigências específicas.

Uma dessas exigências pode ser que os professores não sejam da mesma área, para que eles possam discorrer sobre diferentes qualidades do aluno.

Por exemplo, um professor da área de exatas provavelmente ressalte, entre outras coisas, o raciocínio lógico do aluno, enquanto um da área de humanas fale mais sobre a expressão, argumentação ou escrita. Mesmo que não seja uma exigência, esta pode ser uma boa estratégia.

O coordenador ou diretor também precisa ser escolhido com bastante critério. Ele deve ser capaz de mostrar uma visão do aluno dentro do contexto geral do colégio e conseguir justificar as afirmações com fatos concretos.

Como pedir uma carta de recomendação?

O pedido pode ser feito por e-mail ou pessoalmente. Mas o ponto primordial em relação à carta de recomendação é a antecedência. Só pedindo com bastante antecedência você terá tempo para conversar com os professores sobre o conteúdo esperado e orientá-los sobre o estilo desse documento, ao qual muitas escolas brasileiras não estão habituadas.

É muito importante falar com quem vai escrever a sua carta. Afinal, ela deve estar bem alinhada com os outros documentos da sua candidatura. Por isso, nessa conversa o aluno deve ser muito claro e sincero com os professores e com o coordenador, orientador ou diretor sobre suas expectativas e relembrá-los de exemplos que viveram juntos que eventualmente eles podem citar na carta de recomendação.

Que informações a carta deve ter?

A carta de recomendação para faculdades no exterior deve identificar os pontos positivos do candidato dentro e fora da sala de aula. Precisa conter suas qualidades como aluno (de uma forma que vá além das notas) e também como pessoa.

Não basta falar bem do aluno, mencionando suas qualidades, listando adjetivos positivos, como respeitoso, dedicado, participativo etc. Eles não são diferenciais nessa situação.

Sempre que for mencionada uma habilidade, um comportamento ou um bom trabalho, é preciso citar exemplos concretos, descrevendo momentos bem específicos de como isso aconteceu.

Dessa forma a banca de admissões consegue visualizar como o aluno é e de que forma ele pode se encaixar naquela faculdade.

É importante prestar atenção para não repetir informações que já estejam em outra parte da candidatura. As bancas de admissões têm acesso ao histórico acadêmico do aluno.

Por isso, é melhor abordar na carta o comportamento em sala de aula, o potencial acadêmico, características e comportamentos.

É fundamental que haja sinceridade por parte de quem escreve as cartas e que elas reflitam quem o candidato realmente é.

Tenha em mente o tipo de estudante que as universidades esperam receber. Primeiro, um aluno que possa enriquecer as discussões na sala de aula e que seja participativo na comunidade universitária.

Também busca alunos que possam contribuir com o ambiente universitário, tanto em sala quanto nas organizações estudantis (clubs), e mesmo nos dormitórios.

Por fim, as universidades querem pessoas que no futuro vão representar bem a instituição com suas conquistas profissionais e pessoais. Ou seja, elas não esperam apenas ter bons alunos, mas também pessoas interessantes.

Para que as cartas de recomendação realmente mostrem quem o aluno é, vimos que é fundamental identificar as pessoas mais adequadas para escrevê-las.

A Daqui pra Fora prepara o aluno para essa etapa, orientando nessa escolha e sobre quais características do candidato devem ser destacadas nas cartas, sempre de acordo com a estratégia da candidatura dele.

Agora que você já entendeu o que é e como devem ser as cartas de recomendação, veja a importância das atividades extracurriculares para a sua aplicação.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/12/O-que-são-as-cartas-de-recomendação.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-20 00:00:002024-03-11 15:14:13O que são as cartas de recomendação?

Conheça mais as 3 melhores universidades do Canadá

20 de dezembro de 2019/67 Comentários/em Canadá, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Para quem busca internacionalismo, novas experiências e excelência acadêmica, o Canadá é uma ótima opção para fazer faculdade. O país conta com excelentes universidades.

As 3 melhores do país, University of Toronto, University of British Columbia e MgGill University, estão entre as 50 melhores no conceituado ranking da Times Higer Education, que avalia a qualidade do Ensino Superior entre 1.400 instituições de 92 países.

Todas têm um alto índice de estudantes estrangeiros, vindos de mais de 150 países, ou seja, são verdadeiros caldeirões culturais. Além disso, têm instalações e equipamentos de ponta, muito investimento e incentivo para pesquisa, e uma sólida história que inclui descobertas e personalidades que fizeram a diferença no último século.

Conheça a seguir um pouco mais de cada uma das 3 melhores universidades do Canadá.

University of Toronto

Fundada em 1827, a Universidade de Toronto (UofT) é uma das mais antigas instituições de ensino superior do Canadá. É hoje um dos principais centros de pesquisa do mundo e já formou mais de 560 mil estudantes.

Por estar em uma cidade multicultural, atrai muitos estudantes do mundo todo. E o seu corpo de estudantes reflete isso. A UofT tem um total de 71.930 estudantes na graduação. Desses,17.403 (cerca de 24%) são internacionais, vindos de 157 países.

Os 5 países com mais estudantes na UofT são China, Índia, Estados Unidos, Coreia do Sul e Hong Kong.

Estes alunos se dividem em 3 campi: St. George (em Downtown), Mississauga (no Oeste) e Scarborough (no Leste). O principal é o de St. George, com 43.471 estudantes na graduação.

A mais bem ranqueada universidade do Canadá, a UofT é considerada a 21ª melhor universidade do mundo, segundo o ranking 2024 da Times Higher Education.

Historicamente, a Universidade de Toronto é uma instituição conhecida pela excelência em pesquisa. Já soma 10 vencedores de Prêmios Nobel, entre professores e ex-alunos, em diferentes áreas: Física, Economia, Química, Medicina e da Paz.

A insulina e as células tronco, que mudaram a história da Medicina, foram descobertas na UofT, assim como o microscópio eletrônico. A tecnologia multi-touch também foi desenvolvida lá. Na UofT o Cygnus X-1 foi identificado como um buraco negro.

É a universidade que mais recebe fundos para pesquisa no país. Em 2017/2018, o valor foi $ 1,27 bilhão.

A universidade conta com 14.434 professores, entre os cursos de graduação, pós-graduação e MBA. Oferece mais de 700 cursos de graduação.

Tem 44 bibliotecas e o terceiro maior sistema de bibliotecas da América do Norte.

A Universidade de Toronto contribui com $ 15,7 bilhões para a economia canadense anualmente. Criou 59 empresas baseadas em pesquisa e tecnologia nos últimos 3 anos, mais que qualquer outra instituição na América do Norte.

Neste vídeo, você encontra mais informações sobre a Universidade de Toronto:

University of British Columbia

Fundada em 1908, a UBC é a mais antiga universidade da província de British Columbia. Hoje, segundo o ranking 2024 da Times Higher Education, ela é a 41ª melhor universidade do mundo.

Com 252 cursos disponíveis, a UBC tem dois campi: em Poin Grey (Vancouver) e em Kelowna (Okanagan Valley), que nasceu em 2005. Na graduação a UBC recebe hoje 53.872 estudantes, sendo 44.882 em Vancouver e 8.990 em Okanagan. Em Vancouver, 28,1% dos alunos são internacionais (15.405) e em Okanagan, são 18,3% (1.820).

Esses números fazem com que a UBC seja conhecida como uma das universidades mais internacionais das Américas. Entre alunos de graduação e de pós, há representantes de mais de 160 países.

A UBC tem 8 vencedores de Prêmios Nobel, entre professores e ex-alunos. Três ex-alunos se tornaram primeiros-ministros do Canadá, incluindo a ex-primeira-ministra Kim Campbell e o atual, Justin Trudeau. Nos esportes, 58 alunos foram campeões olímpicos.

A universidade recebe $ 669 milhões em fundos para pesquisa, que beneficiam mais de 9.500 projetos em diferentes áreas. Destes, 1.391 são realizados em parceria com indústrias e 1.179 têm acordos e contratos com governos ou ONGs.

UBC tem mais de 339 mil ex-alunos de mais de 140 países.

É Top 3 entre 450 universidades de 76 países no ranking de impacto global da Times Higher Education, que avalia a contribuição econômica e social de cada instituição de acordo com as SDGs (Metas de Desenvolvimento Sustentável da ONU).

Neste ranking, a UBC é a número 1 em tomar ações urgentes no combate às mudanças climáticas e seus impactos. A universidade é líder em pesquisa sobre  mudanças climáticas, uso de energia e como lidar com essas mudanças.

Neste vídeo, você encontra mais informações sobre a University of British Columbia:

McGill Unversity

A McGill University foi fundada em 1821, por carta real concedida pelo rei George IV. A universidade leva o nome de James McGill, um comerciante de Montreal que veio da Escócia cujo legado inspirou a criação da universidade.

Hoje a McGill é a terceira instituição de ensino superior mais importante do Canadá e a 49ª no ranking das melhores universidades do mundo, de acordo com a Times Higher Education.

Apesar de o campus principal ficar ao pé do Monte Rayal, em Montreal, província de Quebéc, onde a língua predominante é o francês, o idioma adotado no ensino é o inglês.

Porém, é comum que professores e funcionários falem as duas línguas e trabalhos podem ser entregues na língua de preferência do aluno.

Cerca de 25% dos 40.000 estudantes da McGill University são internacionais, vindos de mais de 150 países.  Oito vencedores de Prêmio Nobel saíram da McGill, além de 3 primeiros-ministros, 3 astronautas, e 3 ganhadores do Prêmio Pulitzer.

Entre os 275 mil ex-alunos, há vários notáveis, entre eles o poeta, cantor e compositor Leonard Cohen, o arquiteto Moshe Safdie e Les Vadasz, um dos fundadores da Intel.

O hóquei no gelo, o mais tradicional exporte do Canadá, foi inventado na McGill em 1875. Também nos esportes, a universidade “produziu” 28 medalhistas olímpicos.

A MCGill ainda é “mãe” de outras 6 universidades, que foram criadas por alguns de seus ex-alunos: University of British Columbia, Victoria University, University of Alberta, Schulich School of Medicine & Dentistry, Johns Hopkins University School of Medicine, and Dawson College.

Neste vídeo, você encontra mais informações sobre a McGill University:

Gostou de saber mais informações sobre as melhores universidades canadenses? Se você tem o sonho de estudar em uma delas, nosso time de especialistas pode ajudar com toda a assistência necessária. Vamos conversar!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Conheça-mais-as-3-melhores-universidades-do-Canadá.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-20 00:00:002024-02-23 09:47:21Conheça mais as 3 melhores universidades do Canadá

University of Toronto: entenda detalhes da universidade

18 de dezembro de 2019/118 Comentários/em Canadá, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar em uma instituição estrangeira não é apenas uma forma de desenvolver seu conhecimento e aprimorar seu currículo: a experiência é uma oportunidade para fazer novos amigos, trabalhar a fluência em outras línguas e aumentar seu conhecimento sobre outras culturas. Esses fatores são extremamente positivos na formação pessoal e profissional de qualquer pessoa.

Poucas cidades no planeta oferecem uma vivência tão rica quanto Toronto, reconhecida como a capital cultural do Canadá. Além dos museus e galerias de arte, esse apelido tem origem na diversidade observada na população da cidade. Mais de 33% dos habitantes falam uma língua diferente do inglês, principalmente mandarim, italiano e português.

Bem na zona central da cidade, fica um de seus prédios mais tradicionais e importantes: a University of Toronto. Neste texto, vamos falar mais sobre a história dessa universidade e apresentar seus detalhes mais importantes. Continue a leitura e confira!

Conheça a história da University of Toronto

O mapa do Canadá nem sempre foi como o que você conhece hoje. Até o período final do século XIX, o território era dividido em províncias independentes e controladas, geralmente, pela coroa francesa ou inglesa.

A área que hoje chamamos de Montreal era uma província dominada pelos ingleses que, na tentativa de alavancar seu desenvolvimento, estabeleceram a primeira universidade da região.

A ordem para sua criação veio diretamente do Rei George IV. Assim, em 1827, foi fundado o College’s King, instituição que seguia à risca os costumes e ideologias da igreja católica.

Isso seguiu até 1849, quando o recém-eleito governo da região, depois de muitos debates, alterou o nome para University of Toronto e cortou a influência da igreja.

Durante os seus mais de 190 anos de história, a Universidade de Toronto conquistou um lugar de destaque entre as instituições de ensino e pesquisa do planeta. Foi de lá que saíram descobertas como a insulina, a tecnologia multi-touch e até o primeiro buraco negro já detectado por humanos.

Confira quais são os principais cursos oferecidos pela instituição

A University of Toronto apresenta opções de estudo abundantes para seus mais de 60.000 estudantes. São nada menos que 700 diplomas de graduação e 200 focados na pós-graduação. Um de seus cursos mais valorizados é o de relações internacionais, o que talvez explique o fato de a universidade contar com mais de 5 primeiros-ministros do Canadá.

Outro departamento que se destaca é o de medicina. Além da enorme estrutura apresentada pela instituição, os alunos participantes do curso têm acesso a mais de 10 hospitais regionais para colocar em prática seus aprendizados, passar por processos de treinamento e desenvolver pesquisas. Essa relação, aliás, representa uma excelente oportunidade de emprego para os estudantes que se destacam.

Outros cursos que merecem destaque são os oferecidos pela cadeira de saúde pública. Com mais de 39 milhões de dólares investidos em pesquisa por ano, os acadêmicos desse departamento foram responsáveis por desenvolvimentos importantes na saúde global. Exemplos claros são os estudos relacionados ao impacto do tabaco na saúde e o efeito da poluição do ar em humanos.

Saiba quem são os ex-alunos notáveis da University of Toronto

Como toda grande universidade que se preze, a University of Toronto se enche de orgulho dos estudantes que saíram de lá para fazer história com os conhecimentos absorvidos. Confira alguns a seguir!

Lester B. Pearson

Primeiro-ministro, entre 1963 e 1968, Lester Pearson foi responsável por avanços significativos em diversas áreas do Canadá. Foi ele, por exemplo, que unificou as forças armadas do país, extinguiu a pena de morte e implementou o sistema de saúde para todos.

Foi no governo Pearson, também, que o país adotou a bandeira vermelha e branca com uma folha no centro. Em 1957, antes mesmo de se tornar primeiro-ministro, o alumni da University of Toronto foi premiado com o Nobel da Paz graças ao seu sucesso em resolver crises internacionais de alta relevância.

John Charles Fields

Se Lester B. Pearson recebeu o Nobel da Paz, John Charles Fields simplesmente criou a premiação que hoje é considerada o Nobel da matemática. A medalha Fields é distribuída de quatro em quatro anos para os matemáticos mais talentosos do planeta.

Frederick Benting

Frederick Benting é mais um ganhador do Nobel a sair da University of Toronto. O prêmio foi concebido graças à pesquisa conduzida por Benting que não apenas descobriu a insulina, mas também iniciou seu uso terapêutico.

Roberta Bondar

Hoje consultora e palestrante, Roberta Bondar é daquelas pessoas que quebram barreiras. Em uma época em que as mulheres ainda tinham poucas chances no mundo científico, ela se tornou a primeira canadense a visitar o espaço. Formada em neurologia, ela conduziu por mais de 10 anos uma equipe da NASA focada em entender as reações do corpo humano em situações de pouca gravidade.

Atente-se ao que é preciso fazer para estudar na universidade

Quer se juntar a esses alumni? Estudar na University of Toronto é um processo que exige preparação e planejamento, mas é completamente possível. As aplicações para o semestre, que se inicia em janeiro, são iniciadas em meados de setembro e você pode checar todos os requerimentos no site da universidade.

Como de costume para estudantes estrangeiros, é preciso provar sua proficiência na língua inglesa. Por isso, além dos documentos comumente exigidos no processo seletivo, a equipe de admissão da universidade vai exigir que você realize um exame de qualificação, que pode ser o TOEFL, o Cambridge ou diversas outras opções.

Veja mais sobre a reputação da universidade

A tradição quase bicentenária da University of Toronto, combinada aos grandes investimentos em pesquisa, rendeu à instituição uma reputação enorme. Em rankings prestigiados, como o Times Higher Education, a instituição é apontada como a melhor do Canadá e figura entre as melhores do mundo.

Grande parte dessa reputação se deve, também, ao sucesso dos estudantes e acadêmicos que estudam e estudaram lá. São 10 vencedores do prêmio Nobel, 5 do prêmio Turing e um finalista da medalha Fieds.

Entenda como é a vida do estudante na University of Toronto

A vida de um estudante em Toronto é marcada pela diversidade cultural. Se você ingressar na universidade, vai conviver com pessoas vindas de todas as partes do mundo, o que enriquece demais a experiência.

Ao todo, 19% dos estudantes da University of Toronto vêm de outros 163 países, principalmente da China, Índia, Estados Unidos e Coréia do Sul.

Localizada na capital cultural do Canadá, a universidade proporciona rotinas adequadas para todos os gostos. É possível visitar espaços como o Royal Ontario Museum, frequentar noites de filosofia proporcionadas pela universidade ou se divertir em festas promovidas pelas fraternidades e demais grupos estudantis.

Se o objetivo for conhecer melhor a cidade, a localização da universidade é um ponto positivo. Ela fica no coração do downtown, o que facilita a visita aos estabelecimentos mais conhecidos e proporciona um transporte público bastante acessível.

Estudar no Canadá é uma oportunidade para ampliar sua visão do mundo, conhecer novas pessoas e receber uma educação extremamente qualificada. Para isso, é fundamental escolher uma instituição de ensino de respeito, como é a University of Toronto.

Na mais recente edição do Times Higher Education Ranking, que avalia as principais universidades do mundo, ela ocupa a 21a colocação.

E aí, gostou de conhecer mais sobre uma das universidades mais tradicionais da América do Norte? Se você sonha em estudar lá, nosso time de especialistas pode ajudar. Venha conversar com a gente!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/03/University-of-Toronto-entenda-detalhes-da-universidade.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-18 11:31:002024-02-23 09:25:04University of Toronto: entenda detalhes da universidade

A importância do portfólio para a universidade do exterior

18 de dezembro de 2019/42 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

O processo seletivo para universidades no exterior é holístico e vai muito além de uma única prova. E para quem busca um curso relacionado com artes, como moda, arquitetura, design, música, dança, teatro ou cinema, há ainda mais um importante requisito no processo: o portfólio.

A seguir você vai entender a função deste documento na admissão e como fazer dele seu aliado na hora de mostrar o seu melhor para as universidades.

O que é um Portfólio?

O portfólio é o documento visual que ajuda a faculdade a reconhecer o potencial artístico do candidato, seus interesses, suas habilidades e entender por que está escolhendo aquele curso específico.

Trata-se de uma coletânea de materiais já realizados pelo aluno. Traz, portanto, uma carga pessoal muito forte. É a grande oportunidade de mostrar à faculdade quem você é e quem pretende ser como aluno e artista.

Não é um documento padronizado, como o SAT e o TOEFL ou o próprio histórico escolar. Os requerimentos exigidos para o portfólio variam de acordo com a instituição e o curso.

Existem portfólios mais abertos, cujos trabalhos não precisam estar diretamente ligados ao curso (major) do candidato. E há os mais direcionados, com tarefas específicas e pré-determinadas.

Em geral, são solicitados de 8 a 24 trabalhos e é aceito o uso de diferentes técnicas e mídias. Mas lembre-se: cada universidade tem um tipo de exigência. Por isso, é importante conhecer bem cada uma e optar por instituições com exigências que o seu portfólio atenda melhor.

Junto com o portfólio, as universidades geralmente solicitam uma redação (artistic statement), que é um texto de caráter pessoal, onde o candidato fala sobre sua relação com a área, sobre seus trabalhos e por que escolheu o curso ou aquela faculdade.

É importante que o texto e o portfólio estejam em plena sintonia. O que os avaliadores leem na redação deve estar refletido no material apresentado no portfólio.

Qual a importância do portfólio na candidatura?

Por ser um documento de caráter pessoal, que mostra os interesses, as habilidades específicas e o potencial do candidato, o portfólio é um importante diferencial no processo seletivo. Mas tem um peso diferente dependendo do curso e da instituição.

Nas instituições que oferecem diploma de Bachelor in Arts, o aluno concorre com candidatos de outros cursos e o portfólio tem uma importância menor no processo seletivo.

Geralmente universidades maiores, com uma grande diversidade de áreas e cursos, oferecem este tipo de diploma. Nesse caso, o aluno faz matérias básicas no início e mais tarde começa o curso específico na área de artes.

Para cursos com diploma de Bachelor in Fine Arts, o portfólio tem papel fundamental no processo seletivo e é geralmente mais rigoroso nas exigências. Este diploma é oferecido em faculdades menores, com cursos mais práticos, voltados exclusivamente para áreas ligadas a arte (moda, arquitetura, cinema, teatro, dança, música e design).

A importância da preparação

O processo de elaboração do portfólio é de extrema importância e exige uma grande reflexão sobre a escolha dos trabalhos.

Deve ser feito, portanto, com calma e antecedência, antes do segundo semestre do ano da candidatura. O processo inclui muita pesquisa e experimentações e as produções levam tempo para serem concluídas.

Além disso, para ter, por exemplo, 12 trabalhos bons e que façam sentido dentro da proposta do aluno, geralmente o candidato precisa produzir pelo menos 20. Esse processo requer preparação, planejamento e, por fim, as escolhas.

E lembre-se: para apresentar qualidade é preciso treinar. Treinar muito, do mesmo jeito que se estuda para uma prova. É necessário muita determinação e comprometimento, como para qualquer outro documento do processo seletivo.

Por isso, se preciso, aproveite as férias para se dedicar à elaboração do portfólio, não deixe para a última hora.

Dicas para desenvolver seu portfólio

  1. O primeiro passo para elaborar um bom portfólio é produzir muito. Quanto mais produção, mais treino, melhor. Podem ser trabalhos pequenos, rápidos, até rascunhos. Mas a quantidade vai influenciar muito na qualidade.
  2. Reflita sobre o que está produzindo. Escreva textos, tome nota dos processos, registre como você sai de uma ideia e chega a uma realização. Isso vai fazer seu portfólio ter mais sentido e você entender melhor seu próprio trabalho.
  3. É importante mostrar um portfólio com uma gama de experimentações. Seus trabalhos não precisam ser impecáveis ou extremamente técnicos. Nenhuma instituição espera receber um artista pronto. Você está entrando na faculdade para se desenvolver. Os avaliadores estão de olho no seu potencial como artista e como estudante.
  4. Pesquisar é fundamental. Vá atrás de diferentes referências que possam enriquecer o seu produto final. Se sua área é cinema, procure referências, por exemplo, nas artes plásticas, na literatura ou na fotografia. Busque também trabalhos e portfólios de alunos que já estão fazendo o curso que você escolheu.

Como dar conta do desenvolvimento desse conteúdo?

A Daqui pra Fora oferece serviços de consultoria educacional, onde o  aluno pode ter o acompanhamento de um mentor, que trabalha individualmente com cada um no desenvolvimento do portfólio, de acordo com os requisitos de cada universidade para as quais o candidato vai aplicar.

Fale com um dos nossos especialistas para saber detalhes deste serviço e sobre nosso programa completo de preparação para estudar em universidades no exterior, onde trabalhamos muito também outro ponto importante, que são as atividades extracurriculares.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/12/O-que-é-o-Portfólio-e-qual-seu-papel-na-candidatura-de-universidade-no-exterior.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-18 00:00:002024-01-09 17:42:41A importância do portfólio para a universidade do exterior

University of Toronto: entenda detalhes da universidade

18 de dezembro de 2019/107 Comentários/em Canadá, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar em uma instituição estrangeira não é apenas uma forma de desenvolver seu conhecimento e aprimorar seu currículo: a experiência é uma oportunidade para fazer novos amigos, trabalhar a fluência em outras línguas e aumentar seu conhecimento sobre outras culturas. Esses fatores são extremamente positivos na formação pessoal e profissional de qualquer pessoa.

Poucas cidades no planeta oferecem uma vivência tão rica quanto Toronto, reconhecida como a capital cultural do Canadá. Além dos museus e galerias de arte, esse apelido tem origem na diversidade observada na população da cidade. Mais de 33% dos habitantes falam uma língua diferente do inglês, principalmente mandarim, italiano e português.

Bem na zona central da cidade, fica um de seus prédios mais tradicionais e importantes: a University of Toronto. Neste texto, vamos falar mais sobre a história dessa universidade e apresentar seus detalhes mais importantes. Continue a leitura e confira!

Conheça a história da University of Toronto

O mapa do Canadá nem sempre foi como o que você conhece hoje. Até o período final do século XIX, o território era dividido em províncias independentes e controladas, geralmente, pela coroa francesa ou inglesa. A área que hoje chamamos de Montreal era uma província dominada pelos ingleses que, na tentativa de alavancar seu desenvolvimento, estabeleceram a primeira universidade da região.

A ordem para sua criação veio diretamente do Rei George IV. Assim, em 1827, foi fundado o College’s King, instituição que seguia à risca os costumes e ideologias da igreja católica. Isso seguiu até 1849, quando o recém-eleito governo da região, depois de muitos debates, alterou o nome para University of Toronto e cortou a influência da igreja.

Durante os seus mais de 190 anos de história, a Universidade de Toronto conquistou um lugar de destaque entre as instituições de ensino e pesquisa do planeta. Foi de lá que saíram descobertas como a insulina, a tecnologia multi-touch e até o primeiro buraco negro já detectado por humanos.

Confira quais são os principais cursos oferecidos pela instituição

A University of Toronto apresenta opções de estudo abundantes para seus mais de 60.000 estudantes. São nada menos que 700 diplomas de graduação e 200 focados na pós-graduação. Um de seus cursos mais valorizados é o de relações internacionais, o que talvez explique o fato de a universidade contar com mais de 5 primeiros-ministros do Canadá.

Outro departamento que se destaca é o de medicina. Além da enorme estrutura apresentada pela instituição, os alunos participantes do curso têm acesso a mais de 10 hospitais regionais para colocar em prática seus aprendizados, passar por processos de treinamento e desenvolver pesquisas. Essa relação, aliás, representa uma excelente oportunidade de emprego para os estudantes que se destacam.

Outros cursos que merecem destaque são os oferecidos pela cadeira de saúde pública. Com mais de 39 milhões de dólares investidos em pesquisa por ano, os acadêmicos desse departamento foram responsáveis por desenvolvimentos importantes na saúde global. Exemplos claros são os estudos relacionados ao impacto do tabaco na saúde e o efeito da poluição do ar em humanos.

Saiba quem são os ex-alunos notáveis da University of Toronto

Como toda grande universidade que se preze, a University of Toronto se enche de orgulho dos estudantes que saíram de lá para fazer história com os conhecimentos absorvidos. Confira alguns a seguir!

Lester B. Pearson

Primeiro-ministro, entre 1963 e 1968, Lester Pearson foi responsável por avanços significativos em diversas áreas do Canadá. Foi ele, por exemplo, que unificou as forças armadas do país, extinguiu a pena de morte e implementou o sistema de saúde para todos.

Foi no governo Pearson, também, que o país adotou a bandeira vermelha e branca com uma folha no centro. Em 1957, antes mesmo de se tornar primeiro-ministro, o alumni da University of Toronto foi premiado com o Nobel da Paz graças ao seu sucesso em resolver crises internacionais de alta relevância.

John Charles Fields

Se Lester B. Pearson recebeu o Nobel da Paz, John Charles Fields simplesmente criou a premiação que hoje é considerada o Nobel da matemática. A medalha Fields é distribuída de quatro em quatro anos para os matemáticos mais talentosos do planeta.

Frederick Benting

Frederick Benting é mais um ganhador do Nobel a sair da University of Toronto. O prêmio foi concebido graças à pesquisa conduzida por Benting que não apenas descobriu a insulina, mas também iniciou seu uso terapêutico.

Roberta Bondar

Hoje consultora e palestrante, Roberta Bondar é daquelas pessoas que quebram barreiras. Em uma época em que as mulheres ainda tinham poucas chances no mundo científico, ela se tornou a primeira canadense a visitar o espaço. Formada em neurologia, ela conduziu por mais de 10 anos uma equipe da NASA focada em entender as reações do corpo humano em situações de pouca gravidade.

Atente-se ao que é preciso fazer para estudar na universidade

Quer se juntar a esses alumni? Estudar na University of Toronto é um processo que exige preparação e planejamento, mas é completamente possível. As aplicações para o semestre, que se inicia em janeiro, são iniciadas em meados de setembro e você pode checar todos os requerimentos no site da universidade.

Como de costume para estudantes estrangeiros, é preciso provar sua proficiência na língua inglesa. Por isso, além dos documentos comumente exigidos no processo seletivo, a equipe de admissão da universidade vai exigir que você realize um exame de qualificação, que pode ser o Toefl, o Cambridge ou diversas outras opções.

Veja mais sobre a reputação da universidade

A tradição quase bicentenária da University of Toronto, combinada aos grandes investimentos em pesquisa, rendeu à instituição uma reputação enorme. Em rankings prestigiados, como o Times Higher Education, a instituição é apontada como a melhor do Canadá e figura entre as melhores do mundo.

Grande parte dessa reputação se deve, também, ao sucesso dos estudantes e acadêmicos que estudam e estudaram lá. São 10 vencedores do prêmio Nobel, 5 do prêmio Turing e um finalista da medalha Fieds.

Entenda como é a vida do estudante na University of Toronto

A vida de um estudante em Toronto é marcada pela diversidade cultural. Se você ingressar na universidade, vai conviver com pessoas vindas de todas as partes do mundo, o que enriquece demais a experiência. 19% dos estudantes da University of Toronto vêm de outros 163 países, principalmente da China, Índia, Estados Unidos e Coréia do Sul.

Localizada na capital cultural do Canadá, a universidade proporciona rotinas adequadas para todos os gostos. É possível visitar espaços como o Royal Ontario Museum, frequentar noites de filosofia proporcionadas pela universidade ou se divertir em festas promovidas pelas fraternidades e demais grupos estudantis.

Se o objetivo for conhecer melhor a cidade, a localização da universidade é um ponto positivo. Ela fica no coração do downtown, o que facilita a visita aos estabelecimentos mais conhecidos e proporciona um transporte público bastante acessível.

Estudar no Canadá é uma oportunidade para ampliar sua visão do mundo, conhecer novas pessoas e receber uma educação extremamente qualificada. Para isso, é fundamental escolher uma instituição de ensino de respeito, como é a University of Toronto. Na mais recente edição do Times Higher Education Ranking, que avalia as principais universidades do mundo, ela ocupa a décima oitava colocação.

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