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Profissões do Futuro: como escolher uma carreira

16 de dezembro de 2019/60 Comentários/em Carreira /por Daqui pra Fora

O mercado de trabalho é um ambiente cíclico. É possível que profissões hoje consideradas essenciais para a sociedade tornem-se defasadas e sejam extintas com o tempo.

Por sua vez, também podem surgir novos setores com uma nova geração de profissionais que vão passar a ocupar cargos e funções que sequer existiam.

De acordo com uma pesquisa da Institute for The Future, 85% dos empregos que teremos em 2030 ainda não foram inventados.

As inovações tecnológicas e suas novas possibilidades estão fomentando o desenvolvimento de novos setores do mercado. Esse movimento inovador estimula o surgimento das chamadas profissões do futuro. Afinal, quais áreas serão tendência para os próximos anos?

Este artigo te ajudará a conhecer melhor sobre as carreiras mais promissoras que vêm prometendo se destacar no mercado em breve. Acompanhe a leitura!

O que são as profissões do futuro?

As profissões do futuro são aquelas funções que prometem se destacar no mercado de trabalho nos próximos anos. A estimativa é que elas sofram grande valorização em um horizonte bem próximo.

As profissões do futuro ganham destaque diante da necessidade de acompanhamento das novas tendências da sociedade e do aparecimento de novas tecnologias, além de surgirem em decorrência de uma necessidade crescente do mercado.

Assim, os profissionais que concluírem a graduação e reunirem as habilidades e especializações necessárias para o devido cumprimento das atividades serão cada vez mais requisitados para trabalhar nessas novas funções.

Diante desse cenário, quanto mais você ler sobre o assunto, maiores são as chances de orientar adequadamente seu filho para que ele possa fazer uma boa escolha com relação à carreira profissional que exercerá lá na frente a partir de uma escolha feita agora.

Como escolher a profissão do futuro ideal?

De fato, é necessário pesquisar com cautela antes de escolher o curso de graduação para o qual um jovem vai prestar o vestibular. Afinal, essa decisão tem o poder de definir o começo da vida profissional do indivíduo — e também a vida pessoal.

Não é muita vantagem escolher um curso de graduação, ter que estudar por vários anos e depois se deparar com um mercado de trabalho defasado. Afinal, investir em carreiras que estão se tornando obsoletas não é uma ideia muito vantajosa. Trata-se de um grande risco, não é mesmo?

Nesse sentido, um dos primeiros elementos a serem observados antes de fazer a escolha é a chance real de a profissão ser valorizada no mercado de trabalho daqui a alguns anos.

Além disso, é importante estar atento a novidades e inovações do mercado, como o surgimento de novos hábitos de consumo e tecnologias. Assim, caso essa tendência seja confirmada, haverá procura por profissionais que se encaixam nos requisitos exigidos para a função.

Essa análise é importante, pois a sociedade vem se transformando e se reinventando em grande velocidade. Desse modo, as funções que hoje são consideradas essenciais podem se tornar ultrapassadas antes mesmo de o estudante concluir o curso.

Seria um grande prejuízo descobrir isso no meio do caminho, não é verdade? Uma das formas de aumentar as chances de sucesso é procurar por universidades que hoje já investem em cursos de profissões que estão ganhando espaço.

As universidades no exterior têm uma grande diversidade de cursos que as instituições brasileiras ainda não oferecem e preparam a próxima geração de profissionais com qualidade internacional.

Em que ambientes o profissional do futuro poderá trabalhar?

O profissional do futuro vai trabalhar em empresas de todos os portes: pequenas, médias ou grandes. Ainda assim, a aposta é que as startups e as multinacionais atraiam boa parte desses indivíduos qualificados e capacitados, em decorrência do caráter de inovação, proatividade e inventividade, inerentes a esses empreendimentos.

Além disso, o profissional do futuro também poderá atuar como empreendedor e criar a própria empresa, sempre sustentado pelo embasamento teórico que ele adquiriu ao longo da vida acadêmica. A aposta também envolve o trabalho de casa, o conhecido home office.

As opções são muitas e nada impede que novos setores surjam com o decorrer dos anos e a implementação de novas metodologias e tecnologias. As áreas mais promissoras são:

  • Marketing;
  • Biotecnologia;
  • Automação;
  • Segurança da informação;
  • Big Data;
  • Engenharia de software;
  • Entre outras.

As opções são muitas, principalmente pelo fato de o mercado de trabalho estar em constante mudança e evolução.

O que o mercado exige dos profissionais do futuro?

A dinâmica do mercado de trabalho envolve a necessidade por novos profissionais atualizados e cada vez mais capacitados que buscam informações além do conteúdo teórico.

De fato, as informações vivem um processo de mudanças constantes. Aquilo que você aprendeu hoje pode se tornar desatualizado amanhã, com muita facilidade.

Essa teoria é comprovada por meio da observação do comportamento da geração Y — indivíduos que nasceram nas décadas de 80 e 90. Eles têm vontade de se desenvolver e procurar sempre as oportunidades mais promissoras.

Assim, o profissional do futuro precisará saber se adaptar a diversos cenários. Para isso, ele deve desenvolver competências específicas também fora da sala de aula e buscar universidades que estimulem isso.

De fato, adquirir experiência é a chave para entender como lidar com as situações e com o crescimento na carreira. A vivência prática durante a vida universitária incentiva o desenvolvimento do pensamento crítico, da inteligência emocional e da flexibilidade cognitiva entre os indivíduos, competências que vêem sendo requisitadas muitas vezes mais do que conhecimentos técnicos.

A grande sacada para escolher uma profissão do futuro é analisar as carreiras que exigem habilidades que envolvem o uso da criatividade, criação e relacionamentos. Isso ocorre porque existem determinadas funções que a inteligência artificial não é capaz de substituir nem reproduzir com a máxima precisão.

Confira algumas habilidades que são esperadas dos profissionais do futuro:

  • Ter uma comunicação múltipla e fluência em vários idiomas;
  • Saber como negociar com clientes, chefe e colegas;
  • Ter capacidade de autoadaptação a diversos cenários;
  • Manter-se atualizado nos estudos;
  • Dominar as principais questões relacionadas à tecnologia;
  • Focar no cumprimento de metas e no alcance de resultados;
  • Ter facilidade em resolver imprevistos;
  • Ter proatividade e demonstrar interesse nas operações;
  • Antecipar-se a eventuais crises;
  • Ter criatividade para propor novas ideias;
  • Ter flexibilidade cognitiva;
  • Manter habilidades para negociação;
  • Desenvolver inteligência emocional;
  • Saber como efetuar a gestão de pessoas.

Quais são as principais profissões do futuro?

Quer saber mais sobre as profissões do futuro? Que tal descobrir os ramos que estarão em alta e começar a se preparar para as novidades? A maioria das ocupações que vamos mencionar apresenta fortes tendências para se tornarem as profissões do futuro. Depois de conhecer melhor quais são, vai ficar mais fácil para que seu filho faça a escolha dele. Acompanhe!

Profissionais de Big Data

Antes de tudo, vamos esclarecer que a expressão Big Data se refere a um grande conjunto de dados que são processados e armazenados por um determinado sistema. Trata-se de uma área do conhecimento que abrange o estudo sobre coleta, tratamento e análise de um grande volume de informações.

A realidade é que as empresas produzem muitas informações todos os dias. Esses arquivos precisam ser coletados e tratados, até se transformarem em um conteúdo estratégico que tenha alguma finalidade e por meio do qual seja possível extrair conclusões valiosas.

A verdade é que o meio digital vem dependendo cada vez mais da extração e verificação de dados como forma de otimizar os processos.

Nesse sentido, os profissionais especializados em Big Data vêm se destacando e sendo bastante exigidos no mercado. Eles têm a incumbência de verificar as informações provenientes de um sistema que está circulando na internet e que têm potencial de causar impactos em uma empresa, por meio do domínio de Data Science.

Esses profissionais especialistas em Big Data dominam os princípios e técnicas de várias áreas da Tecnologia, Ciências Exatas e Humanas — Análise de Sistemas, Engenharia, Matemática, Estatística, Marketing, Psicologia, Direito, entre outras.

Além disso, eles têm o conhecimento necessário para organizar, tratar e analisar os dados, bem como fornecer o embasamento necessário para a tomada de decisões estratégicas e trazer um melhor posicionamento para as empresas.

Profissional de Marketing Digital

O Marketing é uma carreira tradicional dentro do mercado. Por sua vez, a internet se tornou um ótimo ambiente para que as empresas consigam atrair com mais eficiência seu público-alvo, além de ser uma ótima ferramenta para fortalecer a marca e fechar mais vendas.

E foi assim que surgiu o Marketing Digital, como uma espécie de publicidade aplicada no meio online e voltada para a internet.

Assim, o Marketing Digital pode ser considerado como um ótimo gerador de oportunidades. Mas, para isso acontecer, torna-se necessário saber como efetuar uma comunicação da maneira mais estratégica e atraente possível.

O Marketing Digital se refere às ações de publicidade e relacionamentos que são utilizadas no meio digital, como:

  • Inbound Marketing;
  • Marketing de conteúdo;
  • E-mail marketing;
  • Redes sociais;
  • Publicidade digital;
  • CRO — Otimização de Conversão ou Convert Rate Optimization;
  • SEM — Marketing de Busca.

O Marketing Digital apresenta diversas etapas, que vão desde a captação do contato do cliente, passando pelas variadas interações, chegando à conversão, até finalizar com a fidelização por completo do consumidor.

Desse modo, o profissional que atua como consultor estratégico de Marketing Digital tem o dever de utilizar essas ferramentas online para potencializar as interações e criar uma rede sólida e bem estruturada.

Especialista em Segurança da Informação

A possibilidade de acesso ao ambiente virtual trouxe mais agilidade, eficiência e praticidade para a rotina das pessoas. No entanto, essa tecnologia também apresenta um lado negativo — ela potencializou o aumento dos riscos de ameaças externas provocadas por terceiros mal intencionados cujo objetivo é unicamente encontrar brechas no sistema e atacar os arquivos.

Diante dessa situação preocupante, a Segurança da Informação serve justamente para trazer proteção para os dados que são manuseados no ambiente virtual e para evitar que cibercriminosos causem danos efetivos no sistema.

Desse modo, o profissional que atua como especialista em segurança da informação tem o principal dever de assegurar que os arquivos digitais permaneçam seguros e livres de qualquer risco externo promovido por criminosos. Essa proteção é feita por meio de diversas estratégias, como o uso de mecanismos de criptografia e a instalação de firewall e antivírus.

Especialista em Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial é um campo da ciência de computação que tem como base o estudo e a criação de softwares com a habilidade de simular a capacidade de raciocínio humano, ou seja, o objetivo é ir além dos critérios lógicos utilizados pelas máquinas.

Essa é uma das grandes apostas para o futuro. Nesse sentido, o profissional especialista nesse campo tem o dever de programar o sistema da máquina para que ele atue de uma maneira similar ao comportamento e ao pensamento humano. Os principais exemplos nesse sentido são as tecnologias que permitem o reconhecimento facial e os chatbots.

Especialista em Cloud Computing

Cloud Computing, também conhecido como Computação em Nuvem, é uma ferramenta digital que permite o armazenamento de arquivos importantes em servidores online.

Além disso, essa tecnologia possibilita o acesso e o uso remoto de recursos da computação. Mas, para isso, é necessário que o usuário tenha a devida autorização para acessar o sistema, por meio de um login e senha.

O profissional do futuro especializado em Cloud Computing poderá manter a operabilidade desse sistema online e evitar a ocorrência de falhas nos servidores que possam, porventura, causar prejuízos maiores para os usuários.

Gestor de User Experience

O gestor de User Experience é também conhecido como Analista UX — uma espécie de gerente de sucesso do cliente. Esse profissional é contratado por uma determinada empresa e tem a função de assessorar e atuar oferecendo o melhor atendimento de vendas para os consumidores.

Esses agentes são úteis principalmente no segmento de vendas de e-commerce. De fato, oferecer uma experiência positiva para o cliente faz com que ele se sinta valorizado e se torna um fator impulsionador que permite ganhos cada vez maiores para a empresa.

Mas, para isso, os profissionais devem dominar alguns assuntos, como:

  • Benchmark;
  • Análise heurística;
  • Testes A/B;
  • Testes de usabilidade com usuários;
  • Conceitos básicos de TI;
  • Protótipos de projetos.

Engenheiro front-end

O engenheiro front-end é chamado popularmente de desenvolvedor de internet. A sua atuação está focada principalmente na camada frontal de uma página online: conteúdo, design e funcionalidade. Por sua vez, esse profissional não trabalha com os elementos back-end (código e programação).

A função dele é desenvolver qualquer coisa que vai interagir com o usuário. Para isso, o profissional deverá adquirir conhecimentos específicos em linguagens de programação, como HTML, CSS e JavaScript. Além disso, ele precisa desenvolver habilidades como raciocínio lógico e pensamento crítico.

Desenvolvedor de softwares

O desenvolvedor de software é conhecido como programador. Esse profissional é incumbido de um trabalho multidisciplinar. Nesse sentido, ele pode atuar na profissão e ter formação em cursos diversos, como Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Sistemas da Informação, Engenharia da Computação ou Ciências da Computação.

Esse agente é responsável por desenvolver sistemas e lidar com grande parte dos procedimentos tecnológicos de uma empresa. Esses profissionais identificam problemas, testam e efetuam manutenções em plataformas.

Além disso, eles precisam ter o domínio sobre linguagens de programação e sistemas de controle de versão — VIM, Sublime e GIT, por exemplo.

Arquiteto e engenheiro 3D

A tecnologia 3D consiste no uso de softwares modernos do tipo CAD (Autodesk Homestyler e pCon.planner) para criar protótipos, plantas baixas, croquis e modelos tridimensionais sobre um determinado objeto, móveis ou ambientes. Essas criações trazem detalhes minuciosos, como metragem, disposição e modelo.

Por sua vez, o arquiteto e o engenheiro têm a função de elaborar esses projetos em ambientes 3D, bem como projetar, gerenciar e executar obras nesse modelo.

A proposta é criar e entregar um projeto o mais realístico possível. Para isso, eles devem fazer uma especialização nessa área, uma vez que o curso de graduação tradicional ainda não costuma disponibilizar disciplinas nesse sentido para seus alunos no Brasil.

Desenvolvedor de dispositivos wearables

Os wearables são equipamentos que podem ser “vestidos”, ou seja, são acessórios que comportam algum tipo de tecnologia, em si, cuja função é facilitar e otimizar a rotina das pessoas. Os principais exemplos nesse sentido são óculos, lentes, relógios e jaquetas inteligentes.

Além disso, os wearables não são meras peças digitais que podem ser utilizadas como acessórios. Eles também se conectam a outros dispositivos ou à internet a fim de incrementar as funções, como smartbands e smartwatches.

As últimas gerações de gadgets já vêm equipadas com uma tecnologia de sensores responsáveis por trazer mais organização, acompanhar o cumprimento de determinadas tarefas, estimular a prática de exercícios, entre outras funções.

Geneticista

O geneticista atua na manipulação e identificação de material de DNA para diversos fins, como colaborar para o desenvolvimento de novos medicamentos, o estudo das estruturas que provocam síndromes, a criação de alimentos modificados, o aperfeiçoamento e interação entre o gene de raças animais, entre outros exemplos.

Além disso, esse profissional pode atuar na medicina personalizada, uma área que vem ganhando cada vez mais espaço. Ela se baseia na realização de tratamentos levando em conta as características genéticas do paciente.

A pesquisa e o aconselhamento genéticos serão temas que estarão em destaque no futuro próximo. Contudo, esse setor ainda enfrenta alguns desafios, como questões de caráter regulatório, a capacitação dos médicos geneticistas e o amplo acesso à população.

Quais são as principais áreas que estarão em alta no mercado de trabalho do futuro?

Confira as áreas em que mais vale a pena investir profissionalmente.

Robótica

A robótica engloba sistemas que são formados por partes mecânicas automáticas que são controladas por circuitos integrados. Desse modo, é possível criar sistemas mecânicos motorizados controlados de forma automática por circuitos elétricos.

Essa área vem crescendo em decorrência do uso de robôs para auxiliar no desempenho das tarefas em fábricas e indústrias. Como consequência, há redução de custos, aumento de produtividade e melhores resultados.

Tecnologia médica

Tecnologia médica é uma área da tecnologia cujo foco é a criação e o aperfeiçoamento de equipamentos e técnicas do setor da saúde, funcionando como agente catalisador para o progresso médico-cirúrgico.

A tecnologia médica envolve áreas como a computação cognitiva e o Big Data. Além disso, a realidade virtual e aumentada vem ganhando destaque no setor da tecnologia médica.

Tecnologia da Informação (TI)

O consumo de tecnologia só tende a aumentar nos próximos anos. Nesse sentido, é necessário formar profissionais que sejam capazes de atuar nesse setor, implementar e gerenciar sistemas, criar programas, desenvolver hardwares e softwares e assim por diante.

Contudo, a atualidade demonstra que esse setor não apresenta uma quantidade suficiente de profissionais. O número de estudantes que se formam não atende à grande demanda do mercado.

É comum encontramos muitas vagas disponíveis na área de TI nas empresas. Como consequência, a concorrência ainda não é tão acirrada e há altas chances de obter ótimos cargos.

Sustentabilidade

A crescente preocupação das empresas em fazer uso de seus recursos naturais de forma correta dentro dos padrões conscientes e sustentáveis tem feito com que a área da sustentabilidade esteja em alta.

O motivo é claro. Caso essas organizações não se adéquem aos parâmetros pré-determinados, sofrerão retaliação dos consumidores e poderão ser punidas legalmente.

Quais os principais centros para formação tecnológica no mundo?

Muitas empresas que hoje estão em alta nasceram muito antes nos Estados Unidos e demoraram até chegar ao Brasil, como Uber, Airbnb e Netflix.

Esse movimento é natural, uma vez que as mudanças tecnológicas costumam acontecer muito mais rapidamente em países mais desenvolvidos — superiores do ponto de vista acadêmico, econômico, social e tecnológico.

Diante desse cenário, os profissionais que trabalham em empresas estrangeiras acabam acompanhando de perto as mudanças e novidades, bem como aproveitando as melhores oportunidades de mercado.

Da mesma forma, alunos matriculados em universidades no exterior presenciam as evoluções tecnológicas de perto e se preparam para exercer as profissões do futuro com mais conhecimento de causa.

Os principais exemplos de universidades nesse sentido são:

  • MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts);
  • Caltech;
  • Universidade de Cambridge;
  • Universidade de Oxford;
  • Entre outras.

Por falar nisso, que tal investir em uma graduação internacional no currículo? Muitas universidades renomadas estão localizadas fora do Brasil.

Já pensou em estudar e trabalhar no Canadá, nos Estados Unidos ou no Reino Unido?

As profissões do futuro vêm surgindo como uma forma de acompanhar as revoluções tecnológicas pelas quais a sociedade tem passado nos últimos tempos e ainda vai experimentar nos próximos anos.

Contudo, por um lado, essa transformação está marcada por incertezas. Quais funções vão se tornar obsoletas? Diante de tantas probabilidades, é normal ficar confuso.

Nesses casos, o ideal é orientar seu filho a pesquisar com calma as características de cada profissão antes de tomar a decisão final sobre qual curso escolher.

Deseja cursar uma graduação que trará muitas chances de sucesso? Então, continue consultando os nossos materiais! Assine a nossa newsletter e receba conteúdos exclusivos com materiais de seu interesse!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Profissões-do-Futuro-como-escolher-uma-carreira.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-16 00:00:002024-02-20 16:32:46Profissões do Futuro: como escolher uma carreira

É possível um brasileiro estudar e trabalhar no Canadá?

11 de setembro de 2019/118 Comentários/em Canadá, Carreira /por Daqui pra Fora

Muitas pessoas buscam por uma oportunidade de estudar e trabalhar no Canadá, uma vez que morar no exterior é uma experiência que não só proporciona benefícios profissionais, mas também pessoais, especialmente em um país que é considerado um dos locais com maior qualidade de vida do mundo.

Morar em outra localidade possibilita o convívio com outras línguas e imersão em uma nova cultura, com diferentes hábitos e costumes, além de permitir o contato com empresas e instituições de ensino estrangeiras, itens muito úteis para a construção de uma carreira profissional de sucesso.

Se você deseja conhecer mais sobre o tema, acompanhe o post para descobrir tudo sobre o Canadá, vamos mostrar para você todos os detalhes. Confira!

Quais são os benefícios de morar no Canadá?

O Canadá é o segundo maior país em extensão territorial, um dos mais seguros do mundo e repleto por uma diversidade cultural incrível.

Por ser um local tão grande, há a possibilidade de morar em grandes centros como Toronto e Vancouver, em cidades mais pacatas e interioranas como a moderna Calgary ou até mesmo em locais que remetem a cultura europeia, como Montreal. Assim, existem opções para todos os gostos!

O local que proporciona uma excelente qualidade de vida aos moradores do país, é também um dos mais receptivos a jovens imigrantes, o que faz com que diversas pessoas o escolham como destino.

Não faltam motivos para que tantas pessoas queiram morar, estudar e trabalhar no Canadá, pois além das questões já mencionadas, o país ainda conta com transporte público acessível, infraestrutura de primeiro mundo, belezas naturais estonteantes, inúmeras opções de lazer e diversas oportunidades de trabalho.

No quesito clima, as estações do ano são bem definidas, com muito frio no inverno e temperaturas que podem chegar a números negativos. Já no verão é possível atingir facilmente os 33 ºC.

No Canadá ainda há a possibilidade de aprender dois idiomas, pois o país conta com mais de uma língua oficial — o inglês e o francês.

Por fim, o custo de vida costuma ser mais em conta do que em outras localidades, o que possibilita viajar por todo o país durante os estudos ou permanência no país.

Como um brasileiro pode estudar e trabalhar no Canadá?

Há algumas possibilidades para os estudantes brasileiros que desejam estudar e trabalhar no país. Confira!

Sistema de ensino

Inicialmente é preciso entender o sistema educacional canadense, que é diferente do que estamos acostumados no Brasil.

Para cursos com menos de 6 meses de duração não é preciso ter o visto de estudante. Nesse caso, é possível contar somente com o visto de visitante, contudo, não há a permissão para trabalhar.

Para poder estudar e trabalhar no país o estudante deve escolher um curso em período integral, com duração de no mínimo 6 meses (não pode ser um programa de aprendizado de idiomas) e a instituição de ensino escolhida deve estar na lista de Designated Learning Institutions.,

Ou seja, a escola precisa ter autorização do governo para oferecer cursos que exigem o visto de estudo (requisito obrigatório para os cursos com mais de 6 meses de duração).

Existem dois tipos de instituições que oferecem os programas: Colleges e Universities. Os Colleges oferecem cursos mais técnicos voltados para uma preparação para o mercado de trabalho, com menor duração (em geral, de 6 meses a 2 anos) e não oferecem diploma de bacharel.

Já a University oferece cursos de maior duração, como bacharelados, mestrados e doutorados, oferecendo diploma de graduação ao final dos, em média, 4 anos de curso.

As universidades canadenses estão no ranking das melhores do mundo e são conhecidas como instituições de prestígio em todos os locais.

Em ambas as instituições (Colleges e Universities), as aulas, em geral, se iniciam em janeiro ou setembro, sendo que em algumas escolas ainda há a opção de ingresso no mês de maio.

Mercado de trabalho

Após ser aprovado no processo seletivo e ingressar em uma instituição de ensino o aluno deve solicitar uma Letter of Acceptance (LOA) — carta fornecida pela escola para os alunos que estão matriculados em um curso — para dar início ao processo do visto de estudos com permissão de trabalho.

Com o visto em mãos, os alunos brasileiros (tanto de Colleges, quanto de Universidades) podem trabalhar 20 horas semanais — os estudantes que têm o direito à permissão de trabalho devem respeitar rigorosamente o período máximo de trabalho semanal.

A única exceção é durante o período em que as instituições de ensino entram de férias e os alunos podem trabalhar até 40 horas por semana, enquanto as aulas não retornam.

Os estudantes internacionais que concluem o seu curso em uma instituição de ensino canadense credenciada pelo governo podem permanecer e trabalhar no país com o Post Graduation Work Permit (PGWP) — um visto de trabalho em tempo integral que tem validade de 1 a 3 anos.

Para obter a aprovação do PGWP é preciso solicitá-lo em até 90 dias após a conclusão dos estudos, ainda com o visto de estudante válido. Caso contrário, se perde o benefício e não há mais a possibilidade de requisitá-lo.

No Canadá, o estudante é responsável por buscar por um emprego nos programas de estudo e trabalho.

É comum encontrar emprego na área de serviços, hotelaria e atendimento ao público, e o salário-mínimo no país é por volta de 10,85 dólares canadenses por hora.

Também é possível que o estudante realize estágios em sua área de estudo — o que possibilita que ele arrume um emprego após a formatura de maneira mais fácil.

Como vimos, os brasileiros podem estudar e trabalhar no Canadá de maneira simples, uma vez que o país facilita esse processo. Além disso, o país conta com diversos benefícios, como qualidade de vida, oportunidades no mercado de trabalho e sistema de ensino com excelência.

Assim, o destino se torna uma excelente opção para as pessoas que desejam morar no exterior!

Se você se interessou sobre o tema, continue a visita no blog e descubra como é a vida de um estudante em uma universidade do Canadá!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/09/young-student-looking-camera-sitting-university.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-09-11 00:00:002024-03-18 16:22:46É possível um brasileiro estudar e trabalhar no Canadá?

Como funciona o mercado de trabalho nos Estados Unidos?

5 de setembro de 2019/107 Comentários/em Carreira, Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Estudar e morar nos Estados Unidos tem diversas vantagens, afinal, não é à toa que esse é o desejo de muitos brasileiros. O país proporciona segurança, qualidade de ensino, de vida e ainda conta com um avançado desenvolvimento tecnológico.

No entanto, é comum surgir a seguinte dúvida quando se pensa em mudar de país: como é o mercado de trabalho nos Estados Unidos? É possível continuar no país após a graduação?

Assim, se você quer saber mais sobre o tema, acompanhe o post que explicaremos as possibilidades de trabalhos para brasileiros nos Estados Unidos. Confira!

Quais são as principais áreas de trabalho nos Estados Unidos?

Os ramos mais atrativos no mercado de trabalho nos Estados Unidos e que precisam de profissionais qualificados são aqueles ligados à tecnologia da informação, desenvolvimento de software, ciência de dados, engenharia de operação de sistemas, redes de computadores, entre outros.

Mas fora da área tecnológica, também há muitas outras que empregam brasileiros, como marketing, recursos humanos, turismo, gestão de tributos, engenharia, contabilidade,  terapia ocupacional, auditoria, automação e mercado financeiro.

Além disso, fazer um curso no país aumenta as chances de conseguir um trabalho. Por isso, se o seu objetivo é morar nos Estados Unidos, é interessante cursar uma graduação em território norte-americano.

Com um diploma local em mãos, o processo é menos complexo, uma vez que dessa maneira você tem o mesmo preparo e mesma qualificação acadêmica que os americanos.

Há a possibilidade de trabalhar durante a graduação?

Durante os estudos há a possibilidade de realizar um estágio — o que posteriormente auxilia o estudante a entrar no mercado de trabalho —, e para tanto é preciso ter o visto F-1 ou J-1 e verificar as regras de sua universidade.

Dessa maneira, é possível trabalhar como voluntário por até 20 horas semanais durante o período de aulas ou aceitar estágios não remunerados em algumas ocasiões, como:

  • O estágio deve ser como um treinamento e realizado dentro de um ambiente educacional (como na universidade);
  • O foco deve ser a formação e a educação do estudante, portanto, não pode beneficiar apenas o empregador;
  • O estagiário não pode substituir a vaga de um funcionário assalariado;
  • Não há a obrigatoriedade de efetivar o estagiário ao final da experiência;
  • O estágio não pode ser remunerado (exceto se o aluno tiver visto com autorização especial, como os vistos F-1 com CPT ou OPT ou estudante J-1 com Academic Training).

Assim, a maioria dos vistos americanos exige que os alunos aceitem apenas trabalhos dentro da universidade ou relacionados ao seu curso. Portanto, a melhor forma de encontrar um trabalho é consultando diretamente a sua instituição de ensino superior.

Cada universidade americana tem departamentos distintos com sites e serviços de carreiras próprios, que os alunos devem aproveitar. Os serviços estudantis costumam auxiliar os jovens a se inscreverem em programas de treinamento conforme as limitações do seu visto.

Até mesmo para realizar trabalhos voluntários e estágios externamente (desde que dentro da sua área de estudos), é preciso ter a autorização da sua universidade.

Por fim, os estudantes com visto F-1 que concluírem o primeiro ano da graduação em uma faculdade americana podem buscar por vagas utilizando agências de emprego ou bancos de dados externos.

Como entrar no mercado de trabalho nos Estados Unidos após concluir a universidade?

Após o término da faculdade é comum que os estudantes brasileiros queiram continuar morando nos Estados Unidos e, nesse momento, eles têm o objetivo de ingressar de fato no mercado de trabalho.

Por isso, é importante saber que, após o término da universidade, o aluno pode permanecer no país pelo prazo de carência para trocar o seu visto ou programar o seu retorno ao Brasil.

A duração do período varia conforme o visto do estudante, aqueles que têm o F-1 podem ficar até 60 dias, já os que têm o visto M-1 ou J-1 contam com um prazo de 30 dias.

Durante essa etapa, o estudante deve procurar por um trabalho em sua área de formação, caso não tenha saído empregado da faculdade.

Após estar empregado (tanto para os estudantes que já saem da graduação empregados quanto para os que encontram um trabalho durante o prazo de carência), o visto de estudante F1 por meio do programa OPT (Optional Practical Training) pode ser estendido por até 1 ano para o profissional adquirir experiência no mercado de trabalho, sendo que o emprego deve estar diretamente relacionado à área de formação.

Para adquirir esse visto é preciso enviar para a secretaria de sua universidade uma solicitação de OPT I-20. Se o pedido for aceito, a instituição encaminha os dados do estudante para o Student and Exchange Visitor System (SEVIS), que recebe os documentos de imigração necessários para completar a sua inscrição no OPT e que devem ser enviados ao Departamento de Imigração dos EUA.

Como trabalhar nos Estados Unidos após a conclusão da faculdade?

Passado o período de 1 ano concedido para os estudantes, aqueles que estiverem empregados devem solicitar um visto de trabalho americano.

Existem diversos tipos de vistos de trabalho, mas os estudantes internacionais recém-formados no país, em geral, recebem o visto temporário de trabalho (H-1B). Com ele é possível permanecer no país por 3 anos, com possibilidade de estender o período para 6 anos.

No entanto, é válido ressaltar que os graduados estrangeiros não podem fazer a solicitação do visto do trabalho por conta própria, quem deve preencher o requerimento em seu nome é o próprio empregador.

Para realizar a troca do visto de estudante para o de trabalho, é preciso ter uma qualificação acadêmica, como um bacharelado ou outro diploma.

Por fim, para ficar permanentemente nos Estados Unidos é preciso de um Green Card. Para requerê-lo é preciso estar no país com um visto de trabalho temporário e, assim como no caso anterior, é o empregador que preenche os formulários em seu nome.

Fazer uma faculdade no exterior proporciona inúmeras vantagens, pois além da vivência em outro local e os benefícios citados, o mercado de trabalho nos Estados Unidos conta com diversas oportunidades —especialmente para os profissionais que concluem uma graduação no país.

O que achou das nossas dicas? Se você gostou do texto, compartilhe este post nas suas redes sociais e ajude os seus amigos a aprenderem sobre o mercado de trabalho americano.

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Como estudar fora contribuiu com a minha formação como mulher

8 de março de 2019/103 Comentários/em Carreira, Depoimentos /por Daqui pra Fora

Letícia decidiu ir estudar fora do Brasil quando tinha 17 anos. Determinada a alcançar seu objetivo,  se dedicou aos estudos e à natação, uma de suas paixões.  Hoje consultora da Daqui pra Fora, Letícia reflete o quanto essa fase foi importante para sua formação como profissional e como mulher.

Estudar fora me tornou uma mulher e profissional mais preparada

Aos 17 anos, decidi que estudaria nos Estados Unidos e continuaria minha carreira como nadadora, a qual eu já havia iniciado aqui no Brasil.

O objetivo era terminar o ensino médio lá e depois seguir na carreira universitária, tentar uma bolsa através da natação e me formar em uma faculdade internacional.

E assim foi, estudei e nadei primeiro na cidade de Mission Viejo, na California, em um time de natação chamado Mission Viejo Nadadores. Equipe muito renomada dos EUA e onde alguns atletas olímpicos treinaram.

Nunca treinei tanto na minha vida! Durante o ensino médio por lá fui recrutada por algumas universidades e acabei escolhendo a University of Nevada, Reno.

Logo de cara me identifiquei com a equipe, com os treinadores e a atmosfera da universidade. O mais importante naquele momento de escolha da faculdade era me “sentir em casa”.

E não podia ter feito escolha melhor, fui super acolhida, além de receber um imenso suporte emocional. Depois de muitos aprendizados, alguns momentos de questionamentos, muita saudade de casa, da família, dos irmãos e dos amigos, continuei no meu objetivo e nadei os 4 anos pela universidade, onde fui inclusive recordista. Consegui até, de alguma forma, deixar o meu legado por lá! Que alegria!

Hoje, olhando retroativamente tudo que passei nesta importante fase da minha vida, vejo o quanto foi transformador para a minha visão de mundo e a minha construção como mulher.

Em 2019 completei 10 anos de trabalho na Daqui pra Fora, proporcionando aos jovens a mesma oportunidade que tive anos atrás.

Sinto um privilégio enorme em poder trabalhar com algo que acredito, que vivi e que me possibilita acompanhar a transformação de cada jovem nesta jornada.

Sou de uma nova geração de mulheres que acredita e, principalmente, vivencia seu empoderamento. Esta onda só está crescendo! Nossa união nunca foi tão forte. E fazer parte da equipe Daqui pra Fora é ter orgulho de vivenciar e trabalhar nesta nova geração que valoriza, abraça e empodera suas mulheres.

Letícia Cunha

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-03-08 00:00:002024-04-05 09:29:41Como estudar fora contribuiu com a minha formação como mulher

Conheça 6 brasileiros que estudaram em Harvard

14 de fevereiro de 2019/44 Comentários/em Carreira, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar em uma universidade fora do Brasil é um privilégio para poucos e uma oportunidade única. Imagine, então, se for na mais antiga e prestigiada faculdade dos Estados Unidos? Essa, por incrível que pareça, foi a realidade vivida por algumas pessoas: os brasileiros em Harvard.

Em meio a tantos nomes importantes nas mais diversas áreas, como é o caso de Mark Zuckerberg, Natalie Portman, Al Gore e Bill Gates, parece impossível imaginar que nossos conterrâneos façam parte da lista de alumni de uma instituição como Harvard, não é mesmo?

Hoje em dia, com a globalização crescente e os constantes programas de internacionalização das universidades (inclusive as que fazem parte da Ivy League), viver a experiência universitária norte-americana se tornou um plano cada vez mais palpável. Com algum planejamento e muito esforço, é possível conquistar esse passo e fazer parte desse seleto grupo.

Mas afinal, quem são esses brasileiros? Quais foram os seus feitos durante e após a universidade? Continue a leitura e confira a história de pessoas que tiveram a chance de estudar em uma das melhores universidades do mundo e de representar, nas terras do Tio Sam. o nosso país!

1. Jorge Paulo Lemman

Nascido em 26 de agosto de 1939, na cidade do Rio de Janeiro, o empresário e empreendedor Jorge Paulo Lemman tem origem brasileira e suíça. Ele estudou economia na Universidade de Harvard e hoje figura na lista de pessoas mais ricas de todo o planeta.

Fundador da empresa de laticínios Leco e com o nome ligado às Lojas Americanas, esse empreendedor adquiriu muito de sua visão de mercado ao estudar em Harvard. Hoje, o empresário atua no patrocínio de uma série de instituições ligadas à educação e aos esportes (especialmente o tênis, do qual ele foi jogador).

2. Eduardo Saverin

Nascido na cidade de São Paulo em 19 de março de 1982, você provavelmente já ouviu falar sobre Eduardo Luiz Saverin, mesmo que ainda não se lembre disso. Esse empreendedor é um dos nomes responsáveis pela criação do Facebook, junto com Mark Zuckerberg.

Retratado pelo ator Andrew Garfield no drama ‘’A Rede Social’’, de 2010, Eduardo teve uma ativa participação na formação da maior rede social dos dias atuais. Isso gerou, posteriormente, uma série de brigas na justiça pelos ganhos do site. Em Harvard, Eduardo cursou economia.

3. Renan Ferreirinha

Um dos mais jovens nomes a figurar a nossa lista, Renan Ferreirinha nasceu no estado do Rio de Janeiro e foi candidato a Deputado Estadual pelo estado nas eleições de 2018. As principais bandeiras levantadas pelo jovem diziam respeito à democratização da educação e ao aumento da visibilidade das pessoas mais jovens na sociedade.

A experiência internacional de Renan em Harvard com certeza expandiu os seus horizontes para que tudo isso seja colocado em prática. Em Harvard, Renan escolheu os cursos de Ciências Políticas e Economia, que ampliaram a sua visão política e o seu olhar crítico em relação não só ao Brasil, mas a toda a conjuntura política do planeta.

4. Larissa Maranhão

A alagoana Larissa Maranhão é um exemplo de perseverança e mostra que insistir em seus objetivos é fundamental para alcançá-los. A jovem foi rejeitada por Harvard em sua primeira tentativa de ingresso na universidade, mas persistiu e hoje faz parte da seleta lista de alumni dessa instituição.

Apesar de já ter sido aceita (e estar, inclusive, matriculada) na Universidade Federal do Rio de Janeiro, Larissa sonhava em estudar em Harvard e não descansou até receber a carta de aprovação.

Assim como outras pessoas de nossa lista, a jovem de Alagoas decidiu estudar Economia nos Estados Unidos. Esse é um curso em expansão cada vez mais significativa e que tem tudo para se tornar uma das áreas mais fundamentais nos próximos anos.

5. Pietro Leite

Pietro Leite é outro exemplo de força de vontade e da importância de um planejamento cuidadoso para entrar em universidades concorridas como Harvard. O jovem, que fez um extenso preparo para o processo seletivo, fala da importância da ajuda especializada para conquistar esse objetivo.

Para ele, o planejamento é fundamental. Assim como a Larissa, o Pietro fez um trabalho que durou anos, desde o seu ensino médio (que deve ser bem fundamentado, com bases sólidas e muito estudo) até o momento da tão sonhada aprovação.

Por isso, lembre-se que estudar em Harvard é possível, desde que você comece o quanto antes a se preparar e siga à risca as recomendações de seu orientador. Afinal, são muitos testes e etapas até a chegada da carta que mudará a sua vida!

6. Tábata Amaral de Pontes

Por fim, citaremos a história de Tábata Amaral de Pontes, uma das mais jovens Deputadas Federais do Brasil. Nascida em 14 de novembro de 1993, na periferia de São Paulo, em uma região pobre na zona sul, Tábata persistiu e chegou ao ponto de ser uma estudante da Universidade de Harvard.

Tendo sua educação em escola pública, a jovem precisou ralar muito para alcançar os seus colegas em termos de conteúdo. No entanto, a sua disciplina foi fundamental para garantir a tão sonhada vaga nessa universidade, onde cursou Ciências Políticas e Astrofísica.

Hoje, eleita como a sexta deputada mais votada pelo estado de São Paulo, Tábata tem um árduo trabalho pela frente: o de mostrar como a educação pode efetivamente mudar o mundo e inserir políticas que democratizem o ensino para camadas mais pobres, fazendo com que, no futuro, outros jovens periféricos tenham a mesma oportunidade que ela teve.

E aí, gostou de conhecer um pouco sobre os brasileiros em Harvard? Que tal fazer parte dessa lista em uma publicação futura? Para isso, inicie o quanto antes a sua preparação e conte com a orientação de uma equipe especializada, que fará com que as suas chances de entrar em uma faculdade renomada sejam muito maiores!

Para ficar sempre por dentro de nossas publicações e de todas as novidades, é muito fácil: basta assinar a nossa newsletter! Com ela, você receberá as próximas postagens diretamente em seu e-mail, sem precisar checar o blog para saber se algo foi publicado. Até a próxima!

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Vantagens de ter uma graduação internacional no currículo

30 de outubro de 2018/59 Comentários/em Canadá, Carreira, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

O mercado de trabalho vem buscando, cada vez mais profissionais com características multidisciplinares, capazes de lidar com diversos meios e situações do cotidiano. Além disso, a crise econômica que o Brasil atravessa atualmente tem revelado novos desafios para quem está iniciando a carreira.

Nesse cenário, é interessante explorar os benefícios que uma graduação internacional no currículo pode trazer. Pense bem, o jovem que tem a oportunidade de estudar fora do país pode realizar sua formação acadêmica em uma das melhores universidades do mundo, além de ter uma experiência de vida ímpar, capaz de prepará-lo para o futuro, tanto pessoal quanto profissional.

Quer saber mais sobre as vantagens de fazer faculdade no exterior? Continue a leitura!

Vantagens da graduação internacional no currículo

As relações de trabalho estão em mutação há alguns anos. Hoje em dia, se colocar no mercado de trabalho não depende unicamente de uma formação acadêmica excepcional e de um currículo invejável.

No entanto, esses itens ainda são muito importantes. As empresas estão buscando profissionais com capacidade criativa, que sejam inovadores, tenham inteligência emocional e experiências de vida variadas.

Em todos esses pontos, fazer uma graduação internacional se apresenta como uma vantagem. Isso porque as melhores universidades do mundo estão fora do Brasil. De acordo com o ranking 2024 Times Higher Education, de instituições internacionais de ensino superior, 57 das 100 universidades mais prestigiadas do planeta estão nos Estados Unidos, no Canadá e no Reino Unido.

Segundo esse mesmo ranking, a universidade brasileira melhor posicionada – a Universidade de São Paulo (USP) – está entre a 251ª e a 300ª colocação.

Fazer faculdade no exterior significa desenvolver a fluência em outro idioma logo no início da carreira profissional. Hoje em dia, falar inglês é, basicamente, uma obrigação para quem está no mercado.

Mas, dominar a língua em todas as suas nuances é um privilégio de quem tem a oportunidade de morar e estudar fora. Se você almeja cargos em multinacionais ou, até mesmo, em empresas nacionais que tenham atuação no mercado internacional, isso já é um grande diferencial.

Além disso, universidades estrangeiras proporcionam metodologias de ensino diferenciadas, baseadas, principalmente, na flexibilidade acadêmica. Isso quer dizer que o aluno pode escolher entre uma grande variedade de cursos e matérias disponíveis, podendo, ainda, cursar duas faculdades simultaneamente (dupla graduação).

O modelo de ensino consiste em fazer as matérias-base para todos os cursos nos primeiros dois anos da faculdade, fazer as matérias-base do curso escolhido no terceiro ano e, no último, fazer as disciplinas de especialização e aprofundamento. Dessa maneira, o aluno tem até o final do segundo ano do curso para definir a sua major.

Além dessa metodologia, as universidades estrangeiras proporcionam ao aluno variadas organizações estudantis, que viabilizam o desenvolvimento técnico e comportamental, ajudando os jovens a colocarem em prática os aprendizados da sala de aula, preparando-os melhor para o mercado de trabalho.

Experiência cultural e acadêmica diversa

A vivência em outro país, com culturas diferentes da brasileira, trará uma grande bagagem de conhecimentos e habilidades para as suas relações interpessoais.

Você aprenderá a se adaptar a diversas situações sociais e isso pode ser muito útil no seu dia a dia profissional. Esse é um dos diferenciais que os recrutadores estão procurando.

Outro ponto importante é a maturidade que a experiência trará: você será visto como um “cidadão do mundo”, ou seja, como alguém que não tem dificuldades em realizar tarefas variadas.

Além disso, fazendo faculdade no exterior você pode desenvolver todas as outras qualidades buscadas pelos recrutadores. Afinal, a experiência adquirida não vai se limitar aos seus estudos, ela vai se expandir para a sua vida pessoal.

Competências técnicas e comportamentos como aptidão para encontrar soluções rápidas e eficientes, sagacidade para tomar decisões importantes, espírito empreendedor, proatividade e liderança são prováveis artefatos no skillset de quem tem uma graduação internacional no currículo. Outras qualidades desejadas que podem ser adquiridas durante a experiência de estudar fora são:

  • Adaptação e flexibilidade;
  • Organização e administração do tempo e da vida;
  • Maturidade e facilidade de comunicação com diversos tipos de pessoas;
  • Independência e autonomia;
  • Mente globalizada;
  • Saída da zona de conforto.

A capacidade de lidar com o imprevisto, oferecendo soluções eficientes e sabendo identificar como outras pessoas podem ser úteis no processo são outros diferenciais competitivos valiosos para qualquer profissional atualmente.

Networking internacional

Outra vantagem importante para quem faz faculdade no exterior é a oportunidade de fazer networking com pessoas de vários lugares do mundo. Sua rede de contatos profissionais fica mais diversa e ampliada, afinal você vai conviver diariamente com pessoas de outros países, que se tornarão colegas de profissão ao fim da experiência.

Você poderá estabelecer vínculos com professores, colegas de classe, chefes de estágios, roommates, moradores da cidade etc. É possível, também, explorar outras áreas de atuação e expandir seus conhecimentos, o que pode render indicações para eventuais vagas de emprego que possam surgir.

Valorização das empresas e programas exclusivos para alunos internacionais

Estudantes formados em universidades do exterior têm mais uma vantagem no que diz respeito à sua projeção no mercado de trabalho. No Brasil, há várias empresas que oferecem programas exclusivos de recrutamento e seleção para jovens que estudam fora do país.

Itaú, Vetor Brasil, Ambev, J.P. Morgan e BTG Pactual são alguns dos nomes que oferecem esse tipo de oportunidade. Você pode conferir vagas disponíveis no site da Brazilian Student Association (BRASA), uma associação sem fins lucrativos que busca conectar alunos brasileiros ao redor do mundo.

Os benefícios de ter uma graduação internacional no currículo são muitos e são diversificados. Além de figurar como uma experiência única no âmbito pessoal, fazer uma faculdade no exterior é a melhor chance que o jovem brasileiro tem de ingressar no mercado de trabalho de maneira consistente em meio a um cenário de crise econômica.

Somam-se a isso as possibilidades de aperfeiçoamento de idiomas estrangeiros, networking internacional e enriquecimento da bagagem cultural.

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Veja como estudar nos Estados Unidos e Canadá te deixa melhor preparado(a) para o mercado de trabalho!

27 de fevereiro de 2018/116 Comentários/em Carreira /por Daqui pra Fora

Um aluno escolhe uma universidade para, principalmente, aprender técnicas e teorias da sua área e se tornar um profissional competente e preparado para exercer sua profissão. Porém, mais do que habilidades técnicas, a vivência na universidade ensina habilidades interpessoais muito importantes para a carreira de um jovem – as famosas soft skills, que já escrevemos sobre. Você pode ler aqui.

O sistema de ensino brasileiro perde para os sistemas americanos e canadenses quando falamos em desenvolvimento fora da sala de aula. As universidades nos Estados Unidos e Canadá possuem melhores estruturas, melhores profissionais e modelos de ensino mais adequados para preparar um jovem para os desafios de um mercado cada vez mais competitivo e abrangente.

Para ser um profissional completo, já não basta mais ter domínio técnico impecável. As habilidades que vamos mencionar a seguir já são muitas vezes mais consideradas pelos recrutadores do que a técnica. E com toda a segurança, podemos afirmar que as universidades americanas e canadenses dão a oportunidade de desenvolver cada uma dessas habilidades!

 

Adaptabilidade

Novas profissões surgem a todo momento, e novas necessidades dentro de empresas surgem quase que diariamente. Um bom profissional precisa ser capaz de se adaptar rápido a mudanças e a novas demandas que podem surgir.

Um jovem que escolhe estudar fora de seu país vive se adaptando desde o dia que tomou essa decisão. Se adapta ao processo de aplicação – muito diferente do brasileiro – se adapta ao novo país, ao novo estilo de ensino, a nova língua e aos costumes e tradições locais. Se adaptar bem a mudanças é uma das chaves do sucesso de um aluno(a) internacional, portanto, ao chegar ao mercado de trabalho, esse aluno(a) não terá dificuldade a se adaptar a qualquer situação.

Abrangência de conhecimento

Jovens que estudam em universidades brasileiras, em sua maioria, recebem um currículo de aula pronto e estático desde que inicia o curso. As aulas são sempre relacionadas ao curso e sofrem pouca variação de áreas de conhecimento. Nos Estados Unidos e Canadá isso é completamente diferente. É necessário que o aluno pegue aulas nas mais diversas áreas do conhecimento, e é amplamente encorajado a ter aulas fora de seu curso.

As empresas hoje procuram profissionais que possam aplicar conhecimentos mesclados em prol de resoluções de problemas mais criativas. Ter um conhecimento abrangente de áreas não relacionadas a profissão faz com que o profissional possa pensar fora da caixa e olhar uma situação sob perspectivas bem diferentes.

Networking e trabalho em equipe

O coletivo é extremamente valorizado no mercado de trabalho atual, que traz empresas cada vez mais plurais e diversas. Ter bom relacionamento com colegas e construir uma rede de contatos sólida e interessante é muito bem visto por recrutadores.

Estudar nos estados unidos e Canadá é uma forma muito efetiva de construir uma rede de relacionamentos global. As universidades possuem uma diversidade de nacionalidades imensa, e é possível estudar com pessoas de todos os cantos do mundo. Além disso, o trabalho em equipe é muito fomentado no modelo de ensino americano e canadense, seja nos trabalhos em sala ou no grande incentivo para participar de clubes e grupos externos as aulas.

Organização e Independência

As empresas procuram jovens que possam cuidar de si mesmos, serem independentes e que também sejam organizados e responsáveis. Tudo isso se torna necessidade para sobrevivência quando se escolhe estudar no exterior.

O estudante precisa se organizar com relação as aulas, a alimentação, a horas de sono, a seus pertences, a suas tarefas e compromissos, tudo isso sozinho e em um país que não é seu. Organização é aprendida todos os dias da vida de um estudante internacional, e ser independente é uma consequência dessa escolha. Nada melhor para preparar para os desafios profissionais do que vivê-los diariamente por alguns anos.

Liderança

Faz parte da experiência na universidade se envolver em clubs e associações, e, muitas vezes criar ou gerir algumas delas. os clubs e associações são locais que funcionam como miniempresas, e o aluno (a) pode se envolver bastante na gestão deles.

É sabido que ser líder não tem nada a ver com mandar em pessoas. Ser líder é inspirar, é trocar ideias, é saber ouvir a todos e tomar frente de situações quando necessário. Ter experiências como essa em clubs e associações estudantis com certeza preparam o estudante para situações onde a liderança será necessária.

 

Saiba mais sobre como estudar nos Estados Unidos em Canadá! Clique aqui e entre em contato com a Daquiprafora!

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O que os CEOs de grandes empresas cursaram na universidade?

21 de fevereiro de 2018/92 Comentários/em Carreira, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Para alunos que estão entrando agora na universidade, escolher o curso em que irão se graduar é uma decisão muito importante. O sentimento desses alunos é que o curso que escolherem agora irá moldar toda sua trajetória no futuro. Mas não é sempre assim.

Muitos CEO’s de empresas renomadas no mundo todo fizeram cursos na universidade que não são necessariamente no mesmo ramo em que atuam. Muitos vieram com diferentes backgrounds da universidade e puderam engrandecer ainda mais seu negócio devido as experiências diferenciadas que a universidade proporcionou. Veja abaixo alguns exemplos:

[slide-anything id=”2241″]

Um das vantagens do sistema de ensino americano é a possibilidade de escolher o curso em que irá se formar depois de dois anos de faculdade, além do aluno poder se envolver em outras áreas para poder ampliar seus conhecimentos! Saiba mais sobre como fazer faculdade nos Estados Unidos e Canadá – contate-nos!

Matéria inspirada em artigo do Business Insider. Leia na íntegra aqui.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-02-21 00:00:002020-12-08 15:51:13O que os CEOs de grandes empresas cursaram na universidade?

5 dicas imperdíveis para estágios de verão

22 de novembro de 2017/55 Comentários/em Carreira, Dicas /por Daqui pra Fora

Os estágios de verão (summer internships) são oportunidades de trabalho temporárias que grande parte dos estudantes universitários nos Estados Unidos e Canadá realizam durante as férias do meio do ano.

Além de ser um longo período sem aulas (maio a agosto), são através dessas vagas que muitos estudantes têm contato com suas primeiras experiências efetivas em um ambiente de trabalho.

Como funcionam os estágios de verão?

Muitas empresas iniciam os processos de contratação de estagiários logo no início do ano. Tendo isso em mente, preparamos esse artigo em que damos algumas dicas sobre o que fazer e como se preparar para obter um estágio.

Inicie as buscas com antecedência

Suas chances de conseguir um estágio serão muito maiores se você iniciar as buscas cedo. Quanto mais cedo, mais vagas estarão abertas.

Elabore planos

Todo mundo deseja começar sua carreira naquela empresa dos sonhos, mas nem sempre pode ser assim. Por isso, elabore diversos cenários e não se prenda somente às suas primeiras escolhas.

Não deixe para procurar oportunidades somente nos Estados Unidos ou em multinacionais. Toda oportunidade de aprendizado nessa fase de sua vida é válida.

Elabore um bom currículo

Ele pode ser um grande diferencial entre você e os outros concorrentes. Em vagas de estágio, eles têm noção de que os estudantes têm pouca ou nenhuma experiência, então procure ressaltar suas qualidades e as atividades que você se engajou em sua vida universitária, para mostrar que você possui um perfil proativo e responsável.

Prepare-se adequadamente para entrevistas

Fique atento à sua postura, vista-se adequadamente e tenha desenvoltura e clareza ao falar. Estar bem preparado será fundamental para o sucesso em uma entrevista. Fique sempre atento a isso.

CPT – Curricular Practical Training

Você conhece o CPT? CPT é uma opção para que o estágio que você realizar conte como créditos na universidade. Ele é concedido para aqueles alunos matriculados em aulas que solicitam estágio para cumprir sua carga horária.

O estágio deve estar ligado a graduação do aluno e a autorização é emitida pela própria faculdade. Essa é a autorização mais comum para os alunos que ficam nos EUA trabalhando no verão. Para mais informações, procure o International Office de sua faculdade.

Nossa coordenadora do Departamento de Apoio e Desenvolvimento fez um vídeo sobre estágios no 1º e 2º ano  de faculdade. Assista abaixo:

Se você tem o sonho de fazer faculdade no exterior e precisa de assistência especializada para fazer a sua application, o time da Daqui pra Fora pode ajudar. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-geral-blog-02.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-11-22 00:00:002024-03-22 22:00:395 dicas imperdíveis para estágios de verão

Mercado de trabalho: o diferencial atual

15 de novembro de 2017/114 Comentários/em Carreira /por Daqui pra Fora

Há algum tempo postamos em nosso blog a matéria Desenvolvendo as Soft Skills.

Gostaríamos de complementar esse nosso post com uma matéria que saiu na revista Exame, intitulada Dá para melhorar?.

Nessa matéria, profissionais e empresas consagradas na área de recursos humanos reforçam a importância das habilidades comportamentais, também conhecidas como soft skills, na formação de um profissional.

Baixe nosso e-book e descubra as vantagens de fazer faculdade no exterior

Como se desenvolver para o mercado de trabalho

A Daqui pra Fora é uma empresa que acredita na graduação no exterior não somente porque as melhores universidades do mundo estão lá fora, mas, principalmente, porque os jovens são constantemente expostos a situações que os fazem desenvolver justamente esse lado social e emocional.

A falta dessas habilidades está sendo o principal motivo para a eliminação de candidatos no processo seletivo das empresas, independente do “nome” ou “ranking” da universidade em que o candidato se formou.

Nem mesmo o fato de falar inglês fluente está sendo hoje garantia de contratação. No entanto, se o candidato demostrar capacidade de raciocínio lógico, análise e resolução de problemas, visão sistêmica, junto com fatores comportamentais (sendo resiliência e capacidade de argumentação os principais aliados atualmente), a probabilidade dele ser contratado torna-se muito maior.

Contudo, mesmo com as pesquisas comprovando cada dia mais a crescente valorização das soft skills pelo mercado de trabalho, estudos demonstram que aproximadamente 70% dos jovens ainda acreditam que serão bem sucedidos no trabalho independente das suas competências sociais e emocionais, e que se formar em uma universidade consagrada lhes garantirá um diferencial automático.

Porém, a maioria das grades curriculares de faculdades brasileiras e estrangeiras focam quase que exclusivamente em atributos técnicos, ficando a cargo do estudante buscar maneiras de se desenvolver emocional e socialmente.

Por isso, a nossa equipe está sempre enfatizando o envolvimento em atividades extracurriculares não só na preparação para admissão em faculdades estrangeiras, como também para a preparação para o ingresso no mercado de trabalho.

Equipe de Apoio e Desenvolvimento (DAD).

Se você deseja saber mais sobre a oportunidade de fazer faculdade nos Estados Unidos ou Canadá, preencha agora o formulário abaixo e converse com o nosso time de especialistas.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-5.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2017-11-15 00:00:002024-04-16 13:48:43Mercado de trabalho: o diferencial atual
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