Daqui pra Fora
  • Início
  • Nossos Alunos
  • Programas
  • Materiais
  • Eventos online
  • Blog
  • A Daqui pra Fora
  • Teste suas chances
  • Agenda uma consulta
  • Menu

Vestibular brasileiro ou internacional: preciso escolher?

2 de abril de 2020/121 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Nem todo mundo chega no Ensino Médio cheio de certezas em relação ao que vai fazer depois de se formar. Ao contrário. Além das dúvidas sobre qual curso fazer, é cada vez mais comum os estudantes não conseguirem escolher entre o vestibular brasileiro ou  a candidatura internacional. Por isso calma, você não está sozinho nesse barco.

E esse momento, que já não é dos mais tranquilos, pode ficar ainda mais tenso se o aluno se sentir pressionado, achando que precisa escolher o quanto antes para qual processo seletivo se preparar. Afinal, eles apresentam exigências diferentes e requerem diferentes esforços.

Mas não é bem assim. Você não precisa decidir com antecedência onde vai estudar. É totalmente possível construir uma excelente candidatura para estudar no exterior e ao mesmo tempo se preparar para o ENEM e para os vestibulares aqui no Brasil.

Muito do que se faz na preparação para o vestibular, e mesmo no próprio Ensino Médio, pode colaborar na elaboração de uma boa application. Por isso, com planejamento, foco e organização é possível se preparar para os dois processos.

Entenda o vestibular internacional

Nos processos seletivos no exterior, vários aspectos da vida acadêmica e pessoal do candidato são levados em conta. Não é uma única nota, nem mesmo algumas notas, que definem quem entra ou não numa universidade lá fora.

É bom ter sempre em mente que o processo é holístico, ou seja, eles se preocupam em avaliar o indivíduo como um todo.

As notas dos últimos 4 anos do colégio são importantes. Com a média desse período, você vai poder direcionar melhor sua candidatura para faculdades que são mais alinhadas com o seu perfil acadêmico.

Ainda vão entrar nessa conta as notas das provas padronizadas, como o SAT ou o ACT e o TOEFL ou o IELTS (que medem a proficiência em inglês do candidato).

Mas não é só isso. As universidades lá fora dão bastante valor também ao que o candidato faz fora da sala de aula ou mesmo fora da escola. Por isso, é muito importante se engajar em atividades extracurriculares.

Elas vão mostrar  às instituições quem você é, falam muito sobre as suas habilidades, suas experiências e sobre sua personalidade.

O mesmo acontece com as redações ou essays. Com temas sempre ligados a aspectos pessoais, elas são fundamentais para mostrar às bancas de admissão quem você é.

As universidades americanas ainda solicitam cartas de recomendação. Elas devem ser escritas por pessoas que conhecem você a fundo, geralmente professores e coordenadores.

Nelas eles precisam escrever sobre suas principais qualidades como estudante e como pessoa. São mais um instrumento que a universidade usa para conhecer melhor o candidato.

Quando os candidatos têm notas parecidas, estes quesitos são essenciais para definir quem é aceito ou não em uma instituição. Por isso, é preciso dar muita atenção a todos eles.

Torne essa jornada mais leve

A construção da candidatura no exterior é um processo longo e abrangente. Um bom planejamento, muita disciplina e foco com certeza vão tornar essa jornada mais leve e com mais chances de sucesso.

Para isso, é importante ter uma orientação especializada. A Daqui pra Fora tem mais de 18 anos de experiência assessorando milhares de estudantes brasileiros a realizarem o sonho de estudar no exterior. São mais de 3.000 alunos aceitos em excelentes instituições e mais de R$ 500 milhões em bolsas de estudo.

Com profissionais especializados em cada etapa do processo, a DpF trabalha com o aluno na construção das applications para que ele seja aceito nas melhores universidades de acordo com o seu perfil.

A equipe orienta o candidato de forma personalizada durante toda a jornada, focando no planejamento e na organização do trabalho. Monitora a performance acadêmica, ajuda a definir as atividades extracurriculares, dá orientação para as redações e para as cartas de recomendação.

A DpF ajuda ainda na seleção das universidades onde o aluno deve aplicar (de acordo com o seu perfil), direciona seus esforços e faz com que ele foque exatamente onde precisa e se organize para estudar para todos os vestibulares necessários, maximizando, assim, suas chances de sucesso.

Quer saber tudo sobre o processo seletivo no exterior? Assine nossa Newsletter e veja como ir em busca do seu lugar nas melhores universidades do mundo.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Blog-Dia-4.jpg 1416 2123 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-04-02 00:00:002024-02-21 13:37:35Vestibular brasileiro ou internacional: preciso escolher?

Meu filho tem chance de fazer faculdade no exterior?

16 de março de 2020/116 Comentários/em Canadá, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

É muito comum pais e alunos que querem fazer faculdade fora hesitarem ou até desistirem da ideia antes mesmo de tentar por acharem que não serão aceitos. É comum pensar que, só os melhores, aqueles que se destacam nas notas no colégio, têm chance de estudar no exterior. Afinal, as melhores faculdades do mundo estão lá.

Mas, diferentemente do que muitos pensam, para entrar nas melhores faculdades do mundo não precisa ter sido o melhor da turma e nem mesmo estar entre os melhores.

A oferta de excelentes universidades no exterior é muito grande e há lugar para alunos de diferentes perfis em instituições de alto nível.

De acordo com o conceituado ranking das melhores universidades do mundo da Times Higher Education (THE), há pelo menos 300 universidades melhores que a brasileira mais bem ranqueada, a USP. E dezenas de outras no mesmo nível dela.

Assim, alunos considerados medianos aqui no Brasil são aceitos em muitas excelentes universidades no exterior.

Onde são aceitos alunos com média 6 ou 7?

Estudantes com média entre 6 e 7 costumam ser aceitos em ótimas instituições, como a Indiana University, por exemplo, 134a  no ranking THE.

Muito respeitada nos EUA e no mundo, IU é uma universidade com 33 mil estudantes na graduação, mais de 200 centros de pesquisa e institutos, alguns deles reconhecidos entre os melhores do mundo, e um orçamento anual de US$ 3,5 bilhões. IU é a 18a universidade com mais estudantes internacionais nos Estados Unidos.

Arizona State University, 155a no ranking THE, é outra universidade onde alunos com médias entre 6 e 7 aqui no Brasil são aceitos. Com mais de 1/5 de alunos internacionais, ASU foi considerada há 3 anos a instituição de ensino superior mais inovadora dos Estados Unidos.

Tem atualmente no seu staff dois professores vencedores do Prêmio Nobel e seis vencedores do Prêmio Pulitzer na sua história.

Onde são aceitos alunos com média 7 ou 8?

Alunos com médias entre 7 e 8 são aceitos, por exemplo, na Boston University, 61a do mundo no ranking da Times Higher Education. BU é uma das maiores universidades da região de Boston, um dos principais polos estudantis dos Estados Unidos e do mundo.

Oferece 250 cursos em 17 diferentes faculdades e tem 17 mil alunos na graduação em dois campus nos Estados Unidos, além de vários importantes programas internacionais em diferentes países.

Na University of Manchester, no Reino Unido, também são aceitos estudantes do mundo todo com médias entre 7 e 8 no colégio. Manchester é a região com maior concentração de estudantes na Europa. A University of Manchester é considerada a 55a melhor do mundo segundo o ranking da THE.

Dividida em 4 faculdades, tem o maior campus do Reino Unido. Sua biblioteca tem mais de 4 milhões de livros impressos, mais de 41 mil jornais eletrônicos e 500 mil e-books. Entre seus alunos e professores, atuais e antigos, encontram-se 25 vencedores do Prêmio Nobel.

Onde são aceitos alunos com média 8 ou 9?

Alunos com médias entre 8 e 9 costumam ser aceitos em universidades ainda mais bem ranqueadas, como a UCLA e a University of Toronto, 17ae 18ano ranking THE, respectivamente.

Na UCLA, em Los Angeles, um corpo docente reconhecido internacionalmente é responsável por 230 cursos (entre graduação e pós-graduação) e mais de 5.000 disciplinas. É um dos principais centros de pesquisa e de performances na área de artes nos Estados Unidos e no mundo.

UCLA oferece ainda para os alunos mais 1.100 organizações (extracurriculares), onde os alunos podem se desenvolver nas suas áreas de interesse. E para quem quer mais experiência internacional, há 275 programas em 39 países.

Com muito prestígio internacional, a University of Toronto, no Canadá, tem 60 mil alunos (entre graduação e pós) de mais de 150 países. É um lugar cosmopolita e multicultural, assim como a cidade que a abriga.

Tem parceria  com diversos institutos de educação e indústrias no mundo todo. Com enorme reputação em inovação e pesquisa, foi o berço da descoberta da insulina e da pesquisa com células tronco.

Onde são aceitos alunos com média 9 ou 10?

Estudantes com notas entre 9 e 10 têm mais chances de serem aceitos nas universidades melhor ranqueadas do mundo, como a University of Oxford na Inglaterra, a número 1 do ranking em 2024, ou Harvard, nos Estados Unidos, 4a colocada no mesmo ranking.

Localizada nas imediações da cidade medieval, a University of Oxford tem 44 faculdades, mais de 100 bibliotecas, para seus 22 mil alunos, mais da metade na graduação e 40% deles estrangeiros.

A network de ex-alunos de Oxford inclui 250 mil pessoas, entre elas líderes como Bill Clinton, Indira Ghandi e 26 primeiros-ministros do Reino Unido. Além disso, estão ligados à universidade 11 vencedores do Prêmio Nobel de Química, 5 de Física e 16 de Medicina.

Harvard é a mais antiga instituição de ensino superior dos Estados Unidos e uma das mais prestigiadas e concorridas do mundo.

Estudaram em Harvard 157 premiados com o Nobel (número maior que qualquer outra instituição), 48 vencedores do Pulitzer (Jornalismo e Literatura), 14 contemplados pelo Turing (Computação) e 18 ganhadores da medalha Fields (Destaque em Matemática).

Também saíram de Harvard 8 presidentes dos Estados Unidos, entre eles George W. Bush e Barack Obama. Dos 371 mil estudantes que formam a network de ex-alunos de Harvard, 59 mil são estrangeiros, de mais de 200 países.

Encontre a universidade certa para o perfil de seu filho

Como vimos, as notas dos últimos 4 anos do colégio, que compõem a média (ou GPA) são importantes para a admissão nas universidades no exterior. Mas não são o único aspecto levado em conta pelas universidades lá fora.

O processo seletivo é holístico e abrange ainda outros fatores, como provas padronizadas, atividades extracurriculares, redações e cartas de recomendação.

Por isso, excelentes universidades no exterior recebem alunos com diversos perfis, tanto acadêmico quanto pessoal.

Quer saber mais sobre como seu filho pode se preparar para estudar em uma universidade no exterior? Assine nossa newsletter para ter todas as informações.

 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Meu-filho-tem-chance-de-fazer-faculdade-no-exterior.png 1415 2121 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-03-16 00:00:002024-03-05 14:30:29Meu filho tem chance de fazer faculdade no exterior?

Meu filho quer fazer faculdade no exterior, e agora?

10 de março de 2020/58 Comentários/em Canadá, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

A decisão de fazer faculdade no exterior é um marco importante não só na vida do aluno, mas de toda a família. É um momento novo para todos, que implica, entre outras coisas, em separação, e muitas dúvidas podem aparecer, tanto para quem vai sair de casa quanto para quem fica, os pais.

Por isso, é importante planejar bem esse momento importante para que ele seja o melhor possível para todos os envolvidos.

Pensando nisso, juntamos informações relevantes que podem ajudar seu filho e toda a sua família a lidar com essa fase da vida de maneira mais tranquila. Confira!

Como evitar os receios que surgem na jornada de estudar fora?

Para os pais, existe o medo da distância, de ter muita saudade, de o filho não conseguir se virar sozinho. Pode ter ainda a preocupação se ele vai estar bem instalado, confortável, seguro, afinal você não poderá checar isso tudo daqui.

E aí, muitas vezes aparece aquela vontade de resolver tudo por eles. E ainda pode haver o receio de não conseguir dar conta financeiramente do projeto. Dúvidas nessa hora não faltam, não é mesmo?

Mas para superar todas as inseguranças e poder dar o apoio de que seu filho precisa nessa jornada, o primeiro passo é estar bem informado. Quanto mais conhecimento tiver de tudo pelo que seu filho vai passar, desde o início da jornada, mais segurança você terá para dar o suporte necessário.

Vale a pena, então, pesquisar junto com o aluno sobre os locais onde ele pretende fazer a faculdade, como é a cidade, o clima e os costumes do local. E sobre a própria universidade, é muito bom ter informações sobre o ambiente acadêmico, a estrutura e a grade curricular.

Como apoiar meu filho a fazer faculdade no exterior?

Conversar com seu filho, vivenciar, participar da construção desse projeto, certamente ajuda a deixar os pais mais tranquilos. Quando os pais e toda a família se envolvem na concretização desta jornada, ela passa a ser uma conquista de todos.

Dessa forma, todos dividem o sucesso e assim o medo da distância e da saudade diminui bastante. Mas também é importante lembrar que quem deve liderar esse projeto é o próprio estudante e os pais devem ficar ao seu lado, incentivando o desenvolvimento da autonomia, soft skill muito importante para o sucesso dessa jornada.

Este envolvimento deve começar desde a preparação para o processo seletivo, que lá fora é holístico e muito diferente de como ele acontece no Brasil. As universidades no exterior avaliam o aluno como um todo, incluindo aspectos acadêmicos e pessoais. É importante os pais conhecerem as etapas desse processo e estarem junto com o aluno em todas elas.

O apoio passa por dar suporte na construção de um currículo forte, de identificar as oportunidades de atividades extracurriculares e tudo mais que envolve o desenvolvimento de uma boa candidatura.

Por isso, cabe aos pais incentivar os estudos desde cedo. O aluno não precisa ser o melhor da classe, mas ter boas notas e envolvimento em atividades extracurriculares durante toda a vida acadêmica certamente são fatores que ajudarão o estudante a construir uma candidatura forte para uma faculdade no exterior.

Como lidar com o stress da jornada?

Também faz parte estar ao lado do filho nos momentos de stress e cansaço, que são comuns e muitas vezes aparecem em forma de irritação . É bom parar para pensar se não está havendo muita pressão por parte da família sobre o estudante. Isso nunca é bom. Ao contrário, só atrapalha.

Por isso, durante toda a jornada, o ideal é sempre manter o diálogo, estar com a cabeça aberta para ouvir os objetivos, os receios, as preferências e as escolhas deles, tanto no que diz respeito à carreira que se pensa em seguir quanto em relação à universidade que quer cursar. Isso com certeza vai dar mais confiança ao aluno.

Alguns pais, até mesmo de maneira inconsciente, acabam colocando muitas expectativas em relação a conquistar uma vaga em universidades de renome, mas que muitas vezes não estão alinhadas com o perfil do estudante e não o farão feliz durante os próximos quatros anos.

Por isso, a seleção de para quais instituições aplicar é delicada e deve ser muito conversada em casa, sempre levando em consideração o que o aluno busca, pois lembre-se que eles são os protagonistas nessa história.

Para os pais, que ficam, uma forma de diminuir a ansiedade durante a preparação ou mesmo após a viagem e o início das aulas, é encarar esse momento como uma oportunidade inigualável de desenvolvimento para seus filhos.

Incentivar a autonomia pode ser doloroso no começo. Mas todos os pais que resistiram a resolver todos os problemas à distância pelos filhos e acreditaram em suas capacidades de solucionar as questões do dia a dia relataram como a experiência foi transformadora no amadurecimento desses jovens.

Focar nos benefícios para eles e em como essa pode ser uma experiência de vida única faz todo o esforço valer muito a pena.

O segredo para ter sucesso na jornada de estudar no exterior

A jornada para realização deste sonho pode parecer longa e complexa. Por isso, buscar todas essas informações na internet, muitas vezes pode ser confuso e difícil de encontrar sua veracidade.

O ideal é buscar orientação profissional de quem já trabalha com isso há muito tempo. A consultoria educacional da Daqui pra Fora conta com profissionais experientes que os guiarão por todo o caminho a ser percorrido, desde a preparação, seleção das universidades, na hora da candidatura e mesmo durante os anos na faculdade fora do país, de forma individual e personalizada.

Quer saber mais sobre este tema? Assine nossa Newsletter e fique por dentro de tudo o que envolve a jornada de estudar fora.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Meu-filho-quer-fazer-faculdade-no-exterior-e-agora.jpg 853 1280 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-03-10 00:00:002024-03-15 16:14:08Meu filho quer fazer faculdade no exterior, e agora?

Veja onde mulheres influentes do mundo estudaram

5 de março de 2020/57 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Em toda a história, o mundo foi influenciado por estudiosos, políticos, filósofos, cientistas, acadêmicos das mais diferentes áreas, que mudaram os rumos da humanidade.

Muitas mulheres também participaram dessas mudanças e cada vez mais elas vêm deixando suas marcas, ocupando espaços e fazendo a diferença nos mais diversos segmentos.

Neste século, as mulheres são cada vez mais protagonistas em pesquisas científicas, lideram grandes empresas e equipes, têm cargos públicos de destaque, ganham prêmios nas artes, na ciência, no esporte e defendem causas importantes em todo o mundo.

A formação acadêmica é com certeza um ponto crucial na trajetória de todas elas. Nas universidades elas deram início às suas pesquisas, conheceram pessoas importantes, descobriram novos caminhos e, principalmente, realizaram sonhos.

Mulheres e universidades no exterior que inspiram

Conheça a trajetória de 5 mulheres que já impactaram milhares ou até milhões de vidas e saiba um pouco mais sobre as universidades que elas cursaram e que as ajudaram a chegar onde estão.

São histórias que, com certeza, inspiram muita gente, especialmente quem pensa em estudar no exterior, onde estão as melhores universidades do mundo.

Malala / University of Oxford (Reino Unido)

A paquistanesa Malala Yousafzai é a mais jovem ganhadora do prêmio Nobel da Paz (foi premiada aos 17 anos). Desde os 11 anos lutou pelo direito das meninas à educação em seu país.

Aos 15 anos foi baleada por militantes extremistas do Taliban, regime contra o qual lutava, e sobreviveu.  O atentado gerou reações no mundo todo e Malala, depois de ganhar inúmeros prêmios, é hoje o maior símbolo da luta pela Educação no mundo.

Ela conseguiu prosseguir nos estudos e cursa “Filosofia, Política e Economia” na Lady Margareth Hall, que faz parte da Oxford University, na Inglaterra.

A Oxford University é uma das mais tradicionais instituições do Reino Unido e do mundo. Hoje é número 1 no conceituado ranking das melhores universidades do mundo, da Times Higher Education.

Lá, Malala faz parte do clube de cricket, da Oxford Union e da Oxford Pakistan Society. Ela ainda é guia da universidade para encorajar jovens estudantes, especialmente os que fazem parte de grupos minoritários, a aplicarem para Lady Margareth Hall.

Michelle Obama / Princeton e Harvard (EUA)

A ex-primeira dama dos Estados Unidos, casada com Barack Obama, é advogada e escritora. Michelle nasceu e cresceu em Chicago. Depois de se destacar no High School, estudou Sociologia em Princeton (Nova Jersey) e Direito em Harvard (Massachussetts).

São duas das principais universidades dos Estados Unidos e do mundo, sexta e quarta colocadas, respectivamente, no ranking da Times Higher Education, ambas membros da prestigiada Ivy League.

Depois de formada, Michelle Obama trabalhou em grandes escritórios de advocacia e em um deles conheceu o futuro marido. Sempre teve participação intensa como primeira dama e, com pautas raciais, feministas e voltadas para educação, se tornou inspiração para pessoas no mundo inteiro, especialmente mulheres negras.

Lançou recentemente sua biografia, “Minha História”, que já vendeu mais de 10 milhões de cópias. Em 2019 foi considerada a mulher mais admirada do mundo, segundo o instituto de pesquisa online YouGov.

Katie Bouman / MIT (EUA)

Lembra quando em 2019 foi publicada a primeira foto real de um buraco negro, um dos mais importantes feitos da astronomia nos últimos tempos?

Pois é. A responsável por criar o algoritmo capaz de contabilizar o volume de dados obtidos por 8 telescópios ao redor do mundo e formar a imagem que foi apresentada é uma mulher: Katie Bouman.

Bouman organizou todos os dados coletados usando um sistema que criou para este projeto, quando ainda era aluna de graduação no MIT, em Boston, terceira colocada entre as melhores universidades do mundo no ranking da Times Higher Education.

Respeitadíssima em seu segmento, Katie é PhD em Engenharia Elétrica e Ciência da Computação no Instituto e hoje é professora assistente no Caltech dentro do departamento de Ciência da Computação do MIT.

Alexandria Ocasio-Cortez / Boston University (EUA)

Alexandria Ocasio-Cortez, conhecida popularmente como AOC, se tornou em 2018, aos 29 anos, a mais jovem mulher congressista dos Estados Unidos. Venceu surpreendentemente candidatos tradicionais nas primárias do Partido Democrático no seu distrito, o Bronx, em Nova York.

Ocasio-Cortez, de descendência porto-riquenha, estudou Relações Internacionais e Economia na Boston University, uma das maiores universidades da região de Boston e considerada uma das principais instituições de pesquisa do mundo.

Durante a faculdade, ela foi estagiária no escritório do senador americano Ted Kennedy, na seção sobre assuntos externos e questões de imigração

Uma das mais populares congressistas norte-americanas, com milhões de seguidores nas redes sociais, AOC vem conseguindo colocar propostas tidas como bem à esquerda do espectro ideológico americano no centro do debate.

Melinda Gates / Duke University

Apesar de ser conhecida como a esposa de Bill Gates, Melinda traçou seu próprio caminho de sucesso. Foi o grande destaque da sua turma de graduação do curso de Ciências da Computação e de Economia na Duke University, uma das 20 melhores instituições no ranking da Times Higher Education, onde fez o bacharelado e a especialização em 5 anos.

Seu excelente desempenho na universidade abriu as portas para que começasse a trabalhar na Microsoft, onde acabou conhecendo o futuro marido.

Hoje Melinda é uma mulher poderosa, que se empenha em resolver os problemas do mundo por meio da Fundação Bill e Melinda Gates. Ainda participa do Grupo de Bildeberg e é dona de um assento na diretoria do Washington Post.

Histórias inspiradoras, não? Você também pode fazer a diferença.

Que tal também estudar nessas universidades? Assine a nossa Newsletter e saiba o que é preciso fazer para conseguir o seu lugar.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Onde-estudaram-influentes-mulheres-do-mundo.png 663 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-03-05 00:00:002024-04-02 15:47:09Veja onde mulheres influentes do mundo estudaram

5 motivos para estudar no exterior com a Daqui pra Fora

21 de fevereiro de 2020/55 Comentários/em Canadá, Daqui pra Fora, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar fora é uma decisão de vida, e não só uma decisão de carreira, não é mesmo? Ela envolve aspectos racionais e emocionais que muitas vezes é difícil de compreender.

E preparar-se para chegar lá não é diferente. É uma jornada, e não um tiro curto.

Por isso, para a Daqui pra Fora, consultoria educacional que desde 2001 prepara estudantes brasileiros para terem sucesso nos processos seletivos de universidades no exterior, cada cuidado conta.

Todos estes anos orientando jovens e famílias se reflete em um profundo conhecimento sobre a jornada de preparação, os processos internos que visam garantir o sucesso do projeto e um grande entendimento sobre as emoções que fazem parte dessa etapa tão importante na vida dos estudantes.

A Daqui pra Fora ainda os acompanha durante suas trajetórias universitárias, oferecendo suporte e criando oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.

Como garantir o sucesso desse projeto?

Tomar a decisão de fazer faculdade no exterior é um grande passo e por isso é melhor contar com profissionais experientes nessa jornada para maximizar suas chances de sucesso.

Quer saber quais são os 5 diferenciais da Daqui pra Fora que serão essenciais nessa trajetória?

Solução completa

A Daqui pra Fora prepara o aluno em todas as etapas do processo seletivo, desde o 9º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio. Nossos profissionais atuam com metodologia e têm muita experiência em todos os assuntos que são importantes para que essa jornada seja bem sucedida.

Também entendemos as emoções e os sentimentos que fazem parte desse momento tão importante para o aluno e para a família, por que a maioria de nós também passou por essa experiência de vida.

Brasileiro para Brasileiro

A Daqui pra Fora é uma empresa originalmente brasileira, formada por um time que entende profundamente o processo de seleção das universidades no exterior e sabe como os alunos brasileiros devem se preparar para ter sucesso.

Temos certeza que para esse projeto dar certo e fluir bem, é fundamental planejar a preparação pela perspectiva da família, que é brasileira ou está no Brasil, e tem pouco ou nenhum conhecimento sobre o assunto.

Não basta conhecer o processo, é preciso entender sobre a jornada de preparação do aluno e sua família.

Experiência

Em quase duas décadas, preparamos mais de 3.000 alunos brasileiros com perfis, objetivos e rotinas diferentes. Isso nos permitiu passar pelas mais diversas experiências e nos ensinou a lidar com cada uma delas, sempre ao lado da família e do aluno.

São milhares de casos de sucesso e uma enorme bagagem que nos tornam muito capacitados a orientar com segurança os jovens e suas famílias em um projeto tão importante como este.

Base de Dados DpF

Junto com nossos alunos, já enviamos mais de 50 mil applications. Com isso, pudemos construir uma base de dados muito valiosa que contribui de várias formas para o sucesso da jornada.

Primeiro, na escolha das universidades ideais para cada estudante de acordo com o seu perfil. Depois, na avaliação da probabilidade de admissão do candidato em cada instituição.

Essa base de dados ainda nos permite comparar o perfil do aluno que está se preparando com os de outros que já se candidataram para as mesmas universidades e ver, por exemplo, possibilidades de bolsas de estudo.

Equipe multidisciplinar

Nosso time conta com profissionais especialistas em cada uma das etapas dessa jornada. Eles oferecem orientação personalizada em todos os itens exigidos pelas bancas de admissão das universidades.

Acreditamos que nesse projeto é importante que o aluno receba orientações de especialistas com grande conhecimento e experiência naquela área de preparação e que elas se complementem, para que o resultado seja o melhor possível.

Desde que começamos nossa história, foram mais de 10.000 aprovações em universidades Top 100 do mundo (segundo o ranking da Times Higher Education), admissões em todas as Ivy League e mais de R$ 500 milhões conquistados em bolsas de estudos.

Na Daqui pra Fora, sabemos que cada aluno é um aluno. Que cada família é uma família. Que cuidar envolve o balanço entre acolher e exigir.

Porque se o sonho é grande e a jornada é longa e complexa, aqui nenhum cuidado pode ficar de fora.

Se você tem o sonho de fazer faculdade no exterior e quer contar com a assistência dos nossos especialistas, preencha o formulário abaixo para iniciar uma conversa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/5-motivos-para-iniciar-sua-jornada-de-estudar-no-exterior-com-a-Daqui-pra-Fora.png 663 1024 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-21 00:00:002024-04-08 16:40:145 motivos para estudar no exterior com a Daqui pra Fora

Caio Oliveira conta sobre suas atividades fora do campus

21 de fevereiro de 2020/124 Comentários/em Depoimentos, Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Quem pensa em estudar no exterior sabe que vai enfrentar grandes desafios, especialmente pela excelência acadêmica que vai encontrar por lá. E não está errado. Mas as novidades estão por toda parte e contribuem para o desenvolvimento pessoal e, um pouco mais à frente, profissional do aluno.

Por mais que os estudos exijam muito, há vida além da sala de aula e dos muros da universidade no exterior. E as experiências são extremamente ricas.

Experiências Fora da Sala de Aula

Caio Oliveira está no último semestre na Cornell University, onde faz double major em Economia e Matemática. A universidade é fortíssima e ele é um aluno extremamente dedicado aos estudos.

Nessa entrevista ele nos conta como é a vida fora da sala de aula e como ela contribuiu para o seu crescimento pessoal e profissional  desde que chegou aos Estados Unidos.

Daqui pra Fora – Você chegou na universidade sem conhecer ninguém. Como foi a integração?

Caio– Desde o começo, as faculdades lá fazem um esforço para que no freshman year (primeiro ano) todo mundo se conheça, desenvolvem várias atividades de integração. Eles sabem que vem pessoas de vários países, sabem como pode ser desafiador esse processo.

Então, os alunos têm sim o apoio da universidade no começo. O importante é manter a mentalidade de querer fazer amigos e saber que todos lá querem também.

Afinal, estão todos no mesmo barco. Eu, pessoalmente, fiz amigos no meu dormitório, em diferentes aulas, no refeitório… foi um processo natural.

DpF– O que você acha que mais aprende e ensina para esses amigos? Afinal, são todos bem diferentes…

Caio– Meus amigos são até de áreas diferentes da minha. Então a gente troca bastante figurinha em termos de aprendizado mesmo, parte acadêmica. Mas pessoas de outros lugares do mundo, que pensam diferentes, têm famílias diferentes, religiões diferentes.

Então, você consegue conversar sobre tudo e sempre tem uma outra perspectiva. Eu tenho amigos que são muito ativos intelectualmente, leem livros, escutam podcasts, vão a museus… Não é muito o meu perfil, sou mais focado no acadêmico mesmo. Mas foi muito bom ter essa influência, me fez fazer coisas que eu não fazia.

Sobre o que eu ensinei para eles acho que está relacionado com o trabalho duro. Eles sempre viram desde o começo que eu ralava muito, gostava de ir até o meu limite para expandir esses limites. Acho que isso influenciou eles positivamente.

DpF – O que vocês costumam fazer quando saem do campus?

Caio– Cornell é bem ao norte do Estado de Nova York, um lugar frio. A gente fica na cidade, Ithaca, que é dividida em college town, onde os estudantes mais velhos moram e tem restaurantes, bares, etc., e o centro da cidade, onde moram os locais.

A vida universitária acontece em college town, os restaurantes, bares e cafés ficam cheios de estudantes. É onde você conversa, conhece gente e pode até estudar também.

A gente também viaja, geralmente para Nova York ou Boston, que são cidades que ficam a algumas horas de carro. Fora isso, o pessoal assiste bastante os jogos do time de ice hóquei da faculdade, que é o mais popular no campus, mas eu não costumo ir.

DpF – Que tipo de atividade você passou a fazer aí, que nunca fazia quando vivia em São Paulo?

Caio– Primeiro, cozinhar e lavar roupa. São coisas que tive que aprender a fazer. Depois, conheci lugares novos, vários, que eu certamente não teria ido se não estivesse estudando lá.

Essa parte de gestão de moradia é importante. Uma outra coisa importante que fiz na faculdade é ir a eventos corporativos. As empresas vão o tempo todo no campus. São muitas. Tem feira de carreira, sempre tem muitas oportunidades, e eu sempre me inscrevi em todas.

DpF – Sobre as viagens que você mencionou anteriormente, como elas acontecem e para onde você foi?

Caio– Fui para vários lugares nos Estados Unidos. Eu conheci Kansas, diferentes cidades de Nova York, conheci Boston, New Hampshire… Estive em várias faculdades ao redor também.

A gente viaja nos breaks, Fall Break, Spring Break. Sempre com os amigos da faculdade. Todas as comemorações, como Thanksgiving, por exemplo, sempre passei na casa dos meus amigos americanos, que sempre foram muito legais em me convidar. A experiência de conviver com a família americana também foi bem importante.

DpF – Como você acha que todas essas experiências contribuíram para o seu amadurecimento?

Caio– Me ajudaram bastante a abrir minha cabeça, a entender que isso existe, é parte do mundo, é o que acontece no país mais influente do mundo.

Em termos de aprendizado profissional, foi importante para eu entender como as pessoas se comportam lá, porque é muito diferente do jeito que as coisas são no Brasil.

No Brasil há uma informalidade, as pessoas são mais próximas desde o início, enquanto nos Estados Unidos a etiqueta profissional é bem mais enfatizada desde cedo.

O networking é bem forte lá também e isso deve contribuir muito na minha carreira. E tem ainda a questão da autonomia, de ter aprendido a me virar sozinho. É um amadurecimento natural. Na verdade, tudo contribuiu bastante e vale muito a pena.

Veja mais informações sobre a experiência de Caio Oliveira na Cornell University nesse depoimento:

Que tal entender um pouco mais sobre como um estudante pode entrar em uma universidade no exterior e ter essas e outras experiências únicas de vida? Veja como a Daqui pra Fora pode pode ajudar a chegar lá.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Além-da-faculdade-Caio-Oliveira-conta-sobre-suas-atividades-fora-do-campus.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-21 00:00:002024-03-26 17:51:58Caio Oliveira conta sobre suas atividades fora do campus

Quanto custa fazer faculdade no exterior?

17 de fevereiro de 2020/57 Comentários/em Canadá, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Cada vez mais estudantes têm o objetivo de fazer faculdade no exterior. E como todo objetivo, um bom planejamento pode ser a chave para que ele seja atingido.

Para quem quer estudar no exterior, além de se preparar para construir uma candidatura forte, esse planejamento deve envolver também os custos com a jornada.

Para fazer este planejamento financeiro, o primeiro passo é ter uma ideia dos valores que envolvem cada etapa do processo, desde o início da  application (candidatura) até a manutenção do aluno quando já estiver cursando a faculdade.

Colocando tudo no papel (ou numa planilha) e levando em conta a realidade da família, fica mais fácil organizar e, assim, enxergar que o objetivo é perfeitamente viável.

Antes de ir estudar no exterior

Os primeiros custos estão relacionados a taxas que devem ser pagas para fazer a application. Desde tradução juramentada de documentos (em média R$ 500,00 cada), até a própria application (aproximadamente U$ 100 cada uma), passando pela obtenção de visto (aproximadamente R$ 1.200,00) e passagens aéreas, depois da aprovação. Ainda há taxas menores com envio de documentos.

Como o processo seletivo inclui algumas provas, pode-se considerar também o custo delas. O TOEFL (exame de proficiência em inglês) custa U$ 215 e o SAT (prova padronizada como o Enem), U$ 95.

Estes valores podem ser atualizados a qualquer momento. Vale a pena sempre checar nos sites oficiais quando estiver fazendo o seu planejamento.

Os custos das universidades

As universidades no exterior cobram taxas anuais, ou seja, o aluno paga por ano para estudar. Mas essa taxa pode ser, muitas vezes, paga de forma parcelada.

Os valores da anuidade, que é o que mais pesa em todo o orçamento, variam muito de instituição para instituição.

Nos Estados Unidos, este custo anual pode variar de U$ 20 mil a U$ 70 mil, ou seja, pensando em moeda brasileira hoje, de R$ 6,6 mil a R$ 23 mil por mês, aproximadamente.

No Canadá, a anuidade fica entre CAD$ 25 mil e CAD$ 55 mil, o que equivale a cerca de R$ 6,2 mil a R$ 13,7 mil por mês.

No Reino Unido, a taxa anual fica entre £25 mil e £50 mil, ou seja, aproximadamente entre R$ 10,4 mil a R$ 20,8 mil por mês.

Estes números incluem as aulas, moradia e alimentação.

Seguro-saúde internacional

Vale a pena contabilizar ainda o seguro-saúde internacional, exigido pelas universidades. Nos Estados Unidos e no Canadá, o valor varia de acordo com o tipo de cobertura, em geral entre U$1.000 e U$2.000. Quanto maior a cobertura, mais caro.

A maioria das universidades no exterior tem parcerias com seguradoras e costumam indicar a melhor empresa local para seus estudantes.

Bolsa de estudos

Muitas universidades no exterior oferecem a possibilidade de bolsas de estudos também para estrangeiros. Há basicamente três tipos de bolsa disponíveis: por mérito acadêmico (de acordo com desempenho no processo e histórico escolar), por necessidade financeira (além de um excelente histórico escolar, o aluno precisa comprovar a renda familiar) e bolsa por talentos específicos (oferecidas em faculdades ligadas a Artes).

Mas este benefício é bastante concorrido e para conseguir ser contemplado com uma bolsa é muito importante ter uma boa estratégia, escolhendo as universidades certas e construindo uma application forte.

Custo de vida lá fora

Além do custo com a universidade, não podem ficar de fora do planejamento algumas despesas do dia a dia que o aluno vai ter durante o curso.

Afinal, a vida no exterior não fica restrita aos estudos. Mesmo que a parte acadêmica seja cheia de atividades e tenha muitas exigências, há muito o que conhecer e muitas experiências para se viver lá fora.

Devem-se considerar, portanto, despesas com transporte fora do campus e lazer. Em geral, os estudantes saem do campus para se divertir em bares, restaurantes, cinema, e muitas vezes viajam, especialmente nos feriados. Os valores variam muito de lugar para lugar, ainda que no mesmo país, e do estilo de vida de cada um.

Por isso, vale a pena colocar este tipo de despesa no orçamento, mas cada família pode estipular a extensão desse valor na sua “planilha”.

Considerando todos os possíveis gastos, o próximo passo é se organizar e planejar a jornada. A Daqui pra Fora  pode ajudar a colocar este projeto em prática e se manter no orçamento da família, já que conta com profissionais especializados em orientar os estudantes em cada etapa, desde o planejamento da candidatura até o apoio após a admissão.

Saiba mais como funciona a consultoria educacional da Daqui pra Fora.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Quanto-custa-fazer-faculdade-no-exterior.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-17 00:00:002024-02-23 10:21:12Quanto custa fazer faculdade no exterior?

5 dicas para escolher onde fazer faculdade no exterior

12 de fevereiro de 2020/121 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Cada vez mais estudantes brasileiros buscam fazer faculdade no exterior, principalmente no Estados Unidos, no Reino Unido e no Canadá. E não é à toa. Entre as 100 melhores universidades do mundo, segundo o conceituado ranking da Times Higher Education, mais da metade delas (56) estão concentradas nestes países.

Entre as 100 melhores, 40 estão nos Estados Unidos, 11 no Reino Unido e 5 no Canadá. A universidade brasileira mais bem colocada no ranking está entre o 251o e o 300o lugar.

Mas não é apenas a excelência acadêmica que os estudantes buscam. Quem vai estudar no exterior desenvolve autonomia, convive diariamente com outras culturas, conhece novos lugares, cria um networking bastante potente, enfim, dá um passo enorme no seu desenvolvimento pessoal e profissional.

5 dicas para escolher onde fazer faculdade no exterior

Depois que a decisão foi tomada, o primeiro passo é escolher para onde ir. E ele é muito importante, afinal serão pelo menos 4 anos nesse novo país e é fundamental que você se sinta bem lá. Por isso, resolvemos trazer 5 dicas que vão te ajudar a chegar com mais segurança à sua escolha final.

Preste atenção na localização e no clima

Você gosta mais de frio ou de calor? Se dá bem com chuva, neve, sol? Prefere praia, montanha ou cidade? Pense em como você se sente em cada um desses lugares e climas. E lembre-se, você vai morar lá, não apenas passear, então essas condições serão enfrentadas diariamente.

Pense no tamanho da cidade

Há universidades em todo tipo de lugar. Em cidades pequenas, calmas; em cidades enormes e super movimentadas; em cidades onde só há praticamente a universidade (cidades estudantis).

Há universidades em lugares menores, porém próximos de regiões super agitadas, com outras universidades por perto… Enfim, é importante você pensar em onde se sentiria mais confortável.

Observe a diversidade e a multiculturalidade

Estudar fora já é uma grande mudança, sem dúvida. Você vai se deparar constantemente com pessoas e costumes novos. Mas há lugares com pessoas e costumes mais parecidos com os seu e outros nem tanto.

Procure saber sobre as pessoas e os costumes dos lugares para onde pretende ir e ver onde você vai se encaixar melhor.

Conheça o estilo acadêmico das universidades

As universidades no exterior têm excelência acadêmica indiscutível. Mas podem ser bastante diferentes entre si. Em termos de tamanho, há desde instituições com mais de 40 mil alunos até outras com 2 ou 3 mil.

Algumas priorizam a pesquisa acadêmica mais que outras. Há classes maiores e menores, mais flexibilidade no currículo e menos, mais e menos atividades extracurriculares…Pesquise bem as características e o estilo acadêmico das instituições antes de escolher para onde aplicar.

Saiba como é a vida fora das aulas

Você vai estudar bastante na universidade. Afinal, é para isso que está indo. Mas lembre-se de que a vida por lá vai além dos livros, computadores, bibliotecas e salas de aula. Alguns dos seus melhores amigos, algumas das melhores experiências da sua vida virão de lá.

As oportunidades que a universidade e o entorno dela oferecem vão ajudar a determinar como serão essas experiências tão marcantes. Claro que esse item não precisa ser a prioridade número 1 na hora de escolher para onde ir, mas sempre é bom prestar atenção nele também. Pode ajudar a fazer você ainda mais feliz na sua jornada.

Lugares muito procurados por estudantes do mundo todo

Boston (EUA)

No nordeste dos Estados Unidos, Boston concentra um enorme número de colleges e universidades, de todos os tamanhos e estilos. Entre elas estão algumas das principais instituições do país e do mundo, como o MIT (Massachusetts Institute of Technology) e Harvard.

O clima lá é frio a maior parte do ano, mas isso não impede que os milhares de estudantes se esbarrem curtindo a cidade, que é linda, tranquila, super segura, com prédios luxuosos, vida cultural e esportiva intensa, além de muitos pubs.

San Francisco (EUA)

Uma das mais bonitas cidades do Estados Unidos, San Francisco, na parte central da costa da Califórnia, tem um clima mais parecido com o nosso, excelente transporte público e muitas opções de passeios.

A cidade tem 780 mil habitantes, porém a baía de San Francisco conta com uma população de cerca de 7 milhões e abriga nada menos que o Vale do Silício e suas grandes empresas de tecnologia.

Há cerca de 20 universidades na região. Na cidade, a principal é a University of California San Francisco, e na Baía, o maior destaque é a University of California Berkeley.

Oxford (Inglaterra)

Oxford é uma das cidades mais charmosas da Inglaterra e atrai milhares de pessoas o ano inteiro em busca de cultura e aprendizado. Fica no centro da Inglaterra, onde o clima é frio e chuvoso a maior parte do ano.

A cidade abriga a mais antiga universidade do país, a Oxford University, que hoje encabeça o ranking das melhores universidades do mundo da Times Higher Education e recebe milhares de estudantes de inúmeros países.

Apesar do movimento intenso, a cidade de Oxford conserva um ar interiorano, de vilarejo de contos de fadas. Inclusive, várias cenas de Harry Potter foram gravadas lá.

Toronto (Canadá)

Toronto é uma cidade belíssima, nas margens do lago Ontário. Respira diversidade e é considerada uma das mais multiculturais do mundo. O frio é forte especialmente entre novembro e janeiro.

Nas demais estações o clima não é quente, mas é agradável. Porém, mesmo no inverno a cidade acolhe muito bem a todos. A cidade abriga a University of Toronto, a mais bem conceituada universidade do país e uma das melhores do mundo.

Esse artigo te ajudou a montar sua lista de possíveis localizações para estudar no exterior? Continue acompanhando nossas dicas através de nossa newsletter.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/5-dicas-para-escolher-onde-fazer-faculdade-no-exterior.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-12 00:00:002024-03-05 13:54:085 dicas para escolher onde fazer faculdade no exterior

Como aproveitar seu intercâmbio para faculdade no exterior

10 de fevereiro de 2020/110 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Você sabia que uma viagem de intercâmbio para aprender ou melhorar o inglês pode valer muito mais que isso? Para quem pensa em fazer faculdade no exterior essa experiência pode contribuir para facilitar sua adaptação na fase universitária.

Além ter de provas padronizadas, o processo seletivo para universidades no exterior leva em conta a trajetória acadêmica do candidato e dá bastante importância também às suas preferências e experiências fora da sala de aula e da própria escola.

Por isso, vale a pena pensar em tudo na hora de planejar o intercâmbio.

Como o intercâmbio pode ajudar na candidatura para faculdades no exterior

Primeiro, quando estiver pensando no país onde vai fazer o intercâmbio, procure optar por um lugar onde você teria interesse em fazer faculdade. Assim, você já conhece o lugar, suas características, as pessoas, o clima e vai perceber como se sente por lá.

Planeje também a viagem com antecedência, de forma que ela aconteça em um período que não atrapalhe seus estudos por aqui e nem atrase a sua formação.

Este período em outro país enriquece sua candidatura em vários aspectos. A própria experiência longe da família e em outra cultura conta pontos. A viagem do intercâmbio já é um bom test drive para quem quer fazer faculdade fora.

Ela mostra concretamente como é estar longe de casa, em outro país, inserido numa cultura diferente. Quanto mais o aluno aproveitar essa vivência, melhor.

Por isso, quando estiver lá tente se virar sozinho, busque as soluções para os probleminhas diários que possam aparecer e procure conviver e conhecer intensamente as pessoas ao seu redor.

A comida é diferente da de casa, a roupa limpa é por sua conta, o transporte também, até os relacionamentos são diferentes, tudo da forma como será na faculdade. Você vai viver uma autonomia mais que necessária para quem está longe de casa.

Vantagens do intercâmbio além do inglês

O aprimoramento do inglês certamente tem um valor enorme também. Quanto mais você desenvolver o inglês, melhor será o seu desempenho nas redações e nas provas que virão no processo de application. A imersão na língua é a melhor forma de aprender. Por isso, aproveite ao máximo!

Para fortalecer ainda mais a candidatura, uma dica importante é participar das atividades extracurriculares que essa oportunidade oferece.

Busque aquelas que mais têm a ver com você. Primeiro, claro, porque serão mais prazerosas. Mas também porque quando for descrever essas atividades no seu application, elas serão uma ferramenta fundamental para mostrar para a universidade quem você é.

E é importante que eles te conheçam bem, para saber se você realmente combina com aquela instituição e ela com você.

Outra dica que não pode faltar é aproveitar a viagem para visitar os campi das universidades locais ou próximas. Além de ser um passeio muito interessante, você vai conhecer as universidades, ver o que elas oferecem, sentir o ambiente e pode se imaginar estudando lá.

Ainda vai poder comparar as instalações, as localizações e ver o que mais te agrada. Mesmo que nenhuma delas venha a ser a sua opção final, a visita serve para você criar parâmetros que vão ajudar bastante na hora da escolha.

E lembre que o intercâmbio vai fortalecer sua candidatura. Quanto mais você souber aproveitar, mais ele vai te ajudar na hora de aplicar. Mesmo não sendo um item requisitado pelas universidades para alunos estrangeiros, uma coisa é certa: quem faz intercâmbio pode aproveitar para pensar mais à frente, numa universidade no exterior.

Veja como foi a experiência de Henrique no intercâmbio

O Henrique Sobreira Furtado, de Ribeirão Preto (SP), fez dois meses de intercâmbio em Tarrytown, bem próximo de Nova York, entre setembro e novembro de 2018.

A ideia era ganhar experiência fora de casa e ele aproveitou a oportunidade para fazer aulas de inglês. Hoje ele cursa o segundo semestre de Criminology and Criminal Justice na University of South Carolina.

Nessa entrevista, o Henrique conta sobre essa experiência e como ela o ajudou no projeto de fazer faculdade no exterior.

Daqui pra Fora – O que levou você a fazer intercâmbio?

Henrique– Eu queria ganhar experiência, viver fora de casa, conhecer o que a vida pode mostrar, inclusive outras opções de profissão. Eu sempre pensava em fazer medicina, por meu pai ser médico, mas queria ver outras coisas.

DpF – Por que escolheu Nova York?

Henrique– Eu sabia que seria uma mudança radical para mim, então eu queria um lugar onde eu tivesse todos os recursos disponíveis, em caso de eu precisar de alguma coisa. Pensei num lugar com boa mobilidade e fácil acesso a tudo, onde não fosse tão difícil me virar sozinho.

DpF – Quando foi para o intercâmbio, você já tinha planos de fazer faculdade nos Estados Unidos?

Henrique– Sim. Desde criança eu tinha o sonho de morar fora do Brasil, mais especificamente nos Estados Unidos. Eu já tinha, inclusive, começado a conversar com a Daqui pra Fora. Um amigo já tinha ido para Michigan com a Daqui pra Fora e gostou muito. Decidi fazer o mesmo.

DpF – Como este intercâmbio te ajudou na application?

Henrique– A viagem me ajudou bastante. Eu já tinha um bom inglês, mas nunca havia escrito grandes textos. Isso foi o que eu mais treinei quando estava no intercâmbio. Isso me ajudou demais, porque na fase de applications para as universidades, a gente tinha que fazer pelo menos três textos contando sobre nossa vida, dando exemplos de superação etc. Aprender a articular um texto foi um ganho enorme para mim.

Além disso, a viagem foi muito importante no sentido de me fazer tomar um rumo, decidir o que eu queria. Antes, logo que acabei o Ensino Médio, eu não sabia o que eu queria, não tinha planos, deixava as coisas rolarem.

Lá eu decidi o que eu queria e isso foi fundamental na minha application. Ainda joguei futebol americano (que sempre gostei) e aprendi um pouco de italiano, porque tive bastante contato com italianos por lá.

DpF – Você acha que o intercâmbio funcionou também como um test drive para você, que está hoje na universidade?

Henrique– Sim, me ajudou muito. Meu intercâmbio foi num lugar grande, um campus que havia sido uma universidade. Então, tínhamos toda a estrutura de uma universidade.

Eu fiquei hospedado nos dorms, comia no refeitório do campus, a gente tinha nossas aulas, montava nosso schedule. Foi uma experiência muito parecida com o que é uma faculdade americana mesmo.

Eu dividia o quarto com duas pessoas, lavava minha roupa… tudo bem diferente da casa dos meus pais. Isso fez diminuir o impacto quando cheguei aqui.

DpF – Além do local onde você ficou, você conheceu algum outro campus durante o intercâmbio? Isso te ajudou nas suas futuras escolhas?

Henrique– Sim. Onde fiquei já foi uma universidade, então já pude ver a estrutura de um típico campus. Conheci o campus da NYU, em Manhattan. Quando entrei na NYU sabia que era uma universidade muito bem ranqueada, vi que era um lugar lindo, com uma estrutura enorme.

Mas não me imaginei vivendo numa cidade agitada como Nova York durante quatro anos. Pra mim, São Paulo já é muita loucura. Então, eu percebi que queria uma universidade grande, com ao menos 30 mil pessoas, onde eu conseguiria conhecer gente nova todos os dias, fazer uma networking bacana.

Mas não queria uma cidade muito grande, queria uma cidade que respirasse universidade. Foi um dos motivos por que eu escolhi a Carolina do Sul.

DpF – Na prática, como o intercâmbio te ajudou na adaptação na University of South Carolina?

Henrique– Principalmente por estarmos em contato com gente totalmente diferente da gente. São pessoas que nunca vimos na vida, com hábitos e culturas totalmente diferentes.

A experiência do intercâmbio me ajudou muito a ser tolerante a isso. Eu já havia vivido algo muito parecido. Aqui na minha universidade, que é muito forte em International Business (não é o meu curso), tem muita gente da China, da Rússia… é tudo muito diferente.

Ficar no Brasil e viajar de turista não permite que a gente entre em contato com eles a ponto de vivenciar e entender como eles agem, como são seus costumes, sua rotina. No intercâmbio, por exemplo, eu dividia o quarto com um coreano e um argentino. Foi uma experiência muito boa nesse sentido.

DpF – E qual foi o maior ensinamento do intercâmbio que tem te ajudado hoje na faculdade?

Henrique– Eu era uma pessoa que sempre deixava tudo para última hora. Não só no estudo, tudo. Tive que aprender a me organizar antes para que as coisas aconteçam. Até porque aqui não existe chegar atrasado, nem 5 minutos. Todos são muito pontuais. Nas aulas e fora delas.

A lição maior e que mais me ajuda hoje é: nada vai acontecer se a gente não fizer com que elas aconteçam. Não tem quem faça por você.

Se você está pensando em fazer um intercâmbio, aproveite as dicas do Henrique e aproveite a experiência já pensando em seu futuro universitário.

E se precisar de uma assistência especializada para realizar esse sonho, o time de especialistas da Daqui pra Fora pode ajudar. Basta preencher o formulário abaixo para começarmos uma conversa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Como-aproveitar-seu-intercâmbio-para-fazer-faculdade-no-exterior.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-10 00:00:002024-03-28 10:30:03Como aproveitar seu intercâmbio para faculdade no exterior

Como é a experiência de um aluno em Yale?

7 de fevereiro de 2020/109 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

A Universidade de Yale é uma das melhores instituições de ensino superior do mundo, está entre as 10 primeiras no ranking Times Higher Education 2024, e figura entre as mais antigas dos Estados Unidos. Além disso, ela vem sendo cada vez mais procurada por estudantes que desejam estudar fora.

Você também tem esse sonho? Então, nada melhor do que conhecer a experiência de um aluno em Yale. Afinal, conhecer casos de sucesso é uma oportunidade de entender mais como funciona o processo de admissão e a rotina de fazer faculdade fora.

Veja como tem sido para o Bernardo, aluno de Porto Alegre da Daqui pra Fora. Acompanhe a leitura!

Como são as aulas?

Bernardo conta que todo início de semestre há o shopping period. Ele consiste em uma semana e meia onde os alunos podem testar todas as aulas que desejam fazer naquele semestre e confirmar se elas estão, de fato, alinhadas com seu plano de estudos.

“Para mim, esse é um dos pontos mais positivos de Yale, aqui o aluno tem oportunidade de explorar e não precisamos decidir antes de testar”, comenta Bernardo.

A vida acadêmica por lá tem sido agitada, como conta Bernardo, “É um ambiente que proporciona fazer muitas coisas em pouco tempo”.

Apenas no primeiro semestre ele já realizou muito mais do que imaginava: deu aulas de programação em escolas públicas da cidade para alunos do ensino fundamental, criou uma exposição de fotografia com a Sociedade de Fotografia de Yale, participou do clube de natação, trabalhou no Departamento de Linguística e testou diversas matérias fazendo cadeiras como, ciência da computação, ciências cognitivas, pensamento visual e cálculo.

Isso foi possível porque a Universidade de Yale, assim como as demais entidades americanas de ensino superior, apresenta uma flexibilidade em sua grade curricular, principalmente em cursos de graduação.

Nesse sentido, os alunos precisam obedecer a alguns requisitos, mas podem escolher as disciplinas que mais os agradam.

Como é o campus de Yale?

Bernardo, assim como os demais alunos, mora no campus. Ele divide um apartamento com duas meninas e três meninos. É comum na cultura americana os alunos residirem dentro da universidade e dividirem com roommates ou dormitórios ou apartamentos. Geralmente, é feito um sorteio para definir a casa em que os estudantes vão residir até o fim do curso.

Como estudar na Universidade de Yale?

Bernardo se preparou com a Daqui pra Fora durante o 2º e 3º ano do Ensino Médio. Ele conta que essa experiência foi fundamental para dar direção ao projeto de aplicar para as universidades, se preparar e poder ser aprovado em uma vaga em Yale.

Também ressalta a importância das redações que são trabalhadas com os mentores da Daqui pra Fora, tanto na parte de desenvolvimento de ideias quanto na criação da redação em si.

O processo seletivo para estudar em um curso da Yale obedece ao padrão da maioria das faculdades dos Estados Unidos. Isso significa que ele inclui o envio de Application Form, a realização de testes internacionais (SAT e ACT) e de inglês, a avaliação do histórico escolar e atividades extracurriculares, o envio de carta de recomendação, a carta de motivação e a redação (essay ou personal statement).

O setor de admissão não requer uma pontuação mínima para ser aprovado para uma das vagas. Geralmente, as notas costumam ser superiores a 700 no exame SAT (em uma escala até 800) e a 32 pontos no ACT (que vai até 36).

A Universidade de Yale apresenta um quadro de aproximadamente 13 mil alunos, sendo que 6 mil pertencem aos cursos de graduação, e 7.500 cursam programas de pós-graduação, mestrado e doutorado. Desse total, cerca de mil alunos são de outros países.

Quais são os principais cursos oferecidos pela Universidade de Yale?

A universidade conta com uma infraestrutura de ponta, salas de aula bem equipadas e professores que são referências mundiais nas áreas de ensino e pesquisa.

Atualmente, a Yale conta com 14 escolas. Os cursos de graduação pertencem ao Yale College, enquanto que as demais escolas apresentam cursos de especialização, mestrado ou doutorado em várias áreas.

• Yale College: a faculdade oferece cursos de várias áreas, como ciências sociais, matemática, ciência da computação e engenharia;

• Yale Graduate School of Arts and Science: essa faculdade abriga cursos de pós-graduação, mestrado e doutorado;

• School of Architecture: oferece cursos de pós-graduação em arquitetura e design;

• School of Art: oferece cursos de arte e organiza conservatórios;

• Divinity School: oferece cursos de mestrado nas áreas de teologia e religião;

• School of Drama: oferece cursos de teatro e artes cênicas, além de mestrados em artes;

• School of Engineering and Applied Science: tem vagas para mestrados e doutorados em engenharia e ciências;

• School of Forestry and Environmental Studies: vagas para mestrado em ciências florestais, ciências e gestão ambiental;

• Law School: é a Escola de Direito de Yale, que tem vagas para o L.L.M. (ou seja, mestrado em direito) e o J.D. (formação para atuar como magistrado);

• School of Management: é a escola de gestão de Yale, que oferece vagas para MBA e também para mestrado em Gestão Avançada e Ciências da Gestão;

• School of Medicine: a escola de medicina de Yale, que apresenta vagas para candidatos que já tenham concluído cursos de preparação em outras instituições;

• School of Music: apresenta vagas para mestrado e doutorado em música;

• School of Nursing: a escola de enfermagem oferece vagas para mestrado e doutorado;

• School of Public Health: tem mestrado e mestrado científico em saúde pública.

Como conseguir bolsa para estudar em Yale?

A instituição oferece ajuda para os estudantes na modalidade need-based, ou seja, de acordo com a renda familiar. Atualmente, cerca de 51% do corpo discente utiliza os benefícios desse programa.

Para isso, o estudante precisa fazer um pedido de assistência financeira. Afinal, os gastos para se manter na universidade não são baixos. O custo estimado para estudar em Yale gira em torno de US$ 53 mil por ano, fora os gastos pessoais.

Sem dúvidas, aprender com a experiência de um aluno em Yale é a melhor estratégia para ser aprovado em uma das vagas para essa universidade. Apesar de o processo seletivo ser longo, o ideal é preparar todos os documentos com antecedência, para não perder nenhum prazo.

Além disso, o recomendado é manter um bom currículo acadêmico e extracurricular, de modo a conseguir preencher os requisitos exigidos pela equipe de admissão.

Ficou interessado em estudar fora? Que tal tornar esse sonho uma realidade? Nós podemos ajudá-lo! Preencha o formulário abaixo para começarmos uma conversa. 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Como-é-a-experiência-de-um-aluno-em-Yale.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-07 00:00:002024-01-10 21:05:56Como é a experiência de um aluno em Yale?
Página 6 de 17«‹45678›»

Próximos eventos

  • Como selecionar as universidades mais adequadas para o seu perfil?16 de setembro de 2020 - 14:24

    Construa uma lista estratégica além de rankings e que reflita o seu verdadeiro potencial.

  • Formação internacional: planejamento, preparação e bolsas de estudo1 de setembro de 2020 - 15:41

    Entenda como funciona a consultoria e o planejamento estratégico para estudar no exterior.

Ver todos

Rua Tabapuã, 82. 4º andar
Itaim Bibi – São Paulo

(11) 3049-0400
contato@daquiprafora.com.br
Política de privacidade

 

Assine nossa newsletter

 

Scroll to top