Para muitos brasileiros, a ideia de ter um desconhecido como colega de quarto na faculdade pode soar estranha. Nas universidades dos Estados Unidos, porém, a cultura do roommate é muito forte e são raros os alunos que escolhem ou têm a oportunidade de dormir em um aposento individual.
Em algumas universidades, esse tipo de quarto é exclusivo para pessoas do segundo, terceiro ou quarto anos de faculdade e/ou que cumpram certos requisitos — como um GPA acima de 3.5, praticar um esporte específico ou fazer parte de determinada fraternidade/irmandade.
Assim, todos os calouros têm que passar por essa experiência, mas ela não é ruim; na verdade, é até mesmo importante, e é sobre isso que falamos neste artigo. Continue lendo para conhecer as vantagens de ter um roommate e confira algumas dicas para manter uma relação saudável com seu colega de quarto!
Os benefícios de ter um roommate
O roommate, assim como você, é um aluno da faculdade que está longe de casa e iniciando uma nova experiência. Trata-se da pessoa com quem você conviverá de forma direta, por dividir as rotinas do dia a dia, dificuldades e até mesmo as trapalhadas de quem não tem muita experiência em “se virar” sozinho.
As universidades costumam reunir duas pessoas desconhecidas, possivelmente de países diferentes, mas que tenham comportamentos e hábitos similares. Assim, possibilitam a experiência de ter contato com uma nova cultura, apender um idioma, mas ao lado de uma pessoa com características parecidas, a fim de evitar conflitos.
O roommate é um parceiro, por isso, contar com ele no primeiro ano traz diversas vantagens.
Facilita a transição
Os colegas de quarto são indivíduos que estão passando pela mesma situação e compreendem a dificuldade de se adequar a uma nova rotina, viver longe dos pais ou até se adaptar à cultura e sociedade de um país novo.
Assim, roommates podem ser grandes aliados nesse processo de transição, dando apoio ao compreender verdadeiramente as angústias comuns aos calouros nessa fase. Seu colega é alguém com quem você pode conversar, pedir ajuda e esclarecer dúvidas quando tiver dificuldades.
Conecta você a uma pessoa com costumes parecidos
Como dito, as universidades fazem o possível para que os colegas de quarto tenham um “match” perfeito. As instituições pedem que calouros preencham formulários sobre seus hábitos diários — horários de acordar/dormir, hábitos de limpeza, costume de ingerir álcool, entre outros — para conectar pessoas com hábitos parecidos.
Desse modo, o risco de conflitos sobre atividades do dia a dia diminui substancialmente. Ademais, os alunos podem conviver com indivíduos que compartilham certos gostos e aspectos de personalidade similares, favorecendo a relação entre eles.
Ajuda na sociabilização
Ter um roommate pode dar um boost no ciclo social dos estudantes, principalmente no caso de pessoas mais tímidas. O colega de quarto pode incentivar a participar de eventos sociais e atividades extracurriculares diferentes, ajudar a conhecer pessoas, além de garantir que você tenha sempre uma companhia para ir a eventos, shows e festas.
Sendo um calouro, pensar em fazer tudo isso sozinho poderia gerar certo constrangimento — você poderia se sentir um “peixe fora d‘água”. Mas, com o colega de quarto, será mais fácil já chegar a esses locais acompanhado e tendo com quem dividir experiências.
Promove o intercâmbio cultural
Dividir o quarto com um colega é uma ótima oportunidade para conhecer melhor uma pessoa com uma história de vida diferente. O contato com indivíduos de outras culturas é crucial para o crescimento pessoal de um aluno e contribui para o desenvolvimento da empatia.
Também trabalha a curiosidade perante o novo, o conhecimento de mundo e as habilidades novas no decorrer do dia a dia, como a aprendizagem de uma nova língua com um falante nativo.
Essa experiência de intercâmbio cultural é tão valorizada pelas universidades que algumas até evitam deixar dois estudantes do mesmo país juntos.
Integra o aluno na comunidade da universidade
Em muitas universidades americanas, os dormitórios são os centros da vida social. Na Universidade de Chicago, por exemplo, os estudantes são divididos em “casas” nos seus dormitórios, as quais fornecem suporte acadêmico e social aos membros.
Dessa forma, viver junto aos membros de uma comunidade torna-se um aspecto de extrema importância para a experiência universitária dos alunos, permitindo que os jovens criem um senso comunitário e de pertencimento a um grupo desde o primeiro ano.
Fornece ajuda em situações de necessidade
O roommate tem mais facilidade em notar quando o estudante está precisando de ajuda emocional, pois perceberá facilmente uma mudança de hábitos ou atitude. Dessa forma, viver com alguém garante que a comunidade da universidade — ou, no mínimo, uma pessoa — fique ciente de que um aluno está passando por dificuldades.
Ao estar longe de casa e da família, esses momentos podem acontecer, seja por saudade, alguma dificuldade de adaptação ou com as matérias da faculdade. Então, o colega de quarto possibilita que o jovem receba apoio emocional de outros estudantes para não se sentir sozinho.
Os roommates também podem ajudar uns aos outros em caso de algum deles ficar doente, como comunicando a um staff rapidamente, caso necessário, notando possíveis pioras durante a noite ou até fazendo pequenos “mimos”, como levar comida ao estudante.
Dicas para ser um bom roommate
Dividir o quarto, mesmo que seja com um irmão, pode ser muito difícil e gerar conflitos, que dirá, então, de fazer essa divisão com uma pessoa desconhecida? É por isso que o ideal é que ambos procurem manter boas práticas para tornar essa convivência amigável.
Pensando nisso, listamos algumas dicas para que você saiba como ser um bom roommate e não tenha nenhuma dificuldade para dividir o mesmo espaço com outra pessoa. Veja!
Siga as regras
É interessante que você e seu colega de quarto estabeleçam algumas regras de boa convivência com as quais ambos estejam de acordo. Você pode fazer essa proposta para ele a fim de evitar situações desagradáveis e mal entendidos. Mas lembre-se de que, ao estabelecer regras, é precisa segui-las.
Respeite o espaço do outro
O quarto é dividido entre vocês dois, o que significa que cada um tem o seu espaço. É fundamental que você respeite o que é do outro, evite ocupar mais do que deveria, além de não mexer naquilo que não é seu. Sempre peça autorização para usar algo do seu colega e mantenha o que é seu no seu espaço.
Mantenha a organização
A bagunça pode surgir, é verdade, mas o ideal é que você arrume aquilo que bagunçar. O correto é deixar o espaço como estava antes de passar por ali, colocando as coisas em seu devido lugar depois de usar e não deixar tudo para o outro fazer.
Seja cauteloso com a higiene
Além da organização, é fundamental manter uma boa higiene, tanto a pessoal quanto a do próprio espaço. Tudo o que você sujar procure limpar para que nada fique acumulado. Isso é importante para a boa convivência, mas também para que o quarto se mantenha saudável.
Tenha bom senso
Detalhes do dia a dia fazem toda a diferença para manter uma boa relação com o colega de quarto, como usar o fone de ouvido, não fazer barulho até tarde, apagar a luz quando ele for dormir, não tagarelar se ele não quiser conversar, entre outros. O bom senso é fundamental para não se tornar inconveniente ou chato.
Se, mesmo assim, a convivência não der certo, os calouros podem trocar de colega de quarto depois de um tempo. A cultura americana de roommate permite que os estudantes, nos anos seguintes, escolham viver com seus melhores amigos durante a faculdade.
Seja um futuro melhor amigo ou apenas um colega de quarto, ter um roommate é uma experiência fundamental para um universitário nos Estados Unidos.
Essa convivência e parceria facilita a vida dos estudantes e promove momentos inesquecíveis, além do desenvolvimento de habilidades valiosas para complementar a formação.
Você tem alguma dica de convivência com colegas de quarto? Já viveu essa experiência? Deixe seu comentário e conte para a gente!
Dicas sobre o processo seletivo de faculdades nos Estados Unidos
/61 Comentários/em Estados Unidos, Processo Seletivo /por Daqui pra ForaFazer faculdade nos Estados Unidos é um sonho para muitos estudantes. As universidades americanas estão reconhecidamente entre as melhores do mundo, e a estrutura de ensino permite que o aluno não só receba a melhor educação possível, mas também tenha acesso a diversos tipos de oportunidades dentro do campus.
Isso permite ao estudante uma grande possibilidade de crescimento pessoal, que resultará em um profissional mais completo e preparado para o mercado de trabalho atual.
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Como é o processo seletivo de faculdades nos Estados Unidos
O processo de candidatura para ingressar em uma universidade dos Estados Unidos é bem diferente do brasileiro. No Brasil, basicamente, o estudante será avaliado através do vestibular.
Nos Estados Unidos, além dos exames padrão (SAT ou ACT), as universidades americanas também levam em consideração outros seis fatores:
Analisando todos esses fatores, o processo de candidatura americano parece muito complicado, mas com a assessoria adequada, ele pode ser muito mais simples do que parece!
E o resultado é incomparável: de acordo com o prestigiado ranking Times Higher Education, das 100 melhores universidades do mundo, 43 estão nos Estados Unidos.
A universidade brasileira mais bem colocada no ranking é a USP, que ocupa uma posição entre 250-300º.
Portanto, se você tem intenção de fazer faculdade nos Estados Unidos, trazemos para você quatro pontos que você precisa saber sobre a preparação e planejamento para fazer faculdade na Terra do Tio Sam!
Analise adequadamente o seu perfil
Antes de iniciar o processo de candidatura, é muito importante ter uma noção crítica do perfil do estudante, ou seja, analisar o seu desempenho em cada um dos requisitos avaliados pelas universidades americanas.
Dessa forma, o aluno consegue realizar um planejamento mais adequado e realista do que irá precisar fazer durante a preparação e candidatura.
Conheça as universidades e seus critérios de admissão
Analisar adequadamente o perfil está diretamente ligado a conhecer todos os requisitos necessários para entrar nas universidades desejadas.
Entender o perfil das universidades e quais são as suas exigências permite ao estudante que escolha de forma racional quais universidades irá se candidatar.
Portanto, se informar bastante sobre o assunto ou contar com uma assessoria especializada pode ser determinante para que o estudante crie uma lista realista de universidades para se candidatar.
Entenda como funcionam as bolsas de estudo
Definir quanto a família do estudante poderá investir é muito importante para evitar frustrações. Se o aluno depender exclusivamente de bolsa de estudos para financiar seus estudos, é importante que saiba quais são os tipos de bolsa, os critérios para estar apto para aplicar e os prazos para inscrição.
Ser admitido em uma universidade não significa necessariamente que o estudante irá ganhar uma bolsa de estudos.
Identifique as melhores opções de universidade para você
Mirar universidades muito competitivas e famosas como Harvard e Stanford sem ter chances reais de admissão, ou escolher universidades por conta de amizade ou localização nem sempre pode ser a melhor escolha para o estudante.
Existem diversos fatores que o estudante deve levar em consideração, como nível acadêmico do aluno e da universidade, possibilidade de bolsas, custo da universidade, tipo da universidade, clima, cursos oferecidos etc.
Portanto, toda ajuda aqui é fundamental, principalmente para montar uma boa lista de universidades.
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Confira as principais universidades em que nossos alunos foram aprovados em 2018
/48 Comentários/em Canadá, Daqui pra Fora, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaO momento mais esperado de todo o processo de candidatura para as universidades dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido é quando os estudantes recebem as respostas das universidades. Todo o esforço dos alunos durante anos é resumido a este momento, quando as universidades decidem quais estudantes elas têm interesse.
Entre fevereiro, março e abril, as universidades enviam a grande maioria das respostas de aprovações aos alunos. E é com muito orgulho que divulgamos algumas das principais universidades em que nossos alunos foram aprovados até o momento. Essas universidades estão entre as melhores do mundo, estando bem avaliadas tanto nacionalmente, através do ranking US News; quanto mundialmente, através do ranking da Times Higher Education.
Das 8 universidades que compõem a prestigiada Ivy League, tivemos aceitações em seis delas: Yale, Columbia, UPenn, Dartmouth, Brown e Cornell.
Além das universidades da Ivy League, também tivemos aprovações em Stanford, University of Chicago, Duke, Johns Hopkins, Northwestern, Notre Dame, Washington University in St. Louis, UC Berkeley, UCLA, University of Southern California e Carnegie Mellon, instituições que estão entre as 25 melhores dos Estados Unidos.
As universidades Parson – The New School e Fashion Institute of Technology estão entre as melhores universidades de artes dos Estados Unidos, assim como Williams College e Amherst College estão entre as principais Liberal Arts Schools.
University of Toronto e University of British Columbia são as duas principais universidades do Canadá e Kings College London está entre as melhores do Reino Unido.
Vale lembrar que a universidade brasileira mais bem colocada no ranking é a USP, que foi rankeada entre o 251º e 300º lugar.
Confira algumas das universidades com aprovações que tivermos na lista abaixo:
Quer saber mais informações sobre como fazer faculdade nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido? Entre em contato com a Daquiprafora!
Saiba como funciona o Spring Break
/52 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaO inverno e as grandes nevascas que os Estados Unidos e Canadá presenciaram esse ano estão chegando ao fim! O frio dá lugar para temperaturas mais amenas, anunciando a chegada da primavera. E primavera, para um aluno do exterior só significa uma coisa: é hora do Spring Break.
Depois de passar por uma temporada de muito frio e neve, os estudantes universitários ficam ansiosos por poder se deslocar para locais mais quentes do país e aproveitar uma semana de festas e interação com estudantes de outras universidades.
Se você quiser saber mais sobre esse aguardado momento do calendário universitário, siga a leitura até o final para ficar por dentro do assunto.
O que é o Spring Break
O Spring Break é um dos momentos mais aguardados pelos alunos, uma semana sem aulas onde os estudantes têm a oportunidade de viajar entre amigos, participar de muitas festas e comemorar a chegada da nova estação.
Estados como a Flórida, Havaí e Califórnia são inundados de estudantes procurando o clima mais quente, para aproveitar as festas em resorts super badalados. O clima do Spring Break é de praia, piscina e festas quase todos os dias.
Como surgiu o Spring Break
Comemorar a primavera é um hábito que remonta aos Deuses antigos, porém, o Spring Break como conhecemos surgiu em meados dos anos 1930, de uma maneira diferente de como é conhecida hoje.
Foi construída em Fort Lauderdale a primeira piscina de tamanho olímpico da Flórida, e o time de natação da Colgate University foi treinar nessa piscina. Vendo uma oportunidade de Marketing, a Cassino Pool promoveu um fórum de treinadores de natação, trazendo 300 nadadores para a cidade.
Teve início assim, uma grande festa que foi a precursora do Spring Break. O primeiro programa da MTV sobre o Spring Break foi ao ar em 1986, e até hoje a cobertura da rede de televisão é muito esperada pelos jovens.
Principais destinos para o Spring Break
Como o objetivo da maioria dos estudantes é ir para festas, curtir a praia e conhecer novas pessoas, os principais destinos nos Estados Unidos são para os estados mais quentes e litorâneos, na parte sul do país.
Ou seja, Flórida e Califórnia são destinos certos, mas também há bastante procura por estados como Arizona Nevada, Texas e Carolina do Sul.
Nos últimos anos, está crescendo também alternativa de viagens menos “festeiras” e mais culturais, visando atingir públicos que não curtem muito as grandes festas.
Viagens para conhecer lugar históricos dentro dos Estados Unidos ou em países vizinhos tem crescido bastante. Existe também jovens que usam esse tempo para fazer trabalhos voluntários.
Seja nas grandes festas à beira da piscina, ou em roteiros mais tranquilos, o Spring Break é uma ótima forma de se divertir e descansar no meio do semestre.
Se você quer ser estudar no exterior e poder aproveitar o Spring Break quando chegar a hora, venha conversar com a Daqui pra Fora. Somos uma consultoria especializada em oferecer toda a assistência que o estudante precisa para realizar o sonho de estudar nas melhores universidades do mundo.
Como é a preparação para ser aprovado em Wharton – UPenn, a melhor escola de Business dos Estados Unidos
/107 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Processo Seletivo /por Daqui pra ForaCom 18 anos de experiência, a Daqui pra Fora se orgulha muito de ter feito parte da trajetória de mais de 3.000 estudantes rumo a uma universidade nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.
Durante esse tempo, acompanhamos diversos alunos desde o início de suas jornadas, através do Programa de Preparação, nossa mentoria especializada que prepara o estudante desde o final do ensino fundamental e durante o ensino médio, para que ele possa maximizar suas chances de ser aceito em universidades estrangeiras altamente competitivas. Quanto mais cedo o estudante se prepara, e melhor é feita essa preparação, maiores serão suas chances de ter um perfil mais competitivo para encarar as candidaturas de universidades como Harvard, Stanford, Princeton e UPenn.
Nosso aluno André Abudi é um belíssimo exemplo de como a preparação antecipada é determinante na conquista de bons resultados. André foi aprovado na Wharton School, escola de business da University of Pennsylvania, umas das universidades que compõem a prestigiada Ivy League. Wharton é simplesmente a melhor e mais antiga escola de business dos Estados Unidos.
André dividiu conosco como foi a preparação que o levou a ser aprovado em uma das melhores universidades do mundo. Muito obrigado pelo apoio e confiança em nosso trabalho André! Estamos muito orgulhosos em ter feito parte de um importante pedaço de sua trajetória, desejamos para você e sua família todo o sucesso possível!
Daqui pra Fora: Quando surgiu a ideia de se preparar para as universidades no exterior?
André: Eu sempre quis ter uma educação de qualidade somada a um esporte de alto nível. Quando criança, sonhava em jogar basquete profissionalmente, mas nunca deixei minha educação em segundo plano. Por isso a vontade de estudar fora: lá eu teria acesso a melhor educação e ao melhor basquete do mundo. Mais para a frente, o basquete virou somente um passatempo, mas continuei com a ideia de tentar universidades no exterior pela diferença na qualidade do ensino.
Daqui pra Fora: Como foi a sua preparação durante o ensino médio para o ano da candidatura?
André: O Programa de Preparação foi fundamental. O processo de application é muito exigente, você precisa fazer muitas coisas: redações, provas, atividades extracurriculares, manter boas notas no ensino médio, etc. Por isso, só de você se preparar para uma prova no 2º ano do ensino médio ou fazer uma atividade extracurricular no 1º ano já ajuda muito. Começar o quanto antes é imprescindível e faz uma diferença enorme no final do processo.
Daqui pra Fora: Como foi a sua preparação especificamente para o TOEFL e o ACT?
André: Para o TOEFL eu fiz quatro simulados completos uma semana antes da prova e alguns exercícios a mais. Para o ACT, a Daqui pra Fora indica professores muito qualificados que ajudam muito no processo. Aí, fora as aulas, o segredo é fazer o máximo de simulados que você conseguir. Essas provas são muito treino e repetição.
Daqui pra Fora: Foi difícil conciliar o Ensino Médio, em especial o 3º ano, com o processo de candidatura?
André: Um dos fatores avaliados pelas universidades são as notas no ensino médio e seu ranking entre os alunos de sua sala. Por isso, não dá para relaxar e focar somente no processo de candidatura, tem que manter boas notas na escola também. Porém, você vai saber em que aulas dar mais atenção, para que provas estudar mais e em que aulas focar menos para fazer algo do application. É só ter disciplina.
Daqui pra Fora: Como foi o processo de seleção das universidades?
André: Os Estados Unidos possuem muitas universidades, então escolher apenas algumas para você é um processo difícil. Por isso, nessa etapa, a ajuda da Daqui pra Fora é muito valiosa. Eles conhecem muito bem as universidades e que perfil de aluno cada uma busca. Também conhecem os alunos, o que eles esperam de sua experiência nos Estados Unidos e em que universidades têm mais ou menos chances de passarem. A partir disso, ajudam os alunos a montar sua lista de universidades, que será dividida entre universidades seguras, alvo e competitivas.
Daqui pra Fora: Quais fatores você considera essenciais na sua preparação, que o levou a ser aceito na Wharton School, da University of Pennsylvania?
André: A Daqui pra Fora me apresentou um menino com quem hoje ainda mantenho contato e me ajudou muito no processo. Ele uma vez me disse que notas não são tudo. ACT, TOEFL, SAT Subject e SAT são importantes, mas muitas outras coisas são levadas em consideração. E, hoje, no final do meu processo, eu vi que ele está certo. Não acho que tenha algo que me levou a ser aceito, mas sim uma junção de coisas. Para mim, é aí que a Daqui pra Fora faz a maior diferença: eles sabem o que você deve fazer para se tornar um candidato mais forte e mais preparado para ser aceito nessas faculdades. Sem a DpF o processo teria sido muito mais complicado. Eles dão os atalhos para você conseguir ser o aluno mais preparado possível e estar em posição para conseguir atingir seus objetivos.
Quer começar a se preparar para essa incrível jornada? Converse com nossos especialistas e saiba mais sobre como funciona nosso Programa de Preparação: contato@daquiprafora.com.br
Por que contratar uma consultoria para fazer faculdade no exterior?
/51 Comentários/em Daqui pra Fora, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaQuando precisamos saber mais informações sobre qualquer coisa, qual é a primeira coisa que fazemos hoje em dia? Procuramos no Google.
Desde saber mais informações sobre quais filmes estão em cartaz no cinema, o melhor remédio para dores de cabeça, ou a receita daquele bolo que vimos na televisão, conseguimos encontrar de tudo na internet, que nos dá a possibilidade de fazermos muitas coisas que, antes, eram muito difíceis.
Saiba por que pode ser uma boa escolha fazer faculdade no exterior
Entretanto, ao passo que é totalmente possível encontrar informações sobre como fazer algo, será que o resultado é igualmente satisfatório? Será que, por exemplo, se repetirmos cada passo de uma receita de um prato de um chef famoso, conseguiremos o mesmo resultado?
Por que contar com assistência especializada?
Há diversos fatores que determinam o sucesso e singularidade de algo:
Aquele famoso prato de cozinha é resultado de anos de estudo do chef, conhecimento sobre os alimentos utilizados, e a experiência adquirida resultante de inúmeros outros pratos feitos por ele para chegar àquele resultado.
A mesma lógica se aplica ao âmbito das universidades do exterior e seus processos de candidatura. Sim, é possível encontrar diversas informações sobre como se candidatar para uma universidade nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido na internet, e, baseado nisso, muitos estudantes tentam iniciar seus processos de application sozinhos.
Contudo, contar com o conhecimento e experiência de especialistas no assunto pode ser fundamental para que o aluno consiga os melhores resultados possíveis dentro de seu perfil como estudante, e isso é algo que não se encontra na internet.
O aluno pode até conseguir realizar o processo de candidatura sozinho, mas será que conseguiria obter os mesmos resultados que teria se contasse com uma orientação especializada?
Assim como no exemplo do prato do chef, a informação sobre o assunto está ali disponível a todos, mas é a experiência e conhecimento que fazem com que a execução feita pelo chef torne aquele prato único. E, nesse caso, o futuro acadêmico do estudante é algo muito mais importante do que uma receita.
Como é o processo seletivo de faculdades no exterior?
O processo de candidatura para as universidades no exterior é algo muito complexo, que envolve diversas etapas, muitas delas ocorrendo ao mesmo tempo:
Lidar com todo esse processo sem estar familiarizado é algo com grande margem de erro, que pode comprometer efetivamente a candidatura do aluno.
Um dos principais motivos de uma candidatura ser recusada é justamente o excesso de erros nas applications, e, quando o estudante está aplicando para universidades competitivas, a aceitação do aluno irá depender apenas de alguns detalhes.
Esses detalhes geralmente o aluno sozinho não sabe quais são. Quem quer ser aceito nas melhores universidades precisa de mais ajuda ainda, afinal, a competição é maior.
É como a final olímpica de natação, ela será decidida nos centésimos. É importante ter todo o apoio possível porque seus concorrentes estão tendo.
Praticamente ninguém faz o processo sozinho, inclusive norte-americanos, que contam com a assessoria da escola ou de orientadores contratados. O que está em jogo é a vida acadêmica e profissional do estudante.
Nesse webinar você encontra informações importantes sobre a candidatura para faculdades no exterior:
Assistência para estudantes que precisam de bolsa de estudos
O mesmo se aplica para os alunos que precisam de bolsa de estudos para viabilizarem sua graduação. Além das bolsas serem sempre muito concorridas, a falta de conhecimento do estudante sobre o processo de candidatura pode comprometer gravemente a sua application.
O aluno pode perder uma oportunidade de bolsa por ter perdido um prazo, por olhar o prazo de inscrição em um site desatualizado, por não saber que o prazo para inscrição para bolsa era diferente do prazo regular, por não saber que era necessário realizar uma candidatura extra etc.
Além de ter de lidar com a alta demanda de fases durante o processo de candidatura e a falta de conhecimento e experiência, existe ainda uma enorme quantidade de informações erradas e desatualizadas na internet.
Hoje em dia, qualquer um pode colocar informações em um site. Se antigamente a dificuldade de se conseguir informações era grande, atualmente temos o problema de haver muita informação errada, imprecisa, desatualizada ou que não se aplica a realidade do aluno.
Serviço especializado da Daqui pra Fora
Portanto, gostaríamos de apresentar o porquê de acreditamos que o trabalho de uma consultoria como a Daqui pra Fora faz a real diferença para a candidatura de um aluno.
Somos uma empresa com mais de 17 anos de experiência, mais de 40 profissionais especialistas em faculdade no exterior (21 deles formados em universidades estrangeiras), e nos orgulhamos de termos sido parte da trajetória mais de 2800 alunos durante esse período.
Investir em uma consultoria como a Daqui pra Fora é garantir que o futuro do estudante estará nas mãos dos melhores especialistas da América Latina em faculdade nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.
Se você quer fazer faculdade no exterior e quer contar com uma assistência especializada, entre em contato com o nosso time preenchendo o formulário abaixo.
Veja como estudar nos Estados Unidos e Canadá te deixa melhor preparado(a) para o mercado de trabalho!
/116 Comentários/em Carreira /por Daqui pra ForaUm aluno escolhe uma universidade para, principalmente, aprender técnicas e teorias da sua área e se tornar um profissional competente e preparado para exercer sua profissão. Porém, mais do que habilidades técnicas, a vivência na universidade ensina habilidades interpessoais muito importantes para a carreira de um jovem – as famosas soft skills, que já escrevemos sobre. Você pode ler aqui.
O sistema de ensino brasileiro perde para os sistemas americanos e canadenses quando falamos em desenvolvimento fora da sala de aula. As universidades nos Estados Unidos e Canadá possuem melhores estruturas, melhores profissionais e modelos de ensino mais adequados para preparar um jovem para os desafios de um mercado cada vez mais competitivo e abrangente.
Para ser um profissional completo, já não basta mais ter domínio técnico impecável. As habilidades que vamos mencionar a seguir já são muitas vezes mais consideradas pelos recrutadores do que a técnica. E com toda a segurança, podemos afirmar que as universidades americanas e canadenses dão a oportunidade de desenvolver cada uma dessas habilidades!
Adaptabilidade
Novas profissões surgem a todo momento, e novas necessidades dentro de empresas surgem quase que diariamente. Um bom profissional precisa ser capaz de se adaptar rápido a mudanças e a novas demandas que podem surgir.
Um jovem que escolhe estudar fora de seu país vive se adaptando desde o dia que tomou essa decisão. Se adapta ao processo de aplicação – muito diferente do brasileiro – se adapta ao novo país, ao novo estilo de ensino, a nova língua e aos costumes e tradições locais. Se adaptar bem a mudanças é uma das chaves do sucesso de um aluno(a) internacional, portanto, ao chegar ao mercado de trabalho, esse aluno(a) não terá dificuldade a se adaptar a qualquer situação.
Abrangência de conhecimento
Jovens que estudam em universidades brasileiras, em sua maioria, recebem um currículo de aula pronto e estático desde que inicia o curso. As aulas são sempre relacionadas ao curso e sofrem pouca variação de áreas de conhecimento. Nos Estados Unidos e Canadá isso é completamente diferente. É necessário que o aluno pegue aulas nas mais diversas áreas do conhecimento, e é amplamente encorajado a ter aulas fora de seu curso.
As empresas hoje procuram profissionais que possam aplicar conhecimentos mesclados em prol de resoluções de problemas mais criativas. Ter um conhecimento abrangente de áreas não relacionadas a profissão faz com que o profissional possa pensar fora da caixa e olhar uma situação sob perspectivas bem diferentes.
Networking e trabalho em equipe
O coletivo é extremamente valorizado no mercado de trabalho atual, que traz empresas cada vez mais plurais e diversas. Ter bom relacionamento com colegas e construir uma rede de contatos sólida e interessante é muito bem visto por recrutadores.
Estudar nos estados unidos e Canadá é uma forma muito efetiva de construir uma rede de relacionamentos global. As universidades possuem uma diversidade de nacionalidades imensa, e é possível estudar com pessoas de todos os cantos do mundo. Além disso, o trabalho em equipe é muito fomentado no modelo de ensino americano e canadense, seja nos trabalhos em sala ou no grande incentivo para participar de clubes e grupos externos as aulas.
Organização e Independência
As empresas procuram jovens que possam cuidar de si mesmos, serem independentes e que também sejam organizados e responsáveis. Tudo isso se torna necessidade para sobrevivência quando se escolhe estudar no exterior.
O estudante precisa se organizar com relação as aulas, a alimentação, a horas de sono, a seus pertences, a suas tarefas e compromissos, tudo isso sozinho e em um país que não é seu. Organização é aprendida todos os dias da vida de um estudante internacional, e ser independente é uma consequência dessa escolha. Nada melhor para preparar para os desafios profissionais do que vivê-los diariamente por alguns anos.
Liderança
Faz parte da experiência na universidade se envolver em clubs e associações, e, muitas vezes criar ou gerir algumas delas. os clubs e associações são locais que funcionam como miniempresas, e o aluno (a) pode se envolver bastante na gestão deles.
É sabido que ser líder não tem nada a ver com mandar em pessoas. Ser líder é inspirar, é trocar ideias, é saber ouvir a todos e tomar frente de situações quando necessário. Ter experiências como essa em clubs e associações estudantis com certeza preparam o estudante para situações onde a liderança será necessária.
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O que os CEOs de grandes empresas cursaram na universidade?
/92 Comentários/em Carreira, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaPara alunos que estão entrando agora na universidade, escolher o curso em que irão se graduar é uma decisão muito importante. O sentimento desses alunos é que o curso que escolherem agora irá moldar toda sua trajetória no futuro. Mas não é sempre assim.
Muitos CEO’s de empresas renomadas no mundo todo fizeram cursos na universidade que não são necessariamente no mesmo ramo em que atuam. Muitos vieram com diferentes backgrounds da universidade e puderam engrandecer ainda mais seu negócio devido as experiências diferenciadas que a universidade proporcionou. Veja abaixo alguns exemplos:
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Um das vantagens do sistema de ensino americano é a possibilidade de escolher o curso em que irá se formar depois de dois anos de faculdade, além do aluno poder se envolver em outras áreas para poder ampliar seus conhecimentos! Saiba mais sobre como fazer faculdade nos Estados Unidos e Canadá – contate-nos!
Matéria inspirada em artigo do Business Insider. Leia na íntegra aqui.
Lista de espera: o que fazer se você está na wailist?
/53 Comentários/em Canadá, Dicas, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEstar na lista de espera (a chamada waitlist), significa que o aluno não foi rejeitado, mas também ainda não tem vaga garantida. O estudante está no nível de admissão da universidade, mas como eles sempre têm mais candidatos bons o suficiente para entrar do que vagas, muitos não terão lugar.
Os alunos admitidos no processo de candidatura regular geralmente têm até o início de maio para confirmar a vaga e, a partir disso, a universidade saberá quantas vagas disponíveis ela tem, e aí passará a avaliar alunos da lista de espera.
Portanto, é preciso ficar atento ao seu posicionamento no ranking da universidade escolhida para saber se você tem chance de ficar na lista de espera. Veja nesse artigo o que fazer nesse caso.
Como funciona a lista de espera das universidades?
O processo de análise dos candidatos da lista de espera é semelhante à avaliação inicial das candidaturas. Se uma universidade obtiver o número esperado de matrículas na chamada regular, é improvável que ela irá admitir estudantes da lista de espera.
Os especialistas de admissão passam cerca de 3 a 4 semanas revendo as candidaturas do zero e depois entram em contato.
Não é possível saber exatamente quais as chances de admissão após a lista de espera, pois tudo depende da quantidade de alunos que se candidataram no início e quantos escolheram cursar aquela universidade depois que foram aceitos.
Por esses fatores, se o aluno for admitido em outras universidades de sua escolha, é melhor optar por aquelas que realmente estão interessadas nele!
Entretanto, as dicas a seguir revelam ações importantes que podem ser feitas para melhorar as chances do aluno de sair da waitlist e ser aceito na universidade.
Dicas para quem está na lista de espera das universidades
E-mail aceitando a oferta
Prepare um e-mail aceitando a oferta da waitlist, com motivos e argumentos específicos que mostrem por que você realmente gosta e quer estudar naquela universidade.
Essa é mais uma oportunidade para o estudante se “vender”, portanto, deixe as intenções muito claras. Inclua informações sobre o que você tem feito desde que enviou sua application.
Fale de resultados no vestibular (Brazilian university entrance exams) caso tenham sido bons, ou nota do ENEM, cursos que fez, prêmios que recebeu, atividades marcantes em que se envolveu ou outros acontecimentos legais.
Sempre finalize agradecendo a atenção e que espera um retorno. Por fim, revise o e-mail de modo a evitar erros gramaticais.
Nova carta de recomendação
Se possível, consiga uma nova carta de recomendação, de preferência de alguma atividade que adicione algo novo a sua candidatura. Não é algo extremamente importante, mas certamente ajudará a aumentar suas chances.
Entre em contato com o Departamento Internacional de Admissões
Contate o responsável pelo Departamento Internacional de Admissões. O Depto. de Admissões pode optar por pedir indicações aos responsáveis regionais sobre quais estudantes eles acreditam que seriam boas escolhas para serem admitidos.
Criar certo relacionamento com o Depto. Internacional de Admissões pode ajudá-lo a ser lembrado e ter sua candidatura reavaliada.
Priorize as suas aprovações
E mais importante: não espere a resposta da universidade que lhe colocou na lista de espera! Escolha uma universidade em que foi aprovado para que, dessa forma, você não perca uma certeza para algo que é, infelizmente, incerto.
Se você sonha em estudar no exterior e precisa de assistência especializada, a equipe da Daqui pra Fora pode ajudar. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
Por que ter um roommate? Entenda a sua importância
/68 Comentários/em Dicas /por Daqui pra ForaPara muitos brasileiros, a ideia de ter um desconhecido como colega de quarto na faculdade pode soar estranha. Nas universidades dos Estados Unidos, porém, a cultura do roommate é muito forte e são raros os alunos que escolhem ou têm a oportunidade de dormir em um aposento individual.
Em algumas universidades, esse tipo de quarto é exclusivo para pessoas do segundo, terceiro ou quarto anos de faculdade e/ou que cumpram certos requisitos — como um GPA acima de 3.5, praticar um esporte específico ou fazer parte de determinada fraternidade/irmandade.
Assim, todos os calouros têm que passar por essa experiência, mas ela não é ruim; na verdade, é até mesmo importante, e é sobre isso que falamos neste artigo. Continue lendo para conhecer as vantagens de ter um roommate e confira algumas dicas para manter uma relação saudável com seu colega de quarto!
Os benefícios de ter um roommate
O roommate, assim como você, é um aluno da faculdade que está longe de casa e iniciando uma nova experiência. Trata-se da pessoa com quem você conviverá de forma direta, por dividir as rotinas do dia a dia, dificuldades e até mesmo as trapalhadas de quem não tem muita experiência em “se virar” sozinho.
As universidades costumam reunir duas pessoas desconhecidas, possivelmente de países diferentes, mas que tenham comportamentos e hábitos similares. Assim, possibilitam a experiência de ter contato com uma nova cultura, apender um idioma, mas ao lado de uma pessoa com características parecidas, a fim de evitar conflitos.
O roommate é um parceiro, por isso, contar com ele no primeiro ano traz diversas vantagens.
Facilita a transição
Os colegas de quarto são indivíduos que estão passando pela mesma situação e compreendem a dificuldade de se adequar a uma nova rotina, viver longe dos pais ou até se adaptar à cultura e sociedade de um país novo.
Assim, roommates podem ser grandes aliados nesse processo de transição, dando apoio ao compreender verdadeiramente as angústias comuns aos calouros nessa fase. Seu colega é alguém com quem você pode conversar, pedir ajuda e esclarecer dúvidas quando tiver dificuldades.
Conecta você a uma pessoa com costumes parecidos
Como dito, as universidades fazem o possível para que os colegas de quarto tenham um “match” perfeito. As instituições pedem que calouros preencham formulários sobre seus hábitos diários — horários de acordar/dormir, hábitos de limpeza, costume de ingerir álcool, entre outros — para conectar pessoas com hábitos parecidos.
Desse modo, o risco de conflitos sobre atividades do dia a dia diminui substancialmente. Ademais, os alunos podem conviver com indivíduos que compartilham certos gostos e aspectos de personalidade similares, favorecendo a relação entre eles.
Ajuda na sociabilização
Ter um roommate pode dar um boost no ciclo social dos estudantes, principalmente no caso de pessoas mais tímidas. O colega de quarto pode incentivar a participar de eventos sociais e atividades extracurriculares diferentes, ajudar a conhecer pessoas, além de garantir que você tenha sempre uma companhia para ir a eventos, shows e festas.
Sendo um calouro, pensar em fazer tudo isso sozinho poderia gerar certo constrangimento — você poderia se sentir um “peixe fora d‘água”. Mas, com o colega de quarto, será mais fácil já chegar a esses locais acompanhado e tendo com quem dividir experiências.
Promove o intercâmbio cultural
Dividir o quarto com um colega é uma ótima oportunidade para conhecer melhor uma pessoa com uma história de vida diferente. O contato com indivíduos de outras culturas é crucial para o crescimento pessoal de um aluno e contribui para o desenvolvimento da empatia.
Também trabalha a curiosidade perante o novo, o conhecimento de mundo e as habilidades novas no decorrer do dia a dia, como a aprendizagem de uma nova língua com um falante nativo.
Essa experiência de intercâmbio cultural é tão valorizada pelas universidades que algumas até evitam deixar dois estudantes do mesmo país juntos.
Integra o aluno na comunidade da universidade
Em muitas universidades americanas, os dormitórios são os centros da vida social. Na Universidade de Chicago, por exemplo, os estudantes são divididos em “casas” nos seus dormitórios, as quais fornecem suporte acadêmico e social aos membros.
Dessa forma, viver junto aos membros de uma comunidade torna-se um aspecto de extrema importância para a experiência universitária dos alunos, permitindo que os jovens criem um senso comunitário e de pertencimento a um grupo desde o primeiro ano.
Fornece ajuda em situações de necessidade
O roommate tem mais facilidade em notar quando o estudante está precisando de ajuda emocional, pois perceberá facilmente uma mudança de hábitos ou atitude. Dessa forma, viver com alguém garante que a comunidade da universidade — ou, no mínimo, uma pessoa — fique ciente de que um aluno está passando por dificuldades.
Ao estar longe de casa e da família, esses momentos podem acontecer, seja por saudade, alguma dificuldade de adaptação ou com as matérias da faculdade. Então, o colega de quarto possibilita que o jovem receba apoio emocional de outros estudantes para não se sentir sozinho.
Os roommates também podem ajudar uns aos outros em caso de algum deles ficar doente, como comunicando a um staff rapidamente, caso necessário, notando possíveis pioras durante a noite ou até fazendo pequenos “mimos”, como levar comida ao estudante.
Dicas para ser um bom roommate
Dividir o quarto, mesmo que seja com um irmão, pode ser muito difícil e gerar conflitos, que dirá, então, de fazer essa divisão com uma pessoa desconhecida? É por isso que o ideal é que ambos procurem manter boas práticas para tornar essa convivência amigável.
Pensando nisso, listamos algumas dicas para que você saiba como ser um bom roommate e não tenha nenhuma dificuldade para dividir o mesmo espaço com outra pessoa. Veja!
Siga as regras
É interessante que você e seu colega de quarto estabeleçam algumas regras de boa convivência com as quais ambos estejam de acordo. Você pode fazer essa proposta para ele a fim de evitar situações desagradáveis e mal entendidos. Mas lembre-se de que, ao estabelecer regras, é precisa segui-las.
Respeite o espaço do outro
O quarto é dividido entre vocês dois, o que significa que cada um tem o seu espaço. É fundamental que você respeite o que é do outro, evite ocupar mais do que deveria, além de não mexer naquilo que não é seu. Sempre peça autorização para usar algo do seu colega e mantenha o que é seu no seu espaço.
Mantenha a organização
A bagunça pode surgir, é verdade, mas o ideal é que você arrume aquilo que bagunçar. O correto é deixar o espaço como estava antes de passar por ali, colocando as coisas em seu devido lugar depois de usar e não deixar tudo para o outro fazer.
Seja cauteloso com a higiene
Além da organização, é fundamental manter uma boa higiene, tanto a pessoal quanto a do próprio espaço. Tudo o que você sujar procure limpar para que nada fique acumulado. Isso é importante para a boa convivência, mas também para que o quarto se mantenha saudável.
Tenha bom senso
Detalhes do dia a dia fazem toda a diferença para manter uma boa relação com o colega de quarto, como usar o fone de ouvido, não fazer barulho até tarde, apagar a luz quando ele for dormir, não tagarelar se ele não quiser conversar, entre outros. O bom senso é fundamental para não se tornar inconveniente ou chato.
Se, mesmo assim, a convivência não der certo, os calouros podem trocar de colega de quarto depois de um tempo. A cultura americana de roommate permite que os estudantes, nos anos seguintes, escolham viver com seus melhores amigos durante a faculdade.
Seja um futuro melhor amigo ou apenas um colega de quarto, ter um roommate é uma experiência fundamental para um universitário nos Estados Unidos.
Essa convivência e parceria facilita a vida dos estudantes e promove momentos inesquecíveis, além do desenvolvimento de habilidades valiosas para complementar a formação.
Você tem alguma dica de convivência com colegas de quarto? Já viveu essa experiência? Deixe seu comentário e conte para a gente!
Conheça as festas de carnaval nos EUA e Canadá
/98 Comentários/em Canadá, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEstá chegando o Carnaval, essa festa que tem a cara do Brasil e leva milhões de foliões para as ruas e sambódromos pelo país. Muitos alunos que fazem faculdade no exterior pensam que estão perdendo a festa por estar fora do Brasil, porém, o Carnaval – apesar de ser uma festa bem brasileira – tem várias versões ao redor do mundo.
Países como os Estados Unidos e o Canadá têm festas ao longo do ano que se assemelham ao Carnaval brasileiro e podem ser os substitutos para estudantes que estão em faculdades no exterior.
Veja como essas festas acontecem no hemisfério norte.
Como é o Carnaval nos Estados Unidos e no Canadá
Mardi Gras – EUA
Essa festa se assemelha bastante aos blocos e desfiles de ruas aqui do Brasil. O Mardi Gras (que significa “Terça Feira Gorda” em francês) é uma festa bem tradicional nos Estados Unidos, que acontece desde o século 19, tendo sua maior edição na cidade de Nova Orleans.
Mais de um milhão de turistas chegam a cidade todos os anos para ver os desfiles dos Krewes – nome dos blocos. O desfile reúne por volta de 50 krewes diferentes, que usam muitas máscaras e fantasias.
Os mais famosos em Nova Orleans são Zulu e Rex, que desfilam pela St. Charles Avenue, via principal da cidade.
Esse desfile não tem o caráter competitivo que existe entre as escolas de samba do Brasil, por exemplo. É uma festa bem familiar, e muito divertida.
Os desfiles começam logo pela manhã na terça feira de Carnaval (em outras cidades, as datas são diferentes) e vão até tarde da noite. O único empecilho para a diversão talvez seja o frio, já que o Mardi Gras acontece em pleno inverno americano.
Outros locais que celebram o Mardi Gras nos Estados Unidos são:
Carnaval de Quebec – Canadá
Quem estuda no Canadá pode “pular” carnaval em Québec, Canadá. A cidade possui o maior Carnaval de inverno do mundo. É chamado carnaval de inverno porque a celebração ocorre entre meados de Janeiro e Fevereiro, período em que o Québec está mergulhado em temperaturas abaixo de 0°C!
O Carnaval de Quebéc é totalmente invernal. A festa é iniciada e finalizada no Palácio de Gelo, um palácio enorme construído totalmente de gelo.
Durante a festa, acontecem desfiles que passam por locais iluminados, competições de esculturas no gelo e campeonatos de esportes de inverno, tudo isso apadrinhado pelo mascote oficial da festa, o boneco Bonhomme.
A festa é levada a sério pelos moradores da cidade e tem um site oficial com toda a sua história.
Carnaval nas universidades
Além dessas opções, existem universidades que possuem uma grande comunidade de estudantes brasileiros e eles próprios organizam festas de carnaval no Campus.
O exemplo mais conhecido é a festa de Carnaval organizada pela HUBA – Harvard Undergraduated Brazilian Association, que é a associação de alunos brasileiros em Harvard.
Essa festa é anual e todos os alunos de Harvard são convidados a participar. Outras faculdades como a Brown University também fazem festas de Carnaval do tipo.
Já imaginou você participar de uma associação brasileira em sua universidade e ajudar a organizar um carnaval tipicamente brasileiro para seus colegas? Isso é possível.
Essas são algumas das opções para não perder o espírito carnavalesco durante os anos de estudo no exterior, e também são oportunidades de conhecer diferentes formas de celebrar o Carnaval.
Fazer faculdade nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido é uma oportunidade de expandir seus horizontes e ter contato com tipos diferentes de celebrações.
Se você sonha em fazer faculdade no exterior, a Daqui pra Fora tem um time de especialistas prontos para oferecer assistência durante todo o processo. Preencha o formulário abaixo e converse com a gente.