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10 universidades europeias com graduação em inglês!

23 de abril de 2023/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

As universidades europeias têm sido cada vez mais procuradas por estudantes internacionais que buscam uma graduação em inglês. São vários os motivos que levam a essa procura, entre eles a qualidade de vida nas cidades, a excelência acadêmica e o ótimo custo-benefício. 

Ddiferentemente do que muitos pensam, fazer graduação em inglês na Europa não é possível apenas no Reino Unido. Há faculdades com cursos em inglês em vários países e a qualidade do ensino é excelente. Muitas delas estão entre as melhores do mundo em diversas áreas. 

A seguir, você vai conhecer 10 universidades em diferentes países europeus que oferecem graduação em inglês de altíssima qualidade.

IE Business School (Espanha)

Com 50 anos, a IE é uma universidade jovem, mas que já é referência na Europa. Localizada em Madrid, na Espanha, é considerada a 10a melhor business school do continente e é top 5 do mundo em várias áreas de MBA, de acordo com diferentes institutos de avaliação. 

A prestigiada universidade espanhola é voltada para a comunidade estudantil internacional, por isso só tem cursos em inglês. Cerca de 81% dos alunos da IE são estrangeiros, vindos de 140 países. O ensino é bastante baseado no sistema hands on, ou seja, com muita prática e bem próximo da realidade do mercado. 

O campus original da IE fica em Segóvia, cidade medieval a 25 minutos de Madrid. O novo prédio da faculdade, inaugurado em 2021, foi pensado buscando integrar a vida pessoal e profissional de alunos e professores com a dinâmica da cidade e com o próprio mercado, sempre de forma sustentável.

O novo campus fica na zona norte da cidade e tem 50 mil metros quadrados divididos em 35 andares. Lá a convivência social é intensa e a arquitetura e a disposição interna facilitam e estimulam a interdisciplinaridade.

A IE Business School tem 21 cursos em inglês, entre eles:

  • Economics, Business Administration;
  • International Relations;
  • Urban Studies;
  • Communication and Digital Media.

O custo anual para um estudante na IE, incluindo a anuidade, alimentação e moradia, fica em torno de 44 mil euros.

Universidad Europea (Espanha)

Fundada em 1989, a Universidad Europea de Madrid (UE) já está entre as 5 melhores universidades privadas da Espanha. Com 11 faculdades divididas em 4 campi, dois em Madri, um em Valência e um nas Canárias, a Universidade Europeia tem hoje cerca de 17.000 alunos, 1.100 professores e funcionários, além de um grupo de 83.000 ex-alunos espalhados pelo mundo.

A vida nos campi da UE fora das salas de aula é agitada, graças às dezenas de clubes e associações geridos pelos próprios alunos. De corrida, tênis e dança, a relações internacionais, empreendedorismo, cinema e games, há grupos para todos os interesses.

A Universidade Europeia oferece 5 cursos de graduação em inglês, nas áreas de:

  • International Business;
  • International Relations;
  • Engenharia Aeroespacial;
  • Engenharia de Sistema Industrial.

O investimento anual para estudar na UE fica em torno de 28 mil euros, incluindo anuidade, alimentação e moradia.

Bocconi University (Itália)

Uma das mais prestigiadas universidades privadas da Itália, Bocconi fica no coração da badalada Milão. Fundada em 1902, Bocconi foi a primeira universidade na Itália a oferecer diploma em Economia.

É considerada uma instituição de pesquisa com renome internacional em business, finanças, economia, ciências políticas, ciências de dados, cyber risk e direito.

Bocconi tem um papel fundamental na rede europeia e global de faculdades de economia e negócios, promovendo intercâmbio de professores e cooperando com grandes projetos em outras universidades europeias e americanas.

O campus, moderno e sustentável, é totalmente integrado com a cidade e está a 10 minutos a pé do agitado centro de Milão. Mas dentro do campus, há inúmeras atividades culturais, acadêmicas e esportivas, organizadas pelos próprios alunos, disponíveis o ano inteiro.

Estudar na Bocconi custa cerca de 28,5 mil euros por ano, com anuidade, moradia e alimentação. A universidade oferece 7 cursos em inglês:

  • Business;
  • International Economics and Management;
  • Economic and Social Studies;
  • Economic, Management and Computer Science;
  • International Economics and Finance;
  • Mathematical and Computer Science for Artificial Intelligence.

Politecnico di Torino (Itália)

Fundado em 1859, o Politecnico di Torino, também conhecido como PoliTo, é reconhecido pelos rankings internacionais como uma das melhores universidades técnicas da Europa. Tem mais de 37.000 alunos, 20% deles internacionais, vindos de mais de 100 países. 

Seu curso de Arquitetura e vários de engenharia estão entre os 35 melhores do mundo, de acordo com o QS World University Ranking.  

O campus oferece inúmeras atividades esportivas e culturais. Fora, os alunos vão se encontrar com cerca de 100.000 estudantes que moram na cidade, um lugar cheio de parques, restaurantes, eventos culturais nacionais e internacionais, que ainda é um hub industrial e de inovação.

O Politecnico di Torino oferece 15 cursos de graduação em inglês. Entre eles estão:

  • Civil and Environmental Engineering;
  • Eletronics and Communications Engineering;
  • Automotive Engineering;
  • Computer Engineering e Mechanical Engineering.

O custo anual no Polito é de 14,5 mil euros, incluindo anuidade, moradia e alimentação.

Istituto Europeo di Design (Itália)

Fundado em 1966, o IED de Milão oferece em seus cursos de graduação conhecimento e técnica que podem ser aplicadas no mercado de trabalho nas áreas de design, moda, artes visuais e comunicação, 

Considerada uma das 25 melhores faculdades de moda e design do mundo pelo ranking Times Higher Education, o IED de Milão tem em seu DNA as características da própria cidade, que é sinônimo de arte, indústria, finanças, moda e design, sempre com espírito empreendedor.

A metodologia utilizada é aplicada em todos os campos do design, focando no desenvolvimento e na inovação de produtos, graças ao approach multidisciplinar dos seus cursos. 

Os cursos oferecidos em inglês no Istituto Europeo di Design de Milão são:

  • Fashion Marketing;
  • Interior Design;
  • Fashion Design;
  • Photography;
  • Product Design;
  • Interior and Furniture Design;
  • Graphic Design;
  • Communication Design;
  • Fashion Stylist.

O custo anual para estudar no IED de Milão é de aproximadamente 35,5 mil euros.

Universidade Nova de Lisboa (Portugal)

​​A Universidade Nova de Lisboa completa 50 anos em 2023 e já tem história para contar. A Nova construiu tradição em trabalhar em áreas de inovação, com efeitos práticos na economia e serviços, em âmbito nacional e global.

Tem um perfil internacional, de investigação colaborativa, prestando serviço de uma forma que promova solidariedade e desenvolvimento sustentável em diversas áreas.

A universidade conta com 9 faculdades, 9 bibliotecas e 3 prédios residenciais. São 29 cursos de graduação, 1.800 professores e pesquisadores e pouco mais de 20.000 estudantes (cerca de 6.000 na graduação). Do total de alunos, aproximadamente 20% são estrangeiros, vindos de mais de 100 países.

A Nova tem ainda 41 centros de pesquisa, 77% deles avaliados pela Fundação para a Ciência e Tecnologia de Portugal como “excepcional”, “excelente” ou “muito bom”.

Tem firmadas mais de 530 parcerias de mobilidade internacional em 63 países, recebendo anualmente aproximadamente 930 estudantes em seu campus e enviando para outros países cerca de 750 alunos.

A Nova oferece 7 cursos em inglês:

  • Biomedical Engineering;
  • Cell & Molecular Biology;
  • Information Systems;
  • Information Management;
  • Data Science;
  • Economics e Management.

O custo anual para um aluno na Nova é em torno de 19,5 mil euros, com anuidade, alimentação e moradia.

Institut Français de la Mode (França)

O Institut Français de la Mode (IFM)  fica localizado no coração de Paris, às margens do rio Sena, perto da sede de muitas das principais empresas de moda de luxo do mundo, portanto no centro da inovação e criatividade de Paris.

O IFM é membro da Conférence des Grandes Ecoles, organização que une as melhores escolas de negócios e instituições de ensino superior da França.

Desde a sua fundação, em 1986, o IFM se especializou no ensino do conhecimento e das habilidades necessárias para se ter sucesso em carreiras que estão na intersecção de gestão e design.

O Instituto mantém laços estreitos com a indústria, principalmente por meio do seu Cércle de mécènes, que reúne 15 grandes empresas de moda e luxo. 

O IFM recebe estudantes internacionais desde o seu primeiro ano e atualmente cerca de 30% dos alunos, incluindo graduação e pós, são estrangeiros.

Neste vídeo, você entende mais sobre o processo para estudar em uma universidade na França:

Os cursos de graduação oferecidos em inglês pelo IFM são:

  • Fashion, Design & Technology;
  • Fashion Marketing;
  • Fashion Sustainability.

O custo anual no IFM é de aproximadamente 34 mil euros, incluindo anuidade, moradia e alimentação.

Audencia Business School (França)

Fundada em Nantes em 1900, Audencia está entre o 1% das escolas de negócios que possuem todas as acreditações acadêmicas internacionais: EQUIS,  AACSB e AMBA. Ela está entre as melhores escolas de business da Europa.

A Audencia Business School tem mais de 200 parcerias acadêmicas, mais de 175 acordos com empresas nacionais e internacionais e foi a melhor colocada entre as escolas de negócios francesas em termos de felicidade dos alunos pelo ranking Happy School de 2020.

A escola tem cerca de 5.600 alunos de mais de 100 países e mais de 27.000 ex-alunos, que formam uma potente networking.

A Audencia tem dois cursos de graduação em inglês:

  • Management;
  • Big Data & Management;
  • Além de dezenas de cursos de pós-graduação.

O custo anual na Audencia é em torno de 19 mil euros, incluindo anuidade, moradia e alimentação.

University of Twente (Holanda)

Localizada na cidade de Enschede, a 160 km de Amsterdam, a University of Twente (UT) tem cerca de 33% dos seus quase 13.000 estudantes vindos de 85 países.

Conhecida por sua característica high tech e ao mesmo tempo human touch, UT é a única universidade da Holanda com todas as atividades, acadêmicas ou não, concentradas em um único campus.

Ele fica a 10 minutos, de bicicleta, do centro da cidade, um lugar multicultural, com muita arte e vida noturna. 

Fundada em 1961, a Universidade of Twente conecta tecnologia, ciência e engenharia com ciências sociais. Os alunos da UTC são curiosos, empreendedores e bons em relações sociais. A universidade faz parceria com outras instituições em projetos como “injeções sem agulha”, cirurgia robótica e prevenção de cyber crime.

UT oferece 16 cursos de graduação em inglês, entre eles:

  • Advanced Technology;
  • Applied Mathematics;
  • Chemical Science & Engineering;
  • Business Information Technology;
  • Civil Engineering;
  • Electrical Engineering;
  • Industrial Design Engineering;
  • Industrial Engineering and Management;
  • Mechanical Engineering;
  • Communications Sciences;
  • International Business Administration;
  • Management, Society and Technology. 

O custo anual para estudar na UT é de cerca de 21 mil euros, incluindo anuidade, moradia e alimentação.

University of Amsterdam (Holanda)

​​Considerada a 60a melhor universidade do mundo pelo ranking Times Higher Education, UvA é uma das principais referências em pesquisa na Europa. É a terceira mais antiga universidade do país e a maior em número de alunos.

Dividida em 4 grandes campus no coração de uma das mais vibrantes e diversas capitais europeias, a University of Amsterdam é uma das universidades com mais cursos de graduação em inglês em toda a Europa, com mais de 20 opções. Mais de 7.000 dos aproximadamente 34.000 alunos são estrangeiros vindos de mais de 100 países.

Entre os cursos em inglês que a UvA oferece estão:

  • Actuarial Science;
  • Business Administration;
  • Business Analytics;
  • Communication Science;
  • Econometrics;
  • Economics and Business Economic;
  • Psychology;
  • Political Science.

O investimento anual para estudar na University of Amsterdam, incluindo anuidade, moradia e alimentação, é de aproximadamente 29 mil euros.

Quer descobrir quais são as suas chances de aprovação em universidades da Europa? Então faça a nossa análise de perfil gratuita e descubra!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog.png 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2023-04-23 10:00:172023-12-05 14:04:3910 universidades europeias com graduação em inglês!

A importância do Campus Tour na escolha da universidade

7 de abril de 2023/120 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

O processo de definição da universidade é uma etapa tão importante quanto do de seleção das universidades. É nessa fase que o aluno irá analisar as universidades em que foi aprovado e definir qual delas se encaixa mais com seu perfil.

Além, é claro, dos fatores acadêmicos, é muito importante para o aluno conhecer as características de cada universidade e entender se o perfil delas é parecido com o seu. Os americanos chamam esse processo de finding a good fit.

Um dos passos importantes para encontrar a universidade que se enquadra no perfil é fazer o Campus Tour e explorar os diferentes ambientes oferecidos pelas instituições de estudo. Saiba mais sobre esse processo com esse artigo detalhado.

O que é o Campus Tour?

Por mais contato que o aluno tenha tido com dados, fotos e vídeos da universidade, nada será melhor para o estudante do que visitar a cidade e o campus universitário pessoalmente e ter a certeza de que ele realmente se identifica com aquele ambiente. Essas visitas na universidade são chamadas de Campus Tour.

Ao visitar a universidade, o estudante poderá ter uma ideia de como é o seu “clima”:  o perfil dos estudantes e professores, os dormitórios, o refeitório, as salas de aula, e muito mais.

Além disso, poderá tirar dúvidas sobre o dia a dia da faculdade com os próprios alunos, professores e funcionários, como por exemplo:

Como são as aulas nas faculdades? Quantos alunos em média frequentam cada aula?

Como é o refeitório da faculdade? Qual a diversidade de comida oferecida?

Qual a infraestrutura dos dormitórios? Quantas pessoas dividem os quartos?

Qual a diversidade cultural no campus? Existem bastante alunos internacionais?

O campus é tão bonito quanto aparenta pelas fotos na internet?

O campus da faculdade é bem agitado? Os alunos se envolvem com muitas atividades?

Para um estudante internacional, pode parecer complicado realizar uma visita em uma universidade fora do Brasil. Apesar disso, visitar a universidade é algo muito viável se for feito com planejamento, e certamente será um fator muito importante para ajudar o estudante a decidir em qual instituição ele irá realizar a sua graduação.

Escolhendo as universidades e as datas para visita

O primeiro passo é definir quais serão as universidades que o aluno pretende visitar e saber o que é necessário fazer para realizar cada uma das visitas. Esse processo varia muito entre as universidades: há instituições que exigem que o aluno se inscreva com antecedência e que realize o tour em datas específicas.

Outras são mais flexíveis e permitem que o aluno realize sua visita em qualquer data. Portanto, é muito importante estar atento as datas e procedimentos necessários de todas as universidades que você pretende visitar. Essas informações podem ser encontradas no site da universidade ou entrando em contato com o departamento de admissões de cada uma delas.

“Eu achei melhor marcar a minha viagem aos EUA no meio do mês de Abril, pois nessa época eu já tinha todas as respostas das universidades, e ainda teria tempo para decidir para qual ir” disse Renato Ferrari, que agendou visitas para a University of California – Santa Barbara e University of California – San Diego.

“Na University of California – Santa Barbara, marquei um “tour dos admitidos”, que foi bem geral eu diria – o que eu procurava nesse tour era conhecer a faculdade, pois já sabia do nível académico dela”.

“Com relação a University of California – San Diego, eu fui no Triton Day, que é um sábado “de festas” e shows e todos da faculdade estão lá à disposição. Lá, eu encontrei uma pessoa do staff que respondeu muito especificamente todas as minhas perguntas” relembrou Renato, que acabou optando pela University of California – San Diego.

Escolher corretamente as datas para as visitas pode não só facilitar o processo de definição da universidade, mas também evita que o aluno precise se matricular em mais de uma instituição por ainda não ter tomado sua decisão.

“Eu decidi visitar a University of Florida, North Carolina State University e University of Minnesota. Eu realizei minhas visitas em maio, então acabei me  matriculando nas três universidades para depois escolher uma delas. Uma dica é tentar visitar as universidades em abril ou até em março, caso todos os seus resultados já tenham saído, assim você realiza as visitas antes da data final de matrícula das universidades e define qual delas irá estudar, matriculando-se apenas em uma” afirmou Vanessa Shimada, aluna da University of Minnesota – Twins Cities.

Estudantes caminhando durante o Campus Tour

Hospedagem

Geralmente, as universidades possuem hotéis muito próximos a elas, já que elas recebem muitos visitantes em diversas épocas do ano. Alguns desses hotéis inclusive ficam dentro do próprio campus.

Há universidades que possuem parcerias com hotéis, dando descontos para quem for realizar visitas no campus ou participar de eventos na instituição.

Contudo, planejar a visita para os períodos “fora de temporada” pode evitar dores de cabeça. Marcar as visitas nos meses de março e abril evita que o aluno enfrente concorrência no momento de encontrar a hospedagem: em maio, geralmente ocorrem as cerimônias de formatura, fazendo aumentar a procura por hotéis nas regiões próximas à universidade.

“Como agendei minhas visitas para maio, os hotéis próximos do campus já estavam todos cheios por conta das formaturas” conta Vanessa.

Campus da universidade pronto para receber estudantes no Campus Tour

Vantagens

Para nossos alunos, visitar as universidades foi determinante no processo de escolha. “Eu pessoalmente acredito que visitar as universidades valeu muito a pena, porque a visita te dá um outro olhar sobre a universidade, algo que você não consegue ter apenas por fotos, vídeos e pelo site. A visita realmente ajudou muito na minha decisão porque eu pude ver mais do que apenas a parte acadêmica: pude conhecer os dormitórios, salas de aula, o clima da cidade e muitas outras coisas” disse Guilherme Bernardes, aluno da Arizona State University.

Renato Ferrari concorda sobre a importância de sentir o espírito da universidade. “Eu achei que minha viagem valeu muito a pena, pois como UC – San Diego e UC- Santa Barbara são muito parecidas academicamente, o que me ajudou na decisão foi justamente o “feeling” que eu tive assim que pisei em cada uma delas. Além disso, conheci pessoalmente estudantes de ambas as faculdades, o que me ajudou a tirar dúvidas pessoais e do dia a dia”.

Para Renato Nishikawa, pai de Felipe, conhecer a universidade foi determinante para ter completa noção da estrutura das universidades dos Estados Unidos: “Visitamos a Purdue University e a estrutura era fantástica! Eles possuem um boeing com mais de 1M de peças só para a turma de aeronáutica montar e desmontar, corridas de kart com equipes de engenharia. Eles possuem até um aeroporto para a turma de engenharia aeronáutica, com vários aviões, inclusive da força aérea americana. São 20 astronautas formados em Purdue, incluindo o primeiro homem a pisar na lua Neil Armstrong. Gostamos bastante, a universidade é muito moderna e a cidade muito bem planejada!” contou Renato.

Estudantes fazendo o Campus tour pela área externa da universidade

 

Tranquilidade para alunos – mas também para os pais!

As visitas na universidade são importantes não somente para que os alunos possam conhecer suas opções de universidades, mas também para que os pais possam ficar mais tranquilos sobre os locais onde os filhos poderão morar.

No caso de Juliana de Alexandria, mãe da Luiza, conhecer a universidade foi fundamental para que ela se tranquilizasse sobre a escolha da filha. Luiza já estava muito decidida a ir para a Temple University, na Filadélfia, mas Juliana achava importante conhecer o local e a cidade, antes de confirmar suas boas impressões.

“No início, eu achava que visitar as universidades seria algo muito difícil, por tentar conciliar meus horários no Brasil, os da minha filha. A Luiza já havia sido aprovada na Temple University e estava muito encantada pela universidade, e queríamos ter a certeza de que ela iria tomar a decisão correta. Decidi perguntar para outros pais na associação de pais da Daqui pra Fora e, incentivada por eles, decidimos visitar a Temple na Filadélfia” disse Juliana.

“Analisando toda a história, foi muito bom termos decidido visitar a universidade. Para nós, não foi uma questão de escolher qual seria a melhor universidade, já que a Luiza já estava muito certa em definir a Temple. Queríamos apenas confirmar as certezas da Luiza, conhecer a cidade. Eu já tinha uma noção de como seria a Filadélfia, sabia que era uma cidade muito boa, perto dos grandes centros urbanos que facilitariam a carreira em comunicação da Luiza. Portanto, quando a Luiza chegou em agosto para iniciar suas aulas, ela já conhecia a universidade, a cidade, o dormitório que iria morar, e é uma situação muito diferente de chegar em um lugar sem conhecer absolutamente nada. A adaptação inicial dela foi muito mais fácil. Foi uma experiência extremamente positiva para mim, como mãe, e para a Luiza, como aluna” concluiu Juliana.

Universidade americana aguardando estudantes para o Campus Tour

Contato com estudantes brasileiros nas universidades

Um dos fatores que é levado em consideração pelos estudantes ao definir a sua universidade é a presença de outros brasileiros no campus.

Alguns estudantes preferem ter mais contato com alunos americanos ou de outras nacionalidades, mas há estudantes que acreditam que ter contato com brasileiros que estão vivendo a mesma experiência, principalmente no início, pode ajudar no processo de adaptação.

“A University of Minnesota possui um grupo no Facebook para brasileiros que estudam na universidade e seus familiares, o que facilita muito o contato” disse Vanessa Shimada.

“Além disso, a Eliane Buzzetto, mãe do Leonardo, sempre ajuda os estudantes que quiserem conhecer os brasileiros da universidade, nos colocando em contato uns com os outros”

Vista aérea de cidade dos Estados Unidos

Tenha uma universidade favorita

Um dos principais pontos levantados por Vanessa é a necessidade de visitar todas as principais opções de universidade que o estudante tiver.

“Eu não ia visitar as faculdades, pois já tinha certa preferência pela University of Minnesota. Mas eu tive uma reunião com meu coordenador acadêmico, Marcelo Peterlini, que me fez a seguinte pergunta: ‘se você fosse comprar uma casa, você iria escolher uma sem visitar outras opções?’ E ele teve toda razão, foi um investimento que valeu muito a pena! Eu escolhi a University of Minnesota por causa da visita. E recomendo muito para qualquer um.  Mesmo que você já tenha sua universidade favorita, faça visitas em suas outras opções se puder”

10 dicas para quem deseja fazer um campus tour!

1. Inicie o planejamento com antecedência;

2. Aproveite as férias e feriados para visitar os campi;

3. Faça tours virtuais;

4. Fale com estudantes no campus;

5. Explore os departamentos acadêmicos;

6. Visite o refeitório e o centro dos estudantes;

7. Pergunte sobre a segurança do campus;

8. Procure saber sobre bolsas de estudo;

9. Leia o jornal dos estudantes;

10. Documente sua visita.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-10.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2023-04-07 10:00:002025-04-01 15:12:15A importância do Campus Tour na escolha da universidade

As 10 melhores universidades do mundo em 2024

25 de fevereiro de 2023/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Montar uma boa college list com as melhores universidades do mundo é um ponto fundamental dentro do processo de application para universidades no exterior. Escolher as universidades mais alinhadas ao seu perfil não é uma tarefa simples.

Requer tempo e paciência na busca pelas melhores informações. Neste momento, os rankings internacionais são algumas das principais referências utilizadas pelos estudantes.

A Times Higher Education (THE) tem, sem dúvida, um dos rankings mais respeitados e mais procurados por estudantes do mundo inteiro.

Sua prestigiada avaliação se baseia em 5 critérios:

  • Ensino;
  • Citações (científicas);
  • Pesquisa;
  • Perspectiva internacional (estudantes, professores e staff internacionais);
  • Industry income (investimento que recebe).

Entre as 10 melhores universidades do mundo em 2024, de acordo com a Times Higher Education, 7 estão nos Estados Unidos e 3 no Reino Unido.

A seguir você vai conhecer melhor cada uma delas e vai entender por que elas estão no topo da classificação

Melhores universidades do mundo em 2024

Oxford University #1 (Reino Unido)

Mais antiga universidade de língua inglesa do mundo, Oxford University tem tradição de excelência há séculos e está sempre presente entre as primeiras nos principais rankings universitários internacionais. Ocupa a 1a posição no THE desde 2017. 

Localizada na cidade medieval de Oxford, a universidade tem hoje cerca de 25.000 alunos, sendo 12.510 na graduação. Do total de alunos, 45% são internacionais (aproximadamente 11.500), vindos de 160 países e territórios.

Oxford é composta por 38 faculdades, com mais de 250 cursos de graduação e 300 de pós. Com mais de 100 bibliotecas, possui o maior sistema de bibliotecas do Reino Unido.

A universidade ainda conta com 5% de todos os pesquisadores do Reino Unido e já formou 26 primeiros-ministros britânicos, incluindo Boris Johnson e Theresa May. 

Oxford está associada a 11 vencedores do Prêmio Nobel de Química, 16 em medicina e 5 em Física. Além dos 26 primeiros-ministros, fazem parte dos 250.000 ex-alunos de Oxford a ex-primeira-ministra da Índia Indira Gandhi, o cientista Stephen Hawking (graduação), o ator Hugh Grant e o escritor Oscar Wilde, entre outras importantes personalidades.

Atualmente, a Oxford University contribui com 15,7 bilhões de libras para a economia do Reino Unido e oferece mais de 28.000 empregos.

Stanford University #2 (Estados Unidos)

Localizada na Bay Area, região de São Francisco, no coração do Vale do Silício, Stanford é considerada a 2a melhor universidade do mundo pelo ranking da Times Higher Education (THE). 

Stanford promove pesquisas de enorme impacto global, estimula a interação professor-aluno, a interdisciplinaridade e, claro, a excelência acadêmica. É muito conhecida pelo espírito empreendedor e pela proximidade com as indústrias do Vale do Silício. 

Com 33 km2, o campus principal de Stanford é um dos maiores dos Estados Unidos. A universidade é composta por 7 escolas. Três delas oferecem cursos de graduação: Engineering, Humanities & Sciences e Earth, Energy and Environmental Sciences.

Stanford tem ainda 18 institutos interdisciplinares, que permitem aos alunos combinarem diferentes áreas de estudos e criarem seus próprios programas. 

Fundada em 1885, Stanford tem hoje um total de mais de 17.000 estudantes, cerca de 7.000 deles na graduação, e 2.240 professores.

Os alunos de Stanford estão entre os mais bem pagos do país quando se formam. De acordo com a PayScale, o salário (anual) no início da carreira dos formados em Stanford é, em média, de U$ 83.500, e no meio da carreira, quase dobra. Vai para U$ 161,400, em média.  

Empresas fundadas por ex-alunos de Stanford geram uma receita anual de mais de 2,7 bilhões de dólares, o que corresponderia à 10a maior economia do mundo. Entre elas estão Nike, HP, Instagram, PayPal e Snapchat.

Praticamente todos os estudantes que entram em Stanford, 99%, permanecem para o segundo ano, o que indica um altíssimo grau de satisfação. Fora das aulas, eles têm à disposição mais de 650 organizações estudantis, que vão de esportes a assuntos acadêmicos, arte ou religião.

MIT #3 (Estado Unidos)

Sempre presente nos lugares mais altos dos principais rankings internacionais, o MIT (Massachusetts Institute of Technology) é a 3a melhor universidade do mundo em 2024, de acordo com o THE. 

Fundado em 1861, o MIT é referência no mundo inteiro principalmente quando o assunto é engenharia, tecnologia e ciência. A universidade é bastante reconhecida pela excelência em ensino e pesquisa e pelo foco em inovação e empreendedorismo. 

O MIT tem hoje 11.934 estudantes (4.638 na graduação), cerca de 33% deles internacionais, além de 1.000 professores. A universidade é dividida em 5 escolas:

  • Arquitetura e planejamento;
  • Engenharia;
  • Administração e ciência;
  • Humanidades e artes;
  • Ciências sociais.

Elas oferecem um total de 56 majors  e 58 minors na graduação. 

O campus de 168 acres também fica na cidade de Cambridge. Ele é composto por 190 prédios (19 deles residenciais), 6 bibliotecas, mais de 60 centros de pesquisa e laboratórios, além de 12 museus e galerias de arte.

As instalações esportivas são de ponta e o campus conta ainda com mais de 20 restaurantes e cafés, 20 jardins e muitas obras de arte espalhadas. 

Os alunos podem participar de mais de 500 organizações estudantis com temáticas bem variadas, que vão desde as que estudam a ciência do chocolate até as mais populares, como as de empreendedorismo, as esportivas, de artes ou de nacionalidades. Os clubs ou organizações estudantis no MIT têm o compromisso com a diversidade e a inclusão.

O MIT é responsável por algumas das mais relevantes descobertas científicas e por alguns dos maiores avanços tecnológicos da história.

Entre eles estão a síntese química da penicilina, o desenvolvimento do radar e a invenção da memória do núcleo magnético, que possibilitou o desenvolvimento dos computadores digitais.

Pesquisas recentes nos laboratórios do MIT chegaram a importantes novidades no tratamento e cura do câncer, aliando quimioterapia à imunoterapia e à descoberta de vacinas inaláveis, por exemplo.

Harvard University #4 (Estados Unidos)

Referência no mundo inteiro quando o assunto é excelência acadêmica, Harvard é a mais antiga universidade norte-americana. Fundada em 1636, Harvard faz parte da prestigiada Ivy League, grupo que reúne 8 das melhores universidades americanas. 

Dos seus 31.566 alunos, 7.274 são internacionais, vindos de 142 países. Dos 9.950 estudantes da graduação, 1.216 são estrangeiros. 

Número 4 do mundo, segundo o THE, Harvard é constituída por 13 escolas e institutos, incluindo algumas das mais bem ranqueadas nas suas respectivas áreas, como a Business School, a School of Engineering and Applied Science e a John F. Kennedy School of Government. 

Localizada em Cambridge, a 10 minutos de Boston, Massachusetts, Harvard abriga em seu campus de 5.000 acres 5 museus, 2 teatros, e a maior biblioteca acadêmica do mundo, que contém:

  • 400 milhões de itens manuscritos;
  • 124 milhões de páginas da web arquivadas;
  • 5,4 terabytes de arquivos digitais.

Há mais de 500 organizações estudantis abertas à participação dos alunos.

A excelência em ensino e pesquisa de Harvard é reconhecida pelos prêmios que seus professores e pesquisadores já receberam. É a universidade que contempla mais vencedores do prêmio Nobel: 161, nas mais diversas áreas.

Além disso, tem 47 Pulitzers (jornalismo e literatura) e 14 Turing (conhecido como “o Nobel da Computação”). Entre seus ex-alunos mais influentes estão Mark Zuckerberg, os ex-presidentes J.F. Kennedy e Barack Obama e os atores Matt Damon e Natalie Portman.

University of Cambridge #5 (Reino Unido)

Fundada em 1209, a University of Cambridge é hoje a 4a mais antiga universidade do mundo e a 2a em língua inglesa. Quinta colocada no ranking THE 2024, Cambridge tem hoje cerca de 24.300 estudantes, sendo aproximadamente 13.000 na graduação. 

Cambridge tem hoje 39% de alunos internacionais, vindos de 141 países. A unviersidade se divide em 31 Colleges, que comoprtam seis escolas:

  • Arts and Humanities;
  • Biological Sciences;
  • Clinical Medicine;
  • Humanities and Social Sceinces;
  • Physical Sciences;
  • Technology.

Elas oferecem 30 cursos de graduação, que o aluno escolhe nos anos iniciais. Depois, nos anos finais, há 65 áreas de estudos em que ele pode se especializar ainda na própria graduação.

Por exemplo: quem escolhe engenharia pode se especializar em engenharia espacial, engenharia química, engenharia civil, engenharia da computação, engenharia elétrica, eletrônica, ambiental e outras.

O campus fica no centro da cidade de Cambridge, à margem do rio Cam. Ele abriga mais de 100 bibliotecas, com mais de 15 milhões de livros, 9 museus (de artes, cultural e científicos) abertos ao público e um jardim botânico.

Em sua história, Cambridge tem 92 laureados com o Nobel associados à universidade. Entre seus ex-alunos estão, ente outros nomes famosos, Isaac Newton, Charles Darwin, Alan Turing (matemático cuja vida é contada no filme “O Jogo da Imitação”, e Stephen Hawking, que fez pós-graduação lá.

Princeton #6 (Estados Unidos)

Uma das 8 integrantes da renomada Ivy league, Princeton é considerada a 6a melhor universidade do mundo pela Times Higher Education.

Fundada em 1746 na cidade de mesmo nome, em New Jersey, Princeton é uma das mais antigas instituições de ensino superior do país. Tem cerca de 10.000 estudantes, sendo 1.200 internacionais. 

O campus, considerado um dos mais bonitos dos Estados Unidos, é composto por 180 prédios, projetados por renomados arquitetos, e oferece acomodação para todos os alunos durante os 4 anos da graduação. Por isso, apenas 2% dos estudantes de Princeton escolhem morar fora do campus.

Além das salas de aula, laboratórios e bibliotecas, a vida em Princeton pode ser bastante animada. Há mais de 500 organizações estudantis no campus e inúmeros eventos são organizados durante todo o ano:

  • Cinema no Garden Theater;
  • Truckfest (festival de food trucks);
  • Torneio anual de dodgeball (queimada);
  • Fashion Shows;
  • Corrida de 5 km;
  • Palestras;
  • Workshops.

Reconhecida como uma das mais importantes instituições do mundo na área de pesquisa, Princeton tem na sua história 40 laureados com o Prêmio Nobel e 17 ganhadores da National Medal of Science.

Estudaram em Princeton também, entre outras personalidades, o fundador da Amazon Jeff Bezos, a atriz Brooke Shields e a ex-primeira dama Michelle Obama. 

California Institute of Technology  #7 (Estados Unidos)

Também conhecido como Caltech, o California Institute of Technology fica em Pasadena, ao norte de Los Angeles. Número 7 do mundo no ranking 2023 da THE, Caltech tem um ambiente multicultural e diverso. Cerca de 34% dos seus 2.300 alunos são internacionais.

Caltech tem 6 divisões acadêmicas, focadas principalmente em ciências e engenharia. O volume e a qualidade das pesquisas desenvolvidas em Caltech são mundialmente reconhecidos e têm o suporte de instalações de ponta. Entre elas estão o Jet Propulsion Laboratory, o Seismological Laboratory e a International Observatory Network.

O ambiente acadêmico concentrado e intenso de Caltech garante todos os anos milhões de dólares em bolsas de pesquisa, produz incontáveis patentes e forma inúmeros CEOs de empresas de tecnologia.

Além disso, ex-alunos de Caltech já receberam 39 prêmios Nobel e 6 Turing Awards (concedido para as maiores contribuições na área da computação). 

Caltech possui 11 residências estudantis. Apenas os calouros (freshman) precisam morar no campus, porém mais de 80% dos alunos preferem continuar vivendo na universidade nos outros anos também.

A vida estudantil é bastante centrada nos residenciais, que misturam tradição e inovação. Os dorms são conhecidos como “self-governing living spaces“. Cada casa tem sua própria personalidade e os alunos se inscrevem naquelas com as quais mais se identificam

Estudaram em Caltech Gordon Moore, engenheiro fundador e diretor da Intel; o famoso químico Linus Pauling (criador do Diagrama de Pauling que estudamos na escola); e Adam D’Angelo, co-fundador e CEO do Quora. 

Imperial College of London #8 (Reino Unido)

Bem mais nova que algumas das principais universidades do Reino Unido, a Imperial College London (ICL) foi fundada em 1907 e já está entre as melhores do país e do mundo.

A universidade é responsável por algumas das principais inovações tecnológicas da modernidade e seus estudos foram algumas das principais referências para tomadas de decisões no auge da pandemia da Covid-19.

A universidade tem hoje cerca de 18.000 alunos (10.000 na graduação), 60% internacionais (incluindo graduação e pós), que se dividem em 4 áreas de estudos: ciências, engenharia, medicina e business.

A Imperial College valoriza a interdisciplinaridade e é internacionalmente reconhecida pela intensa aplicação dos seus estudos na indústria e no empreendedorismo.

Localizado em South Kensington, um dos bairros mais atraentes de Londres, o campus principal da ICL, idealizado pelo Príncipe Albert, fica próximo do Hyde Park, do Museu da História Natural, do Victoria and Albert Museum e do Science Museum. O objetivo do príncipe era unir ciência e arte. Deu certo.

No dia a dia, os alunos da Imperial College podem participar de mais de 380 organizações estudantis, clubs e projetos no campus, de música, esportes, mídia trabalho voluntário e inúmeras atividades culturais e artísticas.

University of California, Berkeley  #9 (Estados Unidos)

Também conhecida apenas como Cal, a University of California Berkeley fica localizada na Baía de San Francisco. É a casa de cerca de 28.000 alunos de graduação e cerca de 10.000 de pós, sendo 23% deles internacionais.

Fundada em 1868, Berkeley foi a primeira universidade a integrar o University of California System e é a segunda mais antiga instituição de ensino superior da Califórnia. 

Considerada a 9a melhor universidade do mundo pela THE, Cal é formada por 14 escolas. Entre elas estão as conceituadas Haas School of Business, a College of Engineering, a School of Public Health e a College of Chemistry. Seus professores já receberam 39 prêmios Nobel, a maioria em física, química e economia.

Uma das universidades com menos discriminação no mundo, Berkeley é um tradicional centro de ativismo político. Nos anos 1960 e 1970 foi palco de importantes protestos contra a Guerra do Vietnã, por exemplo. 

A vida dos estudantes fora das salas de aula, laboratórios e bibliotecas em Berkeley passa bem longe da monotonia. Acontecem eventos o ano inteiro, há esportes para assistir ou praticar, mais de 1.000 clubs e organizações estudantis para participar, além das inúmeras atrações da própria cidade de São Francisco. 

Yale University  #10 (Estados Unidos)

Com mais de 300 anos de história, Yale é uma das 8 universidades que fazem parte da Ivy League. Décima colocada entre as melhores universidades do mundo, segundo o THE, Yale tem hoje 6.494 estudantes na graduação e 8.031 na pós. 

Cerca de 22% dos alunos de Yale são internacionais, vindos de 115 países. Seu campus, de 260 acres, fica em New Haven, Connecticut, a pouco mais de 2 horas de Nova York, e ainda possui prédios originais, com arquitetura do século XVIII.

O lugar é tomado por obras de arte por toda parte, desde os saguões dos prédios até os pátios, praças e salas de aula.

Yale é dividida em 14 escolas. É uma universidade Liberal Arts, o que dá liberdade aos alunos de construir sua grade curricular de acordo com seus principais interesses e escolher seu major durante o decorrer do próprio curso.

Alguns dos cursos mais procurados em Yale são:

  • Economia;
  • Ciências políticas;
  • Ciência da computação;
  • História;
  • Psicologia. 

Estudaram em Yale importantes personagens da vida norte-americana, como o ex-presidente George W. Bush, Bill e Hillary Clinton, as atrizes Meryl Streep, Jodie Foster e Lupita Nyong’o e o empreendedor Ben Silbermann (CEO e cofundador da Pinterest), entre outros. 

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2023/02/As-10-melhores-universidades-do-mundo-em-2023-segundo-o-THE.png 862 1300 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2023-02-25 11:26:592024-01-12 10:44:22As 10 melhores universidades do mundo em 2024

O que é o gap year? Vale a pena fazer?

19 de dezembro de 2022/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

O Ensino Médio vem carregado de muitas expectativas, geralmente voltadas para o que fazer quando ele acabar. Estudar o quê? Onde? E elas só aumentam conforme os três anos vão passando.

Quando chega mais perto do fim, uma outra pergunta pode aparecer na cabeça dos alunos que planejam estudar no exterior: “quando me candidatar?”. Isso mesmo. Por diferentes razões, alguns estudantes optam por fazer um gap year e adiam em um ano o ingresso na faculdade.

A seguir, você vai aprender o que é o gap year, conhecer as principais razões que levam os estudantes a fazer esta opção e vai conhecer os prós e os contras que envolvem o gap year.

O que é o gap year?

Gap, como o próprio nome diz, é um vão, um intervalo, um hiato. No caso dos alunos do Ensino Médio, o gap year é o intervalo de um ano que os separa do início da graduação. Este ano pode ser vivido de inúmeras maneiras, dependendo das razões e dos objetivos de cada um. 

Fazer o gap year é uma decisão que deve ser tomada depois de bastante reflexão. Vale a pena? A resposta para esta pergunta varia de pessoa para pessoa. Cada aluno vive um cenário particular em relação ao application e vários aspectos devem ser levados em conta antes de bater o martelo.

Por isso, é importante ter todas as informações em mãos antes de tomar essa importante decisão e entender os motivos que podem influenciar diretamente nessa decisão.

Por que fazer o gap year? 

Os motivos de optar pelo gap year após o Ensino Médio são os mais variados. Mas de uma forma geral, o gap year de quem pretende fazer faculdade no exterior sempre acaba tendo como objetivo fortalecer a candidatura. 

No processo seletivo para as universidades no exterior, há várias exigências. Além de apresentar boas notas na escola, o aluno precisa fazer um bom exame de proficiência em inglês, deve estar bem preparado para o SAT, precisa fazer uma boa redação (essay), mostrar que participou de atividades extracurriculares interessantes e conseguir elaborar uma college list equilibrada e alinhada com o seu perfil. Esse conjunto de fatores vai compor uma candidatura forte.

Mas quem precisa fortalecer a candidatura? Isso acontece geralmente com alunos que decidiram mais tarde (próximo do final do Ensino Médio) que queriam estudar no exterior e não tiveram tempo suficiente para elaborar uma boa candidatura.

Mas não é só. Por razões diferentes, alguns alunos não conseguem cumprir todas as etapas do processo de forma satisfatória. Às vezes ele fez tudo certo, mas não atingiu a nota no SAT exigida pelas universidades escolhidas.

Ou não conseguiu participar de atividades extracurriculares relevantes. Tudo isso pode levar o candidato a decidir aplicar um ano depois, pensando em apresentar uma candidatura mais consistente e ter mais chances de ser aceito onde quer estudar.

Há ainda o caso de quem aplicou, entrou em uma ou mais faculdades, mas não naquela que queria muito. Nesse caso, alguns optam por fazer uma das outras, mesmo não sendo a preferida. Mas também tem aqueles que decidem esperar um ano e tentar novamente.

Para estes alunos, é importante lembrar que a próxima candidatura tem que ser mais forte que aquela que já foi apresentada (em todos os aspectos) e que a competição de um ano para o outro pode aumentar, o que quer dizer que nem sempre reforçando a candidatura a aprovação será garantida. 

Além disso, o aluno pode optar pelo gap year simplesmente para amadurecer e se conhecer melhor, a fim de saber o que realmente quer fazer na faculdade. Pode ainda querer viajar e/ou ganhar experiência em algumas das suas áreas de interesse. Tudo isso, no final, vai fortalecer uma futura candidatura.

Enfim, como ocupar este tempo vai depender dos objetivos de cada um. Mas é fundamental planejar bem, se organizar, manter o foco e a disciplina, já que é um ano sem as obrigações da escola e as exigências das applications são grandes e numerosas. 

Neste vídeo, você encontra informações importantes sobre o que esperar do seu ano de candidatura:

Prós e contras do gap year

Como as razões para optar por um gap year são variadas, os prós e contras devem ser observados de forma bastante pessoal também. O que vale para a situação de um nem sempre vale para a de outro estudante. Por isso, reflita sobre os prós e contras a partir do seu próprio olhar, dentro do seu próprio cenário.

Prós

– Com o gap year você tem mais tempo para preparar seu application. Tudo o que não deu para fazer até o término do Ensino Médio pode ser feito neste período e o que foi feito pode ser melhorado. Sua candidatura pode, portanto, ficar mais competitiva. 

– O gap year pode ser um período de amadurecimento e autoconhecimento. É um período em que você pode experimentar novas atividades, viajar, trabalhar (voluntário ou não), conhecer novas pessoas e culturas e desenvolver novas habilidades. Pode ser uma experiência transformadora, onde você se desafia, se desenvolve, percebe suas preferências e entende melhor como você funciona diante de diferentes situações. Assim você pode, inclusive, tomar melhores decisões em relação ao curso que vai fazer. 

– Um descanso das salas de aula pode dar mais energia para o ano seguinte. A escola, principalmente no Ensino Médio, é muito estressante, gera ansiedade e cansaço. Este ano “off” pode ajudar a dar um gás e fazer você começar a faculdade reenergizado.

Contras

– Se você não planejar bem, se não souber se organizar, não tiver muita disciplina e não focar no que precisa ser feito, este período vai se transformar em um enorme desperdício de tempo. 

– Olhar para os seus amigos que já estão na faculdade pode trazer a sensação de ter ficado para trás.

– Ao mesmo tempo que o descanso tem tudo para te reenergizar, ele pode fazer você se desacostumar do ambiente acadêmico e dificultar a transição de volta às salas de aula.

É importante juntar todas as informações, refletir sobre a sua realidade e entender o que faz sentido e o que não faz sentido para você. E, a partir daí, tomar a melhor decisão para o seu futuro.  

Se você quer orientação profissional para ajudar na sua tomada de decisão, pode marcar uma conversa com um dos nossos especialistas e receber toda a assistência necessária.

 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Vale-a-pena-fazer-o-Gap-Year.png 862 1300 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2022-12-19 15:15:482024-02-09 10:24:57O que é o gap year? Vale a pena fazer?

Conheça 4 universidades top 100 do mundo em que alunos Daqui pra Fora conseguiram bolsas por mérito em 2022

23 de outubro de 2022/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Desde 2001 a Daqui pra fora já orientou mais de 3.500 estudantes brasileiros em processos seletivos para universidades no exterior. Neste período, nossos alunos já conseguiram mais de R$ 700 milhões em bolsas de estudos. 

Vale a pena lembrar que grande parte das universidades no exterior oferecem vários tipos de bolsas de estudos: as principais são por necessidade financeira e por mérito acadêmico. Especialmente nos Estados Unidos, ainda há bolsas por mérito esportivo e por mérito artístico.

Em 2022, 55% dos alunos da Daqui pra Fora conquistaram algum tipo de bolsa, que totalizaram cerca de R$ 130 milhões. Várias destas bolsas foram por mérito acadêmico e obtidas em algumas das mais prestigiadas universidades do mundo.

E hoje vamos falar sobre 6 universidades que integram o top 100 do renomado ranking Times Higher Education em que alunos da Daqui pra Fora conseguiram bolsas por mérito em 2022:

  • University of Toronto;
  • University of British Columbia;
  • Duke University;
  • Boston University;
  • Emory University;
  • Michigan State University

Conheça melhor cada uma delas e veja se combinam com o seu perfil. 

University of Toronto (U of T) – #21

Fundada em 1827, a University of Toronto é considerada um celeiro de boas ideias e inovação e é referência em excelência e inclusão. Localizada em uma das cidades mais diversas do mundo, a universidade reflete o seu entorno. Mais de ¼  dos seus 97.066 estudantes vêm de fora do Canadá e representam cerca de 170 países. 

Hoje, quase 650.000 ex-alunos (alumni) da University of Toronto estão espalhados por 190 países, reforçando a identidade multicultural e a enorme potência que a U of T possui em termos de networking.

Número 1 do Canadá e 21a melhor universidade do mundo, de acordo com o ranking THE, U of T é mundialmente conhecida por ser a casa da descoberta da insulina, que aconteceu há 101 anos.

Há quase dois séculos, este e outros estudos importantes da University of Toronto, como o das células-tronco e o das redes neurais, têm ajudado a melhorar vidas em todo o mundo, além de criar novas indústrias e novas áreas de estudo e investigação. 

A University of Toronto tem 3 campus na cidade. O principal deles, o St. George, fica em downtown e recebe cerca de 65.000 estudantes. No total, U of T tem 120 prédios, que, além de salas de aula, auditórios e laboratórios, abrigam 44 bibliotecas, inúmeros restaurantes (para os mais variados gostos), residenciais estudantis e instalações esportivas. 

U of T oferece 700 cursos nas áreas de Humanidades e Ciências Sociais, Life Sciences, Física e Matemática, Comércio e Administração, Ciência da Computação, Engenharia, Cinesiologia e Educação Física, Música e Arquitetura.

Os estudantes de U of T podem participar de mais de 1.000 clubs ou organizações estudantis, que atendem aos mais diversos interesses, desde jogar Mah-Jong ou fazer breakdance até construir robôs espaciais. 

Duke University – #26

Mais conhecida no Brasil por ser onde o cientista brasileiro Miguel Nicolelis criou o famoso exoesqueleto, Duke University tem hoje o prestígio de ser a mais jovem entre as principais universidades de pesquisa dos Estados Unidos.

Nascida em 1838 como Trinity College, a instituição se tornou Duke University em 1924, na cidade de Durham, em North Carolina, e hoje possui um dos maiores fundos de pesquisa do país. O investimento na área ultrapassa 1 bilhão de dólares anuais. 

A universidade tem cerca de 16.780 estudantes, 6.789 na graduação e 9.991 na pós. Do total, 21% são alunos internacionais. 

Número 26 do ranking mundial THE 2024, Duke é formada por 10 faculdades (duas voltadas para graduação) e 11 institutos e centros de estudos. Os cursos mais procurados em Duke são:

  • Ciência da Computação;
  • Política Pública;
  • Biologia;
  • Economia;
  • Psicologia. 

As escolas que oferecem graduação são a Trinity College of Arts & Science e a Pratt School of Engineering. Há um total de 46 majors nas áreas de artes, humanidades, ciências naturais e ciências sociais, além de 4 majors em engenharia e 42 minors. Os alunos podem combinar as disciplinas que são do seu maior interesse.

O campus principal é composto por 256 prédios: 82 destinados à área acadêmica, 76 medical centers, 22 voltados para esportes e recreação e 76 são residence halls e apartamentos. Os estudantes dos 3 primeiros anos da graduação precisam morar no campus, por isso há tantas moradias estudantis. 

O campus é conhecido por ser bastante vibrante, onde os alunos têm uma vida bem agitada, além das salas de aula. Há mais de 440 clubs e organizações estudantis para participar e cerca de 30% dos estudantes fazem parte de fraternidades ou sonoridades.

Os esportes são um ponto muito forte de Duke e para quem não é atleta passam a ser uma ótima opção de entretenimento.

Entre os ex-alunos ilustres de Duke estão o ex-presidente dos Estados Unidos Richard Nixon, Melinda Gates, o escritor William Striron (de “A Escolha de Sofia”) e vários heads de grandes empresas como Apple, Cisco System, JP Morgan e PepsiCo. 

University of British Columbia (UBC) – #41

Uma das mais antigas instituições de ensino superior do país, a University of British Columbia oferece mais de 500 cursos de graduação e pós. Seu campus, reconhecido pela beleza e modernidade, fica no centro de Vancouver, é um hub cultural e econômico dentro de uma das cidades com melhor qualidade de vida do mundo.

Reconhecida pela excelência em ensino e pesquisa em diversas áreas, UBC é considerada uma das universidades mais internacionais da América do Norte. Entre seus 70.757 alunos (53% na graduação), aproximadamente 30% são internacionais, vindos de mais de 150 países.

Considerada a 41a melhor universidade do mundo pelo THE, UBC oferece aproximadamente 500 cursos entre graduação e pós. Segundo o ranking QS World University Ranking, UBC tem a melhor faculdade de Economia do Canadá e a 22a do mundo, a Vancouver School of Economics. 

A boa reputação de UBC se deve a grandes investimentos em pesquisa (mais de 773 milhões de dólares por ano, que impulsionam mais de 9.500 projetos inovadores por ano) e ótima qualidade de ensino.

Ex-alunos e professores de UBC já ganharam vários prêmios internacionais. Um deles é Robert Mundell, ex- aluno de Economia de UBC, que em 1999 ganhou o Prêmio Nobel de Economia com sua análise inovadora das taxas de câmbio e política monetária.

Com modernos centros esportivos e uma variedade enorme de clubs e organizações estudantis à disposição no campus, os alunos têm a oportunidade de participar de inúmeras atividades, desde esqui e aviação e até arqueologia.

A universidade oferece instalações modernas, como o laboratório nacional de física de partículas e nuclear (TRIUMF). Tem a segunda maior biblioteca de pesquisa do Canadá, com mais de 7 milhões de publicações, e um jardim botânico tradicional japonês, que também serve de lar para uma casa de chá Ichibō.

Boston University (BU) – #78

Com cerca de 36.800 alunos, BU é uma das maiores universidades da região de Boston, em Massachusetts, que, com mais de 100 instituições de ensino superior, é considerada por muitos o principal polo acadêmico dos Estados Unidos.

Boston University é composta por 17 escolas e faculdades, além da Faculty of Computing and Data Science. Tem cerca de 10.000 professores e funcionários e oferece mais de 300 áreas de estudo nos seus 3 campus (o Charles River é o principal), além de vários programas internacionais em 6 continentes.

Nos seus 3 campus (Charles River -o principal- , Medical Campus e Fenway Campus), Boston University tem 343 prédios, 846 salas de aula, 13 bibliotecas e 1.485 laboratórios. 

Considerada a 78a melhor universidade do mundo pela THE e uma das líderes mundiais em pesquisa, BU tem 29% dos seus estudantes vindos de 130 países. 

Cerca de ¾ dos alunos da graduação vivem no campus, o que fortalece o engajamento nas mais de 450 organizações estudantis das quais todos podem participar.

Entre elas, mais de 60 são voltadas para as artes, cerca de 130 para áreas profissionalizantes, aproximadamente 80 são relacionadas com serviços comunitários e 80 são organizações culturais ou religiosas.

Fora das aulas, além das organizações estudantis, os alunos têm inúmeras opções de atividades em BU. Esporte e cultura são algumas das mais preferidas. São cerca de 500 shows ou concertos e mais de 50 exposições de arte por ano para prestigiar no campus.

E as equipes esportivas de BU são fortes, atraem muita gente aos seus jogos. E muitos que não são atletas da universidade, frequentam os ginásios, piscinas e academias do campus com muita frequência.

Boston University tem vários alumini (ex-alunos) ilustres. O mais importante talvez seja Martin Luther King, que fez seu PhD lá nos anos 1950.

Passaram por BU também vários laureados com o Prêmio Nobel, em diversas áreas, como literatura, química e física, além de atrizes vencedoras do Oscar, como Geena Davis e Marisa Tomei.

Quer estudar em uma dessas prestigiadas universidades e aproveitar tudo o que elas têm a oferecer? Nossa equipe de especialistas pode oferecer toda a assistência que você precisa.

Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.

 

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University Connection: cresce o número de escolas com departamento internacional

7 de outubro de 2022/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

O interesse dos jovens brasileiros em fazer faculdade no exterior vem crescendo exponencialmente nos últimos anos. Os reflexos dessa tendência são cada vez mais evidentes dentro das escolas, que hoje estão precisando se adaptar a esta nova demanda para conseguir atender as necessidades desses alunos.

A principal adaptação diante desta nova realidade é a criação de um departamento internacional, o que já vem acontecendo em muitas escolas. O objetivo é prover estes alunos e suas famílias de todas as informações necessárias sobre os processos seletivos no exterior e dar suporte aos estudantes durante toda a jornada de application. 

Por que o departamento internacional é importante?

Os processos seletivos no exterior não seguem o mesmo modelo daqueles que acontecem aqui no Brasil. Cada país tem suas particularidades e, em muitos casos, cada instituição também. Em geral, eles são processos holísticos, compostos por várias etapas, onde as universidades olham o candidato como um todo. O aluno não é avaliado apenas pela nota de uma prova. 

As universidades querem saber quem é este estudante que pretende fazer a graduação lá. Buscam conhecer seu perfil acadêmico e pessoal e ver se ele se encaixa no perfil da própria universidade. Para isso, as universidades utilizam diversas ferramentas, como o histórico escolar, as notas das provas padronizadas (SAT ou ACT) e do exame de proficiência em inglês, redações e cartas de recomendação de professores e/ou coordenadores.

Elas querem saber também de quais atividades extracurriculares o aluno participou (e como participou). Em alguns casos, o candidato ainda precisa enviar um portfólio ou fazer uma entrevista. 

Outra parte importante do processo é escolher onde aplicar. É fundamental selecionar universidades que sejam compatíveis com o perfil do aluno. 

O ideal é que todas estas orientações e o acompanhamento do processo sejam oferecidos pelo departamento internacional, aos alunos interessados em estudar fora.  Quanto mais bem assessorados os alunos estiverem, maiores as possibilidades de eles terem sucesso no processo.

Assessoria da Daqui pra Fora

A Daqui pra Fora, empresa que desde 2001 orienta estudantes brasileiros na preparação para processos seletivos no exterior, já vem assessorando muitas escolas no sentido de atender essa nova demanda dos estudantes e de suas famílias. 

Nesta parceria, com um modelo de trabalho colaborativo, a empresa dá todo o suporte às escolas no desenvolvimento deste departamento, oferecendo treinamento para os coordenadores, guias para cartas de recomendações e todos os outros subsídios importantes para o trabalho dos profissionais da escola. 

A Daqui pra Fora oferece ainda informações e orientações regulares a alunos e pais por meio de palestras, workshops e plantões de dúvidas.

Também aplica simulados das provas padronizadas e faz atendimentos com alunos e seus pais. As famílias ainda podem optar por receber um trabalho individualizado com seu filho ou sua filha.

Além disso, todos os alunos das escolas que fazem a parceria com a Daqui pra Fora têm acesso à University Connection, uma plataforma exclusiva, que pode ser acessada via celular, computador ou tablet.

O que é e como funciona a University Connection?

A University Connection é uma plataforma digital que a Daqui pra Fora disponibiliza a todos os alunos e famílias das escolas parceiras. Ela contém todas as informações necessárias para quem está interessado em fazer faculdade fora do Brasil.

Depois de se cadastrar na plataforma, o aluno poderá consultar a University Connection para os mais diferentes assuntos relacionados aos processos seletivos e à vida universitária no exterior.

Lá, ele e a família vão encontrar textos e vídeos com os mais variados temas, como dicas de estudantes que já viveram esta experiência, informações sobre bolsas de estudos, material sobre os mais variados cursos e carreiras, descrição de todas as etapas do processo seletivo e informações detalhadas de como funciona a assessoria da Daqui pra Fora.  

A plataforma também contém um calendário com todas as atividades programadas na escola, como workshops, palestras, plantões de dúvidas e simulados.

Além do mais, por meio da University Connection, alunos e famílias ainda podem se comunicar diretamente com os profissionais da Daqui pra Fora via WhatsApp ou videoconferência para tirar qualquer dúvida.

Quer implementar o University Connection na sua escola?

Para saber mais sobre o university connection e como ele pode ser implementado, entre em contato conosco por e-mail: contato@daquiprafora.com.br ou Whats App: 11 98984-7644.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/10/CRESCE1.png 862 1300 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2022-10-07 14:21:112024-03-01 10:40:56University Connection: cresce o número de escolas com departamento internacional

O que é o Foundation Year e para que serve

30 de setembro de 2022/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Fazer faculdade em outro país implica em uma série de mudanças e, consequentemente, necessidade de algumas adaptações. Por isso é uma experiência tão rica e engrandecedora. 

As mudanças acontecem nas mais diversas áreas, inclusive na própria área acadêmica. Você vai estudar em outro idioma, vai estar em um novo ambiente, inserido em uma nova cultura, com novas exigências, novos professores, colegas, novo sistema de ensino e de avaliação. Enfim, muita coisa diferente. 

Em termos acadêmicos, alguns países da Europa, especialmente no Reino Unido e na Holanda, exigem que os alunos internacionais, após terminarem o Ensino Médio nos seus respectivos países, se preparem de forma mais específica para ingressar no seu sistema de Ensino Superior europeu. 

E como ocorre essa preparação? Ela se dá por meio do Foundation Year. Como o próprio nome já indica, o foundation é uma base, um alicerce que pretende dar todas as condições para o estudante começar a graduação plenamente preparado e adaptado à cultura e ao sistema de ensino do país.

A ideia é que o aluno termine o Foundation Year integrado, confiante e dominando os conhecimentos e as habilidades necessárias para ingressar no curso superior. Entre elas, está o domínio do inglês.

O que é e como funciona o Foundation Year?

Também conhecido como “gateway” ou “year zero”, o Foundation consiste em um ano básico que prepara o estudante internacional para o sistema europeu de ensino.

Ele normalmente dura um ano e proporciona, além do aperfeiçoamento do inglês, uma vivência completa do ambiente universitário.

É uma oportunidade também para fazer amigos, conhecer o lugar onde você vai viver e estudar e entender a cultura local. Tudo isso sem ter a pressão do início do curso por trás. 

O International Foundation Program (IFP) é oferecido geralmente pelas próprias universidades e após o Foundation, o aluno, quando aprovado, tem ingresso no curso pelo qual tem interesse na própria universidade.

Ou seja, o mais comum é o estudante aplicar para o Foundation na instituição onde quer estudar e, obtendo as notas satisfatórias no final, você tem a progressão automática para o curso.

Normalmente você já vai direcionar o application para a área que você pretende estudar após o Foundation. Portanto, a progressão já acontece para esta área.

No seu Foundation Year, além de melhorar o inglês, você vai estudar metodologia de pesquisa, redação e outras matérias básicas. E vai cursar algumas disciplinas voltadas para a sua área de interesse.

A ideia do Foundation é proporcionar um nivelamento dos alunos internacionais com os padrões acadêmicos exigidos no curso de graduação, já que a formação que o aluno teve em seu país de origem pode ter diferenças ou gaps importantes em relação ao que ele vai encontrar lá. 

Quem precisa do Foundation?

No Reino Unido, o Ensino Médio tem 13 anos letivos. Portanto, todos os alunos internacionais que terminaram o Ensino Médio em 12 anos (como é o do Brasil) devem fazer o Foundation Year. O Foundation, em princípio, cobre este ano que não foi cumprido por estes estudantes em seus países de origem.

Porém, se o aluno se formou com o diploma de IB (International Baccalaureate), ele é dispensado do Foundation. Algumas universidades podem considerar combinação de nota do Enem e notas do Ensino Médio para dispensar alunos brasileiros do Foundation.

Normalmente, quem já fez um ano de faculdade também não precisa fazer o Foundation. O melhor é sempre pesquisar no site a política de cada universidade.

Saiba mais!

Está com dúvida se você precisaria ou não fazer um Foundation? Onde fazer e como aplicar? Agende aqui uma consulta gratuita com um dos nossos especialistas e descubra.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Entenda-que-e-o-foundation-year-e-porque-ele-e-exigido-em-muitas-universidades-na-Europa.png 862 1300 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2022-09-30 14:09:472024-01-24 17:14:19O que é o Foundation Year e para que serve

Conheça as melhores universidades do Vale do Silício

23 de setembro de 2022/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

O Vale do Silício, que fica ao sul da Baía de São Francisco, na Califórnia, abriga muitas das principais empresas de tecnologia do planeta. Netflix, Facebook, Twitter, PayPal, Apple, Yahoo, Tesla, Amazon, entre outras, fazem deste lugar um sinônimo de inovação e o maior hub de tecnologia do planeta. 

Mas estas grandes empresas não estão ali por acaso. Na mesma região ficam algumas das principais universidades dos Estados Unidos e do mundo. Essa combinação de excelência acadêmica, espírito empreendedor e alta tecnologia faz deste lugar o sonho de qualquer amante desta indústria. 

Vantagens de estudar no Vale do Silício

Uma das vantagens de estudar e/ou trabalhar no Vale do Silício, em cidades como Palo Alto, San Jose e Santa Clara, por exemplo, é a certeza de viver rodeado de pessoas criativas, inteligentes e inovadoras, que impulsionam umas às outras para o que há de melhor em estudo, pesquisa e trabalho. 

A região tem várias outras características que ajudam a atrair tantos estudantes para lá. O clima é agradável e existem ótimos lugares para conhecer, com lindas paisagens e oportunidades de fazer muito esporte outdoor.

As pessoas, em geral, são bem colaborativas e costumam ser leais às amizades que fazem na faculdade. Além disso, a diversidade cultural é uma importante marca local. Há décadas, o Vale do Silício atrai gente do mundo inteiro e elas se misturam diariamente nas universidades, nas empresas, nos eventos e nas ruas das cidades.

A seguir você vai conhecer melhor as principais universidades dessa região, de acordo com a classificação dos mais importantes rankings, tanto americanos como internacionais.

Stanford University

Stanford é considerada hoje a 2a melhor universidade do mundo pelo ranking Times Higher Education, e a 3a melhor dos Estados Unidos, segundo o US News. Seu campus, de 8.180 acres, um dos maiores do país, fica em Palo Alto, no coração do Vale do Silício. 

Fundada em 1891, Stanford tem hoje aproximadamente 7.600 alunos na graduação e 9.500 na pós. Deste total, 24% são internacionais, a maioria deles nos cursos de mestrado e doutorado.

A universidade é composta por 7 escolas, divididas nas áreas de business, sustentabilidade, educação, engenharia, humanidades, direito e medicina.

Os 69 cursos de graduação fazem parte das escolas de engenharia, sustentabilidade e humanidades. A maioria dos alunos da graduação moram no próprio campus.

Stanford é bastante famosa pelo seu espírito empreendedor, desde os tempos do final da Segunda Guerra Mundial. O reitor na época era um grande incentivador da inovação, o que acabou dando origem a uma indústria auto suficiente, que viria a se tornar o Vale do Silício.

Em 1970, a universidade tinha um acelerador linear e era uma das quatro instituições ligadas à ARPANET, rede considerada um embrião da internet.

Stanford acumula 21 prêmios Nobel e tem inúmeros ex-alunos famosos nos campos das artes, esportes, business, política e tecnologia. Os fundadores do Google se conheceram em Stanford quando faziam doutorado.

No total, empresas fundadas por ex-alunos e afiliados geram mais de 2,7 trilhões de dólares de receita por ano, o que, se estivéssemos falando de um país, seria a 10a economia do mundo. 

Stanford tem mais de 600 clubs e organizações estudantis nas mais diversas áreas, atendendo todos os tipos de interesses: esportes, religião, política, artes plásticas, cinema, música, economia, entre outros.

A universidade tem ainda sete centros de Equidade, Comunidade e Liderança, com espaço físico e programação variada, para os alunos afirmarem e explorarem suas identidades ao mesmo tempo em que aprendem também sobre as experiências dos outros.

University of California, Berkeley

Membro do seleto grupo das top 10 universidades do mundo em 2024, UC Berkeley ocupa a 9a colocação entre as melhores universidades do planeta, de acordo com o ranking Times Higher Education.

Também conhecida como Cal, UC Berkeley tem hoje aproximadamente 32.000 alunos na graduação e cerca de 13.000 na pós. Deste total, cerca de 8.000 são alunos internacionais.

Primeira universidade do país a ter um vice-chanceler para Equidade e Inclusão, UC Berkeley se orgulha de preparar seus estudantes para viver e trabalhar em um mundo cada vez mais diverso. 

Seu campus, de 1.232 acres, abriga vários museus, entre eles o de Paleontologia, o de Arte e o de cinema; laboratórios, como o Laboratório de Ciências Espaciais, vários institutos, como o Instituto de Pesquisa em Ciências Matemática, bibliotecas que abrigam um total de 13 milhões de volumes, o jardim Botânico, que ocupa uma área de 800 acres, além de teatro, academia, restaurantes etc. 

Há 12 residence-halls no campus e praticamente todos os calouros de UC Berkeley moram em um deles. Há mais de 1.600 organizações estudantis, que abordam os mais diversos temas ou causas. 

Fundada em 1868, a universidade é dividida atualmente em 14 faculdades e escolas, compostas por 180 departamentos e 80 unidades interdisciplinares, que oferecem um total de 350 programas e mais de 7.000 cursos. 

Em UC Berkeley foram descobertos a vitamina E e a vacina para o vírus da gripe. A faculdade de Química é uma das mais bem conceituadas do país e do mundo. Por lá já passaram, entre outros pesquisadores, o vencedor do prêmio Nobel, Linus Pauling.

Hoje a faculdade concentra vários centros de pesquisa e clubes na área de engenharia biomolecular e, especialmente, em nanotecnologia.

Berkeley é também a casa da Haas School of Business, a segunda escola de negócios mais antiga dos Estados Unidos, e a 8a melhor do país, segundo o US News. A Hass School é considerada um dos principais “viveiros” para empresas como Google e Visa, por exemplo. 

Ex-alunos, professores e pesquisadores de UC Berkeley acumulam 32 prêmios Nobel, a maioria em química, física e economia, e 4 Pulitzer.  

Santa Clara University (SCU)

De acordo com o US News & World Report, Santa Clara University é a 55a melhor National University dos Estados Unidos. Isso significa que ela está entre as 15% mais bem conceituadas entre cerca de 400 escolas ranqueadas. 

Fundada em 1850, SCU é composta hoje por seis faculdades, três delas com cursos de graduação: a College of Arts and Sciences, que oferece 35 majors e 44 minors, a School of Engineering, e a Leavey School of Business, considerada a 25a melhor escola de negócios do país pela Poets&Quants 2022 Top Undergraduate Business Programs.

A School of Engineering é a que mais se beneficia diretamente da localização privilegiada de SCU, bem no coração do Vale do Silício. A ênfase e a excelência em inovação e tecnologia colocam os alunos mais próximos das grandes empresas da região.

Uma das vantagens de SCU são as classes pequenas. O número de alunos por sala é, em média, 22 e quase 40% das aulas têm menos de 20 estudantes. Dessa forma, há mais contato direto com os professores e com os próprios colegas, o que favorece a aprendizagem.

Os cursos mais populares na Santa Clara University são ciência da computação, economia, marketing, ciências políticas, psicologia e matemática.

Os quase 6.000 alunos de SCU – cerca de 1.500 deles internacionais – podem escolher participar de mais de 150 clubs e organizações estudantis disponíveis no campus. Em Santa Clara, todos os alunos do primeiro ano e a maioria dos alunos do segundo ano moram em RLCs (Comunidades Residenciais de Aprendizagem), que ficam em oito das 10 residências do campus.

Cada RLC é construído em torno de um ou dois temas amplos, como serviço comunitário ou questões do mundo contemporâneo, o que torna mais fácil para os alunos encontrar uma casa que esteja alinhada com os seus interesses.

Quer avaliar suas chances de estudar em uma universidade no exterior?  Então faça aqui a nossa análise de perfil gratuita!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Conheca-as-melhores-universidades-na-regiao-do-vale-do-silicio​.png 862 1300 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2022-09-23 13:16:042024-01-16 17:41:46Conheça as melhores universidades do Vale do Silício

Conheça a University of Wisconsin-Madison

31 de julho de 2022/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Top 15 entre as universidades públicas dos EUA, UW-Madison oferece excelência em pesquisa e ensino, estrutura de ponta, além de inúmeras opções fora das salas de aula. 

Nos Estados Unidos há inúmeras universidades renomadas internacionalmente. O país, conhecido pela qualidade no ensino e pesquisa, geralmente é o que tem mais representantes nas melhores posições dos principais rankings mundiais, seja no top 10, top 20 ou top 100. Entre tantas instituições de excelência, algumas não são tão conhecidas pelos brasileiros. A University of Wisconsin-Madison é uma delas. 

Considerada a 58a melhor universidade do mundo pelo prestigiado ranking Times Higher Education, Wisconsin-Madison é a 8a instituição que mais investe em pesquisa no mundo. É reconhecida também como uma das 15 melhores universidades públicas dos Estados Unidos, segundo o US News. 

Wisconsin-Madison por dentro

Fundada em 1848 pelo governador do Estado, a University of Wisconsin-Madison é formada hoje por 13 faculdades, que oferecem um total de 136 cursos de graduação, 148 de mestrado e 120 de doutorado.

A universidade tem cerca de 47.000 alunos, vindos dos 50 estados americanos e de 120 países. Aproximadamente 15% dos estudantes são internacionais. As aulas em UW-Madison têm em média 32 alunos por sala. 

Seu campus, com quase 4 km2, é um dos mais bonitos dos Estados Unidos. Fica entre dois lagos, o Mendota e o Monona, e tem a maioria dos seus prédios desenhados por apenas dois arquitetos. A estrutura é enorme.

Inclui 23 restaurantes, 21 residence halls, 23 bibliotecas, museus, jardins botânicos, instalações esportivas de ponta e inúmeros laboratórios e centros de pesquisas, que geram para a universidade, anualmente, cerca de 160 milhões de dólares em prêmios.

Destes centros de pesquisa surgiram importantes descobertas para a ciência, como a das vitaminas A e B e da enzima transcriptase reversa. Em UW-Madison foi feita também a primeira síntese de células-tronco embrionárias humanas.

Entre professores e ex-alunos, Wisconsin-Madison acumula 26 prêmios Nobel e 33 Pulitzer. Tradicionalmente, a pesquisa é estimulada em UW-Madison desde o início da graduação.

Alguns dos cursos mais procurados em UW-Madison são ciência da computação, economia, psicologia, ciências políticas e biologia. As áreas mais bem ranqueadas de UW-Madison são agricultura, comunicação e mídia, educação, estudos do meio ambiente e psicologia.

A universidade tem um conceituado centro de empreendedorismo, o Weinert Center for Entrepreneurship, que recebe alunos de graduação e pós, de todos os cursos, não só da área de Business.

O programa do Weinert Center é considerado um dos principais do país pelo Princeton Review, pelo Financial Times e pela United States Association for Small Business and Entrepreneurship (USASBE).

A vida dentro e fora do campus

Quando o candidato faz a lista de universidades para aplicar, ele deve levar em consideração diversos fatores. Um deles é o clima do lugar onde vai morar. Se você curte o frio ou ao menos não se incomoda com ele, Wisconsin-Madison pode ser uma ótima opção.

O inverno é bem rigoroso por lá, mas a cidade e a universidade são muito bem preparadas para ele e não faltam opções de lazer o ano inteiro, dentro e fora do campus. 

No campus, seja quais forem os seus interesses, você vai encontrar grupos com quem se juntar. Existem mais de 1.000 clubs ou organizações estudantis dos mais variados interesses. Se você curte esporte, por exemplo, há dezenas de opções, de frisbee e basquete a xadrez e hiking.

Se quiser falar, aprender ou debater sobre economia, política, tecnologia, sustentabilidade, enfim, qualquer assunto, basta procurar a sua tribo (ou as suas tribos). Você pode se juntar a quantos grupos quiser.

A própria moradia em Wisconsin-Madison já é uma experiência especial. Há vários tipos de housing por lá. Você pode escolher morar nos residence halls regulares ou morar com pessoas que tenham os mesmos interesses com você.

Wisconsin-Madison oferece as Learning Communities, que abrigam alunos, professores e funcionários que dividem as mesmas curiosidades e afinidades no que diz respeito a áreas de estudo. Há ainda as Affinity Communities, que reúne alunos com os mesmos interesses fora da área acadêmica. 

A vida cultural no campus também é bastante movimentada. Vale a pena ficar de olho no calendário do teatro e das exposições do Chazen Museum of Art ou ir às sextas-feiras no Fórum do Departamento de Dança. Durante o ano todo ainda tem, entre outros eventos, shows de bandas perto do lago e sessões de cinema no Memorial Union Terrace. 

Quando quiser sair do campus, você vai encontrar uma cidade cheia de possibilidades de lazer. Madison, capital do Estado de Wisconsin, tem muitos bares, ótimos restaurantes, parques, zoológico, jardim botânico, cinema e teatros e museus. Além disso, há durante todo o ano inúmeros festivais programados e já tradicionais no calendário da cidade. 

Conhecida como “city of four lakes”, há atividades outdoor para fazer em qualquer um dos lagos que rodeiam a cidade (Mendota, Monona, Waubesa e Kegonsa.  Isso no verão ou nos dias mais quentes.

No inverno, que é bem frio por lá, há muitos lugares para patinar no gelo e esquiar na neve ou ainda fazer piquenique em volta da fogueira, programa tão tradicional na cultura americana.

Sabemos que preparar uma college list exige muita pesquisa, atenção ao fit pessoal, financeiro com o da instituição, ainda mais quando falamos de uma possível candidatura a uma universidade top 15.

A Daqui Pra Fora ajuda você em sua preparação para um perfil acadêmico e extracurricular forte, além de todo processo burocrático das applications.

Converse conosco para ver como você pode se preparar e melhorar suas chances para entrar em universidades como esta!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/07/CONHECA-A-UNIVERSITY-OF-WISCONSIN-MADISON​.jpg 789 1200 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2022-07-31 10:00:122024-02-14 10:43:39Conheça a University of Wisconsin-Madison

Conheça a University of Waterloo​

23 de julho de 2022/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Veja o que oferece uma das 10 melhores universidades do Canadá, reconhecida como a número 1 do país em pesquisa e focada em inovação e empreendedorismo.

O Canadá é um dos destinos mais procurados por estudantes do mundo inteiro. Suas universidades estão entre as mais bem colocadas nos principais rankings internacionais e várias cidades também aparecem entre as melhores em qualidade de vida. 

Uma das mais bem conceituadas universidades do país é a University of Waterloo. Considerada uma das 10 melhores universidades do Canadá, de acordo com o ranking Times Higher Education, a Waterloo é reconhecida mundialmente pela excelência em pesquisa e pelo foco em inovação e empreendedorismo. 

Neste artigo, você verá as principais informações sobre uma das principais universidades do Canadá. Siga a leitura até o final para ficar por dentro de tudo.

Estrutura da University of Waterloo

Mais de 22% dos 41.000 alunos de Waterloo são internacionais, vindos de 84 países, de todos os continentes. Waterloo tem 6 faculdades distribuídas em um campus com mais de 100 prédios:

  • Artes;
  • Engenharia;
  • Meio ambiente;
  • Saúde;
  • Matemática;
  • Ciências.

Neles estão espalhados mais de 30 centros de pesquisa, 13 bibliotecas, mais de 700 laboratórios, 29 restaurantes, 16 coffeeshops, 2 museus, 1 teatro com 1.187 lugares e 1 observatório, além de vários parques e inúmeras instalações esportivas.

Fundada em 1956, a Waterloo desenvolveu desde o início sólidos programas em diversas áreas. As que mais se destacam são ciências da computação, engenharia e business.

Hoje a universidade tem importantes parcerias com empresas e outras universidades, como o MIT, nos Estados Unidos. Waterloo oferece mais de 100 cursos de graduação e 190 de pós.

Excelência e experiência juntos

A University of Waterloo é considerada a número 1 no Canadá em experiential learning, método de ensino em que o aluno aprende fazendo e refletindo sobre a experiência que viveu. Seus alunos são considerados os mais criativos e inspiradores do país.

Em Waterloo, o estudante pode personalizar o curso de acordo com as suas principais áreas de interesse, inclusive no decorrer da graduação. Mesmo os cursos mais tradicionais podem ser personalizados.  

Mais de 120 cursos de Waterloo oferecem o Co-op, um programa em que os estudantes podem trabalhar em empresas e explorar diferentes funções em várias profissões. Neste programa, o aluno geralmente alterna entre 4 meses estudando na universidade e 4 meses trabalhando full-time em uma empresa.

Além de proporcionar uma experiência única, este trabalho é remunerado e pode ajudar bastante nas despesas do aluno ou da própria família.

O aluno vive no Co-op uma situação verdadeira de application para um trabalho, o que já é uma excelente experiência para depois de formado. Quando aceito, ele vivencia a realidade e aprende da melhor forma, na prática.

Participando deste programa, você pode se formar com até 24 meses de experiência de trabalho efetivo e pago. Ainda vai incrementar o currículo e construir uma networking mais potente. 

Waterloo é a líder no Canadá em parcerias com empresas, com 7.100 empresas parceiras, o que a coloca entre as melhores em empregabilidade em toda a América do Norte.

Cerca de 96% dos alunos que participaram do programa Co-op na turma que se formou em 2020 estavam empregados em até 6 meses após a graduação nas suas respectivas áreas de estudo.

Pesquisa, inovação e empreendedorismo 

A University of Waterloo sempre investiu muito em pesquisa e há mais de uma década é a número 1 nesta área no Canadá. É a casa de uma das três únicas mulheres vencedoras de um prêmio Nobel de Física, a professora de física e astronomia Donna Strickland. A universidade também é conhecida por ser responsável pela primeira imagem do buraco negro.

Quando o assunto é inovação, Waterloo também está no topo no Canadá. Lá, empreendedorismo, inovação e ciência estão sempre atrelados. É de Waterloo a incubadora de startups mais produtiva do país, a Velocity. 

A Conrad School of Entrepreneurship and Business é a responsável por dar suporte a todos os estudantes, em todas as faculdades e cursos da universidade, quando o assunto é empreendedorismo.

A escola oferece, inclusive, um diploma (minor) na área. A Conrad disponibiliza ainda o programa E Co-op, onde os alunos ganham créditos ao trabalharem no seu próprio negócio. 

Vida dentro e fora do campus

A University of Waterloo fica na província de Ontário, a 110 km de Toronto. Com duas universidades e uma faculdade, quase metade da população da cidade de Waterloo, que tem aproximadamente 113.000 habitantes, é composta por universitários.

O lugar é, portanto, um excelente foco para fazer boas conexões e, claro, se divertir também. São mais de 400 restaurantes, cafés, pubs, shopping, bares, cinema e parques por toda a cidade. 

Dentro do campus, os estudantes podem participar de até 250 clubs ou organizações estudantis. Há desde os mais tradicionais, como clubs de xadrez, de leitura, debate, dança de salão ou de bandas, até alguns mais peculiares, como o Campus Crusade for Cheese, por exemplo, que reúne alunos, professores, funcionários e ex-alunos apaixonados por queijos.

O campus abriga 10 residenciais estudantis, com um total de 6.681 quartos ou apartamentos. A prioridade nas moradias é para os calouros (freshmen). 

As instalações esportivas são inúmeras e todas de ponta, entre elas estão ginásios, piscinas e 3 campos de futebol. A universidade disponibiliza cerca de 250 programas esportivos, que incluem atividades aquáticas, no gelo, com raquete, dança, artes marciais, e promove torneios internos em várias modalidades. As academias oferecem 2.500 aulas de esportes e fitness, como yoga, bike e pilates.

Mais de 1.200 festivais e eventos acontecem no campus e na cidade durante o ano. Ou seja, não faltam opções para preencher bem o tempo nos momentos de folga para quem estuda na Waterloo.

Processo seletivo

O processo seletivo para a University of Waterloo é semelhante ao da maioria das universidades americanas. O candidato deve enviar seu histórico escolar, as atividades extracurriculares e cartas de recomendação, além da nota da prova de proficiência em inglês. Waterloo exige o mínimo de 90 no TOEFL IBT e 6,5 no IELTS.

A universidade dá a opção de o candidato preencher o AIF (Admission Information Form), semelhante ao Essay Prompt. Ele permite que o aluno acrescente informações que possam diferenciá-lo dos demais candidatos. É o instrumento que a universidade tem para conhecer melhor o aluno além de suas notas.

Para saber mais como se preparar para se tornar um candidato competitivo para a University of Waterloo ou mesmo outras universidades canadenses, agende uma consulta gratuita com um dos nossos especialistas para entender melhor como os programas da Daqui Pra Fora podem te ajudar!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Conheca-a-University-of-Waterloo​.jpg 775 1300 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2022-07-23 10:00:542024-01-03 10:23:21Conheça a University of Waterloo​
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