A Daqui pra Fora é uma consultoria educacional e de desenvolvimento que prepara estudantes para o processo seletivo de universidades nos Estados Unidos e Canadá.
Entendemos que o projeto de fazer faculdade fora é familiar -para nós, a partir do momento em que o aluno decide que irá fazer faculdade fora do Brasil, sua rotina mudará durante todas as etapas desse processo daquele momento em diante – assim como a da família!
Para os alunos, estudar fora é uma grande oportunidade de desenvolvimento profissional e pessoal, principalmente por poder ter a chance de estudar nas melhores universidades do mundo e poder conviver com diferentes situações, rotinas e culturas.
Para quem fica, é enxergar novas possibilidades para os filhos e para a família ao lidar com cada etapa que o filho irá passar, permitindo-lhes crescer.
Na Daqui pra Fora, procuramos dar atenção não somente às necessidades dos alunos, mas também procuramos entender como os pais estão lidando com essas mudanças.
O “Início da Jornada”, nosso evento de começo de preparação para o processo de candidatura, possui atividades especiais focadas para os pais, para entender suas percepções e necessidades.
Uma das nossas iniciativas favoritas, o Daqui pra Fora Pais é uma associação em que colocamos em contato todos os pais e mães de alunos que estão prestes a iniciar os estudos no exterior ou que já estão lá – promovendo inclusive eventos presenciais no estilo bate-papo para dividir opiniões, dúvidas e conquistas em momentos chave para as famílias.
A essência de nosso trabalho está na satisfação de nossos clientes, como é o caso de Juliana de Alexandria. Mãe da Luíza, aluna da Temple University, Juliana nos contou como foi a preparação de sua filha pra alcançar o sonho de fazer faculdade fora do Brasil, e quais caminhos Luíza teve de percorrer para chegar lá!
Confira abaixo o depoimento de Juliana de Alexandria sobre a preparação e o processo de candidatura de Luíza. Obrigado pelo carinho e pelas palavras Juliana!
A experiência da família
A Luíza conheceu a Daqui pra Fora em um evento no colégio dela, o Lourenço Castanho, chamado “Jornada das Profissões”, cujo um dos estandes era dedicado a estudos no exterior. Por ter estudado em escola bilíngue desde os 2 anos de idade, a Luíza sempre teve o desejo de estudar fora do Brasil.
Como achávamos que intercâmbio para aprender inglês não seria necessário, a Luíza entendeu que a melhor opção seria se preparar durante o ensino médio no Brasil para fazer faculdade no exterior.
Antes de conhecer a Daqui pra Fora, nós achávamos que fazer faculdade nos Estados Unidos era meio que um sonho impossível, achávamos que iria ser dificílimo.
Após conversar com o Felipe Rosário, a Luíza ficou sabendo um pouco mais sobre essa possibilidade, sobre não ter essa dificuldade toda que todos pensam, e me convenceu a agendar uma conversa para discutir a possibilidade.
Após o Felipe nos explicar detalhadamente o que teria de ser feito, decidimos iniciar o trabalho quando ela completasse 16 anos, através do programa de preparação antecipada Early Guidance.
A preparação da Luíza para o SAT foi feita inicialmente com o FK Partners e posteriormente com a professora Karine Dombi. Como era fluente, Luíza fez apenas duas aulas de preparação para o TOEFL.
Ela realizou três vezes o SAT e uma vez o TOEFL, e a preparação para esses exames foi fundamental para que ela alcançasse a nota necessária para ser aprovada nas universidades que pretendia.
O processo de escolha da faculdade
O processo de escolha das universidades se iniciou desde o Early Guidance, em que tentamos montar uma estratégia de preparação para algumas universidades que tinham o perfil mais próximo com o que a Luiza gostaria.
Quando a Luiza chegou no terceiro ano, o processo de escolha das faculdades se iniciou propriamente. Tivemos várias reuniões e montamos algumas listas de faculdades, até Luiza definir quais seriam as universidades perfeitas para ela.
Tivemos apoio total da Daqui pra Fora nessa fase, em que nos foram informados todos os detalhes sobre cada universidade, as chances de admissão da Luiza, iniciando o processo de candidatura.
Quando a coordenadora acadêmica montou a última lista, tivemos o primeiro contato a Temple University, que até então não conhecíamos. A Luíza foi pesquisar mais sobre a universidade e sentiu uma grande conexão com ela, então foi muito fácil para ela decidir para qual universidade iria depois de terem saído os resultados de admissão.
O papel da Daqui pra Fora foi fundamental para que Luíza conseguisse ser aprovada na Temple University. Nós não conseguiríamos ter feito todo o processo de candidatura sozinhas. Eram muitos detalhes, muitos documentos.
A Luíza foi muito bem preparada no Early Guidance para que tivesse um ótimo perfil e toda a documentação necessária pronta para iniciar o seu application.
Recebemos um acompanhamento excelente nas redações, feito pelo Ryan, e a Daqui pra Fora organizava tudo conosco com muita antecedência.
Para o aluno, é um pouco estressante ter de lidar com o ensino médio e pensar em todos esses detalhes do processo de candidatura, e nós pais carregamos um pouco desse estresse. Eu não imagino que tudo isso teria se tornado possível sem o apoio da Daqui pra Fora!
Além de todo o acompanhamento feito durante o processo de candidatura, eu ainda me sinto muito tranquila em poder contar com o acompanhamento do Departamento de Apoio e Desenvolvimento (DAD): a consultoria não se resumia só em mandar o aluno para lá e pronto, e sim, ter pessoas que estão disponíveis para ajudar a Luíza e a mim durante o período de faculdade.
Somos muito gratas a Daqui pra Fora e esperamos que outras famílias possam compartilhar da satisfação que tivemos com a consultoria para fazer faculdade no exterior!
Descubra quais universidades têm mais a ver com seu perfil
/103 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaQuando os estudantes brasileiros têm o primeiro contato com o mundo das universidades dos Estados Unidos, eles não têm muita noção da infinidade de possibilidades que existem.
Universidades como Harvard e Stanford, por serem mundialmente famosas, são escolhidas como as universidades dos sonhos, mas a maioria dos alunos não tem ideia de qual é o perfil de maioria das instituições, e principalmente, se elas combinam com seu próprio perfil.
Por exemplo, um aluno que gosta de um ambiente urbano e movimentado provavelmente se daria muito melhor na New York University do que na Dartmouth College.
Se um aluno não gosta de frio, estudar na Flórida ou Califórnia seja uma melhor opção do que Minnesota ou Washington. Identificar quais são suas preferências pessoais e alinhá-las com o perfil das universidades é o primeiro passo para definir quais serão as instituições que mais irão combinar com seu perfil.
Descubra universidades para o seu perfil
Para ter uma noção de quais universidades mais se encaixariam com o perfil do aluno, a Forbes criou um teste rápido de 8 perguntas, que ajudam a identificar quais seriam as melhores instituições para esse estudante baseado em suas respostas.
Ao final do teste, o participante pode refinar algumas variáveis, definindo fatores como preço, tamanho da universidade, região, competitividade etc.
Clique na imagem abaixo e descubra quais são as melhores opções de universidade baseado em seu perfil:
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7 filmes sobre a vida nas faculdades americanas
/62 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaA vida universitária nos Estados Unidos é mundialmente conhecida, sendo sempre um cenário recorrente na televisão e no cinema. Conhecer a vida nas faculdades americanas desperta o interesse de estudantes brasileiros que pensam em estudar no exterior.
Se você quer saber mais sobre a possibilidade de fazer faculdade nos Estados Unidos, ou quer saber mais sobre a vida de um estudante na universidade, filmes podem ser um bom exemplo do que você poderá encontrar lá fora!
Separamos 7 exemplos de filmes que são muito tradicionais quando o assunto é a vida nas universidades nos Estados Unidos!
Separe a pipoca, siga a leitura e escolha a sua pedida para o final de semana.
Universidade Monstros
O prequel do grande sucesso Monstros S.A., da Disney, mostra como Mike e Sulley se conheceram na universidade e como acabaram trabalhando na Monstros S.A.
Apesar de ser uma animação, o filme é um ótimo exemplo de vida universitária nos Estados Unidos, mostrando a cultura acadêmica, fraternidades e competições esportivas.
Legalmente Loira
O filme conta a história de Elle Woods, patricinha formada na fictícia California University in Los Angeles (em alusão a UCLA) que consegue ser aprovada no curso de direito de Harvard para tentar reconquistar seu ex-namorado. Na universidade, ela revê seus valores e dá um novo rumo para seu futuro.
O Gênio Indomável
Um professor do MIT descobre que um jovem zelador que trabalha na universidade é um gênio da matemática. Ele passa a tentar ajudá-lo a lidar com sua personalidade após o jovem ser preso.
Social Network
O filme conta a história da criação do Facebook, a maior rede social do mundo, por Mark Zuckerberg e pelo brasileiro Eduardo Saverin, no campus da mais famosa universidade do mundo: Harvard.
A Escolha Perfeita
O filme conta a história de um grupo universitário de acapella, o Bellas, da fictícia Universidade Barden. No filme, as integrantes do grupo tentam superar suas diferenças para tentarem vencer o Campeonato Nacional de Acapella pela primeira vez.
É um bom exemplo de como funciona um club team e as irmandades (sorority) americanas.
Um Sonho Possível
Após ser adotado pela família Tuohy, Michael Oher reorganiza sua vida e inicia seus primeiros passos no futebol americano.
Para ser aceito na University of Mississipi e seguir carreira no esporte, Michael precisa se preparar para o processo de candidatura para poder ter uma chance de ser aprovado na universidade.
A Seleção
Portia Nathan trabalha no escritório de candidaturas da prestigiada universidade de Princeton. Um dia, um velho amigo a convida para visitar a escola colegial onde ele trabalha, no intuito de conhecer Jeremiah, um candidato em potencial à universidade.
O filme mostra um pouco sobre como é feita a seleção dos alunos pelas universidades, principalmente as mais competitivas.
Como ficam as famílias de filhos estudando no exterior
/115 Comentários/em Depoimentos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaA Daqui pra Fora é uma consultoria educacional e de desenvolvimento que prepara estudantes para o processo seletivo de universidades nos Estados Unidos e Canadá.
Entendemos que o projeto de fazer faculdade fora é familiar -para nós, a partir do momento em que o aluno decide que irá fazer faculdade fora do Brasil, sua rotina mudará durante todas as etapas desse processo daquele momento em diante – assim como a da família!
Para os alunos, estudar fora é uma grande oportunidade de desenvolvimento profissional e pessoal, principalmente por poder ter a chance de estudar nas melhores universidades do mundo e poder conviver com diferentes situações, rotinas e culturas.
Para quem fica, é enxergar novas possibilidades para os filhos e para a família ao lidar com cada etapa que o filho irá passar, permitindo-lhes crescer.
Na Daqui pra Fora, procuramos dar atenção não somente às necessidades dos alunos, mas também procuramos entender como os pais estão lidando com essas mudanças.
O “Início da Jornada”, nosso evento de começo de preparação para o processo de candidatura, possui atividades especiais focadas para os pais, para entender suas percepções e necessidades.
Uma das nossas iniciativas favoritas, o Daqui pra Fora Pais é uma associação em que colocamos em contato todos os pais e mães de alunos que estão prestes a iniciar os estudos no exterior ou que já estão lá – promovendo inclusive eventos presenciais no estilo bate-papo para dividir opiniões, dúvidas e conquistas em momentos chave para as famílias.
A essência de nosso trabalho está na satisfação de nossos clientes, como é o caso de Juliana de Alexandria. Mãe da Luíza, aluna da Temple University, Juliana nos contou como foi a preparação de sua filha pra alcançar o sonho de fazer faculdade fora do Brasil, e quais caminhos Luíza teve de percorrer para chegar lá!
Confira abaixo o depoimento de Juliana de Alexandria sobre a preparação e o processo de candidatura de Luíza. Obrigado pelo carinho e pelas palavras Juliana!
A experiência da família
A Luíza conheceu a Daqui pra Fora em um evento no colégio dela, o Lourenço Castanho, chamado “Jornada das Profissões”, cujo um dos estandes era dedicado a estudos no exterior. Por ter estudado em escola bilíngue desde os 2 anos de idade, a Luíza sempre teve o desejo de estudar fora do Brasil.
Como achávamos que intercâmbio para aprender inglês não seria necessário, a Luíza entendeu que a melhor opção seria se preparar durante o ensino médio no Brasil para fazer faculdade no exterior.
Antes de conhecer a Daqui pra Fora, nós achávamos que fazer faculdade nos Estados Unidos era meio que um sonho impossível, achávamos que iria ser dificílimo.
Após conversar com o Felipe Rosário, a Luíza ficou sabendo um pouco mais sobre essa possibilidade, sobre não ter essa dificuldade toda que todos pensam, e me convenceu a agendar uma conversa para discutir a possibilidade.
Após o Felipe nos explicar detalhadamente o que teria de ser feito, decidimos iniciar o trabalho quando ela completasse 16 anos, através do programa de preparação antecipada Early Guidance.
A preparação da Luíza para o SAT foi feita inicialmente com o FK Partners e posteriormente com a professora Karine Dombi. Como era fluente, Luíza fez apenas duas aulas de preparação para o TOEFL.
Ela realizou três vezes o SAT e uma vez o TOEFL, e a preparação para esses exames foi fundamental para que ela alcançasse a nota necessária para ser aprovada nas universidades que pretendia.
O processo de escolha da faculdade
O processo de escolha das universidades se iniciou desde o Early Guidance, em que tentamos montar uma estratégia de preparação para algumas universidades que tinham o perfil mais próximo com o que a Luiza gostaria.
Quando a Luiza chegou no terceiro ano, o processo de escolha das faculdades se iniciou propriamente. Tivemos várias reuniões e montamos algumas listas de faculdades, até Luiza definir quais seriam as universidades perfeitas para ela.
Tivemos apoio total da Daqui pra Fora nessa fase, em que nos foram informados todos os detalhes sobre cada universidade, as chances de admissão da Luiza, iniciando o processo de candidatura.
Quando a coordenadora acadêmica montou a última lista, tivemos o primeiro contato a Temple University, que até então não conhecíamos. A Luíza foi pesquisar mais sobre a universidade e sentiu uma grande conexão com ela, então foi muito fácil para ela decidir para qual universidade iria depois de terem saído os resultados de admissão.
O papel da Daqui pra Fora foi fundamental para que Luíza conseguisse ser aprovada na Temple University. Nós não conseguiríamos ter feito todo o processo de candidatura sozinhas. Eram muitos detalhes, muitos documentos.
A Luíza foi muito bem preparada no Early Guidance para que tivesse um ótimo perfil e toda a documentação necessária pronta para iniciar o seu application.
Recebemos um acompanhamento excelente nas redações, feito pelo Ryan, e a Daqui pra Fora organizava tudo conosco com muita antecedência.
Para o aluno, é um pouco estressante ter de lidar com o ensino médio e pensar em todos esses detalhes do processo de candidatura, e nós pais carregamos um pouco desse estresse. Eu não imagino que tudo isso teria se tornado possível sem o apoio da Daqui pra Fora!
Além de todo o acompanhamento feito durante o processo de candidatura, eu ainda me sinto muito tranquila em poder contar com o acompanhamento do Departamento de Apoio e Desenvolvimento (DAD): a consultoria não se resumia só em mandar o aluno para lá e pronto, e sim, ter pessoas que estão disponíveis para ajudar a Luíza e a mim durante o período de faculdade.
Somos muito gratas a Daqui pra Fora e esperamos que outras famílias possam compartilhar da satisfação que tivemos com a consultoria para fazer faculdade no exterior!
Portas abertas – prepare-se para os vestibulares do Brasil e do exterior!
/111 Comentários/em Canadá, Estados Unidos, Holanda, Processo Seletivo, Reino Unido /por Daqui pra ForaO ensino médio é um período de mudanças para todos os estudantes: além de lidarem com um conteúdo escolar mais avançado, geralmente é durante esses anos que os alunos começam a pensar no que realmente vão ser quando “crescerem”. Nesse processo, os estudantes começam a adquirir conhecimento sobre quais profissões mais se encaixam com seu perfil, e consequentemente qual o caminho educacional que ele seguirá após o ensino médio, seus próximos passos rumo a universidade.
Nessa fase, fazer faculdade no exterior pode parecer algo distante para os estudantes, já que muitos não tem noção sobre o que precisa ser feito para entrar em uma universidade dos Estados Unidos ou Canadá, por exemplo. Por essas universidades estarem entre as melhores universidades do mundo, muitos alunos também acham que será muito difícil conseguir ser aceito em instituições americanas ou canadenses – ideia completamente errada, já que fazer faculdade fora é muito mais simples do que parece!
Tomar decisões tão importantes quando se tem entre 14 e 16 anos de idade pode não ser uma tarefa fácil. Entretanto, o importante nesse período não é tomar a decisão de ir ou não estudar fora. A decisão a ser tomada é a de se preparar muito bem para deixar a porta aberta para as universidades dos Estados Unidos e Canadá.
Preparar-se paralelamente para os vestibulares do Brasil, ao mesmo tempo que se prepara para o processo de candidatura para universidades dos Estados Unidos e Canadá, irá permitir que o estudante tenha mais segurança em escolher seu caminho. O estudante pode não ter decidido se irá estudar fora ou não, mas terá todo o ensino médio para se preparar e assim, ter boas opções de universidade.
As universidades dos Estados Unidos, por exemplo, levam em consideração alguns fatores ao avaliar seus candidatos. Alguns desses fatores, como as notas do ensino médio, atividades extracurriculares e cartas de recomendação de professores e coordenadores, serão resultado de esforços do estudante durante todo o ensino médio. Se o estudante deixar passar a oportunidade de se preparar adequadamente, talvez não encontre no futuro possibilidades melhores de universidades, em instituições mais bem ranqueadas e competitivas.
As palavras-chave para garantir boas escolhas no futuro é planejamento e orientação. Com uma boa consultoria no ensino médio, é possível conciliar os estudos para vestibulares no Brasil, que abordam conteúdos de quase todas as matérias, com uma preparação específica para processo de candidatura americana, realizada por especialistas em universidades dos Estados Unidos e Canadá. E é através do programa Early Guidance que a Daquiprafora realiza essa consultoria!
Veja abaixo como é feita essa preparação:[pdf-embedder url=”http://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Cópia-de-Early-Guidance.pdf” title=”Cópia de Early Guidance”]
Formatura nas universidades dos EUA: conheça 7 curiosidades sobre a cerimônia!
/66 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaA cerimônia de formatura em uma universidade dos Estados Unidos é um dos momentos mais tradicionais e marcantes dentro dos quatro anos de faculdade. Por isso, preparamos uma lista de 7 curiosidades sobre esse evento, que tornam a cerimônia de formatura americana pra lá de especial.
É muito comum os estudantes brasileiros conhecerem um pouco sobre o estilo das festas de formatura nos Estados Unidos por causa dos filmes e séries americanas.
Isso deve despertar curiosidade e também a vontade de participar de uma cerimônia como essa. Se você quiser conhecer algumas curiosidades sobre esse importante evento na vida do estudante universitário, siga a leitura até o final.
7 curiosidades sobre a formatura nos Estados Unidos
Ser integrante de uma class
Quando um estudante inicia seus estudos em uma universidade americana, ele geralmente é relacionado a alguma class, ou seja, a geração de alunos que entrou no mesmo ano e provavelmente se formará junta após quatro anos. Ou seja, um estudante que inicia seus estudos em 2017 será da Class of 2021.
Diferentes graduações na mesma formatura
Ao contrário do Brasil, a formatura não é feita separadamente por cursos: todos da mesma class irão participar da mesma cerimônia de graduação. Dependendo da universidade e de seu número de alunos, uma formatura pode ocupar um estádio inteiro de futebol.
Diploma simbólico
Como a cerimônia de graduação na maioria das vezes é feita logo após a semana das provas finais, as notas do último semestre dos alunos ainda não foram concluídas. Portanto, os diplomas que os alunos recebem na formatura não são, na verdade, seus diplomas: são certificados de presença na cerimônia, ou algum documento simbólico.
Área de formação indicada pelo tassel
Ao receber sua beca de formatura, o aluno também receberá um pequeno cordão que será preso ao seu capelo, chamado de tassel.
A cor do tassel indicará qual curso ou área o aluno está se formando e se um aluno possuir mais de um tassel, significa que está se formando um ou mais cursos em diferentes áreas ao mesmo tempo – algo possível no sistema universitário dos Estados Unidos.
Alguns alunos também gostam de personalizar seu capelo, decorando-o ou escrevendo mensagens. Esse ato não é permitido por algumas universidades.
Personalização na vestimenta
Alguns estudantes também costumam usar um stole, que é uma faixa que passa sobre os ombros, descendo até a altura do abdômen. O stole tanto pode indicar algum tipo de honra como pode ser livre para o estudante indicar coisas como seu país de origem, sua fraternidade, algum club que tenha participado etc.
Formatura com honrarias
Durante a entrega do diploma, o mestre de cerimônia geralmente indica se o aluno se formou com honras, e lhe entrega os cords, cordas coloridas, que eventualmente o aluno tenha recebido.
As cores desse cord indicam a origem da honra adquirida pelo aluno, e pode estar relacionada ao seu curso, envolvimento na faculdade, fraternidade ou irmandade, esportes, entre outros.
Discursos de celebridades
Um dos pontos mais esperados da cerimônia de formatura é o momento do discurso oficial. Esse discurso geralmente é feito por uma pessoa ilustre, como por exemplo um ex-aluno de destaque ou alguma pessoa influente na comunidade.
Em grandes universidades, esses discursos já foram feitos por famosos políticos, atores de cinema, escritores, músicos, estilistas e até ex-presidentes.
Barack Obama, J.K. Rowling, Steve Jobs, Bill Gates, Oprah Winfrey, Meryl Streep e Denzel Washington são alguns exemplos de famosos que já realizaram discursos de formatura em universidades americanas.
J. K. Rowling fazendo o discurso na formatura da Universidade de Harvard:
Ex-presidente americano Barack Obama discursando na formatura da Universidade Rutgers:
Se você quiser viver a experiência de estudar no exterior e ainda participar de uma cerimônia de formatura americana, preencha o formulário abaixo para começarmos uma conversa.
Você conhece a história do Thanksgiving e da Black Friday?
/103 Comentários/em Estados Unidos /por Daqui pra ForaO feriado de Thanksgiving, ou Dia de Ação de Graças, é celebrado como um dia de gratidão a Deus pelos bons acontecimentos ocorridos durante o ano.
É uma data que começou a ser comemorada nos Estados Unidos e se tornou extremamente popular no país. Acontece em novembro e também é responsável por anteceder um evento comercial popular, a Black Friday.
Conheça a história do Thanksgiving e saiba por que ele é tão celebrado. Confira!
Onde surgiu o feriado de Thanksgiving?
Historicamente, o Dia de Ação de Graças começou a ser celebrado em Plymouth, Massachusetts, em 1620, pelos peregrinos vindos da Inglaterra para a terra nova, hoje os Estados Unidos. Eles foram responsáveis por fundar a vila.
A comemoração deu-se, pois, após péssimas colheitas e um inverno rigoroso (em que mais da metade dos peregrinos morreram), os colonos tiveram uma boa colheita de milho no verão de 1621.
Então, por ordem do governador da vila, William Bradford, a festividade foi marcada para o início do outono de 1621. Para comemorar, os homens de Plymouth organizaram uma refeição com patos, perus, peixes e milho no cardápio.
Cerca de noventa índios, os Wampanoag, participaram da festividade, afinal eles foram os responsáveis a ensinar aos colonos como cultivar o milho e como capturar o peru, e todos comeram ao ar livre em grandes mesas.
Data oficial do feriado do Dia de Ação de Graças
No entanto, o feriado do Dia de Ação de Graças só passou a ser nacional em 1863, quando Sarah Josepha Hale, autora do poema Mary had a little lamb (Maria tinha um pequeno cordeiro), muito conhecido pelos americanos, convenceu o presidente Abraham Lincoln a declarar que a quarta quinta-feira do mês de novembro seria o Dia Nacional de Ação de Graças.
O feriado mudou de data apenas em 1939 quando o presidente Franklin Roosevelt instituiu que este deveria ser celebrado na terceira semana de novembro, com o objetivo de ajudar o comércio.
Como nem todos os estados aderiram à declaração de Roosevelt (pois não era mandatória), o congresso americano estabeleceu que o Dia de Ações de Graças deveria ser comemorado definitivamente na quinta-feira da quarta semana de novembro e que este deveria ser um feriado nacional.
No dia de Ação de Graças, as pessoas costumam passar o dia com a família, fazendo grandes reuniões e jantares familiares. Neste dia tem, também, grandes desfiles e a realização de jogos de futebol americano.
O principal prato do Dia de Ação de Graças é, geralmente, o peru, o que dá ao dia o apelido de “Turkey Day” (Dia do Peru), além de staffing (um milho de pão em cubinhos usado como recheio), abóbora, purê de batata, batata-doce e torta de abóbora. Estas comidas simples recordam as virtudes rústicas dos peregrinos.
Como surgiu a Black Friday?
O Dia de Ações de Graças também marca o início de um dos fenômenos comerciais mais populares do mundo: a Black Friday.
A teoria mais aceita é que, por volta de 1980, a polícia da Filadélfia apelidou a sexta-feira seguinte ao Dia de Ação de Graças de Black Friday pelo grande movimento de pessoas nas ruas, já que grande parte dos americanos recebia folga e aproveitava a abertura oficial de compras natalinas para ir as lojas.
Atualmente, a Black Friday é o período de maior faturamento do varejo americano. No dia do evento (e que hoje se estende também para o final de semana), muitas lojas abrem bem cedo, algumas durante toda a madrugada, para atrair o maior número de consumidores através de ofertas.
Milhares de pessoas aguardam em filas enormes. A popularidade do evento movimenta todo o país, sendo que os descontos oferecidos são considerados mais atrativos do que os natalinos por muitos consumidores.
A Black Friday é um sucesso tão grande nos Estados Unidos que resultou por criar eventos derivados, como o Cyber Monday (dedicado a produtos eletrônicos) e a ser adotado em países que não comemoram o Thanksgiving, como o Brasil.
Se você for fazer graduação nos Estados Unidos, irá vivenciar a experiência de celebrar o Dia de Ação de Graças e também a Black Friday no seu país de origem. Já pensou como isso seria interessante?
5 dicas imperdíveis para estágios de verão
/55 Comentários/em Carreira, Dicas /por Daqui pra ForaOs estágios de verão (summer internships) são oportunidades de trabalho temporárias que grande parte dos estudantes universitários nos Estados Unidos e Canadá realizam durante as férias do meio do ano.
Além de ser um longo período sem aulas (maio a agosto), são através dessas vagas que muitos estudantes têm contato com suas primeiras experiências efetivas em um ambiente de trabalho.
Como funcionam os estágios de verão?
Muitas empresas iniciam os processos de contratação de estagiários logo no início do ano. Tendo isso em mente, preparamos esse artigo em que damos algumas dicas sobre o que fazer e como se preparar para obter um estágio.
Inicie as buscas com antecedência
Suas chances de conseguir um estágio serão muito maiores se você iniciar as buscas cedo. Quanto mais cedo, mais vagas estarão abertas.
Elabore planos
Todo mundo deseja começar sua carreira naquela empresa dos sonhos, mas nem sempre pode ser assim. Por isso, elabore diversos cenários e não se prenda somente às suas primeiras escolhas.
Não deixe para procurar oportunidades somente nos Estados Unidos ou em multinacionais. Toda oportunidade de aprendizado nessa fase de sua vida é válida.
Elabore um bom currículo
Ele pode ser um grande diferencial entre você e os outros concorrentes. Em vagas de estágio, eles têm noção de que os estudantes têm pouca ou nenhuma experiência, então procure ressaltar suas qualidades e as atividades que você se engajou em sua vida universitária, para mostrar que você possui um perfil proativo e responsável.
Prepare-se adequadamente para entrevistas
Fique atento à sua postura, vista-se adequadamente e tenha desenvoltura e clareza ao falar. Estar bem preparado será fundamental para o sucesso em uma entrevista. Fique sempre atento a isso.
CPT – Curricular Practical Training
Você conhece o CPT? CPT é uma opção para que o estágio que você realizar conte como créditos na universidade. Ele é concedido para aqueles alunos matriculados em aulas que solicitam estágio para cumprir sua carga horária.
O estágio deve estar ligado a graduação do aluno e a autorização é emitida pela própria faculdade. Essa é a autorização mais comum para os alunos que ficam nos EUA trabalhando no verão. Para mais informações, procure o International Office de sua faculdade.
Nossa coordenadora do Departamento de Apoio e Desenvolvimento fez um vídeo sobre estágios no 1º e 2º ano de faculdade. Assista abaixo:
Se você tem o sonho de fazer faculdade no exterior e precisa de assistência especializada para fazer a sua application, o time da Daqui pra Fora pode ajudar. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
High School no exterior: veja 7 dicas imperdíveis
/47 Comentários/em Dicas, Estados Unidos /por Daqui pra ForaUma das principais dúvidas dos estudantes que pretendem fazer uma graduação nos Estados Unidos ou Canadá é sobre a possibilidade de fazer parte ou todo o ensino médio no exterior, o chamado High School.
Preparamos essa matéria especial com 7 dicas sobre como se preparar para o processo de candidatura para universidades nos Estados Unidos e Canadá, em caso de você desejar fazer um intercâmbio em seu ensino médio no exterior ou já estar cursando/ter cursado parte dele fora do Brasil.
Prepare-se com antecedência
Não espere o intercâmbio para correr atrás de informações. Ir para o high school já sabendo o caminho das pedras ajuda o estudante a ter um intercâmbio mais proveitoso e ter melhores resultados no processo seletivo.
O processo de admissão é o mesmo
O processo de admissão para quem fizer high school nos Estados Unidos ou Canadá será o mesmo que para um aluno que fez o ensino médio no Brasil.
Ou seja: o estudante não terá o processo de candidatura facilitado e será avaliado da mesma forma pelas universidades, seja ele americano ou estrangeiro.
Atividade extracurricular
No caso de quem faz o ensino médio no Brasil (algumas escolas oferecem), o intercâmbio temporário entra como uma atividade extracurricular, porque o aluno está fazendo algo a mais do que o currículo normal que sua escola oferece.
Atenção com as orientações de seu high school
Os estudantes americanos têm ajuda de conselheiros, pais, amigos, parentes que entendem muito bem do processo. Porém, algumas coisas que se aplicam para estudantes americanos não necessariamente se aplicam aos estudantes internacionais.
Muitas universidades têm diferentes políticas de candidatura e bolsas para estudantes locais e internacionais, ou seja, o que se aplica para seu colega americano às vezes não se aplicaria a você, e vice-versa.
Faça as provas
Aproveite que está no intercâmbio para fazer o TOEFL, SAT e ACT! Ter uma experiência real com as provas antes do ano de application poderá ser fundamental para seu desempenho no futuro.
Atenção ao retornar ao Brasil!
Tome cuidado com o retorno do intercambio para a sua escola no Brasil para poder concluir o ensino médio. É preciso deixar alinhado com a sua escola como será feita a equivalência acadêmica de matérias feitas no intercambio para que sejam válidas na sua volta.
Algumas escolas não aceitam os créditos feitos no intercâmbio e isso pode prejudicar a previsão de término do seu ensino médio ano no Brasil.
Use a oportunidade do intercâmbio para se preparar antecipadamente
Programas de mentoria durante o ensino médio, como o Early Guidance, podem ser fundamentais para orientar o aluno durante todo o ensino médio.
O trabalho do Early Guidance é deixar o aluno bem preparado para o processo de candidatura, melhorando seu perfil para as universidades. Ou seja: uma boa orientação poderá ajudar o estudante para que ele tire o melhor proveito de seu intercâmbio.
Quer fazer faculdade no exterior e precisa de ajuda para montar uma application vencedora? Preencha o formulário abaixo para conversar com um dos nossos especialistas e receber assistência personalizada.
Transferência: será isso realmente a solução dos meus problemas?
/108 Comentários/em Transferência para o Exterior /por Daqui pra ForaAntes de entrar no processo de transferência entre faculdades é importante avaliar os prós e os contras característicos desse processo, principalmente quando a intensão é transferir-se antes de completar 60 créditos, ou seja, antes do Junior Year.
Primeiramente, é importante entender que, durante o processo de admissão, a Daquiprafora realiza uma análise detalhada do perfil do aluno: notas, atividades extracurriculares, preferencias pessoais, capacidade financeira e, para os atletas, nível esportivo. Se você é aluno da Daquiprafora certamente se lembra dessa fase do processo em que preencheu formulários e conversou algumas vezes com o seu coordenador acadêmico ou esportivo sobre a seleção das universidades e times. Essas ações são a base para encontrar a melhor faculdade possível dentro do perfil do aluno.
Mas o que isso tem a ver com a vontade de transferir-se? Para responder a essa pergunta é preciso saber a diferença entre um Lower Level Transfer e um Upper Level Transfer.
Os Lower-Levels são justamente aqueles alunos que estão se transferindo antes de completarem 60 créditos. Já os Upper-Levels são aqueles que entram no processo de transferência com mais de 60 créditos transferíveis já cursados. Do ponto de vista burocrático, transferir-se como Upper-Level tem alguns benefícios interessantes. Por exemplo, com mais de 60 créditos transferíveis o aluno muito provavelmente não precisará enviar as notas do TOEFL e SAT. Além disso, o GPA do ensino médio não será mais levado em consideração. Essa parte do perfil do aluno, que falamos no parágrafo anterior é, para muitos, a principal razão por estarem na faculdade onde estão, juntamente com a capacidade financeira. Isso significa que, se optarem pela transferência antes do Junior Year, a probabilidade de transferir-se para uma faculdade com características muito parecidas com a que se encontram hoje é enorme! Ou seja, estariam trocando seis por meia dúzia, na maioria dos casos.
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Outro ponto é a questão do período natural de adaptação. Alunos que cogitam transferirem-se logo no início, muitos sem nem completarem o primeiro ano, não estão se dando a chance de adaptar-se. É muito comum a insatisfação inicial com aspectos que não são os mesmos que gostávamos no Brasil: comida, quarto, amigos, festas, estilo de vida da cidade, treinos. etc. É importante se dar a chance e, principalmente, ir de coração aberto sabendo que quem terá que adaptar-se é você e não os outros. E isso não é só na faculdade onde você está, é em qualquer lugar. Tudo será diferente mesmo, mas isso não significa que seja ruim, chato, ou pior. É tudo uma questão de como você encara a mudança.
No caso dos atletas, isso é ainda mais significativo. Se você é atleta e está pensando em se transferir porque não se deu bem com o treinador, não concorda com o estilo de treino dele e as decisões que ele toma, a probabilidade disso se resolver com uma transferência é bem pequena. Nos EUA, a relação entre atleta e treinador é bastante diferente com relação ao que acontece no Brasil. No Brasil os treinadores muitas vezes são nossos amigos. Lá nos EUA eles são nossos “chefes” e, como se não bastasse isso, o sistema também é diferente. A cabeça de um treinador americano com relação à forma de enxergar um jogo pode ser radicalmente contrária à forma que o Brasileiro vê o mesmo jogo. E mais uma vez, quem precisa se adaptar ao jeito diferente é o atleta, não o treinador. O aspecto físico, a meritocracia, o comprometimento, o envolvimento com o time e proatividade são aspectos que normalmente são mais considerados do que apenas “habilidade técnica”. Em outras palavras, se você é super habilidoso na sua modalidade, mas é um atleta que não trabalha em equipe (e nos EUA até esportes que consideramos “individuais” são na verdade, por equipes), não está bem fisicamente, não demonstra comprometimento e está no seu primeiro ano de faculdade, a chance de você não ser titular é enorme. Logo, ao transferir-se de faculdade unicamente por motivos de insatisfação com o treinador e com a maneira com que ele lidera o time você estará provavelmente só trocando a pessoa com a qual irá ficar insatisfeita. Qual seria então a solução? Adaptar-se.
Outra insatisfação bem comum é o tamanho da cidade. Estatisticamente falando, nos EUA a grande maioria das cidades tem menos de 40.000 habitantes e é claro que o estilo de vida nesse caso é bem diferente, não apenas pelo numero de habitantes em si, mas simplesmente porque você se encontra em outra cultura. Em contrapartida, você está no país conhecido por ter uma das vidas estudantis mais ativas do mundo onde tudo acontece principalmente nos campus das faculdades. Qualquer faculdade nos EUA tem inúmeras atividades: homecoming week, eventos esportivos, get togethers, dezenas de “clubs”, fraternidades, sororities e, claro, college parties ao redor. É muito importante que você procure e participe dessas atividades, ninguém vai bater na sua porta te convidando para as coisas e, mais uma vez, não dá para esperar que a festa de sábado a noite será parecida com aquela que você era acostumado a ir quando estava no Brasil.
O ultimo ponto de reflexão sobre as insatisfações mais comuns é o transporte publico. O transporte público nos EUA, tirando as principais cidades, é bastante deficiente. Como o acesso a carros é muito fácil, não há necessidade das cidades investirem em transporte público. Há uma conta nos EUA que indica que uma cidade só terá transporte publico se pelo menos 30% de sua população usar o sistema. Isso, obviamente, não acontecerá em cidades menores. Depender de carona então se torna a solução mais comum. Só aqui na Daquiprafora somos aproximadamente 20 ex-alunos que estudamos nos EUA e todos aqui sempre dependemos muito de carona, ou compramos um carro usado, dividindo com colegas quando foi preciso. Novamente, isso é muito comum.
Concluindo, o processo de transferência é uma possibilidade sim, mas não é garantia para a solução de nenhum problema. Antes de entrar no processo é essencial a analise realista das suas condições e, antes de tudo, entender os motivos pelos quais você foi para a faculdade onde está. A Daquiprafora estará à disposição para te orientar nesse processo, começando pela primeira (e talvez a mais importe) etapa: a reflexão.
Equipe de Apoio e Desenvolvimento (DAD)
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Os 6 principais motivos para uma candidatura ser recusada
/46 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaAs universidades nos Estados Unidos levam em consideração alguns fatores ao avaliar os seus candidatos. Ter notas excelentes no ensino médio e nos testes SAT (ou ACT) e TOEFL são claramente bem vistos pelos examinadores, mas isso por si só não garante a admissão de um estudante em uma universidade americana.
A candidatura do estudante (chamada de college application) é justamente o conjunto de todos os fatores avaliados pela universidade, possibilitando que a instituição conheça o candidato, seu engajamento, seus objetivos e possa enfim tomar sua decisão de aceitar ou reprovar o estudante.
Ou seja: uma boa application deve traduzir a essência do estudante e impressionar os examinadores da universidade!
Quanto mais concorrida é uma universidade, mais rígida ela será na avaliação das college application. A diferença entre o número de vagas disponíveis e o número de alunos que estão se candidatando é enorme, o que faz com que qualquer detalhe possa ser determinante na aprovação ou rejeição de um candidato.
Preparamos uma lista com os principais motivos que fazem com que uma candidatura seja recusada por uma universidade dos Estados Unidos, de acordo com representantes do departamentos de admissões de algumas universidades.
1) O candidato não cumpre os pré-requisitos acadêmicos da universidade
Não adianta: os candidatos que não cumprem os requisitos acadêmicos objetivos estabelecidos pela universidade são quase que automaticamente rejeitados, salvos raras exceções.
São eles:
Esses requisitos são estabelecidos para que a universidade tenha certeza de que seus estudantes consigam acompanhar o padrão acadêmico exigido por ela.
“Nós determinamos um pré-requisito mínimo que, se o candidato ficar abaixo, resulta na reprovação da candidatura” disse LeAnn Hughes, da Illinois Wesleyan University.
2) A candidatura está incompleta
Se a candidatura estiver incompleta, sem por exemplo o resultado de algum exame, cartas de recomendação ou qualquer outro material, pode resultar em um atraso na avaliação da application.
Geralmente, as universidades determinam que os estudantes enviem as partes faltantes antes do deadline (data limite), mas é sempre muito bom conferir todas essas informações com antecedência.
“Saber o que as universidades estão pedindo e quais são as datas-limite para o envio é o jeito mais fácil de ter certeza de que sua candidatura será avaliada pela universidade” disse Heidi Meyer, diretora executiva de admissões da University of Minnesota—Twin Cities.
3) A escola possui um perfil diferente do candidato
Os examinadores da universidade não esperam que os jovens estudantes tenham planos concretos para o resto de suas carreiras, mas querem que os estudantes conheçam o perfil da universidade e como ela poderá ajudá-los a atingir seus objetivos.
Isso significa pesquisar sobre a instituição antes de se candidatar e ter certeza de que aquela universidade oferece o tipo de educação e experiência que o candidato procura. Os candidatos também precisam pensar sobre o que eles poderão oferecer para a comunidade universitária ao ser aceito naquela instituição.
4) Muitos erros na candidatura
Os examinadores da universidade irão olhar atentamente todos os detalhes de sua candidatura. Pequenos erros de digitação ou gramática podem não passar despercebidos pela universidade, causando a impressão de que o candidato não está levando sua candidatura a sério ou de que o aluno não possui habilidades de escrita suficientes para ir bem na universidade.
“Certifique-se de ter sua candidatura checada por duas, três pessoas diferentes antes de enviá-la” afirmou Angela Nixon Boyd, do departamento de admissões da Hampton University.
5) O candidato possui um histórico de problemas de comportamento
Muitas universidades dão valor ao caráter do candidato, e irão olhar o seu histórico de comportamento no ensino médio para saber se o estudante teve problemas com advertências, suspensões ou algo do tipo, que terão grande impacto em suas decisões.
“Uma suspensão não é um motivo automático para uma reprovação. Chegar atrasado na aula ou usar o celular não tem o mesmo impacto que uma briga” afirma Nixon Boyd.
Os estudantes que possuem suspensões terão a oportunidade de explicar os seus incidentes em sua application, geralmente na redação.
6) A demanda é muito maior do que a oferta
“O grande problema para nós é que temos um número muito maior de talentosos e qualificados candidatos do que de vagas disponíveis” disse Lee Coffin, do departamento de admissões de Dartmouth College.
“Nós procuramos ter em nossa instituição pessoas que irão complementar nossa comunidade com o que estamos tentando construir” ele disse.
“O que a comunidade precisa pode mudar de ano para ano, podendo variar de qualquer coisa desde fatores acadêmicos, diversidade, ou fatores esportivos. Os estudantes que claramente articulam seus interesses, objetivos e potencial possuem chances maiores de serem considerados para uma das vagas em nossa universidade”.
Nesse caso, a redação se mostra determinante para a candidatura do aluno: “Da perspectiva de um estudante, a oportunidade se resume em “Como eu devo escrever uma redação que mostre minha narrativa pessoal, minhas aspirações e meus interesses acadêmicos de forma mais clara possível?”
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Referências: US News