O SAT (Scholastic Aptitude Test) é a prova de conhecimento mais utilizada pelas universidades americanas durante o processo seletivo. É uma das ferramentas mais importantes e tradicionais na avaliação do perfil acadêmico dos candidatos. A nota do SAT também é um instrumento utilizado por muitas universidades americanas para definir possíveis bolsas por mérito acadêmico. Ele é aceito em todas as universidades nos Estados Unidos e também em inúmeras outras instituições de vários outros países.
O SAT aborda basicamente duas matérias: matemática (raciocínio lógico) e inglês (leitura / interpretação de texto e escrita), cada uma valendo de 200 a 800 pontos. A nota final vai ser, portanto, entre 400 e 1.600 pontos. A prova sofreu algumas mudanças depois da pandemia, mas não exatamente por causa dela. O exame, que há décadas era feito no papel, passou a ser totalmente digital este ano e tem duas horas de duração (uma hora a menos que a versão anterior). Na nova plataforma, o resultado também passou a ser divulgado em um prazo menor, o que beneficia muito os alunos.
Vale lembrar que o processo seletivo nos Estados Unidos é composto por várias outras etapas, que analisam não só o perfil acadêmico como também o perfil pessoal dos candidatos. Fazem parte ainda deste processo o histórico escolar, a prova de proficiência em inglês, as cartas de recomendação, as atividades extracurriculares e as redações (essays ou personal statements). Em situações específicas pode ser solicitado um portfólio e também uma entrevista.
As provas do SAT no primeiro semestre
Até o final deste semestre, há duas datas disponíveis para realizar o SAT. Elas vão acontecer em 9 de março, 4 de maio e 1 de junho. As provas podem ser feitas nas seguintes cidades no Estado de São Paulo: São Paulo, Campinas, Mogi das Cruzes, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santana de Parnaíba, Santo André, Valinhos e Vinhedo. Fora do Estado de São Paulo, as cidades disponíveis são Joinvile (SC), Erechim e Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba e Londrina,(PR), Recife (PE), João Pessoa (PB), Belo Horizonte (MG), Cuiabá (MT), Goiânia (GO), San Cristóvão e Teresina (PI), Vitória (ES), Brasília (DF), Fortaleza (CE), Manaus (AM) e Salvador (BA).
Vale a pena estar sempre atento às informações doCollege Board, pois os locais podem sofrer algumas alterações ao longo do ano.
As datas das provas do segundo semestre tem previsão para acontecerem nos meses de agosto, outubro, novembro e dezembro.
Quando fazer o SAT?
Antes de mais nada, é preciso ficar de olho no deadline das inscrições das universidades do seu interesse, para não perder o prazo. Porém, esta é uma prova que você pode realizar mais de uma vez e, dessa forma, enviar para as universidades os seus melhores resultados. Ou seja, você envia o Super Score. Isto significa que pode utilizar a melhor nota que conseguiu em matemática e a melhor nota em inglês, mesmo que elas tenham sido obtidas em datas diferentes.
Grande parte dos estudantes se prepara para fazer a primeira prova oficial do SAT no segundo semestre do 2o ano do Ensino Médio ou no primeiro semestre do junior year – o 11th grade- (para quem estuda em escola americana). Fazendo isso, mesmo realizando a prova mais de uma vez, você consegue chegar no segundo semestre do ano da candidatura sem precisar se preocupar com prova. Assim, você terá mais tempo e energia para se dedicar a outras etapas importantes do application, como as redações, por exemplo.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Quais-sao-as-datas-e-locais-do-SAT-no-1°-semestre-de-2023.png8621300Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2024-01-17 10:00:122024-01-17 13:53:35Quais são as datas e locais do SAT no 1° semestre de 2024?
O processo seletivo para universidades no exterior é diferente daqueles que acontecem no Brasil. Na Europa, Canadá e, principalmente nos Estados Unidos, as universidades não levam em conta apenas a nota de uma prova para selecionar os melhores candidatos.
Os comitês de admissão buscam conhecer os alunos como um todo, levando em conta o perfil acadêmico e o perfil pessoal de cada um. Esse processo é conhecido como holístico, já que analisa o estudante de maneira completa.
Diferentes etapas do processo seletivo
Por isso, as candidaturas são compostas por várias etapas e cada uma delas pode ser decisiva no momento da definição de quem é ou não aceito em uma determinada instituição.
As universidades recebem, muitas vezes, um número enorme de perfis acadêmicos bastante parecidos, com notas muito similares, o que faz com que as características pessoais ganhem força na hora de definir quem serão os próximos calouros. Então, as etapas do application que revelam quem você é merecem todo cuidado do mundo.
Uma das etapas que mais impactam a construção do perfil pessoal do candidato são as atividades extracurriculares. Juntamente com as redações e as cartas de recomendação, as atividades extracurriculares ajudam a montar o quebra-cabeça que vai mostrar para as universidades quem é você além das salas de aula.
A seguir, você vai entender melhor o que são as atividades extracurriculares, como escolher as suas e a importância de uma boa descrição de cada uma delas no seu application.
O que são as atividades extracurriculares?
Atividades extracurriculares podem ser definidas como tudo que o aluno faz fora do currículo escolar padrão, dentro ou fora da escola. Como você pode ver, este é um conceito muito amplo, então vamos focar no contexto de um apllication.
As universidades utilizam as atividades extracurriculares apresentadas pelos candidatos como uma ferramenta para conhecer melhor cada um deles. Elas devem, portanto, ajudar a revelar quem você é de verdade, ou seja: suas paixões, seus maiores interesses, suas habilidades, suas principais características pessoais, além de mostrar o que você efetivamente já fez ou construiu até aquele momento fora da sala de aula.
Podem ser atividades como estágio, projetos de pesquisa, simulações da ONU, ações em comunidades, olimpíadas de conhecimento, programas de férias, trabalho voluntário etc.
Valem ainda criação de clubs (grupos com objetivos específicos), como book club, cooking club, clubs de debates; hobbies que você tem (mostram suas paixões) e ações de governança (grupos de liderança na escola, como grêmio ou conselho estudantil, por exemplo).
Todos estes tipos de atividades podem estar relacionadas aos mais diversos interesses: moda, mídia, dança, artes plásticas, esportes, música, cinema, teatro, gastronomia, TV, política, economia, tecnologia, meio ambiente, astronomia etc.
Neste webinar, você encontra importantes informações sobre as atividades extracurriculares:
O que é mais importante?
Na hora de escolher suas atividades extracurriculares é preciso ter em mente que elas devem realmente representar quem você é, ou seja, elas precisam mostrar suas características, suas habilidades, seus interesses e preferências.
Dessa forma, elas vão estar alinhadas com o restante do seu application. E isso é fundamental, porque as comissões de admissão das universidades cruzam as informações de todos os itens do application para formar o perfil final do aluno.
Porém, ao preencher o application não basta relatar de que atividade participou. Você deve mostrar o que você efetivamente fez no desenvolvimento das atividades, qual foi o seu papel, o quanto você se dedicou, o que você aprendeu e também o impacto que a atividade teve em você e no público a que ela se destinou.
Por meio destas informações, você vai estar comunicando suas principais características (como liderança, comprometimento, comunicação, criatividade, capacidade de trabalhar em grupo, entre outras).
É importante saber que não é a quantidade de atividades extracurriculares que importa. Não adianta sair fazendo coisas que não estão relacionadas com o seu perfil, com a sua história e, consequentemente, com o seu próprio application, apenas para tentar impressionar os admission officers.
Para eles, com certeza, não é o número nem mesmo o tipo de atividade que impressiona, mas sim a qualidade da sua participação e o impacto que cada atividade teve na sua trajetória e na de quem ela atingiu.
Um bom ponto de partida para o processo de escolha das suas atividades extracurriculares é observar as necessidades e os problemas ao seu redor, seja na sua própria escola ou fora dela, e unir isso aos seus interesses e habilidades.
Por exemplo: se você percebeu que na sua escola há muito desperdício de comida, crie um grupo que trabalhe para diminuir ou solucionar este problema.
Se você soube que as crianças de uma determinada comunidade indígena estão precisando de livros, desenvolva uma ação que consiga fazer chegar cada vez mais livros para este lugar.
Nestes casos, você vai contar sobre o seu papel nessas iniciativas, o que você efetivamente realizou (criou, liderou, engajou), e vai trazer números que vão revelar desde o tempo que você dedicou ao projeto até o impacto de cada ação na comunidade atingida (sua escola ou a comunidade indígena).
O Programa de Preparação da Daqui pra Fora para alunos a partir do 9° ano do Ensino Fundamental trabalha na construção do seu currículo em sessões individuais que abordam diversos tópicos e oferece um mentor(a) com a função de desenvolver as atividades extracurriculares do aluno.
Quer saber mais sobre esse programa e começar a construir a sua application da melhor maneira possível? Preencha o formulário abaixo e vamos começar uma conversa. Nossa equipe está sempre à disposição.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Atividades-extracurriculares-e-seu-papel-na-candidatura-no-exterior.png9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2023-09-11 16:13:342024-02-15 11:44:20Atividades extracurriculares e seu papel na candidatura no exterior
As provas padronizadas que fazem parte do processo seletivo das universidades no exterior, como o SAT e o TOEFL, são realizadas no mundo todo em lugares supervisionados e preparados para receber os alunos.
Eles seguem regras rígidas, que são aplicadas igualmente em todos os locais. Mas estas regras podem e devem ser adaptadas às condições dos alunos que apresentam algum tipo de necessidade especial. Este tipo de adaptação é chamada de accommodation.
Quem pode pedir accomodation?
Pode solicitar accommodation todo candidato que tem sua necessidade especial comprovada com documentação, que pode ser um laudo médico e/ou uma avaliação psicoeducacional atualizada. A documentação específica exigida, na verdade, varia de acordo com a questão apresentada por cada aluno.
Alguns exemplos de possíveis necessidades especiais que permitem requerer accommodation são:
Deficiência visual ou auditiva;
Distúrbios de aprendizagem (como dislexia, disgrafia, TDAH, por exemplo);
Questões físicas ou médicas, como diabetes, e questões motoras.
Ou seja, o candidato pode solicitar accomodation se suas necessidades especiais implicarem em limitações funcionais nas áreas de leitura, escrita ou se tiver questões com ficar sentado por longos períodos.
A accommodation mais recorrente nestas provas tem sido o extra time (tempo extra para fazer a prova, que pode ser de 25% a 100% do tempo regular).
Mas também podem ser disponibilizados intervalos de descanso, tela aumentada, teclado ergonômico e muitas outras acomodações.
Quando solicitar a accommodation?
Caso tenha alguma necessidade especial, você deve solicitar accommodation antes de se inscrever na prova. Não é possível se registrar para a prova e depois incluir o pedido de accommodation
Isso porque a aprovação do pedido gera um código e a partir do momento que você se inscreve na prova sem ele, não há mais como adicioná-lo. Além disso, nem todas as escolas aplicam as provas com accommodation e a organização precisa saber com antecedência sobre candidatos com necessidades especiais para alocá-los nos lugares apropriados.
O processo de análise dos documentos leva até 7 semanas, desde o pedido até a resposta. Mas preste atenção: esta avaliação só começa quando todos os documentos obrigatórios são apresentados.
Se for preciso enviar alguma documentação adicional ou reenviar uma solicitação, o processo recomeça do zero, ou seja, pode levar mais 7 semanas.
Como fazer o pedido de accommodation
No site do SAT há duas maneiras de solicitar accommodation: com a escola ou sozinho. A Daqui pra Fora recomenda que o pedido seja feito com a escola.
Primeiro, porque por este caminho, além de ele ser mais fácil para o aluno, o pedido se torna mais eficiente, já que o coordenador da escola tem acesso aos prazos de inscrição, pode acessar tudo em um sistema online e diminui a necessidade de documentação extra.
Soma-se a isso o fato de que na história da Daqui pra Fora, apenas os alunos que solicitaram accommodation com a escola tiveram o pedido aceito.
No caso do TOEFL, não é possível fazer a solicitação com a escola. Ela deve ser realizada no próprio site, pelo aluno.
Para aprovação do pedido, a direção das provas exige diagnóstico claro e atual, histórico educacional e médico do aluno e justificativa das adaptações recomendadas.
No caso de limitações funcionais, elas precisam estar descritas. Além disso, as informações profissionais dos avaliadores devem estar presentes.
É muito importante lembrar que para efetivar os pedidos, não basta reunir toda a documentação necessária. Por serem documentos oficiais, você deve providenciar a tradução juramentada de cada um deles para o inglês, com assinatura à mão, e só então enviar.
Se você vai prestar o SAT ou TOEFL e precisa solicitar accommodation, a Daqui pra Fora pode oferecer assistência especializada no processo. Preencha o formulário abaixo e fale com o nosso time de especialistas.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Como-funcionam-as-accommodations-nas-provas-internacionais.png8621300Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2023-09-05 14:26:582024-02-21 13:55:03Como funcionam as accommodations nas provas internacionais
No processo seletivo para as universidades no exterior, o candidato cumpre várias etapas, que buscam mostrar às universidades quem ele é além das notas da escola e das provas padronizadas. As instituições querem conhecer o aluno como um todo, incluindo suas características pessoais e suas habilidades.
Por isso, especialmente para quem pretende estudar áreas ligadas às artes, como cinema, música, arquitetura, teatro, dança e artes plásticas, existe uma etapa suplementar no processo, que é o envio do portfólio.
O portfólio faz parte dos “materiais complementares” da application, mas nem por isso é menos importante. A ideia é que ele contenha uma espécie de seleção das melhores produções artísticas que você já fez e é fundamental no processo porque é um documento visual que a universidade vai utilizar para identificar suas preferências, suas habilidades e, principalmente, seu potencial artístico.
Como montar o portfólio
Por ser uma coletânea de materiais, o portfólio traz uma forte carga pessoal e é esta mesmo a intenção, para que os avaliadores possam conhecer mais a fundo o candidato. Ele é, portanto, a principal oportunidade de você mostrar para a universidade o que você já fez e o que pretende fazer como aluno daquela instituição.
Escolher o que incluir no portfólio é, portanto, um processo de extrema importância. Selecionar suas peças favoritas pode ser um bom caminho, porque estas certamente estão muito ligadas à sua essência, à sua história.
Se entre elas, houver alguma que você não ache boa tecnicamente o suficiente, não se preocupe. As universidades não procuram por artistas prontos.
Elas sabem identificar o potencial de cada um e querem justamente trabalhar em cima disso, desenvolvendo este potencial.
O importante é que as peças sejam autênticas, tenham significado, se possível uma boa história e que, claro, estejam alinhadas com a sua trajetória, com quem você é.
O portfólio não é um documento padronizado, como outros itens da application. As exigências variam de acordo com a instituição. Por isso, pesquise e preste atenção no que é solicitado e siga à risca e, claro, ao prazo de envio.
Dependendo da universidade, podem ser solicitados de 8 a 24 trabalhos. Demonstrar criatividade e flexibilidade no uso de materiais e mídias pode ser um diferencial positivo.
Ou seja, é importante explorar várias técnicas. Em geral, também é solicitada uma redação (o artistic statement), um texto onde você vai falar sobre a sua relação com a arte, sobre seus trabalhos e por que escolheu aquela universidade.
Este texto, claro, precisa estar em sintonia com o material que você vai apresentar e com o restante dos itens da sua application.
Afinal, em outras etapas do processo, como na redação e nas atividades extracurriculares, você também vai falar de você, das suas ideias, preferências, da sua trajetória e características pessoais.
Neste vídeo, você encontra informações importantes sobre a criação do portfólio:
Em geral, as escolas pedem que sua arte reflita sua imaginação, seu estilo, mostre vontade de experimentar, revele o processo, além de demonstrar algumas habilidades.
Dê preferência para trabalhos desenvolvidos nos últimos dois anos. Algumas escolas podem pedir um trabalho novo específico, então, leve em conta também um tempo extra para desenvolver possíveis novos trabalhos.
Por tudo isso, é importante que você comece a pensar no portfólio com bastante antecedência. O tempo é um aliado fundamental que vai permitir boas escolhas desde a elaboração até a seleção dos trabalhos, bem como na reflexão sobre o material.
O ideal é que o portfólio seja iniciado antes do segundo semestre do ano da candidatura. O processo requer planejamento, prática, muita pesquisa, preparação e, por fim, as escolhas e a reflexão.
Vale lembrar que você vai precisar praticar e, no final, sempre vai produzir bem mais trabalhos do que vai apresentar.
Levando tudo isso em conta, um bom caminho para a elaboração do melhor portfólio pode seguir esta rota:
Documente suas ideias: mantenha ativo, desde pelo menos um ano e meio antes da candidatura, um art journal que reúna todas as suas inspirações, ideias, esboços, viagens, visitas a exposições ou peças, críticas etc. Anote cursos, projetos, trabalhos voluntários, programas de verão, mentorias e tudo mais que tenha ajudado no seu desenvolvimento artístico. Estes registros vão ser fundamentais para desenvolver a criatividade e para a reflexão sobre a sua trajetória artística.
Pratique se possível diariamente: comprometa-se com a prática artística diária ou com a maior frequência possível. Quanto mais a arte fizer parte da sua vida, mais naturais e melhores serão as suas criações. É como acontece nos estudos ou mesmo com um atleta: estudo e treino, respectivamente, levam a melhores resultados.
Busque orientadores ou mentores: Quanto mais próximo você estiver de pessoas ligadas à arte, como professores, artistas, colegas de curso, comunidades online, mais conhecimento você trará para os seus trabalhos.
Amplie o seu perfil como artista: isso pode ser feito se voluntariando para trabalhar em museus, galerias, estúdios, iniciado seu próprio clube criativo, orientando outros jovens, estudando e escrevendo sobre história da arte, ou criando um projeto comunitário, dentro ou fora da escola. Você ainda pode criar uma galeria própria no Instagram, mostrando seu processo artístico em tutoriais, por exemplo.
Pesquise muito: Além de pesquisas sobre conteúdos específicos e técnicas para os trabalhos, busque conhecer bem todos os requerimentos que cada universidade para as quais você está aplicando exigem. Você precisa ter uma compreensão clara do que precisa entregar, de acordo com as exigências de cada instituição.
Como enviar o portfólio
Depois de ler com atenção as exigências de cada universidade e segui-las à risca, você precisa ficar extremamente atento ao deadline, o prazo final de envio do portfólio em cada instituição. Se este prazo não for respeitado, todo seu trabalho terá sido em vão.
Cada universidade tem suas próprias orientações em relação à forma de envio do portfólio. Pode ser via upload de PDF, email de PDF, um link do próprio site da universidade, por QR code ou pelo Slide Room.
Além do prazo e da forma de envio, você também terá que respeitar o tamanho dos arquivos (seja vídeo, áudio, slide, documento ou link).
A Daqui pra Fora tem em sua equipe especialistas experientes que orientam durante todo o processo de elaboração do portfólio. Então, agora que você já conhece os caminhos, comece cedo e envie o portfólio que melhor te represente.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Portfolio-na-candidatura-no-exterior.-Como-montar-e-enviar.png9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2023-08-29 09:11:532024-02-27 16:55:03Portfólio na candidatura no exterior. Como montar e enviar?
Quem aplica para universidades no exterior deve ter em mente que o processo seletivo é muito diferente daqueles que acontecem nas universidades brasileiras. Ele é bem mais amplo e completo. Lá fora as universidades buscam conhecer cada candidato por inteiro.
Ou seja, não é apenas o desempenho acadêmico do aluno que é levado em conta durante a seleção. As universidades traçam, além do perfil acadêmico, um perfil pessoal do candidato. Trata-se, portanto, de um processo holístico.
O objetivo é selecionar aqueles que, além de serem bons alunos, têm características que se alinham com o perfil da própria universidade.
A importância da redação nos processos seletivos
Por isso, a seleção é composta por várias etapas. Além das provas e das notas que determinam o nível acadêmico do candidato, há outras fases que buscam conhecer quem é a pessoa por trás das notas apresentadas:
Como ela pensa;
O que faz;
Do que gosta;
Sua personalidade;
Suas experiências;
Habilidades e preferências.
Este mosaico de informações é o material que a equipe de seleção reúne para montar o perfil final que vai determinar quem será ou não aceito em cada instituição.
Neste contexto, as redações (ou essays) são uma das principais peças deste mosaico, um dos instrumentos mais importantes da application. Porque entre tantos alunos com notas parecidas, o que pode definir o sucesso ou não da candidatura é justamente quem tirou aquelas notas.
E é na redação que você vai mostrar quem você é. Por isso, é fundamental entender como ela funciona e o que é importante, para não errar e fazer a diferença nesta etapa.
Veja mais informações importantes sobre a redação nos processos seletivos do exterior no webinar abaixo:
Use a redação para mostrar quem você é
Independentemente do tema específico que foi proposto, tenha em mente que no essay você vai sempre falar sobre você. Portanto, uma boa dose de autoconhecimento vai precisar entrar em jogo para que você consiga mostrar quem você realmente é.
Os essays permitem que você fale das suas experiências, dos seus valores, das suas preferências, das suas conquistas, do que você gosta ou não gosta, do que você ainda quer conquistar e muito mais. Porém, não podem ser simples relatos.
Quem vai ler o seu texto precisa perceber que você é único. E para isso você deve ser genuíno e verdadeiro, afinal o processo seletivo é um quebra-cabeça e se alguma peça não encaixar, todo o trabalho pode se perder.
Conheça os temas das redações
No Common App, a plataforma que reúne applications de centenas de universidades nos Estados Unidos, os essays são Personal Statements, ou seja, possuem temas de caráter mais pessoal.
São propostos 7 prompts e o candidato escolhe um deles para desenvolver. Neste caso, lembre que sua redação vai para várias universidades.
Alguns prompts comuns no Common App são:
“Fale sobre algum obstáculo que enfrentou e como o superou”;
“Conte sua história”;
“Descreva algum momento em que você questionou seus próprios ideais”;
“Reflita sobre algo que lhe fizeram que o deixou feliz ou grato”;
“Fale sobre algo que te atraia tanto a ponto de fazer você perder a noção do tempo”;
“O que te cativa?”.
Algumas universidades, principalmente as mais seletivas, pedem uma redação suplementar. Os temas variam bastante e é sempre importante pesquisar sobre a universidade específica antes de escrever este essay, já que neste caso você vai estar escrevendo para uma instituição específica.
Muitas delas perguntam “por que você gostaria de estudar naquela universidade”, “por que você escolheu este major” ou “seu livro preferido”.
E pode haver temas mais criativos, como “Liste o seu top 10” (você escolhe top 10 do que), “Se você pudesse conhecer alguém na sua vida, quem seria e o que você diria para ele ou ela?”, “Se você fosse chamado para fazer um discurso ou um TED Talk, sobre o que você falaria?”, “Defenda uma opinião impopular que você tem”, entre muitos outros.
Perceba que os temas realmente permitem que os admission officers (aqueles que trabalham nos escritórios de admissão lendo as redações) conheçam melhor quem está escrevendo.
Como escrever as redações
Não é simples mostrar quem você é, focado em um determinado tema, em 200 ou 600 palavras, que é geralmente o tamanho que os essays devem ter. Além disso, os examinadores ainda observam a estrutura do texto, a clareza, a escrita e a gramática. É bastante coisa para prestar atenção.
Vale lembrar que o tipo de redação exigida nos processos seletivos no exterior é bem diferente daquelas que compõem os vestibulares e o Enem, no Brasil, que são textos argumentativos, com os quais os estudantes brasileiros estão mais familiarizados.
Elaborar uma redação que salte aos olhos dos avaliadores não é, portanto, uma tarefa das mais fáceis, lembrando que cada um deles lê inúmeras redações diariamente.
Para se sobressair, é preciso contar uma boa história, que mostre a sua essência, demonstre que você é único e que, assim, convença o admission office que vale a pena ter você como aluno naquela universidade.
É uma tarefa que exige determinadas técnicas e habilidades, desde a hora de selecionar o prompt até escolher qual história contar e principalmente como contá-la.
Por isso, cada aluno da Daqui pra Fora conta com um mentor específico durante todo o processo de elaboração das redações. O mentor orienta o aluno desde o brainstorm até a finalização e envio das redações.
Não há limite para o número de revisões ou de reuniões entre aluno e mentor. Este trabalho cuidadoso é, sem dúvida, fundamental para o sucesso das applications.
Se você quer saber como o nosso time de especialistas pode ajudar você na sua redação, preencha o formulário abaixo que iremos atendê-lo.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Como-escrever-as-redacoes-nas-candidaturas-para-o-exterior.png9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2023-08-25 18:17:012024-03-28 10:05:35Como escrever as redações para faculdades no exterior?
Estudantes internacionais lidam com uma série de novidades quando chegam à universidade: novos professores, novas aulas e matérias, um dia a dia cheio de alternativas, muita gente nova ao redor, um idioma diferente, tudo isso longe de casa, da família, em um lugar desconhecido.
No meio desse turbilhão, um dos principais desafios é “onde vou morar?”. Afinal, não importa o que você estuda, o que você faz fora da sala de aula, com quem você convive, é para “casa” que você e todos os estudantes vão no final do dia. Para quem estuda no exterior, essa casa pode ser a moradia estudantil.
Para quem é a moradia estudantil?
Alunos internacionais podem morar dentro do campus ou fora dele, em apartamentos alugados. As moradias estudantis dentro do campus são mais comuns nos Estados Unidos.
Inclusive, grande parte das universidades americanas exigem que os alunos de primeiro ano (freshman) morem nos residenciais dentro do campus. A partir do segundo ano eles podem escolher se continuam no campus ou se preferem morar fora.
Na Europa, é mais comum os estudantes morarem fora do campus, geralmente perto da universidade, em apartamentos alugados.
As duas opções são experiências com características distintas. A escolha, quando ela é possível, deve se basear nas preferências, no estilo de vida, na personalidade e nas expectativas do aluno.
É, portanto, uma questão bastante pessoal. É importante também colocar na balança os prós e contras de cada uma dessas vivências, além, claro, das possibilidades financeiras de cada um.
Vantagens e desvantagens da moradia estudantil
Principalmente para quem está chegando, há muito mais vantagens que desvantagens em morar no campus. Primeiro, a interação com outros alunos e com os professores é muito mais intensa e estar 24 horas por dia no campus faz com que o aluno participe mais das atividades disponíveis fora das salas de aula.
Ou seja, a famosa “school life” é bem mais intensa para quem mora no campus. Tudo isso faz com que a adaptação do estudante seja um processo mais rápido e bem mais tranquilo.
Estudos especializados indicam que quem mora no campus tem mais probabilidade de permanecer na faculdade até a formatura, mais interesse em fazer pós-graduação e avaliam mais positivamente a experiência universitária.
Morar no campus ainda facilita o dia a dia, fazendo o tempo render mais. Afinal, você vai estar mais perto de tudo, como das aulas, das instalações esportivas e de lazer, dos refeitórios, bibliotecas, perdendo, assim, bem menos tempo com os deslocamentos.
Até para estudar é bom. Morando no campus você certamente vai encontrar alunos da sua área de estudos com quem você vai poder compartilhar leituras e até trabalhos.
Quem moraem apartamentos fora do campus afirma que algumas vantagens desse tipo de moradia é ter menos barulho e mais privacidade. O aluno tem mais liberdade, independência e espaço.
Pode, inclusive, ter seu próprio quarto e banheiro, e escolher com quem vai morar. A autonomia é maior, porque precisam organizar a casa, fazer compras, cozinhar, pagar contas e planejar os trajetos para as aulas. Além disso, eles podem vivenciar mais intensamente a vida na cidade e a cultura local.
A escolha do tipo de moradia depende, portanto, de vários fatores e é muito particular. Antes de mais nada, é fundamental pesquisar as regras da sua universidade e as opções que ela oferece.
Mas lembre que esta não é uma escolha definitiva, sua vida lá fora muda conforme o tempo vai passando. O importante é tentar construir a melhor experiência possível para você.
Como funciona a moradia no campus
Os residence halls das universidades se modernizaram bastante nos últimos tempos. Não se resumem mais a pequenos quartos com uma cafeteria no térreo. Hoje eles oferecem tudo que um estudante precisa para estudar, interagir e ao mesmo tempo se sentir em casa.
A organização de cada um varia de instituição para instituição. Em geral, o aluno divide um quarto com um ou dois roommates e os banheiros são compartilhados com um ou mais quartos ou mesmo com o corredor inteiro. A lavanderia é comunitária. Homens e mulheres geralmente ficam em instalações ou em andares separados.
Existem residence halls organizados por áreas de estudos, como engenharia ou business, por exemplo, o que facilita bastante em relação aos estudos. Há também universidades que dedicam residence halls só para os calouros (freshman), que são bons para interação.
A administração do dorm é responsável por escolher quem será o seu roommate, bem como por possíveis trocas de quartos. A escolha é baseada nas informações contidas nos questionários respondidos previamente pelos alunos.
Você não sabe, portanto, quem será seu roommate até chegar na universidade. Pode ser alguém do México, da China, da Alemanha, de qualquer país, ou mesmo alguém do próprio país em que você está estudando.
Os quartos já são mobiliados, com camas, armários e escrivaninhas. Você não tem que se preocupar com isso, o que é outra vantagem, especialmente para quem está chegando.
Os dorms têm áreas de convivência, que variam muito de prédio para prédio e de universidade para universidade. Mas certamente no seu dorm você vai ter onde encontrar as pessoas para conversar, estudar, se divertir e comer.
Existem alguns residenciais dentro das universidades que oferecem moradias em forma de apartamentos. Neles os alunos têm, além dos quartos (que podem ser individuais ou não), banheiro, sala e uma pequena cozinha. É uma outra forma de moradia compartilhada dentro do campus.
Tanto os dorms quanto os prédios com apartamentos dentro das universidades têm suas próprias regras de convivência. É muito importante conhecê-las e respeitá-las.
Conheça alguns on-campus residence halls
Uma pesquisa feita com os próprios estudantes indicou que a Washington University, em St. Louis, Missouri, tem o melhor college dorm dos Estados Unidos. A universidade oferece opções de housing que misturam tradicional e moderno, incluindo espaço apenas para freshman (calouros) e sophomore (segundo anistas), o South40.
Conhecido como “a casa fora de casa”, o South40 tem um centro de tecnologia, instalações esportivas, incluindo academia e quadras de basquete e de vôlei de areia, além de restaurante e salas de convivência.
Em segundo no ranking aparece o housing de TCU (Texas Christian University). A universidade, localizada em Fort Worth, no Texas, oferece moradia no campus específicas para calouros, segundo, terceiro e quarto anistas.
TCU ainda está em 3o lugar na importante avaliação Princeton Review sobre melhor qualidade de vida e faculdades mais bem administradas.
Em terceiro lugar em relação às melhores moradias estudantis nos Estados Unidos aparece a Emory University, que fica em Atlanta, Georgia. Além do fácil acesso a uma das maiores cidades do sul do país, Emory disponibiliza em suas moradias lavanderia grátis e cozinhas modernas na sua área comum.
Como funciona a moradia fora do campus
A maioria das moradias fora do campus são apartamentos alugados, geralmente próximos à universidade ou com fácil acesso a ela. Alguns pertencem ou são administradis pela própria universidade, mas a maioria são particulares.
Na Europa eles são mais comuns porque poucas universidades oferecem moradia dentro do campus. Nos Estados Unidos, morar fora do campus costuma ser opção bastante comum para os alunos mais experientes.
Os residence halls fora das universidades, sejam eles particulares ou administrados pela instituição, têm geralmente toda estrutura para receber os estudantes. Isso inclui área de convivência (sala de TV, jogos, jardins…), salas de estudos, lavanderia, e cozinha coletiva.
Nos apartamentos, você geralmente tem seu próprio quarto e às vezes seu próprio banheiro, tendo, assim, mais privacidade. A sala e a cozinha são compartilhadas por todos os moradores do apartamento.
Os apartamentos já vêm com camas, armário e escrivaninha nos quartos. Alguns ainda podem ter roupa de cama, toalhas, wi-fi, utensílios de cozinha etc. Mas isso varia bastante de lugar para lugar.
É muito importante uma boa pesquisa antes de definir para onde ir.
Conheça algumas moradias fora do campus
Um dos melhores e mais modernos residence halls para estudantes na Europa fica na Holanda, próximo à Utrecht University.
Diferentemente dos tradicionais, este residence hall é construído no estilo com containers, todos bem coloridos, e tem 300 apartamentos individuais, de 16m2 cada, super aconchegantes e confortáveis. A área comum tem um café, lavanderia, bicicletário, instalações esportivas e de lazer.
Em Madrid, o Residencia Galós abriga 370 estudantes de diversas universidades da capital da Espanha. E em Munique, na Alemanha, a Vila Olímpica, construída para a Olimpíada de 1972, foi reformada entre 2007 e 2009 e transformada em um moderno hub de moradia para estudantes. São 1800 apartamentos, com tudo que os estudantes precisam em termos de dia a dia e de lazer.
Na Califórnia, nos Estados Unidos, o The Laureate fica a poucos quarteirões da prestigiada UC Berkeley, na icônica Telegraph Avenue, ou seja, no coração da cidade.
Os apartamentos no The Laureate têm 3 ou 4 quartos, cada um com duas camas, 2 banheiros, todos mobiliados e com utensílios modernos, inclusive com lavadora e secadora de roupas.
O prédio tem bicicletário, academia, rooftop e várias áreas de convivência, incluindo uma sala de estudos high-tech.
Com o apoio da Daqui pra Fora, você tem todo o suporte sobre moradia antes do embarque para a universidade.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Como-funcionam-as-moradias-estudantis-no-exterior.png8621300Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2023-07-14 09:00:282024-01-09 21:19:49Como funcionam as moradias estudantis no exterior?
Quem pensa em fazer faculdade no exterior deve sempre buscar as melhores maneiras de incrementar a sua candidatura. Afinal, as universidades no exterior costumam olhar o aluno como um todo durante a seleção dos candidatos.
As notas das provas padronizadas e mesmo as da escola são apenas alguns dos itens levados em conta no processo seletivo. Eles fazem parte do perfil acadêmico do candidato.
Mas em um processo seletivo holístico, como são os das instituições no exterior, o perfil pessoal também é muito importante e pode determinar quem é aceito ou não em uma universidade. Por isso, as redações e as atividades extracurriculares são partes fundamentais do application, especialmente nos Estados Unidos. É por meio delas que o aluno mostra suas principais características, suas preferências, sua personalidade.
E para enriquecer a candidatura, as férias podem ser um importante aliado. Fazer do tempo livre (que durante o ano letivo geralmente é escasso) um período produtivo é sempre interessante e pode fazer a diferença no final do processo.
E os Summer Programs são ideais para isso. Além de aprender com as novas experiências fora do país, o aluno ainda vai aprimorar o inglês (ou outro idioma), desenvolver habilidades e fazer novos contatos, dando início a um precoce networking internacional.
O que são Summer Programs
Os Summer Programs, como o próprio nome diz, são programas oferecidos a estudantes de High School durante o verão do hemisfério norte (entre junho e agosto), principalmente nos Estados Unidos, Canadá e Europa. Eles podem durar de 2 a 12 semanas.
Há inúmeros tipos de programas, que contemplam os mais variados interesses. A ideia é que o aluno aprenda e vivencie novas experiências. O melhor é escolher algo que combine com você, que tenha a ver com o que você gosta de estudar ou de fazer.
Quanto mais a experiência estiver conectada com o aluno, mais ela vai ajudar na própria candidatura. E claro, mais você vai curtir.
Pode ser música, teatro, tecnologia, moda, STEM, astronomia, biologia, cinema, arquitetura, jornalismo, engenharia, política, empreendedorismo etc.
A maioria dos Summer Programs vêm em forma de programa acadêmico, nas próprias universidades. É o tipo de experiência que, entre outras vantagens, aproxima na prática o aluno da vida universitária.
É uma espécie de test drive para quem pretende estudar fora. O dia a dia em uma universidade, o aprofundamento em uma área de conhecimento específica, a interação com excelentes professores e palestrantes, além do ambiente super diverso e multicultural, formam uma excelente amostra do que ele vai encontrar lá na frente.
Há ainda programas oferecidos por empresas e programas de voluntariado.
Em geral, todos os Summer Programs, além do conteúdo específico, ajudam a desenvolver várias soft skills, entre elas liderança, trabalho em equipe (colaboração), autonomia, resolução de conflitos, comunicação, organização e criatividade.
Além disso, para quem ainda está definindo o que estudar na faculdade e para onde ir, a experiência pode ajudar no processo de decisão. Por isso, tente escolher uma área de estudo do seu interesse e um lugar para onde tenha vontade de ir estudar. Assim, o “test drive” vai poder ser ainda mais efetivo.
Seja qual for o programa, tudo que foi vivido, aprendido e desenvolvido no Summer Program vai aparecer, de alguma forma, no seu application e certamente será um ponto positivo e fundamental na sua candidatura.
Melhores locais para fazer Summer Programs
Há Summer Programs que atendem todos os interesses e com os mais diversos formatos em universidades da Europa, Canadá e nos Estados Unidos. Conheça a seguir alguns deles.
University of Amsterdam
Considerada pelo ranking Times Higher Education (THE) a 61a melhor universidade do mundo, oferece 4 cursos em inglês para alunos do Ensino Médio em seu Summer Program:
Business Innovation & Entrepreneurship;
International Relations;
Media, Journalism & Society;
Politics & Identity.
Eles têm duas semanas de duração e as aulas combinam diversos métodos de ensino, com aulas teóricas, excursões e workshops práticos. Este modelo possibilita o contato dos alunos com experts e profissionais da respectiva área e com várias comunidades onde a universidade desenvolve pesquisas.
UCLA
University of California Los Angeles, 18a colocada no ranking THE é uma das universidades mais procuradas por estudantes internacionais do mundo todo, há mais de 100 cursos acadêmicos disponíveis em 30 diferentes áreas de estudos no Summer Program.
São cursos que têm de 6 a 10 semanas de duração em áreas como astronomia, química, comunicações, teatro, ciência da computação, economia, cinema e televisão, matemática, administração, psicologia, física, música, dança e neurociência.
Harvard University
Quarta melhor universidade do mundo, segundo o THE, a Harvard Summer School disponibiliza o University’s Secondary School Program, que oferece mais de 200 cursos em diferentes áreas, como matemática aplicada, bioquímica, neurobiologia, STEM, escrita, ciência da computação, mídia digital, psicologia, cinema, jornalismo e economia.
Fora das aulas, durante as 7 semanas de curso, os alunos podem participar de workshops, frequentar as bibliotecas, ir a eventos sociais no campus e até visitar outras universidades próximas. As aulas são dadas por professores da própria universidade e convidados e os créditos valem para quando o aluno estiver na universidade.
Wharton School at University of Pennsylvania (UPenn)
Uma das mais prestigiadas escolas de negócios do mundo, oferece 7 diferentes cursos na área de administração e negócios. Alguns cursos do Summer Program da Wharton são Empreendedorismo, Liderança no Mundo dos Negócios, Finanças com ênfase em Economia, Contabilidade e Investimentos. Os cursos de verão na Wharton têm duração de duas ou três semanas.
Imperial College London
A 8a melhor universidade do mundo, de acordo com o THE, o Summer Program para estudantes internacionais da Imperial College London tem duração de duas semanas.
Na primeira, o aluno escolhe uma área de estudo relacionada a ciências e engenharia e na segunda, trabalha um desafio onde desenvolve habilidades diretamente ligadas a solução de problemas e empreendedorismo.
As classes incluem aulas expositivas, laboratórios e workshops práticos. Os alunos que fazem o Summer Program na Imperial recebem orientação e aconselhamento para um futuro application no Reino Unido, especialmente na própria Imperial College London, uma das melhores universidades da Inglaterra.
McGill University
A Summer Academy da McGill University, em Montreal, uma das mais importantes universidades do Canadá, combina conteúdo acadêmico, aulas práticas e desenvolvimento de habilidades.
Os alunos se conectam com estudantes de dezenas de países, incluindo os da própria McGill, e com professores da própria universidade. São oferecidos dois cursos, de duas semanas: Pathways to Neuro and Health Sciences e Perspective on World Politics: International Law, Development and Organizations.
Os valores dos cursos e das taxas de inscrição dos Summer Programs, bem como o que eles incluem, variam de universidade para universidade e mesmo de curso para curso. Em Harvard, por exemplo, este ano o valor das 7 semanas de curso é de US$ 13.500, incluindo as aulas, acomodação , alimentação e seguro.
Na Wharton, o valor varia de US$ 7.100 a US$ 9.900 pelas 3 semanas, dependendo do curso, e também inclui aulas, acomodação na universidade, alimentação, além de atividades extracurriculares e viagens.
O período de inscrição (application) para os Summer Programs geralmente acontece entre fevereiro e março, já que as aulas podem começar em junho.
Se interessou em participar de algum desses programas? A Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência necessária para você realizar esse objetivo. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar!
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2023/07/grupo-de-pessoas-voluntarias-em-um-banco-de-alimentos-para-pessoas-pobres-scaled.jpg8671300Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2023-07-11 09:00:312024-01-24 11:25:30O que é Summer Program?
Muitos estudantes que pensam em fazer uma graduação no exterior consideram o Canadá como uma das possíveis opções. Por se tratar de um país desenvolvido, seguro e de excelência acadêmica, costuma chamar atenção. Mas quanto custa estudar no Canadá?
Estudar no Canadá para o estudante brasileiro pode sair mais barato que na Europa e Estados Unidos por causa do câmbio. Como o dólar canadense normalmente é mais barato, isso pode ser um diferencial. E os atrativos do país da América do Norte têm atraído cada vez mais estudantes.
O Canadá recebeu em 2022 aproximadamente 550.000 estudantes internacionais vindos de 184 países, o que representa um aumento de cerca de 107.000 em relação ao ano anterior. Este número vem crescendo a cada ano e razões não faltam para isso.
Por que estudar no Canadá?
Um dos principais motivos é a excelência acadêmica que atrai tantos novos estudantes para lá. De acordo com o ranking Times Higher Education, o Canadá tem 4 universidades entre as top 100 do mundo:
University of Toronto (18);
University of British Columbia (40);
McGill University (46);
McCarter University (85).
E mais 3 entre as 150 melhores: University of Montreal (111), University of Alberta (118) e University of Ottawa (137).
Mas, além da excelência acadêmica, a qualidade de vida é um grande atrativo do país. O Canadá está frequentemente entre os primeiros colocados nos principais rankings internacionais de qualidade de vida.
Esses rankings costumar considerar itens como segurança, saúde, educação, meio ambiente e mercado de trabalho, entre outros fatores.
Além disso, o Canadá é considerado um país “mente aberta” e recebe muito bem estrangeiros. É o número 1 na pesquisa HSBC Expat Explorer que avaliou a tolerância da população. Por isso, uma das grandes vantagens de viver lá é se deparar com um ambiente diverso e inclusivo no dia a dia.
Para se tornar um estudante de uma universidade canadense, é fundamental fazer um bom planejamento, incluindo nele, claro, quanto esta jornada pode custar.
O passo seguinte é adequar o plano ao perfil financeiro da sua família. Vale lembrar que as universidades no Canadá oferecem bolsas de estudos por mérito acadêmico, o que pode diminuir consideravelmente o investimento.
Além disso, é permitido aos alunos internacionais trabalhar 20 horas por semana durante o curso, outro aspecto que pode ajudar em relação às despesas.
A seguir você vai entender melhor o que influencia os valores das universidades no Canadá e saber quanto pode custar esta jornada.
Neste vídeo, a estudante Ana Letícia Vasconcelos conta um pouco da experiência dela fazendo faculdade no Canadá:
Quanto custa estudar no Canadá?
Quando se pensa no investimento para estudar no exterior, deve-se levar em conta três fatores principais:
Eles podem variar muito, dependendo da qualidade acadêmica do curso e da localização da universidade, além do estilo de vida de cada estudante.
No Canadá, em função destes três fatores, o valor do investimento para estudar em uma universidade pode ficar entre 35 e 85 mil dólares canadenses ao ano, uma larga margem que atende a diversos perfis de famílias.
Para entender como esta variação funciona por lá, vale ressaltar que no Canadá a reputação acadêmica da universidade é um aspecto importante na definição do valor da anuidade.
Porém, a localização e o curso têm peso maior que em outros lugares, como nos Estados Unidos, por exemplo.
Quanto mais próximas as universidades ficam dos grandes centros, como Toronto, Vancouver e Montreal, por exemplo, mais caras são as tuitions e o custo de vida, geralmente. E quanto mais longe, ambos costumam ser mais baratos.
Para se ter uma ideia, o valor de anuidade, mais acomodação e alimentação na University of New Brunswick (entre 29 e 32 mil dólares canadenses) é menor que o da Toronto Metropolitan University (entre 43 e 50 mil dólares canadenses).
Apesar de New Brunswick ter uma classificação melhor no ranking da Times Higher Education. O motivo principal é que ela fica a 750 km de Montreal e 1.300 km de Toronto, enquanto a Toronto Metropolitan está, claro, em Toronto.
Por isso, vale a pena pesquisar bastante antes de decidir onde aplicar. No Canadá, há ótimas opções um pouco mais distantes dos grandes centros, sempre com excelente nível acadêmico e muita qualidade de vida, que podem se adequar aos mais diversos perfis.
Na pesquisa, é importante observar não só os valores, mas também os cursos oferecidos, a estrutura da universidade, o entorno, como é a vida dos estudantes por lá, entre outros aspectos.
Se quiser saber mais sobre as universidades canadenses e as suas possibilidades de estudar lá, agende uma consulta com nossos especialistas.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Quanto-custa-estudar-em-uma-universidade-no-Canada.jpg.png8621300Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2023-05-07 09:00:382023-12-13 10:25:24Quanto custa estudar em universidade no Canadá?
As universidades europeias têm sido cada vez mais procuradas por estudantes internacionais que buscam uma graduação em inglês. São vários os motivos que levam a essa procura, entre eles a qualidade de vida nas cidades, a excelência acadêmica e o ótimo custo-benefício.
Ddiferentemente do que muitos pensam, fazer graduação em inglês na Europa não é possível apenas no Reino Unido. Há faculdades com cursos em inglês em vários países e a qualidade do ensino é excelente. Muitas delas estão entre as melhores do mundo em diversas áreas.
A seguir, você vai conhecer 10 universidades em diferentes países europeus que oferecem graduação em inglês de altíssima qualidade.
IE Business School (Espanha)
Com 50 anos, a IE é uma universidade jovem, mas que já é referência na Europa. Localizada em Madrid, na Espanha, é considerada a 10a melhor business school do continente e é top 5 do mundo em várias áreas de MBA, de acordo com diferentes institutos de avaliação.
A prestigiada universidade espanhola é voltada para a comunidade estudantil internacional, por isso só tem cursos em inglês. Cerca de 81% dos alunos da IE são estrangeiros, vindos de 140 países. O ensino é bastante baseado no sistema hands on, ou seja, com muita prática e bem próximo da realidade do mercado.
O campus original da IE fica em Segóvia, cidade medieval a 25 minutos de Madrid. O novo prédio da faculdade, inaugurado em 2021, foi pensado buscando integrar a vida pessoal e profissional de alunos e professores com a dinâmica da cidade e com o próprio mercado, sempre de forma sustentável.
O novo campus fica na zona norte da cidade e tem 50 mil metros quadrados divididos em 35 andares. Lá a convivência social é intensa e a arquitetura e a disposição interna facilitam e estimulam a interdisciplinaridade.
A IE Business School tem 21 cursos em inglês, entre eles:
Economics, Business Administration;
International Relations;
Urban Studies;
Communication and Digital Media.
O custo anual para um estudante na IE, incluindo a anuidade, alimentação e moradia, fica em torno de 44 mil euros.
Universidad Europea (Espanha)
Fundada em 1989, a Universidad Europea de Madrid (UE) já está entre as 5 melhores universidades privadas da Espanha. Com 11 faculdades divididas em 4 campi, dois em Madri, um em Valência e um nas Canárias, a Universidade Europeia tem hoje cerca de 17.000 alunos, 1.100 professores e funcionários, além de um grupo de 83.000 ex-alunos espalhados pelo mundo.
A vida nos campi da UE fora das salas de aula é agitada, graças às dezenas de clubes e associações geridos pelos próprios alunos. De corrida, tênis e dança, a relações internacionais, empreendedorismo, cinema e games, há grupos para todos os interesses.
A Universidade Europeia oferece 5 cursos de graduação em inglês, nas áreas de:
International Business;
International Relations;
Engenharia Aeroespacial;
Engenharia de Sistema Industrial.
O investimento anual para estudar na UE fica em torno de 28 mil euros, incluindo anuidade, alimentação e moradia.
Bocconi University (Itália)
Uma das mais prestigiadas universidades privadas da Itália, Bocconi fica no coração da badalada Milão. Fundada em 1902, Bocconi foi a primeira universidade na Itália a oferecer diploma em Economia.
É considerada uma instituição de pesquisa com renome internacional em business, finanças, economia, ciências políticas, ciências de dados, cyber risk e direito.
Bocconi tem um papel fundamental na rede europeia e global de faculdades de economia e negócios, promovendo intercâmbio de professores e cooperando com grandes projetos em outras universidades europeias e americanas.
O campus, moderno e sustentável, é totalmente integrado com a cidade e está a 10 minutos a pé do agitado centro de Milão. Mas dentro do campus, há inúmeras atividades culturais, acadêmicas e esportivas, organizadas pelos próprios alunos, disponíveis o ano inteiro.
Estudar na Bocconi custa cerca de 28,5 mil euros por ano, com anuidade, moradia e alimentação. A universidade oferece 7 cursos em inglês:
Business;
International Economics and Management;
Economic and Social Studies;
Economic, Management and Computer Science;
International Economics and Finance;
Mathematical and Computer Science for Artificial Intelligence.
Politecnico di Torino (Itália)
Fundado em 1859, o Politecnico di Torino, também conhecido como PoliTo, é reconhecido pelos rankings internacionais como uma das melhores universidades técnicas da Europa. Tem mais de 37.000 alunos, 20% deles internacionais, vindos de mais de 100 países.
Seu curso de Arquitetura e vários de engenharia estão entre os 35 melhores do mundo, de acordo com o QS World University Ranking.
O campus oferece inúmeras atividades esportivas e culturais. Fora, os alunos vão se encontrar com cerca de 100.000 estudantes que moram na cidade, um lugar cheio de parques, restaurantes, eventos culturais nacionais e internacionais, que ainda é um hub industrial e de inovação.
O Politecnico di Torino oferece 15 cursos de graduação em inglês. Entre eles estão:
Civil and Environmental Engineering;
Eletronics and Communications Engineering;
Automotive Engineering;
Computer Engineering e Mechanical Engineering.
O custo anual no Polito é de 14,5 mil euros, incluindo anuidade, moradia e alimentação.
Istituto Europeo di Design (Itália)
Fundado em 1966, o IED de Milão oferece em seus cursos de graduação conhecimento e técnica que podem ser aplicadas no mercado de trabalho nas áreas de design, moda, artes visuais e comunicação,
Considerada uma das 25 melhores faculdades de moda e design do mundo pelo ranking Times Higher Education, o IED de Milão tem em seu DNA as características da própria cidade, que é sinônimo de arte, indústria, finanças, moda e design, sempre com espírito empreendedor.
A metodologia utilizada é aplicada em todos os campos do design, focando no desenvolvimento e na inovação de produtos, graças ao approach multidisciplinar dos seus cursos.
Os cursos oferecidos em inglês no Istituto Europeo di Design de Milão são:
Fashion Marketing;
Interior Design;
Fashion Design;
Photography;
Product Design;
Interior and Furniture Design;
Graphic Design;
Communication Design;
Fashion Stylist.
O custo anual para estudar no IED de Milão é de aproximadamente 35,5 mil euros.
Universidade Nova de Lisboa (Portugal)
A Universidade Nova de Lisboa completa 50 anos em 2023 e já tem história para contar. A Nova construiu tradição em trabalhar em áreas de inovação, com efeitos práticos na economia e serviços, em âmbito nacional e global.
Tem um perfil internacional, de investigação colaborativa, prestando serviço de uma forma que promova solidariedade e desenvolvimento sustentável em diversas áreas.
A universidade conta com 9 faculdades, 9 bibliotecas e 3 prédios residenciais. São 29 cursos de graduação, 1.800 professores e pesquisadores e pouco mais de 20.000 estudantes (cerca de 6.000 na graduação). Do total de alunos, aproximadamente 20% são estrangeiros, vindos de mais de 100 países.
A Nova tem ainda 41 centros de pesquisa, 77% deles avaliados pela Fundação para a Ciência e Tecnologia de Portugal como “excepcional”, “excelente” ou “muito bom”.
Tem firmadas mais de 530 parcerias de mobilidade internacional em 63 países, recebendo anualmente aproximadamente 930 estudantes em seu campus e enviando para outros países cerca de 750 alunos.
A Nova oferece 7 cursos em inglês:
Biomedical Engineering;
Cell & Molecular Biology;
Information Systems;
Information Management;
Data Science;
Economics e Management.
O custo anual para um aluno na Nova é em torno de 19,5 mil euros, com anuidade, alimentação e moradia.
Institut Français de la Mode (França)
O Institut Français de la Mode (IFM) fica localizado no coração de Paris, às margens do rio Sena, perto da sede de muitas das principais empresas de moda de luxo do mundo, portanto no centro da inovação e criatividade de Paris.
O IFM é membro da Conférence des Grandes Ecoles, organização que une as melhores escolas de negócios e instituições de ensino superior da França.
Desde a sua fundação, em 1986, o IFM se especializou no ensino do conhecimento e das habilidades necessárias para se ter sucesso em carreiras que estão na intersecção de gestão e design.
O Instituto mantém laços estreitos com a indústria, principalmente por meio do seu Cércle de mécènes, que reúne 15 grandes empresas de moda e luxo.
O IFM recebe estudantes internacionais desde o seu primeiro ano e atualmente cerca de 30% dos alunos, incluindo graduação e pós, são estrangeiros.
Neste vídeo, você entende mais sobre o processo para estudar em uma universidade na França:
Os cursos de graduação oferecidos em inglês pelo IFM são:
Fashion, Design & Technology;
Fashion Marketing;
Fashion Sustainability.
O custo anual no IFM é de aproximadamente 34 mil euros, incluindo anuidade, moradia e alimentação.
Audencia Business School (França)
Fundada em Nantes em 1900, Audencia está entre o 1% das escolas de negócios que possuem todas as acreditações acadêmicas internacionais: EQUIS, AACSB e AMBA. Ela está entre as melhores escolas de business da Europa.
A Audencia Business School tem mais de 200 parcerias acadêmicas, mais de 175 acordos com empresas nacionais e internacionais e foi a melhor colocada entre as escolas de negócios francesas em termos de felicidade dos alunos pelo ranking Happy School de 2020.
A escola tem cerca de 5.600 alunos de mais de 100 países e mais de 27.000 ex-alunos, que formam uma potente networking.
A Audencia tem dois cursos de graduação em inglês:
Management;
Big Data & Management;
Além de dezenas de cursos de pós-graduação.
O custo anual na Audencia é em torno de 19 mil euros, incluindo anuidade, moradia e alimentação.
University of Twente (Holanda)
Localizada na cidade de Enschede, a 160 km de Amsterdam, a University of Twente (UT) tem cerca de 33% dos seus quase 13.000 estudantes vindos de 85 países.
Conhecida por sua característica high tech e ao mesmo tempo human touch, UT é a única universidade da Holanda com todas as atividades, acadêmicas ou não, concentradas em um único campus.
Ele fica a 10 minutos, de bicicleta, do centro da cidade, um lugar multicultural, com muita arte e vida noturna.
Fundada em 1961, a Universidade of Twente conecta tecnologia, ciência e engenharia com ciências sociais. Os alunos da UTC são curiosos, empreendedores e bons em relações sociais. A universidade faz parceria com outras instituições em projetos como “injeções sem agulha”, cirurgia robótica e prevenção de cyber crime.
UT oferece 16 cursos de graduação em inglês, entre eles:
Advanced Technology;
Applied Mathematics;
Chemical Science & Engineering;
Business Information Technology;
Civil Engineering;
Electrical Engineering;
Industrial Design Engineering;
Industrial Engineering and Management;
Mechanical Engineering;
Communications Sciences;
International Business Administration;
Management, Society and Technology.
O custo anual para estudar na UT é de cerca de 21 mil euros, incluindo anuidade, moradia e alimentação.
University of Amsterdam (Holanda)
Considerada a 60a melhor universidade do mundo pelo ranking Times Higher Education, UvA é uma das principais referências em pesquisa na Europa. É a terceira mais antiga universidade do país e a maior em número de alunos.
Dividida em 4 grandes campus no coração de uma das mais vibrantes e diversas capitais europeias, a University of Amsterdam é uma das universidades com mais cursos de graduação em inglês em toda a Europa, com mais de 20 opções. Mais de 7.000 dos aproximadamente 34.000 alunos são estrangeiros vindos de mais de 100 países.
Entre os cursos em inglês que a UvA oferece estão:
Actuarial Science;
Business Administration;
Business Analytics;
Communication Science;
Econometrics;
Economics and Business Economic;
Psychology;
Political Science.
O investimento anual para estudar na University of Amsterdam, incluindo anuidade, moradia e alimentação, é de aproximadamente 29 mil euros.
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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog.png9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2023-04-23 10:00:172023-12-05 14:04:3910 universidades europeias com graduação em inglês!
O processo de definição da universidade é uma etapa tão importante quanto do de seleção das universidades. É nessa fase que o aluno irá analisar as universidades em que foi aprovado e definir qual delas se encaixa mais com seu perfil.
Além, é claro, dos fatores acadêmicos, é muito importante para o aluno conhecer as características de cada universidade e entender se o perfil delas é parecido com o seu. Os americanos chamam esse processo de finding a good fit.
Um dos passos importantes para encontrar a universidade que se enquadra no perfil é fazer o Campus Tour e explorar os diferentes ambientes oferecidos pelas instituições de estudo. Saiba mais sobre esse processo com esse artigo detalhado.
O que é o Campus Tour?
Por mais contato que o aluno tenha tido com dados, fotos e vídeos da universidade, nada será melhor para o estudante do que visitar a cidade e o campus universitário pessoalmente e ter a certeza de que ele realmente se identifica com aquele ambiente. Essas visitas na universidade são chamadas de Campus Tour.
Ao visitar a universidade, o estudante poderá ter uma ideia de como é o seu “clima”: o perfil dos estudantes e professores, os dormitórios, o refeitório, as salas de aula, e muito mais.
Além disso, poderá tirar dúvidas sobre o dia a dia da faculdade com os próprios alunos, professores e funcionários, como por exemplo:
Como são as aulas nas faculdades? Quantos alunos em média frequentam cada aula?
Como é o refeitório da faculdade? Qual a diversidade de comida oferecida?
Qual a infraestrutura dos dormitórios? Quantas pessoas dividem os quartos?
Qual a diversidade cultural no campus? Existem bastante alunos internacionais?
O campus é tão bonito quanto aparenta pelas fotos na internet?
O campus da faculdade é bem agitado? Os alunos se envolvem com muitas atividades?
Para um estudante internacional, pode parecer complicado realizar uma visita em uma universidade fora do Brasil. Apesar disso, visitar a universidade é algo muito viável se for feito com planejamento, e certamente será um fator muito importante para ajudar o estudante a decidir em qual instituição ele irá realizar a sua graduação.
Escolhendo as universidades e as datas para visita
O primeiro passo é definir quais serão as universidades que o aluno pretende visitar e saber o que é necessário fazer para realizar cada uma das visitas. Esse processo varia muito entre as universidades: há instituições que exigem que o aluno se inscreva com antecedência e que realize o tour em datas específicas.
Outras são mais flexíveis e permitem que o aluno realize sua visita em qualquer data. Portanto, é muito importante estar atento as datas e procedimentos necessários de todas as universidades que você pretende visitar. Essas informações podem ser encontradas no site da universidade ou entrando em contato com o departamento de admissões de cada uma delas.
“Eu achei melhor marcar a minha viagem aos EUA no meio do mês de Abril, pois nessa época eu já tinha todas as respostas das universidades, e ainda teria tempo para decidir para qual ir” disse Renato Ferrari, que agendou visitas para a University of California – Santa Barbara e University of California – San Diego.
“Na University of California – Santa Barbara, marquei um “tour dos admitidos”, que foi bem geral eu diria – o que eu procurava nesse tour era conhecer a faculdade, pois já sabia do nível académico dela”.
“Com relação a University of California – San Diego, eu fui no Triton Day, que é um sábado “de festas” e shows e todos da faculdade estão lá à disposição. Lá, eu encontrei uma pessoa do staff que respondeu muito especificamente todas as minhas perguntas” relembrou Renato, que acabou optando pela University of California – San Diego.
Escolher corretamente as datas para as visitas pode não só facilitar o processo de definição da universidade, mas também evita que o aluno precise se matricular em mais de uma instituição por ainda não ter tomado sua decisão.
“Eu decidi visitar a University of Florida, North Carolina State University e University of Minnesota. Eu realizei minhas visitas em maio, então acabei me matriculando nas três universidades para depois escolher uma delas. Uma dica é tentar visitar as universidades em abril ou até em março, caso todos os seus resultados já tenham saído, assim você realiza as visitas antes da data final de matrícula das universidades e define qual delas irá estudar, matriculando-se apenas em uma” afirmou Vanessa Shimada, aluna da University of Minnesota – Twins Cities.
Hospedagem
Geralmente, as universidades possuem hotéis muito próximos a elas, já que elas recebem muitos visitantes em diversas épocas do ano. Alguns desses hotéis inclusive ficam dentro do próprio campus.
Há universidades que possuem parcerias com hotéis, dando descontos para quem for realizar visitas no campus ou participar de eventos na instituição.
Contudo, planejar a visita para os períodos “fora de temporada” pode evitar dores de cabeça. Marcar as visitas nos meses de março e abril evita que o aluno enfrente concorrência no momento de encontrar a hospedagem: em maio, geralmente ocorrem as cerimônias de formatura, fazendo aumentar a procura por hotéis nas regiões próximas à universidade.
“Como agendei minhas visitas para maio, os hotéis próximos do campus já estavam todos cheios por conta das formaturas” conta Vanessa.
Vantagens
Para nossos alunos, visitar as universidades foi determinante no processo de escolha. “Eu pessoalmente acredito que visitar as universidades valeu muito a pena, porque a visita te dá um outro olhar sobre a universidade, algo que você não consegue ter apenas por fotos, vídeos e pelo site. A visita realmente ajudou muito na minha decisão porque eu pude ver mais do que apenas a parte acadêmica: pude conhecer os dormitórios, salas de aula, o clima da cidade e muitas outras coisas” disse Guilherme Bernardes, aluno da Arizona State University.
Renato Ferrari concorda sobre a importância de sentir o espírito da universidade. “Eu achei que minha viagem valeu muito a pena, pois como UC – San Diego e UC- Santa Barbara são muito parecidas academicamente, o que me ajudou na decisão foi justamente o “feeling” que eu tive assim que pisei em cada uma delas. Além disso, conheci pessoalmente estudantes de ambas as faculdades, o que me ajudou a tirar dúvidas pessoais e do dia a dia”.
Para Renato Nishikawa, pai de Felipe, conhecer a universidade foi determinante para ter completa noção da estrutura das universidades dos Estados Unidos: “Visitamos a Purdue University e a estrutura era fantástica! Eles possuem um boeing com mais de 1M de peças só para a turma de aeronáutica montar e desmontar, corridas de kart com equipes de engenharia. Eles possuem até um aeroporto para a turma de engenharia aeronáutica, com vários aviões, inclusive da força aérea americana. São 20 astronautas formados em Purdue, incluindo o primeiro homem a pisar na lua Neil Armstrong. Gostamos bastante, a universidade é muito moderna e a cidade muito bem planejada!” contou Renato.
Tranquilidade para alunos – mas também para os pais!
As visitas na universidade são importantes não somente para que os alunos possam conhecer suas opções de universidades, mas também para que os pais possam ficar mais tranquilos sobre os locais onde os filhos poderão morar.
No caso de Juliana de Alexandria, mãe da Luiza, conhecer a universidade foi fundamental para que ela se tranquilizasse sobre a escolha da filha. Luiza já estava muito decidida a ir para a Temple University, na Filadélfia, mas Juliana achava importante conhecer o local e a cidade, antes de confirmar suas boas impressões.
“No início, eu achava que visitar as universidades seria algo muito difícil, por tentar conciliar meus horários no Brasil, os da minha filha. A Luiza já havia sido aprovada na Temple University e estava muito encantada pela universidade, e queríamos ter a certeza de que ela iria tomar a decisão correta. Decidi perguntar para outros pais na associação de pais da Daqui pra Fora e, incentivada por eles, decidimos visitar a Temple na Filadélfia” disse Juliana.
“Analisando toda a história, foi muito bom termos decidido visitar a universidade. Para nós, não foi uma questão de escolher qual seria a melhor universidade, já que a Luiza já estava muito certa em definir a Temple. Queríamos apenas confirmar as certezas da Luiza, conhecer a cidade. Eu já tinha uma noção de como seria a Filadélfia, sabia que era uma cidade muito boa, perto dos grandes centros urbanos que facilitariam a carreira em comunicação da Luiza. Portanto, quando a Luiza chegou em agosto para iniciar suas aulas, ela já conhecia a universidade, a cidade, o dormitório que iria morar, e é uma situação muito diferente de chegar em um lugar sem conhecer absolutamente nada. A adaptação inicial dela foi muito mais fácil. Foi uma experiência extremamente positiva para mim, como mãe, e para a Luiza, como aluna” concluiu Juliana.
Contato com estudantes brasileiros nas universidades
Um dos fatores que é levado em consideração pelos estudantes ao definir a sua universidade é a presença de outros brasileiros no campus.
Alguns estudantes preferem ter mais contato com alunos americanos ou de outras nacionalidades, mas há estudantes que acreditam que ter contato com brasileiros que estão vivendo a mesma experiência, principalmente no início, pode ajudar no processo de adaptação.
“A University of Minnesota possui um grupo no Facebook para brasileiros que estudam na universidade e seus familiares, o que facilita muito o contato” disse Vanessa Shimada.
“Além disso, a Eliane Buzzetto, mãe do Leonardo, sempre ajuda os estudantes que quiserem conhecer os brasileiros da universidade, nos colocando em contato uns com os outros”
Tenha uma universidade favorita
Um dos principais pontos levantados por Vanessa é a necessidade de visitar todas as principais opções de universidade que o estudante tiver.
“Eu não ia visitar as faculdades, pois já tinha certa preferência pela University of Minnesota. Mas eu tive uma reunião com meu coordenador acadêmico, Marcelo Peterlini, que me fez a seguinte pergunta: ‘se você fosse comprar uma casa, você iria escolher uma sem visitar outras opções?’ E ele teve toda razão, foi um investimento que valeu muito a pena! Eu escolhi a University of Minnesota por causa da visita. E recomendo muito para qualquer um. Mesmo que você já tenha sua universidade favorita, faça visitas em suas outras opções se puder”
10 dicas para quem deseja fazer um campus tour!
1. Inicie o planejamento com antecedência;
2. Aproveite as férias e feriados para visitar os campi;
3. Faça tours virtuais;
4. Fale com estudantes no campus;
5. Explore os departamentos acadêmicos;
6. Visite o refeitório e o centro dos estudantes;
7. Pergunte sobre a segurança do campus;
8. Procure saber sobre bolsas de estudo;
9. Leia o jornal dos estudantes;
10. Documente sua visita.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-10.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2023-04-07 10:00:002025-04-01 15:12:15A importância do Campus Tour na escolha da universidade
Quais são as datas e locais do SAT no 1° semestre de 2024?
/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaO SAT (Scholastic Aptitude Test) é a prova de conhecimento mais utilizada pelas universidades americanas durante o processo seletivo. É uma das ferramentas mais importantes e tradicionais na avaliação do perfil acadêmico dos candidatos. A nota do SAT também é um instrumento utilizado por muitas universidades americanas para definir possíveis bolsas por mérito acadêmico. Ele é aceito em todas as universidades nos Estados Unidos e também em inúmeras outras instituições de vários outros países.
O SAT aborda basicamente duas matérias: matemática (raciocínio lógico) e inglês (leitura / interpretação de texto e escrita), cada uma valendo de 200 a 800 pontos. A nota final vai ser, portanto, entre 400 e 1.600 pontos. A prova sofreu algumas mudanças depois da pandemia, mas não exatamente por causa dela. O exame, que há décadas era feito no papel, passou a ser totalmente digital este ano e tem duas horas de duração (uma hora a menos que a versão anterior). Na nova plataforma, o resultado também passou a ser divulgado em um prazo menor, o que beneficia muito os alunos.
Vale lembrar que o processo seletivo nos Estados Unidos é composto por várias outras etapas, que analisam não só o perfil acadêmico como também o perfil pessoal dos candidatos. Fazem parte ainda deste processo o histórico escolar, a prova de proficiência em inglês, as cartas de recomendação, as atividades extracurriculares e as redações (essays ou personal statements). Em situações específicas pode ser solicitado um portfólio e também uma entrevista.
As provas do SAT no primeiro semestre
Até o final deste semestre, há duas datas disponíveis para realizar o SAT. Elas vão acontecer em 9 de março, 4 de maio e 1 de junho. As provas podem ser feitas nas seguintes cidades no Estado de São Paulo: São Paulo, Campinas, Mogi das Cruzes, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santana de Parnaíba, Santo André, Valinhos e Vinhedo. Fora do Estado de São Paulo, as cidades disponíveis são Joinvile (SC), Erechim e Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba e Londrina,(PR), Recife (PE), João Pessoa (PB), Belo Horizonte (MG), Cuiabá (MT), Goiânia (GO), San Cristóvão e Teresina (PI), Vitória (ES), Brasília (DF), Fortaleza (CE), Manaus (AM) e Salvador (BA).
Vale a pena estar sempre atento às informações do College Board, pois os locais podem sofrer algumas alterações ao longo do ano.
As datas das provas do segundo semestre tem previsão para acontecerem nos meses de agosto, outubro, novembro e dezembro.
Quando fazer o SAT?
Antes de mais nada, é preciso ficar de olho no deadline das inscrições das universidades do seu interesse, para não perder o prazo. Porém, esta é uma prova que você pode realizar mais de uma vez e, dessa forma, enviar para as universidades os seus melhores resultados. Ou seja, você envia o Super Score. Isto significa que pode utilizar a melhor nota que conseguiu em matemática e a melhor nota em inglês, mesmo que elas tenham sido obtidas em datas diferentes.
Grande parte dos estudantes se prepara para fazer a primeira prova oficial do SAT no segundo semestre do 2o ano do Ensino Médio ou no primeiro semestre do junior year – o 11th grade- (para quem estuda em escola americana). Fazendo isso, mesmo realizando a prova mais de uma vez, você consegue chegar no segundo semestre do ano da candidatura sem precisar se preocupar com prova. Assim, você terá mais tempo e energia para se dedicar a outras etapas importantes do application, como as redações, por exemplo.
As inscrições para o SAT são feitas no site do College Board. Para saber mais, baixe o nosso passo a passo para se inscrever.
Atividades extracurriculares e seu papel na candidatura no exterior
/em Sem categoria /por Daqui pra ForaO processo seletivo para universidades no exterior é diferente daqueles que acontecem no Brasil. Na Europa, Canadá e, principalmente nos Estados Unidos, as universidades não levam em conta apenas a nota de uma prova para selecionar os melhores candidatos.
Os comitês de admissão buscam conhecer os alunos como um todo, levando em conta o perfil acadêmico e o perfil pessoal de cada um. Esse processo é conhecido como holístico, já que analisa o estudante de maneira completa.
Diferentes etapas do processo seletivo
Por isso, as candidaturas são compostas por várias etapas e cada uma delas pode ser decisiva no momento da definição de quem é ou não aceito em uma determinada instituição.
As universidades recebem, muitas vezes, um número enorme de perfis acadêmicos bastante parecidos, com notas muito similares, o que faz com que as características pessoais ganhem força na hora de definir quem serão os próximos calouros. Então, as etapas do application que revelam quem você é merecem todo cuidado do mundo.
Uma das etapas que mais impactam a construção do perfil pessoal do candidato são as atividades extracurriculares. Juntamente com as redações e as cartas de recomendação, as atividades extracurriculares ajudam a montar o quebra-cabeça que vai mostrar para as universidades quem é você além das salas de aula.
A seguir, você vai entender melhor o que são as atividades extracurriculares, como escolher as suas e a importância de uma boa descrição de cada uma delas no seu application.
O que são as atividades extracurriculares?
Atividades extracurriculares podem ser definidas como tudo que o aluno faz fora do currículo escolar padrão, dentro ou fora da escola. Como você pode ver, este é um conceito muito amplo, então vamos focar no contexto de um apllication.
As universidades utilizam as atividades extracurriculares apresentadas pelos candidatos como uma ferramenta para conhecer melhor cada um deles. Elas devem, portanto, ajudar a revelar quem você é de verdade, ou seja: suas paixões, seus maiores interesses, suas habilidades, suas principais características pessoais, além de mostrar o que você efetivamente já fez ou construiu até aquele momento fora da sala de aula.
Podem ser atividades como estágio, projetos de pesquisa, simulações da ONU, ações em comunidades, olimpíadas de conhecimento, programas de férias, trabalho voluntário etc.
Valem ainda criação de clubs (grupos com objetivos específicos), como book club, cooking club, clubs de debates; hobbies que você tem (mostram suas paixões) e ações de governança (grupos de liderança na escola, como grêmio ou conselho estudantil, por exemplo).
Todos estes tipos de atividades podem estar relacionadas aos mais diversos interesses: moda, mídia, dança, artes plásticas, esportes, música, cinema, teatro, gastronomia, TV, política, economia, tecnologia, meio ambiente, astronomia etc.
Neste webinar, você encontra importantes informações sobre as atividades extracurriculares:
O que é mais importante?
Na hora de escolher suas atividades extracurriculares é preciso ter em mente que elas devem realmente representar quem você é, ou seja, elas precisam mostrar suas características, suas habilidades, seus interesses e preferências.
Dessa forma, elas vão estar alinhadas com o restante do seu application. E isso é fundamental, porque as comissões de admissão das universidades cruzam as informações de todos os itens do application para formar o perfil final do aluno.
Porém, ao preencher o application não basta relatar de que atividade participou. Você deve mostrar o que você efetivamente fez no desenvolvimento das atividades, qual foi o seu papel, o quanto você se dedicou, o que você aprendeu e também o impacto que a atividade teve em você e no público a que ela se destinou.
Por meio destas informações, você vai estar comunicando suas principais características (como liderança, comprometimento, comunicação, criatividade, capacidade de trabalhar em grupo, entre outras).
É importante saber que não é a quantidade de atividades extracurriculares que importa. Não adianta sair fazendo coisas que não estão relacionadas com o seu perfil, com a sua história e, consequentemente, com o seu próprio application, apenas para tentar impressionar os admission officers.
Para eles, com certeza, não é o número nem mesmo o tipo de atividade que impressiona, mas sim a qualidade da sua participação e o impacto que cada atividade teve na sua trajetória e na de quem ela atingiu.
Um bom ponto de partida para o processo de escolha das suas atividades extracurriculares é observar as necessidades e os problemas ao seu redor, seja na sua própria escola ou fora dela, e unir isso aos seus interesses e habilidades.
Por exemplo: se você percebeu que na sua escola há muito desperdício de comida, crie um grupo que trabalhe para diminuir ou solucionar este problema.
Se você soube que as crianças de uma determinada comunidade indígena estão precisando de livros, desenvolva uma ação que consiga fazer chegar cada vez mais livros para este lugar.
Nestes casos, você vai contar sobre o seu papel nessas iniciativas, o que você efetivamente realizou (criou, liderou, engajou), e vai trazer números que vão revelar desde o tempo que você dedicou ao projeto até o impacto de cada ação na comunidade atingida (sua escola ou a comunidade indígena).
O Programa de Preparação da Daqui pra Fora para alunos a partir do 9° ano do Ensino Fundamental trabalha na construção do seu currículo em sessões individuais que abordam diversos tópicos e oferece um mentor(a) com a função de desenvolver as atividades extracurriculares do aluno.
Quer saber mais sobre esse programa e começar a construir a sua application da melhor maneira possível? Preencha o formulário abaixo e vamos começar uma conversa. Nossa equipe está sempre à disposição.
Como funcionam as accommodations nas provas internacionais
/em Sem categoria /por Daqui pra ForaAs provas padronizadas que fazem parte do processo seletivo das universidades no exterior, como o SAT e o TOEFL, são realizadas no mundo todo em lugares supervisionados e preparados para receber os alunos.
Eles seguem regras rígidas, que são aplicadas igualmente em todos os locais. Mas estas regras podem e devem ser adaptadas às condições dos alunos que apresentam algum tipo de necessidade especial. Este tipo de adaptação é chamada de accommodation.
Quem pode pedir accomodation?
Pode solicitar accommodation todo candidato que tem sua necessidade especial comprovada com documentação, que pode ser um laudo médico e/ou uma avaliação psicoeducacional atualizada. A documentação específica exigida, na verdade, varia de acordo com a questão apresentada por cada aluno.
Alguns exemplos de possíveis necessidades especiais que permitem requerer accommodation são:
Ou seja, o candidato pode solicitar accomodation se suas necessidades especiais implicarem em limitações funcionais nas áreas de leitura, escrita ou se tiver questões com ficar sentado por longos períodos.
A accommodation mais recorrente nestas provas tem sido o extra time (tempo extra para fazer a prova, que pode ser de 25% a 100% do tempo regular).
Mas também podem ser disponibilizados intervalos de descanso, tela aumentada, teclado ergonômico e muitas outras acomodações.
Quando solicitar a accommodation?
Caso tenha alguma necessidade especial, você deve solicitar accommodation antes de se inscrever na prova. Não é possível se registrar para a prova e depois incluir o pedido de accommodation
Isso porque a aprovação do pedido gera um código e a partir do momento que você se inscreve na prova sem ele, não há mais como adicioná-lo. Além disso, nem todas as escolas aplicam as provas com accommodation e a organização precisa saber com antecedência sobre candidatos com necessidades especiais para alocá-los nos lugares apropriados.
O processo de análise dos documentos leva até 7 semanas, desde o pedido até a resposta. Mas preste atenção: esta avaliação só começa quando todos os documentos obrigatórios são apresentados.
Se for preciso enviar alguma documentação adicional ou reenviar uma solicitação, o processo recomeça do zero, ou seja, pode levar mais 7 semanas.
Como fazer o pedido de accommodation
No site do SAT há duas maneiras de solicitar accommodation: com a escola ou sozinho. A Daqui pra Fora recomenda que o pedido seja feito com a escola.
Primeiro, porque por este caminho, além de ele ser mais fácil para o aluno, o pedido se torna mais eficiente, já que o coordenador da escola tem acesso aos prazos de inscrição, pode acessar tudo em um sistema online e diminui a necessidade de documentação extra.
Soma-se a isso o fato de que na história da Daqui pra Fora, apenas os alunos que solicitaram accommodation com a escola tiveram o pedido aceito.
No caso do TOEFL, não é possível fazer a solicitação com a escola. Ela deve ser realizada no próprio site, pelo aluno.
Para aprovação do pedido, a direção das provas exige diagnóstico claro e atual, histórico educacional e médico do aluno e justificativa das adaptações recomendadas.
No caso de limitações funcionais, elas precisam estar descritas. Além disso, as informações profissionais dos avaliadores devem estar presentes.
É muito importante lembrar que para efetivar os pedidos, não basta reunir toda a documentação necessária. Por serem documentos oficiais, você deve providenciar a tradução juramentada de cada um deles para o inglês, com assinatura à mão, e só então enviar.
Se você vai prestar o SAT ou TOEFL e precisa solicitar accommodation, a Daqui pra Fora pode oferecer assistência especializada no processo. Preencha o formulário abaixo e fale com o nosso time de especialistas.
Portfólio na candidatura no exterior. Como montar e enviar?
/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaNo processo seletivo para as universidades no exterior, o candidato cumpre várias etapas, que buscam mostrar às universidades quem ele é além das notas da escola e das provas padronizadas. As instituições querem conhecer o aluno como um todo, incluindo suas características pessoais e suas habilidades.
Por isso, especialmente para quem pretende estudar áreas ligadas às artes, como cinema, música, arquitetura, teatro, dança e artes plásticas, existe uma etapa suplementar no processo, que é o envio do portfólio.
O portfólio faz parte dos “materiais complementares” da application, mas nem por isso é menos importante. A ideia é que ele contenha uma espécie de seleção das melhores produções artísticas que você já fez e é fundamental no processo porque é um documento visual que a universidade vai utilizar para identificar suas preferências, suas habilidades e, principalmente, seu potencial artístico.
Como montar o portfólio
Por ser uma coletânea de materiais, o portfólio traz uma forte carga pessoal e é esta mesmo a intenção, para que os avaliadores possam conhecer mais a fundo o candidato. Ele é, portanto, a principal oportunidade de você mostrar para a universidade o que você já fez e o que pretende fazer como aluno daquela instituição.
Escolher o que incluir no portfólio é, portanto, um processo de extrema importância. Selecionar suas peças favoritas pode ser um bom caminho, porque estas certamente estão muito ligadas à sua essência, à sua história.
Se entre elas, houver alguma que você não ache boa tecnicamente o suficiente, não se preocupe. As universidades não procuram por artistas prontos.
Elas sabem identificar o potencial de cada um e querem justamente trabalhar em cima disso, desenvolvendo este potencial.
O importante é que as peças sejam autênticas, tenham significado, se possível uma boa história e que, claro, estejam alinhadas com a sua trajetória, com quem você é.
O portfólio não é um documento padronizado, como outros itens da application. As exigências variam de acordo com a instituição. Por isso, pesquise e preste atenção no que é solicitado e siga à risca e, claro, ao prazo de envio.
Dependendo da universidade, podem ser solicitados de 8 a 24 trabalhos. Demonstrar criatividade e flexibilidade no uso de materiais e mídias pode ser um diferencial positivo.
Ou seja, é importante explorar várias técnicas. Em geral, também é solicitada uma redação (o artistic statement), um texto onde você vai falar sobre a sua relação com a arte, sobre seus trabalhos e por que escolheu aquela universidade.
Este texto, claro, precisa estar em sintonia com o material que você vai apresentar e com o restante dos itens da sua application.
Afinal, em outras etapas do processo, como na redação e nas atividades extracurriculares, você também vai falar de você, das suas ideias, preferências, da sua trajetória e características pessoais.
Neste vídeo, você encontra informações importantes sobre a criação do portfólio:
Em geral, as escolas pedem que sua arte reflita sua imaginação, seu estilo, mostre vontade de experimentar, revele o processo, além de demonstrar algumas habilidades.
Dê preferência para trabalhos desenvolvidos nos últimos dois anos. Algumas escolas podem pedir um trabalho novo específico, então, leve em conta também um tempo extra para desenvolver possíveis novos trabalhos.
Por tudo isso, é importante que você comece a pensar no portfólio com bastante antecedência. O tempo é um aliado fundamental que vai permitir boas escolhas desde a elaboração até a seleção dos trabalhos, bem como na reflexão sobre o material.
O ideal é que o portfólio seja iniciado antes do segundo semestre do ano da candidatura. O processo requer planejamento, prática, muita pesquisa, preparação e, por fim, as escolhas e a reflexão.
Vale lembrar que você vai precisar praticar e, no final, sempre vai produzir bem mais trabalhos do que vai apresentar.
Levando tudo isso em conta, um bom caminho para a elaboração do melhor portfólio pode seguir esta rota:
Como enviar o portfólio
Depois de ler com atenção as exigências de cada universidade e segui-las à risca, você precisa ficar extremamente atento ao deadline, o prazo final de envio do portfólio em cada instituição. Se este prazo não for respeitado, todo seu trabalho terá sido em vão.
Cada universidade tem suas próprias orientações em relação à forma de envio do portfólio. Pode ser via upload de PDF, email de PDF, um link do próprio site da universidade, por QR code ou pelo Slide Room.
Além do prazo e da forma de envio, você também terá que respeitar o tamanho dos arquivos (seja vídeo, áudio, slide, documento ou link).
A Daqui pra Fora tem em sua equipe especialistas experientes que orientam durante todo o processo de elaboração do portfólio. Então, agora que você já conhece os caminhos, comece cedo e envie o portfólio que melhor te represente.
Como escrever as redações para faculdades no exterior?
/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaQuem aplica para universidades no exterior deve ter em mente que o processo seletivo é muito diferente daqueles que acontecem nas universidades brasileiras. Ele é bem mais amplo e completo. Lá fora as universidades buscam conhecer cada candidato por inteiro.
Ou seja, não é apenas o desempenho acadêmico do aluno que é levado em conta durante a seleção. As universidades traçam, além do perfil acadêmico, um perfil pessoal do candidato. Trata-se, portanto, de um processo holístico.
O objetivo é selecionar aqueles que, além de serem bons alunos, têm características que se alinham com o perfil da própria universidade.
A importância da redação nos processos seletivos
Por isso, a seleção é composta por várias etapas. Além das provas e das notas que determinam o nível acadêmico do candidato, há outras fases que buscam conhecer quem é a pessoa por trás das notas apresentadas:
Este mosaico de informações é o material que a equipe de seleção reúne para montar o perfil final que vai determinar quem será ou não aceito em cada instituição.
Neste contexto, as redações (ou essays) são uma das principais peças deste mosaico, um dos instrumentos mais importantes da application. Porque entre tantos alunos com notas parecidas, o que pode definir o sucesso ou não da candidatura é justamente quem tirou aquelas notas.
E é na redação que você vai mostrar quem você é. Por isso, é fundamental entender como ela funciona e o que é importante, para não errar e fazer a diferença nesta etapa.
Veja mais informações importantes sobre a redação nos processos seletivos do exterior no webinar abaixo:
Use a redação para mostrar quem você é
Independentemente do tema específico que foi proposto, tenha em mente que no essay você vai sempre falar sobre você. Portanto, uma boa dose de autoconhecimento vai precisar entrar em jogo para que você consiga mostrar quem você realmente é.
Os essays permitem que você fale das suas experiências, dos seus valores, das suas preferências, das suas conquistas, do que você gosta ou não gosta, do que você ainda quer conquistar e muito mais. Porém, não podem ser simples relatos.
Quem vai ler o seu texto precisa perceber que você é único. E para isso você deve ser genuíno e verdadeiro, afinal o processo seletivo é um quebra-cabeça e se alguma peça não encaixar, todo o trabalho pode se perder.
Conheça os temas das redações
No Common App, a plataforma que reúne applications de centenas de universidades nos Estados Unidos, os essays são Personal Statements, ou seja, possuem temas de caráter mais pessoal.
São propostos 7 prompts e o candidato escolhe um deles para desenvolver. Neste caso, lembre que sua redação vai para várias universidades.
Alguns prompts comuns no Common App são:
Algumas universidades, principalmente as mais seletivas, pedem uma redação suplementar. Os temas variam bastante e é sempre importante pesquisar sobre a universidade específica antes de escrever este essay, já que neste caso você vai estar escrevendo para uma instituição específica.
Muitas delas perguntam “por que você gostaria de estudar naquela universidade”, “por que você escolheu este major” ou “seu livro preferido”.
E pode haver temas mais criativos, como “Liste o seu top 10” (você escolhe top 10 do que), “Se você pudesse conhecer alguém na sua vida, quem seria e o que você diria para ele ou ela?”, “Se você fosse chamado para fazer um discurso ou um TED Talk, sobre o que você falaria?”, “Defenda uma opinião impopular que você tem”, entre muitos outros.
Perceba que os temas realmente permitem que os admission officers (aqueles que trabalham nos escritórios de admissão lendo as redações) conheçam melhor quem está escrevendo.
Como escrever as redações
Não é simples mostrar quem você é, focado em um determinado tema, em 200 ou 600 palavras, que é geralmente o tamanho que os essays devem ter. Além disso, os examinadores ainda observam a estrutura do texto, a clareza, a escrita e a gramática. É bastante coisa para prestar atenção.
Vale lembrar que o tipo de redação exigida nos processos seletivos no exterior é bem diferente daquelas que compõem os vestibulares e o Enem, no Brasil, que são textos argumentativos, com os quais os estudantes brasileiros estão mais familiarizados.
Elaborar uma redação que salte aos olhos dos avaliadores não é, portanto, uma tarefa das mais fáceis, lembrando que cada um deles lê inúmeras redações diariamente.
Para se sobressair, é preciso contar uma boa história, que mostre a sua essência, demonstre que você é único e que, assim, convença o admission office que vale a pena ter você como aluno naquela universidade.
É uma tarefa que exige determinadas técnicas e habilidades, desde a hora de selecionar o prompt até escolher qual história contar e principalmente como contá-la.
Por isso, cada aluno da Daqui pra Fora conta com um mentor específico durante todo o processo de elaboração das redações. O mentor orienta o aluno desde o brainstorm até a finalização e envio das redações.
Não há limite para o número de revisões ou de reuniões entre aluno e mentor. Este trabalho cuidadoso é, sem dúvida, fundamental para o sucesso das applications.
Se você quer saber como o nosso time de especialistas pode ajudar você na sua redação, preencha o formulário abaixo que iremos atendê-lo.
Como funcionam as moradias estudantis no exterior?
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEstudantes internacionais lidam com uma série de novidades quando chegam à universidade: novos professores, novas aulas e matérias, um dia a dia cheio de alternativas, muita gente nova ao redor, um idioma diferente, tudo isso longe de casa, da família, em um lugar desconhecido.
No meio desse turbilhão, um dos principais desafios é “onde vou morar?”. Afinal, não importa o que você estuda, o que você faz fora da sala de aula, com quem você convive, é para “casa” que você e todos os estudantes vão no final do dia. Para quem estuda no exterior, essa casa pode ser a moradia estudantil.
Para quem é a moradia estudantil?
Alunos internacionais podem morar dentro do campus ou fora dele, em apartamentos alugados. As moradias estudantis dentro do campus são mais comuns nos Estados Unidos.
Inclusive, grande parte das universidades americanas exigem que os alunos de primeiro ano (freshman) morem nos residenciais dentro do campus. A partir do segundo ano eles podem escolher se continuam no campus ou se preferem morar fora.
Na Europa, é mais comum os estudantes morarem fora do campus, geralmente perto da universidade, em apartamentos alugados.
As duas opções são experiências com características distintas. A escolha, quando ela é possível, deve se basear nas preferências, no estilo de vida, na personalidade e nas expectativas do aluno.
É, portanto, uma questão bastante pessoal. É importante também colocar na balança os prós e contras de cada uma dessas vivências, além, claro, das possibilidades financeiras de cada um.
Vantagens e desvantagens da moradia estudantil
Principalmente para quem está chegando, há muito mais vantagens que desvantagens em morar no campus. Primeiro, a interação com outros alunos e com os professores é muito mais intensa e estar 24 horas por dia no campus faz com que o aluno participe mais das atividades disponíveis fora das salas de aula.
Ou seja, a famosa “school life” é bem mais intensa para quem mora no campus. Tudo isso faz com que a adaptação do estudante seja um processo mais rápido e bem mais tranquilo.
Estudos especializados indicam que quem mora no campus tem mais probabilidade de permanecer na faculdade até a formatura, mais interesse em fazer pós-graduação e avaliam mais positivamente a experiência universitária.
Morar no campus ainda facilita o dia a dia, fazendo o tempo render mais. Afinal, você vai estar mais perto de tudo, como das aulas, das instalações esportivas e de lazer, dos refeitórios, bibliotecas, perdendo, assim, bem menos tempo com os deslocamentos.
Até para estudar é bom. Morando no campus você certamente vai encontrar alunos da sua área de estudos com quem você vai poder compartilhar leituras e até trabalhos.
Quem mora em apartamentos fora do campus afirma que algumas vantagens desse tipo de moradia é ter menos barulho e mais privacidade. O aluno tem mais liberdade, independência e espaço.
Pode, inclusive, ter seu próprio quarto e banheiro, e escolher com quem vai morar. A autonomia é maior, porque precisam organizar a casa, fazer compras, cozinhar, pagar contas e planejar os trajetos para as aulas. Além disso, eles podem vivenciar mais intensamente a vida na cidade e a cultura local.
A escolha do tipo de moradia depende, portanto, de vários fatores e é muito particular. Antes de mais nada, é fundamental pesquisar as regras da sua universidade e as opções que ela oferece.
Depois, faça um balanço entre as suas preferências, suas expectativas, as possibilidades financeiras da sua família e os prós e contras de cada opção.
Mas lembre que esta não é uma escolha definitiva, sua vida lá fora muda conforme o tempo vai passando. O importante é tentar construir a melhor experiência possível para você.
Como funciona a moradia no campus
Os residence halls das universidades se modernizaram bastante nos últimos tempos. Não se resumem mais a pequenos quartos com uma cafeteria no térreo. Hoje eles oferecem tudo que um estudante precisa para estudar, interagir e ao mesmo tempo se sentir em casa.
A organização de cada um varia de instituição para instituição. Em geral, o aluno divide um quarto com um ou dois roommates e os banheiros são compartilhados com um ou mais quartos ou mesmo com o corredor inteiro. A lavanderia é comunitária. Homens e mulheres geralmente ficam em instalações ou em andares separados.
Existem residence halls organizados por áreas de estudos, como engenharia ou business, por exemplo, o que facilita bastante em relação aos estudos. Há também universidades que dedicam residence halls só para os calouros (freshman), que são bons para interação.
A administração do dorm é responsável por escolher quem será o seu roommate, bem como por possíveis trocas de quartos. A escolha é baseada nas informações contidas nos questionários respondidos previamente pelos alunos.
Você não sabe, portanto, quem será seu roommate até chegar na universidade. Pode ser alguém do México, da China, da Alemanha, de qualquer país, ou mesmo alguém do próprio país em que você está estudando.
Os quartos já são mobiliados, com camas, armários e escrivaninhas. Você não tem que se preocupar com isso, o que é outra vantagem, especialmente para quem está chegando.
Os dorms têm áreas de convivência, que variam muito de prédio para prédio e de universidade para universidade. Mas certamente no seu dorm você vai ter onde encontrar as pessoas para conversar, estudar, se divertir e comer.
Existem alguns residenciais dentro das universidades que oferecem moradias em forma de apartamentos. Neles os alunos têm, além dos quartos (que podem ser individuais ou não), banheiro, sala e uma pequena cozinha. É uma outra forma de moradia compartilhada dentro do campus.
Tanto os dorms quanto os prédios com apartamentos dentro das universidades têm suas próprias regras de convivência. É muito importante conhecê-las e respeitá-las.
Conheça alguns on-campus residence halls
Uma pesquisa feita com os próprios estudantes indicou que a Washington University, em St. Louis, Missouri, tem o melhor college dorm dos Estados Unidos. A universidade oferece opções de housing que misturam tradicional e moderno, incluindo espaço apenas para freshman (calouros) e sophomore (segundo anistas), o South40.
Conhecido como “a casa fora de casa”, o South40 tem um centro de tecnologia, instalações esportivas, incluindo academia e quadras de basquete e de vôlei de areia, além de restaurante e salas de convivência.
Em segundo no ranking aparece o housing de TCU (Texas Christian University). A universidade, localizada em Fort Worth, no Texas, oferece moradia no campus específicas para calouros, segundo, terceiro e quarto anistas.
TCU ainda está em 3o lugar na importante avaliação Princeton Review sobre melhor qualidade de vida e faculdades mais bem administradas.
Em terceiro lugar em relação às melhores moradias estudantis nos Estados Unidos aparece a Emory University, que fica em Atlanta, Georgia. Além do fácil acesso a uma das maiores cidades do sul do país, Emory disponibiliza em suas moradias lavanderia grátis e cozinhas modernas na sua área comum.
Como funciona a moradia fora do campus
A maioria das moradias fora do campus são apartamentos alugados, geralmente próximos à universidade ou com fácil acesso a ela. Alguns pertencem ou são administradis pela própria universidade, mas a maioria são particulares.
Na Europa eles são mais comuns porque poucas universidades oferecem moradia dentro do campus. Nos Estados Unidos, morar fora do campus costuma ser opção bastante comum para os alunos mais experientes.
Os residence halls fora das universidades, sejam eles particulares ou administrados pela instituição, têm geralmente toda estrutura para receber os estudantes. Isso inclui área de convivência (sala de TV, jogos, jardins…), salas de estudos, lavanderia, e cozinha coletiva.
Nos apartamentos, você geralmente tem seu próprio quarto e às vezes seu próprio banheiro, tendo, assim, mais privacidade. A sala e a cozinha são compartilhadas por todos os moradores do apartamento.
Os apartamentos já vêm com camas, armário e escrivaninha nos quartos. Alguns ainda podem ter roupa de cama, toalhas, wi-fi, utensílios de cozinha etc. Mas isso varia bastante de lugar para lugar.
É muito importante uma boa pesquisa antes de definir para onde ir.
Conheça algumas moradias fora do campus
Um dos melhores e mais modernos residence halls para estudantes na Europa fica na Holanda, próximo à Utrecht University.
Diferentemente dos tradicionais, este residence hall é construído no estilo com containers, todos bem coloridos, e tem 300 apartamentos individuais, de 16m2 cada, super aconchegantes e confortáveis. A área comum tem um café, lavanderia, bicicletário, instalações esportivas e de lazer.
Em Madrid, o Residencia Galós abriga 370 estudantes de diversas universidades da capital da Espanha. E em Munique, na Alemanha, a Vila Olímpica, construída para a Olimpíada de 1972, foi reformada entre 2007 e 2009 e transformada em um moderno hub de moradia para estudantes. São 1800 apartamentos, com tudo que os estudantes precisam em termos de dia a dia e de lazer.
Na Califórnia, nos Estados Unidos, o The Laureate fica a poucos quarteirões da prestigiada UC Berkeley, na icônica Telegraph Avenue, ou seja, no coração da cidade.
Os apartamentos no The Laureate têm 3 ou 4 quartos, cada um com duas camas, 2 banheiros, todos mobiliados e com utensílios modernos, inclusive com lavadora e secadora de roupas.
O prédio tem bicicletário, academia, rooftop e várias áreas de convivência, incluindo uma sala de estudos high-tech.
Com o apoio da Daqui pra Fora, você tem todo o suporte sobre moradia antes do embarque para a universidade.
O que é Summer Program?
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaQuem pensa em fazer faculdade no exterior deve sempre buscar as melhores maneiras de incrementar a sua candidatura. Afinal, as universidades no exterior costumam olhar o aluno como um todo durante a seleção dos candidatos.
As notas das provas padronizadas e mesmo as da escola são apenas alguns dos itens levados em conta no processo seletivo. Eles fazem parte do perfil acadêmico do candidato.
Mas em um processo seletivo holístico, como são os das instituições no exterior, o perfil pessoal também é muito importante e pode determinar quem é aceito ou não em uma universidade. Por isso, as redações e as atividades extracurriculares são partes fundamentais do application, especialmente nos Estados Unidos. É por meio delas que o aluno mostra suas principais características, suas preferências, sua personalidade.
E para enriquecer a candidatura, as férias podem ser um importante aliado. Fazer do tempo livre (que durante o ano letivo geralmente é escasso) um período produtivo é sempre interessante e pode fazer a diferença no final do processo.
E os Summer Programs são ideais para isso. Além de aprender com as novas experiências fora do país, o aluno ainda vai aprimorar o inglês (ou outro idioma), desenvolver habilidades e fazer novos contatos, dando início a um precoce networking internacional.
O que são Summer Programs
Os Summer Programs, como o próprio nome diz, são programas oferecidos a estudantes de High School durante o verão do hemisfério norte (entre junho e agosto), principalmente nos Estados Unidos, Canadá e Europa. Eles podem durar de 2 a 12 semanas.
Há inúmeros tipos de programas, que contemplam os mais variados interesses. A ideia é que o aluno aprenda e vivencie novas experiências. O melhor é escolher algo que combine com você, que tenha a ver com o que você gosta de estudar ou de fazer.
Quanto mais a experiência estiver conectada com o aluno, mais ela vai ajudar na própria candidatura. E claro, mais você vai curtir.
Pode ser música, teatro, tecnologia, moda, STEM, astronomia, biologia, cinema, arquitetura, jornalismo, engenharia, política, empreendedorismo etc.
A maioria dos Summer Programs vêm em forma de programa acadêmico, nas próprias universidades. É o tipo de experiência que, entre outras vantagens, aproxima na prática o aluno da vida universitária.
É uma espécie de test drive para quem pretende estudar fora. O dia a dia em uma universidade, o aprofundamento em uma área de conhecimento específica, a interação com excelentes professores e palestrantes, além do ambiente super diverso e multicultural, formam uma excelente amostra do que ele vai encontrar lá na frente.
Há ainda programas oferecidos por empresas e programas de voluntariado.
Em geral, todos os Summer Programs, além do conteúdo específico, ajudam a desenvolver várias soft skills, entre elas liderança, trabalho em equipe (colaboração), autonomia, resolução de conflitos, comunicação, organização e criatividade.
Além disso, para quem ainda está definindo o que estudar na faculdade e para onde ir, a experiência pode ajudar no processo de decisão. Por isso, tente escolher uma área de estudo do seu interesse e um lugar para onde tenha vontade de ir estudar. Assim, o “test drive” vai poder ser ainda mais efetivo.
Seja qual for o programa, tudo que foi vivido, aprendido e desenvolvido no Summer Program vai aparecer, de alguma forma, no seu application e certamente será um ponto positivo e fundamental na sua candidatura.
Melhores locais para fazer Summer Programs
Há Summer Programs que atendem todos os interesses e com os mais diversos formatos em universidades da Europa, Canadá e nos Estados Unidos. Conheça a seguir alguns deles.
University of Amsterdam
Considerada pelo ranking Times Higher Education (THE) a 61a melhor universidade do mundo, oferece 4 cursos em inglês para alunos do Ensino Médio em seu Summer Program:
Eles têm duas semanas de duração e as aulas combinam diversos métodos de ensino, com aulas teóricas, excursões e workshops práticos. Este modelo possibilita o contato dos alunos com experts e profissionais da respectiva área e com várias comunidades onde a universidade desenvolve pesquisas.
UCLA
University of California Los Angeles, 18a colocada no ranking THE é uma das universidades mais procuradas por estudantes internacionais do mundo todo, há mais de 100 cursos acadêmicos disponíveis em 30 diferentes áreas de estudos no Summer Program.
São cursos que têm de 6 a 10 semanas de duração em áreas como astronomia, química, comunicações, teatro, ciência da computação, economia, cinema e televisão, matemática, administração, psicologia, física, música, dança e neurociência.
Harvard University
Quarta melhor universidade do mundo, segundo o THE, a Harvard Summer School disponibiliza o University’s Secondary School Program, que oferece mais de 200 cursos em diferentes áreas, como matemática aplicada, bioquímica, neurobiologia, STEM, escrita, ciência da computação, mídia digital, psicologia, cinema, jornalismo e economia.
Fora das aulas, durante as 7 semanas de curso, os alunos podem participar de workshops, frequentar as bibliotecas, ir a eventos sociais no campus e até visitar outras universidades próximas. As aulas são dadas por professores da própria universidade e convidados e os créditos valem para quando o aluno estiver na universidade.
Wharton School at University of Pennsylvania (UPenn)
Uma das mais prestigiadas escolas de negócios do mundo, oferece 7 diferentes cursos na área de administração e negócios. Alguns cursos do Summer Program da Wharton são Empreendedorismo, Liderança no Mundo dos Negócios, Finanças com ênfase em Economia, Contabilidade e Investimentos. Os cursos de verão na Wharton têm duração de duas ou três semanas.
Imperial College London
A 8a melhor universidade do mundo, de acordo com o THE, o Summer Program para estudantes internacionais da Imperial College London tem duração de duas semanas.
Na primeira, o aluno escolhe uma área de estudo relacionada a ciências e engenharia e na segunda, trabalha um desafio onde desenvolve habilidades diretamente ligadas a solução de problemas e empreendedorismo.
As classes incluem aulas expositivas, laboratórios e workshops práticos. Os alunos que fazem o Summer Program na Imperial recebem orientação e aconselhamento para um futuro application no Reino Unido, especialmente na própria Imperial College London, uma das melhores universidades da Inglaterra.
McGill University
A Summer Academy da McGill University, em Montreal, uma das mais importantes universidades do Canadá, combina conteúdo acadêmico, aulas práticas e desenvolvimento de habilidades.
Os alunos se conectam com estudantes de dezenas de países, incluindo os da própria McGill, e com professores da própria universidade. São oferecidos dois cursos, de duas semanas: Pathways to Neuro and Health Sciences e Perspective on World Politics: International Law, Development and Organizations.
Os valores dos cursos e das taxas de inscrição dos Summer Programs, bem como o que eles incluem, variam de universidade para universidade e mesmo de curso para curso. Em Harvard, por exemplo, este ano o valor das 7 semanas de curso é de US$ 13.500, incluindo as aulas, acomodação , alimentação e seguro.
Na Wharton, o valor varia de US$ 7.100 a US$ 9.900 pelas 3 semanas, dependendo do curso, e também inclui aulas, acomodação na universidade, alimentação, além de atividades extracurriculares e viagens.
O período de inscrição (application) para os Summer Programs geralmente acontece entre fevereiro e março, já que as aulas podem começar em junho.
Se interessou em participar de algum desses programas? A Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência necessária para você realizar esse objetivo. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar!
Quanto custa estudar em universidade no Canadá?
/em Canadá /por Daqui pra ForaMuitos estudantes que pensam em fazer uma graduação no exterior consideram o Canadá como uma das possíveis opções. Por se tratar de um país desenvolvido, seguro e de excelência acadêmica, costuma chamar atenção. Mas quanto custa estudar no Canadá?
Estudar no Canadá para o estudante brasileiro pode sair mais barato que na Europa e Estados Unidos por causa do câmbio. Como o dólar canadense normalmente é mais barato, isso pode ser um diferencial. E os atrativos do país da América do Norte têm atraído cada vez mais estudantes.
O Canadá recebeu em 2022 aproximadamente 550.000 estudantes internacionais vindos de 184 países, o que representa um aumento de cerca de 107.000 em relação ao ano anterior. Este número vem crescendo a cada ano e razões não faltam para isso.
Por que estudar no Canadá?
Um dos principais motivos é a excelência acadêmica que atrai tantos novos estudantes para lá. De acordo com o ranking Times Higher Education, o Canadá tem 4 universidades entre as top 100 do mundo:
E mais 3 entre as 150 melhores: University of Montreal (111), University of Alberta (118) e University of Ottawa (137).
Mas, além da excelência acadêmica, a qualidade de vida é um grande atrativo do país. O Canadá está frequentemente entre os primeiros colocados nos principais rankings internacionais de qualidade de vida.
Esses rankings costumar considerar itens como segurança, saúde, educação, meio ambiente e mercado de trabalho, entre outros fatores.
Além disso, o Canadá é considerado um país “mente aberta” e recebe muito bem estrangeiros. É o número 1 na pesquisa HSBC Expat Explorer que avaliou a tolerância da população. Por isso, uma das grandes vantagens de viver lá é se deparar com um ambiente diverso e inclusivo no dia a dia.
Para se tornar um estudante de uma universidade canadense, é fundamental fazer um bom planejamento, incluindo nele, claro, quanto esta jornada pode custar.
O passo seguinte é adequar o plano ao perfil financeiro da sua família. Vale lembrar que as universidades no Canadá oferecem bolsas de estudos por mérito acadêmico, o que pode diminuir consideravelmente o investimento.
Além disso, é permitido aos alunos internacionais trabalhar 20 horas por semana durante o curso, outro aspecto que pode ajudar em relação às despesas.
A seguir você vai entender melhor o que influencia os valores das universidades no Canadá e saber quanto pode custar esta jornada.
Neste vídeo, a estudante Ana Letícia Vasconcelos conta um pouco da experiência dela fazendo faculdade no Canadá:
Quanto custa estudar no Canadá?
Quando se pensa no investimento para estudar no exterior, deve-se levar em conta três fatores principais:
Eles podem variar muito, dependendo da qualidade acadêmica do curso e da localização da universidade, além do estilo de vida de cada estudante.
No Canadá, em função destes três fatores, o valor do investimento para estudar em uma universidade pode ficar entre 35 e 85 mil dólares canadenses ao ano, uma larga margem que atende a diversos perfis de famílias.
Para entender como esta variação funciona por lá, vale ressaltar que no Canadá a reputação acadêmica da universidade é um aspecto importante na definição do valor da anuidade.
Porém, a localização e o curso têm peso maior que em outros lugares, como nos Estados Unidos, por exemplo.
Quanto mais próximas as universidades ficam dos grandes centros, como Toronto, Vancouver e Montreal, por exemplo, mais caras são as tuitions e o custo de vida, geralmente. E quanto mais longe, ambos costumam ser mais baratos.
Para se ter uma ideia, o valor de anuidade, mais acomodação e alimentação na University of New Brunswick (entre 29 e 32 mil dólares canadenses) é menor que o da Toronto Metropolitan University (entre 43 e 50 mil dólares canadenses).
Apesar de New Brunswick ter uma classificação melhor no ranking da Times Higher Education. O motivo principal é que ela fica a 750 km de Montreal e 1.300 km de Toronto, enquanto a Toronto Metropolitan está, claro, em Toronto.
Por isso, vale a pena pesquisar bastante antes de decidir onde aplicar. No Canadá, há ótimas opções um pouco mais distantes dos grandes centros, sempre com excelente nível acadêmico e muita qualidade de vida, que podem se adequar aos mais diversos perfis.
Na pesquisa, é importante observar não só os valores, mas também os cursos oferecidos, a estrutura da universidade, o entorno, como é a vida dos estudantes por lá, entre outros aspectos.
Se quiser saber mais sobre as universidades canadenses e as suas possibilidades de estudar lá, agende uma consulta com nossos especialistas.
10 universidades europeias com graduação em inglês!
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaAs universidades europeias têm sido cada vez mais procuradas por estudantes internacionais que buscam uma graduação em inglês. São vários os motivos que levam a essa procura, entre eles a qualidade de vida nas cidades, a excelência acadêmica e o ótimo custo-benefício.
Ddiferentemente do que muitos pensam, fazer graduação em inglês na Europa não é possível apenas no Reino Unido. Há faculdades com cursos em inglês em vários países e a qualidade do ensino é excelente. Muitas delas estão entre as melhores do mundo em diversas áreas.
A seguir, você vai conhecer 10 universidades em diferentes países europeus que oferecem graduação em inglês de altíssima qualidade.
IE Business School (Espanha)
Com 50 anos, a IE é uma universidade jovem, mas que já é referência na Europa. Localizada em Madrid, na Espanha, é considerada a 10a melhor business school do continente e é top 5 do mundo em várias áreas de MBA, de acordo com diferentes institutos de avaliação.
A prestigiada universidade espanhola é voltada para a comunidade estudantil internacional, por isso só tem cursos em inglês. Cerca de 81% dos alunos da IE são estrangeiros, vindos de 140 países. O ensino é bastante baseado no sistema hands on, ou seja, com muita prática e bem próximo da realidade do mercado.
O campus original da IE fica em Segóvia, cidade medieval a 25 minutos de Madrid. O novo prédio da faculdade, inaugurado em 2021, foi pensado buscando integrar a vida pessoal e profissional de alunos e professores com a dinâmica da cidade e com o próprio mercado, sempre de forma sustentável.
O novo campus fica na zona norte da cidade e tem 50 mil metros quadrados divididos em 35 andares. Lá a convivência social é intensa e a arquitetura e a disposição interna facilitam e estimulam a interdisciplinaridade.
A IE Business School tem 21 cursos em inglês, entre eles:
O custo anual para um estudante na IE, incluindo a anuidade, alimentação e moradia, fica em torno de 44 mil euros.
Universidad Europea (Espanha)
Fundada em 1989, a Universidad Europea de Madrid (UE) já está entre as 5 melhores universidades privadas da Espanha. Com 11 faculdades divididas em 4 campi, dois em Madri, um em Valência e um nas Canárias, a Universidade Europeia tem hoje cerca de 17.000 alunos, 1.100 professores e funcionários, além de um grupo de 83.000 ex-alunos espalhados pelo mundo.
A vida nos campi da UE fora das salas de aula é agitada, graças às dezenas de clubes e associações geridos pelos próprios alunos. De corrida, tênis e dança, a relações internacionais, empreendedorismo, cinema e games, há grupos para todos os interesses.
A Universidade Europeia oferece 5 cursos de graduação em inglês, nas áreas de:
O investimento anual para estudar na UE fica em torno de 28 mil euros, incluindo anuidade, alimentação e moradia.
Bocconi University (Itália)
Uma das mais prestigiadas universidades privadas da Itália, Bocconi fica no coração da badalada Milão. Fundada em 1902, Bocconi foi a primeira universidade na Itália a oferecer diploma em Economia.
É considerada uma instituição de pesquisa com renome internacional em business, finanças, economia, ciências políticas, ciências de dados, cyber risk e direito.
Bocconi tem um papel fundamental na rede europeia e global de faculdades de economia e negócios, promovendo intercâmbio de professores e cooperando com grandes projetos em outras universidades europeias e americanas.
O campus, moderno e sustentável, é totalmente integrado com a cidade e está a 10 minutos a pé do agitado centro de Milão. Mas dentro do campus, há inúmeras atividades culturais, acadêmicas e esportivas, organizadas pelos próprios alunos, disponíveis o ano inteiro.
Estudar na Bocconi custa cerca de 28,5 mil euros por ano, com anuidade, moradia e alimentação. A universidade oferece 7 cursos em inglês:
Politecnico di Torino (Itália)
Fundado em 1859, o Politecnico di Torino, também conhecido como PoliTo, é reconhecido pelos rankings internacionais como uma das melhores universidades técnicas da Europa. Tem mais de 37.000 alunos, 20% deles internacionais, vindos de mais de 100 países.
Seu curso de Arquitetura e vários de engenharia estão entre os 35 melhores do mundo, de acordo com o QS World University Ranking.
O campus oferece inúmeras atividades esportivas e culturais. Fora, os alunos vão se encontrar com cerca de 100.000 estudantes que moram na cidade, um lugar cheio de parques, restaurantes, eventos culturais nacionais e internacionais, que ainda é um hub industrial e de inovação.
O Politecnico di Torino oferece 15 cursos de graduação em inglês. Entre eles estão:
O custo anual no Polito é de 14,5 mil euros, incluindo anuidade, moradia e alimentação.
Istituto Europeo di Design (Itália)
Fundado em 1966, o IED de Milão oferece em seus cursos de graduação conhecimento e técnica que podem ser aplicadas no mercado de trabalho nas áreas de design, moda, artes visuais e comunicação,
Considerada uma das 25 melhores faculdades de moda e design do mundo pelo ranking Times Higher Education, o IED de Milão tem em seu DNA as características da própria cidade, que é sinônimo de arte, indústria, finanças, moda e design, sempre com espírito empreendedor.
A metodologia utilizada é aplicada em todos os campos do design, focando no desenvolvimento e na inovação de produtos, graças ao approach multidisciplinar dos seus cursos.
Os cursos oferecidos em inglês no Istituto Europeo di Design de Milão são:
O custo anual para estudar no IED de Milão é de aproximadamente 35,5 mil euros.
Universidade Nova de Lisboa (Portugal)
A Universidade Nova de Lisboa completa 50 anos em 2023 e já tem história para contar. A Nova construiu tradição em trabalhar em áreas de inovação, com efeitos práticos na economia e serviços, em âmbito nacional e global.
Tem um perfil internacional, de investigação colaborativa, prestando serviço de uma forma que promova solidariedade e desenvolvimento sustentável em diversas áreas.
A universidade conta com 9 faculdades, 9 bibliotecas e 3 prédios residenciais. São 29 cursos de graduação, 1.800 professores e pesquisadores e pouco mais de 20.000 estudantes (cerca de 6.000 na graduação). Do total de alunos, aproximadamente 20% são estrangeiros, vindos de mais de 100 países.
A Nova tem ainda 41 centros de pesquisa, 77% deles avaliados pela Fundação para a Ciência e Tecnologia de Portugal como “excepcional”, “excelente” ou “muito bom”.
Tem firmadas mais de 530 parcerias de mobilidade internacional em 63 países, recebendo anualmente aproximadamente 930 estudantes em seu campus e enviando para outros países cerca de 750 alunos.
A Nova oferece 7 cursos em inglês:
O custo anual para um aluno na Nova é em torno de 19,5 mil euros, com anuidade, alimentação e moradia.
Institut Français de la Mode (França)
O Institut Français de la Mode (IFM) fica localizado no coração de Paris, às margens do rio Sena, perto da sede de muitas das principais empresas de moda de luxo do mundo, portanto no centro da inovação e criatividade de Paris.
O IFM é membro da Conférence des Grandes Ecoles, organização que une as melhores escolas de negócios e instituições de ensino superior da França.
Desde a sua fundação, em 1986, o IFM se especializou no ensino do conhecimento e das habilidades necessárias para se ter sucesso em carreiras que estão na intersecção de gestão e design.
O Instituto mantém laços estreitos com a indústria, principalmente por meio do seu Cércle de mécènes, que reúne 15 grandes empresas de moda e luxo.
O IFM recebe estudantes internacionais desde o seu primeiro ano e atualmente cerca de 30% dos alunos, incluindo graduação e pós, são estrangeiros.
Neste vídeo, você entende mais sobre o processo para estudar em uma universidade na França:
Os cursos de graduação oferecidos em inglês pelo IFM são:
O custo anual no IFM é de aproximadamente 34 mil euros, incluindo anuidade, moradia e alimentação.
Audencia Business School (França)
Fundada em Nantes em 1900, Audencia está entre o 1% das escolas de negócios que possuem todas as acreditações acadêmicas internacionais: EQUIS, AACSB e AMBA. Ela está entre as melhores escolas de business da Europa.
A Audencia Business School tem mais de 200 parcerias acadêmicas, mais de 175 acordos com empresas nacionais e internacionais e foi a melhor colocada entre as escolas de negócios francesas em termos de felicidade dos alunos pelo ranking Happy School de 2020.
A escola tem cerca de 5.600 alunos de mais de 100 países e mais de 27.000 ex-alunos, que formam uma potente networking.
A Audencia tem dois cursos de graduação em inglês:
O custo anual na Audencia é em torno de 19 mil euros, incluindo anuidade, moradia e alimentação.
University of Twente (Holanda)
Localizada na cidade de Enschede, a 160 km de Amsterdam, a University of Twente (UT) tem cerca de 33% dos seus quase 13.000 estudantes vindos de 85 países.
Conhecida por sua característica high tech e ao mesmo tempo human touch, UT é a única universidade da Holanda com todas as atividades, acadêmicas ou não, concentradas em um único campus.
Ele fica a 10 minutos, de bicicleta, do centro da cidade, um lugar multicultural, com muita arte e vida noturna.
Fundada em 1961, a Universidade of Twente conecta tecnologia, ciência e engenharia com ciências sociais. Os alunos da UTC são curiosos, empreendedores e bons em relações sociais. A universidade faz parceria com outras instituições em projetos como “injeções sem agulha”, cirurgia robótica e prevenção de cyber crime.
UT oferece 16 cursos de graduação em inglês, entre eles:
O custo anual para estudar na UT é de cerca de 21 mil euros, incluindo anuidade, moradia e alimentação.
University of Amsterdam (Holanda)
Considerada a 60a melhor universidade do mundo pelo ranking Times Higher Education, UvA é uma das principais referências em pesquisa na Europa. É a terceira mais antiga universidade do país e a maior em número de alunos.
Dividida em 4 grandes campus no coração de uma das mais vibrantes e diversas capitais europeias, a University of Amsterdam é uma das universidades com mais cursos de graduação em inglês em toda a Europa, com mais de 20 opções. Mais de 7.000 dos aproximadamente 34.000 alunos são estrangeiros vindos de mais de 100 países.
Entre os cursos em inglês que a UvA oferece estão:
O investimento anual para estudar na University of Amsterdam, incluindo anuidade, moradia e alimentação, é de aproximadamente 29 mil euros.
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A importância do Campus Tour na escolha da universidade
/120 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaO processo de definição da universidade é uma etapa tão importante quanto do de seleção das universidades. É nessa fase que o aluno irá analisar as universidades em que foi aprovado e definir qual delas se encaixa mais com seu perfil.
Além, é claro, dos fatores acadêmicos, é muito importante para o aluno conhecer as características de cada universidade e entender se o perfil delas é parecido com o seu. Os americanos chamam esse processo de finding a good fit.
Um dos passos importantes para encontrar a universidade que se enquadra no perfil é fazer o Campus Tour e explorar os diferentes ambientes oferecidos pelas instituições de estudo. Saiba mais sobre esse processo com esse artigo detalhado.
O que é o Campus Tour?
Por mais contato que o aluno tenha tido com dados, fotos e vídeos da universidade, nada será melhor para o estudante do que visitar a cidade e o campus universitário pessoalmente e ter a certeza de que ele realmente se identifica com aquele ambiente. Essas visitas na universidade são chamadas de Campus Tour.
Ao visitar a universidade, o estudante poderá ter uma ideia de como é o seu “clima”: o perfil dos estudantes e professores, os dormitórios, o refeitório, as salas de aula, e muito mais.
Além disso, poderá tirar dúvidas sobre o dia a dia da faculdade com os próprios alunos, professores e funcionários, como por exemplo:
Como são as aulas nas faculdades? Quantos alunos em média frequentam cada aula?
Como é o refeitório da faculdade? Qual a diversidade de comida oferecida?
Qual a infraestrutura dos dormitórios? Quantas pessoas dividem os quartos?
Qual a diversidade cultural no campus? Existem bastante alunos internacionais?
O campus é tão bonito quanto aparenta pelas fotos na internet?
O campus da faculdade é bem agitado? Os alunos se envolvem com muitas atividades?
Para um estudante internacional, pode parecer complicado realizar uma visita em uma universidade fora do Brasil. Apesar disso, visitar a universidade é algo muito viável se for feito com planejamento, e certamente será um fator muito importante para ajudar o estudante a decidir em qual instituição ele irá realizar a sua graduação.
Escolhendo as universidades e as datas para visita
O primeiro passo é definir quais serão as universidades que o aluno pretende visitar e saber o que é necessário fazer para realizar cada uma das visitas. Esse processo varia muito entre as universidades: há instituições que exigem que o aluno se inscreva com antecedência e que realize o tour em datas específicas.
Outras são mais flexíveis e permitem que o aluno realize sua visita em qualquer data. Portanto, é muito importante estar atento as datas e procedimentos necessários de todas as universidades que você pretende visitar. Essas informações podem ser encontradas no site da universidade ou entrando em contato com o departamento de admissões de cada uma delas.
“Eu achei melhor marcar a minha viagem aos EUA no meio do mês de Abril, pois nessa época eu já tinha todas as respostas das universidades, e ainda teria tempo para decidir para qual ir” disse Renato Ferrari, que agendou visitas para a University of California – Santa Barbara e University of California – San Diego.
“Na University of California – Santa Barbara, marquei um “tour dos admitidos”, que foi bem geral eu diria – o que eu procurava nesse tour era conhecer a faculdade, pois já sabia do nível académico dela”.
“Com relação a University of California – San Diego, eu fui no Triton Day, que é um sábado “de festas” e shows e todos da faculdade estão lá à disposição. Lá, eu encontrei uma pessoa do staff que respondeu muito especificamente todas as minhas perguntas” relembrou Renato, que acabou optando pela University of California – San Diego.
Escolher corretamente as datas para as visitas pode não só facilitar o processo de definição da universidade, mas também evita que o aluno precise se matricular em mais de uma instituição por ainda não ter tomado sua decisão.
“Eu decidi visitar a University of Florida, North Carolina State University e University of Minnesota. Eu realizei minhas visitas em maio, então acabei me matriculando nas três universidades para depois escolher uma delas. Uma dica é tentar visitar as universidades em abril ou até em março, caso todos os seus resultados já tenham saído, assim você realiza as visitas antes da data final de matrícula das universidades e define qual delas irá estudar, matriculando-se apenas em uma” afirmou Vanessa Shimada, aluna da University of Minnesota – Twins Cities.
Hospedagem
Geralmente, as universidades possuem hotéis muito próximos a elas, já que elas recebem muitos visitantes em diversas épocas do ano. Alguns desses hotéis inclusive ficam dentro do próprio campus.
Há universidades que possuem parcerias com hotéis, dando descontos para quem for realizar visitas no campus ou participar de eventos na instituição.
Contudo, planejar a visita para os períodos “fora de temporada” pode evitar dores de cabeça. Marcar as visitas nos meses de março e abril evita que o aluno enfrente concorrência no momento de encontrar a hospedagem: em maio, geralmente ocorrem as cerimônias de formatura, fazendo aumentar a procura por hotéis nas regiões próximas à universidade.
“Como agendei minhas visitas para maio, os hotéis próximos do campus já estavam todos cheios por conta das formaturas” conta Vanessa.
Vantagens
Para nossos alunos, visitar as universidades foi determinante no processo de escolha. “Eu pessoalmente acredito que visitar as universidades valeu muito a pena, porque a visita te dá um outro olhar sobre a universidade, algo que você não consegue ter apenas por fotos, vídeos e pelo site. A visita realmente ajudou muito na minha decisão porque eu pude ver mais do que apenas a parte acadêmica: pude conhecer os dormitórios, salas de aula, o clima da cidade e muitas outras coisas” disse Guilherme Bernardes, aluno da Arizona State University.
Renato Ferrari concorda sobre a importância de sentir o espírito da universidade. “Eu achei que minha viagem valeu muito a pena, pois como UC – San Diego e UC- Santa Barbara são muito parecidas academicamente, o que me ajudou na decisão foi justamente o “feeling” que eu tive assim que pisei em cada uma delas. Além disso, conheci pessoalmente estudantes de ambas as faculdades, o que me ajudou a tirar dúvidas pessoais e do dia a dia”.
Para Renato Nishikawa, pai de Felipe, conhecer a universidade foi determinante para ter completa noção da estrutura das universidades dos Estados Unidos: “Visitamos a Purdue University e a estrutura era fantástica! Eles possuem um boeing com mais de 1M de peças só para a turma de aeronáutica montar e desmontar, corridas de kart com equipes de engenharia. Eles possuem até um aeroporto para a turma de engenharia aeronáutica, com vários aviões, inclusive da força aérea americana. São 20 astronautas formados em Purdue, incluindo o primeiro homem a pisar na lua Neil Armstrong. Gostamos bastante, a universidade é muito moderna e a cidade muito bem planejada!” contou Renato.
Tranquilidade para alunos – mas também para os pais!
As visitas na universidade são importantes não somente para que os alunos possam conhecer suas opções de universidades, mas também para que os pais possam ficar mais tranquilos sobre os locais onde os filhos poderão morar.
No caso de Juliana de Alexandria, mãe da Luiza, conhecer a universidade foi fundamental para que ela se tranquilizasse sobre a escolha da filha. Luiza já estava muito decidida a ir para a Temple University, na Filadélfia, mas Juliana achava importante conhecer o local e a cidade, antes de confirmar suas boas impressões.
“No início, eu achava que visitar as universidades seria algo muito difícil, por tentar conciliar meus horários no Brasil, os da minha filha. A Luiza já havia sido aprovada na Temple University e estava muito encantada pela universidade, e queríamos ter a certeza de que ela iria tomar a decisão correta. Decidi perguntar para outros pais na associação de pais da Daqui pra Fora e, incentivada por eles, decidimos visitar a Temple na Filadélfia” disse Juliana.
“Analisando toda a história, foi muito bom termos decidido visitar a universidade. Para nós, não foi uma questão de escolher qual seria a melhor universidade, já que a Luiza já estava muito certa em definir a Temple. Queríamos apenas confirmar as certezas da Luiza, conhecer a cidade. Eu já tinha uma noção de como seria a Filadélfia, sabia que era uma cidade muito boa, perto dos grandes centros urbanos que facilitariam a carreira em comunicação da Luiza. Portanto, quando a Luiza chegou em agosto para iniciar suas aulas, ela já conhecia a universidade, a cidade, o dormitório que iria morar, e é uma situação muito diferente de chegar em um lugar sem conhecer absolutamente nada. A adaptação inicial dela foi muito mais fácil. Foi uma experiência extremamente positiva para mim, como mãe, e para a Luiza, como aluna” concluiu Juliana.
Contato com estudantes brasileiros nas universidades
Um dos fatores que é levado em consideração pelos estudantes ao definir a sua universidade é a presença de outros brasileiros no campus.
Alguns estudantes preferem ter mais contato com alunos americanos ou de outras nacionalidades, mas há estudantes que acreditam que ter contato com brasileiros que estão vivendo a mesma experiência, principalmente no início, pode ajudar no processo de adaptação.
“A University of Minnesota possui um grupo no Facebook para brasileiros que estudam na universidade e seus familiares, o que facilita muito o contato” disse Vanessa Shimada.
“Além disso, a Eliane Buzzetto, mãe do Leonardo, sempre ajuda os estudantes que quiserem conhecer os brasileiros da universidade, nos colocando em contato uns com os outros”
Tenha uma universidade favorita
Um dos principais pontos levantados por Vanessa é a necessidade de visitar todas as principais opções de universidade que o estudante tiver.
“Eu não ia visitar as faculdades, pois já tinha certa preferência pela University of Minnesota. Mas eu tive uma reunião com meu coordenador acadêmico, Marcelo Peterlini, que me fez a seguinte pergunta: ‘se você fosse comprar uma casa, você iria escolher uma sem visitar outras opções?’ E ele teve toda razão, foi um investimento que valeu muito a pena! Eu escolhi a University of Minnesota por causa da visita. E recomendo muito para qualquer um. Mesmo que você já tenha sua universidade favorita, faça visitas em suas outras opções se puder”
10 dicas para quem deseja fazer um campus tour!
1. Inicie o planejamento com antecedência;
2. Aproveite as férias e feriados para visitar os campi;
3. Faça tours virtuais;
4. Fale com estudantes no campus;
5. Explore os departamentos acadêmicos;
6. Visite o refeitório e o centro dos estudantes;
7. Pergunte sobre a segurança do campus;
8. Procure saber sobre bolsas de estudo;
9. Leia o jornal dos estudantes;
10. Documente sua visita.