Um dos cursos que mais teve aumento de procura nas universidades nos últimos anos é o de Ciência da Computação. E não é à toa. De fato, já se foi o tempo em que trabalhar nesta área se limitava a programar computadores.
Em outras palavras, hoje praticamente tudo o que vivemos tem o toque de um profissional de Ciência da Computação.
Deles dependem a sofisticada extração de dados na área da saúde, a criação de ferramentas de educação de ponta, o desenvolvimento de veículos sem motorista, avanços na segurança, inteligência artificial, algoritmos, enfim, nosso presente e futuro estão nas mãos destes profissionais.
Quem pensa em estudar Ciência da Computação no exterior tem as melhores opções, especialmente nos Estados Unidos. De acordo com o ranking da Times Higher Education (2021), 22 dos 50 melhores cursos de Computer Science do mundo estão nos Estados Unidos, e algumas são as universidades mais competitivas do país. Assim sendo, 6 das top 10 universidades estão por lá.
As 6 melhores faculdades dos Estados Unidos em Ciência da Computação
Stanford University
Considerada a 4a melhor universidade do mundo pelo ranking 2021 da THE, Stanford tem o 2º melhor curso em Ciência da Computação e o 1º nos Estados Unidos, de acordo com o mesmo ranking.
Localizada no coração do Vale do Silício, Stanford tem um dos maiores campus dos Estados Unidos, com 18 institutos de pesquisa interdisciplinares e 7 faculdades. Da mesma forma, cerca de 23% dos seus 16.300 alunos são internacionais, vindos de mais de 90 países, incluindo o Brasil.
O Departamento de Ciência da Computação de Stanford fica no Gates Computer Science Building. Assim sendo, o prédio construído em 1996 ganhou o nome em homenagem a Bill Gates, que doou 6 milhões dos 38 milhões de dólares investidos na obra.
Brian Acton, co-fundador do WhatsApp, é graduado em Computer Science em Stanford. Reed Hastings, co-fundador, co-CEO e chairman da Netflix, também se formou em Ciência da Computação em Stanford.
Sergey Brin fez seu PhD em Computer Science lá, onde conheceu Larry Page, que fazia seu masters, e juntos criaram o Google.
Massachusetts Institute of Technology (MIT)
Reconhecido como a 5a melhor universidade do mundo e 4a melhor em Ciência da Computação pela THE, o MIT é uma das principais referências acadêmicas do mundo em tecnologia, inovação e empreendedorismo.
Localizado em Cambridge, região metropolitana de Boston, seu campus recebe diariamente cerca de 1.000 professores e 11.000 alunos, 35% deles estrangeiros.
Algumas das principais descobertas da ciência que se deram no MIT incluem, entre outras, a primeira síntese química da penicilina e a invenção da memória de núcleo magnético, que permitiu o desenvolvimento de computadores digitais.
O MIT estima que cerca de 30.000 empresas ativas nos Estados Unidos foram lançadas por seus ex-alunos, que, por consequência, criaram 4,6 milhões de empregos e geram US$ 1,9 trilhão de receita anual.
Drew Houston e Arash Ferdowsi, fundadores do Dropbox, e Salman Khan, criador da Khan Academy, se formaram em Computer Science no MIT.
Carnegie Mellon University (CMU)
Carnegie Mellon tem a sexta melhor faculdade de Ciência da Computação do mundo e a terceira melhor dos Estados Unidos. É a 28a colocada entre as melhores universidades do mundo, sempre de acordo com o ranking da THE. Seus cerca de 13.000 alunos e mais de 1.400 professores vieram de aproximadamente 114 países.
Localizada em Pittsburgh, na Pensilvânia, onde fica o moderno Gates Center of Computer Science, CMU tem também desde 2002 um campus no Vale do Silício, dedicado a formar líderes globais em inovação tecnológica e a desenvolver pesquisas inovadoras para contribuir com empresas high-tech locais, nacionais e internacionais.
Diferentemente de várias outras instituições, os alunos da School of Computer Science da CMU geralmente trabalham na área de pesquisa (meio período ou summer jobs) durante a própria graduação.
Harvard University
Terceira melhor universidade do mundo, segundo o ranking 2021 da THE, a mais antiga universidade dos Estados Unidos tem não apenas o 4º melhor curso de Ciência da Computação do país, mas também o 8º do mundo.
Mais de 45 laureados com o Prêmio Nobel e 48 vencedores do Pulitzer têm conexões com Harvard. É no seu campus, em Cambridge, Massachusetts, que fica a maior biblioteca acadêmica do planeta, com mais de 20 milhões de volumes, 400 milhões de itens manuscritos, 10 milhões de fotografias, 124 milhões de páginas da web arquivadas e 5,4 terabytes de arquivos e manuscritos digitais.
Um quarto dos quase 23.000 estudantes de Harvard são internacionais. Atualmente, entre os seus 323.000 ex-alunos hoje, 52.000 são internacionais, de 201 nacionalidades diferentes.
O curso de Ciência da Computação em Harvard faz parte da Harvard School of Engeneering. Nele, alunos e pesquisadores se envolvem em várias iniciativas interdisciplinares em diferentes setores da universidade.
Alguns exemplos são o Centro de Pesquisa em Computação e Sociedade, Instituto de Ciência Computacional Aplicada e o Berknan Klein Center of Internet and Society.
Princeton University
Princeton é a 9a colocada no ranking mundial 2021 da THE e também tem o 9º melhor curso de Ciência da Computação. Reconhecida há séculos como uma das maiores instituições de pesquisa do mundo, Princeton é uma das universidades com mais conexões com laureados com o Nobel. Em outras palavras, são mais de 40.
A universidade também é famosa pela beleza do seu campus e arquitetura dos seus 180 prédios, que recebem anualmente a visita de aproximadamente 800.000 pessoas. Sobretudo, Princeton tem moradia para todos os estudantes de graduação, durante os 4 anos, e 98% dos estudantes moram nos dorms.
Cerca de 23% dos alunos de Princeton são internacionais e a universidade tem um total de menos de 10.000 alunos, entre graduação e pós.
Na faculdade de Ciência da Computação são desenvolvidas pesquisas nas áreas de Segurança & Privacidade, Biologia Computacional, Arquitetura, Interação Homem-Computador, Política, Economia, entre outras.
Assim sendo, uma das pesquisas em curso atualmente aborda a redução de vieses em inteligência artificial.
Jeff Bezoz, fundador e CEO da Amazon, graduou em Princeton nas áreas de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação.
California Institute of Technology (Caltech)
Quarta colocada no ranking mundial da Times Higher Education, Caltech tem não somente o 10º melhor curso de Ciência da Computação do mundo, mas também o 6º melhor dos Estados Unidos.
Localizada em Pasadena, 11 km de Los Angeles, Caltech é mundialmente conhecida pela excelência em pesquisa e ensino em ciências e engenharia. Portanto, nos seus laboratórios de altíssima tecnologia, pesquisadores buscam respostas para perguntas complexas, produção novos conhecimentos, inovação e transformação do futuro.
Caltech tem aproximadamente 2.000 estudantes, entre graduação e pós, uma boa parte, 33%, estrangeiros. Focados em tecnologia e referências mundiais na área, como resultado, Caltech rivaliza em vários aspectos com o MIT.
Focada em tecnologia, Caltech inegavelmente recebe alguns dos principais nomes da ciência no mundo para seminários, palestras e congressos.
Outras universidades que se destacam
De acordo com o ranking mundial da Times Higher Education, há 1 universidade suíça entre as Top 10 em Ciência da Computação (ETH Zurich – 3º lugar) e 3 do Reino Unido: University of Oxford (1º), University of Cambridge (5º) e Imperial College London (7º).
Nos Estados Unidos, também se destacam UCLA (12º), Cornell (14º), Georgia Institute of Technology (16º), Columbia University (21º), University of Michigan Ann Arbor (22º) e University of Texas at Austin (25º).
No Canadá, as melhores universidades em Computer Science são University of Toronto (23º) e University of Montreal (31º).
Quer estudar Ciência da Computação no exterior? Conheça nossos programas e veja como podemos encurtar esse caminho para você.
Quanto custa fazer faculdade no Canadá?
/em Sem categoria /por Daqui pra ForaO custo-benefício de fazer faculdade no Canadá tem atraído cada vez mais estudantes internacionais. Veja quanto custa e as vantagens de estudar nesse país.
A excelência do ensino superior e a ótima qualidade de vida nas cidades têm atraído cada vez mais estudantes estrangeiros para as universidades canadenses. A experiência mostra que essa dobradinha faz com que o custo-benefício de fazer faculdade no Canadá valha muito a pena.
Se o seu sonho é fazer faculdade no Canadá, fique por dentro dos custos envolvidos e quais são as vantagens de estudar neste país famoso por receber bem os visitantes internacionais. Siga a leitura até o final e fique por dentro de tudo!
Vantagens de fazer faculdade no Canadá
Alguns números ajudam a comprovar essa realidade. As 3 melhores universidades do país estão entre as 40 melhores do mundo, segundo o ranking da Times Higher Education: University of Toronto (21), University of British Columbia (41) e Mc Gill University (49).
E de acordo com o ranking USNews para qualidade de vida, o Canadá ainda é o primeiro colocado entre todos os países do mundo.
Reconhecido por acolher muito bem estrangeiros e ser um dos países que mais recebem alunos internacionais, o Canadá é repleto de cidades limpas, organizadas e seguras, de costa a costa. Com belezas naturais em todo o território, o país ainda está entre os 10 mais eco-friendly do mundo.
Ah, então, diante de tudo isso, fazer faculdade no Canadá deve ser inacessível, você pode pensar. Não é. Os valores das anuidades e o custo de vida não diferem muito do que acontece em outros países, como os Estados Unidos, por exemplo, e em vários países europeus.
Em muitos casos, são consideravelmente mais baixos. Vale lembrar que o dólar canadense tem menor valor que o dólar americano
Qual o valor de uma faculdade no Canadá?
Quando se planejam gastos com um estudante no Canadá é preciso pensar em basicamente 3 fatores: tuition, moradia e alimentação. Cada um deles varia muito, de acordo com a universidade, com a localização e também com o estilo de vida de cada um.
Por isso, pode-se pensar em fazer faculdade no Canadá gastando de CAN $ 30 mil a CAN $ 75 mil por ano, aproximadamente. Essa larga margem atende, portanto, diversos “bolsos”.
O principal gasto é com a anuidade da faculdade, ou Tuition fees. Os valores são muito diversos, podem ir de aproximadamente CAD $ 15 mil a CAD $ 55 mil por ano.
Em ótimas instituições, como Mount Royal University, o valor da tuition fica próximo a CAD $ 22 mil. Na University of Alberta, 5a melhor do país, a anuidade custa CAN $ 35 mil.
Também é preciso planejar a moradia. Muitas universidades oferecem moradia no campus, o que é bastante recomendado, principalmente nos primeiros anos do curso.
Os planos anuais podem incluir também alimentação. É fundamental checar essa opção e os valores na sua pesquisa. Assim como a anuidade, estes preços podem variar bastante de universidade para universidade.
Há também as moradias fora do campus, geralmente apartamentos que podem ser divididos com outros estudantes.
Cabe a cada aluno e sua família, de acordo com o seu perfil e possibilidades, definir o tipo de moradia e alimentação pelo qual vai optar. Pesquisar no site das universidades e das regiões onde elas ficam certamente vai ajudar na hora de fazer a escolha.
O custo anual estimado na University of Alberta, por exemplo, incluindo tuition, moradia e alimentação, fica em torno de CAN $ 50 mil. Já na UBC, a 2a melhor do país, este valor fica por volta de CAN $ 60 mil. Na University of Calgary, fica próximo de CAN $35 mil.
Outros gastos, trabalho e bolsa de estudos no Canadá
Além da anuidade, da moradia e da alimentação, há outros custos que fazem parte do dia a dia do estudante durante o período da graduação no exterior. E no Canadá não é diferente.
O aluno invariavelmente vai gastar com transporte, roupas, supermercado (mesmo com alimentação no campus, os alunos fazem suas compras), passeios, lazer e outras vontades e necessidades que cada um tem.
São valores bastante particulares, que diferem muito de acordo com o estilo de vida de cada um, com as possibilidades da família e ainda com a cidade e região onde o aluno vai estudar.
Vale a pena lembrar que no Canadá os estudantes internacionais podem trabalhar até 20 horas por semana. Para muita gente este acaba sendo um aspecto importante, que pode ajudar no dia a dia durante toda a jornada.
Além disso, alunos internacionais podem solicitar e obter bolsa de estudos. O primeiro passo para quem tem interesse é deixar claro durante o processo de candidatura.
Cada universidade canadense tem seu próprio critério para definir quem terá direito ao benefício e o valor que será oferecido. É preciso seguir à risca os passos de todo o processo e fornecer todos os dados e documentos exigidos.
É fundamental também pesquisar bastante sobre as características das universidades. Procure saber sobre os cursos que elas oferecem, sobre a grade curricular, o sistema de ensino, a localização, o clima e estilo de vida local.
O ideal é buscar um destino que combine ao máximo com o seu perfil. Afinal, serão 4 anos vivendo e estudando por lá.
Há 20 anos a Daqui pra Fora assessora estudantes brasileiros na preparação para o processo seletivo para universidades no Canadá e em outros países. Na turma de 2020, dezenas de alunos foram aceitos com 10% a 50% de bolsa em universidades canadenses. Só na University of British Columbia, por exemplo, 6 alunos receberam entre CAN $ 10 mil e 25 mil de benefício anual.
O que é preciso para fazer faculdade no Canadá?
O processo seletivo para ingressar em uma universidade canadense não é padrão. Os requisitos solicitados aos candidatos variam de universidade para universidade.
Em geral, as instituições costumam solicitar o histórico escolar do aluno, que inclui as notas dos últimos 4 anos da escola, a nota do TOEFL ou do IELTS (exame de proficiência em inglês) e notas de provas padronizadas (ENEM e SAT/ACT).
Em alguns casos, pode haver outras etapas. Redações, cartas de recomendação de professores e coordenadores do colégio, descrição de atividades extracurriculares e portfólio estão entre os requisitos que podem ser solicitados.
Por isso, é fundamental checar com atenção o que a universidade do seu interesse exige para poder se organizar e fazer uma boa preparação.
Se você precisa de assistência especializada para fazer faculdade no Canadá, converse com a gente e entenda como podemos ajudar nesse processo.
TOEFL: saiba o que é e como funciona esse teste
/em Austrália, Canadá, Estados Unidos, Holanda, Processo Seletivo /por Daqui pra ForaEntenda como funciona o TOEFL, prova de proficiência em inglês para alunos internacionais que é exigida por universidades de diversos países como EUA, Canadá, Austrália e Holanda.
Para ser admitido em uma universidade americana, o estudante brasileiro precisa mostrar que o seu nível de inglês é suficiente para acompanhar as aulas. O mesmo acontece em qualquer universidade no mundo onde a língua adotada é o inglês.
A principal ferramenta utilizada pelas universidades nos Estados Unidos para medir o nível de proficiência dos candidatos é o TOEFL (Test of English as Foreign Language – Teste de Inglês como língua Estrangeira).
Confira as dicas da nossa especialista, Letícia Cunha, que trabalha na Daqui pra Fora há mais 10 anos com jovens que pretendem cursar uma graduação no exterior:
Como funciona o TOEFL?
O TOEFL (Test of English as a Foreign Language) e o IELTS (International English Language Testing) são provas de proficiência em inglês obrigatórias para admissão de estudantes que não têm o inglês como língua nativa.
O exame é aplicado para admissão nas universidades e pode ser feito online ou presencialmente. É administrado todos os meses no Brasil em centros autorizados nas principais cidades do país.
A prova dura até 4 horas e é dividida em 4 seções: Compreensão de Texto (Reading), Compreensão de Voz (Listening), Oralidade (Speaking) e Escrita (Writing). Cada seção vale 30 pontos, sendo, portanto, 120 pontos a pontuação máxima.
Entendendo o contexto do TOEFL
Diferentemente do que acontece aqui no Brasil, as universidades americanas adotam um método holístico para selecionar quem serão os aprovados em seus processos seletivos. Nele, vários aspectos da trajetória acadêmica e da vida pessoal do candidato são avaliados.
A application, ou candidatura, que o aluno envia às universidades é composta, portanto, por diferentes etapas. Todas elas são importantes. São solicitados, basicamente, o histórico escolar, cartas de recomendação, atividades extracurriculares, uma redação de caráter pessoal, além do SAT ou o ACT (prova padronizada). O TOEFL é mais um elemento fundamental da application.
Por dentro da estrutura da prova
Existem várias modalidades diferentes de TOEFL, prova administrada pela ETS (Educational Testing Service). Entre elas, a prova desenvolvida para o ingresso no ensino superior é o TOEFL IBT (Internet Based Test). Ele é adotado em todo território americano e por inúmeras outras instituições em diversos países.
O TOEFL IBT é a ferramenta que permite à universidade avaliar se o aluno domina o inglês a ponto de estar apto a acompanhar o curso.
O exame é dividido em 4 sessões que focam diretamente nas habilidades que o estudante vai precisar utilizar durante toda sua vida acadêmica. As sessões são Reading, Writing, Listening e Speaking.
Na sessão de Reading o aluno deve mostrar sua capacidade de interpretar o conteúdo lido. São apresentados 3 ou 4 trechos, cada um com aproximadamente 700 palavras e 10 questões.
A sessão Listening mede quanto o candidato consegue entender conversas e palestras. Os áudios contêm a linguagem utilizada nos campus das universidades. São 3 ou 4 áudios do tipo palestra (lecture), que duram de 3 a 5 minutos, com 6 perguntas para cada um. As conversas (2 ou 3 áudios) têm 3 minutos e 5 perguntas cada uma.
Na parte de Speaking, o candidato deve mostrar que sabe se expressar oralmente dentro de um contexto acadêmico. São 4 tarefas. O aluno tem de 15 a 30 segundos para se preparar para cada uma delas e 45 a 60 segundos para responder.
Em Writing, o exame avalia a habilidade do aluno em escrever em nível acadêmico. Espera-se nesta sessão que ele consiga expressar suas ideias de forma clara e organizada.
Outra modalidade do TOEFL voltada para os jovens é o ITP (Institutional Testing Program). Porém esta prova é mais direcionada para avaliação final de cursos de idiomas e para cursos de curta duração, não para graduação.
Sobre a nota do TOEFL IBT
Cada sessão do TOEFL IBT vale 30 pontos. Portanto, o aluno pode ter uma nota final de até 120 pontos.
Você pode estar se perguntando: mas qual a nota mínima que eu preciso atingir para ser aprovado? A resposta é: este número não existe. Cada universidade tem o seu critério de exigência em relação ao TOEFL e estabelece sua própria nota de corte.
Algumas universidades exigem 70 ou 80 pontos e as mais competitivas podem exigir acima de 100 (dos 120 possíveis). Portanto, uma nota mais alta abre um leque maior de opções para aplicar. Quando estiver pesquisando as universidades do seu interesse, vale a pena aproveitar para checar o mínimo que cada uma requer no TOEFL.
Algumas universidades podem exigir uma nota mínima em alguma sessão específica, especialmente em Reading e Writing. Por isso, quando pesquisar a nota de corte no site da universidade, verifique também se há alguma exigência nesse sentido, para não ser surpreendido.
Sua nota no TOEFL IBT fica disponível por 2 anos. Você pode fazer a prova quantas vezes quiser em busca do seu melhor desempenho.
Colocando o TOEFL em prática
O TOEFL é oferecido no Brasil em diversas datas ao longo do ano. Para se inscrever, basta acessar o site oficial da prova, o site da ETS . Lá você encontrará as datas e locais disponíveis. Mesmo sendo um exame online, ele é feito em centros de aplicação. Há muitos espalhados pelo Brasil. O preço da inscrição é U$ 215,00.
Para buscar o seu melhor desempenho no TOEFL, o ideal é fazer ao menos um simulado da prova. Esta experiência é fundamental para entender como funciona cada sessão da prova e para se familiarizar com o formato e com o conteúdo dela.
Ainda é uma ótima oportunidade para treinar a administração do tempo. Você pode fazer quantos simulados quiser.
Se você tem interesse em fazer um simulado para se familiarizar com o teste e avaliar o seu desempenho, entre em contato com o nosso time que podemos ajudar você nessa importante etapa.
SAT – Tudo sobre o “Enem Americano”
/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaO SAT é a prova mais utilizada pelas universidades americanas no processo de admissão dos candidatos. Trazemos aqui tudo que você precisa saber sobre esse teste padronizado.
Quem planeja fazer faculdade nos Estados Unidos deve saber que o processo seletivo por lá não é baseado em uma única prova. As universidades americanas levam em conta diferentes aspectos da vida acadêmica e pessoal dos candidatos. O SAT, uma prova de conhecimentos, é um deles.
O que é o teste padronizado SAT?
O SAT (Scholastic Aptitude Test – Teste de Aptidão Escolar) é o mais tradicional teste utilizado pelas universidades americanas para selecionar os candidatos. É aceito por todas as universidades nos Estados Unidos e também por inúmeras instituições em vários outros países.
Assim como o Enem no Brasil, o SAT é uma prova unificada e padronizada, que avalia o desempenho acadêmico dos alunos. Porém, diferente do que acontece aqui, ele é um dos componentes da candidatura, ou application. Não o único.
O histórico escolar, as atividades extracurriculares, as cartas de recomendação e uma redação de caráter pessoal também são fundamentais na avaliação que é feita pelo departamento de admissões das universidades. Ele vai reunir todas essas informações para formar o perfil de cada candidato.
Portanto, o resultado dessa prova vai ajudar a determinar em qual ou quais universidades você vai ser aceito ou não. Mesmo não sendo o único critério de avaliação, uma nota mais alta sempre abre um leque maior de possibilidades. Por isso, é muito importante se preparar bem para o SAT.
Como é a prova do SAT?
Para estar bem preparado, o primeiro passo é conhecer a estrutura da prova. Então, vamos entender como ela funciona.
O conteúdo do exame é outra diferença em relação ao ENEM. O SAT aborda apenas 2 matérias: Matemática (raciocínio lógico) e Inglês (leitura / interpretação de texto e escrita). E tem a Redação, que é opcional.
O aluno tem 100 minutos para resolver as 96 questões de Inglês (65 minutos para as de leitura e 35 para as de escrita) e 80 minutos para as 58 questões de Matemática (45 delas são de múltipla escolha). Ou seja, para fazer as provas de Inglês e Matemática, você pode levar no máximo 3 horas.
Lidar com o tempo é um dos maiores desafios do SAT. Portanto, a dica principal é fazer os simulados para ir se adaptando a esse tipo de prova.
Como é calculada a nota?
Cada uma das duas seções do SAT vale de 200 a 800 pontos. Então, no total, o candidato pode ter no mínimo 400 e no máximo 1600 pontos. A Redação tem uma pontuação diferente e separada. Vale de 2 a 8 pontos.
As universidades mais competitivas, como Stanford, Harvard e MIT, por exemplo, geralmente exigem um score acima de 1480 dos candidatos.
Mas você pode estudar em excelentes universidades nos Estados Unidos, ranqueadas entre as 200 melhores do mundo, com um score próximo a 1100, tranquilamente.
Lembrando sempre que este não é o único fator que vai determinar a admissão dos candidatos nas universidades americanas.
Como você pode fazer a prova mais de uma vez, a nota que será enviada para as universidades na sua application será sempre a melhor de cada uma das duas seções. Mesmo que elas tenham sido obtidas em dias diferentes. É o chamado Superscore.
Ou seja, se na primeira vez que você fez a prova, sua nota de Matemática foi melhor que nas outras, é ela que vai contar. E se sua melhor pontuação em Inglês foi na segunda vez (ou mesmo na terceira), também é ela que vai valer.
O SAT é aplicado online e está disponível para alunos do mundo inteiro. No Brasil ele acontece 5 ou 6 vezes por ano em dezenas de test centers espalhados em diferentes Estados. As datas estão disponíveis no site do College Board, organização responsável pela administração do teste.
O SAT Subject e a Redação
O SAT Subject, um exame complementar ao SAT exigido por algumas universidades e que aborda disciplinas específicas, acaba de ser extinto pelo College Board. O mesmo aconteceu com a Redação do SAT, que era opcional.
A determinação vale para as applications que ocorrerão a partir do próximo ciclo, ou seja, para quem pretende começar a universidade no Fall 2022 (a partir de agosto de 2022).
A Redação (ou Essay) ainda estará disponível neste semestre para candidatos no mundo todo. O SAT Subject se mantém apenas para candidatos de fora dos Estados Unidos.
Universidades também aceitam o ACT
O SAT não é o único teste aceito pelas universidades nos Estados Unidos. O ACT também é amplamente adotado em todo o país. Ele é dividido em 4 seções: Matemática, Inglês, Interpretação de texto e Ciências e é composto por um total de 215 questões de múltipla escolha.
Cada seção vale de 1 a 36 pontos e o candidato tem 175 minutos para fazer.
Assim como acontece com o SAT, o teste é online e também existem simulados disponíveis. Eles são importantes para você conhecer a prova e ainda podem te ajudar a descobrir em qual delas você tem um desempenho melhor.
O primeiro passo para escolher em qual prova focar é realizar um simulado dos dois testes. Clique na imagem abaixo para realizar nossos simulados gratuitos.
Uma boa preparação
O SAT é bem diferente das provas que os alunos brasileiros estão acostumados a fazer. Por isso, é importante se preparar com o radar voltado para aquilo que o teste realmente exige. Você precisa saber o que estudar, como estudar e treinar bastante, principalmente com os simulados.
Tudo isso vai te ajudar a não perder tempo durante a prova, além, claro, de dar mais segurança em relação ao próprio conteúdo.
É importante também estabelecer objetivos e metas, sempre de acordo com o seu perfil. Determinar, por exemplo, em quais universidades mirar certamente vai aumentar suas chances de sucesso.
Uma consultoria especializada pode ser definitiva durante essa jornada. Há 20 anos, a Daqui pra Fora orienta estudantes brasileiros na preparação para as provas e também em todo o processo de application.
Nesse período, já orientamos mais de 3.000 alunos, com os mais diferentes perfis, e obtivemos mais de 10.000 aprovações nas 100 melhores universidades do mundo, incluindo em todas que fazem parte da Ivy League.
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Conheça as melhores universidades de Economia do mundo
/em Cursos /por Daqui pra ForaEconomia é tradicionalmente um dos cursos mais procurados por estudantes do mundo todo. Hoje em dia, não é diferente. A economia está presente em todo lugar, seja na água que bebemos ou nas mais complexas transações internacionais. Então, destacamos a seguir algumas das melhores universidades de Economia do mundo.
Não importa a área de atuação: empresarial, mercado financeiro, auditoria, políticas públicas, comércio internacional ou outras, uma sólida formação acadêmica pode fazer toda a diferença na vida profissional.
Frequentar uma dessas universidades é certeza de excelente formação, ótima networking, melhores oportunidades de estágio, bem como uma experiência inesquecível ao lado de professores e alunos do mundo inteiro.
De acordo com o QS World University Ranking, dos 10 melhores cursos de Economia do mundo, 7 estão nos Estados Unidos e 3 no Reino Unido. O Canadá tem 2 universidades entre as Top 25 e a Holanda também se destaca com 5 universidades entre as Top 100.
Melhores universidades de Economia do mundo
Melhores universidades da América do Norte
Harvard University – #1
Harvard ocupa a 1a posição no QS World University Ranking das melhores faculdades de Economia do mundo há 3 anos, com conceito máximo em vários quesitos, entre eles empregabilidade e reputação acadêmica.
A universidade está localizada em Cambridge, a poucos quilômetros de Boston, Massachusetts. Além de ser a mais antiga instituição de ensino superior do país, está entre as mais prestigiadas do mundo em termos de ensino e pesquisa.
Aproximadamente 25% dos seus 21.261 estudantes são internacionais. Atualmente o campus comporta 10 faculdades, o Instituto Radcliffe de Estudos Avançados, 2 teatros, 5 museus, além da maior biblioteca acadêmica do mundo.
Entre seus ex-alunos estão 8 presidentes dos Estados Unidos, mais de 30 Secretários de Estado e 45 laureados com o prêmio Nobel. Conheça algumas curiosidades sobre Harvard para aprender mais sobre a instituição.
Massachusetts Institute of Technology (MIT) – #2
Também localizado em Cambridge, Massachusetts, o MIT tem o 2o melhor curso de Economia do mundo, de acordo com o QS World University Ranking.
Quinta melhor universidade do mundo, pelo ranking da Times Higher Education, o MIT é reconhecido internacionalmente pela excelência acadêmica e por ter na inovação o cerne da sua filosofia educacional.
O MIT é organizado em 5 faculdades e o departamento de Economia faz parte da Faculdade de Humanidades, Artes e Ciências Sociais. Ao mesmo tempo, professores do departamento já receberam inúmeros prêmios, incluindo o Nobel, e trabalharam em diversos escritórios da American Economic Association.
O MIT tem um campus diverso e vibrante, com 34% dos seus 11.276 estudantes estrangeiros, além de 1.000 professores também vindos de diferentes países.
Os alunos participam de mais de 500 organizações estudantis, onde podem escolher entre dança, música, teatro, esportes, escrita, entre outros.
A proximidade com a indústria e com a pesquisa ajudou os ex-alunos do MIT a criar mais de 30 mil empresas, 4,6 milhões de empregos e US$ 1,9 trilhão de receita anual.
Por isso, dizem que se houvesse uma nação formada por graduados no MIT, ela seria a 10a maior economia do mundo.
University of British Columbia (UBC) – #22
Segundo o ranking QS World University Ranking, UBC tem a melhor faculdade de Economia do Canadá e o 22o do mundo, a Vancouver School of Economics, além de a universidade estar entre as melhores do país.
Uma das mais antigas instituições de ensino superior do país, UBC oferece mais de 500 cursos de graduação e pós. Ao mesmo tempo, seu campus, reconhecido pela beleza e modernidade, fica no centro de Vancouver, um hub cultural e econômico dentro de uma das cidades com melhor qualidade de vida do mundo.
A boa reputação de UBC se deve a grandes investimentos em pesquisa (mais de 660 milhões de dólares por ano que impulsionam mais de 9.500 projetos por ano) e ótima qualidade de ensino.
Aproximadamente 32% dos seus 52.123 alunos são internacionais. Ex-alunos e professores da UBC já ganharam vários prêmios internacionais. Um deles é Robert Mundell, ex- aluno de Economia da UBC, que em 1999 ganhou o Prêmio Nobel de Economia com sua análise inovadora das taxas de câmbio e política monetária.
Melhores universidades da Europa
London School of Economics and Political Science (LSE) – #5
Uma das principais referências em universidades na área de Ciências Sociais, LSE é a 5a melhor do mundo em Economia, de acordo com o QS World University Ranking.
É reconhecida também como uma das universidades mais internacionais do mundo, com 72% dos seus 10.660 alunos e 46% dos professores e funcionários sendo estrangeiros. Dessa forma, mais de 100 línguas diferentes são faladas no campus.
A LSE está localizada no efervescente centro de Londres, muito próximo a um dos principais centros financeiros e culturais da Europa.
Por isso, está constantemente envolvida em assuntos ligados ao presente e futuro do Reino Unido e do mundo. Lá se formaram 70 parlamentares britânicos e 18 vencedores do Prêmio Nobel, por exemplo.
University of Oxford – #9
Primeira colocada no ranking 2024 da Times Higher Education de melhores universidades do mundo, a University of Oxford tem a 2a melhor faculdade de Economia do Reino Unido e a 9a melhor do mundo, de acordo com o QS World University Ranking.
Localizada na cidade medieval de Oxford, a universidade é a mais antiga do mundo em língua inglesa. É composta por 44 faculdades com 250 cursos de graduação e suas mais de 100 bibliotecas formam o maior sistema de bibliotecas do Reino Unido. Oxford tem 22.000 alunos, aproximadamente metade na graduação e 40% deles internacionais.
Cerca de 5% de todos os pesquisadores acadêmicos do Reino Unido estão em Oxford e a universidade já formou 26 laureados com o Prêmio Nobel, 26 primeiros-ministros britânicos e vários outros líderes mundiais, como por exemplo Bill Clinton e Indira Ghandi.
Tilburg University (TiU) – #36
Uma das principais universidades da Holanda e da Europa, Tilburg se destaca em várias áreas, como Economia, Direito e Psicologia. De acordo com o QS Top Universities Ranking, Tilburg tem o melhor curso de Economia do país e o 36o do mundo.
Visto que está localizada no sul da Holanda, um dos países mais atrativos para estudantes universitários, Tilburg University recebe estudantes de mais de 100 países. Dos 17.376 alunos, 3.105 são internacionais; igualmente, dos 71 cursos que TiU oferece, 48 são em inglês, entre eles, Economia.
O curso de Economia faz parte da Tilburg School of Economics and Management (TiSEM), a maior das 5 faculdades que compõem a universidade.
TiSEM tem 7.000 alunos, entre graduação e pós, 27% deles internacionais, e é reconhecida como uma das principais escolas da Europa em pesquisa e ensino na área de Economia e Negócios.
Tem vontade de estudar em uma dessas universidades? Converse com a gente e veja como podemos a gente pode ajudar você a realizar esse sonho. Preencha o formulário abaixo para começarmos o papo.
Quais são as melhores universidades da Austrália?
/em Austrália /por Daqui pra ForaPense em um país com paisagens incríveis, praias e montanhas, com muita segurança, excelente qualidade de vida e ainda educação excelente. Assim sendo, as melhores universidades da Austrália estão entre as melhores do mundo, atraindo jovens do mundo inteiro para o país.
Atualmente, a Austrália é o terceiro país com maior número de estudantes internacionais do mundo, atrás apenas do Reino Unido e dos Estados Unidos. Entretanto, se trata de um país com apenas 24 milhões de habitantes.
Das 37 universidades do país, 5 estão entre as 65 melhores do mundo, segundo o ranking 2024 Times Higher Education. Elas ficam em diferentes cidades e regiões do país e todas são reconhecidas mundialmente pois possuem excelência em ensino e pesquisa, assim como pela multiculturalidade dos seus ambientes.
Conheça as 5 melhores universidades da Austrália
University of Melbourne – #1
Fundada em 1853, a University of Melbourne é a segunda mais antiga universidade da Austrália. Primeiramente, é considerada hoje a melhor do país e a 37a melhor do mundo, de acordo com o ranking 2024 da Times Higher Education.
Cerca de 48% dos seus 47 mil estudantes são internacionais, vindos de 130 países. O campus principal fica em Melbourne, e há outros vários campi espalhados pelo estado de Victoria.
A University of Melbourne é composta por 10 faculdades, enquanto o campus ainda comporta vários museus e galerias que abrangem as mais diversas áreas, como história da medicina, história da arte, anatomia e patologia.
Os alunos têm a possibilidade de participar de inúmeras associações ou clubs, que atendem todas as preferências, ainda que não ligadas à área acadêmica.
Muito prestigiada em ensino e pesquisa, a University of Melbourne já teve 7 laureados com o Prêmio Nobel.
University of Sydney – #2
Segunda entre as melhores universidade da Austrália, segundo o ranking 2024 THE, a University of Sydney é a mais antiga instituição de ensino superior do país. Com cerca de 46.000 alunos de mais de 170 países (entre graduação e pós) e um staff com 8.000 pessoas, a universidade oferece 230 programas em outros 30 países.
Os alunos podem optar por mais de 100 majors e minors, conforme seus próprios interesses.
Internacionalmente reconhecida por sua excelência em pesquisa, a University of Sydney é a 60a colocada no ranking mundial da THE. É a primeira colocada do país em empregabilidade, enquanto no quesito sustentabilidade é a primeira do país e a segunda do mundo.
Mais de 200 clubes e associações de alunos tornam a vida dos estudantes mais rica e dinâmica na University of Sydney.
Australian National University (ANU) – #3
Fundada em 1946, a Australian National University, como uma universidade de pesquisa e pós-graduação pelo Parlamento da Austrália. Em 1960 foram adicionados os cursos de graduação e hoje a ANU é considerada a 3a melhor universidade do país e a 67a do mundo, de acordo com o ranking THE.
O campus principal fica no coração de Camberra, capital do país e sede do governo, próximo ao Parlamento, assim como importantes instituições políticas e culturais. Além dos prédios das faculdades, o campus abriga ainda quatro sociedades científicas da Austrália, 11 prédios residenciais e 6 bibliotecas (duas delas abertas 24 horas).
Os alunos da ANU têm a oportunidade de se relacionar com líderes da indústria e do governo por meio de estágios e ainda podem participar de programas internacionais, além de inúmeras atividades no próprio campus.
Dos 18.800 alunos, 47% não são australianos. Dividida em 7 faculdades, a ANU oferece classes pequenas, o que ajuda na interação com colegas e professores. Os alunos podem optar por diplomas duplos, com mais de 50 opções de cursos, e ainda têm a possibilidade de adaptar o currículo às suas paixões e objetivos.
The University of Queensland (UQ) – #4
Quarta melhor universidade da Austrália e 70a do mundo, UQ é uma das maiores universidades do país, com cerca de 53.000 estudantes (entre graduação e pós), cerca de 18.000 deles internacionais, vindos de 143 países.
Localizada em Brisbane, UQ possui 3 campus (St Lucia – o principal, Gatton e Herston) e 8 institutos de pesquisa, todos mundialmente reconhecidos e que atraem uma comunidade interdisciplinar de mais de 1.500 pesquisadores do mundo todo nas áreas de ciências biológicas, ciências sociais e engenharia.
UQ tem vários programas ligados à empregabilidade dos estudantes, que promovem eventos e workshops, bem como orientam os alunos no planejamento da carreira e no desenvolvimento de habilidades.
UQ tem hoje cerca de 280.000 ex-alunos, que formam uma potente networking abrangendo mais de 170 países.
Monash University – #5
Fundada em 1958, a Monash University é hoje a maior universidade da Austrália, com mais de 57.000 alunos (43% deles internacionais). Além disso, é considerada a 5a melhor da Austrália e a 54a melhor do mundo pelo ranking 2024 da THE.
Monash tem 4 campi na Austrália, o principal em Clayton (Melbourne), no Estado de Victoria, onde ficam 8 faculdades. Assim também há inúmeras oportunidades de atividades culturais, esportivas e educacionais, bem como a possibilidade de participar de vários projetos importantes de pesquisa.
Há ainda unidades na Índia, China, Malásia e Itália.
Por ser a maior universidade da Austrália, Monash oferece uma enorme variedade de cursos e disciplinas, cerca de 6.000, em 10 diferentes faculdades. Sendo assim, o aluno pode criar seu currículo de forma muito pessoal, de acordo com suas áreas de interesse.
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Conheça as melhores universidades de Londres
/em Reino Unido /por Daqui pra ForaUm dos maiores centros financeiros e culturais do mundo, a capital da Inglaterra e do Reino Unido atrai há séculos gente de todo o planeta pelos mais variados motivos. O glamour da tradicional família real, a rica história e arquitetura da cidade, a vida vibrante dos pubs, parques, centros culturais e excelentes universidades. Todos esses são fatores que fazem de Londres um lugar único e um dos mais visitados do mundo.
Pulsante, moderna, elegante, a cidade que tem o metrô mais antigo do mundo (e um dos melhores), que tem o Big Ben, o Palácio de Buckingham e muitos outros pontos turísticos e históricos, abriga também algumas das melhores, mais tradicionais e multiculturais universidades do mundo.
É, portanto, o destino de milhares de estudantes que chegam todos os anos dos quatro cantos do planeta para estudar no Reino Unido. Separamos neste post as 5 melhores universidades de Londres para você conhecer melhor. Confira!
As 5 melhores universidades de Londres
Imperial College London – #1
Focada em Ciências, Engenharia, Medicina e Business, a Imperial College London é a 8a colocada no ranking mundial QS Top Universities, número 1 em Londres e, portanto, uma das mais importantes e bem conceituadas do Reino Unido.
O campus fica no centro da cidade, em South Kensington, região rodeada por museus e centros culturais, próximo ao Hyde Park e ao Kensington Palace. Portanto, não falta área verde para desfrutar a menos de 10 minutos de caminhada.
Entre os cerca de 17 mil estudantes da Imperial College, mais da metade (58%) são estrangeiros de mais de 140 países, que formam uma prestigiada comunidade internacional de pesquisadores. É, portanto, uma das universidades mais internacionais do mundo.
A pesquisa de ponta com grande influência no meio acadêmico internacional é uma das principais marcas da Imperial College. Sendo assim, o foco na aplicação prática dessas pesquisas, que geralmente abordam assuntos globais, e o alto nível de colaboração interdisciplinar fazem com que elas sejam tão confiáveis.
Os alunos têm a oportunidade de participar de mais de 380 clubs, em diferentes áreas de interesse, desde drones e e-sports, até yoga, além de grupos de teatro e música. Além disso, os estrangeiros ainda têm o apoio do International Students Support Team.
A Imperial acumula 14 laureados com Prêmios Nobel no seu staff. Entre eles está o Sir Alexander Fleming, descobridor da penicilina. Como resultado, entre os ex-alunos da Imperial College estão Brian May, guitarrista do Queen, o ex-primeiro ministro da Índia Rajiv Gandhi, e o ex-diretor executivo da Singapure Airlines, Chew Choon Seng.
University College London (UCL) – #2
Fundada em 1826, UCL foi a primeira universidade da Inglaterra a admitir estudantes de todas as religiões e também a primeira a admitir mulheres. De acordo com o QS Top Universities Ranking, é a 2a melhor universidade de Londres e a 10a do mundo.
O campus fica no coração de Londres, próximo ao The Regent’s Park e ao The British Museum. Cerca de 18 mil alunos, aproximadamente 55% do total, são internacionais, vindos de 150 países. Igualmente, essa diversidade cultural inclui também o staff de mais de 6 mil professores, pesquisadores e doutores.
UCL possui o maior sistema de pós-graduação do Reino Unido e do mundo, onde estão praticamente metade dos alunos de toda a universidade.
Ao longo da história, UCL tem sido o berço de inúmeras importantes descobertas científicas, que fizeram com que 29 dos seus professores ou estudantes tivessem sido laureados com o Prêmio Nobel, entre eles William Ramsay, em 1904, que descobriu os gases nobres.
Para os alunos que pretendem começar o próprio negócio, UCL tem o departamento UCL Innovation and Enterprises, que não só orienta, como também dá apoio na prática e ainda disponibiliza uma grande rede de excelentes contatos.
Neste vídeo, você encontra informações importantes sobre a UCL:
King’s College London- #3
A King’s College London é a 3ª melhor universidade de Londres e 31a melhor do mundo, de acordo com o QS Top Universities Ranking. Dos 27.600 alunos, cerca de 10.500 estão na graduação, divididos em 180 cursos. Aproximadamente 46% desses estudantes são internacionais, vindos de 150 países.
King’s é reconhecida mundialmente como uma universidade de ponta em ensino e pesquisa. Sobretudo, se destaca nas áreas de Humanidades, em Direito, Ciências Sociais, incluindo Relações Internacionais, e em algumas áreas da saúde, como Psiquiatria, Enfermagem, Medicina e Odontologia.
A universidade teve papel fundamental na formação da vida moderna, já que lá foi descoberta a estrutura do DNA e foram desenvolvidas também importantes pesquisas que levaram ao desenvolvimento do rádio, da televisão, do radar e do celular.
King’s é a mais central das universidades de Londres, e a conexão entre os seus seus 5 campi permite que se estabeleçam parcerias-chave com importantes instituições como o British Museum, a Biblioteca Britânica, a National Gallery, o Southbank Centre, o Shakespeare Globe e outros.
Neste vídeo, você encontra importantes informações sobre o King’ College:
London School of Economics and Political Science (LSE) – #4
LSE é uma das principais universidades do mundo na área de Ciências Sociais, com destaque para os cursos de Direito, Política, Economia, Antropologia e Sociologia. É considerada a 4a melhor universidade em Londres e a 49a do mundo, segundo o QS Top Universities Ranking.
Pela LSE passaram 16 ganhadores do Prêmio Nobel. A universidade tem 9.600 estudante, 72% deles internacionais, vindos de 140 países, formando uma das comunidades estudantis mais diversas do mundo.
A universidade ainda mantém parcerias com a Columbia University, em Nova York, e com outras universidades prestigiadas na França, em Pequim e em Singapura. Além disso, oferece 40 programas na graduação e 140 programas de ensino e pesquisa na pós-graduação.
Queen Mary University of London – #5
Queen Mary é a 5a melhor das universidades de Londres, segundo o QS Top Universities Ranking. É considerada uma instituição de ponta em pesquisa e se destaca em diversas áreas, como Odontologia, História, Medicina, Inteligência Artificial, Robótica, Linguística, Teatro e Cinema.
A universidade esteve na vanguarda em assuntos cruciais na área de medicina genômica e no tratamento do câncer e de doenças cardíacas. Além disso, também comandou importantes discussões sobre liderança política e igualdade de gênero.
Dos seus 19.778 alunos, 72% cursam a graduação e 8.641 (45%) são internacionais, de 160 países.
Localizada no dinâmico East End, na região central de Londres, próximo ao centro financeiro e tecnológico do Reino Unido, Queen Mary tem seus 5 campi muito bem conectados ao restante da cidade e ao mundo.
A instituição é das mais inclusivas do Reino Unido, e se orgulha por provar que inclusão social e sucesso acadêmico podem “andar de mãos dadas”. Assim sendo, os graduados em Queens Mary estão regularmente entre os que recebem os 10 melhores salários iniciais do Reino Unido, segundo o Sunday Times.
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Brasileiros que fizeram faculdade nos Estados Unidos
/em Estados Unidos /por Daqui pra ForaFazer faculdade nos Estados Unidos tem sido o caminho cada vez mais escolhido por jovens brasileiros ao final do Ensino Médio. Afinal, a experiência de morar sozinho, de viver em outro país, a vivência nos campus sempre muito multiculturais, a possibilidade de criar uma networking internacional super potente e, claro, a excelência do ensino são fatores que motivam os estudantes a saírem do Brasil.
Vários exemplos confirmam que a experiência realmente ajuda a impulsionar a carreira, nas mais diversas áreas, de Business a política ou jornalismo. Então, fizemos uma lista de alguns profissionais brasileiros que hoje são inspiração para muitos que querem percorrer o mesmo caminho.
Siga a leitura até o final e saiba quem são eles.
Quem são os brasileiros que estudaram nos Estados Unidos e onde se formaram
Tiago Leifert (jornalista e apresentador de TV) – University of Miami
Todo mundo conhece o Tiago Leifert da televisão, talvez desde os tempos em que ele apresentava os programas esportivos da Rede Globo.
Entretanto, pouca gente sabe que Tiago fez faculdade nos Estados Unidos, na University of Miami, onde se formou em Psicologia e Jornalismo, com ênfase em Telejornalismo. Sendo assim, depois da faculdade, ainda teve a oportunidade de ser trainee na rede de TV NBC.
“Fazer faculdade fora foi a melhor decisão que tomei na vida”, declarou algum tempo atrás. E para quem pensa que ele só se beneficiou do que aprendeu no Jornalismo, não é bem assim. Tiago garante que a Psicologia foi sua grande aliada enquanto trabalhou no entretenimento.
Segundo ele, foi muito importante para entender rápido a personalidade dos participantes dos reality shows que comandava. E, igualmente, essa percepção também o ajudava na hora de fazer perguntas aos seus entrevistados quando trabalhava como repórter.
Fazer dois cursos ao mesmo tempo, double major, é um dos privilégios de quem faz faculdade nos Estados Unidos; e Tiago soube se beneficiar muito bem disso.
A University of Miami (UM) é uma das 50 melhores universidades dos Estados Unidos, de acordo com o ranking US News. Seu principal campus fica na linda Coral Gables, a 10 km do aeroporto internacional e a 15 minutos do centro de Miami.
Mais de 15.000 alunos, entre eles quase 2.000 internacionais, se dividem em 12 escolas e mais de 100 cursos de graduação e pós-graduação. Além disso, eles ainda podem participar de 30 fraternidades ou sororidades e de mais de 290 clubs e organizações estudantis. Sobretudo, a localização privilegiada torna os estágios bem mais acessíveis para os estudantes de UM.
David Neeleman (empresário) – University of Utah
David Neeleman é empresário, fundador da Azul Linhas Aéreas, da Jet Blue (EUA) e da West Jet (Canadá). Semelhantemente, tem também participação na TAP Air Portugal, na Aigle Azur (França) e em outras empresas,
Neeleman nasceu em São Paulo, em 1959, e cresceu nos Estados Unidos. Primeiramente, estudou Contabilidade na University of Utah. Aos 19 anos, voltou ao Brasil como missionário mórmon e refez suas ligações com o país. Desta ligação surgiu o interesse pela fundação da Azul, muito tempo depois.
A University of Utah é uma das 100 melhores dos Estados Unidos e a 10a melhor em Empreendedorismo do país, segundo o US News. Localizada em Salt Lake City, onde os pais de David moravam, U of U é uma grande universidade, com aproximadamente 25 mil estudantes na graduação, perto de 15% deles internacionais.
U of U possui 17 faculdades, com cerca de 100 departamentos e 160 cursos de graduação. Assim, os alunos podem participar de mais de 550 clubs e organizações estudantis, nas mais diversas áreas de interesse, como artes, cultura, engenharia, negócios, saúde, religião, esporte, entre outras.
Tabata Amaral (cientista política e deputada federal) e Jorge Paulo Lemann (empresário) – Harvard University
Tabata Amaral completou recentemente 30 anos e vem da periferia de São Paulo. Estudou em escola pública até ganhar uma bolsa de estudos em um colégio particular, como resultado do seu bom desempenho em Olimpíadas de Matemática.
Em seguida, lá ela vislumbrou a possibilidade concreta de fazer faculdade fora do país. Então, aplicou para bolsas de estudos e foi aceita em 6 das principais universidades do país e do mundo. Logo após, Tabata optou por estudar Astrofísica e Ciências Políticas em Harvard University.
Formada, voltou para o Brasil, onde fundou o Movimento Mapa Educação, e em 2018 foi eleita deputada federal. Sua principal pauta no Congresso e fora dele é a Educação.
O empresário Jorge Paulo Lemann percorreu um caminho diferente até Harvard . Depois de terminar o Ensino Médio na Escola Americana do Rio de Janeiro, em 1959, ele foi para Harvard, onde se formou em Economia. Foi também jogador profissional de tênis.
Após a faculdade, JP Lemann fez estágio em um banco na Suíça e voltou ao Brasil, onde trabalhou em diversas empresas do mercado financeiro. Se tornou banqueiro, depois empresário e hoje, aos 81 anos, é bilionário, dono da smaior fortuna do país.
Além de ser proprietário de grandes empresas como a AB Inbev, maior cervejaria do mundo, JP Lemann também investe em Educação, por meio da Fundação Estudar e da Fundação Lemann, e no Esporte, com a Fundação Tênis.
Em épocas e com trajetórias distintas, Tabata Amaral e JP Lemann viveram a experiência de estudar e se formar em Harvard. Sempre entre as universidades mais bem conceituadas do mundo, Harvard ocupa hoje o 4o lugar no ranking 2021 da Times Higher Education.
Fundada em 1636, a mais antiga universidade americana fica em Cambridge, próximo a Boston, Massachusetts, e é composta por 13 escolas e institutos que se destacam nos principais rankings nas suas respectivas áreas.
Entre eles estão a Business School, onde Lemann estudou, a Graduate Education School, a faculdade de Direito, de Medicina, de Engenharia e o J.F. Kennedy School of Government, onde Tabata se formou. Por Harvard já passaram 45 laureados pelo prêmio Nobel, mais de 30 chefes de Estado e 48 vencedores do Prêmio Pulitzer.
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Para quais universidades eu devo aplicar?
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaQuem planeja fazer faculdade no exterior passa por um processo seletivo holístico, bem diferente dos que acontecem no Brasil. As universidades querem conhecer o aluno como um todo, e selecionam aqueles que têm o perfil mais alinhado com o da própria instituição.
Cabe ao aluno então procurar para quais universidades ele deve aplicar, pensando no perfil da sua candidatura e o “fit” com as instituições escolhidas.
Como funciona a candidatura para faculdades no exterior
Na candidatura para faculdades no exterior, tudo que você fez, dentro e fora das salas de aula, conta na hora da seleção.
Suas notas são importantes, da escola e das provas padronizadas, atividades extracurriculares também, bem como as impressões que o aluno causa aos seus professores no colégio, já que eles vão escrever cartas de recomendação para as universidades.
Além disso, sua personalidade vai ser revelada nas redações e assim, as bancas de admissão vão poder conhecer você ainda melhor.
Todos estes aspectos precisam ser levados em conta e trabalhados pelo candidato de forma intensa e organizada durante a elaboração da sua application.
Mas podem não ser suficientes se o aluno não souber direcionar corretamente sua candidatura e mirar nas universidades que realmente atendam suas expectativas e também suas possibilidades.
Como selecionar as universidades
Aplicar para universidades que estejam alinhadas com os seus objetivos e com o seu perfil é um dos fatores decisivos para o sucesso dessa jornada.
É importante direcionar a candidatura para universidades que se encaixem dentro das suas possibilidades, tanto em termos acadêmicos como financeiros.
E, claro, que elas também combinem com a sua personalidade, com os seus gostos e preferências pessoais.
Portanto, não basta pesquisar as melhores universidades para o curso que você quer fazer no país X e aplicar. Não vale a pena se basear apenas em rankings, porque o que funciona para uns não é necessariamente bom para outros.
É preciso procurar as universidades que aceitam alunos com as suas notas (na escola e nas provas padronizadas), saber quanto sua família dispõe para manter este projeto, e também, dentro disso, buscar estilos de universidade que tenham a ver com você.
Afinal, depois de vencida a primeira etapa, que é ser aceito, a jornada tem mais 4 anos e eles devem ser os melhores possíveis. Então, na hora de escolher onde aplicar é importante focar em universidades onde você terá mais chances de se sentir bem e, consequentemente, de ter sucesso e ser feliz.
O que levar em consideração ao escolher uma universidade
Nesse momento, de selecionar as universidades, vários aspectos devem ser ponderados. Entre eles, se você prefere viver em lugares quentes ou frios; se quer morar em cidade grande ou pequena; se gosta de escolas maiores ou menores; se prefere universidades mais voltadas para pesquisa ou para o mercado; e muitos outros.
Criar uma lista de universidades para aplicar é quase como montar um quebra-cabeça, onde as peças relacionadas às suas preferências pessoais se juntam às que dizem respeito ao lado acadêmico e financeiro da sua application.
Por isso, durante o processo, o candidato faz muita pesquisa (sobre as universidades, sobre as cidades) e acaba passando também por um interessante processo de autoconhecimento.
É fundamental saber também as possibilidades de bolsas de estudos que cada universidade oferece e quais são suas chances de obtê-las.
Porque mesmo que o seu perfil acadêmico e pessoal combine com o da universidade, não vale a pena enviar candidatura para uma instituição que sua família não consegue pagar, especialmente se esta universidade não disponibiliza a bolsa de estudos que você precisa ou se o que ela oferece não atinge o valor que você necessita.
Orientação especializada
Montar esta lista é indispensável. Porém, não é muito simples. Exige muita pesquisa e muito conhecimento.
A Daqui pra Fora orienta estudantes brasileiros nesse processo desde 2001 e conhece a fundo as características e exigências das universidades.
A experiência com mais de 3.000 alunos, 25 mil applications e admissões em mais de 400 universidades proporcionou a criação de um banco de dados exclusivo com números detalhados a respeito das exigências de cada universidade e das bolsas de estudos que elas oferecem.
Para maximizar as chances de aprovação, a lista desenvolvida com a orientação dos profissionais da Daqui pra Fora reúne universidades com diferentes níveis de competitividade e, portanto, de possibilidades de admissão.
Os alunos da Daqui pra Fora enviam, em média, 13,5 applications no ano. A lista geralmente contém 2 ou 3 universidades competitivas (com cerca de 25% de chances de aceitação) e as demais (seguras e alvo) variam de acordo com o perfil de cada um.
Nas universidades consideradas seguras o candidato tem de 60% a 90% de chances de ser aceito e naquelas que são alvo, de 25% a 60%.
Além de aumentar as chances de admissão, esta lista personalizada, composta por universidades com perfis diferentes de competitividade, também ajuda a ampliar as possibilidades de obter bolsa de estudos.
Na turma de 2020, por exemplo, 71% dos alunos da Daqui pra Fora receberam o benefício, que totalizou o valor de R$ 86 milhões.
Em média, a porcentagem de bolsa recebida por esse grupo de alunos foi de 46% do valor anual da tuition. A maioria dos que conseguiram bolsa (68%), obteve de US$ 20 mil a US$ 50 mil. 28% receberam até US$ 10 mil e 4% acima de US$ 50 mil.
Vale lembrar que este valor pode aumentar durante o curso, dependendo do desempenho do aluno na universidade.
Se você quer essa assistência especializada para fazer a sua application, a Daqui pra Fora pode ajudar. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
As 5 melhores faculdades de empreendedorismo dos EUA
/em Estados Unidos /por Daqui pra ForaTem sido cada vez mais comum estudantes do mundo todo olharem para além do bom emprego em uma grande empresa. A ideia de ter seu próprio negócio vem incentivando jovens de diversas áreas a procurarem conhecimento e ferramentas para começarem suas carreiras. Um ponto de partida para isso é conhecer as melhores faculdades de empreendedorismo dos Estados Unidos.
Cursar Empreendedorismo é uma ideia que tem atraído cada vez mais a atenção de estudantes mundo afora, principalmente nos Estados Unidos. Seja qual for a área de interesse:
Neste curso, o aluno aprende tudo o que um empreendedor precisa para começar um negócio do zero. Por exemplo: identificar objetivos, desenvolver técnicas de marketing, criar estratégias de sucesso e muito mais. São conteúdos mais específicos, que vão além do que se aprende em um curso de Business.
Segundo o ranking Princeton Review, entre as 50 melhores faculdades de Empreendedorismo do mundo, 49 estão em universidades americanas. Vamos conhecer o Top 5 dos Estados Unidos nessa área.
As melhores faculdades de Empreendedorismo nos EUA (segundo o ranking US News)
Babson College
Localizada em Wellesley, bem próximo a Boston, Massachussetts, Babson College é uma universidade pequena, com menos de 4.000 estudantes, privada, focada em Business, que há décadas se destaca em todos os principais rankings na área de empreendedorismo. Cerca de 30% dos seus alunos de graduação são internacionais, vindos de 77 países.
Desde quando foi criada, em 1919, Babson sempre buscou se diferenciar das outras escolas de negócios dos Estados Unidos. Sendo assim, se orgulha de ter sido a primeira a acreditar que é possível ensinar e aprender a empreender.
Hoje é conhecida mundialmente por sua excelência nessa área e por preparar os alunos não apenas para ter sucesso nos negócios, mas também para usar o seu negócio para transformar o mundo.
Babson oferece 120 oportunidades de estudos em 41 países. De fato, metade dos alunos optam por fazer um semestre fora dos Estados Unidos.
O lindo campus, de 1.400 m2, comporta excelente biblioteca, cafeteria, vários dormitórios (onde moram 76% dos estudantes), inúmeras instalações esportivas, centro de artes, um enorme parque e os alunos ainda podem participar de dezenas de clubs, vários deles voltados para assuntos ligados a Business.
Massachusetts Institute of Technology – MIT
Uma das principais universidades do mundo (2a colocada no ranking mundial 2023 da Times Higher Education), o MIT é a segunda melhor entre as faculdades de empreendedorismo dos Estados Unidos.
Localizado em Cambridge, Massachusetts, o MIT já formou mais de 120 mil alunos. Entre seus ex-alunos e professores, estão 86 ganhadores do prêmio Nobel, em diversas áreas. Assim sendo, é tradicionalmente um dos lugares mais almejados por jovens que gostam de inovação e tecnologia.
O MIT admite estudantes do mundo todo pelo sistema need-blind (onde as necessidades financeiras dos estudantes admitidos são atendidas), o que, segundo a própria universidade define, ajuda a proporcionar um ambiente diverso, multicultural e organicamente colaborativo.
A metodologia que prioriza “aprender fazendo” se aplica também na área de Empreendedorismo. Igualmente, vários departamentos, laboratórios e centros de pesquisa da universidade estão voltados para empreendedorismo e inovação.
O MIT tem mais de 35 clubs e iniciativas que envolvem diretamente empreendedorismo e inovação, entre elas o $110K Entrepreneurship Competition e o MIT Cleaning Energy Price.
Fora da sala de aula, os 4.531 alunos da graduação ainda têm a oportunidade de participar de cerca de 450 clubs e mais de 50 grupos de música, teatro, artes visuais, dança e escrita. Além disso, em uma curta caminhada chegam a Boston, onde podem curtir os restaurantes e toda a vida cultural da cidade.
University of California – Berkeley
A University of California – Berkeley fica na Baía de São Francisco e é a 4a melhor universidade do mundo, segundo o ranking 2023 da Times Higher Education e, também, a terceira melhor faculdade de Empreendedorismo nos Estados Unidos, de acordo com o US News.
UC Berkeley é referência em projetos de inovação social e economia. Ao mesmo tempo, tem 14 escolas e faculdades e oferece mais de 300 cursos diferentes.
Os 31.780 alunos de graduação podem integrar mais de 1.000 organizações estudantis, que englobam assuntos que vão desde política e economia até xadrez e asa delta, além de dezenas de sororidades e fraternidades.
Muito respeitada internacionalmente pela excelência no ensino e na pesquisa, Berkeley tem 19 professores laureados com o Prêmio Nobel, a maioria deles em Física, Química e Economia.
Indiana University – Bloomington
IU Bloomington completa este ano 200 anos e se orgulha de ter um dos campus mais bonitos dos Estados Unidos. Segundo o US News, possui o 4º lugar entre as melhores faculdades de Empreendedorismo do país.
Mais de 200 cursos de graduação são oferecidos e, fora das aulas, os 33.084 alunos podem participar de mais de 750 clubs e organizações estudantis. Além disso, também existem eventos culturais ou profissionais que acontecem durante o ano todo.
IU tem cerca de 8.100 estudantes internacionais, professores de 120 países, e oferece a todos os seus estudantes mais de 380 programas fora dos Estados Unidos. Como resultado, a universidade possui uma vice-presidência exclusiva para Diversidade, Equidade e Assuntos Multiculturais.
A instituição hoje tem aproximadamente 690.000 ex-alunos vivendo no mundo todo. Muitos assumiram papéis de liderança em seus campos de trabalho. Entre eles estão Jimmy Wales, co-fundador da Wikipedia, e Mark Cuban, dono do Dallas Mavericks, (NBA).
University of Pennsylvania
Fundada em 1740 por Benjamin Franklin, UPenn é tradicionalmente reconhecida como uma das principais universidades do mundo. É a 15a colocada no ranking mundial 2023 da Times Higher Education e é, segundo o US News, a 5ª melhor dentre as faculdades de Empreendedorismo dos Estados Unidos.
Localizada na Philadelphia, UPenn tem 12 faculdades distribuídas em um campus de 113 hectares que comporta cerca de 200 prédios. Em UPenn foi criado o primeiro grêmio estudantil dos Estados Unidos e, posteriormente, a primeira escola de negócios, a renomada Wharton School.
Do total de 20.300 alunos estudando na UPenn, cerca de 20% são internacionais. A universidade ainda conta com 4.700 professores, o que faz com que haja a proporção de um professor para cada 6 estudantes.
Os 10.009 alunos da graduação estão divididos em mais de 90 cursos. Dessa forma, fora do período de aulas, cerca de 1/4 deles integram 47 fraternidades ou sororidades.
A universidade oferece 677 clubs, com atividades multiculturais nas mais diversas áreas, como política, artes, esporte e economia, para os alunos colocarem o conhecimento em prática.
Se você quiser mais informações sobre as faculdades de empreendedorismo ao redor do mundo, basta entrar em contato com a gente no formulário abaixo.
Melhores universidades dos EUA para estudar Ciência da Computação
/em Estados Unidos /por Daqui pra ForaUm dos cursos que mais teve aumento de procura nas universidades nos últimos anos é o de Ciência da Computação. E não é à toa. De fato, já se foi o tempo em que trabalhar nesta área se limitava a programar computadores.
Em outras palavras, hoje praticamente tudo o que vivemos tem o toque de um profissional de Ciência da Computação.
Deles dependem a sofisticada extração de dados na área da saúde, a criação de ferramentas de educação de ponta, o desenvolvimento de veículos sem motorista, avanços na segurança, inteligência artificial, algoritmos, enfim, nosso presente e futuro estão nas mãos destes profissionais.
Quem pensa em estudar Ciência da Computação no exterior tem as melhores opções, especialmente nos Estados Unidos. De acordo com o ranking da Times Higher Education (2021), 22 dos 50 melhores cursos de Computer Science do mundo estão nos Estados Unidos, e algumas são as universidades mais competitivas do país. Assim sendo, 6 das top 10 universidades estão por lá.
As 6 melhores faculdades dos Estados Unidos em Ciência da Computação
Stanford University
Considerada a 4a melhor universidade do mundo pelo ranking 2021 da THE, Stanford tem o 2º melhor curso em Ciência da Computação e o 1º nos Estados Unidos, de acordo com o mesmo ranking.
Localizada no coração do Vale do Silício, Stanford tem um dos maiores campus dos Estados Unidos, com 18 institutos de pesquisa interdisciplinares e 7 faculdades. Da mesma forma, cerca de 23% dos seus 16.300 alunos são internacionais, vindos de mais de 90 países, incluindo o Brasil.
O Departamento de Ciência da Computação de Stanford fica no Gates Computer Science Building. Assim sendo, o prédio construído em 1996 ganhou o nome em homenagem a Bill Gates, que doou 6 milhões dos 38 milhões de dólares investidos na obra.
Brian Acton, co-fundador do WhatsApp, é graduado em Computer Science em Stanford. Reed Hastings, co-fundador, co-CEO e chairman da Netflix, também se formou em Ciência da Computação em Stanford.
Sergey Brin fez seu PhD em Computer Science lá, onde conheceu Larry Page, que fazia seu masters, e juntos criaram o Google.
Massachusetts Institute of Technology (MIT)
Reconhecido como a 5a melhor universidade do mundo e 4a melhor em Ciência da Computação pela THE, o MIT é uma das principais referências acadêmicas do mundo em tecnologia, inovação e empreendedorismo.
Localizado em Cambridge, região metropolitana de Boston, seu campus recebe diariamente cerca de 1.000 professores e 11.000 alunos, 35% deles estrangeiros.
Algumas das principais descobertas da ciência que se deram no MIT incluem, entre outras, a primeira síntese química da penicilina e a invenção da memória de núcleo magnético, que permitiu o desenvolvimento de computadores digitais.
O MIT estima que cerca de 30.000 empresas ativas nos Estados Unidos foram lançadas por seus ex-alunos, que, por consequência, criaram 4,6 milhões de empregos e geram US$ 1,9 trilhão de receita anual.
Drew Houston e Arash Ferdowsi, fundadores do Dropbox, e Salman Khan, criador da Khan Academy, se formaram em Computer Science no MIT.
Carnegie Mellon University (CMU)
Carnegie Mellon tem a sexta melhor faculdade de Ciência da Computação do mundo e a terceira melhor dos Estados Unidos. É a 28a colocada entre as melhores universidades do mundo, sempre de acordo com o ranking da THE. Seus cerca de 13.000 alunos e mais de 1.400 professores vieram de aproximadamente 114 países.
Localizada em Pittsburgh, na Pensilvânia, onde fica o moderno Gates Center of Computer Science, CMU tem também desde 2002 um campus no Vale do Silício, dedicado a formar líderes globais em inovação tecnológica e a desenvolver pesquisas inovadoras para contribuir com empresas high-tech locais, nacionais e internacionais.
Diferentemente de várias outras instituições, os alunos da School of Computer Science da CMU geralmente trabalham na área de pesquisa (meio período ou summer jobs) durante a própria graduação.
Harvard University
Terceira melhor universidade do mundo, segundo o ranking 2021 da THE, a mais antiga universidade dos Estados Unidos tem não apenas o 4º melhor curso de Ciência da Computação do país, mas também o 8º do mundo.
Mais de 45 laureados com o Prêmio Nobel e 48 vencedores do Pulitzer têm conexões com Harvard. É no seu campus, em Cambridge, Massachusetts, que fica a maior biblioteca acadêmica do planeta, com mais de 20 milhões de volumes, 400 milhões de itens manuscritos, 10 milhões de fotografias, 124 milhões de páginas da web arquivadas e 5,4 terabytes de arquivos e manuscritos digitais.
Um quarto dos quase 23.000 estudantes de Harvard são internacionais. Atualmente, entre os seus 323.000 ex-alunos hoje, 52.000 são internacionais, de 201 nacionalidades diferentes.
O curso de Ciência da Computação em Harvard faz parte da Harvard School of Engeneering. Nele, alunos e pesquisadores se envolvem em várias iniciativas interdisciplinares em diferentes setores da universidade.
Alguns exemplos são o Centro de Pesquisa em Computação e Sociedade, Instituto de Ciência Computacional Aplicada e o Berknan Klein Center of Internet and Society.
Princeton University
Princeton é a 9a colocada no ranking mundial 2021 da THE e também tem o 9º melhor curso de Ciência da Computação. Reconhecida há séculos como uma das maiores instituições de pesquisa do mundo, Princeton é uma das universidades com mais conexões com laureados com o Nobel. Em outras palavras, são mais de 40.
A universidade também é famosa pela beleza do seu campus e arquitetura dos seus 180 prédios, que recebem anualmente a visita de aproximadamente 800.000 pessoas. Sobretudo, Princeton tem moradia para todos os estudantes de graduação, durante os 4 anos, e 98% dos estudantes moram nos dorms.
Cerca de 23% dos alunos de Princeton são internacionais e a universidade tem um total de menos de 10.000 alunos, entre graduação e pós.
Na faculdade de Ciência da Computação são desenvolvidas pesquisas nas áreas de Segurança & Privacidade, Biologia Computacional, Arquitetura, Interação Homem-Computador, Política, Economia, entre outras.
Assim sendo, uma das pesquisas em curso atualmente aborda a redução de vieses em inteligência artificial.
Jeff Bezoz, fundador e CEO da Amazon, graduou em Princeton nas áreas de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação.
California Institute of Technology (Caltech)
Quarta colocada no ranking mundial da Times Higher Education, Caltech tem não somente o 10º melhor curso de Ciência da Computação do mundo, mas também o 6º melhor dos Estados Unidos.
Localizada em Pasadena, 11 km de Los Angeles, Caltech é mundialmente conhecida pela excelência em pesquisa e ensino em ciências e engenharia. Portanto, nos seus laboratórios de altíssima tecnologia, pesquisadores buscam respostas para perguntas complexas, produção novos conhecimentos, inovação e transformação do futuro.
Caltech tem aproximadamente 2.000 estudantes, entre graduação e pós, uma boa parte, 33%, estrangeiros. Focados em tecnologia e referências mundiais na área, como resultado, Caltech rivaliza em vários aspectos com o MIT.
Focada em tecnologia, Caltech inegavelmente recebe alguns dos principais nomes da ciência no mundo para seminários, palestras e congressos.
Outras universidades que se destacam
De acordo com o ranking mundial da Times Higher Education, há 1 universidade suíça entre as Top 10 em Ciência da Computação (ETH Zurich – 3º lugar) e 3 do Reino Unido: University of Oxford (1º), University of Cambridge (5º) e Imperial College London (7º).
Nos Estados Unidos, também se destacam UCLA (12º), Cornell (14º), Georgia Institute of Technology (16º), Columbia University (21º), University of Michigan Ann Arbor (22º) e University of Texas at Austin (25º).
No Canadá, as melhores universidades em Computer Science são University of Toronto (23º) e University of Montreal (31º).
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