Daqui pra Fora
  • Início
  • Nossos Alunos
  • Programas
  • Materiais
  • Eventos online
  • Blog
  • A Daqui pra Fora
  • Teste suas chances
  • Agenda uma consulta
  • Menu

Como é estudar na Universidade Columbia

2 de abril de 2021/em Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Conheça a trajetória e o dia a dia de uma brasileira na Universidade Columbia, universidade Ivy League, uma das mais renomadas dos Estados Unidos e do mundo.

Estudar na Universidade Columbia, em Nova York, é o objetivo de milhares de estudantes do mundo inteiro, todos os anos. Não é à toa. Além de estar muito bem localizada, no coração de Manhattan, Columbia integra a Ivy League, grupo composto por 8 das mais prestigiadas universidades americanas, academicamente falando. São elas:

  • Brown;
  • Harvard;
  • Cornell;
  • Princeton;
  • Dartmouth;
  • Yale;
  • Columbia;
  • UPenn.

A origem do grupo é esportiva, por isso o nome Liga, que é a forma como é organizado o esporte universitário nos EUA. Esta liga, especificamente, reúne apenas universidades de ponta em termos acadêmicos.

Um diploma de uma Ivy League é muito significativo, sem dúvida. A experiência de viver e estudar em uma universidade com este nível de reputação garante um olhar diferenciado sobre seus ex-alunos. Por isso, são universidades muito competitivas, com acesso mais difícil, mas não impossíveis de serem alcançadas.

Por dentro da Universidade Columbia

A Columbia University, 17a  melhor universidade do mundo, segundo o ranking Times Higher Education, é dividida em 20 escolas. Três são voltadas para a graduação: Columbia College, a Fu Foundation School of Engineering and Applied Science e a School of General Studies.

Com um rate de 5,7 estudantes por membro do staff, Columbia carrega muito prestígio em seus mais de 250 anos de história. Mais de 90 professores, funcionários e ex-alunos já foram laureados com o Prêmio Nobel.

Entre eles estão Joseph Stiglitz, ganhador do Nobel de Economia em 2001 e o ex-presidente Barack Obama, que recebeu o Nobel da Paz em 2009.

Até o final do ano passado, Columbia incluía entre seus ex-alunos, staff e professores 3 ex-presidentes americanos e 29 chefes de Estado estrangeiros. Além deles, há 10 membros da Suprema Corte americana, 122 membros da Academia Nacional de Ciências, além de 11 medalhistas olímpicos e 33 vencedores do Oscar.

O campus principal ocupa 6 quarteirões no Upper East Side de Manhattan, região muito cobiçada por moradores e turistas. É composto por 71 prédios, com laboratórios de primeira linha, auditórios, salas de estudo, refeitórios, 23 bibliotecas e 7.800 apartamentos para moradia.

Mais de 11 mil dos 31 mil estudantes de Columbia são internacionais. A carioca Amanda Beck, ex-aluna Daqui pra Fora, é uma delas. Amanda cursa Astrofísica na Columbia College e vive essa experiência multicultural nas salas de aula, gramados, refeitórios, salas de estudos e bibliotecas espalhados pelo campus.

A seguir você vai poder conhecer o caminho que ela percorreu e como tem sido a experiência dela por lá. Aproveite para se inspirar, porque, sim, é possível.

A preparação e o processo seletivo

Amanda estudou em uma escola brasileira regular. Lá, antes dela ninguém havia aplicado para universidade no exterior. “A orientação da Daqui pra Fora foi fundamental porque minha escola, que com certeza foi muito boa para mim, não tinha experiência em enviar alunos para fora”, conta.

O processo seletivo para universidades americanas engloba várias etapas. Uma delas é o histórico escolar, que inclui as notas dos últimos 4 anos do colégio. “Preste muita atenção nisso”, aconselha Amanda. “Valorize suas notas, é o primeiro ponto que eles olham”.

Amanda recomenda começar a se preparar o quanto antes para o SAT. “Minha dica é conhecer a prova, começar a estudar cedo, fazer no segundo ano e se precisar, no terceiro também.” Como existe o Superscore, é sempre bom fazer a prova mais de uma vez.

Com o Superscore as universidades levam em conta a melhor nota do candidato em cada parte da prova, Matemática e Inglês. Foi o que aconteceu com a Amanda. Mas ela lembra que não é bom fazer a prova despreparado, “Algumas universidades, como Yale, olham todas as notas do candidato no SAT”, diz.

As atividades extracurriculares também contam muito, porque por meio delas a universidade conhece melhor o perfil do candidato. “A sua escola com certeza vai ter algum tipo de oportunidade”, afirma. Amanda participou de atividades dentro e fora da escola, algumas mais ligadas às suas preferências, outras nem tanto.

“O ideal é que seja algo que tem a ver com você, para que no seu relato a universidade possa ver que é algo genuíno e que você possa mostrar quem você realmente é”, ela fala.

E o principal, segundo Amanda, é que não basta participar. “O papel do aluno no projeto é fundamental. Ter um papel importante, proativo, de liderança, faz toda diferença. Eles olham muito isso”.

Seleção das universidades e redação para Universidade Columbia

Uma parte importante no processo seletivo é a seleção das universidades. “Saber onde aplicar é fundamental, aumenta as chances de aprovação. Apliquei para 8 universidades. A DpF me ajudou muito na hora de escolher as universidades”, conta Amanda.

“Foram 3 rich, as mais difíceis (Yale, Columbia e Brown), 3 mais ou menos difíceis, target (Georgia Tech, University of Michigan e NYU) e 2 safe (University of Colorado Boulder e University of Lehigh, na Pennsylvania)”, diz. Das 8, Amanda foi aceita em 4: Georgia Tech, Columbia e as 2 safes.

Amanda acabou escolhendo Columbia, pois havia feito um tour pela universidade e viu que era o que ela realmente queria. “Você não precisa ir para lá para fazer o tour. Eu fui porque havia feito um programa em Yale e aproveitei a viagem. Só visitei essas duas. Têm virtual tours também, que são bem legais. Vi que Columbia aplicava 1 bilhão de dólares em pesquisa e isso me atraiu muito, porque quero ser pesquisadora”, explica.

A partir da lista feita com a Daqui pra Fora, Amanda começou a olhar o que cada uma pedia na application, fazer todas as redações. “A DpF me ajudou muito. Eu fazia draft das redações, enviava, corrigia algumas coisas, outras eu deixava do meu jeito”, conta.

“Em uma as redações falei sobre a minha jornada no Ensino Médio narrando como a Astrofísica começou a entrar na minha vida de jeitos diferentes. Tem também as redações clássicas, como a Why this university?, algum grande desafio que você já teve que passar na sua vida e superou, narre um dia perfeito… É importante você conhecer a universidade e adequar o seu essay ao perfil dela, mas sem nunca fugir da sua realidade. Por isso é fundamental escolher faculdades que têm a ver com o seu perfil,” recomenda.

O dia a dia dentro e fora da sala de aula

Amanda conta que a Columbia College é uma espécie de Liberal Arts da Columbia University. Neste tipo de college, os alunos têm um core (matérias exigidas nos dois primeiros anos) e espaço no horário para matérias específicas voltadas ao seu curso. O estudante só declara efetivamente o curso que quer fazer no final do segundo ano.

Amanda, que queria Astrofísica, fez algumas matérias específicas, como Física I e II, já no primeiro ano. “Meu curso é como se fosse um double major de Astronomia e Física, tem muita disciplina, muitos créditos. Eu puxei alguns para adiantar. Mesmo assim, se eu quisesse, poderia ter mudado minha opção de curso no final do segundo ano”, explica.

Columbia é muito exigente. Por isso, a universidade impõe um limite de créditos por semestre aos alunos (18). “Tem que trabalhar duro, mas as notas de cada disciplina são compostas por vários elementos, como dever de casa, finals, projeto, testes… e isso ajuda”, conta.

Um ponto que chamou a atenção de Amanda desde o início foi a estrutura da universidade. “Os prédios, antigos ou modernos, são ótimos, têm tudo”, conta. “Os dorms são individuais e isso eu nem sabia. Gostei muito”, diz.

“Os buidings em Columbia são divididos por áreas de conhecimento, mas a interação com pessoas de outros cursos é enorme. Todo mundo usa as bibliotecas, salas de estudo, todos comem juntos nos dining rooms, e no verão todo mundo estuda no gramado, como nos filmes mesmo”, ela diz.

Além disso, há mais de 500 clubs, organizações estudantis que integram alunos de todas as áreas de acordo com seus interesses: esporte, política, religião, artes, nacionalidade, entre outros.

Amanda já fez parte do CSI, onde ajudou a construir um foguete, e hoje preside o Blue Chip, club de astronomia e astrofísica aberto a todos os estudantes.

 

Você também tem vontade de estudar na Universidade Columbia e gostaria de contar com a assistência personalizada da Daqui pra Fora? Então preencha o formulário abaixo e vamos começar uma conversa sobre o seu processo.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Como-é-estudar-na-Columbia-University.jpg 1332 2048 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2021-04-02 12:00:392024-01-26 21:51:16Como é estudar na Universidade Columbia

University of Melbourne: a melhor universidade da Austrália

27 de março de 2021/em Austrália /por Daqui pra Fora

Saiba como é estudar na University of Melbourne, melhor universidade da Austrália, país com excelência acadêmica e uma das melhores qualidades de vida do mundo.

Considerada a melhor universidade da Austrália e a 37a do mundo, segundo o ranking da Times Higher Education (THE), a University of Melbourne tem atraído há décadas estudantes do mundo inteiro. Eles buscam unir excelência acadêmica, ótima qualidade de vida e muita diversidade cultural em um só lugar.

E é exatamente o que encontram em Melbourne e em outros pontos do país. Com o bônus de se deparar com belas paisagens por onde quer que forem.

Conheça a University of Melbourne

Segunda universidade mais antiga da Austrália e a mais antiga do Estado de Victoria, a University of Melbourne tem seu campus principal no subúrbio de Parkville, a 3 km do Central Business Disctrict de Melbourne. Há outros campus menores espalhados pelo Estado de Victoria.

Academicamente, a universidade é dividida em 10 faculdades, entre elas:

  • Arquitetura;
  • Business and Economics;
  • Educação;
  • Engenharia;
  • Fine Arts;
  • Direito;
  • Veterinária;
  • Agronomia.

Cada faculdade oferece vários cursos e 14 deles estão entre os 20 melhores do mundo em suas respectivas áreas, segundo o QS World University Rankings. A University of Melbourne é considerada ainda a 7a do mundo no QS Graduate Employability, o que a coloca entre as com melhor empregabilidade no mundo.

Com mais de 100 centros de pesquisa e institutos, a universidade dispõe ainda de um enorme sistema de biblioteca espalhado pelos campus. E conta ainda com vários museus e galerias para quem se interessa pelos mais diversos assuntos, como história médica, zoologia e arte contemporânea.

O modelo de ensino da University of Melboune é flexível e amplo. Eles acreditam que depois de formados, poucos permanecem no mesmo campo de trabalho. Por isso, priorizam que o aluno construa habilidades que permitam que ele se adapte com sucesso a qualquer mudança que vier lá na frente, já como profissional.

Mas a experiência de estudar na University of Melbourne não se restringe à excelência nas salas de aula, museus, bibliotecas e centros de estudos. Quase metade dos 50.094 estudantes (incluindo graduação e pós) são internacionais. O dia a dia acontece num verdadeiro caldeirão cultural, onde todos podem se misturar em inúmeras atividades.

Há mais de 200 clubs e societies (associações estudantis) para os mais variados gostos e interesses. De xadrez a Yoga e moda, muitos deles ainda podem estar relacionados a cursos ou disciplinas específicas.

Austrália: qualidade de vida e oportunidades

Estudar na University of Melbourne e na Austrália tem vantagens que vão além da rica experiência vivida dentro do campus. A primeira delas e que chama mais atenção especialmente dos brasileiros é a qualidade de vida nas principais cidades do país, incluindo, claro, Melbourne.

Melbourne já foi eleita várias vezes a melhor cidade do mundo para se viver. Diferentemente de Sydney, mais indicada para turismo, Melbourne foi de 2011 a 2017 a líder do ranking como “best livable cities in the world“.

E de lá para cá, continua sempre muito bem colocada. Os critérios que são levados em conta neste ranking incluem infraestrutura, educação, segurança, sistema de saúde e meio ambiente.

O clima em Melbourne é mais ameno que em outras regiões do país, mas esse acaba sendo um detalhe quando se enxerga tudo que a cidade oferece. O lugar é reconhecido como bike friendly e tem um sistema de transporte público eficiente e de muita qualidade. A cidade tem praias lindas e recebe eventos esportivos e culturais o ano todo, alguns voltados justamente para a população de fora do país.

Melbourne, na verdade, não foge muito ao que todo estudante encontra na Austrália em geral. As principais cidades oferecem ótima qualidade de vida e acolhem muito bem os estrangeiros. Por isso, as principais universidades australianas costumam estar entre as que mais recebem estrangeiros no mundo. Segundo o governo australiano, são cerca de 700 mil alunos internacionais espalhados pelo país.

Mas além disso, estudantes internacionais podem trabalhar meio período durante a faculdade na Austrália. Este é um fator que atrai muita gente, tanto pela possibilidade de ganhar experiência profissional como pela oportunidade de ter uma renda. E depois de formado, a chance de se inserir no mercado de trabalho e permanecer no país é muito boa.

Processo seletivo e custos

Como para qualquer universidade fora do Brasil, o primeiro passo para ir em busca de uma vaga é conhecer o caminho, ou seja, como funciona o processo seletivo.

Na Austrália, dois itens são fundamentais para ser aceito em uma universidade. Um é o histórico escolar do Ensino Médio, pelo qual as universidades avaliam o nível acadêmico dos candidatos.

O outro é o exame de proficiência em inglês (TOEFL ou IELTS), teste que as instituições utilizam para se certificarem de que o aluno conseguirá acompanhar as aulas.

Na Austrália, assim como no Reino Unido, o Ensino Médio tem um ano a mais. Assim, os alunos que vão para lá logo após terminarem o colégio geralmente precisam fazer o Foundation Year. O Foundation é uma espécie de básico, preparatório para a universidade, que costuma ajudar os alunos internacionais na adaptação.

Mas é possível não fazer o Foundation, mesmo nas principais universidades do país, como a University of Melbourne. Um bom resultado no SAT e ter diploma do IB (International Baccalaureate) são dois itens que podem fazer o aluno “pular” o Foundation.

O outro elemento que pode fazer o candidato não passar pelo Foundation Year é o personal statement. É uma redação de caráter pessoal, onde o aluno fala de si, de suas preferências, experiências, e mostra seu perfil para a universidade

Como se vê, não é um processo seletivo complicado, mas como todos, requer planejamento e uma boa preparação.

Mais um fator que ajuda a atrair estudantes do mundo todo para a Austrália é o custo. As tuitions (anuidades) vão de AUD $25 mil a AUD $45 mil. No caso da University of Melbourne, a melhor do país e uma das melhores do mundo, gira em torno de AUD $40 mil (ou perto de US $32 mil). O custo-benefício, portanto, é excelente.

Se você tem interesse em fazer faculdade na Austrália e quer uma equipe especializada para oferecer assistência durante todo o processo de application, preencha o formulário abaixo e vamos começar uma conversa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2021/03/University-of-Melbourne-na-Austrália.jpg 814 1200 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2021-03-27 10:30:462024-02-14 14:33:40University of Melbourne: a melhor universidade da Austrália

Como é estudar Artes na New York University

20 de março de 2021/em Cursos /por Daqui pra Fora

Saiba como buscar uma vaga e como é a vida de quem estuda arte na New York University, uma das mais prestigiadas e concorridas do mundo na área.

Para quem gosta de cinema, teatro, TV, música ou dança, viver em Nova York é mais ou menos como estar no Olimpo. Agora, imagine poder estudar aquilo que você ama neste verdadeiro epicentro mundial das artes e em uma das melhores universidades do mundo.

A New York University é uma das universidades mais procuradas por estudantes americanos e do mundo todo que buscam formação nas diversas áreas das artes.  Considerada a 26a  melhor universidade do planeta, de acordo com o ranking da Times Higher Education, a NYU tem mais de 25% dos cerca de 51 mil alunos vindos de fora dos Estados Unidos.

O campus principal fica no coração de Greenwich Village, um dos bairros mais agitados e importantes, culturalmente falando, da ilha de Manhattan, próximo ao Washington Square Park.

Tisch, a escola de artes da New York University

É nesse ambiente inspirador que fica a Tisch School of Arts, prestigiada escola de artes da NYU. Por lá passaram estrelas da música, da TV e do cinema como Lady Gaga, Adam Sandler, Angelina Jolie, Morgan Freeman, Kristen Bell e Spike Lee. Ex- alunos da Tisch já conquistaram um total de 30 Oscars.

São mais de 35 mil ex-alunos espalhados pelo mundo. Atores, produtores, cenógrafos, figurinistas, coreógrafos, roteiristas, músicos, já receberam incontáveis prêmios de reconhecimento pelo trabalho, como Globo de Ouro, Emmy, Grammy,Tony Award, entre outros.

A Tisch abriga três institutos importantes:

  • Institute of Performing Arts;
  • Maurice Kanbar Institute of Film & Television;
  • Institute of Emerging Media.

A excelência está comprovadamente presente em cada um dos cursos da graduação.

O aluno pode escolher entre teatro, dança, cinema, música, fotografia, televisão, mídias interativas, mídias colaborativas, design para filmes e palco, game design e estudo da performance.

A proximidade com os mais diversos teatros (Broadway e off-Broadway), estúdios, salas de cinema e galerias traz, além de um aprendizado quase orgânico, importantes oportunidades de aprendizado e, inclusive, de estágio.

A excelência no ensino, a localização privilegiada, a potentíssima networking que oferece são alguns dos fatores que atraem a enorme procura por uma vaga na Tisch School of Arts da New York University. Por isso, a seleção é rigorosa, mas uma boa preparação, com organização, planejamento e foco tornam este objetivo totalmente possível.

A prova disso é a trajetória da Giovanna Dalla Vacchia, ex-aluna Daqui pra Fora, que hoje cursa Teatro (Drama) na New York University. Giovanna já teve aula com uma professora que ensinou para Marlon Brando e foi coach de Meryl Streep, por exemplo. A seguir você vai conhecer um pouco do que ela fez antes de ir e como está sendo a sua experiência na universidade.

Preparação e processo seletivo

Giovanna estudou na Escola Americana de Campinas e, aconselhada pela mãe para tentar driblar a timidez, fez parte do club de Drama (teatro) desde os 8 anos. O tempo foi passando e aos 15 ela decidiu que essa era a carreira que gostaria de seguir.

Apesar de a escola dela ter suporte para quem aplica no exterior, Giovanna buscou a orientação da DpF que, entre outros aspectos, auxiliou na seleção das universidades. “É fundamental ter as sugestões, mas você tem que se colocar diante daquilo que é sugerido. O plano era eu aplicar para 12 faculdades e eu acabei optando por 6 ou 8”.

Na NYU Giovanna optou pelo Early Decision, o tipo de application com resultado antecipado, em que o candidato se compromete a estudar lá caso seja aceito. E foi o que aconteceu.

Antes de começar o senior year no colégio, Giovanna foi para Nova York conhecer a NYU. Isso ajudou muito na sua escolha. No tour que fez pela universidade, ela conheceu as instalações e principalmente os métodos de ensino aplicados.

“Quando eu fiz o tour eu me vi estudando lá. Lembro que falei para minha mãe: ‘mãe, é aqui!'”. Outro fator que ajudou na decisão foi a possibilidade de fazer um semestre de intercâmbio em outro país, especificamente na Inglaterra.

Além de todo o processo do Common Application, a NYU pede uma redação específica com o tema “Por que você quer a NYU?. A dica da Giovanna é “nunca escreva que é porque você quer morar em Nova York. “Na visão deles, isso significa que você pode querer qualquer universidade em Nova York”.

Para quem não pode fazer o tour antes, Giovanna aconselha: “Vá no site, veja tudo que chama sua atenção na NYU e passe para eles também o que você pode trazer para essa faculdade”.

Como aplicar para Artes na New York University?

Os candidatos que aplicam para a Tisch School of Arts na New York University passam por outras etapas específicas, que avaliam a história e o potencial de cada um na sua área específica. Portfolio, vídeo, entrevista e audições podem fazer parte do processo, dependendo da área de interesse.

Neste vídeo, damos dicas imperdíveis de como criar um portfólio completo e convincente: 

Para o curso de Teatro, especificamente, Giovanna explica que o candidato faz 2 monólogos contemporâneos contrastantes, comédia e drama, interpretando personagens da sua idade. “Eu gravei os monólogos e fiz upload no site, em audição”, lembra. Depois ela passou por uma entrevista, onde apresentou novamente (ao vivo) o seu monólogo via Zoom e respondeu às perguntas do professor.

“Nesta etapa na NYU eles focam muito mais no seu potencial do que naquilo que você está mostrando naquele momento. E usam o conteúdo das suas respostas para, se aprovado, eles te colocarem no estúdio certo, onde você se encaixa, onde eles sabem que você será desafiado e poderá brilhar”, conta Giovanna.

“A Daqui pra Fora me ajudou demais na gravação dos meus monólogos, dando dicas sobre a gravação, entrando em contato com o fotógrafo, me dando opções de estúdio e com quem gravar”.

Ainda para o Teatro, o candidato deve enviar um creative resumé (uma espécie de currículo com os papéis que você já fez) e uma foto headshot. No caso da Giovanna, o fotógrafo que fez o filme fez também esta foto, que ela usa até hoje como identificação na faculdade.

Para quem está aplicando para cursos que demandam audição, algumas orientações específicas na hora de produzir o vídeo são muito importantes. “Sem esse suporte, inclusive no momento da gravação, eu não teria conseguido. Fez toda a diferença no meu processo de seleção, me deu muita tranquilidade. Na verdade, para mim e para minha mãe, que sempre esteve ao meu lado. Sou muito grata por isso”, diz.

Como funciona o currículo na Tisch

Apesar de os dois primeiros anos em muitas universidades nos Estados Unidos serem mais abertos, com uma grade curricular bem flexível, a experiência da Giovanna na Tisch não foi bem assim. Três vezes por semana, desde o início do curso ela tinha estúdio, durante o dia todo, manhã e tarde. “O foco é na técnica, na voz, de movimento, que são a base, o que eles acham mais importante, ela explica.

Além do estúdio, no primeiro ano o schedulle é praticamente fechado. Mas há vários requirements exigidos durante todo o curso que o aluno escolhe as disciplinas da sua preferência, como de Ciências, Liberal Arts e Humanas. O aluno pode fazer as disciplinas de Psicologia, História da Arte, Antropologia, Sociologia, entre dezenas de opções.

“Na NYU eles incentivam o aluno a explorar os campos que você gosta. É aberto, mas no teatro eles partem do princípio que é isso que você quer fazer. Há uma abertura, mas você pode direcionar para o seu campo específico. Posso fazer um minor, por exemplo, em Business Teatral, que está diretamente ligado ao meu curso e vai me ensinar a manejar minha carreira”, conta Giovanna.

Mas caso o estudante perceba que não é isto que realmente quer, ele pode trocar de major e ir para outra área dentro da própria Tisch.

Vida além da sala de aula

A convivência com alunos de toda a universidade, de diferentes cursos, é intensa desde o primeiro ano. Os dorms no primeiro ano são garantidos para todos, especialmente para os alunos internacionais. São 4 alunos no mesmo quarto e você não escolhe com quem vai ficar.

“A ideia é que o aluno conheça e conviva com pessoas diferentes, de outros cursos e com interesses diferentes”, explica. Giovanna. “As minhas roommates eram de Psicologia, Social Work e Educação Musical, foi muito bom”.

A NYU tem ainda centenas de clubs (organizações estudantis), uma Brasa (club de brasileiros), e todo aluno, se tiver tempo, pode se envolver em praticamente qualquer um deles.

Na New York University, como o campus se mistura com as ruas, os alunos vivem muito a cidade. A interação é um pouco diferente da que acontece nos campos tradicionais, mas também acontece e é intensa.

Além disso, estar em Nova York, para alguém dessa área é viver em um mundo de oportunidades. “A cidade respira arte, ela está em todos os cantos, e a gente tem acesso a tudo isso. Pra mim, é o mais tocante de estar aqui”, conta.

Se interessou pela Tisch e pela vida acadêmica na NYU? Então conheça nossos programas e saiba como podemos ajudar você a realizar esse sonho.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Como-é-estudar-Arte-na-New-York-University.jpg 1000 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2021-03-20 10:30:202023-11-28 09:40:11Como é estudar Artes na New York University

Duolingo Test: veja como funciona o teste

5 de março de 2021/em Sem categoria /por Daqui pra Fora

O mais novo teste de proficiência em inglês, o Duolingo, vem crescendo e ganhando espaço nas universidades. Saiba tudo sobre ele e veja se vale a pena fazer. 

Para fazer faculdade em qualquer lugar do mundo onde o curso é ministrado em inglês, estudantes brasileiros precisam fazer uma prova de proficiência na língua, como é o caso do Duolingo Test.

As universidades usam este instrumento para se certificar que o candidato tem capacidade de acompanhar as aulas e de interagir com professores e colegas dentro e fora das salas de aula.

Há alguns testes muito conhecidos de proficiência em inglês, como o TOEFL, amplamente aceito em todo o mundo, e o IELTS, mais tradicional no Reino Unido, mas também bastante aceito em inúmeras instituições ao redor do planeta.

O Duolingo English Test (DET) é um teste de proficiência em inglês criado recentemente pelo aplicativo Duolingo. O mesmo aplicativo que desde 2013 é amplamente utilizado gratuitamente mundo afora para aprendizado de idiomas lançou este teste de proficiência e conhecimento.

Mesmo sendo muito recente, o Duolingo vem crescendo, principalmente após o início da pandemia e é cada vez mais aceito por universidades no mundo todo.

Como funciona o Duolingo English Test

Diferentemente do TOEFL e do IELTS, que passaram a ter testes que podem ser feitos em casa após o início da pandemia, o DET já nasceu online e feito de casa, ainda antes da chegada do Coronavírus. E ele tem uma estrutura bem diferente da dos seus “concorrentes” mais tradicionais.

Primeiro, é um teste mais simples. Você não vai se deparar com aquelas seções fixas mais convencionais Writing, Listening, Reading e Speaking.

As perguntas do Duolingo são transversais e avaliam ao mesmo tempo várias habilidades: Literacy (habilidade de ler e escrever), Comprehension (ler e escutar), Conversation (ouvir e falar) e Production (falar e escrever).

Elas seguem o modelo do próprio aplicativo. Pode ser uma pergunta onde você lê o enunciado e deve responder falando, ou ouvir e ter que responder por escrito, ler e falar, escutar e escrever, ou ainda descrever uma imagem.

Outra diferença é que o teste é adaptativo, ou seja, o nível do teste vai se adaptando ao conhecimento que o aluno apresenta durante a própria prova.

Quanto melhor o seu desempenho, mais difíceis as questões vão ficando. A ideia é que a prova atinja o nível do candidato e que, assim, ele possa ser avaliado de forma mais precisa.

A duração também não é igual a dos outros testes de proficiência, que levam cerca de 3 horas. O DET não chega a 1 hora. São basicamente 45 minutos divididos em três partes.

Estrutura e pontuação do Duolingo

A primeira parte da prova, o Quick Setup, dura 10 minutos e não é avaliada, ou seja, não tem nota. É apenas uma introdução às regras e procedimentos do teste.

Em seguida, por 25 minutos, o candidato responde às questões adaptativas. Nesta parte está o grande volume do teste, onde todas as habilidades são avaliadas.

A ordem das questões é aleatória. Apenas as duas últimas perguntas são padrão: em uma delas o aluno deve escrever um pequeno texto com 50 a 100 palavras e na outra ele deve responder falando por 30 a 90 segundos.

A terceira parte é a Video Interview & Writing Sample. Nela o candidato responde a duas questões abertas e dissertativas. Nas duas, o candidato escolhe um entre dois temas propostos (diferentes para cada questão).

Na primeira ele deve falar por 3 a 5 minutos sobre o tema que escolheu. E na segunda, deve escrever por 3 a 5 minutos a respeito do outro tema escolhido. Em cada uma, o aluno tem 30 segundos para planejar sua resposta.

Para esta etapa não é atribuída nota, porém as respostas são enviadas para as universidades onde o aluno estiver aplicando.

Pontuação e regras

A escala de pontuação do Duolingo English Test vai de 10 a 160 pontos e o score aumenta de 5 em 5 pontos. Os resultados incluem a pontuação geral e a pontuação por habilidade.

A pontuação geral não é uma média exata do resultado de cada habilidade. As 5 pontuações (a das 4 habilidades e a geral) são calculadas independentemente e correspondem a combinações ponderadas das questões, de acordo com a importância de cada uma delas.

De acordo com o resultado, o aluno entra em uma determinada faixa de pontuação. Elas vão de 10 a 55 pontos, de 60 a 85, 90 a 115, 120 a 160.

Na faixa mais baixa (10 – 55 pontos), por exemplo, o aluno é classificado como “capaz de entender palavras e expressões básicas e se expressar em contextos familiares”. Na mais alta (120 – 160), o aluno é “capaz de usar o idioma de forma eficaz e flexível para a maioria dos propósitos sociais, acadêmicos e profissionais.

Como o teste pode ser feito em casa, regras rígidas de segurança precisam ser seguidas.

O candidato precisa estar sozinho, em ambiente silencioso e bem iluminado. Precisa estar com os ouvidos à mostra (não cobertos pelo cabelo), não pode usar óculos escuros nem fone de ouvido. Também não pode ter material para fazer anotações.

Algumas exigências podem parecer irrelevantes, mas dão credibilidade ao exame junto às universidades.

O computador deve ter câmera, alto-falante, microfone e conexão de internet estável. O aluno precisa ter em mãos passaporte ou outro documento oficial com foto. O teste é gravado do início ao fim.

O resultado sai em 48 horas. E o aluno pode refazer o teste quantas vezes quiser, desde que não o faça mais de 2 vezes no período de 30 dias. O valor do teste é U$ 49,00.

Onde o Duolingo é aceito

O Duolingo cresceu e vem sendo cada vez mais aceito pelas universidades em diversos países. Já faz parte do processo seletivo de mais de 1.500 instituições, incluindo 1.028 nos Estados Unidos, 167 no Canadá, 28 na Austrália e 2 na Holanda.

Nos Estados Unidos, algumas das mais importantes universidades, como Yale, Columbia, Duke e UCLA, já aceitam o Duolingo. No Canadá, a University of British Columbia e a University of Toronto, algumas das mais prestigiadas do país e do mundo, também aceitam.

No caso do Reino Unido, o IELTS é exigido para se obter o visto, então ele é mais recomendado.

Apesar de o DET estar sendo cada vez mais difundido, muitas universidades ainda não o aceitam. Por isso, é fundamental checar nas universidades onde você pretende aplicar se o Duolingo é suficiente para você ser admitido.

Quer mais informações sobre o DET e demais testes de proficiência em inglês? Fale com um dos nossos especialistas. Basta preencher o formulário abaixo.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Duolingo.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2021-03-05 16:02:582023-12-18 22:05:50Duolingo Test: veja como funciona o teste

Quanto custa fazer faculdade no Canadá?

23 de fevereiro de 2021/em Sem categoria /por Daqui pra Fora

O custo-benefício de fazer faculdade no Canadá tem atraído cada vez mais estudantes internacionais. Veja quanto custa e as vantagens de estudar nesse país. 

A excelência do ensino superior e a ótima qualidade de vida nas cidades têm atraído cada vez mais estudantes estrangeiros para as universidades canadenses. A experiência mostra que essa dobradinha faz com que o custo-benefício de fazer faculdade no Canadá valha muito a pena.

Se o seu sonho é fazer faculdade no Canadá, fique por dentro dos custos envolvidos e quais são as vantagens de estudar neste país famoso por receber bem os visitantes internacionais. Siga a leitura até o final e fique por dentro de tudo!

Vantagens de fazer faculdade no Canadá

Alguns números ajudam a comprovar essa realidade. As 3 melhores universidades do país estão entre as 40 melhores do mundo, segundo o ranking da Times Higher Education: University of Toronto (21), University of British Columbia (41) e Mc Gill University (49).

E de acordo com o ranking USNews para qualidade de vida, o Canadá ainda é o primeiro colocado entre todos os países do mundo.

Reconhecido por acolher muito bem estrangeiros e ser um dos países que mais recebem alunos internacionais, o Canadá é repleto de cidades limpas, organizadas e seguras, de costa a costa. Com belezas naturais em todo o território, o país ainda está entre os 10 mais eco-friendly do mundo.

Ah, então, diante de tudo isso, fazer faculdade no Canadá deve ser inacessível, você pode pensar. Não é. Os valores das anuidades e o custo de vida não diferem muito do que acontece em outros países, como os Estados Unidos, por exemplo, e em vários países europeus.

Em muitos casos, são consideravelmente mais baixos. Vale lembrar que o dólar canadense tem menor valor que o dólar americano

Qual o valor de uma faculdade no Canadá?

Quando se planejam gastos com um estudante no Canadá é preciso pensar em basicamente 3 fatores: tuition, moradia e alimentação. Cada um deles varia muito, de acordo com a universidade, com a localização e também com o estilo de vida de cada um.

Por isso, pode-se pensar em fazer faculdade no Canadá gastando de CAN $ 30 mil a CAN $ 75 mil por ano, aproximadamente. Essa larga margem atende, portanto, diversos “bolsos”.

O principal gasto é com a anuidade da faculdade, ou Tuition fees. Os valores são muito diversos, podem ir de aproximadamente CAD $ 15 mil a CAD $ 55 mil por ano.

Em ótimas instituições, como Mount Royal University, o valor da tuition fica próximo a CAD $ 22 mil. Na University of Alberta, 5a melhor do país, a anuidade custa CAN $ 35 mil.

Também é preciso planejar a moradia. Muitas universidades oferecem moradia no campus, o que é bastante recomendado, principalmente nos primeiros anos do curso.

Os planos anuais podem incluir também alimentação. É fundamental checar essa opção e os valores na sua pesquisa. Assim como a anuidade, estes preços podem variar bastante de universidade para universidade.

Há também as moradias fora do campus, geralmente apartamentos que podem ser divididos com outros estudantes.

Cabe a cada aluno e sua família, de acordo com o seu perfil e possibilidades, definir o tipo de moradia e alimentação pelo qual vai optar. Pesquisar no site das universidades e das regiões onde elas ficam certamente vai ajudar na hora de fazer a escolha.

O custo anual estimado na University of Alberta, por exemplo, incluindo tuition, moradia e alimentação, fica em torno de CAN $ 50 mil. Já na UBC, a 2a melhor do país, este valor fica por volta de CAN $ 60 mil. Na University of Calgary, fica próximo de CAN $35 mil.

Outros gastos, trabalho e bolsa de estudos no Canadá

Além da anuidade, da moradia e da alimentação, há outros custos que fazem parte do dia a dia do estudante durante o período da graduação no exterior. E no Canadá não é diferente.

O aluno invariavelmente vai gastar com transporte, roupas, supermercado (mesmo com alimentação no campus, os alunos fazem suas compras), passeios, lazer e outras vontades e necessidades que cada um tem.

São valores bastante particulares, que diferem muito de acordo com o estilo de vida de cada um, com as possibilidades da família e ainda com a cidade e região onde o aluno vai estudar.

Vale a pena lembrar que no Canadá os estudantes internacionais podem trabalhar até 20 horas por semana. Para muita gente este acaba sendo um aspecto importante, que pode ajudar no dia a dia durante toda a jornada.

Além disso, alunos internacionais podem solicitar e obter bolsa de estudos. O primeiro passo para quem tem interesse é deixar claro durante o processo de candidatura.

Cada universidade canadense tem seu próprio critério para definir quem terá direito ao benefício e o valor que será oferecido. É preciso seguir à risca os passos de todo o processo e fornecer todos os dados e documentos exigidos.

É fundamental também pesquisar bastante sobre as características das universidades. Procure saber sobre os cursos que elas oferecem, sobre a grade curricular, o sistema de ensino, a localização, o clima e estilo de vida local.

O ideal é buscar um destino que combine ao máximo com o seu perfil. Afinal, serão 4 anos vivendo e estudando por lá.

Há 20 anos a Daqui pra Fora assessora estudantes brasileiros na preparação para o processo seletivo para universidades no Canadá e em outros países. Na turma de 2020, dezenas de alunos foram aceitos com 10% a 50% de bolsa em universidades canadenses. Só na University of British Columbia, por exemplo, 6 alunos receberam entre CAN $ 10 mil e 25 mil de benefício anual.

O que é preciso para fazer faculdade no Canadá?

O processo seletivo para ingressar em uma universidade canadense não é padrão. Os requisitos solicitados aos candidatos variam de universidade para universidade.

Em geral, as instituições costumam solicitar o histórico escolar do aluno, que inclui as notas dos últimos 4 anos da escola, a nota do TOEFL ou do IELTS (exame de proficiência em inglês) e notas de provas padronizadas (ENEM e SAT/ACT).

Em alguns casos, pode haver outras etapas. Redações, cartas de recomendação de professores e coordenadores do colégio, descrição de atividades extracurriculares e portfólio estão entre os requisitos que podem ser solicitados.

Por isso, é fundamental checar com atenção o que a universidade do seu interesse exige para poder se organizar e fazer uma boa preparação.

Se você precisa de assistência especializada para fazer faculdade no Canadá, converse com a gente e entenda como podemos ajudar nesse processo.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Feed.png 600 600 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2021-02-23 16:47:492024-01-18 14:07:49Quanto custa fazer faculdade no Canadá?

TOEFL: saiba o que é e como funciona esse teste

14 de fevereiro de 2021/em Austrália, Canadá, Estados Unidos, Holanda, Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Entenda como funciona o TOEFL, prova de proficiência em inglês para alunos internacionais que é exigida por universidades de diversos países como EUA, Canadá, Austrália e Holanda.

Para ser admitido em uma universidade americana, o estudante brasileiro precisa mostrar que o seu nível de inglês é suficiente para acompanhar as aulas. O mesmo acontece em qualquer universidade no mundo onde a língua adotada é o inglês.

A principal ferramenta utilizada pelas universidades nos Estados Unidos para medir o nível de proficiência dos candidatos é o TOEFL (Test of English as Foreign Language – Teste de Inglês como língua Estrangeira).

Confira as dicas da nossa especialista, Letícia Cunha, que trabalha na Daqui pra Fora há mais 10 anos com jovens que pretendem cursar uma graduação no exterior:

Como funciona o TOEFL?

O TOEFL (Test of English as a Foreign Language) e o IELTS (International English Language Testing) são provas de proficiência em inglês obrigatórias para admissão de estudantes que não têm o inglês como língua nativa.

O exame é aplicado para admissão nas universidades e pode ser feito online ou presencialmente. É administrado todos os meses no Brasil em centros autorizados nas principais cidades do país.

A prova dura até 4 horas e é dividida em 4 seções: Compreensão de Texto (Reading), Compreensão de Voz (Listening), Oralidade (Speaking) e Escrita (Writing). Cada seção vale 30 pontos, sendo, portanto, 120 pontos a pontuação máxima.

Entendendo o contexto do TOEFL

Diferentemente do que acontece aqui no Brasil, as universidades americanas adotam um método holístico para selecionar quem serão os aprovados em seus processos seletivos. Nele, vários aspectos da trajetória acadêmica e da vida pessoal do candidato são avaliados.

A application, ou candidatura, que o aluno envia às universidades é composta, portanto, por diferentes etapas. Todas elas são importantes. São solicitados, basicamente, o histórico escolar, cartas de recomendação, atividades extracurriculares, uma redação de caráter pessoal, além do SAT ou o ACT (prova padronizada). O TOEFL é mais um elemento fundamental da application.

Por dentro da estrutura da prova

Existem várias modalidades diferentes de TOEFL, prova administrada pela ETS (Educational Testing Service). Entre elas, a prova desenvolvida para o ingresso no ensino superior é o TOEFL IBT (Internet Based Test). Ele é adotado em todo território americano e por inúmeras outras instituições em diversos países.

O TOEFL IBT é a ferramenta que permite à universidade avaliar se o aluno domina o inglês a ponto de estar apto a acompanhar o curso.

O exame é dividido em 4 sessões que focam diretamente nas habilidades que o estudante vai precisar utilizar durante toda sua vida acadêmica. As sessões são Reading, Writing, Listening e Speaking.

Na sessão de Reading o aluno deve mostrar sua capacidade de interpretar o conteúdo lido. São apresentados 3 ou 4 trechos, cada um com aproximadamente 700 palavras e 10 questões.

A sessão Listening mede quanto o candidato consegue entender conversas e palestras. Os áudios contêm a linguagem utilizada nos campus das universidades. São 3 ou 4 áudios do tipo palestra (lecture), que duram de 3 a 5 minutos, com 6 perguntas para cada um. As conversas (2 ou 3 áudios) têm 3 minutos e 5 perguntas cada uma.

Na parte de Speaking, o candidato deve mostrar que sabe se expressar oralmente dentro de um contexto acadêmico. São 4 tarefas. O aluno tem de 15 a 30 segundos para se preparar para cada uma delas e 45 a 60 segundos para responder.

Em Writing, o exame avalia a habilidade do aluno em escrever em nível acadêmico. Espera-se nesta sessão que ele consiga expressar suas ideias de forma clara e organizada.

Outra modalidade do TOEFL voltada para os jovens é o ITP (Institutional Testing Program). Porém esta prova é mais direcionada para avaliação final de cursos de idiomas e para cursos de curta duração, não para graduação.

Sobre a nota do TOEFL IBT

Cada sessão do TOEFL IBT vale 30 pontos. Portanto, o aluno pode ter uma nota final de até 120 pontos.

Você pode estar se perguntando: mas qual a nota mínima que eu preciso atingir para ser aprovado? A resposta é: este número não existe. Cada universidade tem o seu critério de exigência em relação ao TOEFL e estabelece sua própria nota de corte.

Algumas universidades exigem 70 ou 80 pontos e as mais competitivas podem exigir acima de 100 (dos 120 possíveis). Portanto, uma nota mais alta abre um leque maior de opções para aplicar. Quando estiver pesquisando as universidades do seu interesse, vale a pena aproveitar para checar o mínimo que cada uma requer no TOEFL.

Algumas universidades podem exigir uma nota mínima em alguma sessão específica, especialmente em Reading e Writing. Por isso, quando pesquisar a nota de corte no site da universidade, verifique também se há alguma exigência nesse sentido, para não ser surpreendido.

Sua nota no TOEFL IBT fica disponível por 2 anos. Você pode fazer a prova quantas vezes quiser em busca do seu melhor desempenho.

Colocando o TOEFL em prática

O TOEFL é oferecido no Brasil em diversas datas ao longo do ano. Para se inscrever, basta acessar o site oficial da prova, o site da ETS . Lá você encontrará as datas e locais disponíveis. Mesmo sendo um exame online, ele é feito em centros de aplicação. Há muitos espalhados pelo Brasil. O preço da inscrição é U$ 215,00.

Para buscar o seu melhor desempenho no TOEFL, o ideal é fazer ao menos um simulado da prova. Esta experiência é fundamental para entender como funciona cada sessão da prova e para se familiarizar com o formato e com o conteúdo dela.

Ainda é uma ótima oportunidade para treinar a administração do tempo. Você pode fazer quantos simulados quiser.

Se você tem interesse em fazer um simulado para se familiarizar com o teste e avaliar o seu desempenho, entre em contato com o nosso time que podemos ajudar você nessa importante etapa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Imagem_FEED.jpg 1114 1114 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2021-02-14 12:44:442024-02-14 11:12:52TOEFL: saiba o que é e como funciona esse teste

SAT – Tudo sobre o “Enem Americano”

7 de fevereiro de 2021/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

O SAT é a prova mais utilizada pelas universidades americanas no processo de admissão dos candidatos. Trazemos aqui tudo que você precisa saber sobre esse teste padronizado.

Quem planeja fazer faculdade nos Estados Unidos deve saber que o processo seletivo por lá não é baseado em uma única prova. As universidades americanas levam em conta diferentes aspectos da vida acadêmica e pessoal dos candidatos. O SAT, uma prova de conhecimentos, é um deles.

O que é o teste padronizado SAT?

O SAT (Scholastic Aptitude Test – Teste de Aptidão Escolar) é o mais tradicional teste utilizado pelas universidades americanas para selecionar os candidatos. É aceito por todas as universidades nos Estados Unidos e também por inúmeras instituições em vários outros países.

Assim como o Enem no Brasil, o SAT é uma prova unificada e padronizada, que avalia o desempenho acadêmico dos alunos. Porém, diferente do que acontece aqui, ele é um dos componentes da candidatura, ou application. Não o único.

O histórico escolar, as atividades extracurriculares, as cartas de recomendação e uma redação de caráter pessoal também são fundamentais na avaliação que é feita pelo departamento de admissões das universidades. Ele vai reunir todas essas informações para formar o perfil de cada candidato.

Portanto, o resultado dessa prova vai ajudar a determinar em qual ou quais universidades você vai ser aceito ou não. Mesmo não sendo o único critério de avaliação, uma nota mais alta sempre abre um leque maior de possibilidades. Por isso, é muito importante se preparar bem para o SAT.

Como é a prova do SAT?

Para estar bem preparado, o primeiro passo é conhecer a estrutura da prova. Então, vamos entender como ela funciona.

O conteúdo do exame é outra diferença em relação ao ENEM. O SAT aborda apenas 2 matérias: Matemática (raciocínio lógico) e Inglês (leitura / interpretação de texto e escrita). E tem a Redação, que é opcional.

O aluno tem 100 minutos para resolver as 96 questões de Inglês (65 minutos para as de leitura e 35 para as de escrita) e 80 minutos para as 58 questões de Matemática (45 delas são de múltipla escolha). Ou seja, para fazer as provas de Inglês e Matemática, você pode levar no máximo 3 horas.

Lidar com o tempo é um dos maiores desafios do SAT. Portanto, a dica principal é fazer os simulados para ir se adaptando a esse tipo de prova.

Como é calculada a nota?

Cada uma das duas seções do SAT vale de 200 a 800 pontos. Então, no total, o candidato pode ter no mínimo 400 e no máximo 1600 pontos. A Redação tem uma pontuação diferente e separada. Vale de 2 a 8 pontos.

As universidades mais competitivas, como Stanford, Harvard e MIT, por exemplo, geralmente exigem um score acima de 1480 dos candidatos.

Mas você pode estudar em excelentes universidades nos Estados Unidos, ranqueadas entre as 200 melhores do mundo, com um score próximo a 1100, tranquilamente.

Lembrando sempre que este não é o único fator que vai determinar a admissão dos candidatos nas universidades americanas.

Como você pode fazer a prova mais de uma vez, a nota que será enviada para as universidades na sua application será sempre a melhor de cada uma das duas seções. Mesmo que elas tenham sido obtidas em dias diferentes. É o chamado Superscore.

Ou seja, se na primeira vez que você fez a prova, sua nota de Matemática foi melhor que nas outras, é ela que vai contar. E se sua melhor pontuação em Inglês foi na segunda vez (ou mesmo na terceira), também é ela que vai valer.

O SAT é aplicado online e está disponível para alunos do mundo inteiro. No Brasil ele acontece 5 ou 6 vezes por ano em dezenas de test centers espalhados em diferentes Estados. As datas estão disponíveis no site do College Board, organização responsável pela administração do teste.

O SAT Subject e a Redação

O SAT Subject, um exame complementar ao SAT exigido por algumas universidades e que aborda disciplinas específicas, acaba de ser extinto pelo College Board. O mesmo aconteceu com a Redação do SAT, que era opcional.

A determinação vale para as applications que ocorrerão a partir do próximo ciclo, ou seja, para quem pretende começar a universidade no Fall 2022 (a partir de agosto de 2022).

A Redação (ou Essay) ainda estará disponível neste semestre para candidatos no mundo todo. O SAT Subject se mantém apenas para candidatos de fora dos Estados Unidos.

Universidades também aceitam o ACT

O SAT não é o único teste aceito pelas universidades nos Estados Unidos. O ACT também é amplamente adotado em todo o país. Ele é dividido em 4 seções: Matemática, Inglês, Interpretação de texto e Ciências e é composto por  um total de 215 questões de múltipla escolha.

Cada seção vale de 1 a 36 pontos e o candidato tem 175 minutos para fazer.

Assim como acontece com o SAT, o teste é online e também existem simulados disponíveis. Eles são importantes para você conhecer a prova e ainda podem te ajudar a descobrir em qual delas você tem um desempenho melhor.

O primeiro passo para escolher em qual prova focar é realizar um simulado dos dois testes. Clique na imagem abaixo para realizar nossos simulados gratuitos.

Uma boa preparação

O SAT é bem diferente das provas que os alunos brasileiros estão acostumados a fazer. Por isso, é importante se preparar com o radar voltado para aquilo que o teste realmente exige. Você precisa saber o que estudar, como estudar e treinar bastante, principalmente com os simulados.

Tudo isso vai te ajudar a não perder tempo durante a prova, além, claro, de dar mais segurança em relação ao próprio conteúdo.

É importante também estabelecer objetivos e metas, sempre de acordo com o seu perfil. Determinar, por exemplo, em quais universidades mirar certamente vai aumentar suas chances de sucesso.

Uma consultoria especializada pode ser definitiva durante essa jornada. Há 20 anos, a Daqui pra Fora orienta estudantes brasileiros na preparação para as provas e também em todo o processo de application.

Nesse período, já orientamos mais de 3.000 alunos, com os mais diferentes perfis, e obtivemos mais de 10.000 aprovações nas 100 melhores universidades do mundo, incluindo em todas que fazem parte da Ivy League.

Quer saber mais sobre o nosso trabalho? Agende uma consulta e receba informações essenciais para começar o seu processo.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2021/02/SAT.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2021-02-07 12:00:532023-12-12 22:41:56SAT - Tudo sobre o “Enem Americano”

Conheça as melhores universidades de Economia do mundo

13 de janeiro de 2021/em Cursos /por Daqui pra Fora

Economia é tradicionalmente um dos cursos mais procurados por estudantes do mundo todo. Hoje em dia, não é diferente. A economia está presente em todo lugar, seja na água que bebemos ou nas mais complexas transações internacionais. Então, destacamos a seguir algumas das melhores universidades de Economia do mundo.

Não importa a área de atuação: empresarial, mercado financeiro, auditoria, políticas públicas, comércio internacional ou outras, uma sólida formação acadêmica pode fazer toda a diferença na vida profissional.

Frequentar uma dessas universidades é certeza de excelente formação, ótima networking, melhores oportunidades de estágio, bem como uma experiência inesquecível ao lado de professores e alunos do mundo inteiro.

De acordo com o QS World University Ranking, dos 10 melhores cursos de Economia do mundo, 7 estão nos Estados Unidos e 3 no Reino Unido. O Canadá tem 2 universidades entre as Top 25 e a Holanda também se destaca com 5 universidades entre as Top 100.

Melhores universidades de Economia do mundo

Melhores universidades da América do Norte

Harvard University – #1

Harvard ocupa a 1a posição no QS World University Ranking das melhores faculdades de Economia do mundo há 3 anos, com conceito máximo em vários quesitos, entre eles empregabilidade e reputação acadêmica.

A universidade está localizada em Cambridge, a poucos quilômetros de Boston, Massachusetts. Além de ser a mais antiga instituição de ensino superior do país, está entre as mais prestigiadas do mundo em termos de ensino e pesquisa.

Aproximadamente 25% dos seus 21.261 estudantes são internacionais. Atualmente o campus comporta 10 faculdades, o Instituto Radcliffe de Estudos Avançados, 2 teatros, 5 museus, além da maior biblioteca acadêmica do mundo.

Entre seus ex-alunos estão 8 presidentes dos Estados Unidos, mais de 30 Secretários de Estado e 45 laureados com o prêmio Nobel. Conheça algumas curiosidades sobre Harvard para aprender mais sobre a instituição.

Massachusetts Institute of Technology (MIT) – #2

Também localizado em Cambridge, Massachusetts, o MIT tem o 2o melhor curso de Economia do mundo, de acordo com o QS World University Ranking.

Quinta melhor universidade do mundo, pelo ranking da Times Higher Education, o MIT é reconhecido internacionalmente pela excelência acadêmica e por ter na inovação o cerne da sua filosofia educacional.

O MIT é organizado em 5 faculdades e o departamento de Economia faz parte da Faculdade de Humanidades, Artes e Ciências Sociais. Ao mesmo tempo, professores do departamento já receberam inúmeros prêmios, incluindo o Nobel, e trabalharam em diversos escritórios da American Economic Association.

O MIT tem um campus diverso e vibrante, com 34% dos seus 11.276 estudantes estrangeiros, além de 1.000 professores também vindos de diferentes países.

Os alunos participam de mais de 500 organizações estudantis, onde podem escolher entre dança, música, teatro, esportes, escrita, entre outros.

A proximidade com a indústria e com a pesquisa ajudou os ex-alunos do MIT a criar mais de 30 mil empresas, 4,6 milhões de empregos e US$ 1,9 trilhão de receita anual.

Por isso, dizem que se houvesse uma nação formada por graduados no MIT, ela seria a 10a maior economia do mundo.

University of British Columbia (UBC) – #22

Segundo o ranking QS World University Ranking, UBC tem a melhor faculdade de Economia do Canadá e o 22o do mundo, a Vancouver School of Economics, além de a universidade estar entre as melhores do país.

Uma das mais antigas instituições de ensino superior do país, UBC oferece mais de 500 cursos de graduação e pós. Ao mesmo tempo, seu campus, reconhecido pela beleza e modernidade, fica no centro de Vancouver, um hub cultural e econômico dentro de uma das cidades com melhor qualidade de vida do mundo.

A boa reputação de UBC se deve a grandes investimentos em pesquisa (mais de 660 milhões de dólares por ano que impulsionam mais de 9.500 projetos por ano) e ótima qualidade de ensino.

Aproximadamente 32% dos seus 52.123 alunos são internacionais. Ex-alunos e professores da UBC já ganharam vários prêmios internacionais. Um deles é Robert Mundell, ex- aluno de Economia da UBC, que em 1999 ganhou o Prêmio Nobel de Economia com sua análise inovadora das taxas de câmbio e política monetária.

Melhores universidades da Europa

London School of Economics and Political Science (LSE) – #5

Uma das principais referências em universidades na área de Ciências Sociais, LSE é a 5a melhor do mundo em Economia, de acordo com o QS World University Ranking.

É reconhecida também como uma das universidades mais internacionais do mundo, com 72% dos seus 10.660 alunos e 46% dos professores e funcionários sendo estrangeiros. Dessa forma, mais de 100 línguas diferentes são faladas no campus.

A LSE está localizada no efervescente centro de Londres, muito próximo a um dos principais centros financeiros e culturais da Europa.

Por isso, está constantemente envolvida em assuntos ligados ao presente e futuro do Reino Unido e do mundo. Lá se formaram 70 parlamentares britânicos e 18 vencedores do Prêmio Nobel, por exemplo.

University of Oxford – #9

Primeira colocada no ranking 2024 da Times Higher Education de melhores universidades do mundo, a University of Oxford tem a 2a melhor faculdade de Economia do Reino Unido e a 9a melhor do mundo, de acordo com o QS World University Ranking.

Localizada na cidade medieval de Oxford, a universidade é a mais antiga do mundo em língua inglesa. É composta por 44 faculdades com 250 cursos de graduação e suas mais de 100 bibliotecas formam o maior sistema de bibliotecas do Reino Unido. Oxford tem 22.000 alunos, aproximadamente metade na graduação e 40% deles internacionais.

Cerca de 5% de todos os pesquisadores acadêmicos do Reino Unido estão em Oxford e a universidade já formou 26 laureados com o Prêmio Nobel, 26 primeiros-ministros britânicos e vários outros líderes mundiais, como por exemplo Bill Clinton e Indira Ghandi.

Tilburg University (TiU) – #36

Uma das principais universidades da Holanda e da Europa, Tilburg se destaca em várias áreas, como Economia, Direito e Psicologia. De acordo com o QS Top Universities Ranking, Tilburg tem o melhor curso de Economia do país e o 36o do mundo.

Visto que está localizada no sul da Holanda, um dos países mais atrativos para estudantes universitários, Tilburg University recebe estudantes de mais de 100 países. Dos 17.376 alunos, 3.105 são internacionais; igualmente, dos 71 cursos que TiU oferece, 48 são em inglês, entre eles, Economia.

O curso de Economia faz parte da Tilburg School of Economics and Management (TiSEM), a maior das 5 faculdades que compõem a universidade.

TiSEM tem 7.000 alunos, entre graduação e pós, 27% deles internacionais, e é reconhecida como uma das principais escolas da Europa em pesquisa e ensino na área de Economia e Negócios.

Tem vontade de estudar em uma dessas universidades? Converse com a gente e veja como podemos a gente pode ajudar você a realizar esse sonho. Preencha o formulário abaixo para começarmos o papo.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2021-01-13 09:50:502023-12-29 14:29:08Conheça as melhores universidades de Economia do mundo

Quais são as melhores universidades da Austrália?

22 de dezembro de 2020/em Austrália /por Daqui pra Fora

Pense em um país com paisagens incríveis, praias e montanhas, com muita segurança, excelente qualidade de vida e ainda educação excelente. Assim sendo, as melhores universidades da Austrália estão entre as melhores do mundo, atraindo jovens do mundo inteiro para o país.

Atualmente, a Austrália é o terceiro país com maior número de estudantes internacionais do mundo, atrás apenas do Reino Unido e dos Estados Unidos. Entretanto, se trata de um país com apenas 24 milhões de habitantes.

Das 37 universidades do país, 5 estão entre as 65 melhores do mundo, segundo o ranking 2024 Times Higher Education. Elas ficam em diferentes cidades e regiões do país e todas são reconhecidas mundialmente pois possuem excelência em ensino e pesquisa, assim como pela multiculturalidade dos seus ambientes.

Conheça as 5 melhores universidades da Austrália

 

University of Melbourne – #1

Fundada em 1853, a University of Melbourne é a segunda mais antiga universidade da Austrália. Primeiramente, é considerada hoje a melhor do país e a 37a melhor do mundo, de acordo com o ranking 2024 da Times Higher Education.

Cerca de 48% dos seus 47 mil estudantes são internacionais, vindos de 130 países. O campus principal fica em Melbourne, e há outros vários campi espalhados pelo estado de Victoria.

A University of Melbourne é composta por 10 faculdades, enquanto o campus ainda comporta vários museus e galerias que abrangem as mais diversas áreas, como história da medicina, história da arte, anatomia e patologia.

Os alunos têm a possibilidade de participar de inúmeras associações ou clubs, que atendem todas as preferências, ainda que não ligadas à área acadêmica.

Muito prestigiada em ensino e pesquisa, a University of Melbourne já teve 7 laureados com o Prêmio Nobel.

University of Sydney – #2

Segunda entre as melhores universidade da Austrália, segundo o ranking 2024 THE, a University of Sydney é a mais antiga instituição de ensino superior do país. Com cerca de 46.000 alunos de mais de 170 países (entre graduação e pós) e um staff com 8.000 pessoas, a universidade oferece 230 programas em outros 30 países.

Os alunos podem optar por mais de 100 majors e minors, conforme seus próprios interesses.

Internacionalmente reconhecida por sua excelência em pesquisa, a University of Sydney é a 60a colocada no ranking mundial da THE. É a primeira colocada do país em empregabilidade, enquanto no quesito sustentabilidade é a primeira do país e a segunda do mundo.

Mais de 200 clubes e associações de alunos tornam a vida dos estudantes mais rica e dinâmica na University of Sydney.

 

Australian National University (ANU) – #3

Fundada em 1946, a Australian National University, como uma universidade de pesquisa e pós-graduação pelo Parlamento da Austrália. Em 1960 foram adicionados os cursos de graduação e hoje a ANU é considerada a 3a melhor universidade do país e a 67a do mundo, de acordo com o ranking THE.

O campus principal fica no coração de Camberra, capital do país e sede do governo, próximo ao Parlamento, assim como importantes instituições políticas e culturais. Além dos prédios das faculdades, o campus abriga ainda quatro sociedades científicas da Austrália, 11 prédios residenciais e 6 bibliotecas (duas delas abertas 24 horas).

Os alunos da ANU têm a oportunidade de se relacionar com líderes da indústria e do governo por meio de estágios e ainda podem participar de programas internacionais, além de inúmeras atividades no próprio campus.

Dos 18.800 alunos, 47% não são australianos. Dividida em 7 faculdades, a ANU oferece classes pequenas, o que ajuda na interação com colegas e professores. Os alunos podem optar por diplomas duplos, com mais de 50 opções de cursos, e ainda têm a possibilidade de adaptar o currículo às suas paixões e objetivos.

 

The University of Queensland (UQ) – #4

Quarta melhor universidade da Austrália e 70a  do mundo, UQ é uma das maiores universidades do país, com cerca de 53.000 estudantes (entre graduação e pós), cerca de 18.000 deles internacionais, vindos de 143 países.

Localizada em Brisbane, UQ possui 3 campus (St Lucia – o principal, Gatton e Herston) e 8 institutos de pesquisa, todos mundialmente reconhecidos e que atraem uma comunidade interdisciplinar de mais de 1.500 pesquisadores do mundo todo nas áreas de ciências biológicas, ciências sociais e engenharia.

UQ tem vários programas ligados à empregabilidade dos estudantes, que promovem eventos e workshops, bem como orientam os alunos no planejamento da carreira e no desenvolvimento de habilidades.

UQ tem hoje cerca de 280.000 ex-alunos, que formam uma potente networking abrangendo mais de 170 países.

Monash University – #5

Fundada em 1958, a Monash University é hoje a maior universidade da Austrália, com mais de 57.000 alunos (43% deles internacionais). Além disso, é considerada a 5a melhor da Austrália e a 54a melhor do mundo pelo ranking 2024 da THE.

Monash tem 4 campi na Austrália, o principal em Clayton (Melbourne), no Estado de Victoria, onde ficam 8 faculdades. Assim também há inúmeras oportunidades de atividades culturais, esportivas e educacionais, bem como a possibilidade de participar de vários projetos importantes de pesquisa.

Há ainda unidades na Índia, China, Malásia e Itália.

Por ser a maior universidade da Austrália, Monash oferece uma enorme variedade de cursos e disciplinas, cerca de 6.000, em 10 diferentes faculdades. Sendo assim, o aluno pode criar seu currículo de forma muito pessoal, de acordo com suas áreas de interesse.

Se interessou em estudar na terra dos cangurus? A Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência que você precisa para realizar esse sonho. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/12/BLOG-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-12-22 11:57:512024-01-23 11:33:47Quais são as melhores universidades da Austrália?

Conheça as melhores universidades de Londres

11 de dezembro de 2020/em Reino Unido /por Daqui pra Fora

Um dos maiores centros financeiros e culturais do mundo, a capital da Inglaterra e do Reino Unido atrai há séculos gente de todo o planeta pelos mais variados motivos. O glamour da tradicional família real, a rica história e arquitetura da cidade, a vida vibrante dos pubs, parques, centros culturais e excelentes universidades. Todos esses são fatores que fazem de Londres um lugar único e um dos mais visitados do mundo.

Pulsante, moderna, elegante, a cidade que tem o metrô mais antigo do mundo (e um dos melhores), que tem o Big Ben, o Palácio de Buckingham e muitos outros pontos turísticos e históricos, abriga também algumas das melhores, mais tradicionais e multiculturais universidades do mundo.

É, portanto, o destino de milhares de estudantes que chegam todos os anos dos quatro cantos do planeta para estudar no Reino Unido. Separamos neste post as 5 melhores universidades de Londres para você conhecer melhor. Confira!

As 5 melhores universidades de Londres

Imperial College London – #1

Focada em Ciências, Engenharia, Medicina e Business, a Imperial College London é a 8a colocada no ranking mundial QS Top Universities, número 1 em Londres e, portanto, uma das mais importantes e bem conceituadas do Reino Unido.

O campus fica no centro da cidade, em South Kensington, região rodeada por museus e centros culturais, próximo ao Hyde Park e ao Kensington Palace. Portanto, não falta área verde para desfrutar a menos de 10 minutos de caminhada.

Entre os cerca de 17 mil estudantes da Imperial College, mais da metade (58%) são estrangeiros de mais de 140 países, que formam uma prestigiada comunidade internacional de pesquisadores. É, portanto, uma das universidades mais internacionais do mundo.

A pesquisa de ponta com grande influência no meio acadêmico internacional é uma das principais marcas da Imperial College. Sendo assim, o foco na aplicação prática dessas pesquisas, que geralmente abordam assuntos globais, e o alto nível de colaboração interdisciplinar fazem com que elas sejam tão confiáveis.

Os alunos têm a oportunidade de participar de mais de 380 clubs, em diferentes áreas de interesse, desde drones e e-sports, até yoga, além de grupos de teatro e música. Além disso, os estrangeiros ainda têm o apoio do International Students Support Team.

A Imperial acumula 14 laureados com Prêmios Nobel no seu staff. Entre eles está o Sir Alexander Fleming, descobridor da penicilina. Como resultado, entre os ex-alunos da Imperial College estão Brian May, guitarrista do Queen, o ex-primeiro ministro da Índia Rajiv Gandhi, e o ex-diretor executivo da Singapure Airlines, Chew Choon Seng.

University College London (UCL) – #2

Fundada em 1826, UCL foi a primeira universidade da Inglaterra a admitir estudantes de todas as religiões e também a primeira a admitir mulheres. De acordo com o QS Top Universities Ranking, é a 2a melhor universidade de Londres e a 10a do mundo.

O campus fica no coração de Londres, próximo ao The Regent’s Park e ao The British Museum. Cerca de 18 mil alunos, aproximadamente 55% do total, são internacionais, vindos de 150 países. Igualmente, essa diversidade cultural inclui também o staff de mais de 6 mil professores, pesquisadores e doutores.

UCL possui o maior sistema de pós-graduação do Reino Unido e do mundo, onde estão praticamente metade dos alunos de toda a universidade.

Ao longo da história, UCL tem sido o berço de inúmeras importantes descobertas científicas, que fizeram com que 29 dos seus professores ou estudantes tivessem sido laureados com o Prêmio Nobel, entre eles William Ramsay, em 1904, que descobriu os gases nobres.

Para os alunos que pretendem começar o próprio negócio, UCL tem o departamento UCL Innovation and Enterprises, que não só orienta, como também dá apoio na prática e ainda disponibiliza uma grande rede de excelentes contatos.

Neste vídeo, você encontra informações importantes sobre a UCL:

King’s College London- #3

A King’s College London é a 3ª melhor universidade de Londres e 31a melhor do mundo, de acordo com o QS Top Universities Ranking. Dos 27.600 alunos, cerca de 10.500 estão na graduação, divididos em 180 cursos. Aproximadamente 46% desses estudantes são internacionais, vindos de 150 países.

King’s é reconhecida mundialmente como uma universidade de ponta em ensino e pesquisa. Sobretudo, se destaca nas áreas de Humanidades, em Direito, Ciências Sociais, incluindo Relações Internacionais, e em algumas áreas da saúde, como Psiquiatria, Enfermagem, Medicina e Odontologia.

A universidade teve papel fundamental na formação da vida moderna, já que lá foi descoberta a estrutura do DNA e foram desenvolvidas também importantes pesquisas que levaram ao desenvolvimento do rádio, da televisão, do radar e do celular.

King’s é a mais central das universidades de Londres, e a conexão entre os seus seus 5 campi permite que se estabeleçam parcerias-chave com importantes instituições como o British Museum, a Biblioteca Britânica, a National Gallery, o Southbank Centre, o Shakespeare Globe e outros.

Neste vídeo, você encontra importantes informações sobre o King’ College:

London School of Economics and Political Science (LSE) – #4

LSE é uma das principais universidades do mundo na área de Ciências Sociais, com destaque para os cursos de Direito, Política, Economia, Antropologia e Sociologia. É considerada a 4a melhor universidade em Londres e a 49a do mundo, segundo o QS Top Universities Ranking.

Pela LSE passaram 16 ganhadores do Prêmio Nobel. A universidade tem 9.600 estudante, 72% deles internacionais, vindos de 140 países, formando uma das comunidades estudantis mais diversas do mundo.

A universidade ainda mantém parcerias com a Columbia University, em Nova York, e com outras universidades prestigiadas na França, em Pequim e em Singapura. Além disso, oferece 40 programas na graduação e 140 programas de ensino e pesquisa na pós-graduação.

Queen Mary University of London – #5

Queen Mary é a 5a  melhor das universidades de Londres, segundo o QS Top Universities Ranking. É considerada uma instituição de ponta em pesquisa e se destaca em diversas áreas, como Odontologia, História, Medicina, Inteligência Artificial, Robótica, Linguística, Teatro e Cinema.

A universidade esteve na vanguarda em assuntos cruciais na área de medicina genômica e no tratamento do câncer e de doenças cardíacas. Além disso, também comandou importantes discussões sobre liderança política e igualdade de gênero.

Dos seus 19.778 alunos, 72% cursam a graduação e 8.641 (45%)  são internacionais, de 160 países.

Localizada no dinâmico East End, na região central de Londres, próximo ao centro financeiro e tecnológico do Reino Unido, Queen Mary tem seus 5 campi muito bem conectados ao restante da cidade e ao mundo.

A instituição é das mais inclusivas do Reino Unido, e se orgulha por provar que inclusão social e sucesso acadêmico podem “andar de mãos dadas”. Assim sendo, os graduados em Queens Mary estão regularmente entre os que recebem os 10 melhores salários iniciais do Reino Unido, segundo o Sunday Times.

Se você tem vontade de estudar em uma das melhores universidades de Londres, preencha o formulário abaixo e veja como podemos ajudar.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/12/BLOG.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-12-11 13:58:202024-01-02 11:19:02Conheça as melhores universidades de Londres
Página 12 de 39«‹1011121314›»

Próximos eventos

  • Feira de Universidades 2026.216 de setembro de 2020 - 14:24

    Conecte-se diretamente com estudantes brasileiros que já estão vivendo essa experiência.

  • University of Notre Dame1 de setembro de 2020 - 15:41

    Uma trajetória de excelência acadêmica, bolsa integral e aprovações em universidades de ponta.

Ver todos

Rua Tabapuã, 82. 4º andar
Itaim Bibi – São Paulo

(11) 3049-0400
contato@daquiprafora.com.br
Política de privacidade

 

DAQUIPRAFORA CONSULTORIA EDUCACIONAL LTDA
03.889.560/0001-37

Assine nossa newsletter

 

Scroll to top