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Inscrições abertas para o Programa de Bolsas Daqui pra Fora
/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaRyan foi aprovado em Notre Dame. Maria Clara, em Harvard. Conheça a iniciativa que amplia o acesso de estudantes brasileiros à orientação especializada para universidades internacionais.
Todos os anos, milhares de estudantes brasileiros buscam por acessar oportunidades educacionais internacionais capazes de ampliar suas perspectivas acadêmicas, profissionais e pessoais. No entanto, para muitos jovens talentosos, a falta de acesso à orientação especializada representa um dos principais obstáculos nessa jornada.
Foi justamente para reduzir essa barreira que nasceu o Programa de Bolsas Daqui pra Fora.
Há mais de 15 anos, a iniciativa identifica estudantes de destaque acadêmico oriundos de escolas públicas ou bolsistas integrais em escolas particulares e oferece acompanhamento completo e personalizado para que possam construir candidaturas competitivas para universidades internacionais.
Em 2026, o programa selecionará cinco estudantes para receber 100% de bolsa na consultoria Daqui pra Fora.
Muito além da candidatura: uma preparação estratégica
O processo de admissão em universidades internacionais exige muito mais do que boas notas.
As instituições buscam estudantes com trajetória consistente, engajamento em atividades extracurriculares, potencial de liderança, clareza de propósito e capacidade de demonstrar impacto em suas comunidades.
Por isso, os alunos selecionados recebem suporte especializado em todas as etapas da preparação:
- Planejamento acadêmico de longo prazo;
- Fortalecimento do perfil extracurricular;
- Preparação para o SAT;
- Estratégia de seleção de universidades;
- Construção da lista de instituições alinhadas ao perfil do estudante;
- Desenvolvimento de redações e essays;
- Apoio no preenchimento das applications;
- Acompanhamento completo até a submissão das candidaturas.
O objetivo é ajudar cada estudante a construir um projeto educacional consistente, alinhado ao seu perfil, interesses e objetivos futuros.
Uma metodologia construída ao longo de mais de duas décadas
A Daqui pra Fora acumula mais de 20 anos de experiência orientando estudantes brasileiros em processos seletivos internacionais.
Ao longo dessa trajetória, mais de 4.300 jovens já foram preparados para candidaturas a universidades ao redor do mundo.
Esse histórico permitiu desenvolver uma metodologia própria, baseada em planejamento individualizado, análise estratégica de perfil e acompanhamento próximo durante toda a jornada.
O Programa de Bolsas é uma extensão desse compromisso: ampliar o acesso à orientação especializada para estudantes de alto potencial acadêmico que enfrentam limitações financeiras.
Histórias que mostram o impacto da oportunidade
Ao longo dos anos, diversos estudantes atendidos pela Daqui pra Fora conquistaram aprovações em universidades altamente seletivas e bolsas significativas.
Ryan: aprovação em Notre Dame com bolsa integral
Ryan foi aprovado em Computer Engineering na University of Notre Dame por meio do processo Early Decision, conquistando 100% de bolsa.
Reconhecida por sua excelência acadêmica, tradição em pesquisa e forte comunidade universitária, Notre Dame está entre as instituições mais respeitadas dos Estados Unidos.
Ao comentar sua conquista, Ryan destacou:
“É indescritível o quanto isso vai mudar minha história e da minha família. Só tenho a agradecer vocês por terem tornado isso possível.”
Seu resultado demonstra como uma candidatura bem planejada pode abrir portas para oportunidades acadêmicas e profissionais de alcance global.
Maria Clara: aprovação em Harvard
Outra trajetória inspiradora é a de Maria Clara, aprovada na Harvard University.
Ela iniciou seu acompanhamento com a Daqui pra Fora ainda no segundo ano do Ensino Médio, período em que começou a compreender o funcionamento do processo de candidatura internacional e a estruturar seu planejamento.
Durante o ciclo de application, recebeu apoio em todas as etapas, desde a documentação até o desenvolvimento dos essays.
Ao relembrar sua jornada, compartilhou:
“Eu sabia que precisava de algo para me auxiliar nesse processo tão complexo que é o processo de application.”
E acrescenta:
“Serei sempre grata à Daqui pra Fora, porque todos os profissionais foram muito atenciosos comigo, do começo ao fim, e porque acreditaram no meu sonho de estudar na Universidade de Harvard.”
Quem pode participar
O programa busca estudantes que demonstrem:
- Excelente desempenho acadêmico;
- Participação consistente em atividades extracurriculares;
- Interesse genuíno em cursar graduação no exterior;
- Potencial de liderança e impacto;
- Necessidade de apoio financeiro para acessar esse tipo de preparação.
Podem se candidatar alunos que estejam cursando o 1º, 2º ou 3º ano do Ensino Médio e que estudem em escolas públicas ou sejam bolsistas integrais em escolas particulares.
Como funciona o processo seletivo
A seleção acontece em etapas que permitem avaliar diferentes dimensões do perfil dos candidatos.
11 de maio a 28 de junho
Envio de informações acadêmicas, histórico de notas e atividades extracurriculares.
Triagem
02 de julho a 16 de julho
Realização de avaliação baseada no SAT e preenchimento de formulário detalhado sobre experiências extracurriculares.
Entrevistas
27 de julho a 07 de agosto
Conversas individuais com a equipe da Daqui pra Fora para compreender trajetória, motivação e alinhamento com os objetivos do programa.
Resultado Final
24 de agosto
Divulgação dos cinco estudantes contemplados.
Educação como ferramenta de transformação
O Programa de Bolsas Daqui pra Fora nasceu da convicção de que o acesso a oportunidades educacionais não deve depender exclusivamente de condições financeiras.
Ao oferecer orientação especializada para estudantes com alto potencial, a iniciativa busca ampliar possibilidades e contribuir para a formação de jovens capazes de gerar impacto em diferentes áreas do conhecimento, da pesquisa, da inovação e da liderança.
Para os estudantes que possuem desempenho acadêmico consistente, engajamento além da sala de aula e interesse em construir uma candidatura internacional sólida, o programa representa uma oportunidade de acesso a uma preparação estruturada, estratégica e altamente personalizada.
Melhores universidades para estudar na Flórida
/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaFlórida, também conhecida como Sunshine State, é o estado americano que mais recebe brasileiros e oferece excelentes universidades, ótima qualidade de vida e um clima muito parecido com o nosso!
A Flórida é um dos lugares mais procurados por estudantes internacionais nos Estados Unidos. Atualmente é o sexto Estado do país com mais estrangeiros nas universidades, cerca de 30.000. O clima agradável e ensolarado, parecido com o do Brasil, e as belas praias, chamam atenção de brasileiros e de jovens do mundo todo. Mas há vários outros fatores que transformam a Flórida em um lugar tão atraente para fazer faculdade.
Siga a leitura até o final para conhecer mais motivos e também aprender mais sobre as melhores universidades da Flórida.
Por que estudar nas universidades da Flórida?
Além do ambiente multicultural dentro e fora dos campus, as universidades da Flórida têm, em média, a segunda menor tuition (anuidade) dos Estados Unidos. E o custo de vida ainda é relativamente baixo se comparado com outros centros dos Estados Unidos. Vale prestar atenção também na possibilidade de bolsas de estudos. Muitas instituições da Flórida oferecem este benefício específico para estudantes latino-americanos e do Caribe (LAC).
Outro fator importante na escolha dos estudantes é o crescimento do mercado de trabalho na Flórida. Muitas empresas abriram recentemente escritórios no Estado. E com o aumento do trabalho remoto, principalmente por causa da pandemia, trabalhadores de outros estados e países estão mudando para lá. O Estado vem se tornando um hot spot para tecnologia, bancos e serviços financeiros.
O fundo de hedge Elliot Management, por exemplo, está mudando sua sede para Palm Beach. A Civix, empresa de software, e o Sonesta International Hotels abriram escritórios em Orlando. A Subway também transferiu algumas unidades de negócio para a Flórida.
A região de Palm Bay, Melbourne e Titusville, conhecida como Costa Espacial, é considerada pelo USA Today a 12a melhor em empregabilidade na área de STEM nos Estados Unidos. A Flórida é sede, inclusive, do High Tech Corridor, uma network de 23 países que oferece alta concentração de tech jobs.
O cenário é, portanto, altamente favorável para fazer estágios e construir um potente networking internacional.
Nas universidades, os estudantes encontram excelente qualidade acadêmica, multiculturalidade, instalações e equipamentos de ponta e inúmeras experiências sociais e culturais. Fora dos campus, as cidades oferecem excelente qualidade de vida, com ótimos serviços, excelentes opções de moradias, muita segurança, cultura e lazer.
De forma resumida, as características mais marcantes da Flórida, responsáveis por atrair cada vez mais estudantes, são:
- Infraestrutura;
- Clima ameno e ensolarado;
- Opções de lazer;
- Pessoas de todos os cantos do mundo;
- Crescente oferta de emprego nas áreas de tecnologia e financeira;
- Custo de vida relativamente baixo.
As melhores universidades da Flórida
University of Florida (UF) – Gainesville
Considerada pelo USNews a número 1 do Estado e 28a melhor universidade do país, a University of Florida tem mais de 50.000 alunos, entre graduação e pós. É a quarta maior do país em número de estudantes. Seu campus recebe a 12a maior comunidade de estudantes estrangeiros dos Estados Unidos, vindos de 130 países.
A universidade é formada por 16 faculdades e oferece 100 cursos de graduação e mais de 200 de pós. Seu sistema de bibliotecas é um dos maiores dos Estados Unidos. UF tem inúmeras excelentes opções de moradia dentro e fora do campus. Além das aulas, os alunos podem participar de vários clubs (são centenas de opções), além de atividades esportivas e culturais no campus durante o ano todo.
Fundada em 1853, a UF é a maior e mais antiga universidade da Flórida. Incorporou em 1906 o Museu de História Natural da Flórida. Em 1956 foi criada a Faculdade de Medicina e Enfermagem e dois anos depois, nasceu o Hospital Escola. Hoje a University of Florida é a única do país com 6 faculdades na área de assistência médica num único campus.
A partir do ano 2000, UF tem sido considerada na vanguarda em pesquisa em várias áreas, geralmente com importantes colaborações internacionais. Engenharia espacial e energia sustentável são alguns campos de destaque nas pesquisas nesse período.
O campus da UF fica em Gainesville, a maior cidade do centro-norte da Flórida. Localizada a duas horas e meia de Orlando e com cerca de 133.000 habitantes, Gainesville é o centro comercial e cultural da região. Tem ótimos restaurantes, várias opções de atividades culturais e artísticas, excelentes parques e ótimos serviços, especialmente nas áreas de saúde e segurança. Uma pesquisa feita pelo site Niche.com colocou Gainesville como a melhor cidade da Flórida e uma das 50 melhores do país para se viver.
Florida State University (FSU) – Tallahassee
FSU é a primeira Liberal Arts College da Flórida. Fundada em 1851, Florida State University é reconhecida pela excelência em pesquisa e está entre as 20 melhores universidades públicas dos Estados Unidos. Tem 17 faculdades, com 110 centros de estudo, laboratórios e institutos que oferecem mais de 320 programas de estudo e pesquisa.
Considerada a 55a melhor universidade do país pelo ranking USNews, FSU é focada em excelência tanto em ensino e pesquisa, quanto em empreendedorismo criativo e serviços. Aproximadamente 25% dos alunos da graduação estão envolvidos diretamente em pesquisas, guiados por mentores.
Os cursos de dança, teatro, cinema e teatro estão entre os melhores do mundo. Nos Estados Unidos, se destacam os programas de Física, Química, Estatística, Ciências Políticas, Sociologia, Psicologia, Business e Direito, entre outros.
Ciências Biológicas, Psicologia, Criminologia e Nutrição são os cursos com maior número de alunos. A diversidade é uma das marcas entre os estudantes da FSU. Há estudantes dos 50 estados americanos e de 130 países. Cerca de 33% dos quase 42.000 alunos pertencem a minorias e 55% são mulheres. Mais de 750 organizações estudantis e clubs que atendem os mais variados interesses estão à disposição dos alunos.
A universidade oferece programas na Cidade do Panamá, em Londres (Inglaterra), Florença (Itália) e Valência (Espanha).
O campus principal da FSU, de 6 km2, fica na cidade de Tallahassee, capital da Flórida, no noroeste do Estado. É uma cidade com 192.000 habitantes, cheia de opções de atividades culturais e de lazer.
Entre os ex-alunos da FSU estão a atriz Faye Dunaway, o ator Burt Raynolds e Bob Sasser, atual CEO da Dolar Tree.
University of Miami – Coral Gables
A University of Miami tem cerca de 11.300 alunos e é a 55a colocada no ranking das melhores universidades americanas do USNews, empatada com a FSU. Possui 12 faculdades, entre elas Artes e Ciências, Engenharia, Comunicação, Música e Arquitetura, que oferecem mais de 180 programas e majors.
Metade das salas têm menos de 17 alunos e 75%, menos de 27. Isso dá uma característica mais pessoal às aulas, permitindo que os alunos tenham mais contato com os professores. Os freshman (calouros) devem morar no campus e têm 5 excelentes opções de residential houses.
O principal campus fica em Coral Gables, cerca de 8 km ao sul de Miami, onde estão 7 faculdades. O campus oferece todo tipo de instalações esportivas, teatro, jardim botânico, estação de monotrilho, restaurantes, museu, galerias, além de bibliotecas, laboratórios e 290 organizações estudantis e clubs.
Cerca de 2.500 estudantes estão envolvidos em 30 fraternidades ou sororidades. Outros dois campus, menores estão em Virginia Key e Downtown Miami.
Os atores Sylvester Stallone e Ray Liotta, a cantora Gloria Stefan e o ex-presidente e chefe de operações do McDonald’s, Ralph Alvarez, são alguns ex-alunos da University of Miami.
University of South Florida (USF) – Tampa
Fundada em 1956, a University of South Florida possui 3 campus. Um em St Petersburg, outro em Sarasota e o principal, na cidade de Tampa. Oferece graduação, mestrado e doutorado e possui 14 faculdades. É considerada uma importante instituição de pesquisa.
A faculdade mais frequentada é a de Artes e Ciências, com mais de 16.000 alunos na graduação. Quase 50.000 estudantes chegam diariamente nos três campus da USF. Os estrangeiros representam 143 países. No ano letivo 2020/21, 10.133 alunos se formaram na graduação da USF, em 90 cursos diferentes.
O orçamento para pesquisa da USF em 2019/20 foi de U $354 milhões, o oitavo maior entre as universidades públicas do país. A universidade foi reconhecida pelo Princeton Guide to Green Colleges como uma instituição fortemente comprometida com a sustentabilidade.
Também foi ranqueada pelo mesmo Princeton Guide “Top 50 Best Value College” por oferecer educação de qualidade e prontidão para carreira com um custo acessível.
Os alunos da USF têm à disposição mais de 400 organizações estudantis. No campus de Tampa há 254 prédios, entre eles o Centro de Recreação e Esportes, vários residenciais, restaurantes, centros de pesquisa e bibliotecas.
Fora do campus, a cidade oferece a tranquilidade de uma cidade pequena, sem trânsito e com muita segurança. Mas também tem o lado intenso, com comércio e vida noturna agitados. Cidade portuária, Tampa tem na importação e exportação um dos seus principais focos de atividade. É também um dos principais hubs financeiros da Flórida.
Florida International University (FIU) – Miami
Fundada em 1972, a Florida International University já completou50 anos. Neste período, mais de 200.000 alunos se formaram na universidade e 115.000 deles vivem e trabalham no sul da Flórida.
FIU tem hoje 48.664 estudantes, espalhados em dois campus. O principal deles é o Modesto A. Medique Campus (MMC), em West Miami-Dade County. O segundo, Biscayne Bay Campus, fica em North Miami.
Pertencem à FIU o Museu Judaico da Flórida, o Museu de Arte Patricia & Philip Frost e o Miami Beach Urban Studios, entre outras casas de cultura e arte. No campus, além de bibliotecas e teatros, há instalações para prática de atividades físicas e esportes, indoor e outdoor, de todos os tipos. Os estudantes dispõem de 36 restaurantes, lojas e centros médicos. Além disso, eventos sociais e culturais acontecem durante todo o ano.
Os alunos podem fazer parte de 30 sororidades e fraternidades e de inúmeros clubs e organizações estudantis.
De Humanidades a STEM, FIU oferece 190 cursos em nível de graduação e pós, divididos em 11 faculdades. Grande parte dos alunos são hispânicos.
University of Central Florida (UCF) – Orlando
A University of Central Florida é a segunda maior dos Estados Unidos em número de alunos. São 63.000 estudantes que têm à disposição 106 cursos de graduação, 95 de mestrado e 35 de doutorado. UCF é considerada uma instituição de alta atividade de pesquisa.
Há 13 faculdades na UCF. Elas recebem alunos dos 50 estados americanos e de quase 150 países diferentes. Os alunos podem estudar um período fora dos Estados Unidos por meio de parcerias com mais de 90 instituições em 36 países.
Os cursos de graduação mais bem ranqueados da UCF são Psicologia, Business e Ciências Biomédicas. A faculdade de Engenharia e Ciência da Computação é a que conta com mais alunos, mais de 11.300. Business vem a seguir, com 8.199.
O campus principal fica localizado a menos de 20 km do centro de Orlando. Há outros 10 pequenos campus na região, em locais como Daytona Beach, South Lake e Ocala.
No campus Orlando, um enorme centro de recreação e bem-estar abriga piscina, academia, parede de escalada, quadras e pista de atletismo. Ainda há um estádio de futebol com 10.000 lugares. Os alunos têm oportunidade de participar de 40 fraternidades e sororidades, além de mais de 300 clubs e organizações estudantis. Na UCF, 81% dos estudantes recebem algum tipo de auxílio financeiro.
O Estado da Flórida oferece boas opções para estudantes que pretendem fazer a graduação nos Estados Unidos.
Se quiser mais informações para entender quais as suas chances de estudar em uma dessas universidades, deixe o nosso time ajudar você a conseguir todas as informações que precisa.
Atividades extracurriculares e seu papel na candidatura no exterior
/em Sem categoria /por Daqui pra ForaO processo seletivo para universidades no exterior é diferente daqueles que acontecem no Brasil. Na Europa, Canadá e, principalmente nos Estados Unidos, as universidades não levam em conta apenas a nota de uma prova para selecionar os melhores candidatos.
Os comitês de admissão buscam conhecer os alunos como um todo, levando em conta o perfil acadêmico e o perfil pessoal de cada um. Esse processo é conhecido como holístico, já que analisa o estudante de maneira completa.
Diferentes etapas do processo seletivo
Por isso, as candidaturas são compostas por várias etapas e cada uma delas pode ser decisiva no momento da definição de quem é ou não aceito em uma determinada instituição.
As universidades recebem, muitas vezes, um número enorme de perfis acadêmicos bastante parecidos, com notas muito similares, o que faz com que as características pessoais ganhem força na hora de definir quem serão os próximos calouros. Então, as etapas do application que revelam quem você é merecem todo cuidado do mundo.
Uma das etapas que mais impactam a construção do perfil pessoal do candidato são as atividades extracurriculares. Juntamente com as redações e as cartas de recomendação, as atividades extracurriculares ajudam a montar o quebra-cabeça que vai mostrar para as universidades quem é você além das salas de aula.
A seguir, você vai entender melhor o que são as atividades extracurriculares, como escolher as suas e a importância de uma boa descrição de cada uma delas no seu application.
O que são as atividades extracurriculares?
Atividades extracurriculares podem ser definidas como tudo que o aluno faz fora do currículo escolar padrão, dentro ou fora da escola. Como você pode ver, este é um conceito muito amplo, então vamos focar no contexto de um apllication.
As universidades utilizam as atividades extracurriculares apresentadas pelos candidatos como uma ferramenta para conhecer melhor cada um deles. Elas devem, portanto, ajudar a revelar quem você é de verdade, ou seja: suas paixões, seus maiores interesses, suas habilidades, suas principais características pessoais, além de mostrar o que você efetivamente já fez ou construiu até aquele momento fora da sala de aula.
Podem ser atividades como estágio, projetos de pesquisa, simulações da ONU, ações em comunidades, olimpíadas de conhecimento, programas de férias, trabalho voluntário etc.
Valem ainda criação de clubs (grupos com objetivos específicos), como book club, cooking club, clubs de debates; hobbies que você tem (mostram suas paixões) e ações de governança (grupos de liderança na escola, como grêmio ou conselho estudantil, por exemplo).
Todos estes tipos de atividades podem estar relacionadas aos mais diversos interesses: moda, mídia, dança, artes plásticas, esportes, música, cinema, teatro, gastronomia, TV, política, economia, tecnologia, meio ambiente, astronomia etc.
Neste webinar, você encontra importantes informações sobre as atividades extracurriculares:
O que é mais importante?
Na hora de escolher suas atividades extracurriculares é preciso ter em mente que elas devem realmente representar quem você é, ou seja, elas precisam mostrar suas características, suas habilidades, seus interesses e preferências.
Dessa forma, elas vão estar alinhadas com o restante do seu application. E isso é fundamental, porque as comissões de admissão das universidades cruzam as informações de todos os itens do application para formar o perfil final do aluno.
Porém, ao preencher o application não basta relatar de que atividade participou. Você deve mostrar o que você efetivamente fez no desenvolvimento das atividades, qual foi o seu papel, o quanto você se dedicou, o que você aprendeu e também o impacto que a atividade teve em você e no público a que ela se destinou.
Por meio destas informações, você vai estar comunicando suas principais características (como liderança, comprometimento, comunicação, criatividade, capacidade de trabalhar em grupo, entre outras).
É importante saber que não é a quantidade de atividades extracurriculares que importa. Não adianta sair fazendo coisas que não estão relacionadas com o seu perfil, com a sua história e, consequentemente, com o seu próprio application, apenas para tentar impressionar os admission officers.
Para eles, com certeza, não é o número nem mesmo o tipo de atividade que impressiona, mas sim a qualidade da sua participação e o impacto que cada atividade teve na sua trajetória e na de quem ela atingiu.
Um bom ponto de partida para o processo de escolha das suas atividades extracurriculares é observar as necessidades e os problemas ao seu redor, seja na sua própria escola ou fora dela, e unir isso aos seus interesses e habilidades.
Por exemplo: se você percebeu que na sua escola há muito desperdício de comida, crie um grupo que trabalhe para diminuir ou solucionar este problema.
Se você soube que as crianças de uma determinada comunidade indígena estão precisando de livros, desenvolva uma ação que consiga fazer chegar cada vez mais livros para este lugar.
Nestes casos, você vai contar sobre o seu papel nessas iniciativas, o que você efetivamente realizou (criou, liderou, engajou), e vai trazer números que vão revelar desde o tempo que você dedicou ao projeto até o impacto de cada ação na comunidade atingida (sua escola ou a comunidade indígena).
O Programa de Preparação da Daqui pra Fora para alunos a partir do 9° ano do Ensino Fundamental trabalha na construção do seu currículo em sessões individuais que abordam diversos tópicos e oferece um mentor(a) com a função de desenvolver as atividades extracurriculares do aluno.
Quer saber mais sobre esse programa e começar a construir a sua application da melhor maneira possível? Preencha o formulário abaixo e vamos começar uma conversa. Nossa equipe está sempre à disposição.
Conheça 4 universidades top 100 do mundo em que alunos Daqui pra Fora conseguiram bolsas por mérito em 2022
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaDesde 2001 a Daqui pra fora já orientou mais de 3.500 estudantes brasileiros em processos seletivos para universidades no exterior. Neste período, nossos alunos já conseguiram mais de R$ 700 milhões em bolsas de estudos.
Vale a pena lembrar que grande parte das universidades no exterior oferecem vários tipos de bolsas de estudos: as principais são por necessidade financeira e por mérito acadêmico. Especialmente nos Estados Unidos, ainda há bolsas por mérito esportivo e por mérito artístico.
Em 2022, 55% dos alunos da Daqui pra Fora conquistaram algum tipo de bolsa, que totalizaram cerca de R$ 130 milhões. Várias destas bolsas foram por mérito acadêmico e obtidas em algumas das mais prestigiadas universidades do mundo.
E hoje vamos falar sobre 6 universidades que integram o top 100 do renomado ranking Times Higher Education em que alunos da Daqui pra Fora conseguiram bolsas por mérito em 2022:
- University of Toronto;
- University of British Columbia;
- Duke University;
- Boston University;
- Emory University;
- Michigan State University
Conheça melhor cada uma delas e veja se combinam com o seu perfil.
University of Toronto (U of T) – #21
Fundada em 1827, a University of Toronto é considerada um celeiro de boas ideias e inovação e é referência em excelência e inclusão. Localizada em uma das cidades mais diversas do mundo, a universidade reflete o seu entorno. Mais de ¼ dos seus 97.066 estudantes vêm de fora do Canadá e representam cerca de 170 países.
Hoje, quase 650.000 ex-alunos (alumni) da University of Toronto estão espalhados por 190 países, reforçando a identidade multicultural e a enorme potência que a U of T possui em termos de networking.
Número 1 do Canadá e 21a melhor universidade do mundo, de acordo com o ranking THE, U of T é mundialmente conhecida por ser a casa da descoberta da insulina, que aconteceu há 101 anos.
Há quase dois séculos, este e outros estudos importantes da University of Toronto, como o das células-tronco e o das redes neurais, têm ajudado a melhorar vidas em todo o mundo, além de criar novas indústrias e novas áreas de estudo e investigação.
A University of Toronto tem 3 campus na cidade. O principal deles, o St. George, fica em downtown e recebe cerca de 65.000 estudantes. No total, U of T tem 120 prédios, que, além de salas de aula, auditórios e laboratórios, abrigam 44 bibliotecas, inúmeros restaurantes (para os mais variados gostos), residenciais estudantis e instalações esportivas.
U of T oferece 700 cursos nas áreas de Humanidades e Ciências Sociais, Life Sciences, Física e Matemática, Comércio e Administração, Ciência da Computação, Engenharia, Cinesiologia e Educação Física, Música e Arquitetura.
Os estudantes de U of T podem participar de mais de 1.000 clubs ou organizações estudantis, que atendem aos mais diversos interesses, desde jogar Mah-Jong ou fazer breakdance até construir robôs espaciais.
Duke University – #26
Mais conhecida no Brasil por ser onde o cientista brasileiro Miguel Nicolelis criou o famoso exoesqueleto, Duke University tem hoje o prestígio de ser a mais jovem entre as principais universidades de pesquisa dos Estados Unidos.
Nascida em 1838 como Trinity College, a instituição se tornou Duke University em 1924, na cidade de Durham, em North Carolina, e hoje possui um dos maiores fundos de pesquisa do país. O investimento na área ultrapassa 1 bilhão de dólares anuais.
A universidade tem cerca de 16.780 estudantes, 6.789 na graduação e 9.991 na pós. Do total, 21% são alunos internacionais.
Número 26 do ranking mundial THE 2024, Duke é formada por 10 faculdades (duas voltadas para graduação) e 11 institutos e centros de estudos. Os cursos mais procurados em Duke são:
- Ciência da Computação;
- Política Pública;
- Biologia;
- Economia;
- Psicologia.
As escolas que oferecem graduação são a Trinity College of Arts & Science e a Pratt School of Engineering. Há um total de 46 majors nas áreas de artes, humanidades, ciências naturais e ciências sociais, além de 4 majors em engenharia e 42 minors. Os alunos podem combinar as disciplinas que são do seu maior interesse.
O campus principal é composto por 256 prédios: 82 destinados à área acadêmica, 76 medical centers, 22 voltados para esportes e recreação e 76 são residence halls e apartamentos. Os estudantes dos 3 primeiros anos da graduação precisam morar no campus, por isso há tantas moradias estudantis.
O campus é conhecido por ser bastante vibrante, onde os alunos têm uma vida bem agitada, além das salas de aula. Há mais de 440 clubs e organizações estudantis para participar e cerca de 30% dos estudantes fazem parte de fraternidades ou sonoridades.
Os esportes são um ponto muito forte de Duke e para quem não é atleta passam a ser uma ótima opção de entretenimento.
Entre os ex-alunos ilustres de Duke estão o ex-presidente dos Estados Unidos Richard Nixon, Melinda Gates, o escritor William Striron (de “A Escolha de Sofia”) e vários heads de grandes empresas como Apple, Cisco System, JP Morgan e PepsiCo.
University of British Columbia (UBC) – #41
Uma das mais antigas instituições de ensino superior do país, a University of British Columbia oferece mais de 500 cursos de graduação e pós. Seu campus, reconhecido pela beleza e modernidade, fica no centro de Vancouver, é um hub cultural e econômico dentro de uma das cidades com melhor qualidade de vida do mundo.
Reconhecida pela excelência em ensino e pesquisa em diversas áreas, UBC é considerada uma das universidades mais internacionais da América do Norte. Entre seus 70.757 alunos (53% na graduação), aproximadamente 30% são internacionais, vindos de mais de 150 países.
Considerada a 41a melhor universidade do mundo pelo THE, UBC oferece aproximadamente 500 cursos entre graduação e pós. Segundo o ranking QS World University Ranking, UBC tem a melhor faculdade de Economia do Canadá e a 22a do mundo, a Vancouver School of Economics.
A boa reputação de UBC se deve a grandes investimentos em pesquisa (mais de 773 milhões de dólares por ano, que impulsionam mais de 9.500 projetos inovadores por ano) e ótima qualidade de ensino.
Ex-alunos e professores de UBC já ganharam vários prêmios internacionais. Um deles é Robert Mundell, ex- aluno de Economia de UBC, que em 1999 ganhou o Prêmio Nobel de Economia com sua análise inovadora das taxas de câmbio e política monetária.
Com modernos centros esportivos e uma variedade enorme de clubs e organizações estudantis à disposição no campus, os alunos têm a oportunidade de participar de inúmeras atividades, desde esqui e aviação e até arqueologia.
A universidade oferece instalações modernas, como o laboratório nacional de física de partículas e nuclear (TRIUMF). Tem a segunda maior biblioteca de pesquisa do Canadá, com mais de 7 milhões de publicações, e um jardim botânico tradicional japonês, que também serve de lar para uma casa de chá Ichibō.
Boston University (BU) – #78
Com cerca de 36.800 alunos, BU é uma das maiores universidades da região de Boston, em Massachusetts, que, com mais de 100 instituições de ensino superior, é considerada por muitos o principal polo acadêmico dos Estados Unidos.
Boston University é composta por 17 escolas e faculdades, além da Faculty of Computing and Data Science. Tem cerca de 10.000 professores e funcionários e oferece mais de 300 áreas de estudo nos seus 3 campus (o Charles River é o principal), além de vários programas internacionais em 6 continentes.
Nos seus 3 campus (Charles River -o principal- , Medical Campus e Fenway Campus), Boston University tem 343 prédios, 846 salas de aula, 13 bibliotecas e 1.485 laboratórios.
Considerada a 78a melhor universidade do mundo pela THE e uma das líderes mundiais em pesquisa, BU tem 29% dos seus estudantes vindos de 130 países.
Cerca de ¾ dos alunos da graduação vivem no campus, o que fortalece o engajamento nas mais de 450 organizações estudantis das quais todos podem participar.
Entre elas, mais de 60 são voltadas para as artes, cerca de 130 para áreas profissionalizantes, aproximadamente 80 são relacionadas com serviços comunitários e 80 são organizações culturais ou religiosas.
Fora das aulas, além das organizações estudantis, os alunos têm inúmeras opções de atividades em BU. Esporte e cultura são algumas das mais preferidas. São cerca de 500 shows ou concertos e mais de 50 exposições de arte por ano para prestigiar no campus.
E as equipes esportivas de BU são fortes, atraem muita gente aos seus jogos. E muitos que não são atletas da universidade, frequentam os ginásios, piscinas e academias do campus com muita frequência.
Boston University tem vários alumini (ex-alunos) ilustres. O mais importante talvez seja Martin Luther King, que fez seu PhD lá nos anos 1950.
Passaram por BU também vários laureados com o Prêmio Nobel, em diversas áreas, como literatura, química e física, além de atrizes vencedoras do Oscar, como Geena Davis e Marisa Tomei.
Quer estudar em uma dessas prestigiadas universidades e aproveitar tudo o que elas têm a oferecer? Nossa equipe de especialistas pode oferecer toda a assistência que você precisa.
Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
Conheça as melhores faculdades em inglês na Holanda
/em Holanda /por Daqui pra ForaConheça as 5 melhores universidades para estudar em inglês na Holanda e saiba quais são as vantagens para quem tem dupla cidadania europeia.
Considerada um dos principais polos em excelência na educação, a Holanda vem atraindo cada vez mais estudantes para suas faculdades. Das 20 universidades existentes no país, 7 estão classificadas entre as 100 melhores do mundo, segundo o ranking Times Higher Education, e 13 estão entre as 250 mais bem colocadas.
A Holanda é o país da Europa continental que mais oferece cursos superiores em inglês. O país também atrai estudantes pela excelente qualidade de vida em suas cidades. Além da educação, a Holanda se destaca por ser um lugar seguro para se viver, com ótima mobilidade urbana, cheio de opções de lazer, com muita história e cultura. Tem ainda um povo receptivo e conhecido por ser “mente aberta”.
A seguir, você vai conhecer as 5 melhores universidades para fazer graduação em inglês na Holanda, os cursos que elas oferecem, e depois vai saber quais as principais vantagens nessa jornada para quem tem a dupla cidadania europeia.
As 5 melhores universidades da Holanda e seus cursos em inglês
Wageningen University & Research
A Wageningen University and Research é a universidade número 1 da Holanda e a 53a melhor do mundo, de acordo com o ranking Times Higher Education. Wageningen nasceu em 1876 como uma faculdade agrícola e hoje é a única instituição na Holanda que se concentra no estudo de alimentos saudáveis e meio ambiente. Como resultado desse trabalho, é considerada uma das melhores do mundo na área de Life Sciences.
Localizada na cidade de Wageningen, às margens do Rio Reno, a cerca de 1 hora de Amsterdam, a universidade tem como missão “explorar o potencial da natureza para melhorar a qualidade de vida das pessoas”. Todos os 20 cursos de bacharelado compartilham este tema. Como não poderia deixar de ser, Wageningen se tornou neutra em carbono em 2015.
A universidade oferece 6 programas em inglês, tem cerca de 14.000 estudantes, sendo 27% internacionais.
A experiência da universidade na área de alimentos e do meio ambiente faz com que ela tenha uma grande demanda de pesquisa nestas áreas, vinda tanto do governo holandês quanto de empresas e ONGs.
Assim, importantes projetos nascem na Wageningen University and Research. Os temas variam desde buscar inovação em energia sustentável até encontrar maneiras de fabricar plástico a partir de algas marinhas.
Cursos em inglês em Wageningen:
- Animal Science;
- Environmental Sciences;
- Food Technology;
- International Land & Water Management;
- Soil, Water Atmosphere;
- Tourism.
University of Amsterdam (UvA)
Localizada no coração de uma das mais vibrantes capitais europeias, a University of Amsterdam é a segunda melhor universidade do país. Considerada a 65a do mundo e top 20 na Europa, pelo ranking THE, UvA é uma das principais referências em pesquisa na Europa.
Fundada em 1632, é a terceira mais antiga universidade da Holanda e a maior em número de alunos. Cerca de 10.000 dos 41.000 alunos da UvA são estrangeiros, vindos de mais de 100 países.
UvA é a segunda universidade com mais cursos de graduação em inglês no país, com 20 opções, todos muito bem conceituados. O curso de Mídia & Informação é classificado como um dos 3 melhores da Europa. Incluindo a pós-graduação, são mais de 200 cursos em inglês em UvA.
Cursos oferecidos em inglês na graduação da University of Amsterdam:
- Archaeology;
- Actuarial Science;
- Ancient Studies;
- Business Administration;
- Business Analytics;
- Communication Science;
- Cultural Anthropology & Development Sociology;
- Econometrics;
- Economics & Business Economics;
- English Language and Culture;
- European Studies;
- Linguistics;
- Literary and Cultural Analysis;
- Media & Culture;
- Media & Information;
- Political Science;
- Politics,
- Psychology, Law and Economics;
- Psychology;
- Sign Language Linguistics;
- Sociology.
Utrecht University
A Utrecht University é reconhecida internacionalmente pela excelência acadêmica e por sua proposta inovadora em ensino. É considerada uma das líderes em pesquisa na Europa. Fundada em 1636, Utrecht ocupa hoje a 69a posição no ranking da THE e é considerada a 3a melhor universidade da Holanda.
No coração da Holanda, a 45 minutos de Amsterdam, Utrecht é uma cidade charmosa que mistura arquitetura antiga e moderna, respira inovação e sustentabilidade, onde todos falam inglês e andam de bicicleta.
Fundada em 1636, a universidade tem hoje 30.374 alunos, quase 5.000 deles internacionais, de 118 países. Composta por 7 faculdades, Utrecht abrange uma enorme variedade de áreas de estudos.
Oferece 11 cursos de graduação em inglês:
- Celtic Language & Culture;
- Pharmaceutical Sciences;
- Economics & Business Economics;
- English Language & Culture;
- Global Sustainability Science;
- History;
- Linguistics;
- Literary Studies;
- Media & Culture;
- Philosophy, Politics, & Economics;
- University College (Liberal Arts and Science program).
Leiden University
A Leiden University é a mais antiga universidade da Holanda, fundada há quase 450 anos. A cidade cresceu e se desenvolveu em volta da universidade, que hoje conta com dois campus, um em Leiden e outro em Haia, distantes aproximadamente 20 minutos um do outro e a 45 minutos de Amsterdã.
Reconhecida como uma instituição de excelência, inovadora e inclusiva, a Leiden University é hoje a 71a no ranking mundial da THE. A universidade é composta por 7 faculdades e tem 26.900 alunos de 120 países. Leiden se define como um lugar de acolhimento onde qualquer pergunta pode ser feita e respondida com liberdade.
O ensino em Leiden estimula o aprendizado individual e em pequenos grupos. As classes são pequenas e programadas para que o professor possa dar atenção individualizada e que as necessidades de cada aluno sejam atendidas.
Leiden University oferece 17 cursos em inglês na graduação:
- Archaeology;
- Arts, Media & Society;
- Cultural Anthropology & Development Society;
- Dutch Studies;
- English Language & Culture;
- Heritage and Society;
- International Relations and Organizations;
- International Studies;
- Liberal Arts & Sciences:
- Global Challenges;
- Linguistics;
- Philosophy:
- Global and Comparative Perspectives;
- Political Science;
- Psychology;
- Security Studies;
- South and Southeast Asian Studies;
- Urban Studies;
- World Archaeology.
Erasmus University Rotterdam
Fundada em 1912, como Netherlands School of Commerce, a Erasmus University Rotterdam passou a ter este nome em 1973. Em 2022, ainda relativamente jovem, já ocupa o 72o lugar no ranking das melhores universidades do mundo da THE e é considerada uma das principais instituições de ensino e pesquisa da Europa.
Localizada em Rotterdam, a segunda maior cidade da Holanda, Erasmus conta com 31.149 alunos, 23% deles internacionais. É formada por 7 faculdades, 2 institutos e uma University College.
Seus cursos têm bastante foco em empreendedorismo, com destaque para a área de economia e negócios, e é conhecida por sua mentalidade “make it happen”.
Erasmus oferece 12 cursos de inglês na graduação:
- Philosophy;
- Double major Economics & Philosophy of Economics;
- Double major in Econometrics & Economics;
- Double degree in Arts Arts & Culture Studies;
- Communication & Media;
- Econometrics & Operations Research;
- Economics & Business Economics;
- History;
- Psychology;
- International Business;
- Liberal Arts & Science.
As vantagens de ter a dupla cidadania europeia
Quem tem dupla cidadania europeia tem mais motivos para colocar a Holanda no radar quando pensar em fazer faculdade no exterior. Estes alunos têm algumas vantagens ou facilidades em relação aos estrangeiros, que vão desde a candidatura até o momento após a formatura.
A primeira e maior vantagem é o custo da jornada. A anuidade da faculdade, que geralmente representa a maior despesa, é significativamente menor na Holanda para quem tem a cidadania europeia. Ao invés de pagar de 6.000 a 15.000 euros, o valor da tuition para quem tem a cidadania diminui para aproximadamente 2.500 euros.
Outra vantagem pode estar no próprio processo seletivo. Algumas universidades podem disponibilizar mais vagas para estudantes com cidadania europeia. O processo seletivo é o mesmo para estrangeiros e cidadãos e alunos que estudam em escolas brasileiras na grande maioria dos casos precisam fazer o foundation year (ano preparatório).
Durante o curso, alunos internacionais podem trabalhar até 20 horas por semana (meio período). Quem tem dupla cidadania não precisa respeitar este limite.
E por fim, após a conclusão do curso, quem é cidadão europeu não terá impedimento nem burocracia para permanecer no país ou em outra região da Comunidade Europeia.
Como geralmente as oportunidades de trabalho são boas, muita gente prefere ficar e este passa a ser, portanto, um dos principais benefícios da dupla cidadania.
Tem interesse em fazer faculdade na Holanda? Então avalie as suas chances de estudar em uma universidade holandesa, fazendo a nossa análise de perfil aqui.
FIT – Universidade de arte, moda e design em Nova York
/em Sem categoria /por Daqui pra ForaLocalizado no vibrante bairro do Chelsea, em Manhattan, o FIT é uma das referências nos Estados Unidos e no mundo nas áreas de moda e design.
Para quem quer estudar e trabalhar com moda, design ou arte, nada melhor que estar perto de onde tudo acontece. Nestas áreas, certamente larga na frente quem estiver onde as tendências são traçadas, onde estão os melhores profissionais e onde acontecem os principais eventos. Por isso, quem busca esses cursos leva enorme vantagem se fizer faculdade no exterior.
O Fashion Institute of Technology (FIT), em Nova York, é uma das referências em moda e design no mundo inteiro. Localizado no efervescente bairro do Chelsea, em Manhattan, o FIT atrai há décadas estudantes de todos os lugares dos Estados Unidos e do mundo.
A localização privilegiada já é por si só um rico e variado “cardápio” de possibilidades de aprendizagem. Andando pelas ruas os alunos já se deparam com as principais empresas e as mais recentes tendências em moda, design, comunicação e arte.
Além disso, a cidade oferece oportunidades de aprendizado com executivos de grandes empresas, acadêmicos e pensadores influentes.
O FIT é, portanto, um dos melhores lugares para aprender, criar uma networking diferenciada na área e ter acesso a várias oportunidades na carreira.
Por dentro da FIT
O Fashion Institute of Technology é reconhecido por seu programa acadêmico rigoroso, único e ao mesmo tempo flexível para os estudantes. Tem um ensino focado em oportunizar experiências práticas, parcerias com outras universidades e com indústrias, e comprometimento com pesquisa, inovação e empreendedorismo.
Fundado em 1944, o FIT é um dos líderes mundiais em educação para design, moda, negócios e tecnologia. Seus programas aproveitam a atmosfera vibrante e criativa de Nova York para incrementar o ensino, a exploração e a pesquisa.
Academicamente, o FIT possui 5 divisões. A principal delas é a School of Art and Design. Ela oferece 17 majors e conta com 3.800 alunos que buscam seguir carreira em moda, arte e vários campos de design.
Alguns cursos oferecidos pela School of Art and Design são:
- Publicidade e Design Digital;
- Fine Arts;
- Fashion Design;
- Ilustração;
- Design de Interiores.
A Jay and Patty Baker School of Business and Technology oferece 10 majors para 4.000 alunos. A escola é focada em negócios na moda e em áreas relacionadas a ela.
O currículo é elaborado buscando desenvolver nos alunos as habilidades e o conhecimento requisitados no mundo inteiro nas indústrias da moda e da criação.
A terceira divisão do FIT é a School of Liberal Arts and Science, que oferece dois majors. Nela, alunos de todo o FIT podem escolher entre centenas de disciplinas que desenvolvem pensamento crítico, habilidades de comunicação, conhecimento em ciências naturais e sociais.
O objetivo é equipar os estudantes com as melhores ferramentas para que contribuam de maneira eficaz com um mundo culturalmente cada vez mais diverso.
O FIT tem ainda a School of Graduate Studies, para pós-graduação, e o Center of Continuing and Professional Studies, com cursos que não são de nível superior.
Como funciona o processo seletivo?
Nos Estados Unidos a seleção dos candidatos para as universidades não é baseada em um único critério, como uma prova, por exemplo. As faculdades procuram observar diferentes aspectos que consideram relevantes para escolher aqueles que mais se encaixam no perfil da instituição.
O processo seletivo do FIT leva em conta as notas dos alunos no colégio (do 9o ano a 3a série do Ensino Médio) e a nota da prova de proficiência em inglês. Para o TOEFL, teste mais comum, o mínimo exigido é 80. Para o IELTs, é 6,5 e para o Duolingo, 105.
Portfólio
Um fator muito importante na candidatura para o FIT é o portfólio. Ele é exigido para todos os cursos ligados a artes e design e, nestes casos, é parte fundamental na seleção.
A montagem do portfólio varia de acordo com a área específica para a qual o aluno vai se candidatar. Cada curso tem suas próprias exigências.
Para o curso de Fashion Design, por exemplo, o portfólio solicitado é dividido basicamente em 3 partes: uma redação, dois projetos de design e um projeto de costura.
A redação (essay) consiste em um texto de até 250 palavras onde o candidato mostra um pouco da sua personalidade, baseado em um tema específico.
Um exemplo é “Como você lida com a situação em que a sua opinião difere da de um professor ou empregador no que diz respeito à sua performance?”.
Pelo conteúdo desse tipo de essay os selecionadores detectam vários aspectos do perfil do candidato.
Os dois projetos de design devem conter um total de 7 a 14 imagens. No primeiro projeto, o candidato vai enviar de 3 a 6 imagens de uma criação sua em sportswear (calça, blusa, saia e jaqueta, por exemplo).
No outro projeto o aluno vai submeter imagens originais de fashion design, contendo figuras desenhadas por ele mesmo. São relevantes o estilo, a criatividade e a variedade. Junto a estas imagens, devem estar duas sentenças explicando a inspiração para estes processos.
Por fim, o projeto de costura consiste em 4 a 9 fotografias de roupas criadas e costuradas pelo próprio candidato. São analisados a originalidade, a estética e a criatividade.
Conheça alguns ex-alunos do FIT
Não são poucos os ex-alunos do FIT que tiveram sucesso no mundo da moda e do design.
O estilista e empresário Calvin Klein se formou em Fine Arts em 1963. Cinco anos depois, ele criou a marca com o seu nome, que é referência em roupas e acessórios até hoje no mundo inteiro.
Michael Kors se formou no FIT em Fashion Design. Em 1981 lançou uma linha feminina para várias lojas, entre elas a Bloomingdale’s, a Lord & Taylor e a Saks.
De lá para cá, ganhou inúmeros prêmios internacionais e é querido por celebridades como Angelina Jolie e Michelle Obama.
David Chu, estilista e fundador da marca Nautica, e Joy Herfel, presidente das marcas Polo Ralph Lauren, também se formaram no FIT.
Tem vontade de cursar uma graduação no exterior e quer conhecer as suas chances de realizar esse sonho? Conheça os nossos programas e fique por dentro de tudo que você precisa.
University of Melbourne: a melhor universidade da Austrália
/em Austrália /por Daqui pra ForaSaiba como é estudar na University of Melbourne, melhor universidade da Austrália, país com excelência acadêmica e uma das melhores qualidades de vida do mundo.
Considerada a melhor universidade da Austrália e a 37a do mundo, segundo o ranking da Times Higher Education (THE), a University of Melbourne tem atraído há décadas estudantes do mundo inteiro. Eles buscam unir excelência acadêmica, ótima qualidade de vida e muita diversidade cultural em um só lugar.
E é exatamente o que encontram em Melbourne e em outros pontos do país. Com o bônus de se deparar com belas paisagens por onde quer que forem.
Conheça a University of Melbourne
Segunda universidade mais antiga da Austrália e a mais antiga do Estado de Victoria, a University of Melbourne tem seu campus principal no subúrbio de Parkville, a 3 km do Central Business Disctrict de Melbourne. Há outros campus menores espalhados pelo Estado de Victoria.
Academicamente, a universidade é dividida em 10 faculdades, entre elas:
- Arquitetura;
- Business and Economics;
- Educação;
- Engenharia;
- Fine Arts;
- Direito;
- Veterinária;
- Agronomia.
Cada faculdade oferece vários cursos e 14 deles estão entre os 20 melhores do mundo em suas respectivas áreas, segundo o QS World University Rankings. A University of Melbourne é considerada ainda a 7a do mundo no QS Graduate Employability, o que a coloca entre as com melhor empregabilidade no mundo.
Com mais de 100 centros de pesquisa e institutos, a universidade dispõe ainda de um enorme sistema de biblioteca espalhado pelos campus. E conta ainda com vários museus e galerias para quem se interessa pelos mais diversos assuntos, como história médica, zoologia e arte contemporânea.
O modelo de ensino da University of Melboune é flexível e amplo. Eles acreditam que depois de formados, poucos permanecem no mesmo campo de trabalho. Por isso, priorizam que o aluno construa habilidades que permitam que ele se adapte com sucesso a qualquer mudança que vier lá na frente, já como profissional.
Mas a experiência de estudar na University of Melbourne não se restringe à excelência nas salas de aula, museus, bibliotecas e centros de estudos. Quase metade dos 50.094 estudantes (incluindo graduação e pós) são internacionais. O dia a dia acontece num verdadeiro caldeirão cultural, onde todos podem se misturar em inúmeras atividades.
Há mais de 200 clubs e societies (associações estudantis) para os mais variados gostos e interesses. De xadrez a Yoga e moda, muitos deles ainda podem estar relacionados a cursos ou disciplinas específicas.
Austrália: qualidade de vida e oportunidades
Estudar na University of Melbourne e na Austrália tem vantagens que vão além da rica experiência vivida dentro do campus. A primeira delas e que chama mais atenção especialmente dos brasileiros é a qualidade de vida nas principais cidades do país, incluindo, claro, Melbourne.
Melbourne já foi eleita várias vezes a melhor cidade do mundo para se viver. Diferentemente de Sydney, mais indicada para turismo, Melbourne foi de 2011 a 2017 a líder do ranking como “best livable cities in the world“.
E de lá para cá, continua sempre muito bem colocada. Os critérios que são levados em conta neste ranking incluem infraestrutura, educação, segurança, sistema de saúde e meio ambiente.
O clima em Melbourne é mais ameno que em outras regiões do país, mas esse acaba sendo um detalhe quando se enxerga tudo que a cidade oferece. O lugar é reconhecido como bike friendly e tem um sistema de transporte público eficiente e de muita qualidade. A cidade tem praias lindas e recebe eventos esportivos e culturais o ano todo, alguns voltados justamente para a população de fora do país.
Melbourne, na verdade, não foge muito ao que todo estudante encontra na Austrália em geral. As principais cidades oferecem ótima qualidade de vida e acolhem muito bem os estrangeiros. Por isso, as principais universidades australianas costumam estar entre as que mais recebem estrangeiros no mundo. Segundo o governo australiano, são cerca de 700 mil alunos internacionais espalhados pelo país.
Mas além disso, estudantes internacionais podem trabalhar meio período durante a faculdade na Austrália. Este é um fator que atrai muita gente, tanto pela possibilidade de ganhar experiência profissional como pela oportunidade de ter uma renda. E depois de formado, a chance de se inserir no mercado de trabalho e permanecer no país é muito boa.
Processo seletivo e custos
Como para qualquer universidade fora do Brasil, o primeiro passo para ir em busca de uma vaga é conhecer o caminho, ou seja, como funciona o processo seletivo.
Na Austrália, dois itens são fundamentais para ser aceito em uma universidade. Um é o histórico escolar do Ensino Médio, pelo qual as universidades avaliam o nível acadêmico dos candidatos.
O outro é o exame de proficiência em inglês (TOEFL ou IELTS), teste que as instituições utilizam para se certificarem de que o aluno conseguirá acompanhar as aulas.
Na Austrália, assim como no Reino Unido, o Ensino Médio tem um ano a mais. Assim, os alunos que vão para lá logo após terminarem o colégio geralmente precisam fazer o Foundation Year. O Foundation é uma espécie de básico, preparatório para a universidade, que costuma ajudar os alunos internacionais na adaptação.
Mas é possível não fazer o Foundation, mesmo nas principais universidades do país, como a University of Melbourne. Um bom resultado no SAT e ter diploma do IB (International Baccalaureate) são dois itens que podem fazer o aluno “pular” o Foundation.
O outro elemento que pode fazer o candidato não passar pelo Foundation Year é o personal statement. É uma redação de caráter pessoal, onde o aluno fala de si, de suas preferências, experiências, e mostra seu perfil para a universidade
Como se vê, não é um processo seletivo complicado, mas como todos, requer planejamento e uma boa preparação.
Mais um fator que ajuda a atrair estudantes do mundo todo para a Austrália é o custo. As tuitions (anuidades) vão de AUD $25 mil a AUD $45 mil. No caso da University of Melbourne, a melhor do país e uma das melhores do mundo, gira em torno de AUD $40 mil (ou perto de US $32 mil). O custo-benefício, portanto, é excelente.
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GPA: o que é e como calcular?
/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaAo aplicar para uma universidade nos Estados Unidos, o aluno logo descobre que não será a nota de uma ou duas provas que vai definir se ele será aceito. O processo seletivo para as universidades americanas é holístico, leva em conta vários aspectos da vida acadêmica e pessoal do candidato. Um deles é o GPA, sigla que muitos desconhecem quando ainda não estão inseridos neste contexto de application.
Mas o que é o GPA, afinal? Neste artigo, vamos falar tudo o que você precisa saber para dominar essa forma de avaliação dos estudantes tão popular no meio acadêmico. Siga a leitura até o final.
O que é GPA?
A sigla significa Grade Point Average, podendo ser traduzida para o português como “média de pontos das notas”. Representa a média ponderada das notas que o aluno obteve nos últimos 4 anos da escola.
Ele é um dos importantes critérios que as universidades utilizam para selecionar os candidatos e é obtido a partir do histórico escolar que o aluno envia à universidade na application.
Como funciona?
Para determinar o GPA, é preciso fazer um cálculo, lembrando que se trata de uma média ponderada. Este cálculo é feito combinando as notas obtidas do 9o ano até o fim do ensino médio com a carga horária correspondente de cada disciplina.
O GPA tem uma escala que varia de 0 a 4. Por isso, é necessário converter a média obtida para a escala do GPA. Por exemplo, quem tem média 8,0 (ou B) tem um GPA que corresponde a 3. Média acima de 9,5 (A ou A+) corresponde a GPA 4, e média 6,0 (ou C) equivale a GPA 2.
O aluno pode calcular o seu GPA, que vai servir como uma estimativa, mas é a universidade que obtém o valor oficial. Quando recebe o histórico do aluno, a universidade faz seu próprio cálculo para avaliar o estudante.
Universidades que não possuem essa etapa pedem que o candidato envie seu histórico para uma empresa de “evaluation” para que a análise e a conversão de notas sejam feitas antes de os documentos chegarem ao Admissions Office.
Para o cálculo, geralmente são levadas em conta as notas de matemática (e suas derivadas, como álgebra e geometria), português e outros idiomas, história, geografia, química, física, biologia, sociologia e filosofia.
Disciplinas como educação física, educação artística, estudos religiosos ou teológicos, informática, educação ambiental, empreendedorismo e outras eletivas geralmente não entram na conta.
Unweighted
Esse método de cálculo do GPA é bastante popular e concede o mesmo peso para todas as matérias do curso. Ou seja, não há diferença entre tirar 10 em matemática e 10 em história.
Nesse caso, sempre que o GPA for igual a 10 ou A, ele irá corresponder ao GPA 4 na hora da conversão. Com esse cálculo, fica mais difícil de entender o real nível de dificuldade oferecido pela instituição.
Weighted
Já o GPA Weighted concede pesos diferentes às diferentes matérias disponíveis na escola ou universidade. Dessa forma, é possível ter uma imagem mais realista do nível de dificuldade da instituição e do desempenho do estudante.
Para um curso mais avançado, um GPA A pode ser convertido para uma nota 4. Já em um curso menos exigente, esse mesmo GPA A pode ser convertido para uma nota 3.
Neste vídeo abaixo, a gente explica como as notas podem impactar na sua application.
https://www.youtube.com/watch?v=Gr6vm-Wj-p0
Como calcular?
Para calcular o GPA, é preciso selecionar o período desejado e, a partir daí, identificar quantas matérias foram estudadas, se existem pesos diferentes para cada uma delas e quais foram as notas obtidas.
Com essas informações em mãos, o cálculo pode ser feito da seguinte maneira:
Notas com o mesmo peso: somar todas as notas e dividir pelo número de matérias no período. Exemplo: 10 em matemática, 7 em biologia e 7 em português ficaria 10 + 8 + 7 = 24/3 = 8. Convertendo para a escala de 0 a 4, seria um GPA 3.
Notas com pesos diferentes: nesse caso, é preciso multiplicar a nota obtida pelo total de créditos da disciplina. Em seguida, dividir o valor obtido pelo total de créditos estudados no período.
Se matemática tiver 2 créditos, história tiver 4 créditos e biologia 2 créditos e suas notas forem 9, 8 e 6 respectivamente, o cálculo ficaria assim: (9*2 + 8*4 + 6*2)/8 = (18 + 32 + 12)/8 = 62/8 = 7,75.
GPA no Ensino Médio
O cálculo do GPA no Ensino Médio costuma ser mais simples, já que todas as matérias têm o mesmo peso. Nesse caso, basta apenas somar todas as notas e dividir pelo total de matérias estudadas no período.
GPA na Graduação
Já no caso da Graduação, é comum que as matérias tenham pesos diferentes, então é preciso fazer o cálculo mais completo incluindo os diferentes créditos para cada uma delas.
O GPA e a application
Pensando na forma como é feito o cálculo, o aluno pode questionar: mas ter média 8,0 em uma escola muito exigente tem o mesmo valor de obter essa mesma média em outro colégio, com critérios de avaliação menos rígidos ou diferentes?
A resposta é não. Na verdade, a universidade obtém o GPA de acordo com as notas do aluno. Porém, em seguida faz uma análise, levando em conta outros aspectos relacionados ao número obtido. Um desses aspectos é o “school profile”, ou seja, o perfil da escola no que diz respeito justamente ao rigor do currículo.
Dessa forma, eles identificam o que a nota dos alunos significam dentro do contexto de cada escola. Outro recurso utilizado é o ranking da turma, que posiciona as notas do candidato em relação às dos seus colegas de classe. Assim, o GPA do aluno toma um significado mais real.
Além disso, a universidade pode relacionar o GPA à nota do candidato no SAT (a prova padronizada que corresponde ao ENEM do Brasil). Notas muito altas na escola e score baixo no SAT podem indicar que o colégio não era muito exigente.
Algumas instituições exigem GPA muito alto, outras nem tanto. Na application, o GPA do aluno vai ajudar a definir para quais universidades é recomendado ele aplicar, indicando onde ele tem boas chances de ser aceito. Uma nota alta abre o leque de opções, sem dúvida.
Como o GPA é parte importante para o processo seletivo, a Daqui pra Fora realiza o cálculo dessa nota dos alunos para preparar uma lista de universidades que estejam alinhadas com o seu desempenho acadêmico.
Vale lembrar: não basta ter o GPA exigido pela universidade para entrar, porque diversos candidatos com nota igual ou semelhante aplicarão para a mesma universidade. Como o processo é holístico e as universidades americanas querem conhecer o candidato como um todo, outros aspectos vão ajudar a definir quem é admitido ou não.
Entre eles, estão a nota do SAT, as cartas de recomendação de professores ou coordenadores, as atividades extracurriculares do aluno e as redações.
Mas o GPA é, sim, um elemento muito importante da application. Boas notas nos últimos 4 anos da escola garantirão um bom GPA e, quanto mais alta essa nota. Dessa forma, o aluno terá mais opções para aplicar com boas chances de ser aceito.
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Como a faculdade no exterior pode contribuir para a carreira do meu filho?
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEnviar o filho ou a filha para fazer faculdade no exterior não é uma decisão simples. Assim, muitas perguntas vêm à tona na hora de pesar os prós e os contras, entre elas, por exemplo, se vale a pena o investimento e como essa experiência vai contribuir para a carreira profissional dele ou dela.
“Proporcionar uma faculdade no exterior ao filho é um investimento para a vida toda dele. Além disso, o que ele vai viver lá fora é um aprendizado para os próximos 70 anos. O ideal é pensar que o custo é amortizável pelo resto da vida dele.” Esta afirmação é de Marcelo Nóbrega, um dos profissionais mais respeitados na área de RH no Brasil, considerado Top RH influencer da América Latina no ambiente do LinkedIn e autor do livro “Você está contratado!”, uma espécie de guia para conquistar o emprego dos sonhos.
Conselheiro, mentor e palestrante, Marcelo trabalha recrutando profissionais em todos os níveis da hierarquia no mundo corporativo. Ele conversou com exclusividade com a Daqui pra Fora sobre o que pensa a respeito da importância de fazer faculdade no exterior.
A experiência universitária
Segundo Marcelo, a experiência universitária em qualquer lugar do mundo acontece em um momento de amadurecimento do jovem e é fundamental procurar viver este período da melhor maneira possível, tentando explorar ao máximo tudo que ele pode oferecer. Não se trata apenas do que acontece em sala de aula.
Segundo ele, quem sai do Brasil leva vantagem nesse sentido devido à comprovada excelência acadêmica das universidades no exterior e nível de complexidade da experiência.
Ele explica que estudar fora significa encarar aeroportos, alfândega, e não ter os pais perto para resolver os problemas. Além de aprender a cozinhar, fazer a lavanderia, arrumar o quarto, ir ao supermercado, enfim, a riqueza de experiências é infinita.
“Dentro da universidade, em qualquer lugar do mundo, a vivência envolve os professores, os colegas, o conteúdo programático, o campus, a cidade e as experiências fora das salas de aula, que incluem grupos de afinidade, as opções de atividades extracurriculares, o acesso aos professores e networking”, diz Marcelo.
Além disso, lá fora o aluno precisa dominar outro idioma, conhece gente do mundo inteiro dentro e fora da sala de aula, os professores também são de vários lugares e o ensino é bem mais abrangente.
“Um aluno de engenharia ou economia, por exemplo, estuda literatura comparada, teatro, música, lê os grandes clássicos. É uma formação com mais amplitude, com mais conhecimento, mais repertório e isso traz mais agilidade de pensamento”, afirma.
Segundo Marcelo, mudar de escola, de cidade, de país, conviver com pessoas que pensam de forma diferente cria no indivíduo apetite de risco e o torna mais tolerante.
De acordo com ele, essa diversidade de experiências traz maior capacidade de adaptação e flexibilidade. “A gente sabe que esse jovem consegue trabalhar em qualquer setor de atividade”, explica.
“Quando estou contratando alguém, em primeiro lugar eu quero ver se ele resolve meu problema. Nesse momento são importante as soft skills e o aspecto técnico. Depois, eu vejo o potencial que ele tem de crescimento. E o passado dele me ajuda demais a identificar isso, vendo o quão diversas foram as experiências dele ao longo da vida”, afirma Marcelo.
Curso e carreira depois de fazer faculdade no exterior
A escolha do curso também é uma preocupação constante tanto para o estudante quanto para os pais. Quem vai estudar nos Estados Unidos, por exemplo, não precisa decidir que curso vai fazer no momento em que aplica para a universidade.
Esta definição só acontece no segundo ano, o que é bom, porque o jovem já é um pouco mais maduro e se conhece um pouco melhor.
Mas Marcelo Nóbrega gosta de lembrar que aquela carreira vertical não existe mais. Hoje o jovem faz um curso e pode ter várias carreiras. “Ele precisa ter adaptabilidade e com isso ter o poder de fazer escolhas ao longo da vida”, completa. Ou seja, o que ele estuda não é necessariamente o que ele vai fazer o restante da vida.
Além de todas as mudanças e diversidade de experiências que o aluno vive, o fato de o currículo nos Estados Unidos ser bem mais amplo e flexível também colabora para aumentar a capacidade de, lá na frente, mudar o rumo da carreira quando quiser ou for necessário.
“É muito importante aprender a aprender, ser curioso, ter flexibilidade. Porque no momento em que tudo muda, e sabemos que as coisas mudam cada vez mais e mais depressa, ele vai ser capaz de mudar junto. Ou melhor ainda, ele pode ser o agente da mudança”, finaliza.
Se você quer ver seu filho estudando em uma faculdade no exterior e precisa de mais informações sobre o processo, venha conversar com o nosso time de especialistas. Basta preencher o formulário abaixo.
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