Está começando a 3ª série do Ensino Médio e pretende fazer faculdade no exterior no próximo ano? Ótimo! Isso significa que você decidiu buscar uma universidade de excelência acadêmica e com estrutura de ponta.
Quer conviver com gente do mundo inteiro em um ambiente multicultural e aprender muito com tudo isso, acelerando seu desenvolvimento pessoal e profissional.
É um processo extenso, e por isso exige que o aluno se prepare o quanto antes, para que envie uma candidatura forte para as universidades.
Chegou a hora de dar o start nesse projeto. O ano letivo no exterior tem início em agosto ou setembro e o processo seletivo para as universidades no exterior é longo e pode parecer complexo. As applications geralmente começam a ser enviadas em novembro.
Então, este é o momento ideal para colocar seu plano em prática e dar início a essa jornada tão importante. Chegou a hora de começar a trabalhar para construir uma candidatura forte, que consiga mostrar para as universidades a sua melhor versão.
Por que começar a candidatura agora?
Existem vários bons motivos que vão ajudar você a entender por que começar a construir sua candidatura o quanto antes é importante para ter sucesso nesse projeto. Listamos alguns deles para você.
O processo é holístico
No exterior, as universidades avaliam o candidato como um todo. Eles querem saber quem é o aluno que está buscando ser aceito naquela determinada instituição, não só em termos acadêmicos, mas também pessoais.
Portanto, não basta ser um bom ou nem mesmo um ótimo aluno para garantir uma vaga em uma universidade lá fora. Muitos bons e ótimos alunos do mundo todo querem a mesma coisa que você.
Por meio de vários instrumentos, como redações, atividades extracurriculares e cartas de recomendação, você terá que mostrar alguns diferenciais que mostrem por que você deve ser aceito pelas bancas de admissão.
Será todo esse conjunto de informações, além do histórico escolar e das notas das provas padronizadas, que vai mostrar para as universidades quem é o aluno que pretende estudar lá.
Portanto, quanto mais bem trabalhadas cada uma das exigências no processo seletivo, mais forte será a sua candidatura.
Preparação para as provas internacionais
O SAT e o ACT, provas exigidas em praticamente todas as universidades americanas e em algumas canadenses, britânicas e holandesas, são bem diferentes das realizadas aqui no Brasil, como o Enem, por exemplo, que tem função semelhante.
Primeiro, elas são provas focadas em raciocínio lógico e interpretação de texto. E, claro, são em inglês.
Apesar de não serem o único instrumento de avaliação, o seu resultado nessas provas é muito importante para determinar o perfil de universidade onde você pode estudar e, portanto, é fundamental na hora de escolher onde aplicar.
Quanto melhor for o seu resultado nessas provas – e nas provas de proficiência em inglês (TOEFL ou IELTS) –, mais e melhores opções você terá para enviar suas applications.
Dedicação às atividades extracurriculares
As atividades extracurriculares, que você pode fazer dentro da própria escola ou fora dela, são um dos principais instrumentos que as universidades utilizam para conhecer melhor o candidato.
Podem ser atividades ligadas a artes (música, teatro, dança, fotografia, audiovisual, artes plásticas etc.), a esporte, trabalho voluntário, atividades de liderança (como os conselhos estudantis ou grêmios), participação em competições como Olimpíadas de Matemática ou em simulações como as das Nações Unidas (MUN) ou você pode mencionar até algum hobby interessante ao qual tenha se dedicado muito.
Por meio destas atividades e do papel que você desempenhou em cada uma delas, eles enxergam suas paixões, suas experiências, suas conquistas e suas principais habilidades.
Desenvolvimento das redações
As redações são outra importante ferramenta utilizada pelas universidades para conhecer melhor os candidatos.
Neste texto, utilizando os diferentes temas propostos por cada instituição, o candidato fala de si e também de por que tem interesse em ir para aquela determinada universidade.
Além de dominar o inglês, o aluno deve conhecer a estrutura do texto e demonstrar pensamento crítico. No conteúdo, é importante ser sincero e conseguir mostrar seus diferenciais, sendo claro e conciso.
Uma boa redação pode ser um fator decisivo para ser aceito em uma universidade. Porém o contrário também é verdadeiro. Por isso, uma boa orientação para essa etapa do processo seletivo é fundamental.
Solicitação de cartas de recomendação
Este importante instrumento do processo seletivo também vai falar às bancas de admissão das universidades sobre quem você é e sobre o seu potencial acadêmico.
Mas nesse caso não é você falando de si mesmo. Eles vão ouvir a opinião de pessoas que conviveram e trabalharam com você na escola, professores e coordenadores que conhecem você a fundo.
Pelas cartas de recomendação, as universidades buscam saber como estes profissionais enxergam você, suas características, suas qualidades, seus pontos fortes, como pessoa e como aluno.
É fundamental saber escolher para quem pedir essas cartas e também, se necessário, saber orientar esses profissionais na hora de escrever.
Elas são um componente importante dentro de todo o processo seletivo. Seu conteúdo vai ajudar a banca de admissão a compor o seu perfil e avaliar se ele combina com aquela determinada instituição.
Seleção de universidades
Existem inúmeras excelentes universidades no exterior e escolher para quais aplicar não é tarefa fácil. É preciso identificar seu perfil e descobrir quais combinam você, saber o custo de cada uma e se está dentro do planejado pela família, se oferece bolsas de estudos e quais tipos, caso seja necessário.
São muitas pesquisas, em diferentes sites e fontes, e para montar essa lista de universidades é bom ter tempo.
Preparação dos documentos necessários
O processo de application exige uma série de documentos e todos eles têm prazos para serem enviados. Cada universidade tem suas próprias exigências e prazos.
Vamos começar? Vale a pena ter uma orientação especializada para se preparar para cada etapa e alcançar seu potencial máximo em cada uma delas, além de ser guiado sobre toda a documentação para as diferentes universidades e, claro, não perder os prazos. Isso pode ser determinante também para o sucesso do projeto.
Quer saber mais sobre faculdade no exterior? Clique no link abaixo e preencha o formulário:
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Daqui pra Frente: o que acontece depois da aprovação?
/113 Comentários/em Daqui pra Fora /por Daqui pra ForaDepois da longa jornada com apoio da Daqui pra Fora, de desafios e muito trabalho, seu filho foi aprovado e vai fazer faculdade no exterior. Aquela ansiedade e algumas incertezas que rondaram todo o caminho até aqui, toda a preparação, a candidatura e, claro, a espera pelas respostas das universidades, são substituídas por alegria e sensação de missão cumprida.. Mas e agora?
Depois do alívio e da felicidade que tomam conta da família nesse momento de conquista, novas dúvidas aparecem para o estudante e para os pais.
Afinal, agora começa uma nova etapa desse projeto e, de alguma forma, toda a família mais uma vez está envolvida.
Quem teve a Daqui pra Fora ao lado até este instante continua muito bem acompanhado. Sabemos que a família e o aluno percorreram juntos todo o caminho até aqui e este é um momento de deixá-los bater asas e voar.
Cada cuidado conta
A Daqui pra Fora mantém todo o cuidado com o aluno e sua família nesse momento de mudança. Nosso trabalho não acaba no momento da aprovação, muito pelo contrário, afinal a jornada universitária está apenas começando.
Quando chega a hora de fazer as malas e começar a nova etapa, nossa equipe continua disponível para ajudar. Nós tiramos qualquer tipo de dúvida e damos todas as orientações que a família precisar.
Neste vídeo você encontra importantes informações sobre a preparação para a faculdade no exterior:
Para tornar este momento mais leve, a Daqui pra Fora reúne anualmente todos os alunos e suas famílias em um grande encontro presencial, onde oferece as orientações necessárias para os próximos passos que precisam ser dados.
Nesse encontro, chamado Daqui pra Frente, ex-alunos e pais contam aos novos alunos e suas famílias como foram, ou estão sendo, suas experiências. Também dão dicas e conselhos baseados nelas.
Ouvir quem já passou por tudo isso e teve sucesso ajuda a tranquilizar quem está começando a jornada, pois o evento permite que tenham uma noção do que encontrarão dali em diante.
Além disso, nesse encontro pais e filhos têm a oportunidade de conhecer profissionais e parceiros da Daqui pra Fora de diversas áreas, com os quais muitas vezes só tiveram contato de forma online.
Eles esclarecem todas as perguntas do público, que sai mais preparado e seguro, sabendo que estes profissionais continuarão à disposição do aluno e da família durante toda essa nova etapa.
Questões como o que levar, documentação, o que fazer quando chegar lá, dúvidas em relação à adaptação, o dia a dia no campus, networking e mercado de trabalho, por exemplo, são esclarecidas para quem vai e quem fica.
Além disso, olhar para o lado e ver que tem muito mais gente no mesmo barco também ajuda a deixar todo mundo mais confortável. Os alunos conhecem outros estudantes que eventualmente vão para a mesma universidade e já começam a criar sua rede de apoio própria.
Confira aqui como foi nosso último encontro:
Apoio da Daqui pra Fora continua na universidade
O apoio da Daqui pra Fora não para por aí. Alunos e famílias continuam contando com nossa equipe depois que as aulas começam e durante todo o curso lá fora. Nossos especialistas, caso necessário, oferecem soluções em várias áreas, tanto para questões emocionais quanto práticas.
Durante o curso, várias situações no dia a dia podem aparecer, como, por exemplo alguma dificuldade de integração com o roommate (colega de quarto) ou mesmo necessidade de documentação para estágio ou para carteira de motorista.
Nesses e em outros casos, nossa equipe orienta com dicas e recomendações, mas nunca resolve o problema pelo aluno. Afinal, um dos grandes ganhos dessa experiência é o desenvolvimento da autonomia, o que nosso time incentiva muito.
A Daqui pra Fora ainda dá apoio em qualquer período do curso quando o assunto é o mercado de trabalho, especialmente na hora de o aluno ir em busca de um estágio (ou Summer Job).
Nossos profissionais da área de Psicologia também estão à disposição de pais e alunos durante toda a jornada. Para os pais, ainda oferecemos suporte, por exemplo, no pagamento das taxas universitárias.
Ou seja, o aluno e a família podem continuar contando com o apoio da Daqui pra Fora durante todos os anos da faculdade.
Para saber mais sobre o nosso trabalho e contar com a assistência especializada, preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
7 razões para começar a candidatura o quanto antes
/107 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaEstá começando a 3ª série do Ensino Médio e pretende fazer faculdade no exterior no próximo ano? Ótimo! Isso significa que você decidiu buscar uma universidade de excelência acadêmica e com estrutura de ponta.
Quer conviver com gente do mundo inteiro em um ambiente multicultural e aprender muito com tudo isso, acelerando seu desenvolvimento pessoal e profissional.
É um processo extenso, e por isso exige que o aluno se prepare o quanto antes, para que envie uma candidatura forte para as universidades.
Chegou a hora de dar o start nesse projeto. O ano letivo no exterior tem início em agosto ou setembro e o processo seletivo para as universidades no exterior é longo e pode parecer complexo. As applications geralmente começam a ser enviadas em novembro.
Então, este é o momento ideal para colocar seu plano em prática e dar início a essa jornada tão importante. Chegou a hora de começar a trabalhar para construir uma candidatura forte, que consiga mostrar para as universidades a sua melhor versão.
Por que começar a candidatura agora?
Existem vários bons motivos que vão ajudar você a entender por que começar a construir sua candidatura o quanto antes é importante para ter sucesso nesse projeto. Listamos alguns deles para você.
O processo é holístico
No exterior, as universidades avaliam o candidato como um todo. Eles querem saber quem é o aluno que está buscando ser aceito naquela determinada instituição, não só em termos acadêmicos, mas também pessoais.
Portanto, não basta ser um bom ou nem mesmo um ótimo aluno para garantir uma vaga em uma universidade lá fora. Muitos bons e ótimos alunos do mundo todo querem a mesma coisa que você.
Por meio de vários instrumentos, como redações, atividades extracurriculares e cartas de recomendação, você terá que mostrar alguns diferenciais que mostrem por que você deve ser aceito pelas bancas de admissão.
Será todo esse conjunto de informações, além do histórico escolar e das notas das provas padronizadas, que vai mostrar para as universidades quem é o aluno que pretende estudar lá.
Portanto, quanto mais bem trabalhadas cada uma das exigências no processo seletivo, mais forte será a sua candidatura.
Preparação para as provas internacionais
O SAT e o ACT, provas exigidas em praticamente todas as universidades americanas e em algumas canadenses, britânicas e holandesas, são bem diferentes das realizadas aqui no Brasil, como o Enem, por exemplo, que tem função semelhante.
Primeiro, elas são provas focadas em raciocínio lógico e interpretação de texto. E, claro, são em inglês.
Apesar de não serem o único instrumento de avaliação, o seu resultado nessas provas é muito importante para determinar o perfil de universidade onde você pode estudar e, portanto, é fundamental na hora de escolher onde aplicar.
Quanto melhor for o seu resultado nessas provas – e nas provas de proficiência em inglês (TOEFL ou IELTS) –, mais e melhores opções você terá para enviar suas applications.
Dedicação às atividades extracurriculares
As atividades extracurriculares, que você pode fazer dentro da própria escola ou fora dela, são um dos principais instrumentos que as universidades utilizam para conhecer melhor o candidato.
Podem ser atividades ligadas a artes (música, teatro, dança, fotografia, audiovisual, artes plásticas etc.), a esporte, trabalho voluntário, atividades de liderança (como os conselhos estudantis ou grêmios), participação em competições como Olimpíadas de Matemática ou em simulações como as das Nações Unidas (MUN) ou você pode mencionar até algum hobby interessante ao qual tenha se dedicado muito.
Por meio destas atividades e do papel que você desempenhou em cada uma delas, eles enxergam suas paixões, suas experiências, suas conquistas e suas principais habilidades.
Desenvolvimento das redações
As redações são outra importante ferramenta utilizada pelas universidades para conhecer melhor os candidatos.
Neste texto, utilizando os diferentes temas propostos por cada instituição, o candidato fala de si e também de por que tem interesse em ir para aquela determinada universidade.
Além de dominar o inglês, o aluno deve conhecer a estrutura do texto e demonstrar pensamento crítico. No conteúdo, é importante ser sincero e conseguir mostrar seus diferenciais, sendo claro e conciso.
Uma boa redação pode ser um fator decisivo para ser aceito em uma universidade. Porém o contrário também é verdadeiro. Por isso, uma boa orientação para essa etapa do processo seletivo é fundamental.
Solicitação de cartas de recomendação
Este importante instrumento do processo seletivo também vai falar às bancas de admissão das universidades sobre quem você é e sobre o seu potencial acadêmico.
Mas nesse caso não é você falando de si mesmo. Eles vão ouvir a opinião de pessoas que conviveram e trabalharam com você na escola, professores e coordenadores que conhecem você a fundo.
Pelas cartas de recomendação, as universidades buscam saber como estes profissionais enxergam você, suas características, suas qualidades, seus pontos fortes, como pessoa e como aluno.
É fundamental saber escolher para quem pedir essas cartas e também, se necessário, saber orientar esses profissionais na hora de escrever.
Elas são um componente importante dentro de todo o processo seletivo. Seu conteúdo vai ajudar a banca de admissão a compor o seu perfil e avaliar se ele combina com aquela determinada instituição.
Seleção de universidades
Existem inúmeras excelentes universidades no exterior e escolher para quais aplicar não é tarefa fácil. É preciso identificar seu perfil e descobrir quais combinam você, saber o custo de cada uma e se está dentro do planejado pela família, se oferece bolsas de estudos e quais tipos, caso seja necessário.
São muitas pesquisas, em diferentes sites e fontes, e para montar essa lista de universidades é bom ter tempo.
Preparação dos documentos necessários
O processo de application exige uma série de documentos e todos eles têm prazos para serem enviados. Cada universidade tem suas próprias exigências e prazos.
Vamos começar? Vale a pena ter uma orientação especializada para se preparar para cada etapa e alcançar seu potencial máximo em cada uma delas, além de ser guiado sobre toda a documentação para as diferentes universidades e, claro, não perder os prazos. Isso pode ser determinante também para o sucesso do projeto.
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Universidades com maior número de alunos estrangeiros
/686 Comentários/em Acadêmico /por Daqui pra ForaCada vez mais jovens aqui no Brasil procuram fazer faculdade no exterior, se juntando ao grande número de alunos estrangeiros das instituições. Eles buscam estudar nas melhores universidades, conhecer pessoas qualificadas do mundo todo, criar um networking superpotente e se desenvolver como pessoa e como profissional.
Essa tendência não é um fenômeno que acontece só entre os estudantes brasileiros. Pelo contrário, é cada vez mais comum as universidades internacionais receberem estudantes de diversos outros países.
Nos Estados Unidos, a quantidade de alunos estrangeiros vem crescendo a cada ano e em 2019 atingiu o maior patamar da história. O país, que tem 57 das 100 melhores universidades do mundo segundo o ranking da Times Higher Education, contabilizou no ano passado 1.095.299 estudantes dos 5 continentes nas suas instituições de ensino superior.
Os números comprovam o interesse crescente dos brasileiros por fazer faculdade nos Estados Unidos. Em outras palavras, recentemente a quantidade de brasileiros em universidades americanas aumentou 9,8%, o que representa o segundo maior crescimento entre alunos estrangeiros por lá.
Os estudantes estrangeiros representam 5,5% de todos os alunos das universidades americanas e em algumas universidades essa proporção chega próximo dos 50%.
Quais universidades recebem mais estrangeiros?
Segundo o Open Doors (relatório conduzido pelo Instituto de Educação Internacional, com o suporte do Departamento de Estado norte-americano), 1 em cada 3 estudantes estrangeiros nos Estados Unidos estão na Califórnia, no Texas ou em Nova York.
A New York University é a universidade que mais recebe estrangeiros nos Estados Unidos. São 19.605 alunos, que representam aproximadamente 30% do total.
Vigésima nona colocada entre as melhores universidades do mundo no ranking da Times Higher Education, a NYU abriga 20 prestigiadas faculdades em 5 diferentes lugares nas imediações da cidade de Nova York, como Downtown Brooklyn. O campus principal fica em em Lower Manhattan, mas também existem campi em Abu Dabi e Shangai.
A segunda universidade com mais alunos de fora dos Estados Unidos é a University of Southern California, em Los Angeles, com 16.340 estrangeiros de 135 países em suas salas de aula.
Número 62 no ranking das melhores universidades do mundo da THE, a USC oferece mais de 150 cursos divididos em 18 faculdades e é reconhecida internacionalmente como um dos mais importantes centros de pesquisas em diversas áreas.
Northeastern University, em Boston, é a terceira instituição que mais estudantes estrangeiros nos Estados Unidos. Dessa forma, hoje são 16.075 alunos que vieram de outros países para estudar lá, e entre os 255.000 ex-alunos há pessoas de 179 países.
Columbia University, em Nova York, também tem um número bastante significativo de estrangeiros. São 15.897, vindos dos 50 estados americanos e de mais de 110 países.
Com campus em Manhattan, Columbia tem mais de 80% de suas aulas com menos de 20 alunos em sala. Sendo assim, é um dos principais centros de pesquisa do mundo e, além da indiscutível excelência acadêmica (16a colocada no ranking THE), sua localização ajuda a atrair estudantes do mundo inteiro.
As outras instituições que mais recebem alunos estrangeiros são University of Illinois at Urbana-Champaign (13,497 estudantes), Arizona State University (13.324), University of California Los Angeles (11.942), Purdue University (10.943), University of California San Diego (10.652) e Boston University (10.598).
Quais cursos os alunos estrangeiros mais procuram?
Ainda de acordo com o Open Doors,o curso mais procurado por estrangeiros nos Estados Unidos tem sido o de Engenharia. Igualmente, no ano letivo de 2018/2019, havia 230.780 alunos de fora dos EUA nessa área.
Da mesma forma, em seguida vem Matemática e Ciências da Computação, com 203.461 alunos internacionais nos Estados Unidos.
Administração e Business também é uma área muito procurada por estrangeiros, com 182.170 estrangeiros nas universidades americanas.
O que acontece no Reino Unido e no Canadá?
Os estudantes estrangeiros não só se interessam pelos EUA, mas também pelo Canadá e Reino Unido, onde se encontram algumas das melhores universidades do mundo.
Na University of Oxford, na Inglaterra, número 1 no ranking 2023 da Times Higher Education, mais de um terço dos alunos são internacionais, vindos de 138 países.
Na University of Cambridge (3a no ranking), também na Inglaterra, cerca de 9.000 dos 22.000 alunos vieram de 140 países. De fato, entre os ex-alunos, há mais de 120.000 estrangeiros de mais de 200 países.
Por exemplo, a University of Toronto, melhor canadense e 18a colocada no ranking THE, tem 21% dos seus alunos estrangeiros, vindos de 168 países.
Então, quer ser um desses alunos? Assine nossa Newsletter e saiba tudo que é preciso para conquistar o seu lugar em uma das melhores universidades do mundo.
Como fortalecer a candidatura durante a pandemia?
/112 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaO mundo vive um momento sem precedentes. A pandemia do novo Coronavírus fez com que tudo parasse, literalmente, inclusive escolas e universidades, e trouxe muitas dúvidas e insegurança para todo mundo. Certamente, para quem pretende se preparar para fazer faculdade no exterior, essa situação trouxe ainda mais questões e uma enorme dose adicional de ansiedade, especialmente no que se refere a fortalecer a candidatura enquanto a pandemia ainda for uma realidade.
Cada um vive este momento da sua maneira, reage do seu próprio modo a tudo que está acontecendo. Mas não precisa se preocupar, realizar esse sonho não precisa ser parado também.
Como fortalecer a candidatura durante a pandemia?
Com as escolas fechadas e sem data prevista para retornar, é natural que pais e alunos se perguntem inicialmente como essa situação pode afetar o desempenho acadêmico do candidato, bem como as atividades extracurriculares e o desenvolvimento da candidatura em si.
A primeira coisa que o aluno deve pensar é que este cenário inusitado e de muita incerteza atinge o mundo inteiro. Não é só ele, nem tão pouco apenas os estudantes brasileiros que estão passando por isso. Tudo que atinge um candidato no Brasil atinge também todos os outros em qualquer parte do mundo.
Então, dentro desse novo cenário, todos podem e devem seguir trabalhando no sentido de fortalecer suas candidaturas. Cada um dentro da sua realidade particular, fazendo as adaptações necessárias.
Um dos critérios utilizados pelas universidades no exterior para selecionar os alunos é o histórico escolar. Portanto é fundamental o aluno manter o engajamento acadêmico para não deixar de ter boas notas na escola.
Mesmo com alunos e professores longe fisicamente, as atividades acadêmicas continuam online. Diante das novas circunstâncias, a primeira coisa a fazer é estabelecer uma nova agenda e uma nova rotina de estudos. É importante também criar um ambiente confortável e adequado para estudar em casa, evite ficar na cama ou no sofá para espantar a preguiça.
Seguindo as orientações e a metodologia do colégio, o candidato precisa se manter focado nas aulas, procurando ter contato direto e constante com os professores pelos canais abertos pela escola e se organizar para entregar todas as tarefas solicitadas. Isso vai ajudar a absorver melhor os conteúdos, tirar dúvidas e, assim, manter o bom desempenho acadêmico.
Dentro da nova rotina, ele não pode esquecer de definir um horário para estudar para as provas padronizadas (SAT ou ACT), que são outro importante critério acadêmico adotado pelas universidades no exterior. O candidato deve continuar conectado com o calendário das instituições que têm sido publicados com adaptações nas datas de realização, e aproveitar para fazer muitos simulados.
Para quem quer aperfeiçoar o inglês, vale a pena ainda reservar um tempo para ler artigos e livros em inglês, escrever histórias ou um diário, organizar grupos de conversa e, claro, fazer os simulados das provas de proficiência na língua.
Um aspecto que certamente pode parecer ser bastante afetado com essa nova situação são as atividades extracurriculares, item muito valorizado no processo seletivo das universidades americanas. Elas são um importante instrumento para as universidades conhecerem melhor o candidato e detectarem se ele tem um perfil que combina com o daquela determinada instituição.
Como tudo, as atividades extracurriculares vão requerer adaptações. Se o aluno já estava engajado em alguma ou algumas, a primeira coisa a fazer é ver a possibilidade de continuar desenvolvendo essa ou essas atividades de forma remota. Se for um curso de línguas ou grupo de estudos, por exemplo, eles podem migrar para o formato online.
O distanciamento social vai ter que dar lugar à criatividade no caso de quem pretende fazer novas atividades extracurriculares. Vale a pena, por exemplo, dar uma olhada nos cursos online que as universidades no exterior oferecem e escolher algum que possa acrescentar algo à sua candidatura.
O aluno pode ainda criar grupos temáticos virtuais, como clube do livro, de política, economia, de cinema, apoio emocional, unindo pessoas com os mesmos interesses. É possível ainda criar uma campanha de arrecadação ou mobilizar pessoas por uma causa. Ou mesmo aprender uma nova competência que possa fortalecer sua candidatura. Tudo isso sem sair de casa.
Ele também vai precisar incluir na sua agenda um tempo para começar a trabalhar nas redações, mais uma ferramenta utilizada pelas universidades para saber quem é o candidato que está aplicando para aquela instituição. Vale a pena parar para relembrar momentos importantes da sua trajetória, escrever sobre eles. É bom também aproveitar para pesquisar e ler redações de anos anteriores.
Se o curso escolhido pelo candidato exige um portfólio na application, é importante reservar uma parte do tempo para se dedicar à construção dele.
As universidades e a crise
O momento é novo e inusitado não só para as escolas e para os alunos, mas também para as universidades no mundo todo. Cada uma delas, ao seu modo, está se adaptando, dia após dia, a esse novo momento também.
Elas estão monitorando o vírus e certamente todas vão receber as candidaturas considerando esse novo contexto que vivemos. O cenário da crise se altera a cada dia, portanto não é possível prever qualquer mudança definitiva por parte das instituições. Elas vão acontecendo conforme o cenário da crise vai evoluindo.
Algumas universidades já passaram para o status de “Test Optional”, ou seja, não vão exigir o SAT ou o ACT para a classe que vai aplicar para 2021. Isso porque os exames marcados para acontecerem ainda neste semestre foram cancelados. Este é um exemplo de que as universidades estão fazendo suas adaptações e elas ainda estão em andamento, por isso é sempre importante verificar as informações mais atuais nos sites oficiais das instituições.
O que deve deixar os candidatos mais tranquilos é que a realidade é a mesma para todos e as universidades estão cientes e se adaptando a ela.
Portanto, cada um deve fazer as suas adaptações para fortalecer seu perfil para as universidades e poder entregar a melhor candidatura possível.
Nesse momento, ter a orientação de uma consultoria como a Daqui pra Fora, com quase 20 anos de experiência em processos seletivos no exterior, pode ser fundamental para maximizar as chances de sucesso do aluno. Além de orientar individualmente o candidato em todas as etapas do projeto, nossa equipe acompanha os movimentos das universidades e tem sempre as informações mais atualizadas.
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7 filmes sobre a experiência na universidade
/106 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaTer um filho que vai ter a experiência da universidade no exterior é algo novo para grande parte das famílias brasileiras. Algumas certezas existem, como o fato de o jovem ir estudar em uma universidade de excelência, que ele vai conhecer e conviver com pessoas do mundo todo e que vai se desenvolver como pessoa e como profissional.
Mas muitas dúvidas e bastante ansiedade também fazem parte de toda a fase anterior à aprovação e mesmo depois que eles já estão estudando em outro país. E toda a família acaba se envolvendo nesse turbilhão de emoções.
Uma dica para saber mais sobre tudo que faz parte dessa jornada, desde a preparação para o processo seletivo até a vida na universidade lá fora, é assistir alguns filmes que têm esses assuntos no enredo. É uma forma leve e divertida de aprender sobre tudo isso e ainda se divertir junto com a família.
Por isso, separamos uma lista com 7 filmes imperdíveis sobre a experiência na universidade no exterior. Anote os nomes, veja do que se trata e comece a assistir. Depois vem nos contar o que achou.
Filmes sobre a experiência na universidade
1. Admission (A seleção – 2013)
O filme conta a história de Portia Nathan, que trabalha no escritório de admissões da super prestigiada universidade de Princeton, uma das mais bem conceituadas instituições do mundo.
Um dia, um amigo dela, John Pressman, a convida para visitar a escola de Ensino Médio onde ele trabalha. Ele queria que ela conhecesse Jeremiah, um candidato em potencial à universidade.
Lá, John revela sua real intenção com o convite: ele suspeita que o garoto seja o filho que Portia entregou à adoção. Intrigada com essa possibilidade, ela põe sua carreira em perigo para se aproximar de Jeremiah e reatar com o seu passado.
Nas entrelinhas, o filme mostra vários aspectos de como funcionam as seleções e admissões nas universidades americanas.
2. Orange County (Correndo Atrás do Diploma – 2002)
Shaun Brumder é um adolescente apaixonado por surfe, que vive em Orange County, Califórnia. Quando um amigo sofre um acidente surfando, Shaun é obrigado a reavaliar sua vida e encontra um tesouro: uma cópia do romance “Straight Jacket”, de Marcus Skinner. O livro faz com que nasça em Shaun o desejo de se tornar escritor.
Ele passa, então, a se dedicar intensamente aos estudos porque quer ser aceito na Universidade de Stanford, onde o autor do livro é professor. Com notas altas e um trabalho final impecável, Shaun vive muita ansiedade até receber a resposta de Stanford. Mas ele não é aceito.
Buscando descobrir o que pode ter ocorrido, Shaun descobre que houve um engano na direção de sua escola no envio de suas notas para a universidade. Ele resolve então partir para uma tentativa desesperada de entrar para a universidade, mas tem apenas 24 horas para corrigir o engano ocorrido.
Em meio às emoções da personagem, o filme também mostra aspectos importantes de como acontece a seleção para as universidades americanas.
3. Lady Bird (A Hora de Voar – 2017)
Christine McPherson é uma jovem no último ano do ensino médio. O que ela mais quer é fazer faculdade longe de Sacramento, Califórnia, onde mora.
Mas sua mãe não gosta da ideia. Lady Bird, como ela exige ser chamada, não se dá por vencida e toca seus planos em frente mesmo assim.
Enquanto sua hora não chega, porém, ela se divide entre as obrigações estudantis no colégio católico onde estuda, o primeiro namoro, típicos rituais de passagem para a vida adulta e muitos desentendimentos com a mãe.
O filme mostra algumas das emoções que vivem os estudantes e toda a família nessa fase final do Ensino Médio.
4. In 500 Words or Less (2009)
Este filme leva o espectador para a faculdade nos Estados Unidos, com 4 jovens, Molly, Leo, Linsay e Michael, bem diferentes entre si.
A história se passa durante o último ano deles no Ensino Médio, quando eles ainda moram com suas famílias e estão tentando descobrir quem são e quem querem ser.
Depois de viver as várias etapas do processo seletivo, eles estão diante dos essays, ou redações, que precisam apresentar nas suas applications. No meio disso tudo, precisam lidar com as expectativas de toda família e adequá-las aos seus próprios sonhos.
O filme é um retrato do que passam quase 1,5 milhão de famílias que vivem essa jornada todo ano nos Estados Unidos. Enquanto diferenças como etnia, origem e status socioeconômico afetaram a trajetória deles até esse momento, suas histórias convergem à medida que eles têm de fazer malabarismos diante da aceitação, da rejeição, de tomadas de decisão e desapego.
5. Brad’s Status (O Estado das Coisas – 2017)
Brad (Ben Stiller) leva seu filho para fazer tours por diversas universidades na costa Oeste dos Estados Unidos. Mesmo tendo uma carreira satisfatória e uma vida familiar feliz na Califórnia, ele sempre questionou suas escolhas e costumava comparar sua vida às dos seus amigos da faculdade.
Nesse tour, ele encontra um ex-colega de faculdade e esse encontro o faz se sentir inferior em função das escolhas que fez na vida. A partir desse momento, ele é obrigado a rever seus conceitos.
6. The Test & The Art of Thinking (2018)
Este filme é um documentário sobre o SAT e o ACT, testes padronizados que funcionam como um dos instrumentos que as universidades norte-americanas utilizam para selecionar os candidatos.
Neste documentário, alunos, professores e profissionais que realizam o SAT e o ACT expõem o viés e o impacto socioemocional que estes tradicionais exames, verdadeiros ritos de passagem para aqueles que buscam as universidades nos Estados Unidos, provocam nos estudantes e em suas famílias.
7. History Boys (Fazendo História – 2006)
Esta comédia mostra um pouco do clima e da preparação dos estudantes para as admissões nas melhores universidades do Reino Unido.
Um grupo de jovens britânicos estuda para serem aceitos nas melhores universidades do país, como Oxford e Cambridge. Apesar de serem alunos brilhantes, porém rebeldes, e terem ótimos professores, o diretor da escola não está satisfeito e quer que eles tenham uma preparação ainda melhor.
Ele decide contratar um novo professor, Irwin, para ajudar os estudantes em sua preparação, garantindo a melhor chance possível para todos.
Gostou? Tem bastante opções com gêneros e temáticas diferentes, não é? Aproveite para curtir e compartilhar com seus filhos, com sua família e amigos.
Planejando com câmbio em alta
/68 Comentários/em Planejamento Financeiro /por Daqui pra ForaTodo planejamento se inicia com um sonho. Quando fazemos as contas, avaliamos os prazos e estimamos nossos sacrifícios, o sonho se transforma em objetivo. A partir do momento em que estratégias são traçadas para que o objetivo se concretize em diferentes cenários, temos, então, um planejamento. Em outras palavras, não basta ter sonhos. É preciso adotar as estratégias corretas para que eles se transformem em realidade.
Quando o cenário é de mudanças intensas (fato comum no Brasil), estratégias que costumam dar certo deixam de funcionar. Novas estratégias devem entrar em cena. Há até pouco tempo, para um filho estudar fora do Brasil bastava aos pais avaliar preços, organizar o fluxo de caixa, poupar a reserva necessária e administrar as emoções de ver o filhote saltar para fora do ninho. Hoje, com o câmbio em novo patamar e ainda com risco de alta, as emoções se multiplicam. A alta nos preços, causada pelo salto no câmbio de mais de 25% em poucos meses, tem levado muitas famílias a desistir de um projeto que já era dado como executado.
Se estivéssemos tratando da compra de um automóvel, faria sentido repensar e trocar um modelo importado por um nacional, ou com um padrão de conforto inferior. O mesmo valeria para a moradia, em que um gasto maior com decoração pode compensar a necessidade de economia no tamanho do imóvel.
Porém, estamos tratando de um projeto de formação educacional e cultural dos filhos. Se a decisão fosse por estudar no Brasil, discutiríamos o cabimento ou não de optar por uma escola bilíngue, ou por uma metodologia restrita a escolas elitizadas. Uma vez que a família ponderou e decidiu sobre as oportunidades que se multiplicam quando viabilizam a seus filhos uma educação multicultural, que os prepara para o mundo e não apenas para um mercado eternamente em crise, que os forma dentro da ética e da cidadania globais, abrindo mão da alegria de estar fisicamente ao lado deles nesse processo de decolar para a vida, não se trata apenas de uma ponderação de custos.
Estamos tratando de oferecer aos filhos o melhor em educação e referência social, nos últimos passos em que podemos contribuir efetivamente antes que eles se tornem adultos e passem a percorrer independentemente seus caminhos. Estamos tratando de proporcionar melhores referências e melhor capacidade de fazerem suas próprias escolhas – escolhas que podem, inclusive, incluir a possibilidade de retornar ao Brasil com uma bagagem diferenciada para que sejam agentes transformadores. É como um investimento que, em vez de ter seu resultado medido pelo retorno financeiro que nós, pais, teremos, será medido pelas múltiplas oportunidades que nossos filhos terão a partir dessa escolha.
Temos, aqui, um sonho que virou objetivo, e que precisa de uma estratégia para garantir seu planejamento. Partamos, então, do princípio de que mesmo com a crise, com a alta do dólar e com incertezas sobre o futuro, não desejamos abrir mão da significativa oportunidade de desenvolvimento para nossos filhos. O objetivo é garantir o custeio da preparação antes do início do curso e também os quatro anos de estudo na universidade.
As medidas necessárias para garantir esse projeto dividem-se em quatro etapas:
1. Sacrifícios para acumulação
Costuma-se dizer que, a uma certa altura da vida, não é mais hora de fazer sacrifícios. Considero essa reflexão um grande engano. Nossas conquistas na vida contribuem para que evitemos alguns sofrimentos, porém o sacrifício, quando fruto de planejamento, pode ser uma prática muito interessante. Quem não topa sacrificar o consumo por alguns meses para conseguir fazer uma viagem interessante? Ou para renovar a decoração da casa? Ou para fazer uma surpresa para celebrar 25 anos de casamento?
Se o grande projeto familiar sairá mais caro do que inicialmente previsto, reúna a família, abra o jogo, combinem esforço em equipe para alcançar o objetivo, e estabeleçam o prêmio ao final da gincana. Para o filho que sairá em viagem, o prêmio será a realização de seu sonho. Para os que ficam, será uma viagem de fim de semana em família, por exemplo. É melhor sacrificar um pouco mais e viabilizar prêmios para todos. Caso contrário, os demais membros da família podem se sentir prejudicados pelo esforço e talvez não colaborem – mesmo que inconscientemente.
Quanto maior o prazo de preparação (algumas famílias começam a se preparar três anos antes do início do curso universitário), melhores serão os resultados do sacrifício, mas também mais difícil será manter a disciplina. Não se esqueça de reunir o time de tempos em tempos, avaliar os resultados alcançados e reconhecer os esforços de cada um. Motivação é o alimento da disciplina!
2. Defesa contra o câmbio
O Calcanhar de Aquiles do nosso planejamento é a incerteza quanto ao câmbio. Devemos, portanto, eliminar esse problema o quanto antes. Isso se faz comprando dólares regularmente, e intensificando as compras nos períodos em que o câmbio recua e o real se valoriza. Há quatro caminhos mais comuns utilizados para se defender da variação cambial:
O objetivo, em qualquer das quatro opções acima, não é rentabilizar as reservas, mas sim garantir que o saldo já conquistado garanta o pagamento de algum elemento do planejamento.
3. Inteligência de consumo
Muitas famílias desperdiçam uma boa oportunidade de economizar nos planos de estudar fora, ao desprezar a oportunidade de ganhar milhas com o uso do cartão de crédito. O típico padrão de consumo e relacionamento bancário de uma família que planeja o estudo de filhos no exterior a qualifica para adquirir cartões de fidelização que rendem milhas aéreas, geralmente sem a necessidade de pagar anuidades. Trechos aéreos só de ida ou de volta podem ser adquiridos com certa facilidade com apenas 30.000 milhas acumuladas, desde que se tenha alguma flexibilidade na data da viagem e se pesquise oportunidades com alguma regularidade. 30.000 milhas equivalem a um consumo de cerca de 20 mil dólares em um cartão de crédito que acumule 1,5 milha por dólar gasto. Portanto, organize-se e concentre seus gastos no cartão de crédito!
4. Plano B
Se o valor de seu objetivo pode mudar e suas possibilidades de acumulação, de investimentos e de milhas estão esgotadas, tenha em mente um ou mais Planos B para adequar o planejamento de última hora. Por exemplo, um automóvel pode ser vendido ou refinanciado, para gerar caixa e ser reposto com juros não muito elevados. Pode-se também pedir um empréstimo com imóvel oferecido como garantia, o que viabiliza recursos com juros próximos dos praticados nos financiamentos imobiliários. Você é contra dívidas? Eu também. Mas, quando o crédito é usado para gerar renda ou para viabilizar projetos de vida, o nome a ser adotado é alavancagem. Alavancar é contar com recursos de terceiros (a alavanca) para realizar o projeto que nos trará resultados positivos que não conseguiríamos se contássemos apenas com recursos próprios. Perceba a diferença entre alavancagem e dívida: o projeto deve gerar resultados financeiros positivos. Use o crédito, portanto, com consciência e ponderação.
Colocando em prática as estratégias que apresento, seu planejamento tem ótimas chances de ser bem-sucedido, mesmo que com o objetivo custando mais caro do que o inicialmente planejado – o que é perfeitamente aceitável quando não se trata de consumo, mas sim de um projeto de vida.
Aos conscientes, bom proveito! Seus filhos terão uma vida inteira para colher e agradecer!
*Este artigo foi publicado originalmente em 2015 e foi adaptado para uma nova publicação em 2020.
Gustavo Cerbasi (www.gustavocerbasi.com.br) é especialista em educação financeira. Instagram: @GustavoCerbasi. YouTube: GustavoCerbasibr
Por Gustavo Cerbasi*
Onde estudaram os CEOs das maiores empresas do mundo?
/47 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaOs rankings que divulgam as principais universidades do mundo confirmam que as melhores instituições de ensino superior do planeta se concentram nos Estados Unidos, no Reino Unido e no Canadá. Este é, com certeza, um dos fatores que tem levado muitos estudantes no Brasil a buscar fazer faculdade no exterior.
Pelo ranking mais recente da Times Higher Education (THE), 57 das 100 melhores estão nestes três países. Entre as 10 primeiras, 7 estão nos EUA e 3 no Reino Unido (entre elas, a primeira primeira do ranking). O Canadá tem 7 instituições entre as 50 melhores do mundo.
A universidade brasileira mais bem colocada no ranking, ocupa uma posição entre o 250º e o 300º lugar. Isso mostra que no exterior, além das instituições de renome internacional, existem inúmeras universidades de excelência, que muitas vezes não são tão conhecidas especialmente por quem não é do meio acadêmico. Mas elas, com certeza, também oferecem o mais alto nível de ensino e pesquisa e formam profissionais de ponta em diversas áreas.
Onde se formaram os principais CEOs dos Estados Unidos?
As empresas mais bem colocadas hoje na Fortune 500 (lista que compila as maiores empresas dos Estados Unidos segundo suas receitas), contam com líderes vindos de universidades com posições bem distintas no ranking da Times Higher Education.
Doug Mc Millan, por exemplo, CEO do Wallmart, empresa número 1 no ranking da Fortune 500, se formou em business administration na University of Arkansas, que figura entre o 601º e o 800º lugar no ranking THE.
A University of Arkansas, na cidade de Fayetteville, é uma universidade pública com 26 mil alunos vindos dos 50 estados norte-americanos e de outros 120 países. Seu campus abriga 130 prédios, sendo que 11 deles estão incluídos no registro nacional de lugares históricos.
A universidade oferece anualmente mais de US$ 85 bilhões em ajuda financeira e bolsas de estudos. E gasta por volta de US$ 133 milhões em pesquisa. Bill e Hillary Clinton foram professores de Direito lá no início de suas carreiras.
Darren Woods, CEO da Exxon Mobil, empresa segunda colocada no ranking Fortune 500, se graduou na Texas A&M University, no curso de Engenharia Elétrica. Texas A&M ocupa o 178º lugar no ranking da THE e tem outros 5 ex-alunos atualmente comandando empresas que compõem a Fortune 500.
Com 54 mil alunos distribuídos em 133 cursos de graduação, Texas A&M é a segunda maior universidade pública e tem um dos maiores campus dos Estados Unidos onde abriga 10 faculdades e 18 institutos de pesquisa.
Warren Buffet, CEO da Berkshire Hathaway (4a ranqueada na Fortune 500), estudou business administration na University of Nebraska (que está entre as posições 401 e 500 do ranking THE).
Tim Cook, CEO da Apple (4a colocada na Fortune 500) fez engenharia industrial na Auburn University, no Estado do Alabama, que figura entre a 601a e 800a colocação no ranking THE.
Muito renomada na área de Ciências Aplicadas, Auburn University abriga 13 faculdades que oferecem mais de 140 cursos. Tem hoje quase 26 mil alunos na graduação.
O UnitedHealth Group, 5º colocado na Fortune 500, é comandado por David Wichman, que se graduou no curso de accounting (Contabilidade) na Illinois State University . ISU é uma universidade pública com cerca de 18 mil alunos na graduação e mais de 350 organizações estudantis.
As universidades que mais formaram os CEOs da Fortune 500
A universidade americana que tem mais CEOs nas empresas que compõem hoje a Fortune 500 é a University of Wisconsin, que aparece em 51º lugar do ranking da Times Higher Education. São 14 ex-alunos de UW liderando empresas que se encontram entre as 500 principais dos Estados Unidos.
Localizada em Madison, capital do Estado de Wisconsin, a UW conta com 40 mil estudantes de todos os estados americanos e de 124 países. Seus professores e ex-alunos já receberam mais de 12 prêmios Nobel e 33 Pulitzer.
Harvard, 7a colocada no ranking 2020 da THE, vem em segundo lugar com 12 CEOs liderando empresas ranqueadas na Fortune 500.
Além de UW e Harvard, também se destacam: Cornell University (19o no ranking THE, com 10 CEOs na lista), University of Michigan (21a do ranking, com 8 CEOs) e Stanford (4ado ranking, com 7).
Com 5 CEOs na Fortune 500, aparecem State University of New York (entre o 351º e 400º lugar no ranking THE) e Lehigh University (entre o 601º e o 800º lugar), ao lado de Princeton (6a colocada) e Michigan State (84a).
Gostou de saber como as universidades no exterior formam grandes executivos que comandam as principais empresas do mundo? Compartilhe então esse post nas suas redes sociais.
Vestibular brasileiro ou internacional: preciso escolher?
/121 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaNem todo mundo chega no Ensino Médio cheio de certezas em relação ao que vai fazer depois de se formar. Ao contrário. Além das dúvidas sobre qual curso fazer, é cada vez mais comum os estudantes não conseguirem escolher entre o vestibular brasileiro ou a candidatura internacional. Por isso calma, você não está sozinho nesse barco.
E esse momento, que já não é dos mais tranquilos, pode ficar ainda mais tenso se o aluno se sentir pressionado, achando que precisa escolher o quanto antes para qual processo seletivo se preparar. Afinal, eles apresentam exigências diferentes e requerem diferentes esforços.
Mas não é bem assim. Você não precisa decidir com antecedência onde vai estudar. É totalmente possível construir uma excelente candidatura para estudar no exterior e ao mesmo tempo se preparar para o ENEM e para os vestibulares aqui no Brasil.
Muito do que se faz na preparação para o vestibular, e mesmo no próprio Ensino Médio, pode colaborar na elaboração de uma boa application. Por isso, com planejamento, foco e organização é possível se preparar para os dois processos.
Entenda o vestibular internacional
Nos processos seletivos no exterior, vários aspectos da vida acadêmica e pessoal do candidato são levados em conta. Não é uma única nota, nem mesmo algumas notas, que definem quem entra ou não numa universidade lá fora.
É bom ter sempre em mente que o processo é holístico, ou seja, eles se preocupam em avaliar o indivíduo como um todo.
As notas dos últimos 4 anos do colégio são importantes. Com a média desse período, você vai poder direcionar melhor sua candidatura para faculdades que são mais alinhadas com o seu perfil acadêmico.
Ainda vão entrar nessa conta as notas das provas padronizadas, como o SAT ou o ACT e o TOEFL ou o IELTS (que medem a proficiência em inglês do candidato).
Mas não é só isso. As universidades lá fora dão bastante valor também ao que o candidato faz fora da sala de aula ou mesmo fora da escola. Por isso, é muito importante se engajar em atividades extracurriculares.
Elas vão mostrar às instituições quem você é, falam muito sobre as suas habilidades, suas experiências e sobre sua personalidade.
O mesmo acontece com as redações ou essays. Com temas sempre ligados a aspectos pessoais, elas são fundamentais para mostrar às bancas de admissão quem você é.
As universidades americanas ainda solicitam cartas de recomendação. Elas devem ser escritas por pessoas que conhecem você a fundo, geralmente professores e coordenadores.
Nelas eles precisam escrever sobre suas principais qualidades como estudante e como pessoa. São mais um instrumento que a universidade usa para conhecer melhor o candidato.
Quando os candidatos têm notas parecidas, estes quesitos são essenciais para definir quem é aceito ou não em uma instituição. Por isso, é preciso dar muita atenção a todos eles.
Torne essa jornada mais leve
A construção da candidatura no exterior é um processo longo e abrangente. Um bom planejamento, muita disciplina e foco com certeza vão tornar essa jornada mais leve e com mais chances de sucesso.
Para isso, é importante ter uma orientação especializada. A Daqui pra Fora tem mais de 18 anos de experiência assessorando milhares de estudantes brasileiros a realizarem o sonho de estudar no exterior. São mais de 3.000 alunos aceitos em excelentes instituições e mais de R$ 500 milhões em bolsas de estudo.
Com profissionais especializados em cada etapa do processo, a DpF trabalha com o aluno na construção das applications para que ele seja aceito nas melhores universidades de acordo com o seu perfil.
A equipe orienta o candidato de forma personalizada durante toda a jornada, focando no planejamento e na organização do trabalho. Monitora a performance acadêmica, ajuda a definir as atividades extracurriculares, dá orientação para as redações e para as cartas de recomendação.
A DpF ajuda ainda na seleção das universidades onde o aluno deve aplicar (de acordo com o seu perfil), direciona seus esforços e faz com que ele foque exatamente onde precisa e se organize para estudar para todos os vestibulares necessários, maximizando, assim, suas chances de sucesso.
Quer saber tudo sobre o processo seletivo no exterior? Assine nossa Newsletter e veja como ir em busca do seu lugar nas melhores universidades do mundo.
Conheça excelentes faculdades de engenharia nos EUA
/0 Comentários/em Acadêmico /por Daqui pra ForaVocê quer cursar engenharia nos EUA? Muitas pessoas sonham em estudar fora, mas não sabem exatamente que critérios levar em conta na hora de escolher a universidade. Ainda que o simples fato de se formar no exterior já seja um ótimo diferencial para o seu currículo, é importante escolher bem onde estudar.
Para isso, preparamos abaixo uma lista com excelentes faculdades de engenharia nos EUA para você já começar a pensar. Acompanhe!
MIT
O MIT (Massachusetts Institute of Technology — Instituto de Tecnologia de Massachusetts, em português) é uma universidade privada localizada na província homônima nos EUA. O estilo técnico europeu é seguido em seus cursos de engenharia, considerados de ótima qualidade.
Foi durante a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria que pesquisas começaram a ser realizadas para o desenvolvimento do programa de ensino adotado.
Para você ter uma ideia, há vencedores de Prêmio Nobel e Medalha Fields que foram filiados à instituição, que está entre as melhores do mundo, segundo o ranking Times Higher Education.
O campus é amplo e bem estruturado, contando até mesmo com alojamentos que servem de moradia para alguns estudantes. Caso precise de ajuda financeira para os estudos, o estudante estrangeiro ainda tem a opção de fazer uma solicitação de bolsa de estudos, que será analisada.
Vale lembrar que uma universidade desse porte também é bastante concorrida. Todos os anos, apenas 105 estudantes são selecionados para fazer parte do corpo discente.
Isso significa que é necessário se preparar com uma boa base antes de fazer a candidatura. Além do curso de engenharia, ainda há a possibilidade de outras graduações ou o doutorado em ciências ou filosofia.
UC Berkeley
A Universidade da Califórnia aparece bem rankeada nos índices da U.S. News e foi considerada uma das nove melhores em reputação global pela Times Higher Education, em 2024. Seus estudantes e professores têm fama mundial de serem engajados e politizados e é de lá que saem alguns empreendedores de sucesso.
Não à toa a UC Berkeley já foi vencedora de 109 prêmios Nobel, além de outras importantes medalhas e premiações. No âmbito de pesquisas, se considerarmos que seis dos elementos atuais da tabela periódica foram descobertos por lá, dá para se ter uma ideia da qualidade e seriedade do trabalho desempenhado também nesse campo.
Universidade de Harvard
Também localizada em Massachusetts, a Universidade de Harvard lidera o ranking geral do U.S. News. É também a faculdade mais antiga dos Estados Unidos.
Seus currículos foram atualizados após a Segunda Guerra Mundial, até chegar ao complexo de unidades acadêmicas que representa hoje em dia, além de um importante centro de pesquisas.
A Universidade de Harvard já formou nada mais nada menos que oito presidentes dos EUA e 150 ganhadores de prêmios Nobel. Em seu campus está localizada uma das maiores bibliotecas do mundo e o seu orçamento também pode ser considerado um dos mais amplos, se pensarmos em âmbito global.
Hoje, podemos dizer que cerca de 20% dos alunos de Harvard são estrangeiros, o que significa que você pode se tornar um deles. Mas, para isso, será necessário estudar inglês e contar com uma boa consultoria que vai ajudá-lo a enviar uma candidatura com condições para ser aceita.
Universidade de Stanford
Localizada na Califórnia, estamos falando de uma das cinco universidades mais prestigiadas do mundo. Embora a sua fundação tenha ocorrido a partir de uma tragédia (a morte de um rapaz de 15 anos, com febre tifoide — seus pais fundaram a universidade em sua memória), trata-se de uma instituição que cresceu em recursos e pesquisas.
O curso de engenharia está entre os sete oferecidos pela entidade. Aliás, ela é composta por 7 faculdades, cada uma em sua especialidade, e todas elas instaladas em charmosos prédios com arquitetura peculiar. Também existe a opção de fazer algumas modalidades de doutorado e outros cursos de extensão em suas dependências.
As candidaturas anuais para ingresso somam cerca de 19 mil, dos quais uma pequena parcela é selecionada. Sim, por seu prestígio, trata-se de uma instituição bastante seletiva.
Universidade de Columbia
Que tal estudar em Nova Iorque, na Universidade de Columbia? Estamos falando da quinta universidade mais antiga dos Estados Unidos e uma das mais seletivas, com uma taxa de admissão pouco acima dos 5%. A instituição está ranqueada entre as melhores tanto pelo U.S. News quanto pelo Times Higher Education.
Nela, se formaram 3 presidentes dos USA, 26 chefes de Estado estrangeiros e 39 vencedores de prêmios Nobel. Isso sem contar os ex-alunos que conquistaram cargos importantes na Wall Street e os empreendedores e bilionários, que podem inspirar você a ser a próxima pessoa de sucesso a se formar em seu campus.
Como se pode ver, fazer uma faculdade de engenharia nos EUA pode estar ao seu alcance. Por mais concorridas que sejam as instituições, basta se preparar para conseguir.
Além de estudar inglês, o ideal é contar com uma consultoria especializada, que vai lhe ajudar tanto na escolha da instituição quanto na preparação da candidatura.
Muitas vezes, é necessário mais do que ser “bom”, você precisa causar uma boa impressão para ser aceito como aluno e poder lograr de todas essas vantagens.
Se você também quer se formar em uma universidade dos EUA veja o que alguns dos nossos ex-alunos têm a dizer e inspire-se em ser o próximo a dar o seu depoimento.
Por que se preparar com a Daqui pra Fora é sua melhor opção?
/109 Comentários/em Acadêmico /por Daqui pra ForaA fase do Ensino Médio, definitivamente, não é lá muito tranquila, não é mesmo? Além das exigências acadêmicas do próprio colégio, que não são poucas, o tempo vai passando e uma série de decisões precisam ser tomadas. Para você, que decidiu fazer faculdade no exterior, uma nova jornada se inicia. Sim, junto com a do próprio Ensino Médio.
Mas o processo seletivo para as universidades no exterior é bem diferente do vestibular daqui do Brasil. Ele pode parecer longo e complexo. Lá fora, eles enxergam o aluno como um todo, ou seja, não é apenas a nota de uma, ou mesmo de duas provas, que vai definir quem é aceito ou não em uma instituição. Diversos aspectos da sua vida acadêmica e pessoal são avaliados.
São levados em conta as suas notas nos últimos quatro anos do colégio, as notas do SAT ou ACT (exames padronizados como o ENEM) e do TOEFL ou IELTS (provas de proficiência em inglês). Além disso, as universidades dão muita importância às suas atividades extracurriculares.
Junto com as redações e as cartas de recomendação que você precisa enviar, as atividades extracurriculares vão ajudar a instituição a conhecer você melhor, saber quais são suas experiências, suas habilidades, enfim, ver quem você é. Dessa forma eles podem perceber se você tem o perfil que combina com aquela determinada instituição.
Por que a Daqui pra Fora?
Como você viu, não basta estudar e ser bom aluno para ser aceito em uma universidade no exterior. É preciso cuidar de todos os aspectos que são exigidos no processo lá fora. Afinal, são muitas atividades envolvidas. Para conseguir construir uma boa candidatura, que mostre o seu melhor para as universidades, é fundamental saber qual caminho seguir, sempre buscando otimizar seu tempo e sua energia.
Para isso, nada melhor que ter a orientação de uma consultoria educacional especializada, criada e formada por brasileiros, que conhecem profundamente tudo que envolve processos seletivos no exterior e, principalmente, entendem particularmente o aluno e a família brasileira.
Desde 2001, a Daqui pra Fora orienta estudantes brasileiros a terem sucesso nos processos seletivos para universidades no exterior. Nossa equipe já preparou mais de 3 mil candidatos, com objetivos, perfis e rotinas bem diferentes, garantindo mais de 10 mil aprovações em universidades top 100 do mundo (segundo o ranking da Times Higher Education).
Como a Daqui pra Fora vai te ajudar?
A Daqui pra Fora vai te acompanhar e orientar para construir junto com você a melhor candidatura possível, aquela que vai mostrar para as universidades a sua melhor versão.
Como? Com profundo conhecimento em toda a jornada de preparação, a Daqui pra Fora conta com especialistas que acompanham o aluno em todas as etapas do processo seletivo, desde o início da preparação, até as applications propriamente ditas, que é quando você envia sua candidatura para as universidades.
Nossa equipe é multidisciplinar e dá orientação personalizada em todos os itens exigidos pelas bancas de admissão das universidades internacionais. Além de conhecer profundamente cada etapa, a equipe interage entre si, fazendo com que as orientações se complementem, e fortalece a estratégia da sua candidatura.
Estes profissionais orientam na organização, no planejamento, na determinação das prioridades, e ainda cuidam dos prazos que precisam ser cumpridos e de toda a parte burocrática. Afinal, além dos estudos e de todas as atividades exigidas, o processo seletivo ainda tem deadlines rígidos e muita documentação. Tudo é pensado junto com você para que você tenha mais tempo para cuidar das suas notas no colégio, de estudar para as provas internacionais e fazer atividades extracurriculares.
Outro papel fundamental da nossa consultoria é orientar na hora de o aluno escolher as universidades onde aplicar. Assim como a universidade escolhe alunos que julga terem perfil para estudar nela, o aluno também deve conhecer o perfil das universidades onde pretende aplicar. Além de ter mais possibilidades de ser aprovado, você também tem mais chances de ser feliz naquelas universidades que mais combinam com você.
Com mais de 50 mil applications enviados para universidades no exterior em quase duas décadas, nossa equipe tem a vantagem de contar com uma enorme base de dados que contribui de várias maneiras para o sucesso da jornada. No caso da escolha das universidades onde aplicar, esses dados nos permitem levar em conta tanto o perfil do candidato, quanto as chances de ele ser aprovado nas diferentes instituições. Dessa forma, você não dá tiro n’água.
Com essa base de dados é possível ainda comparar as suas informações com as de outros alunos que se candidataram anteriormente para as mesmas universidades e ver, inclusive, possibilidades de bolsa de estudos. Desde o início do trabalho, a Daqui pra Fora já conseguiu para seus alunos um total de mais de R$ 500 milhões em bolsas de estudos.
E aí? Está pronto para começar a sua jornada?
Entre em contato com a gente aqui para tirar eventuais dúvidas e começar o seu projeto.