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Entenda mais sobre a Universidade Johns Hopkins

20 de novembro de 2019/82 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

No começo da educação superior nos Estados Unidos, surgiu a Johns Hopkins University. Hoje, o local é considerado o primeiro centro de pesquisa do país.

Responsável por algumas das descobertas médicas mais importantes, é uma instituição de peso para quem busca uma formação incrível. Mas antes de ir atrás do seu diploma de medicina nos Estados Unidos, é preciso conhecer melhor essa alternativa.

Nosso time separou as informações mais relevantes sobre a Johns Hopkins University para tirar as suas dúvidas. Vai perder? Confira!

A história da universidade Johns Hopkins

Foi em 1876 que a instituição foi fundada. Localizada em Baltimore, em Maryland, foi construída graças às doações de Johns Hopkins. Apesar de ser um famoso empresário do século 19, teve uma infância difícil, na qual largou os estudos para ajudar a família no campo. Com o objetivo de oferecer a chance de educação aos outros, fundou a instituição.

Logo na inauguração, ficou claro que a intenção principal da instituição era se dedicar à pesquisa. Baseada nos modelos alemães, a Johns Hopkins University foi uma verdadeira revolução no ensino superior dos Estados Unidos.

Em 1878, foi criado o jornal universitário, que permanece ativo até hoje e é o mais antigo em atividade no país. Em 1889, chegaram o hospital universitário e a Escola de Enfermagem. Em 1893, foi a vez da Escola de Medicina ser inaugurada.

Em 1902, o campus foi expandido, já para comportar a importância da instituição. Hoje, o local é um relevante centro de ensino dos Estados Unidos. Mais que isso: está entre as melhores faculdades do mundo, de acordo com a The Times Higher Education World University Rankings 2024.

Como a universidade Johns Hopkins se tornou centro de referência

Se hoje a universidade é um ponto de referência na área médica, isso não aconteceu da noite para o dia. O principal ponto foi o investimento em infraestrutura, possível com o dinheiro doado por seu fundador.

Além da faculdade, foi criado um hospital e escolas de treinamento para profissionais da área e houve um grande investimento em pesquisa, com destaque para engenharia genética.

Com laboratórios e equipamentos de ponta e uma cultura voltada para a pesquisa, algumas das principais descobertas modernas aconteceram nesse campus.

Mesmo já consolidada como referência nessa área, a Johns Hopkins University continua investindo pesado para garantir as melhores condições para estudantes e professores envolvidos com a ciência.

Principais cursos oferecidos na universidade Johns Hopkins

É verdade que a universidade é um ótimo destino para quem deseja cursar Medicina ou outras áreas da saúde. No entanto, a instituição é dividida em escolas e tem mais de 50 cursos disponíveis. Veja quais são!

School of Advanced International Studies

Ideal para quem deseja estudar sobre o mundo ao nosso redor, com uma pegada internacional. Entre as áreas, estão:

  • Estudos Internacionais;
  • Desenvolvimento Internacional;
  • Economia Internacional e mais.

Applied Physics Laboratory

Para quem deseja misturar tecnologia e laboratórios, essa é a área ideal. Entre os degrees, estão:

  • Física Aplicada;
  • Gerenciamento Técnico;
  • Engenharia de Sistemas e mais.

Krieger School of Arts and Sciences

Com 22 departamentos, a área de artes e humanidades é outro destaque na instituição. Veja alguns cursos:

  • Arqueologia;
  • Cinema e Mídia;
  • História da Arte e outros.

Carey Business School

Se tiver interesse no ramo dos negócios, essa é a parte ideal da instituição. Alguns cursos incluem:

  • Gerenciamento Financeiro;
  • Marketing;
  • Comunicação Empresarial e mais.

School of Education

Com 100 anos de existência, essa área forma educadores completos. Algumas opções oferecidas são:

  • Supervisão e Administração Escolar;
  • Liderança Educacional;
  • Análise Aplicada de Comportamento e mais.

Whiting School of Engineering

Voltada para as diversas engenharias, é a escola que envolve matemática e solução de problemas. Conheça alguns cursos:

  • Design e Inovação em Bioengenharia;
  • Medicina Computacional;
  • Engenharia Elétrica e de Computadores e mais.

Peabody Institute

Primeiro instituto de música dos Estados Unidos, é um conservatório com alguns degrees, como:

  • Dança;
  • Educação Musical;
  • Artes e Ciências de Gravação e mais.

Bloomberg School of Public Health

Considerada a melhor do país, forma especialistas na parte de saúde pública. Confira alguns cursos:

  • Administração de Saúde;
  • Bioética;
  • Ciência Aplicada e mais.

School of Nursing

Primeira a ser aberta, forma especialistas nesse atendimento ao paciente. Há muitos cursos disponíveis, como:

  • Enfermagem Clínica Especializada;
  • Enfermagem no Sistema Público;
  • Prática de Enfermagem e mais.

School of Medicine

Carro-chefe da Johns Hopkins University, forma médicos e especialistas de saúde em várias áreas. Veja algumas possibilidades:

  • Medicina Celular e Molecular;
  • Biologia Molecular e Genética Humana;
  • Neurociência e mais.

O campus da Johns Hopkins University

Além das salas e dos laboratórios completos, o campus dessa universidade se destaca. Os prédios seguem um estilo clássico de mais de 140 anos, com tijolos aparentes e construções horizontais.

O prédio onde fica o The Homewood Museum foi adquirido no começo do século 20 e também conta com um estilo que envolve tijolos e mármore, como o restante das construções.

No time ainda pode destacar uma torre do relógio no mesmo estilo e bastante área verde no entorno. Ao somar isso à qualidade portuária de Baltimore, há um belo cenário para os estudos.

Os ex-alunos notáveis da instituição

Por causa do posicionamento como referência, a instituição já teve alunos notáveis — e alguns são professores ou profissionais da universidade. Entre os nomes mais famosos, estão:

  • Woodrow Wilson, 28º presidente dos Estados Unidos;
  • Michael Bloomberg, ex-prefeito de Nova York;
  • Chimamanda Ngozi Adichie, escritora nigeriana;
  • Virginia Apgar, médica desenvolvedora da neonatologia;
  • Russell Baker, colunista do jornal The New York Times;
  • Sam Palmisano, ex-presidente da IBM;
  • Madeleine Albright, primeira mulher a ser Secretária de Estado dos Estados Unidos;
  • Denton Cooley, cirurgião responsável pelo primeiro transplante de um coração totalmente artificial, entre outros.

Os prêmios recebidos

O fato de ser referência fez com que a Johns Hopkins University já tenha recebido dezenas de prêmios ao longo da sua existência. Desde sua criação, por exemplo, 31 prêmios Nobel foram distribuídos a ex-alunos, professores ou pesquisadores da instituição. A distribuição ficou assim:

  • 16 prêmios de Medicina;
  • 4 prêmios de Física;
  • 3 prêmios de Química;
  • 3 prêmios de Economia e
  • 1 prêmio de Fisiologia.

A tradição, inclusive, permanece forte. Podemos destacar o professor Gregg Semenza e o Residente William G. Kaelin Jr., que dividiram o prêmio Nobel de Fisiologia de 2019.

As demais áreas da universidade também ganharam prêmios. A University Press, por exemplo, tem centenas de livros premiados em diversas competições. Nas áreas de economia, artes e outras, estudantes e pesquisadores venceram várias premiações e competições, o que atesta a qualidade do local.

Como entrar em Johns Hopkins?

No princípio, o processo seletivo exige seu histórico escolar completo e suas atividades extracurriculares. Também  é preciso ter cartas de recomendações e um essay ou carta de motivação. Você ainda terá que preencher um formulário online e ficar de olho nas datas de início e fim da etapa.

Para estudantes internacionais, há obrigações extras, que incluem a realização de testes de proficiência em inglês (TOEFL ou IELTS), para comprovar que o aluno conseguirá acompanhar as aulas no idioma.

Para simplificar a jornada, o ideal é contar com o apoio de quem entende do assunto. Ao contratar a consultoria educacional especializada da Daqui pra Fora, é possível adicionar essa importante formação ao seu currículo.

A Johns Hopkins University é mais que o primeiro centro de pesquisa dos Estados Unidos, pois até hoje se mantém como centro de referência. Agora que você já conhece as principais características, fica fácil entender por que ela é a 15ª melhor universidade do mundo.

Ainda tem alguma dúvida? Vem conversar com a gente e descobrir como podemos ajudar você a realizar o seu sonho de estudar em uma das melhores universidades do mundo.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Entenda-mais-sobre-a-Johns-Hopkins-University.png 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-11-20 00:00:002024-01-18 13:22:41Entenda mais sobre a Universidade Johns Hopkins

Veja como escrever uma redação em inglês!

18 de novembro de 2019/109 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Tem o desejo de estudar nos Estados Unidos, Canadá ou no Reino Unido? Esses países concentram as melhores instituições de ensino de todo o mundo. Saiba que esse sonho é possível de ser realizado!

Estudantes brasileiros que pretendem concorrer a uma vaga em um curso de graduação no exterior devem estar devidamente preparados. Afinal, a candidatura para estudar em uma universidade estrangeira envolve várias etapas, como a criação de uma ou mais redações em inglês.

Quer saber como fazer isso sem erros e com qualidade técnica? Este artigo vai trazer um guia sobre como se preparar para elaborar uma redação em inglês impecável que te ajudará a aumentar as chances de ser aprovado no processo de admissão para uma universidade no exterior. Acompanhe a leitura!

A importância da redação em inglês

Você sabe qual é a importância da redação em inglês para os processos seletivos de universidades no exterior? Também conhecidas como essays, consistem em redações pessoais cujo intuito é apresentar o perfil do candidato.

Nesses textos, o estudante deve contar mais sobre si mesmo, a trajetória acadêmica, as expectativas profissionais, as preferências pessoais, entre outras características.

A elaboração do essay é uma das etapas mais importantes para uma candidatura. Afinal, essa é a melhor maneira de o comitê de admissão saber se o perfil e personalidade do candidato se encaixam com a instituição de ensino.

Nessa etapa, o estudante deve contar mais sobre quem ele é para o escritório de admissão. Geralmente, os temas das redações são bem diferentes, como por exemplo um tema já utilizado pela Universidade da Pensilvânia: “você acabou de escrever sua autobiografia de 300 páginas. Por favor, nos mande a página 217”.

Já Universidade de Chicago queria saber “onde está o Wally, na verdade” ou ainda ” a faculdade Carleton é empoderada por turbinas eólicas. O que te dá poder?”. As respostas para essas indagações devem ser convincentes, persuasivas, positivas e entusiastas.

Não há uma resposta certa ou errada. O ideal é ser o mais transparente possível, ao mesmo tempo em que passa uma imagem confiante sobre si mesmo. Uma dica que costuma surtir bons efeitos é buscar entender mais sobre o que os admission officers gostariam que você escrevesse, mas não minta jamais. Tente aliar ambas as informações para que elas sejam sinceras e reais.

A importância de uma boa redação para a candidatura

Grande parte das universidades, especialmente as mais renomadas, exige que os candidatos elaborem um Essay ou Personal Statement e enviem esse documento de maneira online.

Apesar de parecer uma tarefa complexa, é uma oportunidade ímpar de se apresentar e fazer a diferença para que você seja selecionado e aprovado pelos comitês de admissão. Além disso, a maioria das universidades determina o mesmo peso para os Essays e os demais exames de admissão.

A melhor estratégia para isso é redigindo uma redação pessoal sobre você. Afinal, os admissions officers precisam ler um enorme volume de redações todos os dias. A maioria é simples, os textos são iguais e não se destacam dos demais.

Nesse sentido, o texto deve conter um diferencial que o faça se destacar dos demais. Para isso, invista em você, nas suas qualidades, interesses e apresente a sua personalidade única.

Como fazer uma redação em inglês?

Confira, a seguir, algumas dicas de como elaborar um Essay de qualidade que vai potencializar as chances de ser aprovado no processo seletivo.

Esteja atento ao Brainstorming

Brainstorming é uma tempestade de ideias. Trata-se de uma técnica utilizada para explorar o potencial criativo de uma pessoa e propor soluções para um determinado problema. Nesse sentido, essa técnica serve para impulsionar as ideias do estudante para que ele possa expor as suas opiniões e sugestões e consiga elaborar um conteúdo de maior qualidade.

Tenha um roteiro para ser seguido

Uma boa estratégia é ter um roteiro com algumas sugestões de ideias a serem incluídas na redação, como as seguintes sugestões:

  • O seu diferencial perante os outros estudantes;
  • Hábitos, interesses e personalidade;
  • Experiências que o marcaram e quais foram as lições aprendidas;
  • Personagem real ou fictício, em quem você se inspira.

Faça primeiramente um rascunho

O texto deve ser dividido em três seções:

  • Introduction: um parágrafo vai servir para iniciar a redação;
  • Body: é o corpo do texto — ele costuma ser formado por vários parágrafos que vão apresentar a ideia principal da redação e incluir exemplos;
  • Conclusion: é o parágrafo que vai resumir e concluir toda a ideia que foi apresentada no Essay.

Use a criatividade

Seja criativo na maneira de conduzir a redação. Apresente os fatos de um modo que prenda a atenção do leitor. Se desejar, pode utilizar figuras e recursos de linguagem. O recomendado é fugir do padrão e ser autêntico.

Comece a escrever com antecedência

Comece a redação o quanto antes. Caso você deixe tudo para a última hora, poderá sofrer de ansiedade e não conseguir escrever com qualidade — além de correr o risco de ultrapassar o deadline (prazo para a entrega).

Peça feedbacks

Após escrever a redação, mostre o texto para familiares e amigos, professores, coordenadores e outras pessoas que entendem sobre o assunto. Peça dicas e verifique se a ortografia e a gramática estão corretas.

Se possível, solicite que alguém qualificado faça revisões no seu texto. É importante considerar as opiniões de terceiros e, se necessário, fazer as devidas alterações.

Seja honesto na sua redação

O Essay não é a oportunidade para você tentar ser o estudante perfeito. O melhor é ser honesto com relação às suas capacidades, conhecimento e experiências.

Portanto, não escreva algo que não corresponde à realidade. As universidades desejam alunos que reconhecem as suas habilidades e fraquezas e que tentam melhorar, acima de tudo.

Além do mais, as informações que são descritas no Essay e no Personal Statementdevem ser verídicas e não podem se contradizer entre si.

Da mesma forma que esses fatos não podem ir de encontro a nada que foi mencionado no Application. Você deve passar credibilidade e confiança para o leitor.

Escreva sobre as suas experiências

Coloque no Essay tudo aquilo que você considera importante — um passeio, um livro, um filme, um momento, uma pessoa. Não poupe palavras nesse momento.

Além disso, é importante estar atento para não criar somente uma narração. O ideal é descrever os fatos e contar como essa experiência serviu para agregar valor para a sua vida.

Confira os principais erros cometidos e como evitá-los

Quanto melhor for a qualidade da redação, maiores são as chances de você se destacar aos olhos do examinador e conseguir uma vaga em uma universidade estrangeira. Por outro lado, erros de escrita podem comprometer a sua trajetória acadêmica e resultar na negativa da universidade.

Esse assunto ganha ainda mais relevância quando se trata de uma redação em inglês. De fato, o inglês é o idioma mais utilizado para a comunicação, pois permite conectar pessoas de diferentes nacionalidades.

Nesse sentido, dominar a fluência se torna imprescindível para o estudante que deseja concluir a graduação e conquistar o diploma na universidade dos sonhos.

O uso correto da gramática é a chave para o sucesso de uma redação em inglês. Afinal, quanto menos erros o seu Essay apresentar, maior será a sua chance de entrar para o quadro de alunos da universidade.

Em regra, os brasileiros costumam apresentar dificuldades no aprendizado de alguns elementos em inglês, como: ortografia, preposição, conjugação, ausência de pronome e o uso de quantificadores (some e any, por exemplo).

Pensando nisso, vamos pontuar, a seguir, onde ocorrem os principais erros nas redações e como evitá-los.

Erros de ortografia

Geralmente, os estudantes brasileiros cometem erros básicos na escrita das palavras. Confira alguns termos que costumam ser escritos de maneira equivocada: beautiful, common, language, probably, writing, platform, technology, diferent, opportunity, which, punishment, inhabitants, entre outros.

O erro se dá principalmente pelo fato de a escrita, pronúncia e fonética se assemelharem ao português, o que acaba trazendo confusão. Nesse sentido, o uso da memória visual é uma estratégia para tentar driblar essa situação.

Você pode ler várias vezes a mesma palavra e destacá-la em algum local de fácil visualização, até que finalmente você consiga escrevê-la da maneira correta.

Se preferir, consulte o dicionário bilíngue sempre que surgirem dúvidas. Essas ferramentas são bem didáticas, uma vez que foram criadas principalmente para pessoas que estão em fase de aprendizado no inglês.

Erros ao usar preposições

Um dos erros mais comuns é o uso incorreto de preposições. Confira as preposições que trazem mais dúvidas e que são mais usadas de modo equivocado: in, on, to, for, of, at, with, about, for, from e by.

Um dos padrões de erros que mais ocorrem, por exemplo, é a confusão entre o uso das preposições de local at, on e of. Nessas situações, o ideal é utilizar a preposição in, seguida da localização.

De qualquer forma, é importante prestar atenção ao uso adequado das preposições, pois são elementos de uma frase que aparecem com grande recorrência em orações.

Muitas expressões utilizam um adjetivo ou verbo, seguidos de uma preposição. Nesses casos, para evitar maiores erros, a recomendação é memorizar a expressão completa, como “look at” e “good at”.

Erros na conjugação dos verbos

A conjugação verbal é outro erro muito comum de ser cometido por estudantes que ainda não apresentam tanta familiaridade com o inglês. O que traz muitas dúvidas.

O principal erro se refere especialmente ao caso de esquecimento do uso da preposição “to” antes de determinados verbos que estão no modo infinitivo, como: “to look”.

Confira, a seguir, uma lista contendo verbos e frases mais comuns que são escritos de maneira equivocada por estudantes. Em todas elas falta a preposição “to” antes do verbo “do”.

need do something (precisar fazer algo);

want do something (querer fazer algo);

like do something (gostaria de fazer algo);

try do something (tentar fazer algo).

Erros no uso de pronomes

O uso de pronome tem diversas utilidades na língua inglesa. Ele pode ser utilizado para começar frases, fazer referência a algum assunto que foi mencionado antes, substituir o sujeito indeterminado, se referir ao objeto da sentença, entre outros usos.

A dica que vale aqui é não economize no uso de pronomes. Empregue-os sempre que precisar se referir a algo ou alguém.

A falta do pronome “it” em algumas frases é um erro bem comum, principalmente quando o autor do texto se refere ao sujeito ou objeto da sentença. Confira um exemplo: Thank you for your present, I loved (it). (Obrigado pelo presente, eu amei isso).

Erros ao usar determinantes

Uma das dúvidas mais recorrentes é o uso do determinante “the” antes dos substantivos. Ele é usado antes dos adjetivos que relatam sequência (the next, the first, the last, por exemplo) e quando nos referimos a formas superlativas (the best, the worst etc.). Também vale lembrar que os plurais e substantivos próprios não fazem uso de determinantes.

Na maioria das vezes, não é necessário utilizar o pronome determinante antes dos nomes, quando estamos nos referindo a coisas de forma geral, como: life, children, time, school, people.

Porém, a utilização do determinante “the” é obrigatória em alguns casos, como: the internet, the world, the United States, the government, the English language, entre outros exemplos.

Erros gramaticais

Os verbos “to make” e “to do” são usados de forma distinta. O ideal é memorizar a ideia que envolve o uso de ambos.

Os falsos cognatos são uma pegadinha bem comum na língua inglesa, pois são palavras com semelhanças na grafia em inglês e português, contudo guardam significados bem diferentes.

Um ótimo exemplo é o verbo to intend que significa “pretender”, enquanto que a palavra “to pretend” significa fingir.

Além dos Estados Unidos, a exigência da redação em inglês é um requisito para a admissão em várias universidades do Canadá e faculdades da Inglaterra.

Na verdade, a apresentação desse documento é necessária em diversas instituições de ensino em todo o mundo.

Se você deseja concorrer a uma dessas vagas, é bem possível que tenha que apresentar Essays, como uma etapa da Application.

Não se esqueça de manter a qualidade da escrita e ter a fluência no idioma, requisitos importantes para redigir bons textos em inglês.

A consultoria educacional da Daqui pra Fora trabalha com o aluno em cada um de seus textos, estimulando a criatividade, orientando quanto ao formato e revisando tudo de acordo com a gramática da língua inglesa.

Quer saber mais sobre como podemos te preparar melhor para essa e todas as outras etapas do processo seletivo de uma universidade no exterior? Entre em contato com nossos especialistas.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Redação-em-inglês-o-que-você-precisa-saber.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-11-18 00:00:002023-12-04 22:05:50Veja como escrever uma redação em inglês!

Conheça a UC Berkeley e seus diferenciais!

17 de novembro de 2019/106 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Já se imaginou vivendo e estudando na Califórnia? O estado, localizado na costa oeste dos Estados Unidos é cenário frequente de filmes de Hollywood e reconhecido pelo enorme potencial econômico. É lá que fica o Vale do Silício, região que abriga algumas das principais companhias do mundo, como a Apple, a Microsoft e a Netflix.

Além de representar uma bela oportunidade para profissionais de todas as áreas, a Califórnia enche os olhos de seus visitantes com paisagens deslumbrantes e diversificadas. A geografia da região possibilita, ao mesmo tempo, passeios estonteantes pela costa do Oceano Pacífico e visitas a estações de ski.

Não é só isso. O Estado Dourado, como é conhecido, conta com algumas das principais universidades dos Estados Unidos e do mundo. Uma das mais reconhecidas no universo acadêmico é a UC Berkeley, que será o foco deste artigo.

Ao longo da leitura você vai conhecer melhor a história e tradição da instituição, aprender o que é necessário para estudar lá e muito mais. Confira!

Descubra a história da UC Berkeley

Você já deve ter ouvido falar de São Francisco, cidade da icônica Golden Gate e casa de um dos times mais tradicionais da liga de futebol americano dos Estados Unidos. Pois bem, a 30 minutos de trem está localizada Berkeley, uma cidade que seria pequena e pacata, não fosse a fundação da UC Berkeley.

A universidade, que tem como mascote um urso dourado, foi inaugurada em 1868 e representa uma das 10 localizações da University of California, por isso as iniciais UC. De sua fundação até aqui, são mais de 150 anos de tradição, marcados por descobertas importantes, como o processo de fotossíntese, a vitamina E e o elemento que hoje é utilizado em vacinas contra a gripe.

Cursos oferecidos pela UC Berkeley

Atualmente, a UC Berkeley oferece nada menos que 106 cursos de graduação, 88 programas de mestrado e 97 cursos de pesquisa para doutorado. A grande maioria dos estudantes estão matriculados em programas regulares de graduação. Só para ter uma ideia, entre 2013 e 2014, a universidade formou 7.565 estudantes.

São 14 cadeiras de estudo diferentes, cada uma com acadêmicos respeitados em suas áreas e recursos avançados de pesquisa e desenvolvimento. Entre essas cadeiras, a que mais se destaca é a que comanda os estudos de química. Não à toa o departamento foi nomeado pelo US News como o melhor curso de graduação em química oferecido ao redor do planeta.

O mesmo ranking indica outro departamento de destaque na UC Berkeley, o de engenharia. Ele fica atrás apenas dos cursos oferecidos pelo MIT e por Stanford, este último aliás, fica a poucas horas de distância de Berkeley. A razão para tal sucesso é relacionada à conexão da instituição com empresas do Vale do Silício, que investem no desenvolvimento de pesquisas.

Outro curso que se destaca em Berkeley é o de negócios. Trata-se da segunda escola de negócios mais antiga dos Estados Unidos, tendo formado nomes influentes no desenvolvimento da economia americana.

Foi lá que se formaram, por exemplo, os co-fundadores da Intel, da Apple, do Ebay e da Tesla. No próximo tópico, falaremos mais sobre ex-alunos notáveis.

Conheça os ex-alunos notáveis da UC Berkeley

Nos Estados Unidos, os ex-alunos, chamados de Alumni, são figuras bastante valorizadas pelas instituições que os formaram. Eles participam de eventos, são constantemente lembrados em comemorações e, em alguns casos, contribuem com doações para o desenvolvimento da instituição.

A UC Berkeley tem uma lista de respeito para representar seus Alumni. De lá saíram nomes importantes para a ciência, política, economia e diversas outras áreas, tanto do país quanto do mundo. Confira alguns dos principais!

Steve Wozniak

Se você conhece a história da fundação da Apple, sabe quem é Steve Wozniak. Junto com Steve Jobs, Wozniak transformou para sempre a história da tecnologia e do uso de computadores pessoais. De fato, ele é responsável por todo o processo de desenvolvimento dos primeiros computadores da companhia, deixando para Jobs os esforços de marketing e publicidade.

Jerry Brown

Formado pela turma de 1961 da UC Berkeley, Jerry Brown é um ex-governador do estado da Califórnia. É apenas mais um cargo na extensa carreira política de Brown, que já foi governador em duas outras oportunidades e chegou a concorrer para presidente da república em três eleições.

Selman Waksman

Selman Waksman é um dos muitos Alumni de Berkeley que ganharam o prêmio Nobel. Ele foi premiado na categoria de fisiologia e medicina, em 1954, por descobrir o primeiro antibiótico efetivo no tratamento da tuberculose.

Como entrar na universidade de Berkeley?

Se você deseja estudar na UC Berkeley, é bom se planejar. A instituição aceita apenas aplicações para o segundo semestre, que são abertas em meados de novembro. O processo seletivo, como na maioria das universidades americanas, consiste na realização de uma avaliação SAT, na análise do histórico escolar e no envio de uma carta de apresentação.

Para estudantes internacionais, existem algumas exigências a mais. Você precisa provar a proficiência na língua inglesa, o que é feito por um exame de qualificação padronizado, o TOEFL.

Ademais, é preciso uma declaração garantindo suas condições financeiras e, é claro, a retirada do visto americano para estudantes.

Premiações recebidas por alunos de Berkeley

Por sua tradição e excelência, a UC Berkeley é presença constante nos rankings de melhores instituições de ensino. Hoje, ela ocupa a décima quinta posição no World University Ranking, que avalia universidades do mundo inteiro.

Além disso, entre políticos, cientistas, esportistas e artistas, os Alumni da universidade levam seu nome ao mundo. São diversas premiações nas mais diferentes áreas. Conheça alguns:

  • 107 vencedores do Nobel;
  • 25 ganhadores do prêmio Turing;
  • 19 prêmios Pulitizer;
  • 20 vencedores do Oscar;
  • 207 medalhas olímpicas.

Como é a vida de estudante em UC Berkeley

É claro que não é só a parte acadêmica que atrai estudantes para Berkeley. O perfil extremamente jovem da cidade, que é casa para os mais de 40.000 estudantes da universidade, garante uma vida estudantil rica em diversão, cultura e diversas opções de passeio.

O campus, cuja extensão corresponde a aproximadamente 630 campos de futebol, apresenta uma arquitetura histórica. Entre os prédios mais famosos está a biblioteca da universidade, que é a mais extensa do país. Lá ficam armazenados mais de 11 milhões de volumes disponíveis para o entretenimento e estudo dos alunos.

Um programa muito popular entre os estudantes é a visita à torre de Berkeley, conhecida como a torre de relógio mais alta das faculdades dos Estados Unidos. Do alto, é possível observar uma paisagem única, incluindo parte da famosa Baía de São Francisco.

Perto dali, ficam o ginásio e o estádio dos Ursos Dourados, que são locais comuns para eventos esportivos e confraternização entre os estudantes.

A cidade é repleta de cafés, lojas e restaurantes, todos frequentados, em grande maioria, por estudantes. Trata-se de uma excelente oportunidade para conhecer novas pessoas e criar contatos importantes tanto para sua vida pessoal quanto para seu desenvolvimento acadêmico e profissional.

O décimo terceiro lugar no World University Ranking é um indicativo da excelência acadêmica da UC Berkeley. Sua tradição de mais de um século e meio atrai estudantes de todos os pontos do planeta, o que garante uma experiência cultural muito valiosa.

Além disso, a universidade é localizada quase no centro da costa californiana, o que abre muitas possibilidades para passeios e viagens turísticas.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Conheça-a-UC-Berkeley-e-seus-diferenciais.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-11-17 00:00:002024-01-22 22:45:44Conheça a UC Berkeley e seus diferenciais!

Saiba mais sobre a Universidade de Oxford!

15 de novembro de 2019/112 Comentários/em Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

A Universidade Oxford é uma famosa instituição de ensino superior localizada no Reino Unido. Trata-se de uma das entidades britânicas de educação com maior prestígio de todo o mundo e, também, uma das mais antigas.

Já imaginou estudar nessa Universidade? Saiba que é possível ingressar nela e fazer parte do quadro de alunos dessa renomada instituição.

Ficou interessado no assunto? Deseja fazer uma faculdade na Inglaterra? Este artigo vai apresentar as principais informações sobre a renomada Universidade de Oxford. Acompanhe!

História da Universidade de Oxford

A fundação da Universidade de Oxford tem raízes no século XI. Conhecer essa instituição é uma verdadeira lição sobre a história inglesa. A entidade de ensino superior fica situada na Wellington Square, na cidade de Oxford.

Fundada no ano de 1090, ela foi a primeira universidade de língua inglesa. Ganhou mais alunos a partir de 1167, ano em que o Rei Henrique II da Inglaterra proibiu que os jovens estudantes ingleses fossem até Paris para continuarem os estudos.

A instituição de ensino serviu como palco para vários acontecimentos históricos. Por exemplo, em 1530, o Rei Henrique VIII da Inglaterra forçou a Universidade a reconhecer o seu divórcio com a rainha Catarina de Aragão.

Ainda no século XVI, os membros que faziam parte do clero anglicano foram condenados como hereges e queimados nas dependências do próprio campus.

Sem deixar a tradição de lado, a Universidade se modernizou e atualmente é considerada uma das instituições contemporâneas de ensino mais completas de toda a Europa, com instalações inovadoras e progressistas. A Universidade de Oxford ocupa o 1º lugar no “Times Higher Education World University Rankings”.

Principais cursos oferecidos pela Universidade de Oxford

A Universidade de Oxford apresenta 4 setores acadêmicos: Humanas; Ciências Médicas; Matemática, Física e Ciências Biológicas e Ciências Sociais.

Atualmente, ela conta com 38 faculdades e um número aproximado de 22 mil alunos matriculados, entre cursos de graduação e pós-graduação.

Os principais cursos da Universidade são:

  • Medicina;
  • Direito;
  • Literatura;
  • Filosofia;
  • Geografia;
  • Anatomia;
  • Fisiologia;
  • Arqueologia;
  • Ciências Políticas;
  • Engenharia.

Estima-se que os estudantes estrangeiros representem cerca de 40% do número total de alunos.

Ex-alunos notáveis

A Universidade já formou estudantes famosos:

  • David Cameron;
  • Bill Clinton;
  • Aung San Suu Kyi;
  • Lewis Carrol;
  • JRR Tolkien
  • Tony Blair;
  • Edmund Halley;
  • Oscar Wilde;
  • Margaret Thatcher;
  • Theresa May;
  • Tim Berners Lee;
  • Stephen Hawking;
  • Oscar Wilde;
  • Thomas Hobbes;
  • John Locke;
  • Oliver Sacks.

Vantagens de estudar na Universidade Oxford

Está em busca de um diploma de excelência? Deseja agregar valor ao seu currículo? Quer adquirir bagagem cultural? Confira as vantagens de estudar em Oxford.

Programas curtos e eficazes

Geralmente, a graduação no Reino Unido tem duração de três anos. Apesar de ser mais curto do que os cursos tradicionais, o ensino é intensivo e focado no aprendizado do conteúdo curricular.

Para igualar o nível de ensino de alunos estrangeiros que não fizeram um currículo IB no colégio, há um ano adicional antes de iniciar a graduação em si, onde deve ser feito o Foundation Course.

Ótimo custo-benefício

A Universidade disponibiliza algumas bolsas de estudo para estudantes estrangeiros. Para isso, é necessário estar inscrito em algum programa universitário com longa duração.

Grande diversidade cultural

A Inglaterra é um dos países cosmopolitas com maior riqueza de tradição e cultura do mundo. A nação apresenta uma infinidade de atrações turísticas para o estudante conhecer: museus, castelos, pubs, parques, igrejas etc. Sem dúvidas, estudar em Oxford vai trazer uma grande experiência e bagagem de vida.

Qualificação reconhecida mundialmente

As qualificações adquiridas em uma entidade de ensino da Inglaterra são altamente reconhecidas em nível internacional — de fato, 7 das 10 melhores universidades da Europa estão situadas no Reino Unido.

Desse modo, portar um diploma da melhor universidade britânica é uma vantagem absurda dentro do mercado do trabalho. Você, como profissional, será muito bem valorizado perante as empresas e terá a chance de conquistar excelentes empregos.

Imersão no idioma inglês

Saber falar inglês vai ser muito útil para a sua jornada profissional. Que tal estudar um curso superior e aprender o idioma local ao mesmo tempo? Nada melhor do que se comunicar com estudantes nativos e moradores da região para aprimorar seu inglês e adquirir a tão sonhada fluência na língua.

Dicas para estudar em Oxford

Se você deseja cursar uma graduação na Universidade de Oxford, saiba que ter o ensino médio brasileiro não é o suficiente para ser admitido no processo seletivo. Para isso, você terá que realizar os exames do sistema de educação britânico — A-Levels, International Baccalaureate.

As vagas são abertas todos os anos. É possível verificar a publicação contendo as normas e prazos no site da Universidade. Em regra, para que você possa se candidatar, é necessário preencher alguns requisitos, como inglês fluente, ótimo desempenho acadêmico e ser aprovado na Application.

Confira algumas dicas para ingressar na Universidade de Oxford:

  • Peça cartas de recomendação aos seus professores;
  • Escreva um carta de motivação apresentando os motivos pelos quais você deveria ser admitido;
  • Enriqueça o currículo com cursos e atividades extracurriculares.

Estudar na Universidade Oxford é uma oportunidade imperdível. Você vai ganhar uma experiência de vida impagável, aprender novos conceitos e adquirir um diploma na melhor instituição de ensino superior do mundo! Com certeza, muitas portas vão se abrir para você ter uma carreira de sucesso.

Gostou de conhecer melhor sobre a Universidade Oxford? Quer conhecer mais sobre as instituições de ensino estrangeiras? Que tal saber como é viver no exterior? Curta a nossa página no Facebook e confira as próximas publicações!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Saiba-mais-sobre-a-Universidade-de-Oxford.jpg 683 1024 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-11-15 00:00:002024-01-10 22:00:56Saiba mais sobre a Universidade de Oxford!

Melhores cidades da Inglaterra para fazer faculdade

14 de novembro de 2019/110 Comentários/em Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Escolher uma das cidades da Inglaterra como destino dos seus estudos pode ser a melhor decisão para o seu futuro. Afinal, o país é multicultural, tem qualificação reconhecida internacionalmente e seus centros de ensino têm bom custo-benefício.

Ao optar por um local com grandes instituições de ensino, também aumentam as suas chances de admissão. Então, o ideal é já começar a se planejar para fazer faculdade no exterior, não é?

Para não ter dúvidas, nosso time separou cidades da Inglaterra com instituições de ensino de destaque. Confira!

Londres

Falar da Inglaterra logo remete à sua capital. É por isso que a nossa equipe decidiu colocar Londres no topo da lista. Uma das maiores cidades do mundo e uma das principais capitais da Europa, Londres apresenta dezenas de instituições de ensino. Para quem deseja fazer faculdade no exterior, então, é um verdadeiro prato cheio.

University College London

A University College London ou UCL foi fundada em 1826, mas não deixa de ser muito moderna. Considerada de pesquisa, tem diversas áreas, como:

  • Artes e Humanidades;
  • Leis;
  • Ciências Físicas e Matemáticas;
  • Educação;
  • E mais.

Ao total, conta com 33 mil estudantes e é receptiva a quem vem de fora do país.

King’s College London

Fundada em 1829, a King’s College London também merece destaque. São 25 mil estudantes que fazem cursos de diversas áreas, como Saúde, Humanidades ou Negócios.

Imperial College London

No coração da capital, a Imperial College London é voltada para as áreas de Ciências, Engenharia e Medicina. Conta com dezenas de cursos diferentes, além de se destacar pela abertura a estudantes internacionais entre os 17 mil matriculados.

Cambridge

Entre as cidades da Inglaterra com grandes instituições de ensino, Cambridge merece todo o destaque. A menos de duas horas de Londres, o local tem uma das instituições mais famosas do mundo.

University of Cambridge

É claro que nosso time está falando dela: a University of Cambridge. Fundada em 1209, é a segunda mais antiga e tradicional do país. É considerada a quinta melhor do mundo, pelo ranking 2024 da Times Higher Education. Aberta a estudantes internacionais, inclui estudos sobre Tecnologia, Saúde, História e outros, para seus quase 20 mil alunos.

Anglia Ruskin University

Fundada a partir da Cambridge School of Art, foi formalizada em 1992. Tem mais de 18 mil alunos e oferece diferentes opções de degree, como Finanças, Letras e Educação. Também apresenta uma boa experiência para quem é de fora do país.

Oxford

No centro do país, Oxford é uma das mais charmosas cidades da Inglaterra. Apesar da aparência milenar, é um centro de estudos moderno e que é ponto de chegada para alunos de diversos países.

University of Oxford

Considerada a melhor do mundo pelo ranking da Times Higher Education, a University of Oxford é procurada por estudantes de todos os continentes. Com as primeiras aulas ainda em 1096, é a segunda mais antiga do mundo e a mais velha de língua inglesa. Com 20 mil alunos, oferece cursos ligados a Linguagens e Literatura, Matemática e Estatística, Ciência da Computação e outros.

Oxford Brookes University

Fundada em 1865, a Oxford Brookes University é menos famosa que sua conterrânea, mas é uma excelente opção. Com quase 15 mil alunos e 130 nacionalidades recebidas, disponibiliza vários cursos. Entre eles, estão Negócios e Tecnologia, Artes e Humanidades e Direito.

Liverpool

Mais que a terra dos Beatles, Liverpool é conhecida por oferecer uma educação completa e inclusiva para estudantes internacionais. Além disso, é mais uma das cidades da Inglaterra com grandes instituições — então, nosso time não poderia deixar esse local de fora.

University of Liverpool

A University of Liverpool tem quase 25 mil estudantes e foi fundada em 1881. Além da estrutura ampla, oferece cursos como Engenharia Aeroespacial, Política Internacional, Enfermagem, entre outros.

Liverpool John Moores University

Os quase 20 mil estudantes da Liverpool John Moores University concordam que a instituição se destaca pela formação completa e de qualidade. Criada em 1823 e aberta a alunos internacionais, é especializada em pesquisas de Ciências de Esportes e Exercícios, Educação Física, Negócios e mais.

Brighton

Brighton é uma cidade costeira da Inglaterra, de clima ameno e que fica a menos de 100 quilômetros de Londres. Embora tenha recebido o título de “fundação” apenas em 2000, já é considerada uma boa opção para quem deseja estudar.

University of Brighton

A University of Brighton foi fundada em 1858, ainda como escola de artes. Passou a ser universidade em 1992 e hoje tem 17 mil alunos. Algumas opções de curso incluem Arquitetura, Escrita Criativa e até Desenvolvimento de Games Digitais.

University of Sussex

Pertinho de Brighton fica a University of Sussex. Ela tem cerca de 15 mil estudantes (dos quais 5 mil são internacionais) e é especializada em pesquisa e desenvolvimento. Oferece mais de 500 cursos, como Jornalismo, Genética e Música.

Brighton and Sussex Medical School

Se você for da área da saúde, pode escolher a Brighton and Sussex Medical School. Fundada em 2002, surgiu a partir de uma fusão das duas maiores da região. Especializada no curso de Medicina, já formou mais de 1.500 médicos que atuam no país.

Bournemouth

Outra alternativa litorânea, Bournemouth fica ao sul da Inglaterra. A distância é de 150 quilômetros até Londres, mas nem isso a torna menos internacional ou multicultural — ou seja, uma ótima escolha para estudar.

Bournemouth University

A Bournemouth University, assim como outras universidades, começou como uma escola e passou de nível em 1992. Com quase 15 mil estudantes, conta com pessoas de outros países desde sua criação. Entre as formações disponíveis, estão Ciências Forenses, Design de Produto e Produção de Mídia.

Arts University Bournemouth

Para quem deseja seguir na área criativa, o Arts University Bournemouth é a melhor alternativa. Conta com quase 5 mil estudantes e tem diversos cursos sobre artes. Entre os de destaque, estão Atuação, Ilustração e Efeitos Visuais para Filme e Televisão.

Agora que você já conhece as cidades da Inglaterra com grandes instituições de ensino, é hora de pensar na admissão. Cuidar do histórico escolar, ter boas atividades extracurriculares e explorar a seleção de cada uma é essencial. Para facilitar o processo, uma consultoria especializada pode ajudar!

Se quiser uma ajudinha extra para escolher, aproveite e veja quais são as 6 melhores faculdades da terra da rainha.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Cidades-da-Inglaterra-que-possuem-grandes-instituições-de-ensino.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-11-14 00:00:002024-03-14 20:52:03Melhores cidades da Inglaterra para fazer faculdade

Apoio além da candidatura para uma Faculdade no Exterior

12 de novembro de 2019/104 Comentários/em Daqui pra Fora, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Depois da alegria da conquista, chega a hora de fazer as malas e começar uma vida nova em uma universidade no exterior. Vida nova mesmo! Para quem vai e para quem fica. Pais e filhos vivem um momento novo, diferente, uma mistura muito particular de emoções.

O momento da mudança merece atenção e muitas vezes apoio especial. Nessa hora, a Psicologia Intercultural é um instrumento importante e o suporte de um profissional especializado pode fazer toda a diferença.

A Psicóloga Intercultural trabalha nessa nova etapa da jornada no sentido de ajudar os alunos a conviverem diariamente com pessoas de outras culturas e com a distância de casa, fazendo com que o processo de adaptação deles (e dos pais) seja produtivo, inteligente, positivo e de muita qualidade, mesmo sendo cheio de desafios.

Meu filho foi admitido na universidade. E agora?

Pais e filhos caminharam juntos durante todo a jornada de preparação e candidatura para a universidade. Agora chegou o momento da separação. Os filhos vão para um lugar novo, distante, diferente. Os pais ficam, mas também vivem uma nova jornada.

A Daqui pra Fora conhece bem essa fase e continua totalmente à disposição dos alunos e das famílias após a admissão na universidade. Por isso, conta com uma profissional especializada em Psicologia Intercultural, que atua diretamente com pais e estudantes, antes e depois do início das aulas.

Ela vai ajudar a entender e superar os desafios que surgem nos primeiros meses de adaptação e fazer com que esse período seja o mais tranquilo possível para pais e filhos.

A DpF oferece ainda uma estrutura de eventos, com sessões online antes da viagem que abordam temas importantes na preparação. Nessas sessões são apresentados diversos assuntos, entre eles adaptação, desenvolvimento, networking, planos de saúde, contatos importantes na universidade, o que esperar do dia a dia no campus e autorizações para estágios.

Nem só os estudantes precisam de apoio

O momento é novo para os alunos e também para os pais. A adaptação é necessária dos dois lados. E muitas vezes acontece de os pais também precisarem de ajuda nessa etapa.

A Gabriela Ribeiro, psicóloga intercultural da Daqui pra Fora, está ininterruptamente à disposição das famílias para ajudar com qualquer questão quando necessário.

Várias dúvidas podem surgir para os pais. Não saber exatamente como está sendo a adaptação do filho à nova cultura ou como ele está lidando com as exigências da faculdade, desconhecer como ele está interagindo com professores e colegas, não receber notícias frequentemente ou mesmo perceber algum comportamento diferente no filho e não conseguir ajudar, tudo isso pode gerar uma certa insegurança e ansiedade. E ainda tem a questão da própria ausência do filho em casa.

Além de dar conforto e acolhimento nesses casos, a psicóloga reforça com os pais como eles podem ajudar no crescimento pessoal do filho. Afinal, esse é um dos objetivos dessa experiência. Querer resolver os problemas daqui do Brasil certamente não é um bom negócio quando se trata de desenvolvimento da autonomia dele.

Lá do outro lado, o aluno também tem o canal totalmente aberto com a Gabriela. Se a saudade bater muito forte, se sentir solidão, desânimo, ansiedade, ele pode e deve chamar a psicóloga. Principalmente se estes sentimentos estiverem interferindo na vida acadêmica.

Ela ainda ajuda o aluno a entender que há visões de mundo diferentes, que muitas vezes ele pode aprender com elas e ainda compartilhar o seu melhor com os outros, para que todos ganhem com essa troca.

Às vezes o aluno tem dificuldade de se desligar do Brasil. Ou tem problema para superar a timidez e acaba se isolando na internet para se proteger. São situações em que o estudante acaba deixando de viver experiências maravilhosas. A ajuda nesses casos é muito importante e traz resultados concretos.

Suporte prático aos alunos

O apoio da Daqui pra Fora após a admissão na universidade vai além das questões emocionais. Nossos especialistas oferecem soluções práticas em várias áreas.

Para os pais, por exemplo, damos suporte no processo de pagamento das taxas universitárias. Nesse caso, a família faz a transferência para a Daqui pra Fora e nós fazemos o processo internacional com taxas mais em conta.

Para situações do dia a dia do aluno, o apoio vem em forma de orientações. Não resolvemos o problema para eles. Afinal, eles estão lá também para ganharem autonomia e se desenvolverem no aspecto pessoal.

Várias questões podem aparecer no dia a dia na universidade. Pode ser uma dificuldade de adaptação com o roommate (colega de quarto), por exemplo. O aluno pode estar estranhando a nova companhia, tendo problemas para se entender e não consegue dar uma solução. Nesse caso, nossos especialistas dão dicas e sugestões sobre o que ele pode fazer.

Ainda podem aparecer outras questões, como dificuldade com algum documento, como carteira de motorista ou histórico escolar para estágio. Indicamos onde ele deve ir para resolver.

Em um determinado momento, o aluno pode querer também solicitar transferência de universidade. Ou porque não se adaptou bem aonde está ou porque se desenvolveu muito rápido e quer um desafio maior. Nos dois casos, estudamos a situação e oferecemos a orientação mais adequada.

Cada cuidado conta

Mesmo depois de iniciar a faculdade, o aluno e seus pais podem continuar contando com o suporte da equipe da Daqui pra Fora. O canal está sempre aberto. A Daqui pra Fora acredita que o vínculo não acaba quando o aluno é admitido na universidade ou mesmo quando ele começa a estudar.

O apoio permanece para superar os novos desafios. Converse com os nossos especialistas e saiba mais sobre como funciona essa conexão.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/11/campus-office-building-university-office-sun-1-scaled.jpg 1956 2560 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-11-12 11:31:002020-12-07 14:51:52Apoio além da candidatura para uma Faculdade no Exterior

Como é o início do ano letivo em universidade do exterior?

9 de novembro de 2019/58 Comentários/em Canadá, Depoimentos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

O ano letivo no exterior tem o calendário bem diferente do nosso no Brasil. Além das férias e os feriados não coincidirem com os nossos, o início das aulas também acontece em outro período, começando em agosto.

Você já parou para pensar que essa diferença pode ser muito positiva para quem termina o Ensino Médio aqui e pensa em fazer faculdade fora?

Se ainda não tinha pensado, siga a leitura até o final para entender como funciona o ano letivo das faculdades no exterior e como você pode se beneficiar disso.

Quando começam o ano letivo nos EUA, Canadá e Inglaterra?

No hemisfério norte, o ano letivo começa em geral no segundo semestre. Nos Estados Unidos, as aulas na maioria das universidades têm início em agosto. É o final das férias de verão.

É justamente por causa do verão que há a inversão no calendário. As férias mais longas, de cerca de 3 meses (conhecidas como summer break), são no meio do ano, para coincidir com a estação de calor.

No Canadá e na Inglaterra é o mesmo sistema e as aulas iniciam, na maioria das instituições, em setembro.

Este “intervalo” entre o final do Ensino Médio no Brasil e o começo das aulas nos Estados Unidos pode ser o tempo necessário para o aluno que está indeciso definir seu futuro. Quem está em dúvida se quer ir ou não para o exterior tem um período para pensar e ainda aplicar nas faculdades lá fora (ou mesmo fazer vestibular no Brasil).

Também há a possibilidade de fazer um Gap Year, um ano que funciona como transição entre o Ensino Médio e a universidade. O objetivo é aproveitar esse período da melhor maneira possível, olhando para o futuro. É uma pausa na rotina, sim, mas não significa um ano só de descanso.

Além de poder se preparar e elaborar melhor sua application (a candidatura para as faculdades no exterior), o aluno pode usar o Gap Year para investir em outros interesses ou aprimorar algumas habilidades.

Mas para não desperdiçar esse tempo tão valioso, é importante definir um planejamento e desenvolver um cronograma bem alinhado com ele.

A seguir, você vai ver como foi essa transição e o início das aulas do Julio, aluno da Daqui pra Fora, que acaba de começar o curso de Psicologia em uma das melhores faculdades do Canadá e do mundo.

E como são os primeiros dias de aula?

Júlio César Silva tem 19 anos, é de São Paulo, onde estudou no Colégio Pentágono. Com a assessoria da Daqui Pra Fora, ele aplicou e foi aceito em várias universidades no exterior. Escolheu a University of British Columbia (UBC), no Canadá, para cursar Psicologia.

Confira abaixo como foi a escolha do Júlio, o período entre o Ensino Médio e o início da faculdade e os primeiros dias de aula dele na UBC.

Daqui Pra Fora: Por que você decidiu estudar no Canadá?

Júlio: Decidi estudar fora quando estava no 9º ano. Naquele momento, coloquei em minha mente que não faria vestibular no Brasil. Comecei a analisar muitas opções para estudar em diferentes lugares do mundo. Por fim, havia selecionado universidades no Canadá, EUA e Reino Unido. Escolhi o Canadá pois fiquei impressionado com a gentileza e com a diversidade da população – senti que me adequaria facilmente. Além disso, achei interessante saber que o Canadá possui excelentes universidades (entre as melhores do mundo) com uma competitividade menor que as americanas.

DpF: Para quantas universidades você aplicou e por que decidiu pela UBC?

Júlio: Apliquei para 6 universidades no Canadá (16 no geral). Decidi ir para a UBC porque era a mais bem ranqueada entre as faculdades para as quais apliquei (considerando a graduação em psicologia). Também gostei muito da localização da universidade (em uma cidade costeira que não faz tanto frio) e de seu interesse em pesquisa (um dos meus focos dentro de psicologia).

DpF: Você não aplicou para nenhuma universidade no Brasil mesmo?

Júlio: Não. No entanto, tive que fazer o ENEM para enviar as minhas notas para as universidades canadenses, pois eles querem a comparação dos possíveis estudantes estrangeiros com pessoas do mesmo país.

DpF: Você fez um Gap year? Como você aproveitou?

Júlio: Não fiz um Gap year, porém tive aproximadamente 10 meses para aproveitar meu tempo (meu colégio acabou finalizando o ano letivo um pouco antes para oferecer preparação para o vestibular). Neste tempo, viajei para o Egito por um mês e meio, para ensinar crianças a falarem português, discutir sobre a importância da igualdade de gênero e conhecer culturas novas. Também trabalhei por 5 meses, fiz cursos de psicologia online e passei o tempo com minha família, namorada e amigos.

DpF: Como era sua expectativa para o início das aulas?

Júlio: Eu acreditava que as aulas seriam muito diferentes em relação ao estilo das aulas de universidades brasileiras – e de fato são, mas não são diferenças tão discrepantes quanto eu imaginava. Esperava me envolver com muitas leituras, aprendizados e experiências. Mas tinha a insegurança de acreditar que sou menos inteligente do que meus futuros colegas (que apresentavam currículos e atividades absurdamente geniais). Consequentemente, o que eu mais aguardava era a chance de vivenciar o começo e aproveitar completamente a nova experiência que estava por vir.

DpF: Como foi o primeiro mês na UBC? Quais dificuldades você superou no início da jornada que já te fizeram crescer ou que você acredita que vão impactar a sua vida mais pra frente?

Júlio: Eu não vim preocupado com os desafios do idioma nem com o impacto das diferenças nos costumes. Achava que seria absorvido rapidamente pela cultura canadense e me desprenderia totalmente das minhas raízes. Mas percebi que fui ingênuo. Senti bastante no primeiro mês, cheguei até a duvidar de ter feito a escolha certa. Então, quando penso nas dificuldades, com certeza a primeira coisa que me vem à mente é a habilidade de se relacionar sem conhecer ninguém ao seu redor. Conhecer pessoas, espaços e culturas novas é algo muito presente no meu dia a dia. Há momentos em que recorremos às amizades antigas (nossa zona de conforto), e isto é normal – e saudável (pois mantemos as conexões firmadas anteriormente). Porém, é muito importante focar e viver o presente, crescer onde você está! Assim, estabelecemos uma nova rede de contatos e amizades. As pessoas passam por isso diariamente, em todo lugar. Nem sempre é fácil, mas o crescimento está muito ligado à capacidade de se adaptar!

DpF: Você tem colega de quarto (roommate)? Como foi a adaptação com ele?

Júlio: Tenho um roommate britânico (com cidadania canadense e raízes persas), portanto, a cultura é um pouco diferente da que estamos acostumados. No entanto, o meu convívio com ele é muito tranquilo – temos uma amizade forte e uma boa comunicação. Ele é bem respeitoso e sempre age evitando me incomodar (seja com barulhos, luzes ligadas ou visitas). Apesar de ser necessária uma certa adaptação, já que perdemos uma parte de nossa privacidade quando moram duas pessoas em um único quarto, ela é mais mental do que pensamos: a partir de conversas constantes, percebemos que o outro também quer ter o seu espaço. O importante é saber se comunicar e agir como gostaria que agissem com você. Assim, tentar entender o outro e demonstrar se preocupar com ele é algo que pode ter consequências extremamente positivas!

DpF: Que recomendações você daria sobre esse começo na universidade para quem irá em um futuro breve?

Júlio: Tenha uma cabeça muito aberta! Não carregue certezas sobre como será a sua vivência – tenha certeza de que aprenderá e crescerá com qualquer situação. Muitas vezes podemos nos sentir desapontados, desolados ou encorajados a desistir se nossas expectativas não forem atingidas. Portanto, não se prenda a ideias e planos como se fossem dogmas. Recomendo ter uma mente aberta e tentar aprender com todas as vivências (sejam elas agradáveis ou desagradáveis ao início – todas podem ser positivas no futuro).

Prepare-se para iniciar essa jornada

Pensando em percorrer esse caminho? A Daqui pra Fora é uma consultoria especializada em preparar alunos para esse projeto de vida. Oferece atendimento personalizado em todas as etapas do processo, desde a elaboração da melhor candidatura até o suporte para o aluno quando ele já está cursando a universidade no exterior.

São mais de 3.000 alunos assessorados nos últimos 18 anos. Para saber mas sobre o nosso trabalho, preencha o formulário abaixo para iniciarmos uma conversa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/11/guy-at-lesson.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-11-09 00:00:002024-01-23 21:27:29Como é o início do ano letivo em universidade do exterior?

SAT, ACT, TOEFL E IELTS: o que são e como se preparar

6 de novembro de 2019/148 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

O processo seletivo para universidades no exterior inclui algumas provas e é muito importante saber qual ou quais provas devem ser feitas, além, claro, de se preparar bem para cada uma delas.

Geralmente as universidades exigem uma prova padronizada, o SAT ou o ACT, que são como um “vestibular” internacional, além de um teste de proficiência em inglês, o TOEFL ou o IELTS para se certificar de que o aluno acompanhará bem o conteúdo no idioma.

Quer saber qual escolher para fazer a sua aplicação para uma graduação no exterior? Siga a leitura até o final e fique por dentro de tudo o que você precisa saber.

Por dentro do SAT e do ACT

O SAT e o ACT são as provas padronizadas exigidas em praticamente todas as universidades americanas e em algumas canadenses e inglesas. Apesar de serem bastante diferentes dos exames aplicados no Brasil, elas têm função semelhante a do ENEM, só que não determinam sozinhas o nível acadêmico do candidato. As universidades também consideram o histórico escolar na avaliação do potencial acadêmico do aluno, entre outros critérios.

Não existe uma nota mínima padrão para essas provas. Cada universidade tem seu próprio nível de exigência, de acordo com o seu grau de competitividade. Por isso, é importante você ter essa informação antes de escolher onde vai aplicar.

As duas provas são parecidas, ambas são focadas em interpretação, análise de texto e raciocínio lógico. As universidades aceitam as duas. Os simulados podem ajudar o candidato a definir qual é a melhor para a sua candidatura.

Os exames de SAT e ACT podem ser feitos mais de uma vez, e o candidato podeusar a melhor performance na sua application. Também é possível utilizar a melhor seção de cada prova realizada, o chamado Superscore.

O que é o SAT?

O SAT (Scholastic Aptitude Test) é o exame mais realizado pelos estudantes para admissão nas universidades americanas. É aceito em praticamente todas as instituições e é feito por candidatos americanos e internacionais. É realizado online em datas e locais específicos.

As seções do SAT

A prova é dividida em três seções:

  • Interpretação de Texto – leitura e escrita;
  • Matemática;
  • Redação (que é opcional).

As duas primeiras seções valem, cada uma, de 200 a 800 pontos. A redação é avaliada separadamente e de outra forma, em uma escala de 2 a 8.

Como funciona o SAT?

O candidato tem 3 horas para realizar a prova, composta por 154 questões. São 100 minutos para Interpretação de Texto e Escrita e 80 minutos para Matemática. Quem fizer a Redação tem mais 50 minutos.

No Brasil, o SAT é realizado 4 vezes ao ano, em março, maio, outubro e dezembro, nas seguintes cidades:

  • Ananindeua;
  • Belo Horizonte;
  • Brasília;
  • Campinas;
  • Curitiba;
  • Erechim;
  • Fortaleza;
  • Goiânia;
  • Joinville;
  • Piracicaba;
  • Porto Alegre;
  • Recife;
  • Rio de Janeiro;
  • Salvador;
  • São Paulo;
  • Vinhedo.

Nem todas as cidades oferecem o exame em todas as datas, é preciso se informar com antecedência sobre os dias de aplicação do exame SAT.

O que é o SAT Subject?

O SAT Subject é uma segunda etapa do SAT. Ele avalia conhecimentos específicos em diferentes áreas e é requisito em algumas universidades americanas, geralmente as mais competitivas.

Quando não é exigido, o aluno pode escolher fazer ou não. Ele funciona como um diferencial e complementa o SAT regular (não substitui).

As seções do SAT Subject

O SAT Subject oferece 20 seções em 5 áreas diferentes: Inglês, Matemática, Ciências, História e Línguas.

As seções são:

  • Matemática nível 1;
  • Matemática nível 2;
  • Biologia;
  • Química;
  • Física;
  • Inglês;
  • História dos EUA;
  • História Mundial;
  • Espanhol;
  • Espanhol com áudio;
  • Francês;
  • Francês com áudio;
  • Chinês com áudio;
  • Italiano;
  • Alemão;
  • Alemão com áudio;
  • Hebraico Moderno;
  • Latim;
  • Japonês com áudio;
  • Coreano com áudio.

Como funciona o SAT Subject?

Cada teste tem a duração de 60 minutos e é em forma de múltipla escolha. O candidato pode fazer até 3 seções por vez. Cada prova vale 800 pontos.

O SAT Subject é realizado 6 vezes no ano aqui no Brasil: em março, maio, junho, outubro, novembro e dezembro, em diferentes cidades. Confira aqui as datas e locais.

O que é o ACT?

O ACT (American College Testing), assim como o SAT, é uma prova padronizada utilizada pelas universidades americanas como um dos instrumentos para avaliar o potencial acadêmico dos candidatos.

Também é feita por estudantes americanos e internacionais, de forma remota e em locais e datas específicos.

As seções do ACT

O ACT é composto por 215 questões em forma de múltipla escolha, divididas em 4 seções: Matemática, Inglês, Interpretação de Texto (Leitura) e Ciências. A Redação, assim como no SAT, é opcional.

Cada uma das quatro seções vale de 1 a 36 pontos.

Como funciona o ACT?

O candidato tem um total de 175 minutos para fazer a prova e mais 40 minutos caso opte por fazer a Redação. São 45 minutos para Inglês, 60 para Matemática, 35 minutos para Interpretação de Texto e mais 35 minutos para Ciências.

No Brasil, o ACT acontece em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Maringá, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. São 7 datas ao longo do ano, em fevereiro, abril, junho, julho, outubro, novembro e dezembro.

Mas nem todas as cidades oferecem a prova em todas as datas, é importante informar-se com antecedência sobre a data e local do exame ACT.

Por dentro do TOEFL e do IELTS UKVI

O TOEFL (Test of English as a Foreign Language) e o IELTS (International English Language Testing) são provas de proficiência em inglês obrigatórias para admissão de estudantes que não têm o inglês como língua nativa.

O TOEFL é aceito em praticamente todas as instituições na América do Norte (Estados Unidos e Canadá), enquanto o IELTS UKVI é mais aceito no Reino Unido, por ser uma prova britânica.

Também para esses testes, cada universidade tem o seu grau de exigência. Ele varia, mais uma vez, de acordo com o nível de competitividade da instituição. Por isso, é importante checar essa informação antes de escolher onde aplicar.

Assim como acontece com os testes de potencial acadêmico, você também pode fazer o TOEFL e o IELTS quantas vezes achar necessário e enviar para as universidades sua melhor nota.

Como funciona o TOEFL?

O TOEFL aplicado para admissão nas universidades pode ser aplicado online ou presencialmente. É administrado todos os meses no Brasil em centros autorizados nas principais cidades do país.

A prova dura até 4 horas e é dividida em 4 seções: Compreensão de Texto (Reading), Compreensão de Voz (Listening), Oralidade (Speaking) e Escrita (Writing). Cada seção vale 30 pontos, sendo, portanto, 120 pontos a pontuação máxima.

Como funciona o IELTS UKVI?

O IELTS UKVI é o teste de proficiência em inglês mais aceito nas universidades da Inglaterra. Tem as mesmas 4 seções do TOEFL: Reading, Listening, Speaking e Writing. O tempo total de duração da prova é de 2 horas e 45 minutos.

Diferentemente do TOEFL, o IELTS UKVI não é administrado online. É feito somente presencialmente em papel.

O IELTS UVKI é administrado em 9 cidades no Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Natal, Porto Alegre e Recife, praticamente todos os meses do ano. Ao acessar o site oficial do teste, o candidato tem acesso às datas e locais disponíveis.

Como se preparar?

As provas exigidas nos processos seletivos das universidades americanas são muito diferentes dos exames feitos no Brasil. Por isso, é fundamental ter uma preparação com foco específico, que leve em conta diretamente o que estes testes exigem para não perder tempo durante a prova e não conseguir finalizá-la de maneira adequada.

Para atingir o seu melhor desempenho, você precisa saber o que estudar, como estudar, além de qual prova fazer, quando e treinar com simulados. Ainda é muito importante estabelecer metas para cada universidade onde vai aplicar e se organizar para estar com tudo pronto na hora das provas.

A consultoria da Daqui pra Fora oferece cursos específicos que orientam individualmente os candidatos na preparação para essas provas e em todas as demais etapas do processo. São mais de 3.000 estudantes brasileiros assessorados nos últimos 18 anos.

Prepare-se e pratique muito antes do teste oficial. Gostaria de receber um simulado para começar a treinar? Entre em contato com nosso time que te enviaremos por e-mail.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2536187-scaled.jpg 1706 2560 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-11-06 00:00:002023-12-06 16:07:06SAT, ACT, TOEFL E IELTS: o que são e como se preparar

Como fazer a application para universidades no exterior?

5 de novembro de 2019/61 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

O ano da candidatura para uma faculdade no exterior é um período importante, um momento de muitas dúvidas e também de tomada de decisões. É preciso se programar e se organizar de acordo com o que as universidades exigem para, assim, poder fazer as opções corretas e enviar a melhor candidatura.

Por isso, reunimos importantes informações que irão ajudar na hora de juntar todas as informações necessárias para uma application vencedora.

Acompanhe a leitura e já comece a se preparar.

Como fazer a candidatura para faculdades no exterior?

O processo seletivo para universidades no exterior não é como aqui no Brasil, onde ser aceito depende da nota de uma prova. Não é um vestibular ou mesmo um exame como o Enem que define se você pode ou não estudar em uma instituição lá fora.

A candidatura para universidades no exterior é feita por meio de uma application que avalia o candidato como um todo. Após definir as universidades que tem interesse, o aluno envia uma série de documentos e redações para cada uma delas.

A application tem vários requerimentos, entre eles notas de provas padronizadas (SAT e ACT), nota de prova de proficiência em inglês (TOEFL), redação, documentos como histórico escolar, cartas de recomendação, entre outros.

As exigências não são as mesmas em todas as instituições e o nível de competitividade também varia bastante de uma universidade para outra. Por isso, é importante saber exatamente o que cada uma exige antes de enviar a application.

Quando a candidatura deve ser feita

O prazo para envio das applications nas universidades dos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra costuma ir de novembro (do ano anterior ao início do curso) a fevereiro. Por exemplo: se você pretende começar o curso em 2025, deve enviar a candidatura entre novembro de 2024 e fevereiro de 2025.

Como são vários os critérios de avaliação, o candidato precisa se programar e se organizar com antecedência para ter tudo pronto no período das applications.

Como é o Programa de Candidatura da Daqui pra Fora

O Programa de Candidatura da Daqui pra Fora trabalha para fazer com que o aluno seja aceito nas melhores universidades possíveis de acordo com seu perfil.

Em todas as etapas, o acompanhamento é individual e personalizado, feito por uma equipe multidisciplinar, formada por especialistas em cada momento da jornada.

O trabalho é lapidar o currículo do aluno para que ele se torne o melhor candidato para cada uma das universidades em que deseja aplicar.

Entenda como funciona nosso Programa de Candidatura:

Planejamento

O Planejamento é feito por um Estrategista, que avalia as características do aluno, define seu perfil, e a partir daí estabelece metas, prioridades e estratégias, assim como um cronograma de trabalho.

Este profissional acompanha o aluno de perto e cuida para que prazos e objetivos sejam cumpridos durante todo o processo.

Seleção de Universidades

Conhecendo o perfil do aluno, suas preferências e considerando ainda o investimento previsto pela família, o Estrategista sugere opções de universidades mais adequadas para aquele cenário. Juntos, Estrategista, aluno e família definem para quais universidades de fato se candidatar.

Para isso, ele leva em conta diferentes fatores, como as chances de o aluno ser aceito, a localização e o tamanho do campus, o modelo de ensino, o perfil dos alunos e dos estudantes de cada instituição e as possibilidades de bolsa de estudos.

Redações

A redação (ou Essay) é parte muito importante do processo seletivo. Por isso, precisa ser entregue com conteúdo e formato esperado pelas bancas de admissão das universidades.

Por isso, o aluno do Programa de Candidatura da Daqui pra Fora recebe orientação personalizada de um Orientador de Redações que trabalha com o método DpF.

Essa metodologia estimula a criatividade para encontrar as experiências mais representativas do aluno e que possam mostrar quem ele realmente é.

Afinal as redações servem para a universidade entender se o perfil do candidato combina com o dela e mostrar isso através das histórias que viveu é muito importante no processo.

O modelo de redação deve ser escrito em primeira pessoa e não é argumentativo como alguns vestibulares brasileiros.

O Orientador de Redações ainda revisa todos os textos para conferir gramática e ortografia do inglês, quantas vezes forem necessárias, até que estejam fortes o suficiente e no padrão esperado pelas universidades.

Cartas de Recomendação

As cartas de recomendação são importantes pois ajudam as universidades a conhecer o aluno pelo ponto de vista acadêmico, através de quem trabalha com ele dentro da escola.

No programa de Candidatura da Daqui pra Fora, o Orientador de Redação ainda orienta a escola e o aluno na elaboração das cartas de recomendação do candidato.

Ele explica o conceito, envia exemplos e sugere professores ideais para quem o aluno deve solicitar as cartas de recomendação. Ainda dá suporte aos professores na revisão e como deve ser feito o envio das cartas.

Applications

Depois que o aluno já cumpriu todas as etapas exigidas, chega a hora de fazer a application propriamente dita nas universidades escolhidas.

Para isso, cada aluno tem um Orientador de Application que identifica os pré-requisitos e prazos de cada universidade para as quais ele vai aplicar, coleta e envia os documentos necessários, orienta como preencher os documentos solicitados e revisa todas as applications do candidato.

Em seguida,  monitora o recebimento das candidaturas e orienta sobre os ajustes necessários quando requisitados pelas universidades.

Pós Admissão

Depois de enviadas as candidaturas, o Orientador de Application apoia o aluno em tudo que é necessário até ele ir efetivamente para a faculdade.

Primeiro, ele recebe os resultados das admissões, e, junto com o aluno e estrategista, dá suporte na escolha de qual faculdade o aluno irá cursar.

Depois dessa definição, o Orientador de Application ainda auxilia com a documentação necessária para a matrícula e envia os documentos para emissão do I-20 (exigido pela imigração).

Ele também dá apoio no que diz respeito ao plano de alimentação, moradia e seguro saúde, além do pagamento da universidade. Ou seja, o Orientador de Application cuida de tudo que acontece desde o envio da candidatura até a efetivação da matrícula.

Bolsa de Estudos

Durante a construção da candidatura, é importante identificar as possibilidades de bolsa de estudos em cada universidade que o aluno envia candidatura ou se candidata.

Os principais tipos de bolsa são: por mérito acadêmico, por necessidade financeira (poucas instituições oferecem) e bolsa por talentos específicos (oferecidas em faculdades ligadas à Artes).

Além de identificar as possibilidades, a Daqui pra Fora orienta o aluno no preenchimento estratégico de documentos complexos que fazem parte do processo de requisição do auxílio financeiro.

Depois de recebidos os resultados das candidaturas, o Orientador de Application estuda as possibilidades de bolsa de estudos em cada uma das universidades em que o aluno foi aceito.

Os benefícios da nossa consultoria educacional para a application

A candidatura para universidades no exterior é um processo trabalhoso, que envolve várias etapas e avalia o aluno como um todo, tanto no aspecto acadêmico como no pessoal.

A consultoria educacional da Daqui pra Fora vai orientar os passos do candidato em todo o caminho, estabelecendo metas, prazos e prioridades, ajudando-o a focar no que realmente é necessário.

Uma equipe multidisciplinar, com especialistas nas diferentes etapas do processo, é fundamental para maximizar as chances de o candidato ser aceito nas universidades escolhidas de acordo com o seu perfil.

Dessa forma a Daqui pra Fora já auxiliou mais de 3.000 estudantes brasileiros nos últimos 18 anos a conseguirem aprovação em universidades americanas, canadenses e do Reino Unido.

Quer saber mais sobre nosso Programa de Candidatura? Vem tirar suas dúvidas conosco.

Agende uma conversa pelo WhatsApp com um dos nossos especialistas!

 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/11/18703.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-11-05 00:00:002024-03-26 09:43:50Como fazer a application para universidades no exterior?

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