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Caio Oliveira conta sobre suas atividades fora do campus

21 de fevereiro de 2020/124 Comentários/em Depoimentos, Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Quem pensa em estudar no exterior sabe que vai enfrentar grandes desafios, especialmente pela excelência acadêmica que vai encontrar por lá. E não está errado. Mas as novidades estão por toda parte e contribuem para o desenvolvimento pessoal e, um pouco mais à frente, profissional do aluno.

Por mais que os estudos exijam muito, há vida além da sala de aula e dos muros da universidade no exterior. E as experiências são extremamente ricas.

Experiências Fora da Sala de Aula

Caio Oliveira está no último semestre na Cornell University, onde faz double major em Economia e Matemática. A universidade é fortíssima e ele é um aluno extremamente dedicado aos estudos.

Nessa entrevista ele nos conta como é a vida fora da sala de aula e como ela contribuiu para o seu crescimento pessoal e profissional  desde que chegou aos Estados Unidos.

Daqui pra Fora – Você chegou na universidade sem conhecer ninguém. Como foi a integração?

Caio– Desde o começo, as faculdades lá fazem um esforço para que no freshman year (primeiro ano) todo mundo se conheça, desenvolvem várias atividades de integração. Eles sabem que vem pessoas de vários países, sabem como pode ser desafiador esse processo.

Então, os alunos têm sim o apoio da universidade no começo. O importante é manter a mentalidade de querer fazer amigos e saber que todos lá querem também.

Afinal, estão todos no mesmo barco. Eu, pessoalmente, fiz amigos no meu dormitório, em diferentes aulas, no refeitório… foi um processo natural.

DpF– O que você acha que mais aprende e ensina para esses amigos? Afinal, são todos bem diferentes…

Caio– Meus amigos são até de áreas diferentes da minha. Então a gente troca bastante figurinha em termos de aprendizado mesmo, parte acadêmica. Mas pessoas de outros lugares do mundo, que pensam diferentes, têm famílias diferentes, religiões diferentes.

Então, você consegue conversar sobre tudo e sempre tem uma outra perspectiva. Eu tenho amigos que são muito ativos intelectualmente, leem livros, escutam podcasts, vão a museus… Não é muito o meu perfil, sou mais focado no acadêmico mesmo. Mas foi muito bom ter essa influência, me fez fazer coisas que eu não fazia.

Sobre o que eu ensinei para eles acho que está relacionado com o trabalho duro. Eles sempre viram desde o começo que eu ralava muito, gostava de ir até o meu limite para expandir esses limites. Acho que isso influenciou eles positivamente.

DpF – O que vocês costumam fazer quando saem do campus?

Caio– Cornell é bem ao norte do Estado de Nova York, um lugar frio. A gente fica na cidade, Ithaca, que é dividida em college town, onde os estudantes mais velhos moram e tem restaurantes, bares, etc., e o centro da cidade, onde moram os locais.

A vida universitária acontece em college town, os restaurantes, bares e cafés ficam cheios de estudantes. É onde você conversa, conhece gente e pode até estudar também.

A gente também viaja, geralmente para Nova York ou Boston, que são cidades que ficam a algumas horas de carro. Fora isso, o pessoal assiste bastante os jogos do time de ice hóquei da faculdade, que é o mais popular no campus, mas eu não costumo ir.

DpF – Que tipo de atividade você passou a fazer aí, que nunca fazia quando vivia em São Paulo?

Caio– Primeiro, cozinhar e lavar roupa. São coisas que tive que aprender a fazer. Depois, conheci lugares novos, vários, que eu certamente não teria ido se não estivesse estudando lá.

Essa parte de gestão de moradia é importante. Uma outra coisa importante que fiz na faculdade é ir a eventos corporativos. As empresas vão o tempo todo no campus. São muitas. Tem feira de carreira, sempre tem muitas oportunidades, e eu sempre me inscrevi em todas.

DpF – Sobre as viagens que você mencionou anteriormente, como elas acontecem e para onde você foi?

Caio– Fui para vários lugares nos Estados Unidos. Eu conheci Kansas, diferentes cidades de Nova York, conheci Boston, New Hampshire… Estive em várias faculdades ao redor também.

A gente viaja nos breaks, Fall Break, Spring Break. Sempre com os amigos da faculdade. Todas as comemorações, como Thanksgiving, por exemplo, sempre passei na casa dos meus amigos americanos, que sempre foram muito legais em me convidar. A experiência de conviver com a família americana também foi bem importante.

DpF – Como você acha que todas essas experiências contribuíram para o seu amadurecimento?

Caio– Me ajudaram bastante a abrir minha cabeça, a entender que isso existe, é parte do mundo, é o que acontece no país mais influente do mundo.

Em termos de aprendizado profissional, foi importante para eu entender como as pessoas se comportam lá, porque é muito diferente do jeito que as coisas são no Brasil.

No Brasil há uma informalidade, as pessoas são mais próximas desde o início, enquanto nos Estados Unidos a etiqueta profissional é bem mais enfatizada desde cedo.

O networking é bem forte lá também e isso deve contribuir muito na minha carreira. E tem ainda a questão da autonomia, de ter aprendido a me virar sozinho. É um amadurecimento natural. Na verdade, tudo contribuiu bastante e vale muito a pena.

Veja mais informações sobre a experiência de Caio Oliveira na Cornell University nesse depoimento:

Que tal entender um pouco mais sobre como um estudante pode entrar em uma universidade no exterior e ter essas e outras experiências únicas de vida? Veja como a Daqui pra Fora pode pode ajudar a chegar lá.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Além-da-faculdade-Caio-Oliveira-conta-sobre-suas-atividades-fora-do-campus.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-21 00:00:002024-03-26 17:51:58Caio Oliveira conta sobre suas atividades fora do campus

5 motivos para estudar no exterior com a Daqui pra Fora

21 de fevereiro de 2020/55 Comentários/em Canadá, Daqui pra Fora, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar fora é uma decisão de vida, e não só uma decisão de carreira, não é mesmo? Ela envolve aspectos racionais e emocionais que muitas vezes é difícil de compreender.

E preparar-se para chegar lá não é diferente. É uma jornada, e não um tiro curto.

Por isso, para a Daqui pra Fora, consultoria educacional que desde 2001 prepara estudantes brasileiros para terem sucesso nos processos seletivos de universidades no exterior, cada cuidado conta.

Todos estes anos orientando jovens e famílias se reflete em um profundo conhecimento sobre a jornada de preparação, os processos internos que visam garantir o sucesso do projeto e um grande entendimento sobre as emoções que fazem parte dessa etapa tão importante na vida dos estudantes.

A Daqui pra Fora ainda os acompanha durante suas trajetórias universitárias, oferecendo suporte e criando oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.

Como garantir o sucesso desse projeto?

Tomar a decisão de fazer faculdade no exterior é um grande passo e por isso é melhor contar com profissionais experientes nessa jornada para maximizar suas chances de sucesso.

Quer saber quais são os 5 diferenciais da Daqui pra Fora que serão essenciais nessa trajetória?

Solução completa

A Daqui pra Fora prepara o aluno em todas as etapas do processo seletivo, desde o 9º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio. Nossos profissionais atuam com metodologia e têm muita experiência em todos os assuntos que são importantes para que essa jornada seja bem sucedida.

Também entendemos as emoções e os sentimentos que fazem parte desse momento tão importante para o aluno e para a família, por que a maioria de nós também passou por essa experiência de vida.

Brasileiro para Brasileiro

A Daqui pra Fora é uma empresa originalmente brasileira, formada por um time que entende profundamente o processo de seleção das universidades no exterior e sabe como os alunos brasileiros devem se preparar para ter sucesso.

Temos certeza que para esse projeto dar certo e fluir bem, é fundamental planejar a preparação pela perspectiva da família, que é brasileira ou está no Brasil, e tem pouco ou nenhum conhecimento sobre o assunto.

Não basta conhecer o processo, é preciso entender sobre a jornada de preparação do aluno e sua família.

Experiência

Em quase duas décadas, preparamos mais de 3.000 alunos brasileiros com perfis, objetivos e rotinas diferentes. Isso nos permitiu passar pelas mais diversas experiências e nos ensinou a lidar com cada uma delas, sempre ao lado da família e do aluno.

São milhares de casos de sucesso e uma enorme bagagem que nos tornam muito capacitados a orientar com segurança os jovens e suas famílias em um projeto tão importante como este.

Base de Dados DpF

Junto com nossos alunos, já enviamos mais de 50 mil applications. Com isso, pudemos construir uma base de dados muito valiosa que contribui de várias formas para o sucesso da jornada.

Primeiro, na escolha das universidades ideais para cada estudante de acordo com o seu perfil. Depois, na avaliação da probabilidade de admissão do candidato em cada instituição.

Essa base de dados ainda nos permite comparar o perfil do aluno que está se preparando com os de outros que já se candidataram para as mesmas universidades e ver, por exemplo, possibilidades de bolsas de estudo.

Equipe multidisciplinar

Nosso time conta com profissionais especialistas em cada uma das etapas dessa jornada. Eles oferecem orientação personalizada em todos os itens exigidos pelas bancas de admissão das universidades.

Acreditamos que nesse projeto é importante que o aluno receba orientações de especialistas com grande conhecimento e experiência naquela área de preparação e que elas se complementem, para que o resultado seja o melhor possível.

Desde que começamos nossa história, foram mais de 10.000 aprovações em universidades Top 100 do mundo (segundo o ranking da Times Higher Education), admissões em todas as Ivy League e mais de R$ 500 milhões conquistados em bolsas de estudos.

Na Daqui pra Fora, sabemos que cada aluno é um aluno. Que cada família é uma família. Que cuidar envolve o balanço entre acolher e exigir.

Porque se o sonho é grande e a jornada é longa e complexa, aqui nenhum cuidado pode ficar de fora.

Se você tem o sonho de fazer faculdade no exterior e quer contar com a assistência dos nossos especialistas, preencha o formulário abaixo para iniciar uma conversa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/5-motivos-para-iniciar-sua-jornada-de-estudar-no-exterior-com-a-Daqui-pra-Fora.png 663 1024 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-21 00:00:002024-04-08 16:40:145 motivos para estudar no exterior com a Daqui pra Fora

Quanto custa fazer faculdade no exterior?

17 de fevereiro de 2020/57 Comentários/em Canadá, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Cada vez mais estudantes têm o objetivo de fazer faculdade no exterior. E como todo objetivo, um bom planejamento pode ser a chave para que ele seja atingido.

Para quem quer estudar no exterior, além de se preparar para construir uma candidatura forte, esse planejamento deve envolver também os custos com a jornada.

Para fazer este planejamento financeiro, o primeiro passo é ter uma ideia dos valores que envolvem cada etapa do processo, desde o início da  application (candidatura) até a manutenção do aluno quando já estiver cursando a faculdade.

Colocando tudo no papel (ou numa planilha) e levando em conta a realidade da família, fica mais fácil organizar e, assim, enxergar que o objetivo é perfeitamente viável.

Antes de ir estudar no exterior

Os primeiros custos estão relacionados a taxas que devem ser pagas para fazer a application. Desde tradução juramentada de documentos (em média R$ 500,00 cada), até a própria application (aproximadamente U$ 100 cada uma), passando pela obtenção de visto (aproximadamente R$ 1.200,00) e passagens aéreas, depois da aprovação. Ainda há taxas menores com envio de documentos.

Como o processo seletivo inclui algumas provas, pode-se considerar também o custo delas. O TOEFL (exame de proficiência em inglês) custa U$ 215 e o SAT (prova padronizada como o Enem), U$ 95.

Estes valores podem ser atualizados a qualquer momento. Vale a pena sempre checar nos sites oficiais quando estiver fazendo o seu planejamento.

Os custos das universidades

As universidades no exterior cobram taxas anuais, ou seja, o aluno paga por ano para estudar. Mas essa taxa pode ser, muitas vezes, paga de forma parcelada.

Os valores da anuidade, que é o que mais pesa em todo o orçamento, variam muito de instituição para instituição.

Nos Estados Unidos, este custo anual pode variar de U$ 20 mil a U$ 70 mil, ou seja, pensando em moeda brasileira hoje, de R$ 6,6 mil a R$ 23 mil por mês, aproximadamente.

No Canadá, a anuidade fica entre CAD$ 25 mil e CAD$ 55 mil, o que equivale a cerca de R$ 6,2 mil a R$ 13,7 mil por mês.

No Reino Unido, a taxa anual fica entre £25 mil e £50 mil, ou seja, aproximadamente entre R$ 10,4 mil a R$ 20,8 mil por mês.

Estes números incluem as aulas, moradia e alimentação.

Seguro-saúde internacional

Vale a pena contabilizar ainda o seguro-saúde internacional, exigido pelas universidades. Nos Estados Unidos e no Canadá, o valor varia de acordo com o tipo de cobertura, em geral entre U$1.000 e U$2.000. Quanto maior a cobertura, mais caro.

A maioria das universidades no exterior tem parcerias com seguradoras e costumam indicar a melhor empresa local para seus estudantes.

Bolsa de estudos

Muitas universidades no exterior oferecem a possibilidade de bolsas de estudos também para estrangeiros. Há basicamente três tipos de bolsa disponíveis: por mérito acadêmico (de acordo com desempenho no processo e histórico escolar), por necessidade financeira (além de um excelente histórico escolar, o aluno precisa comprovar a renda familiar) e bolsa por talentos específicos (oferecidas em faculdades ligadas a Artes).

Mas este benefício é bastante concorrido e para conseguir ser contemplado com uma bolsa é muito importante ter uma boa estratégia, escolhendo as universidades certas e construindo uma application forte.

Custo de vida lá fora

Além do custo com a universidade, não podem ficar de fora do planejamento algumas despesas do dia a dia que o aluno vai ter durante o curso.

Afinal, a vida no exterior não fica restrita aos estudos. Mesmo que a parte acadêmica seja cheia de atividades e tenha muitas exigências, há muito o que conhecer e muitas experiências para se viver lá fora.

Devem-se considerar, portanto, despesas com transporte fora do campus e lazer. Em geral, os estudantes saem do campus para se divertir em bares, restaurantes, cinema, e muitas vezes viajam, especialmente nos feriados. Os valores variam muito de lugar para lugar, ainda que no mesmo país, e do estilo de vida de cada um.

Por isso, vale a pena colocar este tipo de despesa no orçamento, mas cada família pode estipular a extensão desse valor na sua “planilha”.

Considerando todos os possíveis gastos, o próximo passo é se organizar e planejar a jornada. A Daqui pra Fora  pode ajudar a colocar este projeto em prática e se manter no orçamento da família, já que conta com profissionais especializados em orientar os estudantes em cada etapa, desde o planejamento da candidatura até o apoio após a admissão.

Saiba mais como funciona a consultoria educacional da Daqui pra Fora.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Quanto-custa-fazer-faculdade-no-exterior.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-17 00:00:002024-02-23 10:21:12Quanto custa fazer faculdade no exterior?

5 dicas para escolher onde fazer faculdade no exterior

12 de fevereiro de 2020/121 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Cada vez mais estudantes brasileiros buscam fazer faculdade no exterior, principalmente no Estados Unidos, no Reino Unido e no Canadá. E não é à toa. Entre as 100 melhores universidades do mundo, segundo o conceituado ranking da Times Higher Education, mais da metade delas (56) estão concentradas nestes países.

Entre as 100 melhores, 40 estão nos Estados Unidos, 11 no Reino Unido e 5 no Canadá. A universidade brasileira mais bem colocada no ranking está entre o 251o e o 300o lugar.

Mas não é apenas a excelência acadêmica que os estudantes buscam. Quem vai estudar no exterior desenvolve autonomia, convive diariamente com outras culturas, conhece novos lugares, cria um networking bastante potente, enfim, dá um passo enorme no seu desenvolvimento pessoal e profissional.

5 dicas para escolher onde fazer faculdade no exterior

Depois que a decisão foi tomada, o primeiro passo é escolher para onde ir. E ele é muito importante, afinal serão pelo menos 4 anos nesse novo país e é fundamental que você se sinta bem lá. Por isso, resolvemos trazer 5 dicas que vão te ajudar a chegar com mais segurança à sua escolha final.

Preste atenção na localização e no clima

Você gosta mais de frio ou de calor? Se dá bem com chuva, neve, sol? Prefere praia, montanha ou cidade? Pense em como você se sente em cada um desses lugares e climas. E lembre-se, você vai morar lá, não apenas passear, então essas condições serão enfrentadas diariamente.

Pense no tamanho da cidade

Há universidades em todo tipo de lugar. Em cidades pequenas, calmas; em cidades enormes e super movimentadas; em cidades onde só há praticamente a universidade (cidades estudantis).

Há universidades em lugares menores, porém próximos de regiões super agitadas, com outras universidades por perto… Enfim, é importante você pensar em onde se sentiria mais confortável.

Observe a diversidade e a multiculturalidade

Estudar fora já é uma grande mudança, sem dúvida. Você vai se deparar constantemente com pessoas e costumes novos. Mas há lugares com pessoas e costumes mais parecidos com os seu e outros nem tanto.

Procure saber sobre as pessoas e os costumes dos lugares para onde pretende ir e ver onde você vai se encaixar melhor.

Conheça o estilo acadêmico das universidades

As universidades no exterior têm excelência acadêmica indiscutível. Mas podem ser bastante diferentes entre si. Em termos de tamanho, há desde instituições com mais de 40 mil alunos até outras com 2 ou 3 mil.

Algumas priorizam a pesquisa acadêmica mais que outras. Há classes maiores e menores, mais flexibilidade no currículo e menos, mais e menos atividades extracurriculares…Pesquise bem as características e o estilo acadêmico das instituições antes de escolher para onde aplicar.

Saiba como é a vida fora das aulas

Você vai estudar bastante na universidade. Afinal, é para isso que está indo. Mas lembre-se de que a vida por lá vai além dos livros, computadores, bibliotecas e salas de aula. Alguns dos seus melhores amigos, algumas das melhores experiências da sua vida virão de lá.

As oportunidades que a universidade e o entorno dela oferecem vão ajudar a determinar como serão essas experiências tão marcantes. Claro que esse item não precisa ser a prioridade número 1 na hora de escolher para onde ir, mas sempre é bom prestar atenção nele também. Pode ajudar a fazer você ainda mais feliz na sua jornada.

Lugares muito procurados por estudantes do mundo todo

Boston (EUA)

No nordeste dos Estados Unidos, Boston concentra um enorme número de colleges e universidades, de todos os tamanhos e estilos. Entre elas estão algumas das principais instituições do país e do mundo, como o MIT (Massachusetts Institute of Technology) e Harvard.

O clima lá é frio a maior parte do ano, mas isso não impede que os milhares de estudantes se esbarrem curtindo a cidade, que é linda, tranquila, super segura, com prédios luxuosos, vida cultural e esportiva intensa, além de muitos pubs.

San Francisco (EUA)

Uma das mais bonitas cidades do Estados Unidos, San Francisco, na parte central da costa da Califórnia, tem um clima mais parecido com o nosso, excelente transporte público e muitas opções de passeios.

A cidade tem 780 mil habitantes, porém a baía de San Francisco conta com uma população de cerca de 7 milhões e abriga nada menos que o Vale do Silício e suas grandes empresas de tecnologia.

Há cerca de 20 universidades na região. Na cidade, a principal é a University of California San Francisco, e na Baía, o maior destaque é a University of California Berkeley.

Oxford (Inglaterra)

Oxford é uma das cidades mais charmosas da Inglaterra e atrai milhares de pessoas o ano inteiro em busca de cultura e aprendizado. Fica no centro da Inglaterra, onde o clima é frio e chuvoso a maior parte do ano.

A cidade abriga a mais antiga universidade do país, a Oxford University, que hoje encabeça o ranking das melhores universidades do mundo da Times Higher Education e recebe milhares de estudantes de inúmeros países.

Apesar do movimento intenso, a cidade de Oxford conserva um ar interiorano, de vilarejo de contos de fadas. Inclusive, várias cenas de Harry Potter foram gravadas lá.

Toronto (Canadá)

Toronto é uma cidade belíssima, nas margens do lago Ontário. Respira diversidade e é considerada uma das mais multiculturais do mundo. O frio é forte especialmente entre novembro e janeiro.

Nas demais estações o clima não é quente, mas é agradável. Porém, mesmo no inverno a cidade acolhe muito bem a todos. A cidade abriga a University of Toronto, a mais bem conceituada universidade do país e uma das melhores do mundo.

Esse artigo te ajudou a montar sua lista de possíveis localizações para estudar no exterior? Continue acompanhando nossas dicas através de nossa newsletter.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/5-dicas-para-escolher-onde-fazer-faculdade-no-exterior.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-12 00:00:002024-03-05 13:54:085 dicas para escolher onde fazer faculdade no exterior

Como aproveitar seu intercâmbio para faculdade no exterior

10 de fevereiro de 2020/110 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Você sabia que uma viagem de intercâmbio para aprender ou melhorar o inglês pode valer muito mais que isso? Para quem pensa em fazer faculdade no exterior essa experiência pode contribuir para facilitar sua adaptação na fase universitária.

Além ter de provas padronizadas, o processo seletivo para universidades no exterior leva em conta a trajetória acadêmica do candidato e dá bastante importância também às suas preferências e experiências fora da sala de aula e da própria escola.

Por isso, vale a pena pensar em tudo na hora de planejar o intercâmbio.

Como o intercâmbio pode ajudar na candidatura para faculdades no exterior

Primeiro, quando estiver pensando no país onde vai fazer o intercâmbio, procure optar por um lugar onde você teria interesse em fazer faculdade. Assim, você já conhece o lugar, suas características, as pessoas, o clima e vai perceber como se sente por lá.

Planeje também a viagem com antecedência, de forma que ela aconteça em um período que não atrapalhe seus estudos por aqui e nem atrase a sua formação.

Este período em outro país enriquece sua candidatura em vários aspectos. A própria experiência longe da família e em outra cultura conta pontos. A viagem do intercâmbio já é um bom test drive para quem quer fazer faculdade fora.

Ela mostra concretamente como é estar longe de casa, em outro país, inserido numa cultura diferente. Quanto mais o aluno aproveitar essa vivência, melhor.

Por isso, quando estiver lá tente se virar sozinho, busque as soluções para os probleminhas diários que possam aparecer e procure conviver e conhecer intensamente as pessoas ao seu redor.

A comida é diferente da de casa, a roupa limpa é por sua conta, o transporte também, até os relacionamentos são diferentes, tudo da forma como será na faculdade. Você vai viver uma autonomia mais que necessária para quem está longe de casa.

Vantagens do intercâmbio além do inglês

O aprimoramento do inglês certamente tem um valor enorme também. Quanto mais você desenvolver o inglês, melhor será o seu desempenho nas redações e nas provas que virão no processo de application. A imersão na língua é a melhor forma de aprender. Por isso, aproveite ao máximo!

Para fortalecer ainda mais a candidatura, uma dica importante é participar das atividades extracurriculares que essa oportunidade oferece.

Busque aquelas que mais têm a ver com você. Primeiro, claro, porque serão mais prazerosas. Mas também porque quando for descrever essas atividades no seu application, elas serão uma ferramenta fundamental para mostrar para a universidade quem você é.

E é importante que eles te conheçam bem, para saber se você realmente combina com aquela instituição e ela com você.

Outra dica que não pode faltar é aproveitar a viagem para visitar os campi das universidades locais ou próximas. Além de ser um passeio muito interessante, você vai conhecer as universidades, ver o que elas oferecem, sentir o ambiente e pode se imaginar estudando lá.

Ainda vai poder comparar as instalações, as localizações e ver o que mais te agrada. Mesmo que nenhuma delas venha a ser a sua opção final, a visita serve para você criar parâmetros que vão ajudar bastante na hora da escolha.

E lembre que o intercâmbio vai fortalecer sua candidatura. Quanto mais você souber aproveitar, mais ele vai te ajudar na hora de aplicar. Mesmo não sendo um item requisitado pelas universidades para alunos estrangeiros, uma coisa é certa: quem faz intercâmbio pode aproveitar para pensar mais à frente, numa universidade no exterior.

Veja como foi a experiência de Henrique no intercâmbio

O Henrique Sobreira Furtado, de Ribeirão Preto (SP), fez dois meses de intercâmbio em Tarrytown, bem próximo de Nova York, entre setembro e novembro de 2018.

A ideia era ganhar experiência fora de casa e ele aproveitou a oportunidade para fazer aulas de inglês. Hoje ele cursa o segundo semestre de Criminology and Criminal Justice na University of South Carolina.

Nessa entrevista, o Henrique conta sobre essa experiência e como ela o ajudou no projeto de fazer faculdade no exterior.

Daqui pra Fora – O que levou você a fazer intercâmbio?

Henrique– Eu queria ganhar experiência, viver fora de casa, conhecer o que a vida pode mostrar, inclusive outras opções de profissão. Eu sempre pensava em fazer medicina, por meu pai ser médico, mas queria ver outras coisas.

DpF – Por que escolheu Nova York?

Henrique– Eu sabia que seria uma mudança radical para mim, então eu queria um lugar onde eu tivesse todos os recursos disponíveis, em caso de eu precisar de alguma coisa. Pensei num lugar com boa mobilidade e fácil acesso a tudo, onde não fosse tão difícil me virar sozinho.

DpF – Quando foi para o intercâmbio, você já tinha planos de fazer faculdade nos Estados Unidos?

Henrique– Sim. Desde criança eu tinha o sonho de morar fora do Brasil, mais especificamente nos Estados Unidos. Eu já tinha, inclusive, começado a conversar com a Daqui pra Fora. Um amigo já tinha ido para Michigan com a Daqui pra Fora e gostou muito. Decidi fazer o mesmo.

DpF – Como este intercâmbio te ajudou na application?

Henrique– A viagem me ajudou bastante. Eu já tinha um bom inglês, mas nunca havia escrito grandes textos. Isso foi o que eu mais treinei quando estava no intercâmbio. Isso me ajudou demais, porque na fase de applications para as universidades, a gente tinha que fazer pelo menos três textos contando sobre nossa vida, dando exemplos de superação etc. Aprender a articular um texto foi um ganho enorme para mim.

Além disso, a viagem foi muito importante no sentido de me fazer tomar um rumo, decidir o que eu queria. Antes, logo que acabei o Ensino Médio, eu não sabia o que eu queria, não tinha planos, deixava as coisas rolarem.

Lá eu decidi o que eu queria e isso foi fundamental na minha application. Ainda joguei futebol americano (que sempre gostei) e aprendi um pouco de italiano, porque tive bastante contato com italianos por lá.

DpF – Você acha que o intercâmbio funcionou também como um test drive para você, que está hoje na universidade?

Henrique– Sim, me ajudou muito. Meu intercâmbio foi num lugar grande, um campus que havia sido uma universidade. Então, tínhamos toda a estrutura de uma universidade.

Eu fiquei hospedado nos dorms, comia no refeitório do campus, a gente tinha nossas aulas, montava nosso schedule. Foi uma experiência muito parecida com o que é uma faculdade americana mesmo.

Eu dividia o quarto com duas pessoas, lavava minha roupa… tudo bem diferente da casa dos meus pais. Isso fez diminuir o impacto quando cheguei aqui.

DpF – Além do local onde você ficou, você conheceu algum outro campus durante o intercâmbio? Isso te ajudou nas suas futuras escolhas?

Henrique– Sim. Onde fiquei já foi uma universidade, então já pude ver a estrutura de um típico campus. Conheci o campus da NYU, em Manhattan. Quando entrei na NYU sabia que era uma universidade muito bem ranqueada, vi que era um lugar lindo, com uma estrutura enorme.

Mas não me imaginei vivendo numa cidade agitada como Nova York durante quatro anos. Pra mim, São Paulo já é muita loucura. Então, eu percebi que queria uma universidade grande, com ao menos 30 mil pessoas, onde eu conseguiria conhecer gente nova todos os dias, fazer uma networking bacana.

Mas não queria uma cidade muito grande, queria uma cidade que respirasse universidade. Foi um dos motivos por que eu escolhi a Carolina do Sul.

DpF – Na prática, como o intercâmbio te ajudou na adaptação na University of South Carolina?

Henrique– Principalmente por estarmos em contato com gente totalmente diferente da gente. São pessoas que nunca vimos na vida, com hábitos e culturas totalmente diferentes.

A experiência do intercâmbio me ajudou muito a ser tolerante a isso. Eu já havia vivido algo muito parecido. Aqui na minha universidade, que é muito forte em International Business (não é o meu curso), tem muita gente da China, da Rússia… é tudo muito diferente.

Ficar no Brasil e viajar de turista não permite que a gente entre em contato com eles a ponto de vivenciar e entender como eles agem, como são seus costumes, sua rotina. No intercâmbio, por exemplo, eu dividia o quarto com um coreano e um argentino. Foi uma experiência muito boa nesse sentido.

DpF – E qual foi o maior ensinamento do intercâmbio que tem te ajudado hoje na faculdade?

Henrique– Eu era uma pessoa que sempre deixava tudo para última hora. Não só no estudo, tudo. Tive que aprender a me organizar antes para que as coisas aconteçam. Até porque aqui não existe chegar atrasado, nem 5 minutos. Todos são muito pontuais. Nas aulas e fora delas.

A lição maior e que mais me ajuda hoje é: nada vai acontecer se a gente não fizer com que elas aconteçam. Não tem quem faça por você.

Se você está pensando em fazer um intercâmbio, aproveite as dicas do Henrique e aproveite a experiência já pensando em seu futuro universitário.

E se precisar de uma assistência especializada para realizar esse sonho, o time de especialistas da Daqui pra Fora pode ajudar. Basta preencher o formulário abaixo para começarmos uma conversa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Como-aproveitar-seu-intercâmbio-para-fazer-faculdade-no-exterior.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-10 00:00:002024-03-28 10:30:03Como aproveitar seu intercâmbio para faculdade no exterior

Como é a experiência de um aluno em Yale?

7 de fevereiro de 2020/109 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

A Universidade de Yale é uma das melhores instituições de ensino superior do mundo, está entre as 10 primeiras no ranking Times Higher Education 2024, e figura entre as mais antigas dos Estados Unidos. Além disso, ela vem sendo cada vez mais procurada por estudantes que desejam estudar fora.

Você também tem esse sonho? Então, nada melhor do que conhecer a experiência de um aluno em Yale. Afinal, conhecer casos de sucesso é uma oportunidade de entender mais como funciona o processo de admissão e a rotina de fazer faculdade fora.

Veja como tem sido para o Bernardo, aluno de Porto Alegre da Daqui pra Fora. Acompanhe a leitura!

Como são as aulas?

Bernardo conta que todo início de semestre há o shopping period. Ele consiste em uma semana e meia onde os alunos podem testar todas as aulas que desejam fazer naquele semestre e confirmar se elas estão, de fato, alinhadas com seu plano de estudos.

“Para mim, esse é um dos pontos mais positivos de Yale, aqui o aluno tem oportunidade de explorar e não precisamos decidir antes de testar”, comenta Bernardo.

A vida acadêmica por lá tem sido agitada, como conta Bernardo, “É um ambiente que proporciona fazer muitas coisas em pouco tempo”.

Apenas no primeiro semestre ele já realizou muito mais do que imaginava: deu aulas de programação em escolas públicas da cidade para alunos do ensino fundamental, criou uma exposição de fotografia com a Sociedade de Fotografia de Yale, participou do clube de natação, trabalhou no Departamento de Linguística e testou diversas matérias fazendo cadeiras como, ciência da computação, ciências cognitivas, pensamento visual e cálculo.

Isso foi possível porque a Universidade de Yale, assim como as demais entidades americanas de ensino superior, apresenta uma flexibilidade em sua grade curricular, principalmente em cursos de graduação.

Nesse sentido, os alunos precisam obedecer a alguns requisitos, mas podem escolher as disciplinas que mais os agradam.

Como é o campus de Yale?

Bernardo, assim como os demais alunos, mora no campus. Ele divide um apartamento com duas meninas e três meninos. É comum na cultura americana os alunos residirem dentro da universidade e dividirem com roommates ou dormitórios ou apartamentos. Geralmente, é feito um sorteio para definir a casa em que os estudantes vão residir até o fim do curso.

Como estudar na Universidade de Yale?

Bernardo se preparou com a Daqui pra Fora durante o 2º e 3º ano do Ensino Médio. Ele conta que essa experiência foi fundamental para dar direção ao projeto de aplicar para as universidades, se preparar e poder ser aprovado em uma vaga em Yale.

Também ressalta a importância das redações que são trabalhadas com os mentores da Daqui pra Fora, tanto na parte de desenvolvimento de ideias quanto na criação da redação em si.

O processo seletivo para estudar em um curso da Yale obedece ao padrão da maioria das faculdades dos Estados Unidos. Isso significa que ele inclui o envio de Application Form, a realização de testes internacionais (SAT e ACT) e de inglês, a avaliação do histórico escolar e atividades extracurriculares, o envio de carta de recomendação, a carta de motivação e a redação (essay ou personal statement).

O setor de admissão não requer uma pontuação mínima para ser aprovado para uma das vagas. Geralmente, as notas costumam ser superiores a 700 no exame SAT (em uma escala até 800) e a 32 pontos no ACT (que vai até 36).

A Universidade de Yale apresenta um quadro de aproximadamente 13 mil alunos, sendo que 6 mil pertencem aos cursos de graduação, e 7.500 cursam programas de pós-graduação, mestrado e doutorado. Desse total, cerca de mil alunos são de outros países.

Quais são os principais cursos oferecidos pela Universidade de Yale?

A universidade conta com uma infraestrutura de ponta, salas de aula bem equipadas e professores que são referências mundiais nas áreas de ensino e pesquisa.

Atualmente, a Yale conta com 14 escolas. Os cursos de graduação pertencem ao Yale College, enquanto que as demais escolas apresentam cursos de especialização, mestrado ou doutorado em várias áreas.

• Yale College: a faculdade oferece cursos de várias áreas, como ciências sociais, matemática, ciência da computação e engenharia;

• Yale Graduate School of Arts and Science: essa faculdade abriga cursos de pós-graduação, mestrado e doutorado;

• School of Architecture: oferece cursos de pós-graduação em arquitetura e design;

• School of Art: oferece cursos de arte e organiza conservatórios;

• Divinity School: oferece cursos de mestrado nas áreas de teologia e religião;

• School of Drama: oferece cursos de teatro e artes cênicas, além de mestrados em artes;

• School of Engineering and Applied Science: tem vagas para mestrados e doutorados em engenharia e ciências;

• School of Forestry and Environmental Studies: vagas para mestrado em ciências florestais, ciências e gestão ambiental;

• Law School: é a Escola de Direito de Yale, que tem vagas para o L.L.M. (ou seja, mestrado em direito) e o J.D. (formação para atuar como magistrado);

• School of Management: é a escola de gestão de Yale, que oferece vagas para MBA e também para mestrado em Gestão Avançada e Ciências da Gestão;

• School of Medicine: a escola de medicina de Yale, que apresenta vagas para candidatos que já tenham concluído cursos de preparação em outras instituições;

• School of Music: apresenta vagas para mestrado e doutorado em música;

• School of Nursing: a escola de enfermagem oferece vagas para mestrado e doutorado;

• School of Public Health: tem mestrado e mestrado científico em saúde pública.

Como conseguir bolsa para estudar em Yale?

A instituição oferece ajuda para os estudantes na modalidade need-based, ou seja, de acordo com a renda familiar. Atualmente, cerca de 51% do corpo discente utiliza os benefícios desse programa.

Para isso, o estudante precisa fazer um pedido de assistência financeira. Afinal, os gastos para se manter na universidade não são baixos. O custo estimado para estudar em Yale gira em torno de US$ 53 mil por ano, fora os gastos pessoais.

Sem dúvidas, aprender com a experiência de um aluno em Yale é a melhor estratégia para ser aprovado em uma das vagas para essa universidade. Apesar de o processo seletivo ser longo, o ideal é preparar todos os documentos com antecedência, para não perder nenhum prazo.

Além disso, o recomendado é manter um bom currículo acadêmico e extracurricular, de modo a conseguir preencher os requisitos exigidos pela equipe de admissão.

Ficou interessado em estudar fora? Que tal tornar esse sonho uma realidade? Nós podemos ajudá-lo! Preencha o formulário abaixo para começarmos uma conversa. 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Como-é-a-experiência-de-um-aluno-em-Yale.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-07 00:00:002024-01-10 21:05:56Como é a experiência de um aluno em Yale?

Saiba como foi a trajetória de Bruna na Dupla Graduação

4 de fevereiro de 2020/111 Comentários/em Depoimentos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Fazer um curso de graduação é o sonho da maioria dos jovens. Ele realmente abre as portas do concorrido mercado da atualidade, no qual quem mais tem conhecimentos e habilidades, tem mais chances também.

Mas muitas vezes o jovem tem interesse em mais de uma área do conhecimento e não quer se restringir a apenas um curso e não consegue se decidir.

Mas já pensou em poder se diplomar em dois cursos superiores ao mesmo tempo? Com o método de ensino americano é possível fazer uma Dupla Graduação, como por exemplo, Marketing e Psicologia. Essa modalidade permite a formação, ao mesmo tempo, em dois cursos diferentes, seja na mesma faculdade ou não.

Neste artigo, apresentaremos um caso real: a trajetória de Bruna, aluna da Daqui pra Fora, na Dupla Graduação. O exemplo dela pode te inspirar a seguir o mesmo caminho.

A Dupla Graduação nos Estados Unidos

A Dupla Graduação representa um importante diferencial no currículo de qualquer aluno. O Brasil ainda é um dos poucos países em que o estudante deve escolher o curso antes de entrar na faculdade.

Sabia que pode ser diferente? Em nosso país, muito se discute sobre esse assunto, principalmente considerando o elevado percentual de alunos que abandonam alguns cursos de graduação sem concluí-los.

Nos Estados Unidos, os alunos entram na faculdade, e apenas após o quarto semestre da graduação precisam decidir que major pretendem seguir.

Essa estratégia é resultado da ideia de que o estudante necessita de uma base de conhecimentos-padrão que serão importantes para toda a sua vida, seja qual for a carreira que ele seguir.

Durante os primeiros quatro semestres (dois anos), os alunos estudam uma grade de matérias conhecida como General Education (Educação Geral).

São disciplinas que incluem comunicação, matemática, economia, política e ciências. Em todo semestre, é permitido escolher algumas matérias opcionais, em qualquer área.

Quando decidir o curso de graduação, o aluno pode concentrar essas aulas extras em disciplinas de outros cursos, conseguindo assim uma Dupla Graduação.

É uma possibilidade chamada de Double Major, a qual permite que o estudante obtenha um segundo bacharelado sem necessitar de tempo extra e sem precisar gastar mais.

Desse modo, o estudante pode conquistar uma graduação em Engenharia e Economia, ou Antropologia e Comunicação, Psicologia e Medicina, Finanças e Ciências da Computação, Administração e Empreendedorismo e assim por diante.

A trajetória de Bruna na Dupla Graduação culminou com sua diplomação em Engenharia Elétrica e Economia, áreas um tanto diferentes, não acha?

A trajetória de Bruna na Dupla Graduação

Bruna Correa estudou no Colégio Santo Agostinho. Durante o trabalho de seleção das universidades com o time da Daqui pra Fora ela descobriu o programa de Duplo Diploma nos Estados Unidos entre Emory University e Georgia Institute of Technology que estavam muito alinhados ao seu perfil.

Tendo recebido essa consultoria educacional e descoberto um novo caminho, Bruna passou por uma experiência valiosa, que hoje compartilha com outros estudantes que desejam trilhar a mesma jornada.

Ela admite que precisou estudar muito, ou seja, se submeteu a uma carga pesada de estudos, mas valeu a pena:” Foi um processo difícil, com bastante carga de estudos. Mas sempre me mantive calma e tentei pôr o mínimo de pressão em mim mesma”, revela Bruna.

Algumas lições que podemos aprender com ela é que, apesar de ser um grande desafio e exigir muito do candidato, é fundamental manter a calma e não se pressionar além de seus próprios limites.

Os desafios de se fazer a Dupla Graduação

Certamente, um dos grandes desafios em se fazer a Dupla Graduação é que será preciso estudar bastante antes e  durante o curso.

Como já falamos, nos Estados Unidos, essa simultaneidade é até beneficiada pelo próprio sistema de ensino que, de certo modo, prepara o aluno para que ele possa optar por cursos diferentes, sejam ou não da mesma área.

Cursos da mesma área certamente facilitam a vida do estudante, enquanto cursos de áreas diferentes exigirão um maior esforço dele. Mas nada é impossível. Você pode, com algum esforço, diplomar-se em cursos de áreas diferentes, como exatas e humanas.

O processo seletivo para entrar em uma universidade no exterior envolve várias etapas como:

• Análise do histórico escolar;
• Avaliações (SAT/ACT e TOEFL/IELTS);
• Cartas de recomendação;
• Atividades extracurriculares;
• Redações;
• Entrevistas;
• Portfólio.

A trajetória de Bruna na Dupla Graduação envolveu todas essas etapas, mas a ajuda de uma consultoria permitiu que ela enfrentasse cada uma e conseguisse alcançar seu objetivo.

Para superar os desafios, Bruna foi dedicada e persistente. Ela disse que começou a se preparar a partir do 2º ano do ensino médio, após voltar de um intercâmbio, mas recomenda que os interessados já podem ir se preparando desde o 9º ano do ensino fundamental.

As vantagens da Dupla Graduação

Entre as principais vantagens da Dupla Graduação, podemos citar a otimização do tempo, pois há a possibilidade de concluir as duas graduações em um período menor do que cursar uma depois da outra.

Em palavras simples e claras, ao fazer a Dupla Graduação, o aluno economiza tempo e dinheiro. Lembrando que é possível conseguir bolsas de estudos, principalmente nos EUA, o que é ainda melhor.

A Dupla Graduação vale a pena

A experiência de Bruna Correa nos Estados Unidos foi muito produtiva. Uma das principais características que ela revelou em uma entrevista à Revista MundoZ foi o foco na prática durante a graduação.

“Pouco tempo em sala de aula e muito tempo fora. Foco na prática e não na teoria. Diferentemente do Brasil, deveres de casa e projetos têm extrema importância, às vezes até a mesma importância das provas”.

Ela contou também sobre como a graduação abriu portas na carreira. Bruna participou de vários estágios, sendo que alguns foram na AMBEV (cervejaria brasileira), na Eureca (empresa brasileira que conecta jovens a um grupo de empresas de visão abrangente) e na Ernest & Young (uma das dez maiores empresas de serviços profissionais do mundo, sediada em Londres, mas com presença em 150 países).

Recentemente, logo após a formatura, Bruna recebeu uma proposta de trabalho na Ernest & Young de Los Angeles, como consultora de dados.

A trajetória dela na Dupla Graduação é um exemplo inspirador para os jovens que desejam fazer mais de uma faculdade, ganhando tempo, aperfeiçoando seus conhecimentos e ampliando suas possibilidades de aprendizado e de trabalho!

Se ficou interessado em estudar fora, preencha o formulário abaixo, vamos conversar para que você veja como podemos ajudar!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Saiba-como-foi-a-trajetória-de-Bruna-na-Dupla-Graduação.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-04 00:00:002024-03-04 21:35:18Saiba como foi a trajetória de Bruna na Dupla Graduação

O que é uma Liberal Arts College?

1 de fevereiro de 2020/115 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Quem pensa em estudar nos Estados Unidos e começa a pesquisar para onde ir, certamente, durante as pesquisas, se depara com termos como Liberal Arts College e University.

Mas o que isso significa? Saber a diferença entre elas e esse conceito é muito importante na hora de selecionar para onde aplicar em uma universidade no exterior.

Ambas são, claro, instituições de ensino superior e as diferenças não estão relacionadas à qualidade, mas às experiências, ao estilo de ensino e às vivências que o aluno vai ter em cada uma delas.

Como funcionam as Liberal Arts Colleges

Diferentemente das universidades tradicionais, que são instituições geralmente maiores, com um número grande de alunos e professores, as Liberal Arts Colleges são menores, com turmas pequenas e os professores dão mais ênfase ao trabalho em sala de aula que à pesquisa.

Por serem de porte maior, as universidades muitas vezes têm classes numerosas, são em geral divididas em escolas (escola de Direito, escola de Negócios etc.), oferecem diferentes tipos de diploma, graduação, pós graduação, PhD, e são voltadas à produção de conhecimento por meio de pesquisas conduzidas por professores.

As Liberal Arts Colleges focam somente no diploma de graduação e dificilmente têm mais de 5.000 alunos (em média são de 2.500 a 3.000), o que significa que você vai conhecer colegas e professores mais de perto. E eles a você. O ambiente é muito mais intimista e pessoal que nas grandes universidades.

Nas Liberal Art Colleges os alunos trabalham ainda mais as soft skills, habilidades supervalorizadas no mercado de trabalho, em aulas que incentivam constantemente debates, pensamento crítico e escrita.

O currículo inclui matérias que envolvem temas como:

  • Filosofia;
  • Psicologia;
  • Religião;
  • Biologia;
  • Matemática;
  • Relações internacionais;
  • Biologia;
  • Sociologia;
  • Antropologia;
  • Entre outros.

O exemplo da Clara em Grinell

A Clara Zioli da Igreja, que é de São Paulo, e trilhou sua jornada de preparação e candidatura com a Daqui pra Fora, optou por uma Liberal Arts College.

Ela tem 18 anos, está cursando o segundo semestre na Grinell College,  em Iowa – EUA, e conta a seguir como tem sido esta experiência.

Daqui pra Fora– Como tem sido a experiência na Grinell College?

Clara Zioli Igreja- Durante o primeiro semestre foi bem difícil administrar o tempo. Lembro de um dia em que eram 3 horas da manhã e eu lavava roupa enquanto terminava os trabalhos que eram para o dia seguinte.

A faculdade oferece muitos recursos e depois de conversar com os professores e orientadores, consegui me organizar melhor. É muito bom ter essa liberdade para escolher o que estudar e explorar bastante, mas ao mesmo tempo é difícil escolher as aulas com tantas opções.

Outra novidade foi não ter uma sala fixa. Tive aulas com estudantes de todos os anos e cursos, dificilmente tinha mais de uma aula com a mesma pessoa. Por outro lado, isso tornou mais fácil conhecer novas pessoas.

DpF– Você já definiu seu major?

Clara– Decidi o major no final do primeiro semestre. Meu Intended Major é Economia, mas na minha faculdade o major só é declarado no final do segundo ano.

DpF– Como tem sido a adaptação ao estilo de ensino americano?

Clara- Academicamente, eu não diria que o ensino americano é mais desafiador que o brasileiro. Mas as principais diferenças são as leituras antes da aula, que são primordiais, e os trabalhos escritos (papers), que são bem mais frequentes.

No Brasil, as provas são as principais ferramentas de avaliação, ao passo que na faculdade americana os trabalhos têm a mesma importância.

DpF- Por que você optou por uma Liberal Arts College?

Clara- Escolhi uma educação baseada em Liberal Arts porque entendo o conhecimento como uma unidade. É imprescindível, assim, uma educação diversificada para compreender a sociedade contemporânea e como minhas habilidades e aptidões se encaixam em escala coletiva.

A diferença desse tipo de universidade é que a trajetória acadêmica dos estudantes é menos limitada ao caminho profissional escolhido.

Assim, a individualidade intelectual é valorizada, e predomina a liberdade do estudante em construir seu repertório acadêmico de acordo com o que acredita que será necessário em seu futuro. Portanto, Liberal Arts Colleges costumam proporcionar muitos recursos de orientação.

DpF– Como você acredita que uma Liberal Arts College pode contribuir para a formação na sua área e, portanto, para sua carreira?

Clara- Uma educação Liberal Arts possibilita tornar minha bagagem acadêmica única. Caso eu decida me formar em economia, meu currículo e expertise serão únicos.

Ao fim da formação de quatro anos, terei adquirido um conhecimento diversificado que ampliará minhas possibilidades profissionais.

Pensando em fazer universidade no exterior? Confira aqui os cursos que têm sido mais procurados lá fora.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/O-que-é-uma-Liberal-Arts-College.jpg 656 1024 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-01 00:00:002024-03-12 16:23:04O que é uma Liberal Arts College?

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