Uma das principais vantagens de fazer faculdade nos Estados Unidos é ter a possibilidade concreta de fazer estágio em um dos principais mercados do mundo e, assim, impulsionar desde cedo a carreira profissional.
Estando inseridos em um ambiente de excelência acadêmica e expostos constantemente a ofertas de estágio, alunos das universidades americanas têm a oportunidade de viver a experiência profissional nos Estados Unidos em ótimas empresas ou mesmo no próprio campus.
As possibilidades variam de universidade para universidade. Algumas instituições não permitem estágio durante o ano letivo, outras restringem o número de horas, em função da demanda acadêmica, outras permitem apenas estágios no campus e há as que liberam 100%. Por isso, sempre é bom checar como é a política de estágios na sua universidade.
Independentemente da política da universidade, muita gente procura largar na frente e busca fazer estágio nas férias de verão, que são longas e permitem um bom tempo para o aprendizado. São os Summer Jobs, muito comum nas universidades no exterior.
Foi o que fez o Caio Oliveira. Hoje aluno do último semestre na Cornell University, com double major em Economia e Matemática, Caio buscou fazer estágio logo no primeiro ano de faculdade e conseguiu. Depois não parou mais.
Como é fazer estágio nos EUA?
A gente conversou com ele sobre essas experiências. Nessa entrevista, ele nos conta tudo sobre como foi estagiar nos Estados Unidos e fala ainda como esta experiência vem o ajudando no início da carreira.
Daqui pra Fora – Quando você decidiu procurar estágio e por quê?
Caio– Eu sempre quis adquirir experiência profissional e tentar aprender o máximo da área que eu quero seguir desde o começo, ao invés de apenas aproveitar as aulas. Então decidi ir atrás disso logo no primeiro ano.
DpF – Quantos estágios você fez? Onde foram?
Caio – O primeiro estágio não foi nos Estados Unidos, foi em São Paulo, na maior butique de M&A da América Latina. Lá eles dão advisory para clientes fazerem fusão e aquisição de empresas. Nos 3 meses que estive trabalhando lá aprendi muito, foi maravilhoso, mantenho contato com as pessoas de lá até hoje.
Os outros dois estágios que fiz foram nos Estados Unidos, sempre no verão, de maio a agosto. Ambos em Nova York, no mesmo banco, um dos mais importantes dos Estados Unidos.
Trabalhei na divisão de Investment Banking, que é exatamente o que eu fazia na butique de fusões e aquisições. Mas como é um banco maior, eles também oferecem outros produtos, então trabalhei desde oferta de ações até emissão de dívida e M&A também.
Acabei fazendo de tudo um pouco, com mais foco na indústria de químicos, materiais de construção, mineração etc.
DpF – Como você conseguiu estagiar duas vezes no mesmo banco?
Caio– Lá eles te dão um estágio de 10 ou 12 semanas e no meio deste período eles te dão um feedback sobre como você está indo. No final do verão eles falam se querem que você volte ou não.
No primeiro estágio neste banco, eu estava no segundo ano da faculdade, e tive a sorte de ser chamado para outro estágio, no terceiro ano. Agora, no final do verão de 2019, eles me chamaram para trabalhar lá full time assim que eu me formar.
DpF – Como foi a experiência de trabalhar em outro país, especialmente nos Estados Unidos?
Caio– Foi bem desafiador, porque além de lidar com as questões específicas do trabalho, tem as questões do relacionamento com as pessoas e com uma cultura diferente.
O relacionamento que eu tenho com meus amigos americanos é bem diferente do que eu tenho com os profissionais americanos. Isso significa um aumento na dificuldade.
Foi bastante importante manter a cabeça aberta, observar bastante como as pessoas se comportam, olhar como elas se organizam, como as coisas são feitas, para copiar o que dá certo e evitar o que dá errado.
DpF – O que você mais aprendeu trabalhando nos Estados Unidos? Alguma coisa te surpreendeu?
Caio– O aprendizado foi grande, forte, forte como provavelmente seria em outros estágios também. Mas como lá soma-se essa barreira cultural, acho que teve bastante um componente de eu provar pra mim mesmo que, mesmo sendo estrangeiro eu consigo fazer o trabalho da mesma forma, com a mesma qualidade ou até melhor que um americano.
Acho que teve esse lado que eu sempre quis me provar e me surpreendeu um pouco que as pessoas conseguiram ver isso.
DpF – Como essas experiências te abriram portas e te ajudaram a crescer profissionalmente?
Caio– Estou indo para uma das melhores instituições na minha área profissional, e acredito que o melhor escritório de Nova York. Então isso tem um peso para futuras oportunidades.
Até porque o processo de estágio é bem seletivo, tanto dentro do estágio quanto para chegar lá. Por isso, acredito que isso seja importante para mim no futuro.
A própria experiência de trabalhar longe da família, de já criar meu círculo profissional em outro país, acho que isso tudo é importante porque é bem valorizado caso um dia eu volte para o Brasil.
DpF – Por que você recomenda para os brasileiros fazerem estágio durante o curso nos Estados Unidos?
Caio– Acho importante para aprenderem a lidar com pressão. Tem a própria pressão do trabalho em si e tem a pressão da parte cultural. É bom ainda para fazer um círculo profissional nos Estados Unidos.
É um dos países mais produtivos do mundo, então as pessoas que você vai conhecer são muito boas, assim como vários brasileiros que eu conheci aqui também o são. Mas com os brasileiros a gente já está acostumado, tem mais facilidade de conversar e de se relacionar.
Só o fato de experienciar uma coisa diferente já é muito bom. Numa entrevista, o candidato que já teve uma experiência de trabalho no exterior pode levar vantagem.
DpF – Como você conseguiu os seus estágios?
Caio– O primeiro estágio em São Paulo foi por intermédio da Daqui pra Fora. E foi muito importante. Essa experiência na butique M&A que tive no Brasil me ajudou bastante nos Estados Unidos.
É bem raro alunos de primeiro ano terem experiência em M&A. Quando apliquei para os programas dos bancos, isso chamou bastante atenção. Eu tinha boas notas e uma faculdade muito boa por trás, com os cursos que eles procuram.
Acho que eu tinha os ingredientes certos no meu currículo para ser chamado para as entrevistas. Sempre busquei construir esse perfil, que eu sei que eles olham.
DpF – Quais dicas você daria para quem quer procurar estágio nos Estados Unidos?
Caio– No processo de aplicar para estágio, é fundamental ter muita organização. Organizar o currículo, ir no career office da faculdade, eles ajudam com isso. Outra dica importante é sempre procurar fazer networking com os alunos antigos da escola, que já estão trabalhando em algum campo que você goste.
Isso pra mim foi muito importante. No meu caso, como Cornell é uma universidade que tem muito peso, os meus entrevistadores eram de lá, e isso fez o processo ser mais confortável. Além de ter organização, abra a cabeça para fazer coisas diferentes.
Mesmo que você esteja cursando ciência da computação, por exemplo, veja coisas em business, em marketing, em design. Porque no final das contas, tudo são experiências, é como você constrói a sua história, e é isso que isso conta na hora da entrevista.
Quer saber mais sobre esse assunto? Entenda como funciona o mercado de trabalho nos Estados Unidos.
5 livros para inspirar você a fazer faculdade no exterior
/114 Comentários/em Acadêmico /por Daqui pra ForaEstá pensando em fazer faculdade no exterior? Que tal dar uma olhada em histórias de pessoas que já fizeram essa jornada e tiveram muito sucesso?
A gente preparou pra você uma lista com 5 livros que, além de contarem a trajetória e a experiência de diferentes pessoas na faculdade, trazem dicas importantes que com certeza vão te inspirar a ir para o exterior e trilhar o seu próprio caminho de sucesso.
Pegar dicas de pessoas que já trilharam um caminho parecido com o que você quer trilhar ajuda muito, portanto, se acomode na cadeira, separe o bloco de anotações e boa leitura!
Sonho Grande, de Cristiane Correa
Para quem planeja ser empresário, Sonho Grande é uma leitura bastante inspiradora. Neste livro você vai conhecer a trajetória de um dos principais empresários e empreendedores do mundo, o brasileiro Jorge Paulo Lemman, que estudou Economia em Harvard (EUA).
Junto com Beto Sucupira e Marcell Telles, Lemann implantou o estilo de gestão baseado na meritocracia e controle de custo, criando uma multinacional no Brasil e depois alcançando o mundo todo.
O livro conta toda a trajetória do empresário, o que é uma verdadeira aula de empreendedorismo e sucesso.
Como ingressar numa universidade americana: e a diferença que isso fará na sua vida, de Emílio Costa
Este livro vale a pena principalmente para quem está em busca de dicas sobre qual caminho percorrer até chegar na universidade.
O autor, o brasileiro Emílio Costa, estudou com bolsa de estudos na University of Michigan, em Ann Arbor, e na George Washington University, em Washington, D.C., e traz neste livro tudo que aprendeu sobre o processo de admissão.
Direcionado especialmente a estudantes brasileiros, o livro ainda tem dicas de vários estudantes que também tiveram sucesso nessa jornada.
A menina do Vale, de Bel Pesce
Paulistana, Bel Pesce se formou no renomado Massachusetts Institute of Technology (MIT), em Boston, e conta em seu livro tudo o que aprendeu na sua jornada bem sucedida como empreendedora, mencionando vários outros casos de sucesso.
Ela procura mostrar que com conhecimento, uma boa ideia e dedicação tudo é possível e, por isso, é leitura indispensável principalmente para quem quer estudar fora e voltar com força total para empreender.
Fazendo as Malas, de Maurício Moura e Sidney Nakahodo
Os dois organizadores reúnem neste livro histórias de jovens que dão sua contribuição ao Brasil a partir de experiências que viveram no exterior.
São pessoas de todos os lugares do Brasil, que hoje exercem as mais diversas profissões, com perfis, interesses e pensamentos distintos, contando o que viveram lá fora, seja estudando, ou mesmo trabalhando, e como essa experiência foi determinante em suas vidas.
Pra quem quer fazer a diferença, nada melhor que se inspirar nesses exemplos.
A Student Guide to Study Abroad, de Stacie Derman, Allan E. Goodman e Sir Cyril Taylor
Com este livro, além de aprender sobre como ser um estudante lá fora, você ainda pode treinar o inglês, já que não há edição dele em português.
Três autores com relevante experiência em educação internacional se uniram neste livro para falar com estudantes que ainda estão se perguntando se devem ir para o exterior e como fazer isso.
O objetivo é dar a eles acesso às melhores informações disponíveis sobre estudos no exterior. Falam sobre tudo que o jovem precisa saber antes de ir, inclusive como aproveitar ao máximo seu tempo, porque, segundo eles, os alunos estrangeiros devem considerar estágios e experiências relacionadas à carreira no exterior.
Eles ainda orientam sobre como fazer a transição de volta à vida no seu país (lembrando que os autores são norte-americanos) e, ao iniciar sua carreira, como usar os estudos no exterior para mostrar seu crescimento e aprendizado global.
Para isso, incluíram mais de 200 histórias reais de estudantes, orientadores e profissionais dos mais diferentes perfis, além de 100 dicas fáceis para ajudar nessa jornada.
Tenha a sua própria experiência de sucesso
Como os livros contam, a experiência de estudar fora é muito rica e valiosa. Durante 4 anos, o aluno vive experiências únicas, em excelentes universidades, cria um potente networking internacional e, claro, se desenvolve como profissional e como pessoa.
Mas para ter a melhor experiência possível lá fora, é preciso construir uma candidatura forte e aplicar para faculdades alinhada com o seu perfil.
Para isso, o ideal é ter o apoio de uma consultoria educacional como a Daqui pra Fora ao longo desse projeto.
Profissionais experientes vão te dar orientação personalizada durante toda essa jornada, desde a preparação para os processos seletivos até a admissão nas universidades que mais combinam com você. E depois de aceito, você continua tendo todo o apoio da DpF durante a universidade.
Aproveite as nossas dicas de livros e compartilhe com seus amigos nas redes sociais. Dicas e histórias que inspiram sempre valem a pena. Eles vão curtir. E se você está estudando fora, compartilhe sua experiência aqui com a gente.
Carreira no exterior: como é fazer estágio nos EUA
/108 Comentários/em Carreira, Estados Unidos /por Daqui pra ForaUma das principais vantagens de fazer faculdade nos Estados Unidos é ter a possibilidade concreta de fazer estágio em um dos principais mercados do mundo e, assim, impulsionar desde cedo a carreira profissional.
Estando inseridos em um ambiente de excelência acadêmica e expostos constantemente a ofertas de estágio, alunos das universidades americanas têm a oportunidade de viver a experiência profissional nos Estados Unidos em ótimas empresas ou mesmo no próprio campus.
As possibilidades variam de universidade para universidade. Algumas instituições não permitem estágio durante o ano letivo, outras restringem o número de horas, em função da demanda acadêmica, outras permitem apenas estágios no campus e há as que liberam 100%. Por isso, sempre é bom checar como é a política de estágios na sua universidade.
Independentemente da política da universidade, muita gente procura largar na frente e busca fazer estágio nas férias de verão, que são longas e permitem um bom tempo para o aprendizado. São os Summer Jobs, muito comum nas universidades no exterior.
Foi o que fez o Caio Oliveira. Hoje aluno do último semestre na Cornell University, com double major em Economia e Matemática, Caio buscou fazer estágio logo no primeiro ano de faculdade e conseguiu. Depois não parou mais.
Como é fazer estágio nos EUA?
A gente conversou com ele sobre essas experiências. Nessa entrevista, ele nos conta tudo sobre como foi estagiar nos Estados Unidos e fala ainda como esta experiência vem o ajudando no início da carreira.
Daqui pra Fora – Quando você decidiu procurar estágio e por quê?
Caio– Eu sempre quis adquirir experiência profissional e tentar aprender o máximo da área que eu quero seguir desde o começo, ao invés de apenas aproveitar as aulas. Então decidi ir atrás disso logo no primeiro ano.
DpF – Quantos estágios você fez? Onde foram?
Caio – O primeiro estágio não foi nos Estados Unidos, foi em São Paulo, na maior butique de M&A da América Latina. Lá eles dão advisory para clientes fazerem fusão e aquisição de empresas. Nos 3 meses que estive trabalhando lá aprendi muito, foi maravilhoso, mantenho contato com as pessoas de lá até hoje.
Os outros dois estágios que fiz foram nos Estados Unidos, sempre no verão, de maio a agosto. Ambos em Nova York, no mesmo banco, um dos mais importantes dos Estados Unidos.
Trabalhei na divisão de Investment Banking, que é exatamente o que eu fazia na butique de fusões e aquisições. Mas como é um banco maior, eles também oferecem outros produtos, então trabalhei desde oferta de ações até emissão de dívida e M&A também.
Acabei fazendo de tudo um pouco, com mais foco na indústria de químicos, materiais de construção, mineração etc.
DpF – Como você conseguiu estagiar duas vezes no mesmo banco?
Caio– Lá eles te dão um estágio de 10 ou 12 semanas e no meio deste período eles te dão um feedback sobre como você está indo. No final do verão eles falam se querem que você volte ou não.
No primeiro estágio neste banco, eu estava no segundo ano da faculdade, e tive a sorte de ser chamado para outro estágio, no terceiro ano. Agora, no final do verão de 2019, eles me chamaram para trabalhar lá full time assim que eu me formar.
DpF – Como foi a experiência de trabalhar em outro país, especialmente nos Estados Unidos?
Caio– Foi bem desafiador, porque além de lidar com as questões específicas do trabalho, tem as questões do relacionamento com as pessoas e com uma cultura diferente.
O relacionamento que eu tenho com meus amigos americanos é bem diferente do que eu tenho com os profissionais americanos. Isso significa um aumento na dificuldade.
Foi bastante importante manter a cabeça aberta, observar bastante como as pessoas se comportam, olhar como elas se organizam, como as coisas são feitas, para copiar o que dá certo e evitar o que dá errado.
DpF – O que você mais aprendeu trabalhando nos Estados Unidos? Alguma coisa te surpreendeu?
Caio– O aprendizado foi grande, forte, forte como provavelmente seria em outros estágios também. Mas como lá soma-se essa barreira cultural, acho que teve bastante um componente de eu provar pra mim mesmo que, mesmo sendo estrangeiro eu consigo fazer o trabalho da mesma forma, com a mesma qualidade ou até melhor que um americano.
Acho que teve esse lado que eu sempre quis me provar e me surpreendeu um pouco que as pessoas conseguiram ver isso.
DpF – Como essas experiências te abriram portas e te ajudaram a crescer profissionalmente?
Caio– Estou indo para uma das melhores instituições na minha área profissional, e acredito que o melhor escritório de Nova York. Então isso tem um peso para futuras oportunidades.
Até porque o processo de estágio é bem seletivo, tanto dentro do estágio quanto para chegar lá. Por isso, acredito que isso seja importante para mim no futuro.
A própria experiência de trabalhar longe da família, de já criar meu círculo profissional em outro país, acho que isso tudo é importante porque é bem valorizado caso um dia eu volte para o Brasil.
DpF – Por que você recomenda para os brasileiros fazerem estágio durante o curso nos Estados Unidos?
Caio– Acho importante para aprenderem a lidar com pressão. Tem a própria pressão do trabalho em si e tem a pressão da parte cultural. É bom ainda para fazer um círculo profissional nos Estados Unidos.
É um dos países mais produtivos do mundo, então as pessoas que você vai conhecer são muito boas, assim como vários brasileiros que eu conheci aqui também o são. Mas com os brasileiros a gente já está acostumado, tem mais facilidade de conversar e de se relacionar.
Só o fato de experienciar uma coisa diferente já é muito bom. Numa entrevista, o candidato que já teve uma experiência de trabalho no exterior pode levar vantagem.
DpF – Como você conseguiu os seus estágios?
Caio– O primeiro estágio em São Paulo foi por intermédio da Daqui pra Fora. E foi muito importante. Essa experiência na butique M&A que tive no Brasil me ajudou bastante nos Estados Unidos.
É bem raro alunos de primeiro ano terem experiência em M&A. Quando apliquei para os programas dos bancos, isso chamou bastante atenção. Eu tinha boas notas e uma faculdade muito boa por trás, com os cursos que eles procuram.
Acho que eu tinha os ingredientes certos no meu currículo para ser chamado para as entrevistas. Sempre busquei construir esse perfil, que eu sei que eles olham.
DpF – Quais dicas você daria para quem quer procurar estágio nos Estados Unidos?
Caio– No processo de aplicar para estágio, é fundamental ter muita organização. Organizar o currículo, ir no career office da faculdade, eles ajudam com isso. Outra dica importante é sempre procurar fazer networking com os alunos antigos da escola, que já estão trabalhando em algum campo que você goste.
Isso pra mim foi muito importante. No meu caso, como Cornell é uma universidade que tem muito peso, os meus entrevistadores eram de lá, e isso fez o processo ser mais confortável. Além de ter organização, abra a cabeça para fazer coisas diferentes.
Mesmo que você esteja cursando ciência da computação, por exemplo, veja coisas em business, em marketing, em design. Porque no final das contas, tudo são experiências, é como você constrói a sua história, e é isso que isso conta na hora da entrevista.
Quer saber mais sobre esse assunto? Entenda como funciona o mercado de trabalho nos Estados Unidos.
Meu filho tem chance de fazer faculdade no exterior?
/116 Comentários/em Canadá, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaÉ muito comum pais e alunos que querem fazer faculdade fora hesitarem ou até desistirem da ideia antes mesmo de tentar por acharem que não serão aceitos. É comum pensar que, só os melhores, aqueles que se destacam nas notas no colégio, têm chance de estudar no exterior. Afinal, as melhores faculdades do mundo estão lá.
Mas, diferentemente do que muitos pensam, para entrar nas melhores faculdades do mundo não precisa ter sido o melhor da turma e nem mesmo estar entre os melhores.
A oferta de excelentes universidades no exterior é muito grande e há lugar para alunos de diferentes perfis em instituições de alto nível.
De acordo com o conceituado ranking das melhores universidades do mundo da Times Higher Education (THE), há pelo menos 300 universidades melhores que a brasileira mais bem ranqueada, a USP. E dezenas de outras no mesmo nível dela.
Assim, alunos considerados medianos aqui no Brasil são aceitos em muitas excelentes universidades no exterior.
Onde são aceitos alunos com média 6 ou 7?
Estudantes com média entre 6 e 7 costumam ser aceitos em ótimas instituições, como a Indiana University, por exemplo, 134a no ranking THE.
Muito respeitada nos EUA e no mundo, IU é uma universidade com 33 mil estudantes na graduação, mais de 200 centros de pesquisa e institutos, alguns deles reconhecidos entre os melhores do mundo, e um orçamento anual de US$ 3,5 bilhões. IU é a 18a universidade com mais estudantes internacionais nos Estados Unidos.
Arizona State University, 155a no ranking THE, é outra universidade onde alunos com médias entre 6 e 7 aqui no Brasil são aceitos. Com mais de 1/5 de alunos internacionais, ASU foi considerada há 3 anos a instituição de ensino superior mais inovadora dos Estados Unidos.
Tem atualmente no seu staff dois professores vencedores do Prêmio Nobel e seis vencedores do Prêmio Pulitzer na sua história.
Onde são aceitos alunos com média 7 ou 8?
Alunos com médias entre 7 e 8 são aceitos, por exemplo, na Boston University, 61a do mundo no ranking da Times Higher Education. BU é uma das maiores universidades da região de Boston, um dos principais polos estudantis dos Estados Unidos e do mundo.
Oferece 250 cursos em 17 diferentes faculdades e tem 17 mil alunos na graduação em dois campus nos Estados Unidos, além de vários importantes programas internacionais em diferentes países.
Na University of Manchester, no Reino Unido, também são aceitos estudantes do mundo todo com médias entre 7 e 8 no colégio. Manchester é a região com maior concentração de estudantes na Europa. A University of Manchester é considerada a 55a melhor do mundo segundo o ranking da THE.
Dividida em 4 faculdades, tem o maior campus do Reino Unido. Sua biblioteca tem mais de 4 milhões de livros impressos, mais de 41 mil jornais eletrônicos e 500 mil e-books. Entre seus alunos e professores, atuais e antigos, encontram-se 25 vencedores do Prêmio Nobel.
Onde são aceitos alunos com média 8 ou 9?
Alunos com médias entre 8 e 9 costumam ser aceitos em universidades ainda mais bem ranqueadas, como a UCLA e a University of Toronto, 17ae 18ano ranking THE, respectivamente.
Na UCLA, em Los Angeles, um corpo docente reconhecido internacionalmente é responsável por 230 cursos (entre graduação e pós-graduação) e mais de 5.000 disciplinas. É um dos principais centros de pesquisa e de performances na área de artes nos Estados Unidos e no mundo.
UCLA oferece ainda para os alunos mais 1.100 organizações (extracurriculares), onde os alunos podem se desenvolver nas suas áreas de interesse. E para quem quer mais experiência internacional, há 275 programas em 39 países.
Com muito prestígio internacional, a University of Toronto, no Canadá, tem 60 mil alunos (entre graduação e pós) de mais de 150 países. É um lugar cosmopolita e multicultural, assim como a cidade que a abriga.
Tem parceria com diversos institutos de educação e indústrias no mundo todo. Com enorme reputação em inovação e pesquisa, foi o berço da descoberta da insulina e da pesquisa com células tronco.
Onde são aceitos alunos com média 9 ou 10?
Estudantes com notas entre 9 e 10 têm mais chances de serem aceitos nas universidades melhor ranqueadas do mundo, como a University of Oxford na Inglaterra, a número 1 do ranking em 2024, ou Harvard, nos Estados Unidos, 4a colocada no mesmo ranking.
Localizada nas imediações da cidade medieval, a University of Oxford tem 44 faculdades, mais de 100 bibliotecas, para seus 22 mil alunos, mais da metade na graduação e 40% deles estrangeiros.
A network de ex-alunos de Oxford inclui 250 mil pessoas, entre elas líderes como Bill Clinton, Indira Ghandi e 26 primeiros-ministros do Reino Unido. Além disso, estão ligados à universidade 11 vencedores do Prêmio Nobel de Química, 5 de Física e 16 de Medicina.
Harvard é a mais antiga instituição de ensino superior dos Estados Unidos e uma das mais prestigiadas e concorridas do mundo.
Estudaram em Harvard 157 premiados com o Nobel (número maior que qualquer outra instituição), 48 vencedores do Pulitzer (Jornalismo e Literatura), 14 contemplados pelo Turing (Computação) e 18 ganhadores da medalha Fields (Destaque em Matemática).
Também saíram de Harvard 8 presidentes dos Estados Unidos, entre eles George W. Bush e Barack Obama. Dos 371 mil estudantes que formam a network de ex-alunos de Harvard, 59 mil são estrangeiros, de mais de 200 países.
Encontre a universidade certa para o perfil de seu filho
Como vimos, as notas dos últimos 4 anos do colégio, que compõem a média (ou GPA) são importantes para a admissão nas universidades no exterior. Mas não são o único aspecto levado em conta pelas universidades lá fora.
O processo seletivo é holístico e abrange ainda outros fatores, como provas padronizadas, atividades extracurriculares, redações e cartas de recomendação.
Por isso, excelentes universidades no exterior recebem alunos com diversos perfis, tanto acadêmico quanto pessoal.
Quer saber mais sobre como seu filho pode se preparar para estudar em uma universidade no exterior? Assine nossa newsletter para ter todas as informações.
Meu filho quer fazer faculdade no exterior, e agora?
/58 Comentários/em Canadá, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaA decisão de fazer faculdade no exterior é um marco importante não só na vida do aluno, mas de toda a família. É um momento novo para todos, que implica, entre outras coisas, em separação, e muitas dúvidas podem aparecer, tanto para quem vai sair de casa quanto para quem fica, os pais.
Por isso, é importante planejar bem esse momento importante para que ele seja o melhor possível para todos os envolvidos.
Pensando nisso, juntamos informações relevantes que podem ajudar seu filho e toda a sua família a lidar com essa fase da vida de maneira mais tranquila. Confira!
Como evitar os receios que surgem na jornada de estudar fora?
Para os pais, existe o medo da distância, de ter muita saudade, de o filho não conseguir se virar sozinho. Pode ter ainda a preocupação se ele vai estar bem instalado, confortável, seguro, afinal você não poderá checar isso tudo daqui.
E aí, muitas vezes aparece aquela vontade de resolver tudo por eles. E ainda pode haver o receio de não conseguir dar conta financeiramente do projeto. Dúvidas nessa hora não faltam, não é mesmo?
Mas para superar todas as inseguranças e poder dar o apoio de que seu filho precisa nessa jornada, o primeiro passo é estar bem informado. Quanto mais conhecimento tiver de tudo pelo que seu filho vai passar, desde o início da jornada, mais segurança você terá para dar o suporte necessário.
Vale a pena, então, pesquisar junto com o aluno sobre os locais onde ele pretende fazer a faculdade, como é a cidade, o clima e os costumes do local. E sobre a própria universidade, é muito bom ter informações sobre o ambiente acadêmico, a estrutura e a grade curricular.
Como apoiar meu filho a fazer faculdade no exterior?
Conversar com seu filho, vivenciar, participar da construção desse projeto, certamente ajuda a deixar os pais mais tranquilos. Quando os pais e toda a família se envolvem na concretização desta jornada, ela passa a ser uma conquista de todos.
Dessa forma, todos dividem o sucesso e assim o medo da distância e da saudade diminui bastante. Mas também é importante lembrar que quem deve liderar esse projeto é o próprio estudante e os pais devem ficar ao seu lado, incentivando o desenvolvimento da autonomia, soft skill muito importante para o sucesso dessa jornada.
Este envolvimento deve começar desde a preparação para o processo seletivo, que lá fora é holístico e muito diferente de como ele acontece no Brasil. As universidades no exterior avaliam o aluno como um todo, incluindo aspectos acadêmicos e pessoais. É importante os pais conhecerem as etapas desse processo e estarem junto com o aluno em todas elas.
O apoio passa por dar suporte na construção de um currículo forte, de identificar as oportunidades de atividades extracurriculares e tudo mais que envolve o desenvolvimento de uma boa candidatura.
Por isso, cabe aos pais incentivar os estudos desde cedo. O aluno não precisa ser o melhor da classe, mas ter boas notas e envolvimento em atividades extracurriculares durante toda a vida acadêmica certamente são fatores que ajudarão o estudante a construir uma candidatura forte para uma faculdade no exterior.
Como lidar com o stress da jornada?
Também faz parte estar ao lado do filho nos momentos de stress e cansaço, que são comuns e muitas vezes aparecem em forma de irritação . É bom parar para pensar se não está havendo muita pressão por parte da família sobre o estudante. Isso nunca é bom. Ao contrário, só atrapalha.
Por isso, durante toda a jornada, o ideal é sempre manter o diálogo, estar com a cabeça aberta para ouvir os objetivos, os receios, as preferências e as escolhas deles, tanto no que diz respeito à carreira que se pensa em seguir quanto em relação à universidade que quer cursar. Isso com certeza vai dar mais confiança ao aluno.
Alguns pais, até mesmo de maneira inconsciente, acabam colocando muitas expectativas em relação a conquistar uma vaga em universidades de renome, mas que muitas vezes não estão alinhadas com o perfil do estudante e não o farão feliz durante os próximos quatros anos.
Por isso, a seleção de para quais instituições aplicar é delicada e deve ser muito conversada em casa, sempre levando em consideração o que o aluno busca, pois lembre-se que eles são os protagonistas nessa história.
Para os pais, que ficam, uma forma de diminuir a ansiedade durante a preparação ou mesmo após a viagem e o início das aulas, é encarar esse momento como uma oportunidade inigualável de desenvolvimento para seus filhos.
Incentivar a autonomia pode ser doloroso no começo. Mas todos os pais que resistiram a resolver todos os problemas à distância pelos filhos e acreditaram em suas capacidades de solucionar as questões do dia a dia relataram como a experiência foi transformadora no amadurecimento desses jovens.
Focar nos benefícios para eles e em como essa pode ser uma experiência de vida única faz todo o esforço valer muito a pena.
O segredo para ter sucesso na jornada de estudar no exterior
A jornada para realização deste sonho pode parecer longa e complexa. Por isso, buscar todas essas informações na internet, muitas vezes pode ser confuso e difícil de encontrar sua veracidade.
O ideal é buscar orientação profissional de quem já trabalha com isso há muito tempo. A consultoria educacional da Daqui pra Fora conta com profissionais experientes que os guiarão por todo o caminho a ser percorrido, desde a preparação, seleção das universidades, na hora da candidatura e mesmo durante os anos na faculdade fora do país, de forma individual e personalizada.
Quer saber mais sobre este tema? Assine nossa Newsletter e fique por dentro de tudo o que envolve a jornada de estudar fora.
Veja onde mulheres influentes do mundo estudaram
/57 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEm toda a história, o mundo foi influenciado por estudiosos, políticos, filósofos, cientistas, acadêmicos das mais diferentes áreas, que mudaram os rumos da humanidade.
Muitas mulheres também participaram dessas mudanças e cada vez mais elas vêm deixando suas marcas, ocupando espaços e fazendo a diferença nos mais diversos segmentos.
Neste século, as mulheres são cada vez mais protagonistas em pesquisas científicas, lideram grandes empresas e equipes, têm cargos públicos de destaque, ganham prêmios nas artes, na ciência, no esporte e defendem causas importantes em todo o mundo.
A formação acadêmica é com certeza um ponto crucial na trajetória de todas elas. Nas universidades elas deram início às suas pesquisas, conheceram pessoas importantes, descobriram novos caminhos e, principalmente, realizaram sonhos.
Mulheres e universidades no exterior que inspiram
Conheça a trajetória de 5 mulheres que já impactaram milhares ou até milhões de vidas e saiba um pouco mais sobre as universidades que elas cursaram e que as ajudaram a chegar onde estão.
São histórias que, com certeza, inspiram muita gente, especialmente quem pensa em estudar no exterior, onde estão as melhores universidades do mundo.
Malala / University of Oxford (Reino Unido)
A paquistanesa Malala Yousafzai é a mais jovem ganhadora do prêmio Nobel da Paz (foi premiada aos 17 anos). Desde os 11 anos lutou pelo direito das meninas à educação em seu país.
Aos 15 anos foi baleada por militantes extremistas do Taliban, regime contra o qual lutava, e sobreviveu. O atentado gerou reações no mundo todo e Malala, depois de ganhar inúmeros prêmios, é hoje o maior símbolo da luta pela Educação no mundo.
Ela conseguiu prosseguir nos estudos e cursa “Filosofia, Política e Economia” na Lady Margareth Hall, que faz parte da Oxford University, na Inglaterra.
A Oxford University é uma das mais tradicionais instituições do Reino Unido e do mundo. Hoje é número 1 no conceituado ranking das melhores universidades do mundo, da Times Higher Education.
Lá, Malala faz parte do clube de cricket, da Oxford Union e da Oxford Pakistan Society. Ela ainda é guia da universidade para encorajar jovens estudantes, especialmente os que fazem parte de grupos minoritários, a aplicarem para Lady Margareth Hall.
Michelle Obama / Princeton e Harvard (EUA)
A ex-primeira dama dos Estados Unidos, casada com Barack Obama, é advogada e escritora. Michelle nasceu e cresceu em Chicago. Depois de se destacar no High School, estudou Sociologia em Princeton (Nova Jersey) e Direito em Harvard (Massachussetts).
São duas das principais universidades dos Estados Unidos e do mundo, sexta e quarta colocadas, respectivamente, no ranking da Times Higher Education, ambas membros da prestigiada Ivy League.
Depois de formada, Michelle Obama trabalhou em grandes escritórios de advocacia e em um deles conheceu o futuro marido. Sempre teve participação intensa como primeira dama e, com pautas raciais, feministas e voltadas para educação, se tornou inspiração para pessoas no mundo inteiro, especialmente mulheres negras.
Lançou recentemente sua biografia, “Minha História”, que já vendeu mais de 10 milhões de cópias. Em 2019 foi considerada a mulher mais admirada do mundo, segundo o instituto de pesquisa online YouGov.
Katie Bouman / MIT (EUA)
Lembra quando em 2019 foi publicada a primeira foto real de um buraco negro, um dos mais importantes feitos da astronomia nos últimos tempos?
Pois é. A responsável por criar o algoritmo capaz de contabilizar o volume de dados obtidos por 8 telescópios ao redor do mundo e formar a imagem que foi apresentada é uma mulher: Katie Bouman.
Bouman organizou todos os dados coletados usando um sistema que criou para este projeto, quando ainda era aluna de graduação no MIT, em Boston, terceira colocada entre as melhores universidades do mundo no ranking da Times Higher Education.
Respeitadíssima em seu segmento, Katie é PhD em Engenharia Elétrica e Ciência da Computação no Instituto e hoje é professora assistente no Caltech dentro do departamento de Ciência da Computação do MIT.
Alexandria Ocasio-Cortez / Boston University (EUA)
Alexandria Ocasio-Cortez, conhecida popularmente como AOC, se tornou em 2018, aos 29 anos, a mais jovem mulher congressista dos Estados Unidos. Venceu surpreendentemente candidatos tradicionais nas primárias do Partido Democrático no seu distrito, o Bronx, em Nova York.
Ocasio-Cortez, de descendência porto-riquenha, estudou Relações Internacionais e Economia na Boston University, uma das maiores universidades da região de Boston e considerada uma das principais instituições de pesquisa do mundo.
Durante a faculdade, ela foi estagiária no escritório do senador americano Ted Kennedy, na seção sobre assuntos externos e questões de imigração
Uma das mais populares congressistas norte-americanas, com milhões de seguidores nas redes sociais, AOC vem conseguindo colocar propostas tidas como bem à esquerda do espectro ideológico americano no centro do debate.
Melinda Gates / Duke University
Apesar de ser conhecida como a esposa de Bill Gates, Melinda traçou seu próprio caminho de sucesso. Foi o grande destaque da sua turma de graduação do curso de Ciências da Computação e de Economia na Duke University, uma das 20 melhores instituições no ranking da Times Higher Education, onde fez o bacharelado e a especialização em 5 anos.
Seu excelente desempenho na universidade abriu as portas para que começasse a trabalhar na Microsoft, onde acabou conhecendo o futuro marido.
Hoje Melinda é uma mulher poderosa, que se empenha em resolver os problemas do mundo por meio da Fundação Bill e Melinda Gates. Ainda participa do Grupo de Bildeberg e é dona de um assento na diretoria do Washington Post.
Histórias inspiradoras, não? Você também pode fazer a diferença.
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Como melhorar a produtividade de seus estudos em 5 passos
/116 Comentários/em Dicas /por Daqui pra ForaA fase final do Ensino Médio é um período cheio de atividades e desafios. Isso vale para quem vai fazer vestibular, para quem está se preparando para estudar no exterior e mesmo para quem ainda está em dúvida se fica por aqui ou se vai fazer faculdade fora.
Tanto o vestibular quanto o processo seletivo no exterior, que é holístico e leva em conta vários aspectos da vida do estudante, dentro e fora da escola, exigem muito do candidato.
Apesar do cansaço e da ansiedade que envolvem este período, é fundamental se manter focado e estudar. O sucesso nessa jornada depende muito disso. O melhor caminho, então, é pensar em como aumentar a produtividade, ou seja, como fazer o tempo de estudo render mais e, com isso, melhorar seu desempenho.
5 dicas para seu tempo de estudo render mais
Se a ordem é aumentar a produtividade nos estudos, tudo deve girar em torno de organização e planejamento. Seja em relação ao tempo ou às próprias atividades, quanto mais organizado você for, melhor será o aproveitamento do seu tempo e dos seus recursos.
Por isso, preparamos algumas dicas que podem ajudar você a otimizar o seu tempo e, assim, melhorar seu desempenho nos estudos.
Elabore um cronograma de estudos
Levando em conta os prazos que você tem para estudar para provas e exames, identifique suas prioridades e estabeleça metas. A partir daí, é fundamental montar um cronograma com as tarefas a serem desenvolvidas para atingi-las.
Procure mensurar um tempo para atingir cada uma das metas, matéria por matéria. Assim, você não deixa conteúdo acumular.
Lembre-se de pensar em todas as suas atividades, inclusive as extracurriculares, na hora de estabelecer os horários. Com o tempo, você vai avaliando se está dando certo e pode ir fazendo ajustes.
Se for feito um planejamento com antecedência, é perfeitamente possível dar conta das demandas do vestibular e dos processos seletivos no exterior.
Desligue-se de tudo que puder ser distração
Não adianta nada ter um plano de ação baseado em um belo cronograma se na hora de executar você não estiver com a cabeça exclusivamente voltada para as tarefas que tem que cumprir.
Por isso, quando for estudar, elimine da frente tudo que puder tirar o seu foco. O ideal é manter os aparelhos eletrônicos longe, para não cair na tentação das redes sociais. Mas o computador é muitas vezes indispensável, então o negócio é ter mesmo disciplina.
Procure um lugar e um horário onde haja o mínimo de possibilidades de ser interrompido por outras pessoas.
Vale a pena, inclusive, quando o momento exigir muita imersão, mudar o status do WhatsApp alertando os seus contatos para não incomodar e agradecendo a compreensão deles, claro.
Perceba quando você produz mais e use isso a seu favor
As pessoas geralmente têm um período do dia onde se sentem mais ativas e produzem mais e melhor. Alguns preferem trabalhar de manhã, outros no fim da tarde ou à noite, enfim…
Procure se conhecer e usar o seu “horário de pico” para estudar as matérias que exigem mais atenção e concentração.
Inclua uma boa alimentação e atividade física no seu dia a dia
Não é só para ter bom desempenho nos esportes que o nosso corpo precisa estar em forma. Para raciocinar, criar, produzir intelectualmente no melhor nível, nosso organismo tem que estar saudável, alerta e pronto para responder aos desafios.
Por isso, é indispensável nesse período uma boa alimentação, bem balanceada, com nutrientes saudáveis, e fazer atividade física regularmente.
A atividade física, além de trazer mais disposição e saúde, ainda ajuda a quebrar um pouco a rotina mais rígida dos estudos. Escolha a que te dá mais prazer e inclua no seu calendário semanal.
Identifique e estabeleça uma técnica de produtividade
Para que dentro do cronograma estabelecido o tempo dedicado aos estudos seja o mais produtivo possível, vale a pena pensar em estabelecer uma técnica de produtividade, para ajudar a manter o foco.
Existem várias técnicas disponíveis. Cada um deve escolher a que mais se adapta ao seu perfil como aluno. Uma das mais conhecidas e aplicadas entre estudantes é a Pomodoro.
Ela propõe o uso de intervalos de tempo curtos, com pequenas pausas, em vez de longas horas de trabalho ininterrupto.
O criador dessa técnica se baseou na teoria de que fluxos de trabalho divididos em blocos podem melhorar a agilidade do cérebro e estimular o foco.
A ideia é trabalhar por um período de 25 minutos e fazer um intervalo de 5 minutos. Quando isso for feito 4 vezes, acontece uma pausa mais longa, de 15 a 30 minutos, e mais uma série igual recomeça.
Uma das razões de essa técnica funcionar bem é porque o cronômetro cria um senso de urgência e isso inspira o aluno a realizar o máximo em um determinado período de tempo. E depois ele tem um tempo para relaxar e recomeçar o trabalho.
Agora que você já entendeu como é importante planejar e se organizar para aumentar a produtividade nos estudos, venha saber mais sobre como a Daqui pra Fora pode te orientar na preparação da melhor candidatura possível para as faculdades no exterior, aumentando muito suas chances de sucesso e te orientando onde focar as energias.
5 motivos para estudar no exterior com a Daqui pra Fora
/55 Comentários/em Canadá, Daqui pra Fora, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEstudar fora é uma decisão de vida, e não só uma decisão de carreira, não é mesmo? Ela envolve aspectos racionais e emocionais que muitas vezes é difícil de compreender.
E preparar-se para chegar lá não é diferente. É uma jornada, e não um tiro curto.
Por isso, para a Daqui pra Fora, consultoria educacional que desde 2001 prepara estudantes brasileiros para terem sucesso nos processos seletivos de universidades no exterior, cada cuidado conta.
Todos estes anos orientando jovens e famílias se reflete em um profundo conhecimento sobre a jornada de preparação, os processos internos que visam garantir o sucesso do projeto e um grande entendimento sobre as emoções que fazem parte dessa etapa tão importante na vida dos estudantes.
A Daqui pra Fora ainda os acompanha durante suas trajetórias universitárias, oferecendo suporte e criando oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.
Como garantir o sucesso desse projeto?
Tomar a decisão de fazer faculdade no exterior é um grande passo e por isso é melhor contar com profissionais experientes nessa jornada para maximizar suas chances de sucesso.
Quer saber quais são os 5 diferenciais da Daqui pra Fora que serão essenciais nessa trajetória?
Solução completa
A Daqui pra Fora prepara o aluno em todas as etapas do processo seletivo, desde o 9º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio. Nossos profissionais atuam com metodologia e têm muita experiência em todos os assuntos que são importantes para que essa jornada seja bem sucedida.
Também entendemos as emoções e os sentimentos que fazem parte desse momento tão importante para o aluno e para a família, por que a maioria de nós também passou por essa experiência de vida.
Brasileiro para Brasileiro
A Daqui pra Fora é uma empresa originalmente brasileira, formada por um time que entende profundamente o processo de seleção das universidades no exterior e sabe como os alunos brasileiros devem se preparar para ter sucesso.
Temos certeza que para esse projeto dar certo e fluir bem, é fundamental planejar a preparação pela perspectiva da família, que é brasileira ou está no Brasil, e tem pouco ou nenhum conhecimento sobre o assunto.
Não basta conhecer o processo, é preciso entender sobre a jornada de preparação do aluno e sua família.
Experiência
Em quase duas décadas, preparamos mais de 3.000 alunos brasileiros com perfis, objetivos e rotinas diferentes. Isso nos permitiu passar pelas mais diversas experiências e nos ensinou a lidar com cada uma delas, sempre ao lado da família e do aluno.
São milhares de casos de sucesso e uma enorme bagagem que nos tornam muito capacitados a orientar com segurança os jovens e suas famílias em um projeto tão importante como este.
Base de Dados DpF
Junto com nossos alunos, já enviamos mais de 50 mil applications. Com isso, pudemos construir uma base de dados muito valiosa que contribui de várias formas para o sucesso da jornada.
Primeiro, na escolha das universidades ideais para cada estudante de acordo com o seu perfil. Depois, na avaliação da probabilidade de admissão do candidato em cada instituição.
Essa base de dados ainda nos permite comparar o perfil do aluno que está se preparando com os de outros que já se candidataram para as mesmas universidades e ver, por exemplo, possibilidades de bolsas de estudo.
Equipe multidisciplinar
Nosso time conta com profissionais especialistas em cada uma das etapas dessa jornada. Eles oferecem orientação personalizada em todos os itens exigidos pelas bancas de admissão das universidades.
Acreditamos que nesse projeto é importante que o aluno receba orientações de especialistas com grande conhecimento e experiência naquela área de preparação e que elas se complementem, para que o resultado seja o melhor possível.
Desde que começamos nossa história, foram mais de 10.000 aprovações em universidades Top 100 do mundo (segundo o ranking da Times Higher Education), admissões em todas as Ivy League e mais de R$ 500 milhões conquistados em bolsas de estudos.
Na Daqui pra Fora, sabemos que cada aluno é um aluno. Que cada família é uma família. Que cuidar envolve o balanço entre acolher e exigir.
Porque se o sonho é grande e a jornada é longa e complexa, aqui nenhum cuidado pode ficar de fora.
Se você tem o sonho de fazer faculdade no exterior e quer contar com a assistência dos nossos especialistas, preencha o formulário abaixo para iniciar uma conversa.
Caio Oliveira conta sobre suas atividades fora do campus
/124 Comentários/em Depoimentos, Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaQuem pensa em estudar no exterior sabe que vai enfrentar grandes desafios, especialmente pela excelência acadêmica que vai encontrar por lá. E não está errado. Mas as novidades estão por toda parte e contribuem para o desenvolvimento pessoal e, um pouco mais à frente, profissional do aluno.
Por mais que os estudos exijam muito, há vida além da sala de aula e dos muros da universidade no exterior. E as experiências são extremamente ricas.
Experiências Fora da Sala de Aula
Caio Oliveira está no último semestre na Cornell University, onde faz double major em Economia e Matemática. A universidade é fortíssima e ele é um aluno extremamente dedicado aos estudos.
Nessa entrevista ele nos conta como é a vida fora da sala de aula e como ela contribuiu para o seu crescimento pessoal e profissional desde que chegou aos Estados Unidos.
Daqui pra Fora – Você chegou na universidade sem conhecer ninguém. Como foi a integração?
Caio– Desde o começo, as faculdades lá fazem um esforço para que no freshman year (primeiro ano) todo mundo se conheça, desenvolvem várias atividades de integração. Eles sabem que vem pessoas de vários países, sabem como pode ser desafiador esse processo.
Então, os alunos têm sim o apoio da universidade no começo. O importante é manter a mentalidade de querer fazer amigos e saber que todos lá querem também.
Afinal, estão todos no mesmo barco. Eu, pessoalmente, fiz amigos no meu dormitório, em diferentes aulas, no refeitório… foi um processo natural.
DpF– O que você acha que mais aprende e ensina para esses amigos? Afinal, são todos bem diferentes…
Caio– Meus amigos são até de áreas diferentes da minha. Então a gente troca bastante figurinha em termos de aprendizado mesmo, parte acadêmica. Mas pessoas de outros lugares do mundo, que pensam diferentes, têm famílias diferentes, religiões diferentes.
Então, você consegue conversar sobre tudo e sempre tem uma outra perspectiva. Eu tenho amigos que são muito ativos intelectualmente, leem livros, escutam podcasts, vão a museus… Não é muito o meu perfil, sou mais focado no acadêmico mesmo. Mas foi muito bom ter essa influência, me fez fazer coisas que eu não fazia.
Sobre o que eu ensinei para eles acho que está relacionado com o trabalho duro. Eles sempre viram desde o começo que eu ralava muito, gostava de ir até o meu limite para expandir esses limites. Acho que isso influenciou eles positivamente.
DpF – O que vocês costumam fazer quando saem do campus?
Caio– Cornell é bem ao norte do Estado de Nova York, um lugar frio. A gente fica na cidade, Ithaca, que é dividida em college town, onde os estudantes mais velhos moram e tem restaurantes, bares, etc., e o centro da cidade, onde moram os locais.
A vida universitária acontece em college town, os restaurantes, bares e cafés ficam cheios de estudantes. É onde você conversa, conhece gente e pode até estudar também.
A gente também viaja, geralmente para Nova York ou Boston, que são cidades que ficam a algumas horas de carro. Fora isso, o pessoal assiste bastante os jogos do time de ice hóquei da faculdade, que é o mais popular no campus, mas eu não costumo ir.
DpF – Que tipo de atividade você passou a fazer aí, que nunca fazia quando vivia em São Paulo?
Caio– Primeiro, cozinhar e lavar roupa. São coisas que tive que aprender a fazer. Depois, conheci lugares novos, vários, que eu certamente não teria ido se não estivesse estudando lá.
Essa parte de gestão de moradia é importante. Uma outra coisa importante que fiz na faculdade é ir a eventos corporativos. As empresas vão o tempo todo no campus. São muitas. Tem feira de carreira, sempre tem muitas oportunidades, e eu sempre me inscrevi em todas.
DpF – Sobre as viagens que você mencionou anteriormente, como elas acontecem e para onde você foi?
Caio– Fui para vários lugares nos Estados Unidos. Eu conheci Kansas, diferentes cidades de Nova York, conheci Boston, New Hampshire… Estive em várias faculdades ao redor também.
A gente viaja nos breaks, Fall Break, Spring Break. Sempre com os amigos da faculdade. Todas as comemorações, como Thanksgiving, por exemplo, sempre passei na casa dos meus amigos americanos, que sempre foram muito legais em me convidar. A experiência de conviver com a família americana também foi bem importante.
DpF – Como você acha que todas essas experiências contribuíram para o seu amadurecimento?
Caio– Me ajudaram bastante a abrir minha cabeça, a entender que isso existe, é parte do mundo, é o que acontece no país mais influente do mundo.
Em termos de aprendizado profissional, foi importante para eu entender como as pessoas se comportam lá, porque é muito diferente do jeito que as coisas são no Brasil.
No Brasil há uma informalidade, as pessoas são mais próximas desde o início, enquanto nos Estados Unidos a etiqueta profissional é bem mais enfatizada desde cedo.
O networking é bem forte lá também e isso deve contribuir muito na minha carreira. E tem ainda a questão da autonomia, de ter aprendido a me virar sozinho. É um amadurecimento natural. Na verdade, tudo contribuiu bastante e vale muito a pena.
Veja mais informações sobre a experiência de Caio Oliveira na Cornell University nesse depoimento:
Que tal entender um pouco mais sobre como um estudante pode entrar em uma universidade no exterior e ter essas e outras experiências únicas de vida? Veja como a Daqui pra Fora pode pode ajudar a chegar lá.
Quanto custa fazer faculdade no exterior?
/57 Comentários/em Canadá, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaCada vez mais estudantes têm o objetivo de fazer faculdade no exterior. E como todo objetivo, um bom planejamento pode ser a chave para que ele seja atingido.
Para quem quer estudar no exterior, além de se preparar para construir uma candidatura forte, esse planejamento deve envolver também os custos com a jornada.
Para fazer este planejamento financeiro, o primeiro passo é ter uma ideia dos valores que envolvem cada etapa do processo, desde o início da application (candidatura) até a manutenção do aluno quando já estiver cursando a faculdade.
Colocando tudo no papel (ou numa planilha) e levando em conta a realidade da família, fica mais fácil organizar e, assim, enxergar que o objetivo é perfeitamente viável.
Antes de ir estudar no exterior
Os primeiros custos estão relacionados a taxas que devem ser pagas para fazer a application. Desde tradução juramentada de documentos (em média R$ 500,00 cada), até a própria application (aproximadamente U$ 100 cada uma), passando pela obtenção de visto (aproximadamente R$ 1.200,00) e passagens aéreas, depois da aprovação. Ainda há taxas menores com envio de documentos.
Como o processo seletivo inclui algumas provas, pode-se considerar também o custo delas. O TOEFL (exame de proficiência em inglês) custa U$ 215 e o SAT (prova padronizada como o Enem), U$ 95.
Estes valores podem ser atualizados a qualquer momento. Vale a pena sempre checar nos sites oficiais quando estiver fazendo o seu planejamento.
Os custos das universidades
As universidades no exterior cobram taxas anuais, ou seja, o aluno paga por ano para estudar. Mas essa taxa pode ser, muitas vezes, paga de forma parcelada.
Os valores da anuidade, que é o que mais pesa em todo o orçamento, variam muito de instituição para instituição.
Nos Estados Unidos, este custo anual pode variar de U$ 20 mil a U$ 70 mil, ou seja, pensando em moeda brasileira hoje, de R$ 6,6 mil a R$ 23 mil por mês, aproximadamente.
No Canadá, a anuidade fica entre CAD$ 25 mil e CAD$ 55 mil, o que equivale a cerca de R$ 6,2 mil a R$ 13,7 mil por mês.
No Reino Unido, a taxa anual fica entre £25 mil e £50 mil, ou seja, aproximadamente entre R$ 10,4 mil a R$ 20,8 mil por mês.
Estes números incluem as aulas, moradia e alimentação.
Seguro-saúde internacional
Vale a pena contabilizar ainda o seguro-saúde internacional, exigido pelas universidades. Nos Estados Unidos e no Canadá, o valor varia de acordo com o tipo de cobertura, em geral entre U$1.000 e U$2.000. Quanto maior a cobertura, mais caro.
A maioria das universidades no exterior tem parcerias com seguradoras e costumam indicar a melhor empresa local para seus estudantes.
Bolsa de estudos
Muitas universidades no exterior oferecem a possibilidade de bolsas de estudos também para estrangeiros. Há basicamente três tipos de bolsa disponíveis: por mérito acadêmico (de acordo com desempenho no processo e histórico escolar), por necessidade financeira (além de um excelente histórico escolar, o aluno precisa comprovar a renda familiar) e bolsa por talentos específicos (oferecidas em faculdades ligadas a Artes).
Mas este benefício é bastante concorrido e para conseguir ser contemplado com uma bolsa é muito importante ter uma boa estratégia, escolhendo as universidades certas e construindo uma application forte.
Custo de vida lá fora
Além do custo com a universidade, não podem ficar de fora do planejamento algumas despesas do dia a dia que o aluno vai ter durante o curso.
Afinal, a vida no exterior não fica restrita aos estudos. Mesmo que a parte acadêmica seja cheia de atividades e tenha muitas exigências, há muito o que conhecer e muitas experiências para se viver lá fora.
Devem-se considerar, portanto, despesas com transporte fora do campus e lazer. Em geral, os estudantes saem do campus para se divertir em bares, restaurantes, cinema, e muitas vezes viajam, especialmente nos feriados. Os valores variam muito de lugar para lugar, ainda que no mesmo país, e do estilo de vida de cada um.
Por isso, vale a pena colocar este tipo de despesa no orçamento, mas cada família pode estipular a extensão desse valor na sua “planilha”.
Considerando todos os possíveis gastos, o próximo passo é se organizar e planejar a jornada. A Daqui pra Fora pode ajudar a colocar este projeto em prática e se manter no orçamento da família, já que conta com profissionais especializados em orientar os estudantes em cada etapa, desde o planejamento da candidatura até o apoio após a admissão.
Saiba mais como funciona a consultoria educacional da Daqui pra Fora.
5 dicas para escolher onde fazer faculdade no exterior
/121 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaCada vez mais estudantes brasileiros buscam fazer faculdade no exterior, principalmente no Estados Unidos, no Reino Unido e no Canadá. E não é à toa. Entre as 100 melhores universidades do mundo, segundo o conceituado ranking da Times Higher Education, mais da metade delas (56) estão concentradas nestes países.
Entre as 100 melhores, 40 estão nos Estados Unidos, 11 no Reino Unido e 5 no Canadá. A universidade brasileira mais bem colocada no ranking está entre o 251o e o 300o lugar.
Mas não é apenas a excelência acadêmica que os estudantes buscam. Quem vai estudar no exterior desenvolve autonomia, convive diariamente com outras culturas, conhece novos lugares, cria um networking bastante potente, enfim, dá um passo enorme no seu desenvolvimento pessoal e profissional.
5 dicas para escolher onde fazer faculdade no exterior
Depois que a decisão foi tomada, o primeiro passo é escolher para onde ir. E ele é muito importante, afinal serão pelo menos 4 anos nesse novo país e é fundamental que você se sinta bem lá. Por isso, resolvemos trazer 5 dicas que vão te ajudar a chegar com mais segurança à sua escolha final.
Preste atenção na localização e no clima
Você gosta mais de frio ou de calor? Se dá bem com chuva, neve, sol? Prefere praia, montanha ou cidade? Pense em como você se sente em cada um desses lugares e climas. E lembre-se, você vai morar lá, não apenas passear, então essas condições serão enfrentadas diariamente.
Pense no tamanho da cidade
Há universidades em todo tipo de lugar. Em cidades pequenas, calmas; em cidades enormes e super movimentadas; em cidades onde só há praticamente a universidade (cidades estudantis).
Há universidades em lugares menores, porém próximos de regiões super agitadas, com outras universidades por perto… Enfim, é importante você pensar em onde se sentiria mais confortável.
Observe a diversidade e a multiculturalidade
Estudar fora já é uma grande mudança, sem dúvida. Você vai se deparar constantemente com pessoas e costumes novos. Mas há lugares com pessoas e costumes mais parecidos com os seu e outros nem tanto.
Procure saber sobre as pessoas e os costumes dos lugares para onde pretende ir e ver onde você vai se encaixar melhor.
Conheça o estilo acadêmico das universidades
As universidades no exterior têm excelência acadêmica indiscutível. Mas podem ser bastante diferentes entre si. Em termos de tamanho, há desde instituições com mais de 40 mil alunos até outras com 2 ou 3 mil.
Algumas priorizam a pesquisa acadêmica mais que outras. Há classes maiores e menores, mais flexibilidade no currículo e menos, mais e menos atividades extracurriculares…Pesquise bem as características e o estilo acadêmico das instituições antes de escolher para onde aplicar.
Saiba como é a vida fora das aulas
Você vai estudar bastante na universidade. Afinal, é para isso que está indo. Mas lembre-se de que a vida por lá vai além dos livros, computadores, bibliotecas e salas de aula. Alguns dos seus melhores amigos, algumas das melhores experiências da sua vida virão de lá.
As oportunidades que a universidade e o entorno dela oferecem vão ajudar a determinar como serão essas experiências tão marcantes. Claro que esse item não precisa ser a prioridade número 1 na hora de escolher para onde ir, mas sempre é bom prestar atenção nele também. Pode ajudar a fazer você ainda mais feliz na sua jornada.
Lugares muito procurados por estudantes do mundo todo
Boston (EUA)
No nordeste dos Estados Unidos, Boston concentra um enorme número de colleges e universidades, de todos os tamanhos e estilos. Entre elas estão algumas das principais instituições do país e do mundo, como o MIT (Massachusetts Institute of Technology) e Harvard.
O clima lá é frio a maior parte do ano, mas isso não impede que os milhares de estudantes se esbarrem curtindo a cidade, que é linda, tranquila, super segura, com prédios luxuosos, vida cultural e esportiva intensa, além de muitos pubs.
San Francisco (EUA)
Uma das mais bonitas cidades do Estados Unidos, San Francisco, na parte central da costa da Califórnia, tem um clima mais parecido com o nosso, excelente transporte público e muitas opções de passeios.
A cidade tem 780 mil habitantes, porém a baía de San Francisco conta com uma população de cerca de 7 milhões e abriga nada menos que o Vale do Silício e suas grandes empresas de tecnologia.
Há cerca de 20 universidades na região. Na cidade, a principal é a University of California San Francisco, e na Baía, o maior destaque é a University of California Berkeley.
Oxford (Inglaterra)
Oxford é uma das cidades mais charmosas da Inglaterra e atrai milhares de pessoas o ano inteiro em busca de cultura e aprendizado. Fica no centro da Inglaterra, onde o clima é frio e chuvoso a maior parte do ano.
A cidade abriga a mais antiga universidade do país, a Oxford University, que hoje encabeça o ranking das melhores universidades do mundo da Times Higher Education e recebe milhares de estudantes de inúmeros países.
Apesar do movimento intenso, a cidade de Oxford conserva um ar interiorano, de vilarejo de contos de fadas. Inclusive, várias cenas de Harry Potter foram gravadas lá.
Toronto (Canadá)
Toronto é uma cidade belíssima, nas margens do lago Ontário. Respira diversidade e é considerada uma das mais multiculturais do mundo. O frio é forte especialmente entre novembro e janeiro.
Nas demais estações o clima não é quente, mas é agradável. Porém, mesmo no inverno a cidade acolhe muito bem a todos. A cidade abriga a University of Toronto, a mais bem conceituada universidade do país e uma das melhores do mundo.
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