Trabalhar durante o curso no exterior alivia as despesas, traz experiência, potencializa o currículo e multiplica o networking. Veja como fazer isso.
Estudar no exterior é indiscutivelmente uma experiência engrandecedora. Viver fora do seu país, aprender uma nova cultura, conviver com pessoas do mundo inteiro e, claro, ter que se virar sozinho no dia a dia são vivências que trazem muito desenvolvimento e evolução.
Será que é possível melhorar ainda mais esta experiência? Sim, aliar o estudo ao trabalho é uma forma de tornar a experiência lá fora ainda mais marcante, potente e transformadora.
Por que trabalhar durante a faculdade no exterior?
Antes de mais nada, o trabalho pode ajudar o estudante internacional (e a família) com as despesas durante o curso no exterior. Seja com alimentação e moradia ou com passeios, livros e compras, o dinheiro “extra” pode ser muito bem vindo para aliviar o custo da jornada.
E, caso não precise no momento, o aluno pode começar a fazer seu planejamento financeiro já de olho na sua carreira ou mirar em qualquer outro objetivo.
De qualquer forma, trabalhar durante a faculdade no exterior é uma ótima maneira de potencializar a experiência. Além do lado financeiro, sem dúvida, ganha-se muito em aprendizado e, principalmente, em experiência dentro ou fora da área de estudo.
Vivenciar a cultura de uma empresa lá fora, aprender a lidar com pessoas diferentes, exercer uma função nova ou diferentes funções, tudo isso se transforma em um grande portfólio. E, claro, estes ganhos terão um importante reflexo no desenvolvimento pessoal e da carreira.
Outro aspecto positivo nessa experiência é o tamanho e a potência do networking que se constrói. A vivência no trabalho aumenta certamente o número de contatos e, principalmente, a qualidade e a diversidade deles.
Porém, é preciso entender e respeitar as regras ou leis que são destinadas ao estudante internacional quando o assunto é trabalho, seja onde for. A seguir você vai ver as possibilidades de trabalhar durante a faculdade nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá.
Trabalhar nos Estados Unidos
Alunos internacionais podem trabalhar durante o curso nos Estados Unidos, porém há algumas restrições. Quem tem o visto F-1 (estudante) pode trabalhar no campus desde o início do curso.
As ofertas são principalmente nas bibliotecas, no refeitório e nos centros estudantis. É permitido trabalhar até 20 horas semanais (meio período) durante o período de aulas. Nas férias e feriados pode ser período integral.
Fora do campus, é permitido trabalhar a partir do segundo ano da faculdade, com autorizações específicas, que são elas:
O OPT (Optional Practical Training) é uma autorização bastante procurada por estudantes internacionais. Obtendo o OPT, o aluno pode trabalhar temporariamente por até 12 meses (período integral).
Este período pode ser cumprido durante o curso (Pre-Completion) ou após a conclusão dele (Post-Completion). No Pre-Completion, durante o curso o aluno pode trabalhar até 20 horas semanais e até 40 horas semanais durante as férias.
Depois de concluir o curso, Post-Completion, são 40 horas semanais. O trabalho precisa estar diretamente relacionado à área de estudo do aluno.
Estudantes que concluíram cursos nas áreas de ciências, matemática, engenharia e tecnologia (STEM) podem aplicar para estender o OPT para mais 24 meses, após o término dos 12 meses convencionais.
O CPT (Curricular Practical Training) é outra autorização que permite que estudantes internacionais trabalhem durante o curso, sendo que essa autorização deve estar ligada a uma aula que tenha um requerimento de estágio.
Assim como pelo OPT, o trabalho, seja por emprego, estágio ou educação cooperativa, também precisa estar diretamente ligado ao campo de estudo do aluno.
Uma das diferenças entre o CPT e o OPT é que com o CPT o período de 12 meses de trabalho deve ser concluído antes do término do curso. Além disso, o aluno precisa ter uma oferta de trabalho para aplicar para o CPT, enquanto para o OPT ele pode aplicar mesmo sem ter uma oferta oficial de trabalho.
Trabalhar no Canadá
No Canadá, o visto de estudante permite que os alunos internacionais trabalhem enquanto fazem faculdade. Inclusive fora do campus. A permissão vale desde o início do curso superior.
Fora do campus é permitido trabalhar para todo tipo de empresa. No campus, há várias opções de trabalho. O aluno pode ser assistente de pesquisa, pode trabalhar em organização estudantil ou mesmo para alguma empresa privada instalada no campus, como uma academia ou restaurante, por exemplo. O aluno pode, inclusive, trabalhar para ele mesmo se tiver um negócio localizado fisicamente no campus.
Enquanto faz o curso, o estudante tem permissão paratrabalhar no Canadá até 20 horas semanais (meio período) fora do campus. No campus não há limite de horas.
Depois de formado, o aluno pode solicitar o Post Graduation Work Permit (PGWP), um visto de trabalho em tempo integral que tem duração de 1 a 3 anos. Ele deve ser solicitado até 90 dias após a conclusão do curso, quando o visto de estudante ainda está válido.
Alguns programas de estudo incluem experiência de trabalho como parte de seu currículo, e o aluno pode solicitar uma autorização de trabalho cooperativo ou estágio seguindo algumas regras específicas que precisam ser avaliadas, são os chamados Co-Ops.
O Co-OP é um programa de cooperação entre universidade e empresas. Apesar de não serem exigidos para o estudante se graduar, é uma excelente oportunidade para que jovens universitários tenham experiências práticas no mercado de trabalho.
Esse programa geralmente é realizado no segundo ou terceiro ano da universidade e dura cerca de 4 meses. Após aceito é necessário pedir o visto de co-op student, que te legaliza a trabalhar 40 horas semanais.
É um programa muito interessante e dependendo da área a remuneração média pode chegar a 35 dólares canadenses por hora.
Trabalhar no Reino Unido
Nas universidades do Reino Unido, alunos internacionais (com visto Tier 4, de estudante) podem trabalhar meio período (até 20 horas semanais) durante o período de aulas. Nas férias é permitido trabalhar período integral.
Especialmente nas grandes cidades, não é difícil conseguir trabalho meio período. Mas é preciso prestar atenção em alguns detalhes.
Trabalhar para si mesmo ou como freelancer, por exemplo, não é permitido. Os contratos são temporários, não podem ser permanentes.
Os alunos internacionais não podem trabalhar como autônomos ou montar um negócio. O visto de estudante também não permite que o aluno internacional trabalhe como atleta profissional ou artista.
Vale a pena, também, verificar se a sua universidade tem regras específicas para o trabalho de estudantes internacionais. Algumas instituições podem não permitir que alunos internacionais trabalhem fora do campus. Se for este o caso, provavelmente não será um problema, pois há várias possibilidades de trabalho no campus.
Depois que termina o curso, o aluno é considerado em férias por até 4 meses ou até quando expirar o visto (vale o período mais curto). Se, depois disso, quiser um trabalho permanente, será preciso mudar o status do visto.
Se você tem o sonho de fazer faculdade em algum desses países, o time de especialistas da Daqui pra Fora pode ajudar com toda a assistência necessária. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Alunos-internacionais-podem-trabalhar-enquanto-fazem-faculdade-no-exterior.png9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-04-23 10:00:252024-02-29 14:54:48Alunos internacionais podem trabalhar durante a faculdade?
Estudar cinema no exterior é estar no epicentro do mercado, com os melhores professores e a melhor estrutura. Confira algumas excelentes opções.
Para quem busca uma carreira de sucesso, o ideal é estudar onde está o que há de melhor e mais respeitado na sua área de interesse. São lugares onde os professores têm forte ligação com o mercado de trabalho, onde a indústria local é referência e a estrutura da faculdade é de ponta e inovadora. Por isso, se você pensa em fazer faculdade de cinema, vale a pena ligar o radar para as universidades no exterior.
Antes de começar a pesquisar, é bom saber que na maioria das faculdades lá fora o curso é denominado Film ou Film Studies. Mas, em diversas universidades ele aparece com outros nomes, como:
Film Production;
Motion Picture Arts Production;
Cinematic Arts.
Seja qual for o nome do curso, nele você vai aprender tudo que envolve produção de cinema e televisão.
Como é o curso de cinema no exterior?
As matérias abordam desde história do cinema e crítica cinematográfica até como desenvolver habilidades e técnicas para ter sucesso nessa indústria. O diploma habilita o estudante a trabalhar com direção, roteiro, edição, animação, produção, direção de fotografia, direção de arte publicitária, entre outras carreiras.
Algumas das melhores faculdades do mundo na área de cinema estão nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, onde o mercado é extremamente desenvolvido e valorizado.
Nelas, os professores, além de terem forte formação acadêmica, geralmente têm fortes laços com a potente indústria local. Além disso, as faculdades estão preparadas e munidas dos melhores laboratórios, salas de edição, softwares e equipamentos para capacitar ao máximo os alunos para o mercado.
Nestes grandes centros, os estudantes aprendem na prática, dentro e fora da universidade. Isso ajuda a construir um forte portfólio, item fundamental no início da carreira.
A proximidade com os grandes estúdios e o forte networking internacional que os alunos constroem proporcionam importantes oportunidades de estágio e, consequentemente, mais tarde, melhores possibilidades de trabalho.
Neste vídeo, você verá importantes informações sobre a criação de portfólio e a participação em audição para o curso de cinema:
Onde estudar cinema no exterior
Estados Unidos
University of Southern California – USC School of Cinematic Arts – Los Angeles
A USC School of Cinematic Arts é a mais rica escola de cinema do mundo e considerada a melhor por muitos especialistas.
Recebe doações milionárias de mais de 10.000 de seus ex-alunos, entre eles o diretor George Lucas (Star Wars) e Ron Howard (Uma Mente Brilhante), além do produtor de Avatar, Jon Landau.
Parte desse reconhecimento se deve às instalações incomparáveis, à ênfase em técnicas cinematográficas e à estreita ligação com Hollywood.
Academicamente, USC oferece uma oportunidade de aprendizado completamente interdisciplinar, abrangendo todas as áreas da produção cinematográfica.
Tem foco em desenvolver criatividade e empreendedorismo para cinema, televisão ou mídia interativa. O objetivo é preparar os alunos para serem líderes e pioneiros nessa indústria.
A proposta interdisciplinar permite que os alunos, independentemente da área de especialização, possam escolher matérias em qualquer um dos 7 programas da escola, sem limitações.
A ideia é que eles se formem de maneira integral como media makers. Os programas são:
Animação e Artes Digitais;
Estudos de Cinema e Mídia;
Produção de Cinema e TV;
Mídia e Jogos Interativos;
Produção;
Escrita para Tela e TV;
Business de Cinema.
USC é uma universidade top 30 nos Estados Unidos, segundo o ranking US News. Localizada em Los Angeles, com 19.600 alunos na graduação, USC é a segunda universidade mais popular do país entre estudantes internacionais.
New York University – Tisch School of the Arts
A Tisch School of the Arts é a escola de artes da NYU. Ela abriga o Film Program da universidade. Tisch é uma das escolas de cinema mais famosas e prestigiadas no mundo.
Na Tisch os alunos aprendem fazendo e podem ter o privilégio de ouvir ex-alunos como James Franco em uma classe com 12 pessoas falando sobre como transformar poesia em filme, por exemplo.
A metodologia do Film Program da Tisch School inclui uma abordagem internacional e interdisciplinar. Com isso, seus ex-alunos seguem para as mais diversas carreiras.
Eles migram para departamentos de cinema em museus, para o jornalismo e vão também, claro, para a própria indústria do cinema, onde trabalham como roteiristas, diretores, editores ou produtores.
Entre os ex-alunos de cinema da NYU, estão os premiados diretores Oliver Stone, de Platoon e Nascido em 4 de Julho, e Martin Scorsese, de Touro Indomável, Os Infiltrados e O Lobo de Wall Street.
Considerada uma das 30 melhores universidades americanas (de acordo com o US News), com cerca de 27.400 estudantes na graduação, a NYU tem como um dos seus trunfos a localização.
No sul de Manhattan, os alunos viram a esquina e estão expostos ao que há de melhor no planeta quando o assunto é arte.
Quase metade dos alunos do instituto vêm de fora dos Estados Unidos, o que proporciona um ambiente diverso e multicultural, além de possibilitar a construção de uma excelente networking.
California Institute of the Arts – CalArts – Los Angeles
Fundado em 1961 pelos irmãos Roy e Walt Disney, CalArts transformou a formação de profissionais ligados às artes nos Estados Unidos. Uma das mais refinadas escolas na região de Los Angeles, CalArts é hoje um verdadeiro laboratório para artes criativas, o que lhe dá um caráter de escola de arte experimental.
Os ex-alunos de CalArts são uma prova de que a escola forma talentos visionários quando o assunto é criatividade. O diretor Tim Burton, de Batman, Edward Mãos de Tesoura, A Fantástica Fábrica de Chocolate e Alice no País das Maravilhas, é um dos melhores exemplos do viés artístico único de CalArts.
John Lasseter, diretor e produtor, responsável por filmes como Carros, Vida de Inseto, Monstros e Frozen, entre outros, também é ex-aluno de CalArts.
A escola de filme e vídeo é uma das 6 que compõem a faculdade. Todas juntas oferecem mais de 70 programas de graduação, que abrangem artes visuais, cênicas, de mídia e literárias.
Para quem se interessa por animação ou quer se aprofundar nessa área, vale a pena conhecer melhor CalArts. O DNA dos fundadores continua muito presente e faz de CalArts uma meca no assunto.
Reino Unido
University of Westminster – Londres
Uma das mais tradicionais universidades da Inglaterra, a University of Westminster oferece o curso de Film Studies, reconhecido como um dos melhores do mundo.
O curso forma filmmakers pensadores, que têm algo a dizer para o mundo e sobre o mundo. A escola opera a partir de um estúdio, dois estúdios de som, uma oficina de construção de cenários e amplas instalações de ponta de pós-produção.
O ambiente mistura teoria e prática, aliado a muita criatividade. Os alunos estudam história do cinema, crítica e estética, entre outros focos, sempre acompanhados da prática.
Trabalham cooperando de forma criativa, enquanto desenvolvem em áreas de produção como escrita, design de produção, edição e som, entre outras.
As produções dos alunos de Westminster são frequentemente exibidas em festivais e já foram premiadas no Reino Unido e em outros países.
Estudaram cinema em Westminster o cineasta e diretor de fotografia Seamus McGarvey (Anna Karenina e We Need to Talk About Kevin) e o roteirista e produtor Neal Purvis (Skyfall e Casino Royal).
Canadá
University of Toronto
Considerada a número 1 do Canadá e a 18a melhor universidade do mundo pelo ranking da Times Higher Education, a University of Toronto oferece o curso de cinema há mais de 40 anos.
Apesar de ser um dos maiores programas da área no Canadá, o ambiente em sala de aula do curso de cinema permanece intimista. A maioria das classes são pequenas, para que haja uma relação mais próxima entre professores e alunos. Nas classes maiores, os alunos dispõem de tutorias individuais.
A vida dos estudantes de cinema na University of Toronto é bastante movimentada pela Cinema Studies Undergraduate Students’ Union (uma espécie de grêmio estudantil dos alunos do curso de cinema).
Além disso, uma enorme variedade de eventos acontece o ano todo no Innis Town Hall, fantástico auditório da própria faculdade, e por toda a cidade de Toronto.
Com inúmeros festivais de cinema e a prestigiada programação da TIFF cinemateca, Toronto é uma cidade extremamente atraente para quem quer viver e aprender sobre cinema.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/04/CONHECA-ALGUMAS-DAS-MELHORES-FACULDADES-DE-CINEMA-NO-EXTERIOR.png9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-04-15 11:00:302023-12-15 21:40:30As melhores faculdades de cinema do mundo
Nas universidades americanas o aluno pode aplicar sem ter definido o curso que quer fazer. Ele tem os dois primeiros anos da faculdade para decidir.
O final do Ensino Médio não costuma ser um período muito tranquilo para a maioria dos estudantes. É quando acaba a vida escolar e pela frente está a vida universitária, totalmente nova. O momento envolve stress com notas e, ao mesmo tempo, muitas importantes tomadas de decisões.
As perguntas não param e geram um enorme nível de ansiedade. “Onde vou estudar” (no Brasil ou fora), “em quais universidades vou aplicar ou fazer vestibular” e, principalmente, “qual curso vou fazer” são algumas delas.
Quase ninguém cresce já decidido sobre o que vai fazer depois da escola ou qual carreira vai querer seguir. Portanto, nenhuma dessas perguntas tem resposta simples e rápida.
Quem decide fazer faculdade nos Estados Unidos pode eliminar um pouco desse stress, pois não precisa ter pressa para responder a principal pergunta: que curso (major) vou fazer.
Na maioria das universidades americanas os candidatos podem aplicar sem definir um curso específico antes de entrar. Neste caso, o aluno aplica com Undecided Major.
No Canadá, muitas universidades também oferecem esta flexibilidade, porém a oferta não é tão grande como nos Estados Unidos.
O que é Undecided Major
Quando você aplica com “undecided major” ou “undeclared major”, significa que você está aplicando para ser aceito como um estudante da universidade e não de um curso específico dela.
Parece óbvio que para quem ainda não tem certeza de que curso quer fazer, escolher aplicar com undecided major é a melhor opção. Sim, e é. E o mais interessante é que você terá até o final do segundo ano da faculdade para decidir o seu major.
Ou seja, durante todo este período poderá explorar diversas disciplinas e diferentes áreas de estudo para, enfim, poder tomar uma decisão mais madura e com muito mais conhecimento.
Portanto, se você ainda está na dúvida entre administração, psicologia ou engenharia, por exemplo, pode fazer matérias ligadas a cada uma delas nos primeiros anos e só depois fazer sua escolha.
Pode, inclusive, fazer disciplinas que não estão relacionadas diretamente às áreas que você cogita estudar e, quem sabe, descobrir outra paixão ou uma nova habilidade.
Uma vez admitido com undecided major, você vai dispor de vários recursos dentro da universidade para seguir o melhor caminho até tomar sua decisão. As universidades americanas disponibilizam profissionais e têm departamentos específicos para aconselhamento sobre cursos e carreiras.
Também organizam vários eventos anualmente relacionados ao tema. Além disso, vale a pena se engajar em clubs e grupos de estudo, sempre buscando explorar suas áreas de interesse.
O processo de declarar o major entre o primeiro e o segundo ano varia de universidade para universidade. Mas os alunos podem contar com a ajuda do academic advisor, um orientador que vai mostrar os passos que devem ser seguidos nesse processo. Ele também pode auxiliar na montagem da sua grade curricular.
Neste vídeo, você verá informações importantes sobre o undecided major:
Quando não aplicar com Undecided Major
Se você sabe realmente o que quer cursar e que carreira quer seguir, você pode escolher já declarar o major na sua application. Neste caso, o ideal é que sua application mostre sua ligação com a área, especialmente nas atividades extracurriculares e nas suas essays. Notas boas na escola em matérias relacionadas ao campo de estudo escolhido também podem ajudar.
Uma outra situação em que pode não valer a pena aplicar com undecided major é se sua área de interesse (ou uma delas) exigir que você seja admitido nela desde o primeiro ano.
Em geral isso acontece se o curso tiver matérias obrigatórias desde o início. Caso uma forte opção sua tenha esta configuração, você terá bem mais dificuldade de conseguir seguir no curso mais tarde.
Outro caso em que se deve pensar melhor em declarar undecided major é se, nas suas pesquisas, você perceber que no curso de seu interesse há matérias que são muito disputadas ou que não são oferecidas com muita frequência. Nesses casos, decidir antes facilita para garantir vaga automática nessas matérias.
Como fazer a mudança de major
Nas universidades americanas (e em algumas canadenses também) a mudança de major durante a faculdade é muito comum. Assim como em qualquer lugar do mundo, o aluno pode descobrir no meio do curso que aquilo que havia escolhido não era exatamente o que imaginava. Mesmo tendo feito bastante pesquisa anteriormente.
Nos Estados Unidos a exposição a uma variedade interminável de disciplinas e áreas de estudo, o convívio com diferentes culturas e com um novo estilo de vida são fatores que podem fazer com que os alunos resolvam mudar de ideia no meio do caminho. E as universidades estão preparadas para isso. O processo, além de comum, é bastante simples.
Saber que existe essa possibilidade de mudança e que ela não é complicada de ser realizada alivia bastante a pressão e o stress sobre o aluno.
Escolher por “Undecided Major” pode atrapalhar a application?
Aplicar com undecided major não quer dizer, necessariamente, que o candidato não tenha interesse em nada. Demonstra, na verdade, que ele se interessa por várias coisas e quer poder escolher melhor o que vai estudar.
Para a maioria dos especialistas em college admissions, escolher aplicar com undecided major não é um problema. Ao contrário. Eles afirmam que os profissionais que trabalham diretamente com as admissões sabem que escolher uma carreira é uma decisão difícil, especialmente para jovens no Ensino Médio. As universidades não esperam que um estudante tenha seu campo de estudo completamente definido aos 17 ou 18 anos.
Na verdade, optar por undecided major pode ser até positivo porque pode ser um sinal de honestidade, valor que os avaliadores apreciam bastante.
Por isso, é importante que os seus essays (as redações) estejam de acordo com esta opção. Ou seja, nas suas redações não deve constar que você pretendia ser médico desde criança, por exemplo.
Além disso, a escolha pelo undecided major pode ser vista com bons olhos também por avaliadores que acreditam que um candidato indeciso é uma pessoa aberta a buscar novos conhecimentos antes de se comprometer com uma área de estudo.
De qualquer forma, com major definido ou não, é fundamental construir uma candidatura forte, que potencialize ao máximo suas chances de ser aceito em um leque cada vez maior de universidades.
Se você já sabe qual curso pretende fazer ou se vai optar por undecided major, a Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência necessária até a sua aprovação.
Preencha o formulário abaixo e vamos começar a conversar sobre o seu processo.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Entenda-como-funciona-o-Undecided-Major.png8621300Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-04-07 10:00:342024-01-26 21:28:50Entenda como funciona o Undecided Major
Nos Estados Unidos, várias excelentes universidades oferecem neurociência na graduação. Conheça algumas delas e saiba mais sobre o curso.
Uma das áreas de conhecimento mais bem conceituadas e procuradas nos últimos tempos no mundo acadêmico é a neurociência. Seus estudos são muito abrangentes e impactam diretamente importantes campos, como a medicina, a psicologia e a educação, entre outros.
O objetivo dessa ciência que estuda profundamente o sistema nervoso é, de uma forma geral, melhorar as funções do cérebro e sua eficiência.
Para ter uma ideia da influência da neurociência no nosso dia a dia, basta ver em quais aspectos da vida ela interfere diretamente. Na medicina, os estudos colaboram, por exemplo, com controle de doenças, lesões cerebrais, reabilitação motora e impacto das drogas.
Na psicologia, ela desvenda o que há por trás das emoções. E na aprendizagem, as pesquisas da neurociência buscam entender, entre outras coisas, por que as pessoas aprendem de forma diferente e como funciona a memória.
São questões cada vez mais urgentes na vida das pessoas e que despertam muita curiosidade. Trata-se, portanto, de um campo muito fértil, com enorme espaço para pesquisa e extremamente importante para a humanidade.
No Brasil, para ser um neurocientista o estudante precisa cursar uma faculdade correlata, como psicologia, biologia ou medicina, e depois se especializar em neurociência em uma pós-graduação.
Nos Estados Unidos, além da especialização na pós, várias universidades oferecem cursos de graduação na área, com excelente qualidade acadêmica.
Onde estudar neurociência nos Estados Unidos
Michigan State University (MSU) – East Lansing
Considerada uma das Top 100 universidades do mundo pelo ranking Times Higher Education, Michigan State é hoje uma das maiores universidades dos Estados Unidos. Tem mais de 46.000 estudantes, a maioria na pós-graduação.
Do total de alunos, quase 7.000 são internacionais. A universidade conta com 2.853 professores, 687 deles de outros países, e tem mais de 580.000 ex-alunos espalhados pelo mundo.
Michigan State oferece mais de 200 programas de graduação. O curso de neurociência faz parte da College of Natural Science, uma das 17 faculdades de Michigan State. Ele é voltado para estudantes que querem seguir carreira na área, seja em pesquisa, no ensino ou na área da saúde.
Também é indicado para quem pretende seguir carreira acadêmica, com mestrado e doutorado, neste campo ou em outro correlato. Durante o curso, os alunos podem concentrar seus estudos em neurociência celular e do desenvolvimento, neurociência comportamental e de sistemas ou neurociência cognitiva.
O rol de disciplinas é bastante denso e ao mesmo tempo amplo, abrangendo diversas áreas, como microbiologia, cálculo, farmacologia, genética, física e psicologia. Uma grande parte dos estudos é feita em laboratórios de ponta, como o de neurociências comportamental e o de biologia celular e molecular.
Neste vídeo, mostramos como é a preparação para a candidatura a uma das vagas em universidades no exterior:
Georgia Institute of Technology (Georgia Tech/GT) – Atlanta
Georgia Tech é uma das principais universidades americanas e a 45a melhor do mundo, de acordo com o ranking THE. Localizada em Atlanta, GT tem quase 28.000 alunos, entre graduação e pós, quase 7.000 deles, internacionais. Mais de 30% dos seus 1.084 professores são estrangeiros.
Georgia Tech tem 6 colleges e 28 escolas. Neurociência está na College of Science. Lá o aluno encontra programas flexíveis, muito incentivo à pesquisa com alguns dos melhores pesquisadores do mundo na área, e ainda oportunidades internacionais. O curso é interdisciplinar e abrange todas as áreas da neurociência (celular, comportamental e sistemas).
Além das matérias obrigatórias do curso de neurociências, os alunos podem escolher disciplinas dentro de uma grande lista de eletivas. São 18 créditos de eletivas de especialização na própria neurociência e outros 15 mais abrangentes.
Eles podem qualificar o aluno para um minor em biologia, química, saúde e ciências médicas, matemática, psicologia, entre outros. Com isso, depois de formado, o estudante passa a ter mais opções profissionais, além de seguir como neurocientista.
The University of Tennessee (UTK) – Knoxville
Localizada em uma das maiores cidades do Estado, Knoxville, The University of Tennessee tem 24.250 alunos na graduação que se dividem em 11 faculdades. O curso de graduação em neurociência faz parte da College of Art & Science e, assim como a própria área de estudo, tem um caráter bastante interdisciplinar.
O programa inclui professores de outras faculdades, como engenharia, psicologia, veterinária, enfermagem, fonoaudiologia e pós-graduação em medicina. Apoiado principalmente nos currículos de biologia, psicologia e engenharia, o major em neurociência da UTK enfatiza o treinamento prático em pesquisa.
Além das aulas básicas, os alunos ainda podem se especializar em tópicos específicos e construir seu próprio currículo direcionado à carreira que querem seguir.
University of Kentucky (UK) – Lexington
Maior universidade do Estado de Kentucky, UK foi fundada em 1865 e conta hoje com 16 faculdades. Oferece 90 cursos de graduação (com mais de 22.000 alunos), 100 de mestrado e 66 de doutorado.
Fora das salas de aula, os alunos da University of Kentucky dispõem de 350 clubs e associações de estudantes. O campus conta com instalações de ponta, além de muitas opções de lazer e esportes.
O curso de bacharelado em neurociência em UK faz parte da College of Arts & Science. Nele os alunos ficam amplamente expostos aos aspectos básicos e aplicados na sala de aula e em muitos laboratórios. São guiados, principalmente, por professores e pesquisadores da própria faculdade e da faculdade de medicina.
As matérias abrangem, entre outras áreas, psicologia, cálculo, estatística, química, bioquímica, física e até comunicação. Elas cobrem as áreas de neurociência celular/molecular, neurofisiologia, neuroanatomia e neurociência integrada, incluindo comportamento.
Wartburg College – Waverly
Wartburg é uma Liberal Arts College localizada em Waverly, no estado de Iowa. Não é uma universidade grande, tem cerca de 1.660 alunos. Ainda assim, é bastante diversa, já que os estudantes vêm de 40 estados americanos e 60 países diferentes.
As salas de aula são pequenas, com média de 18 alunos. O contato com os professores é bastante próximo. Além disso, o espírito de comunidade é grande no campus.
Wartburg é uma das instituições que mais oferecem ajuda financeira a alunos internacionais nos Estados Unidos. Entre todos os seus estudantes, cerca de 94% recebem algum tipo de auxílio financeiro.
Wartburg oferece mais de 60 áreas de estudos em Libreal Arts. Há muitas opções de majors e minors. Um dos majors é neurociência. Neste curso os alunos são expostos principalmente à intersecção de biologia e psicologia e são encorajados a explorar outras áreas de interesse. Nesta graduação, são disponibilizados cursos avançados de pesquisa e muitas matérias eletivas.
Se interessou pelo assunto e quer mais informações sobre graduação em neurociências no exterior? Conheça nossos programas e fique por dentro do assunto.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Cursar-faculdade-de-neurociencia-no-exterior.png9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-03-23 10:00:452023-11-29 22:02:14Cursar faculdade de neurociência no exterior
Entenda o que são e como funcionam as simulações da ONU, importante atividade extracurricular que pode enriquecer o seu application.
Os processos seletivos para as universidades no exterior, especialmente nos Estados Unidos, não levam em conta apenas a nota de uma prova. Neles as universidades procuram olhar os candidatos como um todo, ou seja, o foco não é apenas no seu desempenho acadêmico. As instituições levam em conta como o aluno é na sala de aula e fora dela.
Neste contexto holístico, um item muito importante na candidatura são as atividades extracurriculares. Elas mostram, as principais habilidades e afinidades dos candidatos. Dizem muito sobre quem é o aluno e, portanto, se tornam peça fundamental na construção do perfil de cada um.
É por meio deste perfil que as universidades definem quem se alinha mais ou menos com o perfil da própria instituição. E este alinhamento é muito importante na decisão final sobre a admissão.
Uma ótima opção de atividade extracurricular, bastante valorizada pelas universidades, é o MUN (Model United Nation). O MUN é um evento onde os alunos participantes simulam estar atuando na Organização das Nações Unidas.
Pode ser na Assembleia Geral ou em qualquer um dos órgãos ligados a ela, como a OEA, a UNESCO e o Conselho de Segurança, por exemplo.
O que é o MUN?
Este tipo de simulação nasceu antes mesmo da fundação da ONU. Os primeiros eventos aconteceram nas universidades de Harvard e Oxford no início dos anos 1920. Na época, eles simulavam a Liga das Nações, órgão que antecedeu a ONU.
O objetivo dessas simulações é fazer com o que os estudantes entendam, por meio da prática, como é a dinâmica da ONU e das suas reuniões. Nessa vivência, os alunos representam um posicionamento, argumentam e propõem ideias para solucionar problemas sugeridos.
São discutidas questões globais reais e “atuais”. Vale lembrar que o posicionamento que você defende nem sempre está alinhado com o seu posicionamento pessoal sobre o assunto.
No início da simulação, os participantes são divididos em delegações, que representam um Estado Membro da Organização, e vão para diferentes comitês. Isso quer dizer que você pode representar a França em um comitê da UNESCO, Uganda na Comissão de Direitos Humanos ou Porto Rico na ONU Mulheres, por exemplo.
A maioria dos estudantes participa como representante, mas também pode participar como jornalista ou como juiz.
Os eventos de simulação da ONU são organizados por estudantes, geralmente de faculdades ligadas à área de relações internacionais, ou pelas próprias escolas de ensino médio no Brasil.
Mas R.I. não precisa ser a sua principal área de interesse para você querer participar do MUN. Os temas dos eventos envolvem inúmeros e variados assuntos, desde educação e saúde até clima e meio ambiente.
Os alunos são encorajados a estudar previamente questões geopolíticas, econômicas e históricas das suas delegações e das demais. Ao final do evento, que geralmente dura de 4 a 5 dias, são apresentadas resoluções para os problemas propostos dentro dos padrões da ONU.
Por que participar do MUN?
Além de poder ser um ponto forte no item atividades extracurriculares da sua application, participar do MUN contribui de várias formas para o seu desenvolvimento acadêmico e pessoal.
Inúmeras soft skills, habilidades muito valorizadas pelas equipes de seleção das universidades e de empresas, são desenvolvidas com a participação nesse tipo de evento. E elas são importantes para a sua vida pessoal também.
Relacionamento interpessoal é uma delas. As discussões, dentro e fora do seu grupo, as conversas nos corredores e até fora do evento, são um constante aprendizado no que diz respeito a como se comunicar e se relacionar. Tanto com quem pensa igual a você quanto com quem tem ideias diferentes.
Falar em público, ou oratória, é outra habilidade importante desenvolvida no MUN. Sendo obrigado a discursar, seja para argumentar, informar ou propor ideias, você vai aprender primeiro a criar e organizar este discurso.
Se já sabia fazer isso, certamente vai aperfeiçoar. Vai entender que na hora de falar, o foco deve ser o seu discurso e não o público. Ainda vai aprender a manejar o tempo e transformar o nervosismo em energia, entre outras coisas.
Você vai ver também que um discurso bem preparado e bem lido pode ser melhor que um mal elaborado e feito sem olhar o papel.
No MUN saber trabalhar em grupo também é muito importante. É praticamente certo que você fará parte de uma equipe (delegação) e, com isso, terá que desenvolver um trabalho em conjunto. Existem delegações individuais, que representam países bem pequenos, mas são muito poucas.
Você certamente ainda vai aprender muito sobre o mundo, vai desenvolver habilidades para solução de problemas, para escrita, diplomacia, liderança, autoconfiança e uma potente networking.
Como participar do MUN?
No mundo todo, estima-se que mais de 400 eventos de simulação da ONU ou similares aconteçam anualmente, tanto para alunos do Ensino Médio como para universitários. Harvard MUN (do qual escolas brasileiras podem participar), Oxford MUN, Change the World MUN (CWMUN), são alguns deles no exterior.
A HMUN é a mais antiga e ainda a mais prestigiada simulação da ONU hoje no mundo. Ela recebe em Boston, Massachussetts, mais de 4.000 participantes de 50 países, selecionados por um processo de application, que se dividirão em 30 comitês.
Estudantes brasileiros do Ensino Médio podem aplicar para participar, tanto representando sua escola quanto individualmente.
No Brasil, várias universidades organizam simulação da ONU para alunos do Ensino Médio. Em São Paulo, o Fórum FAAP é um deles. A ONU Jr, criada em 2002, acontece em Niterói (RJ). A PUC-Minas Gerais organiza o MINIONU, que já está na 22a edição, em Belo Horizonte e em Poços de Caldas.
Há vários eventos hoje em diferentes lugares do país. Em alguns, os estudantes podem participar individualmente e em outros, representando sua escola. É importante checar no site do evento como se inscrever.
O Instituto Diplomun organiza vários eventos de simulação da ONU no Brasil, em que os alunos podem participar individualmente. E oferece mentoria para quem tem interesse em participar do HMUN.
Várias escolas de Ensino Médio no Brasil também organizam seus próprios eventos de simulação da ONU. Se a sua escola ainda não tem esse tipo de evento e você tem interesse, vale a pena propor a criação e até participar dela.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Saiba-o-que-e-MUN-Simulacoes-da-ONU.png9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-03-18 10:00:572023-12-11 15:01:42Saiba o que é MUN - Simulações da ONU
O SAT, mais tradicional exame solicitado pelas universidades americanas no processo seletivo, se tornou digital. Entenda o que muda no novo formato.
Há décadas o SAT (Scholastic Aptitude Test) é o exame de aptidão mais utilizado nos Estados Unidos e em vários outros países para admissão de alunos nas universidades. Ele foi criado em 1926 e de lá para cá, mesmo sendo uma prova unificada e padronizada, sofreu inúmeras mudanças no seu formato e conteúdo.
A mais recente mudança foi divulgada no final de 2022 e diz respeito à nova plataforma de aplicação da prova. O SAT agora é digital.
O que muda com o SAT digital?
Recentemente, muitas universidades fizeram algumas alterações nos seus processos de seleção de alunos, uma boa parte em função da pandemia. Seguindo essa tendência, mas não apenas por causa da pandemia, o College Board, responsável pela organização do SAT, decidiu implementar mudanças importantes no formato do teste.
O lápis e o papel foram aposentados e o exame passou a ser digital, realizado em notebooks ou tablets nos mesmos centros autorizados. Ou seja, a alteração não implica em poder fazer o teste de casa.
O novo formato passa a vigorar a partir de 2024 nos Estados Unidos e começou em 2023 no restante do mundo. O PSAT, uma espécie de treinamento para a prova, já foi digital em 2023 inclusive nos Estados Unidos.
De acordo com a direção do SAT, o teste digital será mais fácil de ser feito, mais fácil de ser aplicado, mais seguro e mais relevante. Segundo a organização da prova, nos últimos anos houve mudanças significativas no ensino e na aprendizagem que só podem ser cobertas em um modelo digital de prova.
A migração para esta nova plataforma é também, portanto, uma maneira de aproximar a avaliação da forma como os alunos aprendem hoje. Os administradores do SAT afirmam que vão aproveitar todas as vantagens e possibilidades que o formato digital pode oferecer.
Como funciona o SAT digital?
Uma importante alteração que aconteceu com o novo formato diz respeito à duração da prova, que agora tem uma hora a menos. No modelo com papel e lápis, os candidatos têm três horas para terminar o exame. Na plataforma digital, o SAT tem a duração de até duas horas.
Como isso é possível? A prova tem menos conteúdo? Não. O objetivo continua sendo medir o conhecimento e as habilidades dos candidatos. Porém, o volume de leitura durante o exame agora é menor.
Isso engloba os textos e os próprios enunciados das questões. Ao mesmo tempo, a prova agora inclui uma gama maior de tópicos, o que a tornou culturalmente mais relevante.
Na sessão de matemática, a calculadora, que no formato atual é permitida apenas em algumas questões, pode ser utilizada em toda a prova.
Os candidatos podem usar seus próprios equipamentos (laptops ou tablets). Em caso de perda de conexão com a internet, tudo fica salvo e o aluno pode continuar a prova normalmente.
Outra mudança que beneficia diretamente os alunos é o tempo de espera pelo resultado. Ao invés de aguardar semanas pela nota, o candidato agora recebe acesso ao seu resultado em alguns dias.
O novo formato foi testado nos Estados Unidos e em outros países em novembro de 2022. Cerca de 80% dos estudantes que fizeram o exame aprovaram o novo formato digital. O feedback obtido pela organização indica que os alunos acharam a prova mais clara, mais concisa e menos estressante.
Do lado dos educadores, o retorno também foi positivo. Eles consideraram muito boa a experiência na aplicação do novo exame.
O que não muda no SAT digital
A prova continua valendo 1.600 pontos (800 para cada sessão) e continua sendo realizada nos centros autorizados. As sessões são as mesmas, matemática e inglês. A nota ainda pode ser utilizada para requerer bolsa de estudos.
O SAT continuará sendo uma parte importante da avaliação holística que é feita pelas universidades durante a seleção dos candidatos.
O processo seletivo inclui, além da nota do SAT, as notas do aluno no Ensino Médio, as atividades extracurriculares, cartas de recomendação, redação (essay) e, no caso dos alunos internacionais, o teste de proficiência em inglês. Em alguns casos, as faculdades pedem um portfólio e/ou solicitam uma entrevista.
Este conjunto de documentos e informações compõem a sua application e determinam o seu perfil para as universidades. Quanto maior a nota no SAT, maiores as possibilidades de aceitação e, assim, mais e melhores portas podem se abrir.
Portanto, seja no formato com papel e lápis ou no novo modelo digital, é fundamental uma boa preparação para essa prova.
Se você quer orientação especializada sobre o SAT e quais as melhores universidades para os seus objetivos, venha conversar com a gente. A Daqui pra Fora oferece assistência durante todo o processo de admissão de estudantes brasileiros em universidades do exterior.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/02/SAT-Digital-o-que-mudara.png9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-02-27 10:00:422024-01-24 15:30:55SAT Digital: o que mudará?
Saiba onde estão e como são os melhores cursos de graduação para a inovadora e promissora carreira de design de games.
Uma das áreas que vive um boom na demanda de profissionais no mundo inteiro é a de design de games. O mercado crescente de usuários – hoje são mais de 2,2 bilhões em todo o planeta – requer a formação constante de novos profissionais. Eles são cada vez mais necessários para criar e desenvolver jogos para computadores, tablets, smartphones ou videogames.
De acordo com a empresa de pesquisas Newzoo, em 2023 a indústria de games deve movimentar mais de US$ 204 bilhões em todo o planeta. Em 2021, mesmo com a pandemia, as vendas ficaram em torno de US$ 175 bilhões.
Na verdade, durante a pandemia o tempo gasto em jogos de videogame no mundo aumentou 39%. Ou seja, o mercado não para de crescer. E essa demanda de conteúdo vem gerando interesse pela área e muitas oportunidades de trabalho.
A mudança de status de hobby para um mercado multimilionário fez com que crescesse também a necessidade de preparar adequadamente profissionais para trabalhar no setor. Hoje, importantes universidades no mundo inteiro oferecem cursos para quem quer trabalhar no mercado de games.
No curso de bacharel em design de games o aluno aprende, entre outras coisas:
Engenharia de software;
Animação 2D e 3D;
Linguagem de programação;
Design de computador.
Fazer estágio é muito interessante. Com ele, além de adquirir experiência, o aluno amplia o networking com profissionais da área.
Nos Estados Unidos, o maior do mundo em termos de receita em videogames, estão alguns dos melhores cursos de graduação na área. É lá que estão também algumas das melhores empresas para estagiar e trabalhar.
O Reino Unido também oferece excelentes faculdades em design de games e tem um mercado muito potente também, assim como o Canadá. A seguir você vai conhecer algumas das melhores opções de universidades nestes três países.
Onde estudar design de games
University of Southern California (USC)
Localizada em Los Angeles, próximo ao Vale do Silício, USC é considerada a melhor universidade para se estudar design de games nos Estados Unidos e no mundo. Ela oferece 4 programas que focam em diferentes áreas do game design. Dois deles são programas de graduação e dois de pós.
As aulas são práticas e ministradas por designers, produtores e desenvolvedores especializados, diretamente ligados ao mercado. USC oferece também vários minors excelentes para game design. Entre eles estão Empreendedorismo em Jogos, Áudio de Jogos, Modelagem e gráficos 3D.
Na mais antiga universidade particular da Califórnia, os cerca de 19.600 alunos dispõem de cerca de 850 organizações estudantis, com atividades nas mais diversas áreas. USC é considerada a 63a melhor universidade do mundo pelo ranking Times Higher Education.
New York University (NYU)
O curso de game design da NYU é oferecido na Tisch School of the Arts, uma das mais prestigiadas escolas de artes do mundo. O campus, em Manhattan, recebe alunos do mundo inteiro, interessados na excelência acadêmica e no efervescente mercado ao seu redor.
NYU é a 26a melhor universidade do mundo, segundo o ranking THE. E é uma das mais diversas dos Estados Unidos, com cerca de 35% dos seus alunos vindos do exterior.
O Game Center da NYU foca no valor do videogame como um fenômeno cultural, assim como acontece com o teatro e o cinema. A escola oferece programa de bacharel e pós graduação na área. Na Tisch o aluno aprende fazendo.
Estudantes e professores estão constantemente criando jogos, escrevendo artigos e organizando eventos. Os alunos aprendem jogando, criando e investigando como funcionam e o que significam.
No final do programa, o aluno desenvolve seu próprio jogo, com ou sem a colaboração de uma equipe. Assim, já sai do curso com pelo menos um importante item no seu portfólio.
Uma das grandes vantagens da NYU é que a universidade conecta facilmente seus alunos com empresas por meio de estágios. A Tisch oferece ainda ótimas opções em matéria eletivas que podem dar mais recursos para os alunos de design de games.
Drexel University
Localizada na Filadélfia, Drexel University é uma das 15 maiores universidades dos Estados Unidos. O curso de Science in Game Design and Production é oferecido na Westphal College of Media Arts and Design, uma das 15 escolas da universidade.
O curso trabalha fundamentos de design e tecnologia, com aulas práticas que abrangem toda a produção de um vídeo game. A escola possui uma cooperativa, onde todos os alunos trabalham seis meses diretamente na produção de jogos, garantindo experiência na área antes de se formar.
Na Drexler as turmas são pequenas, as instalações e os equipamentos são de ponta. Os alunos utilizam o Laboratório de Captura e Efeitos de Animação e o Laboratório de Pesquisa Imersiva em realidade virtual, realidade aumentada e mídia imersiva.
O currículo enfatiza o trabalho em equipe baseado em projetos e tem uma estrutura que reproduz a realidade da indústria de design de jogos. O objetivo é preparar o aluno para um trabalho interdisciplinar em indústrias de qualquer tamanho, garantindo bons portfólios antes da formatura.
Manchester Metropolitan University
Uma das mais bem conceituadas do mundo na área de game design, MMU tem um currículo que foca em jogos para celular, além de design de jogos tradicionais. A abordagem é baseada na prática.
A School of Digital Arts (SODA) da MMU oferece suporte para que o aluno construa um portfólio potente de jogos e itens ligados ao trabalho de criação. O currículo oferece inúmeras oportunidades de trabalhos interdisciplinares em grupo, em um cenário semelhante ao que o aluno encontrará no mercado.
Quem está trabalhando com design de som, animação ou produção de mídia, por exemplo, interage com alunos do departamento de matemática e computação.
As instalações também seguem os padrões das indústrias, o que permite o desenvolvimento das habilidades técnicas requeridas no mercado.
O curso dura 4 anos e depois do terceiro o aluno pode passar um ano estagiando na indústria de games. Neste período, o aluno tem ao menos 36 semanas de experiência em uma empresa, aprendendo e desenvolvendo as principais habilidades para o mercado de trabalho.
Sheridan College
Localizada na província de Ontário, no Canadá, Sheridan College é reconhecida pela excelência nas áreas de animação e ilustração, filme e design, business, entre outras. A universidade tem aproximadamente 23.000 estudantes e disponibiliza mais de 130 programas em 6 faculdades.
O curso de Design de Games, na Faculty of Animation, Arts and Design, dura 4 anos e oferece aos alunos a oportunidade de diversificarem suas habilidades na área. O objetivo é ir além dos aspectos técnicos e artísticos do design de jogos.
Os alunos aprendem sobre a indústria de games e como gerenciar seus projetos. Estudam as tendências e aprendem a administrar uma equipe durante o desenvolvimento de um trabalho.
O currículo aborda design e mecânica de jogos, arte e animação 2D e 3D, narrativa de jogos, design de níveis, áudio, entre outras habilidades. Os estudantes trabalham em projetos em laboratórios e fazem simulações e estudos de casos para se aproximarem mais da realidade da indústria de games. No final do curso, os alunos trabalham em equipes para construir um jogo a partir do zero.
Quer saber como realizar o seu sonho de fazer uma graduação no exterior? Conheça os nossos programas e saiba como podemos ajudar nesse processo.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Conheca-algumas-das-melhores-universidades-para-estudar-design-de-games.png8621300Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-02-20 10:00:172023-11-30 22:39:01Melhores universidades para estudar design de games
Saiba tudo sobre a universidade conhecida por ser um dos maiores centros de pesquisa do Canadá e veja também como fazer para estudar lá.
Para quem busca excelência acadêmica e qualidade de vida, o Canadá é um destino que não pode ficar de fora do radar daqueles que pensam em fazer faculdade no exterior.
Conhecido pela beleza, organização e pelos excelentes serviços que oferece à população – entre eles saúde e segurança -, o Canadá é um dos países que melhor recebe estrangeiros. Além disso, em termos acadêmicos, tem tradicionalmente várias universidades entre as melhores classificadas nos principais rankings internacionais,
Hoje, o Canadá tem 5 universidades entre as melhores do mundo no ranking da Times Higher Education. A Universidade de Montreal (Université de Montréal, também conhecida como UdeM), 88a colocada, é uma delas.
Se você pensa em estudar no Canadá e quer fazer faculdade em francês, sem dúvida a Universidade de Montreal deve ser um dos alvos principais do seu radar.
Conheça a Universidade de Montreal
Fundada em 1878 na província de Quebéc, a Universidade de Montreal tem como idioma padrão na graduação o francês. Com duas escolas afiliadas, a Polytechnique Montreal (engenharia) e a HEC (Business), é considerada hoje um dos maiores complexos universitários da América do Norte.
Quarta melhor universidade do Canadá, UdeM tem aproximadamente 65 mil alunos -73% deles na graduação -, 2.400 professores e pesquisadores, além de 500 professores associados. De acordo com o ranking Times Higher Education, cerca de 23% dos estudantes vêm de fora do Canadá, o que faz da Universidade de Montreal a terceira mais diversa do país.
A universidade atrai mais de U$ 500 milhões em fundos para pesquisa todos os anos. Com esse investimento, UdeM se tornou o 3o maior centro de pesquisas do país e um dos maiores do mundo.
Vários importantes laboratórios nasceram na Universidade de Montreal. Um deles é o Instituto de Pesquisa em Imunologia e Câncer (IRIC), um dos mais produtivos do Canadá na área.
Além das duas escolas afiliadas, a Universidade de Montreal possui 14 faculdades, divididas em mais de 60 departamentos. A universidade tem ainda parceria com 500 instituições internacionais em 65 países.
São oferecidos na UdeM um total de 600 programas de graduação e pós, todos muito bem avaliados. Algumas das áreas com maior reconhecimento são estatística, veterinária, anatomia e fisiologia, farmácia, política, business, ciências da computação e comunicação.
Para alunos internacionais, os cursos de graduação têm, em geral, duração de 4 anos, sendo um deles preparatório. Para quem optar por fazer double major, é necessário cursar mais um ano.
Em termos de empregabilidade, a Universidade de Montreal tem excelente reputação. É a 41a colocada neste quesito no Global University Rankings.
A vida no campus da UdeM
Conhecido como Mount Royal, o campus principal da Universidade de Montreal fica a noroeste do parque de mesmo nome, um dos mais lindos da América do Norte. São cerca de 65 hectares de área, com muito verde e cerca de 40 prédios. O mais imponente deles é o Pavilhão Roger-Gaudry, cuja torre pode ser vista de todo o campus.
O campus da UdeM parece uma pequena cidade dentro de uma metrópole. Lá os alunos encontram tudo o que precisam e muito mais. Há centros médicos e odontológicos, refeitórios, instalações esportivas, housing no campus e fora dele, entre outras facilidades.
Além disso, existem grupos de estudantes e clubs para todos os tipos de interesses. Os alunos internacionais dispõem de um suporte especial, além do apoio dos “ambassadors”, estudantes preparados para receber novos alunos.
A universidade oferece ainda programas para quem quer melhorar o francês e também para quem precisa de algum tipo de ajuda na área acadêmica.
Viver e estudar em Montreal
Montreal é considerada a melhor cidade da América do Norte para estudantes internacionais. Cerca de 35.000 novos alunos chegam todos os anos do exterior para viver e estudar na cidade, que é a segunda maior do Canadá.
De acordo com o ranking QS Best Student Cities, Montreal é considerada a cidade com a melhor experiência para estudantes no mundo.
Nomeada a capital cultural do País, a cidade tem Little Italy, Chinatown, Little Portugal e diversos outros bairros adotados por imigrantes. Com 23% da população internacional, a Grande Montreal tem mais de 120 comunidades de todos os continentes. Mais da metade da população (55%) é bilíngue (inglês e francês) e perto de 20% fala 3 línguas ou mais.
É quase impossível ficar entediado em Montreal. Há programas para todos os gostos: música, gastronomia, arte, esportes e natureza. A cidade recebe mais de 120 festivais por ano, entre eles o Arab World Festival e o Festival Internacional Nuits D’Afrique.
Montreal tem 11 universidades e mais de 200.000 estudantes, cerca de 42.000 deles internacionais. O custo para moradia é mais acessível que os encontrados na maioria das grandes cidades da América do Norte.
Montreal é ainda o centro empresarial da província de Quebéc. E teve o maior crescimento no índice de emprego entre as 20 maiores cidades do Canadá em 2017. O mercado, portanto, favorece que alunos internacionais ganhem experiência em indústrias de ponta.
Vale lembrar que quem faz faculdade no Canadá pode trabalhar 20 horas por semana e período integral nas férias.
Outra vantagem importante em Montreal é poder ir e vir para qualquer lugar a qualquer hora do dia com segurança. A revista The Economist classificou Montreal como a 14a cidade mais segura do mundo e a 4a da América do Norte.
O processo seletivo da Universidade de Montreal
Para ter certeza de que o aluno internacional terá condições de acompanhar os cursos, as universidades solicitam um teste de proficiência no idioma padrão da instituição.
Como na graduação da Universidade de Montreal os cursos são ministrados em francês, um dos requisitos para ingresso é o teste de proficiência em francês (DELF/DALF).
De uma forma geral, o processo seletivo é semelhante ao das universidades americanas. Além de enviar a nota da prova de proficiência no idioma, o aluno preenche o formulário de application e encaminha o histórico escolar à universidade.
O histórico deve conter as notas do 9o ano do Ensino Fundamental à 3a série do Médio. Alguns cursos ou programas podem pedir também carta de recomendação, escrita por professores ou coordenadores da escola.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Conheca-a-Universidade-de-Montreal.png8621300Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-02-13 12:00:052024-04-04 10:52:01Conheça a Universidade de Montreal
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/02/As-melhores-faculdades-para-estudar-moda-no-exterior.png8621300Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-02-05 12:22:542023-12-05 22:01:47As melhores faculdades para estudar moda no exterior
No vibrante centro de Londres, a Universidade de Westminster oferece ensino inovador e pioneirismo aliados a muita história e tradição.
A Inglaterra é hoje o segundo país mais procurado por estudantes internacionais. O ensino de ponta e a excelente qualidade de vida são, sem dúvida, alguns dos principais fatores que atraem estudantes do mundo inteiro para a terra da rainha.
Algumas das mais antigas e renomadas universidades do planeta estão no Reino Unido, que é reconhecido também pela importância nas pesquisas acadêmicas em diversas áreas.
Cerca de 496.000 estrangeiros fazem faculdade na Inglaterra hoje, o que corresponde a aproximadamente 21% dos universitários do país.
Londres, um dos principais centros econômicos e políticos da Europa e do mundo, atrai grande parte destes alunos. Estudar em Londres significa viver nessa cidade que respira cultura dia e noite e é recheada de atrações e eventos o ano inteiro. Tudo isso aliado a serviços de qualidade em saúde, transporte e segurança.
É no vibrante centro de Londres que fica a Universidade de Westminster. Fundada em 1838 como Royal Polytechnic Institute, o primeiro instituto politécnico do Reino Unido se tornou oficialmente University of Westminster em 1992.
Siga a leitura até o final para conhecer um pouco mais sobre essa importante instituição britânica de ensino.
Por dentro da Universidade de Westminster
A ênfase na internacionalização é uma das marcas da Universidade de Westminster. Considerada a universidade mais diversa do Reino Unido, Westminster tem mais de 25% dos seus 22.000 estudantes internacionais, vindos de 169 países de todos os continentes.
A universidade ainda faz parceria com 190 instituições em 56 países, o que possibilita oportunidades de estudo e trabalho voluntário fora do país.
Os alunos se dividem em 4 campus, três deles no centro de Londres (Cavendish, Marylebone e Regent Street), e um, Harrow, no noroeste da cidade.
A universidade é composta por 3 faculdades que oferecem mais de 300 cursos de graduação e pós. São elas:
College of Design, Creative and Digital Industries;
College of Liberal Arts and Science;
Westminster Business School.
Os cursos nas áreas de mídia e moda estão relacionados entre os melhores do mundo.
As disciplinas, em geral, têm módulos longos que incluem habilidades relacionadas ao trabalho e atividades práticas. Os alunos também são estimulados a participar de pesquisas acadêmicas durante o curso.
Um investimento de 20 milhões de libras foi feito recentemente nas instalações da universidade. A primeira sala de cinema da história foi restaurada, equipamentos esportivos foram comprados ou modernizados e ainda foi desenvolvido o Financial Market Suites (FSM).
O FSM utiliza a plataforma Bloomberg. Com ela, alunos, professores e pesquisadores têm à disposição a tecnologia amplamente adotada pelos principais bancos de investimento e centros financeiros do mundo.
A Universidade de Westminster é reconhecida historicamente pela excelência em pesquisas. Grande parte do ensino é sustentado por esse trabalho em áreas como arte e design, mídia e comunicações, direito e arquitetura.
Os pesquisadores da universidade receberam recentemente um investimento de 6 milhões de libras e conduzem estudos importantes na luta contra doenças como Alzheimer, câncer de mama, malária e o vírus Ebola.
A vida do estudante na Universidade de Westminster
Seja em finanças e negócios, moda, música, esporte ou arte, Londres é o lugar onde as coisas tendem a acontecer primeiro. Na Universidade de Westminster o campus se mistura com a cidade.
As salas de aula não se limitam aos muros da universidade. Estudar lá significa, portanto, ter acesso fácil a todas as novidades nos mais variados setores. A experiência se estende para toda a cidade e os alunos podem, dali, explorar o Reino Unido e a Europa.
A universidade procura aproveitar as vantagens de estar no centro de Londres e estabelece links com importantes organizações na cidade e em todo o Reino Unido. O Serviço de Carreiras e Empregabilidade da universidade tem ligação com mais de 3.000 empresas.
Nos 4 campus, a Universidade de Westminster oferece bibliotecas 24 horas, laboratórios de ciências de última geração e recursos avançados de TI. Tem ainda estúdios de cinema e TV, galerias, espaços para arquitetura e design, além do FSM, entre outras modernas instalações.
O convívio com uma comunidade diversa e multicultural ainda proporciona a formação de uma potente networking internacional. Os alunos que vêm do exterior têm à disposição uma equipe de apoio específica e um programa de reforço para inglês (se necessário). Depois de formados, todos passam a fazer parte do grupo de ex-alunos que tem mais de 180.000 pessoas em 180 países.
Entre os ex-alunos da Universidade de Westminster estão Alexander Fleming, descobridor da penicilina; Charlie Watts, baterista dos Rolling Stones; e Christopher Bailey, CEO e diretor de criação da Burberry. Também estudaram lá Roger Waters, Nick Mason e Richard Wright, do Pink Floyd.
Como aplicar para a Universidade de Westminster
A candidatura para a Universidade de Westminster é feita pelo UCAS (Universities and Colleges Admission Service), plataforma do Reino Unidos que corresponde ao Common App (dos Estados Unidos).
No processo seletivo do Reino Unido, são exigidos basicamente o histórico escolar do candidato e o exame de proficiência em inglês, TOEFL ou, preferencialmente, o IELTS. No caso da Universidade de Westminster, para a maioria dos cursos se exige nota 6,0 no IELTS.
Nas universidades do Reino Unido os candidatos aplicam diretamente para o curso escolhido. Alguns cursos podem ter algumas exigências específicas, como portfólios, redações (carta de motivação) ou cartas de recomendação.
Por isso, é importante checar com antecedência no site da universidade todas as exigências para o seu curso e ter os documentos prontos dentro do prazo de envio.
Alunos internacionais cujo diploma do Ensino Médio não corresponde ao do Reino Unido devem fazer um ano de Foundation. O Foundation é um ano básico, onde o aluno é apresentado para o sistema europeu de ensino e preparado para os 3 anos seguintes de faculdade.
A Universidade de Westminster tem um curso de Foundation voltado para os estudantes internacionais em parceria com a Kaplan International College.
Se interessou pela Universidade de Westminster e quer saber como estudar lá? Nossa equipe especializada pode oferecer toda a assistência necessária. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/01/Conheca-a-Universidade-de-Westminster.png8621300Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-01-29 11:30:122024-02-19 11:28:35Conheça a Universidade de Westminster
Alunos internacionais podem trabalhar durante a faculdade?
/em Sem categoria /por Daqui pra ForaTrabalhar durante o curso no exterior alivia as despesas, traz experiência, potencializa o currículo e multiplica o networking. Veja como fazer isso.
Estudar no exterior é indiscutivelmente uma experiência engrandecedora. Viver fora do seu país, aprender uma nova cultura, conviver com pessoas do mundo inteiro e, claro, ter que se virar sozinho no dia a dia são vivências que trazem muito desenvolvimento e evolução.
Aliado a tudo isso, estudar em uma instituição de excelência acrescenta demais à formação de qualquer estudante.
Será que é possível melhorar ainda mais esta experiência? Sim, aliar o estudo ao trabalho é uma forma de tornar a experiência lá fora ainda mais marcante, potente e transformadora.
Por que trabalhar durante a faculdade no exterior?
Antes de mais nada, o trabalho pode ajudar o estudante internacional (e a família) com as despesas durante o curso no exterior. Seja com alimentação e moradia ou com passeios, livros e compras, o dinheiro “extra” pode ser muito bem vindo para aliviar o custo da jornada.
E, caso não precise no momento, o aluno pode começar a fazer seu planejamento financeiro já de olho na sua carreira ou mirar em qualquer outro objetivo.
De qualquer forma, trabalhar durante a faculdade no exterior é uma ótima maneira de potencializar a experiência. Além do lado financeiro, sem dúvida, ganha-se muito em aprendizado e, principalmente, em experiência dentro ou fora da área de estudo.
Vivenciar a cultura de uma empresa lá fora, aprender a lidar com pessoas diferentes, exercer uma função nova ou diferentes funções, tudo isso se transforma em um grande portfólio. E, claro, estes ganhos terão um importante reflexo no desenvolvimento pessoal e da carreira.
Outro aspecto positivo nessa experiência é o tamanho e a potência do networking que se constrói. A vivência no trabalho aumenta certamente o número de contatos e, principalmente, a qualidade e a diversidade deles.
Porém, é preciso entender e respeitar as regras ou leis que são destinadas ao estudante internacional quando o assunto é trabalho, seja onde for. A seguir você vai ver as possibilidades de trabalhar durante a faculdade nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá.
Trabalhar nos Estados Unidos
Alunos internacionais podem trabalhar durante o curso nos Estados Unidos, porém há algumas restrições. Quem tem o visto F-1 (estudante) pode trabalhar no campus desde o início do curso.
As ofertas são principalmente nas bibliotecas, no refeitório e nos centros estudantis. É permitido trabalhar até 20 horas semanais (meio período) durante o período de aulas. Nas férias e feriados pode ser período integral.
Fora do campus, é permitido trabalhar a partir do segundo ano da faculdade, com autorizações específicas, que são elas:
O OPT (Optional Practical Training) é uma autorização bastante procurada por estudantes internacionais. Obtendo o OPT, o aluno pode trabalhar temporariamente por até 12 meses (período integral).
Este período pode ser cumprido durante o curso (Pre-Completion) ou após a conclusão dele (Post-Completion). No Pre-Completion, durante o curso o aluno pode trabalhar até 20 horas semanais e até 40 horas semanais durante as férias.
Depois de concluir o curso, Post-Completion, são 40 horas semanais. O trabalho precisa estar diretamente relacionado à área de estudo do aluno.
Estudantes que concluíram cursos nas áreas de ciências, matemática, engenharia e tecnologia (STEM) podem aplicar para estender o OPT para mais 24 meses, após o término dos 12 meses convencionais.
O CPT (Curricular Practical Training) é outra autorização que permite que estudantes internacionais trabalhem durante o curso, sendo que essa autorização deve estar ligada a uma aula que tenha um requerimento de estágio.
Assim como pelo OPT, o trabalho, seja por emprego, estágio ou educação cooperativa, também precisa estar diretamente ligado ao campo de estudo do aluno.
Uma das diferenças entre o CPT e o OPT é que com o CPT o período de 12 meses de trabalho deve ser concluído antes do término do curso. Além disso, o aluno precisa ter uma oferta de trabalho para aplicar para o CPT, enquanto para o OPT ele pode aplicar mesmo sem ter uma oferta oficial de trabalho.
Trabalhar no Canadá
No Canadá, o visto de estudante permite que os alunos internacionais trabalhem enquanto fazem faculdade. Inclusive fora do campus. A permissão vale desde o início do curso superior.
Fora do campus é permitido trabalhar para todo tipo de empresa. No campus, há várias opções de trabalho. O aluno pode ser assistente de pesquisa, pode trabalhar em organização estudantil ou mesmo para alguma empresa privada instalada no campus, como uma academia ou restaurante, por exemplo. O aluno pode, inclusive, trabalhar para ele mesmo se tiver um negócio localizado fisicamente no campus.
Enquanto faz o curso, o estudante tem permissão para trabalhar no Canadá até 20 horas semanais (meio período) fora do campus. No campus não há limite de horas.
Depois de formado, o aluno pode solicitar o Post Graduation Work Permit (PGWP), um visto de trabalho em tempo integral que tem duração de 1 a 3 anos. Ele deve ser solicitado até 90 dias após a conclusão do curso, quando o visto de estudante ainda está válido.
Alguns programas de estudo incluem experiência de trabalho como parte de seu currículo, e o aluno pode solicitar uma autorização de trabalho cooperativo ou estágio seguindo algumas regras específicas que precisam ser avaliadas, são os chamados Co-Ops.
O Co-OP é um programa de cooperação entre universidade e empresas. Apesar de não serem exigidos para o estudante se graduar, é uma excelente oportunidade para que jovens universitários tenham experiências práticas no mercado de trabalho.
Esse programa geralmente é realizado no segundo ou terceiro ano da universidade e dura cerca de 4 meses. Após aceito é necessário pedir o visto de co-op student, que te legaliza a trabalhar 40 horas semanais.
É um programa muito interessante e dependendo da área a remuneração média pode chegar a 35 dólares canadenses por hora.
Trabalhar no Reino Unido
Nas universidades do Reino Unido, alunos internacionais (com visto Tier 4, de estudante) podem trabalhar meio período (até 20 horas semanais) durante o período de aulas. Nas férias é permitido trabalhar período integral.
Especialmente nas grandes cidades, não é difícil conseguir trabalho meio período. Mas é preciso prestar atenção em alguns detalhes.
Trabalhar para si mesmo ou como freelancer, por exemplo, não é permitido. Os contratos são temporários, não podem ser permanentes.
Os alunos internacionais não podem trabalhar como autônomos ou montar um negócio. O visto de estudante também não permite que o aluno internacional trabalhe como atleta profissional ou artista.
Vale a pena, também, verificar se a sua universidade tem regras específicas para o trabalho de estudantes internacionais. Algumas instituições podem não permitir que alunos internacionais trabalhem fora do campus. Se for este o caso, provavelmente não será um problema, pois há várias possibilidades de trabalho no campus.
Depois que termina o curso, o aluno é considerado em férias por até 4 meses ou até quando expirar o visto (vale o período mais curto). Se, depois disso, quiser um trabalho permanente, será preciso mudar o status do visto.
Se você tem o sonho de fazer faculdade em algum desses países, o time de especialistas da Daqui pra Fora pode ajudar com toda a assistência necessária. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
As melhores faculdades de cinema do mundo
/em Sem categoria /por Daqui pra ForaEstudar cinema no exterior é estar no epicentro do mercado, com os melhores professores e a melhor estrutura. Confira algumas excelentes opções.
Para quem busca uma carreira de sucesso, o ideal é estudar onde está o que há de melhor e mais respeitado na sua área de interesse. São lugares onde os professores têm forte ligação com o mercado de trabalho, onde a indústria local é referência e a estrutura da faculdade é de ponta e inovadora. Por isso, se você pensa em fazer faculdade de cinema, vale a pena ligar o radar para as universidades no exterior.
Antes de começar a pesquisar, é bom saber que na maioria das faculdades lá fora o curso é denominado Film ou Film Studies. Mas, em diversas universidades ele aparece com outros nomes, como:
Seja qual for o nome do curso, nele você vai aprender tudo que envolve produção de cinema e televisão.
Como é o curso de cinema no exterior?
As matérias abordam desde história do cinema e crítica cinematográfica até como desenvolver habilidades e técnicas para ter sucesso nessa indústria. O diploma habilita o estudante a trabalhar com direção, roteiro, edição, animação, produção, direção de fotografia, direção de arte publicitária, entre outras carreiras.
Algumas das melhores faculdades do mundo na área de cinema estão nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, onde o mercado é extremamente desenvolvido e valorizado.
Nelas, os professores, além de terem forte formação acadêmica, geralmente têm fortes laços com a potente indústria local. Além disso, as faculdades estão preparadas e munidas dos melhores laboratórios, salas de edição, softwares e equipamentos para capacitar ao máximo os alunos para o mercado.
Nestes grandes centros, os estudantes aprendem na prática, dentro e fora da universidade. Isso ajuda a construir um forte portfólio, item fundamental no início da carreira.
A proximidade com os grandes estúdios e o forte networking internacional que os alunos constroem proporcionam importantes oportunidades de estágio e, consequentemente, mais tarde, melhores possibilidades de trabalho.
Neste vídeo, você verá importantes informações sobre a criação de portfólio e a participação em audição para o curso de cinema:
Onde estudar cinema no exterior
Estados Unidos
University of Southern California – USC School of Cinematic Arts – Los Angeles
A USC School of Cinematic Arts é a mais rica escola de cinema do mundo e considerada a melhor por muitos especialistas.
Recebe doações milionárias de mais de 10.000 de seus ex-alunos, entre eles o diretor George Lucas (Star Wars) e Ron Howard (Uma Mente Brilhante), além do produtor de Avatar, Jon Landau.
Parte desse reconhecimento se deve às instalações incomparáveis, à ênfase em técnicas cinematográficas e à estreita ligação com Hollywood.
Academicamente, USC oferece uma oportunidade de aprendizado completamente interdisciplinar, abrangendo todas as áreas da produção cinematográfica.
Tem foco em desenvolver criatividade e empreendedorismo para cinema, televisão ou mídia interativa. O objetivo é preparar os alunos para serem líderes e pioneiros nessa indústria.
A proposta interdisciplinar permite que os alunos, independentemente da área de especialização, possam escolher matérias em qualquer um dos 7 programas da escola, sem limitações.
A ideia é que eles se formem de maneira integral como media makers. Os programas são:
USC é uma universidade top 30 nos Estados Unidos, segundo o ranking US News. Localizada em Los Angeles, com 19.600 alunos na graduação, USC é a segunda universidade mais popular do país entre estudantes internacionais.
New York University – Tisch School of the Arts
A Tisch School of the Arts é a escola de artes da NYU. Ela abriga o Film Program da universidade. Tisch é uma das escolas de cinema mais famosas e prestigiadas no mundo.
Na Tisch os alunos aprendem fazendo e podem ter o privilégio de ouvir ex-alunos como James Franco em uma classe com 12 pessoas falando sobre como transformar poesia em filme, por exemplo.
A metodologia do Film Program da Tisch School inclui uma abordagem internacional e interdisciplinar. Com isso, seus ex-alunos seguem para as mais diversas carreiras.
Eles migram para departamentos de cinema em museus, para o jornalismo e vão também, claro, para a própria indústria do cinema, onde trabalham como roteiristas, diretores, editores ou produtores.
Entre os ex-alunos de cinema da NYU, estão os premiados diretores Oliver Stone, de Platoon e Nascido em 4 de Julho, e Martin Scorsese, de Touro Indomável, Os Infiltrados e O Lobo de Wall Street.
Considerada uma das 30 melhores universidades americanas (de acordo com o US News), com cerca de 27.400 estudantes na graduação, a NYU tem como um dos seus trunfos a localização.
No sul de Manhattan, os alunos viram a esquina e estão expostos ao que há de melhor no planeta quando o assunto é arte.
Quase metade dos alunos do instituto vêm de fora dos Estados Unidos, o que proporciona um ambiente diverso e multicultural, além de possibilitar a construção de uma excelente networking.
California Institute of the Arts – CalArts – Los Angeles
Fundado em 1961 pelos irmãos Roy e Walt Disney, CalArts transformou a formação de profissionais ligados às artes nos Estados Unidos. Uma das mais refinadas escolas na região de Los Angeles, CalArts é hoje um verdadeiro laboratório para artes criativas, o que lhe dá um caráter de escola de arte experimental.
Os ex-alunos de CalArts são uma prova de que a escola forma talentos visionários quando o assunto é criatividade. O diretor Tim Burton, de Batman, Edward Mãos de Tesoura, A Fantástica Fábrica de Chocolate e Alice no País das Maravilhas, é um dos melhores exemplos do viés artístico único de CalArts.
John Lasseter, diretor e produtor, responsável por filmes como Carros, Vida de Inseto, Monstros e Frozen, entre outros, também é ex-aluno de CalArts.
A escola de filme e vídeo é uma das 6 que compõem a faculdade. Todas juntas oferecem mais de 70 programas de graduação, que abrangem artes visuais, cênicas, de mídia e literárias.
Para quem se interessa por animação ou quer se aprofundar nessa área, vale a pena conhecer melhor CalArts. O DNA dos fundadores continua muito presente e faz de CalArts uma meca no assunto.
Reino Unido
University of Westminster – Londres
Uma das mais tradicionais universidades da Inglaterra, a University of Westminster oferece o curso de Film Studies, reconhecido como um dos melhores do mundo.
O curso forma filmmakers pensadores, que têm algo a dizer para o mundo e sobre o mundo. A escola opera a partir de um estúdio, dois estúdios de som, uma oficina de construção de cenários e amplas instalações de ponta de pós-produção.
O ambiente mistura teoria e prática, aliado a muita criatividade. Os alunos estudam história do cinema, crítica e estética, entre outros focos, sempre acompanhados da prática.
Trabalham cooperando de forma criativa, enquanto desenvolvem em áreas de produção como escrita, design de produção, edição e som, entre outras.
As produções dos alunos de Westminster são frequentemente exibidas em festivais e já foram premiadas no Reino Unido e em outros países.
Estudaram cinema em Westminster o cineasta e diretor de fotografia Seamus McGarvey (Anna Karenina e We Need to Talk About Kevin) e o roteirista e produtor Neal Purvis (Skyfall e Casino Royal).
Canadá
University of Toronto
Considerada a número 1 do Canadá e a 18a melhor universidade do mundo pelo ranking da Times Higher Education, a University of Toronto oferece o curso de cinema há mais de 40 anos.
Apesar de ser um dos maiores programas da área no Canadá, o ambiente em sala de aula do curso de cinema permanece intimista. A maioria das classes são pequenas, para que haja uma relação mais próxima entre professores e alunos. Nas classes maiores, os alunos dispõem de tutorias individuais.
A vida dos estudantes de cinema na University of Toronto é bastante movimentada pela Cinema Studies Undergraduate Students’ Union (uma espécie de grêmio estudantil dos alunos do curso de cinema).
Além disso, uma enorme variedade de eventos acontece o ano todo no Innis Town Hall, fantástico auditório da própria faculdade, e por toda a cidade de Toronto.
Com inúmeros festivais de cinema e a prestigiada programação da TIFF cinemateca, Toronto é uma cidade extremamente atraente para quem quer viver e aprender sobre cinema.
Entenda como funciona o Undecided Major
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaNas universidades americanas o aluno pode aplicar sem ter definido o curso que quer fazer. Ele tem os dois primeiros anos da faculdade para decidir.
O final do Ensino Médio não costuma ser um período muito tranquilo para a maioria dos estudantes. É quando acaba a vida escolar e pela frente está a vida universitária, totalmente nova. O momento envolve stress com notas e, ao mesmo tempo, muitas importantes tomadas de decisões.
As perguntas não param e geram um enorme nível de ansiedade. “Onde vou estudar” (no Brasil ou fora), “em quais universidades vou aplicar ou fazer vestibular” e, principalmente, “qual curso vou fazer” são algumas delas.
Quase ninguém cresce já decidido sobre o que vai fazer depois da escola ou qual carreira vai querer seguir. Portanto, nenhuma dessas perguntas tem resposta simples e rápida.
Quem decide fazer faculdade nos Estados Unidos pode eliminar um pouco desse stress, pois não precisa ter pressa para responder a principal pergunta: que curso (major) vou fazer.
Na maioria das universidades americanas os candidatos podem aplicar sem definir um curso específico antes de entrar. Neste caso, o aluno aplica com Undecided Major.
No Canadá, muitas universidades também oferecem esta flexibilidade, porém a oferta não é tão grande como nos Estados Unidos.
O que é Undecided Major
Quando você aplica com “undecided major” ou “undeclared major”, significa que você está aplicando para ser aceito como um estudante da universidade e não de um curso específico dela.
Parece óbvio que para quem ainda não tem certeza de que curso quer fazer, escolher aplicar com undecided major é a melhor opção. Sim, e é. E o mais interessante é que você terá até o final do segundo ano da faculdade para decidir o seu major.
Ou seja, durante todo este período poderá explorar diversas disciplinas e diferentes áreas de estudo para, enfim, poder tomar uma decisão mais madura e com muito mais conhecimento.
Portanto, se você ainda está na dúvida entre administração, psicologia ou engenharia, por exemplo, pode fazer matérias ligadas a cada uma delas nos primeiros anos e só depois fazer sua escolha.
Pode, inclusive, fazer disciplinas que não estão relacionadas diretamente às áreas que você cogita estudar e, quem sabe, descobrir outra paixão ou uma nova habilidade.
Uma vez admitido com undecided major, você vai dispor de vários recursos dentro da universidade para seguir o melhor caminho até tomar sua decisão. As universidades americanas disponibilizam profissionais e têm departamentos específicos para aconselhamento sobre cursos e carreiras.
Também organizam vários eventos anualmente relacionados ao tema. Além disso, vale a pena se engajar em clubs e grupos de estudo, sempre buscando explorar suas áreas de interesse.
O processo de declarar o major entre o primeiro e o segundo ano varia de universidade para universidade. Mas os alunos podem contar com a ajuda do academic advisor, um orientador que vai mostrar os passos que devem ser seguidos nesse processo. Ele também pode auxiliar na montagem da sua grade curricular.
Neste vídeo, você verá informações importantes sobre o undecided major:
Quando não aplicar com Undecided Major
Se você sabe realmente o que quer cursar e que carreira quer seguir, você pode escolher já declarar o major na sua application. Neste caso, o ideal é que sua application mostre sua ligação com a área, especialmente nas atividades extracurriculares e nas suas essays. Notas boas na escola em matérias relacionadas ao campo de estudo escolhido também podem ajudar.
Uma outra situação em que pode não valer a pena aplicar com undecided major é se sua área de interesse (ou uma delas) exigir que você seja admitido nela desde o primeiro ano.
Em geral isso acontece se o curso tiver matérias obrigatórias desde o início. Caso uma forte opção sua tenha esta configuração, você terá bem mais dificuldade de conseguir seguir no curso mais tarde.
Outro caso em que se deve pensar melhor em declarar undecided major é se, nas suas pesquisas, você perceber que no curso de seu interesse há matérias que são muito disputadas ou que não são oferecidas com muita frequência. Nesses casos, decidir antes facilita para garantir vaga automática nessas matérias.
Como fazer a mudança de major
Nas universidades americanas (e em algumas canadenses também) a mudança de major durante a faculdade é muito comum. Assim como em qualquer lugar do mundo, o aluno pode descobrir no meio do curso que aquilo que havia escolhido não era exatamente o que imaginava. Mesmo tendo feito bastante pesquisa anteriormente.
Nos Estados Unidos a exposição a uma variedade interminável de disciplinas e áreas de estudo, o convívio com diferentes culturas e com um novo estilo de vida são fatores que podem fazer com que os alunos resolvam mudar de ideia no meio do caminho. E as universidades estão preparadas para isso. O processo, além de comum, é bastante simples.
Saber que existe essa possibilidade de mudança e que ela não é complicada de ser realizada alivia bastante a pressão e o stress sobre o aluno.
Escolher por “Undecided Major” pode atrapalhar a application?
Aplicar com undecided major não quer dizer, necessariamente, que o candidato não tenha interesse em nada. Demonstra, na verdade, que ele se interessa por várias coisas e quer poder escolher melhor o que vai estudar.
Para a maioria dos especialistas em college admissions, escolher aplicar com undecided major não é um problema. Ao contrário. Eles afirmam que os profissionais que trabalham diretamente com as admissões sabem que escolher uma carreira é uma decisão difícil, especialmente para jovens no Ensino Médio. As universidades não esperam que um estudante tenha seu campo de estudo completamente definido aos 17 ou 18 anos.
Na verdade, optar por undecided major pode ser até positivo porque pode ser um sinal de honestidade, valor que os avaliadores apreciam bastante.
Por isso, é importante que os seus essays (as redações) estejam de acordo com esta opção. Ou seja, nas suas redações não deve constar que você pretendia ser médico desde criança, por exemplo.
Além disso, a escolha pelo undecided major pode ser vista com bons olhos também por avaliadores que acreditam que um candidato indeciso é uma pessoa aberta a buscar novos conhecimentos antes de se comprometer com uma área de estudo.
De qualquer forma, com major definido ou não, é fundamental construir uma candidatura forte, que potencialize ao máximo suas chances de ser aceito em um leque cada vez maior de universidades.
Se você já sabe qual curso pretende fazer ou se vai optar por undecided major, a Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência necessária até a sua aprovação.
Preencha o formulário abaixo e vamos começar a conversar sobre o seu processo.
Cursar faculdade de neurociência no exterior
/em Cursos /por Daqui pra ForaNos Estados Unidos, várias excelentes universidades oferecem neurociência na graduação. Conheça algumas delas e saiba mais sobre o curso.
Uma das áreas de conhecimento mais bem conceituadas e procuradas nos últimos tempos no mundo acadêmico é a neurociência. Seus estudos são muito abrangentes e impactam diretamente importantes campos, como a medicina, a psicologia e a educação, entre outros.
Acompanhe a leitura até o final para entender melhor qual é o papel da neurociência e também conhecer as melhores universidades ao redor do mundo que oferecem essa importante graduação.
Qual é a função da neurociência?
O objetivo dessa ciência que estuda profundamente o sistema nervoso é, de uma forma geral, melhorar as funções do cérebro e sua eficiência.
Para ter uma ideia da influência da neurociência no nosso dia a dia, basta ver em quais aspectos da vida ela interfere diretamente. Na medicina, os estudos colaboram, por exemplo, com controle de doenças, lesões cerebrais, reabilitação motora e impacto das drogas.
Na psicologia, ela desvenda o que há por trás das emoções. E na aprendizagem, as pesquisas da neurociência buscam entender, entre outras coisas, por que as pessoas aprendem de forma diferente e como funciona a memória.
São questões cada vez mais urgentes na vida das pessoas e que despertam muita curiosidade. Trata-se, portanto, de um campo muito fértil, com enorme espaço para pesquisa e extremamente importante para a humanidade.
No Brasil, para ser um neurocientista o estudante precisa cursar uma faculdade correlata, como psicologia, biologia ou medicina, e depois se especializar em neurociência em uma pós-graduação.
Nos Estados Unidos, além da especialização na pós, várias universidades oferecem cursos de graduação na área, com excelente qualidade acadêmica.
Onde estudar neurociência nos Estados Unidos
Michigan State University (MSU) – East Lansing
Considerada uma das Top 100 universidades do mundo pelo ranking Times Higher Education, Michigan State é hoje uma das maiores universidades dos Estados Unidos. Tem mais de 46.000 estudantes, a maioria na pós-graduação.
Do total de alunos, quase 7.000 são internacionais. A universidade conta com 2.853 professores, 687 deles de outros países, e tem mais de 580.000 ex-alunos espalhados pelo mundo.
Michigan State oferece mais de 200 programas de graduação. O curso de neurociência faz parte da College of Natural Science, uma das 17 faculdades de Michigan State. Ele é voltado para estudantes que querem seguir carreira na área, seja em pesquisa, no ensino ou na área da saúde.
Também é indicado para quem pretende seguir carreira acadêmica, com mestrado e doutorado, neste campo ou em outro correlato. Durante o curso, os alunos podem concentrar seus estudos em neurociência celular e do desenvolvimento, neurociência comportamental e de sistemas ou neurociência cognitiva.
O rol de disciplinas é bastante denso e ao mesmo tempo amplo, abrangendo diversas áreas, como microbiologia, cálculo, farmacologia, genética, física e psicologia. Uma grande parte dos estudos é feita em laboratórios de ponta, como o de neurociências comportamental e o de biologia celular e molecular.
Neste vídeo, mostramos como é a preparação para a candidatura a uma das vagas em universidades no exterior:
Georgia Institute of Technology (Georgia Tech/GT) – Atlanta
Georgia Tech é uma das principais universidades americanas e a 45a melhor do mundo, de acordo com o ranking THE. Localizada em Atlanta, GT tem quase 28.000 alunos, entre graduação e pós, quase 7.000 deles, internacionais. Mais de 30% dos seus 1.084 professores são estrangeiros.
Georgia Tech tem 6 colleges e 28 escolas. Neurociência está na College of Science. Lá o aluno encontra programas flexíveis, muito incentivo à pesquisa com alguns dos melhores pesquisadores do mundo na área, e ainda oportunidades internacionais. O curso é interdisciplinar e abrange todas as áreas da neurociência (celular, comportamental e sistemas).
Além das matérias obrigatórias do curso de neurociências, os alunos podem escolher disciplinas dentro de uma grande lista de eletivas. São 18 créditos de eletivas de especialização na própria neurociência e outros 15 mais abrangentes.
Eles podem qualificar o aluno para um minor em biologia, química, saúde e ciências médicas, matemática, psicologia, entre outros. Com isso, depois de formado, o estudante passa a ter mais opções profissionais, além de seguir como neurocientista.
The University of Tennessee (UTK) – Knoxville
Localizada em uma das maiores cidades do Estado, Knoxville, The University of Tennessee tem 24.250 alunos na graduação que se dividem em 11 faculdades. O curso de graduação em neurociência faz parte da College of Art & Science e, assim como a própria área de estudo, tem um caráter bastante interdisciplinar.
O programa inclui professores de outras faculdades, como engenharia, psicologia, veterinária, enfermagem, fonoaudiologia e pós-graduação em medicina. Apoiado principalmente nos currículos de biologia, psicologia e engenharia, o major em neurociência da UTK enfatiza o treinamento prático em pesquisa.
Além das aulas básicas, os alunos ainda podem se especializar em tópicos específicos e construir seu próprio currículo direcionado à carreira que querem seguir.
University of Kentucky (UK) – Lexington
Maior universidade do Estado de Kentucky, UK foi fundada em 1865 e conta hoje com 16 faculdades. Oferece 90 cursos de graduação (com mais de 22.000 alunos), 100 de mestrado e 66 de doutorado.
Fora das salas de aula, os alunos da University of Kentucky dispõem de 350 clubs e associações de estudantes. O campus conta com instalações de ponta, além de muitas opções de lazer e esportes.
O curso de bacharelado em neurociência em UK faz parte da College of Arts & Science. Nele os alunos ficam amplamente expostos aos aspectos básicos e aplicados na sala de aula e em muitos laboratórios. São guiados, principalmente, por professores e pesquisadores da própria faculdade e da faculdade de medicina.
As matérias abrangem, entre outras áreas, psicologia, cálculo, estatística, química, bioquímica, física e até comunicação. Elas cobrem as áreas de neurociência celular/molecular, neurofisiologia, neuroanatomia e neurociência integrada, incluindo comportamento.
Wartburg College – Waverly
Wartburg é uma Liberal Arts College localizada em Waverly, no estado de Iowa. Não é uma universidade grande, tem cerca de 1.660 alunos. Ainda assim, é bastante diversa, já que os estudantes vêm de 40 estados americanos e 60 países diferentes.
As salas de aula são pequenas, com média de 18 alunos. O contato com os professores é bastante próximo. Além disso, o espírito de comunidade é grande no campus.
Wartburg é uma das instituições que mais oferecem ajuda financeira a alunos internacionais nos Estados Unidos. Entre todos os seus estudantes, cerca de 94% recebem algum tipo de auxílio financeiro.
Wartburg oferece mais de 60 áreas de estudos em Libreal Arts. Há muitas opções de majors e minors. Um dos majors é neurociência. Neste curso os alunos são expostos principalmente à intersecção de biologia e psicologia e são encorajados a explorar outras áreas de interesse. Nesta graduação, são disponibilizados cursos avançados de pesquisa e muitas matérias eletivas.
Se interessou pelo assunto e quer mais informações sobre graduação em neurociências no exterior? Conheça nossos programas e fique por dentro do assunto.
Saiba o que é MUN – Simulações da ONU
/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaEntenda o que são e como funcionam as simulações da ONU, importante atividade extracurricular que pode enriquecer o seu application.
Os processos seletivos para as universidades no exterior, especialmente nos Estados Unidos, não levam em conta apenas a nota de uma prova. Neles as universidades procuram olhar os candidatos como um todo, ou seja, o foco não é apenas no seu desempenho acadêmico. As instituições levam em conta como o aluno é na sala de aula e fora dela.
Neste contexto holístico, um item muito importante na candidatura são as atividades extracurriculares. Elas mostram, as principais habilidades e afinidades dos candidatos. Dizem muito sobre quem é o aluno e, portanto, se tornam peça fundamental na construção do perfil de cada um.
É por meio deste perfil que as universidades definem quem se alinha mais ou menos com o perfil da própria instituição. E este alinhamento é muito importante na decisão final sobre a admissão.
Uma ótima opção de atividade extracurricular, bastante valorizada pelas universidades, é o MUN (Model United Nation). O MUN é um evento onde os alunos participantes simulam estar atuando na Organização das Nações Unidas.
Pode ser na Assembleia Geral ou em qualquer um dos órgãos ligados a ela, como a OEA, a UNESCO e o Conselho de Segurança, por exemplo.
O que é o MUN?
Este tipo de simulação nasceu antes mesmo da fundação da ONU. Os primeiros eventos aconteceram nas universidades de Harvard e Oxford no início dos anos 1920. Na época, eles simulavam a Liga das Nações, órgão que antecedeu a ONU.
O objetivo dessas simulações é fazer com o que os estudantes entendam, por meio da prática, como é a dinâmica da ONU e das suas reuniões. Nessa vivência, os alunos representam um posicionamento, argumentam e propõem ideias para solucionar problemas sugeridos.
São discutidas questões globais reais e “atuais”. Vale lembrar que o posicionamento que você defende nem sempre está alinhado com o seu posicionamento pessoal sobre o assunto.
No início da simulação, os participantes são divididos em delegações, que representam um Estado Membro da Organização, e vão para diferentes comitês. Isso quer dizer que você pode representar a França em um comitê da UNESCO, Uganda na Comissão de Direitos Humanos ou Porto Rico na ONU Mulheres, por exemplo.
A maioria dos estudantes participa como representante, mas também pode participar como jornalista ou como juiz.
Os eventos de simulação da ONU são organizados por estudantes, geralmente de faculdades ligadas à área de relações internacionais, ou pelas próprias escolas de ensino médio no Brasil.
Mas R.I. não precisa ser a sua principal área de interesse para você querer participar do MUN. Os temas dos eventos envolvem inúmeros e variados assuntos, desde educação e saúde até clima e meio ambiente.
Os alunos são encorajados a estudar previamente questões geopolíticas, econômicas e históricas das suas delegações e das demais. Ao final do evento, que geralmente dura de 4 a 5 dias, são apresentadas resoluções para os problemas propostos dentro dos padrões da ONU.
Por que participar do MUN?
Além de poder ser um ponto forte no item atividades extracurriculares da sua application, participar do MUN contribui de várias formas para o seu desenvolvimento acadêmico e pessoal.
Inúmeras soft skills, habilidades muito valorizadas pelas equipes de seleção das universidades e de empresas, são desenvolvidas com a participação nesse tipo de evento. E elas são importantes para a sua vida pessoal também.
Relacionamento interpessoal é uma delas. As discussões, dentro e fora do seu grupo, as conversas nos corredores e até fora do evento, são um constante aprendizado no que diz respeito a como se comunicar e se relacionar. Tanto com quem pensa igual a você quanto com quem tem ideias diferentes.
Falar em público, ou oratória, é outra habilidade importante desenvolvida no MUN. Sendo obrigado a discursar, seja para argumentar, informar ou propor ideias, você vai aprender primeiro a criar e organizar este discurso.
Se já sabia fazer isso, certamente vai aperfeiçoar. Vai entender que na hora de falar, o foco deve ser o seu discurso e não o público. Ainda vai aprender a manejar o tempo e transformar o nervosismo em energia, entre outras coisas.
Você vai ver também que um discurso bem preparado e bem lido pode ser melhor que um mal elaborado e feito sem olhar o papel.
No MUN saber trabalhar em grupo também é muito importante. É praticamente certo que você fará parte de uma equipe (delegação) e, com isso, terá que desenvolver um trabalho em conjunto. Existem delegações individuais, que representam países bem pequenos, mas são muito poucas.
Você certamente ainda vai aprender muito sobre o mundo, vai desenvolver habilidades para solução de problemas, para escrita, diplomacia, liderança, autoconfiança e uma potente networking.
Como participar do MUN?
No mundo todo, estima-se que mais de 400 eventos de simulação da ONU ou similares aconteçam anualmente, tanto para alunos do Ensino Médio como para universitários. Harvard MUN (do qual escolas brasileiras podem participar), Oxford MUN, Change the World MUN (CWMUN), são alguns deles no exterior.
A HMUN é a mais antiga e ainda a mais prestigiada simulação da ONU hoje no mundo. Ela recebe em Boston, Massachussetts, mais de 4.000 participantes de 50 países, selecionados por um processo de application, que se dividirão em 30 comitês.
Estudantes brasileiros do Ensino Médio podem aplicar para participar, tanto representando sua escola quanto individualmente.
No Brasil, várias universidades organizam simulação da ONU para alunos do Ensino Médio. Em São Paulo, o Fórum FAAP é um deles. A ONU Jr, criada em 2002, acontece em Niterói (RJ). A PUC-Minas Gerais organiza o MINIONU, que já está na 22a edição, em Belo Horizonte e em Poços de Caldas.
Há vários eventos hoje em diferentes lugares do país. Em alguns, os estudantes podem participar individualmente e em outros, representando sua escola. É importante checar no site do evento como se inscrever.
O Instituto Diplomun organiza vários eventos de simulação da ONU no Brasil, em que os alunos podem participar individualmente. E oferece mentoria para quem tem interesse em participar do HMUN.
Várias escolas de Ensino Médio no Brasil também organizam seus próprios eventos de simulação da ONU. Se a sua escola ainda não tem esse tipo de evento e você tem interesse, vale a pena propor a criação e até participar dela.
Todo esse envolvimento em atividades extracurriculares relevantes pode ser a diferença na hora da sua aplicação para uma vaga em universidade do exterior.
SAT Digital: o que mudará?
/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaO SAT, mais tradicional exame solicitado pelas universidades americanas no processo seletivo, se tornou digital. Entenda o que muda no novo formato.
Há décadas o SAT (Scholastic Aptitude Test) é o exame de aptidão mais utilizado nos Estados Unidos e em vários outros países para admissão de alunos nas universidades. Ele foi criado em 1926 e de lá para cá, mesmo sendo uma prova unificada e padronizada, sofreu inúmeras mudanças no seu formato e conteúdo.
A mais recente mudança foi divulgada no final de 2022 e diz respeito à nova plataforma de aplicação da prova. O SAT agora é digital.
O que muda com o SAT digital?
Recentemente, muitas universidades fizeram algumas alterações nos seus processos de seleção de alunos, uma boa parte em função da pandemia. Seguindo essa tendência, mas não apenas por causa da pandemia, o College Board, responsável pela organização do SAT, decidiu implementar mudanças importantes no formato do teste.
O lápis e o papel foram aposentados e o exame passou a ser digital, realizado em notebooks ou tablets nos mesmos centros autorizados. Ou seja, a alteração não implica em poder fazer o teste de casa.
O novo formato passa a vigorar a partir de 2024 nos Estados Unidos e começou em 2023 no restante do mundo. O PSAT, uma espécie de treinamento para a prova, já foi digital em 2023 inclusive nos Estados Unidos.
De acordo com a direção do SAT, o teste digital será mais fácil de ser feito, mais fácil de ser aplicado, mais seguro e mais relevante. Segundo a organização da prova, nos últimos anos houve mudanças significativas no ensino e na aprendizagem que só podem ser cobertas em um modelo digital de prova.
A migração para esta nova plataforma é também, portanto, uma maneira de aproximar a avaliação da forma como os alunos aprendem hoje. Os administradores do SAT afirmam que vão aproveitar todas as vantagens e possibilidades que o formato digital pode oferecer.
Como funciona o SAT digital?
Uma importante alteração que aconteceu com o novo formato diz respeito à duração da prova, que agora tem uma hora a menos. No modelo com papel e lápis, os candidatos têm três horas para terminar o exame. Na plataforma digital, o SAT tem a duração de até duas horas.
Como isso é possível? A prova tem menos conteúdo? Não. O objetivo continua sendo medir o conhecimento e as habilidades dos candidatos. Porém, o volume de leitura durante o exame agora é menor.
Isso engloba os textos e os próprios enunciados das questões. Ao mesmo tempo, a prova agora inclui uma gama maior de tópicos, o que a tornou culturalmente mais relevante.
Na sessão de matemática, a calculadora, que no formato atual é permitida apenas em algumas questões, pode ser utilizada em toda a prova.
Os candidatos podem usar seus próprios equipamentos (laptops ou tablets). Em caso de perda de conexão com a internet, tudo fica salvo e o aluno pode continuar a prova normalmente.
Outra mudança que beneficia diretamente os alunos é o tempo de espera pelo resultado. Ao invés de aguardar semanas pela nota, o candidato agora recebe acesso ao seu resultado em alguns dias.
O novo formato foi testado nos Estados Unidos e em outros países em novembro de 2022. Cerca de 80% dos estudantes que fizeram o exame aprovaram o novo formato digital. O feedback obtido pela organização indica que os alunos acharam a prova mais clara, mais concisa e menos estressante.
Do lado dos educadores, o retorno também foi positivo. Eles consideraram muito boa a experiência na aplicação do novo exame.
O que não muda no SAT digital
A prova continua valendo 1.600 pontos (800 para cada sessão) e continua sendo realizada nos centros autorizados. As sessões são as mesmas, matemática e inglês. A nota ainda pode ser utilizada para requerer bolsa de estudos.
O SAT continuará sendo uma parte importante da avaliação holística que é feita pelas universidades durante a seleção dos candidatos.
O processo seletivo inclui, além da nota do SAT, as notas do aluno no Ensino Médio, as atividades extracurriculares, cartas de recomendação, redação (essay) e, no caso dos alunos internacionais, o teste de proficiência em inglês. Em alguns casos, as faculdades pedem um portfólio e/ou solicitam uma entrevista.
Este conjunto de documentos e informações compõem a sua application e determinam o seu perfil para as universidades. Quanto maior a nota no SAT, maiores as possibilidades de aceitação e, assim, mais e melhores portas podem se abrir.
Portanto, seja no formato com papel e lápis ou no novo modelo digital, é fundamental uma boa preparação para essa prova.
Se você quer orientação especializada sobre o SAT e quais as melhores universidades para os seus objetivos, venha conversar com a gente. A Daqui pra Fora oferece assistência durante todo o processo de admissão de estudantes brasileiros em universidades do exterior.
Melhores universidades para estudar design de games
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaSaiba onde estão e como são os melhores cursos de graduação para a inovadora e promissora carreira de design de games.
Uma das áreas que vive um boom na demanda de profissionais no mundo inteiro é a de design de games. O mercado crescente de usuários – hoje são mais de 2,2 bilhões em todo o planeta – requer a formação constante de novos profissionais. Eles são cada vez mais necessários para criar e desenvolver jogos para computadores, tablets, smartphones ou videogames.
De acordo com a empresa de pesquisas Newzoo, em 2023 a indústria de games deve movimentar mais de US$ 204 bilhões em todo o planeta. Em 2021, mesmo com a pandemia, as vendas ficaram em torno de US$ 175 bilhões.
Na verdade, durante a pandemia o tempo gasto em jogos de videogame no mundo aumentou 39%. Ou seja, o mercado não para de crescer. E essa demanda de conteúdo vem gerando interesse pela área e muitas oportunidades de trabalho.
A mudança de status de hobby para um mercado multimilionário fez com que crescesse também a necessidade de preparar adequadamente profissionais para trabalhar no setor. Hoje, importantes universidades no mundo inteiro oferecem cursos para quem quer trabalhar no mercado de games.
No curso de bacharel em design de games o aluno aprende, entre outras coisas:
Fazer estágio é muito interessante. Com ele, além de adquirir experiência, o aluno amplia o networking com profissionais da área.
Nos Estados Unidos, o maior do mundo em termos de receita em videogames, estão alguns dos melhores cursos de graduação na área. É lá que estão também algumas das melhores empresas para estagiar e trabalhar.
O Reino Unido também oferece excelentes faculdades em design de games e tem um mercado muito potente também, assim como o Canadá. A seguir você vai conhecer algumas das melhores opções de universidades nestes três países.
Onde estudar design de games
University of Southern California (USC)
Localizada em Los Angeles, próximo ao Vale do Silício, USC é considerada a melhor universidade para se estudar design de games nos Estados Unidos e no mundo. Ela oferece 4 programas que focam em diferentes áreas do game design. Dois deles são programas de graduação e dois de pós.
As aulas são práticas e ministradas por designers, produtores e desenvolvedores especializados, diretamente ligados ao mercado. USC oferece também vários minors excelentes para game design. Entre eles estão Empreendedorismo em Jogos, Áudio de Jogos, Modelagem e gráficos 3D.
Na mais antiga universidade particular da Califórnia, os cerca de 19.600 alunos dispõem de cerca de 850 organizações estudantis, com atividades nas mais diversas áreas. USC é considerada a 63a melhor universidade do mundo pelo ranking Times Higher Education.
New York University (NYU)
O curso de game design da NYU é oferecido na Tisch School of the Arts, uma das mais prestigiadas escolas de artes do mundo. O campus, em Manhattan, recebe alunos do mundo inteiro, interessados na excelência acadêmica e no efervescente mercado ao seu redor.
NYU é a 26a melhor universidade do mundo, segundo o ranking THE. E é uma das mais diversas dos Estados Unidos, com cerca de 35% dos seus alunos vindos do exterior.
O Game Center da NYU foca no valor do videogame como um fenômeno cultural, assim como acontece com o teatro e o cinema. A escola oferece programa de bacharel e pós graduação na área. Na Tisch o aluno aprende fazendo.
Estudantes e professores estão constantemente criando jogos, escrevendo artigos e organizando eventos. Os alunos aprendem jogando, criando e investigando como funcionam e o que significam.
No final do programa, o aluno desenvolve seu próprio jogo, com ou sem a colaboração de uma equipe. Assim, já sai do curso com pelo menos um importante item no seu portfólio.
Uma das grandes vantagens da NYU é que a universidade conecta facilmente seus alunos com empresas por meio de estágios. A Tisch oferece ainda ótimas opções em matéria eletivas que podem dar mais recursos para os alunos de design de games.
Drexel University
Localizada na Filadélfia, Drexel University é uma das 15 maiores universidades dos Estados Unidos. O curso de Science in Game Design and Production é oferecido na Westphal College of Media Arts and Design, uma das 15 escolas da universidade.
O curso trabalha fundamentos de design e tecnologia, com aulas práticas que abrangem toda a produção de um vídeo game. A escola possui uma cooperativa, onde todos os alunos trabalham seis meses diretamente na produção de jogos, garantindo experiência na área antes de se formar.
Na Drexler as turmas são pequenas, as instalações e os equipamentos são de ponta. Os alunos utilizam o Laboratório de Captura e Efeitos de Animação e o Laboratório de Pesquisa Imersiva em realidade virtual, realidade aumentada e mídia imersiva.
O currículo enfatiza o trabalho em equipe baseado em projetos e tem uma estrutura que reproduz a realidade da indústria de design de jogos. O objetivo é preparar o aluno para um trabalho interdisciplinar em indústrias de qualquer tamanho, garantindo bons portfólios antes da formatura.
Manchester Metropolitan University
Uma das mais bem conceituadas do mundo na área de game design, MMU tem um currículo que foca em jogos para celular, além de design de jogos tradicionais. A abordagem é baseada na prática.
A School of Digital Arts (SODA) da MMU oferece suporte para que o aluno construa um portfólio potente de jogos e itens ligados ao trabalho de criação. O currículo oferece inúmeras oportunidades de trabalhos interdisciplinares em grupo, em um cenário semelhante ao que o aluno encontrará no mercado.
Quem está trabalhando com design de som, animação ou produção de mídia, por exemplo, interage com alunos do departamento de matemática e computação.
As instalações também seguem os padrões das indústrias, o que permite o desenvolvimento das habilidades técnicas requeridas no mercado.
O curso dura 4 anos e depois do terceiro o aluno pode passar um ano estagiando na indústria de games. Neste período, o aluno tem ao menos 36 semanas de experiência em uma empresa, aprendendo e desenvolvendo as principais habilidades para o mercado de trabalho.
Sheridan College
Localizada na província de Ontário, no Canadá, Sheridan College é reconhecida pela excelência nas áreas de animação e ilustração, filme e design, business, entre outras. A universidade tem aproximadamente 23.000 estudantes e disponibiliza mais de 130 programas em 6 faculdades.
O curso de Design de Games, na Faculty of Animation, Arts and Design, dura 4 anos e oferece aos alunos a oportunidade de diversificarem suas habilidades na área. O objetivo é ir além dos aspectos técnicos e artísticos do design de jogos.
Os alunos aprendem sobre a indústria de games e como gerenciar seus projetos. Estudam as tendências e aprendem a administrar uma equipe durante o desenvolvimento de um trabalho.
O currículo aborda design e mecânica de jogos, arte e animação 2D e 3D, narrativa de jogos, design de níveis, áudio, entre outras habilidades. Os estudantes trabalham em projetos em laboratórios e fazem simulações e estudos de casos para se aproximarem mais da realidade da indústria de games. No final do curso, os alunos trabalham em equipes para construir um jogo a partir do zero.
Quer saber como realizar o seu sonho de fazer uma graduação no exterior? Conheça os nossos programas e saiba como podemos ajudar nesse processo.
Conheça a Universidade de Montreal
/em Canadá /por Daqui pra ForaSaiba tudo sobre a universidade conhecida por ser um dos maiores centros de pesquisa do Canadá e veja também como fazer para estudar lá.
Para quem busca excelência acadêmica e qualidade de vida, o Canadá é um destino que não pode ficar de fora do radar daqueles que pensam em fazer faculdade no exterior.
Conhecido pela beleza, organização e pelos excelentes serviços que oferece à população – entre eles saúde e segurança -, o Canadá é um dos países que melhor recebe estrangeiros. Além disso, em termos acadêmicos, tem tradicionalmente várias universidades entre as melhores classificadas nos principais rankings internacionais,
Hoje, o Canadá tem 5 universidades entre as melhores do mundo no ranking da Times Higher Education. A Universidade de Montreal (Université de Montréal, também conhecida como UdeM), 88a colocada, é uma delas.
Se você pensa em estudar no Canadá e quer fazer faculdade em francês, sem dúvida a Universidade de Montreal deve ser um dos alvos principais do seu radar.
Conheça a Universidade de Montreal
Fundada em 1878 na província de Quebéc, a Universidade de Montreal tem como idioma padrão na graduação o francês. Com duas escolas afiliadas, a Polytechnique Montreal (engenharia) e a HEC (Business), é considerada hoje um dos maiores complexos universitários da América do Norte.
Quarta melhor universidade do Canadá, UdeM tem aproximadamente 65 mil alunos -73% deles na graduação -, 2.400 professores e pesquisadores, além de 500 professores associados. De acordo com o ranking Times Higher Education, cerca de 23% dos estudantes vêm de fora do Canadá, o que faz da Universidade de Montreal a terceira mais diversa do país.
A universidade atrai mais de U$ 500 milhões em fundos para pesquisa todos os anos. Com esse investimento, UdeM se tornou o 3o maior centro de pesquisas do país e um dos maiores do mundo.
Vários importantes laboratórios nasceram na Universidade de Montreal. Um deles é o Instituto de Pesquisa em Imunologia e Câncer (IRIC), um dos mais produtivos do Canadá na área.
Além das duas escolas afiliadas, a Universidade de Montreal possui 14 faculdades, divididas em mais de 60 departamentos. A universidade tem ainda parceria com 500 instituições internacionais em 65 países.
São oferecidos na UdeM um total de 600 programas de graduação e pós, todos muito bem avaliados. Algumas das áreas com maior reconhecimento são estatística, veterinária, anatomia e fisiologia, farmácia, política, business, ciências da computação e comunicação.
Para alunos internacionais, os cursos de graduação têm, em geral, duração de 4 anos, sendo um deles preparatório. Para quem optar por fazer double major, é necessário cursar mais um ano.
Em termos de empregabilidade, a Universidade de Montreal tem excelente reputação. É a 41a colocada neste quesito no Global University Rankings.
A vida no campus da UdeM
Conhecido como Mount Royal, o campus principal da Universidade de Montreal fica a noroeste do parque de mesmo nome, um dos mais lindos da América do Norte. São cerca de 65 hectares de área, com muito verde e cerca de 40 prédios. O mais imponente deles é o Pavilhão Roger-Gaudry, cuja torre pode ser vista de todo o campus.
O campus da UdeM parece uma pequena cidade dentro de uma metrópole. Lá os alunos encontram tudo o que precisam e muito mais. Há centros médicos e odontológicos, refeitórios, instalações esportivas, housing no campus e fora dele, entre outras facilidades.
Além disso, existem grupos de estudantes e clubs para todos os tipos de interesses. Os alunos internacionais dispõem de um suporte especial, além do apoio dos “ambassadors”, estudantes preparados para receber novos alunos.
A universidade oferece ainda programas para quem quer melhorar o francês e também para quem precisa de algum tipo de ajuda na área acadêmica.
Viver e estudar em Montreal
Montreal é considerada a melhor cidade da América do Norte para estudantes internacionais. Cerca de 35.000 novos alunos chegam todos os anos do exterior para viver e estudar na cidade, que é a segunda maior do Canadá.
De acordo com o ranking QS Best Student Cities, Montreal é considerada a cidade com a melhor experiência para estudantes no mundo.
Nomeada a capital cultural do País, a cidade tem Little Italy, Chinatown, Little Portugal e diversos outros bairros adotados por imigrantes. Com 23% da população internacional, a Grande Montreal tem mais de 120 comunidades de todos os continentes. Mais da metade da população (55%) é bilíngue (inglês e francês) e perto de 20% fala 3 línguas ou mais.
É quase impossível ficar entediado em Montreal. Há programas para todos os gostos: música, gastronomia, arte, esportes e natureza. A cidade recebe mais de 120 festivais por ano, entre eles o Arab World Festival e o Festival Internacional Nuits D’Afrique.
Montreal tem 11 universidades e mais de 200.000 estudantes, cerca de 42.000 deles internacionais. O custo para moradia é mais acessível que os encontrados na maioria das grandes cidades da América do Norte.
Montreal é ainda o centro empresarial da província de Quebéc. E teve o maior crescimento no índice de emprego entre as 20 maiores cidades do Canadá em 2017. O mercado, portanto, favorece que alunos internacionais ganhem experiência em indústrias de ponta.
Vale lembrar que quem faz faculdade no Canadá pode trabalhar 20 horas por semana e período integral nas férias.
Outra vantagem importante em Montreal é poder ir e vir para qualquer lugar a qualquer hora do dia com segurança. A revista The Economist classificou Montreal como a 14a cidade mais segura do mundo e a 4a da América do Norte.
O processo seletivo da Universidade de Montreal
Para ter certeza de que o aluno internacional terá condições de acompanhar os cursos, as universidades solicitam um teste de proficiência no idioma padrão da instituição.
Como na graduação da Universidade de Montreal os cursos são ministrados em francês, um dos requisitos para ingresso é o teste de proficiência em francês (DELF/DALF).
De uma forma geral, o processo seletivo é semelhante ao das universidades americanas. Além de enviar a nota da prova de proficiência no idioma, o aluno preenche o formulário de application e encaminha o histórico escolar à universidade.
O histórico deve conter as notas do 9o ano do Ensino Fundamental à 3a série do Médio. Alguns cursos ou programas podem pedir também carta de recomendação, escrita por professores ou coordenadores da escola.
As melhores faculdades para estudar moda no exterior
/em Cursos /por Daqui pra ForaConheça a Universidade de Westminster
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaNo vibrante centro de Londres, a Universidade de Westminster oferece ensino inovador e pioneirismo aliados a muita história e tradição.
A Inglaterra é hoje o segundo país mais procurado por estudantes internacionais. O ensino de ponta e a excelente qualidade de vida são, sem dúvida, alguns dos principais fatores que atraem estudantes do mundo inteiro para a terra da rainha.
Algumas das mais antigas e renomadas universidades do planeta estão no Reino Unido, que é reconhecido também pela importância nas pesquisas acadêmicas em diversas áreas.
Cerca de 496.000 estrangeiros fazem faculdade na Inglaterra hoje, o que corresponde a aproximadamente 21% dos universitários do país.
Londres, um dos principais centros econômicos e políticos da Europa e do mundo, atrai grande parte destes alunos. Estudar em Londres significa viver nessa cidade que respira cultura dia e noite e é recheada de atrações e eventos o ano inteiro. Tudo isso aliado a serviços de qualidade em saúde, transporte e segurança.
É no vibrante centro de Londres que fica a Universidade de Westminster. Fundada em 1838 como Royal Polytechnic Institute, o primeiro instituto politécnico do Reino Unido se tornou oficialmente University of Westminster em 1992.
Siga a leitura até o final para conhecer um pouco mais sobre essa importante instituição britânica de ensino.
Por dentro da Universidade de Westminster
A ênfase na internacionalização é uma das marcas da Universidade de Westminster. Considerada a universidade mais diversa do Reino Unido, Westminster tem mais de 25% dos seus 22.000 estudantes internacionais, vindos de 169 países de todos os continentes.
A universidade ainda faz parceria com 190 instituições em 56 países, o que possibilita oportunidades de estudo e trabalho voluntário fora do país.
Os alunos se dividem em 4 campus, três deles no centro de Londres (Cavendish, Marylebone e Regent Street), e um, Harrow, no noroeste da cidade.
A universidade é composta por 3 faculdades que oferecem mais de 300 cursos de graduação e pós. São elas:
Os cursos nas áreas de mídia e moda estão relacionados entre os melhores do mundo.
As disciplinas, em geral, têm módulos longos que incluem habilidades relacionadas ao trabalho e atividades práticas. Os alunos também são estimulados a participar de pesquisas acadêmicas durante o curso.
Um investimento de 20 milhões de libras foi feito recentemente nas instalações da universidade. A primeira sala de cinema da história foi restaurada, equipamentos esportivos foram comprados ou modernizados e ainda foi desenvolvido o Financial Market Suites (FSM).
O FSM utiliza a plataforma Bloomberg. Com ela, alunos, professores e pesquisadores têm à disposição a tecnologia amplamente adotada pelos principais bancos de investimento e centros financeiros do mundo.
A Universidade de Westminster é reconhecida historicamente pela excelência em pesquisas. Grande parte do ensino é sustentado por esse trabalho em áreas como arte e design, mídia e comunicações, direito e arquitetura.
Os pesquisadores da universidade receberam recentemente um investimento de 6 milhões de libras e conduzem estudos importantes na luta contra doenças como Alzheimer, câncer de mama, malária e o vírus Ebola.
A vida do estudante na Universidade de Westminster
Seja em finanças e negócios, moda, música, esporte ou arte, Londres é o lugar onde as coisas tendem a acontecer primeiro. Na Universidade de Westminster o campus se mistura com a cidade.
As salas de aula não se limitam aos muros da universidade. Estudar lá significa, portanto, ter acesso fácil a todas as novidades nos mais variados setores. A experiência se estende para toda a cidade e os alunos podem, dali, explorar o Reino Unido e a Europa.
A universidade procura aproveitar as vantagens de estar no centro de Londres e estabelece links com importantes organizações na cidade e em todo o Reino Unido. O Serviço de Carreiras e Empregabilidade da universidade tem ligação com mais de 3.000 empresas.
Nos 4 campus, a Universidade de Westminster oferece bibliotecas 24 horas, laboratórios de ciências de última geração e recursos avançados de TI. Tem ainda estúdios de cinema e TV, galerias, espaços para arquitetura e design, além do FSM, entre outras modernas instalações.
O convívio com uma comunidade diversa e multicultural ainda proporciona a formação de uma potente networking internacional. Os alunos que vêm do exterior têm à disposição uma equipe de apoio específica e um programa de reforço para inglês (se necessário). Depois de formados, todos passam a fazer parte do grupo de ex-alunos que tem mais de 180.000 pessoas em 180 países.
Entre os ex-alunos da Universidade de Westminster estão Alexander Fleming, descobridor da penicilina; Charlie Watts, baterista dos Rolling Stones; e Christopher Bailey, CEO e diretor de criação da Burberry. Também estudaram lá Roger Waters, Nick Mason e Richard Wright, do Pink Floyd.
Como aplicar para a Universidade de Westminster
A candidatura para a Universidade de Westminster é feita pelo UCAS (Universities and Colleges Admission Service), plataforma do Reino Unidos que corresponde ao Common App (dos Estados Unidos).
No processo seletivo do Reino Unido, são exigidos basicamente o histórico escolar do candidato e o exame de proficiência em inglês, TOEFL ou, preferencialmente, o IELTS. No caso da Universidade de Westminster, para a maioria dos cursos se exige nota 6,0 no IELTS.
Nas universidades do Reino Unido os candidatos aplicam diretamente para o curso escolhido. Alguns cursos podem ter algumas exigências específicas, como portfólios, redações (carta de motivação) ou cartas de recomendação.
Por isso, é importante checar com antecedência no site da universidade todas as exigências para o seu curso e ter os documentos prontos dentro do prazo de envio.
Alunos internacionais cujo diploma do Ensino Médio não corresponde ao do Reino Unido devem fazer um ano de Foundation. O Foundation é um ano básico, onde o aluno é apresentado para o sistema europeu de ensino e preparado para os 3 anos seguintes de faculdade.
A Universidade de Westminster tem um curso de Foundation voltado para os estudantes internacionais em parceria com a Kaplan International College.
Se interessou pela Universidade de Westminster e quer saber como estudar lá? Nossa equipe especializada pode oferecer toda a assistência necessária. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.