Entenda o que são e como funcionam as simulações da ONU, importante atividade extracurricular que pode enriquecer o seu application.
Os processos seletivos para as universidades no exterior, especialmente nos Estados Unidos, não levam em conta apenas a nota de uma prova. Neles as universidades procuram olhar os candidatos como um todo, ou seja, o foco não é apenas no seu desempenho acadêmico. As instituições levam em conta como o aluno é na sala de aula e fora dela.
Neste contexto holístico, um item muito importante na candidatura são as atividades extracurriculares. Elas mostram, as principais habilidades e afinidades dos candidatos. Dizem muito sobre quem é o aluno e, portanto, se tornam peça fundamental na construção do perfil de cada um.
É por meio deste perfil que as universidades definem quem se alinha mais ou menos com o perfil da própria instituição. E este alinhamento é muito importante na decisão final sobre a admissão.
Uma ótima opção de atividade extracurricular, bastante valorizada pelas universidades, é o MUN (Model United Nation). O MUN é um evento onde os alunos participantes simulam estar atuando na Organização das Nações Unidas.
Pode ser na Assembleia Geral ou em qualquer um dos órgãos ligados a ela, como a OEA, a UNESCO e o Conselho de Segurança, por exemplo.
O que é o MUN?
Este tipo de simulação nasceu antes mesmo da fundação da ONU. Os primeiros eventos aconteceram nas universidades de Harvard e Oxford no início dos anos 1920. Na época, eles simulavam a Liga das Nações, órgão que antecedeu a ONU.
O objetivo dessas simulações é fazer com o que os estudantes entendam, por meio da prática, como é a dinâmica da ONU e das suas reuniões. Nessa vivência, os alunos representam um posicionamento, argumentam e propõem ideias para solucionar problemas sugeridos.
São discutidas questões globais reais e “atuais”. Vale lembrar que o posicionamento que você defende nem sempre está alinhado com o seu posicionamento pessoal sobre o assunto.
No início da simulação, os participantes são divididos em delegações, que representam um Estado Membro da Organização, e vão para diferentes comitês. Isso quer dizer que você pode representar a França em um comitê da UNESCO, Uganda na Comissão de Direitos Humanos ou Porto Rico na ONU Mulheres, por exemplo.
A maioria dos estudantes participa como representante, mas também pode participar como jornalista ou como juiz.
Os eventos de simulação da ONU são organizados por estudantes, geralmente de faculdades ligadas à área de relações internacionais, ou pelas próprias escolas de ensino médio no Brasil.
Mas R.I. não precisa ser a sua principal área de interesse para você querer participar do MUN. Os temas dos eventos envolvem inúmeros e variados assuntos, desde educação e saúde até clima e meio ambiente.
Os alunos são encorajados a estudar previamente questões geopolíticas, econômicas e históricas das suas delegações e das demais. Ao final do evento, que geralmente dura de 4 a 5 dias, são apresentadas resoluções para os problemas propostos dentro dos padrões da ONU.
Por que participar do MUN?
Além de poder ser um ponto forte no item atividades extracurriculares da sua application, participar do MUN contribui de várias formas para o seu desenvolvimento acadêmico e pessoal.
Inúmeras soft skills, habilidades muito valorizadas pelas equipes de seleção das universidades e de empresas, são desenvolvidas com a participação nesse tipo de evento. E elas são importantes para a sua vida pessoal também.
Relacionamento interpessoal é uma delas. As discussões, dentro e fora do seu grupo, as conversas nos corredores e até fora do evento, são um constante aprendizado no que diz respeito a como se comunicar e se relacionar. Tanto com quem pensa igual a você quanto com quem tem ideias diferentes.
Falar em público, ou oratória, é outra habilidade importante desenvolvida no MUN. Sendo obrigado a discursar, seja para argumentar, informar ou propor ideias, você vai aprender primeiro a criar e organizar este discurso.
Se já sabia fazer isso, certamente vai aperfeiçoar. Vai entender que na hora de falar, o foco deve ser o seu discurso e não o público. Ainda vai aprender a manejar o tempo e transformar o nervosismo em energia, entre outras coisas.
Você vai ver também que um discurso bem preparado e bem lido pode ser melhor que um mal elaborado e feito sem olhar o papel.
No MUN saber trabalhar em grupo também é muito importante. É praticamente certo que você fará parte de uma equipe (delegação) e, com isso, terá que desenvolver um trabalho em conjunto. Existem delegações individuais, que representam países bem pequenos, mas são muito poucas.
Você certamente ainda vai aprender muito sobre o mundo, vai desenvolver habilidades para solução de problemas, para escrita, diplomacia, liderança, autoconfiança e uma potente networking.
Como participar do MUN?
No mundo todo, estima-se que mais de 400 eventos de simulação da ONU ou similares aconteçam anualmente, tanto para alunos do Ensino Médio como para universitários. Harvard MUN (do qual escolas brasileiras podem participar), Oxford MUN, Change the World MUN (CWMUN), são alguns deles no exterior.
A HMUN é a mais antiga e ainda a mais prestigiada simulação da ONU hoje no mundo. Ela recebe em Boston, Massachussetts, mais de 4.000 participantes de 50 países, selecionados por um processo de application, que se dividirão em 30 comitês.
Estudantes brasileiros do Ensino Médio podem aplicar para participar, tanto representando sua escola quanto individualmente.
No Brasil, várias universidades organizam simulação da ONU para alunos do Ensino Médio. Em São Paulo, o Fórum FAAP é um deles. A ONU Jr, criada em 2002, acontece em Niterói (RJ). A PUC-Minas Gerais organiza o MINIONU, que já está na 22a edição, em Belo Horizonte e em Poços de Caldas.
Há vários eventos hoje em diferentes lugares do país. Em alguns, os estudantes podem participar individualmente e em outros, representando sua escola. É importante checar no site do evento como se inscrever.
O Instituto Diplomun organiza vários eventos de simulação da ONU no Brasil, em que os alunos podem participar individualmente. E oferece mentoria para quem tem interesse em participar do HMUN.
Várias escolas de Ensino Médio no Brasil também organizam seus próprios eventos de simulação da ONU. Se a sua escola ainda não tem esse tipo de evento e você tem interesse, vale a pena propor a criação e até participar dela.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Saiba-o-que-e-MUN-Simulacoes-da-ONU.png9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-03-18 10:00:572023-12-11 15:01:42Saiba o que é MUN - Simulações da ONU
O SAT, mais tradicional exame solicitado pelas universidades americanas no processo seletivo, se tornou digital. Entenda o que muda no novo formato.
Há décadas o SAT (Scholastic Aptitude Test) é o exame de aptidão mais utilizado nos Estados Unidos e em vários outros países para admissão de alunos nas universidades. Ele foi criado em 1926 e de lá para cá, mesmo sendo uma prova unificada e padronizada, sofreu inúmeras mudanças no seu formato e conteúdo.
A mais recente mudança foi divulgada no final de 2022 e diz respeito à nova plataforma de aplicação da prova. O SAT agora é digital.
O que muda com o SAT digital?
Recentemente, muitas universidades fizeram algumas alterações nos seus processos de seleção de alunos, uma boa parte em função da pandemia. Seguindo essa tendência, mas não apenas por causa da pandemia, o College Board, responsável pela organização do SAT, decidiu implementar mudanças importantes no formato do teste.
O lápis e o papel foram aposentados e o exame passou a ser digital, realizado em notebooks ou tablets nos mesmos centros autorizados. Ou seja, a alteração não implica em poder fazer o teste de casa.
O novo formato passa a vigorar a partir de 2024 nos Estados Unidos e começou em 2023 no restante do mundo. O PSAT, uma espécie de treinamento para a prova, já foi digital em 2023 inclusive nos Estados Unidos.
De acordo com a direção do SAT, o teste digital será mais fácil de ser feito, mais fácil de ser aplicado, mais seguro e mais relevante. Segundo a organização da prova, nos últimos anos houve mudanças significativas no ensino e na aprendizagem que só podem ser cobertas em um modelo digital de prova.
A migração para esta nova plataforma é também, portanto, uma maneira de aproximar a avaliação da forma como os alunos aprendem hoje. Os administradores do SAT afirmam que vão aproveitar todas as vantagens e possibilidades que o formato digital pode oferecer.
Como funciona o SAT digital?
Uma importante alteração que aconteceu com o novo formato diz respeito à duração da prova, que agora tem uma hora a menos. No modelo com papel e lápis, os candidatos têm três horas para terminar o exame. Na plataforma digital, o SAT tem a duração de até duas horas.
Como isso é possível? A prova tem menos conteúdo? Não. O objetivo continua sendo medir o conhecimento e as habilidades dos candidatos. Porém, o volume de leitura durante o exame agora é menor.
Isso engloba os textos e os próprios enunciados das questões. Ao mesmo tempo, a prova agora inclui uma gama maior de tópicos, o que a tornou culturalmente mais relevante.
Na sessão de matemática, a calculadora, que no formato atual é permitida apenas em algumas questões, pode ser utilizada em toda a prova.
Os candidatos podem usar seus próprios equipamentos (laptops ou tablets). Em caso de perda de conexão com a internet, tudo fica salvo e o aluno pode continuar a prova normalmente.
Outra mudança que beneficia diretamente os alunos é o tempo de espera pelo resultado. Ao invés de aguardar semanas pela nota, o candidato agora recebe acesso ao seu resultado em alguns dias.
O novo formato foi testado nos Estados Unidos e em outros países em novembro de 2022. Cerca de 80% dos estudantes que fizeram o exame aprovaram o novo formato digital. O feedback obtido pela organização indica que os alunos acharam a prova mais clara, mais concisa e menos estressante.
Do lado dos educadores, o retorno também foi positivo. Eles consideraram muito boa a experiência na aplicação do novo exame.
O que não muda no SAT digital
A prova continua valendo 1.600 pontos (800 para cada sessão) e continua sendo realizada nos centros autorizados. As sessões são as mesmas, matemática e inglês. A nota ainda pode ser utilizada para requerer bolsa de estudos.
O SAT continuará sendo uma parte importante da avaliação holística que é feita pelas universidades durante a seleção dos candidatos.
O processo seletivo inclui, além da nota do SAT, as notas do aluno no Ensino Médio, as atividades extracurriculares, cartas de recomendação, redação (essay) e, no caso dos alunos internacionais, o teste de proficiência em inglês. Em alguns casos, as faculdades pedem um portfólio e/ou solicitam uma entrevista.
Este conjunto de documentos e informações compõem a sua application e determinam o seu perfil para as universidades. Quanto maior a nota no SAT, maiores as possibilidades de aceitação e, assim, mais e melhores portas podem se abrir.
Portanto, seja no formato com papel e lápis ou no novo modelo digital, é fundamental uma boa preparação para essa prova.
Se você quer orientação especializada sobre o SAT e quais as melhores universidades para os seus objetivos, venha conversar com a gente. A Daqui pra Fora oferece assistência durante todo o processo de admissão de estudantes brasileiros em universidades do exterior.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/02/SAT-Digital-o-que-mudara.png9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-02-27 10:00:422024-01-24 15:30:55SAT Digital: o que mudará?
Saiba onde estão e como são os melhores cursos de graduação para a inovadora e promissora carreira de design de games.
Uma das áreas que vive um boom na demanda de profissionais no mundo inteiro é a de design de games. O mercado crescente de usuários – hoje são mais de 2,2 bilhões em todo o planeta – requer a formação constante de novos profissionais. Eles são cada vez mais necessários para criar e desenvolver jogos para computadores, tablets, smartphones ou videogames.
De acordo com a empresa de pesquisas Newzoo, em 2023 a indústria de games deve movimentar mais de US$ 204 bilhões em todo o planeta. Em 2021, mesmo com a pandemia, as vendas ficaram em torno de US$ 175 bilhões.
Na verdade, durante a pandemia o tempo gasto em jogos de videogame no mundo aumentou 39%. Ou seja, o mercado não para de crescer. E essa demanda de conteúdo vem gerando interesse pela área e muitas oportunidades de trabalho.
A mudança de status de hobby para um mercado multimilionário fez com que crescesse também a necessidade de preparar adequadamente profissionais para trabalhar no setor. Hoje, importantes universidades no mundo inteiro oferecem cursos para quem quer trabalhar no mercado de games.
No curso de bacharel em design de games o aluno aprende, entre outras coisas:
Engenharia de software;
Animação 2D e 3D;
Linguagem de programação;
Design de computador.
Fazer estágio é muito interessante. Com ele, além de adquirir experiência, o aluno amplia o networking com profissionais da área.
Nos Estados Unidos, o maior do mundo em termos de receita em videogames, estão alguns dos melhores cursos de graduação na área. É lá que estão também algumas das melhores empresas para estagiar e trabalhar.
O Reino Unido também oferece excelentes faculdades em design de games e tem um mercado muito potente também, assim como o Canadá. A seguir você vai conhecer algumas das melhores opções de universidades nestes três países.
Onde estudar design de games
University of Southern California (USC)
Localizada em Los Angeles, próximo ao Vale do Silício, USC é considerada a melhor universidade para se estudar design de games nos Estados Unidos e no mundo. Ela oferece 4 programas que focam em diferentes áreas do game design. Dois deles são programas de graduação e dois de pós.
As aulas são práticas e ministradas por designers, produtores e desenvolvedores especializados, diretamente ligados ao mercado. USC oferece também vários minors excelentes para game design. Entre eles estão Empreendedorismo em Jogos, Áudio de Jogos, Modelagem e gráficos 3D.
Na mais antiga universidade particular da Califórnia, os cerca de 19.600 alunos dispõem de cerca de 850 organizações estudantis, com atividades nas mais diversas áreas. USC é considerada a 63a melhor universidade do mundo pelo ranking Times Higher Education.
New York University (NYU)
O curso de game design da NYU é oferecido na Tisch School of the Arts, uma das mais prestigiadas escolas de artes do mundo. O campus, em Manhattan, recebe alunos do mundo inteiro, interessados na excelência acadêmica e no efervescente mercado ao seu redor.
NYU é a 26a melhor universidade do mundo, segundo o ranking THE. E é uma das mais diversas dos Estados Unidos, com cerca de 35% dos seus alunos vindos do exterior.
O Game Center da NYU foca no valor do videogame como um fenômeno cultural, assim como acontece com o teatro e o cinema. A escola oferece programa de bacharel e pós graduação na área. Na Tisch o aluno aprende fazendo.
Estudantes e professores estão constantemente criando jogos, escrevendo artigos e organizando eventos. Os alunos aprendem jogando, criando e investigando como funcionam e o que significam.
No final do programa, o aluno desenvolve seu próprio jogo, com ou sem a colaboração de uma equipe. Assim, já sai do curso com pelo menos um importante item no seu portfólio.
Uma das grandes vantagens da NYU é que a universidade conecta facilmente seus alunos com empresas por meio de estágios. A Tisch oferece ainda ótimas opções em matéria eletivas que podem dar mais recursos para os alunos de design de games.
Drexel University
Localizada na Filadélfia, Drexel University é uma das 15 maiores universidades dos Estados Unidos. O curso de Science in Game Design and Production é oferecido na Westphal College of Media Arts and Design, uma das 15 escolas da universidade.
O curso trabalha fundamentos de design e tecnologia, com aulas práticas que abrangem toda a produção de um vídeo game. A escola possui uma cooperativa, onde todos os alunos trabalham seis meses diretamente na produção de jogos, garantindo experiência na área antes de se formar.
Na Drexler as turmas são pequenas, as instalações e os equipamentos são de ponta. Os alunos utilizam o Laboratório de Captura e Efeitos de Animação e o Laboratório de Pesquisa Imersiva em realidade virtual, realidade aumentada e mídia imersiva.
O currículo enfatiza o trabalho em equipe baseado em projetos e tem uma estrutura que reproduz a realidade da indústria de design de jogos. O objetivo é preparar o aluno para um trabalho interdisciplinar em indústrias de qualquer tamanho, garantindo bons portfólios antes da formatura.
Manchester Metropolitan University
Uma das mais bem conceituadas do mundo na área de game design, MMU tem um currículo que foca em jogos para celular, além de design de jogos tradicionais. A abordagem é baseada na prática.
A School of Digital Arts (SODA) da MMU oferece suporte para que o aluno construa um portfólio potente de jogos e itens ligados ao trabalho de criação. O currículo oferece inúmeras oportunidades de trabalhos interdisciplinares em grupo, em um cenário semelhante ao que o aluno encontrará no mercado.
Quem está trabalhando com design de som, animação ou produção de mídia, por exemplo, interage com alunos do departamento de matemática e computação.
As instalações também seguem os padrões das indústrias, o que permite o desenvolvimento das habilidades técnicas requeridas no mercado.
O curso dura 4 anos e depois do terceiro o aluno pode passar um ano estagiando na indústria de games. Neste período, o aluno tem ao menos 36 semanas de experiência em uma empresa, aprendendo e desenvolvendo as principais habilidades para o mercado de trabalho.
Sheridan College
Localizada na província de Ontário, no Canadá, Sheridan College é reconhecida pela excelência nas áreas de animação e ilustração, filme e design, business, entre outras. A universidade tem aproximadamente 23.000 estudantes e disponibiliza mais de 130 programas em 6 faculdades.
O curso de Design de Games, na Faculty of Animation, Arts and Design, dura 4 anos e oferece aos alunos a oportunidade de diversificarem suas habilidades na área. O objetivo é ir além dos aspectos técnicos e artísticos do design de jogos.
Os alunos aprendem sobre a indústria de games e como gerenciar seus projetos. Estudam as tendências e aprendem a administrar uma equipe durante o desenvolvimento de um trabalho.
O currículo aborda design e mecânica de jogos, arte e animação 2D e 3D, narrativa de jogos, design de níveis, áudio, entre outras habilidades. Os estudantes trabalham em projetos em laboratórios e fazem simulações e estudos de casos para se aproximarem mais da realidade da indústria de games. No final do curso, os alunos trabalham em equipes para construir um jogo a partir do zero.
Quer saber como realizar o seu sonho de fazer uma graduação no exterior? Conheça os nossos programas e saiba como podemos ajudar nesse processo.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Conheca-algumas-das-melhores-universidades-para-estudar-design-de-games.png8621300Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-02-20 10:00:172023-11-30 22:39:01Melhores universidades para estudar design de games
Saiba tudo sobre a universidade conhecida por ser um dos maiores centros de pesquisa do Canadá e veja também como fazer para estudar lá.
Para quem busca excelência acadêmica e qualidade de vida, o Canadá é um destino que não pode ficar de fora do radar daqueles que pensam em fazer faculdade no exterior.
Conhecido pela beleza, organização e pelos excelentes serviços que oferece à população – entre eles saúde e segurança -, o Canadá é um dos países que melhor recebe estrangeiros. Além disso, em termos acadêmicos, tem tradicionalmente várias universidades entre as melhores classificadas nos principais rankings internacionais,
Hoje, o Canadá tem 5 universidades entre as melhores do mundo no ranking da Times Higher Education. A Universidade de Montreal (Université de Montréal, também conhecida como UdeM), 88a colocada, é uma delas.
Se você pensa em estudar no Canadá e quer fazer faculdade em francês, sem dúvida a Universidade de Montreal deve ser um dos alvos principais do seu radar.
Conheça a Universidade de Montreal
Fundada em 1878 na província de Quebéc, a Universidade de Montreal tem como idioma padrão na graduação o francês. Com duas escolas afiliadas, a Polytechnique Montreal (engenharia) e a HEC (Business), é considerada hoje um dos maiores complexos universitários da América do Norte.
Quarta melhor universidade do Canadá, UdeM tem aproximadamente 65 mil alunos -73% deles na graduação -, 2.400 professores e pesquisadores, além de 500 professores associados. De acordo com o ranking Times Higher Education, cerca de 23% dos estudantes vêm de fora do Canadá, o que faz da Universidade de Montreal a terceira mais diversa do país.
A universidade atrai mais de U$ 500 milhões em fundos para pesquisa todos os anos. Com esse investimento, UdeM se tornou o 3o maior centro de pesquisas do país e um dos maiores do mundo.
Vários importantes laboratórios nasceram na Universidade de Montreal. Um deles é o Instituto de Pesquisa em Imunologia e Câncer (IRIC), um dos mais produtivos do Canadá na área.
Além das duas escolas afiliadas, a Universidade de Montreal possui 14 faculdades, divididas em mais de 60 departamentos. A universidade tem ainda parceria com 500 instituições internacionais em 65 países.
São oferecidos na UdeM um total de 600 programas de graduação e pós, todos muito bem avaliados. Algumas das áreas com maior reconhecimento são estatística, veterinária, anatomia e fisiologia, farmácia, política, business, ciências da computação e comunicação.
Para alunos internacionais, os cursos de graduação têm, em geral, duração de 4 anos, sendo um deles preparatório. Para quem optar por fazer double major, é necessário cursar mais um ano.
Em termos de empregabilidade, a Universidade de Montreal tem excelente reputação. É a 41a colocada neste quesito no Global University Rankings.
A vida no campus da UdeM
Conhecido como Mount Royal, o campus principal da Universidade de Montreal fica a noroeste do parque de mesmo nome, um dos mais lindos da América do Norte. São cerca de 65 hectares de área, com muito verde e cerca de 40 prédios. O mais imponente deles é o Pavilhão Roger-Gaudry, cuja torre pode ser vista de todo o campus.
O campus da UdeM parece uma pequena cidade dentro de uma metrópole. Lá os alunos encontram tudo o que precisam e muito mais. Há centros médicos e odontológicos, refeitórios, instalações esportivas, housing no campus e fora dele, entre outras facilidades.
Além disso, existem grupos de estudantes e clubs para todos os tipos de interesses. Os alunos internacionais dispõem de um suporte especial, além do apoio dos “ambassadors”, estudantes preparados para receber novos alunos.
A universidade oferece ainda programas para quem quer melhorar o francês e também para quem precisa de algum tipo de ajuda na área acadêmica.
Viver e estudar em Montreal
Montreal é considerada a melhor cidade da América do Norte para estudantes internacionais. Cerca de 35.000 novos alunos chegam todos os anos do exterior para viver e estudar na cidade, que é a segunda maior do Canadá.
De acordo com o ranking QS Best Student Cities, Montreal é considerada a cidade com a melhor experiência para estudantes no mundo.
Nomeada a capital cultural do País, a cidade tem Little Italy, Chinatown, Little Portugal e diversos outros bairros adotados por imigrantes. Com 23% da população internacional, a Grande Montreal tem mais de 120 comunidades de todos os continentes. Mais da metade da população (55%) é bilíngue (inglês e francês) e perto de 20% fala 3 línguas ou mais.
É quase impossível ficar entediado em Montreal. Há programas para todos os gostos: música, gastronomia, arte, esportes e natureza. A cidade recebe mais de 120 festivais por ano, entre eles o Arab World Festival e o Festival Internacional Nuits D’Afrique.
Montreal tem 11 universidades e mais de 200.000 estudantes, cerca de 42.000 deles internacionais. O custo para moradia é mais acessível que os encontrados na maioria das grandes cidades da América do Norte.
Montreal é ainda o centro empresarial da província de Quebéc. E teve o maior crescimento no índice de emprego entre as 20 maiores cidades do Canadá em 2017. O mercado, portanto, favorece que alunos internacionais ganhem experiência em indústrias de ponta.
Vale lembrar que quem faz faculdade no Canadá pode trabalhar 20 horas por semana e período integral nas férias.
Outra vantagem importante em Montreal é poder ir e vir para qualquer lugar a qualquer hora do dia com segurança. A revista The Economist classificou Montreal como a 14a cidade mais segura do mundo e a 4a da América do Norte.
O processo seletivo da Universidade de Montreal
Para ter certeza de que o aluno internacional terá condições de acompanhar os cursos, as universidades solicitam um teste de proficiência no idioma padrão da instituição.
Como na graduação da Universidade de Montreal os cursos são ministrados em francês, um dos requisitos para ingresso é o teste de proficiência em francês (DELF/DALF).
De uma forma geral, o processo seletivo é semelhante ao das universidades americanas. Além de enviar a nota da prova de proficiência no idioma, o aluno preenche o formulário de application e encaminha o histórico escolar à universidade.
O histórico deve conter as notas do 9o ano do Ensino Fundamental à 3a série do Médio. Alguns cursos ou programas podem pedir também carta de recomendação, escrita por professores ou coordenadores da escola.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Conheca-a-Universidade-de-Montreal.png8621300Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-02-13 12:00:052024-04-04 10:52:01Conheça a Universidade de Montreal
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/02/As-melhores-faculdades-para-estudar-moda-no-exterior.png8621300Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-02-05 12:22:542023-12-05 22:01:47As melhores faculdades para estudar moda no exterior
No vibrante centro de Londres, a Universidade de Westminster oferece ensino inovador e pioneirismo aliados a muita história e tradição.
A Inglaterra é hoje o segundo país mais procurado por estudantes internacionais. O ensino de ponta e a excelente qualidade de vida são, sem dúvida, alguns dos principais fatores que atraem estudantes do mundo inteiro para a terra da rainha.
Algumas das mais antigas e renomadas universidades do planeta estão no Reino Unido, que é reconhecido também pela importância nas pesquisas acadêmicas em diversas áreas.
Cerca de 496.000 estrangeiros fazem faculdade na Inglaterra hoje, o que corresponde a aproximadamente 21% dos universitários do país.
Londres, um dos principais centros econômicos e políticos da Europa e do mundo, atrai grande parte destes alunos. Estudar em Londres significa viver nessa cidade que respira cultura dia e noite e é recheada de atrações e eventos o ano inteiro. Tudo isso aliado a serviços de qualidade em saúde, transporte e segurança.
É no vibrante centro de Londres que fica a Universidade de Westminster. Fundada em 1838 como Royal Polytechnic Institute, o primeiro instituto politécnico do Reino Unido se tornou oficialmente University of Westminster em 1992.
Siga a leitura até o final para conhecer um pouco mais sobre essa importante instituição britânica de ensino.
Por dentro da Universidade de Westminster
A ênfase na internacionalização é uma das marcas da Universidade de Westminster. Considerada a universidade mais diversa do Reino Unido, Westminster tem mais de 25% dos seus 22.000 estudantes internacionais, vindos de 169 países de todos os continentes.
A universidade ainda faz parceria com 190 instituições em 56 países, o que possibilita oportunidades de estudo e trabalho voluntário fora do país.
Os alunos se dividem em 4 campus, três deles no centro de Londres (Cavendish, Marylebone e Regent Street), e um, Harrow, no noroeste da cidade.
A universidade é composta por 3 faculdades que oferecem mais de 300 cursos de graduação e pós. São elas:
College of Design, Creative and Digital Industries;
College of Liberal Arts and Science;
Westminster Business School.
Os cursos nas áreas de mídia e moda estão relacionados entre os melhores do mundo.
As disciplinas, em geral, têm módulos longos que incluem habilidades relacionadas ao trabalho e atividades práticas. Os alunos também são estimulados a participar de pesquisas acadêmicas durante o curso.
Um investimento de 20 milhões de libras foi feito recentemente nas instalações da universidade. A primeira sala de cinema da história foi restaurada, equipamentos esportivos foram comprados ou modernizados e ainda foi desenvolvido o Financial Market Suites (FSM).
O FSM utiliza a plataforma Bloomberg. Com ela, alunos, professores e pesquisadores têm à disposição a tecnologia amplamente adotada pelos principais bancos de investimento e centros financeiros do mundo.
A Universidade de Westminster é reconhecida historicamente pela excelência em pesquisas. Grande parte do ensino é sustentado por esse trabalho em áreas como arte e design, mídia e comunicações, direito e arquitetura.
Os pesquisadores da universidade receberam recentemente um investimento de 6 milhões de libras e conduzem estudos importantes na luta contra doenças como Alzheimer, câncer de mama, malária e o vírus Ebola.
A vida do estudante na Universidade de Westminster
Seja em finanças e negócios, moda, música, esporte ou arte, Londres é o lugar onde as coisas tendem a acontecer primeiro. Na Universidade de Westminster o campus se mistura com a cidade.
As salas de aula não se limitam aos muros da universidade. Estudar lá significa, portanto, ter acesso fácil a todas as novidades nos mais variados setores. A experiência se estende para toda a cidade e os alunos podem, dali, explorar o Reino Unido e a Europa.
A universidade procura aproveitar as vantagens de estar no centro de Londres e estabelece links com importantes organizações na cidade e em todo o Reino Unido. O Serviço de Carreiras e Empregabilidade da universidade tem ligação com mais de 3.000 empresas.
Nos 4 campus, a Universidade de Westminster oferece bibliotecas 24 horas, laboratórios de ciências de última geração e recursos avançados de TI. Tem ainda estúdios de cinema e TV, galerias, espaços para arquitetura e design, além do FSM, entre outras modernas instalações.
O convívio com uma comunidade diversa e multicultural ainda proporciona a formação de uma potente networking internacional. Os alunos que vêm do exterior têm à disposição uma equipe de apoio específica e um programa de reforço para inglês (se necessário). Depois de formados, todos passam a fazer parte do grupo de ex-alunos que tem mais de 180.000 pessoas em 180 países.
Entre os ex-alunos da Universidade de Westminster estão Alexander Fleming, descobridor da penicilina; Charlie Watts, baterista dos Rolling Stones; e Christopher Bailey, CEO e diretor de criação da Burberry. Também estudaram lá Roger Waters, Nick Mason e Richard Wright, do Pink Floyd.
Como aplicar para a Universidade de Westminster
A candidatura para a Universidade de Westminster é feita pelo UCAS (Universities and Colleges Admission Service), plataforma do Reino Unidos que corresponde ao Common App (dos Estados Unidos).
No processo seletivo do Reino Unido, são exigidos basicamente o histórico escolar do candidato e o exame de proficiência em inglês, TOEFL ou, preferencialmente, o IELTS. No caso da Universidade de Westminster, para a maioria dos cursos se exige nota 6,0 no IELTS.
Nas universidades do Reino Unido os candidatos aplicam diretamente para o curso escolhido. Alguns cursos podem ter algumas exigências específicas, como portfólios, redações (carta de motivação) ou cartas de recomendação.
Por isso, é importante checar com antecedência no site da universidade todas as exigências para o seu curso e ter os documentos prontos dentro do prazo de envio.
Alunos internacionais cujo diploma do Ensino Médio não corresponde ao do Reino Unido devem fazer um ano de Foundation. O Foundation é um ano básico, onde o aluno é apresentado para o sistema europeu de ensino e preparado para os 3 anos seguintes de faculdade.
A Universidade de Westminster tem um curso de Foundation voltado para os estudantes internacionais em parceria com a Kaplan International College.
Se interessou pela Universidade de Westminster e quer saber como estudar lá? Nossa equipe especializada pode oferecer toda a assistência necessária. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2022/01/Conheca-a-Universidade-de-Westminster.png8621300Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2022-01-29 11:30:122024-02-19 11:28:35Conheça a Universidade de Westminster
Conheça o dia a dia em uma universidade onde, em 4 anos, os alunos estudam em 7 países diferentes. Saiba também como aplicar para estudar lá.
Se você não conhece a Minerva University ou ouviu falar pouco sobre ela, não se preocupe. Você ainda não vai encontrá-la nos principais rankings de ensino superior que são publicados anualmente no mundo todo.
Ela tampouco acumula prêmios Nobel ou similares. A Minerva é uma universidade nova, que surgiu em 2014, com poucas turmas formadas até aqui. Porém, apesar disso, tem sido muito procurada e é muito concorrida.
Além disso, é uma universidade sem campus e sem salas de aula. Como isso é possível? A história e a proposta da Minerva School, que estão totalmente interligadas, justificam este cenário.
E mostram que a tendência é, em pouco tempo, ela vir a figurar entre as mais bem ranqueadas do planeta. Alguns números obtidos neste curto período apontam para a mesma direção.
Entre os gestores hoje que empregam ex-alunos da Minerva, 90% afirmam que a performance deles no trabalho é acima da média. A Minerva já é top 1% no CLA+ (teste padronizado que mede raciocínio, criatividade e habilidades entre alunos do último ano das universidades americanas). Além disso, custa cerca de um terço do valor de universidades com nível acadêmico similar.
Em relação a rankings, a Minerva School já aparece em 3o lugar entre as universidades mais inovadoras do mundo na classificação do WURI (World’s University with Real Impact).
Outro fator que justifica a concorrência alta – cerca de 2% dos candidatos são admitidos – é o fato de que a Minerva não cobra taxa de application. Isso faz com que o número de candidatos seja bastante alto. A boa notícia é que de 8 a 10 brasileiros são admitidos anualmente na Minerva com cerca de 70% de bolsa.
Como surgiu a Minerva University
Para compreender os números e entender por que a Minerva atrai tantos estudantes do mundo inteiro, é preciso conhecer um pouco da sua história e da sua proposta.
A Minerva foi criada por Stephen Kosslyn, pesquisador de Ciências da Aprendizagem em Harvard. Em suas pesquisas sobre como a mente humana aprende, Kosslyn constatou que aulas expositivas não funcionam, já que nelas apenas 10% do conteúdo é retido.
Ele e Ben Nelson, também produto da Ivy League, entenderam naquele momento que as universidades faziam, sim, um bom trabalho, mas não para o mundo de hoje.
Segundo eles, o cenário milenar onde um palestrante fala continuamente para vários ouvintes em uma sala, definitivamente, deveria ser modificado. Assim, baseado em estudos de psicologia cognitiva aplicada à aprendizagem, eles criaram a Minerva School, que nasceu com uma proposta completamente inovadora.
A ideia é focar a aprendizagem não em um conhecimento adquirido de forma passiva. Mas sim em habilidades profundas e transversais trabalhadas de forma ativa, como pensamento crítico, comunicação eficaz e resolução criativa de problemas.
Assim, segundo os idealizadores, formam-se profissionais flexíveis, capazes de se movimentar em ambientes complexos e com capacidade para se adaptar a mudanças drásticas que, certamente, enfrentarão na vida profissional.
Hoje a Minerva é acreditada pela WASC Senior College and University Commission, que também certifica Stanford, Caltech, UCLA e inúmeras instituições renomadas nos Estados Unidos e no mundo.
Como funciona a Minerva University
Já mencionamos que, mesmo oferecendo ensino de excelência, a Minerva University não tem campus nem salas de aula. Então, como são as aulas? Como se aprende?
O Minerva Project foi criado com base em uma plataforma online, idealizada para maximizar o aprendizado, sempre baseando-se na ideia de que não pode haver aulas puramente expositivas.
A plataforma, chamada Active Learning Forum, que hoje se chama apenas Forum, já diz pelo próprio nome que não há ensino passivo. Ela nasceu muito antes da pandemia e a metodologia utilizada não tem nada a ver com Ensino à Distância.
Neste vídeo, você encontra informações importantes sobre a Minerva University:
As classes têm no máximo 20 alunos, são todas ao vivo e nelas o professor não pode falar por mais de 5 minutos ininterruptos Os alunos devem participar com perguntas, comentários, sugestões, soluções e discussões, entre outras possibilidades. Eles sempre recebem material e se preparam previamente para as aulas.
Existe uma ferramenta que monitora o tempo de fala do professor e a participação de cada aluno durante toda a aula. Se um aluno participa pouco, por exemplo, deve ser estimulado a interagir mais. Se ao final, sua participação foi inexpressiva, ele pode receber falta naquela aula.
Esta plataforma inclui ainda várias ferramentas que possibilitam interações que não são possíveis de serem utilizadas em aulas fisicamente presenciais, como enquetes, por exemplo.
Esta é uma das maneiras mais eficazes de o professor verificar em tempo real o que os alunos pensam de um determinado assunto ou mesmo medir o que está sendo aprendido.
Todas as aulas são gravadas. O aluno consegue rever e observar como contribuiu, enquanto o professor pode verificar a participação de cada um para avaliação.
Na plataforma Forum, além de participar das aulas, o aluno tem tudo o que precisa para o seu curso. Lá estão todas as informações relacionadas com tarefas a fazer, tarefas feitas, avaliações, leituras, comunicados, de todos os cursos que o aluno está fazendo ou já fez.
Como vivem os estudantes
Os alunos da Minerva vivem em 7 países e 7 cidades diferentes durante os 4 anos da faculdade.
Quando são admitidos, todos os estudantes vão para São Francisco, na Califórnia, onde fazem o primeiro semestre. O segundo semestre é feito em Taipei (Taiwan) e no terceiro, depois do summer break, os alunos vão para Seul (Coréia do Sul).
O quarto semestre acontece em Hyderabad (Índia), o quinto em Berlim (Alemanha) e o sétimo, em Buenos Aires (Argentina). No último semestre os alunos voltam para São Francisco, onde acontece a formatura e encontram todos os seus professores.
Não há aulas fisicamente presenciais na Minerva University. Porém isso não significa que os alunos não se encontram. Ao contrário. As aulas são virtuais, mas os relacionamentos são reais e muito presentes.
Em todas as cidades, os alunos moram sempre no mesmo prédio, em quartos duplos, triplos ou quádruplos. Almoçam juntos, saem juntos, tomam café e muitas discussões que começam em aula continuam fora delas.
Cerca de 70% dos estudantes da Minerva University não são dos Estados Unidos. Este é um número bastante expressivo, principalmente levando-se em conta que nos Estados Unidos algumas das universidades mais diversas tem 30% de estudantes internacionais.
Isso faz da Minerva uma comunidade forte e diversa em termos de cultura, religião e etnias, e que ainda possibilita a formação de um networking extremamente potente.
As aulas na Minerva University acontecem de segunda a quinta-feira. Na sexta, os alunos aprendem no mundo por meio das co-curriculars activities, projetos que os estudantes desenvolvem em cada cidade por onde passam.
Eles permitem, além de trocas e aprendizados, maior engajamento com a população, com a cultura, com as organizações e com as questões locais.
Para isso, a Minerva tem parcerias com algumas das principais organizações públicas e privadas de cada um dos locais em que se estabelece. Entre elas, outras universidades, ministérios, empresas, ONGs, etc. A Minerva tem profissionais contratados em cada cidade para fazer a curadoria dessas parcerias.
Os cursos e a avaliação
A Minerva University oferece cursos em 5 colleges ou majors:
Artes & Humanidades;
Business;
Ciências Computacionais;
Ciências da Natureza;
Ciências Sociais.
Cada um deles possui 6 concentrações mais focadas em uma determinada área. Os majors foram concebidos como matrizes inter-relacionadas de cursos, onde cada aula oferecida é essencial para cada um dos campos.
Em Business, por exemplo, o aluno pode focar em Novos Negócios Comerciais, Gestão Empresarial, Gestão de Marca, Crescimento Escalável, Finança Estratégica e Gerenciando Complexidade Operacional.
A avaliação é baseada em trabalhos (assignments) e na participação dos alunos nas aulas. As notas variam de 1 a 5 e são baseadas em rubricas pré-estabelecidas em cada trabalho.
O processo seletivo
A candidatura para a Minerva University é diferente das tradicionais. Mas quem está se preparando para aplicar para uma universidade americana vai estar preparado para aplicar para a Minerva. Isso porque também é um processo holístico e alguns requerimentos são parecidos.
Na primeira parte do application, o aluno responde à pergunta “Quem você é?”. É onde ele preenche dados acadêmicos, da mesma forma que faz no Common App. A Minerva inclusive permite que os candidatos façam a primeira parte no Common App e depois migrem para a plataforma da Minerva.
Em seguida, vem “Como você pensa?”. Nesta etapa, a Minerva não utiliza e não recebe notas de provas padronizadas como SAT ou ACT. Nem mesmo provas de proficiência em inglês.
Ao invés disso, o aluno é desafiado a responder uma série de desafios que medem como o aluno pensa nas mais variadas dimensões, seja na criatividade, na matemática, ou na escrita e na fala.
O teste é gravado e o aluno responde na hora. Não é uma prova para a qual você precisa estudar. Um dos desafios pode pedir para o candidato dizer, por exemplo, quantas utilidades consegue dar a um certo objeto. Dessa forma, eles observam como o aluno pensa, sua criatividade, como se expressa, entre outras habilidades.
A terceira parte consiste em mostrar “O que você conquistou?”. A Minerva quer saber do que o candidato se orgulha de ter conquistado dentro e fora da escola e por que. Essas conquistas podem incluir projetos pessoais, olimpíadas acadêmicas, trabalhos literários ou artísticos ou experiências de trabalho. É importante mostrar como viveu cada atividade e como aquilo foi importante na sua trajetória.
A Minerva oferece oportunidade de bolsas de estudo para quem tem necessidades financeiras. Elas não valem para quem já tem uma graduação ou está se transferindo de uma outra.
Depois de formados
Mesmo com poucas turmas formadas, a Minerva University tem ex-alunos trabalhando nas principais companhias do mundo. Eles também estão em ONGs, incubadoras, statups ou mesmo em universidades. Google, Caltech, Dalberg, Amazon, Apple, Goldman Sachs e Harvard são alguns dos lugares onde ex-alunos da Minerva se encontram.
A Daqui pra Fora conta em sua equipe com duas profissionais graduadas na Minerva University. Nathalia Bertolo se formou em Artes & Humanidades, com concentração em Literatura e Artes. Ela é mentora na DpF desde 2019 e também trabalha na equipe de Gente & Gestão da Ambev.
Lara Nach se formou em 2019 na Minerva. Ela escolheu a área de Ciências da Natureza, onde focou em Ciência Alimentar. Foi pesquisadora na Cornell University (Ivy League).
Também atuou como educadora ambiental na Christodora, ONG de Nova York que leva educação científica e educação sobre natureza para alunos de escolas públicas de NY e Massachusetts. Lara é mentora na Daqui pra Fora desde 2016 e hoje também faz parte da equipe de estrategistas.
Para as duas profissionais, sobram experiência e conhecimento, além de muita vontade, claro, para orientar todos aqueles que se interessarem em aplicar para a Minerva University.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Como-e-estudar-na-Minerva-University.jpg8621300Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2021-11-22 16:33:512023-12-07 12:38:36Saiba como é estudar na Minerva University
Em uma das cidades mais vibrantes e diversas da Europa, a University of Amsterdam oferece ensino de excelência e inovador a alunos do mundo inteiro.
A Holanda tem sido cada vez mais procurada por estudantes internacionais. O país tem 7 universidades entre as 100 melhores do mundo, de acordo com a Times Higher Education, entre elas, a University of Amsterdam.
É o país europeu que mais oferece cursos superiores em inglês. São mais de 2.000 opções de cursos espalhados em cerca de 77 instituições de alta qualidade.
Conhecida pela diversidade e por seu ambiente tolerante e descontraído, a Holanda acolhe muito bem os estrangeiros em geral. Esta característica, aliada a um ensino de excelência e inovador, faz com que o país seja considerado um dos melhores lugares da Europa para fazer faculdadecomo estudante internacional. Cerca de 10% dos universitários na Holanda são estrangeiros.
Por que morar em Amsterdã?
Além de ter o 3o melhor ensino superior do mundo, o país aparece frequentemente nas principais listas dos melhores lugares do planeta para se viver. Segundo o US News é hoje o 7o melhor país em qualidade de vida.
A Holanda abriga lindas paisagens, muita história, cultura e excelente qualidade de vida. Por todo o país, todos os serviços funcionam muito bem. As cidades, grandes ou pequenas, são muito limpas, organizadas e sustentáveis. Transporte, saúde e educação são sistemas extremamente eficientes.
Outra vantagem de fazer faculdade na Holanda é a facilidade de viajar para outros países da Europa e conhecer novos lugares e culturas. O custo-benefício é mais um atrativo. Dificilmente se encontram em outros países universidades com a qualidade das holandesas pelo mesmo custo.
Além disso, na Holanda os estudantes podem trabalhar 16 horas por semana e, depois de formado, podem obter visto de trabalho e continuar no país.
A capital Amsterdã
A capital, Amsterdã, é o principal foco dos estudantes na Holanda justamente por ser o coração do país. Com inúmeras opções em de cultura e lazer, Amsterdã ferve dia e noite e acolhe pessoas com todos os tipos de origens, gostos e características.
Limpa, organizada, segura, recortada por mais de 150 canais e com linda arquitetura, a cidade tem a maior cultura per capita do planeta. É a casa de alguns dos principais museus da Europa, como o Rijskmuseum e o Van Gogh Museum, e de alguns museus excêntricos, como o da Tortura e do Sexo.
Amsterdam tem ainda a Rembrandt House, a Casa de Anne Frank, inúmeros restaurantes, bares, galerias, teatros, casas de shows e parques.
Inglês é a língua não-oficial da cidade. É muito fácil encontrar livrarias, canais de TV, menus em restaurantes e diferentes atividades culturais em inglês.
Amsterdam tem um excelente sistema de transporte, com ônibus, metrô, trem e tram (um tipo de bonde), mas a bicicleta é o mais utilizado. Cerca de 63% das pessoas que moram na cidade se locomovem de bike.
Há 1 carro para cada 3,3 bicicletas em Amsterdam. Na estação central, há 267.000 lugares para estacionar bicicletas.
A University of Amsterdam, uma das duas universidades holandesas mais bem colocadas nos rankings internacionais, fica no centro dessa cidade cheia de vida e atrações.
Conhecendo a University of Amsterdam (UvA)
Fundada em 1632, a University of Amsterdam é uma das universidades holandesas mais bem colocada nos rankings internacionais e com mais opções de cursos em inglês.
São mais de 200 opções. Cerca de 7.000 dos 34.000 alunos são estrangeiros vindos de mais de 100 países. A universidade tem ainda 3.000 pesquisadores e 6.000 professores e funcionários.
Considerada uma das principais referências em pesquisa na Europa, UvA é a terceira universidade mais antiga do país e a maior em número de alunos.
É a 61a colocada no ranking mundial da Times Higher Education de 2024 e a número 1 no Europe Teaching Ranking da mesma THE. No QS World Ranking, UvA ocupa a 55a colocação.
O ensino na University of Amsterdam, como em toda a Holanda, é baseado na solução de problemas (Problem Based Learning – PBL) e dá bastante autonomia aos estudantes.
A estrutura acadêmica da universidade é dividida em 7 faculdades, com um total de mais de 200 cursos. Economia e negócios, artes e humanidades, direito, medicina, ciências físicas, biológicas, ciências sociais e comportamentais estão entre algumas das áreas estudadas e pesquisadas.
Todos os cursos são muito bem conceituados. O curso de Mídia e Informação, por exemplo, é considerado um dos 3 melhores da Europa. O de Odontologia é o 3o do mundo, segundo o QS Ranking.
O campus e as instalações da University of Amsterdam
UvA é dividida em 4 campus. O principal, localizado no centro intelectual da cidade, abriga a biblioteca central e os prédios da Faculdade de Humanidades. O segundo campus fica no Science Park, na região leste de Amsterdam. Lá estão os principais institutos de pesquisa, a Faculdade de Ciências, a University College e mais de 120 empresas.
No UMC Campus fica a Faculdade de Medicina, o hospital de pesquisa e o Academic Medical Center. O Roeterseiland Campus recebe as faculdades de Economia e Negócios, Ciências Sociais e Comportamentais e a escola de Direito.
UvA tem instalações esportivas para mais de 80 atividades, de aikidô a levantamento de peso, que funcionam 7 dias por semana. O CREA, organização cultural estudantil, oferece cursos e workshops em música, artes visuais, dança, teatro, fotografia, entre outras. Também organiza shows, apresentações e debates sobre ciência, arte e sociedade.
O processo seletivo
O processo seletivo para as universidades na Holanda, incluindo a University of Amsterdam, é parecido com o do Reino Unido. São exigidos o histórico escolar do Ensino Médio e uma prova de proficiência em inglês (TOEFL ou IELTS).
A candidatura é feita para um curso específico e, portanto, o aluno vai concorrer com outros candidatos que buscam o mesmo curso. Para alguns cursos pode ser exigida uma prova específica ou uma redação. A concorrência varia de acordo com o curso escolhido. Na UvA, os mais concorridos são Medicina e Direito.
Depois de aceitos na universidade, os alunos que não possuem diploma de Ensino Médio europeu fazem o Foundation. O Foundation é um ano básico, onde o aluno é apresentado ao sistema europeu de ensino e preparado para os 3 anos de faculdade que virão.
Se o seu sonho é estudar na Universidade de Amsterdã, venha conversar com a gente e entender como podemos ajudar você a realizar esse sonho.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Conheca-a-University-of-Amsterdam.jpg5331000Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2021-11-14 12:00:412024-01-03 21:35:25Conheça a University of Amsterdam
Localizado no vibrante bairro do Chelsea, em Manhattan, o FIT é uma das referências nos Estados Unidos e no mundo nas áreas de moda e design.
Para quem quer estudar e trabalhar com moda, design ou arte, nada melhor que estar perto de onde tudo acontece. Nestas áreas, certamente larga na frente quem estiver onde as tendências são traçadas, onde estão os melhores profissionais e onde acontecem os principais eventos. Por isso, quem busca esses cursos leva enorme vantagem se fizer faculdade no exterior.
O Fashion Institute of Technology (FIT), em Nova York, é uma das referências em moda e design no mundo inteiro. Localizado no efervescente bairro do Chelsea, em Manhattan, o FIT atrai há décadas estudantes de todos os lugares dos Estados Unidos e do mundo.
A localização privilegiada já é por si só um rico e variado “cardápio” de possibilidades de aprendizagem. Andando pelas ruas os alunos já se deparam com as principais empresas e as mais recentes tendências em moda, design, comunicação e arte.
Além disso, a cidade oferece oportunidades de aprendizado com executivos de grandes empresas, acadêmicos e pensadores influentes.
O FIT é, portanto, um dos melhores lugares para aprender, criar uma networking diferenciada na área e ter acesso a várias oportunidades na carreira.
Por dentro da FIT
O Fashion Institute of Technology é reconhecido por seu programa acadêmico rigoroso, único e ao mesmo tempo flexível para os estudantes. Tem um ensino focado em oportunizar experiências práticas, parcerias com outras universidades e com indústrias, e comprometimento com pesquisa, inovação e empreendedorismo.
Fundado em 1944, o FIT é um dos líderes mundiais em educação para design, moda, negócios e tecnologia. Seus programas aproveitam a atmosfera vibrante e criativa de Nova York para incrementar o ensino, a exploração e a pesquisa.
Academicamente, o FIT possui 5 divisões. A principal delas é a School of Art and Design. Ela oferece 17 majors e conta com 3.800 alunos que buscam seguir carreira em moda, arte e vários campos de design.
Alguns cursos oferecidos pela School of Art and Design são:
Publicidade e Design Digital;
Fine Arts;
Fashion Design;
Ilustração;
Design de Interiores.
A Jay and Patty Baker School of Business and Technology oferece 10 majors para 4.000 alunos. A escola é focada em negócios na moda e em áreas relacionadas a ela.
O currículo é elaborado buscando desenvolver nos alunos as habilidades e o conhecimento requisitados no mundo inteiro nas indústrias da moda e da criação.
A terceira divisão do FIT é a School of Liberal Arts and Science, que oferece dois majors. Nela, alunos de todo o FIT podem escolher entre centenas de disciplinas que desenvolvem pensamento crítico, habilidades de comunicação, conhecimento em ciências naturais e sociais.
O objetivo é equipar os estudantes com as melhores ferramentas para que contribuam de maneira eficaz com um mundo culturalmente cada vez mais diverso.
O FIT tem ainda a School of Graduate Studies, para pós-graduação, e o Center of Continuing and Professional Studies, com cursos que não são de nível superior.
Como funciona o processo seletivo?
Nos Estados Unidos a seleção dos candidatos para as universidades não é baseada em um único critério, como uma prova, por exemplo. As faculdades procuram observar diferentes aspectos que consideram relevantes para escolher aqueles que mais se encaixam no perfil da instituição.
O processo seletivo do FIT leva em conta as notas dos alunos no colégio (do 9o ano a 3a série do Ensino Médio) e a nota da prova de proficiência em inglês. Para o TOEFL, teste mais comum, o mínimo exigido é 80. Para o IELTs, é 6,5 e para o Duolingo, 105.
Portfólio
Um fator muito importante na candidatura para o FIT é o portfólio. Ele é exigido para todos os cursos ligados a artes e design e, nestes casos, é parte fundamental na seleção.
A montagem do portfólio varia de acordo com a área específica para a qual o aluno vai se candidatar. Cada curso tem suas próprias exigências.
Para o curso de Fashion Design, por exemplo, o portfólio solicitado é dividido basicamente em 3 partes: uma redação, dois projetos de design e um projeto de costura.
A redação (essay) consiste em um texto de até 250 palavras onde o candidato mostra um pouco da sua personalidade, baseado em um tema específico.
Um exemplo é “Como você lida com a situação em que a sua opinião difere da de um professor ou empregador no que diz respeito à sua performance?”.
Pelo conteúdo desse tipo de essay os selecionadores detectam vários aspectos do perfil do candidato.
Os dois projetos de design devem conter um total de 7 a 14 imagens. No primeiro projeto, o candidato vai enviar de 3 a 6 imagens de uma criação sua em sportswear (calça, blusa, saia e jaqueta, por exemplo).
No outro projeto o aluno vai submeter imagens originais de fashion design, contendo figuras desenhadas por ele mesmo. São relevantes o estilo, a criatividade e a variedade. Junto a estas imagens, devem estar duas sentenças explicando a inspiração para estes processos.
Por fim, o projeto de costura consiste em 4 a 9 fotografias de roupas criadas e costuradas pelo próprio candidato. São analisados a originalidade, a estética e a criatividade.
Conheça alguns ex-alunos do FIT
Não são poucos os ex-alunos do FIT que tiveram sucesso no mundo da moda e do design.
O estilista e empresário Calvin Klein se formou em Fine Arts em 1963. Cinco anos depois, ele criou a marca com o seu nome, que é referência em roupas e acessórios até hoje no mundo inteiro.
Michael Kors se formou no FIT em Fashion Design. Em 1981 lançou uma linha feminina para várias lojas, entre elas a Bloomingdale’s, a Lord & Taylor e a Saks.
De lá para cá, ganhou inúmeros prêmios internacionais e é querido por celebridades como Angelina Jolie e Michelle Obama.
David Chu, estilista e fundador da marca Nautica, e Joy Herfel, presidente das marcas Polo Ralph Lauren, também se formaram no FIT.
Tem vontade de cursar uma graduação no exterior e quer conhecer as suas chances de realizar esse sonho? Conheça os nossos programas e fique por dentro de tudo que você precisa.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Conheca-o-FIT-universidade-de-arte-moda-e-design-em-Nova-York.jpg533800Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2021-11-08 16:28:202023-12-05 14:39:51FIT - Universidade de arte, moda e design em Nova York
Conheça as instituições de ensino superior mais bem colocadas no ranking US News 2024 e entenda a metodologia usada para elaborar esta classificação.
As universidades americanas são as mais procuradas por estudantes do mundo inteiro. Elas são reconhecidas globalmente como excelentes em termos de ensino e pesquisa e há anos vêm dominando os principais rankings internacionais.
Além de potência na área acadêmica, as universidades nos Estados Unidos possuem estrutura física e econômica que sustentam essa força.
Com salas, anfiteatros e bibliotecas modernas, equipamentos de primeira linha, dormitórios e instalações esportivas de ponta, elas atraem estudantes e professores de todos os continentes.
E assim se tornam verdadeiros caldeirões culturais, onde se misturam diariamente costumes, idiomas e crenças de todo o planeta.
Por tudo isso, 38 das 100 universidades relacionadas no prestigiado ranking britânico da Times Higher Education estão nos Estados Unidos. Entre as top 10 do QS Top Universities, outro renomado ranking inglês, 5 estão nos Estados Unidos. Segundo o Xangai Ranking, 8 das dez melhores universidades do mundo são americanas.
O US News & World Report divulgou recentemente o ranking 2024 das melhores instituições de ensino superior dos Estados Unidos. Quem pensa na possibilidade de fazer faculdade no melhor lugar com as melhores pessoas precisa conferir.
E para que não fique nenhuma dúvida, vale a pena entender os critérios que eles utilizam para chegar a esta classificação.
Como funciona o ranking US News
O US News utiliza vários critérios para medir a qualidade acadêmica e chegar à classificação final das melhores universidades. A metodologia inclui basicamente 9 grandes áreas. Cinco delas correspondem a quase 80% da avaliação.
A taxa de graduação e de retenção é uma delas. A taxa de graduação mede a porcentagem de alunos que entram naquela universidade e se formam em até 6 anos. Ela é importante porque a conclusão do curso neste período reflete diretamente no encaminhamento da carreira dos estudantes.
Neste item também é considerada a retenção, que é a porcentagem de alunos que seguem na mesma universidade do primeiro para o segundo ano. Se ela for alta, indica que os alunos estão satisfeitos com a instituição.
Outro critério muito importante é como a universidade é vista pelos próprios alunos. O resultado é obtido por meio de um questionário que é enviado e respondido pelos estudantes.
Os recursos dos professores (Faculty Resources) também é um item determinante na avaliação das universidades. Neste quesito são levados em conta o tamanho das salas (que refletem a capacidade de engajamento dos alunos), o salário dos professores, a formação deles (se têm doutorado), entre outros fatores.
Os recursos financeiros empregados pela universidade para cada estudante é outro fator relevante na avaliação do US News. Ele indica o investimento médio por aluno em ensino, pesquisa, apoio acadêmico, serviços estudantis e apoio institucional durante o ano.
As doações em dinheiro feitas por ex-alunos também têm importância no ranking, já que elas mostram, entre outras coisas, o grau de satisfação deles em relação à universidade.
Outros itens que também são levados em conta são as dívidas com empréstimos federais de alunos formados, mobilidade social (que se refere à graduação de alunos socialmente menos favorecidos) e a seletividade na entrada para a universidade.
Melhores universidades dos Estados Unidos, de acordo com o ranking US News
O US News divide seu ranking em duas categorias: as Universidades (Universities) e as Liberal Arts Colleges.
As Universities são instituições geralmente maiores, que oferecem uma grande variedade de cursos em todas as áreas do conhecimento, em nível de graduação, mestrado e doutorado. Elas também são comprometidas em produzir anualmente um grande volume de conhecimento por meio de pesquisa inovadora.
As Liberal Arts Colleges são menores, priorizam a graduação e ao menos metade dos seus diplomas são do campo das Liberal Arts. Os programas de Liberal Arts trabalham a formação do aluno visando que ele aprenda a argumentar, desenvolva pensamento crítico, saiba se comunicar e resolver problemas.
História, Literatura, Filosofia, Sociologia, entre outros, são alguns dos cursos que fazem parte destes programas.
Melhores universidades
Princeton University #1
Tradicionalmente reconhecida como uma das maiores instituições de pesquisa do mundo, Princeton está hoje no topo do ranking US News para universidades americanas.
A quarta universidade mais antiga do país faz parte da Ivy League, grupo que inclui algumas das mais prestigiadas instituições dos Estados Unidos. De acordo com o ranking Times Higher Education, Princeton é hoje a 6a melhor universidade do mundo.
Além da excelência acadêmica, Princeton também é famosa pela beleza do seu campus e arquitetura dos seus 180 prédios, que recebem anualmente a visita de aproximadamente 800.000 pessoas.
A universidade dispõe de moradia para todos os estudantes de graduação, durante os 4 anos, e 98% dos alunos moram nos alojamentos.
Localizada no Estado de New Jersey, a cerca de uma hora e quarenta minutos da cidade de Nova York, Princeton é uma das universidades mais seletivas dos EUA. A cada ano 6% dos candidatos são aceitos.
A universidade tem um total de aproximadamente 8.200 alunos, entre graduação e pós e cerca de 23% deles são internacionais.
Jeff Bezoz, fundador e CEO da Amazon, graduou em Princeton nas áreas de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. A ex-primeira dama Michelle Obama se formou em sociologia. E Albert Einstein lecionou em Princeton na década de 1950.
Massachusetts Institute of Technology (MIT) #2
De acordo com o ranking US News, o MIT é hoje a 2a melhor universidade americana. Localizado em Cambridge, Massachusetts, o MIT, é referência mundial em ensino e pesquisa principalmente nas áreas de engenharia e física.
Terceira melhor universidade do mundo, de acordo com a Times Higher Education, o MIT é reconhecido também pela sua excelência em várias outras áreas. Entre elas, economia, ciências políticas, administração, biologia e linguística.
Seu campus recebe diariamente cerca de 1.000 professores e 11.500 alunos, 35% deles estrangeiros de 118 nacionalidades.
Algumas das principais descobertas da ciência que se deram no MIT incluem a primeira síntese química da penicilina e a invenção da memória de núcleo magnético, que permitiu o desenvolvimento de computadores digitais.
O MIT estima que cerca de 30.000 empresas ativas nos Estados Unidos foram lançadas por seus ex-alunos, que, por consequência, criaram 4,6 milhões de empregos e geram US$ 1,9 trilhão de receita anual.
Drew Houston e Arash Ferdowsi, fundadores do Dropbox, e Salman Khan, criador da Khan Academy, se formaram no MIT.
Harvard Univesity #3
Fundada em 1636, a mais antiga universidade dos Estados Unidos está sempre entre as melhores do mundo nos principais rankings internacionais.
Membro da Ivy League e referência em ensino e pesquisa, Harvard hoje é a 4a melhor universidade do mundo segundo a Times Higher Education. E de acordo com o US News, é a 3a melhor dos Estados Unidos.
Localizada em Cambridge, Massachusetts, bem próximo a Boston, Harvard prima pela excelência desde a sua fundação. Em 2020, a universidade concedeu US$ 645 milhões em auxílio financeiro e bolsas para estudos e pesquisa.
Mais de 70 laureados com o Prêmio Nobel e 48 vencedores do Pulitzer têm conexões com Harvard. No seu campus fica a maior biblioteca acadêmica do planeta. Nela há mais de 20 milhões de volumes, 124 milhões de páginas da web arquivadas e 5,4 terabytes de arquivos e manuscritos digitais.
Um quarto dos quase 23.731 estudantes de Harvard são estrangeiros vindos de 180 países. Destes, mais de 5.000 moram no próprio campus, o que faz de Harvard a universidade americana que mais abriga, literalmente, estudantes internacionais.
Entre os seus mais de 400.000 ex-alunos, cerca de 52.000 são de 201 nacionalidades diferentes e atualmente 69.000 vivem fora dos Estados Unidos.
Entre os ex-alunos de Harvard estão os ex-presidentes George W. Bush (formado na Escola de Negócios), John Kennedy (Assuntos Internacionais) e Barack Obama (Direito).
Melhores Liberal Arts Colleges
Williams College #1
Fundada em 1793, Williams College está localizada em Williamstown, Massachusetts, entre as cidades de Boston e Nova York. É a líder do ranking 2024 de Liberal Arts Colleges do US News.
Williams é dividida academicamente em 25 departamentos e oferece 36 majors, que abrangem de economia a química e astrofísica. Aproximadamente 40% dos alunos de Williams se formam com double major.
Williams tem cerca de 2.000 alunos. A taxa de admissão é de 12,6% e a faculdade aceita estudantes independentemente da sua capacidade financeira. Pouco mais da metade dos alunos recebem ajuda financeira da instituição.
A faculdade tem 364 professores, 95% deles com doutorado ou título semelhante. Os alunos têm à disposição 150 organizações estudantis e 96% deles estão envolvidos em ao menos uma atividade extracurricular.
Os cerca de 31.000 ex-alunos de Williams College estão organizados em 74 diferentes associações pelos Estados Unidos e em vários países. Os cursos mais populares entre os ex-alunos são administração, educação, direito e cuidados com a saúde.
Amherst College #2
Amherst College é reconhecida dentro e fora dos Estados Unidos pelo seu alto rigor acadêmico e foi classificada este ano como a segunda melhor Liberal Arts College do país.
Seu campus rural ocupa 1.000 acres em Amherst, Massachusetts, e recebe diariamente 1.850 estudantes, vindos de 48 estados americanos e 54 países. 98% deles moram no próprio campus e 57% recebem ajuda financeira da faculdade.
Fundada em 1841, Amherst tem hoje 209 professores e oferece 41 majors, divididos em artes, ciências naturais, ciências sociais e humanidades. A taxa de admissão é de 11% e as salas têm em média 19 alunos.
Amherst faz parte do Five College Consortium, um consórcio composto por 5 instituições de ensino superior no oeste de Massachusetts. Os alunos das 5 escolas (Amherst, Hampshire, Mount Holyoke, Smith e University of Massachusetts at Amherst) podem fazer matérias em qualquer uma delas.
Amherst oferece mais de 100 associações estudantis e tem orgulho de ter o mais antigo programa de esportes do país, além do terceiro estádio de futebol mais antigo.
Estudaram em Amherst o ex-presidente americano Calvin Coolidge, o Príncipe Albert II de Mônaco e o ex-chefe da Suprema Corte americana Harlan Fiske Stone.
Ficou com vontade de estudar em uma dessas prestigiadas instituições americanas? A Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência que você precisa para realizar esse sonho.
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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ranking-US-News-2022.jpg534800Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2021-10-27 12:00:312024-01-23 14:31:00As melhores universidades americanas segundo o US News
Saiba o que é MUN – Simulações da ONU
/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaEntenda o que são e como funcionam as simulações da ONU, importante atividade extracurricular que pode enriquecer o seu application.
Os processos seletivos para as universidades no exterior, especialmente nos Estados Unidos, não levam em conta apenas a nota de uma prova. Neles as universidades procuram olhar os candidatos como um todo, ou seja, o foco não é apenas no seu desempenho acadêmico. As instituições levam em conta como o aluno é na sala de aula e fora dela.
Neste contexto holístico, um item muito importante na candidatura são as atividades extracurriculares. Elas mostram, as principais habilidades e afinidades dos candidatos. Dizem muito sobre quem é o aluno e, portanto, se tornam peça fundamental na construção do perfil de cada um.
É por meio deste perfil que as universidades definem quem se alinha mais ou menos com o perfil da própria instituição. E este alinhamento é muito importante na decisão final sobre a admissão.
Uma ótima opção de atividade extracurricular, bastante valorizada pelas universidades, é o MUN (Model United Nation). O MUN é um evento onde os alunos participantes simulam estar atuando na Organização das Nações Unidas.
Pode ser na Assembleia Geral ou em qualquer um dos órgãos ligados a ela, como a OEA, a UNESCO e o Conselho de Segurança, por exemplo.
O que é o MUN?
Este tipo de simulação nasceu antes mesmo da fundação da ONU. Os primeiros eventos aconteceram nas universidades de Harvard e Oxford no início dos anos 1920. Na época, eles simulavam a Liga das Nações, órgão que antecedeu a ONU.
O objetivo dessas simulações é fazer com o que os estudantes entendam, por meio da prática, como é a dinâmica da ONU e das suas reuniões. Nessa vivência, os alunos representam um posicionamento, argumentam e propõem ideias para solucionar problemas sugeridos.
São discutidas questões globais reais e “atuais”. Vale lembrar que o posicionamento que você defende nem sempre está alinhado com o seu posicionamento pessoal sobre o assunto.
No início da simulação, os participantes são divididos em delegações, que representam um Estado Membro da Organização, e vão para diferentes comitês. Isso quer dizer que você pode representar a França em um comitê da UNESCO, Uganda na Comissão de Direitos Humanos ou Porto Rico na ONU Mulheres, por exemplo.
A maioria dos estudantes participa como representante, mas também pode participar como jornalista ou como juiz.
Os eventos de simulação da ONU são organizados por estudantes, geralmente de faculdades ligadas à área de relações internacionais, ou pelas próprias escolas de ensino médio no Brasil.
Mas R.I. não precisa ser a sua principal área de interesse para você querer participar do MUN. Os temas dos eventos envolvem inúmeros e variados assuntos, desde educação e saúde até clima e meio ambiente.
Os alunos são encorajados a estudar previamente questões geopolíticas, econômicas e históricas das suas delegações e das demais. Ao final do evento, que geralmente dura de 4 a 5 dias, são apresentadas resoluções para os problemas propostos dentro dos padrões da ONU.
Por que participar do MUN?
Além de poder ser um ponto forte no item atividades extracurriculares da sua application, participar do MUN contribui de várias formas para o seu desenvolvimento acadêmico e pessoal.
Inúmeras soft skills, habilidades muito valorizadas pelas equipes de seleção das universidades e de empresas, são desenvolvidas com a participação nesse tipo de evento. E elas são importantes para a sua vida pessoal também.
Relacionamento interpessoal é uma delas. As discussões, dentro e fora do seu grupo, as conversas nos corredores e até fora do evento, são um constante aprendizado no que diz respeito a como se comunicar e se relacionar. Tanto com quem pensa igual a você quanto com quem tem ideias diferentes.
Falar em público, ou oratória, é outra habilidade importante desenvolvida no MUN. Sendo obrigado a discursar, seja para argumentar, informar ou propor ideias, você vai aprender primeiro a criar e organizar este discurso.
Se já sabia fazer isso, certamente vai aperfeiçoar. Vai entender que na hora de falar, o foco deve ser o seu discurso e não o público. Ainda vai aprender a manejar o tempo e transformar o nervosismo em energia, entre outras coisas.
Você vai ver também que um discurso bem preparado e bem lido pode ser melhor que um mal elaborado e feito sem olhar o papel.
No MUN saber trabalhar em grupo também é muito importante. É praticamente certo que você fará parte de uma equipe (delegação) e, com isso, terá que desenvolver um trabalho em conjunto. Existem delegações individuais, que representam países bem pequenos, mas são muito poucas.
Você certamente ainda vai aprender muito sobre o mundo, vai desenvolver habilidades para solução de problemas, para escrita, diplomacia, liderança, autoconfiança e uma potente networking.
Como participar do MUN?
No mundo todo, estima-se que mais de 400 eventos de simulação da ONU ou similares aconteçam anualmente, tanto para alunos do Ensino Médio como para universitários. Harvard MUN (do qual escolas brasileiras podem participar), Oxford MUN, Change the World MUN (CWMUN), são alguns deles no exterior.
A HMUN é a mais antiga e ainda a mais prestigiada simulação da ONU hoje no mundo. Ela recebe em Boston, Massachussetts, mais de 4.000 participantes de 50 países, selecionados por um processo de application, que se dividirão em 30 comitês.
Estudantes brasileiros do Ensino Médio podem aplicar para participar, tanto representando sua escola quanto individualmente.
No Brasil, várias universidades organizam simulação da ONU para alunos do Ensino Médio. Em São Paulo, o Fórum FAAP é um deles. A ONU Jr, criada em 2002, acontece em Niterói (RJ). A PUC-Minas Gerais organiza o MINIONU, que já está na 22a edição, em Belo Horizonte e em Poços de Caldas.
Há vários eventos hoje em diferentes lugares do país. Em alguns, os estudantes podem participar individualmente e em outros, representando sua escola. É importante checar no site do evento como se inscrever.
O Instituto Diplomun organiza vários eventos de simulação da ONU no Brasil, em que os alunos podem participar individualmente. E oferece mentoria para quem tem interesse em participar do HMUN.
Várias escolas de Ensino Médio no Brasil também organizam seus próprios eventos de simulação da ONU. Se a sua escola ainda não tem esse tipo de evento e você tem interesse, vale a pena propor a criação e até participar dela.
Todo esse envolvimento em atividades extracurriculares relevantes pode ser a diferença na hora da sua aplicação para uma vaga em universidade do exterior.
SAT Digital: o que mudará?
/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaO SAT, mais tradicional exame solicitado pelas universidades americanas no processo seletivo, se tornou digital. Entenda o que muda no novo formato.
Há décadas o SAT (Scholastic Aptitude Test) é o exame de aptidão mais utilizado nos Estados Unidos e em vários outros países para admissão de alunos nas universidades. Ele foi criado em 1926 e de lá para cá, mesmo sendo uma prova unificada e padronizada, sofreu inúmeras mudanças no seu formato e conteúdo.
A mais recente mudança foi divulgada no final de 2022 e diz respeito à nova plataforma de aplicação da prova. O SAT agora é digital.
O que muda com o SAT digital?
Recentemente, muitas universidades fizeram algumas alterações nos seus processos de seleção de alunos, uma boa parte em função da pandemia. Seguindo essa tendência, mas não apenas por causa da pandemia, o College Board, responsável pela organização do SAT, decidiu implementar mudanças importantes no formato do teste.
O lápis e o papel foram aposentados e o exame passou a ser digital, realizado em notebooks ou tablets nos mesmos centros autorizados. Ou seja, a alteração não implica em poder fazer o teste de casa.
O novo formato passa a vigorar a partir de 2024 nos Estados Unidos e começou em 2023 no restante do mundo. O PSAT, uma espécie de treinamento para a prova, já foi digital em 2023 inclusive nos Estados Unidos.
De acordo com a direção do SAT, o teste digital será mais fácil de ser feito, mais fácil de ser aplicado, mais seguro e mais relevante. Segundo a organização da prova, nos últimos anos houve mudanças significativas no ensino e na aprendizagem que só podem ser cobertas em um modelo digital de prova.
A migração para esta nova plataforma é também, portanto, uma maneira de aproximar a avaliação da forma como os alunos aprendem hoje. Os administradores do SAT afirmam que vão aproveitar todas as vantagens e possibilidades que o formato digital pode oferecer.
Como funciona o SAT digital?
Uma importante alteração que aconteceu com o novo formato diz respeito à duração da prova, que agora tem uma hora a menos. No modelo com papel e lápis, os candidatos têm três horas para terminar o exame. Na plataforma digital, o SAT tem a duração de até duas horas.
Como isso é possível? A prova tem menos conteúdo? Não. O objetivo continua sendo medir o conhecimento e as habilidades dos candidatos. Porém, o volume de leitura durante o exame agora é menor.
Isso engloba os textos e os próprios enunciados das questões. Ao mesmo tempo, a prova agora inclui uma gama maior de tópicos, o que a tornou culturalmente mais relevante.
Na sessão de matemática, a calculadora, que no formato atual é permitida apenas em algumas questões, pode ser utilizada em toda a prova.
Os candidatos podem usar seus próprios equipamentos (laptops ou tablets). Em caso de perda de conexão com a internet, tudo fica salvo e o aluno pode continuar a prova normalmente.
Outra mudança que beneficia diretamente os alunos é o tempo de espera pelo resultado. Ao invés de aguardar semanas pela nota, o candidato agora recebe acesso ao seu resultado em alguns dias.
O novo formato foi testado nos Estados Unidos e em outros países em novembro de 2022. Cerca de 80% dos estudantes que fizeram o exame aprovaram o novo formato digital. O feedback obtido pela organização indica que os alunos acharam a prova mais clara, mais concisa e menos estressante.
Do lado dos educadores, o retorno também foi positivo. Eles consideraram muito boa a experiência na aplicação do novo exame.
O que não muda no SAT digital
A prova continua valendo 1.600 pontos (800 para cada sessão) e continua sendo realizada nos centros autorizados. As sessões são as mesmas, matemática e inglês. A nota ainda pode ser utilizada para requerer bolsa de estudos.
O SAT continuará sendo uma parte importante da avaliação holística que é feita pelas universidades durante a seleção dos candidatos.
O processo seletivo inclui, além da nota do SAT, as notas do aluno no Ensino Médio, as atividades extracurriculares, cartas de recomendação, redação (essay) e, no caso dos alunos internacionais, o teste de proficiência em inglês. Em alguns casos, as faculdades pedem um portfólio e/ou solicitam uma entrevista.
Este conjunto de documentos e informações compõem a sua application e determinam o seu perfil para as universidades. Quanto maior a nota no SAT, maiores as possibilidades de aceitação e, assim, mais e melhores portas podem se abrir.
Portanto, seja no formato com papel e lápis ou no novo modelo digital, é fundamental uma boa preparação para essa prova.
Se você quer orientação especializada sobre o SAT e quais as melhores universidades para os seus objetivos, venha conversar com a gente. A Daqui pra Fora oferece assistência durante todo o processo de admissão de estudantes brasileiros em universidades do exterior.
Melhores universidades para estudar design de games
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaSaiba onde estão e como são os melhores cursos de graduação para a inovadora e promissora carreira de design de games.
Uma das áreas que vive um boom na demanda de profissionais no mundo inteiro é a de design de games. O mercado crescente de usuários – hoje são mais de 2,2 bilhões em todo o planeta – requer a formação constante de novos profissionais. Eles são cada vez mais necessários para criar e desenvolver jogos para computadores, tablets, smartphones ou videogames.
De acordo com a empresa de pesquisas Newzoo, em 2023 a indústria de games deve movimentar mais de US$ 204 bilhões em todo o planeta. Em 2021, mesmo com a pandemia, as vendas ficaram em torno de US$ 175 bilhões.
Na verdade, durante a pandemia o tempo gasto em jogos de videogame no mundo aumentou 39%. Ou seja, o mercado não para de crescer. E essa demanda de conteúdo vem gerando interesse pela área e muitas oportunidades de trabalho.
A mudança de status de hobby para um mercado multimilionário fez com que crescesse também a necessidade de preparar adequadamente profissionais para trabalhar no setor. Hoje, importantes universidades no mundo inteiro oferecem cursos para quem quer trabalhar no mercado de games.
No curso de bacharel em design de games o aluno aprende, entre outras coisas:
Fazer estágio é muito interessante. Com ele, além de adquirir experiência, o aluno amplia o networking com profissionais da área.
Nos Estados Unidos, o maior do mundo em termos de receita em videogames, estão alguns dos melhores cursos de graduação na área. É lá que estão também algumas das melhores empresas para estagiar e trabalhar.
O Reino Unido também oferece excelentes faculdades em design de games e tem um mercado muito potente também, assim como o Canadá. A seguir você vai conhecer algumas das melhores opções de universidades nestes três países.
Onde estudar design de games
University of Southern California (USC)
Localizada em Los Angeles, próximo ao Vale do Silício, USC é considerada a melhor universidade para se estudar design de games nos Estados Unidos e no mundo. Ela oferece 4 programas que focam em diferentes áreas do game design. Dois deles são programas de graduação e dois de pós.
As aulas são práticas e ministradas por designers, produtores e desenvolvedores especializados, diretamente ligados ao mercado. USC oferece também vários minors excelentes para game design. Entre eles estão Empreendedorismo em Jogos, Áudio de Jogos, Modelagem e gráficos 3D.
Na mais antiga universidade particular da Califórnia, os cerca de 19.600 alunos dispõem de cerca de 850 organizações estudantis, com atividades nas mais diversas áreas. USC é considerada a 63a melhor universidade do mundo pelo ranking Times Higher Education.
New York University (NYU)
O curso de game design da NYU é oferecido na Tisch School of the Arts, uma das mais prestigiadas escolas de artes do mundo. O campus, em Manhattan, recebe alunos do mundo inteiro, interessados na excelência acadêmica e no efervescente mercado ao seu redor.
NYU é a 26a melhor universidade do mundo, segundo o ranking THE. E é uma das mais diversas dos Estados Unidos, com cerca de 35% dos seus alunos vindos do exterior.
O Game Center da NYU foca no valor do videogame como um fenômeno cultural, assim como acontece com o teatro e o cinema. A escola oferece programa de bacharel e pós graduação na área. Na Tisch o aluno aprende fazendo.
Estudantes e professores estão constantemente criando jogos, escrevendo artigos e organizando eventos. Os alunos aprendem jogando, criando e investigando como funcionam e o que significam.
No final do programa, o aluno desenvolve seu próprio jogo, com ou sem a colaboração de uma equipe. Assim, já sai do curso com pelo menos um importante item no seu portfólio.
Uma das grandes vantagens da NYU é que a universidade conecta facilmente seus alunos com empresas por meio de estágios. A Tisch oferece ainda ótimas opções em matéria eletivas que podem dar mais recursos para os alunos de design de games.
Drexel University
Localizada na Filadélfia, Drexel University é uma das 15 maiores universidades dos Estados Unidos. O curso de Science in Game Design and Production é oferecido na Westphal College of Media Arts and Design, uma das 15 escolas da universidade.
O curso trabalha fundamentos de design e tecnologia, com aulas práticas que abrangem toda a produção de um vídeo game. A escola possui uma cooperativa, onde todos os alunos trabalham seis meses diretamente na produção de jogos, garantindo experiência na área antes de se formar.
Na Drexler as turmas são pequenas, as instalações e os equipamentos são de ponta. Os alunos utilizam o Laboratório de Captura e Efeitos de Animação e o Laboratório de Pesquisa Imersiva em realidade virtual, realidade aumentada e mídia imersiva.
O currículo enfatiza o trabalho em equipe baseado em projetos e tem uma estrutura que reproduz a realidade da indústria de design de jogos. O objetivo é preparar o aluno para um trabalho interdisciplinar em indústrias de qualquer tamanho, garantindo bons portfólios antes da formatura.
Manchester Metropolitan University
Uma das mais bem conceituadas do mundo na área de game design, MMU tem um currículo que foca em jogos para celular, além de design de jogos tradicionais. A abordagem é baseada na prática.
A School of Digital Arts (SODA) da MMU oferece suporte para que o aluno construa um portfólio potente de jogos e itens ligados ao trabalho de criação. O currículo oferece inúmeras oportunidades de trabalhos interdisciplinares em grupo, em um cenário semelhante ao que o aluno encontrará no mercado.
Quem está trabalhando com design de som, animação ou produção de mídia, por exemplo, interage com alunos do departamento de matemática e computação.
As instalações também seguem os padrões das indústrias, o que permite o desenvolvimento das habilidades técnicas requeridas no mercado.
O curso dura 4 anos e depois do terceiro o aluno pode passar um ano estagiando na indústria de games. Neste período, o aluno tem ao menos 36 semanas de experiência em uma empresa, aprendendo e desenvolvendo as principais habilidades para o mercado de trabalho.
Sheridan College
Localizada na província de Ontário, no Canadá, Sheridan College é reconhecida pela excelência nas áreas de animação e ilustração, filme e design, business, entre outras. A universidade tem aproximadamente 23.000 estudantes e disponibiliza mais de 130 programas em 6 faculdades.
O curso de Design de Games, na Faculty of Animation, Arts and Design, dura 4 anos e oferece aos alunos a oportunidade de diversificarem suas habilidades na área. O objetivo é ir além dos aspectos técnicos e artísticos do design de jogos.
Os alunos aprendem sobre a indústria de games e como gerenciar seus projetos. Estudam as tendências e aprendem a administrar uma equipe durante o desenvolvimento de um trabalho.
O currículo aborda design e mecânica de jogos, arte e animação 2D e 3D, narrativa de jogos, design de níveis, áudio, entre outras habilidades. Os estudantes trabalham em projetos em laboratórios e fazem simulações e estudos de casos para se aproximarem mais da realidade da indústria de games. No final do curso, os alunos trabalham em equipes para construir um jogo a partir do zero.
Quer saber como realizar o seu sonho de fazer uma graduação no exterior? Conheça os nossos programas e saiba como podemos ajudar nesse processo.
Conheça a Universidade de Montreal
/em Canadá /por Daqui pra ForaSaiba tudo sobre a universidade conhecida por ser um dos maiores centros de pesquisa do Canadá e veja também como fazer para estudar lá.
Para quem busca excelência acadêmica e qualidade de vida, o Canadá é um destino que não pode ficar de fora do radar daqueles que pensam em fazer faculdade no exterior.
Conhecido pela beleza, organização e pelos excelentes serviços que oferece à população – entre eles saúde e segurança -, o Canadá é um dos países que melhor recebe estrangeiros. Além disso, em termos acadêmicos, tem tradicionalmente várias universidades entre as melhores classificadas nos principais rankings internacionais,
Hoje, o Canadá tem 5 universidades entre as melhores do mundo no ranking da Times Higher Education. A Universidade de Montreal (Université de Montréal, também conhecida como UdeM), 88a colocada, é uma delas.
Se você pensa em estudar no Canadá e quer fazer faculdade em francês, sem dúvida a Universidade de Montreal deve ser um dos alvos principais do seu radar.
Conheça a Universidade de Montreal
Fundada em 1878 na província de Quebéc, a Universidade de Montreal tem como idioma padrão na graduação o francês. Com duas escolas afiliadas, a Polytechnique Montreal (engenharia) e a HEC (Business), é considerada hoje um dos maiores complexos universitários da América do Norte.
Quarta melhor universidade do Canadá, UdeM tem aproximadamente 65 mil alunos -73% deles na graduação -, 2.400 professores e pesquisadores, além de 500 professores associados. De acordo com o ranking Times Higher Education, cerca de 23% dos estudantes vêm de fora do Canadá, o que faz da Universidade de Montreal a terceira mais diversa do país.
A universidade atrai mais de U$ 500 milhões em fundos para pesquisa todos os anos. Com esse investimento, UdeM se tornou o 3o maior centro de pesquisas do país e um dos maiores do mundo.
Vários importantes laboratórios nasceram na Universidade de Montreal. Um deles é o Instituto de Pesquisa em Imunologia e Câncer (IRIC), um dos mais produtivos do Canadá na área.
Além das duas escolas afiliadas, a Universidade de Montreal possui 14 faculdades, divididas em mais de 60 departamentos. A universidade tem ainda parceria com 500 instituições internacionais em 65 países.
São oferecidos na UdeM um total de 600 programas de graduação e pós, todos muito bem avaliados. Algumas das áreas com maior reconhecimento são estatística, veterinária, anatomia e fisiologia, farmácia, política, business, ciências da computação e comunicação.
Para alunos internacionais, os cursos de graduação têm, em geral, duração de 4 anos, sendo um deles preparatório. Para quem optar por fazer double major, é necessário cursar mais um ano.
Em termos de empregabilidade, a Universidade de Montreal tem excelente reputação. É a 41a colocada neste quesito no Global University Rankings.
A vida no campus da UdeM
Conhecido como Mount Royal, o campus principal da Universidade de Montreal fica a noroeste do parque de mesmo nome, um dos mais lindos da América do Norte. São cerca de 65 hectares de área, com muito verde e cerca de 40 prédios. O mais imponente deles é o Pavilhão Roger-Gaudry, cuja torre pode ser vista de todo o campus.
O campus da UdeM parece uma pequena cidade dentro de uma metrópole. Lá os alunos encontram tudo o que precisam e muito mais. Há centros médicos e odontológicos, refeitórios, instalações esportivas, housing no campus e fora dele, entre outras facilidades.
Além disso, existem grupos de estudantes e clubs para todos os tipos de interesses. Os alunos internacionais dispõem de um suporte especial, além do apoio dos “ambassadors”, estudantes preparados para receber novos alunos.
A universidade oferece ainda programas para quem quer melhorar o francês e também para quem precisa de algum tipo de ajuda na área acadêmica.
Viver e estudar em Montreal
Montreal é considerada a melhor cidade da América do Norte para estudantes internacionais. Cerca de 35.000 novos alunos chegam todos os anos do exterior para viver e estudar na cidade, que é a segunda maior do Canadá.
De acordo com o ranking QS Best Student Cities, Montreal é considerada a cidade com a melhor experiência para estudantes no mundo.
Nomeada a capital cultural do País, a cidade tem Little Italy, Chinatown, Little Portugal e diversos outros bairros adotados por imigrantes. Com 23% da população internacional, a Grande Montreal tem mais de 120 comunidades de todos os continentes. Mais da metade da população (55%) é bilíngue (inglês e francês) e perto de 20% fala 3 línguas ou mais.
É quase impossível ficar entediado em Montreal. Há programas para todos os gostos: música, gastronomia, arte, esportes e natureza. A cidade recebe mais de 120 festivais por ano, entre eles o Arab World Festival e o Festival Internacional Nuits D’Afrique.
Montreal tem 11 universidades e mais de 200.000 estudantes, cerca de 42.000 deles internacionais. O custo para moradia é mais acessível que os encontrados na maioria das grandes cidades da América do Norte.
Montreal é ainda o centro empresarial da província de Quebéc. E teve o maior crescimento no índice de emprego entre as 20 maiores cidades do Canadá em 2017. O mercado, portanto, favorece que alunos internacionais ganhem experiência em indústrias de ponta.
Vale lembrar que quem faz faculdade no Canadá pode trabalhar 20 horas por semana e período integral nas férias.
Outra vantagem importante em Montreal é poder ir e vir para qualquer lugar a qualquer hora do dia com segurança. A revista The Economist classificou Montreal como a 14a cidade mais segura do mundo e a 4a da América do Norte.
O processo seletivo da Universidade de Montreal
Para ter certeza de que o aluno internacional terá condições de acompanhar os cursos, as universidades solicitam um teste de proficiência no idioma padrão da instituição.
Como na graduação da Universidade de Montreal os cursos são ministrados em francês, um dos requisitos para ingresso é o teste de proficiência em francês (DELF/DALF).
De uma forma geral, o processo seletivo é semelhante ao das universidades americanas. Além de enviar a nota da prova de proficiência no idioma, o aluno preenche o formulário de application e encaminha o histórico escolar à universidade.
O histórico deve conter as notas do 9o ano do Ensino Fundamental à 3a série do Médio. Alguns cursos ou programas podem pedir também carta de recomendação, escrita por professores ou coordenadores da escola.
As melhores faculdades para estudar moda no exterior
/em Cursos /por Daqui pra ForaConheça a Universidade de Westminster
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaNo vibrante centro de Londres, a Universidade de Westminster oferece ensino inovador e pioneirismo aliados a muita história e tradição.
A Inglaterra é hoje o segundo país mais procurado por estudantes internacionais. O ensino de ponta e a excelente qualidade de vida são, sem dúvida, alguns dos principais fatores que atraem estudantes do mundo inteiro para a terra da rainha.
Algumas das mais antigas e renomadas universidades do planeta estão no Reino Unido, que é reconhecido também pela importância nas pesquisas acadêmicas em diversas áreas.
Cerca de 496.000 estrangeiros fazem faculdade na Inglaterra hoje, o que corresponde a aproximadamente 21% dos universitários do país.
Londres, um dos principais centros econômicos e políticos da Europa e do mundo, atrai grande parte destes alunos. Estudar em Londres significa viver nessa cidade que respira cultura dia e noite e é recheada de atrações e eventos o ano inteiro. Tudo isso aliado a serviços de qualidade em saúde, transporte e segurança.
É no vibrante centro de Londres que fica a Universidade de Westminster. Fundada em 1838 como Royal Polytechnic Institute, o primeiro instituto politécnico do Reino Unido se tornou oficialmente University of Westminster em 1992.
Siga a leitura até o final para conhecer um pouco mais sobre essa importante instituição britânica de ensino.
Por dentro da Universidade de Westminster
A ênfase na internacionalização é uma das marcas da Universidade de Westminster. Considerada a universidade mais diversa do Reino Unido, Westminster tem mais de 25% dos seus 22.000 estudantes internacionais, vindos de 169 países de todos os continentes.
A universidade ainda faz parceria com 190 instituições em 56 países, o que possibilita oportunidades de estudo e trabalho voluntário fora do país.
Os alunos se dividem em 4 campus, três deles no centro de Londres (Cavendish, Marylebone e Regent Street), e um, Harrow, no noroeste da cidade.
A universidade é composta por 3 faculdades que oferecem mais de 300 cursos de graduação e pós. São elas:
Os cursos nas áreas de mídia e moda estão relacionados entre os melhores do mundo.
As disciplinas, em geral, têm módulos longos que incluem habilidades relacionadas ao trabalho e atividades práticas. Os alunos também são estimulados a participar de pesquisas acadêmicas durante o curso.
Um investimento de 20 milhões de libras foi feito recentemente nas instalações da universidade. A primeira sala de cinema da história foi restaurada, equipamentos esportivos foram comprados ou modernizados e ainda foi desenvolvido o Financial Market Suites (FSM).
O FSM utiliza a plataforma Bloomberg. Com ela, alunos, professores e pesquisadores têm à disposição a tecnologia amplamente adotada pelos principais bancos de investimento e centros financeiros do mundo.
A Universidade de Westminster é reconhecida historicamente pela excelência em pesquisas. Grande parte do ensino é sustentado por esse trabalho em áreas como arte e design, mídia e comunicações, direito e arquitetura.
Os pesquisadores da universidade receberam recentemente um investimento de 6 milhões de libras e conduzem estudos importantes na luta contra doenças como Alzheimer, câncer de mama, malária e o vírus Ebola.
A vida do estudante na Universidade de Westminster
Seja em finanças e negócios, moda, música, esporte ou arte, Londres é o lugar onde as coisas tendem a acontecer primeiro. Na Universidade de Westminster o campus se mistura com a cidade.
As salas de aula não se limitam aos muros da universidade. Estudar lá significa, portanto, ter acesso fácil a todas as novidades nos mais variados setores. A experiência se estende para toda a cidade e os alunos podem, dali, explorar o Reino Unido e a Europa.
A universidade procura aproveitar as vantagens de estar no centro de Londres e estabelece links com importantes organizações na cidade e em todo o Reino Unido. O Serviço de Carreiras e Empregabilidade da universidade tem ligação com mais de 3.000 empresas.
Nos 4 campus, a Universidade de Westminster oferece bibliotecas 24 horas, laboratórios de ciências de última geração e recursos avançados de TI. Tem ainda estúdios de cinema e TV, galerias, espaços para arquitetura e design, além do FSM, entre outras modernas instalações.
O convívio com uma comunidade diversa e multicultural ainda proporciona a formação de uma potente networking internacional. Os alunos que vêm do exterior têm à disposição uma equipe de apoio específica e um programa de reforço para inglês (se necessário). Depois de formados, todos passam a fazer parte do grupo de ex-alunos que tem mais de 180.000 pessoas em 180 países.
Entre os ex-alunos da Universidade de Westminster estão Alexander Fleming, descobridor da penicilina; Charlie Watts, baterista dos Rolling Stones; e Christopher Bailey, CEO e diretor de criação da Burberry. Também estudaram lá Roger Waters, Nick Mason e Richard Wright, do Pink Floyd.
Como aplicar para a Universidade de Westminster
A candidatura para a Universidade de Westminster é feita pelo UCAS (Universities and Colleges Admission Service), plataforma do Reino Unidos que corresponde ao Common App (dos Estados Unidos).
No processo seletivo do Reino Unido, são exigidos basicamente o histórico escolar do candidato e o exame de proficiência em inglês, TOEFL ou, preferencialmente, o IELTS. No caso da Universidade de Westminster, para a maioria dos cursos se exige nota 6,0 no IELTS.
Nas universidades do Reino Unido os candidatos aplicam diretamente para o curso escolhido. Alguns cursos podem ter algumas exigências específicas, como portfólios, redações (carta de motivação) ou cartas de recomendação.
Por isso, é importante checar com antecedência no site da universidade todas as exigências para o seu curso e ter os documentos prontos dentro do prazo de envio.
Alunos internacionais cujo diploma do Ensino Médio não corresponde ao do Reino Unido devem fazer um ano de Foundation. O Foundation é um ano básico, onde o aluno é apresentado para o sistema europeu de ensino e preparado para os 3 anos seguintes de faculdade.
A Universidade de Westminster tem um curso de Foundation voltado para os estudantes internacionais em parceria com a Kaplan International College.
Se interessou pela Universidade de Westminster e quer saber como estudar lá? Nossa equipe especializada pode oferecer toda a assistência necessária. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
Saiba como é estudar na Minerva University
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaConheça o dia a dia em uma universidade onde, em 4 anos, os alunos estudam em 7 países diferentes. Saiba também como aplicar para estudar lá.
Se você não conhece a Minerva University ou ouviu falar pouco sobre ela, não se preocupe. Você ainda não vai encontrá-la nos principais rankings de ensino superior que são publicados anualmente no mundo todo.
Ela tampouco acumula prêmios Nobel ou similares. A Minerva é uma universidade nova, que surgiu em 2014, com poucas turmas formadas até aqui. Porém, apesar disso, tem sido muito procurada e é muito concorrida.
Além disso, é uma universidade sem campus e sem salas de aula. Como isso é possível? A história e a proposta da Minerva School, que estão totalmente interligadas, justificam este cenário.
E mostram que a tendência é, em pouco tempo, ela vir a figurar entre as mais bem ranqueadas do planeta. Alguns números obtidos neste curto período apontam para a mesma direção.
Entre os gestores hoje que empregam ex-alunos da Minerva, 90% afirmam que a performance deles no trabalho é acima da média. A Minerva já é top 1% no CLA+ (teste padronizado que mede raciocínio, criatividade e habilidades entre alunos do último ano das universidades americanas). Além disso, custa cerca de um terço do valor de universidades com nível acadêmico similar.
Em relação a rankings, a Minerva School já aparece em 3o lugar entre as universidades mais inovadoras do mundo na classificação do WURI (World’s University with Real Impact).
Outro fator que justifica a concorrência alta – cerca de 2% dos candidatos são admitidos – é o fato de que a Minerva não cobra taxa de application. Isso faz com que o número de candidatos seja bastante alto. A boa notícia é que de 8 a 10 brasileiros são admitidos anualmente na Minerva com cerca de 70% de bolsa.
Como surgiu a Minerva University
Para compreender os números e entender por que a Minerva atrai tantos estudantes do mundo inteiro, é preciso conhecer um pouco da sua história e da sua proposta.
A Minerva foi criada por Stephen Kosslyn, pesquisador de Ciências da Aprendizagem em Harvard. Em suas pesquisas sobre como a mente humana aprende, Kosslyn constatou que aulas expositivas não funcionam, já que nelas apenas 10% do conteúdo é retido.
Ele e Ben Nelson, também produto da Ivy League, entenderam naquele momento que as universidades faziam, sim, um bom trabalho, mas não para o mundo de hoje.
Segundo eles, o cenário milenar onde um palestrante fala continuamente para vários ouvintes em uma sala, definitivamente, deveria ser modificado. Assim, baseado em estudos de psicologia cognitiva aplicada à aprendizagem, eles criaram a Minerva School, que nasceu com uma proposta completamente inovadora.
A ideia é focar a aprendizagem não em um conhecimento adquirido de forma passiva. Mas sim em habilidades profundas e transversais trabalhadas de forma ativa, como pensamento crítico, comunicação eficaz e resolução criativa de problemas.
Assim, segundo os idealizadores, formam-se profissionais flexíveis, capazes de se movimentar em ambientes complexos e com capacidade para se adaptar a mudanças drásticas que, certamente, enfrentarão na vida profissional.
Hoje a Minerva é acreditada pela WASC Senior College and University Commission, que também certifica Stanford, Caltech, UCLA e inúmeras instituições renomadas nos Estados Unidos e no mundo.
Como funciona a Minerva University
Já mencionamos que, mesmo oferecendo ensino de excelência, a Minerva University não tem campus nem salas de aula. Então, como são as aulas? Como se aprende?
O Minerva Project foi criado com base em uma plataforma online, idealizada para maximizar o aprendizado, sempre baseando-se na ideia de que não pode haver aulas puramente expositivas.
A plataforma, chamada Active Learning Forum, que hoje se chama apenas Forum, já diz pelo próprio nome que não há ensino passivo. Ela nasceu muito antes da pandemia e a metodologia utilizada não tem nada a ver com Ensino à Distância.
Neste vídeo, você encontra informações importantes sobre a Minerva University:
As classes têm no máximo 20 alunos, são todas ao vivo e nelas o professor não pode falar por mais de 5 minutos ininterruptos Os alunos devem participar com perguntas, comentários, sugestões, soluções e discussões, entre outras possibilidades. Eles sempre recebem material e se preparam previamente para as aulas.
Existe uma ferramenta que monitora o tempo de fala do professor e a participação de cada aluno durante toda a aula. Se um aluno participa pouco, por exemplo, deve ser estimulado a interagir mais. Se ao final, sua participação foi inexpressiva, ele pode receber falta naquela aula.
Esta plataforma inclui ainda várias ferramentas que possibilitam interações que não são possíveis de serem utilizadas em aulas fisicamente presenciais, como enquetes, por exemplo.
Esta é uma das maneiras mais eficazes de o professor verificar em tempo real o que os alunos pensam de um determinado assunto ou mesmo medir o que está sendo aprendido.
Todas as aulas são gravadas. O aluno consegue rever e observar como contribuiu, enquanto o professor pode verificar a participação de cada um para avaliação.
Na plataforma Forum, além de participar das aulas, o aluno tem tudo o que precisa para o seu curso. Lá estão todas as informações relacionadas com tarefas a fazer, tarefas feitas, avaliações, leituras, comunicados, de todos os cursos que o aluno está fazendo ou já fez.
Como vivem os estudantes
Os alunos da Minerva vivem em 7 países e 7 cidades diferentes durante os 4 anos da faculdade.
Quando são admitidos, todos os estudantes vão para São Francisco, na Califórnia, onde fazem o primeiro semestre. O segundo semestre é feito em Taipei (Taiwan) e no terceiro, depois do summer break, os alunos vão para Seul (Coréia do Sul).
O quarto semestre acontece em Hyderabad (Índia), o quinto em Berlim (Alemanha) e o sétimo, em Buenos Aires (Argentina). No último semestre os alunos voltam para São Francisco, onde acontece a formatura e encontram todos os seus professores.
Não há aulas fisicamente presenciais na Minerva University. Porém isso não significa que os alunos não se encontram. Ao contrário. As aulas são virtuais, mas os relacionamentos são reais e muito presentes.
Em todas as cidades, os alunos moram sempre no mesmo prédio, em quartos duplos, triplos ou quádruplos. Almoçam juntos, saem juntos, tomam café e muitas discussões que começam em aula continuam fora delas.
Cerca de 70% dos estudantes da Minerva University não são dos Estados Unidos. Este é um número bastante expressivo, principalmente levando-se em conta que nos Estados Unidos algumas das universidades mais diversas tem 30% de estudantes internacionais.
Isso faz da Minerva uma comunidade forte e diversa em termos de cultura, religião e etnias, e que ainda possibilita a formação de um networking extremamente potente.
As aulas na Minerva University acontecem de segunda a quinta-feira. Na sexta, os alunos aprendem no mundo por meio das co-curriculars activities, projetos que os estudantes desenvolvem em cada cidade por onde passam.
Eles permitem, além de trocas e aprendizados, maior engajamento com a população, com a cultura, com as organizações e com as questões locais.
Para isso, a Minerva tem parcerias com algumas das principais organizações públicas e privadas de cada um dos locais em que se estabelece. Entre elas, outras universidades, ministérios, empresas, ONGs, etc. A Minerva tem profissionais contratados em cada cidade para fazer a curadoria dessas parcerias.
Os cursos e a avaliação
A Minerva University oferece cursos em 5 colleges ou majors:
Cada um deles possui 6 concentrações mais focadas em uma determinada área. Os majors foram concebidos como matrizes inter-relacionadas de cursos, onde cada aula oferecida é essencial para cada um dos campos.
Em Business, por exemplo, o aluno pode focar em Novos Negócios Comerciais, Gestão Empresarial, Gestão de Marca, Crescimento Escalável, Finança Estratégica e Gerenciando Complexidade Operacional.
A avaliação é baseada em trabalhos (assignments) e na participação dos alunos nas aulas. As notas variam de 1 a 5 e são baseadas em rubricas pré-estabelecidas em cada trabalho.
O processo seletivo
A candidatura para a Minerva University é diferente das tradicionais. Mas quem está se preparando para aplicar para uma universidade americana vai estar preparado para aplicar para a Minerva. Isso porque também é um processo holístico e alguns requerimentos são parecidos.
Na primeira parte do application, o aluno responde à pergunta “Quem você é?”. É onde ele preenche dados acadêmicos, da mesma forma que faz no Common App. A Minerva inclusive permite que os candidatos façam a primeira parte no Common App e depois migrem para a plataforma da Minerva.
Em seguida, vem “Como você pensa?”. Nesta etapa, a Minerva não utiliza e não recebe notas de provas padronizadas como SAT ou ACT. Nem mesmo provas de proficiência em inglês.
Ao invés disso, o aluno é desafiado a responder uma série de desafios que medem como o aluno pensa nas mais variadas dimensões, seja na criatividade, na matemática, ou na escrita e na fala.
O teste é gravado e o aluno responde na hora. Não é uma prova para a qual você precisa estudar. Um dos desafios pode pedir para o candidato dizer, por exemplo, quantas utilidades consegue dar a um certo objeto. Dessa forma, eles observam como o aluno pensa, sua criatividade, como se expressa, entre outras habilidades.
A terceira parte consiste em mostrar “O que você conquistou?”. A Minerva quer saber do que o candidato se orgulha de ter conquistado dentro e fora da escola e por que. Essas conquistas podem incluir projetos pessoais, olimpíadas acadêmicas, trabalhos literários ou artísticos ou experiências de trabalho. É importante mostrar como viveu cada atividade e como aquilo foi importante na sua trajetória.
A Minerva oferece oportunidade de bolsas de estudo para quem tem necessidades financeiras. Elas não valem para quem já tem uma graduação ou está se transferindo de uma outra.
Depois de formados
Mesmo com poucas turmas formadas, a Minerva University tem ex-alunos trabalhando nas principais companhias do mundo. Eles também estão em ONGs, incubadoras, statups ou mesmo em universidades. Google, Caltech, Dalberg, Amazon, Apple, Goldman Sachs e Harvard são alguns dos lugares onde ex-alunos da Minerva se encontram.
A Daqui pra Fora conta em sua equipe com duas profissionais graduadas na Minerva University. Nathalia Bertolo se formou em Artes & Humanidades, com concentração em Literatura e Artes. Ela é mentora na DpF desde 2019 e também trabalha na equipe de Gente & Gestão da Ambev.
Lara Nach se formou em 2019 na Minerva. Ela escolheu a área de Ciências da Natureza, onde focou em Ciência Alimentar. Foi pesquisadora na Cornell University (Ivy League).
Também atuou como educadora ambiental na Christodora, ONG de Nova York que leva educação científica e educação sobre natureza para alunos de escolas públicas de NY e Massachusetts. Lara é mentora na Daqui pra Fora desde 2016 e hoje também faz parte da equipe de estrategistas.
Para as duas profissionais, sobram experiência e conhecimento, além de muita vontade, claro, para orientar todos aqueles que se interessarem em aplicar para a Minerva University.
Converse com a gente e saiba como aplicar para a Minerva University.
Conheça a University of Amsterdam
/em Holanda /por Daqui pra ForaEm uma das cidades mais vibrantes e diversas da Europa, a University of Amsterdam oferece ensino de excelência e inovador a alunos do mundo inteiro.
A Holanda tem sido cada vez mais procurada por estudantes internacionais. O país tem 7 universidades entre as 100 melhores do mundo, de acordo com a Times Higher Education, entre elas, a University of Amsterdam.
É o país europeu que mais oferece cursos superiores em inglês. São mais de 2.000 opções de cursos espalhados em cerca de 77 instituições de alta qualidade.
Conhecida pela diversidade e por seu ambiente tolerante e descontraído, a Holanda acolhe muito bem os estrangeiros em geral. Esta característica, aliada a um ensino de excelência e inovador, faz com que o país seja considerado um dos melhores lugares da Europa para fazer faculdade como estudante internacional. Cerca de 10% dos universitários na Holanda são estrangeiros.
Por que morar em Amsterdã?
Além de ter o 3o melhor ensino superior do mundo, o país aparece frequentemente nas principais listas dos melhores lugares do planeta para se viver. Segundo o US News é hoje o 7o melhor país em qualidade de vida.
A Holanda abriga lindas paisagens, muita história, cultura e excelente qualidade de vida. Por todo o país, todos os serviços funcionam muito bem. As cidades, grandes ou pequenas, são muito limpas, organizadas e sustentáveis. Transporte, saúde e educação são sistemas extremamente eficientes.
Outra vantagem de fazer faculdade na Holanda é a facilidade de viajar para outros países da Europa e conhecer novos lugares e culturas. O custo-benefício é mais um atrativo. Dificilmente se encontram em outros países universidades com a qualidade das holandesas pelo mesmo custo.
Além disso, na Holanda os estudantes podem trabalhar 16 horas por semana e, depois de formado, podem obter visto de trabalho e continuar no país.
A capital Amsterdã
A capital, Amsterdã, é o principal foco dos estudantes na Holanda justamente por ser o coração do país. Com inúmeras opções em de cultura e lazer, Amsterdã ferve dia e noite e acolhe pessoas com todos os tipos de origens, gostos e características.
Limpa, organizada, segura, recortada por mais de 150 canais e com linda arquitetura, a cidade tem a maior cultura per capita do planeta. É a casa de alguns dos principais museus da Europa, como o Rijskmuseum e o Van Gogh Museum, e de alguns museus excêntricos, como o da Tortura e do Sexo.
Amsterdam tem ainda a Rembrandt House, a Casa de Anne Frank, inúmeros restaurantes, bares, galerias, teatros, casas de shows e parques.
Inglês é a língua não-oficial da cidade. É muito fácil encontrar livrarias, canais de TV, menus em restaurantes e diferentes atividades culturais em inglês.
Amsterdam tem um excelente sistema de transporte, com ônibus, metrô, trem e tram (um tipo de bonde), mas a bicicleta é o mais utilizado. Cerca de 63% das pessoas que moram na cidade se locomovem de bike.
Há 1 carro para cada 3,3 bicicletas em Amsterdam. Na estação central, há 267.000 lugares para estacionar bicicletas.
A University of Amsterdam, uma das duas universidades holandesas mais bem colocadas nos rankings internacionais, fica no centro dessa cidade cheia de vida e atrações.
Conhecendo a University of Amsterdam (UvA)
Fundada em 1632, a University of Amsterdam é uma das universidades holandesas mais bem colocada nos rankings internacionais e com mais opções de cursos em inglês.
São mais de 200 opções. Cerca de 7.000 dos 34.000 alunos são estrangeiros vindos de mais de 100 países. A universidade tem ainda 3.000 pesquisadores e 6.000 professores e funcionários.
Considerada uma das principais referências em pesquisa na Europa, UvA é a terceira universidade mais antiga do país e a maior em número de alunos.
É a 61a colocada no ranking mundial da Times Higher Education de 2024 e a número 1 no Europe Teaching Ranking da mesma THE. No QS World Ranking, UvA ocupa a 55a colocação.
O ensino na University of Amsterdam, como em toda a Holanda, é baseado na solução de problemas (Problem Based Learning – PBL) e dá bastante autonomia aos estudantes.
A estrutura acadêmica da universidade é dividida em 7 faculdades, com um total de mais de 200 cursos. Economia e negócios, artes e humanidades, direito, medicina, ciências físicas, biológicas, ciências sociais e comportamentais estão entre algumas das áreas estudadas e pesquisadas.
Todos os cursos são muito bem conceituados. O curso de Mídia e Informação, por exemplo, é considerado um dos 3 melhores da Europa. O de Odontologia é o 3o do mundo, segundo o QS Ranking.
O campus e as instalações da University of Amsterdam
UvA é dividida em 4 campus. O principal, localizado no centro intelectual da cidade, abriga a biblioteca central e os prédios da Faculdade de Humanidades. O segundo campus fica no Science Park, na região leste de Amsterdam. Lá estão os principais institutos de pesquisa, a Faculdade de Ciências, a University College e mais de 120 empresas.
No UMC Campus fica a Faculdade de Medicina, o hospital de pesquisa e o Academic Medical Center. O Roeterseiland Campus recebe as faculdades de Economia e Negócios, Ciências Sociais e Comportamentais e a escola de Direito.
UvA tem instalações esportivas para mais de 80 atividades, de aikidô a levantamento de peso, que funcionam 7 dias por semana. O CREA, organização cultural estudantil, oferece cursos e workshops em música, artes visuais, dança, teatro, fotografia, entre outras. Também organiza shows, apresentações e debates sobre ciência, arte e sociedade.
O processo seletivo
O processo seletivo para as universidades na Holanda, incluindo a University of Amsterdam, é parecido com o do Reino Unido. São exigidos o histórico escolar do Ensino Médio e uma prova de proficiência em inglês (TOEFL ou IELTS).
A candidatura é feita para um curso específico e, portanto, o aluno vai concorrer com outros candidatos que buscam o mesmo curso. Para alguns cursos pode ser exigida uma prova específica ou uma redação. A concorrência varia de acordo com o curso escolhido. Na UvA, os mais concorridos são Medicina e Direito.
Depois de aceitos na universidade, os alunos que não possuem diploma de Ensino Médio europeu fazem o Foundation. O Foundation é um ano básico, onde o aluno é apresentado ao sistema europeu de ensino e preparado para os 3 anos de faculdade que virão.
Se o seu sonho é estudar na Universidade de Amsterdã, venha conversar com a gente e entender como podemos ajudar você a realizar esse sonho.
FIT – Universidade de arte, moda e design em Nova York
/em Sem categoria /por Daqui pra ForaLocalizado no vibrante bairro do Chelsea, em Manhattan, o FIT é uma das referências nos Estados Unidos e no mundo nas áreas de moda e design.
Para quem quer estudar e trabalhar com moda, design ou arte, nada melhor que estar perto de onde tudo acontece. Nestas áreas, certamente larga na frente quem estiver onde as tendências são traçadas, onde estão os melhores profissionais e onde acontecem os principais eventos. Por isso, quem busca esses cursos leva enorme vantagem se fizer faculdade no exterior.
O Fashion Institute of Technology (FIT), em Nova York, é uma das referências em moda e design no mundo inteiro. Localizado no efervescente bairro do Chelsea, em Manhattan, o FIT atrai há décadas estudantes de todos os lugares dos Estados Unidos e do mundo.
A localização privilegiada já é por si só um rico e variado “cardápio” de possibilidades de aprendizagem. Andando pelas ruas os alunos já se deparam com as principais empresas e as mais recentes tendências em moda, design, comunicação e arte.
Além disso, a cidade oferece oportunidades de aprendizado com executivos de grandes empresas, acadêmicos e pensadores influentes.
O FIT é, portanto, um dos melhores lugares para aprender, criar uma networking diferenciada na área e ter acesso a várias oportunidades na carreira.
Por dentro da FIT
O Fashion Institute of Technology é reconhecido por seu programa acadêmico rigoroso, único e ao mesmo tempo flexível para os estudantes. Tem um ensino focado em oportunizar experiências práticas, parcerias com outras universidades e com indústrias, e comprometimento com pesquisa, inovação e empreendedorismo.
Fundado em 1944, o FIT é um dos líderes mundiais em educação para design, moda, negócios e tecnologia. Seus programas aproveitam a atmosfera vibrante e criativa de Nova York para incrementar o ensino, a exploração e a pesquisa.
Academicamente, o FIT possui 5 divisões. A principal delas é a School of Art and Design. Ela oferece 17 majors e conta com 3.800 alunos que buscam seguir carreira em moda, arte e vários campos de design.
Alguns cursos oferecidos pela School of Art and Design são:
A Jay and Patty Baker School of Business and Technology oferece 10 majors para 4.000 alunos. A escola é focada em negócios na moda e em áreas relacionadas a ela.
O currículo é elaborado buscando desenvolver nos alunos as habilidades e o conhecimento requisitados no mundo inteiro nas indústrias da moda e da criação.
A terceira divisão do FIT é a School of Liberal Arts and Science, que oferece dois majors. Nela, alunos de todo o FIT podem escolher entre centenas de disciplinas que desenvolvem pensamento crítico, habilidades de comunicação, conhecimento em ciências naturais e sociais.
O objetivo é equipar os estudantes com as melhores ferramentas para que contribuam de maneira eficaz com um mundo culturalmente cada vez mais diverso.
O FIT tem ainda a School of Graduate Studies, para pós-graduação, e o Center of Continuing and Professional Studies, com cursos que não são de nível superior.
Como funciona o processo seletivo?
Nos Estados Unidos a seleção dos candidatos para as universidades não é baseada em um único critério, como uma prova, por exemplo. As faculdades procuram observar diferentes aspectos que consideram relevantes para escolher aqueles que mais se encaixam no perfil da instituição.
O processo seletivo do FIT leva em conta as notas dos alunos no colégio (do 9o ano a 3a série do Ensino Médio) e a nota da prova de proficiência em inglês. Para o TOEFL, teste mais comum, o mínimo exigido é 80. Para o IELTs, é 6,5 e para o Duolingo, 105.
Portfólio
Um fator muito importante na candidatura para o FIT é o portfólio. Ele é exigido para todos os cursos ligados a artes e design e, nestes casos, é parte fundamental na seleção.
A montagem do portfólio varia de acordo com a área específica para a qual o aluno vai se candidatar. Cada curso tem suas próprias exigências.
Para o curso de Fashion Design, por exemplo, o portfólio solicitado é dividido basicamente em 3 partes: uma redação, dois projetos de design e um projeto de costura.
A redação (essay) consiste em um texto de até 250 palavras onde o candidato mostra um pouco da sua personalidade, baseado em um tema específico.
Um exemplo é “Como você lida com a situação em que a sua opinião difere da de um professor ou empregador no que diz respeito à sua performance?”.
Pelo conteúdo desse tipo de essay os selecionadores detectam vários aspectos do perfil do candidato.
Os dois projetos de design devem conter um total de 7 a 14 imagens. No primeiro projeto, o candidato vai enviar de 3 a 6 imagens de uma criação sua em sportswear (calça, blusa, saia e jaqueta, por exemplo).
No outro projeto o aluno vai submeter imagens originais de fashion design, contendo figuras desenhadas por ele mesmo. São relevantes o estilo, a criatividade e a variedade. Junto a estas imagens, devem estar duas sentenças explicando a inspiração para estes processos.
Por fim, o projeto de costura consiste em 4 a 9 fotografias de roupas criadas e costuradas pelo próprio candidato. São analisados a originalidade, a estética e a criatividade.
Conheça alguns ex-alunos do FIT
Não são poucos os ex-alunos do FIT que tiveram sucesso no mundo da moda e do design.
O estilista e empresário Calvin Klein se formou em Fine Arts em 1963. Cinco anos depois, ele criou a marca com o seu nome, que é referência em roupas e acessórios até hoje no mundo inteiro.
Michael Kors se formou no FIT em Fashion Design. Em 1981 lançou uma linha feminina para várias lojas, entre elas a Bloomingdale’s, a Lord & Taylor e a Saks.
De lá para cá, ganhou inúmeros prêmios internacionais e é querido por celebridades como Angelina Jolie e Michelle Obama.
David Chu, estilista e fundador da marca Nautica, e Joy Herfel, presidente das marcas Polo Ralph Lauren, também se formaram no FIT.
Tem vontade de cursar uma graduação no exterior e quer conhecer as suas chances de realizar esse sonho? Conheça os nossos programas e fique por dentro de tudo que você precisa.
As melhores universidades americanas segundo o US News
/em Sem categoria /por Daqui pra ForaConheça as instituições de ensino superior mais bem colocadas no ranking US News 2024 e entenda a metodologia usada para elaborar esta classificação.
As universidades americanas são as mais procuradas por estudantes do mundo inteiro. Elas são reconhecidas globalmente como excelentes em termos de ensino e pesquisa e há anos vêm dominando os principais rankings internacionais.
Além de potência na área acadêmica, as universidades nos Estados Unidos possuem estrutura física e econômica que sustentam essa força.
Com salas, anfiteatros e bibliotecas modernas, equipamentos de primeira linha, dormitórios e instalações esportivas de ponta, elas atraem estudantes e professores de todos os continentes.
E assim se tornam verdadeiros caldeirões culturais, onde se misturam diariamente costumes, idiomas e crenças de todo o planeta.
Por tudo isso, 38 das 100 universidades relacionadas no prestigiado ranking britânico da Times Higher Education estão nos Estados Unidos. Entre as top 10 do QS Top Universities, outro renomado ranking inglês, 5 estão nos Estados Unidos. Segundo o Xangai Ranking, 8 das dez melhores universidades do mundo são americanas.
O US News & World Report divulgou recentemente o ranking 2024 das melhores instituições de ensino superior dos Estados Unidos. Quem pensa na possibilidade de fazer faculdade no melhor lugar com as melhores pessoas precisa conferir.
E para que não fique nenhuma dúvida, vale a pena entender os critérios que eles utilizam para chegar a esta classificação.
Como funciona o ranking US News
O US News utiliza vários critérios para medir a qualidade acadêmica e chegar à classificação final das melhores universidades. A metodologia inclui basicamente 9 grandes áreas. Cinco delas correspondem a quase 80% da avaliação.
A taxa de graduação e de retenção é uma delas. A taxa de graduação mede a porcentagem de alunos que entram naquela universidade e se formam em até 6 anos. Ela é importante porque a conclusão do curso neste período reflete diretamente no encaminhamento da carreira dos estudantes.
Neste item também é considerada a retenção, que é a porcentagem de alunos que seguem na mesma universidade do primeiro para o segundo ano. Se ela for alta, indica que os alunos estão satisfeitos com a instituição.
Outro critério muito importante é como a universidade é vista pelos próprios alunos. O resultado é obtido por meio de um questionário que é enviado e respondido pelos estudantes.
Os recursos dos professores (Faculty Resources) também é um item determinante na avaliação das universidades. Neste quesito são levados em conta o tamanho das salas (que refletem a capacidade de engajamento dos alunos), o salário dos professores, a formação deles (se têm doutorado), entre outros fatores.
Os recursos financeiros empregados pela universidade para cada estudante é outro fator relevante na avaliação do US News. Ele indica o investimento médio por aluno em ensino, pesquisa, apoio acadêmico, serviços estudantis e apoio institucional durante o ano.
As doações em dinheiro feitas por ex-alunos também têm importância no ranking, já que elas mostram, entre outras coisas, o grau de satisfação deles em relação à universidade.
Outros itens que também são levados em conta são as dívidas com empréstimos federais de alunos formados, mobilidade social (que se refere à graduação de alunos socialmente menos favorecidos) e a seletividade na entrada para a universidade.
Melhores universidades dos Estados Unidos, de acordo com o ranking US News
O US News divide seu ranking em duas categorias: as Universidades (Universities) e as Liberal Arts Colleges.
As Universities são instituições geralmente maiores, que oferecem uma grande variedade de cursos em todas as áreas do conhecimento, em nível de graduação, mestrado e doutorado. Elas também são comprometidas em produzir anualmente um grande volume de conhecimento por meio de pesquisa inovadora.
As Liberal Arts Colleges são menores, priorizam a graduação e ao menos metade dos seus diplomas são do campo das Liberal Arts. Os programas de Liberal Arts trabalham a formação do aluno visando que ele aprenda a argumentar, desenvolva pensamento crítico, saiba se comunicar e resolver problemas.
História, Literatura, Filosofia, Sociologia, entre outros, são alguns dos cursos que fazem parte destes programas.
Melhores universidades
Princeton University #1
Tradicionalmente reconhecida como uma das maiores instituições de pesquisa do mundo, Princeton está hoje no topo do ranking US News para universidades americanas.
A quarta universidade mais antiga do país faz parte da Ivy League, grupo que inclui algumas das mais prestigiadas instituições dos Estados Unidos. De acordo com o ranking Times Higher Education, Princeton é hoje a 6a melhor universidade do mundo.
Além da excelência acadêmica, Princeton também é famosa pela beleza do seu campus e arquitetura dos seus 180 prédios, que recebem anualmente a visita de aproximadamente 800.000 pessoas.
A universidade dispõe de moradia para todos os estudantes de graduação, durante os 4 anos, e 98% dos alunos moram nos alojamentos.
Localizada no Estado de New Jersey, a cerca de uma hora e quarenta minutos da cidade de Nova York, Princeton é uma das universidades mais seletivas dos EUA. A cada ano 6% dos candidatos são aceitos.
A universidade tem um total de aproximadamente 8.200 alunos, entre graduação e pós e cerca de 23% deles são internacionais.
Jeff Bezoz, fundador e CEO da Amazon, graduou em Princeton nas áreas de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. A ex-primeira dama Michelle Obama se formou em sociologia. E Albert Einstein lecionou em Princeton na década de 1950.
Massachusetts Institute of Technology (MIT) #2
De acordo com o ranking US News, o MIT é hoje a 2a melhor universidade americana. Localizado em Cambridge, Massachusetts, o MIT, é referência mundial em ensino e pesquisa principalmente nas áreas de engenharia e física.
Terceira melhor universidade do mundo, de acordo com a Times Higher Education, o MIT é reconhecido também pela sua excelência em várias outras áreas. Entre elas, economia, ciências políticas, administração, biologia e linguística.
Seu campus recebe diariamente cerca de 1.000 professores e 11.500 alunos, 35% deles estrangeiros de 118 nacionalidades.
Algumas das principais descobertas da ciência que se deram no MIT incluem a primeira síntese química da penicilina e a invenção da memória de núcleo magnético, que permitiu o desenvolvimento de computadores digitais.
O MIT estima que cerca de 30.000 empresas ativas nos Estados Unidos foram lançadas por seus ex-alunos, que, por consequência, criaram 4,6 milhões de empregos e geram US$ 1,9 trilhão de receita anual.
Drew Houston e Arash Ferdowsi, fundadores do Dropbox, e Salman Khan, criador da Khan Academy, se formaram no MIT.
Harvard Univesity #3
Fundada em 1636, a mais antiga universidade dos Estados Unidos está sempre entre as melhores do mundo nos principais rankings internacionais.
Membro da Ivy League e referência em ensino e pesquisa, Harvard hoje é a 4a melhor universidade do mundo segundo a Times Higher Education. E de acordo com o US News, é a 3a melhor dos Estados Unidos.
Localizada em Cambridge, Massachusetts, bem próximo a Boston, Harvard prima pela excelência desde a sua fundação. Em 2020, a universidade concedeu US$ 645 milhões em auxílio financeiro e bolsas para estudos e pesquisa.
Mais de 70 laureados com o Prêmio Nobel e 48 vencedores do Pulitzer têm conexões com Harvard. No seu campus fica a maior biblioteca acadêmica do planeta. Nela há mais de 20 milhões de volumes, 124 milhões de páginas da web arquivadas e 5,4 terabytes de arquivos e manuscritos digitais.
Um quarto dos quase 23.731 estudantes de Harvard são estrangeiros vindos de 180 países. Destes, mais de 5.000 moram no próprio campus, o que faz de Harvard a universidade americana que mais abriga, literalmente, estudantes internacionais.
Entre os seus mais de 400.000 ex-alunos, cerca de 52.000 são de 201 nacionalidades diferentes e atualmente 69.000 vivem fora dos Estados Unidos.
Entre os ex-alunos de Harvard estão os ex-presidentes George W. Bush (formado na Escola de Negócios), John Kennedy (Assuntos Internacionais) e Barack Obama (Direito).
Melhores Liberal Arts Colleges
Williams College #1
Fundada em 1793, Williams College está localizada em Williamstown, Massachusetts, entre as cidades de Boston e Nova York. É a líder do ranking 2024 de Liberal Arts Colleges do US News.
Williams é dividida academicamente em 25 departamentos e oferece 36 majors, que abrangem de economia a química e astrofísica. Aproximadamente 40% dos alunos de Williams se formam com double major.
Williams tem cerca de 2.000 alunos. A taxa de admissão é de 12,6% e a faculdade aceita estudantes independentemente da sua capacidade financeira. Pouco mais da metade dos alunos recebem ajuda financeira da instituição.
A faculdade tem 364 professores, 95% deles com doutorado ou título semelhante. Os alunos têm à disposição 150 organizações estudantis e 96% deles estão envolvidos em ao menos uma atividade extracurricular.
Os cerca de 31.000 ex-alunos de Williams College estão organizados em 74 diferentes associações pelos Estados Unidos e em vários países. Os cursos mais populares entre os ex-alunos são administração, educação, direito e cuidados com a saúde.
Amherst College #2
Amherst College é reconhecida dentro e fora dos Estados Unidos pelo seu alto rigor acadêmico e foi classificada este ano como a segunda melhor Liberal Arts College do país.
Seu campus rural ocupa 1.000 acres em Amherst, Massachusetts, e recebe diariamente 1.850 estudantes, vindos de 48 estados americanos e 54 países. 98% deles moram no próprio campus e 57% recebem ajuda financeira da faculdade.
Fundada em 1841, Amherst tem hoje 209 professores e oferece 41 majors, divididos em artes, ciências naturais, ciências sociais e humanidades. A taxa de admissão é de 11% e as salas têm em média 19 alunos.
Amherst faz parte do Five College Consortium, um consórcio composto por 5 instituições de ensino superior no oeste de Massachusetts. Os alunos das 5 escolas (Amherst, Hampshire, Mount Holyoke, Smith e University of Massachusetts at Amherst) podem fazer matérias em qualquer uma delas.
Amherst oferece mais de 100 associações estudantis e tem orgulho de ter o mais antigo programa de esportes do país, além do terceiro estádio de futebol mais antigo.
Estudaram em Amherst o ex-presidente americano Calvin Coolidge, o Príncipe Albert II de Mônaco e o ex-chefe da Suprema Corte americana Harlan Fiske Stone.
Ficou com vontade de estudar em uma dessas prestigiadas instituições americanas? A Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência que você precisa para realizar esse sonho.
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