Saiba quais são e como é estudar nas universidades americanas que não levam em conta o histórico financeiro dos candidatos na avaliação do application
Quando faz o processo de application para universidades americanas, o candidato leva em conta diversos aspectos na hora de escolher onde aplicar. Um deles, claro, diz respeito aos custos dessa jornada.
Por isso, além de pesquisar os valores cobrados por cada instituição, é importante saber que há várias formas de diminuir este investimento. Bolsas de estudos por mérito acadêmico, por necessidade financeira, por talento (artístico ou esportivo) são algumas delas.
Para entender melhor este cenário e direcionar bem suas applications, vale a pena conhecer dois conceitos importantes: need aware e need blind universities.
O que são universidades need blind e need aware?
Grande parte das universidades nos Estados Unidos é classificada como need aware. Como o próprio nome diz, elas estão atentas às necessidades dos alunos.
As universidades need aware disponibilizam anualmente vagas e recursos financeiros, porém estes recursos são limitados. Nesse caso, o escritório de admissão irá considerar a sua necessidade financeira no seu processo de candidatura.
Já as universidades need blind, também como o nome diz, não olham para as condições financeiras dos candidatos. São universidades onde a capacidade do estudante de arcar com os custos envolvidos nos estudos não influencia na decisão de ele ser ou não admitido. O comitê de admissão não olha as informações financeiras do candidato durante o processo.
As need blind universities têm recursos para oferecer auxílios generosos aos que precisam, sempre de acordo com a necessidade de cada um. Isso quer dizer que nessas universidades o fato de o candidato precisar de algum tipo de bolsa ou ajuda financeira não prejudica em nada sua candidatura, o que é muito bom, claro.
Quais são as universidades need blind?
Atualmente, oito universidades possuem o sistema need-blind para estudantes internacionais nos Estados Unidos. E elas estão entre as melhores universidades do país e do mundo:
- Yale University (em Connecticut);
- Massachusetts Institute of Technology (MIT);
- Harvard University;
- Amherst College (em Massachusetts);
- Princeton University (em New Jersey);
- Bowdoin College (em Maine);
- Dartmouth (New Hampshire);
- Minerva (Califórnia).
Yale University
Com mais de 300 anos de história, Yale é uma das 8 universidades que fazem parte da Ivy League, grupo que reúne algumas das universidades mais prestigiadas dos Estados Unidos.
Yale ocupa hoje o 10o lugar entre as melhores universidades do mundo, de acordo com o ranking Times Higher Education (THE) de 2024, e é a 4a melhor dos Estados Unidos, de acordo com o mesmo ranking.
Yale tem hoje 6.494 estudantes na graduação e 8.031 na pós. Cerca de 22% dos alunos são internacionais, vindos de 115 países. Seu campus, de 260 acres, fica em New Haven, Connecticut, a pouco mais de 2 horas de Nova York, e ainda possui prédios originais, com arquitetura do século XVIII. O lugar é tomado por obras de arte por toda parte, desde os saguões dos prédios até os pátios, praças e salas de aula.
Yale é dividida em 14 escolas. É uma universidade Liberal Arts, o que dá liberdade aos alunos de construir sua grade curricular de acordo com seus principais interesses e escolher seu major durante o decorrer do próprio curso.
Alguns dos cursos mais procurados em Yale são economia, ciências políticas, ciência da computação, história e psicologia.
Estudaram em Yale importantes personagens da vida norte-americana, como o ex-presidente George W. Bush, Bill e Hillary Clinton, as atrizes Meryl Streep, Jodie Foster e Lupita Nyong’o e o empreendedor Ben Silbermann (CEO e cofundador da Pinterest), entre outros.
MIT
Fundado em 1861, o MIT é referência no mundo todo principalmente quando o assunto é engenharia, tecnologia e ciência. Terceira melhor universidade do mundo, segundo no ranking da THE, o MIT é bastante reconhecido pela excelência em ensino e pesquisa e foco em inovação e empreendedorismo.
O MIT tem hoje cerca de 11.000 estudantes, 33% deles internacionais, além de 1.000 professores. O campus fica na cidade de Cambridge, bem próximo a Boston, região que concentra algumas das principais instituições de ensino superior dos Estados Unidos.
A universidade é dividida em 5 escolas:
- Arquitetura e planejamento;
- Engenharia;
- Administração e ciência;
- Humanidades e artes;
- Ciências sociais.
São 190 prédios, entre eles 18 residenciais, 6 bibliotecas, auditórios e inúmeros laboratórios nas mais diversas áreas. As instalações esportivas são de ponta e o campus conta ainda com restaurantes e cafés, 20 jardins e muitas obras de arte espalhadas.
Os alunos podem participar de mais de 500 organizações estudantis bem variadas, que vão desde as que estudam a ciência do chocolate até as mais tradicionais, que são as esportivas ou de nacionalidades.
O MIT é responsável por algumas das mais relevantes descobertas científicas e avanços tecnológicos da história. Entre eles estão, a síntese química da penicilina, o desenvolvimento do radar e a invenção da memória do núcleo magnético, que possibilitou o desenvolvimento dos computadores digitais.
Pesquisas recentes nos laboratórios do MIT chegaram a importantes novidades no tratamento e cura do câncer aliando quimioterapia à imunoterapia e à descoberta de vacinas inaláveis, por exemplo.
Estudaram no MIT Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU, Sal Khan, criador da Khan Academy e o atual primeiro-ministro de Israel, Benyamin Netanyahu, entre outros.
O MIT estima que seus atuais ex-alunos lançaram mais de 30.000 empresas, criaram cerca de 4,6 milhões de empregos e geram aproximadamente U$ 1,9 trilhão de receita anual.
Harvard University
Referência no mundo inteiro quando se fala em excelência acadêmica, Harvard é considerada hoje pelo ranking THE a segunda melhor universidade do mundo. A mais antiga universidade norte-americana, fundada em 1636, Harvard também faz parte da prestigiada Ivy League.
A universidade é constituída por 13 escolas e institutos, incluindo algumas das mais bem ranqueadas nas suas respectivas áreas, como a Business School, a School of Engineering and Applied Science e a John F. Kennedy School of Government. Dos seus 21.574 alunos, 24% são internacionais.
Também localizada em Cambridge, Massachusetts, Harvard abriga em seu campus de 5.000 acres 5 museus, 2 teatros, e a maior biblioteca acadêmica do mundo, que contém 400 milhões de itens manuscritos, 124 milhões de páginas da web arquivadas e 5,4 terabytes de arquivos digitais. Há mais de 400 organizações estudantis abertas à participação dos alunos.
A excelência em ensino e pesquisa de Harvard é reconhecida pelos 45 ganhadores do prêmio Nobel e 47 Pulitzers vencidos por professores e pesquisadores ligados a ela. Entre seus ex-alunos mais influentes estão Mark Zuckerberg, o ex-presidente J.F. Kennedy, os atores Matt Damon e Natalie Porter.
Amherst College
Amherst é conhecida pelo seu rigoroso clima acadêmico. É considerada pelo US News a número 2 do país entre as National Liberal Arts Colleges. Apesar de pequena, a instituição é diversa.
Possui hoje 1.970 alunos, que vêm de 48 estados americanos e de 67 países, e 209 professores. As classes têm em média 19 alunos.
Localizada na cidade de mesmo nome, no Estado de Massachusetts, Amherst College oferece 42 majors e 850 disciplinas, divididas em artes, humanidades, ciências naturais e ciências sociais.
Mas como a faculdade faz parte do Consórcio Five College, que inclui outras 4 instituições da região, os alunos dispõem na verdade de mais de 6.000 matérias para cursar em qualquer uma das faculdades envolvidas no consórcio.
Cerca de 61% dos alunos de Amherst recebem algum tipo de auxílio financeiro. E 98% dos estudantes moram no próprio campus. Fora das aulas, eles podem participar de mais de 200 organizações estudantis no seu tempo livre.
Amherst tem várias opções de study abroad durante os cursos e uma boa parte dos estudantes aproveita esta oportunidade.
Princeton University
Uma das 8 integrantes da renomada Ivy league, Princeton é considerada a 6a melhor universidade do mundo pela Times Higher Education e a número 1 entre as National Universities nos Estados Unidos pelo ranking US News.
Fundada em 1746 na cidade de mesmo nome, em New Jersey, Princeton é uma das mais antigas instituições de ensino superior do país. Tem cerca de 10.000 estudantes, sendo 1.200 internacionais.
O campus, considerado um dos mais bonitos dos Estados Unidos, é composto por 180 prédios, projetados por renomados arquitetos, e oferece acomodação para todos os alunos durante os 4 anos da graduação. Por isso, apenas 2% dos estudantes escolhem morar fora do campus.
Além das salas de aula, laboratórios e bibliotecas, a vida em Princeton pode ser bastante animada. Há mais de 500 organizações estudantis no campus e inúmeros eventos são organizados durante todo o ano:
- Cinema no Garden Theater;
- Truckfest (festival de food trucks);
- Torneio anual de dodgeball (queimada);
- Fashion Shows;
- Corrida de 5 km;
- Palestras;
- Workshops.
Reconhecida como uma das mais importantes instituições do mundo na área de pesquisa, Princeton tem na sua história 40 laureados com o Prêmio Nobel e 17 ganhadores da National Medal of Science.
Estudaram em Princeton também, entre outras personalidades, o fundador da Amazon Jeff Bezos, a atriz Brooke Shields e a ex-primeira dama Michelle Obama.
Minerva University
Fundada em 2014, em São Francisco, Califórnia, a Minerva é uma universidade nova e com um conceito diferente. Porém, já é muito bem conceituada e procurada por estudantes do mundo inteiro.
Minerva não tem um campus nem salas de aula. Seus idealizadores acreditam, baseado em estudos relacionados à aprendizagem, que o aluno apreende apenas 10% do conteúdo em aulas expositivas.
Então, decidiram criar um projeto com foco na aprendizagem ativa, que desenvolve pensamento crítico, comunicação eficaz e resolução criativa de problemas.
Para isso, desenvolveram uma plataforma online e todo o ensino se baseia nela. O sistema não permite aulas puramente expositivas, oferece inúmeras ferramentas de interação e monitora a participação dos alunos.
As classes têm no máximo 20 alunos, são ao vivo e o professor não pode falar por mais de 5 minutos ininterruptamente.
Durante os 4 anos do curso, o aluno mora em 7 cidades diferentes – São Francisco (no primeiro e no último semestres), Taipei, Seul, Hyderabad, Berlim e Buenos Aires – sempre em residenciais com os demais alunos da Minerva. Ou seja, mesmo as aulas sendo virtuais, a interação com os colegas e com a própria cidade é intensa.
Uma vez por semana, às sextas-feiras, os alunos não têm aula e usam este dia para trabalhar em projetos que eles desenvolvem nas cidades por onde passam. Para isso, a Minerva tem parcerias com as mais importantes organizações públicas e privadas em cada uma dessas cidades.
Dartmouth College
Fundada em 1769, em Hanover, New Hampshire, Dartmouth é uma das 8 universidades que compõem a Ivy League e é considerada pelo US News a 13a melhor entre as National Universities nos Estados Unidos.
É conhecida pelo rigor acadêmico e pela dedicação à pesquisa, além de suas classes pequenas, que facilitam o aprendizado e o contato com os professores.
A graduação em Dartmouth é composta por 40 programas e departamentos e tem pós-graduação em artes, medicina, engenharia e negócios. A universidade tem cerca de 6.000 alunos, 4.000 deles na graduação.
A maioria dos estudantes moram no campus e 60% participam de organizações Geek (fraternidades e sororidades), que são praticamente o centro da vida social em Dartmouth. Cerca de 15% dos estudantes em Dartmouth são internacionais, de quase 60 países.
Dartmouth é reconhecida pelo seu currículo flexível, onde os alunos podem escolher as matérias, criar seu próprio currículo, podendo fazer inúmeras combinações. Ainda é possível se formar em vários majors e minor.
Esta e outras características da flexibilidade do currículo de Dartmouth permitem que os alunos estudem em universidades fora dos Estados Unidos e façam estágio, sem comprometer o prazo de formatura.
Bowdoin College
Localizada na cidade de Brunswick, no Estado de Maine, Bowdoin é uma faculdade particular pequena, com alto rigor acadêmico, que acolhe os alunos em um clima de comunidade. É considerada a número 6 do país no ranking US News de Best National Liberal Arts Colleges.
Por ser uma Liberal Arts College, a maioria dos seus quase 2.000 alunos, que são só de graduação, declara o major no segundo ano da faculdade. Há mais de 100 organizações estudantis para os estudantes participarem no campus.
Uma das mais ativas é o Outing Club, que organiza cerca de 150 viagens e passeios por ano, onde se aproveita toda a beleza natural que envolve a região.
Bowdoin oferece mais de 40 majors, divididos em 23 departamentos. Os cursos mais populares em Bowdoin são ciências políticas, biologia, economia e matemática.
O currículo é flexível. Os alunos podem escolher as disciplinas ou as áreas que querem estudar e até criar seu próprio major.
Para saber mais sobre bolsas de estudo, processo seletivo, e outras informações sobre graduação no exterior, não deixe de acompanhar as nossas lives e eventos gratuitos.
Como Funcionam as Bolsas por Mérito Acadêmico
/em Bolsas de Estudo /por Daqui pra ForaAs universidades no exterior oferecem vários tipos de bolsas de estudos ou ajuda financeira aos alunos, inclusive para estudantes internacionais. Uma delas é a Merit-Based Scholarship (Bolsa por Mérito Acadêmico), destinada a candidatos que se sobressaem academicamente durante a sua trajetória na escola, especialmente no Ensino Médio.
O que é Bolsa por Mérito Acadêmico?
A bolsa por mérito acadêmico pode aliviar bastante o custo da jornada na universidade. Ela é oferecida a alunos que obtiveram um desempenho acadêmico acima da média daqueles que são aprovados sem a bolsa.
Mas você precisa demonstrar aos avaliadores o potencial acadêmico que eles esperam de um candidato para poder concorrer à bolsa. Como se mostra esse potencial?
O primeiro critério utilizado pelas universidades para esta avaliação é o GPA (Grade Point Average), que consiste na média ponderada das notas finais dos últimos 4 anos da escola. Por isso, o primeiro passo é construir um excelente histórico escolar desde o 9o ano e durante o Ensino Médio. É muito importante que você tenha se destacado academicamente na sua turma e na sua escola.
As notas das provas padronizadas (SAT ou ACT) também entram na avaliação. Portanto, uma boa preparação para elas é fundamental. Os testes de proficiência em inglês também entram na avaliação.
A análise final é baseada neste conjunto de elementos, mas pode incluir ainda outros dados, como um essay (redação), seu envolvimento na comunidade, atividades extracurriculares, carta de recomendação e prêmios, caso seja necessário.
Os valores da bolsa variam de instituição para instituição e dependem de alguns fatores, como o orçamento da universidade, o histórico escolar do aluno, as notas nas provas padronizadas e outras informações que podem ser solicitadas.
Como conseguir a bolsa por mérito acadêmico?
Um desempenho acadêmico destacado na escola é o ponto de partida para mostrar o seu potencial e buscar uma bolsa por mérito acadêmico na universidade. Independentemente dos critérios de cada instituição, quanto melhores forem as suas notas, seu leque de opções com certeza aumenta e, portanto, as chances de obter a bolsa se tornam cada vez maiores.
A partir daí, vale a pena prestar atenção em alguns pontos para seguir o caminho mais seguro para tentar chegar lá.
Antes de mais nada, é fundamental pesquisar quais universidades oferecem este tipo de bolsa. Os sites das universidades têm esta informação nas páginas de “financial aid” ou “schoolarships“.
Em algumas instituições, como em todas as Ivy League e também Stanford, Caltech, MIT, e algumas outras não existe a opção de bolsa por mérito acadêmico. Estas instituições normalmente oferecem bolsas por necessidade financeira, inclusive para alunos internacionais.
Nas universidades que oferecem bolsas por mérito acadêmico, sua busca deve ser minuciosa, procurando entender os critérios específicos de cada instituição. A primeira informação para buscar na sua pesquisa deve ser se as bolsas por mérito acadêmico se aplicam também a alunos internacionais. Porque algumas universidades só oferecem estas bolsas para alunos do próprio país. Fique de olho nisso!
Certifique-se também de como aplicar para esta bolsa. Há universidades cujo sistema de application faz com que o estudante automaticamente concorra a uma bolsa por mérito acadêmico. Nestas instituições, todos são naturalmente candidatos a este tipo de bolsa. Já em outras universidades, há applications específicas para isso, em que pode ser exigido uma redação ou outras informações específicas.
Entenda os critérios de cada instituição com todos os detalhes. Por isso, vá fundo na pesquisa. As universidades exigem, por exemplo, diferentes notas de SAT e GPA mínimos para as bolsas. E ainda, algumas instituições oferecem bolsas por mérito para ajudar a aumentar a diversidade no campus ou mesmo para promover cursos menos procurados. Uma pesquisa detalhada no site de cada instituição pode ajudar a buscar as melhores opções para você.
E, por fim, claro, atente-se aos prazos para aplicar para a bolsa. Dependendo da universidade, eles podem não ser os mesmos das applications regulares.
Busque a sua bolsa!
Quer aumentar as suas chances de conseguir uma bolsa por mérito acadêmico? Então conheça o nosso programa de candidatura. Nele cada aluno trabalha com uma equipe multidisciplinar, que o ajuda em todas as etapas do processo de candidatura, incluindo a seleção de universidades em que existe chance de bolsa por mérito de acordo com o perfil do candidato.
O vídeo abaixo explica melhor como esse programa funciona:
Se interessou pelo conteúdo e quer entender como podemos ajudar você a realizar esse sonho de estudar fora? Veja nossos programas e comece agora a sua caminhada em busca do diploma internacional.
Atividades Extracurriculares: O que são, porque são importantes e quais são os maiores “mitos” sobre elas no application
/em Sem categoria /por Daqui pra ForaO processo seletivo para as universidades no exterior é muito diferente do que acontece no Brasil. Lá não é só a nota de uma prova que determina quem é aceito ou não em uma universidade. As comissões de admissão querem conhecer o candidato como um todo, saber quem ele é e como ele age dentro e fora da sala de aula. Dessa forma, eles podem avaliar se o perfil do aluno combina com o da universidade. Neste processo holístico, que engloba suas notas na escola, testes padronizados (SAT e ACT), teste de proficiência em inglês, cartas de recomendação, redações e atividades extracurriculares, eles vão verificar se você faz parte do grupo de alunos que a universidade está buscando.
Por isso, não basta ser bom aluno e tirar notas boas nos testes. Claro que isso também é importante e ajuda bastante. Mas o que você é além disso conta muito também.
Nesse contexto, um dos itens mais importantes do application são as atividades extracurriculares. A seguir você vai ver tudo que precisa saber sobre elas para poder se planejar da melhor maneira possível.
Por que as atividades extracurriculares são importantes?
As atividades extracurriculares são um dos principais meios que as universidades utilizam para conhecer o aluno fora da sala de aula. Por meio delas eles descobrem do que você gosta, com o que você se identifica, quais são as suas principais características pessoais e sabem o que você efetivamente já fez ou construiu além do ambiente acadêmico, dentro ou fora da escola.
A partir daí elas montam um quebra-cabeça, que inclui os demais itens do processo. Ou seja, se você tem excelentes notas no histórico escolar, no TOEFL e no SAT, ótimo. Você começa muito bem, parte de um andar alto, pode estar quase lá. Mas imagine que muitos outros candidatos chegam com estas mesmas notas ou notas bem parecidas com as suas. O que vai fazer a diferença na decisão deles é o que você apresenta além disso.
As atividades extracurriculares também vão mostrar aos avaliadores como você poderá contribuir no campus universitário. Elas também vão te trazer experiências, histórias e aprendizados que poderão estar presentes nas suas redações, outro item importante do application. Portanto, é fundamental cuidar muito bem das atividades extracurriculares durante a preparação para o application.
Além de tudo isso, claro, elas ainda colaboram para o seu desenvolvimento pessoal, independentemente do contexto da candidatura, o que também é muito importante.
O que são e como escolher as atividades extracurriculares?
Tudo que você faz fora do currículo escolar padrão, dentro ou fora da escola, pode se caracterizar como atividade extracurricular. São, portanto, atividades ligadas a artes, a esportes, a mídia, estágio, projetos de pesquisa, simulações da ONU, ações em comunidades, olimpíadas de conhecimento, trabalho voluntário ou programas de férias. Inclui também criação de clubs (grupos com objetivos específicos), como book club, cooking club, clubs de debates); hobbies que você tem (mostram suas paixões), e ações de governança (grupos de liderança na escola, como grêmio ou conselho estudantil, por exemplo).
Cada um destes tipos de atividade vai estar voltado para um assunto ou interesse. Pode ser esporte, meio ambiente, moda, questões sociais, arte, educação, política, economia, saúde, tecnologia… O mais importante na hora de escolher quais serão as atividades curriculares que você vai apresentar no application é ter certeza que elas estão alinhadas com o seu perfil, que estejam diretamente relacionadas com os seus interesses, gostos e paixões e mostrem suas habilidades e preferências. Só assim elas vão mostrar para a universidade quem você realmente é.
As universidades cruzam as informações de todos os itens do application para formar o seu perfil. Portanto, as atividades extracurriculares precisam estar alinhadas com o restante da sua candidatura para te ajudar positivamente neste processo.
Outro fator muito importante é mostrar o que você fez efetivamente no desenvolvimento dessas atividades, qual foi o seu papel, o quanto você se dedicou e que impacto ela teve no público a que ela se destinava. Precisa revelar o que você aprendeu com elas, que experiências teve, como evoluiu e quem se tornou a partir dessas experiências. Todas estas informações vão ajudar a exibir suas principais habilidades e características pessoais, como liderança, comprometimento, criatividade, saber trabalhar em grupo, comunicação, entre outras.
Se tiver dificuldade no início do processo de escolha, vale a pena observar as necessidades ou problemas que você encontra ao redor e encontrar uma maneira de solucionar. Sempre lembrando que precisa ser uma atividade que você tenha vontade de fazer. Se ainda estiver sem ideias ou com muitas dúvidas, comece mesmo que seja com algo pequeno. Procure usar seu network (amigos, família, pessoas que você conhece) para buscar ideias.
E fique sempre atento às oportunidades que já existem na sua escola. Às vezes já acontecem atividades interessantes e você nem tem conhecimento delas. Mas caso não haja, fale com os professores ou coordenadores e proponha algo que você ache importante começar. Esse tipo de iniciativa tem muito valor tanto no application como na sua própria escola, onde você pode deixar um legado significativo.
Mitos sobre as atividades extracurriculares
Neste período de decisões e preparação para o application, você pode ouvir ou ler conceitos e informações que na prática não acontecem. E isso só vai te confundir. Então vamos falar sobre 3 mitos bastante comuns, para que você não se atrapalhe neste momento tão importante.
Quanto mais atividades extracurriculares, melhor.
Não é necessariamente verdade. Como vimos acima, o importante não é a quantidade, e sim a qualidade. É melhor ter menos atividades mais alinhadas com o seu perfil, e com um alto grau de engajamento, do que muitas atividades com envolvimento superficial.
Preciso fazer trabalho voluntário
Muitas vezes o trabalho voluntário é visto como indispensável no application. E não é. Ele é importante, mas precisa estar dentro daquele conceito de se tem a ver com você, se é algo que você realmente deseja fazer. Caso contrário, não acrescenta muito. O trabalho voluntário por si só não impressiona os avaliadores mais que outras atividades.
Preciso fazer esportes
Para quem busca uma bolsa esportiva na universidade, sim, ter o esporte como atividade extracurricular é fundamental. Para quem não tem este objetivo, o esporte só vai fazer diferença, de novo, se for uma paixão, uma experiência importante, marcante, e que te trouxe crescimento e aprendizado. Nenhuma atividade impressiona mais que outra. O que importa é como ela impactou a sua vida, como você atuou nela e como ela transformou você e, se for o caso, outras pessoas. Por isso, se o esporte não tem ou teve este papel na sua vida, não se preocupe com isso.
Quer melhorar as suas atividades extracurriculares e não sabe como?
No Programa de Preparação da Daqui pra Fora para alunos a partir do 9° ano do Ensino Fundamental, trabalhamos na construção do seu currículo em sessões individuais que abordam diversos tópicos, com foco muito grande em planejamento e em atividades extracurriculares!
Agende aqui uma consulta gratuita com um dos nossos especialistas para saber mais!
Qual prova de proficiência em inglês devo fazer?
/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaQuem pensa em estudar em uma universidade no exterior precisa cumprir algumas etapas durante o processo seletivo. Elas variam de país para país e, às vezes, de instituição para instituição. Mas um item é exigido por todas as universidades aos estudantes estrangeiros que não têm o inglês como língua nativa: o teste de proficiência em inglês (para quem vai estudar em inglês, claro).
Existem vários testes que podem ser feitos e a maioria das universidades aceitam mais de um deles. Os principais são o TOEFL, o IELTS, o DET e o Cambridge. A seguir você vai saber como eles funcionam e, com estas informações, vai poder escolher qual o melhor para você.
Como funcionam as notas dos testes de proficiência?
Mas antes de conhecer melhor cada um deles, vale a pena entender alguns pontos importantes. Você pode estar se perguntando, por exemplo, quanto precisa tirar para ser aceito pelas universidades.
Então saiba que não existe uma nota mínima padrão. A exigência varia, na verdade, de universidade para universidade e, às vezes, até de curso para curso. Geralmente a nota mínima está relacionada com o nível de competitividade da instituição e/ou do curso.
Quanto mais competitiva, maior a nota exigida. Vale a pena checar essa informação antes no site das universidades onde você vai aplicar.
Todas as provas medem basicamente 4 categorias:
Você vai ver que as notas das provas são diferentes e os números finais são bem distintos. Isso se deve ao fato de que cada exame tem o seu próprio formato, seus critérios e mecanismos de pontuação.
No final, mesmo diferentes, as notas refletem o nível de proficiência de cada candidato, baseado nas 4 habilidades, que é o que as universidades querem saber.
É sempre bom fazer simulados antes da prova para se adaptar ao formato dela, seja qual for a que você escolher. E se, ao fazer o exame, você não ficar contente com o resultado, pode fazer outra inscrição, fazer a prova novamente e enviar a melhor nota para as universidades. Confira no site da instituição organizadora as regras para fazer a prova novamente.
TOEFL (Test of English as a Foreign Language)
O TOEFL é o teste mais aceito no mundo todo. Cerca de 11.500 universidades em 160 países adotam o TOEFL como teste de proficiência em inglês.
Você vai encontrar várias modalidades de TOEFL, mas a versão mais utilizada pelas universidades é o TOEFL IBT (Internet Based Test). É deste que vamos falar.
O TOEFL IBT avalia as 4 habilidades, reading, listening, speaking e writing, da maneira como elas acontecem na sala de aula. A nota máxima é 120 pontos, divididos nas 4 categorias.
O teste dura cerca de 3 horas. A primeira seção é a de Reading. Ela tem 3 textos acadêmicos, e para cada um deles há 10 perguntas no modelo múltipla escolha. Você tem 53 a 72 minutos para terminar a parte de Leitura.
Em seguida vem a seção de Listening, que leva de 41 a 57 minutos. São 5 áudios. Três deles trazem assuntos acadêmicos com 6 perguntas cada. Os outros dois são conversas que acontecem no campus (dentro ou fora da sala de aula) e cada uma tem 5 questões.
Depois disso, você tem 10 minutos de intervalo. Em seguida vem a seção de Speaking. São 4 tarefas onde você vai falar e discutir os temas que você leu e ouviu.
E por último, vem a seção de Writing, com duas tarefas. Nela você vai ler uma passagem, ouvir uma gravação e digitar sua resposta.
Tudo no TOEFL gira em torno da vida acadêmica, então mostra bem como o aluno se daria no dia a dia na universidade.
O TOEFL IBT pode ser feito nos centros de aplicação espalhados pelo Brasil ou em casa. Para fazer em casa, ele está disponível 4 dias por semana, com agendamentos disponíveis 24 horas após a inscrição no site da ETS (responsável pela realização do TOEFL).
Nos centros de aplicação autorizados, ele é oferecido 60 vezes por ano. No site da ETS você encontra os locais e datas disponíveis para fazer sua inscrição.
O valor da inscrição é de US$ 245. Você recebe a nota de 4 a 8 dias após a realização do teste. A pontuação é válida por 2 anos, mas vale lembrar que você pode fazer o TOEFL quantas vezes precisar, e enviar para as universidades a sua melhor nota.
IELTS (International English Language Testing System)
IELTS é o exame de proficiência desenvolvido pelo British Council e bastante popular no mundo inteiro, inclusive é muito aceito nos Estados Unidos também, mas é mais utilizado no Reino Unido.
Assim como o TOEFL, ele tem várias modalidades. Quem pensa em fazer faculdade no Reino Unido precisa fazer a versão IELTS UKVI, para poder ter o visto de estudante.
O IELTS UKVI (Academic) é aplicado em Brasília, Rio de Janeiro e em São Paulo, em centros examinadores aprovados pelo British Council. O valor da inscrição é de R$ 1.210.00. O exame pode ser feito no computador ou no papel. Você faz a opção ao agendar o seu exame no site do British Council.
A prova também tem quatro etapas:
Em Listening, que dura 40 minutos, você vai ouvir 4 gravações em inglês e depois responder as perguntas. Os áudios têm conversas do cotidiano e conteúdo acadêmico.
A sessão de Reading dura 60 minutos. Tem 5 textos extraídos de livros, revistas, jornais ou anúncios, e um total de 40 perguntas.
A terceira parte é o Writing. Em 60 minutos, você deve escrever dois textos: uma carta, com no mínimo 150 palavras, e uma redação argumentativa, com pelo menos 250 palavras.
A etapa de Speaking consiste em uma entrevista de 10 a 14 minutos, onde você vai dar respostas genéricas sobre alguns temas e uma resposta mais detalhada sobre um deles. A entrevista pode ser presencial ou por videochamada e ela pode ser marcada em dia diferente da data oficial do seu exame.
A nota do IELTS no papel é acessível 13 dias após o exame. Quem faz no computador, em 3 a 5 dias já consegue visualizar o resultado.
O certificado mostrará uma nota para cada uma das habilidades avaliadas e uma média geral. A nota final varia de 0 a 9. O IELTS não tem uma data de validade, ou seja, ele não expira, mas as universidades geralmente solicitam que o exame tenha sido feito até dois anos antes da candidatura.
DET (Duolingo English Test)
O DET é o teste de proficiência mais novo entre os que são mais mais reconhecidos. Ele vem sendo cada vez mais aceito por universidades no mundo inteiro. Hoje mais de 3.500 instituições utilizam o Duolingo Test como avaliador de proficiência em inglês.
O DET é online e pode ser feito de qualquer lugar a qualquer hora. O exame dura uma hora e tem um preço mais acessível: custa U$ 49. Em até dois dias você tem o resultado. Como o teste pode ser feito em casa, regras rígidas de segurança precisam ser seguidas.
O Duolingo também é diferente dos demais testes em sua estrutura. Primeiro, é um teste mais simples. Você não vai se deparar com as seções fixas convencionais Writing, Listening, Reading e Speaking.
As perguntas do Duolingo são transversais e avaliam ao mesmo tempo várias habilidades:
Elas seguem o modelo do próprio aplicativo. Pode aparecer uma pergunta onde você lê o enunciado e deve responder falando, ou ouvir e ter que responder por escrito, ler e falar, escutar e escrever, ou ainda descrever uma imagem.
Outra diferença é que o teste é adaptativo, ou seja, o nível do teste vai se adaptando ao conhecimento que o aluno apresenta durante a própria prova. Quanto melhor o seu desempenho, mais difíceis as questões vão ficando. A ideia é que a prova atinja o nível do candidato e que, assim, ele possa ser avaliado de forma mais precisa.
A primeira parte da prova, o Quick Setup, dura 10 minutos e não é avaliada. É apenas uma introdução às regras e procedimentos do teste.
Em seguida, por 25 minutos, você responde às questões adaptativas. Nesta parte está o grande volume do teste, onde todas as habilidades são avaliadas.
A ordem das questões é aleatória. Apenas as duas últimas perguntas são padrão: em uma delas o aluno deve escrever um pequeno texto com 50 a 100 palavras e na outra ele deve responder falando por 30 a 90 segundos.
A terceira parte é a Video Interview & Writing Sample. Nela você responde a duas questões abertas e dissertativas. Na primeira você deve falar por 3 a 5 minutos sobre o tema que escolheu. E na segunda, deve escrever por 3 a 5 minutos a respeito do outro tema escolhido.
A escala de pontuação do Duolingo English Test vai de 10 a 160 pontos e o score aumenta de 5 em 5 pontos. Os resultados incluem a pontuação geral e a pontuação por habilidade.
Exames de Cambridge
O exame de Cambridge, organizado pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra, é um dos mais tradicionais exames de proficiência em inglês do mundo. Mas não está entre os mais utilizados nos processos seletivos das universidades. Nos Estados Unidos, por exemplo, ela é menos aceita que as outras provas.
Assim como o TOEFL e o IELTS, o exame também avalia 4 categorias:
Cambridge também tem várias modalidades de provas. Elas variam de acordo com a proficiência do aluno. As principais e que podem ser aceitas pelas universidades são B2 First (antigo FCE), C1 Advanced (antigo CAE) e o C2 Proficiency (antigo CPE).
As provas seguem o padrão do Quadro Comum Europeu, onde, como o nome diz, B2 indica intermediário avançado, C1 significa avançado e C2, proficiência.
Nos Estados Unidos, o MIT (Massachusetts Institute of Technology), por exemplo, uma das melhores universidades do mundo, exige 185 pontos no C1 ou 190 no C2.
As provas de Cambridge têm estrutura, tempo de duração e valores diferentes. Como resultado, o exame é dividido em 3 conceitos. Os conceitos B e C comprovam o nível de proficiência compatível com o exame que foi feito e o conceito A atesta que você está um nível acima.
Para prestar o exame de Cambridge você precisa se inscrever em um dos centros autorizados. Os locais estão disponíveis no site da instituição Cambridge English Assessment. O valor da inscrição depende da prova e do local onde ela será aplicada.
Para saber mais sobre as provas de proficiência, e as outras provas exigidas, assista nosso Webinar sobre provas internacionais.
Conheça as melhores faculdades em inglês na Holanda
/em Holanda /por Daqui pra ForaConheça as 5 melhores universidades para estudar em inglês na Holanda e saiba quais são as vantagens para quem tem dupla cidadania europeia.
Considerada um dos principais polos em excelência na educação, a Holanda vem atraindo cada vez mais estudantes para suas faculdades. Das 20 universidades existentes no país, 7 estão classificadas entre as 100 melhores do mundo, segundo o ranking Times Higher Education, e 13 estão entre as 250 mais bem colocadas.
A Holanda é o país da Europa continental que mais oferece cursos superiores em inglês. O país também atrai estudantes pela excelente qualidade de vida em suas cidades. Além da educação, a Holanda se destaca por ser um lugar seguro para se viver, com ótima mobilidade urbana, cheio de opções de lazer, com muita história e cultura. Tem ainda um povo receptivo e conhecido por ser “mente aberta”.
A seguir, você vai conhecer as 5 melhores universidades para fazer graduação em inglês na Holanda, os cursos que elas oferecem, e depois vai saber quais as principais vantagens nessa jornada para quem tem a dupla cidadania europeia.
As 5 melhores universidades da Holanda e seus cursos em inglês
Wageningen University & Research
A Wageningen University and Research é a universidade número 1 da Holanda e a 53a melhor do mundo, de acordo com o ranking Times Higher Education. Wageningen nasceu em 1876 como uma faculdade agrícola e hoje é a única instituição na Holanda que se concentra no estudo de alimentos saudáveis e meio ambiente. Como resultado desse trabalho, é considerada uma das melhores do mundo na área de Life Sciences.
Localizada na cidade de Wageningen, às margens do Rio Reno, a cerca de 1 hora de Amsterdam, a universidade tem como missão “explorar o potencial da natureza para melhorar a qualidade de vida das pessoas”. Todos os 20 cursos de bacharelado compartilham este tema. Como não poderia deixar de ser, Wageningen se tornou neutra em carbono em 2015.
A universidade oferece 6 programas em inglês, tem cerca de 14.000 estudantes, sendo 27% internacionais.
A experiência da universidade na área de alimentos e do meio ambiente faz com que ela tenha uma grande demanda de pesquisa nestas áreas, vinda tanto do governo holandês quanto de empresas e ONGs.
Assim, importantes projetos nascem na Wageningen University and Research. Os temas variam desde buscar inovação em energia sustentável até encontrar maneiras de fabricar plástico a partir de algas marinhas.
Cursos em inglês em Wageningen:
University of Amsterdam (UvA)
Localizada no coração de uma das mais vibrantes capitais europeias, a University of Amsterdam é a segunda melhor universidade do país. Considerada a 65a do mundo e top 20 na Europa, pelo ranking THE, UvA é uma das principais referências em pesquisa na Europa.
Fundada em 1632, é a terceira mais antiga universidade da Holanda e a maior em número de alunos. Cerca de 10.000 dos 41.000 alunos da UvA são estrangeiros, vindos de mais de 100 países.
UvA é a segunda universidade com mais cursos de graduação em inglês no país, com 20 opções, todos muito bem conceituados. O curso de Mídia & Informação é classificado como um dos 3 melhores da Europa. Incluindo a pós-graduação, são mais de 200 cursos em inglês em UvA.
Cursos oferecidos em inglês na graduação da University of Amsterdam:
Utrecht University
A Utrecht University é reconhecida internacionalmente pela excelência acadêmica e por sua proposta inovadora em ensino. É considerada uma das líderes em pesquisa na Europa. Fundada em 1636, Utrecht ocupa hoje a 69a posição no ranking da THE e é considerada a 3a melhor universidade da Holanda.
No coração da Holanda, a 45 minutos de Amsterdam, Utrecht é uma cidade charmosa que mistura arquitetura antiga e moderna, respira inovação e sustentabilidade, onde todos falam inglês e andam de bicicleta.
Fundada em 1636, a universidade tem hoje 30.374 alunos, quase 5.000 deles internacionais, de 118 países. Composta por 7 faculdades, Utrecht abrange uma enorme variedade de áreas de estudos.
Oferece 11 cursos de graduação em inglês:
Leiden University
A Leiden University é a mais antiga universidade da Holanda, fundada há quase 450 anos. A cidade cresceu e se desenvolveu em volta da universidade, que hoje conta com dois campus, um em Leiden e outro em Haia, distantes aproximadamente 20 minutos um do outro e a 45 minutos de Amsterdã.
Reconhecida como uma instituição de excelência, inovadora e inclusiva, a Leiden University é hoje a 71a no ranking mundial da THE. A universidade é composta por 7 faculdades e tem 26.900 alunos de 120 países. Leiden se define como um lugar de acolhimento onde qualquer pergunta pode ser feita e respondida com liberdade.
O ensino em Leiden estimula o aprendizado individual e em pequenos grupos. As classes são pequenas e programadas para que o professor possa dar atenção individualizada e que as necessidades de cada aluno sejam atendidas.
Leiden University oferece 17 cursos em inglês na graduação:
Erasmus University Rotterdam
Fundada em 1912, como Netherlands School of Commerce, a Erasmus University Rotterdam passou a ter este nome em 1973. Em 2022, ainda relativamente jovem, já ocupa o 72o lugar no ranking das melhores universidades do mundo da THE e é considerada uma das principais instituições de ensino e pesquisa da Europa.
Localizada em Rotterdam, a segunda maior cidade da Holanda, Erasmus conta com 31.149 alunos, 23% deles internacionais. É formada por 7 faculdades, 2 institutos e uma University College.
Seus cursos têm bastante foco em empreendedorismo, com destaque para a área de economia e negócios, e é conhecida por sua mentalidade “make it happen”.
Erasmus oferece 12 cursos de inglês na graduação:
As vantagens de ter a dupla cidadania europeia
Quem tem dupla cidadania europeia tem mais motivos para colocar a Holanda no radar quando pensar em fazer faculdade no exterior. Estes alunos têm algumas vantagens ou facilidades em relação aos estrangeiros, que vão desde a candidatura até o momento após a formatura.
A primeira e maior vantagem é o custo da jornada. A anuidade da faculdade, que geralmente representa a maior despesa, é significativamente menor na Holanda para quem tem a cidadania europeia. Ao invés de pagar de 6.000 a 15.000 euros, o valor da tuition para quem tem a cidadania diminui para aproximadamente 2.500 euros.
Outra vantagem pode estar no próprio processo seletivo. Algumas universidades podem disponibilizar mais vagas para estudantes com cidadania europeia. O processo seletivo é o mesmo para estrangeiros e cidadãos e alunos que estudam em escolas brasileiras na grande maioria dos casos precisam fazer o foundation year (ano preparatório).
Durante o curso, alunos internacionais podem trabalhar até 20 horas por semana (meio período). Quem tem dupla cidadania não precisa respeitar este limite.
E por fim, após a conclusão do curso, quem é cidadão europeu não terá impedimento nem burocracia para permanecer no país ou em outra região da Comunidade Europeia.
Como geralmente as oportunidades de trabalho são boas, muita gente prefere ficar e este passa a ser, portanto, um dos principais benefícios da dupla cidadania.
Tem interesse em fazer faculdade na Holanda? Então avalie as suas chances de estudar em uma universidade holandesa, fazendo a nossa análise de perfil aqui.
O que são universidades need blind?
/em Sem categoria /por Daqui pra ForaSaiba quais são e como é estudar nas universidades americanas que não levam em conta o histórico financeiro dos candidatos na avaliação do application
Quando faz o processo de application para universidades americanas, o candidato leva em conta diversos aspectos na hora de escolher onde aplicar. Um deles, claro, diz respeito aos custos dessa jornada.
Por isso, além de pesquisar os valores cobrados por cada instituição, é importante saber que há várias formas de diminuir este investimento. Bolsas de estudos por mérito acadêmico, por necessidade financeira, por talento (artístico ou esportivo) são algumas delas.
Para entender melhor este cenário e direcionar bem suas applications, vale a pena conhecer dois conceitos importantes: need aware e need blind universities.
O que são universidades need blind e need aware?
Grande parte das universidades nos Estados Unidos é classificada como need aware. Como o próprio nome diz, elas estão atentas às necessidades dos alunos.
As universidades need aware disponibilizam anualmente vagas e recursos financeiros, porém estes recursos são limitados. Nesse caso, o escritório de admissão irá considerar a sua necessidade financeira no seu processo de candidatura.
Já as universidades need blind, também como o nome diz, não olham para as condições financeiras dos candidatos. São universidades onde a capacidade do estudante de arcar com os custos envolvidos nos estudos não influencia na decisão de ele ser ou não admitido. O comitê de admissão não olha as informações financeiras do candidato durante o processo.
As need blind universities têm recursos para oferecer auxílios generosos aos que precisam, sempre de acordo com a necessidade de cada um. Isso quer dizer que nessas universidades o fato de o candidato precisar de algum tipo de bolsa ou ajuda financeira não prejudica em nada sua candidatura, o que é muito bom, claro.
Quais são as universidades need blind?
Atualmente, oito universidades possuem o sistema need-blind para estudantes internacionais nos Estados Unidos. E elas estão entre as melhores universidades do país e do mundo:
Yale University
Com mais de 300 anos de história, Yale é uma das 8 universidades que fazem parte da Ivy League, grupo que reúne algumas das universidades mais prestigiadas dos Estados Unidos.
Yale ocupa hoje o 10o lugar entre as melhores universidades do mundo, de acordo com o ranking Times Higher Education (THE) de 2024, e é a 4a melhor dos Estados Unidos, de acordo com o mesmo ranking.
Yale tem hoje 6.494 estudantes na graduação e 8.031 na pós. Cerca de 22% dos alunos são internacionais, vindos de 115 países. Seu campus, de 260 acres, fica em New Haven, Connecticut, a pouco mais de 2 horas de Nova York, e ainda possui prédios originais, com arquitetura do século XVIII. O lugar é tomado por obras de arte por toda parte, desde os saguões dos prédios até os pátios, praças e salas de aula.
Yale é dividida em 14 escolas. É uma universidade Liberal Arts, o que dá liberdade aos alunos de construir sua grade curricular de acordo com seus principais interesses e escolher seu major durante o decorrer do próprio curso.
Alguns dos cursos mais procurados em Yale são economia, ciências políticas, ciência da computação, história e psicologia.
Estudaram em Yale importantes personagens da vida norte-americana, como o ex-presidente George W. Bush, Bill e Hillary Clinton, as atrizes Meryl Streep, Jodie Foster e Lupita Nyong’o e o empreendedor Ben Silbermann (CEO e cofundador da Pinterest), entre outros.
MIT
Fundado em 1861, o MIT é referência no mundo todo principalmente quando o assunto é engenharia, tecnologia e ciência. Terceira melhor universidade do mundo, segundo no ranking da THE, o MIT é bastante reconhecido pela excelência em ensino e pesquisa e foco em inovação e empreendedorismo.
O MIT tem hoje cerca de 11.000 estudantes, 33% deles internacionais, além de 1.000 professores. O campus fica na cidade de Cambridge, bem próximo a Boston, região que concentra algumas das principais instituições de ensino superior dos Estados Unidos.
A universidade é dividida em 5 escolas:
São 190 prédios, entre eles 18 residenciais, 6 bibliotecas, auditórios e inúmeros laboratórios nas mais diversas áreas. As instalações esportivas são de ponta e o campus conta ainda com restaurantes e cafés, 20 jardins e muitas obras de arte espalhadas.
Os alunos podem participar de mais de 500 organizações estudantis bem variadas, que vão desde as que estudam a ciência do chocolate até as mais tradicionais, que são as esportivas ou de nacionalidades.
O MIT é responsável por algumas das mais relevantes descobertas científicas e avanços tecnológicos da história. Entre eles estão, a síntese química da penicilina, o desenvolvimento do radar e a invenção da memória do núcleo magnético, que possibilitou o desenvolvimento dos computadores digitais.
Pesquisas recentes nos laboratórios do MIT chegaram a importantes novidades no tratamento e cura do câncer aliando quimioterapia à imunoterapia e à descoberta de vacinas inaláveis, por exemplo.
Estudaram no MIT Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU, Sal Khan, criador da Khan Academy e o atual primeiro-ministro de Israel, Benyamin Netanyahu, entre outros.
O MIT estima que seus atuais ex-alunos lançaram mais de 30.000 empresas, criaram cerca de 4,6 milhões de empregos e geram aproximadamente U$ 1,9 trilhão de receita anual.
Harvard University
Referência no mundo inteiro quando se fala em excelência acadêmica, Harvard é considerada hoje pelo ranking THE a segunda melhor universidade do mundo. A mais antiga universidade norte-americana, fundada em 1636, Harvard também faz parte da prestigiada Ivy League.
A universidade é constituída por 13 escolas e institutos, incluindo algumas das mais bem ranqueadas nas suas respectivas áreas, como a Business School, a School of Engineering and Applied Science e a John F. Kennedy School of Government. Dos seus 21.574 alunos, 24% são internacionais.
Também localizada em Cambridge, Massachusetts, Harvard abriga em seu campus de 5.000 acres 5 museus, 2 teatros, e a maior biblioteca acadêmica do mundo, que contém 400 milhões de itens manuscritos, 124 milhões de páginas da web arquivadas e 5,4 terabytes de arquivos digitais. Há mais de 400 organizações estudantis abertas à participação dos alunos.
A excelência em ensino e pesquisa de Harvard é reconhecida pelos 45 ganhadores do prêmio Nobel e 47 Pulitzers vencidos por professores e pesquisadores ligados a ela. Entre seus ex-alunos mais influentes estão Mark Zuckerberg, o ex-presidente J.F. Kennedy, os atores Matt Damon e Natalie Porter.
Amherst College
Amherst é conhecida pelo seu rigoroso clima acadêmico. É considerada pelo US News a número 2 do país entre as National Liberal Arts Colleges. Apesar de pequena, a instituição é diversa.
Possui hoje 1.970 alunos, que vêm de 48 estados americanos e de 67 países, e 209 professores. As classes têm em média 19 alunos.
Localizada na cidade de mesmo nome, no Estado de Massachusetts, Amherst College oferece 42 majors e 850 disciplinas, divididas em artes, humanidades, ciências naturais e ciências sociais.
Mas como a faculdade faz parte do Consórcio Five College, que inclui outras 4 instituições da região, os alunos dispõem na verdade de mais de 6.000 matérias para cursar em qualquer uma das faculdades envolvidas no consórcio.
Cerca de 61% dos alunos de Amherst recebem algum tipo de auxílio financeiro. E 98% dos estudantes moram no próprio campus. Fora das aulas, eles podem participar de mais de 200 organizações estudantis no seu tempo livre.
Amherst tem várias opções de study abroad durante os cursos e uma boa parte dos estudantes aproveita esta oportunidade.
Princeton University
Uma das 8 integrantes da renomada Ivy league, Princeton é considerada a 6a melhor universidade do mundo pela Times Higher Education e a número 1 entre as National Universities nos Estados Unidos pelo ranking US News.
Fundada em 1746 na cidade de mesmo nome, em New Jersey, Princeton é uma das mais antigas instituições de ensino superior do país. Tem cerca de 10.000 estudantes, sendo 1.200 internacionais.
O campus, considerado um dos mais bonitos dos Estados Unidos, é composto por 180 prédios, projetados por renomados arquitetos, e oferece acomodação para todos os alunos durante os 4 anos da graduação. Por isso, apenas 2% dos estudantes escolhem morar fora do campus.
Além das salas de aula, laboratórios e bibliotecas, a vida em Princeton pode ser bastante animada. Há mais de 500 organizações estudantis no campus e inúmeros eventos são organizados durante todo o ano:
Reconhecida como uma das mais importantes instituições do mundo na área de pesquisa, Princeton tem na sua história 40 laureados com o Prêmio Nobel e 17 ganhadores da National Medal of Science.
Estudaram em Princeton também, entre outras personalidades, o fundador da Amazon Jeff Bezos, a atriz Brooke Shields e a ex-primeira dama Michelle Obama.
Minerva University
Fundada em 2014, em São Francisco, Califórnia, a Minerva é uma universidade nova e com um conceito diferente. Porém, já é muito bem conceituada e procurada por estudantes do mundo inteiro.
Minerva não tem um campus nem salas de aula. Seus idealizadores acreditam, baseado em estudos relacionados à aprendizagem, que o aluno apreende apenas 10% do conteúdo em aulas expositivas.
Então, decidiram criar um projeto com foco na aprendizagem ativa, que desenvolve pensamento crítico, comunicação eficaz e resolução criativa de problemas.
Para isso, desenvolveram uma plataforma online e todo o ensino se baseia nela. O sistema não permite aulas puramente expositivas, oferece inúmeras ferramentas de interação e monitora a participação dos alunos.
As classes têm no máximo 20 alunos, são ao vivo e o professor não pode falar por mais de 5 minutos ininterruptamente.
Durante os 4 anos do curso, o aluno mora em 7 cidades diferentes – São Francisco (no primeiro e no último semestres), Taipei, Seul, Hyderabad, Berlim e Buenos Aires – sempre em residenciais com os demais alunos da Minerva. Ou seja, mesmo as aulas sendo virtuais, a interação com os colegas e com a própria cidade é intensa.
Uma vez por semana, às sextas-feiras, os alunos não têm aula e usam este dia para trabalhar em projetos que eles desenvolvem nas cidades por onde passam. Para isso, a Minerva tem parcerias com as mais importantes organizações públicas e privadas em cada uma dessas cidades.
Dartmouth College
Fundada em 1769, em Hanover, New Hampshire, Dartmouth é uma das 8 universidades que compõem a Ivy League e é considerada pelo US News a 13a melhor entre as National Universities nos Estados Unidos.
É conhecida pelo rigor acadêmico e pela dedicação à pesquisa, além de suas classes pequenas, que facilitam o aprendizado e o contato com os professores.
A graduação em Dartmouth é composta por 40 programas e departamentos e tem pós-graduação em artes, medicina, engenharia e negócios. A universidade tem cerca de 6.000 alunos, 4.000 deles na graduação.
A maioria dos estudantes moram no campus e 60% participam de organizações Geek (fraternidades e sororidades), que são praticamente o centro da vida social em Dartmouth. Cerca de 15% dos estudantes em Dartmouth são internacionais, de quase 60 países.
Dartmouth é reconhecida pelo seu currículo flexível, onde os alunos podem escolher as matérias, criar seu próprio currículo, podendo fazer inúmeras combinações. Ainda é possível se formar em vários majors e minor.
Esta e outras características da flexibilidade do currículo de Dartmouth permitem que os alunos estudem em universidades fora dos Estados Unidos e façam estágio, sem comprometer o prazo de formatura.
Bowdoin College
Localizada na cidade de Brunswick, no Estado de Maine, Bowdoin é uma faculdade particular pequena, com alto rigor acadêmico, que acolhe os alunos em um clima de comunidade. É considerada a número 6 do país no ranking US News de Best National Liberal Arts Colleges.
Por ser uma Liberal Arts College, a maioria dos seus quase 2.000 alunos, que são só de graduação, declara o major no segundo ano da faculdade. Há mais de 100 organizações estudantis para os estudantes participarem no campus.
Uma das mais ativas é o Outing Club, que organiza cerca de 150 viagens e passeios por ano, onde se aproveita toda a beleza natural que envolve a região.
Bowdoin oferece mais de 40 majors, divididos em 23 departamentos. Os cursos mais populares em Bowdoin são ciências políticas, biologia, economia e matemática.
O currículo é flexível. Os alunos podem escolher as disciplinas ou as áreas que querem estudar e até criar seu próprio major.
Para saber mais sobre bolsas de estudo, processo seletivo, e outras informações sobre graduação no exterior, não deixe de acompanhar as nossas lives e eventos gratuitos.
Conheça a University of Wisconsin-Madison
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaTop 15 entre as universidades públicas dos EUA, UW-Madison oferece excelência em pesquisa e ensino, estrutura de ponta, além de inúmeras opções fora das salas de aula.
Nos Estados Unidos há inúmeras universidades renomadas internacionalmente. O país, conhecido pela qualidade no ensino e pesquisa, geralmente é o que tem mais representantes nas melhores posições dos principais rankings mundiais, seja no top 10, top 20 ou top 100. Entre tantas instituições de excelência, algumas não são tão conhecidas pelos brasileiros. A University of Wisconsin-Madison é uma delas.
Considerada a 58a melhor universidade do mundo pelo prestigiado ranking Times Higher Education, Wisconsin-Madison é a 8a instituição que mais investe em pesquisa no mundo. É reconhecida também como uma das 15 melhores universidades públicas dos Estados Unidos, segundo o US News.
Wisconsin-Madison por dentro
Fundada em 1848 pelo governador do Estado, a University of Wisconsin-Madison é formada hoje por 13 faculdades, que oferecem um total de 136 cursos de graduação, 148 de mestrado e 120 de doutorado.
A universidade tem cerca de 47.000 alunos, vindos dos 50 estados americanos e de 120 países. Aproximadamente 15% dos estudantes são internacionais. As aulas em UW-Madison têm em média 32 alunos por sala.
Seu campus, com quase 4 km2, é um dos mais bonitos dos Estados Unidos. Fica entre dois lagos, o Mendota e o Monona, e tem a maioria dos seus prédios desenhados por apenas dois arquitetos. A estrutura é enorme.
Inclui 23 restaurantes, 21 residence halls, 23 bibliotecas, museus, jardins botânicos, instalações esportivas de ponta e inúmeros laboratórios e centros de pesquisas, que geram para a universidade, anualmente, cerca de 160 milhões de dólares em prêmios.
Destes centros de pesquisa surgiram importantes descobertas para a ciência, como a das vitaminas A e B e da enzima transcriptase reversa. Em UW-Madison foi feita também a primeira síntese de células-tronco embrionárias humanas.
Entre professores e ex-alunos, Wisconsin-Madison acumula 26 prêmios Nobel e 33 Pulitzer. Tradicionalmente, a pesquisa é estimulada em UW-Madison desde o início da graduação.
Alguns dos cursos mais procurados em UW-Madison são ciência da computação, economia, psicologia, ciências políticas e biologia. As áreas mais bem ranqueadas de UW-Madison são agricultura, comunicação e mídia, educação, estudos do meio ambiente e psicologia.
A universidade tem um conceituado centro de empreendedorismo, o Weinert Center for Entrepreneurship, que recebe alunos de graduação e pós, de todos os cursos, não só da área de Business.
O programa do Weinert Center é considerado um dos principais do país pelo Princeton Review, pelo Financial Times e pela United States Association for Small Business and Entrepreneurship (USASBE).
A vida dentro e fora do campus
Quando o candidato faz a lista de universidades para aplicar, ele deve levar em consideração diversos fatores. Um deles é o clima do lugar onde vai morar. Se você curte o frio ou ao menos não se incomoda com ele, Wisconsin-Madison pode ser uma ótima opção.
O inverno é bem rigoroso por lá, mas a cidade e a universidade são muito bem preparadas para ele e não faltam opções de lazer o ano inteiro, dentro e fora do campus.
No campus, seja quais forem os seus interesses, você vai encontrar grupos com quem se juntar. Existem mais de 1.000 clubs ou organizações estudantis dos mais variados interesses. Se você curte esporte, por exemplo, há dezenas de opções, de frisbee e basquete a xadrez e hiking.
Se quiser falar, aprender ou debater sobre economia, política, tecnologia, sustentabilidade, enfim, qualquer assunto, basta procurar a sua tribo (ou as suas tribos). Você pode se juntar a quantos grupos quiser.
A própria moradia em Wisconsin-Madison já é uma experiência especial. Há vários tipos de housing por lá. Você pode escolher morar nos residence halls regulares ou morar com pessoas que tenham os mesmos interesses com você.
Wisconsin-Madison oferece as Learning Communities, que abrigam alunos, professores e funcionários que dividem as mesmas curiosidades e afinidades no que diz respeito a áreas de estudo. Há ainda as Affinity Communities, que reúne alunos com os mesmos interesses fora da área acadêmica.
A vida cultural no campus também é bastante movimentada. Vale a pena ficar de olho no calendário do teatro e das exposições do Chazen Museum of Art ou ir às sextas-feiras no Fórum do Departamento de Dança. Durante o ano todo ainda tem, entre outros eventos, shows de bandas perto do lago e sessões de cinema no Memorial Union Terrace.
Quando quiser sair do campus, você vai encontrar uma cidade cheia de possibilidades de lazer. Madison, capital do Estado de Wisconsin, tem muitos bares, ótimos restaurantes, parques, zoológico, jardim botânico, cinema e teatros e museus. Além disso, há durante todo o ano inúmeros festivais programados e já tradicionais no calendário da cidade.
Conhecida como “city of four lakes”, há atividades outdoor para fazer em qualquer um dos lagos que rodeiam a cidade (Mendota, Monona, Waubesa e Kegonsa. Isso no verão ou nos dias mais quentes.
No inverno, que é bem frio por lá, há muitos lugares para patinar no gelo e esquiar na neve ou ainda fazer piquenique em volta da fogueira, programa tão tradicional na cultura americana.
Sabemos que preparar uma college list exige muita pesquisa, atenção ao fit pessoal, financeiro com o da instituição, ainda mais quando falamos de uma possível candidatura a uma universidade top 15.
A Daqui Pra Fora ajuda você em sua preparação para um perfil acadêmico e extracurricular forte, além de todo processo burocrático das applications.
Converse conosco para ver como você pode se preparar e melhorar suas chances para entrar em universidades como esta!
Conheça a University of Waterloo
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaVeja o que oferece uma das 10 melhores universidades do Canadá, reconhecida como a número 1 do país em pesquisa e focada em inovação e empreendedorismo.
O Canadá é um dos destinos mais procurados por estudantes do mundo inteiro. Suas universidades estão entre as mais bem colocadas nos principais rankings internacionais e várias cidades também aparecem entre as melhores em qualidade de vida.
Uma das mais bem conceituadas universidades do país é a University of Waterloo. Considerada uma das 10 melhores universidades do Canadá, de acordo com o ranking Times Higher Education, a Waterloo é reconhecida mundialmente pela excelência em pesquisa e pelo foco em inovação e empreendedorismo.
Neste artigo, você verá as principais informações sobre uma das principais universidades do Canadá. Siga a leitura até o final para ficar por dentro de tudo.
Estrutura da University of Waterloo
Mais de 22% dos 41.000 alunos de Waterloo são internacionais, vindos de 84 países, de todos os continentes. Waterloo tem 6 faculdades distribuídas em um campus com mais de 100 prédios:
Neles estão espalhados mais de 30 centros de pesquisa, 13 bibliotecas, mais de 700 laboratórios, 29 restaurantes, 16 coffeeshops, 2 museus, 1 teatro com 1.187 lugares e 1 observatório, além de vários parques e inúmeras instalações esportivas.
Fundada em 1956, a Waterloo desenvolveu desde o início sólidos programas em diversas áreas. As que mais se destacam são ciências da computação, engenharia e business.
Hoje a universidade tem importantes parcerias com empresas e outras universidades, como o MIT, nos Estados Unidos. Waterloo oferece mais de 100 cursos de graduação e 190 de pós.
Excelência e experiência juntos
A University of Waterloo é considerada a número 1 no Canadá em experiential learning, método de ensino em que o aluno aprende fazendo e refletindo sobre a experiência que viveu. Seus alunos são considerados os mais criativos e inspiradores do país.
Em Waterloo, o estudante pode personalizar o curso de acordo com as suas principais áreas de interesse, inclusive no decorrer da graduação. Mesmo os cursos mais tradicionais podem ser personalizados.
Mais de 120 cursos de Waterloo oferecem o Co-op, um programa em que os estudantes podem trabalhar em empresas e explorar diferentes funções em várias profissões. Neste programa, o aluno geralmente alterna entre 4 meses estudando na universidade e 4 meses trabalhando full-time em uma empresa.
Além de proporcionar uma experiência única, este trabalho é remunerado e pode ajudar bastante nas despesas do aluno ou da própria família.
O aluno vive no Co-op uma situação verdadeira de application para um trabalho, o que já é uma excelente experiência para depois de formado. Quando aceito, ele vivencia a realidade e aprende da melhor forma, na prática.
Participando deste programa, você pode se formar com até 24 meses de experiência de trabalho efetivo e pago. Ainda vai incrementar o currículo e construir uma networking mais potente.
Waterloo é a líder no Canadá em parcerias com empresas, com 7.100 empresas parceiras, o que a coloca entre as melhores em empregabilidade em toda a América do Norte.
Cerca de 96% dos alunos que participaram do programa Co-op na turma que se formou em 2020 estavam empregados em até 6 meses após a graduação nas suas respectivas áreas de estudo.
Pesquisa, inovação e empreendedorismo
A University of Waterloo sempre investiu muito em pesquisa e há mais de uma década é a número 1 nesta área no Canadá. É a casa de uma das três únicas mulheres vencedoras de um prêmio Nobel de Física, a professora de física e astronomia Donna Strickland. A universidade também é conhecida por ser responsável pela primeira imagem do buraco negro.
Quando o assunto é inovação, Waterloo também está no topo no Canadá. Lá, empreendedorismo, inovação e ciência estão sempre atrelados. É de Waterloo a incubadora de startups mais produtiva do país, a Velocity.
A Conrad School of Entrepreneurship and Business é a responsável por dar suporte a todos os estudantes, em todas as faculdades e cursos da universidade, quando o assunto é empreendedorismo.
A escola oferece, inclusive, um diploma (minor) na área. A Conrad disponibiliza ainda o programa E Co-op, onde os alunos ganham créditos ao trabalharem no seu próprio negócio.
Vida dentro e fora do campus
A University of Waterloo fica na província de Ontário, a 110 km de Toronto. Com duas universidades e uma faculdade, quase metade da população da cidade de Waterloo, que tem aproximadamente 113.000 habitantes, é composta por universitários.
O lugar é, portanto, um excelente foco para fazer boas conexões e, claro, se divertir também. São mais de 400 restaurantes, cafés, pubs, shopping, bares, cinema e parques por toda a cidade.
Dentro do campus, os estudantes podem participar de até 250 clubs ou organizações estudantis. Há desde os mais tradicionais, como clubs de xadrez, de leitura, debate, dança de salão ou de bandas, até alguns mais peculiares, como o Campus Crusade for Cheese, por exemplo, que reúne alunos, professores, funcionários e ex-alunos apaixonados por queijos.
O campus abriga 10 residenciais estudantis, com um total de 6.681 quartos ou apartamentos. A prioridade nas moradias é para os calouros (freshmen).
As instalações esportivas são inúmeras e todas de ponta, entre elas estão ginásios, piscinas e 3 campos de futebol. A universidade disponibiliza cerca de 250 programas esportivos, que incluem atividades aquáticas, no gelo, com raquete, dança, artes marciais, e promove torneios internos em várias modalidades. As academias oferecem 2.500 aulas de esportes e fitness, como yoga, bike e pilates.
Mais de 1.200 festivais e eventos acontecem no campus e na cidade durante o ano. Ou seja, não faltam opções para preencher bem o tempo nos momentos de folga para quem estuda na Waterloo.
Processo seletivo
O processo seletivo para a University of Waterloo é semelhante ao da maioria das universidades americanas. O candidato deve enviar seu histórico escolar, as atividades extracurriculares e cartas de recomendação, além da nota da prova de proficiência em inglês. Waterloo exige o mínimo de 90 no TOEFL IBT e 6,5 no IELTS.
A universidade dá a opção de o candidato preencher o AIF (Admission Information Form), semelhante ao Essay Prompt. Ele permite que o aluno acrescente informações que possam diferenciá-lo dos demais candidatos. É o instrumento que a universidade tem para conhecer melhor o aluno além de suas notas.
Para saber mais como se preparar para se tornar um candidato competitivo para a University of Waterloo ou mesmo outras universidades canadenses, agende uma consulta gratuita com um dos nossos especialistas para entender melhor como os programas da Daqui Pra Fora podem te ajudar!
O intercâmbio pode me abrir portas?
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaFazer um intercâmbio durante o Ensino Médio pode ajudar de várias maneiras a fortalecer sua candidatura para uma universidade no exterior.
O importante é traçar bem os objetivos e fazer um bom planejamento, para poder escolher a melhor experiência. Afinal, a oferta é enorme. Existem vários tipos de intercâmbio, em inúmeros lugares e com as mais variadas vivências.
Porém, algumas experiências podem trazer mais benefícios que outras quando o assunto é application. A seguir, você vai entender melhor como fazer um bom planejamento para a sua viagem e aproveitar ao máximo o intercâmbio a favor da sua candidatura.
O que não pode faltar em um bom planejamento
O primeiro passo para conseguir elaborar um bom planejamento é prestar atenção para que a viagem não interfira no andamento do Ensino Médio. Por isso, as férias do meio do ano letivo são o período ideal para viver esta experiência.
Outros aspectos importantes são definir com antecedência seu objetivo e não deixar para planejar em cima da hora. Quanto mais cedo, melhor.
Sobre o destino, pense em ir para um lugar onde vá falar e, portanto, aprimorar a língua que vai usar na faculdade. Se pretende ir para os Estados Unidos, Reino Unido, Canadá ou Holanda, por exemplo, escolha um país onde se fala inglês.
Esta imersão certamente vai ajudar não só na prova de proficiência no idioma, como também nas redações que muitas vezes são exigidas no processo seletivo, especialmente nos Estados Unidos.
A experiência pode ser ainda mais produtiva se você fizer o intercâmbio no país onde pretende estudar. Assim, além de já entender e, de certa forma, se inserir na cultura local, pode aproveitar para conhecer algumas universidades.
Se conseguir visitar instituições que te interessam diretamente, melhor ainda. Porém, mesmo que não sejam as suas preferidas, essa vivência já traz importantes parâmetros para o momento de escolher onde aplicar.
Nessas visitas, você vai conhecer universidades grandes, pequenas, mais antigas ou mais modernas, em cidades maiores ou menores, e poderá perceber onde se sente melhor. Além, claro, de ver de perto suas estruturas e tudo que elas podem oferecer.
É importante pensar também nas atividades que poderá fazer durante a viagem. No seu planejamento, procure por experiências que tenham a ver com o seu perfil.
Por exemplo, se você se preocupa com o meio ambiente, tem projetos na escola voltados para isso, vale a pena buscar atividades ligadas ao tema.
Ou se gosta de engenharia aeroespacial, procure algum programa que traga atividades ligadas ao assunto, como visita à NASA ou outra empresa da área.
Há opções voltadas para gastronomia, dança, fotografia, esportes… Enfim, uma boa pesquisa vai encaminhar você ao lugar mais apropriado para os seus objetivos.
Outra opção e que é bastante interessante é a do intercâmbio com trabalho voluntário. Ele pode ser um importante item na sua candidatura, mas lembre-se, desde que esta atividade tenha a ver com o seu perfil.
Neste caso, é possível aliar o trabalho voluntário à sua área de interesse, como gastronomia, esportes ou fotografia, por exemplo, e potencializar ainda mais o valor desta experiência.
Outras vantagens do intercâmbio
O intercâmbio fortalece sua candidatura de várias formas: melhora o inglês, facilita visitas a universidades e incrementa as atividades extracurriculares, inclusive com trabalho voluntário.
Mas a experiência traz outros importantes benefícios que ajudam não só no application como na própria vida pessoal do candidato.
Primeiro, a viagem, por si só, proporciona uma excelente oportunidade de autoconhecimento, o que certamente vai ajudar nas escolhas importantes que precisam ser feitas durante o processo.
Além disso, já traz um bom parâmetro de como é para você lidar com a distância de casa e com a inserção em uma nova cultura, mesmo que por um tempo menor.
A experiência no intercâmbio também proporciona autonomia, já que você tem que se virar sozinho em várias situações que já vêm prontas quando está em casa.
São desde coisas do dia a dia, como lavar roupa e fazer compras, ou alguns problemas dentro ou fora de casa que precisam ser resolvidos. Tudo isso já é um aperitivo para a futura vida de estudante internacional em uma universidade no exterior.
Outro aspecto que pode ser aproveitado no intercâmbio é criar uma networking com pessoas que têm o mesmo interesse que você. Além das trocas feitas, esse contato pode trazer frutos lá na frente, na vida pessoal, acadêmica ou profissional.
No programa de preparação da Daqui pra Fora além de orientar os estudantes no desenvolvimento de atividades extracurriculares um dos módulos do programa é orientar os alunos na candidatura para programas de férias que estejam diretamente relacionados ao perfil e interesse do estudante, fortalecendo assim sua candidatura.
Summer Internships: o que são e onde posso fazer?
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaVeja como funcionam os estágios de verão e entenda a importância deles para sua carreira. Saiba ainda como buscar e onde ter essa experiência.
Fazer faculdade no exterior é, sem dúvida, um passo importante na construção de uma formação de excelência e, consequentemente, de uma sólida carreira profissional. Porém, para garantir este caminho de sucesso, sempre é bom acrescentar ingredientes que possam fazer ainda mais diferença no resultado final. Um deles é aprender diretamente na fonte, fazendo summer internships ou estágio em empresas ligadas à sua área de estudo.
Para quem estuda fora, especialmente no hemisfério norte, o ideal é aproveitar as férias de verão de lá, que são bastante longas, para investir nesta empreitada. As aulas e o ano letivo terminam geralmente em maio ou junho e só voltam em agosto ou setembro.
Os alunos têm, portanto, 3 meses para usufruir deste tempo da melhor maneira possível fazendo os Summer Internships, ou estágios de verão.
Os summer internships podem ser feitos no país onde você estuda ou mesmo no Brasil. Podem ser remunerados ou não e meio período ou tempo integral. A seguir você vai ter tudo o que precisa saber sobre estes estágios, conhecendo as vantagens de fazer, como e onde buscar.
Por que fazer um Summer Internship?
Maiores chances no mercado
Ter um bom histórico na faculdade e um diploma conceituado são fatores que com certeza ajudam na busca por um emprego após a faculdade. Porém, cada vez mais as empresas buscam um diferencial na sua seleção.
É possível até fazer uma analogia com o processo seletivo para as universidades. Boas notas são importantes, mas muitos candidatos têm um histórico acadêmico excelente e parecido. Lembra? Nesse caso, as universidades precisam olhar além da escola. Miram as atividades extracurriculares, por exemplo.
Na busca por um lugar no mercado de trabalho, é mais ou menos assim que acontece. Muita gente com boas notas e bons diplomas estão na mesma busca. O estágio representa uma experiência anterior que pode fazer a diferença nessa competição por uma vaga.
Hoje é fundamental para as empresas que o candidato tenha “hands-on knowledge”, ou conhecimento prático, daquilo que ele estudou. Portanto, é muito importante ter este item no currículo. E vale a pena garimpar bem para conseguir a melhor experiência possível.
Dê preferência a experiências onde você desenvolva e utilize habilidades que poderá transferir para a sua futura carreira, independentemente do tamanho da empresa onde vai estagiar.
Vida real e networking
No summer internship você vai estar exposto à vida real. Conhecer como funciona o dia a dia de uma empresa estando inserido nele é a melhor forma de entender a trajetória da carreira que você almeja seguir.
No estágio de férias você vai literalmente vivenciar o ambiente corporativo, não importa o tamanho da empresa. Vai lidar com colegas, com feedback, com hierarquia, com direitos e deveres, com pressão de prazos, entre outros componentes do dia a dia profissional.
Ainda vai ter o privilégio de poder conhecer novas pessoas e fazer importantes conexões, potencializando ainda mais seu networking, ao mesmo tempo em que vive a famosa curva de aprendizado.
Quanto mais gente você conhece com os mesmos interesses que você, mais chances de você crescer profissionalmente. Você vai ver como outras pessoas trabalham, como elas lidam com as dificuldades e quais estratégias elas usam para entregar as tarefas ou projetos.
Poderá reinventar este conhecimento e utilizá-lo de acordo com as suas próprias características e circunstâncias no próprio estágio e, com certeza, lá na frente também.
Autoconhecimento
Independentemente da área em que você vai fazer o estágio de verão, quanto mais você explorá-la, mais vai descobrir sobre ela. E nestas descobertas, você pode reconhecer habilidades que não sabia que tinha e também afinidades que não esperava ter.
E o melhor é que vai desenvolvê-las, o que é muito importante. Pode também, claro, confirmar um potencial que já imaginava que tinha capacidade de oferecer. Ou seja, você vai poder reconhecer melhor seus pontos fortes e aqueles em que precisa trabalhar mais.
Soft skills
O dia a dia no estágio certamente vai ajudar a desenvolver aquelas soft skills tão importantes para o mercado de trabalho. São habilidades como colaboração, tolerância, comunicação, liderança, resolução de problemas e conflitos, por exemplo, que você já tinha começado a desenvolver na própria faculdade. Elas, no mínimo, serão essenciais no seu próximo processo seletivo para uma vaga efetiva.
Efetivação
Vale lembrar que o summer internship pode ser um degrau importantíssimo para uma possível efetivação em um full time job na empresa. Claro que esta não é a situação mais comum, mas ser efetivado após a formatura ou mesmo lembrado pela empresa algum tempo depois do estágio são cenários não tão raros como parecem.
Deixar uma imagem positiva, alinhada com os valores e conceitos da empresa, além, claro, de demonstrar conhecimento e competência, pode, sim, propiciar uma futura efetivação em um trabalho full time.
Como buscar o Summer Internship?
As universidades no exterior costumam ter um departamento que apoia os alunos na busca por estágios. Podem ter diferentes nomes, como Internship and Career Resources ou Career and Internship Center, por exemplo. Procure este departamento na sua universidade. É sempre bom estar em contato com eles. Este apoio é fundamental.
Além disso, a BRASA (Brazilian Student Association), organização estudantil presente em grande parte das instituições norte-americanas, costuma realizar conferências patrocinadas por empresas que fornecem summer jobs. Lá os alunos podem conversar com recrutadores e já fazer pré-entrevistas.
A Daqui pra Fora tem o Departamento de Apoio e Desenvolvimento (DAD) que pode orientar o estudante nessa busca.
A primeira recomendação para quem pretende fazer um summer internship é começar a busca cedo. Procure por instituições do seu interesse e fique atento aos cronogramas das applications.
A maioria das vagas no exterior costumam ser abertas em janeiro. Portanto, em novembro ou até antes, já é interessante começar a pesquisar e preparar a candidatura.
Então, em meio às suas obrigações com a faculdade, encontre um tempo para fazer esta pesquisa e enviar suas applications dentro do prazo.
Depois de enviadas as candidaturas, fique atento às respostas para dar sequência às fases do processo.
Onde fazer Summer Internship?
Os estágios de verão podem acontecer no país onde você estuda ou mesmo no Brasil. Muitas empresas por aqui sabem da disponibilidade dos brasileiros que fazem faculdade no exterior durante o verão no hemisfério norte e oferecem programas específicos para este tipo de estágio.
Entre elas estão: Hurb, Stone, Nubank, Ambev, Americanas, Spotify, Itaú, BTG Pactual, ClickBus, Trybe, Santander, Safra, Visagio, Amazon e McKinsey.
Nos Estados Unidos, algumas das melhores empresas para fazer summer internship são Google, Dell, GE, L’Oreal, Facebook, Under Armour e Bank of America. Há vagas nas mais diversas áreas, de marketing ou tecnologia a engenharia e finanças.
Mas você sempre pode procurar em outras instituições que estejam diretamente alinhadas com a sua área de estudo, como empresas de cinema, TV, artes, esportes, gastronomia etc.
Se você tem vontade de fazer faculdade no exterior e ter a oportunidade de participar de um summer internship, a Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência que você necessita. Preencha o formulário abaixo e venha conversar com a gente.
Dupla cidadania pode ajudar na faculdade no exterior
/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEntenda como a dupla cidadania pode ser um importante aliado para quem pretende fazer faculdade no exterior.
O caminho para uma universidade no exterior tem sido cada vez mais explorado por estudantes brasileiros. Ele envolve muito planejamento e preparação para que o aluno atinja seu objetivo e para que, estando lá, a jornada seja a melhor possível.
Para os brasileiros que têm dupla cidadania, existem algumas vantagens que podem ajudar a tornar toda essa trajetória ainda mais positiva.
As vantagens vão desde a admissão até os custos da universidade. A seguir você vai entender melhor como todo o processo funciona para quem tem dupla cidadania e ver como aproveitar os benefícios que ela oferece.
Dupla cidadania europeia
A Europa abriga algumas das melhores e mais tradicionais instituições de ensino superior do mundo. Mas não são apenas suas universidades excelentes que atraem estudantes de todos os continentes para lá.
Eles buscam também qualidade de vida, riqueza cultural e, por que não, oportunidades em alguns dos maiores centros políticos e financeiros do mundo.
Quem tem dupla cidadania europeia, ou seja, quem tem passaporte europeu, tem algumas facilidades em relação a quem não tem. São vantagens burocráticas, financeiras e práticas, inclusive. Elas valem para os países que fazem parte do Mercado Comum Europeu.
Primeiro, este aluno não vai precisar do visto de estudante, o que significa um trâmite burocrático a menos em todo o processo.
Depois, e talvez o mais interessante, é o fato de os valores das anuidades caírem vertiginosamente para quem é cidadão europeu. Isso por causa do financiamento estatal destinado aos estudantes locais.
Na Holanda, por exemplo, país com maior número de cursos em inglês na Europa continental e considerado um dos melhores do mundo em qualidade de ensino, ao invés de pagar de 6.000 a 15.000 euros por ano, o estudante com cidadania europeia paga uma anuidade próxima a 2.500 euros.
Porém, os benefícios no custo da faculdade variam de país para país e também, muitas vezes, dentro do próprio país, de região para região ou mesmo de instituição para instituição. Por isso, é sempre recomendável pesquisar as regras do país e da própria universidade.
Outra vantagem para quem tem passaporte europeu é poder trabalhar mais que o aluno que tem visto de estudante. Geralmente, os alunos internacionais podem trabalhar entre 16 e 20 horas por semana (meio período) durante o curso e o cidadão europeu pode trabalhar período integral.
O processo seletivo também muda para candidatos internacionais e locais (europeus). A primeira vantagem é que o número de vagas destinado aos estudantes europeus é maior que o oferecido aos internacionais.
Em relação ao sistema de avaliação para o ingresso, ele varia de acordo com o país e, em muitos casos, varia de universidade para universidade dentro do próprio país, podendo ser mais simples para quem tem a cidadania europeia.
E, por fim, quem desejar permanecer no país ou em outra região da Comunidade Europeia após a conclusão do curso não terá dificuldade. O mercado na Europa absorve muitos estudantes e quem tem cidadania não enfrenta burocracia para continuar morando e trabalhando por lá.
Estados Unidos e Canadá
No Canadá, a tuition nas universidades é em média 3 vezes mais cara para estudantes internacionais. Portanto, quem tem a cidadania canadense pode pagar ⅓ da anuidade. Se tiver cidadania francesa, essa redução também se aplica na província de Quebec.
Nos Estados Unidos, as anuidades das universidades públicas são mais baixas para quem é cidadão e residente do Estado onde vai estudar (in-state tuition).
No caso de o estudante internacional possuir o green card (diferente da cidadania), a redução no valor da tuition vai depender de alguns fatores, como, por exemplo, há quanto tempo ele reside naquele Estado e há quanto tempo os pais pagam impostos.
Isso vale também para quem tem a cidadania. Dependendo do Estado e das condições, este estudante pode passar a pagar o in-state tuition e não mais o out-of state tuition, que é o valor pago por estudantes internacionais. Cada Estado tem a sua própria regulamentação quanto a isso.
Tanto para os EUA quanto para o Canadá, há vantagens significativas para quem tem cidadania (ou green card no caso dos EUA) quando o assunto é trabalho.
As limitações (de horas, de tempo de serviço, de ocupação ou de localização, por exemplo) impostas aos alunos estrangeiros não se aplicam. Isso vale para antes e depois da formatura.
Além disso, é garantido a possibilidade de ficar no país após a formatura não dependendo do visto de trabalho.
Se você tem dupla cidadania e precisa de ajuda para escolher a melhor opção e faculdade no exterior, vem conversar com a gente. A Daqui pra Fora oferece toda a assistência necessária até a sua aprovação!