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Como é a vida de quem mora nos Estados Unidos

24 de outubro de 2019/40 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Morar nos Estados Unidos é o desejo de muitos brasileiros e também pessoas de outras nacionalidades que querem estudar no exterior. Não só por conta das ótimas instituições de ensino, mas também porque possibilita desenvolvimento profissional, ótima qualidade de vida e obtenção de renda muitas vezes superior à média anual dos trabalhadores que residem no Brasil.

Se você está na dúvida sobre essa ideia e quer entender um pouco mais sobre a vida nos Estados Unidos, basta continuar a leitura do texto. Aqui, reunimos algumas informações preciosas e depoimentos de alunos que estão por lá, que poderão ajudar você a se decidir sobre essa mudança de vida. Confira!

Entenda por que vale a pena morar nos Estados Unidos

Os Estados Unidos são conhecidos como um dos países mais desenvolvidos e cheios de oportunidades do mundo. Acredite: isso não é um exagero. É possível encontrar muitas possibilidades de emprego, especialmente se você for cedo e concluir seus estudos por lá.

Se ainda está no colégio, vale a pena pensar em estudar fora e construir uma vida nos Estados Unidos: essa pode ser uma ótima maneira de sair do Brasil e garantir um futuro promissor em uma atividade profissional.

Viajar com um visto de estudante para os Estados Unidos garante maior tempo de permanência e permite criar uma carreira com patamares muito além dos tradicionais intercâmbios.

Existem pesquisas feitas por instituições sérias, como o escritório de advocacia Hayman-Woodward PLLC, especializado em migração, que indica que a renda média dos brasileiros (nos presentes anos nos EUA) consiste em mais de sete vezes o que um cidadão brasileiro comum ganha no Brasil como renda anual.

Se você tem vontade de abrir um negócio próprio, por exemplo, a terra do Tio Sam pode ser o local ideal. Você será capaz de encontrar um mercado variado e muitas facilidades para empreender, como cargas tributárias mais baixas, encargos menores e pouca burocracia em comparação com o Brasil.

Neste vídeo, trazemos informações importantes sobre como escolher uma graduação nos Estados Unidos: 

Conheça um pouco da diversidade da vida nos Estados Unidos

Viver em outro país significa aprender a se adaptar a uma nova cultura e a conviver com pessoas com valores bastante diferentes dos seus. E isso pode ser uma experiência muito enriquecedora. Veja alguns pontos importantes sobre a diversidade norte-americana.

Os serviços

O primeiro ponto a levar em conta está relacionado à prestação de serviços: eles realmente funcionam como devem. Você não precisa ficar horas na fila para solicitar um atendimento nem se frustrar com mão de obra sem qualificação. Lá, se você paga por um serviço, vai receber pelo que pagou.

A economia

A economia do país é forte, e existem muitas oportunidades de emprego. Mas, ainda que você precise trabalhar por um salário-mínimo, é perfeitamente viável se sustentar com essa renda. Os aluguéis são razoáveis, e o custo de vida é condizente com a média salarial.

A alimentação

Algo que os imigrantes sentem muita diferença na vida nos Estados Unidos é a alimentação. A cultura dos fast foods é forte nos EUA, e a grande maioria das pessoas come alimentos muito gordurosos e industrializados. Por outro lado, as porções são generosas e bastante baratas.

Além disso, é possível encontrar alimentos de qualidade nos supermercados e boas comidas congeladas. Mas o difícil é encontrar quem prepare uma boa comida caseira, portanto, aproveite a oportunidade para aprender a cozinhar.

A natureza diversificada

As paisagens e as belezas naturais também são únicas e bem diferentes do que estamos habituados a ver no Brasil. Sua natureza única presenteia os admiradores com praias maravilhosas, como as da Flórida, Hawaii e Califórnia, até as paisagens frias do Minnesota. São muitos parques maravilhosos que você poderá explorar nas horas vagas.

Veja a opinião de quem já vive nos Estados Unidos

Embora seja possível realizar boas pesquisas sobre a vida nos Estados Unidos, nada se compara a conhecer a opinião de quem de fato já está vivendo por lá, certo? E quando essas pessoas são jovens que decidiram estudar fora do Brasil, isso é ainda mais relevante.

Uma experiência na Filadélfia

O jovem André Abudi, aluno na UPenn, fala sobre como é a sua experiência na Filadélfia. Ele conta que as pessoas na universidade em que estuda são bem sociáveis.

Há grande variedade de eventos, shows e clubes para as mais variadas modalidades esportivas. Assim, torna-se muito fácil encontrar pessoas com interesses em comum e estabelecer novas amizades.

Ele afirma ainda que o processo de adaptação foi bem tranquilo, especialmente porque ele já havia visitado o país outras vezes e a Filadélfia é uma cidade grande, com um milhão e meio de habitantes, e apresenta muitas coisas para fazer.

No entanto, o fato de não conhecer ninguém e ter que começar uma vida do zero foi um grande desafio para ele, que está sendo superado com as atividades extra-classe.

Uma experiência em San Diego

Julia Abegg conta que teve como maior desafio inicial a adaptação ao estilo acadêmico da San Diego State University, por conta das várias atividades fora de sala de aula. Outra diferença foi a adequação à vida social norte-americana, porque se trata de uma cultura mais reservada.

Ela começou a se enturmar um pouco mais com algumas pessoas (norte-americanas e de outros lugares do mundo) após o segundo semestre no local, quando se matriculou em um curso de Business. Relata, ainda, que a experiência tem ajudado a ser menos tímida e mais independente, aprendendo  a se virar sozinha.

A estudante já está na metade dos estudos, está empregada no setor de admissões internacionais de um escritório, e todas essas escolhas vão contribuir muito com ótimas oportunidades profissionais no país.

A vida nos Estados Unidos, como aconteceria em qualquer cultura nova, é surpreendente e desafiadora. Apesar do pequeno impacto cultural e do fato de estar longe da família, viver essa experiência pode ser algo muito enriquecedor, especialmente se você pretende conquistar uma carreira de sucesso. Para isso, uma ideia bem interessante é investir desde já nos seus estudos.

Contrate uma empresa especializada para ajudar a direcionar seus esforços e fortaleça seu currículo escolar. Assim, vai ser bem mais fácil se qualificar para uma universidade norte-americana e potencializar sua futura carreira e a vida nos Estados Unidos.

E você, gosta da ideia de estudar fora ou já está começando a se planejar para essa proposta? Está fazendo pesquisas para escolher a melhor universidade para seus interesses de estudo? Continue com a gente e descubra o que você precisa para estudar em Harvard.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/urbane-new-stone-suspension-tourist.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-24 00:00:002023-12-06 17:06:31Como é a vida de quem mora nos Estados Unidos

Como conseguir bolsas de estudos nos EUA?

22 de outubro de 2019/64 Comentários/em Bolsas de Estudo, Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Você já se perguntou como conseguir bolsa de estudos nos EUA? A fase do vestibular é um momento decisivo na vida de muitos jovens e é comum que surjam dúvidas como essa.

Se você tem interesse em saber mais sobre o processo seletivo em universidades norte-americanas, mas não sabe nem por onde começar, está no lugar certo.

O vestibular nos EUA é muito diferente do que acontece no Brasil e é preciso se cercar de informações antes mesmo de iniciar o processo.

Pensando nisso, preparamos este texto em que explicamos como acontecem as candidaturas, quais as possibilidades de bolsas e o que fazer para aumentar suas chances de aprovação. Continue com a gente e confira!

Como funciona o processo seletivo em uma universidade americana?

O vestibular como conhecemos não existe nos Estados Unidos. Por lá, o ingresso em uma universidade não depende apenas do resultado de uma única prova. São diversos os fatores que podem ser avaliados em uma candidatura, entre eles:

  • Histórico escolar dos quatro últimos anos do colégio;
  • Personal statement ou essays, as redações;
  • Nota no SAT ou ACT;
  • Atividades extracurriculares;
  • Cartas de recomendação.

Além dessas exigências, os brasileiros que desejam aplicar a uma vaga também devem comprovar a fluência em inglês. Comumente, isso é feito por meio de testes de proficiência como TOEFL ou IELTS. Cada universidade determina a pontuação mínima aceita para que o aluno seja considerado aprovado no idioma.

Como o processo é particular de cada universidade, é preciso acompanhar os prazos da candidatura junto à própria organização. Mas lembre-se de que todas as outras exigências também devem ser cumpridas dentro desse cronograma.

O SAT é oferecido apenas seis vezes por ano no Brasil, em organizações habilitadas; o TOEFL, por sua vez, chega a ser realizado duas ou três vezes por mês em cidades como São Paulo.

Como descobrir qual a universidade ideal para você?

O processo seletivo para entrar em uma universidade americana exige uma dose de autoconhecimento por parte do aluno, principalmente na hora de escrever a redação.

Nela, é preciso explicar por que você deseja ingressar naquela instituição, o que você já fez de atividades, cursos e disciplinas que se relacionem com o bacharelado pretendido.

Além disso, é comum que as universidades tenham diferentes etapas ou exigências em seus processos seletivos. O Common App é um sistema de candidaturas online e integrado, mas nem todas as instituições aceitam inscrições por lá; enquanto algumas exigem apenas cartas de recomendação de professores, outras pedem também a de coordenadores.

Assim, é importante dedicar um tempo à pesquisa não só da melhor instituição, mas da melhor universidade para o que você quer e ficar completamente por dentro do que é exigido durante a seleção. Isso ajuda a encontrar aquela com a qual você realmente se identifica, o que aumenta suas chances de aprovação.

Quais as taxas envolvidas?

Em média, você deve gastar cerca de R$ 4.000,00 apenas para pleitear uma vaga em uma universidade americana — se você deseja se inscrever em mais de uma, certamente esse valor aumenta.

Muitos candidatos optam por contratar uma consultoria especializada nesse momento, para garantir melhores chances de aprovação e o consequente aproveitamento desse investimento.

Com relação ao tuition, as taxas cobradas pelas universidades depois da aprovação, os valores variam bastante de acordo com o tipo de instituição. Nos EUA, elas podem ser técnicas, comunitárias, públicas ou particulares.

Diferentemente do que acontece no Brasil, todas são pagas. Os valores costumam variar entre US$ 15.000 e US$ 30.000 por ano, sendo as particulares mais caras e as comunitárias as mais em conta.

Em Harvard, por exemplo, o valor anual ultrapassa US$ 47.000, sem incluir a hospedagem nos dormitórios ou os livros utilizados em sala de aula. O valor é realmente elevado.

Porém, assim como diversas outras instituições, a universidade mais famosa do mundo oferece auxílio a seus alunos, além de uma seleção need-blind — o que significa que os recursos financeiros familiares não são considerados durante o processo seletivo.

Quais as principais bolsas disponíveis?

Se você quer saber como conseguir bolsa de estudos nos EUA, deve ter em mente que a maioria das universidades tem programas de auxílio financeiro parcial ou integral.

Os três tipos de bolsas mais comumente oferecidos pelas universidades são:

  • Mérito acadêmico: oferecida aos alunos que se destacam academicamente e estão acima da média da turma.
  • Necessidade financeira: oferecida a quem se destaca academicamente, mas que não tem condições de arcar com todos os custos da universidade em questão.
  • Talentos específicos: oferecida para alunos que desejam fazer cursos relacionados à Artes e que se destacam em seu segmento.

Tenha em mente que a aprovação na universidade e a obtenção de bolsas de estudo são processos completamente separados e ambos devem ser feitos de maneira estratégica.

Como aumentar as chances de aprovação?

Como falamos, muitos estudantes optam por contar com o auxílio profissional na hora de se inscrever em uma universidades nos Estados Unidos. A candidatura envolve diferentes processos (SAT, TOEFL etc.), especialmente quando também é preciso solicitar, ainda, o auxílio financeiro.

Esse tipo de apoio pode ser decisivo em questões mais burocráticas e, além disso, profissionais experientes podem ajudar também na hora da escolha da universidade mais adequada.

Geralmente, a universidade determina o perfil de aluno que procura e o ideal é usar essas informações de maneira estratégica na candidatura.

O mesmo acontece na busca pelo financial-aid. Como falamos, algumas modalidades de bolsa exigem a comprovação de renda familiar e esses profissionais também podem se responsabilizar por esses trâmites.

Está mais tranquilo agora que você já sabe como conseguir bolsa de estudos nos EUA? Como vimos, esse não é um processo impossível, mas que envolve muita pesquisa, atenção e cumprimento de outras etapas anteriores.

A criação de um cronograma com datas e prazos pode ser interessante para que você se organize nesse momento tão decisivo.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/153037-OU5TBK-457.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-22 00:00:002024-03-21 22:10:40Como conseguir bolsas de estudos nos EUA?

Você conhece as organizações estudantis nos EUA?

21 de outubro de 2019/68 Comentários/em Estados Unidos /por Daqui pra Fora

As organizações estudantis nos EUA fazem parte da rotina das universidades americanas e, frequentemente, podemos vê-las representadas em filmes e séries de TV — por essa razão, é comum que as fraternidades despertem o interesse dos brasileiros.

Tais ambientes possibilitam que os estudantes se engajem em atividades e interesses comuns, o que pode proporcionar diversas vantagens, como desenvolvimento de liderança e promoção de networking.

Se você deseja saber mais sobre o tema e conhecer sobre as organizações estudantis nos EUA, acompanhe o post que vamos apresentar todos os detalhes!

Como funcionam as organizações estudantis nos EUA?

As organizações estudantis fazem parte de uma prática acadêmica muito antiga nos Estados Unidos e, apesar de filmes e séries passarem uma imagem de que elas são feitas apenas de festas, isso não é verdade.

No Brasil, os universitários também costumam se reunir em grupos com gostos semelhantes, tanto por meio de diretórios acadêmicos, que representam os interesses dos alunos, como pela participação em atléticas, para as pessoas que praticam algum esporte, ou até mesmo em equipes de trabalho e pesquisa.

Nos Estados Unidos, ocorre de forma semelhante, contudo, com mais intensidade, pois há uma enorme variedade desses grupos e os estudantes sofrem um grande incentivo para participarem de atividades extracurriculares, uma vez que a interação com a comunidade que as organizações estudantis proporcionam é fundamental para a experiência universitária.

As fraternidades para os homens, e irmandades, no caso das mulheres, são exemplos de organizações estudantis. Essa distinção entre os sexos existe, pois, no início da história universitária nos Estados Unidos, apenas os homens podiam frequentá-las.

Assim, quando as mulheres passaram a serem aceitas nas instituições de ensino superior, elas criaram as irmandades, em inglês sororities, a versão feminina das fraternidades que só permite a entrada de integrantes do sexo feminino.

Assim, as fraternidades e irmandades são associações de jovens estudantes que se reúnem em razão de um interesse comum, como área de estudo, nível social, cultura, passatempo ou esporte e, em geral, as organizações estudantis têm grande importância na vida acadêmica de um estudante.

Tipos de organizações estudantis

Existem organizações estudantis de todos os tipos, desde as que discutem temas sérios e relevantes, como questões políticas e raciais, como aquelas que buscam apenas reunir pessoas com interesses em comum, como os apreciadores de chá.

Os grupos de esportes também são comuns, uma vez que faz parte da cultura americana assistir aos jogos e até mesmo participar das torcidas. Existem ainda diversas fraternidades curiosas, como as de Quadribol, modalidade inspirada no esporte que os bruxos praticam na saga Harry Potter, ou o Clube da Felicidade, que busca reunir o que a ciência diz sobre o tema.

Em razão da grande quantidade de organizações estudantis, é comum que os estudantes se identifiquem com diferentes grupos, no entanto, é preciso tomar cuidado no momento de escolher de quais fraternidades deseja participar para que seu desempenho em sala de aula não seja prejudicado em razão das atividades de diversas equipes.

Qual é a importância das organizações estudantis para os americanos?

Em geral, as universidades costumam se orgulhar de suas comunidades que têm grande importância para os americanos. Por essa razão, muitas vezes as organizações estudantis são apoiadas pelo governo e por empresas locais.

Além disso, os campi das universidades costumam contar com diversos ambientes, como academia, centro de fitness, piscina e quadras esportivas, o que permite que as organizações estudantis se reúnam e pratiquem atividades atléticas, culturais e recreativas.

Assim, as organizações estudantis não são vistas como algo pequeno ou irrelevante pelos americanos, muito pelo contrário, pois tais instituições têm grande importância para a integração dos alunos e contribuem de maneira relevante para a formação acadêmica, sendo que são, inclusive, consideradas como parte importante da experiência universitária.

Quais são as vantagens de estudantes estrangeiros participarem das organizações?

Para um aluno estrangeiro, participar das organizações estudantis nos EUA pode ser ainda mais relevante, pois o ambiente permite interação com outros alunos de diversas nacionalidades e com a comunidade local.

Além disso, por se tratar de um grupo que já conta com uma identidade pré-estabelecida, em geral costuma ser muito mais fácil de se entender e fazer amizades com os integrantes que participam de uma equipe com características semelhantes às suas.

As fraternidades também são importantes pois não servem apenas como um lugar de estudos, trata-se de um local em que se aprendem lições que podem ser utilizadas até mesmo na vida pessoal e não somente acadêmica, uma vez que as organizações realizam eventos, fazem trabalhos voluntários, organizam grupos de estudos, entre outros.

Além disso, os companheiros de fraternidade são uma companhia constante durante todos os anos de estudo em uma universidade no exterior e podem se tornar até mesmo amigos para o resto da vida, pois é comum que as pessoas criem laços muito grandes dentro das organizações estudantis.

Outro grande benefício que o estudante estrangeiro tem ao se associar a uma organização estudantil é o contato com diferentes pessoas, de diversas origens e personalidades.

Tal diversidade aumenta a sua habilidade em lidar com as diferenças, item fundamental na carreira profissional, uma vez que hoje em dia muitas empresas buscam ambientes de trabalho diversificados.

Essas amizades podem ainda ser um ponto positivo profissionalmente, pois permitem o contato do estudante com diversas pessoas, o que facilita e promove o networking, podendo gerar boas oportunidades profissionais no futuro.

Assim, participar das fraternidades ou irmandades faz com que os alunos tenham contato e interajam com pessoas novas e, dessa maneira, passem a se sentir como se pertencessem a este novo local.

Acima de tudo, afiliar-se a uma organização estudantil faz com que o estudante tenha oportunidade de aprender mais sobre seus próprios objetivos e qualidades.

Como vimos, as organizações estudantis nos EUA têm grande importância na vida acadêmica de um estudante no exterior, uma vez que a interação que as fraternidades proporcionam é fundamental para uma experiência universitária completa.

Se você se interessou sobre o tema e deseja estudar em uma universidade americana, continue a visita no nosso blog e veja como é a faculdade de Publicidade nos Estados Unidos!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/multiethnic-group-of-young-happy-students-standing-outdoors.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-21 00:00:002024-01-05 09:43:50Você conhece as organizações estudantis nos EUA?

Tudo o que você precisa saber sobre estudar no Reino Unido

18 de outubro de 2019/90 Comentários/em Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar no Reino Unido é o desejo de muitas pessoas e não faltam motivos para que esse sonho se torne realidade. Afinal, o sistema de ensino britânico é reconhecido internacionalmente e o país conta com as melhores universidades do mundo.

Fazer faculdade no exterior pode enriquecer qualquer currículo e, além do ensino de alto nível, o Reino Unido ainda permite o aperfeiçoamento da língua inglesa e proporciona segurança e qualidade de vida aos seus moradores.

Se você tem interesse em estudar na Inglaterra e deseja conhecer todos os detalhes sobre o tema, acompanhe o post que vamos apresentar diversas dicas e informações importantes. Confira!

1. Como é a vida no Reino Unido?

A vida no Reino Unido, seja na Inglaterra, País de Gales, Escócia, países que fazem parte da Grã-Bretanha, seja na Irlanda do Norte — nações que fazem parte desse estado soberano —, conta com diversas vantagens, uma vez que o local fica acima da média geral em um comparativo com os demais países, apresentando índices superiores de segurança pessoal e qualidade de vida.

O custo de vida para morar no Reino Unido pode ser visto como elevado ao compará-lo com os demais países da Europa, uma vez que a região adota a Libra Esterlina como moeda de comercialização — importância que costuma ter valor maior do que o do Euro.

No entanto, o que muitas pessoas não sabem é que a região conta com diversas atividades gratuitas, como parques, jardins, pubs, baladas, mercados de rua, galerias e museus (como National Gallery, Tate Gallery, Museu Britânico, Museu de História Natural, Victoria & Albert e vários outros).

Isso tudo facilita a moradia no local e diminui o custo de vida, tornando a região ainda mais atrativa em razão do seu bom custo e qualidade de vida.

É claro que na região também existem atrações pagas, como a famosa roda gigante London Eye, que oferece uma incrível vista da cidade de Londres, e o museu de cera Madame Tussauds, que tem em seu acervo reproduções em cera em tamanho real de celebridades mundiais. No entanto, para esse tipo de atração é possível comprar ingressos combinados que oferecem descontos.

É extremamente recomendável que o estudante mantenha uma vida ativa paralelamente aos estudos e o Reino Unido permite tal prática, pois é possível conhecer indivíduos de outras nações, com culturas diferentes e ainda desfrutar de todos os benefícios culturais que o local é capaz de proporcionar.

A cultura também está muito presente na região, especialmente em razão da sua própria história — que por si só já apresenta diversas possibilidades de passeios. Dessa maneira, há a possibilidade de visitar a agradável cidade de Stratford-upon-Avon, local em que Shakespeare nasceu, ou os diversos castelos, palácios e ruínas medievais que a Grã-Bretanha abriga.

No mesmo sentido, é possível encontrar com facilidade opções de eventos culturais que são capazes de agradar a todos os gostos, como museus, castelos, peças de teatro, shows, festivais de música, cinema, dança e muitos outros.

Além disso, apesar de os britânicos terem fama de serem reservados, na realidade, se trata de um povo muito educado, prestativo e agradável de conviver.

Nos comércios e nas ruas, por exemplo, as pessoas, em geral, se esforçam para prestar informações e muitas vezes até mesmo se desviar de seus caminhos para ajudar um imigrante que não sabe como chegar a determinado local, além de utilizarem expressões, como “por favor”, “com licença” e “obrigado” constantemente.

O transporte público funciona muito bem e, por essa razão, é possível viver tranquilamente no Reino Unido sem ter carro, pois os demais meios de transporte funcionam de maneira segura, eficiente e conectada. Assim, é possível chegar a todos os lugares por meio de ônibus, trens e metrôs.

Além disso, assim como nos demais países da Europa, grande parte da população utiliza com frequência a bicicleta como meio de transporte — uma alternativa saudável, econômica e sustentável.

Outro ponto importante é que o ensino para os estudantes estrangeiros costuma ser bastante acessível, pois a região oferece cursos de excelente qualidade por valores competitivos.

2. Por que o Reino Unido atrai tantos estudantes?

Existem inúmeros motivos que fazem o Reino Unido atrair tantos imigrantes, especialmente com relação à economia, uma vez que a região é uma das dez maiores economias do mundo, o que faz com que pessoas de diferentes países sejam atraídas a morar no local.

Dessa maneira, mais de 71% das pessoas entre 15 e 64 anos contam com um emprego remunerado, o que proporciona qualidade de vida e as possibilidades de um futuro promissor.

Apesar de muitas pessoas pensarem que as dúvidas com relação à saída da União Europeia possam afetar economicamente o país, a realidade é que a economia continua forte e os investimentos na nação ocorrem normalmente — fator que gera empregos e que está ligado diretamente ao crescimento do país, o que interfere positivamente na população.

A segurança também é outro ponto forte do local e que atrai muitas pessoas, sendo que, inclusive, não é incomum encontrar bancas que vendem produtos, como ovos ou livros, sem nenhum vendedor ou segurança no local, apenas com o item exposto e basta o cliente pegá-lo e colocar as notas correspondentes ao seu valor no caixa.

A organização é mais um fator relevante, pois no local as coisas, em geral, funcionam muito bem. Itens como transporte público, trânsito, serviço e até mesmo greves e passeatas são movimentos bem organizados. A ordem é instituída em toda a sociedade e não apenas nas instituições públicas, pois os cidadãos locais apreciam a ordem e fazem questão de mantê-la.

Morar no Reino Unido também permite que viagens para as demais nações da região sejam realizadas com frequência, uma vez que as distâncias entre os países da Europa, em geral, são curtas e é possível encontrar trens, ônibus e aviões que fazem o percurso a preços convidativos, fator que atrai estudantes que gostam de viajar.

3. Quais as vantagens de morar e estudar no Reino Unido?

Existem milhares de universidades na região e a experiência de morar no Reino Unido também depende da localização da instituição de ensino. Por isso, é relevante considerar esse ponto no momento de escolher um local para estudar e residir.

As pessoas que gostam do frio mais rigoroso e querem um custo de vida mais em conta podem ir para o norte. Já aqueles que preferem uma metrópole e não se importam em pagar um pouco mais por isso, Londres é uma boa opção.

Quem gosta de cidades litorâneas e com clima universitário podem conferir a costa sul, que ainda apresenta preços interessantes. Já aqueles que preferem cidades universitárias tradicionais, com prestígio e a atmosfera acolhedora, Oxford e Cambridge são as melhores alternativas.

No entanto, independentemente da escolha do estudante, que deve ser feita de acordo com o seu perfil, estudar no Reino Unido é sempre uma boa opção e apresenta diversos benefícios.

Conheça as principais vantagens!

Imersão no idioma

Uma grande vantagem de estudar no Reino Unido é a possibilidade de se tornar fluente em inglês, pois viver na região permite uma imersão no idioma e na cultura britânica.

Isso ocorre porque é preciso utilizar o inglês em todas as aulas tanto para se comunicar com os professores quanto para entender a matéria, afinal, as disciplinas são ministradas na língua inglesa.

Além disso, o estudante também precisa se comunicar em inglês durante todo o dia com o seu grupo internacional de amigos e colegas de classe, que pode contar com integrantes de diversas nacionalidades.

Diversidade cultural

Em razão da sua forte economia, de sua história, das atrações turísticas e da grande qualidade de vida que a região proporciona, o Reino Unido atrai estudantes de todas as partes do mundo.

Por esse motivo, ao chegar no Reino Unido, o estudante se depara com um ambiente internacional preparado para acolher pessoas de outros países e que mistura diversas culturas.

As universidades da região são preparadas para receber bem os alunos internacionais, justamente em razão da longa experiência que o país tem com diferentes comunidades.

Programas curtos e eficazes

Os programas de ensino são mais curtos, intensivos, eficazes e focados na matéria de estudo, o que permite que o estudante termine os seus estudos de maneira mais rápida, mas adquira, da mesma forma, todas as competências que são necessárias para iniciar a sua carreira profissional, tanto no Reino Unido como no seu país de origem.

Em geral, os cursos de graduação no Reino Unido têm duração de 3 anos (mais o ano de Foundation Course), enquanto um mestrado dura por volta de 1 ano.

Boa relação custo-benefício

Estudar no Reino Unido com certeza é um investimento financeiro que vale a pena, pois a região tem garantia de qualidade de educação e as instituições de ensino apresentam diversas oportunidades de financiamento e bolsas de estudos para estudantes internacionais.

O aluno que se registra em um programa universitário de longa duração, ou seja, de mais de 90 dias, também pode utilizar o serviço de saúde gratuito do país, o que sem dúvidas contribui para diminuir os custos de residir na região.

O mesmo visto ainda concede permissão para que o estudante trabalhe por até 20 horas por semana durante o período de aulas e período integral durante as férias a fim de complementar a sua renda.

As empresas do Reino Unido de diversas áreas, em geral, costumam fornecer cupom de descontos aos estudantes. Assim, é possível obter descontos em itens que vão desde móveis para a sua nova casa até roupas e viagens.

Inclusive os estudantes que têm mais de 16 anos e estudam em alguma instituição de ensino que é afiliada a “NUS” (União Nacional de Estudantes do Reino Unido) têm a possibilidade de solicitar um cartão, que custa apenas 10 libras, e oferece descontos em diversos itens, como livros, roupas, bebidas, alimentos, restaurantes e cinemas.

Por fim, muitas instituições de ensino realizam feiras para os novos estudantes já nas primeiras semanas de aula, momento em que é possível adquirir os livros, usufruir do compartilhamento de conhecimento entre estudantes e até mesmo vender os materiais que não são mais interessantes para o seu estudo.

Além disso, as bibliotecas das instituições também costumam ser completas e contam com diversos livros didáticos relevantes que o estudante da instituição pode pegar emprestado, o que também reduz os custos com a aquisição de novos materiais.

Universidades reconhecidas mundialmente

Ter uma graduação internacional no currículo enriquece qualquer pessoa, no entanto, quando se trata de uma universidade britânica o prestígio pode ser ainda maior, o que permite que o estudante alcance uma carreira profissional de sucesso e obtenha uma boa remuneração no mercado de trabalho.

As qualificações que o estudante pode adquirir no Reino Unido são altamente reconhecidas ao nível internacional e o sistema de ensino britânico é conceituado e prepara os estudantes para os desafios do mercado global.

No Reino Unido é possível encontrar as melhores universidades do mundo — inclusive, 7 das 10 melhores universidades da Europa se encontram na região. Para garantir o elevado padrão de qualidade no nível do ensino, aprendizado e pesquisa, uma agência especializada do Governo realiza inspeções regularmente nas instituições.

4. O que fazer para conseguir estudar no Reino Unido?

Para estudar no Reino Unido é preciso entender o sistema de ensino britânico, sendo que o ensino superior é voltado aos estudantes que têm a partir de 18 anos (com exceção da Escócia, que a idade mínima é de 17 anos).

Os cursos podem ser divididos em duas etapas e a primeira delas é a graduação, que inclui cursos preparatórios bacharelados, diplomas nacionais (higher national diplomas), dentre outros.

A etapa seguinte é composta pelos cursos de pós-graduação, ou seja, mestrados, MBAs, doutorados etc. Em geral, o requisito para cursá-los é já ter concluído um curso de graduação.

Além disso, é importante saber que o ano letivo no Reino Unido tem início em setembro e termina em julho do ano seguinte. Contudo, existem instituições de ensino que oferecem datas de início de períodos letivos mais flexíveis, com cursos que se iniciam em janeiro ou fevereiro, por exemplo.

Exame de proficiência

Todos os cursos de nível superior e inclusive alguns de curta duração exigem a comprovação do domínio da língua inglesa a fim de assegurar que os alunos estrangeiros aproveitem ao máximo a experiência nas universidades britânicas.

Assim, é fundamental que o aluno que deseja fazer faculdade na Inglaterra ou nos demais países do Reino Unido realize uma preparação para o IELTS — o exame de proficiência mais popular na região e que tem, inclusive, uma versão específica para quem pretende obter o visto britânico.

O resultado do IELTS deve ser entregue para a faculdade britânica que o aluno pretende estudar, sendo que determinadas instituições solicitam o documento no momento da inscrição, enquanto outras realizam uma avaliação inicial da inscrição antes de solicitar o certificado.

Assim, é preciso conhecer a política da instituição escolhida com relação ao exame, sendo que uma nota alta aumenta a oportunidade do estudante ingressar nas melhores universidades.

Processo seletivo

A plataforma online UCAS (Universities and Colleges Admissions Service), o serviço oficial de inscrições (ou application, em inglês) do país, reúne todas as informações sobre graduação no Reino Unido.

No site há até mesmo uma área direcionada aos estudantes que ainda não decidiram o que e onde estudar e a application deve ser feita por meio do próprio UCAS, que cobra valores diferentes para quem deseja se inscrever em apenas um curso e para quem pretende realizar inscrições em até cinco cursos.

Para realizar o application é preciso inserir os seus dados pessoais, incluindo sua formação acadêmica e profissional, e providenciar determinados documentos, como:

  • Histórico escolar;
  • Resultado de exames de proficiência em inglês, especialmente o IELTS;
  • Certificado de conclusão do Ensino Médio e a sua tradução juramentada para o inglês;
  • Recomendações;
  • Carta pessoal de motivação (personal statement).

Quando a universidade pretendida não está disponível no UCAS, o application, em geral, deve ser realizado diretamente no site da universidade britânica escolhida, sendo que para tanto basta procurar pelo formulário de inscrição na página da universidade.

Assim, é imprescindível que o estudante verifique antecipadamente todas as informações sobre a universidade de destino e o curso que pretende realizar a fim de descobrir por qual canal deve realizar a sua application.

Instituições de ensino

Existem diversas instituições de ensino de qualidade no Reino Unido e o estudante terá que optar por aquela que mais se identificar, levando em consideração itens como localização, cursos disponíveis, qualidade do ensino e processo seletivo.

O Reino Unido conta com algumas das melhores universidades do mundo, sendo que as mais antigas, como Cambridge, fundada em 1209, e Oxford, de 1096, são as mais conhecidas.

Somente a Universidade de Cambridge contabiliza mais de 90 prêmios Nobel entre seus ex-alunos e ex-professores, sendo que personalidades como Isaac Newton e Charles Darwin passaram pela instituição. Já a Universidade de Oxford formou 26 vencedores do Nobel e 26 primeiros-ministros britânicos.

A Universidade de St. Andrews — a primeira faculdade da Escócia, fundada em 1413 — também é muito conceituada e se destaca entre as melhores universidades do Reino Unido, sendo que 40% dos estudantes que a frequentam são de fora da região, o que faz com que a instituição seja uma das mais internacionalizadas e preparadas para receber estrangeiros.

Além dessas ainda existem muitas outras instituições renomadas, como a Universidade Durham, Universidade Loughborough, Universidade de Bath, Imperial College London, Universidade Lancaster, dentre outras.

Visto

O UK Visas and Immigration (UKVI) é o órgão do governo britânico responsável por todas as questões sobre imigração no Reino Unido, inclusive a concessão de vistos, e pela entrada de estrangeiros nos países da região.

Assim, como os estudantes brasileiros obrigatoriamente precisam de visto para estudar no Reino Unido, é recomendado providenciar sua solicitação no mínimo três meses antes do início das aulas para que haja tempo hábil para a conclusão do processo.

Além disso, os alunos que pretendem realizar cursos universitários de graduação e pós-graduação devem apresentar o CAS para a emissão do visto, um número de referência único que é enviado ao estudante pela universidade.

5. Por que vale a pena contar com uma consultoria especializada?

Os alunos que contam com uma consultoria especializada têm um serviço de orientação personalizado para o processo de admissão em graduações no exterior.

Os especialistas prestam auxílio durante todas as etapas do processo de candidatura e ajudam o estudante, inclusive, a escolher a melhor universidade para o seu perfil. Além de realizarem orientações personalizadas, auxílio com o visto e outros itens relevantes.

Aqueles que contam com a consultoria especializada aumentam as suas chances de serem aprovados tanto nos exames de proficiência quanto nos processos seletivos da universidade, pois o especialista monta uma estratégia com o objetivo de posicionar o candidato da melhor forma possível de acordo com o histórico profissional e acadêmico de cada um.

Dessa maneira, ter o auxílio de uma consultoria especializada para estudar no Reino Unido pode fazer toda a diferença, pois contar com o conhecimento e a experiência de quem entende do tema é importante para que o aluno obtenha os melhores resultados possíveis dentro de seu perfil como estudante.

Agora que você já sabe quais são os benefícios de estudar no Reino Unido, como é a vida na região, quais são as instituições de ensino mais renomadas e como funciona o processo seletivo, basta iniciar a sua preparação para estudar no exterior e adquirir todas as vantagens que essa experiência é capaz de proporcionar!

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/woman-with-tousled-hair.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-18 00:00:002024-02-20 14:21:46Tudo o que você precisa saber sobre estudar no Reino Unido

Conheça o processo seletivo nas universidades da Inglaterra

16 de outubro de 2019/43 Comentários/em Processo Seletivo, Reino Unido /por Daqui pra Fora

Estudar em uma das universidades da Inglaterra é uma decisão que traz muitos benefícios. Além de aumentar o peso do currículo, dá para ter vivência internacional, explorar novas culturas e estar onde algumas das instituições de ensino mais importantes e antigas do mundo foram criadas. Demais, não é?

Mas, para conseguir tudo isso, é preciso saber como ingressar em uma instituição inglesa. O processo tem várias etapas, mas não é impossível de ser realizado — ainda mais com as dicas certas.

Por isso, nossa equipe separou algumas recomendações sobre a entrada nas universidades da Inglaterra. Confira!

Quais são as principais universidades da Inglaterra?

A escolha da instituição é muito importante, então vale conhecer quais são as melhores do país. De acordo com o ranking Times Higher Education 2024, as melhores universidades do Reino Unido são:

  • 1º lugar: University of Oxford
  • 2º lugar: University of Cambridge
  • 3º lugar: Imperial College London
  • 4º lugar: UCL
  • 5º lugar: University of Edinburgh

Todas essas instituições, bem como outras na Inglaterra, oferecem experiências benéficas que ajudam a formar ótimos profissionais. O diploma britânico é reconhecido pelo prestígio de suas universidades e você também poderá interagir com muitos estudantes de outros países.

Além disso, tem a chance de desenvolver novas competências, aumentar a independência e viver situações práticas sobre a profissão desejada.

Como é o processo seletivo?

No Brasil, temos a ideia bem forte de vestibular ou Enem, não é? Porém, a admissão nas universidades na Inglaterra é diferente e precisa ser bem conhecida. Quanto mais você entender do processo, menos complexo será encarar o procedimento.

Os estudantes são selecionados de acordo com a avaliação de uma série de fatores, como:

  • Notas e histórico escolar;
  • Proficiência em inglês (IELTS);
  • Redações pessoais;
  • Atividades extracurriculares desempenhadas;
  • Recomendação de professores.

As notas dos últimos quatro anos do colégio são muito relevantes. Então, é essencial planejar bem a vida escolar se você pretende estudar em universidades do Reino Unido.

Recomendamos não se limitar a essa lista de critérios. Vale pesquisar bem cada local e conferir detalhadamente quais são os pontos obrigatórios pois eles mudam de uma faculdade para outra. Principalmente quando o processo de inscrição é feito diretamente com a instituição de ensino e não pelo sistema UCAS.

O sistema UCAS para Applications

Uma das principais características desse processo de candidatura é que muitas universidades da Inglaterra fazem parte do Universities and Colleges Admissions Service.

O UCAS, é um sistema integrado, no qual os requerentes podem fazer a application uma vez e enviar para mais de uma universidade ao mesmo tempo. No entanto, se a universidade desejada não estiver por lá, o processo tem que ser feito individualmente, com cada instituição.

Uma das restrições do UCAS é a quantidade de candidaturas. Só é possível aplicar para até 5 universidades, o que exige bastante cuidado na escolha.

Como é o processo de inscrição e de visto?

Para se inscrever, tanto pelo UCAS ou diretamente com a universidade, fique de olho nas datas, que podem variar com a universidade e até com o curso.

No geral, as inscrições acontecem de novembro a fevereiro, mas também há instituições que aceitam inscrições o ano inteiro. Fique de olho!

Você deverá preencher todas as informações solicitadas e anexar os documentos para que o pedido possa ser processado.

Também é necessário fazer o pagamento de uma taxa, que pode variar de acordo com cada procedimento. Após algumas semanas, você receberá a resposta sobre a aprovação.

Depois, é hora de correr atrás do visto. Chamado de Tier 4, ele é voltado para estudantes de longa permanência, o que é o caso dos cursos universitários.

Além do pagamento da taxa, você vai precisar apresentar:

  • Documento de aprovação em uma instituição credenciada a esse visto;
  • Seguro-saúde;
  • Teste de proficiência mínima em inglês, pelo IELTS;
  • Capacidade financeira, com todos os custos de estudo e de vida para o primeiro ano no país.

Estar preparado é essencial para conseguir o visto, que pode levar até 3 semanas para ser liberado.

Depois de seguir para a Inglaterra, você deverá ir a um posto especial de vistos e obter a sua autorização de permanência, de modo a garantir a regularidade.

University of Oxford e Cambridge: etapas extras no processo

Como são as melhores universidades da Inglaterra e estão entre as principais do mundo, a University of Oxford e a University of Cambridge têm um processo seletivo especial. Inclusive, as inscrições para elas começam mais cedo.

Além da inscrição tradicional, Cambridge exige o preenchimento de um formulário extra de candidatura, conhecido como Cambridge Overseas.

Já se desejar entrar em Oxford, será necessário provar sua capacidade sobre um tema, com testes ou mesmo com um trabalho.

Após essa seleção inicial, ambas realizam entrevistas, que são feitas na Inglaterra. Cambridge oferece a possibilidade de conversas em alguns outros países, como Canadá e China, enquanto Oxford pode realizar algumas por canal online.

É importante notar que, só é permitido se candidatar para uma ou outra, no mesmo ano. Tenha o cuidado de escolher corretamente na hora da application!

O que é o Foundation Course?

Outro ponto muito importante para quem deseja estudar na Inglaterra é entender o que é o Foundation Course, geralmente obrigatório para estudantes internacionais.

Normalmente, para ingressar diretamente, as universidades do país exigem que o estudante tenha cursado o ensino médio em uma escola brasileira que tenha algum programa de currículo internacional, como o programa IB (International Baccalaureate®). No entanto, nem sempre isso é viável, não é mesmo?

Por isso, para os estudantes internacionais — inclusive brasileiros —, é possível recorrer ao Foundation Course. Também chamado de Foundation Year, é considerado o “ano zero” de estudos no curso desejado.

Ele serve para nivelar os estudantes com conhecimentos específicos e até com o método de estudos. Ao final do ano, todos os que obtiverem a aprovação mínima exigida podem passar para o primeiro ano de curso universitário.

Em algumas instituições, inclusive, ele pode ser obrigatório mesmo para quem fez IB e funciona como um “cursinho” preparatório focado em melhorar a sua adaptação.

Partiu Inglaterra?

O processo seletivo das universidades na Inglaterra é diferente do Brasil e pode dar um pouco de trabalho. Porém, ao seguir todas as etapas, é possível obter a aprovação.

E para tornar tudo ainda mais simples, vale contratar uma empresa especializada, comprometida com todas as fases, do início ao fim. Assim, vai ser fácil buscar o tão sonhado diploma britânico!

Para ter muitas outras dicas como essa, assine nossa newsletter e receba as novidades em sua caixa de entrada!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-16 00:00:002023-12-26 11:51:20Conheça o processo seletivo nas universidades da Inglaterra

Quando começar a se preparar para fazer faculdade no exterior?

14 de outubro de 2019/119 Comentários/em Processo Seletivo, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Para estudar no exterior, é necessário saber que o processo seletivo não é composto apenas de uma prova, mas é holístico e envolve aspectos acadêmicos e pessoais do candidato. As instituições levam em conta tudo que o aluno faz do 9º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio, dentro e fora da sala de aula.

Por isso, para fazer faculdade no exterior é fundamental construir uma candidatura forte. É preciso pensar nas diferentes exigências das universidades, trabalhar cada uma delas desde cedo para na hora H, a hora de finalmente aplicar, o aluno poder apresentar às universidades a melhor versão de si mesmo.

A Importância da Preparação

Como são avaliados os quatro últimos anos do colégio, a preparação para entrar em uma faculdade no exterior não pode se resumir a estudar para ir bem em uma prova, como acontece no vestibular.

Além de levar em conta o desempenho acadêmico nesse período, as universidades no exterior se preocupam bastante com o perfil do aluno. Querem saber como ele é, do que ele gosta e o que ele faz fora da sala de aula para identificar se combinam com elas.

Então, para poder apresentar uma boa candidatura, o ideal é o aluno começar a se preparar cedo e cuidar de todos os aspectos (notas escolares, preparação para as provas padronizadas, redações, atividades extracurriculares, cartas de recomendação, portfólio) da forma mais eficiente possível.

Essa preparação pode começar no 9º ano, mas nada impede que ela aconteça depois disso, até mesmo dois anos antes de começar a faculdade.

Como é o Programa de Preparação da Daqui pra Fora

O Programa de Preparação da Daqui pra Fora trabalha na construção do currículo do candidato.

Durante todo o processo o aluno é orientado individualmente por um mentor. Esse profissional acompanha de perto todos os passos do candidato e dá a direção correta para que ele não perca tempo, nem energia, durante a jornada.

Entenda como funciona o nosso Programa de Preparação:

1. Planejamento

Nessa fase, o mentor avalia as características do candidato, define estratégias, metas, prioridades e traça um plano de ação.

A preparação para o processo seletivo das universidades no exterior é trabalhosa e exige que o aluno “equilibre vários pratos ao mesmo tempo”: o dos estudos para a escola, o das atividades extracurriculares, o das redações, o da preparação para as provas padronizadas… Por isso, um bom planejamento é fundamental.

O mentor é responsável por manter a rota traçada. Em sessões individuais, ele ajuda o aluno a checar sua agenda semanal e ver o que está funcionando e o que não está. Assim, é possível reprogramar as ações para que ele consiga usar o tempo da forma mais eficiente.

Como parte do planejamento, o mentor ainda indica leituras semanais e mensais, de acordo com o perfil do aluno, que vão ajudar lá na frente nas provas e nas redações.

2. Atividades Extracurriculares

Parte importante do processo seletivo, as atividades extracurriculares ajudam a universidade a conhecer melhor o candidato e ver o quanto ele pode contribuir para o ambiente daquela instituição.

Nas sessões individuais com o aluno, o mentor descobre seus interesses, suas preferências, os problemas que gosta de resolver, e baseado nisso, faz o aluno refletir sobre atividades em que ele possa se engajar e que vão enriquecer sua candidatura.

São atividades diversas, que podem estar ligadas a artes, esporte, pesquisa, experiência profissional, voluntariado ou outras áreas. O aluno traz suas sugestões e depois de definidas as atividades, o mentor o ajuda a se organizar para colocar em prática cada uma delas.

3. Performance Acadêmica

Como essa é a primeira etapa de avaliações das universidades, o mentor acompanha de perto, durante toda a preparação, a performance do aluno na escola e define um plano de melhoria de notas, estabelecendo prazos e ajudando o candidato na sua organização, caso seja necessário.

 4. Planejamento para Provas

O processo seletivo para estudar no exterior inclui provas padronizadas, como o SAT e o ACT, que medem o conhecimento acadêmico, e o TOEFL, que avalia a proficiência no inglês.

Para que o aluno tenha uma boa performance nesses exames, o mentor orienta quando é melhor ele começar a se preparar e também se ele deve ou não fazer isso com a ajuda de um tutor. O mentor ainda estabelece um cronograma de provas e auxilia o aluno a definir quais provas ele deve fazer.

5. A Experiência Universitária

Todos os nossos mentores são formados em excelentes universidades no exterior. Durante as sessões individuais, eles passam para os alunos aspectos importantes dessa experiência.

Falam sobre a vida social e cultural do campus, sobre modelos de ensino e sobre a infraestrutura que as universidades oferecem em diferentes áreas. Mostram que, assim como há diferentes perfis de alunos, o mesmo acontece com as universidades. Cada uma tem características próprias. As diferenças podem estar no tamanho, na localização, nos cursos, no foco, e até no perfil dos professores e dos alunos.

Tudo isso ajuda o aluno a direcionar a candidatura e diminui a possibilidade de surpresas no ingresso.

Quando a Preparação Deve Começar

Quem pensa desde cedo em fazer faculdade fora pode começar o Programa de Preparação no 9º ano do Ensino Fundamental. Quanto antes o aluno iniciar a preparação, melhor. Ele terá mais tempo para trabalhar, se desenvolver e fazer tudo que é preciso para cumprir os requisitos exigidos pelas universidades.

Mas não é necessário começar no 9º ano. Muita gente só decide que quer estudar no exterior mais para frente.

Quem inicia o programa na 1ª ou na 2ª série do Ensino Médio tem o mesmo acompanhamento personalizado. O tempo é um pouco mais curto, mas é suficiente para que todas as orientações sejam dadas e todas as fases da Preparação sejam completadas com sucesso.

Para quem inicia na 3ª série ou já concluiu o Ensino Médio, o Programa de Candidatura é o mais indicado.

Os benefícios de ter o suporte da consultoria educacional Daqui pra Fora na preparação para estudar no exterior

Um processo seletivo holístico e trabalhoso, como é o das universidades americanas, precisa ser bem planejado. Muitos aspectos são levados em conta e não é simples saber onde focar os esforços .

A Consultoria Educacional conhece a fundo todas as etapas desse processo. Acompanha e orienta todos os passos do aluno. Passa todas as informações necessárias, ajuda o candidato a se organizar com prazos e a estabelecer prioridades.

Quer saber mais sobre o nosso Programa de Preparação? Assista ao depoimento de nosso aluno Pietro, que fez o programa e hoje estuda em Harvard.

Para tirar suas dúvidas, entre em contato conosco!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-14 00:00:002020-12-07 15:39:03Quando começar a se preparar para fazer faculdade no exterior?

Como uma Consultoria Educacional prepara estudantes para fazer faculdade no exterior?

10 de outubro de 2019/184 Comentários/em Daqui pra Fora, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

O processo seletivo das universidades no exterior não se resume a uma prova que mede os conhecimentos do aluno. Ele é longo e holístico. Aborda vários aspectos da vida pessoal e da trajetória acadêmica do candidato.

Por isso, muitas vezes é difícil saber onde focar os esforços, o que é fundamental para alcançar bons resultados nesse processo.

Uma consultoria educacional é essencial para maximizar as chances de aprovação do candidato. Mas como funciona esse trabalho? Vamos te explicar.

Como uma Consultoria Educacional funciona

O estudante pode começar a se preparar desde o 9º ano do Ensino Fundamental ou em qualquer série do Ensino Médio. Mas quanto antes, melhor, já que o processo seletivo leva em conta tudo o que o candidato fez nos quatro últimos anos do colégio, incluindo, entre outros aspectos, notas e atividades extracurriculares.

Como são muitos os fatores avaliados para a admissão nas universidades, é importante ter foco e dividir o tempo da preparação com eficiência.

A consultoria educacional vai orientar o candidato quanto a tudo que é importante no processo:

  • Histórico escolar;
  • Atividades extracurriculares;
  • Provas;
  • Redação;
  • Cartas de recomendação.

Enfim, tudo que é exigido pelas universidades no exterior, direcionando os esforços e fazendo com que o aluno não perca tempo nem energia fugindo da rota.

As Etapas do Trabalho de uma Consultoria Educacional

Na Daqui Pra Fora, a consultoria envolve três etapas. A primeira é a  Preparação, direcionada para alunos do 9º ano à 2ª série do Ensino Médio. Depois vem a Candidatura, que acontece no ano que antecede o início do curso universitário.

E, por fim, o Apoio e Desenvolvimento, que dá suporte ao aluno e família durante o período de graduação no exterior.

Os alunos podem iniciar a consultoria em qualquer momento dos últimos quatro anos de colégio. Mas vale lembrar que quanto mais tarde, menos tempo o aluno tem para fortalecer sua candidatura e jovens do mundo todo estão começando a se preparar cada vez mais cedo.

Conheça melhor cada uma das etapas:

 1. Preparação

Durante toda essa etapa, o aluno é orientado individualmente por um mentor. Este profissional estimula o candidato a se tornar a melhor versão dele mesmo, de acordo com as exigências do processo seletivo para construir uma candidatura forte e com mais chances de admissão.

Parte fundamental no processo, as atividades extracurriculares recebem atenção especial do mentor. Ele identifica os interesses do aluno, e busca encontrar junto com o estudante atividades em que ele pode se engajar. Em seguida, é hora de se organizar para colocar essas atividades em prática.

No quesito acadêmico, que envolve as notas que vão compor o histórico escolar, o mentor auxilia com um plano de melhoria, se necessário, ou de manutenção, estabelecendo prazos e ajudando o aluno a se organizar.

Com relação às provas (tanto as de conhecimento quanto as de proficiência em inglês), a orientação foca no planejamento, prazos, escolha de quais prestar, treino com simulados e curso específico de preparação para as provas.

Este atendimento individualizado envolve ainda sessões de planejamento. O mentor auxilia o aluno no cumprimento da sua agenda semanal e mensal.

Juntos, eles identificam o que está funcionando e o que não está. Assim, conforme a necessidade, é feito um replanejamento para que o aluno aproveite o seu tempo da maneira mais eficiente possível.

Todos os mentores da Daqui pra Fora estudaram em excelentes universidades no exterior. Durante a preparação, eles passam ao aluno informações importantes sobre a experiência universitária.

Falam sobre a vida social e cultural no campus, sobre a infraestrutura das instituições, o modelo de ensino e sobre os diferentes perfis de universidades.

Dessa forma, o candidato entende como é a vida lá fora, o mentor conhece mais o aluno e juntos eles vão direcionando as escolhas.

 2. Candidatura

Esta etapa acontece, em geral, no ano anterior ao início do curso universitário e a consultoria guia todos os passos que o candidato precisa cumprir durante este período.

O acompanhamento também é individual e personalizado, desta vez feito por uma equipe multidisciplinar. O trabalho inicia com o Estrategista, que definirá as estratégias, metas, prioridades e universidades adequadas para a candidatura de acordo com o perfil do aluno e investimento previsto pela família.

Para isso, leva em conta vários fatores, entre eles as chances de ser aceito, possibilidade de bolsa de estudos, a localização do campus e o tipo de faculdade (modelo de ensino, tamanho, perfil dos alunos, dos professores etc.).

O aluno será apresentado aos tipos de provas internacionais existentes, qual é o mais recomendado para ele, como praticar com simulados e que notas são esperadas de acordo com as universidades selecionadas.

A Daqui pra Fora oferece ainda Orientadores de Redações que darão suporte no desenvolvimento dos textos, com um método próprio da DpF, e revisa tudo várias vezes, até que estejam no nível esperado pelas universidades.

A equipe ainda orienta sobre as cartas de recomendação, feitas por professores e coordenadores do candidato. Dá dicas e revisa todas elas de acordo com a estratégia traçada inicialmente.

Quando tudo está pronto, os Orientadores de Applications não deixarão que o aluno perca nenhum prazo e guiarão quanto aos pré-requisitos e como preencher os documentos solicitados por cada universidade.

E após a admissão, a Daqui pra Fora apoia e orienta em tudo que é necessário para o aluno ir para a faculdade, desde escolher a universidade entre as admissões recebidas pelo aluno, documentação médica, visto, moradia, alimentação, até a efetivação da matrícula.

3. Apoio e Desenvolvimento

Depois que o aluno já alcançou seu objetivo e está estudando no exterior, a Daqui pra Fora mantém um canal aberto e os alunos podem entrar em contato para pedir ajuda em caso de qualquer dúvida, problema ou imprevisto.

Uma psicóloga especializada em experiências interculturais está sempre à disposição para atender pais e estudantes e oferecer todo o suporte necessário para esse período de adaptação de quem vai e também de quem fica no Brasil.

Nossa equipe também auxilia na conexão dos estudantes com o mercado de trabalho, quando necessário.

Bolsas de Estudos

Nos Estados Unidos as universidades oferecem basicamente três tipos de bolsas de estudos:

  • A bolsa por mérito acadêmico;
  • A bolsa por necessidade financeira;
  • A bolsa por talentos específicos.

Para aumentar as chances de conseguir uma delas, é importante, antes de mais nada, saber quais universidades oferecem esse auxílio e entre elas, quais têm o perfil que combina com o do aluno.

Além de ajudar a criar este “match”, a Daqui pra Fora ainda orienta o aluno no preenchimento estratégico de documentos complexos, que fazem parte do processo da requisição de bolsa.

Quer saber mais sobre como a consultoria educacional Daqui pra Fora pode ser importante nessa jornada? Teremos o prazer de tirar todas as suas dúvidas.

Agende uma conversa com nossos especialistas pelo Whatsapp!

 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-3.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-10 00:00:002024-03-19 21:29:17Como uma Consultoria Educacional prepara estudantes para fazer faculdade no exterior?

Como fazer uma carta de motivação para a faculdade?

10 de outubro de 2019/64 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

As pessoas que desejam estudar no exterior, especialmente em locais como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, precisam escrever uma carta de motivação, também conhecida como Essay, ou ainda Personal Statement, durante o processo seletivo explicando por que está se candidatando àquela determinada instituição de ensino.

Ocorre que, muitas vezes, o candidato, por falta de costume, não sabe como redigir sua carta, uma vez que no Brasil essa prática não é muito comum, e o documento exige que o estudante pense em itens desafiadores, como suas expectativas para o futuro e seu plano de carreira.

E ainda existe o desafio de escrever uma carta de motivação ou carta de apresentação que não apresente erros ortográficos e esteja escrita de maneira objetiva.

Por isso, separamos algumas dicas para escrever uma carta de motivação: vamos apresentar todos os detalhes!

O que é a carta de motivação?

A maior parte dos processos seletivos para universidades fora do Brasil exige a apresentação de uma carta de motivação, que deve ser escrita pelo próprio estudante e entregue para a universidade que ele deseja ingressar.

As cartas de motivação, um dos itens mais personalizados da candidatura, podem ser solicitadas tanto para o ingresso em uma graduação como em uma pós-graduação e é uma oportunidade que o estudante tem de apresentar aos avaliadores quem ele é e sua personalidade.

Ou seja, itens que vão além do histórico escolar, de suas notas e de seu currículo e como seu perfil combina com a instituição.

Quando o aluno deseja solicitar uma bolsa de estudos, a carta de motivação é ainda mais importante, pois é por meio dela que ele deve provar porque merece, entre os demais candidatos, receber o desconto. Assim, trata-se de uma oportunidade que o estudante tem para provar que é a pessoa certa para aquela vaga.

Como escrever uma carta de motivação?

A primeira coisa que o estudante deve saber é que, apesar de ser possível encontrar modelos de cartas de motivação, é preciso que ele escreva uma carta personalizada e de acordo com as suas vontades e interesses, pois de nada adianta copiar a carta de outra pessoa que conta com uma história diferente da sua.

No entanto, há algumas dicas sobre como a carta deve ser escrita. Confira a seguir.

Pesquise sobre a instituição de ensino

Para escrever uma boa carta, é preciso, inicialmente, pesquisar quais são os requisitos e a filosofia da universidade e suas expectativas com relação aos candidatos e projetos.

Com isso, é possível saber o que a instituição espera de seus estudantes. Isso permite que o candidato seja mais específico na sua carta de motivação.

Em geral, esses itens podem ser encontrados com facilidade nos sites das instituições de ensino, que costumam apresentar informações claras sobre a grade de matérias, os professores do curso e até mesmo acerca dos pré-requisitos e expectativas com relação aos candidatos.

Compartilhe experiências coerentes

Uma boa carta de motivação deve ser objetiva e concisa, não pode conter erros de ortografia, digitação ou abreviações, deve informar de maneira direta os contatos do candidato e, principalmente, precisa justificar os motivos pelos quais escolheu se candidatar àquela universidade.

Além disso, é preciso apresentar importantes informações sobre o próprio candidato, como:

  • Conhecimentos;
  • Habilidades;
  • Experiências;
  • Atitudes;
  • Idiomas que domina.

O estudante deve sempre se lembrar de que a carta de motivação é um artigo pessoal, portanto, não é preciso ter medo de se colocar no texto, pois o intuito é justamente apresentar-se à instituição. Assim, é relevante falar sobre quem você é, quais são seus valores e do que você gosta, por exemplo.

Contudo, é válido ressaltar que não é preciso contar todos os detalhes da sua vida, afinal, o objetivo é que a carta seja direta, objetiva e realista. É preciso ser autêntico, honesto e narrar apenas as experiências que são coerentes com a vaga — como as motivações que levaram à escolha daquele curso.

Explique por que escolheu a vaga

É importante deixar claro para a universidade quais foram os motivos que fizeram você escolher pelo curso que está pleiteando, de forma honesta e original, para não ficar parecendo cópia de alguma outra carta.

Para isso, destaque os pontos que lhe chamaram atenção no programa da universidade, como os seus objetivos profissionais se encaixam no que é ensinado e como você pode contribuir para o avanço da pesquisa na universidade.

Evite usar jargões e frases prontas que denotam pouca profundidade de reflexão sobre o tema e podem fazer você perder pontos importantes na avaliação da banca examinadora.

Revise o seu texto e conte com ajuda

Antes de enviar sua carta, revise o texto quantas vezes for necessário e peça ajuda para outras pessoas sempre que possível.

Dependendo da universidade em que o estudante pretende estudar, a carta de motivação deve ser feita em inglês e, nesses casos, é preciso evitar o uso de tradutores online, por exemplo, pois o texto não pode conter erros ortográficos ou gramaticais.

Nesse momento, também é importante verificar se a carta não está semelhante a um currículo, pois, como dissemos, o objetivo é apresentar informações pessoais acerca do candidato que tenham relação com a vaga almejada e não pode ser frio.

Além disso, as cartas devem ser específicas para cada instituição de ensino. Dessa maneira, os candidatos que pretendem se candidatar a mais de uma universidade não devem utilizar o mesmo documento para diferentes instituições.

Por fim, não tenha medo de procurar por uma mentoriae pedir dicas de pessoas que já passaram pelo mesmo processo, inclusive para a revisão do texto.

Afinal, é muito importante utilizar todos os recursos que aumentam as chances de sua candidatura ter sucesso e, ao apresentá-lo para outras pessoas, é possível observar o impacto que o texto tem sobre o leitor, o que permite a identificação de possíveis melhorias.

Como vimos, a carta de motivação deve conter aspectos da vida pessoal do estudante que vão além do seu currículo — afinal, essa informação é possível encontrar em seu histórico escolar —, a fim de demonstrar para a instituição de ensino que você é o candidato adequado para ocupar a vaga disponível.

Se você se interessou sobre o tema e deseja estudar fora do Brasil, continue a visita no nosso blog e veja como os pais podem se planejar para arcar com os custos de uma faculdade no exterior!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-2.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-10 00:00:002023-12-13 21:01:14Como fazer uma carta de motivação para a faculdade?

Como obter o visto de estudante para os Estados Unidos

7 de outubro de 2019/61 Comentários/em Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Estudar fora do país — especialmente nos EUA — é o desejo de muitos  brasileiros e um dos passos para que esse sonho se torne realidade é obter o visto de estudante para os Estados Unidos.

No entanto, existem muitas modalidades diferentes de vistos que podem confundir o estudante.

Se você deseja conhecer mais sobre o assunto, acompanhe o post que vamos apresentar como é possível tirar o visto de estudante para os EUA e todos os seus detalhes. Confira!

Tipos de vistos de estudante para os EUA

O visto é uma autorização de entrada em algum país e deve ser solicitado antes da visita ao local. Em geral, os vistos costumam contar com data de validade, atividades que o indivíduo pode exercer, território que pode percorrer e duração da estadia no país, por exemplo.

Os EUA contam com diferentes tipos de vistos, assim, os brasileiros que desejam apenas visitar o país devem obter o visto B2, já quem vai trabalhar precisa ter o visto H-1B, H-2B ou H-3, por exemplo.

O visto de estudante para os Estados Unidos pode ser:

  • o F-1 para quem deseja estudar inglês ou realizar um curso em uma universidade americana;
  • o M-1 para os alunos que forem realizar a matrícula em um programa profissionalizante ou não acadêmico.

O visto para estudantes pode ter duração de até 4 anos e quem deve fornecer os documentos que são necessários para a comprovação do vínculo estudantil é a própria universidade ou escola de inglês que o estudante realizar a sua matrícula.

Assim, o primeiro passo de quem deseja obter o visto de estudante para os Estados Unidos é ter a aceitação em uma instituição de ensino americana.

Isso porque, como vimos, o curso que será realizado determina o tipo de visto que o estudante deve solicitar, além de ser preciso apresentar na embaixada americana uma documentação fornecida pela escola.

Como tirar o visto de estudante para os EUA?

Após ser aceito em uma instituição de ensino, o estudante deve preencher e apresentar alguns formulários, como o DS-160, que deve ser feito por todas as pessoas que solicitam um visto americano.

Além disso, também é preciso fornecer outro formulário chamado I-20, que é enviado ao estudante pela própria instituição de ensino em até 4 semanas após a sua matrícula.

Depois de receber o documento, é fundamental conferir itens como nome e demais dados pessoais — se tiver alguma irregularidade, é preciso entrar em contato com a escola imediatamente para evitar problemas —, pois é preciso estar com o formulário em mãos no dia da entrevista e informações divergentes podem dificultar o processo.

A instituição de ensino em que o estudante realizar a sua matrícula ainda é responsável por cadastrá-lo em um sistema dos Estados Unidos chamado SEVIS e para que o cadastro seja efetivado é preciso pagar uma taxa que varia de US$ 180 a US$ 200, a depender do curso que será realizado.

Após seguir todos os referidos procedimentos o aluno, finalmente, pode se cadastrar no site de solicitação de vistos da embaixada dos EUA e requerer o seu visto de estudante.

Para dar continuidade ao processo é preciso seguir os passos indicados, respondendo às perguntas realizadas com sinceridade e informando os dados solicitados.

Por fim, para finalmente obter o visto de estudante, é preciso marcar uma entrevista no consulado americano. Na data agendada, o estudante deve comparecer ao local com todos os documentos necessários, como recibo de pagamento da taxa SEVIS, formulário DS-160, passaporte válido, formulário I-20, dentre outros.

Além disso, no momento da entrevista, é fundamental responder com sinceridade todos os questionamentos para que o visto não seja negado.

É comum que sejam realizadas perguntas como “em qual local você vai morar durante os seus estudos?” e “por qual razão você pretende estudar em determinada escola?” e o estudante deve estar preparado para respondê-las de maneira objetiva e verdadeira.

Também é essencial que o estudante tenha na data da entrevista:

  • Os documentos que comprovem a sua intenção de voltar ao Brasil depois do término do curso;
  • Sua condição de se sustentar financeiramente no país durante o período de estudos;
  • Os documentos que comprovem os seus planos de estudar nos EUA.

Depois da entrevista, nos casos em que há a aprovação do visto, o consulado americano retém o passaporte e o devolve em até 10 dias úteis, sendo que é possível recebê-lo em casa ou retirar no local em dia e horário agendados.

O processo para obter o visto conta com diversas etapas e por essa razão é fundamental realizar todo o procedimento com antecedência.

Além disso, o tempo de espera para as entrevistas pode variar de acordo com a demanda do consulado americano (presente em diversas cidades do Brasil), assim como o prazo para a emissão de vistos pode ser maior.

Dessa maneira, como os vistos de estudantes só podem ser emitidos em até 120 dias antes do início de seu curso, o ideal é iniciar o procedimento assim que for possível.

Como evitar que o visto de estudante seja negado?

A negação do visto de estudante, em geral, está ligada ao perfil do solicitante, uma vez que é preciso justificar por qual razão a pessoa deseja estudar nos Estados Unidos.

Dessa maneira, a estratégia adotada para justificar o visto de estudante é fundamental no processo e, portanto, é preciso ir para a entrevista muito bem embasado, a fim de não deixar dúvidas no oficial consular.

Existem alguns outros fatores que podem levar a uma negação do visto, como quando o estudante não comprova que tem condições de se manter durante o período no país, pois nesses casos o Consulado pode entender que ele pretende trabalhar ilegalmente nos Estados Unidos para custear os seus estudos.

Outro ponto negativo que leva à reprovação é o preenchimento do DS com poucas informações, pois tal documento é fundamental e deve conter todos os dados solicitados, bem como as suas reais intenções no país.

Além disso, é importante que as informações estejam sempre de acordo com o I-20 para que não ocorram problemas na entrevista.

Por fim, outro fator que desfavorece o estudante é o nervosismo, pois em alguns casos o oficial consular pode entender que o indivíduo está tenso porque está mentindo e por essa razão negar o visto. Assim, é importante manter a calma e responder a todas as perguntas tranquilamente.

A fim de evitar problemas (como ter o visto negado), é fundamental contar com uma consultoria especializada nesse tipo de serviço para auxiliar o estudante durante todo o processo.

Se você ainda tem dúvidas acerca do tema, nós podemos auxiliá-lo. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Como-obter-o-visto-de-estudante-para-os-Estados-Unidos.jpg 689 1024 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-07 00:00:002024-03-06 14:40:33Como obter o visto de estudante para os Estados Unidos

Veja 5 dicas de como fazer amigos nos Estados Unidos

4 de outubro de 2019/47 Comentários/em Dicas, Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Quando você pensa em estudar em universidades americanas, certamente imagina o impacto que a experiência e o diploma em uma instituição americana vão causar em seu currículo. De fato, a educação no país que conta com algumas das melhores faculdades do mundo é um diferencial, mas como fazer amigos nos Estados Unidos?

A distância das pessoas queridas e familiares pode causar receio sobre a vida social durante o intercâmbio, mas é possível superá-la. As diferenças culturais que você encontrará são fatores positivos, que vão enriquecer a experiência. No fim das contas, é bem possível que você volte de lá com mais amigos.

Neste texto, vamos falar mais sobre a vida social de estudantes estrangeiros nos EUA e passar 5 dicas valiosas para você saber como fazer amigos nos Estados Unidos.

Continue a leitura e confira!

1. Não se preocupe com a fluência

Um dos maiores entraves encontrados por brasileiros quando se comunicam com estrangeiros é a pronúncia de palavras e o domínio geral da língua. Naturalmente, mesmo para pessoas com nível avançado em inglês, compreender o sotaque nativo pode se mostrar um desafio e tanto.

Da mesma forma, é comum que, ao tentar falar, você não tenha certeza sobre a pronúncia correta de uma palavra ou mesmo não se lembre como estruturar a frase que você quer da maneira certa.

Bem, não se preocupe! Os americanos são acostumados a lidar com pessoas vindas de fora do país, já que se trata de uma região com um enorme volume de imigrantes.

Sendo assim, eles sabem que seria injusto esperar fluência de alguém que não tem o inglês como primeira língua. Portanto, comunique-se sem medo de errar.

Assim, mesmo que você cometa alguns deslizes, os interlocutores vão se esforçar para entender o que você quer expressar. No fim das contas, o que vale mesmo é a sua autoconfiança.

Ao adotar essa dica e perder o medo na hora de se relacionar com americanos, você notará que, com o tempo, sua fluência vai melhorar naturalmente. Essa interação é, inclusive, essencial para garantir o aprimoramento do seu inglês em níveis que nenhum cursinho pode alcançar.

2. Participe de organizações estudantis

Os americanos são grandes entusiastas das organizações estudantis. Elas são excelentes meios de reunir pessoas com interesses ou desempenhos semelhantes em um mesmo espaço.

Suas características variam: existem desde grupos para estudantes que se destacam academicamente até organizações que se reúnem semanalmente para praticar algum esporte.

O fato é que essas organizações são excelentes para alunos estrangeiros, especialmente por dois motivos.

Primeiro, elas possibilitam o networking, ou seja, ao entrar em uma delas, você tem a oportunidade de se relacionar com pessoas que podem ser importantes para o seu desenvolvimento estudantil ou mesmo profissional. Segundo, a relação constante com essas pessoas é primordial para aperfeiçoar o seu nível de inglês.

Então, uma prática recomendada para fazer amigos nos Estados Unidos é buscar por organizações estudantis que sejam de seu interesse. Se você curte praticar basquete, por exemplo, pode ir até o ginásio da faculdade e procurar saber sobre os grupos que se reúnem ali para a prática do esporte. Pode ter certeza que existem opções para todos os níveis.

Se você quer saber mais sobre essas organizações, contate o departamento de Student Life da instituição. Normalmente, eles têm informações sobre as fraternidades e demais grupos que você pode frequentar para criar e estreitar laços com os americanos.

3. Esteja aberto aos convites

Embora o foco deste texto seja como fazer amigos nos Estados Unidos, essa dica pode ser utilizada em toda sua vida social, concorda? Aceitar convites é, muitas vezes, o passo que precede a criação de uma nova relação. Portanto, durante seu intercâmbio, não hesite em responder ao chamado de pessoas interessadas na sua companhia.

É claro que o choque cultural pode ser um pequeno obstáculo aqui. Afinal, é bem provável que os convites que você receberá nos EUA sejam diferentes dos que você está habituado a receber, já que os hobbies americanos são mais variados.

Contudo, quebre essa barreira o quanto antes. Conhecer o que os nativos gostam de fazer é uma oportunidade única para facilitar sua adaptação ao país, além de possibilitar que você encontre novas atividades preferidas.

4. Busque atividades recreativas

É importante que sua vida social não se restrinja às atividades da instituição de ensino que você frequenta, de modo a expandir sua interação cultural.

Portanto, procure conhecer os arredores da sua cidade e encontre atividades extracurriculares que lhe interessem. Vá até o shopping, coma em restaurantes diferentes, faça uma caminhada no parque etc. O importante é não ficar trancado em seu dormitório.

Com o tempo, você vai criar uma espécie de rotina com suas atividades preferidas e conhecer pessoas que compartilham dos mesmos interesses. Com isso, a construção de laços acontecerá de forma natural.

5. Apresente a cultura brasileira

Se você está interessado na cultura americana, lembre-se que seus amigos americanos também se interessam pela sua. A curiosidade é comum a todos os seres humanos e pode ser utilizada como ferramenta para iniciar conversas e criar relações até mesmo duradouras. Portanto, tome a iniciativa de compartilhar as características de seu país com seus colegas.

Além de gerar o interesse na outra parte, essa prática se mostra uma excelente forma de matar um pouco da saudade de casa. Por exemplo, você sabia que poucos americanos conhecem o brigadeiro, doce característico do Brasil? Que tal confeccionar alguns e apresentar a guloseima a essas pessoas?

Além da culinária, outro aspecto cultural que pode servir como ponto de partida para amizades é a arte. Estamos acostumados a conhecer as músicas e filmes criados pela indústria americana, mas o inverso não acontece.

Sendo assim, apresentar obras do cinema e da música brasileira pode criar uma curiosidade nos americanos, o que tornará sua relação com eles excelente.

As vantagens de realizar um intercâmbio são inúmeras mas, para aproveitá-las, é essencial contar com uma boa rede de amigos.

A companhia, além de servir como remédio para aliviar as saudades de casa, ainda é uma forma de praticar seu inglês continuamente, o que torna a experiência mais valiosa.

Gostou das dicas sobre como fazer amigos nos Estados Unidos e quer continuar aprendendo? Confira mais um de nossos posts e saiba como é a vida no campus em um faculdade nos Estados Unidos!

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