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Veja 5 dicas de como fazer amigos nos Estados Unidos

4 de outubro de 2019/47 Comentários/em Dicas, Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Quando você pensa em estudar em universidades americanas, certamente imagina o impacto que a experiência e o diploma em uma instituição americana vão causar em seu currículo. De fato, a educação no país que conta com algumas das melhores faculdades do mundo é um diferencial, mas como fazer amigos nos Estados Unidos?

A distância das pessoas queridas e familiares pode causar receio sobre a vida social durante o intercâmbio, mas é possível superá-la. As diferenças culturais que você encontrará são fatores positivos, que vão enriquecer a experiência. No fim das contas, é bem possível que você volte de lá com mais amigos.

Neste texto, vamos falar mais sobre a vida social de estudantes estrangeiros nos EUA e passar 5 dicas valiosas para você saber como fazer amigos nos Estados Unidos.

Continue a leitura e confira!

1. Não se preocupe com a fluência

Um dos maiores entraves encontrados por brasileiros quando se comunicam com estrangeiros é a pronúncia de palavras e o domínio geral da língua. Naturalmente, mesmo para pessoas com nível avançado em inglês, compreender o sotaque nativo pode se mostrar um desafio e tanto.

Da mesma forma, é comum que, ao tentar falar, você não tenha certeza sobre a pronúncia correta de uma palavra ou mesmo não se lembre como estruturar a frase que você quer da maneira certa.

Bem, não se preocupe! Os americanos são acostumados a lidar com pessoas vindas de fora do país, já que se trata de uma região com um enorme volume de imigrantes.

Sendo assim, eles sabem que seria injusto esperar fluência de alguém que não tem o inglês como primeira língua. Portanto, comunique-se sem medo de errar.

Assim, mesmo que você cometa alguns deslizes, os interlocutores vão se esforçar para entender o que você quer expressar. No fim das contas, o que vale mesmo é a sua autoconfiança.

Ao adotar essa dica e perder o medo na hora de se relacionar com americanos, você notará que, com o tempo, sua fluência vai melhorar naturalmente. Essa interação é, inclusive, essencial para garantir o aprimoramento do seu inglês em níveis que nenhum cursinho pode alcançar.

2. Participe de organizações estudantis

Os americanos são grandes entusiastas das organizações estudantis. Elas são excelentes meios de reunir pessoas com interesses ou desempenhos semelhantes em um mesmo espaço.

Suas características variam: existem desde grupos para estudantes que se destacam academicamente até organizações que se reúnem semanalmente para praticar algum esporte.

O fato é que essas organizações são excelentes para alunos estrangeiros, especialmente por dois motivos.

Primeiro, elas possibilitam o networking, ou seja, ao entrar em uma delas, você tem a oportunidade de se relacionar com pessoas que podem ser importantes para o seu desenvolvimento estudantil ou mesmo profissional. Segundo, a relação constante com essas pessoas é primordial para aperfeiçoar o seu nível de inglês.

Então, uma prática recomendada para fazer amigos nos Estados Unidos é buscar por organizações estudantis que sejam de seu interesse. Se você curte praticar basquete, por exemplo, pode ir até o ginásio da faculdade e procurar saber sobre os grupos que se reúnem ali para a prática do esporte. Pode ter certeza que existem opções para todos os níveis.

Se você quer saber mais sobre essas organizações, contate o departamento de Student Life da instituição. Normalmente, eles têm informações sobre as fraternidades e demais grupos que você pode frequentar para criar e estreitar laços com os americanos.

3. Esteja aberto aos convites

Embora o foco deste texto seja como fazer amigos nos Estados Unidos, essa dica pode ser utilizada em toda sua vida social, concorda? Aceitar convites é, muitas vezes, o passo que precede a criação de uma nova relação. Portanto, durante seu intercâmbio, não hesite em responder ao chamado de pessoas interessadas na sua companhia.

É claro que o choque cultural pode ser um pequeno obstáculo aqui. Afinal, é bem provável que os convites que você receberá nos EUA sejam diferentes dos que você está habituado a receber, já que os hobbies americanos são mais variados.

Contudo, quebre essa barreira o quanto antes. Conhecer o que os nativos gostam de fazer é uma oportunidade única para facilitar sua adaptação ao país, além de possibilitar que você encontre novas atividades preferidas.

4. Busque atividades recreativas

É importante que sua vida social não se restrinja às atividades da instituição de ensino que você frequenta, de modo a expandir sua interação cultural.

Portanto, procure conhecer os arredores da sua cidade e encontre atividades extracurriculares que lhe interessem. Vá até o shopping, coma em restaurantes diferentes, faça uma caminhada no parque etc. O importante é não ficar trancado em seu dormitório.

Com o tempo, você vai criar uma espécie de rotina com suas atividades preferidas e conhecer pessoas que compartilham dos mesmos interesses. Com isso, a construção de laços acontecerá de forma natural.

5. Apresente a cultura brasileira

Se você está interessado na cultura americana, lembre-se que seus amigos americanos também se interessam pela sua. A curiosidade é comum a todos os seres humanos e pode ser utilizada como ferramenta para iniciar conversas e criar relações até mesmo duradouras. Portanto, tome a iniciativa de compartilhar as características de seu país com seus colegas.

Além de gerar o interesse na outra parte, essa prática se mostra uma excelente forma de matar um pouco da saudade de casa. Por exemplo, você sabia que poucos americanos conhecem o brigadeiro, doce característico do Brasil? Que tal confeccionar alguns e apresentar a guloseima a essas pessoas?

Além da culinária, outro aspecto cultural que pode servir como ponto de partida para amizades é a arte. Estamos acostumados a conhecer as músicas e filmes criados pela indústria americana, mas o inverso não acontece.

Sendo assim, apresentar obras do cinema e da música brasileira pode criar uma curiosidade nos americanos, o que tornará sua relação com eles excelente.

As vantagens de realizar um intercâmbio são inúmeras mas, para aproveitá-las, é essencial contar com uma boa rede de amigos.

A companhia, além de servir como remédio para aliviar as saudades de casa, ainda é uma forma de praticar seu inglês continuamente, o que torna a experiência mais valiosa.

Gostou das dicas sobre como fazer amigos nos Estados Unidos e quer continuar aprendendo? Confira mais um de nossos posts e saiba como é a vida no campus em um faculdade nos Estados Unidos!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Veja-5-dicas-de-como-fazer-amigos-nos-Estados-Unidos.jpg 683 1024 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-04 00:00:002023-12-15 18:12:37Veja 5 dicas de como fazer amigos nos Estados Unidos

Roommate – por que ter um colega de quarto é muito importante no primeiro ano?

3 de setembro de 2019/92 Comentários/em Dicas /por Daqui pra Fora

Para muitos brasileiros, a ideia de ter um desconhecido como colega de quarto na faculdadepode soar estranha. Nas universidades dos Estados Unidos, porém, a cultura do roommate é muito forte e são raros os alunos que escolhem ou têm a oportunidade de dormir em um aposento individual.

Em algumas universidades, esse tipo de quarto é exclusivo para pessoas do segundo, terceiro ou quarto anos de faculdade e/ou que cumpram certos requisitos — como um GPA acima de 3.5, praticar um esporte específico ou fazer parte de determinada fraternidade/irmandade.

Assim, todos os calouros têm que passar por essa experiência, mas ela não é ruim; na verdade, é até mesmo importante, e é sobre isso que falamos neste artigo. Continue lendo para conhecer as vantagens de ter um roommate e confira algumas dicas para manter uma relação saudável com seu colega de quarto!

Os benefícios de contar com um colega de quarto

O roommate, assim como você, é um aluno da faculdade que está longe de casa e iniciando uma nova experiência. Trata-se da pessoa com quem você conviverá de forma direta, por dividir as rotinas do dia a dia, dificuldades e até mesmo as trapalhadas de quem não tem muita experiência em “se virar” sozinho!

As universidades costumam reunir duas pessoas desconhecidas, possivelmente de países diferentes, mas que tenham comportamentos e hábitos similares. Assim, possibilitam a experiência de ter contato com uma nova cultura, apender um idioma, mas ao lado de uma pessoa com características parecidas, a fim de evitar conflitos.

O roommate é um parceiro, por isso, contar com ele no primeiro ano traz diversas vantagens:

Facilita a transição

Os colegas de quarto são indivíduos que estão passando pela mesma situação e compreendem a dificuldade de se adequar a uma nova rotina, viver longe dos pais ou até se adaptar à cultura e sociedade de um país novo.

Assim, roommates podem ser grandes aliados nesse processo de transição, dando apoio ao compreender verdadeiramente as angústias comuns aos calouros nessa fase. Seu colega é alguém com quem você pode conversar, pedir ajuda e esclarecer dúvidas quando tiver dificuldades.

Conecta você a uma pessoa com costumes parecidos

Como dito, as universidades fazem o possível para que os colegas de quarto tenham um “match” perfeito. As instituições pedem que calouros preencham formulários sobre seus hábitos diários — horários de acordar/dormir, hábitos de limpeza, costume de ingerir álcool, entre outros — para conectar pessoas com hábitos parecidos.

Desse modo, o risco de conflitos sobre atividades do dia a dia diminui substancialmente. Ademais, os alunos podem conviver com indivíduos que compartilham certos gostos e aspectos de personalidade similares, favorecendo a relação entre eles.

Ajuda na sociabilização

Ter um roommate pode dar um boost no ciclo social dos estudantes, principalmente no caso de pessoas mais tímidas. O colega de quarto pode incentivar a participar de eventos sociais e atividades extracurriculares diferentes, ajudar a conhecer pessoas, além de garantir que você tenha sempre uma companhia para ir a eventos, shows e festas.

Sendo um calouro, pensar em fazer tudo isso sozinho poderia gerar certo constrangimento — você poderia se sentir um “peixe fora d‘água”. Mas, com o colega de quarto, será mais fácil já chegar a esses locais acompanhado e tendo com quem dividir experiências.

Promove o intercâmbio cultural

Dividir o quarto com um colega é uma ótima oportunidade para conhecer melhor uma pessoa com uma história de vida diferente. O contato com indivíduos de outras culturas é crucial para o crescimento pessoal de um aluno e contribui para o desenvolvimento da empatia.

Também trabalha a curiosidade perante o novo, o conhecimento de mundo e as habilidades novas no decorrer do dia a dia, como a aprendizagem de uma nova língua com um falante nativo. Essa experiência de intercâmbio cultural é tão valorizada pelas universidades que algumas até evitam deixar dois estudantes do mesmo país juntos.

Integra o aluno na comunidade da universidade

Em muitas universidades americanas, os dormitórios são os centros da vida social. Na Universidade de Chicago, por exemplo, os estudantes são divididos em “casas” nos seus dormitórios, as quais fornecem suporte acadêmico e social aos membros.

Dessa forma, viver junto aos membros de uma comunidade torna-se um aspecto de extrema importância para a experiência universitária dos alunos, permitindo que os jovens criem um senso comunitário e de pertencimento a um grupo desde o primeiro ano.

Fornece ajuda em situações de necessidade

O roommate tem mais facilidade em notar quando o estudante está precisando de ajuda emocional, pois perceberá facilmente uma mudança de hábitos ou atitude. Dessa forma, viver com alguém garante que a comunidade da universidade — ou, no mínimo, uma pessoa — fique ciente de que um aluno está passando por dificuldades.

Ao estar longe de casa e da família, esses momentos podem acontecer, seja por saudade, alguma dificuldade de adaptação ou com as matérias da faculdade. Então, o colega de quarto possibilita que o jovem receba apoio emocional de outros estudantes para não se sentir sozinho.

Os roommates também podem ajudar uns aos outros em caso de algum deles ficar doente, como comunicando a um staff rapidamente, caso necessário, notando possíveis pioras durante a noite ou até fazendo pequenos “mimos”, como levar comida ao estudante.

Dicas para ser um bom roommate

Dividir o quarto, mesmo que seja com um irmão, pode ser muito difícil e gerar conflitos, que dirá, então, de fazer essa divisão com uma pessoa desconhecida? É por isso que o ideal é que ambos procurem manter boas práticas para tornar essa convivência amigável.

Pensando nisso, listamos algumas dicas para que você saiba como ser um bom roommate e não tenha nenhuma dificuldade para dividir o mesmo espaço com outra pessoa. Veja!

Siga as regras

É interessante que você e seu colega de quarto estabeleçam algumas regras de boa convivênciacom as quais ambos estejam de acordo. Você pode fazer essa proposta para ele a fim de evitar situações desagradáveis e mal entendidos. Mas lembre-se de que, ao estabelecer regras, é precisa segui-las.

Respeite o espaço do outro

O quarto é dividido entre vocês dois, o que significa que cada um tem o seu espaço. É fundamental que você respeite o que é do outro, evite ocupar mais do que deveria, além de não mexer naquilo que não é seu. Sempre peça autorização para usar algo do seu colega e mantenha o que é seu no seu espaço.

Mantenha a organização

A bagunça pode surgir, é verdade, mas o ideal é que você arrume aquilo que bagunçar. O correto é deixar o espaço como estava antes de passar por ali, colocando as coisas em seu devido lugar depois de usar e não deixar tudo para o outro fazer.

Seja cauteloso com a higiene

Além da organização, é fundamental manter uma boa higiene, tanto a pessoal quanto a do próprio espaço. Tudo o que você sujar procure limpar para que nada fique acumulado. Isso é importante para a boa convivência, mas também para que o quarto se mantenha saudável.

Tenha bom senso

Detalhes do dia a dia fazem toda a diferença para manter uma boa relação com o colega de quarto, como usar o fone de ouvido, não fazer barulho até tarde, apagar a luz quando ele for dormir, não tagarelar se ele não quiser conversar, entre outros. O bom senso é fundamentalpara não se tornar inconveniente ou chato.

Se, mesmo assim, a convivência não der certo, os calouros podem trocar de colega de quarto depois de um tempo. A cultura americana de roommate permite que os estudantes, nos anos seguintes, escolham viver com seus melhores amigos durante a faculdade.

Seja um futuro melhor amigo ou apenas um colega de quarto, ter um roommate é uma experiência fundamental para um universitário nos Estados Unidos. Essa convivência e parceria facilita a vida dos estudantes e promove momentos inesquecíveis, além do desenvolvimento de habilidades valiosas para complementar a formação.

Você tem alguma dica de convivência com colegas de quarto? Já viveu essa experiência? Deixe seu comentário e conte para a gente!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-3.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-09-03 00:00:002020-12-07 16:52:26Roommate – por que ter um colega de quarto é muito importante no primeiro ano?

Seguro-saúde internacional: entenda a sua importância

20 de agosto de 2019/62 Comentários/em Dicas /por Daqui pra Fora

Além das malas prontas e da documentação em mãos, você sabia que o seguro-saúde internacional é obrigatório para quem vai estudar fora? Sim!

Além disso, ele facilita a nova vida e traz muitas vantagens para quem o contrata. Por isso, é essencial incluí-lo no planejamento, se você organiza uma estadia longa no exterior.

A maioria das universidades no exterior tem parcerias com seguradoras e já indicam a melhor empresa local para os estudantes fecharem seus planos.

Além disso, elas também contam com excelentes estruturas de enfermarias internas, à qual recomendamos aos alunos recorrerem antes de buscar hospitais ou médicos do plano. A universidade dará todo o apoio necessário ou encaminhará para o especialista adequado.

Conheça, agora, as informações mais importantes e saiba o que conferir na hora de fazer o seu!

Como contratar o seguro-saúde internacional?

Existem muitas empresas especializadas em seguro saúde internacional e os planos funcionam de maneiras diferentes do Brasil. Não são todas as especialidades que os convênios cobrem, por exemplo.

Os valores podem variar, quanto maior a cobertura, mais caro o plano médico. Aqui, vale a pena mensurar o custo-benefício, se o aluno precisa de demandas urgentes ou algo de acordo com a rotina de cada um.

A contratação não é imediata e precisa de um cadastro prévio, com informações pessoais pedidas pela seguradora. Por isso, não deixe para contratar em cima da hora, pois poderá atrasar o processo e você pode fazer direto com a seguradora que preferir.

Você não recebe uma carteirinha em casa após contratar o plano. Para isso, é necessário entrar no site e solicitar o documento comprovando a sua solicitação, juntamente com o número de identificação que você precisará apresentar na hora de utilizar.

Qual seguro-saúde internacional contratar?

O Health Insurance, como é chamado o acordo, pode ser feito por diferentes empresas. A quantidade é enorme, basta que o aluno e sua família escolham, conforme as necessidades.

Algumas das seguradoras que você pode conhecer:

  • Aetna;
  • Humana;
  • AARP;
  • Cigna;
  • Anthem;
  • UnitedHealtcare.

Como comentamos anteriormente, algumas universidades têm parcerias com empresas e, assim, o aluno precisará contratar aquela que for indicada, escolhendo entre as opções mais adequadas.

Também, vale conhecer melhor cada tipo de contrato, bem como os lugares que aceitam o convênio, buscando sempre a praticidade e segurança nos atendimentos.

Quais são os tipos de seguro-saúde internacional?

São dois os tipos mais conhecidos de seguros saúde internacionais: o Health Maintenance Organization (HMO) e o Preferred Provider Organization (PPO), e a principal diferença entre eles se refere à flexibilidade.

Enquanto ao contratar o PPO, você pode ser atendido por médicos ou instituições de qualquer rede, mesmo a que não contratou. No HMO, você está restrito a atendimentos conveniados (exceto em caso de emergência).

Outro ponto, é que o HMO deve custar menos, justamente pelo fato de limitar os atendimentos. Também, a primeira consulta do aluno sempre passará pelo clínico geral, o Primary Care Physician, que vai avaliar o paciente e, se houver necessidade, encaminhar para o especialista. Já no PPO, você pode escolher passar direto para um especialista.

As universidades também são bem equipadas com enfermarias de qualidade, por isso, consulte a da sua, antes de se dirigir ao hospital. Assim, você pode resolver sem precisar usar o seguro.

Como funciona a cobertura?

Nem sempre o seguro saúde internacional privado funciona com método de reembolso, ou seja, quando o turista efetua os devidos pagamentos nas consultas e depois solicita a devolução dos valores. Para isso, é preciso entender alguns termos previstos em contrato, como:

Deductible

Deductible é o valor que mostra quanto o estudante vai pagar, de maneira integral, até que o ressarcimento passe a valer. Ou seja, é possível escolher uma quantia e, até que as despesas não cheguem a esse preço, quem arca com os custos é o aluno, sem a possibilidade de reembolso. Esse custo é cumulativo pelo período válido.

Isso não significa que a seguradora paga totalmente os seus gastos após atingir o teto do Deductible, isso vai depender da modalidade escolhida na hora da compra. As informações detalhadas sobre quais valores para cada especialidade, o aluno recebe junto da apólice. Por isso, esteja atento a esses pontos, até mesmo, depois da contratação.

Coinsurance

Outro ponto importante a conhecer na cobertura do seguro é o Coinsurance, é ele que vai definir as suas divisões com o plano após ultrapassar o Deductible. Nem sempre a divisão é exatamente igual, pode ser apenas uma porcentagem, isso depende do contrato e da seguradora.

Copayment

Caso os valores do seu Deductible sejam ultrapassados, podem haver custos extras com consultas ou emergências, mas isso é previamente definido com a companhia, chamado de Copayment.

Além disso, é possível definir um teto máximo a ser gasto com o amparo, chamado de Out-of-pocket maximum/limit. Caso esse valor passe o estipulado, quem arca com as despesas totais é o seguro. Por isso, programe-se antes mesmo de contratar o seu seguro saúde internacional.

Importante ressaltar que um plano dificilmente cobre todas as especialidades, portanto, fique atento a isso e escolha as mais adequadas. Em especial, sobre a forma de usá-lo, uma vez que, não seguidos corretamente os procedimentos, você não terá o atendimento coberto.

Vantagens em contratar o seguro-saúde internacional

O principal benefício em ter um seguro saúde internacional é a despreocupação em caso de imprevistos, além da redução de custos, uma vez que os atendimentos médicos no exterior são extremamente altos.

Além disso, é muito comum, ao visitar pela primeira vez um país, ter dificuldades com a mudança de clima ou, até mesmo, por conta da alimentação diferenciada, por exemplo, e nunca se sabe quando se precisará de atendimento médico.

O benefício também pode ser usado a qualquer momento durante os estudos no exterior, não apenas em casos de emergência. Ou seja, contratar um seguro-saúde internacional é sinônimo de amparo mesmo longe de casa.

Por quanto tempo contratar o seguro-saúde?

Já que é um procedimento obrigatório, que tem como objetivo auxiliar no que for preciso fora do país, compre por todo o período de estudo. Assim, você vai ter mais segurança sob todas as possibilidades listadas.

Portanto, além de pesquisar sobre a faculdade ou como funciona a seleção de alunos, é importante também se atentar na hora de contratar seu seguro-saúde internacional.

Inclua a contratação do seguro-saúde internacional no seu checklist para estudar no exterior e conte com a assistência da Daqui pra Fora para realizar esse seu sonho. Nosso time de especialistas está à sua disposição.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-08-20 00:00:002024-02-23 10:01:50Seguro-saúde internacional: entenda a sua importância

Estudar no exterior: entenda como aliviar as saudades de casa

27 de junho de 2019/114 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Uma situação bastante comum para quem vai estudar no exterior é sentir saudades de casa. Mesmo que tenha sido a realização de um sonho, é natural ter o sentimento de vazio em alguns momentos. Assim como, ao voltar para casa, pode ocorrer a mesma sensação pelo destino que foi deixado.

Estar longe dos familiares e amigos nem sempre é fácil. Para alguns, essa é uma experiência mais tranquila do que para outros, que são mais apegados. De qualquer maneira, é bom aproveitar todos os recursos para aliviar a angústia que bate de vez em quando, não é? Descubra algumas formas de facilitar essa missão!

Aproveite a tecnologia

Se antigamente as pessoas sofriam com a distância física e não tinham como se comunicar com frequência, hoje as coisas são bem diferentes. Antes da internet, era preciso gastar com ligações internacionais muito caras ou até mandar cartas e cartões-postais que demoravam para chegar ao destinatário.

Agora, em questão de segundos é possível se conectar com pessoas que estão do outro lado do mundo — as conversas por áudio e vídeo ajudam bastante a matar a saudade, reduzindo as distâncias geográficas que são inevitáveis.

O Skype e outros aplicativos de comunicação têm sido grandes aliados de quem mora fora. E hoje grande parte das pessoas tem um smartphone no bolso o tempo todo ou, pelo menos, fácil acesso a um computador e outros tipos de dispositivos eletrônicos.

Não dá para negar que a tecnologia ajudou a diminuir essa distância. Então explore as plataformas disponíveis para manter-se em contato com quem está longe. É sempre bom dar notícias para os familiares e compartilhar experiências com os amigos que ficaram no seu país, mas cuidado para não deixar outros afazeres de lado. Mantenha-se aberto às novidades.

Faça novas amizades

Uma outra forma de não ficar sempre mal por estar distante das pessoas queridas e evitar o sentimento de solidão é fazer amizades. Talvez essa seja uma tarefa difícil para quem é mais tímido, mas vale a pena se esforçar para vencer essa barreira.

Conhecer gente nova permite distrair a mente e traz a oportunidade de criar laços afetivos. Conversar sobre diferentes assuntos, trocar experiências, descobrir costumes diferentes, viajar em grupo, enfim, tudo isso vai contribuir para a sua rotina ser mais leve e agradável.

A companhia de outras pessoas faz parte do nosso bem-estar. Pode ser que os novos conhecidos não se tornem amigos do peito, o que importa é fazer daquele momento o mais legal possível e cheio de boas memórias.

Por outro lado, muita gente que viaja para estudar no exterior consegue fazer amizades para a vida inteira. Mesmo depois de retornar dos estudos, o contato e o carinho permanecem — sem contar que outras viagens são programadas para visitar os colegas ao redor do mundo, o que é uma ótima chance para quem ama viajar ou receber amigos em casa.

Nesse contexto, um detalhe muito discutido é sobre fazer amigos da mesma nacionalidade ou não. Há quem diga que fazer amizades só com brasileiros é prejudicial, especialmente por causa do aprendizado da língua e de outras culturas.

Sob outro ponto de vista, isso não deve ser um problema, já que o importante é ter novos amigos para dividir o cotidiano. Muitas vezes, é natural que os estudantes de um mesmo país formem uma turma, há até clubs formais sobre o tema, que podem ser utilizados para o início da socialização, te apresentando a outros colegas de diversas nacionalidades.

Organize o seu espaço

Chegar “em casa” e se sentir em um lugar estranho não é a melhor das situações. Sendo assim, uma ótima saída é organizar o seu espaço para que ele fique mais parecido com você e seja aconchegante.

Faça uma decoração agradável sem precisar investir muito e respeitando as regras da sua moradia. Coloque fotos, seus itens preferidos e tudo o que for capaz de garantir a sensação de ter um lar realmente agradável.

Mantenha a mente ocupada

Quanto mais ocupados ficamos, menos tempo temos para as bobagens que rondam a nossa cabeça — nesse caso, a saudade.

Não que seja errado ou uma besteira se sentir sozinho, só que isso não pode atrapalhar essa fase tão incrível. Por isso, o ideal é evitar o ócio e ter uma rotina agitada.

Os compromissos de estudo já devem ocupar uma boa parte da agenda e os espaços livres devem ser preenchidos. Passeios, trabalhos voluntários, atividades extracurriculares, esportes e, até mesmo, as tarefas domésticas são capazes de ajudar.

É claro que ter momentos de descanso faz bem, porém, ficar muito tempo sozinho e sem ter o que fazer pode deixar qualquer pessoa angustiada. Sair da zona de conforto e encontrar ocupações diferentes será um desafio, mas é bom pensar que a recompensa será valiosa.

Além de diminuir as chances de sentir tristeza, você vai aproveitar ao máximo esse período fora, pois fará um monte de atividades legais. Procure alternativas diferentes ao seu redor e aventure-se!

Convide as pessoas queridas para visitas

Se você for passar um bom tempo fora, não deixe de convidar as pessoas queridas para visitar a sua nova casa. É uma chance de elas viajarem para conhecer o lugar em que você está morando, além de ajudar a matar as saudades.

Aproveite a ideia de ser um guia turístico para elas e comece a visitar toda a cidade para saber o que mais vale a pena. Ocupe o seu tempo montando um roteiro interessante e descobrindo o que há de melhor à sua volta.

Se possível, programem-se para viajar (nem que seja por um fim de semana) pelos arredores para explorarem um outro local.

Encontre um colega de quarto

Por último, não deixe de considerar a opção de ter um colega de quarto. No começo, pode parecer estranho dividir a vida com alguém desconhecido, mas aos poucos tudo se ajeita.

É preciso respeitar a individualidade e tentar encontrar pontos em comum para que essa convivência seja saudável.

Uma boa sugestão é compartilhar alguns momentos e também manter as programações individuais (ou com pessoas diferentes) para que o convívio excessivo não seja um problema.

Se tudo caminhar bem, vai ser como ganhar um irmão ou irmã durante o tempo no exterior. Caso isso não aconteça, é só verificar a possibilidade de troca.

No fim das contas, sentir saudades de casa é algo extremamente comum para quem vai estudar fora. O que não pode acontecer é deixar que isso seja maior do que os benefícios, pois há muito para ser aproveitado quando estamos vivendo uma oportunidade dessa. Acredite: você não está sozinho e tudo vai ficar bem!

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5 dicas para quem quer fazer faculdade no exterior

24 de janeiro de 2019/124 Comentários/em Dicas /por Daqui pra Fora

Instituições reconhecidas no mundo inteiro, professores altamente qualificados, colegas de vários países, incentivo para pesquisas, ótimas oportunidades de emprego, aprimoramento de outro idioma.

Essas são apenas algumas das vantagens de fazer uma faculdade no exterior! E ainda nem falamos sobre a chance de abrir seus horizontes e conquistar maturidade e independência.

Tudo isso leva muitos jovens a quererem fazer uma faculdade fora do país. Entretanto, vários desistem por acharem que esse sonho não pode ser alcançado. Mas com dedicação, planejamento e foco você consegue, sim, chegar lá e ser aprovado por uma instituição de ensino estrangeira. Saiba como agora mesmo!

1. Determine em qual país quer estudar

Não limite suas opções. Há oportunidades de graduação incríveis em universidades do mundo inteiro. Portanto, o primeiro passo é pensar cuidadosamente no país em que você quer estudar, para que possa analisar melhor as opções de universidades disponíveis em cada um, o idioma que deve ser dominado para a aprovação, as características culturais do país etc.

Entre os países de língua inglesa, os mais almejados são Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Além de serem lugares culturalmente ricos, diversificados e com alta qualidade de vida, eles reúnem algumas das melhores instituições de ensino do mundo.

2. Entenda seu perfil acadêmico

Você está buscando uma educação mais clássica e tradicional, ou algo inovador, moderno, diferenciado? Quer seguir carreira em uma área relacionada a Ciências, a Economia ou a Artes?

Pretende dedicar a maior parte do seu tempo a atividades que tenham a ver com a faculdade, ou conhecer ao máximo o seu novo país?

Essas e outras questões vão ajudar você a identificar melhor o seu perfil acadêmico e, com isso, o tipo de universidade que mais se encaixa nele. Além disso, avalie seu rendimento escolar, pois ele vai influenciar diretamente o seu processo de candidatura.

Alinhando essa escolha, você garante que vai tentar entrar em universidades que ofereçam exatamente o que busca — e, assim, vão contribuir para a sua jornada de aluno e profissional. Aqui, não há certo ou errado: apenas o que melhor se encaixa com seu perfil acadêmico.

3. Defina o idioma que pretende estudar

Isso é fundamental, pois você deve começar a dedicar-se ao idioma escolhido em tempo de dominá-lo, pelo menos, em um nível intermediário até o final do ensino médio.

Lembre-se de que você não vai precisar apenas conseguir se virar no dia a dia, mas compreender todas as aulas e ser capaz de produzir ensaios, pesquisas e outros trabalhos integralmente no idioma do país.

Portanto, se você já tiver algum conhecimento de um idioma estrangeiro, é interessante focar nele em vez de aprender uma outra língua do zero. Algumas universidades oferecem aulas do idioma local para alunos aprovados que precisarem de um reforço extra, mas não dependa totalmente disso. Sua proficiência na língua também influencia nas chances de ser aprovado pela instituição!

4. Informe-se sobre bolsas de estudos e planeje-se financeiramente

Há universidades com programas de bolsas de estudo voltados especificamente para alunos estrangeiros. Informe-se sobre as opções nas instituições desejadas e corra atrás dos documentos necessários para se candidatar a essas oportunidades incríveis!

O planejamento financeiro é imprescindível para que você possa saber o que esperar de sua vida no país escolhido e dedicar-se com afinco ao curso. Considere que, além do valor da faculdade, é preciso arcar com materiais e livros, alimentação, moradia, vestuário, seguro-saúde, transporte, lazer etc.

Para planejar-se financeiramente com mais eficiência, pesquise sobre o custo de vida e as necessidades básicas na cidade em que você pretende morar.

5. Conheça as universidades e pesquise sobre processos seletivos

Chegou à lista final de faculdades? Hora de pesquisar a fundo sobre seus processos seletivos. Essa parte é muito diferente das universidades brasileiras, o que traz dúvidas e incertezas. Informar-se é a chave!

Faça isso com antecedência para ter tempo de providenciar tudo o que for solicitado, como cartas de recomendação e redações. Fique atento também aos prazos de envio.

Agora, você está pronto para escolher a faculdade no exterior mais adequada para começar a trilhar sua jornada de sucesso. Boa sorte!

Se você gostou deste post, compartilhe-o nas suas redes sociais e divida nossas dicas com seus amigos.

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5 dicas para o seu filho fazer faculdade no exterior

11 de dezembro de 2018/120 Comentários/em Dicas /por Daqui pra Fora

Muitas vezes, o sonho de fazer faculdade no exterior parte primeiro dos pais. Nem sempre os filhos já têm maturidade para pensar em fazer essa escolha ou estão interessados em outras coisas no momento — até descobrirem que é uma ideia bem legal.

Acontece que se preparar com antecedência pode ajudar bastante na concretização desse projeto. Os próprios pais podem ser agentes facilitadores ao estimularem boas práticas dentro de casa.

Quer saber como fazer isso? Confira todas as dicas a seguir!

1. Acompanhe as notas durante o ensino médio

Um dos requisitos para entrar em uma faculdade no exterior é ter um bom histórico escolar no Ensino Médio. O problema é que se o estudante ainda não está pensando na possibilidade de estudar fora, talvez ele não se dedique tanto durante esse período.

Logo, cabe aos pais acompanhar suas notas e reforçar a importância de ter um desempenho satisfatório. Ter boas notas no Ensino Médio irá possibilitar que o estudante tenha chances mais altas em universidades mais competitivas, assim como melhores oportunidades de bolsas de estudo.

2. Estimule o engajamento em atividades extracurriculares

Outro aspecto importante para a candidatura de um aluno é apresentar um currículo interessante de atividades extracurriculares. Isso significa se envolver com tarefas fora do ambiente escolar, dedicando seu tempo e energia para projetos paralelos.

Nesse sentido, cada um deve procurar o que for mais atraente. Uma dica é tentar investir em coisas relacionadas à área de interesse — por exemplo, se a pretensão é fazer um curso de Exatas, participar de olimpíadas científicas é algo interessante.

Já quem deseja seguir para as ciências Humanas, temas como artes e literatura são boas opções. Os projetos solidários também ajudam a construir um perfil mais humano e valorizado.

De toda forma, cada pessoa deve demonstrar sua proatividade e incrementar diferenciais à sua candidatura. Então, se o seu filho ainda não se atentou para isso, você pode ajudá-lo incentivando o seu engajamento nesse tipo de iniciativa.

3. Incentive-o a dominar o inglês

Esta é uma preocupação mais comum nas famílias brasileiras atualmente. Falar inglês para se comunicar com o mundo e conquistar o mercado de trabalho já é um critério básico em muitas áreas — e até mesmo uma necessidade.

Portanto, os pais costumam colocar seus filhos em cursos de idiomas desde a infância, sem contar que a língua inglesa é disciplina presente na grade curricular de muitas escolas do Ensino Fundamental e Ensino Médio.

Nesse caso, a missão dos pais é reforçar o comprometimento dos filhos com os estudos, inclusive porque para entrar em uma universidade no exterior é necessário fazer exames como o TOEFL ou IELTS e, claro, apresentar um bom resultado.

4. Tenha um bom planejamento financeiro

Viver o sonho de estudar no exterior não requer apenas dedicação nos estudos e o cumprimento de toda a burocracia. Existem vários custos envolvidos e a família precisa se preparar financeiramente se deseja mandar um filho para outro país.

No fim das contas, é um investimento como outro qualquer que exige planejamento para ser viabilizado. Mesmo que exista a possibilidade de conseguir bolsas de estudos ou que os pais tenham plena condição de arcar com todas as despesas, organizar as finanças é importante.

Sendo assim, vale fazer uma pesquisa de valores e preparar a conta bancária. Repensar o orçamento e adotar algumas práticas para economizar também é um ótimo caminho.

5. Procure uma consultoria especializada

​Por fim, considere entrar em contato com uma consultoria especializada nesse tipo de serviço. Às vezes, a falta de informação e de experiência pode trazer limitações desnecessárias, acabando com a possibilidade de realizar um sonho.

Contar com uma assessoria pode ajudar em todas as etapas do processo, desde a preparação para a candidatura até a trajetória do estudante no seu país de destino. Além disso, você corre menos riscos de cometer erros ao ter a ajuda de quem entende do negócio e já tem um histórico de sucesso na área.

E aí, o que você acha disso tudo? Ajudar o seu filho a fazer faculdade no exterior é uma das maiores contribuições que você pode oferecer para o crescimento profissional e pessoal dele, sabia?

Se tem interesse em saber mais sobre isso, preencha o formulário abaixo e vamos começar uma conversa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-3.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-12-11 00:00:002024-01-25 14:22:265 dicas para o seu filho fazer faculdade no exterior

5 sites de intercâmbio para faculdade no exterior

4 de dezembro de 2018/62 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar fora do país é o sonho de muitos jovens brasileiros. Mas antes de ingressar nessa aventura é preciso reunir o máximo de informações possíveis para que nada de errado ocorra durante a jornada de cursar faculdade no exterior.

Se você também tem esse desejo, confira as nossas dicas de sites de intercâmbio que contam com muitas informações úteis para ajudá-lo!

1. Us News

O site US News fornece diversos tipos de rankings que classificam as principais universidades americanas em categorias. A seleção é feita por meio de filtros escolhidos pelos usuários.

É possível filtrar as instituições de ensino pelo preço, por exemplo, ou pelo número de matrículas. Os usuários do site ainda podem consultar a avaliação de outros alunos acerca da universidade selecionada.

Essa ferramenta pode auxiliá-lo a encontrar a faculdade que melhor se encaixa no que você procura.

2. College Board

College Board é uma associação americana sem fins lucrativos que inclui mais de 5.700 instituições de ensino, como universidades, escolas e outros tipos de organizações educacionais.

A associação, que existe há mais de 100 anos, fornece os testes de admissão — conhecidos como SAT (Scholastic Aptitude Test ou Scholastic Assessment Test) — utilizados pelas universidades com o objetivo de medir a habilidade dos estudantes.

Dessa maneira, o portal auxilia muitos alunos a conseguirem a sua aprovação em uma universidade americana.

3. Blog Estudar Fora

O Blog Estudar Fora fornece informações e orientações para as pessoas que pretendem estudar no exterior.

No site é possível encontrar detalhes sobre bolsas de estudo no exterior, rankings com as melhores universidades do mundo, informações acerca de processos seletivos e até mesmo histórias de jovens brasileiros que já tiveram a oportunidade de viver a experiência de estudar fora do país para inspirá-lo.

A plataforma ainda oferece ferramentas de apoio, como um preparatório de graça que fornece auxílio individual para pessoas que têm excelência acadêmica e que desejam cursar a graduação no exterior.

4. Site da BRASA

A BRASA é uma organização sem fins lucrativos que é referência para brasileiros que estudam, desejam estudar ou já estudaram no exterior.

A organização está presente em 72 universidades ao redor do mundo (em países como Inglaterra, Estados Unidos e França) e, atualmente, soma mais de 3.500 membros.

Trata-se de uma rede de contatos entre estudantes que, em busca de novos sonhos e desafios, moram fora de seu país de origem.

O portal conta com um programa de preparação que tem como objetivo auxiliar os alunos que pretendem cursar graduação ou pós-graduação no exterior e também conecta brasileiros que estudam fora do país por meio de uma rede de universidades afiliadas.

5. Blog Daqui pra Fora

O Blog Daquiprafora dispõe de diversos conteúdos sobre estudar no exterior e ajuda os estudantes a realizarem processos seletivos em universidades dos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá, disponibilizando dicas importantes para quem deseja fazer faculdade nesses países ou deseja saber como é a vida universitária no exterior.

O conteúdo da Daqui pra Fora é principalmente derivado de mais de 17 anos trabalhando com faculdades no exterior, tendo assessorado mais de 3.500 estudantes durante esse período!

Gostou das nossas dicas? Então, acompanhe os sites de intercâmbio que indicamos e esclareça todas as suas dúvidas sobre como é cursar uma faculdade no exterior, como proceder em relação à burocracia, como são os processos seletivos e muito mais.

Se você quer receber mais dicas como as que você conheceu neste artigo, nos siga nas redes sociais para ficar por dentro de todos os novos conteúdos! Estamos no Facebook, Instagram e YouTube.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-6.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-12-04 00:00:002024-01-11 21:25:585 sites de intercâmbio para faculdade no exterior

Como conseguir bolsas em universidades estrangeiras?

19 de outubro de 2018/104 Comentários/em Bolsas de Estudo, Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar em uma universidade no exterior é abrir as portas para uma série de oportunidades. Qualidade de aprendizado, crescimento pessoal e ótima preparação para a vida profissional são só alguns dos benefícios que essa experiência traz ao aluno.

Mas, existe algo que pode dificultar os planos de quem deseja investir no estudo em outro país: o preço das universidades. É aí que as bolsas de estudo surgem como uma solução interessante.

Mais do que ajudar consideravelmente na redução de custos, uma bolsa de estudos também significa um peso a mais no futuro currículo.

Isso porque o estudante que busca e consegue a bolsa apresenta qualidades reconhecidas pelos avaliadores, como proatividade e determinação, além de mostrar bom desempenho acadêmico. Mas, como se destacar e conseguir esse desejado incentivo? Confira quais são os principais pontos a serem levados em consideração!

Pesquise as condições de bolsas das universidades

Cada universidade conta com diferentes tipos de bolsas de estudo, assim como critérios próprios para disponibilizá-las. Existem opções de bolsas por mérito acadêmico, por necessidade financeira, para atletas, entre outras.

Harvard, por exemplo, se compromete a cumprir todas as necessidades financeiras dos estudantes aceitos, e não avalia o quanto o estudante pode pagar, e sim o seu potencial. Contudo, poucas universidades tem condições de ajudar os estudantes dessa forma.

Por isso, é importante pesquisar as condições das universidades de seu interesse. Fazendo isso, fica mais fácil comparar os requisitos necessários e voltar a atenção para as opções mais adequadas ao seu caso.

Nos próprios sites das instituições, nas páginas que falam da admissão de alunos estrangeiros, é possível obter algumas informações preciosas sobre o assunto.

Ter um ótimo desempenho escolar

O desempenho escolar é um dos principais critérios avaliados pelas universidades, tanto para admissões em geral quanto no momento de conceder a bolsa. Manter as notas altas durante o Ensino Médio e apresentar um histórico escolar caprichado são ações que pesam muito no processo de candidatura.

Vale lembrar, também, de como é importante que esse bom desempenho seja constante. Então, quanto antes você começar a se preparar para ter bons resultados no colégio, melhor será para o objetivo de estudar fora!

Melhorar a proficiência em inglês

Se você quer estudar em uma faculdade dos Estados Unidos, Reino Unido ou Canadá, estar confortável com a língua inglesa é fundamental. É ela que vai fazer com que consiga acompanhar as aulas com tranquilidade e se adaptar bem à rotina acadêmica.

Mas não é só isso: dominar o inglês também é uma exigência para conquistar a bolsa de estudos.

Para ser admitido nas universidades, o estudante estrangeiro precisa comprovar um resultado mínimo de proficiência na língua. Na maioria das vezes, esse resultado é medido pelos exames internacionais TOEFL e IELTS. Portanto, não deixe de se preparar desde já com o estudo do idioma.

Participar de atividades extracurriculares

As universidades dão grande valor a atividades que vão além da sala de aula e mostram muito da personalidade dos seus futuros alunos, destacando e valorizando habilidades.

Isso significa que participar de projetos — dentro e fora da escola — só contribui para a conquista de uma bolsa de estudos.

Olimpíadas científicas, teatro, projetos sociais na sua cidade, prática esportiva, grêmios estudantis, essas e outras ocupações fazem com que a universidade conheça melhor o perfil do estudante e seus interesses.

O mais importante é que você se envolva com atividades de que realmente gosta e se dedique a elas. E, nesse cenário, a preparação antecipada também é o ideal. Participar de algum projeto de curta duração apenas para incrementar a candidatura pode surtir o efeito contrário.

Os critérios para conseguir bolsas de estudo em universidades estrangeiras têm um ponto em comum: a excelência do aluno. Preparando-se com antecedência e buscando alcançar os melhores desempenhos possíveis, o processo se torna melhor e com mais chances de êxito. Assim como toda a trajetória universitária que virá em seguida.

E então, já está preparado para buscar a bolsa de estudos ideal para você? Para acompanhar mais conteúdos relevantes como esse, assine agora a nossa newsletter.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-3.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-10-19 00:00:002024-04-09 16:06:52Como conseguir bolsas em universidades estrangeiras?

Lista de espera: o que fazer se você está na wailist?

20 de fevereiro de 2018/53 Comentários/em Canadá, Dicas, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estar na lista de espera (a chamada waitlist), significa que o aluno não foi rejeitado, mas também ainda não tem vaga garantida. O estudante está no nível de admissão da universidade, mas como eles sempre têm mais candidatos bons o suficiente para entrar do que vagas, muitos não terão lugar.

Os alunos admitidos no processo de candidatura regular geralmente têm até o início de maio para confirmar a vaga e, a partir disso, a universidade saberá quantas vagas disponíveis ela tem, e aí passará a avaliar alunos da lista de espera.

Portanto, é preciso ficar atento ao seu posicionamento no ranking da universidade escolhida para saber se você tem chance de ficar na lista de espera. Veja nesse artigo o que fazer nesse caso.

Como funciona a lista de espera das universidades?

O processo de análise dos candidatos da lista de espera é semelhante à avaliação inicial das candidaturas. Se uma universidade obtiver o número esperado de matrículas na chamada regular, é improvável que ela irá admitir estudantes da lista de espera.

Os especialistas de admissão passam cerca de 3 a 4 semanas revendo as candidaturas do zero e depois entram em contato.

Não é possível saber exatamente quais as chances de admissão após a lista de espera, pois tudo depende da quantidade de alunos que se candidataram no início e quantos escolheram cursar aquela universidade depois que foram aceitos.

Por esses fatores, se o aluno for admitido em outras universidades de sua escolha, é melhor optar por aquelas que realmente estão interessadas nele!

Entretanto, as dicas a seguir revelam ações importantes que podem ser feitas para melhorar as chances do aluno de sair da waitlist e ser aceito na universidade.

Dicas para quem está na lista de espera das universidades

E-mail aceitando a oferta

Prepare um e-mail aceitando a oferta da waitlist, com motivos e argumentos específicos que mostrem por que você realmente gosta e quer estudar naquela universidade.

Essa é mais uma oportunidade para o estudante se “vender”, portanto, deixe as intenções muito claras. Inclua informações sobre o que você tem feito desde que enviou sua application.

Fale de resultados no vestibular (Brazilian university entrance exams) caso tenham sido bons, ou nota do ENEM, cursos que fez, prêmios que recebeu, atividades marcantes em que se envolveu ou outros acontecimentos legais.

Sempre finalize agradecendo a atenção e que espera um retorno. Por fim, revise o e-mail de modo a evitar erros gramaticais.

Nova carta de recomendação

Se possível, consiga uma nova carta de recomendação, de preferência de alguma atividade que adicione algo novo a sua candidatura. Não é algo extremamente importante, mas certamente ajudará a aumentar suas chances.

Entre em contato com o Departamento Internacional de Admissões

Contate o responsável pelo Departamento Internacional de Admissões. O Depto. de Admissões pode optar por pedir indicações aos responsáveis regionais sobre quais estudantes eles acreditam que seriam boas escolhas para serem admitidos.

Criar certo relacionamento com o Depto. Internacional de Admissões pode ajudá-lo a ser lembrado e ter sua candidatura reavaliada.

Priorize as suas aprovações

E mais importante: não espere a resposta da universidade que lhe colocou na lista de espera! Escolha uma universidade em que foi aprovado para que, dessa forma, você não perca uma certeza para algo que é, infelizmente, incerto.

Se você sonha em estudar no exterior e precisa de assistência especializada, a equipe da Daqui pra Fora pode ajudar. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-2.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-02-20 00:00:002024-02-26 10:42:31Lista de espera: o que fazer se você está na wailist?

Por que ter um roommate? Entenda a sua importância

16 de fevereiro de 2018/68 Comentários/em Dicas /por Daqui pra Fora

Para muitos brasileiros, a ideia de ter um desconhecido como colega de quarto na faculdade pode soar estranha. Nas universidades dos Estados Unidos, porém, a cultura do roommate é muito forte e são raros os alunos que escolhem ou têm a oportunidade de dormir em um aposento individual.

Em algumas universidades, esse tipo de quarto é exclusivo para pessoas do segundo, terceiro ou quarto anos de faculdade e/ou que cumpram certos requisitos — como um GPA acima de 3.5, praticar um esporte específico ou fazer parte de determinada fraternidade/irmandade.

Assim, todos os calouros têm que passar por essa experiência, mas ela não é ruim; na verdade, é até mesmo importante, e é sobre isso que falamos neste artigo. Continue lendo para conhecer as vantagens de ter um roommate e confira algumas dicas para manter uma relação saudável com seu colega de quarto!

Os benefícios de ter um roommate

O roommate, assim como você, é um aluno da faculdade que está longe de casa e iniciando uma nova experiência. Trata-se da pessoa com quem você conviverá de forma direta, por dividir as rotinas do dia a dia, dificuldades e até mesmo as trapalhadas de quem não tem muita experiência em “se virar” sozinho.

As universidades costumam reunir duas pessoas desconhecidas, possivelmente de países diferentes, mas que tenham comportamentos e hábitos similares. Assim, possibilitam a experiência de ter contato com uma nova cultura, apender um idioma, mas ao lado de uma pessoa com características parecidas, a fim de evitar conflitos.

O roommate é um parceiro, por isso, contar com ele no primeiro ano traz diversas vantagens.

Facilita a transição

Os colegas de quarto são indivíduos que estão passando pela mesma situação e compreendem a dificuldade de se adequar a uma nova rotina, viver longe dos pais ou até se adaptar à cultura e sociedade de um país novo.

Assim, roommates podem ser grandes aliados nesse processo de transição, dando apoio ao compreender verdadeiramente as angústias comuns aos calouros nessa fase. Seu colega é alguém com quem você pode conversar, pedir ajuda e esclarecer dúvidas quando tiver dificuldades.

Conecta você a uma pessoa com costumes parecidos

Como dito, as universidades fazem o possível para que os colegas de quarto tenham um “match” perfeito. As instituições pedem que calouros preencham formulários sobre seus hábitos diários — horários de acordar/dormir, hábitos de limpeza, costume de ingerir álcool, entre outros — para conectar pessoas com hábitos parecidos.

Desse modo, o risco de conflitos sobre atividades do dia a dia diminui substancialmente. Ademais, os alunos podem conviver com indivíduos que compartilham certos gostos e aspectos de personalidade similares, favorecendo a relação entre eles.

Ajuda na sociabilização

Ter um roommate pode dar um boost no ciclo social dos estudantes, principalmente no caso de pessoas mais tímidas. O colega de quarto pode incentivar a participar de eventos sociais e atividades extracurriculares diferentes, ajudar a conhecer pessoas, além de garantir que você tenha sempre uma companhia para ir a eventos, shows e festas.

Sendo um calouro, pensar em fazer tudo isso sozinho poderia gerar certo constrangimento — você poderia se sentir um “peixe fora d‘água”. Mas, com o colega de quarto, será mais fácil já chegar a esses locais acompanhado e tendo com quem dividir experiências.

Promove o intercâmbio cultural

Dividir o quarto com um colega é uma ótima oportunidade para conhecer melhor uma pessoa com uma história de vida diferente. O contato com indivíduos de outras culturas é crucial para o crescimento pessoal de um aluno e contribui para o desenvolvimento da empatia.

Também trabalha a curiosidade perante o novo, o conhecimento de mundo e as habilidades novas no decorrer do dia a dia, como a aprendizagem de uma nova língua com um falante nativo.

Essa experiência de intercâmbio cultural é tão valorizada pelas universidades que algumas até evitam deixar dois estudantes do mesmo país juntos.

Integra o aluno na comunidade da universidade

Em muitas universidades americanas, os dormitórios são os centros da vida social. Na Universidade de Chicago, por exemplo, os estudantes são divididos em “casas” nos seus dormitórios, as quais fornecem suporte acadêmico e social aos membros.

Dessa forma, viver junto aos membros de uma comunidade torna-se um aspecto de extrema importância para a experiência universitária dos alunos, permitindo que os jovens criem um senso comunitário e de pertencimento a um grupo desde o primeiro ano.

Fornece ajuda em situações de necessidade

O roommate tem mais facilidade em notar quando o estudante está precisando de ajuda emocional, pois perceberá facilmente uma mudança de hábitos ou atitude. Dessa forma, viver com alguém garante que a comunidade da universidade — ou, no mínimo, uma pessoa — fique ciente de que um aluno está passando por dificuldades.

Ao estar longe de casa e da família, esses momentos podem acontecer, seja por saudade, alguma dificuldade de adaptação ou com as matérias da faculdade. Então, o colega de quarto possibilita que o jovem receba apoio emocional de outros estudantes para não se sentir sozinho.

Os roommates também podem ajudar uns aos outros em caso de algum deles ficar doente, como comunicando a um staff rapidamente, caso necessário, notando possíveis pioras durante a noite ou até fazendo pequenos “mimos”, como levar comida ao estudante.

Dicas para ser um bom roommate

Dividir o quarto, mesmo que seja com um irmão, pode ser muito difícil e gerar conflitos, que dirá, então, de fazer essa divisão com uma pessoa desconhecida? É por isso que o ideal é que ambos procurem manter boas práticas para tornar essa convivência amigável.

Pensando nisso, listamos algumas dicas para que você saiba como ser um bom roommate e não tenha nenhuma dificuldade para dividir o mesmo espaço com outra pessoa. Veja!

Siga as regras

É interessante que você e seu colega de quarto estabeleçam algumas regras de boa convivência com as quais ambos estejam de acordo. Você pode fazer essa proposta para ele a fim de evitar situações desagradáveis e mal entendidos. Mas lembre-se de que, ao estabelecer regras, é precisa segui-las.

Respeite o espaço do outro

O quarto é dividido entre vocês dois, o que significa que cada um tem o seu espaço. É fundamental que você respeite o que é do outro, evite ocupar mais do que deveria, além de não mexer naquilo que não é seu. Sempre peça autorização para usar algo do seu colega e mantenha o que é seu no seu espaço.

Mantenha a organização

A bagunça pode surgir, é verdade, mas o ideal é que você arrume aquilo que bagunçar. O correto é deixar o espaço como estava antes de passar por ali, colocando as coisas em seu devido lugar depois de usar e não deixar tudo para o outro fazer.

Seja cauteloso com a higiene

Além da organização, é fundamental manter uma boa higiene, tanto a pessoal quanto a do próprio espaço. Tudo o que você sujar procure limpar para que nada fique acumulado. Isso é importante para a boa convivência, mas também para que o quarto se mantenha saudável.

Tenha bom senso

Detalhes do dia a dia fazem toda a diferença para manter uma boa relação com o colega de quarto, como usar o fone de ouvido, não fazer barulho até tarde, apagar a luz quando ele for dormir, não tagarelar se ele não quiser conversar, entre outros. O bom senso é fundamental para não se tornar inconveniente ou chato.

Se, mesmo assim, a convivência não der certo, os calouros podem trocar de colega de quarto depois de um tempo. A cultura americana de roommate permite que os estudantes, nos anos seguintes, escolham viver com seus melhores amigos durante a faculdade.

Seja um futuro melhor amigo ou apenas um colega de quarto, ter um roommate é uma experiência fundamental para um universitário nos Estados Unidos.

Essa convivência e parceria facilita a vida dos estudantes e promove momentos inesquecíveis, além do desenvolvimento de habilidades valiosas para complementar a formação.

Você tem alguma dica de convivência com colegas de quarto? Já viveu essa experiência? Deixe seu comentário e conte para a gente!

 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-geral-blog-02.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2018-02-16 00:00:002024-01-09 14:07:27Por que ter um roommate? Entenda a sua importância
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