Daqui pra Fora
  • Início
  • Nossos Alunos
  • Programas
  • Materiais
  • Eventos online
  • Blog
  • A Daqui pra Fora
  • Teste suas chances
  • Agenda uma consulta
  • Menu

TOEFL: saiba o que é e como funciona esse teste

14 de fevereiro de 2021/em Austrália, Canadá, Estados Unidos, Holanda, Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Entenda como funciona o TOEFL, prova de proficiência em inglês para alunos internacionais que é exigida por universidades de diversos países como EUA, Canadá, Austrália e Holanda.

Para ser admitido em uma universidade americana, o estudante brasileiro precisa mostrar que o seu nível de inglês é suficiente para acompanhar as aulas. O mesmo acontece em qualquer universidade no mundo onde a língua adotada é o inglês.

A principal ferramenta utilizada pelas universidades nos Estados Unidos para medir o nível de proficiência dos candidatos é o TOEFL (Test of English as Foreign Language – Teste de Inglês como língua Estrangeira).

Confira as dicas da nossa especialista, Letícia Cunha, que trabalha na Daqui pra Fora há mais 10 anos com jovens que pretendem cursar uma graduação no exterior:

Como funciona o TOEFL?

O TOEFL (Test of English as a Foreign Language) e o IELTS (International English Language Testing) são provas de proficiência em inglês obrigatórias para admissão de estudantes que não têm o inglês como língua nativa.

O exame é aplicado para admissão nas universidades e pode ser feito online ou presencialmente. É administrado todos os meses no Brasil em centros autorizados nas principais cidades do país.

A prova dura até 4 horas e é dividida em 4 seções: Compreensão de Texto (Reading), Compreensão de Voz (Listening), Oralidade (Speaking) e Escrita (Writing). Cada seção vale 30 pontos, sendo, portanto, 120 pontos a pontuação máxima.

Entendendo o contexto do TOEFL

Diferentemente do que acontece aqui no Brasil, as universidades americanas adotam um método holístico para selecionar quem serão os aprovados em seus processos seletivos. Nele, vários aspectos da trajetória acadêmica e da vida pessoal do candidato são avaliados.

A application, ou candidatura, que o aluno envia às universidades é composta, portanto, por diferentes etapas. Todas elas são importantes. São solicitados, basicamente, o histórico escolar, cartas de recomendação, atividades extracurriculares, uma redação de caráter pessoal, além do SAT ou o ACT (prova padronizada). O TOEFL é mais um elemento fundamental da application.

Por dentro da estrutura da prova

Existem várias modalidades diferentes de TOEFL, prova administrada pela ETS (Educational Testing Service). Entre elas, a prova desenvolvida para o ingresso no ensino superior é o TOEFL IBT (Internet Based Test). Ele é adotado em todo território americano e por inúmeras outras instituições em diversos países.

O TOEFL IBT é a ferramenta que permite à universidade avaliar se o aluno domina o inglês a ponto de estar apto a acompanhar o curso.

O exame é dividido em 4 sessões que focam diretamente nas habilidades que o estudante vai precisar utilizar durante toda sua vida acadêmica. As sessões são Reading, Writing, Listening e Speaking.

Na sessão de Reading o aluno deve mostrar sua capacidade de interpretar o conteúdo lido. São apresentados 3 ou 4 trechos, cada um com aproximadamente 700 palavras e 10 questões.

A sessão Listening mede quanto o candidato consegue entender conversas e palestras. Os áudios contêm a linguagem utilizada nos campus das universidades. São 3 ou 4 áudios do tipo palestra (lecture), que duram de 3 a 5 minutos, com 6 perguntas para cada um. As conversas (2 ou 3 áudios) têm 3 minutos e 5 perguntas cada uma.

Na parte de Speaking, o candidato deve mostrar que sabe se expressar oralmente dentro de um contexto acadêmico. São 4 tarefas. O aluno tem de 15 a 30 segundos para se preparar para cada uma delas e 45 a 60 segundos para responder.

Em Writing, o exame avalia a habilidade do aluno em escrever em nível acadêmico. Espera-se nesta sessão que ele consiga expressar suas ideias de forma clara e organizada.

Outra modalidade do TOEFL voltada para os jovens é o ITP (Institutional Testing Program). Porém esta prova é mais direcionada para avaliação final de cursos de idiomas e para cursos de curta duração, não para graduação.

Sobre a nota do TOEFL IBT

Cada sessão do TOEFL IBT vale 30 pontos. Portanto, o aluno pode ter uma nota final de até 120 pontos.

Você pode estar se perguntando: mas qual a nota mínima que eu preciso atingir para ser aprovado? A resposta é: este número não existe. Cada universidade tem o seu critério de exigência em relação ao TOEFL e estabelece sua própria nota de corte.

Algumas universidades exigem 70 ou 80 pontos e as mais competitivas podem exigir acima de 100 (dos 120 possíveis). Portanto, uma nota mais alta abre um leque maior de opções para aplicar. Quando estiver pesquisando as universidades do seu interesse, vale a pena aproveitar para checar o mínimo que cada uma requer no TOEFL.

Algumas universidades podem exigir uma nota mínima em alguma sessão específica, especialmente em Reading e Writing. Por isso, quando pesquisar a nota de corte no site da universidade, verifique também se há alguma exigência nesse sentido, para não ser surpreendido.

Sua nota no TOEFL IBT fica disponível por 2 anos. Você pode fazer a prova quantas vezes quiser em busca do seu melhor desempenho.

Colocando o TOEFL em prática

O TOEFL é oferecido no Brasil em diversas datas ao longo do ano. Para se inscrever, basta acessar o site oficial da prova, o site da ETS . Lá você encontrará as datas e locais disponíveis. Mesmo sendo um exame online, ele é feito em centros de aplicação. Há muitos espalhados pelo Brasil. O preço da inscrição é U$ 215,00.

Para buscar o seu melhor desempenho no TOEFL, o ideal é fazer ao menos um simulado da prova. Esta experiência é fundamental para entender como funciona cada sessão da prova e para se familiarizar com o formato e com o conteúdo dela.

Ainda é uma ótima oportunidade para treinar a administração do tempo. Você pode fazer quantos simulados quiser.

Se você tem interesse em fazer um simulado para se familiarizar com o teste e avaliar o seu desempenho, entre em contato com o nosso time que podemos ajudar você nessa importante etapa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Imagem_FEED.jpg 1114 1114 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2021-02-14 12:44:442024-02-14 11:12:52TOEFL: saiba o que é e como funciona esse teste

Brasileiros que fizeram faculdade nos Estados Unidos

27 de novembro de 2020/em Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Fazer faculdade nos Estados Unidos tem sido o caminho cada vez mais escolhido por jovens brasileiros ao final do Ensino Médio. Afinal, a experiência de morar sozinho, de viver em outro país, a vivência nos campus sempre muito multiculturais, a possibilidade de criar uma networking internacional super potente e, claro, a excelência do ensino são fatores que motivam os estudantes a saírem do Brasil.

Vários exemplos confirmam que a experiência realmente ajuda a impulsionar a carreira, nas mais diversas áreas, de Business a política ou jornalismo. Então, fizemos uma lista de alguns profissionais brasileiros que hoje são inspiração para muitos que querem percorrer o mesmo caminho.

Siga a leitura até o final e saiba quem são eles.

Quem são os brasileiros que estudaram nos Estados Unidos e onde se formaram

Tiago Leifert (jornalista e apresentador de TV) – University of Miami

Todo mundo conhece o Tiago Leifert da televisão, talvez desde os tempos em que ele apresentava os programas esportivos da Rede Globo.

Entretanto, pouca gente sabe que Tiago fez faculdade nos Estados Unidos, na University of Miami, onde se formou em Psicologia e Jornalismo, com ênfase em Telejornalismo. Sendo assim, depois da faculdade, ainda teve a oportunidade de ser trainee na rede de TV NBC.

“Fazer faculdade fora foi a melhor decisão que tomei na vida”, declarou algum tempo atrás. E para quem pensa que ele só se beneficiou do que aprendeu no Jornalismo, não é bem assim. Tiago garante que  a Psicologia foi sua grande aliada enquanto trabalhou no entretenimento.

Segundo ele, foi muito importante para entender rápido a personalidade dos participantes dos reality shows que comandava. E, igualmente, essa percepção também o ajudava na hora de fazer perguntas aos seus entrevistados quando trabalhava como repórter.

Fazer dois cursos ao mesmo tempo, double major, é um dos privilégios de quem faz faculdade nos Estados Unidos; e Tiago soube se beneficiar muito bem disso.

A University of Miami (UM) é uma das 50 melhores universidades dos Estados Unidos, de acordo com o ranking US News. Seu principal campus fica na linda Coral Gables, a 10 km do aeroporto internacional e a 15 minutos do centro de Miami.

Mais de 15.000 alunos, entre eles quase 2.000 internacionais, se dividem em 12 escolas  e mais de 100 cursos de graduação e pós-graduação. Além disso, eles ainda podem participar de 30 fraternidades ou sororidades e de mais de 290 clubs e organizações estudantis. Sobretudo, a localização privilegiada torna os estágios bem mais acessíveis para os estudantes de UM.

David Neeleman (empresário) – University of Utah

David Neeleman é empresário, fundador da Azul Linhas Aéreas, da Jet Blue (EUA) e da West Jet (Canadá). Semelhantemente, tem também participação na TAP Air Portugal, na Aigle Azur (França) e em outras empresas,

Neeleman nasceu em São Paulo, em 1959, e cresceu nos Estados Unidos. Primeiramente, estudou Contabilidade na University of Utah. Aos 19 anos, voltou ao Brasil como missionário mórmon e refez suas ligações com o país. Desta ligação surgiu o interesse pela fundação da Azul, muito tempo depois.

A University of Utah é uma das 100 melhores dos Estados Unidos e a 10a melhor em Empreendedorismo do país, segundo o US News. Localizada em Salt Lake City, onde os pais de David moravam, U of U é uma grande universidade, com aproximadamente 25 mil estudantes na graduação, perto de 15% deles internacionais.

U of U possui 17 faculdades, com cerca de 100 departamentos e 160 cursos de graduação. Assim, os alunos podem participar de mais de 550 clubs e organizações estudantis, nas mais diversas áreas de interesse, como artes, cultura, engenharia, negócios, saúde, religião, esporte, entre outras.

 

Tabata Amaral (cientista política e deputada federal) e Jorge Paulo Lemann (empresário) – Harvard University

Tabata Amaral completou recentemente 30 anos e vem da periferia de São Paulo. Estudou em escola pública até ganhar uma bolsa de estudos em um colégio particular, como resultado do seu bom desempenho em Olimpíadas de Matemática.

Em seguida, lá ela vislumbrou a possibilidade concreta de fazer faculdade fora do país. Então, aplicou para bolsas de estudos e foi aceita em 6 das principais universidades do país e do mundo. Logo após, Tabata optou por estudar Astrofísica e Ciências Políticas em Harvard University.

Formada, voltou para o Brasil, onde fundou o Movimento Mapa Educação, e em 2018 foi eleita deputada federal. Sua principal pauta no Congresso e fora dele é a Educação.

O empresário Jorge Paulo Lemann percorreu um caminho diferente até Harvard . Depois de terminar o Ensino Médio na Escola Americana do Rio de Janeiro, em 1959, ele foi para Harvard, onde se formou em Economia. Foi também jogador profissional de tênis.

Após a faculdade, JP Lemann fez estágio em um banco na Suíça e voltou ao Brasil, onde trabalhou em diversas empresas do mercado financeiro. Se tornou banqueiro, depois empresário e hoje, aos 81 anos, é bilionário, dono da smaior fortuna do país.

Além de ser proprietário de grandes empresas como a AB Inbev, maior cervejaria do mundo, JP Lemann também investe em Educação, por meio da Fundação Estudar e da Fundação Lemann, e no Esporte, com a Fundação Tênis.

Em épocas e com trajetórias distintas, Tabata Amaral e JP Lemann viveram a experiência de estudar e se formar em Harvard. Sempre entre as universidades mais bem conceituadas do mundo, Harvard ocupa hoje o 4o lugar no ranking 2021 da Times Higher Education.

Fundada em 1636, a mais antiga universidade americana fica em Cambridge, próximo a Boston, Massachusetts, e é composta por 13 escolas e institutos que se destacam nos principais rankings nas suas respectivas áreas.

Entre eles estão a Business School, onde Lemann estudou, a Graduate Education School, a faculdade de Direito, de Medicina, de Engenharia e o J.F. Kennedy School of Government, onde Tabata se formou. Por Harvard já passaram 45 laureados pelo prêmio Nobel, mais de 30 chefes de Estado e 48 vencedores do Prêmio Pulitzer.

Quer ser mais um brasileiro estudando em grandes universidades do exterior? A Daqui pra Fora pode ajudar oferecendo toda a assistência necessária para a realização desse sonho.

Preencha o formulário abaixo e vamos começar uma conversa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/11/BLOG-3.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-11-27 15:54:502024-01-25 20:29:54Brasileiros que fizeram faculdade nos Estados Unidos

As 5 melhores faculdades de empreendedorismo dos EUA

13 de novembro de 2020/em Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Tem sido cada vez mais comum estudantes do mundo todo olharem para além do bom emprego em uma grande empresa. A ideia de ter seu próprio negócio vem incentivando jovens de diversas áreas a procurarem conhecimento e ferramentas para começarem suas carreiras. Um ponto de partida para isso é conhecer as melhores faculdades de empreendedorismo dos Estados Unidos.

Cursar Empreendedorismo é uma ideia que tem atraído cada vez mais a atenção de estudantes mundo afora, principalmente nos Estados Unidos. Seja qual for a área de interesse:

  • Arquitetura;
  • Educação Física;
  • Engenharia;
  • Gastronomia;
  • Comunicação;
  • Economia;
  • Design.

Neste curso, o aluno aprende tudo o que um empreendedor precisa para começar um negócio do zero. Por exemplo: identificar objetivos, desenvolver técnicas de marketing, criar estratégias de sucesso e muito mais. São conteúdos mais específicos, que vão além do que se aprende em um curso de Business.

Segundo o ranking Princeton Review, entre as 50 melhores faculdades de Empreendedorismo do mundo, 49 estão em universidades americanas. Vamos conhecer o Top 5 dos Estados Unidos nessa área.

As melhores faculdades de Empreendedorismo nos EUA (segundo o ranking US News)

Babson College 

Localizada em Wellesley, bem próximo a Boston, Massachussetts, Babson College é uma universidade pequena, com menos de 4.000 estudantes, privada, focada em Business, que há décadas se destaca em todos os principais rankings na área de empreendedorismo. Cerca de 30% dos seus alunos de graduação são internacionais, vindos de 77 países.

Desde quando foi criada, em 1919, Babson sempre buscou se diferenciar das outras escolas de negócios dos Estados Unidos. Sendo assim, se orgulha de ter sido a primeira a acreditar que é possível ensinar e aprender a empreender.

Hoje é conhecida mundialmente por sua excelência nessa área e por preparar os alunos não apenas para ter sucesso nos negócios, mas também para usar o seu negócio para transformar o mundo.

Babson oferece 120 oportunidades de estudos em 41 países. De fato, metade dos alunos optam por fazer um semestre fora dos Estados Unidos.

O lindo campus, de 1.400 m2, comporta excelente biblioteca, cafeteria, vários dormitórios (onde moram 76% dos estudantes), inúmeras instalações esportivas, centro de artes, um enorme parque e os alunos ainda podem participar de dezenas de clubs, vários deles voltados para assuntos ligados a Business.

Massachusetts Institute of Technology – MIT 

Uma das principais universidades do mundo (2a colocada no ranking mundial 2023 da Times Higher Education), o MIT é a segunda melhor entre as faculdades de empreendedorismo dos Estados Unidos.

Localizado em Cambridge, Massachusetts, o MIT já formou mais de 120 mil alunos. Entre seus ex-alunos e professores, estão 86 ganhadores do prêmio Nobel, em diversas áreas. Assim sendo, é tradicionalmente um dos lugares mais almejados por jovens que gostam de inovação e tecnologia.

O MIT admite estudantes do mundo todo pelo sistema need-blind (onde as necessidades financeiras dos estudantes admitidos são atendidas), o que, segundo a própria universidade define, ajuda a proporcionar um ambiente diverso, multicultural e organicamente colaborativo.

A metodologia que prioriza “aprender fazendo” se aplica também na área de Empreendedorismo. Igualmente, vários departamentos, laboratórios e centros de pesquisa da universidade estão voltados para empreendedorismo e inovação.

O MIT tem mais de 35 clubs e iniciativas que envolvem diretamente empreendedorismo e inovação, entre elas o $110K Entrepreneurship Competition e o MIT Cleaning Energy Price.

Fora da sala de aula, os 4.531 alunos da graduação ainda têm a oportunidade de participar de cerca de 450 clubs e mais de 50 grupos de música, teatro, artes visuais, dança e escrita. Além disso, em uma curta caminhada chegam a Boston, onde podem curtir os restaurantes e toda a vida cultural da cidade.

 

University of California – Berkeley 

A University of California – Berkeley fica na Baía de São Francisco e é a 4a melhor universidade do mundo, segundo o ranking 2023 da Times Higher Education e, também, a terceira melhor faculdade de Empreendedorismo nos Estados Unidos, de acordo com o US News.

UC Berkeley é referência em projetos de inovação social e economia. Ao mesmo tempo, tem 14 escolas e faculdades e oferece mais de 300 cursos diferentes.

Os 31.780 alunos de graduação podem integrar mais de 1.000 organizações estudantis, que englobam assuntos que vão desde política e economia até xadrez e asa delta, além de dezenas de sororidades e fraternidades.

Muito respeitada internacionalmente pela excelência no ensino e na pesquisa, Berkeley tem 19 professores laureados com o Prêmio Nobel, a maioria deles em Física, Química e Economia.

 

Indiana University – Bloomington 

IU Bloomington completa este ano 200 anos e se orgulha de ter um dos campus mais bonitos dos Estados Unidos. Segundo o US News, possui o 4º lugar entre as melhores faculdades de Empreendedorismo do país.

Mais de 200 cursos de graduação são oferecidos e, fora das aulas, os 33.084 alunos podem participar de mais de 750 clubs e organizações estudantis. Além disso, também existem eventos culturais ou profissionais que acontecem durante o ano todo.

IU tem cerca de 8.100 estudantes internacionais, professores de 120 países, e oferece a todos os seus estudantes mais de 380 programas fora dos Estados Unidos. Como resultado, a universidade possui uma vice-presidência exclusiva para Diversidade, Equidade e Assuntos Multiculturais.

A instituição hoje tem aproximadamente 690.000 ex-alunos vivendo no mundo todo. Muitos assumiram papéis de liderança em seus campos de trabalho. Entre eles estão Jimmy Wales, co-fundador da Wikipedia, e Mark Cuban, dono do Dallas Mavericks, (NBA).

 

University of Pennsylvania 

Fundada em 1740 por Benjamin Franklin, UPenn é tradicionalmente reconhecida como uma das principais universidades do mundo. É a 15a colocada no ranking mundial 2023 da Times Higher Education e é, segundo o US News, a 5ª melhor dentre as faculdades de Empreendedorismo dos Estados Unidos.

Localizada na Philadelphia, UPenn tem 12 faculdades distribuídas em um campus de 113 hectares que comporta cerca de 200 prédios. Em UPenn foi criado o primeiro grêmio estudantil dos Estados Unidos e, posteriormente, a primeira escola de negócios, a renomada Wharton School.

Do total de 20.300 alunos estudando na UPenn, cerca de 20% são internacionais. A universidade ainda conta com 4.700 professores, o que faz com que haja a proporção de um professor para cada 6 estudantes.

Os 10.009 alunos da graduação estão divididos em mais de 90 cursos. Dessa forma, fora do período de aulas, cerca de 1/4 deles integram 47 fraternidades ou sororidades.

A universidade oferece 677 clubs, com atividades multiculturais nas mais diversas áreas, como política, artes, esporte e economia, para os alunos colocarem o conhecimento em prática.

Se você quiser mais informações sobre as faculdades de empreendedorismo ao redor do mundo, basta entrar em contato com a gente no formulário abaixo.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/11/BLOG-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-11-13 16:16:172023-12-18 13:57:35As 5 melhores faculdades de empreendedorismo dos EUA

Melhores universidades dos EUA para estudar Ciência da Computação

9 de novembro de 2020/em Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Um dos cursos que mais teve aumento de procura nas universidades nos últimos anos é o de Ciência da Computação. E não é à toa. De fato, já se foi o tempo em que trabalhar nesta área se limitava a programar computadores.

Em outras palavras, hoje praticamente tudo o que vivemos tem o toque de um profissional de Ciência da Computação.

Deles dependem a sofisticada extração de dados na área da saúde, a criação de ferramentas de educação de ponta, o desenvolvimento de veículos sem motorista, avanços na segurança, inteligência artificial, algoritmos, enfim, nosso presente e futuro estão nas mãos destes profissionais.

Quem pensa em estudar Ciência da Computação no exterior tem as melhores opções, especialmente nos Estados Unidos. De acordo com o ranking da Times Higher Education (2021), 22 dos 50 melhores cursos de Computer Science do mundo estão nos Estados Unidos, e algumas são as universidades mais competitivas do país. Assim sendo, 6 das top 10 universidades estão por lá.

As 6 melhores faculdades dos Estados Unidos em Ciência da Computação

Stanford University

Considerada a 4a melhor universidade do mundo pelo ranking 2021 da THE, Stanford tem o 2º melhor curso em Ciência da Computação e o 1º nos Estados Unidos, de acordo com o mesmo ranking.

Localizada no coração do Vale do Silício, Stanford tem um dos maiores campus dos Estados Unidos, com 18 institutos de pesquisa interdisciplinares e 7 faculdades. Da mesma forma, cerca de 23% dos seus 16.300 alunos são internacionais, vindos de mais de 90 países, incluindo o Brasil.

O Departamento de Ciência da Computação de Stanford fica no Gates Computer Science Building. Assim sendo, o prédio construído em 1996 ganhou o nome em homenagem a Bill Gates, que doou 6 milhões dos 38 milhões de dólares investidos na obra.

Brian Acton, co-fundador do WhatsApp, é graduado em Computer Science em Stanford. Reed Hastings, co-fundador, co-CEO e chairman da Netflix, também se formou em Ciência da Computação em Stanford.

Sergey Brin fez seu PhD em Computer Science lá, onde conheceu Larry Page, que fazia seu masters, e juntos criaram o Google.

Massachusetts Institute of Technology (MIT)

Reconhecido como a 5a melhor universidade do mundo e 4a melhor em Ciência da Computação pela THE, o MIT é uma das principais referências acadêmicas do mundo em tecnologia, inovação e empreendedorismo.

Localizado em Cambridge, região metropolitana de Boston, seu campus recebe diariamente cerca de 1.000 professores e 11.000 alunos, 35% deles estrangeiros.

Algumas das principais descobertas da ciência que se deram no MIT incluem, entre outras, a primeira síntese química da penicilina e a invenção da memória de núcleo magnético, que permitiu o desenvolvimento de computadores digitais.

O MIT estima que cerca de 30.000 empresas ativas nos Estados Unidos foram lançadas por seus ex-alunos, que, por consequência, criaram 4,6 milhões de empregos e geram US$ 1,9 trilhão de receita anual.

Drew Houston e Arash Ferdowsi, fundadores do Dropbox, e Salman Khan, criador da Khan Academy, se formaram em Computer Science no MIT.

Carnegie Mellon University (CMU)

Carnegie Mellon tem a sexta melhor faculdade de Ciência da Computação do mundo e a terceira melhor dos Estados Unidos. É a 28a colocada entre as melhores universidades do mundo, sempre de acordo com o ranking da THE. Seus cerca de 13.000 alunos e mais de 1.400 professores vieram de aproximadamente 114 países.

Localizada em Pittsburgh, na Pensilvânia, onde fica o moderno Gates Center of Computer Science, CMU tem também desde 2002 um campus no Vale do Silício, dedicado a formar líderes globais em inovação tecnológica e a desenvolver pesquisas inovadoras para contribuir com empresas high-tech locais, nacionais e internacionais.

Diferentemente de várias outras instituições, os alunos da School of Computer Science da CMU geralmente trabalham na área de pesquisa (meio período ou summer jobs) durante a própria graduação.


Harvard University

Terceira melhor universidade do mundo, segundo o ranking 2021 da THE, a mais antiga universidade dos Estados Unidos tem não apenas o 4º melhor curso de Ciência da Computação do país, mas também o 8º do mundo.

Mais de 45 laureados com o Prêmio Nobel e 48 vencedores do Pulitzer têm conexões com Harvard. É no seu campus, em Cambridge, Massachusetts, que fica a maior biblioteca acadêmica do planeta, com mais de 20 milhões de volumes, 400 milhões de itens manuscritos, 10 milhões de fotografias, 124 milhões de páginas da web arquivadas e 5,4 terabytes de arquivos e manuscritos digitais.

Um quarto dos quase 23.000 estudantes de Harvard  são internacionais. Atualmente, entre os seus 323.000 ex-alunos hoje, 52.000 são internacionais, de 201 nacionalidades diferentes.

O curso de Ciência da Computação em Harvard faz parte da Harvard School of Engeneering. Nele, alunos e pesquisadores se envolvem em várias iniciativas interdisciplinares em diferentes setores da universidade.

Alguns exemplos são o Centro de Pesquisa em Computação e Sociedade, Instituto de Ciência Computacional Aplicada e o Berknan Klein Center of Internet and Society.


Princeton University

Princeton é a 9a colocada no ranking mundial 2021 da THE e também tem o 9º melhor curso de Ciência da Computação. Reconhecida há séculos como uma das maiores instituições de pesquisa do mundo, Princeton é uma das universidades com mais conexões com laureados com o Nobel. Em outras palavras, são mais de 40.

A universidade também é famosa pela beleza do seu campus e arquitetura dos seus 180 prédios, que recebem anualmente a visita de aproximadamente 800.000 pessoas. Sobretudo, Princeton tem moradia para todos os estudantes de graduação, durante os 4 anos, e 98% dos estudantes moram nos dorms.

Cerca de 23% dos alunos de Princeton são internacionais e a universidade tem um total de menos de 10.000 alunos, entre graduação e pós.

Na faculdade de Ciência da Computação são desenvolvidas pesquisas nas áreas de Segurança & Privacidade, Biologia Computacional, Arquitetura, Interação Homem-Computador, Política, Economia, entre outras.

Assim sendo, uma das pesquisas em curso atualmente aborda a redução de vieses em inteligência artificial.

Jeff Bezoz, fundador e CEO da Amazon, graduou em Princeton nas áreas de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação.


California Institute of Technology (Caltech)

Quarta colocada no ranking mundial da Times Higher Education, Caltech tem não somente o 10º melhor curso de Ciência da Computação do mundo, mas também o 6º melhor dos Estados Unidos.

Localizada em Pasadena, 11 km de Los Angeles, Caltech é mundialmente conhecida pela excelência em pesquisa e ensino em ciências e engenharia. Portanto, nos seus laboratórios de altíssima tecnologia, pesquisadores buscam respostas para perguntas complexas, produção novos conhecimentos, inovação e transformação do futuro.

Caltech tem aproximadamente 2.000 estudantes, entre graduação e pós, uma boa parte, 33%, estrangeiros. Focados em tecnologia e referências mundiais na área, como resultado, Caltech rivaliza em vários aspectos com o MIT.

Focada em tecnologia, Caltech inegavelmente recebe alguns dos principais nomes da ciência no mundo para seminários, palestras e congressos.

Outras universidades que se destacam

De acordo com o ranking mundial da Times Higher Education, há 1 universidade suíça entre as Top 10 em Ciência da Computação (ETH Zurich – 3º lugar) e 3 do Reino Unido: University of Oxford (1º), University of Cambridge (5º) e Imperial College London (7º).

Nos Estados Unidos, também se destacam UCLA (12º), Cornell (14º), Georgia Institute of Technology (16º), Columbia University (21º), University of  Michigan Ann Arbor (22º) e University of Texas at Austin (25º).

No Canadá, as melhores universidades em Computer Science são University of Toronto (23º) e University of Montreal (31º).

Quer estudar Ciência da Computação no exterior? Conheça nossos programas e veja como podemos encurtar esse caminho para você.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/11/BLOG.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-11-09 13:45:382023-12-11 18:28:47Melhores universidades dos EUA para estudar Ciência da Computação

Early Decision e Early Action: conheça as diferenças

11 de agosto de 2020/1.079 Comentários/em Estados Unidos, Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Algumas universidades dos Estados Unidos analisam a candidatura de seus aplicantes antecipadamente ao período regular do admission process (o chamado Regular Decision). Dessa forma, essas instituições facilitam a análise de estudantes que estão muito seguros de quais universidades querem estudar. Essas opções de admissão são conhecidas como Early Decision (ED) e Early Action (EA).

Existem aproximadamente 450 universidades que contam com as opções de Early Decision ou Early Action, e algumas delas têm ambas opções.

Se você deseja fazer faculdade no exterior, é muito importante entender como cada uma dessas opções funciona, pois existem particularidades que precisam ser levadas em consideração pelos estudantes ao decidirem aplicar através delas.

O que é Early Decision

Os alunos que se candidatam com a opção do Early Decision estarão assumindo um compromisso com aquela universidade: se forem aceitos, terão de obrigatoriamente estudar naquela instituição.

Então, os estudantes só podem escolher uma universidade para aplicar através do Early Decision. Os estudantes aceitos pelas universidades geralmente têm suas situações financeiras avaliadas e cobertas em grande parte pelas universidades.

Entretanto, as demais applications para outras universidades devem ser canceladas se o estudante é aceito através do Early Decision. Como resultado, o estudante fica preso à proposta da universidade, perdendo a opção de analisar e comparar eventuais ofertas que poderia receber de outras universidades.

Veja abaixo como funciona o Early Decision:

  • A candidatura é realizada mais cedo (geralmente em novembro), como primeira escolha de universidade;
  • O estudante recebe os resultados da universidade antecipadamente, geralmente em dezembro;
  • O aluno concorda em estudar naquela universidade se aceito e se for oferecida uma bolsa de estudos que é considerada adequada pela família;
  • Pode-se somente aplicar para uma universidade com essa opção;
  • Todas as demais candidaturas para outras universidades são canceladas se o aluno é aceito através do Early Decision.

O que é Early Action

Na opção Early Action, o estudante também aplica antecipadamente, mas não é obrigado a se matricular naquela universidade se for aceito e tampouco é obrigado a desistir de suas outras candidaturas. Veja abaixo mais detalhes sobre o Early Action:

  • A candidatura é feita antecipadamente ao período regular.
  • O aluno também recebe a resposta da universidade mais cedo (geralmente em dezembro);
  • A aceitação passa a ser uma opção; o estudante não é obrigado a se matricular na universidade;
  • O estudante pode aplicar e/ou manter sua candidatura para outras universidades no processo regular;
  • A resposta para a universidade precisa ser dada antes do dia 1 de maio.

Tanto o Early Action e principalmente o Early Decision são opções que exigem que o candidato tenha muita certeza de que aquela universidade é sua primeira escolha, ou seja, que tenha feito uma grande pesquisa sobre diversas universidades.

É importante que tenha uma grande identificação com aquela universidade acadêmico, social e geograficamente; e que seu perfil esteja de acordo com os alunos aprovados por aquela instituição para que ele tenha chances reais.

Ou seja: apesar de antecipar a análise da candidatura, as opções Early Decision e Early Action são muito boas para quem tem reais chances de ser admitido nas universidades escolhidas.

Dentre algumas das universidades que oferecem as opções de Early Action e Early Decision estão Duke University, Rice University, Brown University, University of Pennsylvannia, Columbia University, e outras instituições altamente competitivas.

Algumas universidades não aprovam os candidatos através do Early Decision e Early Action, mas tampouco os rejeitam. As candidaturas desses estudantes são marcadas como “deferred” ou “deferral”, ou seja, a universidade irá avaliar novamente a application do aluno, só que no processo regular.

Isso significa que o aluno não foi aprovado na avaliação antecipada, mas a instituição considera que aquele aluno tem o perfil adequado para se manter dentro do processo seletivo, tendo assim uma nova chance de ser reavaliado no processo regular.

Se você tem dúvidas sobre o processo seletivo para universidades dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, fale com a gente que podemos ajudar em todas as etapas do processo. Somos a consultoria mais experiente do mercado, tendo desde 2001 assessorado mais de 3500 estudantes.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-geral-blog-02.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-08-11 14:40:002024-01-16 14:47:26Early Decision e Early Action: conheça as diferenças

E agora, qual faculdade devo fazer?

31 de julho de 2020/em Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Dúvidas não faltam para os alunos do Ensino Médio na hora de definir o que vão estudar na faculdade. Qual faculdade devo fazer? Quais carreiras estão em alta? Quais “dão” mais dinheiro?

As respostas a essas perguntas que inevitavelmente aparecem nesse momento variam, mas uma coisa é certa: a definição final é sempre difícil e muito pessoal.

Quem opta por fazer faculdade nos Estados Unidos tem mais flexibilidade nesse momento porque vai tomar esta decisão tão importante um pouco mais para frente, com mais experiência, conhecimento e maturidade.

Processo de escolha da faculdade

Diferentemente do que no Brasil, quando aplica para uma universidade americana, o candidato concorre a uma vaga na instituição e não em uma carreira específica. Ele só precisa definir qual curso vai querer fazer no final do segundo ano.

Quando ingressa na universidade americana, o estudante não recebe um currículo pronto. Como é estabelecido pela faculdade nos Estados Unidos, o aluno constrói a sua própria grade curricular desde o início.

Nos dois primeiros anos ele faz algumas matérias consideradas básicas, como:

  • Redação;
  • Inglês;
  • História;
  • Ciências;
  • Artes;
  • Matemática.

E pode escolher outras disciplinas mais relacionadas aos seus interesses pessoais. A flexibilidade é enorme e o aluno pode experimentar inúmeras aulas e assuntos diferentes.

Dessa forma, alunos de engenharia ou medicina, por exemplo, desenvolvem obrigatoriamente redação, discurso oral, e podem explorar diversas áreas, desde filosofia, psicologia, negócios, até política do meio ambiente e muito mais.

Liberdade de escolha na hora de montar a grade de estudos

O aluno escolhe as matérias que quer fazer, horário das aulas e até os professores com quem quer estudar. Sempre contando com o apoio de um conselheiro da universidade, que vai guiar o aluno de acordo com seu perfil e objetivos.

O leque de opções depende de cada universidade, mas geralmente é muito grande e pode conter disciplinas convencionais ou matérias menos comuns como Introdução aos Vinhos, por exemplo, que é oferecida na Cornell University, 20a melhor universidade do mundo, segundo o ranking da Times Higher Education.

Quem estuda, por exemplo, na Santa Clara University, na Califórnia, e se interessa por Física, pode se inscrever na disciplina Physics of Star Trek. O curso aborda entre outros assuntos da ciência o teletransporte e é recomendada para quem pensa na possibilidade de um dia trabalhar na NASA.

Em UPenn, uma das principais universidades dos Estados Unidos e 16a do mundo segundo a THE, os interessados em inglês e literatura podem escolher a disciplina Wasting Time on Internet, que estuda se é possível selecionar conteúdo literário significativo em posts das redes sociais.

Com tantas possibilidades para explorar diferentes áreas antes de definir o curso que vai fazer, o estudante acaba tendo tempo para se conhecer melhor, para ver com o que realmente tem mais afinidade e vai poder tomar a decisão com muito mais tranquilidade, conhecimento de si próprio e do mundo.

A definição da carreira sendo feita em um momento de mais maturidade e autoconhecimento certamente traz mais assertividade e precisão. As chances de acerto são bem maiores e a probabilidade de insatisfação com o curso passa a ser mínima.

Neste webinar você encontra mais informações sobre os benefícios de fazer faculdade no exterior:

Faculdade nos Estados Unidos e Double major – Dupla Graduação

Outra vantagem de fazer faculdade nos Estados Unidos é que quando, no final do segundo ano, o aluno decide o curso que quer fazer, ele está definindo o seu major.

Porém, se depois de explorar diferentes áreas ele se interessar por mais de uma e quiser graduar em dois cursos diferentes, ele pode. É o double major ou dupla graduação.

Neste caso, o aluno faz os dois cursos ao mesmo tempo e um não precisa estar necessariamente relacionado com o outro. Quem opta pelo double major pode ter um dia a dia um pouco mais puxado, já que tem que cumprir os créditos para as duas áreas, mas esta opção é possível e não é nada incomum.

Alguém que faz jornalismo, por exemplo, e quer trabalhar como correspondente internacional, tem a oportunidade de fazer também o curso de Relações Internacionais. As possibilidades depois de formado inegavelmente aumentam.

Para quem quer empreender este modelo também é muito vantajoso. Quem quer fazer arquitetura ou engenharia pode se formar também em Business e no futuro vai estar totalmente preparado para abrir e cuidar do seu próprio escritório ou empresa.

No sistema curricular americano o aluno tem, portanto, mais tempo e conhecimento para se desenvolver e escolher com tranquilidade e maturidade a carreira (ou as carreiras) que vai seguir.

Quer saber mais sobre as possibilidades de ensino superior nos EUA? Fale com nossos especialistas e assine agora a nossa newsletter.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/07/BLOG-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-07-31 13:28:292024-04-10 15:33:54E agora, qual faculdade devo fazer?

Carreira no exterior: como é fazer estágio nos EUA

18 de março de 2020/108 Comentários/em Carreira, Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Uma das principais vantagens de fazer faculdade nos Estados Unidos é ter a possibilidade concreta de fazer estágio em um dos principais mercados do mundo e, assim, impulsionar desde cedo a carreira profissional.

Estando inseridos em um ambiente de excelência acadêmica e expostos constantemente a ofertas de estágio, alunos das universidades americanas têm a oportunidade de viver a experiência profissional nos Estados Unidos em ótimas empresas ou mesmo no próprio campus.

As possibilidades variam de universidade para universidade. Algumas instituições não permitem estágio durante o ano letivo, outras restringem o número de horas, em função da demanda acadêmica, outras permitem apenas estágios no campus e há as que liberam 100%. Por isso, sempre é bom checar como é a política de estágios na sua universidade.

Independentemente da política da universidade, muita gente procura largar na frente e busca fazer estágio nas férias de verão, que são longas e permitem um bom tempo para o aprendizado. São os Summer Jobs, muito comum nas universidades no exterior.

Foi o que fez o Caio Oliveira. Hoje aluno do último semestre na Cornell University, com double major em Economia e Matemática, Caio buscou fazer estágio logo no primeiro ano de faculdade e conseguiu. Depois não parou mais.

Como é fazer estágio nos EUA?

A gente conversou com ele sobre essas experiências. Nessa entrevista, ele nos conta tudo sobre como foi estagiar nos Estados Unidos e fala ainda como esta experiência vem o ajudando no início da carreira.

Daqui pra Fora – Quando você decidiu procurar estágio e por quê?

Caio– Eu sempre quis adquirir experiência profissional e tentar aprender o máximo da área que eu quero seguir desde o começo, ao invés de apenas aproveitar as aulas. Então decidi ir atrás disso logo no primeiro ano.

DpF – Quantos estágios você fez? Onde foram?

Caio – O primeiro estágio não foi nos Estados Unidos, foi em São Paulo, na maior butique de M&A da América Latina. Lá eles dão advisory para clientes fazerem fusão e aquisição de empresas. Nos 3 meses que estive trabalhando lá aprendi muito, foi maravilhoso, mantenho contato com as pessoas de lá até hoje.

Os outros dois estágios que fiz foram nos Estados Unidos, sempre no verão, de maio a agosto. Ambos em Nova York, no mesmo banco, um dos mais importantes dos Estados Unidos.

Trabalhei na divisão de Investment Banking, que é  exatamente o que eu fazia na butique de fusões e aquisições. Mas como é um banco maior, eles também oferecem outros produtos, então trabalhei desde oferta de ações até emissão de dívida e M&A também.

Acabei fazendo de tudo um pouco, com mais foco na indústria de químicos, materiais de construção, mineração etc.

DpF – Como você conseguiu estagiar duas vezes no mesmo banco?

Caio– Lá eles te dão um estágio de 10 ou 12 semanas e no meio deste período eles te dão um feedback sobre como você está indo. No final do verão eles falam se querem que você volte ou não.

No primeiro estágio neste banco, eu estava no segundo ano da faculdade, e tive a sorte de ser chamado para outro estágio, no terceiro ano. Agora, no final do verão de 2019, eles me chamaram para trabalhar lá full time assim que eu me formar.

DpF – Como foi a experiência de trabalhar em outro país, especialmente nos Estados Unidos?

Caio– Foi bem desafiador, porque além de lidar com as questões específicas do trabalho, tem as questões do relacionamento com as pessoas e com uma cultura diferente.

O relacionamento que eu tenho com meus amigos americanos é bem diferente do que eu tenho com os profissionais americanos. Isso significa um aumento na dificuldade.

Foi bastante importante manter a cabeça aberta, observar bastante como as pessoas se comportam, olhar como elas se organizam, como as coisas são feitas, para copiar o que dá certo e evitar o que dá errado.

DpF – O que você mais aprendeu trabalhando nos Estados Unidos? Alguma coisa te surpreendeu?

Caio– O aprendizado foi grande, forte, forte como provavelmente seria em outros estágios também. Mas como lá soma-se essa barreira cultural, acho que teve bastante um componente de eu provar pra mim mesmo que, mesmo sendo estrangeiro eu consigo fazer o trabalho da mesma forma, com a mesma qualidade ou até melhor que um americano.

Acho que teve esse lado que eu sempre quis me provar e me surpreendeu um pouco que as pessoas conseguiram ver isso.

DpF – Como essas experiências te abriram portas e te ajudaram a crescer profissionalmente?

Caio– Estou indo para uma das melhores instituições na minha área profissional, e acredito que o melhor escritório de Nova York. Então isso tem um peso para futuras oportunidades.

Até porque o processo de estágio é bem seletivo, tanto dentro do estágio quanto para chegar lá. Por isso, acredito que isso seja importante para mim no futuro.

A própria experiência de trabalhar longe da família, de já criar meu círculo profissional em outro país, acho que isso tudo é importante porque é bem valorizado caso um dia eu volte para o Brasil.

DpF – Por que você recomenda para os brasileiros fazerem estágio durante o curso nos Estados Unidos?

Caio– Acho importante para aprenderem a lidar com pressão. Tem a própria pressão do trabalho em si e tem a pressão da parte cultural. É bom ainda para fazer um círculo profissional nos Estados Unidos.

É um dos países mais produtivos do mundo, então as pessoas que você vai conhecer são muito boas, assim como vários brasileiros que eu conheci aqui também o são. Mas com os brasileiros a gente já está acostumado, tem mais facilidade de conversar e de se relacionar.

Só o fato de experienciar uma coisa diferente já é muito bom. Numa entrevista, o candidato que já teve uma experiência de trabalho no exterior pode levar vantagem.

DpF – Como você conseguiu os seus estágios?

Caio– O primeiro estágio em São Paulo foi por intermédio da Daqui pra Fora. E foi muito importante. Essa experiência na butique M&A que tive no Brasil me ajudou bastante nos Estados Unidos.

É bem raro alunos de primeiro ano terem experiência em M&A. Quando apliquei para os programas dos bancos, isso chamou bastante atenção. Eu tinha boas notas e uma faculdade muito boa por trás, com os cursos que eles procuram.

Acho que eu tinha os ingredientes certos no meu currículo para ser chamado para as entrevistas. Sempre busquei construir esse perfil, que eu sei que eles olham.

DpF – Quais dicas você daria para quem quer procurar estágio nos Estados Unidos?

Caio– No processo de aplicar para estágio, é fundamental ter muita organização. Organizar o currículo, ir no career office da faculdade, eles ajudam com isso. Outra dica importante é sempre procurar fazer networking com os alunos antigos da escola, que já estão trabalhando em algum campo que você goste.

Isso pra mim foi muito importante. No meu caso, como Cornell é uma universidade que tem muito peso, os meus entrevistadores eram de lá, e isso fez o processo ser mais confortável. Além de ter organização, abra a cabeça para fazer coisas diferentes.

Mesmo que você esteja cursando ciência da computação, por exemplo, veja coisas em business, em marketing, em design. Porque no final das contas, tudo são experiências, é como você constrói a sua história, e é isso que isso conta na hora da entrevista.

Quer saber mais sobre esse assunto? Entenda como funciona o mercado de trabalho nos Estados Unidos.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Carreira-no-exterior-Como-é-fazer-estágio-nos-EUA.png 541 810 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-03-18 00:00:002024-02-19 14:47:57Carreira no exterior: como é fazer estágio nos EUA

Meu filho tem chance de fazer faculdade no exterior?

16 de março de 2020/116 Comentários/em Canadá, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

É muito comum pais e alunos que querem fazer faculdade fora hesitarem ou até desistirem da ideia antes mesmo de tentar por acharem que não serão aceitos. É comum pensar que, só os melhores, aqueles que se destacam nas notas no colégio, têm chance de estudar no exterior. Afinal, as melhores faculdades do mundo estão lá.

Mas, diferentemente do que muitos pensam, para entrar nas melhores faculdades do mundo não precisa ter sido o melhor da turma e nem mesmo estar entre os melhores.

A oferta de excelentes universidades no exterior é muito grande e há lugar para alunos de diferentes perfis em instituições de alto nível.

De acordo com o conceituado ranking das melhores universidades do mundo da Times Higher Education (THE), há pelo menos 300 universidades melhores que a brasileira mais bem ranqueada, a USP. E dezenas de outras no mesmo nível dela.

Assim, alunos considerados medianos aqui no Brasil são aceitos em muitas excelentes universidades no exterior.

Onde são aceitos alunos com média 6 ou 7?

Estudantes com média entre 6 e 7 costumam ser aceitos em ótimas instituições, como a Indiana University, por exemplo, 134a  no ranking THE.

Muito respeitada nos EUA e no mundo, IU é uma universidade com 33 mil estudantes na graduação, mais de 200 centros de pesquisa e institutos, alguns deles reconhecidos entre os melhores do mundo, e um orçamento anual de US$ 3,5 bilhões. IU é a 18a universidade com mais estudantes internacionais nos Estados Unidos.

Arizona State University, 155a no ranking THE, é outra universidade onde alunos com médias entre 6 e 7 aqui no Brasil são aceitos. Com mais de 1/5 de alunos internacionais, ASU foi considerada há 3 anos a instituição de ensino superior mais inovadora dos Estados Unidos.

Tem atualmente no seu staff dois professores vencedores do Prêmio Nobel e seis vencedores do Prêmio Pulitzer na sua história.

Onde são aceitos alunos com média 7 ou 8?

Alunos com médias entre 7 e 8 são aceitos, por exemplo, na Boston University, 61a do mundo no ranking da Times Higher Education. BU é uma das maiores universidades da região de Boston, um dos principais polos estudantis dos Estados Unidos e do mundo.

Oferece 250 cursos em 17 diferentes faculdades e tem 17 mil alunos na graduação em dois campus nos Estados Unidos, além de vários importantes programas internacionais em diferentes países.

Na University of Manchester, no Reino Unido, também são aceitos estudantes do mundo todo com médias entre 7 e 8 no colégio. Manchester é a região com maior concentração de estudantes na Europa. A University of Manchester é considerada a 55a melhor do mundo segundo o ranking da THE.

Dividida em 4 faculdades, tem o maior campus do Reino Unido. Sua biblioteca tem mais de 4 milhões de livros impressos, mais de 41 mil jornais eletrônicos e 500 mil e-books. Entre seus alunos e professores, atuais e antigos, encontram-se 25 vencedores do Prêmio Nobel.

Onde são aceitos alunos com média 8 ou 9?

Alunos com médias entre 8 e 9 costumam ser aceitos em universidades ainda mais bem ranqueadas, como a UCLA e a University of Toronto, 17ae 18ano ranking THE, respectivamente.

Na UCLA, em Los Angeles, um corpo docente reconhecido internacionalmente é responsável por 230 cursos (entre graduação e pós-graduação) e mais de 5.000 disciplinas. É um dos principais centros de pesquisa e de performances na área de artes nos Estados Unidos e no mundo.

UCLA oferece ainda para os alunos mais 1.100 organizações (extracurriculares), onde os alunos podem se desenvolver nas suas áreas de interesse. E para quem quer mais experiência internacional, há 275 programas em 39 países.

Com muito prestígio internacional, a University of Toronto, no Canadá, tem 60 mil alunos (entre graduação e pós) de mais de 150 países. É um lugar cosmopolita e multicultural, assim como a cidade que a abriga.

Tem parceria  com diversos institutos de educação e indústrias no mundo todo. Com enorme reputação em inovação e pesquisa, foi o berço da descoberta da insulina e da pesquisa com células tronco.

Onde são aceitos alunos com média 9 ou 10?

Estudantes com notas entre 9 e 10 têm mais chances de serem aceitos nas universidades melhor ranqueadas do mundo, como a University of Oxford na Inglaterra, a número 1 do ranking em 2024, ou Harvard, nos Estados Unidos, 4a colocada no mesmo ranking.

Localizada nas imediações da cidade medieval, a University of Oxford tem 44 faculdades, mais de 100 bibliotecas, para seus 22 mil alunos, mais da metade na graduação e 40% deles estrangeiros.

A network de ex-alunos de Oxford inclui 250 mil pessoas, entre elas líderes como Bill Clinton, Indira Ghandi e 26 primeiros-ministros do Reino Unido. Além disso, estão ligados à universidade 11 vencedores do Prêmio Nobel de Química, 5 de Física e 16 de Medicina.

Harvard é a mais antiga instituição de ensino superior dos Estados Unidos e uma das mais prestigiadas e concorridas do mundo.

Estudaram em Harvard 157 premiados com o Nobel (número maior que qualquer outra instituição), 48 vencedores do Pulitzer (Jornalismo e Literatura), 14 contemplados pelo Turing (Computação) e 18 ganhadores da medalha Fields (Destaque em Matemática).

Também saíram de Harvard 8 presidentes dos Estados Unidos, entre eles George W. Bush e Barack Obama. Dos 371 mil estudantes que formam a network de ex-alunos de Harvard, 59 mil são estrangeiros, de mais de 200 países.

Encontre a universidade certa para o perfil de seu filho

Como vimos, as notas dos últimos 4 anos do colégio, que compõem a média (ou GPA) são importantes para a admissão nas universidades no exterior. Mas não são o único aspecto levado em conta pelas universidades lá fora.

O processo seletivo é holístico e abrange ainda outros fatores, como provas padronizadas, atividades extracurriculares, redações e cartas de recomendação.

Por isso, excelentes universidades no exterior recebem alunos com diversos perfis, tanto acadêmico quanto pessoal.

Quer saber mais sobre como seu filho pode se preparar para estudar em uma universidade no exterior? Assine nossa newsletter para ter todas as informações.

 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Meu-filho-tem-chance-de-fazer-faculdade-no-exterior.png 1415 2121 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-03-16 00:00:002024-03-05 14:30:29Meu filho tem chance de fazer faculdade no exterior?

Meu filho quer fazer faculdade no exterior, e agora?

10 de março de 2020/58 Comentários/em Canadá, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

A decisão de fazer faculdade no exterior é um marco importante não só na vida do aluno, mas de toda a família. É um momento novo para todos, que implica, entre outras coisas, em separação, e muitas dúvidas podem aparecer, tanto para quem vai sair de casa quanto para quem fica, os pais.

Por isso, é importante planejar bem esse momento importante para que ele seja o melhor possível para todos os envolvidos.

Pensando nisso, juntamos informações relevantes que podem ajudar seu filho e toda a sua família a lidar com essa fase da vida de maneira mais tranquila. Confira!

Como evitar os receios que surgem na jornada de estudar fora?

Para os pais, existe o medo da distância, de ter muita saudade, de o filho não conseguir se virar sozinho. Pode ter ainda a preocupação se ele vai estar bem instalado, confortável, seguro, afinal você não poderá checar isso tudo daqui.

E aí, muitas vezes aparece aquela vontade de resolver tudo por eles. E ainda pode haver o receio de não conseguir dar conta financeiramente do projeto. Dúvidas nessa hora não faltam, não é mesmo?

Mas para superar todas as inseguranças e poder dar o apoio de que seu filho precisa nessa jornada, o primeiro passo é estar bem informado. Quanto mais conhecimento tiver de tudo pelo que seu filho vai passar, desde o início da jornada, mais segurança você terá para dar o suporte necessário.

Vale a pena, então, pesquisar junto com o aluno sobre os locais onde ele pretende fazer a faculdade, como é a cidade, o clima e os costumes do local. E sobre a própria universidade, é muito bom ter informações sobre o ambiente acadêmico, a estrutura e a grade curricular.

Como apoiar meu filho a fazer faculdade no exterior?

Conversar com seu filho, vivenciar, participar da construção desse projeto, certamente ajuda a deixar os pais mais tranquilos. Quando os pais e toda a família se envolvem na concretização desta jornada, ela passa a ser uma conquista de todos.

Dessa forma, todos dividem o sucesso e assim o medo da distância e da saudade diminui bastante. Mas também é importante lembrar que quem deve liderar esse projeto é o próprio estudante e os pais devem ficar ao seu lado, incentivando o desenvolvimento da autonomia, soft skill muito importante para o sucesso dessa jornada.

Este envolvimento deve começar desde a preparação para o processo seletivo, que lá fora é holístico e muito diferente de como ele acontece no Brasil. As universidades no exterior avaliam o aluno como um todo, incluindo aspectos acadêmicos e pessoais. É importante os pais conhecerem as etapas desse processo e estarem junto com o aluno em todas elas.

O apoio passa por dar suporte na construção de um currículo forte, de identificar as oportunidades de atividades extracurriculares e tudo mais que envolve o desenvolvimento de uma boa candidatura.

Por isso, cabe aos pais incentivar os estudos desde cedo. O aluno não precisa ser o melhor da classe, mas ter boas notas e envolvimento em atividades extracurriculares durante toda a vida acadêmica certamente são fatores que ajudarão o estudante a construir uma candidatura forte para uma faculdade no exterior.

Como lidar com o stress da jornada?

Também faz parte estar ao lado do filho nos momentos de stress e cansaço, que são comuns e muitas vezes aparecem em forma de irritação . É bom parar para pensar se não está havendo muita pressão por parte da família sobre o estudante. Isso nunca é bom. Ao contrário, só atrapalha.

Por isso, durante toda a jornada, o ideal é sempre manter o diálogo, estar com a cabeça aberta para ouvir os objetivos, os receios, as preferências e as escolhas deles, tanto no que diz respeito à carreira que se pensa em seguir quanto em relação à universidade que quer cursar. Isso com certeza vai dar mais confiança ao aluno.

Alguns pais, até mesmo de maneira inconsciente, acabam colocando muitas expectativas em relação a conquistar uma vaga em universidades de renome, mas que muitas vezes não estão alinhadas com o perfil do estudante e não o farão feliz durante os próximos quatros anos.

Por isso, a seleção de para quais instituições aplicar é delicada e deve ser muito conversada em casa, sempre levando em consideração o que o aluno busca, pois lembre-se que eles são os protagonistas nessa história.

Para os pais, que ficam, uma forma de diminuir a ansiedade durante a preparação ou mesmo após a viagem e o início das aulas, é encarar esse momento como uma oportunidade inigualável de desenvolvimento para seus filhos.

Incentivar a autonomia pode ser doloroso no começo. Mas todos os pais que resistiram a resolver todos os problemas à distância pelos filhos e acreditaram em suas capacidades de solucionar as questões do dia a dia relataram como a experiência foi transformadora no amadurecimento desses jovens.

Focar nos benefícios para eles e em como essa pode ser uma experiência de vida única faz todo o esforço valer muito a pena.

O segredo para ter sucesso na jornada de estudar no exterior

A jornada para realização deste sonho pode parecer longa e complexa. Por isso, buscar todas essas informações na internet, muitas vezes pode ser confuso e difícil de encontrar sua veracidade.

O ideal é buscar orientação profissional de quem já trabalha com isso há muito tempo. A consultoria educacional da Daqui pra Fora conta com profissionais experientes que os guiarão por todo o caminho a ser percorrido, desde a preparação, seleção das universidades, na hora da candidatura e mesmo durante os anos na faculdade fora do país, de forma individual e personalizada.

Quer saber mais sobre este tema? Assine nossa Newsletter e fique por dentro de tudo o que envolve a jornada de estudar fora.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Meu-filho-quer-fazer-faculdade-no-exterior-e-agora.jpg 853 1280 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-03-10 00:00:002024-03-15 16:14:08Meu filho quer fazer faculdade no exterior, e agora?

5 motivos para estudar no exterior com a Daqui pra Fora

21 de fevereiro de 2020/55 Comentários/em Canadá, Daqui pra Fora, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar fora é uma decisão de vida, e não só uma decisão de carreira, não é mesmo? Ela envolve aspectos racionais e emocionais que muitas vezes é difícil de compreender.

E preparar-se para chegar lá não é diferente. É uma jornada, e não um tiro curto.

Por isso, para a Daqui pra Fora, consultoria educacional que desde 2001 prepara estudantes brasileiros para terem sucesso nos processos seletivos de universidades no exterior, cada cuidado conta.

Todos estes anos orientando jovens e famílias se reflete em um profundo conhecimento sobre a jornada de preparação, os processos internos que visam garantir o sucesso do projeto e um grande entendimento sobre as emoções que fazem parte dessa etapa tão importante na vida dos estudantes.

A Daqui pra Fora ainda os acompanha durante suas trajetórias universitárias, oferecendo suporte e criando oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.

Como garantir o sucesso desse projeto?

Tomar a decisão de fazer faculdade no exterior é um grande passo e por isso é melhor contar com profissionais experientes nessa jornada para maximizar suas chances de sucesso.

Quer saber quais são os 5 diferenciais da Daqui pra Fora que serão essenciais nessa trajetória?

Solução completa

A Daqui pra Fora prepara o aluno em todas as etapas do processo seletivo, desde o 9º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio. Nossos profissionais atuam com metodologia e têm muita experiência em todos os assuntos que são importantes para que essa jornada seja bem sucedida.

Também entendemos as emoções e os sentimentos que fazem parte desse momento tão importante para o aluno e para a família, por que a maioria de nós também passou por essa experiência de vida.

Brasileiro para Brasileiro

A Daqui pra Fora é uma empresa originalmente brasileira, formada por um time que entende profundamente o processo de seleção das universidades no exterior e sabe como os alunos brasileiros devem se preparar para ter sucesso.

Temos certeza que para esse projeto dar certo e fluir bem, é fundamental planejar a preparação pela perspectiva da família, que é brasileira ou está no Brasil, e tem pouco ou nenhum conhecimento sobre o assunto.

Não basta conhecer o processo, é preciso entender sobre a jornada de preparação do aluno e sua família.

Experiência

Em quase duas décadas, preparamos mais de 3.000 alunos brasileiros com perfis, objetivos e rotinas diferentes. Isso nos permitiu passar pelas mais diversas experiências e nos ensinou a lidar com cada uma delas, sempre ao lado da família e do aluno.

São milhares de casos de sucesso e uma enorme bagagem que nos tornam muito capacitados a orientar com segurança os jovens e suas famílias em um projeto tão importante como este.

Base de Dados DpF

Junto com nossos alunos, já enviamos mais de 50 mil applications. Com isso, pudemos construir uma base de dados muito valiosa que contribui de várias formas para o sucesso da jornada.

Primeiro, na escolha das universidades ideais para cada estudante de acordo com o seu perfil. Depois, na avaliação da probabilidade de admissão do candidato em cada instituição.

Essa base de dados ainda nos permite comparar o perfil do aluno que está se preparando com os de outros que já se candidataram para as mesmas universidades e ver, por exemplo, possibilidades de bolsas de estudo.

Equipe multidisciplinar

Nosso time conta com profissionais especialistas em cada uma das etapas dessa jornada. Eles oferecem orientação personalizada em todos os itens exigidos pelas bancas de admissão das universidades.

Acreditamos que nesse projeto é importante que o aluno receba orientações de especialistas com grande conhecimento e experiência naquela área de preparação e que elas se complementem, para que o resultado seja o melhor possível.

Desde que começamos nossa história, foram mais de 10.000 aprovações em universidades Top 100 do mundo (segundo o ranking da Times Higher Education), admissões em todas as Ivy League e mais de R$ 500 milhões conquistados em bolsas de estudos.

Na Daqui pra Fora, sabemos que cada aluno é um aluno. Que cada família é uma família. Que cuidar envolve o balanço entre acolher e exigir.

Porque se o sonho é grande e a jornada é longa e complexa, aqui nenhum cuidado pode ficar de fora.

Se você tem o sonho de fazer faculdade no exterior e quer contar com a assistência dos nossos especialistas, preencha o formulário abaixo para iniciar uma conversa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/5-motivos-para-iniciar-sua-jornada-de-estudar-no-exterior-com-a-Daqui-pra-Fora.png 663 1024 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-21 00:00:002024-04-08 16:40:145 motivos para estudar no exterior com a Daqui pra Fora
Página 2 de 11‹1234›»

Próximos eventos

  • Como selecionar as universidades mais adequadas para o seu perfil?16 de setembro de 2020 - 14:24

    Construa uma lista estratégica além de rankings e que reflita o seu verdadeiro potencial.

  • Formação internacional: planejamento, preparação e bolsas de estudo1 de setembro de 2020 - 15:41

    Entenda como funciona a consultoria e o planejamento estratégico para estudar no exterior.

Ver todos

Rua Tabapuã, 82. 4º andar
Itaim Bibi – São Paulo

(11) 3049-0400
contato@daquiprafora.com.br
Política de privacidade

 

Assine nossa newsletter

 

Scroll to top