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Quanto custa fazer faculdade no exterior?

17 de fevereiro de 2020/57 Comentários/em Canadá, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Cada vez mais estudantes têm o objetivo de fazer faculdade no exterior. E como todo objetivo, um bom planejamento pode ser a chave para que ele seja atingido.

Para quem quer estudar no exterior, além de se preparar para construir uma candidatura forte, esse planejamento deve envolver também os custos com a jornada.

Para fazer este planejamento financeiro, o primeiro passo é ter uma ideia dos valores que envolvem cada etapa do processo, desde o início da  application (candidatura) até a manutenção do aluno quando já estiver cursando a faculdade.

Colocando tudo no papel (ou numa planilha) e levando em conta a realidade da família, fica mais fácil organizar e, assim, enxergar que o objetivo é perfeitamente viável.

Antes de ir estudar no exterior

Os primeiros custos estão relacionados a taxas que devem ser pagas para fazer a application. Desde tradução juramentada de documentos (em média R$ 500,00 cada), até a própria application (aproximadamente U$ 100 cada uma), passando pela obtenção de visto (aproximadamente R$ 1.200,00) e passagens aéreas, depois da aprovação. Ainda há taxas menores com envio de documentos.

Como o processo seletivo inclui algumas provas, pode-se considerar também o custo delas. O TOEFL (exame de proficiência em inglês) custa U$ 215 e o SAT (prova padronizada como o Enem), U$ 95.

Estes valores podem ser atualizados a qualquer momento. Vale a pena sempre checar nos sites oficiais quando estiver fazendo o seu planejamento.

Os custos das universidades

As universidades no exterior cobram taxas anuais, ou seja, o aluno paga por ano para estudar. Mas essa taxa pode ser, muitas vezes, paga de forma parcelada.

Os valores da anuidade, que é o que mais pesa em todo o orçamento, variam muito de instituição para instituição.

Nos Estados Unidos, este custo anual pode variar de U$ 20 mil a U$ 70 mil, ou seja, pensando em moeda brasileira hoje, de R$ 6,6 mil a R$ 23 mil por mês, aproximadamente.

No Canadá, a anuidade fica entre CAD$ 25 mil e CAD$ 55 mil, o que equivale a cerca de R$ 6,2 mil a R$ 13,7 mil por mês.

No Reino Unido, a taxa anual fica entre £25 mil e £50 mil, ou seja, aproximadamente entre R$ 10,4 mil a R$ 20,8 mil por mês.

Estes números incluem as aulas, moradia e alimentação.

Seguro-saúde internacional

Vale a pena contabilizar ainda o seguro-saúde internacional, exigido pelas universidades. Nos Estados Unidos e no Canadá, o valor varia de acordo com o tipo de cobertura, em geral entre U$1.000 e U$2.000. Quanto maior a cobertura, mais caro.

A maioria das universidades no exterior tem parcerias com seguradoras e costumam indicar a melhor empresa local para seus estudantes.

Bolsa de estudos

Muitas universidades no exterior oferecem a possibilidade de bolsas de estudos também para estrangeiros. Há basicamente três tipos de bolsa disponíveis: por mérito acadêmico (de acordo com desempenho no processo e histórico escolar), por necessidade financeira (além de um excelente histórico escolar, o aluno precisa comprovar a renda familiar) e bolsa por talentos específicos (oferecidas em faculdades ligadas a Artes).

Mas este benefício é bastante concorrido e para conseguir ser contemplado com uma bolsa é muito importante ter uma boa estratégia, escolhendo as universidades certas e construindo uma application forte.

Custo de vida lá fora

Além do custo com a universidade, não podem ficar de fora do planejamento algumas despesas do dia a dia que o aluno vai ter durante o curso.

Afinal, a vida no exterior não fica restrita aos estudos. Mesmo que a parte acadêmica seja cheia de atividades e tenha muitas exigências, há muito o que conhecer e muitas experiências para se viver lá fora.

Devem-se considerar, portanto, despesas com transporte fora do campus e lazer. Em geral, os estudantes saem do campus para se divertir em bares, restaurantes, cinema, e muitas vezes viajam, especialmente nos feriados. Os valores variam muito de lugar para lugar, ainda que no mesmo país, e do estilo de vida de cada um.

Por isso, vale a pena colocar este tipo de despesa no orçamento, mas cada família pode estipular a extensão desse valor na sua “planilha”.

Considerando todos os possíveis gastos, o próximo passo é se organizar e planejar a jornada. A Daqui pra Fora  pode ajudar a colocar este projeto em prática e se manter no orçamento da família, já que conta com profissionais especializados em orientar os estudantes em cada etapa, desde o planejamento da candidatura até o apoio após a admissão.

Saiba mais como funciona a consultoria educacional da Daqui pra Fora.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Quanto-custa-fazer-faculdade-no-exterior.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-17 00:00:002024-02-23 10:21:12Quanto custa fazer faculdade no exterior?

Como é a experiência de um aluno em Yale?

7 de fevereiro de 2020/109 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

A Universidade de Yale é uma das melhores instituições de ensino superior do mundo, está entre as 10 primeiras no ranking Times Higher Education 2024, e figura entre as mais antigas dos Estados Unidos. Além disso, ela vem sendo cada vez mais procurada por estudantes que desejam estudar fora.

Você também tem esse sonho? Então, nada melhor do que conhecer a experiência de um aluno em Yale. Afinal, conhecer casos de sucesso é uma oportunidade de entender mais como funciona o processo de admissão e a rotina de fazer faculdade fora.

Veja como tem sido para o Bernardo, aluno de Porto Alegre da Daqui pra Fora. Acompanhe a leitura!

Como são as aulas?

Bernardo conta que todo início de semestre há o shopping period. Ele consiste em uma semana e meia onde os alunos podem testar todas as aulas que desejam fazer naquele semestre e confirmar se elas estão, de fato, alinhadas com seu plano de estudos.

“Para mim, esse é um dos pontos mais positivos de Yale, aqui o aluno tem oportunidade de explorar e não precisamos decidir antes de testar”, comenta Bernardo.

A vida acadêmica por lá tem sido agitada, como conta Bernardo, “É um ambiente que proporciona fazer muitas coisas em pouco tempo”.

Apenas no primeiro semestre ele já realizou muito mais do que imaginava: deu aulas de programação em escolas públicas da cidade para alunos do ensino fundamental, criou uma exposição de fotografia com a Sociedade de Fotografia de Yale, participou do clube de natação, trabalhou no Departamento de Linguística e testou diversas matérias fazendo cadeiras como, ciência da computação, ciências cognitivas, pensamento visual e cálculo.

Isso foi possível porque a Universidade de Yale, assim como as demais entidades americanas de ensino superior, apresenta uma flexibilidade em sua grade curricular, principalmente em cursos de graduação.

Nesse sentido, os alunos precisam obedecer a alguns requisitos, mas podem escolher as disciplinas que mais os agradam.

Como é o campus de Yale?

Bernardo, assim como os demais alunos, mora no campus. Ele divide um apartamento com duas meninas e três meninos. É comum na cultura americana os alunos residirem dentro da universidade e dividirem com roommates ou dormitórios ou apartamentos. Geralmente, é feito um sorteio para definir a casa em que os estudantes vão residir até o fim do curso.

Como estudar na Universidade de Yale?

Bernardo se preparou com a Daqui pra Fora durante o 2º e 3º ano do Ensino Médio. Ele conta que essa experiência foi fundamental para dar direção ao projeto de aplicar para as universidades, se preparar e poder ser aprovado em uma vaga em Yale.

Também ressalta a importância das redações que são trabalhadas com os mentores da Daqui pra Fora, tanto na parte de desenvolvimento de ideias quanto na criação da redação em si.

O processo seletivo para estudar em um curso da Yale obedece ao padrão da maioria das faculdades dos Estados Unidos. Isso significa que ele inclui o envio de Application Form, a realização de testes internacionais (SAT e ACT) e de inglês, a avaliação do histórico escolar e atividades extracurriculares, o envio de carta de recomendação, a carta de motivação e a redação (essay ou personal statement).

O setor de admissão não requer uma pontuação mínima para ser aprovado para uma das vagas. Geralmente, as notas costumam ser superiores a 700 no exame SAT (em uma escala até 800) e a 32 pontos no ACT (que vai até 36).

A Universidade de Yale apresenta um quadro de aproximadamente 13 mil alunos, sendo que 6 mil pertencem aos cursos de graduação, e 7.500 cursam programas de pós-graduação, mestrado e doutorado. Desse total, cerca de mil alunos são de outros países.

Quais são os principais cursos oferecidos pela Universidade de Yale?

A universidade conta com uma infraestrutura de ponta, salas de aula bem equipadas e professores que são referências mundiais nas áreas de ensino e pesquisa.

Atualmente, a Yale conta com 14 escolas. Os cursos de graduação pertencem ao Yale College, enquanto que as demais escolas apresentam cursos de especialização, mestrado ou doutorado em várias áreas.

• Yale College: a faculdade oferece cursos de várias áreas, como ciências sociais, matemática, ciência da computação e engenharia;

• Yale Graduate School of Arts and Science: essa faculdade abriga cursos de pós-graduação, mestrado e doutorado;

• School of Architecture: oferece cursos de pós-graduação em arquitetura e design;

• School of Art: oferece cursos de arte e organiza conservatórios;

• Divinity School: oferece cursos de mestrado nas áreas de teologia e religião;

• School of Drama: oferece cursos de teatro e artes cênicas, além de mestrados em artes;

• School of Engineering and Applied Science: tem vagas para mestrados e doutorados em engenharia e ciências;

• School of Forestry and Environmental Studies: vagas para mestrado em ciências florestais, ciências e gestão ambiental;

• Law School: é a Escola de Direito de Yale, que tem vagas para o L.L.M. (ou seja, mestrado em direito) e o J.D. (formação para atuar como magistrado);

• School of Management: é a escola de gestão de Yale, que oferece vagas para MBA e também para mestrado em Gestão Avançada e Ciências da Gestão;

• School of Medicine: a escola de medicina de Yale, que apresenta vagas para candidatos que já tenham concluído cursos de preparação em outras instituições;

• School of Music: apresenta vagas para mestrado e doutorado em música;

• School of Nursing: a escola de enfermagem oferece vagas para mestrado e doutorado;

• School of Public Health: tem mestrado e mestrado científico em saúde pública.

Como conseguir bolsa para estudar em Yale?

A instituição oferece ajuda para os estudantes na modalidade need-based, ou seja, de acordo com a renda familiar. Atualmente, cerca de 51% do corpo discente utiliza os benefícios desse programa.

Para isso, o estudante precisa fazer um pedido de assistência financeira. Afinal, os gastos para se manter na universidade não são baixos. O custo estimado para estudar em Yale gira em torno de US$ 53 mil por ano, fora os gastos pessoais.

Sem dúvidas, aprender com a experiência de um aluno em Yale é a melhor estratégia para ser aprovado em uma das vagas para essa universidade. Apesar de o processo seletivo ser longo, o ideal é preparar todos os documentos com antecedência, para não perder nenhum prazo.

Além disso, o recomendado é manter um bom currículo acadêmico e extracurricular, de modo a conseguir preencher os requisitos exigidos pela equipe de admissão.

Ficou interessado em estudar fora? Que tal tornar esse sonho uma realidade? Nós podemos ajudá-lo! Preencha o formulário abaixo para começarmos uma conversa. 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Como-é-a-experiência-de-um-aluno-em-Yale.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-07 00:00:002024-01-10 21:05:56Como é a experiência de um aluno em Yale?

O que é uma Liberal Arts College?

1 de fevereiro de 2020/115 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Quem pensa em estudar nos Estados Unidos e começa a pesquisar para onde ir, certamente, durante as pesquisas, se depara com termos como Liberal Arts College e University.

Mas o que isso significa? Saber a diferença entre elas e esse conceito é muito importante na hora de selecionar para onde aplicar em uma universidade no exterior.

Ambas são, claro, instituições de ensino superior e as diferenças não estão relacionadas à qualidade, mas às experiências, ao estilo de ensino e às vivências que o aluno vai ter em cada uma delas.

Como funcionam as Liberal Arts Colleges

Diferentemente das universidades tradicionais, que são instituições geralmente maiores, com um número grande de alunos e professores, as Liberal Arts Colleges são menores, com turmas pequenas e os professores dão mais ênfase ao trabalho em sala de aula que à pesquisa.

Por serem de porte maior, as universidades muitas vezes têm classes numerosas, são em geral divididas em escolas (escola de Direito, escola de Negócios etc.), oferecem diferentes tipos de diploma, graduação, pós graduação, PhD, e são voltadas à produção de conhecimento por meio de pesquisas conduzidas por professores.

As Liberal Arts Colleges focam somente no diploma de graduação e dificilmente têm mais de 5.000 alunos (em média são de 2.500 a 3.000), o que significa que você vai conhecer colegas e professores mais de perto. E eles a você. O ambiente é muito mais intimista e pessoal que nas grandes universidades.

Nas Liberal Art Colleges os alunos trabalham ainda mais as soft skills, habilidades supervalorizadas no mercado de trabalho, em aulas que incentivam constantemente debates, pensamento crítico e escrita.

O currículo inclui matérias que envolvem temas como:

  • Filosofia;
  • Psicologia;
  • Religião;
  • Biologia;
  • Matemática;
  • Relações internacionais;
  • Biologia;
  • Sociologia;
  • Antropologia;
  • Entre outros.

O exemplo da Clara em Grinell

A Clara Zioli da Igreja, que é de São Paulo, e trilhou sua jornada de preparação e candidatura com a Daqui pra Fora, optou por uma Liberal Arts College.

Ela tem 18 anos, está cursando o segundo semestre na Grinell College,  em Iowa – EUA, e conta a seguir como tem sido esta experiência.

Daqui pra Fora– Como tem sido a experiência na Grinell College?

Clara Zioli Igreja- Durante o primeiro semestre foi bem difícil administrar o tempo. Lembro de um dia em que eram 3 horas da manhã e eu lavava roupa enquanto terminava os trabalhos que eram para o dia seguinte.

A faculdade oferece muitos recursos e depois de conversar com os professores e orientadores, consegui me organizar melhor. É muito bom ter essa liberdade para escolher o que estudar e explorar bastante, mas ao mesmo tempo é difícil escolher as aulas com tantas opções.

Outra novidade foi não ter uma sala fixa. Tive aulas com estudantes de todos os anos e cursos, dificilmente tinha mais de uma aula com a mesma pessoa. Por outro lado, isso tornou mais fácil conhecer novas pessoas.

DpF– Você já definiu seu major?

Clara– Decidi o major no final do primeiro semestre. Meu Intended Major é Economia, mas na minha faculdade o major só é declarado no final do segundo ano.

DpF– Como tem sido a adaptação ao estilo de ensino americano?

Clara- Academicamente, eu não diria que o ensino americano é mais desafiador que o brasileiro. Mas as principais diferenças são as leituras antes da aula, que são primordiais, e os trabalhos escritos (papers), que são bem mais frequentes.

No Brasil, as provas são as principais ferramentas de avaliação, ao passo que na faculdade americana os trabalhos têm a mesma importância.

DpF- Por que você optou por uma Liberal Arts College?

Clara- Escolhi uma educação baseada em Liberal Arts porque entendo o conhecimento como uma unidade. É imprescindível, assim, uma educação diversificada para compreender a sociedade contemporânea e como minhas habilidades e aptidões se encaixam em escala coletiva.

A diferença desse tipo de universidade é que a trajetória acadêmica dos estudantes é menos limitada ao caminho profissional escolhido.

Assim, a individualidade intelectual é valorizada, e predomina a liberdade do estudante em construir seu repertório acadêmico de acordo com o que acredita que será necessário em seu futuro. Portanto, Liberal Arts Colleges costumam proporcionar muitos recursos de orientação.

DpF– Como você acredita que uma Liberal Arts College pode contribuir para a formação na sua área e, portanto, para sua carreira?

Clara- Uma educação Liberal Arts possibilita tornar minha bagagem acadêmica única. Caso eu decida me formar em economia, meu currículo e expertise serão únicos.

Ao fim da formação de quatro anos, terei adquirido um conhecimento diversificado que ampliará minhas possibilidades profissionais.

Pensando em fazer universidade no exterior? Confira aqui os cursos que têm sido mais procurados lá fora.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/02/O-que-é-uma-Liberal-Arts-College.jpg 656 1024 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2020-02-01 00:00:002024-03-12 16:23:04O que é uma Liberal Arts College?

Conheça a UCLA e seus diferenciais!

17 de dezembro de 2019/59 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Já se imaginou em uma faculdade no exterior? Pois é, essa é uma alternativa interessante para aumentar o peso do seu currículo e conseguir ótimas oportunidades. Ao escolher os Estados Unidos como destino, a UCLA chama a atenção.

Com 40 programas entre os melhores do país, também aparece em rankings internacionais. A “Times Higher Education World University Rankings”, por exemplo, dá destaque a essa instituição por suas excelentes qualidades.

Quer conhecer quais são os diferenciais da UCLA? Venha descobrir tudo sobre a instituição!

A história da UCLA

Com a corrida do ouro, a região da Califórnia se desenvolveu rapidamente no final do século XIX. Em 1881, foi autorizada a construção de uma espécie de “filial” da California State Normal School. A intenção era atender à população crescente e criar melhores condições em Los Angeles.

Em 1882, o novo local de ensino foi inaugurado bem no coração da cidade. Nessa época, era chamada de Los Angeles State Normal School.

A incorporação ao sistema da University of California aconteceu em 1919. Nos anos seguintes, passou por organizações. Foram formadas as faculdades específicas e mais investimento foi feito.

Por volta de 1930, trocou de localização para comportar mais alunos e inaugurou os 4 primeiros prédios: a biblioteca, o Royce Hall, a estrutura de Física e Biologia e a de Química. Na sequência, vieram os outros.

Em 1953, alterou seu nome definitivo para o que conhecemos hoje: University of California, Los Angeles — ou UCLA.

Principais cursos oferecidos pela UCLA

Assim como acontece na maior parte das instituições norte-americanas, a UCLA tem várias divisões para as carreiras disponíveis. A seguir, conheça quais são os cursos principais, de acordo com as faculdades e separações.

Social Sciences Division

Na parte de ciências sociais, é possível estudar a nossa sociedade, cultura e formas de interação. Entre os cursos, estão:

  • Ciência Política;
  • Estatística;
  • História e mais.

Humanities Division

No departamento de Humanidades, você estuda temas relacionados aos seres humanos, a maneira como agem na sociedade e até o que produzem. Entre os cursos, estão:

  • Linguística;
  • História da Arte;
  • Filosofia e mais.

Physical Sciences Division

Na parte de ciências físicas, a intenção é entender os fenômenos que nos cercam. As graduações incluem:

  • Física e Astronomia;
  • Matemática;
  • Química e Bioquímica e mais.

Life Sciences Division

Já a divisão de ciências da vida envolve os temas sobre os diversos organismos e formas de existência. Os principais cursos são:

  • Ciência Cognitiva;
  • Microbiologia, Imunologia e Genética Molecular;
  • Neurociência e mais.

School of the Arts and Architecture

Se você se interessa pela estética ao seu redor, a faculdade de artes e arquitetura pode ser a melhor alternativa. Com diversas instituições em sua estrutura, oferece os cursos:

  • Artes e Culturas Internacionais;
  • Estudos Arquitetônicos;
  • Dança e mais.

Henry Samueli School of Engineering and Applied Science

Quem prefere as Ciências Exatas pode escolher a área ligada às engenharias e ciências aplicadas. Entre os principais cursos, estão:

  • Bioengenharia;
  • Ciência da Computação;
  • Engenharia de Materiais e mais.

Herb Alpert School of Music

Se o ritmo for o seu grande dom, a escola de música é o melhor destino. Com estrutura completa, oferece entre os cursos:

  • Composição Musical;
  • Estudos de Jazz;
  • Musicologia e mais.

Luskin School of Public Affairs

Para atuar como líder e até criador de mudanças, o curso de Relações Públicas pode ser a melhor opção. O major nessa área é a principal oferta dessa faculdade.

School of Theater, Film and Television

A proximidade com Hollywood pode inspirar a cursar algo ligado ao entretenimento. Entre as opções, estão:

  • Animação;
  • Artes e Técnicas de Filmagem;
  • Direção de Câmeras e mais.

School of Nursing

Para cuidar das pessoas, a escola ligada à parte de saúde é uma boa escolha. O major oferecido é o de Enfermagem, para quem deseja atuar na área.

Os ex-alunos notáveis

Um dos diferenciais da UCLA é a extensa lista de ex-alunos influentes e que obtiveram grandes feitos. A seguir, veja uma lista com alguns dos principais:

  • Tom Bradley, primeiro prefeito negro de Los Angeles;
  • James Horner, compositor vencedor do Oscar;
  • Taylor Wang, primeiro astronauta chinês;
  • Paul Terasaki, responsável pela evolução dos transplantes de órgãos;
  • Kareem Abdul-Jabbar, jogador da NBA;
  • Arthur Ashe, campeão de tênis em Wimbledon e muitos outros.

Os prêmios recebidos pela instituição

Tanta qualidade e infraestrutura fazem com que a UCLA tenha recebido vários títulos ao longo dos anos, por meio de seus alunos, ex-alunos e professores.

Ao total, a instituição conta com 14 prêmios Nobel que passaram por seu campus. Além das áreas tradicionais, há outras premiadas na universidade.

A UCLA já recebeu, por exemplo, 2 Turing Awards, o mais importante sobre computação e tecnologia. Prêmios variados incluem:

  • 14 MacArthur Fellows;
  • 11 National Medal of Science;
  • 3 Pulitzer Prize e mais.

Na área de artes, filmes e música, conta com 38 prêmios Oscar para seus ex-alunos e professores. Nos esportes, também não faz feio. Já conquistou 118 vezes o campeonato universitário nacional de basquete masculino e 261 medalhas olímpicas.

O campus da UCLA

O campus da instituição é um dos mais completos do país. Ele vai muito além das diversas construções e da grande área verde para relaxar entre as aulas.

A instituição oferece alojamentos e refeitórios, além de mais de 1000 organizações estudantis e negócios em projeto-piloto. Quanto à segurança, há a polícia do campus, com diversas diretrizes. Já quanto à saúde, há centros de imunização, de massagem, de terapia física, clínicas médicas e mais.

As principais curiosidades

O impacto da instituição vai muito além do que você imagina. Em seus prédios, já foram criadas mais de 3000 invenções. Ao total, quase 150 empresas se basearam em tecnologias elaboradas na instituição.

Além disso, foi Leonard Kleinrock, professor de Ciência da Computação, que liderou o time da UCLA para criar as bases da internet que conhecemos hoje.

O professor Andrea Ghez trouxe descobertas que modificam o entendimento sobre a galáxia, enquanto o docente Rajit Gadh desenvolveu tecnologia para o consumo de energia.

Na área de saúde, os pesquisadores da universidade foram pioneiros sobre a AIDS e responsáveis por reportar os primeiros casos da doença no mundo.

Não é por acaso que o hospital da instituição é o melhor de Los Angeles e o sétimo do país. Entre mais de 2000 médicos, há cerca de 200 na lista dos melhores do país.

Os principais passos para a admissão

Por ano, a UCLA recebe mais de 100 mil inscrições e é a mais escolhida dos Estados Unidos. Também é a opção de muitos estudantes internacionais, então essa pode ser a sua chance.

Mas, para vencer tanta competição é preciso acertar em cheio no processo de admissão. Estudantes internacionais que concluíram o Ensino Médio devem ter notas acima da média nas disciplinas do curso de interesse. Também é necessário apresentar:

  • ACT e ACT Writing Test ou o SAT;
  • Documentos traduzidos e na versão original;
  • TOEFL acima de 100 ou IELTS com mínimo de 7;
  • Comprovação financeira de valor mínimo exigido para o semestre e
  • Visto de estudante válido.

Para já se preparar para fazer faculdade no exterior e encarar o processo com mais tranquilidade, vale contratar uma consultoria especializada. Assim, é possível aumentar as suas chances.

A UCLA não é a 17ª melhor do mundo por acaso. Com muita estrutura, centenas de cursos e diversos prêmios, pode ser o seu destino para ter uma formação completa.

Aproveitando, se quiser acompanhar novidades sobre essa e outras instituições, assine nossa newsletter e não perca as atualizações! Você receberá tudo diretamente em seu e-mail.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Conheça-a-UCLA-e-seus-diferenciais.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-17 00:00:002024-02-21 14:31:23Conheça a UCLA e seus diferenciais!

Saiba mais sobre a Columbia University

16 de dezembro de 2019/49 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar na Columbia University (Universidade de Columbia) é o desejo de muitos brasileiros que sonham em concluir um curso de ensino superior ou uma especialização fora do Brasil. Então, por que não concretizar esse sonho?

Tem vontade de estudar nos EUA? Saiba que isso é possível.

Neste artigo, você vai conhecer as principais informações e algumas curiosidades interessantes sobre a Columbia University, uma das mais antigas dos Estados Unidos. Acompanhe!

Curiosidades sobre a Universidade de Columbia

História da Universidade de Columbia

A Columbia University é a mais antiga instituição de ensino superior da cidade de Nova York — e a quinta mais antiga de todos os Estados Unidos. Fundada em 1754, ela é considerada uma das melhores de todo o mundo.

O campus fica situado na 116th Street com Broadway, em Nova York. De acordo com o conceituado ranking da Times Higher Education (THE) 2024, a Columbia University figura como a número 17 no ranking das universidades mais desejadas de todo o mundo.

O motivo de tamanha concorrência é o incentivo ao aprendizado completo e à educação de qualidade que a entidade de ensino oferece para os alunos.

O foco da universidade é formar mentes brilhantes que sejam capazes de trazer soluções para os principais problemas da sociedade e trabalhar junto a novas descobertas.

Estima-se que, todos os anos, a universidade receba mais de 30 mil candidaturas para o college. No entanto, ela costuma admitir apenas cerca de 5% dos candidatos interessados.

Ex-alunos notáveis

Desde que foi fundada, a universidade já formou ilustres estudantes. Alguns deles foram, inclusive, reconhecidos com o Prêmio Nobel. Conheça os alunos mais famosos que saíram das salas de aula da Universidade de Columbia:

  • Theodore Roosevelt;
  • Franklin Roosevelt;
  • Barack Obama (formou-se em Ciência Política);
  • Alicia Keys;
  • Alexander Hamilton;
  • Madeleine Albright;
  • J.D. Salinger;
  • Alan Greenspan;
  • David Rockefeller;
  • Katie Holmes;
  • Jake Gyllenhaal;
  • Warren Buffett;
  • Larry Grossman;
  • Edwin Armstrong;
  • Francis Mechner.

Os campi da Universidade de Columbia

A base da universidade está em Nova York. A instituição de ensino apresenta dois campi principais. Um deles está situado no bairro de Morningside Heights, e o outro, em Washington Heights.

Columbia conta com três unidades acadêmicas de graduação, treze cursos de pós-graduação e algumas escolas profissionalizantes.

Cursos oferecidos

A Columbia University oferece o aprendizado em diversas áreas, como saúde, ciências, artes, humanas, negócios etc. Os principais cursos disponibilizados são Direito, Medicina, Biologia, Literatura, Tecnologia e Engenharia.

Entenda como funcionam os cursos da Universidade.

Graduação

A Universidade de Columbia abrange 4 mil alunos, uma quantidade considerada baixa. Essa política é adotada pelos gestores com o objetivo de manter o alto nível de ensino — reter e formar os melhores talentos.

A Universidade oferece duas modalidades de diplomas de graduação: B.A. (Bachelor of Arts) e B.S. (Bachelor of Science). Eles são adquiridos após o estudante ter completado cerca de quatro anos de estudo — em torno de 124 créditos, no mínimo.

A concessão dos títulos vai depender do tipo de escola:

  • Columbia College (CC): concede o diploma B.A.;
  • Foundation School of Engineering and Applied Science (SEAS): oferece o diploma B.S.;
  • School of General Studies (GS): concede os diplomas B.A. e B.S.

Mestrado e doutorado

O curso de mestrado dura em torno de dois a três anos, dependendo da área de estudo e das exigências de pesquisa. Por sua vez, o doutorado pode variar entre um a dois anos.

Para obter o devido diploma, os estudantes devem ter contribuído de forma significativa para um determinado experimento ou estudo, além de ser exigida a apresentação oral da tese final.

Processo seletivo para se candidatar a uma vaga

Os estudantes brasileiros que desejam se candidatar ao processo seletivo (Application) devem se atentar com relação às principais condições determinadas pela equipe de admissão da instituição. Confira.

Apresentar o histórico escolar detalhado

O histórico escolar deve indicar as disciplinas que foram cursadas e apontar a respectiva nota que foi alcançada pelo aluno nos últimos quatro anos do colégio, além da lista contendo atividades extracurriculares e eventuais prêmios recebidos. A apresentação desse documento exige a prévia tradução juramentada.

Obter bons resultados em testes de admissão

Os exames de admissão têm o objetivo de selecionar o perfil dos candidatos e analisar o nível de conhecimento de cada um. Eles devem ser prestados com antecedência e podem ser realizados do Brasil mesmo.

Os testes exigidos podem variar de acordo com o curso escolhido, mas de uma maneira geral, os exames mais comuns são o SAT e o ACT.

Apresentar o atestado de proficiência em inglês

Estudar em uma escola americana de nível superior exige a fluência no inglês. Afinal, como vai ser possível acompanhar as aulas e estudar os conteúdos programáticos se você não dominar o idioma?

As universidades exigem a aprovação no teste de proficiência em inglês — TOEFL ou IELTS. Caso você não atinja a pontuação mínima, a universidade poderá exigir que você frequente aulas de inglês antes de iniciar o curso.

Elaborar o Essay

O Essay (Personal Statement) é uma carta de motivação que deverá ser elaborada pelos candidatos que desejam estudar no exterior. Trata-se de uma redação que deve ser escrita em inglês e apresentar uma visão geral e clara sobre a sua experiência, habilidades e as razões que o levam a estudar em uma universidade internacional.

Para isso, demonstre entusiasmo, otimismo e revele todas as capacidades que você possui. É uma maneira de deixar que o examinador o conheça melhor e conceda a sua aprovação. Portanto, capriche na redação!

Solicitar cartas de recomendação

A carta de recomendação deve ser solicitada para os professores  e coordenadores de sua escola que fizeram parte da sua trajetória acadêmica. Eles serão responsáveis por criar a sua imagem perante o examinador — postura, comportamento, proatividade, trabalhos realizados, pesquisas desenvolvidas etc.

Todos os anos, milhares de candidatos participam do processo seletivo para serem admitidos nos cursos de graduação da Columbia University. A alta procura pela instituição se deve principalmente pela sua tradição e qualidade no ensino.

Trata-se de uma das melhores universidades de todo o mundo! Então, por que não começar a colocar os seus sonhos em prática e preparar a documentação necessária para iniciar o processo de candidatura?

Ficou animado em se formar em Nova York? Que tal se inspirar ainda mais? Assine a nossa newsletter e receba mais conteúdos contendo informações importantes sobre como é viver e estudar fora do Brasil!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Saiba-mais-sobre-a-Columbia-University.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-16 00:00:002023-12-26 13:50:56Saiba mais sobre a Columbia University

Entenda mais sobre a Universidade Johns Hopkins

20 de novembro de 2019/82 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

No começo da educação superior nos Estados Unidos, surgiu a Johns Hopkins University. Hoje, o local é considerado o primeiro centro de pesquisa do país.

Responsável por algumas das descobertas médicas mais importantes, é uma instituição de peso para quem busca uma formação incrível. Mas antes de ir atrás do seu diploma de medicina nos Estados Unidos, é preciso conhecer melhor essa alternativa.

Nosso time separou as informações mais relevantes sobre a Johns Hopkins University para tirar as suas dúvidas. Vai perder? Confira!

A história da universidade Johns Hopkins

Foi em 1876 que a instituição foi fundada. Localizada em Baltimore, em Maryland, foi construída graças às doações de Johns Hopkins. Apesar de ser um famoso empresário do século 19, teve uma infância difícil, na qual largou os estudos para ajudar a família no campo. Com o objetivo de oferecer a chance de educação aos outros, fundou a instituição.

Logo na inauguração, ficou claro que a intenção principal da instituição era se dedicar à pesquisa. Baseada nos modelos alemães, a Johns Hopkins University foi uma verdadeira revolução no ensino superior dos Estados Unidos.

Em 1878, foi criado o jornal universitário, que permanece ativo até hoje e é o mais antigo em atividade no país. Em 1889, chegaram o hospital universitário e a Escola de Enfermagem. Em 1893, foi a vez da Escola de Medicina ser inaugurada.

Em 1902, o campus foi expandido, já para comportar a importância da instituição. Hoje, o local é um relevante centro de ensino dos Estados Unidos. Mais que isso: está entre as melhores faculdades do mundo, de acordo com a The Times Higher Education World University Rankings 2024.

Como a universidade Johns Hopkins se tornou centro de referência

Se hoje a universidade é um ponto de referência na área médica, isso não aconteceu da noite para o dia. O principal ponto foi o investimento em infraestrutura, possível com o dinheiro doado por seu fundador.

Além da faculdade, foi criado um hospital e escolas de treinamento para profissionais da área e houve um grande investimento em pesquisa, com destaque para engenharia genética.

Com laboratórios e equipamentos de ponta e uma cultura voltada para a pesquisa, algumas das principais descobertas modernas aconteceram nesse campus.

Mesmo já consolidada como referência nessa área, a Johns Hopkins University continua investindo pesado para garantir as melhores condições para estudantes e professores envolvidos com a ciência.

Principais cursos oferecidos na universidade Johns Hopkins

É verdade que a universidade é um ótimo destino para quem deseja cursar Medicina ou outras áreas da saúde. No entanto, a instituição é dividida em escolas e tem mais de 50 cursos disponíveis. Veja quais são!

School of Advanced International Studies

Ideal para quem deseja estudar sobre o mundo ao nosso redor, com uma pegada internacional. Entre as áreas, estão:

  • Estudos Internacionais;
  • Desenvolvimento Internacional;
  • Economia Internacional e mais.

Applied Physics Laboratory

Para quem deseja misturar tecnologia e laboratórios, essa é a área ideal. Entre os degrees, estão:

  • Física Aplicada;
  • Gerenciamento Técnico;
  • Engenharia de Sistemas e mais.

Krieger School of Arts and Sciences

Com 22 departamentos, a área de artes e humanidades é outro destaque na instituição. Veja alguns cursos:

  • Arqueologia;
  • Cinema e Mídia;
  • História da Arte e outros.

Carey Business School

Se tiver interesse no ramo dos negócios, essa é a parte ideal da instituição. Alguns cursos incluem:

  • Gerenciamento Financeiro;
  • Marketing;
  • Comunicação Empresarial e mais.

School of Education

Com 100 anos de existência, essa área forma educadores completos. Algumas opções oferecidas são:

  • Supervisão e Administração Escolar;
  • Liderança Educacional;
  • Análise Aplicada de Comportamento e mais.

Whiting School of Engineering

Voltada para as diversas engenharias, é a escola que envolve matemática e solução de problemas. Conheça alguns cursos:

  • Design e Inovação em Bioengenharia;
  • Medicina Computacional;
  • Engenharia Elétrica e de Computadores e mais.

Peabody Institute

Primeiro instituto de música dos Estados Unidos, é um conservatório com alguns degrees, como:

  • Dança;
  • Educação Musical;
  • Artes e Ciências de Gravação e mais.

Bloomberg School of Public Health

Considerada a melhor do país, forma especialistas na parte de saúde pública. Confira alguns cursos:

  • Administração de Saúde;
  • Bioética;
  • Ciência Aplicada e mais.

School of Nursing

Primeira a ser aberta, forma especialistas nesse atendimento ao paciente. Há muitos cursos disponíveis, como:

  • Enfermagem Clínica Especializada;
  • Enfermagem no Sistema Público;
  • Prática de Enfermagem e mais.

School of Medicine

Carro-chefe da Johns Hopkins University, forma médicos e especialistas de saúde em várias áreas. Veja algumas possibilidades:

  • Medicina Celular e Molecular;
  • Biologia Molecular e Genética Humana;
  • Neurociência e mais.

O campus da Johns Hopkins University

Além das salas e dos laboratórios completos, o campus dessa universidade se destaca. Os prédios seguem um estilo clássico de mais de 140 anos, com tijolos aparentes e construções horizontais.

O prédio onde fica o The Homewood Museum foi adquirido no começo do século 20 e também conta com um estilo que envolve tijolos e mármore, como o restante das construções.

No time ainda pode destacar uma torre do relógio no mesmo estilo e bastante área verde no entorno. Ao somar isso à qualidade portuária de Baltimore, há um belo cenário para os estudos.

Os ex-alunos notáveis da instituição

Por causa do posicionamento como referência, a instituição já teve alunos notáveis — e alguns são professores ou profissionais da universidade. Entre os nomes mais famosos, estão:

  • Woodrow Wilson, 28º presidente dos Estados Unidos;
  • Michael Bloomberg, ex-prefeito de Nova York;
  • Chimamanda Ngozi Adichie, escritora nigeriana;
  • Virginia Apgar, médica desenvolvedora da neonatologia;
  • Russell Baker, colunista do jornal The New York Times;
  • Sam Palmisano, ex-presidente da IBM;
  • Madeleine Albright, primeira mulher a ser Secretária de Estado dos Estados Unidos;
  • Denton Cooley, cirurgião responsável pelo primeiro transplante de um coração totalmente artificial, entre outros.

Os prêmios recebidos

O fato de ser referência fez com que a Johns Hopkins University já tenha recebido dezenas de prêmios ao longo da sua existência. Desde sua criação, por exemplo, 31 prêmios Nobel foram distribuídos a ex-alunos, professores ou pesquisadores da instituição. A distribuição ficou assim:

  • 16 prêmios de Medicina;
  • 4 prêmios de Física;
  • 3 prêmios de Química;
  • 3 prêmios de Economia e
  • 1 prêmio de Fisiologia.

A tradição, inclusive, permanece forte. Podemos destacar o professor Gregg Semenza e o Residente William G. Kaelin Jr., que dividiram o prêmio Nobel de Fisiologia de 2019.

As demais áreas da universidade também ganharam prêmios. A University Press, por exemplo, tem centenas de livros premiados em diversas competições. Nas áreas de economia, artes e outras, estudantes e pesquisadores venceram várias premiações e competições, o que atesta a qualidade do local.

Como entrar em Johns Hopkins?

No princípio, o processo seletivo exige seu histórico escolar completo e suas atividades extracurriculares. Também  é preciso ter cartas de recomendações e um essay ou carta de motivação. Você ainda terá que preencher um formulário online e ficar de olho nas datas de início e fim da etapa.

Para estudantes internacionais, há obrigações extras, que incluem a realização de testes de proficiência em inglês (TOEFL ou IELTS), para comprovar que o aluno conseguirá acompanhar as aulas no idioma.

Para simplificar a jornada, o ideal é contar com o apoio de quem entende do assunto. Ao contratar a consultoria educacional especializada da Daqui pra Fora, é possível adicionar essa importante formação ao seu currículo.

A Johns Hopkins University é mais que o primeiro centro de pesquisa dos Estados Unidos, pois até hoje se mantém como centro de referência. Agora que você já conhece as principais características, fica fácil entender por que ela é a 15ª melhor universidade do mundo.

Ainda tem alguma dúvida? Vem conversar com a gente e descobrir como podemos ajudar você a realizar o seu sonho de estudar em uma das melhores universidades do mundo.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Entenda-mais-sobre-a-Johns-Hopkins-University.png 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-11-20 00:00:002024-01-18 13:22:41Entenda mais sobre a Universidade Johns Hopkins

Conheça a UC Berkeley e seus diferenciais!

17 de novembro de 2019/106 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Já se imaginou vivendo e estudando na Califórnia? O estado, localizado na costa oeste dos Estados Unidos é cenário frequente de filmes de Hollywood e reconhecido pelo enorme potencial econômico. É lá que fica o Vale do Silício, região que abriga algumas das principais companhias do mundo, como a Apple, a Microsoft e a Netflix.

Além de representar uma bela oportunidade para profissionais de todas as áreas, a Califórnia enche os olhos de seus visitantes com paisagens deslumbrantes e diversificadas. A geografia da região possibilita, ao mesmo tempo, passeios estonteantes pela costa do Oceano Pacífico e visitas a estações de ski.

Não é só isso. O Estado Dourado, como é conhecido, conta com algumas das principais universidades dos Estados Unidos e do mundo. Uma das mais reconhecidas no universo acadêmico é a UC Berkeley, que será o foco deste artigo.

Ao longo da leitura você vai conhecer melhor a história e tradição da instituição, aprender o que é necessário para estudar lá e muito mais. Confira!

Descubra a história da UC Berkeley

Você já deve ter ouvido falar de São Francisco, cidade da icônica Golden Gate e casa de um dos times mais tradicionais da liga de futebol americano dos Estados Unidos. Pois bem, a 30 minutos de trem está localizada Berkeley, uma cidade que seria pequena e pacata, não fosse a fundação da UC Berkeley.

A universidade, que tem como mascote um urso dourado, foi inaugurada em 1868 e representa uma das 10 localizações da University of California, por isso as iniciais UC. De sua fundação até aqui, são mais de 150 anos de tradição, marcados por descobertas importantes, como o processo de fotossíntese, a vitamina E e o elemento que hoje é utilizado em vacinas contra a gripe.

Cursos oferecidos pela UC Berkeley

Atualmente, a UC Berkeley oferece nada menos que 106 cursos de graduação, 88 programas de mestrado e 97 cursos de pesquisa para doutorado. A grande maioria dos estudantes estão matriculados em programas regulares de graduação. Só para ter uma ideia, entre 2013 e 2014, a universidade formou 7.565 estudantes.

São 14 cadeiras de estudo diferentes, cada uma com acadêmicos respeitados em suas áreas e recursos avançados de pesquisa e desenvolvimento. Entre essas cadeiras, a que mais se destaca é a que comanda os estudos de química. Não à toa o departamento foi nomeado pelo US News como o melhor curso de graduação em química oferecido ao redor do planeta.

O mesmo ranking indica outro departamento de destaque na UC Berkeley, o de engenharia. Ele fica atrás apenas dos cursos oferecidos pelo MIT e por Stanford, este último aliás, fica a poucas horas de distância de Berkeley. A razão para tal sucesso é relacionada à conexão da instituição com empresas do Vale do Silício, que investem no desenvolvimento de pesquisas.

Outro curso que se destaca em Berkeley é o de negócios. Trata-se da segunda escola de negócios mais antiga dos Estados Unidos, tendo formado nomes influentes no desenvolvimento da economia americana.

Foi lá que se formaram, por exemplo, os co-fundadores da Intel, da Apple, do Ebay e da Tesla. No próximo tópico, falaremos mais sobre ex-alunos notáveis.

Conheça os ex-alunos notáveis da UC Berkeley

Nos Estados Unidos, os ex-alunos, chamados de Alumni, são figuras bastante valorizadas pelas instituições que os formaram. Eles participam de eventos, são constantemente lembrados em comemorações e, em alguns casos, contribuem com doações para o desenvolvimento da instituição.

A UC Berkeley tem uma lista de respeito para representar seus Alumni. De lá saíram nomes importantes para a ciência, política, economia e diversas outras áreas, tanto do país quanto do mundo. Confira alguns dos principais!

Steve Wozniak

Se você conhece a história da fundação da Apple, sabe quem é Steve Wozniak. Junto com Steve Jobs, Wozniak transformou para sempre a história da tecnologia e do uso de computadores pessoais. De fato, ele é responsável por todo o processo de desenvolvimento dos primeiros computadores da companhia, deixando para Jobs os esforços de marketing e publicidade.

Jerry Brown

Formado pela turma de 1961 da UC Berkeley, Jerry Brown é um ex-governador do estado da Califórnia. É apenas mais um cargo na extensa carreira política de Brown, que já foi governador em duas outras oportunidades e chegou a concorrer para presidente da república em três eleições.

Selman Waksman

Selman Waksman é um dos muitos Alumni de Berkeley que ganharam o prêmio Nobel. Ele foi premiado na categoria de fisiologia e medicina, em 1954, por descobrir o primeiro antibiótico efetivo no tratamento da tuberculose.

Como entrar na universidade de Berkeley?

Se você deseja estudar na UC Berkeley, é bom se planejar. A instituição aceita apenas aplicações para o segundo semestre, que são abertas em meados de novembro. O processo seletivo, como na maioria das universidades americanas, consiste na realização de uma avaliação SAT, na análise do histórico escolar e no envio de uma carta de apresentação.

Para estudantes internacionais, existem algumas exigências a mais. Você precisa provar a proficiência na língua inglesa, o que é feito por um exame de qualificação padronizado, o TOEFL.

Ademais, é preciso uma declaração garantindo suas condições financeiras e, é claro, a retirada do visto americano para estudantes.

Premiações recebidas por alunos de Berkeley

Por sua tradição e excelência, a UC Berkeley é presença constante nos rankings de melhores instituições de ensino. Hoje, ela ocupa a décima quinta posição no World University Ranking, que avalia universidades do mundo inteiro.

Além disso, entre políticos, cientistas, esportistas e artistas, os Alumni da universidade levam seu nome ao mundo. São diversas premiações nas mais diferentes áreas. Conheça alguns:

  • 107 vencedores do Nobel;
  • 25 ganhadores do prêmio Turing;
  • 19 prêmios Pulitizer;
  • 20 vencedores do Oscar;
  • 207 medalhas olímpicas.

Como é a vida de estudante em UC Berkeley

É claro que não é só a parte acadêmica que atrai estudantes para Berkeley. O perfil extremamente jovem da cidade, que é casa para os mais de 40.000 estudantes da universidade, garante uma vida estudantil rica em diversão, cultura e diversas opções de passeio.

O campus, cuja extensão corresponde a aproximadamente 630 campos de futebol, apresenta uma arquitetura histórica. Entre os prédios mais famosos está a biblioteca da universidade, que é a mais extensa do país. Lá ficam armazenados mais de 11 milhões de volumes disponíveis para o entretenimento e estudo dos alunos.

Um programa muito popular entre os estudantes é a visita à torre de Berkeley, conhecida como a torre de relógio mais alta das faculdades dos Estados Unidos. Do alto, é possível observar uma paisagem única, incluindo parte da famosa Baía de São Francisco.

Perto dali, ficam o ginásio e o estádio dos Ursos Dourados, que são locais comuns para eventos esportivos e confraternização entre os estudantes.

A cidade é repleta de cafés, lojas e restaurantes, todos frequentados, em grande maioria, por estudantes. Trata-se de uma excelente oportunidade para conhecer novas pessoas e criar contatos importantes tanto para sua vida pessoal quanto para seu desenvolvimento acadêmico e profissional.

O décimo terceiro lugar no World University Ranking é um indicativo da excelência acadêmica da UC Berkeley. Sua tradição de mais de um século e meio atrai estudantes de todos os pontos do planeta, o que garante uma experiência cultural muito valiosa.

Além disso, a universidade é localizada quase no centro da costa californiana, o que abre muitas possibilidades para passeios e viagens turísticas.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Conheça-a-UC-Berkeley-e-seus-diferenciais.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-11-17 00:00:002024-01-22 22:45:44Conheça a UC Berkeley e seus diferenciais!

Como é a vida de quem mora nos Estados Unidos

24 de outubro de 2019/40 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Morar nos Estados Unidos é o desejo de muitos brasileiros e também pessoas de outras nacionalidades que querem estudar no exterior. Não só por conta das ótimas instituições de ensino, mas também porque possibilita desenvolvimento profissional, ótima qualidade de vida e obtenção de renda muitas vezes superior à média anual dos trabalhadores que residem no Brasil.

Se você está na dúvida sobre essa ideia e quer entender um pouco mais sobre a vida nos Estados Unidos, basta continuar a leitura do texto. Aqui, reunimos algumas informações preciosas e depoimentos de alunos que estão por lá, que poderão ajudar você a se decidir sobre essa mudança de vida. Confira!

Entenda por que vale a pena morar nos Estados Unidos

Os Estados Unidos são conhecidos como um dos países mais desenvolvidos e cheios de oportunidades do mundo. Acredite: isso não é um exagero. É possível encontrar muitas possibilidades de emprego, especialmente se você for cedo e concluir seus estudos por lá.

Se ainda está no colégio, vale a pena pensar em estudar fora e construir uma vida nos Estados Unidos: essa pode ser uma ótima maneira de sair do Brasil e garantir um futuro promissor em uma atividade profissional.

Viajar com um visto de estudante para os Estados Unidos garante maior tempo de permanência e permite criar uma carreira com patamares muito além dos tradicionais intercâmbios.

Existem pesquisas feitas por instituições sérias, como o escritório de advocacia Hayman-Woodward PLLC, especializado em migração, que indica que a renda média dos brasileiros (nos presentes anos nos EUA) consiste em mais de sete vezes o que um cidadão brasileiro comum ganha no Brasil como renda anual.

Se você tem vontade de abrir um negócio próprio, por exemplo, a terra do Tio Sam pode ser o local ideal. Você será capaz de encontrar um mercado variado e muitas facilidades para empreender, como cargas tributárias mais baixas, encargos menores e pouca burocracia em comparação com o Brasil.

Neste vídeo, trazemos informações importantes sobre como escolher uma graduação nos Estados Unidos: 

Conheça um pouco da diversidade da vida nos Estados Unidos

Viver em outro país significa aprender a se adaptar a uma nova cultura e a conviver com pessoas com valores bastante diferentes dos seus. E isso pode ser uma experiência muito enriquecedora. Veja alguns pontos importantes sobre a diversidade norte-americana.

Os serviços

O primeiro ponto a levar em conta está relacionado à prestação de serviços: eles realmente funcionam como devem. Você não precisa ficar horas na fila para solicitar um atendimento nem se frustrar com mão de obra sem qualificação. Lá, se você paga por um serviço, vai receber pelo que pagou.

A economia

A economia do país é forte, e existem muitas oportunidades de emprego. Mas, ainda que você precise trabalhar por um salário-mínimo, é perfeitamente viável se sustentar com essa renda. Os aluguéis são razoáveis, e o custo de vida é condizente com a média salarial.

A alimentação

Algo que os imigrantes sentem muita diferença na vida nos Estados Unidos é a alimentação. A cultura dos fast foods é forte nos EUA, e a grande maioria das pessoas come alimentos muito gordurosos e industrializados. Por outro lado, as porções são generosas e bastante baratas.

Além disso, é possível encontrar alimentos de qualidade nos supermercados e boas comidas congeladas. Mas o difícil é encontrar quem prepare uma boa comida caseira, portanto, aproveite a oportunidade para aprender a cozinhar.

A natureza diversificada

As paisagens e as belezas naturais também são únicas e bem diferentes do que estamos habituados a ver no Brasil. Sua natureza única presenteia os admiradores com praias maravilhosas, como as da Flórida, Hawaii e Califórnia, até as paisagens frias do Minnesota. São muitos parques maravilhosos que você poderá explorar nas horas vagas.

Veja a opinião de quem já vive nos Estados Unidos

Embora seja possível realizar boas pesquisas sobre a vida nos Estados Unidos, nada se compara a conhecer a opinião de quem de fato já está vivendo por lá, certo? E quando essas pessoas são jovens que decidiram estudar fora do Brasil, isso é ainda mais relevante.

Uma experiência na Filadélfia

O jovem André Abudi, aluno na UPenn, fala sobre como é a sua experiência na Filadélfia. Ele conta que as pessoas na universidade em que estuda são bem sociáveis.

Há grande variedade de eventos, shows e clubes para as mais variadas modalidades esportivas. Assim, torna-se muito fácil encontrar pessoas com interesses em comum e estabelecer novas amizades.

Ele afirma ainda que o processo de adaptação foi bem tranquilo, especialmente porque ele já havia visitado o país outras vezes e a Filadélfia é uma cidade grande, com um milhão e meio de habitantes, e apresenta muitas coisas para fazer.

No entanto, o fato de não conhecer ninguém e ter que começar uma vida do zero foi um grande desafio para ele, que está sendo superado com as atividades extra-classe.

Uma experiência em San Diego

Julia Abegg conta que teve como maior desafio inicial a adaptação ao estilo acadêmico da San Diego State University, por conta das várias atividades fora de sala de aula. Outra diferença foi a adequação à vida social norte-americana, porque se trata de uma cultura mais reservada.

Ela começou a se enturmar um pouco mais com algumas pessoas (norte-americanas e de outros lugares do mundo) após o segundo semestre no local, quando se matriculou em um curso de Business. Relata, ainda, que a experiência tem ajudado a ser menos tímida e mais independente, aprendendo  a se virar sozinha.

A estudante já está na metade dos estudos, está empregada no setor de admissões internacionais de um escritório, e todas essas escolhas vão contribuir muito com ótimas oportunidades profissionais no país.

A vida nos Estados Unidos, como aconteceria em qualquer cultura nova, é surpreendente e desafiadora. Apesar do pequeno impacto cultural e do fato de estar longe da família, viver essa experiência pode ser algo muito enriquecedor, especialmente se você pretende conquistar uma carreira de sucesso. Para isso, uma ideia bem interessante é investir desde já nos seus estudos.

Contrate uma empresa especializada para ajudar a direcionar seus esforços e fortaleça seu currículo escolar. Assim, vai ser bem mais fácil se qualificar para uma universidade norte-americana e potencializar sua futura carreira e a vida nos Estados Unidos.

E você, gosta da ideia de estudar fora ou já está começando a se planejar para essa proposta? Está fazendo pesquisas para escolher a melhor universidade para seus interesses de estudo? Continue com a gente e descubra o que você precisa para estudar em Harvard.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/urbane-new-stone-suspension-tourist.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-24 00:00:002023-12-06 17:06:31Como é a vida de quem mora nos Estados Unidos

Como conseguir bolsas de estudos nos EUA?

22 de outubro de 2019/64 Comentários/em Bolsas de Estudo, Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Você já se perguntou como conseguir bolsa de estudos nos EUA? A fase do vestibular é um momento decisivo na vida de muitos jovens e é comum que surjam dúvidas como essa.

Se você tem interesse em saber mais sobre o processo seletivo em universidades norte-americanas, mas não sabe nem por onde começar, está no lugar certo.

O vestibular nos EUA é muito diferente do que acontece no Brasil e é preciso se cercar de informações antes mesmo de iniciar o processo.

Pensando nisso, preparamos este texto em que explicamos como acontecem as candidaturas, quais as possibilidades de bolsas e o que fazer para aumentar suas chances de aprovação. Continue com a gente e confira!

Como funciona o processo seletivo em uma universidade americana?

O vestibular como conhecemos não existe nos Estados Unidos. Por lá, o ingresso em uma universidade não depende apenas do resultado de uma única prova. São diversos os fatores que podem ser avaliados em uma candidatura, entre eles:

  • Histórico escolar dos quatro últimos anos do colégio;
  • Personal statement ou essays, as redações;
  • Nota no SAT ou ACT;
  • Atividades extracurriculares;
  • Cartas de recomendação.

Além dessas exigências, os brasileiros que desejam aplicar a uma vaga também devem comprovar a fluência em inglês. Comumente, isso é feito por meio de testes de proficiência como TOEFL ou IELTS. Cada universidade determina a pontuação mínima aceita para que o aluno seja considerado aprovado no idioma.

Como o processo é particular de cada universidade, é preciso acompanhar os prazos da candidatura junto à própria organização. Mas lembre-se de que todas as outras exigências também devem ser cumpridas dentro desse cronograma.

O SAT é oferecido apenas seis vezes por ano no Brasil, em organizações habilitadas; o TOEFL, por sua vez, chega a ser realizado duas ou três vezes por mês em cidades como São Paulo.

Como descobrir qual a universidade ideal para você?

O processo seletivo para entrar em uma universidade americana exige uma dose de autoconhecimento por parte do aluno, principalmente na hora de escrever a redação.

Nela, é preciso explicar por que você deseja ingressar naquela instituição, o que você já fez de atividades, cursos e disciplinas que se relacionem com o bacharelado pretendido.

Além disso, é comum que as universidades tenham diferentes etapas ou exigências em seus processos seletivos. O Common App é um sistema de candidaturas online e integrado, mas nem todas as instituições aceitam inscrições por lá; enquanto algumas exigem apenas cartas de recomendação de professores, outras pedem também a de coordenadores.

Assim, é importante dedicar um tempo à pesquisa não só da melhor instituição, mas da melhor universidade para o que você quer e ficar completamente por dentro do que é exigido durante a seleção. Isso ajuda a encontrar aquela com a qual você realmente se identifica, o que aumenta suas chances de aprovação.

Quais as taxas envolvidas?

Em média, você deve gastar cerca de R$ 4.000,00 apenas para pleitear uma vaga em uma universidade americana — se você deseja se inscrever em mais de uma, certamente esse valor aumenta.

Muitos candidatos optam por contratar uma consultoria especializada nesse momento, para garantir melhores chances de aprovação e o consequente aproveitamento desse investimento.

Com relação ao tuition, as taxas cobradas pelas universidades depois da aprovação, os valores variam bastante de acordo com o tipo de instituição. Nos EUA, elas podem ser técnicas, comunitárias, públicas ou particulares.

Diferentemente do que acontece no Brasil, todas são pagas. Os valores costumam variar entre US$ 15.000 e US$ 30.000 por ano, sendo as particulares mais caras e as comunitárias as mais em conta.

Em Harvard, por exemplo, o valor anual ultrapassa US$ 47.000, sem incluir a hospedagem nos dormitórios ou os livros utilizados em sala de aula. O valor é realmente elevado.

Porém, assim como diversas outras instituições, a universidade mais famosa do mundo oferece auxílio a seus alunos, além de uma seleção need-blind — o que significa que os recursos financeiros familiares não são considerados durante o processo seletivo.

Quais as principais bolsas disponíveis?

Se você quer saber como conseguir bolsa de estudos nos EUA, deve ter em mente que a maioria das universidades tem programas de auxílio financeiro parcial ou integral.

Os três tipos de bolsas mais comumente oferecidos pelas universidades são:

  • Mérito acadêmico: oferecida aos alunos que se destacam academicamente e estão acima da média da turma.
  • Necessidade financeira: oferecida a quem se destaca academicamente, mas que não tem condições de arcar com todos os custos da universidade em questão.
  • Talentos específicos: oferecida para alunos que desejam fazer cursos relacionados à Artes e que se destacam em seu segmento.

Tenha em mente que a aprovação na universidade e a obtenção de bolsas de estudo são processos completamente separados e ambos devem ser feitos de maneira estratégica.

Como aumentar as chances de aprovação?

Como falamos, muitos estudantes optam por contar com o auxílio profissional na hora de se inscrever em uma universidades nos Estados Unidos. A candidatura envolve diferentes processos (SAT, TOEFL etc.), especialmente quando também é preciso solicitar, ainda, o auxílio financeiro.

Esse tipo de apoio pode ser decisivo em questões mais burocráticas e, além disso, profissionais experientes podem ajudar também na hora da escolha da universidade mais adequada.

Geralmente, a universidade determina o perfil de aluno que procura e o ideal é usar essas informações de maneira estratégica na candidatura.

O mesmo acontece na busca pelo financial-aid. Como falamos, algumas modalidades de bolsa exigem a comprovação de renda familiar e esses profissionais também podem se responsabilizar por esses trâmites.

Está mais tranquilo agora que você já sabe como conseguir bolsa de estudos nos EUA? Como vimos, esse não é um processo impossível, mas que envolve muita pesquisa, atenção e cumprimento de outras etapas anteriores.

A criação de um cronograma com datas e prazos pode ser interessante para que você se organize nesse momento tão decisivo.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/153037-OU5TBK-457.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-22 00:00:002024-03-21 22:10:40Como conseguir bolsas de estudos nos EUA?

Você conhece as organizações estudantis nos EUA?

21 de outubro de 2019/68 Comentários/em Estados Unidos /por Daqui pra Fora

As organizações estudantis nos EUA fazem parte da rotina das universidades americanas e, frequentemente, podemos vê-las representadas em filmes e séries de TV — por essa razão, é comum que as fraternidades despertem o interesse dos brasileiros.

Tais ambientes possibilitam que os estudantes se engajem em atividades e interesses comuns, o que pode proporcionar diversas vantagens, como desenvolvimento de liderança e promoção de networking.

Se você deseja saber mais sobre o tema e conhecer sobre as organizações estudantis nos EUA, acompanhe o post que vamos apresentar todos os detalhes!

Como funcionam as organizações estudantis nos EUA?

As organizações estudantis fazem parte de uma prática acadêmica muito antiga nos Estados Unidos e, apesar de filmes e séries passarem uma imagem de que elas são feitas apenas de festas, isso não é verdade.

No Brasil, os universitários também costumam se reunir em grupos com gostos semelhantes, tanto por meio de diretórios acadêmicos, que representam os interesses dos alunos, como pela participação em atléticas, para as pessoas que praticam algum esporte, ou até mesmo em equipes de trabalho e pesquisa.

Nos Estados Unidos, ocorre de forma semelhante, contudo, com mais intensidade, pois há uma enorme variedade desses grupos e os estudantes sofrem um grande incentivo para participarem de atividades extracurriculares, uma vez que a interação com a comunidade que as organizações estudantis proporcionam é fundamental para a experiência universitária.

As fraternidades para os homens, e irmandades, no caso das mulheres, são exemplos de organizações estudantis. Essa distinção entre os sexos existe, pois, no início da história universitária nos Estados Unidos, apenas os homens podiam frequentá-las.

Assim, quando as mulheres passaram a serem aceitas nas instituições de ensino superior, elas criaram as irmandades, em inglês sororities, a versão feminina das fraternidades que só permite a entrada de integrantes do sexo feminino.

Assim, as fraternidades e irmandades são associações de jovens estudantes que se reúnem em razão de um interesse comum, como área de estudo, nível social, cultura, passatempo ou esporte e, em geral, as organizações estudantis têm grande importância na vida acadêmica de um estudante.

Tipos de organizações estudantis

Existem organizações estudantis de todos os tipos, desde as que discutem temas sérios e relevantes, como questões políticas e raciais, como aquelas que buscam apenas reunir pessoas com interesses em comum, como os apreciadores de chá.

Os grupos de esportes também são comuns, uma vez que faz parte da cultura americana assistir aos jogos e até mesmo participar das torcidas. Existem ainda diversas fraternidades curiosas, como as de Quadribol, modalidade inspirada no esporte que os bruxos praticam na saga Harry Potter, ou o Clube da Felicidade, que busca reunir o que a ciência diz sobre o tema.

Em razão da grande quantidade de organizações estudantis, é comum que os estudantes se identifiquem com diferentes grupos, no entanto, é preciso tomar cuidado no momento de escolher de quais fraternidades deseja participar para que seu desempenho em sala de aula não seja prejudicado em razão das atividades de diversas equipes.

Qual é a importância das organizações estudantis para os americanos?

Em geral, as universidades costumam se orgulhar de suas comunidades que têm grande importância para os americanos. Por essa razão, muitas vezes as organizações estudantis são apoiadas pelo governo e por empresas locais.

Além disso, os campi das universidades costumam contar com diversos ambientes, como academia, centro de fitness, piscina e quadras esportivas, o que permite que as organizações estudantis se reúnam e pratiquem atividades atléticas, culturais e recreativas.

Assim, as organizações estudantis não são vistas como algo pequeno ou irrelevante pelos americanos, muito pelo contrário, pois tais instituições têm grande importância para a integração dos alunos e contribuem de maneira relevante para a formação acadêmica, sendo que são, inclusive, consideradas como parte importante da experiência universitária.

Quais são as vantagens de estudantes estrangeiros participarem das organizações?

Para um aluno estrangeiro, participar das organizações estudantis nos EUA pode ser ainda mais relevante, pois o ambiente permite interação com outros alunos de diversas nacionalidades e com a comunidade local.

Além disso, por se tratar de um grupo que já conta com uma identidade pré-estabelecida, em geral costuma ser muito mais fácil de se entender e fazer amizades com os integrantes que participam de uma equipe com características semelhantes às suas.

As fraternidades também são importantes pois não servem apenas como um lugar de estudos, trata-se de um local em que se aprendem lições que podem ser utilizadas até mesmo na vida pessoal e não somente acadêmica, uma vez que as organizações realizam eventos, fazem trabalhos voluntários, organizam grupos de estudos, entre outros.

Além disso, os companheiros de fraternidade são uma companhia constante durante todos os anos de estudo em uma universidade no exterior e podem se tornar até mesmo amigos para o resto da vida, pois é comum que as pessoas criem laços muito grandes dentro das organizações estudantis.

Outro grande benefício que o estudante estrangeiro tem ao se associar a uma organização estudantil é o contato com diferentes pessoas, de diversas origens e personalidades.

Tal diversidade aumenta a sua habilidade em lidar com as diferenças, item fundamental na carreira profissional, uma vez que hoje em dia muitas empresas buscam ambientes de trabalho diversificados.

Essas amizades podem ainda ser um ponto positivo profissionalmente, pois permitem o contato do estudante com diversas pessoas, o que facilita e promove o networking, podendo gerar boas oportunidades profissionais no futuro.

Assim, participar das fraternidades ou irmandades faz com que os alunos tenham contato e interajam com pessoas novas e, dessa maneira, passem a se sentir como se pertencessem a este novo local.

Acima de tudo, afiliar-se a uma organização estudantil faz com que o estudante tenha oportunidade de aprender mais sobre seus próprios objetivos e qualidades.

Como vimos, as organizações estudantis nos EUA têm grande importância na vida acadêmica de um estudante no exterior, uma vez que a interação que as fraternidades proporcionam é fundamental para uma experiência universitária completa.

Se você se interessou sobre o tema e deseja estudar em uma universidade americana, continue a visita no nosso blog e veja como é a faculdade de Publicidade nos Estados Unidos!

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