Tem o desejo de estudar nos Estados Unidos, Canadá ou no Reino Unido? Esses países concentram as melhores instituições de ensino de todo o mundo. Saiba que esse sonho é possível de ser realizado!
Estudantes brasileiros que pretendem concorrer a uma vaga em um curso de graduação no exterior devem estar devidamente preparados. Afinal, a candidatura para estudar em uma universidade estrangeira envolve várias etapas, como a criação de uma ou mais redações em inglês.
Quer saber como fazer isso sem erros e com qualidade técnica? Este artigo vai trazer um guia sobre como se preparar para elaborar uma redação em inglês impecável que te ajudará a aumentar as chances de ser aprovado no processo de admissão para uma universidade no exterior. Acompanhe a leitura!
A importância da redação em inglês
Você sabe qual é a importância da redação em inglês para os processos seletivos de universidades no exterior? Também conhecidas como essays, consistem em redações pessoais cujo intuito é apresentar o perfil do candidato.
Nesses textos, o estudante deve contar mais sobre si mesmo, a trajetória acadêmica, as expectativas profissionais, as preferências pessoais, entre outras características.
A elaboração do essay é uma das etapas mais importantes para uma candidatura. Afinal, essa é a melhor maneira de o comitê de admissão saber se o perfil e personalidade do candidato se encaixam com a instituição de ensino.
Nessa etapa, o estudante deve contar mais sobre quem ele é para o escritório de admissão. Geralmente, os temas das redações são bem diferentes, como por exemplo um tema já utilizado pela Universidade da Pensilvânia: “você acabou de escrever sua autobiografia de 300 páginas. Por favor, nos mande a página 217”.
Já Universidade de Chicago queria saber “onde está o Wally, na verdade” ou ainda ” a faculdade Carleton é empoderada por turbinas eólicas. O que te dá poder?”. As respostas para essas indagações devem ser convincentes, persuasivas, positivas e entusiastas.
Não há uma resposta certa ou errada. O ideal é ser o mais transparente possível, ao mesmo tempo em que passa uma imagem confiante sobre si mesmo. Uma dica que costuma surtir bons efeitos é buscar entender mais sobre o que os admission officers gostariam que você escrevesse, mas não minta jamais. Tente aliar ambas as informações para que elas sejam sinceras e reais.
A importância de uma boa redação para a candidatura
Grande parte das universidades, especialmente as mais renomadas, exige que os candidatos elaborem um Essay ou Personal Statement e enviem esse documento de maneira online.
Apesar de parecer uma tarefa complexa, é uma oportunidade ímpar de se apresentar e fazer a diferença para que você seja selecionado e aprovado pelos comitês de admissão. Além disso, a maioria das universidades determina o mesmo peso para os Essays e os demais exames de admissão.
A melhor estratégia para isso é redigindo uma redação pessoal sobre você. Afinal, os admissions officers precisam ler um enorme volume de redações todos os dias. A maioria é simples, os textos são iguais e não se destacam dos demais.
Nesse sentido, o texto deve conter um diferencial que o faça se destacar dos demais. Para isso, invista em você, nas suas qualidades, interesses e apresente a sua personalidade única.
Como fazer uma redação em inglês?
Confira, a seguir, algumas dicas de como elaborar um Essay de qualidade que vai potencializar as chances de ser aprovado no processo seletivo.
Esteja atento ao Brainstorming
Brainstorming é uma tempestade de ideias. Trata-se de uma técnica utilizada para explorar o potencial criativo de uma pessoa e propor soluções para um determinado problema. Nesse sentido, essa técnica serve para impulsionar as ideias do estudante para que ele possa expor as suas opiniões e sugestões e consiga elaborar um conteúdo de maior qualidade.
Tenha um roteiro para ser seguido
Uma boa estratégia é ter um roteiro com algumas sugestões de ideias a serem incluídas na redação, como as seguintes sugestões:
- O seu diferencial perante os outros estudantes;
- Hábitos, interesses e personalidade;
- Experiências que o marcaram e quais foram as lições aprendidas;
- Personagem real ou fictício, em quem você se inspira.
Faça primeiramente um rascunho
O texto deve ser dividido em três seções:
- Introduction: um parágrafo vai servir para iniciar a redação;
- Body: é o corpo do texto — ele costuma ser formado por vários parágrafos que vão apresentar a ideia principal da redação e incluir exemplos;
- Conclusion: é o parágrafo que vai resumir e concluir toda a ideia que foi apresentada no Essay.
Use a criatividade
Seja criativo na maneira de conduzir a redação. Apresente os fatos de um modo que prenda a atenção do leitor. Se desejar, pode utilizar figuras e recursos de linguagem. O recomendado é fugir do padrão e ser autêntico.
Comece a escrever com antecedência
Comece a redação o quanto antes. Caso você deixe tudo para a última hora, poderá sofrer de ansiedade e não conseguir escrever com qualidade — além de correr o risco de ultrapassar o deadline (prazo para a entrega).
Peça feedbacks
Após escrever a redação, mostre o texto para familiares e amigos, professores, coordenadores e outras pessoas que entendem sobre o assunto. Peça dicas e verifique se a ortografia e a gramática estão corretas.
Se possível, solicite que alguém qualificado faça revisões no seu texto. É importante considerar as opiniões de terceiros e, se necessário, fazer as devidas alterações.
Seja honesto na sua redação
O Essay não é a oportunidade para você tentar ser o estudante perfeito. O melhor é ser honesto com relação às suas capacidades, conhecimento e experiências.
Portanto, não escreva algo que não corresponde à realidade. As universidades desejam alunos que reconhecem as suas habilidades e fraquezas e que tentam melhorar, acima de tudo.
Além do mais, as informações que são descritas no Essay e no Personal Statementdevem ser verídicas e não podem se contradizer entre si.
Da mesma forma que esses fatos não podem ir de encontro a nada que foi mencionado no Application. Você deve passar credibilidade e confiança para o leitor.
Escreva sobre as suas experiências
Coloque no Essay tudo aquilo que você considera importante — um passeio, um livro, um filme, um momento, uma pessoa. Não poupe palavras nesse momento.
Além disso, é importante estar atento para não criar somente uma narração. O ideal é descrever os fatos e contar como essa experiência serviu para agregar valor para a sua vida.
Confira os principais erros cometidos e como evitá-los
Quanto melhor for a qualidade da redação, maiores são as chances de você se destacar aos olhos do examinador e conseguir uma vaga em uma universidade estrangeira. Por outro lado, erros de escrita podem comprometer a sua trajetória acadêmica e resultar na negativa da universidade.
Esse assunto ganha ainda mais relevância quando se trata de uma redação em inglês. De fato, o inglês é o idioma mais utilizado para a comunicação, pois permite conectar pessoas de diferentes nacionalidades.
Nesse sentido, dominar a fluência se torna imprescindível para o estudante que deseja concluir a graduação e conquistar o diploma na universidade dos sonhos.
O uso correto da gramática é a chave para o sucesso de uma redação em inglês. Afinal, quanto menos erros o seu Essay apresentar, maior será a sua chance de entrar para o quadro de alunos da universidade.
Em regra, os brasileiros costumam apresentar dificuldades no aprendizado de alguns elementos em inglês, como: ortografia, preposição, conjugação, ausência de pronome e o uso de quantificadores (some e any, por exemplo).
Pensando nisso, vamos pontuar, a seguir, onde ocorrem os principais erros nas redações e como evitá-los.
Erros de ortografia
Geralmente, os estudantes brasileiros cometem erros básicos na escrita das palavras. Confira alguns termos que costumam ser escritos de maneira equivocada: beautiful, common, language, probably, writing, platform, technology, diferent, opportunity, which, punishment, inhabitants, entre outros.
O erro se dá principalmente pelo fato de a escrita, pronúncia e fonética se assemelharem ao português, o que acaba trazendo confusão. Nesse sentido, o uso da memória visual é uma estratégia para tentar driblar essa situação.
Você pode ler várias vezes a mesma palavra e destacá-la em algum local de fácil visualização, até que finalmente você consiga escrevê-la da maneira correta.
Se preferir, consulte o dicionário bilíngue sempre que surgirem dúvidas. Essas ferramentas são bem didáticas, uma vez que foram criadas principalmente para pessoas que estão em fase de aprendizado no inglês.
Erros ao usar preposições
Um dos erros mais comuns é o uso incorreto de preposições. Confira as preposições que trazem mais dúvidas e que são mais usadas de modo equivocado: in, on, to, for, of, at, with, about, for, from e by.
Um dos padrões de erros que mais ocorrem, por exemplo, é a confusão entre o uso das preposições de local at, on e of. Nessas situações, o ideal é utilizar a preposição in, seguida da localização.
De qualquer forma, é importante prestar atenção ao uso adequado das preposições, pois são elementos de uma frase que aparecem com grande recorrência em orações.
Muitas expressões utilizam um adjetivo ou verbo, seguidos de uma preposição. Nesses casos, para evitar maiores erros, a recomendação é memorizar a expressão completa, como “look at” e “good at”.
Erros na conjugação dos verbos
A conjugação verbal é outro erro muito comum de ser cometido por estudantes que ainda não apresentam tanta familiaridade com o inglês. O que traz muitas dúvidas.
O principal erro se refere especialmente ao caso de esquecimento do uso da preposição “to” antes de determinados verbos que estão no modo infinitivo, como: “to look”.
Confira, a seguir, uma lista contendo verbos e frases mais comuns que são escritos de maneira equivocada por estudantes. Em todas elas falta a preposição “to” antes do verbo “do”.
need do something (precisar fazer algo);
want do something (querer fazer algo);
like do something (gostaria de fazer algo);
try do something (tentar fazer algo).
Erros no uso de pronomes
O uso de pronome tem diversas utilidades na língua inglesa. Ele pode ser utilizado para começar frases, fazer referência a algum assunto que foi mencionado antes, substituir o sujeito indeterminado, se referir ao objeto da sentença, entre outros usos.
A dica que vale aqui é não economize no uso de pronomes. Empregue-os sempre que precisar se referir a algo ou alguém.
A falta do pronome “it” em algumas frases é um erro bem comum, principalmente quando o autor do texto se refere ao sujeito ou objeto da sentença. Confira um exemplo: Thank you for your present, I loved (it). (Obrigado pelo presente, eu amei isso).
Erros ao usar determinantes
Uma das dúvidas mais recorrentes é o uso do determinante “the” antes dos substantivos. Ele é usado antes dos adjetivos que relatam sequência (the next, the first, the last, por exemplo) e quando nos referimos a formas superlativas (the best, the worst etc.). Também vale lembrar que os plurais e substantivos próprios não fazem uso de determinantes.
Na maioria das vezes, não é necessário utilizar o pronome determinante antes dos nomes, quando estamos nos referindo a coisas de forma geral, como: life, children, time, school, people.
Porém, a utilização do determinante “the” é obrigatória em alguns casos, como: the internet, the world, the United States, the government, the English language, entre outros exemplos.
Erros gramaticais
Os verbos “to make” e “to do” são usados de forma distinta. O ideal é memorizar a ideia que envolve o uso de ambos.
Os falsos cognatos são uma pegadinha bem comum na língua inglesa, pois são palavras com semelhanças na grafia em inglês e português, contudo guardam significados bem diferentes.
Um ótimo exemplo é o verbo to intend que significa “pretender”, enquanto que a palavra “to pretend” significa fingir.
Além dos Estados Unidos, a exigência da redação em inglês é um requisito para a admissão em várias universidades do Canadá e faculdades da Inglaterra.
Na verdade, a apresentação desse documento é necessária em diversas instituições de ensino em todo o mundo.
Se você deseja concorrer a uma dessas vagas, é bem possível que tenha que apresentar Essays, como uma etapa da Application.
Não se esqueça de manter a qualidade da escrita e ter a fluência no idioma, requisitos importantes para redigir bons textos em inglês.
A consultoria educacional da Daqui pra Fora trabalha com o aluno em cada um de seus textos, estimulando a criatividade, orientando quanto ao formato e revisando tudo de acordo com a gramática da língua inglesa.
Quer saber mais sobre como podemos te preparar melhor para essa e todas as outras etapas do processo seletivo de uma universidade no exterior? Entre em contato com nossos especialistas.
Saiba mais sobre a Columbia University
/49 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEstudar na Columbia University (Universidade de Columbia) é o desejo de muitos brasileiros que sonham em concluir um curso de ensino superior ou uma especialização fora do Brasil. Então, por que não concretizar esse sonho?
Tem vontade de estudar nos EUA? Saiba que isso é possível.
Neste artigo, você vai conhecer as principais informações e algumas curiosidades interessantes sobre a Columbia University, uma das mais antigas dos Estados Unidos. Acompanhe!
Curiosidades sobre a Universidade de Columbia
História da Universidade de Columbia
A Columbia University é a mais antiga instituição de ensino superior da cidade de Nova York — e a quinta mais antiga de todos os Estados Unidos. Fundada em 1754, ela é considerada uma das melhores de todo o mundo.
O campus fica situado na 116th Street com Broadway, em Nova York. De acordo com o conceituado ranking da Times Higher Education (THE) 2024, a Columbia University figura como a número 17 no ranking das universidades mais desejadas de todo o mundo.
O motivo de tamanha concorrência é o incentivo ao aprendizado completo e à educação de qualidade que a entidade de ensino oferece para os alunos.
O foco da universidade é formar mentes brilhantes que sejam capazes de trazer soluções para os principais problemas da sociedade e trabalhar junto a novas descobertas.
Estima-se que, todos os anos, a universidade receba mais de 30 mil candidaturas para o college. No entanto, ela costuma admitir apenas cerca de 5% dos candidatos interessados.
Ex-alunos notáveis
Desde que foi fundada, a universidade já formou ilustres estudantes. Alguns deles foram, inclusive, reconhecidos com o Prêmio Nobel. Conheça os alunos mais famosos que saíram das salas de aula da Universidade de Columbia:
Os campi da Universidade de Columbia
A base da universidade está em Nova York. A instituição de ensino apresenta dois campi principais. Um deles está situado no bairro de Morningside Heights, e o outro, em Washington Heights.
Columbia conta com três unidades acadêmicas de graduação, treze cursos de pós-graduação e algumas escolas profissionalizantes.
Cursos oferecidos
A Columbia University oferece o aprendizado em diversas áreas, como saúde, ciências, artes, humanas, negócios etc. Os principais cursos disponibilizados são Direito, Medicina, Biologia, Literatura, Tecnologia e Engenharia.
Entenda como funcionam os cursos da Universidade.
Graduação
A Universidade de Columbia abrange 4 mil alunos, uma quantidade considerada baixa. Essa política é adotada pelos gestores com o objetivo de manter o alto nível de ensino — reter e formar os melhores talentos.
A Universidade oferece duas modalidades de diplomas de graduação: B.A. (Bachelor of Arts) e B.S. (Bachelor of Science). Eles são adquiridos após o estudante ter completado cerca de quatro anos de estudo — em torno de 124 créditos, no mínimo.
A concessão dos títulos vai depender do tipo de escola:
Mestrado e doutorado
O curso de mestrado dura em torno de dois a três anos, dependendo da área de estudo e das exigências de pesquisa. Por sua vez, o doutorado pode variar entre um a dois anos.
Para obter o devido diploma, os estudantes devem ter contribuído de forma significativa para um determinado experimento ou estudo, além de ser exigida a apresentação oral da tese final.
Processo seletivo para se candidatar a uma vaga
Os estudantes brasileiros que desejam se candidatar ao processo seletivo (Application) devem se atentar com relação às principais condições determinadas pela equipe de admissão da instituição. Confira.
Apresentar o histórico escolar detalhado
O histórico escolar deve indicar as disciplinas que foram cursadas e apontar a respectiva nota que foi alcançada pelo aluno nos últimos quatro anos do colégio, além da lista contendo atividades extracurriculares e eventuais prêmios recebidos. A apresentação desse documento exige a prévia tradução juramentada.
Obter bons resultados em testes de admissão
Os exames de admissão têm o objetivo de selecionar o perfil dos candidatos e analisar o nível de conhecimento de cada um. Eles devem ser prestados com antecedência e podem ser realizados do Brasil mesmo.
Os testes exigidos podem variar de acordo com o curso escolhido, mas de uma maneira geral, os exames mais comuns são o SAT e o ACT.
Apresentar o atestado de proficiência em inglês
Estudar em uma escola americana de nível superior exige a fluência no inglês. Afinal, como vai ser possível acompanhar as aulas e estudar os conteúdos programáticos se você não dominar o idioma?
As universidades exigem a aprovação no teste de proficiência em inglês — TOEFL ou IELTS. Caso você não atinja a pontuação mínima, a universidade poderá exigir que você frequente aulas de inglês antes de iniciar o curso.
Elaborar o Essay
O Essay (Personal Statement) é uma carta de motivação que deverá ser elaborada pelos candidatos que desejam estudar no exterior. Trata-se de uma redação que deve ser escrita em inglês e apresentar uma visão geral e clara sobre a sua experiência, habilidades e as razões que o levam a estudar em uma universidade internacional.
Para isso, demonstre entusiasmo, otimismo e revele todas as capacidades que você possui. É uma maneira de deixar que o examinador o conheça melhor e conceda a sua aprovação. Portanto, capriche na redação!
Solicitar cartas de recomendação
A carta de recomendação deve ser solicitada para os professores e coordenadores de sua escola que fizeram parte da sua trajetória acadêmica. Eles serão responsáveis por criar a sua imagem perante o examinador — postura, comportamento, proatividade, trabalhos realizados, pesquisas desenvolvidas etc.
Todos os anos, milhares de candidatos participam do processo seletivo para serem admitidos nos cursos de graduação da Columbia University. A alta procura pela instituição se deve principalmente pela sua tradição e qualidade no ensino.
Trata-se de uma das melhores universidades de todo o mundo! Então, por que não começar a colocar os seus sonhos em prática e preparar a documentação necessária para iniciar o processo de candidatura?
Ficou animado em se formar em Nova York? Que tal se inspirar ainda mais? Assine a nossa newsletter e receba mais conteúdos contendo informações importantes sobre como é viver e estudar fora do Brasil!
Como os Summer Programs podem fortalecer a candidaura
/62 Comentários/em Dicas, Processo Seletivo /por Daqui pra ForaQuem tem em mente fazer faculdade no exterior deve pensar em usar as férias como aliada na caminhada rumo à vaga tão desejada na universidade escolhida. Fazer desses dias um período produtivo vai certamente incrementar de forma significativa a candidatura e pode fazer diferença no final da jornada.
Afinal, nas universidades do exterior não é apenas a nota de uma prova que define quem é aceito ou não numa faculdade. O processo seletivo é holístico, leva em conta vários aspectos da vida do candidato, dentro e fora da sala de aula.
Atividades extracurriculares e a redação são itens muito valorizados na candidatura, especialmente nos Estados Unidos.
Como aproveitar as férias para fortalecer a candidatura
Como a agenda durante o ano costuma ser muito apertada, as férias são uma ótima oportunidade para enriquecer o currículo com essas atividades, que são muito bacanas.
Existem muitas opções bem interessantes, mas vale a pena procurar por aquelas que mais combinam com você. Além de ser mais prazeroso, isso é importante porque junto com outros itens que compõem a candidatura, as atividades extracurriculares ajudam a mostrar para a instituição onde você está aplicando quem você é.
Podem ser atividades ligadas a teatro, esportes, cinema, música, arquitetura, administração, negócios, engenharia, empreendedorismo, biotecnologia, política, enfim, há opções em inúmeras áreas.
Inclusive voluntariado, que envolve trabalho em equipe ou outras atividades que também possam demonstrar liderança.
Você pode fazer algumas dessas atividades por aqui, mas uma viagem rápida ao exterior, nesse caso, vai enriquecer ainda mais a vivência e o seu próprio currículo.
Como funciona o Summer Program
Além da imersão em outro idioma, essa experiência no exterior traz diferenciais que só são adquiridos nesse tipo de viagem, o Summer Program.
São cursos rápidos, de 1 a 8 semanas, geralmente realizados nas próprias universidades dos Estados Unidos, Canadá e Europa entre junho e agosto, destinados especificamente a alunos do High School.
Os Summer Programs proporcionam conhecimento específico na área escolhida e também o desenvolvimento de várias soft skills (habilidades socioemocionais), que são muito importantes não só para o aluno como pessoa, mas também reforçam seu perfil como candidato a uma universidade no exterior.
Trabalho em equipe, resolução de conflitos, autonomia, comunicação e afinidade com diferentes culturas são algumas das soft skills sempre presentes nesses programas.
Além disso, a experiência já é uma espécie de test drive para quem quer estudar fora. Este período de vivência em uma universidade e ainda em contato direto com uma área do conhecimento específica da sua escolha é uma boa amostra do que você vai encontrar lá na frente.
O contato com profissionais e alunos do mais alto nível e de diferentes backgrounds também é um item muito importante nos Summer Programs, o que acrescenta demais à vida pessoal e acadêmica do aluno.
Nestes cursos você vai encontrar professores e palestrantes em nível de excelência e alunos do mundo todo, com as mais variadas culturas, cheios de vontade de aprender e interagir.
Veja algumas opções de Summer Programs
Universidades dos mais diferentes portes sediam Summer Programs direcionados a alunos de High School.
Columbia University
Nos Estados Unidos, a Columbia University, uma das mais importantes do país e do mundo, oferece um programa de 3 semanas com cursos de engenharia, ciências da computação, matemática entre outros.
Nesse período, além das aulas, ainda há atividades fora da universidade, explorando a cidade de Nova York. Os alunos recebem cartas de avaliação dos instrutores no final do curso e um certificado de conclusão.
The Wharton School
A The Wharton School at University of Pensilvannia (UPenn) também disponibiliza para high schollers diferentes cursos na área de administração e negócios. Desde Liderança no Mundo dos Negócios até cursos mais específicos, destinados, por exemplo a administração de negócios esportivos. Há uma academia em Wharton só para isso, a Sports Business Academy.
Harvard
A Harvard University’s Secondary School Program oferece mais de 200 cursos em diferentes áreas, como:
Fora das aulas, durante as 7 semanas de curso, os alunos podem participar de workshops, frequentar as bibliotecas, ir a eventos sociais no campus e até visitar outras universidades próximas.
Cambridge
No Reino Unido, Cambridge recebe anualmente estudantes de High School de mais de 80 países para diferentes cursos e atividades, no Queen’s College campus. Entre todos os alunos, não mais que 10% podem vir do mesmo país.
O estudante escolhe uma matéria acadêmica, que pode ser Inglês, Debate ou Negócios e Empreendedorismo, por exemplo, e uma eletiva (pode ser teatro, fotografia ou outra), que serão cursadas durante 3 semanas.
McGill University
A McGill University, uma das mais prestigiadas instituições do Canadá, também tem sua Summer Academy, que disponibiliza cursos no verão para alunos de High School, com aulas e atividades dentro e fora do campus, em Montreal. Os temas dos cursos vão desde Crise Humanitária e Cooperação Internacional até neurociência, por exemplo.
Seja qual for o curso ou a instituição escolhida para o Summer Program, em todos eles o aluno vai conviver com professores, profissionais e colegas do mais alto nível e de diferentes culturas e backgrounds.
Vai passar semanas dentro de uma grande universidade, conhecendo e vivenciando suas instalações, estudando e fazendo atividades interessantes fora da sala de aula.
Benefícios também para as redações (personal statement)
O enriquecimento tanto no aspecto pessoal quanto acadêmico é certo e a experiência no Summer Program vai contribuir não só para fortalecer a candidatura no que diz respeito às atividades extracurriculares, mas também à redação (personal statement), item tão importante principalmente no processo seletivo das universidades americanas.
Na redação, o aluno escreve sobre histórias pessoais, fatos ou eventos que fizeram diferença na sua vida. Por meio dela, a universidade conhece um pouco mais sobre o candidato.
O aluno que participou de um Summer Program com certeza vai ter mais material para escrever e poder fazer uma redação mais rica e com bastante credibilidade.
Quer ter mais informações sobre Summer Programs e outros assuntos ligados a faculdade no exterior? Inscreva-se para receber nossa newsletter.
Entenda mais sobre a Universidade Johns Hopkins
/82 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaNo começo da educação superior nos Estados Unidos, surgiu a Johns Hopkins University. Hoje, o local é considerado o primeiro centro de pesquisa do país.
Responsável por algumas das descobertas médicas mais importantes, é uma instituição de peso para quem busca uma formação incrível. Mas antes de ir atrás do seu diploma de medicina nos Estados Unidos, é preciso conhecer melhor essa alternativa.
Nosso time separou as informações mais relevantes sobre a Johns Hopkins University para tirar as suas dúvidas. Vai perder? Confira!
A história da universidade Johns Hopkins
Foi em 1876 que a instituição foi fundada. Localizada em Baltimore, em Maryland, foi construída graças às doações de Johns Hopkins. Apesar de ser um famoso empresário do século 19, teve uma infância difícil, na qual largou os estudos para ajudar a família no campo. Com o objetivo de oferecer a chance de educação aos outros, fundou a instituição.
Logo na inauguração, ficou claro que a intenção principal da instituição era se dedicar à pesquisa. Baseada nos modelos alemães, a Johns Hopkins University foi uma verdadeira revolução no ensino superior dos Estados Unidos.
Em 1878, foi criado o jornal universitário, que permanece ativo até hoje e é o mais antigo em atividade no país. Em 1889, chegaram o hospital universitário e a Escola de Enfermagem. Em 1893, foi a vez da Escola de Medicina ser inaugurada.
Em 1902, o campus foi expandido, já para comportar a importância da instituição. Hoje, o local é um relevante centro de ensino dos Estados Unidos. Mais que isso: está entre as melhores faculdades do mundo, de acordo com a The Times Higher Education World University Rankings 2024.
Como a universidade Johns Hopkins se tornou centro de referência
Se hoje a universidade é um ponto de referência na área médica, isso não aconteceu da noite para o dia. O principal ponto foi o investimento em infraestrutura, possível com o dinheiro doado por seu fundador.
Além da faculdade, foi criado um hospital e escolas de treinamento para profissionais da área e houve um grande investimento em pesquisa, com destaque para engenharia genética.
Com laboratórios e equipamentos de ponta e uma cultura voltada para a pesquisa, algumas das principais descobertas modernas aconteceram nesse campus.
Mesmo já consolidada como referência nessa área, a Johns Hopkins University continua investindo pesado para garantir as melhores condições para estudantes e professores envolvidos com a ciência.
Principais cursos oferecidos na universidade Johns Hopkins
É verdade que a universidade é um ótimo destino para quem deseja cursar Medicina ou outras áreas da saúde. No entanto, a instituição é dividida em escolas e tem mais de 50 cursos disponíveis. Veja quais são!
School of Advanced International Studies
Ideal para quem deseja estudar sobre o mundo ao nosso redor, com uma pegada internacional. Entre as áreas, estão:
Applied Physics Laboratory
Para quem deseja misturar tecnologia e laboratórios, essa é a área ideal. Entre os degrees, estão:
Krieger School of Arts and Sciences
Com 22 departamentos, a área de artes e humanidades é outro destaque na instituição. Veja alguns cursos:
Carey Business School
Se tiver interesse no ramo dos negócios, essa é a parte ideal da instituição. Alguns cursos incluem:
School of Education
Com 100 anos de existência, essa área forma educadores completos. Algumas opções oferecidas são:
Whiting School of Engineering
Voltada para as diversas engenharias, é a escola que envolve matemática e solução de problemas. Conheça alguns cursos:
Peabody Institute
Primeiro instituto de música dos Estados Unidos, é um conservatório com alguns degrees, como:
Bloomberg School of Public Health
Considerada a melhor do país, forma especialistas na parte de saúde pública. Confira alguns cursos:
School of Nursing
Primeira a ser aberta, forma especialistas nesse atendimento ao paciente. Há muitos cursos disponíveis, como:
School of Medicine
Carro-chefe da Johns Hopkins University, forma médicos e especialistas de saúde em várias áreas. Veja algumas possibilidades:
O campus da Johns Hopkins University
Além das salas e dos laboratórios completos, o campus dessa universidade se destaca. Os prédios seguem um estilo clássico de mais de 140 anos, com tijolos aparentes e construções horizontais.
O prédio onde fica o The Homewood Museum foi adquirido no começo do século 20 e também conta com um estilo que envolve tijolos e mármore, como o restante das construções.
No time ainda pode destacar uma torre do relógio no mesmo estilo e bastante área verde no entorno. Ao somar isso à qualidade portuária de Baltimore, há um belo cenário para os estudos.
Os ex-alunos notáveis da instituição
Por causa do posicionamento como referência, a instituição já teve alunos notáveis — e alguns são professores ou profissionais da universidade. Entre os nomes mais famosos, estão:
Os prêmios recebidos
O fato de ser referência fez com que a Johns Hopkins University já tenha recebido dezenas de prêmios ao longo da sua existência. Desde sua criação, por exemplo, 31 prêmios Nobel foram distribuídos a ex-alunos, professores ou pesquisadores da instituição. A distribuição ficou assim:
A tradição, inclusive, permanece forte. Podemos destacar o professor Gregg Semenza e o Residente William G. Kaelin Jr., que dividiram o prêmio Nobel de Fisiologia de 2019.
As demais áreas da universidade também ganharam prêmios. A University Press, por exemplo, tem centenas de livros premiados em diversas competições. Nas áreas de economia, artes e outras, estudantes e pesquisadores venceram várias premiações e competições, o que atesta a qualidade do local.
Como entrar em Johns Hopkins?
No princípio, o processo seletivo exige seu histórico escolar completo e suas atividades extracurriculares. Também é preciso ter cartas de recomendações e um essay ou carta de motivação. Você ainda terá que preencher um formulário online e ficar de olho nas datas de início e fim da etapa.
Para estudantes internacionais, há obrigações extras, que incluem a realização de testes de proficiência em inglês (TOEFL ou IELTS), para comprovar que o aluno conseguirá acompanhar as aulas no idioma.
Para simplificar a jornada, o ideal é contar com o apoio de quem entende do assunto. Ao contratar a consultoria educacional especializada da Daqui pra Fora, é possível adicionar essa importante formação ao seu currículo.
A Johns Hopkins University é mais que o primeiro centro de pesquisa dos Estados Unidos, pois até hoje se mantém como centro de referência. Agora que você já conhece as principais características, fica fácil entender por que ela é a 15ª melhor universidade do mundo.
Ainda tem alguma dúvida? Vem conversar com a gente e descobrir como podemos ajudar você a realizar o seu sonho de estudar em uma das melhores universidades do mundo.
Veja como escrever uma redação em inglês!
/109 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaTem o desejo de estudar nos Estados Unidos, Canadá ou no Reino Unido? Esses países concentram as melhores instituições de ensino de todo o mundo. Saiba que esse sonho é possível de ser realizado!
Estudantes brasileiros que pretendem concorrer a uma vaga em um curso de graduação no exterior devem estar devidamente preparados. Afinal, a candidatura para estudar em uma universidade estrangeira envolve várias etapas, como a criação de uma ou mais redações em inglês.
Quer saber como fazer isso sem erros e com qualidade técnica? Este artigo vai trazer um guia sobre como se preparar para elaborar uma redação em inglês impecável que te ajudará a aumentar as chances de ser aprovado no processo de admissão para uma universidade no exterior. Acompanhe a leitura!
A importância da redação em inglês
Você sabe qual é a importância da redação em inglês para os processos seletivos de universidades no exterior? Também conhecidas como essays, consistem em redações pessoais cujo intuito é apresentar o perfil do candidato.
Nesses textos, o estudante deve contar mais sobre si mesmo, a trajetória acadêmica, as expectativas profissionais, as preferências pessoais, entre outras características.
A elaboração do essay é uma das etapas mais importantes para uma candidatura. Afinal, essa é a melhor maneira de o comitê de admissão saber se o perfil e personalidade do candidato se encaixam com a instituição de ensino.
Nessa etapa, o estudante deve contar mais sobre quem ele é para o escritório de admissão. Geralmente, os temas das redações são bem diferentes, como por exemplo um tema já utilizado pela Universidade da Pensilvânia: “você acabou de escrever sua autobiografia de 300 páginas. Por favor, nos mande a página 217”.
Já Universidade de Chicago queria saber “onde está o Wally, na verdade” ou ainda ” a faculdade Carleton é empoderada por turbinas eólicas. O que te dá poder?”. As respostas para essas indagações devem ser convincentes, persuasivas, positivas e entusiastas.
Não há uma resposta certa ou errada. O ideal é ser o mais transparente possível, ao mesmo tempo em que passa uma imagem confiante sobre si mesmo. Uma dica que costuma surtir bons efeitos é buscar entender mais sobre o que os admission officers gostariam que você escrevesse, mas não minta jamais. Tente aliar ambas as informações para que elas sejam sinceras e reais.
A importância de uma boa redação para a candidatura
Grande parte das universidades, especialmente as mais renomadas, exige que os candidatos elaborem um Essay ou Personal Statement e enviem esse documento de maneira online.
Apesar de parecer uma tarefa complexa, é uma oportunidade ímpar de se apresentar e fazer a diferença para que você seja selecionado e aprovado pelos comitês de admissão. Além disso, a maioria das universidades determina o mesmo peso para os Essays e os demais exames de admissão.
A melhor estratégia para isso é redigindo uma redação pessoal sobre você. Afinal, os admissions officers precisam ler um enorme volume de redações todos os dias. A maioria é simples, os textos são iguais e não se destacam dos demais.
Nesse sentido, o texto deve conter um diferencial que o faça se destacar dos demais. Para isso, invista em você, nas suas qualidades, interesses e apresente a sua personalidade única.
Como fazer uma redação em inglês?
Confira, a seguir, algumas dicas de como elaborar um Essay de qualidade que vai potencializar as chances de ser aprovado no processo seletivo.
Esteja atento ao Brainstorming
Brainstorming é uma tempestade de ideias. Trata-se de uma técnica utilizada para explorar o potencial criativo de uma pessoa e propor soluções para um determinado problema. Nesse sentido, essa técnica serve para impulsionar as ideias do estudante para que ele possa expor as suas opiniões e sugestões e consiga elaborar um conteúdo de maior qualidade.
Tenha um roteiro para ser seguido
Uma boa estratégia é ter um roteiro com algumas sugestões de ideias a serem incluídas na redação, como as seguintes sugestões:
Faça primeiramente um rascunho
O texto deve ser dividido em três seções:
Use a criatividade
Seja criativo na maneira de conduzir a redação. Apresente os fatos de um modo que prenda a atenção do leitor. Se desejar, pode utilizar figuras e recursos de linguagem. O recomendado é fugir do padrão e ser autêntico.
Comece a escrever com antecedência
Comece a redação o quanto antes. Caso você deixe tudo para a última hora, poderá sofrer de ansiedade e não conseguir escrever com qualidade — além de correr o risco de ultrapassar o deadline (prazo para a entrega).
Peça feedbacks
Após escrever a redação, mostre o texto para familiares e amigos, professores, coordenadores e outras pessoas que entendem sobre o assunto. Peça dicas e verifique se a ortografia e a gramática estão corretas.
Se possível, solicite que alguém qualificado faça revisões no seu texto. É importante considerar as opiniões de terceiros e, se necessário, fazer as devidas alterações.
Seja honesto na sua redação
O Essay não é a oportunidade para você tentar ser o estudante perfeito. O melhor é ser honesto com relação às suas capacidades, conhecimento e experiências.
Portanto, não escreva algo que não corresponde à realidade. As universidades desejam alunos que reconhecem as suas habilidades e fraquezas e que tentam melhorar, acima de tudo.
Além do mais, as informações que são descritas no Essay e no Personal Statementdevem ser verídicas e não podem se contradizer entre si.
Da mesma forma que esses fatos não podem ir de encontro a nada que foi mencionado no Application. Você deve passar credibilidade e confiança para o leitor.
Escreva sobre as suas experiências
Coloque no Essay tudo aquilo que você considera importante — um passeio, um livro, um filme, um momento, uma pessoa. Não poupe palavras nesse momento.
Além disso, é importante estar atento para não criar somente uma narração. O ideal é descrever os fatos e contar como essa experiência serviu para agregar valor para a sua vida.
Confira os principais erros cometidos e como evitá-los
Quanto melhor for a qualidade da redação, maiores são as chances de você se destacar aos olhos do examinador e conseguir uma vaga em uma universidade estrangeira. Por outro lado, erros de escrita podem comprometer a sua trajetória acadêmica e resultar na negativa da universidade.
Esse assunto ganha ainda mais relevância quando se trata de uma redação em inglês. De fato, o inglês é o idioma mais utilizado para a comunicação, pois permite conectar pessoas de diferentes nacionalidades.
Nesse sentido, dominar a fluência se torna imprescindível para o estudante que deseja concluir a graduação e conquistar o diploma na universidade dos sonhos.
O uso correto da gramática é a chave para o sucesso de uma redação em inglês. Afinal, quanto menos erros o seu Essay apresentar, maior será a sua chance de entrar para o quadro de alunos da universidade.
Em regra, os brasileiros costumam apresentar dificuldades no aprendizado de alguns elementos em inglês, como: ortografia, preposição, conjugação, ausência de pronome e o uso de quantificadores (some e any, por exemplo).
Pensando nisso, vamos pontuar, a seguir, onde ocorrem os principais erros nas redações e como evitá-los.
Erros de ortografia
Geralmente, os estudantes brasileiros cometem erros básicos na escrita das palavras. Confira alguns termos que costumam ser escritos de maneira equivocada: beautiful, common, language, probably, writing, platform, technology, diferent, opportunity, which, punishment, inhabitants, entre outros.
O erro se dá principalmente pelo fato de a escrita, pronúncia e fonética se assemelharem ao português, o que acaba trazendo confusão. Nesse sentido, o uso da memória visual é uma estratégia para tentar driblar essa situação.
Você pode ler várias vezes a mesma palavra e destacá-la em algum local de fácil visualização, até que finalmente você consiga escrevê-la da maneira correta.
Se preferir, consulte o dicionário bilíngue sempre que surgirem dúvidas. Essas ferramentas são bem didáticas, uma vez que foram criadas principalmente para pessoas que estão em fase de aprendizado no inglês.
Erros ao usar preposições
Um dos erros mais comuns é o uso incorreto de preposições. Confira as preposições que trazem mais dúvidas e que são mais usadas de modo equivocado: in, on, to, for, of, at, with, about, for, from e by.
Um dos padrões de erros que mais ocorrem, por exemplo, é a confusão entre o uso das preposições de local at, on e of. Nessas situações, o ideal é utilizar a preposição in, seguida da localização.
De qualquer forma, é importante prestar atenção ao uso adequado das preposições, pois são elementos de uma frase que aparecem com grande recorrência em orações.
Muitas expressões utilizam um adjetivo ou verbo, seguidos de uma preposição. Nesses casos, para evitar maiores erros, a recomendação é memorizar a expressão completa, como “look at” e “good at”.
Erros na conjugação dos verbos
A conjugação verbal é outro erro muito comum de ser cometido por estudantes que ainda não apresentam tanta familiaridade com o inglês. O que traz muitas dúvidas.
O principal erro se refere especialmente ao caso de esquecimento do uso da preposição “to” antes de determinados verbos que estão no modo infinitivo, como: “to look”.
Confira, a seguir, uma lista contendo verbos e frases mais comuns que são escritos de maneira equivocada por estudantes. Em todas elas falta a preposição “to” antes do verbo “do”.
need do something (precisar fazer algo);
want do something (querer fazer algo);
like do something (gostaria de fazer algo);
try do something (tentar fazer algo).
Erros no uso de pronomes
O uso de pronome tem diversas utilidades na língua inglesa. Ele pode ser utilizado para começar frases, fazer referência a algum assunto que foi mencionado antes, substituir o sujeito indeterminado, se referir ao objeto da sentença, entre outros usos.
A dica que vale aqui é não economize no uso de pronomes. Empregue-os sempre que precisar se referir a algo ou alguém.
A falta do pronome “it” em algumas frases é um erro bem comum, principalmente quando o autor do texto se refere ao sujeito ou objeto da sentença. Confira um exemplo: Thank you for your present, I loved (it). (Obrigado pelo presente, eu amei isso).
Erros ao usar determinantes
Uma das dúvidas mais recorrentes é o uso do determinante “the” antes dos substantivos. Ele é usado antes dos adjetivos que relatam sequência (the next, the first, the last, por exemplo) e quando nos referimos a formas superlativas (the best, the worst etc.). Também vale lembrar que os plurais e substantivos próprios não fazem uso de determinantes.
Na maioria das vezes, não é necessário utilizar o pronome determinante antes dos nomes, quando estamos nos referindo a coisas de forma geral, como: life, children, time, school, people.
Porém, a utilização do determinante “the” é obrigatória em alguns casos, como: the internet, the world, the United States, the government, the English language, entre outros exemplos.
Erros gramaticais
Os verbos “to make” e “to do” são usados de forma distinta. O ideal é memorizar a ideia que envolve o uso de ambos.
Os falsos cognatos são uma pegadinha bem comum na língua inglesa, pois são palavras com semelhanças na grafia em inglês e português, contudo guardam significados bem diferentes.
Um ótimo exemplo é o verbo to intend que significa “pretender”, enquanto que a palavra “to pretend” significa fingir.
Além dos Estados Unidos, a exigência da redação em inglês é um requisito para a admissão em várias universidades do Canadá e faculdades da Inglaterra.
Na verdade, a apresentação desse documento é necessária em diversas instituições de ensino em todo o mundo.
Se você deseja concorrer a uma dessas vagas, é bem possível que tenha que apresentar Essays, como uma etapa da Application.
Não se esqueça de manter a qualidade da escrita e ter a fluência no idioma, requisitos importantes para redigir bons textos em inglês.
A consultoria educacional da Daqui pra Fora trabalha com o aluno em cada um de seus textos, estimulando a criatividade, orientando quanto ao formato e revisando tudo de acordo com a gramática da língua inglesa.
Quer saber mais sobre como podemos te preparar melhor para essa e todas as outras etapas do processo seletivo de uma universidade no exterior? Entre em contato com nossos especialistas.
Conheça a UC Berkeley e seus diferenciais!
/106 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaJá se imaginou vivendo e estudando na Califórnia? O estado, localizado na costa oeste dos Estados Unidos é cenário frequente de filmes de Hollywood e reconhecido pelo enorme potencial econômico. É lá que fica o Vale do Silício, região que abriga algumas das principais companhias do mundo, como a Apple, a Microsoft e a Netflix.
Além de representar uma bela oportunidade para profissionais de todas as áreas, a Califórnia enche os olhos de seus visitantes com paisagens deslumbrantes e diversificadas. A geografia da região possibilita, ao mesmo tempo, passeios estonteantes pela costa do Oceano Pacífico e visitas a estações de ski.
Não é só isso. O Estado Dourado, como é conhecido, conta com algumas das principais universidades dos Estados Unidos e do mundo. Uma das mais reconhecidas no universo acadêmico é a UC Berkeley, que será o foco deste artigo.
Ao longo da leitura você vai conhecer melhor a história e tradição da instituição, aprender o que é necessário para estudar lá e muito mais. Confira!
Descubra a história da UC Berkeley
Você já deve ter ouvido falar de São Francisco, cidade da icônica Golden Gate e casa de um dos times mais tradicionais da liga de futebol americano dos Estados Unidos. Pois bem, a 30 minutos de trem está localizada Berkeley, uma cidade que seria pequena e pacata, não fosse a fundação da UC Berkeley.
A universidade, que tem como mascote um urso dourado, foi inaugurada em 1868 e representa uma das 10 localizações da University of California, por isso as iniciais UC. De sua fundação até aqui, são mais de 150 anos de tradição, marcados por descobertas importantes, como o processo de fotossíntese, a vitamina E e o elemento que hoje é utilizado em vacinas contra a gripe.
Cursos oferecidos pela UC Berkeley
Atualmente, a UC Berkeley oferece nada menos que 106 cursos de graduação, 88 programas de mestrado e 97 cursos de pesquisa para doutorado. A grande maioria dos estudantes estão matriculados em programas regulares de graduação. Só para ter uma ideia, entre 2013 e 2014, a universidade formou 7.565 estudantes.
São 14 cadeiras de estudo diferentes, cada uma com acadêmicos respeitados em suas áreas e recursos avançados de pesquisa e desenvolvimento. Entre essas cadeiras, a que mais se destaca é a que comanda os estudos de química. Não à toa o departamento foi nomeado pelo US News como o melhor curso de graduação em química oferecido ao redor do planeta.
O mesmo ranking indica outro departamento de destaque na UC Berkeley, o de engenharia. Ele fica atrás apenas dos cursos oferecidos pelo MIT e por Stanford, este último aliás, fica a poucas horas de distância de Berkeley. A razão para tal sucesso é relacionada à conexão da instituição com empresas do Vale do Silício, que investem no desenvolvimento de pesquisas.
Outro curso que se destaca em Berkeley é o de negócios. Trata-se da segunda escola de negócios mais antiga dos Estados Unidos, tendo formado nomes influentes no desenvolvimento da economia americana.
Foi lá que se formaram, por exemplo, os co-fundadores da Intel, da Apple, do Ebay e da Tesla. No próximo tópico, falaremos mais sobre ex-alunos notáveis.
Conheça os ex-alunos notáveis da UC Berkeley
Nos Estados Unidos, os ex-alunos, chamados de Alumni, são figuras bastante valorizadas pelas instituições que os formaram. Eles participam de eventos, são constantemente lembrados em comemorações e, em alguns casos, contribuem com doações para o desenvolvimento da instituição.
A UC Berkeley tem uma lista de respeito para representar seus Alumni. De lá saíram nomes importantes para a ciência, política, economia e diversas outras áreas, tanto do país quanto do mundo. Confira alguns dos principais!
Steve Wozniak
Se você conhece a história da fundação da Apple, sabe quem é Steve Wozniak. Junto com Steve Jobs, Wozniak transformou para sempre a história da tecnologia e do uso de computadores pessoais. De fato, ele é responsável por todo o processo de desenvolvimento dos primeiros computadores da companhia, deixando para Jobs os esforços de marketing e publicidade.
Jerry Brown
Formado pela turma de 1961 da UC Berkeley, Jerry Brown é um ex-governador do estado da Califórnia. É apenas mais um cargo na extensa carreira política de Brown, que já foi governador em duas outras oportunidades e chegou a concorrer para presidente da república em três eleições.
Selman Waksman
Selman Waksman é um dos muitos Alumni de Berkeley que ganharam o prêmio Nobel. Ele foi premiado na categoria de fisiologia e medicina, em 1954, por descobrir o primeiro antibiótico efetivo no tratamento da tuberculose.
Como entrar na universidade de Berkeley?
Se você deseja estudar na UC Berkeley, é bom se planejar. A instituição aceita apenas aplicações para o segundo semestre, que são abertas em meados de novembro. O processo seletivo, como na maioria das universidades americanas, consiste na realização de uma avaliação SAT, na análise do histórico escolar e no envio de uma carta de apresentação.
Para estudantes internacionais, existem algumas exigências a mais. Você precisa provar a proficiência na língua inglesa, o que é feito por um exame de qualificação padronizado, o TOEFL.
Ademais, é preciso uma declaração garantindo suas condições financeiras e, é claro, a retirada do visto americano para estudantes.
Premiações recebidas por alunos de Berkeley
Por sua tradição e excelência, a UC Berkeley é presença constante nos rankings de melhores instituições de ensino. Hoje, ela ocupa a décima quinta posição no World University Ranking, que avalia universidades do mundo inteiro.
Além disso, entre políticos, cientistas, esportistas e artistas, os Alumni da universidade levam seu nome ao mundo. São diversas premiações nas mais diferentes áreas. Conheça alguns:
Como é a vida de estudante em UC Berkeley
É claro que não é só a parte acadêmica que atrai estudantes para Berkeley. O perfil extremamente jovem da cidade, que é casa para os mais de 40.000 estudantes da universidade, garante uma vida estudantil rica em diversão, cultura e diversas opções de passeio.
O campus, cuja extensão corresponde a aproximadamente 630 campos de futebol, apresenta uma arquitetura histórica. Entre os prédios mais famosos está a biblioteca da universidade, que é a mais extensa do país. Lá ficam armazenados mais de 11 milhões de volumes disponíveis para o entretenimento e estudo dos alunos.
Um programa muito popular entre os estudantes é a visita à torre de Berkeley, conhecida como a torre de relógio mais alta das faculdades dos Estados Unidos. Do alto, é possível observar uma paisagem única, incluindo parte da famosa Baía de São Francisco.
Perto dali, ficam o ginásio e o estádio dos Ursos Dourados, que são locais comuns para eventos esportivos e confraternização entre os estudantes.
A cidade é repleta de cafés, lojas e restaurantes, todos frequentados, em grande maioria, por estudantes. Trata-se de uma excelente oportunidade para conhecer novas pessoas e criar contatos importantes tanto para sua vida pessoal quanto para seu desenvolvimento acadêmico e profissional.
O décimo terceiro lugar no World University Ranking é um indicativo da excelência acadêmica da UC Berkeley. Sua tradição de mais de um século e meio atrai estudantes de todos os pontos do planeta, o que garante uma experiência cultural muito valiosa.
Além disso, a universidade é localizada quase no centro da costa californiana, o que abre muitas possibilidades para passeios e viagens turísticas.
E aí, quer conhecer mais sobre a vida estudantil e as universidades mundo afora? Siga nossas redes sociais! Estamos no Facebook, YouTube e Instagram!
Saiba mais sobre a Universidade de Oxford!
/112 Comentários/em Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaA Universidade Oxford é uma famosa instituição de ensino superior localizada no Reino Unido. Trata-se de uma das entidades britânicas de educação com maior prestígio de todo o mundo e, também, uma das mais antigas.
Já imaginou estudar nessa Universidade? Saiba que é possível ingressar nela e fazer parte do quadro de alunos dessa renomada instituição.
Ficou interessado no assunto? Deseja fazer uma faculdade na Inglaterra? Este artigo vai apresentar as principais informações sobre a renomada Universidade de Oxford. Acompanhe!
História da Universidade de Oxford
A fundação da Universidade de Oxford tem raízes no século XI. Conhecer essa instituição é uma verdadeira lição sobre a história inglesa. A entidade de ensino superior fica situada na Wellington Square, na cidade de Oxford.
Fundada no ano de 1090, ela foi a primeira universidade de língua inglesa. Ganhou mais alunos a partir de 1167, ano em que o Rei Henrique II da Inglaterra proibiu que os jovens estudantes ingleses fossem até Paris para continuarem os estudos.
A instituição de ensino serviu como palco para vários acontecimentos históricos. Por exemplo, em 1530, o Rei Henrique VIII da Inglaterra forçou a Universidade a reconhecer o seu divórcio com a rainha Catarina de Aragão.
Ainda no século XVI, os membros que faziam parte do clero anglicano foram condenados como hereges e queimados nas dependências do próprio campus.
Sem deixar a tradição de lado, a Universidade se modernizou e atualmente é considerada uma das instituições contemporâneas de ensino mais completas de toda a Europa, com instalações inovadoras e progressistas. A Universidade de Oxford ocupa o 1º lugar no “Times Higher Education World University Rankings”.
Principais cursos oferecidos pela Universidade de Oxford
A Universidade de Oxford apresenta 4 setores acadêmicos: Humanas; Ciências Médicas; Matemática, Física e Ciências Biológicas e Ciências Sociais.
Atualmente, ela conta com 38 faculdades e um número aproximado de 22 mil alunos matriculados, entre cursos de graduação e pós-graduação.
Os principais cursos da Universidade são:
Estima-se que os estudantes estrangeiros representem cerca de 40% do número total de alunos.
Ex-alunos notáveis
A Universidade já formou estudantes famosos:
Vantagens de estudar na Universidade Oxford
Está em busca de um diploma de excelência? Deseja agregar valor ao seu currículo? Quer adquirir bagagem cultural? Confira as vantagens de estudar em Oxford.
Programas curtos e eficazes
Geralmente, a graduação no Reino Unido tem duração de três anos. Apesar de ser mais curto do que os cursos tradicionais, o ensino é intensivo e focado no aprendizado do conteúdo curricular.
Para igualar o nível de ensino de alunos estrangeiros que não fizeram um currículo IB no colégio, há um ano adicional antes de iniciar a graduação em si, onde deve ser feito o Foundation Course.
Ótimo custo-benefício
A Universidade disponibiliza algumas bolsas de estudo para estudantes estrangeiros. Para isso, é necessário estar inscrito em algum programa universitário com longa duração.
Grande diversidade cultural
A Inglaterra é um dos países cosmopolitas com maior riqueza de tradição e cultura do mundo. A nação apresenta uma infinidade de atrações turísticas para o estudante conhecer: museus, castelos, pubs, parques, igrejas etc. Sem dúvidas, estudar em Oxford vai trazer uma grande experiência e bagagem de vida.
Qualificação reconhecida mundialmente
As qualificações adquiridas em uma entidade de ensino da Inglaterra são altamente reconhecidas em nível internacional — de fato, 7 das 10 melhores universidades da Europa estão situadas no Reino Unido.
Desse modo, portar um diploma da melhor universidade britânica é uma vantagem absurda dentro do mercado do trabalho. Você, como profissional, será muito bem valorizado perante as empresas e terá a chance de conquistar excelentes empregos.
Imersão no idioma inglês
Saber falar inglês vai ser muito útil para a sua jornada profissional. Que tal estudar um curso superior e aprender o idioma local ao mesmo tempo? Nada melhor do que se comunicar com estudantes nativos e moradores da região para aprimorar seu inglês e adquirir a tão sonhada fluência na língua.
Dicas para estudar em Oxford
Se você deseja cursar uma graduação na Universidade de Oxford, saiba que ter o ensino médio brasileiro não é o suficiente para ser admitido no processo seletivo. Para isso, você terá que realizar os exames do sistema de educação britânico — A-Levels, International Baccalaureate.
As vagas são abertas todos os anos. É possível verificar a publicação contendo as normas e prazos no site da Universidade. Em regra, para que você possa se candidatar, é necessário preencher alguns requisitos, como inglês fluente, ótimo desempenho acadêmico e ser aprovado na Application.
Confira algumas dicas para ingressar na Universidade de Oxford:
Estudar na Universidade Oxford é uma oportunidade imperdível. Você vai ganhar uma experiência de vida impagável, aprender novos conceitos e adquirir um diploma na melhor instituição de ensino superior do mundo! Com certeza, muitas portas vão se abrir para você ter uma carreira de sucesso.
Gostou de conhecer melhor sobre a Universidade Oxford? Quer conhecer mais sobre as instituições de ensino estrangeiras? Que tal saber como é viver no exterior? Curta a nossa página no Facebook e confira as próximas publicações!
Melhores cidades da Inglaterra para fazer faculdade
/110 Comentários/em Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEscolher uma das cidades da Inglaterra como destino dos seus estudos pode ser a melhor decisão para o seu futuro. Afinal, o país é multicultural, tem qualificação reconhecida internacionalmente e seus centros de ensino têm bom custo-benefício.
Ao optar por um local com grandes instituições de ensino, também aumentam as suas chances de admissão. Então, o ideal é já começar a se planejar para fazer faculdade no exterior, não é?
Para não ter dúvidas, nosso time separou cidades da Inglaterra com instituições de ensino de destaque. Confira!
Londres
Falar da Inglaterra logo remete à sua capital. É por isso que a nossa equipe decidiu colocar Londres no topo da lista. Uma das maiores cidades do mundo e uma das principais capitais da Europa, Londres apresenta dezenas de instituições de ensino. Para quem deseja fazer faculdade no exterior, então, é um verdadeiro prato cheio.
University College London
A University College London ou UCL foi fundada em 1826, mas não deixa de ser muito moderna. Considerada de pesquisa, tem diversas áreas, como:
Ao total, conta com 33 mil estudantes e é receptiva a quem vem de fora do país.
King’s College London
Fundada em 1829, a King’s College London também merece destaque. São 25 mil estudantes que fazem cursos de diversas áreas, como Saúde, Humanidades ou Negócios.
Imperial College London
No coração da capital, a Imperial College London é voltada para as áreas de Ciências, Engenharia e Medicina. Conta com dezenas de cursos diferentes, além de se destacar pela abertura a estudantes internacionais entre os 17 mil matriculados.
Cambridge
Entre as cidades da Inglaterra com grandes instituições de ensino, Cambridge merece todo o destaque. A menos de duas horas de Londres, o local tem uma das instituições mais famosas do mundo.
University of Cambridge
É claro que nosso time está falando dela: a University of Cambridge. Fundada em 1209, é a segunda mais antiga e tradicional do país. É considerada a quinta melhor do mundo, pelo ranking 2024 da Times Higher Education. Aberta a estudantes internacionais, inclui estudos sobre Tecnologia, Saúde, História e outros, para seus quase 20 mil alunos.
Anglia Ruskin University
Fundada a partir da Cambridge School of Art, foi formalizada em 1992. Tem mais de 18 mil alunos e oferece diferentes opções de degree, como Finanças, Letras e Educação. Também apresenta uma boa experiência para quem é de fora do país.
Oxford
No centro do país, Oxford é uma das mais charmosas cidades da Inglaterra. Apesar da aparência milenar, é um centro de estudos moderno e que é ponto de chegada para alunos de diversos países.
University of Oxford
Considerada a melhor do mundo pelo ranking da Times Higher Education, a University of Oxford é procurada por estudantes de todos os continentes. Com as primeiras aulas ainda em 1096, é a segunda mais antiga do mundo e a mais velha de língua inglesa. Com 20 mil alunos, oferece cursos ligados a Linguagens e Literatura, Matemática e Estatística, Ciência da Computação e outros.
Oxford Brookes University
Fundada em 1865, a Oxford Brookes University é menos famosa que sua conterrânea, mas é uma excelente opção. Com quase 15 mil alunos e 130 nacionalidades recebidas, disponibiliza vários cursos. Entre eles, estão Negócios e Tecnologia, Artes e Humanidades e Direito.
Liverpool
Mais que a terra dos Beatles, Liverpool é conhecida por oferecer uma educação completa e inclusiva para estudantes internacionais. Além disso, é mais uma das cidades da Inglaterra com grandes instituições — então, nosso time não poderia deixar esse local de fora.
University of Liverpool
A University of Liverpool tem quase 25 mil estudantes e foi fundada em 1881. Além da estrutura ampla, oferece cursos como Engenharia Aeroespacial, Política Internacional, Enfermagem, entre outros.
Liverpool John Moores University
Os quase 20 mil estudantes da Liverpool John Moores University concordam que a instituição se destaca pela formação completa e de qualidade. Criada em 1823 e aberta a alunos internacionais, é especializada em pesquisas de Ciências de Esportes e Exercícios, Educação Física, Negócios e mais.
Brighton
Brighton é uma cidade costeira da Inglaterra, de clima ameno e que fica a menos de 100 quilômetros de Londres. Embora tenha recebido o título de “fundação” apenas em 2000, já é considerada uma boa opção para quem deseja estudar.
University of Brighton
A University of Brighton foi fundada em 1858, ainda como escola de artes. Passou a ser universidade em 1992 e hoje tem 17 mil alunos. Algumas opções de curso incluem Arquitetura, Escrita Criativa e até Desenvolvimento de Games Digitais.
University of Sussex
Pertinho de Brighton fica a University of Sussex. Ela tem cerca de 15 mil estudantes (dos quais 5 mil são internacionais) e é especializada em pesquisa e desenvolvimento. Oferece mais de 500 cursos, como Jornalismo, Genética e Música.
Brighton and Sussex Medical School
Se você for da área da saúde, pode escolher a Brighton and Sussex Medical School. Fundada em 2002, surgiu a partir de uma fusão das duas maiores da região. Especializada no curso de Medicina, já formou mais de 1.500 médicos que atuam no país.
Bournemouth
Outra alternativa litorânea, Bournemouth fica ao sul da Inglaterra. A distância é de 150 quilômetros até Londres, mas nem isso a torna menos internacional ou multicultural — ou seja, uma ótima escolha para estudar.
Bournemouth University
A Bournemouth University, assim como outras universidades, começou como uma escola e passou de nível em 1992. Com quase 15 mil estudantes, conta com pessoas de outros países desde sua criação. Entre as formações disponíveis, estão Ciências Forenses, Design de Produto e Produção de Mídia.
Arts University Bournemouth
Para quem deseja seguir na área criativa, o Arts University Bournemouth é a melhor alternativa. Conta com quase 5 mil estudantes e tem diversos cursos sobre artes. Entre os de destaque, estão Atuação, Ilustração e Efeitos Visuais para Filme e Televisão.
Agora que você já conhece as cidades da Inglaterra com grandes instituições de ensino, é hora de pensar na admissão. Cuidar do histórico escolar, ter boas atividades extracurriculares e explorar a seleção de cada uma é essencial. Para facilitar o processo, uma consultoria especializada pode ajudar!
Se quiser uma ajudinha extra para escolher, aproveite e veja quais são as 6 melhores faculdades da terra da rainha.
Apoio além da candidatura para uma Faculdade no Exterior
/104 Comentários/em Daqui pra Fora, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaDepois da alegria da conquista, chega a hora de fazer as malas e começar uma vida nova em uma universidade no exterior. Vida nova mesmo! Para quem vai e para quem fica. Pais e filhos vivem um momento novo, diferente, uma mistura muito particular de emoções.
O momento da mudança merece atenção e muitas vezes apoio especial. Nessa hora, a Psicologia Intercultural é um instrumento importante e o suporte de um profissional especializado pode fazer toda a diferença.
A Psicóloga Intercultural trabalha nessa nova etapa da jornada no sentido de ajudar os alunos a conviverem diariamente com pessoas de outras culturas e com a distância de casa, fazendo com que o processo de adaptação deles (e dos pais) seja produtivo, inteligente, positivo e de muita qualidade, mesmo sendo cheio de desafios.
Meu filho foi admitido na universidade. E agora?
Pais e filhos caminharam juntos durante todo a jornada de preparação e candidatura para a universidade. Agora chegou o momento da separação. Os filhos vão para um lugar novo, distante, diferente. Os pais ficam, mas também vivem uma nova jornada.
A Daqui pra Fora conhece bem essa fase e continua totalmente à disposição dos alunos e das famílias após a admissão na universidade. Por isso, conta com uma profissional especializada em Psicologia Intercultural, que atua diretamente com pais e estudantes, antes e depois do início das aulas.
Ela vai ajudar a entender e superar os desafios que surgem nos primeiros meses de adaptação e fazer com que esse período seja o mais tranquilo possível para pais e filhos.
A DpF oferece ainda uma estrutura de eventos, com sessões online antes da viagem que abordam temas importantes na preparação. Nessas sessões são apresentados diversos assuntos, entre eles adaptação, desenvolvimento, networking, planos de saúde, contatos importantes na universidade, o que esperar do dia a dia no campus e autorizações para estágios.
Nem só os estudantes precisam de apoio
O momento é novo para os alunos e também para os pais. A adaptação é necessária dos dois lados. E muitas vezes acontece de os pais também precisarem de ajuda nessa etapa.
A Gabriela Ribeiro, psicóloga intercultural da Daqui pra Fora, está ininterruptamente à disposição das famílias para ajudar com qualquer questão quando necessário.
Várias dúvidas podem surgir para os pais. Não saber exatamente como está sendo a adaptação do filho à nova cultura ou como ele está lidando com as exigências da faculdade, desconhecer como ele está interagindo com professores e colegas, não receber notícias frequentemente ou mesmo perceber algum comportamento diferente no filho e não conseguir ajudar, tudo isso pode gerar uma certa insegurança e ansiedade. E ainda tem a questão da própria ausência do filho em casa.
Além de dar conforto e acolhimento nesses casos, a psicóloga reforça com os pais como eles podem ajudar no crescimento pessoal do filho. Afinal, esse é um dos objetivos dessa experiência. Querer resolver os problemas daqui do Brasil certamente não é um bom negócio quando se trata de desenvolvimento da autonomia dele.
Lá do outro lado, o aluno também tem o canal totalmente aberto com a Gabriela. Se a saudade bater muito forte, se sentir solidão, desânimo, ansiedade, ele pode e deve chamar a psicóloga. Principalmente se estes sentimentos estiverem interferindo na vida acadêmica.
Ela ainda ajuda o aluno a entender que há visões de mundo diferentes, que muitas vezes ele pode aprender com elas e ainda compartilhar o seu melhor com os outros, para que todos ganhem com essa troca.
Às vezes o aluno tem dificuldade de se desligar do Brasil. Ou tem problema para superar a timidez e acaba se isolando na internet para se proteger. São situações em que o estudante acaba deixando de viver experiências maravilhosas. A ajuda nesses casos é muito importante e traz resultados concretos.
Suporte prático aos alunos
O apoio da Daqui pra Fora após a admissão na universidade vai além das questões emocionais. Nossos especialistas oferecem soluções práticas em várias áreas.
Para os pais, por exemplo, damos suporte no processo de pagamento das taxas universitárias. Nesse caso, a família faz a transferência para a Daqui pra Fora e nós fazemos o processo internacional com taxas mais em conta.
Para situações do dia a dia do aluno, o apoio vem em forma de orientações. Não resolvemos o problema para eles. Afinal, eles estão lá também para ganharem autonomia e se desenvolverem no aspecto pessoal.
Várias questões podem aparecer no dia a dia na universidade. Pode ser uma dificuldade de adaptação com o roommate (colega de quarto), por exemplo. O aluno pode estar estranhando a nova companhia, tendo problemas para se entender e não consegue dar uma solução. Nesse caso, nossos especialistas dão dicas e sugestões sobre o que ele pode fazer.
Ainda podem aparecer outras questões, como dificuldade com algum documento, como carteira de motorista ou histórico escolar para estágio. Indicamos onde ele deve ir para resolver.
Em um determinado momento, o aluno pode querer também solicitar transferência de universidade. Ou porque não se adaptou bem aonde está ou porque se desenvolveu muito rápido e quer um desafio maior. Nos dois casos, estudamos a situação e oferecemos a orientação mais adequada.
Cada cuidado conta
Mesmo depois de iniciar a faculdade, o aluno e seus pais podem continuar contando com o suporte da equipe da Daqui pra Fora. O canal está sempre aberto. A Daqui pra Fora acredita que o vínculo não acaba quando o aluno é admitido na universidade ou mesmo quando ele começa a estudar.
O apoio permanece para superar os novos desafios. Converse com os nossos especialistas e saiba mais sobre como funciona essa conexão.
Como é o início do ano letivo em universidade do exterior?
/58 Comentários/em Canadá, Depoimentos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaO ano letivo no exterior tem o calendário bem diferente do nosso no Brasil. Além das férias e os feriados não coincidirem com os nossos, o início das aulas também acontece em outro período, começando em agosto.
Você já parou para pensar que essa diferença pode ser muito positiva para quem termina o Ensino Médio aqui e pensa em fazer faculdade fora?
Se ainda não tinha pensado, siga a leitura até o final para entender como funciona o ano letivo das faculdades no exterior e como você pode se beneficiar disso.
Quando começam o ano letivo nos EUA, Canadá e Inglaterra?
No hemisfério norte, o ano letivo começa em geral no segundo semestre. Nos Estados Unidos, as aulas na maioria das universidades têm início em agosto. É o final das férias de verão.
É justamente por causa do verão que há a inversão no calendário. As férias mais longas, de cerca de 3 meses (conhecidas como summer break), são no meio do ano, para coincidir com a estação de calor.
No Canadá e na Inglaterra é o mesmo sistema e as aulas iniciam, na maioria das instituições, em setembro.
Este “intervalo” entre o final do Ensino Médio no Brasil e o começo das aulas nos Estados Unidos pode ser o tempo necessário para o aluno que está indeciso definir seu futuro. Quem está em dúvida se quer ir ou não para o exterior tem um período para pensar e ainda aplicar nas faculdades lá fora (ou mesmo fazer vestibular no Brasil).
Também há a possibilidade de fazer um Gap Year, um ano que funciona como transição entre o Ensino Médio e a universidade. O objetivo é aproveitar esse período da melhor maneira possível, olhando para o futuro. É uma pausa na rotina, sim, mas não significa um ano só de descanso.
Além de poder se preparar e elaborar melhor sua application (a candidatura para as faculdades no exterior), o aluno pode usar o Gap Year para investir em outros interesses ou aprimorar algumas habilidades.
Mas para não desperdiçar esse tempo tão valioso, é importante definir um planejamento e desenvolver um cronograma bem alinhado com ele.
A seguir, você vai ver como foi essa transição e o início das aulas do Julio, aluno da Daqui pra Fora, que acaba de começar o curso de Psicologia em uma das melhores faculdades do Canadá e do mundo.
E como são os primeiros dias de aula?
Júlio César Silva tem 19 anos, é de São Paulo, onde estudou no Colégio Pentágono. Com a assessoria da Daqui Pra Fora, ele aplicou e foi aceito em várias universidades no exterior. Escolheu a University of British Columbia (UBC), no Canadá, para cursar Psicologia.
Confira abaixo como foi a escolha do Júlio, o período entre o Ensino Médio e o início da faculdade e os primeiros dias de aula dele na UBC.
Daqui Pra Fora: Por que você decidiu estudar no Canadá?
Júlio: Decidi estudar fora quando estava no 9º ano. Naquele momento, coloquei em minha mente que não faria vestibular no Brasil. Comecei a analisar muitas opções para estudar em diferentes lugares do mundo. Por fim, havia selecionado universidades no Canadá, EUA e Reino Unido. Escolhi o Canadá pois fiquei impressionado com a gentileza e com a diversidade da população – senti que me adequaria facilmente. Além disso, achei interessante saber que o Canadá possui excelentes universidades (entre as melhores do mundo) com uma competitividade menor que as americanas.
DpF: Para quantas universidades você aplicou e por que decidiu pela UBC?
Júlio: Apliquei para 6 universidades no Canadá (16 no geral). Decidi ir para a UBC porque era a mais bem ranqueada entre as faculdades para as quais apliquei (considerando a graduação em psicologia). Também gostei muito da localização da universidade (em uma cidade costeira que não faz tanto frio) e de seu interesse em pesquisa (um dos meus focos dentro de psicologia).
DpF: Você não aplicou para nenhuma universidade no Brasil mesmo?
Júlio: Não. No entanto, tive que fazer o ENEM para enviar as minhas notas para as universidades canadenses, pois eles querem a comparação dos possíveis estudantes estrangeiros com pessoas do mesmo país.
DpF: Você fez um Gap year? Como você aproveitou?
Júlio: Não fiz um Gap year, porém tive aproximadamente 10 meses para aproveitar meu tempo (meu colégio acabou finalizando o ano letivo um pouco antes para oferecer preparação para o vestibular). Neste tempo, viajei para o Egito por um mês e meio, para ensinar crianças a falarem português, discutir sobre a importância da igualdade de gênero e conhecer culturas novas. Também trabalhei por 5 meses, fiz cursos de psicologia online e passei o tempo com minha família, namorada e amigos.
DpF: Como era sua expectativa para o início das aulas?
Júlio: Eu acreditava que as aulas seriam muito diferentes em relação ao estilo das aulas de universidades brasileiras – e de fato são, mas não são diferenças tão discrepantes quanto eu imaginava. Esperava me envolver com muitas leituras, aprendizados e experiências. Mas tinha a insegurança de acreditar que sou menos inteligente do que meus futuros colegas (que apresentavam currículos e atividades absurdamente geniais). Consequentemente, o que eu mais aguardava era a chance de vivenciar o começo e aproveitar completamente a nova experiência que estava por vir.
DpF: Como foi o primeiro mês na UBC? Quais dificuldades você superou no início da jornada que já te fizeram crescer ou que você acredita que vão impactar a sua vida mais pra frente?
Júlio: Eu não vim preocupado com os desafios do idioma nem com o impacto das diferenças nos costumes. Achava que seria absorvido rapidamente pela cultura canadense e me desprenderia totalmente das minhas raízes. Mas percebi que fui ingênuo. Senti bastante no primeiro mês, cheguei até a duvidar de ter feito a escolha certa. Então, quando penso nas dificuldades, com certeza a primeira coisa que me vem à mente é a habilidade de se relacionar sem conhecer ninguém ao seu redor. Conhecer pessoas, espaços e culturas novas é algo muito presente no meu dia a dia. Há momentos em que recorremos às amizades antigas (nossa zona de conforto), e isto é normal – e saudável (pois mantemos as conexões firmadas anteriormente). Porém, é muito importante focar e viver o presente, crescer onde você está! Assim, estabelecemos uma nova rede de contatos e amizades. As pessoas passam por isso diariamente, em todo lugar. Nem sempre é fácil, mas o crescimento está muito ligado à capacidade de se adaptar!
DpF: Você tem colega de quarto (roommate)? Como foi a adaptação com ele?
Júlio: Tenho um roommate britânico (com cidadania canadense e raízes persas), portanto, a cultura é um pouco diferente da que estamos acostumados. No entanto, o meu convívio com ele é muito tranquilo – temos uma amizade forte e uma boa comunicação. Ele é bem respeitoso e sempre age evitando me incomodar (seja com barulhos, luzes ligadas ou visitas). Apesar de ser necessária uma certa adaptação, já que perdemos uma parte de nossa privacidade quando moram duas pessoas em um único quarto, ela é mais mental do que pensamos: a partir de conversas constantes, percebemos que o outro também quer ter o seu espaço. O importante é saber se comunicar e agir como gostaria que agissem com você. Assim, tentar entender o outro e demonstrar se preocupar com ele é algo que pode ter consequências extremamente positivas!
DpF: Que recomendações você daria sobre esse começo na universidade para quem irá em um futuro breve?
Júlio: Tenha uma cabeça muito aberta! Não carregue certezas sobre como será a sua vivência – tenha certeza de que aprenderá e crescerá com qualquer situação. Muitas vezes podemos nos sentir desapontados, desolados ou encorajados a desistir se nossas expectativas não forem atingidas. Portanto, não se prenda a ideias e planos como se fossem dogmas. Recomendo ter uma mente aberta e tentar aprender com todas as vivências (sejam elas agradáveis ou desagradáveis ao início – todas podem ser positivas no futuro).
Prepare-se para iniciar essa jornada
Pensando em percorrer esse caminho? A Daqui pra Fora é uma consultoria especializada em preparar alunos para esse projeto de vida. Oferece atendimento personalizado em todas as etapas do processo, desde a elaboração da melhor candidatura até o suporte para o aluno quando ele já está cursando a universidade no exterior.
São mais de 3.000 alunos assessorados nos últimos 18 anos. Para saber mas sobre o nosso trabalho, preencha o formulário abaixo para iniciarmos uma conversa.
SAT, ACT, TOEFL E IELTS: o que são e como se preparar
/148 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaO processo seletivo para universidades no exterior inclui algumas provas e é muito importante saber qual ou quais provas devem ser feitas, além, claro, de se preparar bem para cada uma delas.
Geralmente as universidades exigem uma prova padronizada, o SAT ou o ACT, que são como um “vestibular” internacional, além de um teste de proficiência em inglês, o TOEFL ou o IELTS para se certificar de que o aluno acompanhará bem o conteúdo no idioma.
Quer saber qual escolher para fazer a sua aplicação para uma graduação no exterior? Siga a leitura até o final e fique por dentro de tudo o que você precisa saber.
Por dentro do SAT e do ACT
O SAT e o ACT são as provas padronizadas exigidas em praticamente todas as universidades americanas e em algumas canadenses e inglesas. Apesar de serem bastante diferentes dos exames aplicados no Brasil, elas têm função semelhante a do ENEM, só que não determinam sozinhas o nível acadêmico do candidato. As universidades também consideram o histórico escolar na avaliação do potencial acadêmico do aluno, entre outros critérios.
Não existe uma nota mínima padrão para essas provas. Cada universidade tem seu próprio nível de exigência, de acordo com o seu grau de competitividade. Por isso, é importante você ter essa informação antes de escolher onde vai aplicar.
As duas provas são parecidas, ambas são focadas em interpretação, análise de texto e raciocínio lógico. As universidades aceitam as duas. Os simulados podem ajudar o candidato a definir qual é a melhor para a sua candidatura.
Os exames de SAT e ACT podem ser feitos mais de uma vez, e o candidato podeusar a melhor performance na sua application. Também é possível utilizar a melhor seção de cada prova realizada, o chamado Superscore.
O que é o SAT?
O SAT (Scholastic Aptitude Test) é o exame mais realizado pelos estudantes para admissão nas universidades americanas. É aceito em praticamente todas as instituições e é feito por candidatos americanos e internacionais. É realizado online em datas e locais específicos.
As seções do SAT
A prova é dividida em três seções:
As duas primeiras seções valem, cada uma, de 200 a 800 pontos. A redação é avaliada separadamente e de outra forma, em uma escala de 2 a 8.
Como funciona o SAT?
O candidato tem 3 horas para realizar a prova, composta por 154 questões. São 100 minutos para Interpretação de Texto e Escrita e 80 minutos para Matemática. Quem fizer a Redação tem mais 50 minutos.
No Brasil, o SAT é realizado 4 vezes ao ano, em março, maio, outubro e dezembro, nas seguintes cidades:
Nem todas as cidades oferecem o exame em todas as datas, é preciso se informar com antecedência sobre os dias de aplicação do exame SAT.
O que é o SAT Subject?
O SAT Subject é uma segunda etapa do SAT. Ele avalia conhecimentos específicos em diferentes áreas e é requisito em algumas universidades americanas, geralmente as mais competitivas.
Quando não é exigido, o aluno pode escolher fazer ou não. Ele funciona como um diferencial e complementa o SAT regular (não substitui).
As seções do SAT Subject
O SAT Subject oferece 20 seções em 5 áreas diferentes: Inglês, Matemática, Ciências, História e Línguas.
As seções são:
Como funciona o SAT Subject?
Cada teste tem a duração de 60 minutos e é em forma de múltipla escolha. O candidato pode fazer até 3 seções por vez. Cada prova vale 800 pontos.
O SAT Subject é realizado 6 vezes no ano aqui no Brasil: em março, maio, junho, outubro, novembro e dezembro, em diferentes cidades. Confira aqui as datas e locais.
O que é o ACT?
O ACT (American College Testing), assim como o SAT, é uma prova padronizada utilizada pelas universidades americanas como um dos instrumentos para avaliar o potencial acadêmico dos candidatos.
Também é feita por estudantes americanos e internacionais, de forma remota e em locais e datas específicos.
As seções do ACT
O ACT é composto por 215 questões em forma de múltipla escolha, divididas em 4 seções: Matemática, Inglês, Interpretação de Texto (Leitura) e Ciências. A Redação, assim como no SAT, é opcional.
Cada uma das quatro seções vale de 1 a 36 pontos.
Como funciona o ACT?
O candidato tem um total de 175 minutos para fazer a prova e mais 40 minutos caso opte por fazer a Redação. São 45 minutos para Inglês, 60 para Matemática, 35 minutos para Interpretação de Texto e mais 35 minutos para Ciências.
No Brasil, o ACT acontece em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Maringá, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. São 7 datas ao longo do ano, em fevereiro, abril, junho, julho, outubro, novembro e dezembro.
Mas nem todas as cidades oferecem a prova em todas as datas, é importante informar-se com antecedência sobre a data e local do exame ACT.
Por dentro do TOEFL e do IELTS UKVI
O TOEFL (Test of English as a Foreign Language) e o IELTS (International English Language Testing) são provas de proficiência em inglês obrigatórias para admissão de estudantes que não têm o inglês como língua nativa.
O TOEFL é aceito em praticamente todas as instituições na América do Norte (Estados Unidos e Canadá), enquanto o IELTS UKVI é mais aceito no Reino Unido, por ser uma prova britânica.
Também para esses testes, cada universidade tem o seu grau de exigência. Ele varia, mais uma vez, de acordo com o nível de competitividade da instituição. Por isso, é importante checar essa informação antes de escolher onde aplicar.
Assim como acontece com os testes de potencial acadêmico, você também pode fazer o TOEFL e o IELTS quantas vezes achar necessário e enviar para as universidades sua melhor nota.
Como funciona o TOEFL?
O TOEFL aplicado para admissão nas universidades pode ser aplicado online ou presencialmente. É administrado todos os meses no Brasil em centros autorizados nas principais cidades do país.
A prova dura até 4 horas e é dividida em 4 seções: Compreensão de Texto (Reading), Compreensão de Voz (Listening), Oralidade (Speaking) e Escrita (Writing). Cada seção vale 30 pontos, sendo, portanto, 120 pontos a pontuação máxima.
Como funciona o IELTS UKVI?
O IELTS UKVI é o teste de proficiência em inglês mais aceito nas universidades da Inglaterra. Tem as mesmas 4 seções do TOEFL: Reading, Listening, Speaking e Writing. O tempo total de duração da prova é de 2 horas e 45 minutos.
Diferentemente do TOEFL, o IELTS UKVI não é administrado online. É feito somente presencialmente em papel.
O IELTS UVKI é administrado em 9 cidades no Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Natal, Porto Alegre e Recife, praticamente todos os meses do ano. Ao acessar o site oficial do teste, o candidato tem acesso às datas e locais disponíveis.
Como se preparar?
As provas exigidas nos processos seletivos das universidades americanas são muito diferentes dos exames feitos no Brasil. Por isso, é fundamental ter uma preparação com foco específico, que leve em conta diretamente o que estes testes exigem para não perder tempo durante a prova e não conseguir finalizá-la de maneira adequada.
Para atingir o seu melhor desempenho, você precisa saber o que estudar, como estudar, além de qual prova fazer, quando e treinar com simulados. Ainda é muito importante estabelecer metas para cada universidade onde vai aplicar e se organizar para estar com tudo pronto na hora das provas.
A consultoria da Daqui pra Fora oferece cursos específicos que orientam individualmente os candidatos na preparação para essas provas e em todas as demais etapas do processo. São mais de 3.000 estudantes brasileiros assessorados nos últimos 18 anos.
Prepare-se e pratique muito antes do teste oficial. Gostaria de receber um simulado para começar a treinar? Entre em contato com nosso time que te enviaremos por e-mail.