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University of Toronto: entenda detalhes da universidade

18 de dezembro de 2019/107 Comentários/em Canadá, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar em uma instituição estrangeira não é apenas uma forma de desenvolver seu conhecimento e aprimorar seu currículo: a experiência é uma oportunidade para fazer novos amigos, trabalhar a fluência em outras línguas e aumentar seu conhecimento sobre outras culturas. Esses fatores são extremamente positivos na formação pessoal e profissional de qualquer pessoa.

Poucas cidades no planeta oferecem uma vivência tão rica quanto Toronto, reconhecida como a capital cultural do Canadá. Além dos museus e galerias de arte, esse apelido tem origem na diversidade observada na população da cidade. Mais de 33% dos habitantes falam uma língua diferente do inglês, principalmente mandarim, italiano e português.

Bem na zona central da cidade, fica um de seus prédios mais tradicionais e importantes: a University of Toronto. Neste texto, vamos falar mais sobre a história dessa universidade e apresentar seus detalhes mais importantes. Continue a leitura e confira!

Conheça a história da University of Toronto

O mapa do Canadá nem sempre foi como o que você conhece hoje. Até o período final do século XIX, o território era dividido em províncias independentes e controladas, geralmente, pela coroa francesa ou inglesa. A área que hoje chamamos de Montreal era uma província dominada pelos ingleses que, na tentativa de alavancar seu desenvolvimento, estabeleceram a primeira universidade da região.

A ordem para sua criação veio diretamente do Rei George IV. Assim, em 1827, foi fundado o College’s King, instituição que seguia à risca os costumes e ideologias da igreja católica. Isso seguiu até 1849, quando o recém-eleito governo da região, depois de muitos debates, alterou o nome para University of Toronto e cortou a influência da igreja.

Durante os seus mais de 190 anos de história, a Universidade de Toronto conquistou um lugar de destaque entre as instituições de ensino e pesquisa do planeta. Foi de lá que saíram descobertas como a insulina, a tecnologia multi-touch e até o primeiro buraco negro já detectado por humanos.

Confira quais são os principais cursos oferecidos pela instituição

A University of Toronto apresenta opções de estudo abundantes para seus mais de 60.000 estudantes. São nada menos que 700 diplomas de graduação e 200 focados na pós-graduação. Um de seus cursos mais valorizados é o de relações internacionais, o que talvez explique o fato de a universidade contar com mais de 5 primeiros-ministros do Canadá.

Outro departamento que se destaca é o de medicina. Além da enorme estrutura apresentada pela instituição, os alunos participantes do curso têm acesso a mais de 10 hospitais regionais para colocar em prática seus aprendizados, passar por processos de treinamento e desenvolver pesquisas. Essa relação, aliás, representa uma excelente oportunidade de emprego para os estudantes que se destacam.

Outros cursos que merecem destaque são os oferecidos pela cadeira de saúde pública. Com mais de 39 milhões de dólares investidos em pesquisa por ano, os acadêmicos desse departamento foram responsáveis por desenvolvimentos importantes na saúde global. Exemplos claros são os estudos relacionados ao impacto do tabaco na saúde e o efeito da poluição do ar em humanos.

Saiba quem são os ex-alunos notáveis da University of Toronto

Como toda grande universidade que se preze, a University of Toronto se enche de orgulho dos estudantes que saíram de lá para fazer história com os conhecimentos absorvidos. Confira alguns a seguir!

Lester B. Pearson

Primeiro-ministro, entre 1963 e 1968, Lester Pearson foi responsável por avanços significativos em diversas áreas do Canadá. Foi ele, por exemplo, que unificou as forças armadas do país, extinguiu a pena de morte e implementou o sistema de saúde para todos.

Foi no governo Pearson, também, que o país adotou a bandeira vermelha e branca com uma folha no centro. Em 1957, antes mesmo de se tornar primeiro-ministro, o alumni da University of Toronto foi premiado com o Nobel da Paz graças ao seu sucesso em resolver crises internacionais de alta relevância.

John Charles Fields

Se Lester B. Pearson recebeu o Nobel da Paz, John Charles Fields simplesmente criou a premiação que hoje é considerada o Nobel da matemática. A medalha Fields é distribuída de quatro em quatro anos para os matemáticos mais talentosos do planeta.

Frederick Benting

Frederick Benting é mais um ganhador do Nobel a sair da University of Toronto. O prêmio foi concebido graças à pesquisa conduzida por Benting que não apenas descobriu a insulina, mas também iniciou seu uso terapêutico.

Roberta Bondar

Hoje consultora e palestrante, Roberta Bondar é daquelas pessoas que quebram barreiras. Em uma época em que as mulheres ainda tinham poucas chances no mundo científico, ela se tornou a primeira canadense a visitar o espaço. Formada em neurologia, ela conduziu por mais de 10 anos uma equipe da NASA focada em entender as reações do corpo humano em situações de pouca gravidade.

Atente-se ao que é preciso fazer para estudar na universidade

Quer se juntar a esses alumni? Estudar na University of Toronto é um processo que exige preparação e planejamento, mas é completamente possível. As aplicações para o semestre, que se inicia em janeiro, são iniciadas em meados de setembro e você pode checar todos os requerimentos no site da universidade.

Como de costume para estudantes estrangeiros, é preciso provar sua proficiência na língua inglesa. Por isso, além dos documentos comumente exigidos no processo seletivo, a equipe de admissão da universidade vai exigir que você realize um exame de qualificação, que pode ser o Toefl, o Cambridge ou diversas outras opções.

Veja mais sobre a reputação da universidade

A tradição quase bicentenária da University of Toronto, combinada aos grandes investimentos em pesquisa, rendeu à instituição uma reputação enorme. Em rankings prestigiados, como o Times Higher Education, a instituição é apontada como a melhor do Canadá e figura entre as melhores do mundo.

Grande parte dessa reputação se deve, também, ao sucesso dos estudantes e acadêmicos que estudam e estudaram lá. São 10 vencedores do prêmio Nobel, 5 do prêmio Turing e um finalista da medalha Fieds.

Entenda como é a vida do estudante na University of Toronto

A vida de um estudante em Toronto é marcada pela diversidade cultural. Se você ingressar na universidade, vai conviver com pessoas vindas de todas as partes do mundo, o que enriquece demais a experiência. 19% dos estudantes da University of Toronto vêm de outros 163 países, principalmente da China, Índia, Estados Unidos e Coréia do Sul.

Localizada na capital cultural do Canadá, a universidade proporciona rotinas adequadas para todos os gostos. É possível visitar espaços como o Royal Ontario Museum, frequentar noites de filosofia proporcionadas pela universidade ou se divertir em festas promovidas pelas fraternidades e demais grupos estudantis.

Se o objetivo for conhecer melhor a cidade, a localização da universidade é um ponto positivo. Ela fica no coração do downtown, o que facilita a visita aos estabelecimentos mais conhecidos e proporciona um transporte público bastante acessível.

Estudar no Canadá é uma oportunidade para ampliar sua visão do mundo, conhecer novas pessoas e receber uma educação extremamente qualificada. Para isso, é fundamental escolher uma instituição de ensino de respeito, como é a University of Toronto. Na mais recente edição do Times Higher Education Ranking, que avalia as principais universidades do mundo, ela ocupa a décima oitava colocação.

E aí, gostou de conhecer mais sobre uma das universidades mais tradicionais da América do Norte? Se quiser ser um dos primeiros a ver nossos conteúdos, não deixe de seguir nossa página no Facebook!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/03/University-of-Toronto-entenda-detalhes-da-universidade.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-18 00:00:002020-04-01 17:05:47University of Toronto: entenda detalhes da universidade

Conheça o Common App e entenda seu funcionamento

17 de dezembro de 2019/98 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Se você tem o sonho de cursar a graduação em uma universidade no exterior, deve começar a se preparar para se inscrever no processo seletivo e concorrer a uma das vagas disponíveis em cursos de graduação.

Para isso, é importante conhecer como funciona o Common Application. Esse sistema vem ganhando cada vez mais importância no cenário acadêmico. Atualmente, ele já é adotado por mais de 800 instituições de ensino estrangeiras.

Vamos esclarecer as principais questões envolvendo esse sistema. Acompanhe!

O que é o Common Application?

O Common App, como é conhecido, é um sistema online que permite o envio da Application, ou seja, a inscrição do estudante para concorrer a uma vaga em uma universidade estrangeira.

Por esse sistema, o aluno que pretende se candidatar para mais de uma universidade, faz o cadastro apenas uma vez e ele é válido para todas aqueles que forem cadastradas.  A ideia é facilitar o procedimento de candidatura.

A plataforma garante aos estudantes a opção de enviar as candidaturas para as universidades dos Estados Unidos que desejam estudar em cursos de graduação. Trata-se de um pedido de admissão que é feito em uma plataforma online para várias universidades.

A plataforma também apresenta outros recursos para os candidatos, como o acompanhamento de processos de admissão, o preenchimento de questionários contendo as informações pessoais e acadêmicas, atividades extracurriculares e a elaboração de redação, além de permitir que se anexe documentos.

Enfim, o sistema online reúne todas as informações que costumam ser exigidas pelas universidades. De fato, é uma excelente estratégia para otimizar o trabalho dos estudantes e economizar tempo, não é mesmo?

Como funciona o Common App?

O estudante terá que responder às perguntas do Common App e das universidades que deseja se candidatar. Ele também deve indicar professores e um coordenador para responderem algumas perguntas sobre ele e o seu desempenho escolar.

Além disso, o histórico escolar e as cartas de recomendação costumam ser enviados pelos orientadores (counselors) que foram previamente cadastrados pelo aluno — portanto, esteja atento e se certifique de que eles enviaram o documento dentro do prazo!

O sistema também permite efetuar pesquisas sobre as instituições de ensino que aceitam a inscrição por meio do Common App. Também é possível saber quando ocorrem os prazos e os períodos de processo seletivo, e as fees para a confirmação da candidatura, além de outras informações complementares.

Apesar de a plataforma ser usada para trazer mais rapidez e otimizar o tempo gasto com inscrições e o envio de documentos, o ideal é não depender totalmente desse sistema. Até porque a universidade pode determinar o envio físico das cópias dos documentos por meio de Fedex.

Outras instituições solicitam que os candidatos realizem redações extras, por exemplo. De fato, cada estabelecimento de ensino pode apresentar suas particularidades.

Portanto, o recomendado é que você faça um acompanhamento regular no site oficial de cada universidade onde o seu processo de aprovação está pendente. Esse cuidado é importante, pois as normas e os prazos podem sofrer alterações e variar conforme cada instituição.

Todas as universidades dos Estados Unidos aceitam o Common App?

Não, nem todas as universidades norte-americanas aceitam o sistema de Common App. O MIT — Massachusetts Institute of Technology — adota um mecanismo próprio de organização e seleção de candidatos, por exemplo.

O ideal é acessar a lista de universidades que fazem parte desse sistema e procurar se a instituição de seu interesse está incluída nesse rol. Por sua vez, existem universidades que somente aceitam Applications por meio do Common App. Trata-se de uma particularidade de cada entidade.

Portanto, pesquise sobre as instituições que deseja estudar de maneira individual. Só assim você vai saber se elas utilizam uma política interna própria para a admissão de novos estudantes.

Quais são os documentos pedidos pelas universidades?

Ao preencher a Application, você deve inserir os seus dados pessoais. Além disso, você também precisa anexar os seguintes documentos que costumam ser solicitados pelas universidades:

  • Histórico escolar de ensino médio;
  • Certificado de conclusão do ensino médio com a tradução juramentada;
  • Notas dos exames padronizados e de proficiência no idioma inglês ( SAT e TOEFL);
  • Cartas de recomendação escritas por seus professores (redigidas em inglês);
  • Carta pessoal de motivação (Personal Statement).

Qual é a relação entre o Application e o UCAS?

Para quem deseja se candidatar para universidades no Reino Unido, um sistema semelhante de Application também é utilizado no país. Por lá, ele recebe o nome de UCAS — Universities and Colleges Admissions Service (Serviço de Admissões de Universidades e Faculdades).

Ela consiste em uma organização no Reino Unido, cujo objetivo é gerenciar todo o procedimento que envolve a inscrição e a candidatura de estudantes para a admissão em universidades britânicas.

Como fazer a Application?

Confira algumas dicas que vão ajudar você a preparar a Application de forma simples e completa.

Mantenha a organização

Anote as datas de início das inscrições para a candidatura de cada universidade que você tem interesse em estudar. Coloque um lembrete no seu celular ou e-mail para notificá-lo quando o dia estiver chegando.

Esse cuidado garante que você não vai perder nenhum prazo. Da mesma forma, verifique as particularidades de cada instituição de ensino — processo seletivo e as exigências na documentação, por exemplo.

Estude o idioma inglês

A aprovação nos exames de fluência no inglês é um requisito muito importante e que costuma ser exigido por quase todas as universidades de língua inglesa. Afinal, como acompanhar as aulas que são ministradas no idioma?

Além disso, durante todo o curso, o estudante terá contato direto com livros em inglês. Portanto, se dedique ao estudo do idioma.

Se prepare para uma possível entrevista

A entrevista não é sempre requisitada, mas pode acontecer e é uma etapa muito importante, que pode ser crucial para o seu ingresso na universidade americana. Portanto, se prepare com antecedência para esse momento, se for o seu caso. Uma dica é encenar a entrevista.

Além disso, esteja bem informado em relação a sua área de estudo e lembre-se daquilo que redigiu no Essay. Se desejar, prepare as respostas para não correr o risco de dar um branco na hora.

Planejar e se organizar para fazer faculdade nos Estados Unidos pode ser mais simples do que você imagina. O sistema de Common Application veio para trazer segurança e otimizar todo o trâmite que envolve o envio de candidaturas para o processo seletivo de universidades estrangeiras.

Agora que você já conhece como funciona esse sistema, que tal começar a usar a tecnologia a seu favor? Quer conhecer mais dicas de como estudar no exterior? Então assine a nossa newsletter e receba os nossos próximos conteúdos diretamente na sua caixa de e-mails.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/12/O-que-é-e-como-funcionam-os-sistemas-de-Common-App-e-UCAS.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-17 00:00:002024-01-18 21:25:32Conheça o Common App e entenda seu funcionamento

Conheça a UCLA e seus diferenciais!

17 de dezembro de 2019/59 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Já se imaginou em uma faculdade no exterior? Pois é, essa é uma alternativa interessante para aumentar o peso do seu currículo e conseguir ótimas oportunidades. Ao escolher os Estados Unidos como destino, a UCLA chama a atenção.

Com 40 programas entre os melhores do país, também aparece em rankings internacionais. A “Times Higher Education World University Rankings”, por exemplo, dá destaque a essa instituição por suas excelentes qualidades.

Quer conhecer quais são os diferenciais da UCLA? Venha descobrir tudo sobre a instituição!

A história da UCLA

Com a corrida do ouro, a região da Califórnia se desenvolveu rapidamente no final do século XIX. Em 1881, foi autorizada a construção de uma espécie de “filial” da California State Normal School. A intenção era atender à população crescente e criar melhores condições em Los Angeles.

Em 1882, o novo local de ensino foi inaugurado bem no coração da cidade. Nessa época, era chamada de Los Angeles State Normal School.

A incorporação ao sistema da University of California aconteceu em 1919. Nos anos seguintes, passou por organizações. Foram formadas as faculdades específicas e mais investimento foi feito.

Por volta de 1930, trocou de localização para comportar mais alunos e inaugurou os 4 primeiros prédios: a biblioteca, o Royce Hall, a estrutura de Física e Biologia e a de Química. Na sequência, vieram os outros.

Em 1953, alterou seu nome definitivo para o que conhecemos hoje: University of California, Los Angeles — ou UCLA.

Principais cursos oferecidos pela UCLA

Assim como acontece na maior parte das instituições norte-americanas, a UCLA tem várias divisões para as carreiras disponíveis. A seguir, conheça quais são os cursos principais, de acordo com as faculdades e separações.

Social Sciences Division

Na parte de ciências sociais, é possível estudar a nossa sociedade, cultura e formas de interação. Entre os cursos, estão:

  • Ciência Política;
  • Estatística;
  • História e mais.

Humanities Division

No departamento de Humanidades, você estuda temas relacionados aos seres humanos, a maneira como agem na sociedade e até o que produzem. Entre os cursos, estão:

  • Linguística;
  • História da Arte;
  • Filosofia e mais.

Physical Sciences Division

Na parte de ciências físicas, a intenção é entender os fenômenos que nos cercam. As graduações incluem:

  • Física e Astronomia;
  • Matemática;
  • Química e Bioquímica e mais.

Life Sciences Division

Já a divisão de ciências da vida envolve os temas sobre os diversos organismos e formas de existência. Os principais cursos são:

  • Ciência Cognitiva;
  • Microbiologia, Imunologia e Genética Molecular;
  • Neurociência e mais.

School of the Arts and Architecture

Se você se interessa pela estética ao seu redor, a faculdade de artes e arquitetura pode ser a melhor alternativa. Com diversas instituições em sua estrutura, oferece os cursos:

  • Artes e Culturas Internacionais;
  • Estudos Arquitetônicos;
  • Dança e mais.

Henry Samueli School of Engineering and Applied Science

Quem prefere as Ciências Exatas pode escolher a área ligada às engenharias e ciências aplicadas. Entre os principais cursos, estão:

  • Bioengenharia;
  • Ciência da Computação;
  • Engenharia de Materiais e mais.

Herb Alpert School of Music

Se o ritmo for o seu grande dom, a escola de música é o melhor destino. Com estrutura completa, oferece entre os cursos:

  • Composição Musical;
  • Estudos de Jazz;
  • Musicologia e mais.

Luskin School of Public Affairs

Para atuar como líder e até criador de mudanças, o curso de Relações Públicas pode ser a melhor opção. O major nessa área é a principal oferta dessa faculdade.

School of Theater, Film and Television

A proximidade com Hollywood pode inspirar a cursar algo ligado ao entretenimento. Entre as opções, estão:

  • Animação;
  • Artes e Técnicas de Filmagem;
  • Direção de Câmeras e mais.

School of Nursing

Para cuidar das pessoas, a escola ligada à parte de saúde é uma boa escolha. O major oferecido é o de Enfermagem, para quem deseja atuar na área.

Os ex-alunos notáveis

Um dos diferenciais da UCLA é a extensa lista de ex-alunos influentes e que obtiveram grandes feitos. A seguir, veja uma lista com alguns dos principais:

  • Tom Bradley, primeiro prefeito negro de Los Angeles;
  • James Horner, compositor vencedor do Oscar;
  • Taylor Wang, primeiro astronauta chinês;
  • Paul Terasaki, responsável pela evolução dos transplantes de órgãos;
  • Kareem Abdul-Jabbar, jogador da NBA;
  • Arthur Ashe, campeão de tênis em Wimbledon e muitos outros.

Os prêmios recebidos pela instituição

Tanta qualidade e infraestrutura fazem com que a UCLA tenha recebido vários títulos ao longo dos anos, por meio de seus alunos, ex-alunos e professores.

Ao total, a instituição conta com 14 prêmios Nobel que passaram por seu campus. Além das áreas tradicionais, há outras premiadas na universidade.

A UCLA já recebeu, por exemplo, 2 Turing Awards, o mais importante sobre computação e tecnologia. Prêmios variados incluem:

  • 14 MacArthur Fellows;
  • 11 National Medal of Science;
  • 3 Pulitzer Prize e mais.

Na área de artes, filmes e música, conta com 38 prêmios Oscar para seus ex-alunos e professores. Nos esportes, também não faz feio. Já conquistou 118 vezes o campeonato universitário nacional de basquete masculino e 261 medalhas olímpicas.

O campus da UCLA

O campus da instituição é um dos mais completos do país. Ele vai muito além das diversas construções e da grande área verde para relaxar entre as aulas.

A instituição oferece alojamentos e refeitórios, além de mais de 1000 organizações estudantis e negócios em projeto-piloto. Quanto à segurança, há a polícia do campus, com diversas diretrizes. Já quanto à saúde, há centros de imunização, de massagem, de terapia física, clínicas médicas e mais.

As principais curiosidades

O impacto da instituição vai muito além do que você imagina. Em seus prédios, já foram criadas mais de 3000 invenções. Ao total, quase 150 empresas se basearam em tecnologias elaboradas na instituição.

Além disso, foi Leonard Kleinrock, professor de Ciência da Computação, que liderou o time da UCLA para criar as bases da internet que conhecemos hoje.

O professor Andrea Ghez trouxe descobertas que modificam o entendimento sobre a galáxia, enquanto o docente Rajit Gadh desenvolveu tecnologia para o consumo de energia.

Na área de saúde, os pesquisadores da universidade foram pioneiros sobre a AIDS e responsáveis por reportar os primeiros casos da doença no mundo.

Não é por acaso que o hospital da instituição é o melhor de Los Angeles e o sétimo do país. Entre mais de 2000 médicos, há cerca de 200 na lista dos melhores do país.

Os principais passos para a admissão

Por ano, a UCLA recebe mais de 100 mil inscrições e é a mais escolhida dos Estados Unidos. Também é a opção de muitos estudantes internacionais, então essa pode ser a sua chance.

Mas, para vencer tanta competição é preciso acertar em cheio no processo de admissão. Estudantes internacionais que concluíram o Ensino Médio devem ter notas acima da média nas disciplinas do curso de interesse. Também é necessário apresentar:

  • ACT e ACT Writing Test ou o SAT;
  • Documentos traduzidos e na versão original;
  • TOEFL acima de 100 ou IELTS com mínimo de 7;
  • Comprovação financeira de valor mínimo exigido para o semestre e
  • Visto de estudante válido.

Para já se preparar para fazer faculdade no exterior e encarar o processo com mais tranquilidade, vale contratar uma consultoria especializada. Assim, é possível aumentar as suas chances.

A UCLA não é a 17ª melhor do mundo por acaso. Com muita estrutura, centenas de cursos e diversos prêmios, pode ser o seu destino para ter uma formação completa.

Aproveitando, se quiser acompanhar novidades sobre essa e outras instituições, assine nossa newsletter e não perca as atualizações! Você receberá tudo diretamente em seu e-mail.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Conheça-a-UCLA-e-seus-diferenciais.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-17 00:00:002024-02-21 14:31:23Conheça a UCLA e seus diferenciais!

Saiba mais sobre a Columbia University

16 de dezembro de 2019/49 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar na Columbia University (Universidade de Columbia) é o desejo de muitos brasileiros que sonham em concluir um curso de ensino superior ou uma especialização fora do Brasil. Então, por que não concretizar esse sonho?

Tem vontade de estudar nos EUA? Saiba que isso é possível.

Neste artigo, você vai conhecer as principais informações e algumas curiosidades interessantes sobre a Columbia University, uma das mais antigas dos Estados Unidos. Acompanhe!

Curiosidades sobre a Universidade de Columbia

História da Universidade de Columbia

A Columbia University é a mais antiga instituição de ensino superior da cidade de Nova York — e a quinta mais antiga de todos os Estados Unidos. Fundada em 1754, ela é considerada uma das melhores de todo o mundo.

O campus fica situado na 116th Street com Broadway, em Nova York. De acordo com o conceituado ranking da Times Higher Education (THE) 2024, a Columbia University figura como a número 17 no ranking das universidades mais desejadas de todo o mundo.

O motivo de tamanha concorrência é o incentivo ao aprendizado completo e à educação de qualidade que a entidade de ensino oferece para os alunos.

O foco da universidade é formar mentes brilhantes que sejam capazes de trazer soluções para os principais problemas da sociedade e trabalhar junto a novas descobertas.

Estima-se que, todos os anos, a universidade receba mais de 30 mil candidaturas para o college. No entanto, ela costuma admitir apenas cerca de 5% dos candidatos interessados.

Ex-alunos notáveis

Desde que foi fundada, a universidade já formou ilustres estudantes. Alguns deles foram, inclusive, reconhecidos com o Prêmio Nobel. Conheça os alunos mais famosos que saíram das salas de aula da Universidade de Columbia:

  • Theodore Roosevelt;
  • Franklin Roosevelt;
  • Barack Obama (formou-se em Ciência Política);
  • Alicia Keys;
  • Alexander Hamilton;
  • Madeleine Albright;
  • J.D. Salinger;
  • Alan Greenspan;
  • David Rockefeller;
  • Katie Holmes;
  • Jake Gyllenhaal;
  • Warren Buffett;
  • Larry Grossman;
  • Edwin Armstrong;
  • Francis Mechner.

Os campi da Universidade de Columbia

A base da universidade está em Nova York. A instituição de ensino apresenta dois campi principais. Um deles está situado no bairro de Morningside Heights, e o outro, em Washington Heights.

Columbia conta com três unidades acadêmicas de graduação, treze cursos de pós-graduação e algumas escolas profissionalizantes.

Cursos oferecidos

A Columbia University oferece o aprendizado em diversas áreas, como saúde, ciências, artes, humanas, negócios etc. Os principais cursos disponibilizados são Direito, Medicina, Biologia, Literatura, Tecnologia e Engenharia.

Entenda como funcionam os cursos da Universidade.

Graduação

A Universidade de Columbia abrange 4 mil alunos, uma quantidade considerada baixa. Essa política é adotada pelos gestores com o objetivo de manter o alto nível de ensino — reter e formar os melhores talentos.

A Universidade oferece duas modalidades de diplomas de graduação: B.A. (Bachelor of Arts) e B.S. (Bachelor of Science). Eles são adquiridos após o estudante ter completado cerca de quatro anos de estudo — em torno de 124 créditos, no mínimo.

A concessão dos títulos vai depender do tipo de escola:

  • Columbia College (CC): concede o diploma B.A.;
  • Foundation School of Engineering and Applied Science (SEAS): oferece o diploma B.S.;
  • School of General Studies (GS): concede os diplomas B.A. e B.S.

Mestrado e doutorado

O curso de mestrado dura em torno de dois a três anos, dependendo da área de estudo e das exigências de pesquisa. Por sua vez, o doutorado pode variar entre um a dois anos.

Para obter o devido diploma, os estudantes devem ter contribuído de forma significativa para um determinado experimento ou estudo, além de ser exigida a apresentação oral da tese final.

Processo seletivo para se candidatar a uma vaga

Os estudantes brasileiros que desejam se candidatar ao processo seletivo (Application) devem se atentar com relação às principais condições determinadas pela equipe de admissão da instituição. Confira.

Apresentar o histórico escolar detalhado

O histórico escolar deve indicar as disciplinas que foram cursadas e apontar a respectiva nota que foi alcançada pelo aluno nos últimos quatro anos do colégio, além da lista contendo atividades extracurriculares e eventuais prêmios recebidos. A apresentação desse documento exige a prévia tradução juramentada.

Obter bons resultados em testes de admissão

Os exames de admissão têm o objetivo de selecionar o perfil dos candidatos e analisar o nível de conhecimento de cada um. Eles devem ser prestados com antecedência e podem ser realizados do Brasil mesmo.

Os testes exigidos podem variar de acordo com o curso escolhido, mas de uma maneira geral, os exames mais comuns são o SAT e o ACT.

Apresentar o atestado de proficiência em inglês

Estudar em uma escola americana de nível superior exige a fluência no inglês. Afinal, como vai ser possível acompanhar as aulas e estudar os conteúdos programáticos se você não dominar o idioma?

As universidades exigem a aprovação no teste de proficiência em inglês — TOEFL ou IELTS. Caso você não atinja a pontuação mínima, a universidade poderá exigir que você frequente aulas de inglês antes de iniciar o curso.

Elaborar o Essay

O Essay (Personal Statement) é uma carta de motivação que deverá ser elaborada pelos candidatos que desejam estudar no exterior. Trata-se de uma redação que deve ser escrita em inglês e apresentar uma visão geral e clara sobre a sua experiência, habilidades e as razões que o levam a estudar em uma universidade internacional.

Para isso, demonstre entusiasmo, otimismo e revele todas as capacidades que você possui. É uma maneira de deixar que o examinador o conheça melhor e conceda a sua aprovação. Portanto, capriche na redação!

Solicitar cartas de recomendação

A carta de recomendação deve ser solicitada para os professores  e coordenadores de sua escola que fizeram parte da sua trajetória acadêmica. Eles serão responsáveis por criar a sua imagem perante o examinador — postura, comportamento, proatividade, trabalhos realizados, pesquisas desenvolvidas etc.

Todos os anos, milhares de candidatos participam do processo seletivo para serem admitidos nos cursos de graduação da Columbia University. A alta procura pela instituição se deve principalmente pela sua tradição e qualidade no ensino.

Trata-se de uma das melhores universidades de todo o mundo! Então, por que não começar a colocar os seus sonhos em prática e preparar a documentação necessária para iniciar o processo de candidatura?

Ficou animado em se formar em Nova York? Que tal se inspirar ainda mais? Assine a nossa newsletter e receba mais conteúdos contendo informações importantes sobre como é viver e estudar fora do Brasil!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Saiba-mais-sobre-a-Columbia-University.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-16 00:00:002023-12-26 13:50:56Saiba mais sobre a Columbia University

Profissões do Futuro: como escolher uma carreira

16 de dezembro de 2019/60 Comentários/em Carreira /por Daqui pra Fora

O mercado de trabalho é um ambiente cíclico. É possível que profissões hoje consideradas essenciais para a sociedade tornem-se defasadas e sejam extintas com o tempo.

Por sua vez, também podem surgir novos setores com uma nova geração de profissionais que vão passar a ocupar cargos e funções que sequer existiam.

De acordo com uma pesquisa da Institute for The Future, 85% dos empregos que teremos em 2030 ainda não foram inventados.

As inovações tecnológicas e suas novas possibilidades estão fomentando o desenvolvimento de novos setores do mercado. Esse movimento inovador estimula o surgimento das chamadas profissões do futuro. Afinal, quais áreas serão tendência para os próximos anos?

Este artigo te ajudará a conhecer melhor sobre as carreiras mais promissoras que vêm prometendo se destacar no mercado em breve. Acompanhe a leitura!

O que são as profissões do futuro?

As profissões do futuro são aquelas funções que prometem se destacar no mercado de trabalho nos próximos anos. A estimativa é que elas sofram grande valorização em um horizonte bem próximo.

As profissões do futuro ganham destaque diante da necessidade de acompanhamento das novas tendências da sociedade e do aparecimento de novas tecnologias, além de surgirem em decorrência de uma necessidade crescente do mercado.

Assim, os profissionais que concluírem a graduação e reunirem as habilidades e especializações necessárias para o devido cumprimento das atividades serão cada vez mais requisitados para trabalhar nessas novas funções.

Diante desse cenário, quanto mais você ler sobre o assunto, maiores são as chances de orientar adequadamente seu filho para que ele possa fazer uma boa escolha com relação à carreira profissional que exercerá lá na frente a partir de uma escolha feita agora.

Como escolher a profissão do futuro ideal?

De fato, é necessário pesquisar com cautela antes de escolher o curso de graduação para o qual um jovem vai prestar o vestibular. Afinal, essa decisão tem o poder de definir o começo da vida profissional do indivíduo — e também a vida pessoal.

Não é muita vantagem escolher um curso de graduação, ter que estudar por vários anos e depois se deparar com um mercado de trabalho defasado. Afinal, investir em carreiras que estão se tornando obsoletas não é uma ideia muito vantajosa. Trata-se de um grande risco, não é mesmo?

Nesse sentido, um dos primeiros elementos a serem observados antes de fazer a escolha é a chance real de a profissão ser valorizada no mercado de trabalho daqui a alguns anos.

Além disso, é importante estar atento a novidades e inovações do mercado, como o surgimento de novos hábitos de consumo e tecnologias. Assim, caso essa tendência seja confirmada, haverá procura por profissionais que se encaixam nos requisitos exigidos para a função.

Essa análise é importante, pois a sociedade vem se transformando e se reinventando em grande velocidade. Desse modo, as funções que hoje são consideradas essenciais podem se tornar ultrapassadas antes mesmo de o estudante concluir o curso.

Seria um grande prejuízo descobrir isso no meio do caminho, não é verdade? Uma das formas de aumentar as chances de sucesso é procurar por universidades que hoje já investem em cursos de profissões que estão ganhando espaço.

As universidades no exterior têm uma grande diversidade de cursos que as instituições brasileiras ainda não oferecem e preparam a próxima geração de profissionais com qualidade internacional.

Em que ambientes o profissional do futuro poderá trabalhar?

O profissional do futuro vai trabalhar em empresas de todos os portes: pequenas, médias ou grandes. Ainda assim, a aposta é que as startups e as multinacionais atraiam boa parte desses indivíduos qualificados e capacitados, em decorrência do caráter de inovação, proatividade e inventividade, inerentes a esses empreendimentos.

Além disso, o profissional do futuro também poderá atuar como empreendedor e criar a própria empresa, sempre sustentado pelo embasamento teórico que ele adquiriu ao longo da vida acadêmica. A aposta também envolve o trabalho de casa, o conhecido home office.

As opções são muitas e nada impede que novos setores surjam com o decorrer dos anos e a implementação de novas metodologias e tecnologias. As áreas mais promissoras são:

  • Marketing;
  • Biotecnologia;
  • Automação;
  • Segurança da informação;
  • Big Data;
  • Engenharia de software;
  • Entre outras.

As opções são muitas, principalmente pelo fato de o mercado de trabalho estar em constante mudança e evolução.

O que o mercado exige dos profissionais do futuro?

A dinâmica do mercado de trabalho envolve a necessidade por novos profissionais atualizados e cada vez mais capacitados que buscam informações além do conteúdo teórico.

De fato, as informações vivem um processo de mudanças constantes. Aquilo que você aprendeu hoje pode se tornar desatualizado amanhã, com muita facilidade.

Essa teoria é comprovada por meio da observação do comportamento da geração Y — indivíduos que nasceram nas décadas de 80 e 90. Eles têm vontade de se desenvolver e procurar sempre as oportunidades mais promissoras.

Assim, o profissional do futuro precisará saber se adaptar a diversos cenários. Para isso, ele deve desenvolver competências específicas também fora da sala de aula e buscar universidades que estimulem isso.

De fato, adquirir experiência é a chave para entender como lidar com as situações e com o crescimento na carreira. A vivência prática durante a vida universitária incentiva o desenvolvimento do pensamento crítico, da inteligência emocional e da flexibilidade cognitiva entre os indivíduos, competências que vêem sendo requisitadas muitas vezes mais do que conhecimentos técnicos.

A grande sacada para escolher uma profissão do futuro é analisar as carreiras que exigem habilidades que envolvem o uso da criatividade, criação e relacionamentos. Isso ocorre porque existem determinadas funções que a inteligência artificial não é capaz de substituir nem reproduzir com a máxima precisão.

Confira algumas habilidades que são esperadas dos profissionais do futuro:

  • Ter uma comunicação múltipla e fluência em vários idiomas;
  • Saber como negociar com clientes, chefe e colegas;
  • Ter capacidade de autoadaptação a diversos cenários;
  • Manter-se atualizado nos estudos;
  • Dominar as principais questões relacionadas à tecnologia;
  • Focar no cumprimento de metas e no alcance de resultados;
  • Ter facilidade em resolver imprevistos;
  • Ter proatividade e demonstrar interesse nas operações;
  • Antecipar-se a eventuais crises;
  • Ter criatividade para propor novas ideias;
  • Ter flexibilidade cognitiva;
  • Manter habilidades para negociação;
  • Desenvolver inteligência emocional;
  • Saber como efetuar a gestão de pessoas.

Quais são as principais profissões do futuro?

Quer saber mais sobre as profissões do futuro? Que tal descobrir os ramos que estarão em alta e começar a se preparar para as novidades? A maioria das ocupações que vamos mencionar apresenta fortes tendências para se tornarem as profissões do futuro. Depois de conhecer melhor quais são, vai ficar mais fácil para que seu filho faça a escolha dele. Acompanhe!

Profissionais de Big Data

Antes de tudo, vamos esclarecer que a expressão Big Data se refere a um grande conjunto de dados que são processados e armazenados por um determinado sistema. Trata-se de uma área do conhecimento que abrange o estudo sobre coleta, tratamento e análise de um grande volume de informações.

A realidade é que as empresas produzem muitas informações todos os dias. Esses arquivos precisam ser coletados e tratados, até se transformarem em um conteúdo estratégico que tenha alguma finalidade e por meio do qual seja possível extrair conclusões valiosas.

A verdade é que o meio digital vem dependendo cada vez mais da extração e verificação de dados como forma de otimizar os processos.

Nesse sentido, os profissionais especializados em Big Data vêm se destacando e sendo bastante exigidos no mercado. Eles têm a incumbência de verificar as informações provenientes de um sistema que está circulando na internet e que têm potencial de causar impactos em uma empresa, por meio do domínio de Data Science.

Esses profissionais especialistas em Big Data dominam os princípios e técnicas de várias áreas da Tecnologia, Ciências Exatas e Humanas — Análise de Sistemas, Engenharia, Matemática, Estatística, Marketing, Psicologia, Direito, entre outras.

Além disso, eles têm o conhecimento necessário para organizar, tratar e analisar os dados, bem como fornecer o embasamento necessário para a tomada de decisões estratégicas e trazer um melhor posicionamento para as empresas.

Profissional de Marketing Digital

O Marketing é uma carreira tradicional dentro do mercado. Por sua vez, a internet se tornou um ótimo ambiente para que as empresas consigam atrair com mais eficiência seu público-alvo, além de ser uma ótima ferramenta para fortalecer a marca e fechar mais vendas.

E foi assim que surgiu o Marketing Digital, como uma espécie de publicidade aplicada no meio online e voltada para a internet.

Assim, o Marketing Digital pode ser considerado como um ótimo gerador de oportunidades. Mas, para isso acontecer, torna-se necessário saber como efetuar uma comunicação da maneira mais estratégica e atraente possível.

O Marketing Digital se refere às ações de publicidade e relacionamentos que são utilizadas no meio digital, como:

  • Inbound Marketing;
  • Marketing de conteúdo;
  • E-mail marketing;
  • Redes sociais;
  • Publicidade digital;
  • CRO — Otimização de Conversão ou Convert Rate Optimization;
  • SEM — Marketing de Busca.

O Marketing Digital apresenta diversas etapas, que vão desde a captação do contato do cliente, passando pelas variadas interações, chegando à conversão, até finalizar com a fidelização por completo do consumidor.

Desse modo, o profissional que atua como consultor estratégico de Marketing Digital tem o dever de utilizar essas ferramentas online para potencializar as interações e criar uma rede sólida e bem estruturada.

Especialista em Segurança da Informação

A possibilidade de acesso ao ambiente virtual trouxe mais agilidade, eficiência e praticidade para a rotina das pessoas. No entanto, essa tecnologia também apresenta um lado negativo — ela potencializou o aumento dos riscos de ameaças externas provocadas por terceiros mal intencionados cujo objetivo é unicamente encontrar brechas no sistema e atacar os arquivos.

Diante dessa situação preocupante, a Segurança da Informação serve justamente para trazer proteção para os dados que são manuseados no ambiente virtual e para evitar que cibercriminosos causem danos efetivos no sistema.

Desse modo, o profissional que atua como especialista em segurança da informação tem o principal dever de assegurar que os arquivos digitais permaneçam seguros e livres de qualquer risco externo promovido por criminosos. Essa proteção é feita por meio de diversas estratégias, como o uso de mecanismos de criptografia e a instalação de firewall e antivírus.

Especialista em Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial é um campo da ciência de computação que tem como base o estudo e a criação de softwares com a habilidade de simular a capacidade de raciocínio humano, ou seja, o objetivo é ir além dos critérios lógicos utilizados pelas máquinas.

Essa é uma das grandes apostas para o futuro. Nesse sentido, o profissional especialista nesse campo tem o dever de programar o sistema da máquina para que ele atue de uma maneira similar ao comportamento e ao pensamento humano. Os principais exemplos nesse sentido são as tecnologias que permitem o reconhecimento facial e os chatbots.

Especialista em Cloud Computing

Cloud Computing, também conhecido como Computação em Nuvem, é uma ferramenta digital que permite o armazenamento de arquivos importantes em servidores online.

Além disso, essa tecnologia possibilita o acesso e o uso remoto de recursos da computação. Mas, para isso, é necessário que o usuário tenha a devida autorização para acessar o sistema, por meio de um login e senha.

O profissional do futuro especializado em Cloud Computing poderá manter a operabilidade desse sistema online e evitar a ocorrência de falhas nos servidores que possam, porventura, causar prejuízos maiores para os usuários.

Gestor de User Experience

O gestor de User Experience é também conhecido como Analista UX — uma espécie de gerente de sucesso do cliente. Esse profissional é contratado por uma determinada empresa e tem a função de assessorar e atuar oferecendo o melhor atendimento de vendas para os consumidores.

Esses agentes são úteis principalmente no segmento de vendas de e-commerce. De fato, oferecer uma experiência positiva para o cliente faz com que ele se sinta valorizado e se torna um fator impulsionador que permite ganhos cada vez maiores para a empresa.

Mas, para isso, os profissionais devem dominar alguns assuntos, como:

  • Benchmark;
  • Análise heurística;
  • Testes A/B;
  • Testes de usabilidade com usuários;
  • Conceitos básicos de TI;
  • Protótipos de projetos.

Engenheiro front-end

O engenheiro front-end é chamado popularmente de desenvolvedor de internet. A sua atuação está focada principalmente na camada frontal de uma página online: conteúdo, design e funcionalidade. Por sua vez, esse profissional não trabalha com os elementos back-end (código e programação).

A função dele é desenvolver qualquer coisa que vai interagir com o usuário. Para isso, o profissional deverá adquirir conhecimentos específicos em linguagens de programação, como HTML, CSS e JavaScript. Além disso, ele precisa desenvolver habilidades como raciocínio lógico e pensamento crítico.

Desenvolvedor de softwares

O desenvolvedor de software é conhecido como programador. Esse profissional é incumbido de um trabalho multidisciplinar. Nesse sentido, ele pode atuar na profissão e ter formação em cursos diversos, como Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Sistemas da Informação, Engenharia da Computação ou Ciências da Computação.

Esse agente é responsável por desenvolver sistemas e lidar com grande parte dos procedimentos tecnológicos de uma empresa. Esses profissionais identificam problemas, testam e efetuam manutenções em plataformas.

Além disso, eles precisam ter o domínio sobre linguagens de programação e sistemas de controle de versão — VIM, Sublime e GIT, por exemplo.

Arquiteto e engenheiro 3D

A tecnologia 3D consiste no uso de softwares modernos do tipo CAD (Autodesk Homestyler e pCon.planner) para criar protótipos, plantas baixas, croquis e modelos tridimensionais sobre um determinado objeto, móveis ou ambientes. Essas criações trazem detalhes minuciosos, como metragem, disposição e modelo.

Por sua vez, o arquiteto e o engenheiro têm a função de elaborar esses projetos em ambientes 3D, bem como projetar, gerenciar e executar obras nesse modelo.

A proposta é criar e entregar um projeto o mais realístico possível. Para isso, eles devem fazer uma especialização nessa área, uma vez que o curso de graduação tradicional ainda não costuma disponibilizar disciplinas nesse sentido para seus alunos no Brasil.

Desenvolvedor de dispositivos wearables

Os wearables são equipamentos que podem ser “vestidos”, ou seja, são acessórios que comportam algum tipo de tecnologia, em si, cuja função é facilitar e otimizar a rotina das pessoas. Os principais exemplos nesse sentido são óculos, lentes, relógios e jaquetas inteligentes.

Além disso, os wearables não são meras peças digitais que podem ser utilizadas como acessórios. Eles também se conectam a outros dispositivos ou à internet a fim de incrementar as funções, como smartbands e smartwatches.

As últimas gerações de gadgets já vêm equipadas com uma tecnologia de sensores responsáveis por trazer mais organização, acompanhar o cumprimento de determinadas tarefas, estimular a prática de exercícios, entre outras funções.

Geneticista

O geneticista atua na manipulação e identificação de material de DNA para diversos fins, como colaborar para o desenvolvimento de novos medicamentos, o estudo das estruturas que provocam síndromes, a criação de alimentos modificados, o aperfeiçoamento e interação entre o gene de raças animais, entre outros exemplos.

Além disso, esse profissional pode atuar na medicina personalizada, uma área que vem ganhando cada vez mais espaço. Ela se baseia na realização de tratamentos levando em conta as características genéticas do paciente.

A pesquisa e o aconselhamento genéticos serão temas que estarão em destaque no futuro próximo. Contudo, esse setor ainda enfrenta alguns desafios, como questões de caráter regulatório, a capacitação dos médicos geneticistas e o amplo acesso à população.

Quais são as principais áreas que estarão em alta no mercado de trabalho do futuro?

Confira as áreas em que mais vale a pena investir profissionalmente.

Robótica

A robótica engloba sistemas que são formados por partes mecânicas automáticas que são controladas por circuitos integrados. Desse modo, é possível criar sistemas mecânicos motorizados controlados de forma automática por circuitos elétricos.

Essa área vem crescendo em decorrência do uso de robôs para auxiliar no desempenho das tarefas em fábricas e indústrias. Como consequência, há redução de custos, aumento de produtividade e melhores resultados.

Tecnologia médica

Tecnologia médica é uma área da tecnologia cujo foco é a criação e o aperfeiçoamento de equipamentos e técnicas do setor da saúde, funcionando como agente catalisador para o progresso médico-cirúrgico.

A tecnologia médica envolve áreas como a computação cognitiva e o Big Data. Além disso, a realidade virtual e aumentada vem ganhando destaque no setor da tecnologia médica.

Tecnologia da Informação (TI)

O consumo de tecnologia só tende a aumentar nos próximos anos. Nesse sentido, é necessário formar profissionais que sejam capazes de atuar nesse setor, implementar e gerenciar sistemas, criar programas, desenvolver hardwares e softwares e assim por diante.

Contudo, a atualidade demonstra que esse setor não apresenta uma quantidade suficiente de profissionais. O número de estudantes que se formam não atende à grande demanda do mercado.

É comum encontramos muitas vagas disponíveis na área de TI nas empresas. Como consequência, a concorrência ainda não é tão acirrada e há altas chances de obter ótimos cargos.

Sustentabilidade

A crescente preocupação das empresas em fazer uso de seus recursos naturais de forma correta dentro dos padrões conscientes e sustentáveis tem feito com que a área da sustentabilidade esteja em alta.

O motivo é claro. Caso essas organizações não se adéquem aos parâmetros pré-determinados, sofrerão retaliação dos consumidores e poderão ser punidas legalmente.

Quais os principais centros para formação tecnológica no mundo?

Muitas empresas que hoje estão em alta nasceram muito antes nos Estados Unidos e demoraram até chegar ao Brasil, como Uber, Airbnb e Netflix.

Esse movimento é natural, uma vez que as mudanças tecnológicas costumam acontecer muito mais rapidamente em países mais desenvolvidos — superiores do ponto de vista acadêmico, econômico, social e tecnológico.

Diante desse cenário, os profissionais que trabalham em empresas estrangeiras acabam acompanhando de perto as mudanças e novidades, bem como aproveitando as melhores oportunidades de mercado.

Da mesma forma, alunos matriculados em universidades no exterior presenciam as evoluções tecnológicas de perto e se preparam para exercer as profissões do futuro com mais conhecimento de causa.

Os principais exemplos de universidades nesse sentido são:

  • MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts);
  • Caltech;
  • Universidade de Cambridge;
  • Universidade de Oxford;
  • Entre outras.

Por falar nisso, que tal investir em uma graduação internacional no currículo? Muitas universidades renomadas estão localizadas fora do Brasil.

Já pensou em estudar e trabalhar no Canadá, nos Estados Unidos ou no Reino Unido?

As profissões do futuro vêm surgindo como uma forma de acompanhar as revoluções tecnológicas pelas quais a sociedade tem passado nos últimos tempos e ainda vai experimentar nos próximos anos.

Contudo, por um lado, essa transformação está marcada por incertezas. Quais funções vão se tornar obsoletas? Diante de tantas probabilidades, é normal ficar confuso.

Nesses casos, o ideal é orientar seu filho a pesquisar com calma as características de cada profissão antes de tomar a decisão final sobre qual curso escolher.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Profissões-do-Futuro-como-escolher-uma-carreira.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-16 00:00:002024-02-20 16:32:46Profissões do Futuro: como escolher uma carreira

Como os Summer Programs podem fortalecer a candidaura

6 de dezembro de 2019/62 Comentários/em Dicas, Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Quem tem em mente fazer faculdade no exterior deve pensar em usar as férias como aliada na caminhada rumo à vaga tão desejada na universidade escolhida. Fazer desses dias um período produtivo vai certamente incrementar de forma significativa a candidatura e pode fazer diferença no final da jornada.

Afinal, nas universidades do exterior não é apenas a nota de uma prova que define quem é aceito ou não numa faculdade. O processo seletivo é holístico, leva em conta vários aspectos da vida do candidato, dentro e fora da sala de aula.

Atividades extracurriculares e a redação são itens muito valorizados na candidatura, especialmente nos Estados Unidos.

Como aproveitar as férias para fortalecer a candidatura

Como a agenda durante o ano costuma ser muito apertada, as férias são uma ótima oportunidade para enriquecer o currículo com essas atividades, que são muito bacanas.

Existem muitas opções bem interessantes, mas vale a pena procurar por aquelas que mais combinam com você. Além de ser mais prazeroso, isso é importante porque junto com outros itens que compõem a candidatura, as atividades extracurriculares ajudam a mostrar para a instituição onde você está aplicando quem você é.

Podem ser atividades ligadas a teatro, esportes, cinema, música, arquitetura, administração, negócios, engenharia, empreendedorismo, biotecnologia, política, enfim, há opções em inúmeras áreas.

Inclusive voluntariado, que envolve trabalho em equipe ou outras atividades que também possam demonstrar liderança.

Você pode fazer algumas dessas atividades por aqui, mas uma viagem rápida ao exterior, nesse caso, vai enriquecer ainda mais a vivência e o seu próprio currículo.

Como funciona o Summer Program

Além da imersão em outro idioma, essa experiência no exterior traz diferenciais que só são adquiridos nesse tipo de viagem, o Summer Program.

São cursos rápidos, de 1 a 8 semanas, geralmente realizados nas próprias universidades dos Estados Unidos, Canadá e Europa entre junho e agosto, destinados especificamente a alunos do High School.

Os Summer Programs proporcionam conhecimento específico na área escolhida e também o desenvolvimento de várias soft skills (habilidades socioemocionais), que são muito importantes não só para o aluno como pessoa, mas também reforçam seu perfil como candidato a uma universidade no exterior.

Trabalho em equipe, resolução de conflitos, autonomia, comunicação e afinidade com diferentes culturas são algumas das soft skills sempre presentes nesses programas.

Além disso, a experiência já é uma espécie de test drive para quem quer estudar fora. Este período de vivência em uma universidade e ainda em contato direto com uma área do conhecimento específica da sua escolha é uma boa amostra do que você vai encontrar lá na frente.

O contato com profissionais e alunos do mais alto nível e de diferentes backgrounds também é um item muito importante nos Summer Programs, o que acrescenta demais à vida pessoal e acadêmica do aluno.

Nestes cursos você vai encontrar professores e palestrantes em nível de excelência e alunos do mundo todo, com as mais variadas culturas, cheios de vontade de aprender e interagir.

Veja algumas opções de Summer Programs

Universidades dos mais diferentes portes sediam Summer Programs direcionados a alunos de High School.

Columbia University

Nos Estados Unidos, a Columbia University, uma das mais importantes do país e do mundo, oferece um programa de 3 semanas com cursos de engenharia, ciências da computação, matemática entre outros.

Nesse período, além das aulas, ainda há atividades fora da universidade, explorando a cidade de Nova York. Os alunos recebem cartas de avaliação dos instrutores no final do curso e um certificado de conclusão.

The Wharton School

A The Wharton School at University of Pensilvannia (UPenn) também disponibiliza para high schollers diferentes cursos na área de administração e negócios. Desde Liderança no Mundo dos Negócios até cursos mais específicos, destinados, por exemplo a administração de negócios esportivos. Há uma academia em Wharton só para isso, a Sports Business Academy.

Harvard

A Harvard University’s Secondary School Program oferece mais de 200 cursos em diferentes áreas, como:

  • Matemática aplicada;
  • Mídia digital;
  • Psicologia;
  • Cinema;
  • Jornalismo;
  • Economia.

Fora das aulas, durante as 7 semanas de curso, os alunos podem participar de workshops, frequentar as bibliotecas, ir a eventos sociais no campus  e até visitar outras universidades próximas.

Cambridge

No Reino Unido, Cambridge recebe anualmente estudantes de High School de mais de 80 países para diferentes cursos e atividades, no Queen’s College campus. Entre todos os alunos, não mais que 10% podem vir do mesmo país.

O estudante escolhe uma matéria acadêmica, que pode ser Inglês, Debate ou Negócios e Empreendedorismo, por exemplo, e uma eletiva (pode ser teatro, fotografia ou outra), que serão cursadas durante 3 semanas.

McGill University

A McGill University, uma das mais prestigiadas instituições do Canadá, também tem sua Summer Academy, que disponibiliza cursos no verão para alunos de High School, com aulas e atividades dentro e fora do campus, em Montreal. Os temas dos cursos vão desde Crise Humanitária e Cooperação Internacional até neurociência, por exemplo.

Seja qual for o curso ou a instituição escolhida para o Summer Program, em todos eles o aluno vai conviver com professores, profissionais e colegas do mais alto nível e de diferentes culturas e backgrounds.

Vai passar semanas dentro de uma grande universidade, conhecendo e vivenciando suas instalações, estudando e fazendo atividades interessantes fora da sala de aula.

Benefícios também para as redações (personal statement)

O enriquecimento tanto no aspecto pessoal quanto acadêmico é certo e a experiência no Summer Program vai contribuir não só para fortalecer a candidatura no que diz respeito às atividades extracurriculares, mas também à redação (personal statement), item tão importante principalmente no processo seletivo das universidades americanas.

Na redação, o aluno escreve sobre histórias pessoais, fatos ou eventos que fizeram diferença na sua vida. Por meio dela, a universidade conhece um pouco mais sobre o candidato.

O aluno que participou de um Summer Program com certeza vai ter mais material para escrever e poder fazer uma redação mais rica e com bastante credibilidade.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Como-aproveitar-as-férias-para-fortalecer-a-candidatura.png 683 1024 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-12-06 00:00:002024-04-05 09:20:26Como os Summer Programs podem fortalecer a candidaura

Entenda mais sobre a Universidade Johns Hopkins

20 de novembro de 2019/82 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

No começo da educação superior nos Estados Unidos, surgiu a Johns Hopkins University. Hoje, o local é considerado o primeiro centro de pesquisa do país.

Responsável por algumas das descobertas médicas mais importantes, é uma instituição de peso para quem busca uma formação incrível. Mas antes de ir atrás do seu diploma de medicina nos Estados Unidos, é preciso conhecer melhor essa alternativa.

Nosso time separou as informações mais relevantes sobre a Johns Hopkins University para tirar as suas dúvidas. Vai perder? Confira!

A história da universidade Johns Hopkins

Foi em 1876 que a instituição foi fundada. Localizada em Baltimore, em Maryland, foi construída graças às doações de Johns Hopkins. Apesar de ser um famoso empresário do século 19, teve uma infância difícil, na qual largou os estudos para ajudar a família no campo. Com o objetivo de oferecer a chance de educação aos outros, fundou a instituição.

Logo na inauguração, ficou claro que a intenção principal da instituição era se dedicar à pesquisa. Baseada nos modelos alemães, a Johns Hopkins University foi uma verdadeira revolução no ensino superior dos Estados Unidos.

Em 1878, foi criado o jornal universitário, que permanece ativo até hoje e é o mais antigo em atividade no país. Em 1889, chegaram o hospital universitário e a Escola de Enfermagem. Em 1893, foi a vez da Escola de Medicina ser inaugurada.

Em 1902, o campus foi expandido, já para comportar a importância da instituição. Hoje, o local é um relevante centro de ensino dos Estados Unidos. Mais que isso: está entre as melhores faculdades do mundo, de acordo com a The Times Higher Education World University Rankings 2024.

Como a universidade Johns Hopkins se tornou centro de referência

Se hoje a universidade é um ponto de referência na área médica, isso não aconteceu da noite para o dia. O principal ponto foi o investimento em infraestrutura, possível com o dinheiro doado por seu fundador.

Além da faculdade, foi criado um hospital e escolas de treinamento para profissionais da área e houve um grande investimento em pesquisa, com destaque para engenharia genética.

Com laboratórios e equipamentos de ponta e uma cultura voltada para a pesquisa, algumas das principais descobertas modernas aconteceram nesse campus.

Mesmo já consolidada como referência nessa área, a Johns Hopkins University continua investindo pesado para garantir as melhores condições para estudantes e professores envolvidos com a ciência.

Principais cursos oferecidos na universidade Johns Hopkins

É verdade que a universidade é um ótimo destino para quem deseja cursar Medicina ou outras áreas da saúde. No entanto, a instituição é dividida em escolas e tem mais de 50 cursos disponíveis. Veja quais são!

School of Advanced International Studies

Ideal para quem deseja estudar sobre o mundo ao nosso redor, com uma pegada internacional. Entre as áreas, estão:

  • Estudos Internacionais;
  • Desenvolvimento Internacional;
  • Economia Internacional e mais.

Applied Physics Laboratory

Para quem deseja misturar tecnologia e laboratórios, essa é a área ideal. Entre os degrees, estão:

  • Física Aplicada;
  • Gerenciamento Técnico;
  • Engenharia de Sistemas e mais.

Krieger School of Arts and Sciences

Com 22 departamentos, a área de artes e humanidades é outro destaque na instituição. Veja alguns cursos:

  • Arqueologia;
  • Cinema e Mídia;
  • História da Arte e outros.

Carey Business School

Se tiver interesse no ramo dos negócios, essa é a parte ideal da instituição. Alguns cursos incluem:

  • Gerenciamento Financeiro;
  • Marketing;
  • Comunicação Empresarial e mais.

School of Education

Com 100 anos de existência, essa área forma educadores completos. Algumas opções oferecidas são:

  • Supervisão e Administração Escolar;
  • Liderança Educacional;
  • Análise Aplicada de Comportamento e mais.

Whiting School of Engineering

Voltada para as diversas engenharias, é a escola que envolve matemática e solução de problemas. Conheça alguns cursos:

  • Design e Inovação em Bioengenharia;
  • Medicina Computacional;
  • Engenharia Elétrica e de Computadores e mais.

Peabody Institute

Primeiro instituto de música dos Estados Unidos, é um conservatório com alguns degrees, como:

  • Dança;
  • Educação Musical;
  • Artes e Ciências de Gravação e mais.

Bloomberg School of Public Health

Considerada a melhor do país, forma especialistas na parte de saúde pública. Confira alguns cursos:

  • Administração de Saúde;
  • Bioética;
  • Ciência Aplicada e mais.

School of Nursing

Primeira a ser aberta, forma especialistas nesse atendimento ao paciente. Há muitos cursos disponíveis, como:

  • Enfermagem Clínica Especializada;
  • Enfermagem no Sistema Público;
  • Prática de Enfermagem e mais.

School of Medicine

Carro-chefe da Johns Hopkins University, forma médicos e especialistas de saúde em várias áreas. Veja algumas possibilidades:

  • Medicina Celular e Molecular;
  • Biologia Molecular e Genética Humana;
  • Neurociência e mais.

O campus da Johns Hopkins University

Além das salas e dos laboratórios completos, o campus dessa universidade se destaca. Os prédios seguem um estilo clássico de mais de 140 anos, com tijolos aparentes e construções horizontais.

O prédio onde fica o The Homewood Museum foi adquirido no começo do século 20 e também conta com um estilo que envolve tijolos e mármore, como o restante das construções.

No time ainda pode destacar uma torre do relógio no mesmo estilo e bastante área verde no entorno. Ao somar isso à qualidade portuária de Baltimore, há um belo cenário para os estudos.

Os ex-alunos notáveis da instituição

Por causa do posicionamento como referência, a instituição já teve alunos notáveis — e alguns são professores ou profissionais da universidade. Entre os nomes mais famosos, estão:

  • Woodrow Wilson, 28º presidente dos Estados Unidos;
  • Michael Bloomberg, ex-prefeito de Nova York;
  • Chimamanda Ngozi Adichie, escritora nigeriana;
  • Virginia Apgar, médica desenvolvedora da neonatologia;
  • Russell Baker, colunista do jornal The New York Times;
  • Sam Palmisano, ex-presidente da IBM;
  • Madeleine Albright, primeira mulher a ser Secretária de Estado dos Estados Unidos;
  • Denton Cooley, cirurgião responsável pelo primeiro transplante de um coração totalmente artificial, entre outros.

Os prêmios recebidos

O fato de ser referência fez com que a Johns Hopkins University já tenha recebido dezenas de prêmios ao longo da sua existência. Desde sua criação, por exemplo, 31 prêmios Nobel foram distribuídos a ex-alunos, professores ou pesquisadores da instituição. A distribuição ficou assim:

  • 16 prêmios de Medicina;
  • 4 prêmios de Física;
  • 3 prêmios de Química;
  • 3 prêmios de Economia e
  • 1 prêmio de Fisiologia.

A tradição, inclusive, permanece forte. Podemos destacar o professor Gregg Semenza e o Residente William G. Kaelin Jr., que dividiram o prêmio Nobel de Fisiologia de 2019.

As demais áreas da universidade também ganharam prêmios. A University Press, por exemplo, tem centenas de livros premiados em diversas competições. Nas áreas de economia, artes e outras, estudantes e pesquisadores venceram várias premiações e competições, o que atesta a qualidade do local.

Como entrar em Johns Hopkins?

No princípio, o processo seletivo exige seu histórico escolar completo e suas atividades extracurriculares. Também  é preciso ter cartas de recomendações e um essay ou carta de motivação. Você ainda terá que preencher um formulário online e ficar de olho nas datas de início e fim da etapa.

Para estudantes internacionais, há obrigações extras, que incluem a realização de testes de proficiência em inglês (TOEFL ou IELTS), para comprovar que o aluno conseguirá acompanhar as aulas no idioma.

Para simplificar a jornada, o ideal é contar com o apoio de quem entende do assunto. Ao contratar a consultoria educacional especializada da Daqui pra Fora, é possível adicionar essa importante formação ao seu currículo.

A Johns Hopkins University é mais que o primeiro centro de pesquisa dos Estados Unidos, pois até hoje se mantém como centro de referência. Agora que você já conhece as principais características, fica fácil entender por que ela é a 15ª melhor universidade do mundo.

Ainda tem alguma dúvida? Vem conversar com a gente e descobrir como podemos ajudar você a realizar o seu sonho de estudar em uma das melhores universidades do mundo.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Entenda-mais-sobre-a-Johns-Hopkins-University.png 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-11-20 00:00:002024-01-18 13:22:41Entenda mais sobre a Universidade Johns Hopkins

Veja como escrever uma redação em inglês!

18 de novembro de 2019/109 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Tem o desejo de estudar nos Estados Unidos, Canadá ou no Reino Unido? Esses países concentram as melhores instituições de ensino de todo o mundo. Saiba que esse sonho é possível de ser realizado!

Estudantes brasileiros que pretendem concorrer a uma vaga em um curso de graduação no exterior devem estar devidamente preparados. Afinal, a candidatura para estudar em uma universidade estrangeira envolve várias etapas, como a criação de uma ou mais redações em inglês.

Quer saber como fazer isso sem erros e com qualidade técnica? Este artigo vai trazer um guia sobre como se preparar para elaborar uma redação em inglês impecável que te ajudará a aumentar as chances de ser aprovado no processo de admissão para uma universidade no exterior. Acompanhe a leitura!

A importância da redação em inglês

Você sabe qual é a importância da redação em inglês para os processos seletivos de universidades no exterior? Também conhecidas como essays, consistem em redações pessoais cujo intuito é apresentar o perfil do candidato.

Nesses textos, o estudante deve contar mais sobre si mesmo, a trajetória acadêmica, as expectativas profissionais, as preferências pessoais, entre outras características.

A elaboração do essay é uma das etapas mais importantes para uma candidatura. Afinal, essa é a melhor maneira de o comitê de admissão saber se o perfil e personalidade do candidato se encaixam com a instituição de ensino.

Nessa etapa, o estudante deve contar mais sobre quem ele é para o escritório de admissão. Geralmente, os temas das redações são bem diferentes, como por exemplo um tema já utilizado pela Universidade da Pensilvânia: “você acabou de escrever sua autobiografia de 300 páginas. Por favor, nos mande a página 217”.

Já Universidade de Chicago queria saber “onde está o Wally, na verdade” ou ainda ” a faculdade Carleton é empoderada por turbinas eólicas. O que te dá poder?”. As respostas para essas indagações devem ser convincentes, persuasivas, positivas e entusiastas.

Não há uma resposta certa ou errada. O ideal é ser o mais transparente possível, ao mesmo tempo em que passa uma imagem confiante sobre si mesmo. Uma dica que costuma surtir bons efeitos é buscar entender mais sobre o que os admission officers gostariam que você escrevesse, mas não minta jamais. Tente aliar ambas as informações para que elas sejam sinceras e reais.

A importância de uma boa redação para a candidatura

Grande parte das universidades, especialmente as mais renomadas, exige que os candidatos elaborem um Essay ou Personal Statement e enviem esse documento de maneira online.

Apesar de parecer uma tarefa complexa, é uma oportunidade ímpar de se apresentar e fazer a diferença para que você seja selecionado e aprovado pelos comitês de admissão. Além disso, a maioria das universidades determina o mesmo peso para os Essays e os demais exames de admissão.

A melhor estratégia para isso é redigindo uma redação pessoal sobre você. Afinal, os admissions officers precisam ler um enorme volume de redações todos os dias. A maioria é simples, os textos são iguais e não se destacam dos demais.

Nesse sentido, o texto deve conter um diferencial que o faça se destacar dos demais. Para isso, invista em você, nas suas qualidades, interesses e apresente a sua personalidade única.

Como fazer uma redação em inglês?

Confira, a seguir, algumas dicas de como elaborar um Essay de qualidade que vai potencializar as chances de ser aprovado no processo seletivo.

Esteja atento ao Brainstorming

Brainstorming é uma tempestade de ideias. Trata-se de uma técnica utilizada para explorar o potencial criativo de uma pessoa e propor soluções para um determinado problema. Nesse sentido, essa técnica serve para impulsionar as ideias do estudante para que ele possa expor as suas opiniões e sugestões e consiga elaborar um conteúdo de maior qualidade.

Tenha um roteiro para ser seguido

Uma boa estratégia é ter um roteiro com algumas sugestões de ideias a serem incluídas na redação, como as seguintes sugestões:

  • O seu diferencial perante os outros estudantes;
  • Hábitos, interesses e personalidade;
  • Experiências que o marcaram e quais foram as lições aprendidas;
  • Personagem real ou fictício, em quem você se inspira.

Faça primeiramente um rascunho

O texto deve ser dividido em três seções:

  • Introduction: um parágrafo vai servir para iniciar a redação;
  • Body: é o corpo do texto — ele costuma ser formado por vários parágrafos que vão apresentar a ideia principal da redação e incluir exemplos;
  • Conclusion: é o parágrafo que vai resumir e concluir toda a ideia que foi apresentada no Essay.

Use a criatividade

Seja criativo na maneira de conduzir a redação. Apresente os fatos de um modo que prenda a atenção do leitor. Se desejar, pode utilizar figuras e recursos de linguagem. O recomendado é fugir do padrão e ser autêntico.

Comece a escrever com antecedência

Comece a redação o quanto antes. Caso você deixe tudo para a última hora, poderá sofrer de ansiedade e não conseguir escrever com qualidade — além de correr o risco de ultrapassar o deadline (prazo para a entrega).

Peça feedbacks

Após escrever a redação, mostre o texto para familiares e amigos, professores, coordenadores e outras pessoas que entendem sobre o assunto. Peça dicas e verifique se a ortografia e a gramática estão corretas.

Se possível, solicite que alguém qualificado faça revisões no seu texto. É importante considerar as opiniões de terceiros e, se necessário, fazer as devidas alterações.

Seja honesto na sua redação

O Essay não é a oportunidade para você tentar ser o estudante perfeito. O melhor é ser honesto com relação às suas capacidades, conhecimento e experiências.

Portanto, não escreva algo que não corresponde à realidade. As universidades desejam alunos que reconhecem as suas habilidades e fraquezas e que tentam melhorar, acima de tudo.

Além do mais, as informações que são descritas no Essay e no Personal Statementdevem ser verídicas e não podem se contradizer entre si.

Da mesma forma que esses fatos não podem ir de encontro a nada que foi mencionado no Application. Você deve passar credibilidade e confiança para o leitor.

Escreva sobre as suas experiências

Coloque no Essay tudo aquilo que você considera importante — um passeio, um livro, um filme, um momento, uma pessoa. Não poupe palavras nesse momento.

Além disso, é importante estar atento para não criar somente uma narração. O ideal é descrever os fatos e contar como essa experiência serviu para agregar valor para a sua vida.

Confira os principais erros cometidos e como evitá-los

Quanto melhor for a qualidade da redação, maiores são as chances de você se destacar aos olhos do examinador e conseguir uma vaga em uma universidade estrangeira. Por outro lado, erros de escrita podem comprometer a sua trajetória acadêmica e resultar na negativa da universidade.

Esse assunto ganha ainda mais relevância quando se trata de uma redação em inglês. De fato, o inglês é o idioma mais utilizado para a comunicação, pois permite conectar pessoas de diferentes nacionalidades.

Nesse sentido, dominar a fluência se torna imprescindível para o estudante que deseja concluir a graduação e conquistar o diploma na universidade dos sonhos.

O uso correto da gramática é a chave para o sucesso de uma redação em inglês. Afinal, quanto menos erros o seu Essay apresentar, maior será a sua chance de entrar para o quadro de alunos da universidade.

Em regra, os brasileiros costumam apresentar dificuldades no aprendizado de alguns elementos em inglês, como: ortografia, preposição, conjugação, ausência de pronome e o uso de quantificadores (some e any, por exemplo).

Pensando nisso, vamos pontuar, a seguir, onde ocorrem os principais erros nas redações e como evitá-los.

Erros de ortografia

Geralmente, os estudantes brasileiros cometem erros básicos na escrita das palavras. Confira alguns termos que costumam ser escritos de maneira equivocada: beautiful, common, language, probably, writing, platform, technology, diferent, opportunity, which, punishment, inhabitants, entre outros.

O erro se dá principalmente pelo fato de a escrita, pronúncia e fonética se assemelharem ao português, o que acaba trazendo confusão. Nesse sentido, o uso da memória visual é uma estratégia para tentar driblar essa situação.

Você pode ler várias vezes a mesma palavra e destacá-la em algum local de fácil visualização, até que finalmente você consiga escrevê-la da maneira correta.

Se preferir, consulte o dicionário bilíngue sempre que surgirem dúvidas. Essas ferramentas são bem didáticas, uma vez que foram criadas principalmente para pessoas que estão em fase de aprendizado no inglês.

Erros ao usar preposições

Um dos erros mais comuns é o uso incorreto de preposições. Confira as preposições que trazem mais dúvidas e que são mais usadas de modo equivocado: in, on, to, for, of, at, with, about, for, from e by.

Um dos padrões de erros que mais ocorrem, por exemplo, é a confusão entre o uso das preposições de local at, on e of. Nessas situações, o ideal é utilizar a preposição in, seguida da localização.

De qualquer forma, é importante prestar atenção ao uso adequado das preposições, pois são elementos de uma frase que aparecem com grande recorrência em orações.

Muitas expressões utilizam um adjetivo ou verbo, seguidos de uma preposição. Nesses casos, para evitar maiores erros, a recomendação é memorizar a expressão completa, como “look at” e “good at”.

Erros na conjugação dos verbos

A conjugação verbal é outro erro muito comum de ser cometido por estudantes que ainda não apresentam tanta familiaridade com o inglês. O que traz muitas dúvidas.

O principal erro se refere especialmente ao caso de esquecimento do uso da preposição “to” antes de determinados verbos que estão no modo infinitivo, como: “to look”.

Confira, a seguir, uma lista contendo verbos e frases mais comuns que são escritos de maneira equivocada por estudantes. Em todas elas falta a preposição “to” antes do verbo “do”.

need do something (precisar fazer algo);

want do something (querer fazer algo);

like do something (gostaria de fazer algo);

try do something (tentar fazer algo).

Erros no uso de pronomes

O uso de pronome tem diversas utilidades na língua inglesa. Ele pode ser utilizado para começar frases, fazer referência a algum assunto que foi mencionado antes, substituir o sujeito indeterminado, se referir ao objeto da sentença, entre outros usos.

A dica que vale aqui é não economize no uso de pronomes. Empregue-os sempre que precisar se referir a algo ou alguém.

A falta do pronome “it” em algumas frases é um erro bem comum, principalmente quando o autor do texto se refere ao sujeito ou objeto da sentença. Confira um exemplo: Thank you for your present, I loved (it). (Obrigado pelo presente, eu amei isso).

Erros ao usar determinantes

Uma das dúvidas mais recorrentes é o uso do determinante “the” antes dos substantivos. Ele é usado antes dos adjetivos que relatam sequência (the next, the first, the last, por exemplo) e quando nos referimos a formas superlativas (the best, the worst etc.). Também vale lembrar que os plurais e substantivos próprios não fazem uso de determinantes.

Na maioria das vezes, não é necessário utilizar o pronome determinante antes dos nomes, quando estamos nos referindo a coisas de forma geral, como: life, children, time, school, people.

Porém, a utilização do determinante “the” é obrigatória em alguns casos, como: the internet, the world, the United States, the government, the English language, entre outros exemplos.

Erros gramaticais

Os verbos “to make” e “to do” são usados de forma distinta. O ideal é memorizar a ideia que envolve o uso de ambos.

Os falsos cognatos são uma pegadinha bem comum na língua inglesa, pois são palavras com semelhanças na grafia em inglês e português, contudo guardam significados bem diferentes.

Um ótimo exemplo é o verbo to intend que significa “pretender”, enquanto que a palavra “to pretend” significa fingir.

Além dos Estados Unidos, a exigência da redação em inglês é um requisito para a admissão em várias universidades do Canadá e faculdades da Inglaterra.

Na verdade, a apresentação desse documento é necessária em diversas instituições de ensino em todo o mundo.

Se você deseja concorrer a uma dessas vagas, é bem possível que tenha que apresentar Essays, como uma etapa da Application.

Não se esqueça de manter a qualidade da escrita e ter a fluência no idioma, requisitos importantes para redigir bons textos em inglês.

A consultoria educacional da Daqui pra Fora trabalha com o aluno em cada um de seus textos, estimulando a criatividade, orientando quanto ao formato e revisando tudo de acordo com a gramática da língua inglesa.

Quer saber mais sobre como podemos te preparar melhor para essa e todas as outras etapas do processo seletivo de uma universidade no exterior? Entre em contato com nossos especialistas.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Redação-em-inglês-o-que-você-precisa-saber.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-11-18 00:00:002023-12-04 22:05:50Veja como escrever uma redação em inglês!

Conheça a UC Berkeley e seus diferenciais!

17 de novembro de 2019/106 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Já se imaginou vivendo e estudando na Califórnia? O estado, localizado na costa oeste dos Estados Unidos é cenário frequente de filmes de Hollywood e reconhecido pelo enorme potencial econômico. É lá que fica o Vale do Silício, região que abriga algumas das principais companhias do mundo, como a Apple, a Microsoft e a Netflix.

Além de representar uma bela oportunidade para profissionais de todas as áreas, a Califórnia enche os olhos de seus visitantes com paisagens deslumbrantes e diversificadas. A geografia da região possibilita, ao mesmo tempo, passeios estonteantes pela costa do Oceano Pacífico e visitas a estações de ski.

Não é só isso. O Estado Dourado, como é conhecido, conta com algumas das principais universidades dos Estados Unidos e do mundo. Uma das mais reconhecidas no universo acadêmico é a UC Berkeley, que será o foco deste artigo.

Ao longo da leitura você vai conhecer melhor a história e tradição da instituição, aprender o que é necessário para estudar lá e muito mais. Confira!

Descubra a história da UC Berkeley

Você já deve ter ouvido falar de São Francisco, cidade da icônica Golden Gate e casa de um dos times mais tradicionais da liga de futebol americano dos Estados Unidos. Pois bem, a 30 minutos de trem está localizada Berkeley, uma cidade que seria pequena e pacata, não fosse a fundação da UC Berkeley.

A universidade, que tem como mascote um urso dourado, foi inaugurada em 1868 e representa uma das 10 localizações da University of California, por isso as iniciais UC. De sua fundação até aqui, são mais de 150 anos de tradição, marcados por descobertas importantes, como o processo de fotossíntese, a vitamina E e o elemento que hoje é utilizado em vacinas contra a gripe.

Cursos oferecidos pela UC Berkeley

Atualmente, a UC Berkeley oferece nada menos que 106 cursos de graduação, 88 programas de mestrado e 97 cursos de pesquisa para doutorado. A grande maioria dos estudantes estão matriculados em programas regulares de graduação. Só para ter uma ideia, entre 2013 e 2014, a universidade formou 7.565 estudantes.

São 14 cadeiras de estudo diferentes, cada uma com acadêmicos respeitados em suas áreas e recursos avançados de pesquisa e desenvolvimento. Entre essas cadeiras, a que mais se destaca é a que comanda os estudos de química. Não à toa o departamento foi nomeado pelo US News como o melhor curso de graduação em química oferecido ao redor do planeta.

O mesmo ranking indica outro departamento de destaque na UC Berkeley, o de engenharia. Ele fica atrás apenas dos cursos oferecidos pelo MIT e por Stanford, este último aliás, fica a poucas horas de distância de Berkeley. A razão para tal sucesso é relacionada à conexão da instituição com empresas do Vale do Silício, que investem no desenvolvimento de pesquisas.

Outro curso que se destaca em Berkeley é o de negócios. Trata-se da segunda escola de negócios mais antiga dos Estados Unidos, tendo formado nomes influentes no desenvolvimento da economia americana.

Foi lá que se formaram, por exemplo, os co-fundadores da Intel, da Apple, do Ebay e da Tesla. No próximo tópico, falaremos mais sobre ex-alunos notáveis.

Conheça os ex-alunos notáveis da UC Berkeley

Nos Estados Unidos, os ex-alunos, chamados de Alumni, são figuras bastante valorizadas pelas instituições que os formaram. Eles participam de eventos, são constantemente lembrados em comemorações e, em alguns casos, contribuem com doações para o desenvolvimento da instituição.

A UC Berkeley tem uma lista de respeito para representar seus Alumni. De lá saíram nomes importantes para a ciência, política, economia e diversas outras áreas, tanto do país quanto do mundo. Confira alguns dos principais!

Steve Wozniak

Se você conhece a história da fundação da Apple, sabe quem é Steve Wozniak. Junto com Steve Jobs, Wozniak transformou para sempre a história da tecnologia e do uso de computadores pessoais. De fato, ele é responsável por todo o processo de desenvolvimento dos primeiros computadores da companhia, deixando para Jobs os esforços de marketing e publicidade.

Jerry Brown

Formado pela turma de 1961 da UC Berkeley, Jerry Brown é um ex-governador do estado da Califórnia. É apenas mais um cargo na extensa carreira política de Brown, que já foi governador em duas outras oportunidades e chegou a concorrer para presidente da república em três eleições.

Selman Waksman

Selman Waksman é um dos muitos Alumni de Berkeley que ganharam o prêmio Nobel. Ele foi premiado na categoria de fisiologia e medicina, em 1954, por descobrir o primeiro antibiótico efetivo no tratamento da tuberculose.

Como entrar na universidade de Berkeley?

Se você deseja estudar na UC Berkeley, é bom se planejar. A instituição aceita apenas aplicações para o segundo semestre, que são abertas em meados de novembro. O processo seletivo, como na maioria das universidades americanas, consiste na realização de uma avaliação SAT, na análise do histórico escolar e no envio de uma carta de apresentação.

Para estudantes internacionais, existem algumas exigências a mais. Você precisa provar a proficiência na língua inglesa, o que é feito por um exame de qualificação padronizado, o TOEFL.

Ademais, é preciso uma declaração garantindo suas condições financeiras e, é claro, a retirada do visto americano para estudantes.

Premiações recebidas por alunos de Berkeley

Por sua tradição e excelência, a UC Berkeley é presença constante nos rankings de melhores instituições de ensino. Hoje, ela ocupa a décima quinta posição no World University Ranking, que avalia universidades do mundo inteiro.

Além disso, entre políticos, cientistas, esportistas e artistas, os Alumni da universidade levam seu nome ao mundo. São diversas premiações nas mais diferentes áreas. Conheça alguns:

  • 107 vencedores do Nobel;
  • 25 ganhadores do prêmio Turing;
  • 19 prêmios Pulitizer;
  • 20 vencedores do Oscar;
  • 207 medalhas olímpicas.

Como é a vida de estudante em UC Berkeley

É claro que não é só a parte acadêmica que atrai estudantes para Berkeley. O perfil extremamente jovem da cidade, que é casa para os mais de 40.000 estudantes da universidade, garante uma vida estudantil rica em diversão, cultura e diversas opções de passeio.

O campus, cuja extensão corresponde a aproximadamente 630 campos de futebol, apresenta uma arquitetura histórica. Entre os prédios mais famosos está a biblioteca da universidade, que é a mais extensa do país. Lá ficam armazenados mais de 11 milhões de volumes disponíveis para o entretenimento e estudo dos alunos.

Um programa muito popular entre os estudantes é a visita à torre de Berkeley, conhecida como a torre de relógio mais alta das faculdades dos Estados Unidos. Do alto, é possível observar uma paisagem única, incluindo parte da famosa Baía de São Francisco.

Perto dali, ficam o ginásio e o estádio dos Ursos Dourados, que são locais comuns para eventos esportivos e confraternização entre os estudantes.

A cidade é repleta de cafés, lojas e restaurantes, todos frequentados, em grande maioria, por estudantes. Trata-se de uma excelente oportunidade para conhecer novas pessoas e criar contatos importantes tanto para sua vida pessoal quanto para seu desenvolvimento acadêmico e profissional.

O décimo terceiro lugar no World University Ranking é um indicativo da excelência acadêmica da UC Berkeley. Sua tradição de mais de um século e meio atrai estudantes de todos os pontos do planeta, o que garante uma experiência cultural muito valiosa.

Além disso, a universidade é localizada quase no centro da costa californiana, o que abre muitas possibilidades para passeios e viagens turísticas.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Conheça-a-UC-Berkeley-e-seus-diferenciais.jpg 1415 2122 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-11-17 00:00:002024-01-22 22:45:44Conheça a UC Berkeley e seus diferenciais!

Saiba mais sobre a Universidade de Oxford!

15 de novembro de 2019/112 Comentários/em Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

A Universidade Oxford é uma famosa instituição de ensino superior localizada no Reino Unido. Trata-se de uma das entidades britânicas de educação com maior prestígio de todo o mundo e, também, uma das mais antigas.

Já imaginou estudar nessa Universidade? Saiba que é possível ingressar nela e fazer parte do quadro de alunos dessa renomada instituição.

Ficou interessado no assunto? Deseja fazer uma faculdade na Inglaterra? Este artigo vai apresentar as principais informações sobre a renomada Universidade de Oxford. Acompanhe!

História da Universidade de Oxford

A fundação da Universidade de Oxford tem raízes no século XI. Conhecer essa instituição é uma verdadeira lição sobre a história inglesa. A entidade de ensino superior fica situada na Wellington Square, na cidade de Oxford.

Fundada no ano de 1090, ela foi a primeira universidade de língua inglesa. Ganhou mais alunos a partir de 1167, ano em que o Rei Henrique II da Inglaterra proibiu que os jovens estudantes ingleses fossem até Paris para continuarem os estudos.

A instituição de ensino serviu como palco para vários acontecimentos históricos. Por exemplo, em 1530, o Rei Henrique VIII da Inglaterra forçou a Universidade a reconhecer o seu divórcio com a rainha Catarina de Aragão.

Ainda no século XVI, os membros que faziam parte do clero anglicano foram condenados como hereges e queimados nas dependências do próprio campus.

Sem deixar a tradição de lado, a Universidade se modernizou e atualmente é considerada uma das instituições contemporâneas de ensino mais completas de toda a Europa, com instalações inovadoras e progressistas. A Universidade de Oxford ocupa o 1º lugar no “Times Higher Education World University Rankings”.

Principais cursos oferecidos pela Universidade de Oxford

A Universidade de Oxford apresenta 4 setores acadêmicos: Humanas; Ciências Médicas; Matemática, Física e Ciências Biológicas e Ciências Sociais.

Atualmente, ela conta com 38 faculdades e um número aproximado de 22 mil alunos matriculados, entre cursos de graduação e pós-graduação.

Os principais cursos da Universidade são:

  • Medicina;
  • Direito;
  • Literatura;
  • Filosofia;
  • Geografia;
  • Anatomia;
  • Fisiologia;
  • Arqueologia;
  • Ciências Políticas;
  • Engenharia.

Estima-se que os estudantes estrangeiros representem cerca de 40% do número total de alunos.

Ex-alunos notáveis

A Universidade já formou estudantes famosos:

  • David Cameron;
  • Bill Clinton;
  • Aung San Suu Kyi;
  • Lewis Carrol;
  • JRR Tolkien
  • Tony Blair;
  • Edmund Halley;
  • Oscar Wilde;
  • Margaret Thatcher;
  • Theresa May;
  • Tim Berners Lee;
  • Stephen Hawking;
  • Oscar Wilde;
  • Thomas Hobbes;
  • John Locke;
  • Oliver Sacks.

Vantagens de estudar na Universidade Oxford

Está em busca de um diploma de excelência? Deseja agregar valor ao seu currículo? Quer adquirir bagagem cultural? Confira as vantagens de estudar em Oxford.

Programas curtos e eficazes

Geralmente, a graduação no Reino Unido tem duração de três anos. Apesar de ser mais curto do que os cursos tradicionais, o ensino é intensivo e focado no aprendizado do conteúdo curricular.

Para igualar o nível de ensino de alunos estrangeiros que não fizeram um currículo IB no colégio, há um ano adicional antes de iniciar a graduação em si, onde deve ser feito o Foundation Course.

Ótimo custo-benefício

A Universidade disponibiliza algumas bolsas de estudo para estudantes estrangeiros. Para isso, é necessário estar inscrito em algum programa universitário com longa duração.

Grande diversidade cultural

A Inglaterra é um dos países cosmopolitas com maior riqueza de tradição e cultura do mundo. A nação apresenta uma infinidade de atrações turísticas para o estudante conhecer: museus, castelos, pubs, parques, igrejas etc. Sem dúvidas, estudar em Oxford vai trazer uma grande experiência e bagagem de vida.

Qualificação reconhecida mundialmente

As qualificações adquiridas em uma entidade de ensino da Inglaterra são altamente reconhecidas em nível internacional — de fato, 7 das 10 melhores universidades da Europa estão situadas no Reino Unido.

Desse modo, portar um diploma da melhor universidade britânica é uma vantagem absurda dentro do mercado do trabalho. Você, como profissional, será muito bem valorizado perante as empresas e terá a chance de conquistar excelentes empregos.

Imersão no idioma inglês

Saber falar inglês vai ser muito útil para a sua jornada profissional. Que tal estudar um curso superior e aprender o idioma local ao mesmo tempo? Nada melhor do que se comunicar com estudantes nativos e moradores da região para aprimorar seu inglês e adquirir a tão sonhada fluência na língua.

Dicas para estudar em Oxford

Se você deseja cursar uma graduação na Universidade de Oxford, saiba que ter o ensino médio brasileiro não é o suficiente para ser admitido no processo seletivo. Para isso, você terá que realizar os exames do sistema de educação britânico — A-Levels, International Baccalaureate.

As vagas são abertas todos os anos. É possível verificar a publicação contendo as normas e prazos no site da Universidade. Em regra, para que você possa se candidatar, é necessário preencher alguns requisitos, como inglês fluente, ótimo desempenho acadêmico e ser aprovado na Application.

Confira algumas dicas para ingressar na Universidade de Oxford:

  • Peça cartas de recomendação aos seus professores;
  • Escreva um carta de motivação apresentando os motivos pelos quais você deveria ser admitido;
  • Enriqueça o currículo com cursos e atividades extracurriculares.

Estudar na Universidade Oxford é uma oportunidade imperdível. Você vai ganhar uma experiência de vida impagável, aprender novos conceitos e adquirir um diploma na melhor instituição de ensino superior do mundo! Com certeza, muitas portas vão se abrir para você ter uma carreira de sucesso.

Gostou de conhecer melhor sobre a Universidade Oxford? Quer conhecer mais sobre as instituições de ensino estrangeiras? Que tal saber como é viver no exterior? Curta a nossa página no Facebook e confira as próximas publicações!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Saiba-mais-sobre-a-Universidade-de-Oxford.jpg 683 1024 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-11-15 00:00:002024-01-10 22:00:56Saiba mais sobre a Universidade de Oxford!
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