Se você busca qualidade de ensino, então, precisa considerar os Estados Unidos em seu roteiro. Você sabe quais são as melhores cidades dos EUA para viver ou estudar e por que ganharam esse título?
Além de todo o conhecimento de nível superior, essa nação tem qualidade de vida e culturas diferenciadas. Portanto, quanto melhor souber delas, maior será a sua identificação na hora de escolher a graduação.
Continue a leitura e saiba quais são as melhores cidades dos EUA para viver, de acordo com o US News, e por que você deveria estudar em uma delas.
1. Austin
Foi inaugurada em 1839 e construída ao longo do rio Colorado. Austin, no Texas, foi originalmente chamada de Waterloo e atrai visitantes pelas suas atrações culturais e lugares ao ar livre.
Hoje, tem, aproximadamente, 965 mil habitantes e é conhecida pelo seu investimento em inovação. De lá surgem grandes empresas e o mercado de trabalho é promissor, com uma taxa de desemprego bem menor que a média regional, com apenas 2,9% de desempregados. Austin conta com seis faculdades, sendo a University of Texas at Austin a mais conhecida.
2. San Francisco
San Francisco está entre as melhores cidades dos EUA e conta com cerca de 884 mil habitantes atualmente. Os transportes públicos são excelentes e você poderá fazer muitos passeios para explorar a cultura, visitar os lindos museus e também os centros comerciais, populares entre quem mora lá.
É a cidade mais famosa da Califórnia, por causa da Ponte Golden Gate, mas há outros destaques, sobretudo no mercado profissional, como as gigantes Google e Apple. É lá que fica o grande e famoso centro tecnológico, o Silicon Valley.
É grande investidora em qualidade de ensino, em todas as áreas. A região tem uma média de 20 faculdades, entre as mais conhecidas está a University of California.
3. Seattle
Uma cidade limpa e arborizada, assim é Seattle. Mesmo com seus mais de 724 mil habitantes, ela tem cara de cidadezinha do interior. Assim, pode ser que você se sinta bem acolhido por conta dessas características.
Por lá, você vai encontrar muitos cachorros, barcos e cafeterias. Essas são algumas das peculiaridades de Seattle. Um lugar seguro e familiar para se viver, mesmo para um estudante sozinho.
Uma das faculdades mais importantes é a Universidade de Washington, fundada em 1861, que está entre as que têm melhor custo-benefício em relação aos estudos. Seus índices de conclusão escolar na graduação são de 94,2%.
4. Nashville
É a capital do Tennessee e também uma das mais populosas do estado, com cerca de 600 mil habitantes. Bastante focada em tecnologia e desejo de inovação, em especial, com o foco na área da saúde, inclusive, sedia um grande centro de saúde.
Os maiores empregadores desse ramo são o Hospital Corporation of American (HCA), Vanderbilt University Medical Center e Community Health Systems. Sendo considerada uma das melhores cidades dos EUA para se viver, por conta de todo esse investimento em pesquisa e tecnologia.
Algumas universidades muito boas dos EUA são de Nashville, como a Vanderbilt University School, Tennesee Technological University e Lincoln Memorial University.
5. Washington DC
A capital dos EUA não poderia ficar de fora da lista, certo? Com aproximadamente 702 mil habitantes, vai além das belas fotos em frente ao Capitólio ou da Casa Branca. Por lá, você aprenderá muito com os museus que pode visitar, muitos deles com entrada gratuita.
Se você gosta de andar de bicicleta, vai adorar conhecer todas as atrações turísticas de Washington DC com ela, pois é uma cidade completamente plana, sem muito sacrifício para pedalar.
Explorar os parques públicos e ter belas vistas também é atração cultural por quem passa por Washington DC. Os esportes populares são: futebol, basquete, hóquei e beisebol, que costumam reunir torcedores de todas as idades. Se prepare para algum desses esportes se decidir morar na cidade.
A cidade tem 22 faculdades. Algumas de qualidade reconhecida são Georgetown e George Washington e grande parte da população da cidade é composta por jovens, por conta dos estudos.
6. Boston
Com 675 mil habitantes, Boston é a cidade mais populosa do estado de Massachussetts. Foi fundada em 1630, pelos ingleses. É lá que se encontram duas das faculdades mais conhecidas do mundo: MIT e Harvard.
A cidade é, também, muito segura para se viver, mas em contrapartida, uma das mais caras. Mesmo conseguindo uma bolsa de estudos por lá, os gastos com moradia e alimentação podem ser elevados, se comparados com outras regiões. Vale a pena uma pesquisa aprofundada sobre isso antes de partir.
Um lugar visualmente lindo, com seus prédios luxuosos. Além das riquezas culturais de arte e música, que são muito fortes por lá. Ela realmente tem um clima acadêmico, seja dentro da faculdade ou, até mesmo, em pubs, por exemplo. Por isso, você pode se sentir em casa já nos primeiros dias.
7. Chicago
Esse é um dos municípios mais populosos dos Estados Unidos, com 2,7 milhões de habitantes. Suas ruas repletas de arquitetura e grandes prédios encantam os olhos de quem passa por lá. Grandes museus guardam excelentes histórias, como o Art Institute of Chicago, com quadros de pintura de Monet, ou o Field Museum, com inúmeros artefatos do Egito.
A Universidade de Chicago é considerada uma das melhores do país, sendo uma instituição privada fundada em 1890. Localizada em Hyde Park, fica a 15 minutos do centro. Além dela, a cidade tem, pelo menos, outras 28 faculdades.
Essas são apenas algumas das melhores cidades dos EUA para viver. Assim, já se pode ter uma base de como é a cultura e vivência por lá, em especial, para quem vai estudar.
Escolher cursar uma faculdade no exterior é, além de ter excelente ensino e reconhecimento pelo mundo todo, uma ótima opção para uma experiência de vida diferente. A vivência com outras culturas, povos e costumes é essencial para o amadurecimento como ser humano.
Conheça um pouco dessa experiência com o depoimento de uma estudante da Daqui pra Fora sobre seus seis primeiros meses na North Carolina State University e sinta a sensação do que é a vida no exterior.
Descubra as 7 melhores cidades dos EUA para viver
/124 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaSe você busca qualidade de ensino, então, precisa considerar os Estados Unidos em seu roteiro. Você sabe quais são as melhores cidades dos EUA para viver ou estudar e por que ganharam esse título?
Além de todo o conhecimento de nível superior, essa nação tem qualidade de vida e culturas diferenciadas. Portanto, quanto melhor souber delas, maior será a sua identificação na hora de escolher a graduação.
Continue a leitura e saiba quais são as melhores cidades dos EUA para viver, de acordo com o US News, e por que você deveria estudar em uma delas.
1. Austin
Foi inaugurada em 1839 e construída ao longo do rio Colorado. Austin, no Texas, foi originalmente chamada de Waterloo e atrai visitantes pelas suas atrações culturais e lugares ao ar livre.
Hoje, tem, aproximadamente, 965 mil habitantes e é conhecida pelo seu investimento em inovação. De lá surgem grandes empresas e o mercado de trabalho é promissor, com uma taxa de desemprego bem menor que a média regional, com apenas 2,9% de desempregados. Austin conta com seis faculdades, sendo a University of Texas at Austin a mais conhecida.
2. San Francisco
San Francisco está entre as melhores cidades dos EUA e conta com cerca de 884 mil habitantes atualmente. Os transportes públicos são excelentes e você poderá fazer muitos passeios para explorar a cultura, visitar os lindos museus e também os centros comerciais, populares entre quem mora lá.
É a cidade mais famosa da Califórnia, por causa da Ponte Golden Gate, mas há outros destaques, sobretudo no mercado profissional, como as gigantes Google e Apple. É lá que fica o grande e famoso centro tecnológico, o Silicon Valley.
É grande investidora em qualidade de ensino, em todas as áreas. A região tem uma média de 20 faculdades, entre as mais conhecidas está a University of California.
3. Seattle
Uma cidade limpa e arborizada, assim é Seattle. Mesmo com seus mais de 724 mil habitantes, ela tem cara de cidadezinha do interior. Assim, pode ser que você se sinta bem acolhido por conta dessas características.
Por lá, você vai encontrar muitos cachorros, barcos e cafeterias. Essas são algumas das peculiaridades de Seattle. Um lugar seguro e familiar para se viver, mesmo para um estudante sozinho.
Uma das faculdades mais importantes é a Universidade de Washington, fundada em 1861, que está entre as que têm melhor custo-benefício em relação aos estudos. Seus índices de conclusão escolar na graduação são de 94,2%.
4. Nashville
É a capital do Tennessee e também uma das mais populosas do estado, com cerca de 600 mil habitantes. Bastante focada em tecnologia e desejo de inovação, em especial, com o foco na área da saúde, inclusive, sedia um grande centro de saúde.
Os maiores empregadores desse ramo são o Hospital Corporation of American (HCA), Vanderbilt University Medical Center e Community Health Systems. Sendo considerada uma das melhores cidades dos EUA para se viver, por conta de todo esse investimento em pesquisa e tecnologia.
Algumas universidades muito boas dos EUA são de Nashville, como a Vanderbilt University School, Tennesee Technological University e Lincoln Memorial University.
5. Washington DC
A capital dos EUA não poderia ficar de fora da lista, certo? Com aproximadamente 702 mil habitantes, vai além das belas fotos em frente ao Capitólio ou da Casa Branca. Por lá, você aprenderá muito com os museus que pode visitar, muitos deles com entrada gratuita.
Se você gosta de andar de bicicleta, vai adorar conhecer todas as atrações turísticas de Washington DC com ela, pois é uma cidade completamente plana, sem muito sacrifício para pedalar.
Explorar os parques públicos e ter belas vistas também é atração cultural por quem passa por Washington DC. Os esportes populares são: futebol, basquete, hóquei e beisebol, que costumam reunir torcedores de todas as idades. Se prepare para algum desses esportes se decidir morar na cidade.
A cidade tem 22 faculdades. Algumas de qualidade reconhecida são Georgetown e George Washington e grande parte da população da cidade é composta por jovens, por conta dos estudos.
6. Boston
Com 675 mil habitantes, Boston é a cidade mais populosa do estado de Massachussetts. Foi fundada em 1630, pelos ingleses. É lá que se encontram duas das faculdades mais conhecidas do mundo: MIT e Harvard.
A cidade é, também, muito segura para se viver, mas em contrapartida, uma das mais caras. Mesmo conseguindo uma bolsa de estudos por lá, os gastos com moradia e alimentação podem ser elevados, se comparados com outras regiões. Vale a pena uma pesquisa aprofundada sobre isso antes de partir.
Um lugar visualmente lindo, com seus prédios luxuosos. Além das riquezas culturais de arte e música, que são muito fortes por lá. Ela realmente tem um clima acadêmico, seja dentro da faculdade ou, até mesmo, em pubs, por exemplo. Por isso, você pode se sentir em casa já nos primeiros dias.
7. Chicago
Esse é um dos municípios mais populosos dos Estados Unidos, com 2,7 milhões de habitantes. Suas ruas repletas de arquitetura e grandes prédios encantam os olhos de quem passa por lá. Grandes museus guardam excelentes histórias, como o Art Institute of Chicago, com quadros de pintura de Monet, ou o Field Museum, com inúmeros artefatos do Egito.
A Universidade de Chicago é considerada uma das melhores do país, sendo uma instituição privada fundada em 1890. Localizada em Hyde Park, fica a 15 minutos do centro. Além dela, a cidade tem, pelo menos, outras 28 faculdades.
Essas são apenas algumas das melhores cidades dos EUA para viver. Assim, já se pode ter uma base de como é a cultura e vivência por lá, em especial, para quem vai estudar.
Escolher cursar uma faculdade no exterior é, além de ter excelente ensino e reconhecimento pelo mundo todo, uma ótima opção para uma experiência de vida diferente. A vivência com outras culturas, povos e costumes é essencial para o amadurecimento como ser humano.
Conheça um pouco dessa experiência com o depoimento de uma estudante da Daqui pra Fora sobre seus seis primeiros meses na North Carolina State University e sinta a sensação do que é a vida no exterior.
Estudar no exterior: entenda como aliviar as saudades de casa
/114 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaUma situação bastante comum para quem vai estudar no exterior é sentir saudades de casa. Mesmo que tenha sido a realização de um sonho, é natural ter o sentimento de vazio em alguns momentos. Assim como, ao voltar para casa, pode ocorrer a mesma sensação pelo destino que foi deixado.
Estar longe dos familiares e amigos nem sempre é fácil. Para alguns, essa é uma experiência mais tranquila do que para outros, que são mais apegados. De qualquer maneira, é bom aproveitar todos os recursos para aliviar a angústia que bate de vez em quando, não é? Descubra algumas formas de facilitar essa missão!
Aproveite a tecnologia
Se antigamente as pessoas sofriam com a distância física e não tinham como se comunicar com frequência, hoje as coisas são bem diferentes. Antes da internet, era preciso gastar com ligações internacionais muito caras ou até mandar cartas e cartões-postais que demoravam para chegar ao destinatário.
Agora, em questão de segundos é possível se conectar com pessoas que estão do outro lado do mundo — as conversas por áudio e vídeo ajudam bastante a matar a saudade, reduzindo as distâncias geográficas que são inevitáveis.
O Skype e outros aplicativos de comunicação têm sido grandes aliados de quem mora fora. E hoje grande parte das pessoas tem um smartphone no bolso o tempo todo ou, pelo menos, fácil acesso a um computador e outros tipos de dispositivos eletrônicos.
Não dá para negar que a tecnologia ajudou a diminuir essa distância. Então explore as plataformas disponíveis para manter-se em contato com quem está longe. É sempre bom dar notícias para os familiares e compartilhar experiências com os amigos que ficaram no seu país, mas cuidado para não deixar outros afazeres de lado. Mantenha-se aberto às novidades.
Faça novas amizades
Uma outra forma de não ficar sempre mal por estar distante das pessoas queridas e evitar o sentimento de solidão é fazer amizades. Talvez essa seja uma tarefa difícil para quem é mais tímido, mas vale a pena se esforçar para vencer essa barreira.
Conhecer gente nova permite distrair a mente e traz a oportunidade de criar laços afetivos. Conversar sobre diferentes assuntos, trocar experiências, descobrir costumes diferentes, viajar em grupo, enfim, tudo isso vai contribuir para a sua rotina ser mais leve e agradável.
A companhia de outras pessoas faz parte do nosso bem-estar. Pode ser que os novos conhecidos não se tornem amigos do peito, o que importa é fazer daquele momento o mais legal possível e cheio de boas memórias.
Por outro lado, muita gente que viaja para estudar no exterior consegue fazer amizades para a vida inteira. Mesmo depois de retornar dos estudos, o contato e o carinho permanecem — sem contar que outras viagens são programadas para visitar os colegas ao redor do mundo, o que é uma ótima chance para quem ama viajar ou receber amigos em casa.
Nesse contexto, um detalhe muito discutido é sobre fazer amigos da mesma nacionalidade ou não. Há quem diga que fazer amizades só com brasileiros é prejudicial, especialmente por causa do aprendizado da língua e de outras culturas.
Sob outro ponto de vista, isso não deve ser um problema, já que o importante é ter novos amigos para dividir o cotidiano. Muitas vezes, é natural que os estudantes de um mesmo país formem uma turma, há até clubs formais sobre o tema, que podem ser utilizados para o início da socialização, te apresentando a outros colegas de diversas nacionalidades.
Organize o seu espaço
Chegar “em casa” e se sentir em um lugar estranho não é a melhor das situações. Sendo assim, uma ótima saída é organizar o seu espaço para que ele fique mais parecido com você e seja aconchegante.
Faça uma decoração agradável sem precisar investir muito e respeitando as regras da sua moradia. Coloque fotos, seus itens preferidos e tudo o que for capaz de garantir a sensação de ter um lar realmente agradável.
Mantenha a mente ocupada
Quanto mais ocupados ficamos, menos tempo temos para as bobagens que rondam a nossa cabeça — nesse caso, a saudade.
Não que seja errado ou uma besteira se sentir sozinho, só que isso não pode atrapalhar essa fase tão incrível. Por isso, o ideal é evitar o ócio e ter uma rotina agitada.
Os compromissos de estudo já devem ocupar uma boa parte da agenda e os espaços livres devem ser preenchidos. Passeios, trabalhos voluntários, atividades extracurriculares, esportes e, até mesmo, as tarefas domésticas são capazes de ajudar.
É claro que ter momentos de descanso faz bem, porém, ficar muito tempo sozinho e sem ter o que fazer pode deixar qualquer pessoa angustiada. Sair da zona de conforto e encontrar ocupações diferentes será um desafio, mas é bom pensar que a recompensa será valiosa.
Além de diminuir as chances de sentir tristeza, você vai aproveitar ao máximo esse período fora, pois fará um monte de atividades legais. Procure alternativas diferentes ao seu redor e aventure-se!
Convide as pessoas queridas para visitas
Se você for passar um bom tempo fora, não deixe de convidar as pessoas queridas para visitar a sua nova casa. É uma chance de elas viajarem para conhecer o lugar em que você está morando, além de ajudar a matar as saudades.
Aproveite a ideia de ser um guia turístico para elas e comece a visitar toda a cidade para saber o que mais vale a pena. Ocupe o seu tempo montando um roteiro interessante e descobrindo o que há de melhor à sua volta.
Se possível, programem-se para viajar (nem que seja por um fim de semana) pelos arredores para explorarem um outro local.
Encontre um colega de quarto
Por último, não deixe de considerar a opção de ter um colega de quarto. No começo, pode parecer estranho dividir a vida com alguém desconhecido, mas aos poucos tudo se ajeita.
É preciso respeitar a individualidade e tentar encontrar pontos em comum para que essa convivência seja saudável.
Uma boa sugestão é compartilhar alguns momentos e também manter as programações individuais (ou com pessoas diferentes) para que o convívio excessivo não seja um problema.
Se tudo caminhar bem, vai ser como ganhar um irmão ou irmã durante o tempo no exterior. Caso isso não aconteça, é só verificar a possibilidade de troca.
No fim das contas, sentir saudades de casa é algo extremamente comum para quem vai estudar fora. O que não pode acontecer é deixar que isso seja maior do que os benefícios, pois há muito para ser aproveitado quando estamos vivendo uma oportunidade dessa. Acredite: você não está sozinho e tudo vai ficar bem!
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Como a Páscoa é comemorada fora do Brasil?
/66 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaApesar de no Brasil a Páscoa ser caracterizada por muitos ovos de chocolate, em outros países como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido o costume é um pouco diferente.
Entender essas diferenças culturais antes de começar a faculdade no exterior é essencial para entender como cada um desses grandes momentos é celebrado em cada país.
Assim como também será importante vivenciar essas comemorações diferentes para adquirir bagagem cultural e conhecimento sobre outros costumes.
Acompanhe a leitura até o final para entender como a Páscoa funciona ao redor do mundo.
Como é a Páscoa nos Estados Unidos?
Você sabia que o doce mais comum nos Estados Unidos para essa época é o marshmallow e não o chocolate? Os ovos utilizados na famosa “Easter Egg Hunt” são de verdade, cozidos e decorados ou de plástico.
Com esses ovos, a Casa Branca promove anualmente a “Egg Rolling Race”, brincadeira tradicional entre as crianças que consiste em uma corrida onde se devem rolar os ovos pela grama com uma colher.
Além da caça aos ovos, nos Estados Unidos a data é celebrada com desfiles, missas e peru assado para o almoço com família e amigos. Apesar de não ser feriado nacional, fique atento, pois alguns estabelecimentos não abrem no domingo de Páscoa.
Como é a Páscoa no Reino Unido?
Além da Sexta-Feira Santa, no Reino Unido também se comemora a “Easter Monday”, prolongando o feriado até a segunda-feira após a Páscoa.
A “Easter Egg Hunt” também é famosa no Reino Unido. Promovida por prefeituras, chega a parar as cidades para a celebração. Além deste, ocorrem muitos outros eventos beneficentes pela região nessa data.
Se ao passar a Páscoa por lá você cruzar com pessoas fantasiadas de coelhos pela rua, não estranhe, faz parte do costume para a comemoração.
Como é a Páscoa no Canadá?
A caça ao ovo também é a principal atração entre as crianças canadenses que saem pela cidade com suas cestas à procura de ovos nos mais diversos cantos das cidades.
Assim como no Reino Unido, no Canadá se celebra a “Good Friday” e a “Easter Monday”, feriado conhecido como “Long Weekend”.
As famílias aproveitam para se reunir, viajar e celebrar. Por isso é comum que o comércio não abra, principalmente no domingo.
Também é no Canadá, mais especificamente na cidade de Vegreville Pysanka, que fica a segunda maior escultura de ovo de Páscoa do mundo. Com 9 metros de altura, o monumento foi construído em 1975 com decoração ao estilo dos ovos Ucranianos.
E você, já passou a Páscoa em um país com um costume diferente do Brasil? A Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência necessária para que você vá fazer faculdade no exterior e celebrar uma Páscoa diferente.
Basta preencher o formulário abaixo para começarmos uma conversa para entender como podemos lhe ajudar.
Estudar em Harvard: sim, é possível!
/57 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaAluno dedicado na escola e motivado a estudar nos Estados Unidos pelos programas de TV e notícias que acompanhava, Pedro, aluno DpF, nem sonhava estudar em uma das maiores universidades do mundo: Harvard.
Admitido para Engenharia Biomédica em Harvard e em mais 5 universidades americanas, Pedro decidiu estudar fora do país após muitas pesquisas e com base em alguns dados:
Ainda assim, ele não acreditava ser possível estudar em Harvard e quase não se candidatou para a universidade.
Apesar de não querer criar muita expectativa após o envio da candidatura, Pedro estava confiante, principalmente após os primeiros resultados que recebeu, de cinco respostas, todas tinham sido positivas.
Depois, no entanto, vieram 10 rejeições seguidas. “Quando abri o site de Harvard, já esperava ser rejeitado novamente e quando vi que havia sido aceito, não acreditei. Foi uma das melhores surpresas da minha vida. Depois que assimilei que havia mesmo passado, não consegui parar quieto por umas duas horas. Após essa notícia, só consegui dormir naquele dia às 6h da manhã.”
O resultado não poderia ser outro quando olhamos sua dedicação durante o colégio. Pedro não se acomodava e nem deixava de estudar o necessário, o que lhe garantiu notas altas, ponto que é muito levado em consideração pelas universidades na candidatura.
“No final do ensino médio meu coeficiente foi de 95%”- . Mas no meio da rotina de estudos também havia espaço para tempo livre, no qual ele se dedicava às atividades extracurriculares, como olimpíadas acadêmicas, dava aulas particulares, fazia viagens de cunho acadêmico e também ia para academia, praticava jiu-jitsu, karatê e muay thai.
Com a aproximação da 3ª série do Ensino Médio, e o acompanhamento da Daqui pra Fora, Pedro se dedicou às provas americanas e realizou seu estágio/voluntariado.
Pedro embarca para essa nova etapa da jornada em agosto e está animado em poder extrair da experiência tudo o que conseguir: “o caminho que vou traçar lá dentro só o tempo dirá, mas tenho certeza que vou ter o total amparo para que seja o melhor possível para mim”.
Quando questionado sobre se há algum receio, Pedro menciona a distância da família e a preocupação com um clima diferente do Brasil –“já fiquei longe da minha família quando era mais novo, mas nunca por longos períodos. E o frio de Boston com o qual não estou acostumado. Mas acredito que consigo contornar tudo isso e ter uma experiência excepcional”.
Para quem ainda está pensando sobre a possibilidade de estudar no exterior ou já sonha com Harvard e outras grandes universidades, Pedro deixa uma dica:
Que sejam anos incríveis para sua formação, Pedro.
Parabéns de toda a equipe DpF pela conquista, temos certeza de seu sucesso!!!
Como estudar fora contribuiu com a minha formação como mulher
/103 Comentários/em Carreira, Depoimentos /por Daqui pra ForaLetícia decidiu ir estudar fora do Brasil quando tinha 17 anos. Determinada a alcançar seu objetivo, se dedicou aos estudos e à natação, uma de suas paixões. Hoje consultora da Daqui pra Fora, Letícia reflete o quanto essa fase foi importante para sua formação como profissional e como mulher.
Estudar fora me tornou uma mulher e profissional mais preparada
Aos 17 anos, decidi que estudaria nos Estados Unidos e continuaria minha carreira como nadadora, a qual eu já havia iniciado aqui no Brasil.
O objetivo era terminar o ensino médio lá e depois seguir na carreira universitária, tentar uma bolsa através da natação e me formar em uma faculdade internacional.
E assim foi, estudei e nadei primeiro na cidade de Mission Viejo, na California, em um time de natação chamado Mission Viejo Nadadores. Equipe muito renomada dos EUA e onde alguns atletas olímpicos treinaram.
Nunca treinei tanto na minha vida! Durante o ensino médio por lá fui recrutada por algumas universidades e acabei escolhendo a University of Nevada, Reno.
Logo de cara me identifiquei com a equipe, com os treinadores e a atmosfera da universidade. O mais importante naquele momento de escolha da faculdade era me “sentir em casa”.
E não podia ter feito escolha melhor, fui super acolhida, além de receber um imenso suporte emocional. Depois de muitos aprendizados, alguns momentos de questionamentos, muita saudade de casa, da família, dos irmãos e dos amigos, continuei no meu objetivo e nadei os 4 anos pela universidade, onde fui inclusive recordista. Consegui até, de alguma forma, deixar o meu legado por lá! Que alegria!
Hoje, olhando retroativamente tudo que passei nesta importante fase da minha vida, vejo o quanto foi transformador para a minha visão de mundo e a minha construção como mulher.
Em 2019 completei 10 anos de trabalho na Daqui pra Fora, proporcionando aos jovens a mesma oportunidade que tive anos atrás.
Sinto um privilégio enorme em poder trabalhar com algo que acredito, que vivi e que me possibilita acompanhar a transformação de cada jovem nesta jornada.
Sou de uma nova geração de mulheres que acredita e, principalmente, vivencia seu empoderamento. Esta onda só está crescendo! Nossa união nunca foi tão forte. E fazer parte da equipe Daqui pra Fora é ter orgulho de vivenciar e trabalhar nesta nova geração que valoriza, abraça e empodera suas mulheres.
Letícia Cunha
Como é a faculdade de publicidade nos Estados Unidos?
/502 Comentários/em Cursos, Estados Unidos /por Daqui pra ForaA faculdade de publicidade nos Estados Unidos oferece grandes atrativos ao estudante que deseja realizar um curso de graduação no exterior: além de possibilitar um enorme crescimento intelectual ao universitário estrangeiro, pela vivência em língua inglesa, as próprias diretrizes estadunidenses do setor dão um enfoque diferente à área de comunicação.
Por isso, o número de brasileiros em busca de uma boa oportunidade estudantil nos Estados Unidos tem crescido muito. Quem abraça essa aventura não se arrepende e, inclusive, consegue boas indicações internacionais para ingressar no mercado de trabalho.
Você tem interesse em fazer uma faculdade de publicidade nos Estados Unidos? Confira o nosso post e veja mais detalhes sobre esse assunto!
Como é a grade curricular dos cursos de publicidade?
O curso de publicidade, chamado de advertising degree, nos Estados Unidos, funciona como uma chave para a efetivação de uma boa comunicação.
Por isso, profissionais dessa área são muito requisitados em diferentes tipos de empresas, justamente para trabalharem a veiculação de informação ao público.
Além disso, toda companhia é composta por valores e missões que têm um importante reflexo em sua maneira de se comunicar, cabendo ao publicitário formular ideias para conquistar o público-alvo com base nessa ideologia empresarial, além de oferecer de forma criativa o tipo de serviço ou produto vendido.
Assim, a grade curricular da faculdade de publicidade nos Estados Unidos pode sofrer pequenas variações a depender da universidade eleita, mas ela segue, basicamente, as seguintes diretrizes:
Se você é uma pessoa dinâmica, comunicativa, criativa e que não gosta de uma rotina parada, a área publicitária pode ser ideal ao seu perfil — principalmente em um país diferente.
Quais são as principais universidades dessa área?
O curso de publicidade não é difícil de ser encontrado nas universidades estadunidenses, funcionando como uma grande vantagem ao aluno: ele pode escolher a faculdade que mais agrade ou que melhor se adeque ao perfil, seja em termos financeiros, geográficos ou qualquer outra questão de relevância.
Veja, a seguir, 3 faculdades excelentes para você cursar publicidade nos Estados Unidos.
Florida International University
Com uma infraestrutura invejável, a Florida International University, FIU, acolhe com maestria estudantes de mais de 120 países. Como ela está situada em Miami, a partir de 2 campi físicos e um espaço virtual, os alunos são muito bem recebidos.
Essa universidade oferece 259 cursos, entre os níveis de bacharelado, mestrado e doutorado, e conta com um corpo docente bastante diversificado. Por isso, alunos estrangeiros se sentem em casa.
Como Miami é um dos destinos mais procurados pelos brasileiros, existem voos diários que partem de diversos aeroportos no Brasil. Esse fator auxilia a vida de quem deseja cursar a graduação de publicidade na Florida International University, em especial para a família do aluno — quando a saudade bater, é possível encontrar passagens em bons preços e, de quebra, curtir essa cidade incrível.
Iowa State University
O estado do Iowa está situado na região centro-oeste do país e tem 3,1 milhões de habitantes. Conta com uma paisagem típica do interior americano e oferece uma ótima qualidade de vida aos seus habitantes.
É nessa região que a Iowa State University está localizada. Com uma distância de 64 quilômetros do Aeroporto Internacional de Des Moines, quem vai de carro completa esse percurso em 40 minutos.
A Iowa State University é a maior da região e é composta por 10 escolas, direcionadas às diversas áreas, tais como design, engenharia, administração e comunicação. Com um campus bem organizado e diferentes atividades oferecidas ao corpo discente, os 36.000 alunos podem contar com uma rotina agitada.
Ganhadora de importantes prêmios, a Universidade de Iowa é uma ótima opção para quem deseja estudar no exterior e garantir um especial destaque ao currículo.
Texas Tech University
Famosa pelo potencial de seus alunos egressos, pessoas que se formam na Texas Tech University conseguem obter ótimas oportunidades no mercado de trabalho.
Esse fato é resultado da preocupação da universidade em acompanhar de perto os seus estudantes e oferecer inúmeras atividades para complementação de suas rotinas.
Ainda, a universidade conta com um diferencial bastante interessante: a chamada Texas Tech Parents Association. Fundada em 1956, essa organização tem o fim de auxiliar, também, a família do estudante, funcionando como um local para a troca de experiência entre os pais e os responsáveis.
Próxima ao Aeroporto Internacional Lubbock Preston Smith, é possível estudar na Texas Tech University sem, no entanto, permanecer longos períodos longe da família.
Como é o processo seletivo?
Diferentemente do vestibular existente no Brasil, o processo seletivo para ingresso nas faculdades norte-americanas é considerado mais amplo. Seu objetivo é avaliar o aluno como um todo e se ele possui o perfil correto esperado por aquela instituição, tanto academicamente quanto pessoalmente.
Leia mais sobre o processo seletivo das universidades americanas clicando aqui!
Fazer uma faculdade de publicidade nos Estados Unidos significa uma grande bagagem cultural à sua vida, um enorme destaque ao seu currículo e, de quebra, a possibilidade de garantir a fluência da língua inglesa. Se você pode contar com essa oportunidade, agarre-a e tenha muito sucesso no futuro!
Ficou com alguma dúvida sobre esse assunto? Conheça nossos programas e veja como podemos fazer parte do seu processo. Ficaremos felizes em ajudar!
5 curiosidades imperdíveis sobre a universidade de Yale
/52 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaFundada em 1701, a universidade de Yale carrega o título de terceira instituição de ensino superior mais antiga dos Estados Unidos.
Famosa pela excelência e tradição, não é à toa que faz parte da Ivy League — a liga que reúne as oito universidades americanas de maior prestígio.
Estudar em Yale significa ter a oportunidade de receber um dos melhores ensinos do mundo, além de vivenciar uma experiência única.
Com tanta fama, alunos e história passeando por seu campus, é natural que Yale seja lar de curiosidades interessantes. Quer conhecer as mais legais? Então confira este post!
1. Mudanças de nome
Assim que inaugurou, a universidade tinha um nome diferente daquele que tem hoje. Criada como The Collegiate School, apenas 17 anos depois — em 1718 — teve seu nome trocado para Yale. A mudança foi uma homenagem a Welsh Elihu Yale, comerciante considerado benfeitor pelas doações que fez à instituição.
2. Sociedade secreta
Yale é conhecida por abrigar sociedades secretas. Apesar do natural mistério que envolve esses tipos de grupos, alguns deles se tornaram bastante conhecidos ao longo dos tempos. O mais famoso é o Skull and Bones, fundado em 1832 e que existe até os dias de hoje.
Muito restrito, apenas 15 pessoas são admitidas no clube a cada ano. Entre seus seletos membros já estiveram alguns nomes importantes, como os dos políticos George W. Bush e John Kerry.
O que o grupo faz quando se reúne não dá para saber exatamente, mas isso não impede que sejam criadas muitas suposições — elas vão de grandes teorias conspiratórias illuminati até a acusação de que roubam itens colecionáveis de outros campi universitários.
3. Eventos estilo Harry Potter
Você já se imaginou participando de um daqueles banquetes do castelo de Hogwarts? Sabia que a universidade de Yale também oferece, anualmente, uma grande refeição festiva para seus calouros?
O cenário do evento guarda semelhanças com o filme Harry Potter: alunos reunidos em um grande salão, para um banquete formal, aproveitando as muitas delícias servidas e interagindo entre si.
4. Biblioteca rara e protegida
Existem muitas construções e ambientes notáveis em Yale e um dos principais é sua biblioteca de livros e manuscritos raros. O acervo do prédio é um dos mais importantes do mundo quando se fala de obras raras. Entre elas estão exemplares de grande valor histórico, como uma das 21 bíblias originais de Gutemberg.
O que também chama a atenção é a maneira como essa preciosa coleção é protegida. Para se ter uma ideia, toda a fachada da biblioteca conta com painéis de mármore para controlar a luz.
E não termina por ai. Aproximadamente 180 mil volumes do acervo ficam dentro de uma torre de vidro que só pode ser manuseada por funcionários. A segurança da torre é tanta que, no caso de uma emergência, ela cai em um cofre subterrâneo e as obras conseguem ser preservadas.
5. Manuscrito misterioso
O mais curioso manuscrito presente na biblioteca rara de Yale é o Manuscrito Voynich. Estudiosos acreditam que a obra foi escrita há 600 anos e, por muito tempo, vêm tentando decifrar o que está registrado ao longo de suas 240 páginas.
Com ilustrações de plantas, mulheres e uma linguagem aparentemente desconhecida, o objeto é considerado um dos mais misteriosos já encontrados.
Recentemente, um historiador britânico afirmou ter desvendado o manuscrito. Segundo ele, o conteúdo é relacionado à medicina medieval e fala sobre saúde feminina.
Outros especialistas, entretanto, refutam essa descoberta e acreditam que essa é mais uma suposição falha. Pelo jeito, o mistério ainda vai continuar.
Cenários cinematográficos, prédios espetaculares, sociedades secretas, livros misteriosos: as singularidades da universidade de Yale conseguem torná-la ainda mais fascinante.
As curiosidades presentes em seus corredores só confirmam que, além de ser uma das melhores, a instituição também pode ser considerada uma das mais marcantes devido a tudo que a cerca.
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Conheça 6 brasileiros que estudaram em Harvard
/44 Comentários/em Carreira, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEstudar em uma universidade fora do Brasil é um privilégio para poucos e uma oportunidade única. Imagine, então, se for na mais antiga e prestigiada faculdade dos Estados Unidos? Essa, por incrível que pareça, foi a realidade vivida por algumas pessoas: os brasileiros em Harvard.
Em meio a tantos nomes importantes nas mais diversas áreas, como é o caso de Mark Zuckerberg, Natalie Portman, Al Gore e Bill Gates, parece impossível imaginar que nossos conterrâneos façam parte da lista de alumni de uma instituição como Harvard, não é mesmo?
Hoje em dia, com a globalização crescente e os constantes programas de internacionalização das universidades (inclusive as que fazem parte da Ivy League), viver a experiência universitária norte-americana se tornou um plano cada vez mais palpável. Com algum planejamento e muito esforço, é possível conquistar esse passo e fazer parte desse seleto grupo.
Mas afinal, quem são esses brasileiros? Quais foram os seus feitos durante e após a universidade? Continue a leitura e confira a história de pessoas que tiveram a chance de estudar em uma das melhores universidades do mundo e de representar, nas terras do Tio Sam. o nosso país!
1. Jorge Paulo Lemman
Nascido em 26 de agosto de 1939, na cidade do Rio de Janeiro, o empresário e empreendedor Jorge Paulo Lemman tem origem brasileira e suíça. Ele estudou economia na Universidade de Harvard e hoje figura na lista de pessoas mais ricas de todo o planeta.
Fundador da empresa de laticínios Leco e com o nome ligado às Lojas Americanas, esse empreendedor adquiriu muito de sua visão de mercado ao estudar em Harvard. Hoje, o empresário atua no patrocínio de uma série de instituições ligadas à educação e aos esportes (especialmente o tênis, do qual ele foi jogador).
2. Eduardo Saverin
Nascido na cidade de São Paulo em 19 de março de 1982, você provavelmente já ouviu falar sobre Eduardo Luiz Saverin, mesmo que ainda não se lembre disso. Esse empreendedor é um dos nomes responsáveis pela criação do Facebook, junto com Mark Zuckerberg.
Retratado pelo ator Andrew Garfield no drama ‘’A Rede Social’’, de 2010, Eduardo teve uma ativa participação na formação da maior rede social dos dias atuais. Isso gerou, posteriormente, uma série de brigas na justiça pelos ganhos do site. Em Harvard, Eduardo cursou economia.
3. Renan Ferreirinha
Um dos mais jovens nomes a figurar a nossa lista, Renan Ferreirinha nasceu no estado do Rio de Janeiro e foi candidato a Deputado Estadual pelo estado nas eleições de 2018. As principais bandeiras levantadas pelo jovem diziam respeito à democratização da educação e ao aumento da visibilidade das pessoas mais jovens na sociedade.
A experiência internacional de Renan em Harvard com certeza expandiu os seus horizontes para que tudo isso seja colocado em prática. Em Harvard, Renan escolheu os cursos de Ciências Políticas e Economia, que ampliaram a sua visão política e o seu olhar crítico em relação não só ao Brasil, mas a toda a conjuntura política do planeta.
4. Larissa Maranhão
A alagoana Larissa Maranhão é um exemplo de perseverança e mostra que insistir em seus objetivos é fundamental para alcançá-los. A jovem foi rejeitada por Harvard em sua primeira tentativa de ingresso na universidade, mas persistiu e hoje faz parte da seleta lista de alumni dessa instituição.
Apesar de já ter sido aceita (e estar, inclusive, matriculada) na Universidade Federal do Rio de Janeiro, Larissa sonhava em estudar em Harvard e não descansou até receber a carta de aprovação.
Assim como outras pessoas de nossa lista, a jovem de Alagoas decidiu estudar Economia nos Estados Unidos. Esse é um curso em expansão cada vez mais significativa e que tem tudo para se tornar uma das áreas mais fundamentais nos próximos anos.
5. Pietro Leite
Pietro Leite é outro exemplo de força de vontade e da importância de um planejamento cuidadoso para entrar em universidades concorridas como Harvard. O jovem, que fez um extenso preparo para o processo seletivo, fala da importância da ajuda especializada para conquistar esse objetivo.
Para ele, o planejamento é fundamental. Assim como a Larissa, o Pietro fez um trabalho que durou anos, desde o seu ensino médio (que deve ser bem fundamentado, com bases sólidas e muito estudo) até o momento da tão sonhada aprovação.
Por isso, lembre-se que estudar em Harvard é possível, desde que você comece o quanto antes a se preparar e siga à risca as recomendações de seu orientador. Afinal, são muitos testes e etapas até a chegada da carta que mudará a sua vida!
6. Tábata Amaral de Pontes
Por fim, citaremos a história de Tábata Amaral de Pontes, uma das mais jovens Deputadas Federais do Brasil. Nascida em 14 de novembro de 1993, na periferia de São Paulo, em uma região pobre na zona sul, Tábata persistiu e chegou ao ponto de ser uma estudante da Universidade de Harvard.
Tendo sua educação em escola pública, a jovem precisou ralar muito para alcançar os seus colegas em termos de conteúdo. No entanto, a sua disciplina foi fundamental para garantir a tão sonhada vaga nessa universidade, onde cursou Ciências Políticas e Astrofísica.
Hoje, eleita como a sexta deputada mais votada pelo estado de São Paulo, Tábata tem um árduo trabalho pela frente: o de mostrar como a educação pode efetivamente mudar o mundo e inserir políticas que democratizem o ensino para camadas mais pobres, fazendo com que, no futuro, outros jovens periféricos tenham a mesma oportunidade que ela teve.
E aí, gostou de conhecer um pouco sobre os brasileiros em Harvard? Que tal fazer parte dessa lista em uma publicação futura? Para isso, inicie o quanto antes a sua preparação e conte com a orientação de uma equipe especializada, que fará com que as suas chances de entrar em uma faculdade renomada sejam muito maiores!
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Qual o salário de recém-formados em universidades americanas?
/106 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEstudar nos Estados Unidos tem muitas vantagens, uma vez que essa experiência proporciona grande contato com outra cultura, aprofundamento na língua inglesa (o idioma mais popular do mundo) e maiores oportunidades no mercado de trabalho.
Você deseja estudar fora e quer saber qual é o salário inicial dos formandos de universidades americanas? Então, vamos mostrar as médias salariais de acordo com os cursos e universidades, conforme o ranking do site Payscale. Confira!
Massachusetts Institute of Technology (MIT)
O Instituto de Tecnologia de Massachusetts, mais conhecido como MIT, localizado em Cambridge, no estado de Massachusetts, é uma universidade privada de pesquisa com bastante reconhecimento ao redor do mundo. Por isso, os formados na instituição recebem um dos maiores salários — o segundo maior dos Estados Unidos.
O instituto tem tradição e é conhecido pela pesquisa e educação em engenharia e em ciências físicas. Atualmente também passou a ter reconhecimento nas áreas de economia, biologia, administração e linguística.
O salário inicial dos profissionais formados na instituição em início de carreira costuma ser de US$ 83,6 mil anuais. Um profissional já estabelecido, após uma década do primeiro ano de faculdade, recebe quase o dobro — em média, mais de US$ 150 mil.
Um cientista de dados formado pelo MIT ganha um salário de US$ 115.263 por ano, uma média de mais de US$ 9 mil por mês. Já um engenheiro de software costuma ganhar US$ 107.845 anuais, enquanto um engenheiro aeroespacial recebe US$ 96.153. Por fim, um cientista de pesquisa tem um salário médio de US$ 103.604.
United States Merchant Marine Academy (USMMA)
A Academia da Marinha Mercante dos Estados Unidos (também conhecida como USMMA ou Kings Point), uma das cinco academias de serviço dos Estados Unidos, está localizada em Great Neck, Nova Iorque.
É uma instituição famosa por formar militares da marinha norte-americana e especialista nos cursos de navegação, relações internacionais e engenharia naval.
Um engenheiro marinho formado na instituição costuma receber um salário de US$ 83.353 por ano. Já os engenheiros portuários recebem ainda mais e tem uma média salarial de US$ 125.696. Os engenheiros mecânicos recebem US$ 79.238 anuais.
Um recém-formado da USMMA recebe em média US$ 80,8 mil, enquanto o profissional bem estabelecido ganha por volta de US$ 136,6 mil.
Harvard University
A Universidade de Harvard, uma das mais famosas e reconhecidas do mundo, é uma universidade privada que fica localizada na cidade de Cambridge, em Massachusetts, e os formados na instituição costumam receber os maiores salários do país.
Os profissionais em início de carreira ganham US$ 85,6 mil por ano e os especialistas que já se formaram há alguns anos recebem US$ 157,4 mil.
Um engenheiro de software que se forma em Harvard ganha em média US$ 105.496, enquanto um cientista de dados costuma receber US$ 114.338 anuais, os engenheiros elétricos ganham o salário médio de US$ 97.436.
Georgetown University
A Universidade de Georgetown é uma universidade privada católica e jesuíta de ensino superior localizada em Washington, DC, no distrito de Georgetown.
A instituição tem uma das mais tradicionais escolas de Direito dos EUA e um aluno formado na universidade ganha, em média, US$ 140.000 por ano (os recém-formados costumam receber um salário de US$ 65.700).
Um gerente de projetos gerais tem a remuneração média de US$ 73.977, um consultor de gerenciamento recebe US$ 83.891 por ano e um gerente de marketing ganha aproximadamente US$ 66.296.
Stevens Institute of Technology (SIT)
O Instituto de Tecnologia de Stevens é uma universidade de pesquisa privada e educacional que fica em Hoboken, Nova Jersey.
É uma das universidades mais antigas dos Estados Unidos (fundada em 1870) e oferece cursos de bacharelado, mestrado e doutorado especializados, principalmente, em Gestão da Tecnologia e Engenharia.
Após alguns anos do término da faculdade, os formandos na instituição recebem cerca de US$ 138,9 mil por ano. Já uma pessoa que se formou recentemente na instituição costuma ganhar US$ 73,6 mil.
Um engenheiro mecânico que concluiu a graduação no SIT tem o salário médio de US$ 67.048, um engenheiro de software recebe US$ 94.753 e um engenheiro de projetos costuma ter a remuneração de US$ 69.366 anuais.
Stanford University
A Universidade de Stanford, fundada em 1885, fica situada em Palo Alto, na Califórnia, e é uma das melhores e mais prestigiadas instituições do mundo. A universidade conta com um dos melhores salários iniciais dos formandos de universidades americanas, ficando em quarto lugar do ranking.
Um profissional formado em Stanford com mais de 10 anos de experiência recebe por volta de US$ 156.700 anuais, ao mesmo tempo em que um especialista com até 5 anos no mercado ganha a média de US$ 80,9 mil por ano.
Um engenheiro de software recebe um salário médio de US$ 114.492, um cientista de dados ganha US$ 113.530 e um cientista de pesquisa tem a remuneração por volta de US$ 99.082.
California Institute of Technology (Caltech)
O Instituto de Tecnologia da Califórnia, também conhecido como Caltech, fica localizado em Pasadena, no estado da Califórnia, e é uma instituição com tradição em engenharia e em ciências naturais.
Um profissional formado na Caltech em início de carreira recebe a remuneração de US$ 83,4 mil por ano, enquanto aqueles que já têm mais experiência costumam ganhar por volta de US$ 143,1 mil.
Um engenheiro de software recebe US$ 107.777, um cientista de dados ganha em média US$ 117.916, um pesquisador cientista tem a remuneração de US$ 99.996 e um engenheiro aeroespacial tem salário por volta de US$ 91.953 anuais.
É claro que no momento em que o estudante for escolher uma faculdade a expectativa salarial dos profissionais formados naquela instituição não deve ser a sua única preocupação, uma vez que outras questões como metodologia de ensino, a reputação da escola, o processo seletivo e até mesmo o campus são fatores que devem ser avaliados.
Entretanto, saber o salário inicial dos formandos de universidades americanas fornece uma base para que o estudante saiba como os alunos que estudaram em cada instituição de ensino são vistos pelo mercado de trabalho.
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As 10 universidades mais competitivas dos Estados Unidos
/107 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEstudar fora do país é capaz de enriquecer qualquer currículo, ainda mais quando a graduação é realizada em uma das universidades mais competitivas dos Estados Unidos.
O processo seletivo para o ingresso nessas faculdades é rigoroso para que apenas os melhores alunos entrem, uma vez que ter o diploma de uma dessas instituições de ensino é sinônimo de reconhecimento ao redor de todo o mundo.
Se você quer saber mais sobre o assunto, acompanhe o post que vamos mostrar quais são as universidades americanas mais concorridas, de acordo com o ranking feito pela Niche, realizado através de feedbacks de estudantes que fizeram o processo de candidatura americano.
1. Harvard University
Harvard está localizada em Cambridge, Massachusetts, na área de Boston. Trata-se de uma universidade particular de elite e uma das mais conhecidas no mundo.
O processo seletivo para admissão de alunos é extremamente competitivo e rigoroso, uma vez que taxa de aceitação em Harvard é de apenas 5% — ou seja, 95% das pessoas que tentam entrar são reprovadas.
Entretanto, o esforço feito para cursar uma das melhores universidades do mundo costuma valer a pena, pois 97% dos alunos que saem de Harvard ganham um salário inicial de US$ 69.700.
2. Stanford University
A Universidade de Stanford está localizada na área da baía de San Francisco, em Stanford, na Califórnia. É uma instituição particular de enorme prestígio que tem entre suas principais especialidades as áreas de Ciência da Computação, Biologia e Engenharia.
Conta com um processo seletivo rígido e sua taxa de aprovação é igual a da Universidade de Harvard — apenas 5% dos inscritos são aprovados na Universidade de Stanford e o salário médio de 94% de seus formados se inicia em US$ 71.800.
3. California Institute of Technology
O Instituto de Tecnologia da Califórnia — chamado popularmente de Caltech —, é uma pequena universidade privada situada na Pasadena, na região de Los Angeles, no estado da Califórnia.
A universidade conta atualmente com apenas 979 estudantes de graduação e sua taxa de aceitação é de 8%. Suas principais especialidades incluem Ciência da Computação, Engenharia Mecânica e Física e 94% dos formados por lá ganham um salário médio inicial de US$ 65.100.
4. Yale University
Yale, fundada em 1701 — é considerada a terceira instituição de ensino superior mais antiga dos Estados Unidos —, é uma universidade privada de elite situada em New Haven, Connecticut. Nomes importantes como George H. W. Bush, Bill Clinton e George W. Bush, por exemplo, concluíram a graduação nesse centro de ensino.
Seus principais cursos incluem Economia, Ciência Política, Governo e História e a taxa de aceitação de Yale é de apenas 6%. Já o salário médio inicial de 98% dos alunos graduados por lá é de US$ 60.700.
5. Princeton University
A Universidade Princeton está localizada em Princeton, no estado de Nova Jersey. É uma instituição de ensino privada de médio porte e estão entre seus principais cursos Engenharia da Computação, Economia e Análise de Políticas Públicas.
As suas admissões são extremamente competitivas, uma vez que a taxa de aceitação de Princeton é de apenas 7% e o salário médio inicial de 97% de seus formados é de US$ 58.300.
6. Massachusetts Institute of Technology
O Instituto de Tecnologia de Massachusetts, popularmente conhecido como MIT, é uma universidade particular de pesquisa que fica em Cambridge, Massachusetts, na região de Boston.
É uma pequena e renomada instituição de ensino especializada em Ciência da Computação, Engenharia Mecânica, Matemática e Estatística e sua taxa de admissão é de apenas 8%. Ao concluírem a graduação, 93% dos ex-alunos do MIT ganham por volta de US$ 79.800.
7. University of Chicago
A universidade de Chicago, como o próprio nome sugere, fica localizada na cidade de Chicago, às margens do Lago Michigan, em Illinois.
Trata-se de uma universidade privada fundada em 1890 e de lá para cá muitas mentes brilhantes passaram pela instituição — seus estudantes foram os primeiros a dividirem o átomo, a medirem a velocidade da luz e a desenvolverem estudos no campo da sociologia, por exemplo.
Até o momento, mais de 80 de seus ex-alunos foram ganhadores de Prêmios Nobel em diversos campos de estudos. É claro que entrar em uma universidade tão renomada não é fácil, por isso sua taxa de aceitação é de apenas 8%.
8. Columbia University
A Universidade de Columbia é um centro privado de elite localizado em Manhattan, Nova York, na área da cidade de Nova York. Ela tem porte médio e atualmente conta com mais de 7.000 alunos de graduação.
Ela também está entre as universidades mais competitivas dos Estados Unidos — apenas 7% dos inscritos são aceitos na instituição. Seus principais cursos incluem Economia, Ciência da Computação, Ciência Política e Governo. O salário médio inicial de 94% dos graduados em Columbia é de US$ 65.100.
9. Vanderbilt University
A Universidade Vanderbilt é uma instituição de ensino superior privada localizada em Nashville, Tennessee, que foi fundada em 1873 e é considerada uma das cinquenta melhores universidades do mundo, de acordo com o Times Higher Education.
É uma instituição com rigor acadêmico — sua taxa de aceitação é de 11% —, e estudantes talentosos de mais de 90 países fazem parte do seu quadro de alunos.
10. University of Pennsylvania
A Universidade de Pensilvânia, também conhecida como UPenn ou apenas Penn, é uma instituição de ensino superior particular de grande porte, fundada por Benjamin Franklin e localizada na Filadélfia, no estado da Pensilvânia.
Seus cursos mais populares são Finanças, Enfermagem e Economia e a taxa de aceitação da universidade é de apenas 9%. Já o salário médio inicial de 95% dos graduados na instituição é por volta de US$ 67.500.
Gostou de conhecer as universidades mais competitivas dos Estados Unidos? Apesar de o ingresso nessas renomadas instituições não ser fácil, uma vez que a taxa de aceitação é pequena, o esforço dos que conseguem é reconhecido mundialmente. Isso sem falar na remuneração muito acima da média que os recém-graduados conseguem.
Se você tem o sonho de estudar em uma dessas universidades, o time de especialistas da Daqui pra Fora pode ajudar. Preencha o formulário abaixo e vamos começar uma conversa.